UNIVERSIDADE
TUIUTI
Vanessa
DO PARANA
da Silva
RACK E MESA DE CENTRO ML
Reaproveitamento
das so bras de materia-prima
metalurgica.
CURITIBA
2007
de uma
Vanessa
da Silva
RACK E MESA DE CENTRO ML
Reaproveitamento
das sobras de materia-prima
metalurgica.
CURITIBA
2007
de uma
Vanessa da Silva
RACK E MESA DE CENTRO ML
Reaproveitamento
das sobras de materia-prima
metalurgica.
Trabalho
Curso
de Conclusc!lo
(FACET)
da Universidade
de Curso
de uma
apresentada
ao
de Design, habilitayao em Produto da
Faculdade de Ci~ncias Exatas e Tecnol6gicas
Tuiuti
do Parana,
como
requisito para obtenyao do titulo de Bacharel em
Design. Rack e Mesa de Centro ML.
Orientador:
Professor,
farmada pela
Faculdade
Federal do Parana com
Bacharel em Design de Produto.
Fabio
Fontoura.
CURITIBA
2007
titulo
SimOes
0
de
da
Dedicatoria
Oedico este trabalho a empresa M.L.
Metal, por acreditar no projeto. E ao
meu amado, Michel Leandro Matias
pelo seu carinho, seu apoio, sua ajuda
e por sempre esta presente em minha
vida.
Agradecimentos
Agrade90 a minha mae, por sempre
me dar forc;a para seguir em frente em
todas as horas e momentos da minha
vida, ao meu pai por sempre estar
disposto a me levar pra faculdade
dessa mane ira sempre ajudando,
a
minha
irma
peio
seu
apoio
e
motivac;ao, aos meus sogros por terem
depositado total confian9a a minha
pessoa
e aos meus
passarmos
bons
inesqueciveis.
amigos
par
momentos,
RESUMO
o objetivo deste projeto Ii desenvolver uma linha de produtos para a area moveleira,
utilizando sabra de materia prima de urna metalurgica. Para 0 seu desenvolvimento,
foi firmada urna parceria com a empresa M. L. Metal. A empresa fica responsavel par
fornecer infonnayoes sabre sua produc;ao, materia prima para desenvolvimento de
mock-ups e mao de obra para 0 desenvolvimento dos prot6tipos, em contra partida a
empresa tern como retorno do projeto a oportunidade de desenvolver urn produto
para outro segmento de mercado. Com ista a empresa deixa de vender as sabras de
produyao a baixo preyo, e passa a Bgregar valor utilizando-a para 0
desenvolvimento
de novos produtos e diversificando
sua area camercia!.
No
desenvolvimento inicial do projeto foi realizado urn levantamento da materia-prima e
do maquimlrio existente na empresa, na segunda etapa foi realizado urn estudo das
sobras de produ9Bo. A partir deste levantamento foi posslvel desenvolver urn
conceito de prod uta de moveis para sala de estar contendo urn rack e uma mesa de
centro. Dando sequencia realizaram-se
levantamento de produtes similares, publico
alvo, tendencias
de mercado,
materiais,
ergonomia.
A partir das resultados
realizados fei passivel desenvalver esboyos e gerac;ao de altemativa dos aspectos
ergonomicos, estetico, estrutural e fonnal do produto. Em seguida foi desenvolvido
urn mock-up para realiza9ao de testes. A partir desta analise foi possivel verificar
alguns itens a serem corrigidos e melhorados. Dando origem ao produto final.
Palavra chave: m6veis, sala de estar, reutilizayaa.
Abstract
The objective of this project is to develop
a line of products for the rnoveleira
area,
using substance surplus cousin of a steel mill. For its development, a partnership
with company M. L. Metal was frnmed. The company is responsible for supplying
information on its production, substance
cousin development
of mock-ups
and hand
of workmanship the development of the archetypes, in against departure the
company has as return of the project the chance to develop a product for another
segment of market. With this the company leaves of vender the leftovers of cheap
production, and starts to add value using it for the development of new products and
diversifying its commercial area. In the initial development of the project a survey of
the raw material and the existing maquinario
in the company was carried through, in
the second stage was carried through a study of the production leftovers. From this
survey rack was possible to develop a concept of product of moves for room to be
contends one and a center table. Giving sequence survey of similar products, white
public, trends of market, materials, ergonomics had been become fullfrlled. From the
carried through results he was possivel to develop sketches and generation of
alternative
of the aspects ergonomic,
aesthetic,
structural and formal of the product.
After that mock-up for accomplishment of tests was developed one. To leave of this
itens analyzes
was possible to verify some to be corrected
origin to the end item.
Word key: furniture, room to be, to reuse.
and improved.
Giving
L1STA DE FIGURAS
FIGURA
01: MOVEIS
ML
............ 16
FIGURA
02: EMPRESA
FIGURA
03: RETALHOS
GRADE ..
........... 18
FIGURA
04: RETALHOS
..
FIGURA
05: RETALHOS
FIGURA
06: PAINEIS
.
FIGURA
07: PAINEIS
....
FIGURA
08: SIDERURGICA
FIGURA
09: ALCANCE
FIGURA
10: COMPRIMENTO
FIGURA
11: MEDIDA
FIGURA
12: COMPRIMENTO
FIGURA
13: ALTURA
FIGURA
14: MEDIDAS
..................................
18
.
18
......... 18
.
19
.
.
.
24
FRONTALALONGADO
31
NADEGAS-CALCANHAR
DA ALTURA
DOS OLHOS
A PONTAS
DE UMA PESSOA
SALA DE ESTAR
LlVRES
..
.
DO MEIO DOS OMBROS,
NADEGAS
EM AREAS
15: ESPA<;OS
PARA MOVEIS
..
FIGURA
17: PARAFUSOS
PARA MOVEIS
ESCAREADOS
18: PARAFUSOS
PARA MOVEIS
FIGURA
20: PARAFUSOS
FIGURA
21: MESA GIAN FRANCO
FIGURA
22: MEIO MUNDO
FIGURA
23: MESA AN OS 50 P&D ..
PARA MOVEIS
PARA MOVEIS
.
32
33
.
33
.
35
DE ESTAR. ..
.
TAMPINHA
FRATIINI..
38
.
..
..
SEXTAVADO
32
.
SENTADA
16: PARAFUSOS
19: PARAFUSO
SENTADA..
..
FIGURA
FIGURA
32
DOS PES.
FIGURA
FIGURA
19
38
.
39
INTERNO
39
..
.
39
.
.41
.
..
.
.42
.42
FIGURA
24: MESA AN OS 50 ..
FIGURA
25: MESA COURO SOLA PRETO ...
.......... 43
.
.
FIGURA
26: MESA CENTRO
COURO
..
FIGURA
27: MESA CENTRO
TULIPA
JACARANDA
FIGURA
28: AALTO COFFEE TABLE ..
FIGURA
29: KNOLL
FIGURA
30: SURFBOARD
SQUARE
43
.44
.
..
.44
.
.45
.......... .45
END TABLE ..
.
..
.46
FIGURA
31: RITMO ..
....... .46
FIGURA
32: SINBAD ..
...... .47
FIGURA
33: JUST MESA CENTRO
FIGURA
34: LEBLON
....47
60X50 ..
.......... .48
PUFEI MESA CI ALMOFADA..
FIGURA
35: BACCI MESA CENTRO
FIGURA
36: FOSTER
MESA CENTRO
FIGURA
37: BERTOIA
MESA IBANCO
FIGURA
38: QUADRI
FIGURA
39: EBONY
FIGURA
40: LINEA MESA LATERAL
FIGURA
41: BOOT BIS RACK ..
..... 48
..
MESNBANCO
. 50
QUADRADA
42: WIDE RACK 182 CI PRATELEIRA..
43: WIDE RACK 182 CI PRATELEIRA
FIGURA
44
FIGURA
45: MESA ALMOFADA
FIGURA
46: M6vEL
47: TUBO 40X60 ..
FIGURA
48: ESTRUTURA
.
VIDRO ..
51
.
FIGURA
FIGURA
51
52
.
DESLIZANTE
.
RACK ..
.....52
..
-
~
........... 55
..
Z
.
M6vEL
.49
............ 50
C/3 ....
FIGURA
FORTY
.
160X 46 ..
..
MESA LATERAL
ESTANTE
.........49
80X80 ..
... 55
........... 56
.'
.......... 56
........ 56
FIGURA
49: BASE L.
FIGURA
50: FORMATO
FIGURA
51: RACK ADEGA
FIGURA
52: MESA MONTADA
FIGURA
53: QUADROS
DE X PODENDO
COLOCAR
EM PE OU DEITADO
.
..
COM SOBRA
SOLDADOS
DE POSTINHO
FIGURA
54: RACK EM MDF GRADE
55: MESA DE CENTRO
FIGURA
56: ESTRUTURA
FIGURA
57: QUADRO
EM TUBO
FIGURA
58: M6DULO
FEITO DE POSTINHO
FIGURA
59: MESA
FIGURA
60: MESA PUFE ..
FIGURA
61: MESA DE CENTRO
FIGURA
62: MESA COLMEIA
FIGURA
63: MESA TUBOS VAZADOS
..
FIGURA
64: MESA TUBOS VAZADOS
DOIS ..
GRADE
DE GRADE
E RODlzIOS..
CI TAMPO
......... 59
TREFILADA
E GRADE
COM RODlzlOS
FIGURA
67: ESTRUTURA
FIGURA
68: RACK COM MDF
FIGURA
69: ESTANTE
CITAMPO
73: DESENHO
EM MDF ESTRUTURA
59
60
GRADE.
60
.
61
.
61
... 62
.
.
E MOLDURA
59
60
62
. 62
.
EM TUBO
DE Ar;O
...63
...
........ 63
................................ 64
...
72: MESA
.
EUROCERK
..
65: RACK TUBOS VAZADOS
FIGURA
..
.
66: RACK DUAS ALTURAS
FIGURA
58
58
.
FIGURA
71: RACK ML..
.
..
E GRADE
FIGURA
70: ESTRUTURA
58
DE VIDRO
DEGRAU..
FIGURA
57
..........................
DE Ar;O TREFILADA
FEITO
57
EUROCERK
COM RODiZIOS
FIGURA
FIGURA
... .... 57
COM MDF ...
.
64
.......... 65
..65
ML ..
