A NECESSIDADE DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS GT8: Espaços Educativos, Currículo e Formação Docente (Saberes e Práticas Fábio Henrique Gonçalves Conceição¹ Manuela Rocha Farias Lima² RESUMO: Neste texto é relatada a necessidade de formação docente para a Educação de Jovens e Adultos (doravante EJA), visto que, se faz necessário a busca pela melhoria na qualidade de ensino para essa modalidade. Neste estudo exploratório-descritivo apresentamos a necessidade da formação docente em EJA, pois a defasagem dessa formação se dá desde a formação acadêmica, pois nos cursos de licenciatura pouco se ver de produção cientifica sobre a temática. Para a efetivação do presente artigo foi necessário fazer uma pesquisa de campo e bibliográfica, para fazer uma reflexão sobre como se deu a formação docente dos educadores que estão envolvidos na EJA e os elementos que podem contribuir para a formação . PALAVRAS-CHAVE: Necessidade, Formação docente e EJA. ABSTRACT: In this paper we report the need for teacher training for Youth and Adults (EJA hereafter), since it is necessary to search for improving the quality of education for this modality. In this descriptive exploratory study we present the need for teacher training in adult education, because the imbalance of the training takes place from the academic, because the degree courses see little scientific production on the subject. For implementation of this article was necessary to do field research and literature, to reflect on how was the training of teacher educators who are involved in adult education and the elements that can contribute to the formation. KEYWORDS: Necessity, teacher training and adult education. ______________________ ¹ Graduando em Matemática da UFS, Professor da Escola Municipal Anisio Teixeira.Integrante do Grupo de Pesquisa CNPq - Seppeja/Codap/UFS. ²Graduada em Pedagogia e Pós-Graduanda em Arte e Educação, Integrante do Grupo de Pesquisa CNPq Seppeja/Codap/UFS. 1 1.INTRODUÇÃO No Brasil é na Constituição Federal de 1988 que se consolida o Ensino Fundamental, inclusive para os jovens e adultos. Perpassando pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), 1990; na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996 e em 2006 na inclusão da EJA no sistema oficial de financiamento da Educação Básica, o FUNDEB. Apesar de tantos avanços, infelizmente ainda são insuficientes para suprir a demasiada necessidade do sistema de ensino brasileiro seja pela evasão de alunos, seja pela urgência de entrada no mercado de trabalho, ou por fatores diversos. Ao ingressar na EJA, pode acontecer do aluno, se deparar com uma formação que não corresponda as suas necessidades, quanto aos professores que atuam na EJA não foi possibilitando uma formação inicial ou continuada, o que justifica a necessidade da oferta de cursos de aperfeiçoamento em EJA para docentes e profissionais da educação atuantes nessa área. Nos sistemas de ensino público e privado. Busca-se identificar, com base na forma em que a sociedade contemporânea está organizada, os elementos que podem contribuir para a formação do professor que trabalha com a EJA. As contribuições que os alunos trazem de suas vivências, inseridos em grupos sociais, culturais, políticos e religiosos, indicam uma possibilidade de organização do currículo para a efetivação do trabalho docente. Um segundo elemento que pode contribuir na formação do professor de EJA, são as contribuições que os movimentos sociais a que os alunos estão inseridos podem trazer para o campo de formação como meio de organização de uma educação pautada no acesso e permanência desse grande número de alunos que se encontram excluídos. Por fim, busca-se pensar na organização de um currículo que contemple as contribuições advindas das vivências dos alunos e o conhecimento produzido historicamente pela humanidade, bem como, as contribuições oriundas das parcerias entre governos, movimentos sociais e sociedade civil na formação do professor de EJA. 2.BREVE HISTÓRICO A educação escolar com pessoas adolescentes, jovens e adultas no nível básico é denominada de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na Lei de Diretrizes e Bases da 2 Educação nacional, Lei nº 9.394/96, promulgada em 20 de dezembro de 1996, sendo objeto específico de seus artigos 37 e 38.Objeto da V CONFITEA (5ª Conferência Internacional de Educação de Adultos), promovida pela UNESCO, na cidade de Hamburgo, Alemanha, de 14 a 18 de julho de 1997. A Educação de Jovens e Adultos se configura em um importante campo da área educacional para analisar e entender os processos de fracassos e sucessos na organização de políticas de acesso a educação e de formação de professores na sociedade contemporânea. É uma modalidade de ensino que historicamente foi tratada de forma compensatória nas políticas educacionais, o que resultou