S DO JORNAL S I PA Maio 2007 Homenagem ao dia das mães O professor Jayme Barros esclarece algumas dúvidas sobre o trabalho interdisciplinar realizado no Colégio Módulo O texto de Contardo Calligaris traz reflexões interessantes sobre a relação pais e filhos. Confira as opiniões de alguns alunos e professores sobre o projeto interdisciplinar Saiba as novidades sobre o vestibular, com as notícias divulgadas pela USP No dia 9 de maio, no Teatro Módulo, comemoramos o dia das mães com uma apresentação dos professores e funcionários, seguida de um coquetel e sorteio de brindes. “Os fatos não deixam de existir por serem ignorados” Aldous Huxley INTERDISCIPLINARIDADE - VESTIBULAR Se estudarmos a atual tendência dos vários vestibulares, se refletirmos sobre as provas anuais do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), veremos um determinado caminho em busca de uma interdisciplinaridade, a cada ano, mais efetiva. É verdade que não se chegou, ainda, ao grau desejado. É algo novo no ensino brasileiro, sem ainda uma tradição acadêmica. Só há pouco tempo as universidades vêm estudando a interdisciplinaridade em educação. É preciso que fique bem claro, portanto, que não existe oposição alguma entre o trabalho interdisciplinar e a preparação para o vestibular. É necessário, também, eliminar alguns equívocos que se divulgam sobre o trabalho interdisciplinar. Ele não anula nem diminui o estudo dos conteúdos disciplinares. O trabalho interdisciplinar os reorganiza e lhes dá um significado novo. É afirmação, hoje bastante repetida, que o atual mercado de trabalho exige, e com certeza exigirá muito mais a cada ano, profissionais que tenham algo muito além da competência cognitiva. O atual mercado de trabalho exige, e com certeza exigirá muito mais a cada ano, profissionais que tenham sensibilidade, criatividade, senso crítico, capacidade de adaptar-se a situações novas e de aprender a cada instante. E tudo isso um trabalho interdisciplinar desenvolverá muito mais! É preciso que tenhamos uma visão clara de que, com a velocidade das mudanças do mundo contemporâneo, nossos filhos-alunos exercerão suas profissões de nível superior em um mundo bem diverso do nosso, no qual a configuração das atuais profissões poderá ser bem outra. Por isso, mais que aprender e assimilar o que está estabelecido, é necessário que nosso filho-aluno adquira a competência de ser um eterno aprendiz, criando-se e recriando-se, sabendo intervir crítica e criativamente nas várias situações novas que vivenciará em sua profissão. Por tudo isso, cabe à escola de ensino médio preparar o aluno para o vestibular, SIM. Mas é seu dever, também, prepará-lo para a vivência universitária e para o exercício profissional. Em síntese: cabe à escola, com e na vida que o aluno vivencia agora, proporcionar as condições mais favoráveis para que ele se vá construindo em sua inteireza humana: inteligência, afeto, sensibilidade, criatividade, senso crítico, capacidade de relacionar-se com o novo e aprender com ele e atuar nele. Em síntese: cabe à escola proporcionar as condições mais favoráveis para que o aluno se construa pessoa comprometida consigo mesma, com os outros e com o seu estar-sendo no mundo. Jayme Barros Expediente Direção Jayme Barros e Pissica Vice-Direção Ana Cristina Calfa Assistência de Direção Beth Fernandes, Luis Carlos Barros e Suely Barros Departamento Cultural Cláudia Nascimento, Daniela Santana, Fábio Vasconcelos, Glória Antunes, Kaio Fiuza, Marcelo Fraga, Paula Cintra, Rita Oliveira e Silvana Sarno Editoração Fábio Vasconcelos, Kaio Fiuza e Paula Cintra Impressão Gráfica do Módulo JORNAL DO COLÉGIO MÓDULO é uma publicação mensal, realizada pelo Colégio Módulo. Endereço: Avenida Professor Magalhães Neto, Loteamento Aquarius, 1177, Rua B, Quadra F Telefone: (71) 2102-1300 Internet: www.portalmodulo.com.br 2 Após o movimento feminista, o poder e o sustento do lar passam a ser compartilhados por pai e mãe. A tarefa da educação já não é integralmente assumida pela mãe, que, hoje, está mais tempo distante do