TECNICO
...
.
66
FIGURA
74: MAQUINARIO
FIGURA
75: SOLDA,
DA EMPRESA
ESTRUTURA
.
...
ESCOLHIDAS
........ 70
FIGURA
76: GRADES
FIGURA
77: GRADE
FIGURA
78: TAMANHO
FIGURA
79: MANUAL
FIGURA
80: PRIMEIRA
FIGURA
81: SEGUNDA
FASE DA MONTAGEM
..
FIGURA
82:TERCEIRA
FASE DA MONTAGEM
..
FIGURA
83: QUARTA
FIGURA
84: QUINTA
FASE DA MONTAGEM
FIGURA
85: ULTIMA
FASE DA MONTAGEM
FIGURA
86: PE<;AS RACK.
FIGURA
87: PE<;AS MESA
FIGURA
88: M6vEIS
FIGURA
89: RACK E MESA
EMBALADA
69
..70
RACK E MESA ..
..
..
DA FOLHA
.
DO MANUAL
DE MONTAGEM
DE MONTAGEM
.
..
.
..
FASE DA MONTAGEM
DE CENTRO
.
.
.
FIGURA
90: RACK ML ..
FIGURA
91: MESA DE CENTRO
.
75
... 75
.
.
76
.
77
.
.
ML .
.
77
78
.
78
.
ML ..
73
74
.
....
DE CENTRO
72
.......... 73
.
AMBIENTADOS
71
..
FASE DA MONTAGEM
70
79
79
LIST A DE T ABELAS
TABELA
01: MEDIDA
DE ALCANCE
TABELA
02: COMPRIMENTO
TABELA
03: MEDIDA
FRONTAL
NADEGAS-CALCANHAR
DA ALTURA
04: COMPRIMENTO
NADEGAS
TABELA
05: ALTURA
TABELA
06: MEDIDAS
TABELA
07: ESPAC;OS
TABELA
08: MESA GIAN FRANCO
TABELA
09: MEIO MUNDO ..
TABELA
10: MESA AN OS 50 P&D ..
TABELA
11: MESA ANOS
TABELA
12: MESA COURO
TABELA
13: MESA CENTRO
COURO ..
TULIPA
DOS OLHOS,
LlVRES
14: MESA CENTRO
15: AAL TO COFFEE
TABELA
16: KNOLL
TABELA
17: SURFBOARD
SQUARE
18: RITMO ..
....... 35
DE ESTAR
FRATTINI
33
34
.
.
.41
.
.42
43
........43
. .. .44
JACARANDA
.
..
.44
.........45
TABLE ..
.
END TABLE ...
.45
46
....... ..46
. .47
..
21: LEBLON
23: FOSTER
.
.
TABELA
TABELA
32
...........
...
SOLA PRETO
20: JUST MESA CENTRO
22: BACCI
DOS PES ..
....... .42
TABELA
TABELA
32
.
50 ..
TABELA
19: SINBAD
EM AREAS
32
SENTADA
SALA DE ESTAR ..
TABELA
TABELA
.
...
A PONTAS
SENTADO
..... 31
...
DO MEIO DOS OMBROS,
TABELA
TABELA
ALONGADO
MESA
.47
...........
.4S
60X50 ...
PUFEI MESA CI ALMOFADA
MESA CENTRO
.
.
..
CENTRO
..
SOXSO ..
.48
.
..49
TABELA
24: BERTOIA
TABELA
25: QUADRI
TABELA
26: EBONY
TABELA
27: liNEA
MESA IBANCO
MESA/BANCO
MESA
LATERAL
MESA LATERAL
.
..
50
C/3 ...
. ..50
QUADRADA
TABELA
28: BOOT
BIS RACK ...
TABELA
29: WIDE
RACK 182 CI PRA TELEIRA
TABELA
30: WIDE
RACK 182 CI PRATELEIRA
TABELA
31: ESTANTE
FORTY
...49
160X 46 ..
VIDRO ...
.
51
.
RACK ..
51
52
DESLIZANTE
..
..............
.
52
53
SUMARIO
1 INTRODUf;AO.
.
.
15
1.1 FOTO DO PRODUTO..
2 REVISAO
... 16
BIBLIOGRAFICA..
2.1 METALURGICA
2.2 EUROCERK
2.3 PINTURA
.
M. L. METAL. ....
17
.
...
17
.........
ELETROSTATICA
A p6
2.4 Af;O
20
2.4.1 Reciclagem
............................
n
do a90
2.5 SIDERURGICA
2.5.1 Problemas
..
.
...
23
......................................
2.6 SOLDAGEM
.
2.6.1 Processos
..
2.7 DEFINlf;AO
DO PROBLEMA.
23
.
24
.
2.8 DELIMITAf;Ao
25
.
DO PROBLEMA
..
25
.
26
2.9 3'RS ..
.
2.10 TAXONOMIA
2.11 HIST6RIA
2.12TEND~NCIA
2.13 NO BRASIL
...
.
DO MOBILIARIO
DO MOBIUARIO
.
.
27
.
..
27
.
29
... 30
2.15 SALA DE ESTAR
2.16 ANTROPOMETRIA
Defini9ao
26
27
.
2.14 EM ALTA.
2.16.1
19
20
..............................................
..
ao uso da antropometria
30
............ 31
..
.
31
2.17 ERGONOMIA
..
...... 33
2.18 MATERIAlS.
..........
2.19 MDF
36
.
2.19.1 Tipos ..
2.19.2
Usos e aplica90es
2.20 PARAFUSOS
3 MATERIAlS
36
.
E METODOS
3.2 PESQUISA
3.5 PUBLICOALVO
.
SINCRONICA
.
.41
.
..
53
.
53
.
..
ESCOLHIDA
3.9 JUSTIFICATIVA
4 RESULTADOS
40
.
.
DEALTERNATIVAS
3.8 ALTERNATIVA
4.1 DESENHO
40
..
DO PRODUTO
3.7 GERACAO
38
.
.
DO PRODUTO
3.6 CONCEITO
...
.
DA PESQUISA
3.4 REQUISITOS
..
55
.
DA ALTERNATIVA
65
ESCOLHIDA
66
...
..67
.
DO PROTOTIPO
.
.
67
.
DE MONTAGEM
CONFECCIONADO
DE MONTAGEM
..
..
69
.
71
..72
RACK E MESA DE CENTRO
5 DISCUSSAO
6 CONCLUSAO
7 REFERENCIAS
54
54
.
..
TECNICO
4.2FABRICACAO
4.4 MANUAL
DE PESQUISA
SINCRONICA
3.3 AVALIACAO
4.3 MANUAL
........... 38
..
..
3.1 FASEANALITICA
4.5 PECAS
36
76
..
. .. 79
E RECOMENDACAO
BIBLIOGRAFIAS
..
..
.
.
80
81
1.INTRODUc;:Ao
Este trabalho tern como objetivo. desenvolver uma linha de produtos
utilizando
materia-prima
urn ato prejudicial
material
que
deste material,
ao meio-ambiente,
compram;
de urna empresa,
que teria como fim
sendo que as ferros-velhos
aumentando
pais na fabricayao
de lucro da empresa
Utilizar
da sabra de produyao
tambem
do lucro
de Qutros artigos
naD utilizam
da empresa
com
com reaproveitamento
todo
0
a venda
a margem
neste item ira aumentar.
recursos
tecno16gicos,
mao-de-obra
e maquinario
diminuindo assim alem das sabras de material, tambem
da pr6pria
0
empresa,
tempo ocioso dos
funcionarios.
Esse material
acumulo,
devera
pais a empresa
Para este projeto,
como
outros),
mesa
de centro
utilizando
o
material
retangulares
ate retalhos
ern curto espayo
com
foi desenvolvida
e rack
retalhos
a ser
ser utilizado
tern problema
para
0
de tempo,
para evitar
0
espac;o fisico.
uma linha de produtos
perifericos
para sala de estar,
de televisao
(dvds,
home
de tubos
quad rados,
theater,
da metalurgica.
utilizado
do sistema
podera
variar
de cercamento
Eurocerk.
redondos
e
1.2 FOTO DOS MOVEIS
Figura 01: Rack e Mesa ML
Fonte: Autor
2 REVISAO
BIBLIOGRAFICA
ea
Neste capitulo, veremos quem
que utilizam Eurocerk,
sobre
0
causa ao meio ambiente,
A partir
dessas
empresa. Avalianda
Atraves
processos,
passa
a sua Reciclagem,
Soldagem,
Processos.
infarma~ijes
pade-se,
informagoes,
pela pesquisa
pelas
definir
e delimitar
pesquisas
as medidas
sabre
mostrando
a empresa
com
para a empresa
e
seU$
os
do
corretas
Pesquisas
sabre
para as moveis,
Antrapametria
terminando
e
com uma
dos moveis.
M. L. METAL
A M. L. METAL
Matias,
da
como foi escolhido
pesquisa feita com os Materiais escolhidos para a complementa980
Leandro
a problema
sobre a Historia do mobilia rio, Tendencia
Em alta e Sala de estar.
mostrando
2.1 METALURGICA
a po. Hist6rico
quais os danos que as Siderurgica
de Taxonomia
uma breve pesquisa
mobilia rio, no Brasil,
Ergonomia
que fazem quais as materiais
a propasta das 3R'S.
dessas
moveis, tambem
0
breve explicaf):ao sabre a Pintura letrostatica
e feito
Ago, como
M.L. Metal,
0
fai fundada
em outubra
de 2006
objetivo de suprir a necessidade
Perfipar
S/A Manufaturados
pela empresaria
de
Michel
fabricagao de port6es
de 890, como
complemento
para
0
produto de nome Eurocerk - sistemas de cercamento.
A empresa
para fabrica~aa
furadeira
de
Gonta com urn ativo em
de itens de serralheria,
bancada,
esmerilhadeiras,
maquinas e equipamentos
como 2 maquinas
furadeiras
necessarios
de salda MIG, palicarte,
manuais,
compressor
de
ar,
rebitadeira
pneumatica
para rebites de inox, esmeril de bancada,
torno de bancada,
grampos, entre outros.