em um problema ainda não resolvido em pleno século XXI evidente nos altos índices de analfabetismo que ainda hoje fazem parte da realidade educacional do país. Então se faz necessário a busca pela qualidade, visto que esta modalidade é composta de indivíduos que estão já algum tempo atrasados e/ou afastados em seus estudos na maioria das vezes são indivíduos que vivencia na prática situações de fragilidade social e não teve oportunidade no tempo oportuno. Conforme Proposta Curricular (1998, p.9-10), Para atingir as metas e honrar os compromissos assumidos, é necessário inserir organicamente a EJA ao sistema de ensino do país, como determina a Lei nº 9.394/96, construindo sua identidade, consideradas, especialmente, as relações de seus sujeitos com o mundo do trabalho, da cultura e da prática social. Emerge como medida fundamental a necessária formação de professores, especificamente, habilitados para a EJA e profissionalizados, além da garantia da alocação orçamentária para a educação básica de jovens e adultos. As defasagens em relação à formação do professor de Educação de Jovens e Adultos que ainda utiliza em sua prática educacional os mesmos métodos desenvolvidos na educação regular e as poucas pesquisas e discussões relativas à educação de adultos, tanto em relação à formação do profissional, quanto em relação à produção de conhecimentos científicos e espaços de debates dentro das academias para essa modalidade de ensino nos cursos de licenciatura, podem ser entendidas como processos que ainda dificultam uma efetiva formação dos professores para trabalhar com os sujeitos da EJA. Neste aspecto é importante ressaltar um dos princípios da Educação de Pessoas Jovens e Adultas – EPJA que é impulsionar para que haja garantia em relação a atenção prioritária às políticas integrais de formação e promoção ao desenvolvimento das capacidades e competências adequadas para que todas as pessoas possam enfrentar, no marco de um desenvolvimento sustentável diante das transformações; Também imbuir de uma visão ampla do processo produtivo e do mundo 3 do trabalho, a fim de promover a participação dos sujeitos na construção de uma organização do trabalho orientada para o desenvolvimento integral do ser humano, que contribua para a eliminação de todas as formas de discriminação e exclusão. De acordo com o Plano Decenal de Educação para todos, Definia como seu primeiro objetivo geral, entre os setes elencados, satisfazer as necessidades básicas de aprendizagens das crianças, jovens e adultos, provendo-lhes as competências fundamentais requeridas para a plena participação na vida econômica, social, política e cultural do país. (EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROPOSTA CURRICULARNUPEP, p.23) A educação de Jovens, Adultos e Idosos, pela sua especificidade, é uma modalidade de ensino que deve ser pensada de forma diferente das outras modalidades educacionais. São sujeitos que nas ultimas décadas, tiveram o acesso garantido nas políticas educacionais, mas não tiveram a possibilidade da permanência, isso devido a vários fatores econômicos, sociais e culturais que interferem direta ou indiretamente no processo educacional. Assim, a formação do profissional da Educação de Jovens, Adultos e Idosos, pode representar um importante fator para um possível sucesso das políticas de acesso e permanência para essa modalidade de ensino, pois ela pode representar o elo entre as políticas e uma possível efetivação dessas na prática pedagógica do professor. É através da ação consciente do educador, que sabedor dos problemas que impedem a permanência do educando em sala de aula, torna-se possível desenvolver um trabalho voltado para a realidade desse aluno, o que pode garantir a permanência desse grande efetivo da população brasileira que historicamente esteve excluído dos sistemas educacionais. 3. FORMAÇÃO DOCENTE EM EJA Pensar na formação do docente para a realidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos, é pensar nos sujeitos que historicamente tiveram seus direitos negados e que, o Estado enquanto aquele que, diante das necessidades e demandas da sociedade, deve pensar em políticas públicas que reparem essas defasagens do sistema educacional brasileiro, bem como, políticas para formação dos educadores que trabalham com essa realidade. Portanto, ao se pensar em políticas para a formação de docentes, é importante pensar que este docente está 4 inserido em uma realidade especifica, onde os sujeitos trazem contribuições de suas vivências que devem auxiliar o trabalho do educador. Segundo (BRASIL, 2002), diante dessa nova realidade, a atitude do professor deve ser de valorizar os conhecimentos e as formas de expressões que cada aluno traz de suas experiências de vida e dos grupos sociais e culturais a que estão inseridos, para que o sucesso no processo de socialização possa