6 de Maio de 2008 CURRICULUM VITAE Ana Luísa Janeira1 1 Professora Associada com Agregação em Filosofia das Ciências da Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Rua Ernesto de Vasconcelos 1700-014 Lisboa Co-fundadora, primeira coordenadora e actualmente investigadora do Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (CICTSUL) Instituto de Investigação Científica Bento da Rocha Cabral Calçada Bento da Rocha Cabral, 14 1250-047 Lisboa [email protected] [email protected] 2 Formação e Actividade Profissional - Agregação em Filosofia das Ciências pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1985). - Doutoramento em Filosofia Contemporânea pela Université de Paris I (PanthéonSorbonne) (1971). - Licenciatura em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1967). - No contexto da aplicação da Convenção de Bolonha e sob sua proposta, passou a ministrar duas disciplinas novas: Ciências e Saberes; Cultura Científica e Cibercultura e os cursos livres Construção do Texto Científico e A Construção do Texto – Saber Escrever e Saber Pensar, Reflexão Crítica e Questões de Método, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (2003-»). - Professora Associada da Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (2007--»). - Professora Associada do Departamento de Química da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1980-2007). - Responsável pelas disciplinas de História do Pensamento Biológico (1980-1990), História das Ciências, Filosofia das Ciências, Sociologia das Ciências, Ética das Ciências e Técnicas (1976-2003), na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. - Responsável anualmente por cursos, seminários e workshops em instituições científicas, ao longo de todo o território brasileiro (1976-»). - Leitora de Português na na Faculty of Arts da University of Sheffield (1973/74) e na Faculté des Lettres et Sciences Humaines da Université de Montpellier III (19711973). - Técnica superior do Instituto de Alta Cultura e do Instituto Nacional de Investigação Científica (1974-1980) e do Gabinete de Investigações Sociais (1970-1971). - Pró-reitora da Universidade de Lisboa (1986-1989). - Investigadora do Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (1995--»). 3 - Co-fundadora e primeira Coordenadora do Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (1995-1999). - Membro do Grupo Ciências, Técnicas e Valores (CTV) (1990-1995) e do Grupo Ciências, Técnicas e Saberes (CTS) (1993-1995). - Coordenadora, em Portugal, da Red de Intercambios de la Historia y la Epistemologia de las Ciencias Químicas e Biológicas, México, D.C. (1992--») - Comité científico do programa The Development of Chemistry in Europe, da European Science Foundation, no âmbito do qual orientou o projecto Spatial Organization and Scientific Discourse Production: Chemical Laboratories in Portugal (1789-1939), (1991-1996). - Comité Michel Foucault, Paris (1989--»). - Comité International Diderot, Paris (1987--»). 4 Investigação A partir de 2000, começou uma reflexão crítica para definir teoricamente topologias entre INOVAÇÃO – TRADIÇÃO – GLOBALIZAÇÃO, nomeadamente OS CONCEITOS DE ESPAÇO E DE TEMPO, NA SUA ARTICULAÇÃO COM OS CONCEITOS DE INOVAÇÃO CIENTÍFICA, SABERES TRADICIONAIS E CULTURAS GLOBAIS. Nesta perspectiva, julgou pertinente privilegiar bibliografias e iconografias diversas, enriquecidas por contactos com centros universitários de países significativos, nomeadamente os Estados Unidos da América, o Canadá, o Brasil e o Japão, orientando as suas actividades para uma programação geral, constituída por vários projectos que coordena (excepto nos casos devidamente assinalados), acompanhada por uma vertente aplicada, incluindo a dualidade investigação ensino: – Inovação - rupturas e novidades - Preliminares Epistemológicos para a Montagem do Gabinete de Curiosidades Frei Manuel do Cenáculo, Museu de Évora, no âmbito de um projecto do CICTSUL patrocinado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, Literacia científico-tecnológica e opinião pública: o caso dos consumidores dos Museus das Ciências, coordenado pelo sociólogo Pedro Andrade e tendo como subprojecto, O mundo nas colecções dos nossos encantos, colaboração