Uma linha de portoes de alto padrao foi iniciada
materia-prima
laminado,
tubas de a~o galvanizado
roldanas,
prod uta principal,
galvanizado
acessorios
chamado
em
Eurocerk,
de medidas
inox
nesta data, utilizando
variaveis,
(puxadores,
a qual consiste
cantoneiras
rebites)
03: Retalhos
grade
Figura
02: Empresa
Fonte:
Autor
Figura
04: Retalhos
Figura
05: Retalhos
Fonte:
Autor
Fonte:
Autor
Fonte:
de a~o
ah~m do
em paine is em a~o trefilado,
a fogo e pintado a po com pintura poliester.
Figura
e latao,
como
Autor
Figura
06: Paineis
Figura
07: Paineis
Fonte:
Autor
Fonte:
Autor
2.2 EUROCERK
A Eurocerk
garantir
sold as
e delimitac;ao
residencias,
comercios,
campos
na exeCUC;ao de suas obras,
ou
modemos,
parafusos),
essa
na montagem
e
areas,
de futebol,
entre
(tem um sistema
tomando
os
a base do Design
ambientes
Eurocerk:
de fadl
de cercamentos
tais
como:
outros,
economizando
montagem,
mais
bonitos,
modernidade,
para
parques,
sem uso de
resistentes
seguranc;a,
e
agilidade
Eurocerk
contam
com
uma
soluyao
unica
no mercado
para
sem sold as ou parafusos.
Todos
antes
e
de
e durabilidade.
Os produtos
fixayao
que tem como foco 0 mercado
patrimonial
empresas,
tempo
e um produto
a seguranc;a
os paine is sao importados
de ser aplicada
em torno dos filamentos
efeitos climaticos.
uma pintura
da Franya,
em poliester,
de ayo, criando
assim
sofrem
galvanizac;ao
que desenvolve
uma alta resistencia
a fogo,
uma plastificayao
a corrosao
e a
2.3 PINTURA
ELETROSTATICA
A pintura
eletrosttJtica
pelo fata polimerizat;;ao
A
po e
a
urn revestimento
do po ser feita sempre
que podem variar entre 180·C
Com
pO
excelentes
classificado
a pintura
o
resultados
na
proteyao
eletrostatica
cantere
anticorrosiva,
ao prod uta agradavel
processo de pintura eletrostatica
performance.
cavidades
Alern de promover
de dificil
par possibilitar
aceSSD,
a temperaturas
e 220·C.
adesao, resistencia a abrasao, ao calor, ao desplacamento
mecanica,
como termofixo,
em estufa aquecidas
cobertura
e segura
a po
uniforme,
par dispensar
de
e ainda a agressao
efeito decorativo.
a que apresenta melhor
penetrando
0
a recupera9;3o da tinta naD agregada
fato de reduzir as perdas quando comparado
e
propriedades
em reentnancias
usa de solventes,
a superficie,
e
e ecol6gico
e econ6mica
pelo
a outros metod os.
2.4 AyO
Os ayos sao ligas metalicas
ultimo
variaveis
tambem
entre
0,008
de ferro
e 2,11
sao ligas de ferro e carbono,
A diferen~a
facilmente
fundamental
deformaveis
ferros fundidos
Alem
elementos
combustive1
entre
sao fabricadas
dos
alguns
empregue
e
que os a~os,
laminay80
principais
prejudiciais,
no processo
dos
ferros
mas com tear de carbona
pelo processo
componentes
quimicos,
com percentagens
%. Distinguem-se
ambos
por forja,
e carbona,
pela
e extrusao,
deste
fundidos,
que
entre 2,11 e 6,67%.
sua ductibilidade,
enquanto
sao
que peyas
em
de fundi~ao
indicados,
provenientes
de fabricay80,
as
a90s
da sucata,
como
incarparam
do mineral
a enxofre
outros
ou do
e a f6sforo.
Qutros
sao adicionados
a90 para aumentar
algum processo
o niquel,
de fabrico,
0 cromo,
como
0 molibdenio
para melhorar
usinabilidade,
0 teor de impurezas
dos 2%. Acima
considerado
a'!(o de baixa-liga,
o F6sforo
sao
propriedades
cobradas,
elementos
fisicas
(elementos
de liga como
alem do Ferro e do Carbono)
dos 2 ate 5% de outros
prejudicais
sobre
do
ou para facilitar
e 0 caso de elementos
acima de 5% e considerado
deixando
0 controle
caracteristicas
ou outra,
e outros.
sempre
abaixo
algumas
ductibilidade,dureza
No a90 comum
estara
pedir
intencionalmente
a sua resist€mcia,
ao
a90
pois
0 a'!(o quebradi90.
as impurezas
0 usa de um antisulfurante
acaba
por
intervlr
das
0 magnesio
rigoroso
e outros
ja pode
a
Oependendo
pode ser menos
como
elementos
de alta-liga.
Enxofre
nas
e
suas
exig€mcias
ou entao
podem
elementos
de
liga
beneficos.
o
forma
a90 e atualmente
intensiva
constru9aO,
aplica'!(oes
aluminio
em
etc
Entretanto,
devido
no
transporte
a corrosao,
resistencia
ao fogo,
por
importante
aplicac;6es
a sua
a vantagens
resist€mcia
elevadas
a mais
numerosas
liga metalica,
tais
como
utiliza9ao
esta
que
oferecem
maior
leveza
e na
sua
(mesmo
e os materiais
combinado
ceramicos
materials
constru,!(ao
° a90)
em aplica90es
de
em
a determinadas
outros
com
empregue
ferramentas,
condicionada
tecnicas
0 cimento
sendo
maquinas,
que
por
como
sua
0
maior
pela sua maior
necessitem
de
temperaturas.
A obten,!(ao
do
processo
que ocorre
oxida9aO
os
acrescida
quantidades
a'!(o se da
no alto-forno.
elementos
pela
A etapa
indesejaveis.
adequadas
transforma9ao
0
seguinte
ferro
dos elementos
de
e 0 refino,
resultando
que
minerio
VaG
deste
formar
de
que
ferro-gusa,
elimina
processa
a liga - tina.
por
sao
2.4.1 Reciclagem
do a90
A reciclagem
mais funcionais
o
ac;o
reciclagem
reciclado
de 890
e0
para produzir
e
utilizado
em objetos
utilizado em diversos materiais, desde latas
e tao antiga
infinitas
reaproveitamento
quanta
vezes,
que
ja
naD sao
novos objetos.
a propria
com custos
hist6ria
ate
Sua
carras.
de sua Utiliz8C;030. 0 890 pade ser
men ores e menes disperdicio
de energia
do
que na sua criac;:ao inicial.
Ele pade ser separado
industriais
e voltar a ser utilizado
A lata de a90
acondicionar
alimentos
pelo proprio
ambiente,
anos.
Porem
e
de outros
residuos
sem perder suas caracteristicas
uma das embalagens
e produtos
atraves
par diversos
diversos.
do processo
0 ac;o, se aproveitado,
mais
de ferrugem,
pode gerar
quimico-
iniciais.
utilizadas
A embalagem
processos
em todo
mundo
para
pade ser biodegradada
nurn prazo
economias
e menos
media
de tres
agressao
ao
meio ambiente.
Nas areas
densidade
siderurgicas
tarugos
de armazenamento,
e melhorar
junto
ou folhas
Estudos
com
as latas
as condic;oes
as demais
de
sucatas
sao prensadas
transporte.
metalicas,
Sao
para
enviadas
para
aumentar
as
sua
industrias
se transformarem
em
de flandres.
dizem
que a cada
75 latas de ac;o recicladas,
pois, do contra rio, viraria carvao vegetal.
uma aTVOre e salva,
o a90
tambem
e muito utilizado na constru9ao
civil para sustentar
estruturas
de concreto. A reciclagem de entulho da construyao civil tambem e bastante
importante.
2.5 SIDERURGICA
Com 0 avan90
tecnol6gico
dos fornos e a crescente
feitos de ferro e a90, as industrias siderurgicas
problemas,
devido
aos gases
poluentes
demanda
aumentavam
liberados
por produtos
a produ9aO. Isso gerava
na atmosfera
pela queima
de
carvao vegetal. Em meados do seculo XIX, a produyao diaria de um alto-forno
chegava a cerca de tres toneladas,
0 que elevava ainda mais
0
consum~
de carveD
vegetal.
A partir do seculo XX, as siderurgicas foram aumentando
tecnologia
de fonna a reduzir 0 impacto da produyao
seguran9a
dos funcionarios
e da comunidade,
os investimentos
no meio ambiente,
em
refor9ar a
assim como produzir cad a vez mais
a90 com menos insumos e materias-primas.
o
a90 e hoje 0 produto mais reciclavel
geladeiras,
fog6es,
latas, barras
e arames
fornos das usinas, produzindo novamente
e mais reciclado
tornam-se
sucatas,
do mundo.
Carros,
que alimentam
os
a90 com a mesma qualidade.
2.5.1 Problemas
As
atmosfericas,
siderurgicas
mineiras
com os efluentes
enfrentam
problemas
liquidos e, principalmente,
com
as
emissoes
com os residuos
s6lidos.
Sabe-se que a destinayao de 74% do residuo solido' "po do balao do alto-forno/po
do
balao",
se
da
a
ceu
aberto
nos
patios
das
empresas,
possibilitando
a
contamina~o
diretrizes
do solo e dos corpos d'agua locais e ainda, que a falta de politicas e
para
0
gerenciamento
de residuos
problemas ambientais mais graves, com
0
qual
solidos
0
industriais
constitui
urn dos
seter siderurgico tem se deparado
nos ultimos tempos.
Os gases langados na atmosfera podem permanecer por I" durante um ou
rna is stkulos.
Para que houvesse
uma mudanya
significativa, deveria haver uma
diminuic;;ao de 60% desses gases lanyados.
o
aquecimento global, nao e um problema individual. Eo preciso haver logo uma
conscientizayao
luta contra
0
da populayao mundial para que ainda se possa fazer algo.
tempo, como se uma "bomba do tempo" estivesse
E uma
ativada, correndo
0
risco de explodir a qualquer momento.