lar, trabalhando fora de casa, investindo afetivamente em si, em seus desejos e em aspirações profissionais. As transformações impostas pela sociedade promovem um movimento na estrutura familiar, onde a imagem do provedor, como detentor de poder, não se sustenta mais. A autoridade parental se desloca; a mãe agora também é poderosa. Do pai é cobrada a atenção educativa, tarefa esta que precisa ser construída, já que é nova para ele. A hierarquia familiar muda, a diluição da autoridade paterna contribui para o fortalecimento dos laços com os amigos e com os meios de comunicação. O papel do filho como sujeito, com deveres e/ou com o dever de obedecer às ordens parentais, se dissolve, tornando-se as relações simétricas. E quem assume, então, a autoridade? Às vezes ninguém; inseguros e atentos às novidades em seus papéis, os pais se descuidam de seus papéis de cuidadores e educadores. Apesar de todos os movimentos transformadores da unidade familiar, é preciso que se preserve a família como lócus de estabilidade e proteção, funções primordiais desta instituição, que acompanha a humanidade em todo seu caminhar histórico. As tarefas de educar filhos, de transmitir valores e determinar limites, devem ser ainda da família, contexto de aprendizagem de todas as tarefas da vida: compartilhar, conversar, amar e... aprender a aprender. Glória Antunes Psicóloga da 8ª série Especialista em Terapia Familiar e de Casal EXPOMÓDULO Expomódulo 2007 traz temas interessantes Neste ano, a Expomódulo quebrou o recorde de inscrições. Teve 79 anteprojetos inscritos. Um a mais do que no ano passado. E o mais surpreendente é a quantidade de temas que instigam a curiosidade, porque sem cunho científico evidente. “Teremos trabalhos sobre a 'Risada', a 'Broadway', e dois sobre as sandálias 'Havaianas'”, diz a Assistente de Direção e integrante da Comissão Executiva, Beth Fernandes. No calendário da Escola está previsto um final de semana para a realização da montagem, apresentação pública e desmontagem, nos dias 5, 6 e 7 de outubro. Porém, devido à grande quantidade de projetos, há possibilidades de mudança. “Certamente será necessário outro fim de semana para suprir o número de exposições”, informa Beth. PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS O Comitê Orientador, composto por professores e técnicos do Colégio Módulo, se reúne sempre às quintas feiras, às 17h. Algumas ações positivas já foram implementadas, O sociólogo Gey Espinheira como, por exemplo, a mobilização da discussão com todo o quadro de professores, que assistiram a um vídeo sobre a importância da prevenção ao uso de álcool e outras drogas. Esse ano nosso foco será para o uso do álcool na adolescência. No dia 23 de maio, o Profº Dr. Gey Espinheira proferiu uma palestra para os pais sobre o tema “ Álcool, Devaneio e Transgressão”. DIÁLOGOS COM A EDUCAÇÃO Fiquem atentos ao Encontro das Quartas, sugiram temas e p a l e s t r a n t e s . Va m o s aproveitar a oportunidade iálogos Educação de enriquecer essa parceria. Ainda fazendo parte do Um Projeto do Colégio Módulo Projeto Diálogos com a Educação, o Núcleo de Educadores promove atividades com o objetivo de garantir a formação continuada na Escola, com discussão sobre questões pertinentes ao fazer pedagógico, inclusive trazendo profissionais convidados, ou contando com a participação dos professores. [email protected] D com a Voltado para os alunos da 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio e alunos do Curso Módulo Pré-universidade, o curso interdisciplinar debateu questões durante todo o mês de maio. No dia 16 o assunto foi: Amazônia: Riquezas e conflitos com o professor Yomar Seixas. Dia 22 foi a vez de falar sobre o assunto “Aquecimento Global e fontes de energia” com os professores Wladimir e Lessa. Dia 24: Oriente Médio: Aspectos políticos com o professor Renato Santos Dia 05/06: Política ideológica do mundo contemporâneo com a professora Nieta. Dia 06/06: Música Popular Brasileira: criatividade e influências, com o professor Zé Carlos Sousa. Em um coquetel de