de trinta portugueses e estrangeiros, visando a delimitação de situações históricas, atitudes afectivas de coleccionadores, configurações epistémicas do coleccionismo, e incluindo a análise de colecções portuguesas concretas, com parte já publicada no número 21, suplemento especial da revista “Episteme”, Porto Alegre, em 2005, com 334 pp. e um CD_ROM (http://www. ilea.ufrgs.br/episteme/portal/index) e uma parte a publicar no livro final do projecto; Da química e da lei. Escola Politécnica e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1837-1987)), introdução crítica sobre os jogos do saber-poder enquadrando o processo legislativo dessas duas realidades institucionais, com a colaboração da assessora Manuela Ferreira e da bibliotecária Margarida Pino. Em curso: - Marcas das ciências e das técnicas pelas ruas de Lisboa, conjunto de fichas documentais (texto e imagem) sobre influências científicas e técnicas na toponímia, na arquitectura e na estatuária lisboetas as quais, depois de reelaboradas por uma extensa equipa interdisciplinar, estão a ser colocadas online, com a colaboração do Centro de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e serão ainda apresentadas em publicações da Editora Apenas Livros, com destaque para eixos históricos e percursos de implementação urbana mais relevantes (http:/marcasdasciencias.fc.ul.pt/pagina/inicio); - Construire la ville, conquérir l’espace: comment une société pense son avenir, projecto coordenado pela arquitecta Isabel Marcos, com investigadores de portugueses, franceses e ingleses, para o qual trabalha a relação entre o real e o imaginário, os jardins e a utopia, num contexto das relações entre o Velho Mundo e os Novos Mundos. 5 – Tradição - saberes e fazeres - Estágio no Telheiro da Encosta do Castelo, em Montemor-o-Novo; detecção de como actuam as vivências, as ciências e as técnicas na arquitectura tradicional, através de - Formas de viver, formas de pensar, formas de habitar – ciências, técnicas e saberes (http://www.saberes.no.sapo.pt) e do subprojecto De que eram feitas as casas dos nossos avós? (http://www.fazeres.no.sapo.pt), trabalho integrado na Red XIV.E - Vivienda Rural y Calidad de Vida en los Asentamientos Rurales - Sub Programa Habyted-Cyted de la Cooperacion Iberoamericana; participantes: alunos, professores portugueses e brasileiros de diferentes graus de ensino (básico, médio, superior) e consultores, numa troca de conhecimentos culturais, científicos e tecnológicos, com assessoria científica ao Encontro/Laboratório Habitar Sustentado-Tradição e Inovação na Arquitectura e Construção. Em curso: - Naturarte - do estudo e da construção cultural de jardins (http// www.fazeresaberes.net/jardins e www.triplov.org/jardins) no âmbito do CICTSUL, onde participa no Jardim das Cores, desenvolvido pelo Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Pigmentos e Corantes Naturais, coordenado pela bióloga Alexandra Dias, e no Jardim dos Sete Sentidos, conjunto de actividades dinamizadas pelo Grupo Fazeres com Saberes, que é coordenado pela antropóloga Marjoke Krom, (http://www.fazeresaberes.net e htpp://www.saberfazer.no.sapo.pt), com o fim de trabalhar as relações entre as ciências, as artes e os sentidos como expressões representativas de avanços, complexidades e ambiguidades, inerentes à implementação inovadora do paradigma moderno, ou seja, como se fazem as práticas apropriadas pelo quotidiano, da crendice ao tabu, da agricultura à alimentação, passando por mesinhas e ofícios; participantes: professores e alunos da Universidade de Lisboa e da Universidade de Évora, e investigadores brasileiros; os resultados estão a ser divulgados em FazereSaberes, colecção de livros de cordel da Editora Apenas Livros, dirigida por Ana Luísa Janeira. Dinamiza ainda a sua vertente educativa, Plantas de cá e plantas de lá (www.jardinsdecajardinsdela.blogs.sapo.pt), intercâmbio entre escolas alentejanas e sul-americanas, sobre floras nativas e exóticas. – Globalização – tensão e encontro de culturas - As ciências modernas à descoberta do mundo, composto pelos subprojectos luso-brasileiros: As estrias da razão através da loucura, assessoria epistemológica junto do processo de conversão