Figura 08: Siderurgica
Fonte: Kim Westerskov IOxford Scientific Films
2.6 SOLDAGEM
A soldagem
materiais,
similares
escala at6mica
au soldadura
e
au nao, de forma permanente,
semelhantes
as existentes
importante de uniao permanente
basicamente
um processo
que visa a uniaa
baseada
localizada
na ac;ao de foryas em
no interior do material
e
e
a forma mais
de pe9as usada industrialmente.
dois grandes grupos de processos de soldagem.
de
a primeiro
Existem
se baseia
no
uso
de
calor,
denominado
aquecimento
"processos
defonnaC;ao
localizada
aquecimento
dessas
conhecido
de
e fusao
soldagem
das partes
ate
como "processos
uma
parcial
por
a serem
a
segundo
que pode
a
inferior
por pressao"
partes
a
unidas,
temperatura
de soldagem
das
fusao".
serem
se
unidas,
baseia
ser auxiliada
temperatura
ou "processos
de
na
pelo
fusao,
de soldagem
no estado solido".
2.6.1 Processos
Atualmente
mais
diversos
sao usados
tipos
de
mais de 50 processos
industria,
desde
construc;ao de navios e grandes estruturas,
equipamentos,
de alguma
forma
A solda deve propiciar
a
a microeletr6nica
passando
de soldagem
e ourivesaria
ate
a
pela fabricaC;ao de maquinas
e
a soldagem.
forte aderelncia mecanica,
eletricos au eletr6nicos
processo
fusao, solidificac;ao,
envolve
muitos
deve permitir a minima resistencia
fen6menos
transformac;6es
e no caso de sold as em
metalurgicos
como,
no estado solido, deformac;6es
calor e tens6es de contrac;8.o, que podem causar muitos problemas
podem ser evitados
ao processo
nos
veiculos e avi6es e muitas outras. Cerca de 70% do PIS de um pais
esta relacionado
equipamentos
diferentes
ou resolvidos
aplicando-se
principios
eletrica.
por exemplo,
causadas
praticos.
metalurgicos
pelo
Estes
apropriados
de soldagem.
2.7 DEFINI<;:AO
DO PROBLEMA
Como os port6es, da metalurgica
barras de 6 metros de comprimento,
M.L. sao fabricadas
com tubas vendidos
as sabras sao constantes,
em
pais os part6es naa
tem uma medida
medida
padrao,
e geralmente
nao se consegue
aproveitar
da barra, sendo que usual mente existe ao menos
totalmente
uma pequena
sobra
a
de
material. Existe varia,ao nas medidas dos tubos que sobram e tambem nas
dimensoes.
Atualmente
destino destas sobras e
0
0
e vendido
ferro velho, onde
como sucata, pelo preyo medio de R$ 0,25 (vinte e cinco centavos
o objetivo
da empresa
venda deste material,
2.8 DELIMITAC;:AO
reaproveitando
sendo exponencial,
kilograma).
a margem
de ganho
na
estas sobras.
DO PROBLEMA
As sobras de material
de materia-prima
e criar um meio de aumentar
0
material
0
sucateada
conforme
Entre as sucatas
chatas em ayo laminado
atingem
aproximadamente
por mes, sendo
0
crescimento
existern
tubos
que
0
0
patamar
crescimento
de 70
desta
a
100 Kg
sucata
esta
da empresa.
em ayO galvanizado,
cantoneiras
e barras
a quente, hastes de rebites em ayo inox, latas de Thinner
e
desolante usados no processo de acabamento, panos, restos de papelao e plastico
para embalagem.
2.93R'S
o foco
principal do projeto esta baseado nos 3R~S, os quais sao: reduzir os residuos
produzidos, sempre que for possivel, reutilizar de muitos dos objetos do quotidiano
a contribuir para uma men or acumulacao e par fim reciclar, transformar
em novos produtos ou materias-prlmas
de forma a diminuir a quantidade
poupar energia e recursos naturais valiosos.
de forma
os materials lnuteis
de residuos,
2.10 TAXONOMIA
Foi feito uma analise das sabras observando,
bitolas,
e
resultado
0
quantidade,
sao sabras com diversos tamanhos,
material,
com
iS50
tamanho,
foi preciso
as sabras, para entao fazer uma taxonomia dos objetos passive is, a
padronizar
serem feitos com essa
materia-prima, chegando ao resultado de confeccionar
linha de moveis para sala de estar, criando urn Rack para aparelhos
uma
e uma mesa de
centro.
2.11 HIST6RIA DO MOBILIARIO
A hist6ria do mobiliiuio desenvolve-se
deixa de ser nomada,
DU
seja, desde
a partir do momento
a momento
em que
em que passa
0
Homem
a possuir uma
habita9ao fixa, e acompanha a sua hist6ria politica, social e artistica ate
atualidade. Ao longo do tempo,
humanas,
a capacidade
caracteriza9ao
0
mobiliiuio toi
a
evoluindo consoante as necessidades
tecnica e a sua sensibilidade
estetica.
Oeste modo a sua
varia muito de acordo com a regiao e a epoca, podendo-se
fazer uma
divisao par period os ou estilos que se inserem mais ou menos dentro dos grandes
movimentos
da historia
Antiguidade
Classica,
da arte,
Idade
as quais: Arte
Media,
da Mesopotamia,
Renascimento
Antigo
Egito,
(Anti-Renascentista ou
Maneirismo), Estilo reg,mcia, Estilo Luis XV, Estilo Luis XV, Estilo Luis XVI, Estilo
imperio, Arts & crafts,Art nouveau, Art deco, Design industrial.
2.12 TENDENCIA DO MOBILIARIO
Nos
anos
50,
as cadeiras,
mesas
e estofados
perdem
as tradicionais
ornamentos, como pes torneados e os tradicionais entalhes dos mestres marceneiro.
o colorido
suave esta nas peredes, moveis e acessorios.
Na decada de 60, as plasticos
primas
para a confecyao
ineditos
Na decada
geometricas.
0
de 70, as artes plasticas
Na decada
laminado,
a
detrimento
samente
do funcional
0
essencial
o tecnol6gico
tons
dos moveis
decorayao
com suas formas
as poltronas.
Para
do moveis
e
acomodada
em urn unico
e feito da imaginayaa
Surgem
a minimalismo
artistica
japanes,
ern
nele
e bern vindo, e a estetica do clean, revela essa nova atitude.
se completam
p~r uma depurayaa
mais
em campos
de
de todas os estilos,
opastos.
A sofisticada
0
etnico e
cadeira
e cestas de palha. Materiais
de
naturais
e
num mesmo objeto.
A madeira marfim, originiuia
aluminio reciclavel
a
os lofts e a mobilia
desenho
e do ergonomico.
nao estando
combinado
arredondadas
os pufes substituem
Stark, convive com velas artesanais
sinteticos,
usa
chegam
pequenos,
Os anos 90, sao marcados
philippe
materia-
trazem
plastico que facilita a limpeza.
de 80,surgem
sem divisorias.
e formas
as objetos
ficar aconchegante.
Nos apartamentos
revestir m6veis,
espayo,
domestico
uma das rna is importantes
Com cores citricas,
para dentro de casa. Os acabamentos
fazem a ambiente
o
tornam-se
de produtos.
varios
e 0 resultado
das selvas africanas,
materiais
como
plastico
da intensa pesquisa
traz claridade
injetavel,
de diversos
ao ambiente.
polipropileno
e
novas materiais
da
decada.
Atual
reciclaveis
e
ser corretamente
e madeiras
ecologico,
nao ameayadas
com
0
de extinyao.
uso de papeis
e outros materiais
A car prata em moveis,
novos eletrodomesticos
paredes
e acessorias,
traduz
madernidade,
a linha de
sao criados com as tons mais inusitados.
Para comodidade,
as rodizios substituem
as
pes dos m6veis, sofas mesas e
cadeiras.
A mobilia e equipamentos
desmontaves,
multifuncionais,
adaptando-se
a arquitetura
para casa, tendem
modulares,
modema.
a ser cada vez mais fiexiveis,
e principalmente,
A tend€mcia
cada
e a economia
vez
men ores,
de espayo.
2.13 NO BRASIL
Infelizmente
pela camplexidade
fatares locais ou as comportamentais
Como Sao Paulo
mercado
e
de tendemcias
econ6micos
diferente de Belem
a
usualmente
trabalham
pela percep9aa.
mesma epoca.
do Para e
para
A cor de mada
totalmente
naD 56 por quest6es
que contratam
mercados
altos,
a seu
proprio
estes estUdios
os fatores
socia is e
ignorados.
Outro grande perigo e generalizar
tera urn espectro
de
diferentes de Nova
risca sem considerar
dar muito mal. Como as empresas
sao olimpicamente
a importiincia
estas pesquisas.
quem leva estas recomenda90es
pade-se
detemninar
em cidades au regioes
lorque ou Sao Paulo onde se concentram
climaticas,
e dificil
da tarefa
a respeito das cores. A luz
na primavera
diferente
Isto mud a totalmente
de Miliio,
cidade
ea
da centro
responsavel
da Europa
a luz do sol tropical do Rio de Janeiro
a percep9ao,a
nao e tao bonita assim quando chega a Recife.
na
bela cozinha italiana alaranjada
A tendemcia
para
e valida
se
nosso tipo de fregu8s,
0
0
seu conteudo
que nem sempre
0
e mensagem
tambem
sao validos
tern de acontecer.
2.14 EM ALTA
portas
As linhas
retas
de correr
deslizam
nichos especiais.
pelos
jovens,
sentarem-se
ganham
As alturas
que,
espayo,
antes
ocupado
de urn lade para outro
de mesas,
muitas
vezes,
estantes
preferem
pelas
em todo
arredondadas,
e sofas diminuem
ficar
no chao,
e as
mobilia rio, revelando
0
- mudanc;a
encostados
ditada
no sofa,
a
no mesmo.
2.15 SALA DE ESTAR
Invariavelmente,
a casa reflete
e muito do que se passa
decorac;ao
e do estilo adotados.
abertura
da casa para
parentes
e pessoas
Uma
edificio.
no interior
uma casa
para recebimento
televisao
e outros
a todos
para usufruir
intimos,
da intimidade
entendida
como
como
Geralmente
e
privilegiado
de uma residencia
angl6fonos
cham am tais espayos
Em residemcias
populares
a forma
ea
rooms
de um
especifico
de
ou tipicas
interna
eventualmente
da sala como
como as moradores
linving
da
amigos,
interne
socializalYao
Este entendimento
em suas casas:
a sala de estar
comodo
ha um ou mais sofas,
semelhante
por meio
para receber
a urn comodo
um espac;o de repouso,
de decorac;ao.
que ali habitam
do lar.
qualquer
associada
os moradores.
de visitas.
objetos
dos comodos
e normalmente
e caracterizada
das pessoas
pode ser notado
ou seja, e a porta de entrada
normal mente
a expressao
comum
classe-media,
Diferente
mundo,
escolhidas
e
sala
Porem,
0
a personalidade
de cada pessoa
da
ou
uma
espac;o
de paises
(cuja traduyao
literal
seria alga
como
sala de viver).
grandes", sao entendidos
Os saloes,
porem,
como espayos destinaveis
mais
do que simples
"salas
a usos diversos.