encerramento, os participantes receberam certificado e um CD, com o material trabalhado ao longo do curso. Proposto pelo Grupo Módulo, Criarte, Cursinho e Colégio, o segundo concurso artístico literário mobilizou alunos do Ensino Fundamental e Médio, que inscreveram seus trabalhos de pintura, desenho poesia e conto, sobre o tema “Sou cidadão do mundo, posso fazer a paz”. A premiação acontecerá dia 13/08 às 19h30, no Teatro Módulo, com a presença do homenageado, este ano, o poeta Capinan. CLUBE DO VÍDEO O Clube do Vídeo acontece quinzenalmente (alternando dias de quarta e quinta), das 15h às 18h. A participação do aluno é opcional. Sempre após a exibição do filme, temos um bate-papo com algum convidado. Inauguramos o Projeto dia 09/05, com a exibição do filme As Crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guardaroupa. COMISSÃO DE ÉTICA Reunião quinzenalmente às quartas-feiras, das 19h às 20h, sob coordenação de Beth Fernandes. 3 N ão é nada de grave, mas você sabe como são as coisas, nós nos preocupamos com seu futuro...” Há dois dias essa mesma frase, quase literalmente, foi-me dita por pais diferentes. Eles tentavam comunicar assim sua angústia diante de uma guinada imprevista na vida dos filhos adolescentes. Acontece o tempo todo: os jovens se afastam das trilhas convencionais que deveriam levar a um pouco de tranqüilidade econômica e social. E os pais sofrem e resistem. Eles perdem o sono, às vezes se desesperam ou, pior, reagem com violência repressora, produzindo tragédias ou armando bombas de efeito retardado. No alto da lista das preocupações que afligem os pais: um relacionamento amoroso muito precoce, a escolha de profissões nas quais o pão cotidiano parece incerto (artista plástico, ator de teatro, capoeirista, poeta, etc.) e a decisão de interromper os estudos e de sair pelo mundo afora de mochila nas costas. Ou a vontade de encurtar o passo, reduzir a velocidade da corrida e aproveitar um pouco mais a vida com ou sem o auxílio de um baseado. Não é que os pais não entendam. Ao contrário, é freqüente que a decisão do adolescente coincida com uma aspiração antiga do pai, da mãe ou de ambos, a retomada de um desejo ao qual eles renunciaram. Por exemplo, eles queriam tanto dar a volta ao mundo de barco a vela e acabaram no escritório de um banco. De repente, o filho ou a filha parece querer compensar essa antiga desistência dos pais. O “nada de grave”, com o qual começa a frase citada, manifesta que a maioria dos pais não condena a escolha do adolescente. Afinal, como está subentendido, eles não são manequins para ternos cinza e tailleurs azul-marinho. Eles também preferiram outra coisa do que o sossego. Eles também quiseram ser atores de teatro, poetas, escultores ou mochileiros. Seus devaneios foram e talvez sigam sendo exuberantes. A ponto de, às vezes, os pais, apesar de agoniados pela decisão do adolescente, mal esconderem uma espécie de satisfação, como se o jovem levantasse uma bandeira que eles, feridos pelas obrigações da vida, deixaram cair. A coisa causa medo nos pais (sabe-se que o porta-bandeira leva chumbo facilmente), mas inspira orgulho. E mesmo uma certa inveja. O início que se segue, “você sabe como são as coisas”, procura a cumplicidade de quem ouve: você, outro adulto que escuta minha queixa, sabe como a vida é complicada e dura. E, de fato, não há como discordar: a desistência não é só covardia, o sacrifício também exige coragem. Compreendemos sem dificuldade tanto as renúncias quanto as preocupações dos pais. Eles escolheram servir às 4 obrigações da vida. Podem até admirar a revolta de seus rebentos, mas prefeririam que eles também desistissem de seus projetos ousados para garantir um futuro tranqüilo. Faz sentido. Aqui o adolescente propõe uma réplica que merece ser ouvida. Ele pergunta: por que vocês não esquecem um pouco o meu futuro? Por que não se preocupam com meu presente? Quando olhamos para as crianças, certamente imaginamos seu futuro e desejamos que seja radioso, mas nos importa também que eles sejam felizes hoje, não só