do Hospital Psiquiátrico de São Pedro (Porto Alegre) no seu enquadramento urbano, contando com vários investigadores e coordenado pela psicóloga Tania Galli Fonseca; A territoralização científica da Amazónia (sécs. XVIII-XXI) (http://www.amazonia.no.sapo.pt) ou como esta área sul-americana foi sendo conhecida ao longo dos tempos, das viagens filosóficas aos programas espaciais; como ainda pelo subprojecto: O espaço e o tempo no Japão (http://www.triplov.no.sapo.pt), as especificidades do ser e do estar nipónicos, entre a realidade local e o desafio de uma abertura mundializante; - Viagens com destino nas ciências (http://www.cienciaeviagem.no.sapo.pt), exemplos passados e actuais provando como a experiência e a vivência da viagem tem influenciado e continua a influenciar a criatividade científica; - Auguste-François-Marie Glaziou criando a paisagem e o gosto nos trópicos, álbum e exposição franco-luso-brasileiros, coordenados pelo engenheiro Miguel Gastão da Cunha. 6 Em curso: - A globalização das ciências e das culturas, estudos sobre processos históricos de cariz global: - Natura, Cultura e Memória: I - A natureza impactante por terras de missão e a configuração epistemológica moderna (séculos XVI-XIX), projecto interdisciplinar e internacional onde participa com estudos sobre missões (http://www.triplov.com/jardins/missoes/guaranis/index.htm,http//:www.triplov.com/an a_luisa/notas-de-viagem/índex.htlm) ; II - Memória: natura, cultura e literatura iberoamericanas. Para os quais prepara actualmente um trabalho sobre Estratégias epistemológicas da Companhia de Jesus na memória americana e asiática. Este plano global integra, finalmente, numa articulação entre investigação e ensino, as disciplinas de Ciências e Saberes (Tradição) e Cultura Científica e Cibercultura (Globalização), e os cursos livres Construção do Texto Científico (2004), A Construção do Texto – Saber Escrever e Saber Pensar (2005), Reflexão Crítica e Questões de Método (2006) (Inovação), ministrados na FCUL de 2003 a 2007. Anteriormente e com o Projecto CulturaNatura. Do passado para o Século XXI – 500 anos de convívio com o Brasil, iniciado em 1997, considerou importante alargar este modelo teórico ao estudo de diferentes e diversificados tipos de espaço, tendo começado pela malha urbana, com o fim de determinar lógicas de emergência e de implementação dos saberes, e instâncias científicas no contexto da cidade. Aplicouo à: - configuração criada pelos termos de NATUREZA, CULTURA E CIÊNCIA NAS REDUÇÕES JESUÍTICAS JUNTO DOS GUARANI (Gabinete de Curiosidades) (http://www.triplov.com/jardins/missoes/guaranis/index.htm). Com base em pressupostos marcados pelas exigências interdisciplinares da área da História e Filosofia das Ciências que passou a definir e a aprofundar, seguiu um percurso teórico-metodológico com três objectos e três tempos, entre 1978 e 1996: - estruturas institucionais dos LABORATÓRIOS DE QUÍMICA, com relevo para a organização do espaço, produção do discurso científico e sistema epistémico (Sistemas epistémicos e ciências. Do Noviciado da Cotovia à Faculdade de Ciências de Lisboa); - condições de emergência, transformação e sobrevivência dos JARDINS BOTÂNICOS (Jardins do Saber e do Prazer. Jardins Botânicos); - dispositivos dos MUSEUS DE HISTÓRIA NATURAL e MUSEUS DE CIÊNCIA (Fazer-Ver para Fazer-Saber. Os Museus das Ciências). Na verdade, o estudo das redes existentes entre estruturas arquitectónicas, posturas espacializantes, práticas estéticas, diplomas legislativos, teorizações científicas, enunciados filosóficos, que permitem a existência, reconhecimento e 7 institucionalização de espaços para as ciências, merece um questionamento reflexivo e crítico sobre os conceitos e os fundamentos que estão presentes, quando a ciência se produz ou se expõe. Assim, o projecto sobre a identidade epistemológica inerente a espaços de produção científica baseou-se nestes princípios: - o universo teórico moderno, acrescido de uma vertente experimental no caso das ciências exactas e naturais, tem condicionado a planificação e edificação, ligadas às características singulares dos seus objectos e métodos; - procurou determiná-las no interior de um processo orientado para