2.16 ANTROPOMETRIA
2.16.1
Definigaa
e usa da antrapametria
A antropometria
fisicas
e usada na aplicayao
nos seres humanos,
buscando
dos metodos
determinar
cientificos
as diferenyas
entre
grupos socia is, com a finalidade
de se obter informar;:oes utilizadas
arquitetura,
industrial,
urbanismo,
desenho
comunicayao
de urn modo geral, para melhor adequar esses produtos
da medidas
individuos
e
nos projetos de
visual e de engenharia,
e,
a seus usuarios,denomina-
se Antropometria.
As tabelas
interiores
a seguir
foram
retiradas
de Julius Panero. Que serviram
do livro Anatomia
para
como base para a definiyao
projetista
de
das medidas
do projeta.
Figura
09: Alcance
Fonte:
Anatomia
Tabela
01: Medida
Homens
Mulheres
Meninos
Meninas
Fonte:
Anatomia
frontal
alongado.
para projetista
de alcance
de interiores
frontal
alongado
In
em
38.3
36.4
32.4
29.9
97.3
92.2
82.3
75.9
para projetista
de interiores
Figura 10: Comprimento mldega-calcanhar
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Tabela 02: Comprimento nadega-calcanhar
Homens
Mulheres
Meninos
Meninas
In
em
46.1
49.0
39,4
34.0
117.1
124.5
100.1
86,4
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Figura 11: Medida da altura do meio dos
ombros, de uma pessoa sentada.
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Tabela 03: Altura do meio dos ombros,
sentada.
Homens
Mulheres
Meninos
Meninas
In
em
35.0
31.7
29.7
26.6
88.9
80.5
75,4
67.6
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Figura 12: Comprimento das nMegas a ponta
dos pes.
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Tabela 04: Comprimento das nadegas a ponta
dos pes.
Homens
Mulheres
Meninos
Meninas
In
em
37.0
37.0
32.0
27.0
94.0
94.0
81.3
68.6
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Figura 13; Altura dos olhos de uma pessoa
sentada.
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
Tabela 05: Altura dos olhos, sentado.
Homens
Mulheres
Meninos
Meninas
In
em
33.9
31.7
30.0
28.1
86.1
80.5
76.2
71.4
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
2.17 ERGONOMIA
Ergonomia
entre
0
ser humano
Atraves
algumas
e um conjunto
e os objetos
de medidas
conclusoes
de ciencias
que buscam
a adapta.yao
que usam em seu meio ambiente.
tiradas
a respeito
e tecnologias
como
de espayos
base
na antropometria,
e medidas
estar.
Figura 14: Medidas, sala de estar
Fonte: Anatomia para projetista de interiores
necessarias
e possivel
tirar
a uma sala de
Tabela
06: Medidas,
sala de estar
Polegadas
84-112
13-16
58-80
16-18
14-17
12-18
A
B
C
0
E
F
Fonte:
Analomia
para projetista
A figura
frontal
45,7
um
centimetros.
desvio
do
entretanto,
sentada
sugere
Este espayo
corpo
para
acesso
a
acesso
mobiliario,
a desenho
que permitiria
a maioria
seria desconfortavel
ao
entre
local.
Do
uma circula<;80
ponto
tranqOila,
de
aperitivos,
vista
a parte
ou 40,6 e
corporal
ou
antropometrico,
permitindo
que
0 desenho
a pessoa
tambem
verbal.
uma
disposi<;ao
com a corpo
esta circula<;80
deles, de alcan<;ar a mesinha
para recolher
entre
contato
do assento.
percebe-se
para permitir
espago,
algum
do individuo,
sem levantar-se
a seguir
esse
16 e 18 polegadas,
ocasionar
para comunicayao
0 espa<;o livre indicado
au pelo menos
pode
corporal
mesinha
onde
e limitada
limitado
a alcance
uma gama de dimensoes
Observando
entanto,
em uma disposigao
e a mesa de centro,
ele atende
tenha
de interiores
18 baseia-se
do assento
Cm
21,4-284,5
33,0-40,6
147,3-203,2
40,6-45,7
35,6-43,2
30,5-45,7
salgados,
voltado
impediria
mesa quando
bebidas,
similar
de
a frente.
No
a individuo,
sentado,
controles
0 que
remotos
etc.
Dada a possibilidade
acomoda<;Bo
do alcance
Op<;80 e recomendam
de escolha
do individuo
entre circula<;Bo
sentado,
0 menor espa<;o livre.
livre em frente
os autores
optaram
ao assento
pel a segunda
e
Figura
15: Espa~os
Fonte:
Anatomia
Tabela
livres em areas
para projetista
07: Espa~os
de estar
de interiores
Ilvres em areas
de estar
em
o
40,6-45,7
76,2-91,4
30,5-40,6
G
H
Fonte:
Anatomia
para projetista
o desenho
incluindo
deste
banqueta
espac;o
dimens5es
e
de interiores
inferior sugere um espa~o livre global para uma cadeira reciinavel,
de apoio para os pes. A medida
0
cornprirnento
nadega-perna
de
mais importante
urn
individuo
na definiyao
de
maiores
corpora is. Deve-se observar ainda que a altura do apoio para os pes esta
em func;ao da altura do assento e deveria ser mais baixa que a altura da cadeira.
2.18 MATERIAlS
2.19 MDF
o
e fabricado
MDF
sinteticas
atraves
e Qutros aditivos.
temperatura
pequenos
e pressao.
cavacos
da aglutinayao
0
e
material
Para a obtenyao
que, em seguida,
de fibras
moldado
em
das fibras,
sao triturados
de madeira
paineis
a madeira
com resinas
lisos
e
par equipamentos
sob
alta
cortada
em
denominados
desfrbradores.
o
MDF passui
aproximam
as
da
consistemcia
madeira
resistencia
sao superiores
por possuir
boa estabilidade
A
ao
revestimentos
MDF
dimensional
do
pela
tipo
seus
mecanicas
para metros
capacidade
de madeira
a
tipicas
com vantagens
uniforrne
pinturas
das
em
natural,
natural.
aglomerado
E
fibras
geral
ou PVC. Podem
madeira
do produto
0
de
tambem,
de usinagem.
distribuiyao
em relayao
que se
fisicos
caracterizando-se,
envernizado,
laminas
e imperfeiyoes
e substitui
de
aglomerada.
e grande
com vantagens
reversos
aplicayoes
caracteristicas
maioria
proporcionada
acabamentos
junyoes
n6s, veias
com varias
A
com papeis decorativos,
ser executadas
passui
macit;:a.
aos da madeira
homogeneidade
possibilita
e algumas
ou
tam bern
ja que nao
urn material
e a pr6pria
madeira
em muitas del as.
2.19.1 Tipos
As chapas
em
funyao
"standard",
de
de MDF sao fabricadas
sua
as chapas
utilizayao
final.
FR (resistentes
com diferentes
Como
exemplo
ao fogo)
caracteristicas,
citamos,
e as chapas
alem
MR
que variam
das
chapas
(resistentes
a
umidade,
maior
que
sao
resistencia
resinas,
usadas
em ambientes
mecanica
(HD),
a que Ihes permite
externos}.
fabricadas
aplica<;oes
com
Existem
maior
que requeiram
tambem
chapas
quantidade
maior
de
de fibras
a flexao
resistencia
e
ou
ao impacto.
As espessuras
grossas
utilizadas
(pes torneados
em elementos
e oferecido
chapas
revestimento
com
0
variam
de 3 mm
estruturais
ate 60 mm,
ou decorativos
sendo
de arquitetura
as mais
e moveis
par exemplo).
ao mercado
revestimento
basicamente
laminado
com tres acabamentos:
de
baixa
pressao
e
chapas
chapas
com
finish foil:
As chapas
realizado
chapas
para mesas,
o MDF
cruas,
das
cruas sao fornecidas
acabamento
ao usuario
das pe<;as atraves
in natura
de pintura,
de forma
revestimento
que possa
ser
com PVC ou hot
stamping;
As chapas
atraves
com revestimento
da sobreposi<;ao
melaminica,
que e fundida
resultando
em uma
permitindo
ao usuario
revestimento
atraves
chapa
de pressao
ja acabada.
usinar
de papel
de baixa pressao
especial,
e temperatura
Pode-se
revestir
a face nao revestida
sao produzidas
impregnada
ao painel
apenas
e acaba-la
com
uma
atraves
resina
de MDF,
das
faces,
de pintura
ou
PVC, e
As chapas
pelicula
com laminado
de uma folha
de papel
com
revestimento
colada
peHcula pode ser impressa
a
chapa,
finish
foil sao produzidas
resultando
em
com pad roes madeirados
por adi<;ao de uma
urn produto
ou em cores.
ja
acabado.
Essa
2.19.2
Usas e aplica~6es
o
MDF
destina-se,
freqOente
como
especiais.
Oestaca-se
frentais,
componente
Na construc;ao
estampas
pinheiros
em
para
moveleira.
partes
de pes de mesa,
usinadas,
grafica
fundos
como
que
caixas
de gaveta
batentes,
ela tambem
usinagens
componentes
de mesa.
pisos finDs, rodapes,
balaustres
e utilizada
requerem
de sam,
e tampos
para
e
0 usa do MDF
almofadas
e pec;as torneadas.
confec980
de facas
para
diversos.
materia-prima
esta e abtida
industria
civil, pade ser utilizado
em materiais
A principal
Brasil,
moveis
de moveis,
partas
Na industria
de
a fabricac;ao
intern os e laterals
de partas, divis6rias,
a
principalmente,
utilizada
a partir de planta~6es,
fun-;:ao do melhor rendimento
fibras de pinus proporcionam
16: Parafuso
Fonte:
CRV Parafusos
Figura
17: Parafuso
Fonte:
CRV
para M6veis
e ferramentas
para M6veis
Parafusos
fabricas
de MDF
utilizanda-se
especies
agro-industrial.