amanhã. Com o adolescente, a coisa muda: parecemos conceber sua existência como uma longa véspera, uma espécie de cursinho. Na hora em que o jovem se desvia da estrada que desejamos para ele, quase perdemos a capacidade de enxergá-lo. No seu lugar, vemos apenas o fantasma ameaçador de um futuro comprometido. Ora, para o adolescente, a vida não é o futuro (calmo ou ousado que seja), a vida é aquela que ele está vivendo agora. Todos cansamos de renunciar a desejos e prazeres em vista de uma amanhã melhor. Mas acharíamos a experiência penosa, se, como o adolescente, nos transformássemos numa espécie de cheque pré-datado, sendo vistos, amados ou receados, apenas como a promessa do dia em que chegará a hora da compensação. Na maioria dos casos, as famílias acabam inventando compromissos entre os medos prudentes dos pais futurólogos e as decisões do adolescente revoltado que conclama: minha vida é agora. Mas há pais irredutíveis, que nunca admitem as escolhas arriscadas dos filhos. Provavelmente a rebeldia adolescente reviva neles antigas feridas dolorosas demais. As razões, às vezes, são mesquinhas, como nesta memorável observação de um pai preocupado com o filho: “Como ele quer sair viajando, quando eu desisti de dar a volta ao mundo logo porque sua mãe ficou grávida dele e tive que botar as mãos na massa?” Recomendo o exercício seguinte a todos os pais e, em particular, aos pais intransigentes na hora em que se preocupam com os efeitos futuros da rebeldia de um adolescente. Depois de bater na madeira e cruzando os dedos, perguntem-se: e se ele morresse amanhã? Se, por alguma razão, o futuro de meu rebento, que me atribula tanto, não viesse a ser? O que direi do tempo que ele viveu? Que não foi nada que valesse por conta própria, mas apenas uma espera interrompida antes que a vida começasse? Simone Harnik da Folha de São Paulo Questão interdisciplinar, que vai aparecer no exame pela primeira vez. De acordo com a pró-reitora de graduação da USP, Selma Garrido Pimenta, a prova não deverá ser dividida em matérias, como vinha sendo até hoje. “Serão 90 questões e alteramos a natureza delas. Queremos incluir perguntas que cobrem o raciocínio e sejam mais abrangentes”. A idéia, segundo a pró-reitora, é selecionar alunos com uma “postura crítica diante do conhecimento”, mas sem deixar de avaliar os conteúdos das disciplinas do Ensino Médio: Português, Matemática, História, Geografia, Inglês, Física, Química e Biologia. “Os jovens que querem passar na Fuvest precisam continuar estudando bastante”, afirma Selma. “Dá para fazer uma questão interdisciplinar num nível fácil, como é o do Enem, ou num nível muito elevado, como é na UNB (Universidade Nacional de Brasília). Mas acredito que a Fuvest fará questões mais fáceis que as da UNB, que têm textos enormes, gigantescos”, diz o coordenador do Objetivo, Antonio Mario Salles. (Http://www1,folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18656.shtml ) Simone Harnik, Vinícius Caetano Segalla Folha de São paulo Além das questões interdisciplinares, que exigem conhecimentos de mais de uma disciplina para chegar à resposta, outra tendência adotada ultimamente pelos grandes processos seletivos é relacionar as perguntas de Biologia, de Química e de Física aos fenômenos presentes no cotidiano dos estudantes. E ambas as práticas deverão ter impacto na forma de ensinar das escolas. É a aplicação do que se aprende no Ensino Médio à realidade dos alunos, prática que, em conjunto com a interdisciplinaridade, vai ao encontro do que pregam as modernas correntes pedagógicas. Pela teoria, o estudante, ao perceber que o que ele aprende na escola não é “cultura inútil” para passar na prova, interessa-se mais pelas matérias e absorve com maior facilidade o conteúdo passado. “Nos vestibulares, os elaboradores chamam as perguntas mais ligadas ao dia-a-dia de questões contextualizadas”, explica o coordenador do Anglo Sezar Sasson. Segundo ele, essa é uma tendência positiva nos exames, mas isso não significa que os conceitos básicos deixarão de ser cobrados. É isso