a construção de um modelo teórico, capaz de fornecer uma perspectiva inovadora sobre essas estruturas cognitivas e materiais, com aplicação directa a casos concretos, de molde a testá-lo no confronto directo com textos e imagens significativos; - definiu relações entre conjuntos heterogéneos - como o são as espacialidades e as textualidades - no sentido de as definir, histórica, científica e epistemologicamente. Apesar destas duas materialidades poderem pertencer a épocas históricas e espaços geográficos diversos, o modelo teórico e a metodologia processual afastam a exigência de manipular um corpus biblio-iconográfico pretensamente completo. 8 Publicações - JANEIRA, Ana Luísa – Configurações de Lisboa: ciências, técnicas e saberes. Lisboa, Apenas Livros, no prelo. - JANEIRA, Ana Luísa et al.- Curiosidades de Frei Manuel do Cenáculo, Bispo de Beja e Arcebispo de Évora (1724-1814), 2008. Inclui estes textos de ou com a colaboração de Ana Luísa Janeira: Museus, públicos e literacia; A Naturalia do Museu de Évora e a história das ciências em Portugal; Um gabinete de curiosidades entre o real e o imaginário; Autoria, propriedade e «aura». http://www.triplov.com/ana_luisa/Manuel-do-Cenaculo/Manuel-doCenaculo.doc - JANEIRA, Ana Luísa (org.) – A construção visual entre as artes e as Ciências. São Paulo, Arkê Editora, 150, 2006. Inclui estes textos inéditos de Ana Luísa Janeira: A visibilidade europeia representando a natureza dos novos mundos; A visão e os outros sentidos até à pós-modernidade. - JANEIRA, Ana Luísa - Inovação-Tradição-Globalização. Da lei entre o saber e o poder. In JANEIRA, Ana Luísa (coord.cient.); FERREIRA, Manuela (col. especial.); PINO, Margarida (col. especial.) – “Da Química e Da Lei. Escola Politécnica de Lisboa e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1837-1997)”, Lisboa, Departamento de Química da Faculdade de Ciências de Lisboa, 2005, 2-35. - JANEIRA, Ana Luísa (edit. conv.) - “O mundo nas colecções dos nossos encantos”. "Episteme", Porto Alegre, (21) Suplemento Especial, Jan.-Jun. 2005, 334 pp.+CDROM. Inclui estes textos de ou com a colaboração de Ana Luísa Janeira: A configuração epistémica de gabinetes, boticas e bibliotecas; Mapeando a natureza brasílica nas rotas dos mares; Poder, saber e cais de intercâmbio à volta de L’Intérieur d’un negociant bordelais au xviii.e siècle; Endémicas e exóticas nos jardins do Paço de Nossa Senhora da Ajuda e da Universidade de Coimbra; Andarilhos, comerciantes, espiões, naturalistas e outros cientistas em saques, expedições e exposições; A Amazónia&companhia importada para o público norteamericano; Entre ciências e etnociências; A memória na comunidade científica e museológica moderna; Viajar e sonhar pela colecção; Restos de colecção, promoções no tempo, saldos pela história. - http://www.ilea.ufrgs.br/episteme/portal/index - JANEIRA, Ana Luísa (cord. cient.); ALUNOS DE HISTÓRIA, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA DAS CIÊNCIAS DA FCUL (textos); OLIVEIRA, Catarina (rev. texto) “De que eram feitas as casas dos nossos avós?” Montemor-o-Novo, Marca Associação de Desenvolvimento Local, 2003. Inclui estes textos de Ana Luísa Janeira: Formas de Viver, Formas de Pensar, Formas de Habitar – Ciências, Técnicas e Saberes, 1-4; O Projecto Formas de Viver, Formas de Pensar, Formas de Habitar – Ciências, Técnicas e Saberes, 5-10; Os Saberes ao Ritmo da Natureza, 12-17. 9 - JANEIRA, Ana Luísa; MENEGAT, Rualdo - Como se entrelaçam Inovação Científica, Saberes Tradicionais e Culturas Globais na Descoberta do Mundo: Entrevista a Ana Luísa Janeira. “Episteme”, Porto Alegre, 15, Ago-Dez, 2002, 15-28. - JANEIRA, Ana Luísa - "Todo o Brasil parece um jardim fresco". “Episteme”, Porto Alegre, 15, Ago.-Dez. 2002, 45-70. - JANEIRA, Ana Luísa; FONSECA, Tania - Entrevista com Ana Luísa Janeira, Universidade de Lisboa. "Psicologia & Sociedade", Porto Alegre, 14, (2), Jul.