S
DO
JORNAL
S
I
PA
Maio 2007
Homenagem ao dia das mães
O professor Jayme
Barros esclarece
algumas dúvidas
sobre o trabalho
interdisciplinar
realizado no Colégio
Módulo
O texto de Contardo
Calligaris traz reflexões
interessantes sobre a
relação pais e filhos.
Confira as opiniões de
alguns alunos e
professores sobre o
projeto interdisciplinar
Saiba as novidades sobre
o vestibular, com as
notícias divulgadas pela
USP
No dia 9 de maio, no Teatro Módulo,
comemoramos o dia das mães com uma
apresentação dos professores e funcionários,
seguida de um coquetel e sorteio de brindes.
“Os fatos não deixam de existir por serem ignorados”
Aldous Huxley
INTERDISCIPLINARIDADE - VESTIBULAR
Se estudarmos a atual tendência
dos vários vestibulares, se
refletirmos sobre as provas anuais
do Exame Nacional do Ensino
Médio (ENEM), veremos um
determinado caminho em busca de
uma interdisciplinaridade, a cada
ano, mais efetiva. É verdade que
não se chegou, ainda, ao grau
desejado. É algo novo no ensino brasileiro, sem ainda
uma tradição acadêmica. Só há pouco tempo as
universidades vêm estudando a interdisciplinaridade
em educação.
É preciso que fique bem claro, portanto, que não existe
oposição alguma entre o trabalho interdisciplinar e a
preparação para o vestibular. É necessário, também,
eliminar alguns equívocos que se divulgam sobre o
trabalho interdisciplinar. Ele não anula nem diminui o
estudo dos conteúdos disciplinares. O trabalho
interdisciplinar os reorganiza e lhes dá um significado
novo.
É afirmação, hoje bastante repetida, que o atual
mercado de trabalho exige, e com certeza exigirá
muito mais a cada ano, profissionais que tenham algo
muito além da competência cognitiva. O atual mercado
de trabalho exige, e com certeza exigirá muito mais a
cada ano, profissionais que tenham sensibilidade,
criatividade, senso crítico, capacidade de adaptar-se a
situações novas e de aprender a cada instante.
E tudo isso um trabalho interdisciplinar desenvolverá
muito mais!
É preciso que tenhamos uma visão clara de que,
com a velocidade das mudanças do mundo
contemporâneo, nossos filhos-alunos exercerão
suas profissões de nível superior em um mundo bem
diverso do nosso, no qual a configuração das atuais
profissões poderá ser bem outra. Por isso, mais que
aprender e assimilar o que está estabelecido, é
necessário que nosso filho-aluno adquira a
competência de ser um eterno aprendiz, criando-se
e recriando-se, sabendo intervir crítica e
criativamente nas várias situações novas que
vivenciará em sua profissão.
Por tudo isso, cabe à escola de ensino médio
preparar o aluno para o vestibular, SIM. Mas é seu
dever, também, prepará-lo para a vivência
universitária e para o exercício profissional. Em
síntese: cabe à escola, com e na vida que o aluno
vivencia agora, proporcionar as condições mais
favoráveis para que ele se vá construindo em sua
inteireza humana: inteligência, afeto, sensibilidade,
criatividade, senso crítico, capacidade de relacionar-se com o novo e aprender com ele e atuar nele. Em
síntese: cabe à escola proporcionar as condições
mais favoráveis para que o aluno se construa pessoa
comprometida consigo mesma, com os outros e com
o seu estar-sendo no mundo.
Jayme Barros
Expediente
Direção
Jayme Barros e
Pissica
Vice-Direção
Ana Cristina Calfa
Assistência de
Direção
Beth Fernandes,
Luis Carlos Barros e
Suely Barros
Departamento
Cultural
Cláudia Nascimento,
Daniela Santana,
Fábio Vasconcelos,
Glória Antunes, Kaio
Fiuza, Marcelo
Fraga, Paula Cintra,
Rita Oliveira e
Silvana Sarno
Editoração
Fábio Vasconcelos,
Kaio Fiuza e Paula
Cintra
Impressão
Gráfica do Módulo
JORNAL DO COLÉGIO
MÓDULO é uma publicação
mensal, realizada pelo Colégio
Módulo.
Endereço: Avenida Professor
Magalhães Neto, Loteamento
Aquarius, 1177, Rua B,
Quadra F
Telefone: (71) 2102-1300
Internet:
www.portalmodulo.com.br
2
Após o movimento feminista, o poder e o sustento do lar passam a ser compartilhados por pai e
mãe. A tarefa da educação já não é integralmente assumida pela mãe, que, hoje, está mais tempo
distante do lar, trabalhando fora de casa, investindo afetivamente em si, em seus desejos e em
aspirações profissionais.
As transformações impostas pela sociedade promovem um movimento na estrutura familiar, onde
a imagem do provedor, como detentor de poder, não se sustenta mais. A autoridade parental se
desloca; a mãe agora também é poderosa. Do pai é cobrada a atenção educativa, tarefa esta que
precisa ser construída, já que é nova para ele.