o que tenta fazer a professora Soraya Saadeh, do Colégio Magno, da capital paulista. “Quando fui explicar Termoquímica, por exemplo, pedi aos alunos que pegassem seus lanches. A partir daí, comecei a analisar o conteúdo calórico de cada um e sugeri aos alunos que fizessem um relatório sobre a ingestão de calorias ao longo de um dia”, conta. (http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u19002.shtml ) Laura Capriglione da Folha de São Paulo A Resolução do Conselho de Graduação para o vestibular, publicada no “Diário Oficial”, do dia 21 de junho, afirmava que a primeira fase da Fuvest teria 90 questões de conhecimentos gerais, valendo um ponto cada; que a prova versaria “sobre o conjunto das disciplinas do núcleo comum do ensino médio”, e que conteria “algumas questões interdisciplinares”. Ontem, a reitoria dirimiu essas dúvidas. Sabe-se agora que, das 90 questões previstas para a primeira fase da Fuvest, nove (10%) terão abordagem interdisciplinar, as demais sendo distribuídas entre as disciplinas do núcleo comum do ensino médio Português, Matemática, História, Física, Geografia, Química, Biologia e Inglês. (http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18771.shtml ) (Nota de Redação) Pensamos que a tendência é que esse percentual vá crescendo progressivamente. 5 O Módulo continua firme no incentivo ao esporte. Segundo o professor Paulo Ferraz, há três importantes torneios neste período do ano. “Já se iniciou o PRIMAPI, na modalidade Futsal. Os JEB'S começaram em maio, e o 11° Torneio Esportivo da Pituba (TEP) ocorreu nos dias 2 e 3 de junho”, diz Ferraz. As equipes da 5ª série do Módulo, tanto no masculino quanto no feminino, sagraram-se vice-campeãs. Nos JEB'S, o Módulo participa em quatro modalidades: Basquete, Vôlei, Futsal e Judô. Entre 29 de março e 2 de abril, na cidade de Maceió, o Módulo tornou-se bicampeão (foto ao lado) da Copa Futsal Sesc Norte-Nordeste 2007, na categoria infantil. Os bicampeões da Copa Futsal Sesc Norte-Nordeste 2007 21h A nossa editoria Muito Prazer tem o objetivo de apresentar a equipe técnica que contribui para a qualidade do nosso fazer pedagógico. Nesta edição, apresentaremos a Vice-Direção e a Assistência de Direção. As responsabilidades da Vice-Direção e da Assistência de Direção Para auxiliar o Diretor Pedagógico, temos a Assistência de Direção e a Vice-Direção. As Assistentes de Direção e a Vice-Direção assessoram todos os setores da Escola, auxiliam o planejamento, execução e avaliação dos Projetos Interdisciplinares, buscando dar uma unidade de ação ao Projeto Pedagógico do Colégio; promovem, junto à Direção, Corpo Técnico, Docente e Discente, novos projetos, oficinas e atividades culturais. A Vice-Diretora acompanha diariamente todas as atividades escolares, supervisionando, avaliando e acompanhando o planejamento global e dirigindo sistematicamente a disciplina. À Vice-Direção e Assistência de Direção cabe, ainda, representar a Direção junto ao Corpo Técnico, Docente e de Funcionários, aos Alunos e Familiares, decidindo sobre aspectos de ordem pedagógica e administrativa. Graduada em Psicologia, pela UFBA, 7ª especialista série em Psicologia Escolar e da Educação, Psicanalista. Trabalha no Módulo desde 1995, quando foi inaugurada a sede da Avenida Magalhães Neto. Iniciou o seu trabalho no Departamento Psicopedagógico, dando acompanhamento a diferentes séries , entre 1995 e 1999. A partir do ano 2000, assumiu a função de Assistente de Direção. 