ser um grande aliado na garantia da permanência do jovem, do adulto e do idoso em sala de aula. Para Arroyo, (2005, p.35), Partir dos saberes, conhecimentos, interrogações e significados que aprenderam em suas trajetórias de vida será um ponto de partida para uma pedagogia que se paute pelo diálogo entre os saberes escolares e sociais. Esse diálogo exigirá um trato sistemático desses saberes e significados, alargando-os e propiciando o acesso aos saberes, conhecimentos, significados e a cultura acumulados pela sociedade. A partir desses pressupostos apresentados se faz necessário envolver todo o corpo docente engajados na Educação de Jovens e Adultos em cursos de capacitação e consequentemente proporcionar, ou seja, instigar ações que na prática venham superar as lacunas que estão abertas em relação ao aproveitamento dos discentes na efetiva aprendizagem. Então o foco é capacitar os profissionais com intuito de conseguir dinamizar as aulas facilitar o aprendizado dos jovens e adultos que almejam efetivar seus conhecimentos, embora com as constantes dificuldades. Podemos refletir sobre a visão de Paulo freire ele defendia a educação como um meio capaz de libertar as pessoas e, em relação à leitura, ele propõe que ela seja trabalhada de forma crítica. Nesse sentido, encontramos a perspectiva de letramento crítico que é pautado em valores revolucionários, tendo a linguagem como fator libertador. 4.NECESSIDADE DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EJA A necessidade de desenvolver um curso de aperfeiçoamento para professores e profissionais que atuam no sistema público na modalidade de Educação de Jovens e Adultos com especial enfoque para a diversidade justifica-se pela necessidade de elevar os jovens e adultos, homens e mulheres ao resgate de sua dignidade humana. No âmbito da especificidade da diversidade, importa indicar que a mesma é compreendida a partir do campo da cultura. A centralidade de questões culturais, descortina a 5 questão da diversidade cultural que compõe um país e o mundo. Diversidade que convive conflituosamente com tendências e práticas homogêneas e homogeneizantes em relação à cultura. Conflito que se exacerba nas relações internacionais entre grupos que nas tensões, agressões e perseguições resultam em extermínios, exclusões e também em conquistas políticas significativas. Outro aspecto que necessita ser considerado refere-se às relações de poder e as diferenças culturais que constituem uma realidade em que as supostas “minorias”, de gênero, de sexo, de religião, de idade, de linguagem, etc., representam o outro, o diferente, o inferior. As relações de poder atuam na produção e preservação de diferenças, geralmente no âmbito da exclusão do outro, da negação da diferença e sua inferiorização em relação a um modelo considerado “normal”. Inclui-se nessa suposta normalidade o sujeito que domina a escrita e a leitura. Ao pensar a EJA, considerando-se a diversidade cultural e as relações de poder que estão implicadas em sua concepção e desenvolvimento, nos parece que necessário apontar ainda que, mesmo dentro dessa perspectiva, a diferença pode ser compreendida sob duas concepções. A solidariedade toma-se uma forma de conhecimento que se obtém por meio do conhecimento do outro. Esse só pode ser conhecido como produtor de conhecimento. A emancipação se dá no reconhecer e progredir no sentido de elevar o outro à condição de sujeito. No âmbito da educação de jovens e adultos podemos então pensar em uma proposta educativa que corresponda à inclusão. Nesta abordagem, inclusiva, a mudança deverá recair sobre a escola comum. Sendo assim, está implicada nossa concepção de mundo, nossos sistemas de verdade edificados na modernidade a partir do iluminismo e nossas relações humanas mediadas pelo capitalismo como única forma de produzir a vida. Porém, esse feito não se dá sem barreiras que necessitam ser rompidas. O silêncio e a diferença. A possibilidade desse rompimento, estaria na superação dos entraves envolvidos nos processos de abrir espaços para as ausências e de se estimular a relação entre os diferentes. A defesa de uma política da diferença na convivência com uma política da igualdade. Esse perigo só é superado quando o diálogo entre os diferentes é garantido, sem, contudo, intencionar a colonização do outro, mas sim conviver com a diferença. Isso exigiria uma revisão dos conceitos acerca do outro, diferente de si. Importa ainda indicar que é necessário que se reflita e proponha essa reflexão aos educadores de jovens e adultos sobre a necessidade de que as reivindicações de "respeito" e 6 "tolerância" à diversidade cultural promovam práticas políticas e educativas. Trata-se de pensar a realidade educacional em que alguns conceitos têm se evidenciado com mais proeminência neste momento histórico do que em outros. Assim, cultura, identidade, inclusão/exclusão, diversidade e diferença são conceitos que podem ter significados diferenciados, dependendo de qual perspectiva os pronuncia. Não se trata de relativismo, mas sim de compreender como os grupos sociais, as filosofias e teorizações realizadas por estudiosos atribuem significados diversos aos conceitos acima indicados. 