-Dez., 2002, 7-17. – JANEIRA, Ana Luísa (dir. cient.) - “Inovação-Tradição-Globalização - As ciências modernas à descoberta do mundo: Territoralização Científica da Amazónia”. Inclui estes textos de Ana Luísa Janeira: Um olhar epistemológico; Outros olhares históricos, 2003. - http://www.amazonia.no.sapo.pt – JANEIRA, Ana Luísa; BORRALHO, Luísa; FORTES, Mário - Inovação-TradiçãoGlobalização - As ciências modernas à descoberta do mundo: Mapeando a natureza brasílica nas rotas dos mares do sul, 2003. - http://www.triplov.com/citsul/ana-mario/html - JANEIRA, Ana Luísa - Colecções, Museus, Públicos e Literacia. 2003 - http://www.triplov.com/ana-luisa/colecções/html - JANEIRA, Ana Luísa - O Reino de Deus, os Três Reinos da Natureza e o Reino de Portugal. In José Manuel Anes, Maria Estela Guedes, Nuno Marques Peiriço (orgs.) - "Discursos e Práticas Alquímicas II", Lisboa, Hugin Editores, 2002, 251-265; reproduzido em - http://www.terravista.pt/Guincho/7933 - JANEIRA, Ana Luísa - O Mundo nas Exposições Universais do Século XIX. "Boletim HFCT – História e Filosofia da Ciência e da Técnica", Aveiro, (3), 2001, 2932. - JANEIRA, Ana Luísa; MASSUL, Edgar - A imagem da Ciência nos jardins botânicos portugueses do século XVIII (Ajuda, Coimbra) In Ana Luísa Janeira (org.) "Inovação-Tradição-Globalização nos Jardins Botânicos do Paço de Nossa Senhora da Ajuda e da Universidade de Coimbra", Lisboa, IPPAR, 2001, 44-54. - JANEIRA, Ana Luísa - Há cem anos era assim. In Ana Luísa Janeira (cord. cient.), "Agenda 2001. Os nossos avós". Lisboa, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, 2000, 3 pgs.. - JANEIRA, Ana Luísa (org.) - “Gabinete de Curiosidades”. Lisboa, Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (CICTSUL), 1999. Inclui estes textos adaptados de Ana Luísa Janeira: Ouvir e ler, olhar e ver, observar e experimentar, 31-38; Explorar, expor e crer, 41-49; Do Paço da Ajuda à Escola Politécnica de Lisboa, 55-58; O jardim botânico das reais quintas do Paço de Nossa Senhora da Ajuda, 61-65; O hospicio dos apostolos da cotuvia 10 (1603-1759): Bairro do Andaluz, cidade de Lisboa, 79-82; O quadrilátero jesuítico: uma arquitectónica cultural e científica entre os guaranis, 91-95; Viagem filosófica pelo espaço-tempo dos jardins botânicos, 97-101; Jardins entre dois mundos, 103106; O exótico nas colecções dos jardins botânicos, 109-118; Naturacultura : jardins e utopias, 121-127. - JANEIRA, Ana Luísa; CARVALHO, António Carlos; CORREIA, Carlos João; MOURÃO, José Augusto - O regresso do sagrado. Lisboa, Livros e Leituras, 1998. - JANEIRA, Ana Luísa; GUEDES, Maria Estela; GONÇALVES, Raquel (edits.) “Divórcio entre cabeça e mãos? Laboratórios de Química em Portugal (1772-1955)”. Lisboa, Livraria Escolar Editora, 1998. Inclui estes textos de Ana Luísa Janeira: Introdução, 8-9, Os Laboratórios de Química nas Politécnicas portuguesas: a filosofia inerente aos discursos regulamentares, 119-126, O Laboratório de Química da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1911-1947): organização do espaço, produção do discurso, sistema epistémico, 143-150, Space-Time in European Chemistry Laboratories (1789-1939), 189-216. - JANEIRA, Ana Luísa - A Escola Politécnica de Lisboa (1837-1911): organização do espaço, produção do discurso e sistema epistémico.The Polytechnic School of Lisbon (1837-1911): space organisation, production of scientific discourse and epistemic system. In Ana Luísa JANEIRA; Maria Elisa MAIA; Pilar PEREIRA (edits.) - ''Demonstrar ou Manipular? O Laboratório de Química Mineral da Escola Politécnica de Lisboa na sua época (1884-1894). Demonstrate or Manipulate? The Mineral Chemistry Laboratory of the Polytechnic School of Lisbon in its Age (18841894)'', Lisboa, Livraria Escolar Editora, 1996, 29-51. - JANEIRA, Ana Luísa - Fazer-Ver para Fazer-Saber. Os Museus das Ciências. Lisboa, Edições Salamandra, 1995. - JANEIRA, Ana Luísa - Jardins do Saber e do Prazer. Jardins botânicos. Lisboa, Edições Salamandra, 1991. - JANEIRA, Ana Luísa - Sistemas epistémicos e ciências. Do Noviciado da Cotovia à Faculdade de Ciências de Lisboa, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1987. - Janeira, Ana Luísa et al. - Sobre as Ciências e as Tecnologias, Lisboa, Didáctica Editora, 1980. - JANEIRA, Ana Luísa - A Energética no pensamento de Teilhard de Chardin, Braga, Livraria Cruz-Faculdade de Filosofia, 1978. - JANEIRA, Ana Luísa - Conhecer Simone Weil, Braga, Livraria Cruz, 1967. - Mais de 140 artigos em revistas portuguesas e estrangeiras.