Alem
e
Escareado
e ferramentas
a madeira.
No
selecianadas
de
desse
uma chapa de cor clara, mais valorizada
2.20 PARAFUSOS
Figura
pelas
aspecto,
as
pelo mercado.
Figura
18: Parafuso
para M6veis
Fonte:
CRV Parafusos
Figura
19: Parafuso
Fonte:
CRV
Figura
20: Parafuso
Fonte:
CRV
e ferramentas
para M6veis
Parafusos
Sextavado
e ferramentas
para M6veis
Parafusos
Tampinha
e ferramentas
Interno
3 MATERIAlS
E METODOS
DE PESQUISA
Neste capitulo, veremos tada a metodalogia usada para a construc;ao do
moveis,
passando
sincr6nica,
pela
requisitos
alternativas,
fase
analitica,
publico
escolhida,
justificativa
alternativa
sincronica, analise
pesquisa
do produto,
alvD, conceito
da
do produto,
da alternativa
pesquisa
geraryao de
escolhida.
3.1 FASE ANALiTICA
a trabalho
metalurgica
problema
de pesquisa
M.L.Metal,
teve seu inicio com a observac;ao
a qual seria das sabras
teve que ser compreendido
Para
e5sa
fase
fai preciso
de materia
e observado
estar
de urn problema
na
prima. Primeiramente
0
com muita clareza.
presente
na
Metalurgica, observando
as
sabras e suas quanlidades, na segunda lase 10i, leila uma lisla de produlos, que
poderiam
ser produzidos
Feito essa
estar,
contendo
rela98o,
foi escolhido
um Rack e uma mesa
come9aram
as pesquisas
observando
medidas,
tambem
com as sabras
precisou
focadas
de tubas de ayo.
produzir
de centro.
nos m6veis,
materia is, conceitos,
ser feita
mostrando
uma linha de moveis
A partir
dos objetos
teve seu come90
pesquisa
a tamanho
para sala de
antropometricas
e espa90s
escolhidos,
com os similares,
e ergonomicas
adequados
para
a
questao.
Com
desenhando
decidida
todas
as
algumas
informa90es
necessarias,
alternativas
e trabalhando
pode ser feito a prot6tipo.
Esse prot6tipo,
pode
em
come9ar
cima
das
a fase
criativa,
melhores,
que foi confeccionado
que
na pr6pria
empresa,
passou por um processo de avaliac;ao, onde teve algumas
seu funcionamento
Como os m6veis, serao vendidos com suas pec;as desmontadas,
facllitando
esciarecer
0
seu
alterac;6es
no
e estetica.
transporte,
precisou
ser feito
todas as duvidas sobre a montagem
um manual
dessa forma
de montagem
para
correta dos m6veis.
E por fim, jil com os produtos finalizados, foi implementado um plano de
neg6cio,
com todas
as informac;6es
sobre
a questao
moveis produzidos.
3.2 PESQUISA SlNCR6NlCA
Figura 21: Mesa Gianfranco Frattini
Fonte: Tok Siok
Tabela
08:
Mesa Gianfranco
Frattini
Material
metal e vidro
Forma
retangular
Cor
Observacao
Funcao
Altura
37 em
cromado e fume
Fonle: T ok Siok
altura ideal, mas aspeeto frio
mesa de centro
Frente
90em
Profundidade
158 em
de custo e despesas
dos
Figura 22: Meio Mundo
Fonte: Tok Stok
Tabela
09: Meio Mundo
Material
Forma
Cor
Observaeao
Fun~ao
Altura
24 em
multilaminado e vidro
redonda apoio meia lua
nogueira
mistura de formas qeometrica
mesa de centro
Frente
120 cm
Profundidade
120cm
Fonte: Tok Stok
Figura 23: Mesa Anos 50 P&B
Fonte: Tok Stok
Tabela
10: Mesa Anos 50 P&B
Material
Forma
Cor
observa~ao
Funeao
Altura
46 cm
Fonte: Tok Stok
pes em pau e tampo duplo em formica
pes palito tampo triangular com cantos arredondados
pes marfim um tampo preto outro branco
alta dividida em dois tampos, segue as cores da tendemcia.
mesa de centro
Frente
69 cm
Profundidade
69cm
Figura 24: Mesa anos 50
Fonte: Tok Stok
Tabela
11: Mesa anos 50
Material
Forma
Cor
observacao
Funcao
Altura
41 cm
pes em pau e tampo em formica
pes palito tampo retan~ular com desenho xadrez
pes marfim tampo laranja e amarelo
uma mesa com altura ideal, aspecto alegre e quente
mesa de centro
Frente
44cm
Profundidade
46cm
Fonte: Tok Stok
Figura 25: Mesa couro sola preto
Fonte: Tok Stok
Tabela
12: Mesa couro sola preto
Material
pes em madeira e tampo revestido de couro natural
Forma
pes palito tampo quadrado
Cor
Observaeao
Funcao
Altura
34 cm
ebanizada couro sola preto e costura branca
mesa com urn tamanho born aspecto moderno
mesa de centro
Profundidade
Frente
Fonte: Tok Slok
60 em
60 em
Figura
26: Mesa centro
Fonte:
Tok Stok
Tabela
13: Mesa centro
Material
Forma
Cor
Observa9ao
Fun~ao
Altura
36 em
T ok Stok
Figura
27: Mesa centro
Fonte:
Tok Slok
14: Mesa
Material
acaranda
Forma
Cor
Observa9ao
Fun~ao
Altura
40 em
Fonte:
Tok Stok
couro
estrutura em madeira e tampa revestida de couro
quadrado
couro sola marrom e costura branca
mesa com um grande espa90 para apoio
mesa de centro
Frente
Profundidade
90 em
90 em
Fonte:
Tabela
couro
centro
Tulipa
Tulipa
natural
Jacaranda
Jacaranda
estrutura
em aluminio
fundido
e tampa
estrutura redonda e tampa oval
estrutura com pintura autamotiva branca
mistura de material, muita interessante,
mesa de centro
Frente
Profundidade
90 em
138 em
em lamina
tampa
'acaranda
natural
Figura 28: Aalto Coffee
Table
Fonte: Tok Stok
Tabela
15: Aalto Coffee
Material
Forma
Cor
Observa9ao
Funcao
Altura
46 em
Table
Des em compensado
moldado e tampo compensado
estrutura e tampo redondo
f6nmicapreta,
branco ou natural
mesa alta, grande pode ter a funcao de banco
mesa de centro
Frente
Profundidade
66 em
85 em
Fonte: Tok Stok
Figura 29: Knoll Square
end Table
Fonte: Oesmobilia
Tabela
16: Knoll Square
Material
Forma
Cor
Observac;ao
Funcao
Altura
43 em
Fonte: Oesmobilia
end Table
estrutura em metal e tampo compensado
laminado
quadrada
cromado e tampo laminado pau-ferro
mesa com um grande espac;o para apoio
mesa de centro
Frente
Profundidade
90 em
90 em
laminado
Figura 30: Surfboard
Fonte: Desmobitia
Tabela 17: Surfboard
Material
Forma
Cor
Observal'ao
Fun~ao
Altura
30 em
estrutura em metal e tampo laminado
oval
eromado e tampo laminado em formica preta ou branea
mesa baixa com um grande espal'o para apoio
mesa de canto e centro
Frente
180 em
Profundidade
60 em
Fonte: Desmobilia
Figura 31: Ritmo
Fonte: Desmobilia
Tabela 18: Ritmo
Material
Forma
Cor
Observa~ao
Funeao
Altura
32 em
Fonte: Desmobilia
madeira macic;aQfoveniente de refiorestamento
retangular
madeira teca natural
mesa baixa com espavos vazados, diferente tons a madeira.
mesa de canto e centro
Frente
50 em
Profundidade
54 em
Figura 32: Sinbad
Fonte: Desmobilia
Tabela 19: Sin bad
Material
Forma
Cor
Observa<;ao
Funcao
Altura
38 em
madeira
organica
ebanizada
altura ideal dividida
em duas partes com espa<;o vazado
mesa de canto e centro
Frente
Profundidade
45 em
180 em
Fonte: Desmobilia
Figura 33: Just mesa centro 60x50
Fonte: Tok Stok
Tabela 20: Just mesa centro 60x50
Material
Forma
Cor
Observac;ao
Funcao
Altura
41 em
Fonte: Tok Stok
MDF rodizio
retangular
em !1ylon
branco
altura ideal com rodizios facilitando a movimento.
mesa de canto e centro
Frente
50 em
Profundidade
60 em
Figura 34: Leblon pufe/mesa
cJ almofada
Fonte: T ok Stok
Tabela
21: Leblon pufe/mesa
Material
Forma
Cor
Observacao
Funcao
Altura
30 em
cJ almofada
pule e madeira maeica Garapeira
Quadrada
nogueira
a almolada nao fiea presa ao movel, podendo
mesa de canto e centro
Prolundidade
Frente
55 em
55 em
eair.
Fonte: Tok Siok
Figura 35: Bacci mesa centro
Fonte: Difrizon M6veis
Tabela
22: Bacci mesa centro
Material
Forma
Cor
Observacao
Funcao
Altura
28 em
Fonte: Difrizon M6veis
tampos em madeira aglomerada
laminada, pes em tubo de aco
retanqular
tabaco cromado
mesa baixa qrande com cantos vivos, podendo causal acidente.
mesa de centro
Frente
Prolundidade
110em
70 em
Figura 36: Foster mesa centro SOx80
II
Fonte: Difrizon Moveis
Tabela 23: Foster mesa centro
BOxBO
Material
MDF revestido com laminado melaminico,
Forma
quadrada
Cor
Observaeao
Fun~ao
Altura
29 em
branco cinza
pes tubo de aco
mesa earn tampa deslizante podendo quardar ob'etos
mesa de centro
Frente
80em
Profundidade
80 em
Fonte: Difrizon Moveis
Figura 37: Bertoia mesa Ibanco 160x46
Fonte: Tok Stok
Tabela 24: Bertoia mesa Ibanco 160x46
Material
Forma
Cor
Observaeao
Fun~ao
Altura
38 em
Fonte: Tok Stok
estrutura a~o inoxid'lVel e tampa em madeira maei~a,
retanQular
inox preto
mesa banco, baixa com aspecto leve
mesa banco
Frente
160 em
Profundidade
46 em
Figura 38: Quadri mesa/banco
"
Fonte: Difrizon M6veis
Tabela
25: Quadri mesa/banco
Material
Forma
Cor
Observayao
Funcao
Altura
45 em
madeira aglomerada
laminada Curupix,;
retangular
ti"gida com aeabamento
em verniz poliuretano
mesa banco, alta e rustica
mesa banco
Frente
Profundidade
60 em
35 em
Fonte: Difrizon M6veis
Figura 39: Ebony mesa lateral cl3
Fonte: Tok Stok
Tabela
26: Ebony mesa lateral cJ3
Material
laminada
Forma
Cor
Observacao
Funyao
Altura
58 em
Fonle: Tok Stok
madeira
maciya Caxeta e tampos em madeira
trianQular
tingida com acabamento em verniz paliuretana
mesa lateral au de centro os pes sao lisos podendo
mesa lateral ou de centro
Frente
Profundidade
62 em
50 em
compensado
escorr~Rar.