A hierarquia familiar muda, a diluição da autoridade paterna contribui para o fortalecimento dos
laços com os amigos e com os meios de comunicação. O papel do filho como sujeito, com deveres
e/ou com o dever de obedecer às ordens parentais, se dissolve, tornando-se as relações
simétricas.
E quem assume, então, a autoridade?
Às vezes ninguém; inseguros e atentos às novidades em seus papéis, os pais se descuidam de
seus papéis de cuidadores e educadores.
Apesar de todos os movimentos transformadores da unidade familiar, é preciso que se preserve a
família como lócus de estabilidade e proteção, funções primordiais desta instituição, que
acompanha a humanidade em todo seu caminhar histórico.
As tarefas de educar filhos, de transmitir valores e determinar limites, devem ser ainda da família,
contexto de aprendizagem de todas as tarefas da vida: compartilhar, conversar, amar e... aprender
a aprender.
Glória Antunes
Psicóloga da 8ª série
Especialista em Terapia Familiar e de Casal
EXPOMÓDULO
Expomódulo 2007 traz temas interessantes
Neste ano, a Expomódulo quebrou o recorde de
inscrições. Teve 79 anteprojetos inscritos. Um a mais
do que no ano passado. E o mais surpreendente é a
quantidade de temas que instigam a curiosidade,
porque sem cunho científico evidente. “Teremos
trabalhos sobre a 'Risada', a 'Broadway', e dois sobre
as sandálias 'Havaianas'”, diz a Assistente de Direção
e integrante da Comissão Executiva, Beth Fernandes.
No calendário da Escola está previsto um final de
semana para a realização da montagem,
apresentação pública e desmontagem, nos dias 5, 6 e
7 de outubro. Porém, devido à grande quantidade de
projetos, há possibilidades de mudança. “Certamente
será necessário outro fim de semana para suprir o
número de exposições”, informa Beth.
PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO USO
DE DROGAS
O Comitê Orientador,
composto por
professores e
técnicos do Colégio
Módulo, se reúne
sempre às quintas
feiras, às 17h.
Algumas ações
positivas já foram
implementadas,
O sociólogo Gey Espinheira
como, por exemplo, a
mobilização da discussão com todo o quadro de
professores, que assistiram a um vídeo sobre a
importância da prevenção ao uso de álcool e outras
drogas. Esse ano nosso foco será para o uso do
álcool na adolescência. No dia 23 de maio, o Profº
Dr. Gey Espinheira proferiu uma palestra para os
pais sobre o tema “ Álcool, Devaneio e
Transgressão”.
DIÁLOGOS COM A EDUCAÇÃO
Fiquem atentos ao
Encontro das Quartas,
sugiram temas e
p a l e s t r a n t e s . Va m o s
aproveitar a oportunidade
iálogos
Educação de enriquecer essa parceria.
Ainda fazendo parte do
Um Projeto do Colégio Módulo
Projeto Diálogos com a
Educação, o Núcleo de
Educadores promove atividades com o objetivo
de garantir a formação continuada na Escola,
com discussão sobre questões pertinentes ao
fazer pedagógico, inclusive trazendo
profissionais convidados, ou contando com a
participação dos professores.
[email protected]
D
com a
Voltado para os alunos da 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino
Médio e alunos do Curso Módulo Pré-universidade, o
curso interdisciplinar debateu questões durante todo o
mês de maio.
No dia 16 o assunto foi: Amazônia: Riquezas e conflitos
com o professor Yomar Seixas.
Dia 22 foi a vez de falar sobre o assunto “Aquecimento
Global e fontes de energia” com os professores
Wladimir e Lessa.
Dia 24: Oriente Médio: Aspectos políticos com o
professor Renato Santos
Dia 05/06: Política ideológica do mundo
contemporâneo com a professora Nieta.
Dia 06/06: Música Popular Brasileira: criatividade e
influências, com o professor Zé Carlos Sousa.
Em um coquetel de encerramento, os participantes
receberam certificado e um CD, com o material
trabalhado ao longo do curso.
Proposto pelo Grupo Módulo, Criarte, Cursinho e
Colégio, o segundo concurso artístico literário mobilizou
alunos do Ensino Fundamental e Médio, que
inscreveram seus trabalhos de pintura,
desenho poesia e conto, sobre o tema
“Sou cidadão do mundo, posso fazer a
paz”. A premiação acontecerá dia 13/08 às
19h30, no Teatro Módulo, com a presença
do homenageado, este ano, o poeta
Capinan.
CLUBE DO VÍDEO
O Clube do Vídeo acontece
quinzenalmente (alternando dias de
quarta e quinta), das 15h às 18h.
A participação do aluno é opcional.
Sempre após a exibição do filme,
temos um bate-papo com algum
convidado.
Inauguramos o Projeto dia 09/05, com a exibição do filme
As Crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guardaroupa.