5 .METODOLOGIA A pesquisa é um meio importante para se aprofundar e aprimorar o conhecimento, e serve como um recurso que amplia a compreensão sobre o fenômeno pesquisado. Segundo Gil (2007, p. 17), pesquisa é definida como o (...) procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. A pesquisa desenvolve-se por um processo constituído de várias fases, desde a formulação do problema até a apresentação e discussão dos resultados. Pesquisar, portanto, é buscar ou procurar resposta para alguma coisa. Para a efetivação do presente artigo foi necessário fazer uma pesquisa de campo onde a mesma focasse por meios de palestras o tema em discussão com os profissionais docentes, bem como, buscamos teóricos que pudessem facilitar a compreensão na confecção deste. A pesquisa de campo caracteriza-se pelas investigações em que, além da pesquisa bibliográfica e/ou documental, se realiza coleta de dados junto a pessoas, com o recurso de diferentes tipos de pesquisa (pesquisa ex-post-facto, pesquisa-ação, pesquisa participante, etc.) (FONSECA, 2002). Buscou-se também como subsídios leitura de alguns artigos na internet, trabalho acadêmicos e bibliografias de autores renomados. Foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica, pois Segundo Fonseca: A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, páginas de web sites. Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto. Existem porém 7 pesquisas científicas que se baseiam unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando referências teóricas publicadas com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta (FONSECA, 2002, p. 32). Para Gil (2007, p. 44), os exemplos mais característicos desse tipo de pesquisa são sobre investigações sobre ideologias ou aquelas que se propõem à análise das diversas posições acerca de um problema. Realizamos inicialmente uma busca na literatura acerca do tema, visando compreendêlo melhor bem como o problema da pesquisa a ser investigado. Procuramos desenvolvê-la através de observações que foram registradas e correlacionadas, analisamos os dados coletados na observação e comparamos com a literatura existente de forma a refletir sobre avanços para a pesquisa. Também é importante ressaltarmos que a presente pesquisa segui o seguinte cronograma: 2012 ATIVIDADES PESQUISA BIBLIOGRÁFICA COLETA DE DADOS APLICAÇÃO DO PROJETO CONCLUSÕES CULMINÂNCIA FEV MAR ABRIL MAIO • • • • • • JUNHO • • • Quadro 1. Cronograma das atividades desenvolvidas durante a execução da pesquisa. São Cristovão, Sergipe, 2013 6. CONCLUSÕES Enquanto sujeitos, que na história da educação tiverem seus direitos negados, a Educação dos Jovens, Adultos e Idosos se encontra diante de antigos e novos desafios postos como forma de 8 repensar a educação como um todo no Brasil. Existe um sistema que alimenta essa modalidade de ensino, visto que diante de uma preocupação que vem desde o início do século XX com necessidade da erradicação do analfabetismo no país, ainda nos encontramos diante de índices alarmante de uma grande parcela da população brasileira que ainda não tem acesso ao mundo letrado, e que por isso, se encontram em situação de exclusão dentro dessa sociedade. Universidades, governos federais, municipais e estaduais, juntamente com movimentos sociais, urbanos e rurais bem como educadores e educandos e sociedade civil como um todo, em parcerias, podem repensar políticas e práticas que levem em consideração a formação do professor para essa modalidade de ensino dentro do atual processo de desenvolvimento da sociedade de forma que, os sujeitos da EJA tenham a possibilidade de acesso e permanência nos sistemas de ensino. Ao educador cabe a responsabilidade de compreender o processo, as demandas de seu público, e inserir em suas práticas o enfoque à leitura e à escrita, independente de sua área de conhecimento, pois em todas elas esses dois pontos se apresentam de maneira fundamental para a construção de saberes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARROYO, Miguel Gonzalez. Educação de Jovens-Adultos: um campo de direitos e deresponsabilidade pública. In: Leôncio Soares; Maria Amélia Giovanetti; Nilma LinoGomes. (Org.). 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Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. In: 22ª REUNIÃO ANUAL DA ANPED. Caxambu, 1999. SANTOS, João Francisco do. Proposta curricular: Ensino fundamental. Recife: UFPE, 1998. (NUPEP – Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação de Jovens e Adultos e em Educação Popular. 10