Figura
40: Linea
Fonte:
Palmetal
Tabela
27: Linea
mesa
mesa
Material
Forma
Cor
Observacao
Funcao
Altura
55 em
lateral
lateral
Palmetal
Figura
41: Boot Sis Rack
Fonte:
Difrizon
Tabela
28: Boot Bis Rack
alta vidro
frio
Moveis
Material
Forma
Cor
Observacao
Funcao
Altura
35 em
Difrizon
quadrada
alta vidro
tuba de aco e vidro
-'luadrada
cromado
mesa lateral modular, aspecto
mesa lateral
Profundidade
Frente
54 em
54 em
Fonte:
Fonte:
quadrada
tuba de aco madeira aQlomerada laminada
retangular
cromado, tampa tingido com acabamento
em verniz poliuretano
rack com pes, poderia facilitar 0 deslocamento
com rodizios
raek
Profundidade
Frente
60 em
110 em
Moveis
Figura 42: Wide Rack 182 cJprateleira
Fonte: Difrizon M6veis
Tabela
29: Wide Rack 182 cJprateleira
Material
Forma
Cor
Observayao
Funcao
Altura
38 em
estrutura em
retangular
acabamento
m6vel baixo,
raek
Frente
182 em
painel sarrafeado
laqueado
para questoes
de madeira e MDF
ergonomiea,
pesquisadas.
Profundidade
60 em
Fonte: Difrizon M6veis
Figura 43: Wide Rack 182 c/prateleira
deslizante
Fonte; Difrizon M6veis
Tabela
30: Wide Rack 182 c1prateleira
Material
Forma
Cor
Observayao
Funcao
Altura
38 em
Fonte; Difrizon M6veis
deslizante
estrutura em painel MDF, prateleira em vidro
retangular
acabamento laQueado, branco
mistura de material com divis6rias e gavetas
raek
Frente
Profundidade
182 em
60 em
Figura
44: Estante
Fonte:
Tok Stok
Tabela
Forty Rack
31: Estante
Forty
Rack
Material
estrutura
Forma
retangular
acabamento laQueado, branco
Cor
Observac;ao
Funcao
Altura
49 cm
Fonte:
em madeira aolomerada,
rack com prateleira
rack
Frente
90 cm
rodizios em nvlon
regulavel e rodizios,
movel funcional.
Profundidade
60cm
Tok Stok
3.3 AVALlA<;AO DA PESQUISA SINCRONICA
Com a realizac;:ao da pesquisa sincronica,
ao
rack
e mesa
apresentadas
de
centro.
Percebendo
a forma reta e eminente,
e a MDF, tanto para a desenvolvimento
mabilicIuio. Os mobiliiuias
desrnontabilidade,
deixam
que
tambem
pode-se avaliar produtos
na
similares
maio ria das
formas
nota-se que a material mais utilizado
de estrutura
a desejar
grande
quanta
para a acabamento
de uma mane ira geral
no aspecta
do
de
fato esse que dificulta a venda do prod uta e seu transporte.
3.4 REQUISITOS DO PRODUTO
a
ideal
e
criar
urn
m6vel
pratico
de
facil
montagem.
Facilitando
a
desmontagem: projetar em func;ao da facilidade de separac;ao das partes e dos
rnateriais.
Outra meta importante, e a aplicac;ao dos 3 R's, reduzir, reutilizar e reciclar.
Projetar em func;ao da valorizac;ao (reaplicac;ao) das sobras descartadas.
E para um melhor
resultado,
° movel
precisa,
ter a embalagem
de vida adicional, ser mutavel e agregar valor na materia-prima
3.5 PUBLICO
cicio
escolhida.
ALVO
Pessoas
de classe media, que tenham
urn pensamento
de m6veis simples, porem com algum diferencial.
tempo
como
na sala
de estar,
com
a televisao
sustentavel,
gostam
Que passam a maior parte de seu
ligada,
e procuram
um m6vel
com
transparencia.
Publico que procura urn movel para apoiar os acess6rios
Dvd, TV a cabo, Sam, Home Theater,
Os moveis podem ser vendidos desmontados,
poucas
pec;as
desmontagem
de
fixac;ao,
pois e de facil montagem,
tornando
via vel
tambem
a
com
rapida
DO PRODUTO
conceito
sustentabilidade,
descartada.
acess6rios
de
para mudanc;as.
3.6 CONCEITO
o
e
como: Aparelho
etc.
e
do
produto
baseia-se,
principalmente
urn produto com valores de reaproveitamento
na
0 produto tern a proposta de ter, soluc;6es suficientemente
facil readapta~ao.
questao
de
de materia-prima
flexiveis e de
3.7 GERA<;:AO
DE ALTERNATIVAS
- Alternativas compondo com segundo material.
Urn modulo quadrado, com solda dentro uma almolada seria urn pule para
apoiar as pernas.
Figura 45: Mesa almofada
Fonte:
Autor
Tubas em forma de letra z e tampa de vidro.
Figura 46: M6vel Z
Fonte: Autor
Tubas
e uma
saldadas
que em pEi Ei urn aparadar
com urn tampa
de vidro e deitada
mesa de centro com tampa de vidro.
- Alternativas
Figura
47: Tuba
Fonte:
Autor
pensando
40x60
em sistemas.
Uma mesa de canto com tubas separados
MDF.(figura
47)
Figura
48: Estrutura
Fonte:
Autor
Figura
49: Base L
Fonte:
Autor
m6vel
para apoiar revistas, tampa de
Figura
50: Formato
Fonte:
- Alternativas,
com
Urn aparador
cromado
de x, podendo
em pe ou deitado.
Autor
pensamento
0,
colocar
em formas
com tampa
retangulares.
de vidro, tem espac;a para calacar
de bebidas.
Figura
51: Rack Adega
Fonte:
Autor
Figura
52: Mesa
Fonte:
Autor
montada
com sobra
de postinho
Eurocerk.
garrafa
- Alternativas
Figura
53: Quadro
Fonte:
Autor
feitas com grades
soldado,
trefiladas
com rodizios.
Eurocerk,
grande
quantidade
sabra pela empresa.
Figura
54: Rack em MDF, grade
Fonte:
Autor
Figura
55: Mesa de centro
Fonte:
Autor
de avO trefilada
feita de grade
e rodlzios.
com tampo
de vidro.
de
Estrutura
feita de grade
Eurocerk,
ser uma mesa de centro ou ate mesmo
- Alternativa
56: Estrutura
Fonte:
Autor
57: Quadro
Fonte:
Autor
Figura
58: Modulo
Fonte:
Autor
feita de varios tamanhos,
de escritorio.
Figura
com grade, formas
Figura
sendo
grade
mais retas.
em tubo e grade
feito com sobras
trefilada
com rodizios.
de postinhos
e grades
Eurocerk.
podendo
- Alternativas
Figura
Fonte:
Figura
59: Mesa
Fonte:
Autor
Oegrau
com grade e tuba, rnisturanda
Figura
60: Mesa
Fonte:
Autor
61: Mesa de centro
Autor
urn terceiro
material.
pufe
com tampo
em MDF e estrutura
em grade.
- Alternativas pensando em modulos desmontaveis e multaveis.
Modulos
estante
feitos em tubos de 30x30 soldado,
estilo colmeia,
aparador,
podendo
montar
mesa de centro,
mesa lateral, tendo a ap9aa para a tampa
de
misturar material como almofada, madeira, acrilico grades e vidro.
Figura 62: Mesa Colmeia
Fonte: Autor
Seis meios quadros de tubo montado em paralelo com uma estrutura tambem
em at;:odando apoio, os tubos tem alturas diferenciadas tres da mesma ap6iam uma
almafada.
Figura 63: Mesa tubas vazados
Fonte: Autor
A mesma
alternativa
anterior,
mas com seu desenho
de estrutura
mudado
danda autra apgaa de usa.
Figura
64: Mesa tubos
Fonte:
Autor
Um rack com rodizios
Estrutura
compondo
vazados
a mesma
Figura
65: Rack tubas
Fonte:
Autor
dois
linha da mesa de centro
vazados
em tubo com duas oPC;ao de uso, em pe um aparador
mesa de centro usando
a mesma
Figura
tampa de vidro.
66: Rack duas
alturas
~
-:f-.-" -
~
~
~~+--~
,/,1
~\
~-.:1
Fonte:
I,::
Autor
anterior.
deitado
uma
- Alternativas
segundo
pensando
em quadros
de tubos de ac;o, compondo
com
material.
Estrutura
Figura
67: Estrutura
Fonte:
Autor
e moldura
em tuba de a90
em tubo de ac;o por fora dando aspecto
de leveza do tampa,
pois
parece estar solto.
Figura
68: Rack com MDF
/--
Fonte:
Estante
prateleiras.
feita em quadros
Autor
montados
de tubas dando
apoio
para
0
tampo
e
Figura
69: Estante
:/"""
,'""
=-=lr~
----
Fonte:
Mesa de centro
com
0
-
-:--_.
Autor
mesmo
quadro
de tubo apresentado
anterior, mas agora deitado.