6 Formada em Psicologia pela UFBA há 20 anos, especialista em Psicologia Escolar e da Educação, pós- graduada em Gestão Educacional. Trabalha no Módulo desde 1993. Acompanhou da 7ª série do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. Atualmente acompanha a 3ª série do Ensino Médio e é Coordenadora do Departamento Psicopedagógico. É Assistente de Direção do Colégio, juntamente com Beth Fernandes. Formada há 20 anos em Pedagogia, pela UCSAL, é especialista em Administração e Supervisão escolar. Iniciou seu trabalho no Módulo em 1993 como Supervisora Pedagógica. Atualmente é Vice-Diretora e acompanha o trabalho da 5ª série do Ensino Fundamental à 3ª Série do Ensino Médio. Fábio Vasconcelos (Estagiário do DC) Recomendo o livro Verdade Tropical, de Caetano Veloso. Usando uma linguagem muito peculiar e em primeira pessoa, o autor aborda aspectos afetivos e intelectuais que envolveram a sua vida na época do Tropicalismo. O Sapato de meu tio Espaço Xisto Bahia. A peça ganhou, em 2005, o Prêmio Estímulo a Montagens de Espetáculos de Médio Porte nas Áreas de Teatro e Dança no Estado da Bahia, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Dirigida por João Lima. DC Filipe Farias e Caio Souza 6ªA Adolescente Brasileiro: Visão Global Ação Local é meu tema. Nós podemos, com ele, aprender mais sobre os problemas ambientais e o que pode acontecer no futuro. Também como precisamos cuidar para nada de mal acontecer no futuro. Gustavo Teles, Eric Sampaio,Vitor Silveira e Lucas Lima. 1ºC O projeto “Meu mundo e tudo mais” nos proporciona um conhecimento sobre a realidade do mundo e sobre o meio que vivemos. Natalia 5ªA O meu tema: “Vida saudável, um caminho possível”. Eu gostei muito desse projeto interdisciplinar, porque ele nos ensina a ter uma alimentação saudável. Isso é ótimo para nós, pois nos ajuda a comer melhor. JOÃO BECK (6ªD) Indico a comédia, super engraçada, As Loucuras de Dick e Jane, de Dean Parisot, com Jim Carrey no papel principal.’ Clara Nunes (8ªA) Indico o livro Otelo. Fala sobre a relação apaixonada entre o general Otelo e a bela Desdêmona, e o trágico final desse romance, destruído pelo ciúme. É muito bom também para quem se interessa em saber um pouco mais sobre história mundial. Autor: William Shakespeare Considero o projeto da 8ª série bem coeso porque há uma grande interação do corpo de professores. Essa unidade ficou muito nítida quando da apresentação do projeto na reunião de pais, momento em que o mapa conceitual foi apresentado às famílias com clareza e coerência. A temática Adolescente, Um Olhar Para A Vida favorece um maior entrosamento entre professores, adolescente e família. Com relação aos conteúdos acadêmicos, trabalhamos na perspectiva de projetos, principalmente com esse tema. Para os alunos, tem sido bem interessante, pois trata da realidade deles, algo próximo, que instiga a curiosidade e movimenta a busca pelo saber. Estamos numa fase inicial. Os alunos têm de lidar com diferentes desafios, uma vez que ainda não conhecem bem os colegas da equipe, já que foi uma decisão nossa estabelecer os grupos por sorteio, com o objetivo de favorecer o rompimento das “panelinhas” e favorecer o desenvolvimento das relações interpessoais. Estamos atentos a possíveis “conflitos”, comuns a toda e qualquer relação entre pessoas que compõem um grupo. Mas temos certeza de que, nessa nova etapa, bastante lúdica, possíveis divergências, provavelmente, inexistirão. Miriam Brasileiro - Prof. De Português O projeto tem despertado bastante interesse nos alunos, pois está sendo estudado o surgimento da Ciência no Mundo.Todas as disciplinas desenvolveram atividades que permitam o conhecimento teórico sobre o surgimento da tecnologia e sua aplicação na vida do homem, desde os primeiros tempos.A partir da segunda unidade, estes conhecimentos serão utilizados para realizar atividades práticas, de criação. Avaliação do projeto na 2ª série E. Médio, 1ª unidade Beatriz Macêdo 8ªC Acho o nosso projeto interdisciplinar Adolescente: Um Olhar para a Vida bem legal. O interessante é que o processo é dinâmico, sai da monotonia. O Módulo propôs não ter fala nas apresentações. Alguns grupos farão teatro mudo, outros, dança. É um desafio. E estamos aprendendo a lidar com esse desafio. Pedro Guimarães 7ªA O nosso projeto Adolescente: Valores, Idéias e Atuação vai ajudar a encararmos uma vida futura. Um breve futuro, diga-se de passagem, pois em pouco tempo teremos 17, 18 anos. Vai nos preparar para que a vida não nos crie nenhuma grande surpresa. O Projeto mostra ao adolescente como ele pode atuar na sociedade, seja votando ou propondo mudanças. 7