Figura
70:
Estrutura
r=
Fonte:
Autor
com MDF
na alternativa
3.8 ALTERNATIVA
Figura
ESCOLHIDA
71: Rack
ML
Fonte: Autor
Figura
72:
Fonte:
Autor
Mesa
ML
A estrutura do movel
66x66cm,
que suspende
e
composta de quatro quadros com dimensao de
a chapa de MDF
e a gradil Eurocerk,
podendo
variar a
disposi~ao das estruturas e da altura do painel (como mostra na figura 71). 0
acabamento
to
feito em pintura epox, MDF Carvalho Ametista e painel branco(
retalho de material jil pintado). E urn projeto seguido
a tendencia muito forte em linha
reta, com a mistura da madeira MDF.
3.9 JUSTIFICATIVA DA ALTERNATIVA ESCOLHIDA
A linha de moveis proposta neste trabalho tern como foco principal
ac;o retangular,
destas
pais
e0
que mais tern volume de sabra na empresa
sabras de tubas
eontsm taman has diferenciados.
alternativa teve que ser avaliado as tamanhos e espessura
Tendo este pensamento
ser de tamanhos
a alternativa
0
tubo de
M.L. e dentro
E para a escolha
da
dos tubas.
escolhida foi uma onde as tubas podem
diversos, pais a estrutura sao apenas
quadros soldados,
ser tanto em tuba fino 30x30 ou ate mesmo urn maior como 40x70
podendo
mexendo
apenas
com a propon;ao do tampo.
Com
0
desenho
da mesa de centro, teve uma facilidade
linha com um rack respeitando
material
0
0
desenho proposto. Nesta linha
imensa de campor a
ten~uma mistura de
qual sera de tampo MDF, estrutura em tubo e prateleira
com grade de ac;o
trefilado, tambem contendo muita sobra na empresa ja citada.
Com a estrutura em quadro sem ter outro apoio a nao ser
per sua vez parece estar solto a linha passa um aspecto de leveza,
do espectador para
0
tampo.
0
do tampo, que
atraindo
0
olhar
66
32
66
43
~
~
II
"
"
II
II
0
cu
c
-11-
lI-
P
0
~
0
'"
o
"
cu
66
10
Ro.ck
Escolo.:
1:]00
Protessor:
F 6-bio F antoLiro.
Aluno:
Vo.nesso
do. Silvo.
8' Pel-jado
- DP
44
10
66
21
n
60
7
n
II
II
II
II
t
J
II
II
II
II
U
U
44
21
Meso cle centro
Escolo'
1,75
Professor'
F6.bio Fontouro
Aluno'
Vonesso
cia Silvo
89 Per-loclo
- DP
4.2 FABRICA<;AO
Para
passando
DE PROT6TIPO
a fabrica980
pela serra
do prot6tipo,
de corte,
com
0
primeiramente
tamanho
foi escolhido
de 66 cm para
0
tuba 30x30,
0
Rack
e 40x60cm
para a mesa.
Foi utilizado
mao de obra e maquiniuio
da empresa
ML, no tempo
adaso dos
funcionarios.
Figura 74: Maquinario
da empresa
ML
Fonte: Autor
Depois
de
passarem
estrutura, tanto para
0
pelo
corte
as
tubas
Rack quanta para a Mesa.
fcram
sold ados
montando
a
Figura
75: Solda,
Fonte:
Autor
As grades
precisou
trabalhar
embaladas
estrutura
para compor
apenas
utilizando
uma caixa de papelao
Figura
76: Grades
Fonte:
Autor
Rack e Mesa
os moveis foram escolhidas,
nos acabamentos
plastico
das pontas.
bolha para nao danificar
sao sobras ja pintadas,
T odas as pec;as foram
a pintura,
e colocadas
para urn melhor transporte.
escolhidas
Figura
Fonte:
77: Grade
Autor
embalada
em
4.3 MANUAL
DE MONTAGEM
CONFECCIONADO
Os moveis ML precisao de manual de montagem
corretamente,
para isso foi confeccionado
para serem montados
urn que acompanha
0
Rack e a Mesa de
Centro.
E urn manual pratico com informa96es
de montagem
claras e imagens de todas as fase
dos produtos.
o manual
foi confeccionado
em folhas
com
0
tamanho
de 15x20cm,
a marca da empresa em todas as paginas.
Figura 78: Tamanho
da folha do manual
de montagem
E
~
150m
Fonte: Autor
levando
Figura
79:
Manual
de montagem
I"~
I
1:::-
~.~
~
Fonte:
I:l~
"_
I
-
1
L--~
~
~
1:::-
I'"
I
~
~
Autor
4.4 MANUAL
DE MONTAGEM
Com as explicagoes
do manual
de montagem,
fica facH, a execug80
dos
m6veis.
Para comec;ar a montagem
a passo, primeiramente
dos m6veis,
0 ambiente
escolhido
e preciso
seguir as orientac;6es passo
para 0 trabalho
deve estar limpo, para
nao danificar as pec;as.
Utilizar uma Chave de Fenda, para encaixar os parafusos das partes.
Rack ML
o Rack
diferentes,
ML tem a possibilidade
e recomendavel
da montagem.
de compor
as pegas de quatro
maneiras
escolher a maneira que mais agrada para a continuaC;ao
Primeira imagem, estruturas na disposiC;ao 1/3 e grade mais alta,
segunda imagem, mesma disposic;ao das estruturas com a grade mais baixa,
terceira
imagem,
estrutura
disposic;:ao das estruturas
Figura
Fonte:
80: Primeira
2/2 com grade mais alta, quarta imagem,
mesma
grade mais baixa.
fase da montagem
Autor
Prender
dessa maneira
as barras chatas com parafusos
dando
uma estrutura
Figura
nas estruturas
ao move!.
81: segunda
fase da montagem
uma de cada vez,
Fonte: Autor
Colocar as cantoneiras na altura escolhida prendendo-as com parafusos, na
estrutura
de tubo. Colocar
a grade e prende-Ia
para esse processo ser concluido
com parafuso
e recomendavel
apoiar
0
contraria.
Figura 82: T erceira fase da montagem
Fonte: Autor
fixando
na barra chata,
movel na posi9ao
Figura
83: Quarta
Fonte:
Depois
fase da montagem
Autor
de presa a grade nas estruturas,
que a grade fique para cima, dessa maneira
Colocar
a madeira
movel que estara
pronto
Figura
84: Quita
Fonte:
Autor
com cuidado
virar novamente
facilita
MDF.
fase da montagem
e parafusa-Ia
para ser utilizado.
0 m6vel, de modo
a cOlOCafY80 da madeira
nos lugares
indicados,
virar
0
4.5 PEC;AS RACK E MESA
embaladas
Autor
mais 16 cantoneiras,
e preciso
papelao.
Dessa maneira
danificar
suas pe9as.
16 barrinhas
com os parafusos.
ter uma embalagem,
separadamente
com plastico
0
A Mesa de Centro
dois quadros
Fonte:
de estruturas,
chatas,
2 barra chatas
e composta
4 quadros
e parafusos,
Por ser um movel vendido
primeiramente
bolha e colocadas
movel pede ser transportado
as pegas do Rack sao
em uma caixa de
com total seguranga,
sem
por uma chapa de MDF, um gradil eurocerk,
4 cantoneiras,
10 pegas, sem contar com os parafusos.
bolha e colocada
fase da montagem
por uma chapa de MDF, um gradil Eurocerk,
ao todo 40 pegas sem contar
desmontando
85: Ultima
DE CENTRO
o Rack e composto
de estruturas
Figura
2 barras chatas
A mesa tambem
em uma caixa de papelao.
mais parafusos,
e embalada
ao todo
com plastico
Figura 86: Pe~s Rack embaladas
P.A.PE
I 75cm
Fonte: Autor
Figura 87: Pegas Mesa de Centro
95cm
Fonte: Autor
LAc::>
~
Figura
88: M6veis
Fonte:
Autor
Figura
89: Rack e Mesa de Centro
Fonte:
Autor
ambientados
ML
Figura
90: Rack
ML
Fonte:
Autor
Figura
91: Mesa de Centro
Fonte:
Autor
ML
5 DISCUSSAO
Foram
limitac;ao
dos retalhos
tern medidas
curvas
encontrados
de enrijecimento,
Pontcs
maneira
Qutros projetos
que
conlecgao
em relac;ao a medidas,
de 20cm
que tern
na
entre
10em
arames
entre
do
pais 0 gradil
horizontais,
arames;
prot6tipo
com
Eurocerk
excec;ao
e nas distancias
pela
das
verticais
de 5cm entre arames.
negativQs, as m6veis dependem
dificultando
tempo
0
da empresa
para serem fabricados,
para ser confeccionado,
pais a empresa
tern
com prazo para serem entregues.
Pontos
positivos,
as m6veis
sao
estruturas
problemas
de Eurocerk,
padronizadas
existe urn espac;amento
dessa
alguns
com
viaveis,
com as sabras.
dando oportunidade
0
plano de negocio
dessa
A empresa
maneira
pretende
para a venda dos moveis
leito direcionado,
podendo
abrir urn
ML.
fabricar
pode-se
varios
perceber
quadros
de
Show room, dessa maneira
6 CONCLUsAo
E RECOMENDAf;Ao
Esse trabalho foi realizado
com sucesso,
em
rela~aoa reaproveitamento
de
sucatas de tubos e retalhos de material utilizado pela M. L. Metal.
Foram
aumentando
utilizados
maquinario
e mao-de-obra
da empresa
em tempo
Deioso,
assim a produtividade.
Com
estocagem
reaproveitamento
0
de retalhos
deste material, promovendo
Para
obter urn maior resultado
obra, devera ser implantado
foi diminuido
0
espa90
utilizado
para
a limpeza da area de trabalho.
no aproveitamento
de materia is e mao-de-
urn plano de vendas e marketing do prod uta.
Com essas atitudes poder;, haver tambem um aumento no lucra liquido da
empresa,
par S8 tratar de reaproveitamento
prejudicando
de materiais,
a empresa
naD estara
0 meio-ambiente.
Recomenda980 que permitam a continuidade do trabalho par parte de quem
deseja
retomar
meios
para
0
assunto
A questao
acabamento.
sob Dutro ponto de vista e contexte:
estrutural
que deixe
0
dos m6veis
produto
deve ser refeita
harrnonioso,
ter mais
utilizando-se
0P9ao
de outros
de cores
para
0
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Download

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA Vanessa da Silva RACK E