COMISSÃO DE ÉTICA
Reunião quinzenalmente às quartas-feiras, das 19h
às 20h, sob coordenação de Beth Fernandes.
3
N
ão é nada de grave, mas você sabe como são
as coisas, nós nos preocupamos com seu
futuro...”
Há dois dias essa mesma frase, quase literalmente,
foi-me dita por pais diferentes. Eles tentavam
comunicar assim sua angústia diante de uma
guinada imprevista na vida dos filhos adolescentes.
Acontece o tempo todo: os jovens se afastam das
trilhas convencionais que deveriam levar a um pouco
de tranqüilidade econômica e social. E os pais
sofrem e resistem. Eles perdem o sono, às vezes se
desesperam ou, pior, reagem com violência
repressora, produzindo tragédias ou armando
bombas de efeito retardado.
No alto da lista das preocupações que afligem os
pais: um relacionamento amoroso muito precoce, a
escolha de profissões nas quais o pão cotidiano
parece incerto (artista plástico, ator de teatro,
capoeirista, poeta, etc.) e a decisão de interromper
os estudos e de sair pelo mundo afora de mochila
nas costas. Ou a vontade de encurtar o passo,
reduzir a velocidade da corrida e aproveitar um
pouco mais a vida com ou sem o auxílio de um
baseado.
Não é que os pais não entendam. Ao contrário, é
freqüente que a decisão do adolescente coincida
com uma aspiração antiga do pai, da mãe ou de
ambos, a retomada de um desejo ao qual eles
renunciaram. Por exemplo, eles queriam tanto dar a
volta ao mundo de barco a vela e acabaram no
escritório de um banco. De repente, o filho ou a filha
parece querer compensar essa antiga desistência
dos pais.
O “nada de grave”, com o qual começa a frase citada,
manifesta que a maioria dos pais não condena a
escolha do adolescente. Afinal, como está
subentendido, eles não são manequins para ternos
cinza e tailleurs azul-marinho. Eles também
preferiram outra coisa do que o sossego. Eles
também quiseram ser atores de teatro, poetas,
escultores ou mochileiros. Seus devaneios foram e
talvez sigam sendo exuberantes. A ponto de, às
vezes, os pais, apesar de agoniados pela decisão do
adolescente, mal esconderem uma espécie de
satisfação, como se o jovem levantasse uma
bandeira que eles, feridos pelas obrigações da vida,
deixaram cair. A coisa causa medo nos pais (sabe-se
que o porta-bandeira leva chumbo facilmente), mas
inspira orgulho. E mesmo uma certa inveja.
O início que se segue, “você sabe como são as
coisas”, procura a cumplicidade de quem ouve: você,
outro adulto que escuta minha queixa, sabe como a
vida é complicada e dura. E, de fato, não há como
discordar: a desistência não é só covardia, o
sacrifício também exige coragem. Compreendemos
sem dificuldade tanto as renúncias quanto as
preocupações dos pais. Eles escolheram servir às
4
obrigações da vida. Podem até admirar a revolta de
seus rebentos, mas prefeririam que eles também
desistissem de seus projetos ousados para garantir
um futuro tranqüilo. Faz sentido.
Aqui o adolescente propõe uma réplica que merece
ser ouvida. Ele pergunta: por que vocês não esquecem
um pouco o meu futuro? Por que não se preocupam
com meu presente?
Quando olhamos para as crianças, certamente
imaginamos seu futuro e desejamos que seja radioso,
mas nos importa também que eles sejam felizes hoje,
não só amanhã. Com o adolescente, a coisa muda:
parecemos conceber sua existência como uma longa
véspera, uma espécie de cursinho. Na hora em que o
jovem se desvia da estrada que desejamos para ele,
quase perdemos a capacidade de enxergá-lo. No seu
lugar, vemos apenas o fantasma ameaçador de um
futuro comprometido.
Ora, para o adolescente, a vida não é o futuro (calmo
ou ousado que seja), a vida é aquela que ele está
vivendo agora. Todos cansamos de renunciar a
desejos e prazeres em vista de uma amanhã melhor.
Mas acharíamos a experiência penosa, se, como o
adolescente, nos transformássemos numa espécie de
cheque pré-datado, sendo vistos, amados ou
receados, apenas como a promessa do dia em que
chegará a hora da compensação.
Na maioria dos casos, as famílias acabam inventando
compromissos entre os medos prudentes dos pais
futurólogos e as decisões do adolescente revoltado
que conclama: minha vida é agora. Mas há pais
irredutíveis, que nunca admitem as escolhas
arriscadas dos filhos. Provavelmente a rebeldia
adolescente reviva neles antigas feridas dolorosas
demais. As razões, às vezes, são mesquinhas, como
nesta memorável observação de um pai preocupado
com o filho: “Como ele quer sair viajando, quando eu
desisti de dar a volta ao mundo logo porque sua mãe
ficou grávida dele e tive que botar as mãos na massa?”
Recomendo o exercício seguinte a todos os pais e, em
particular, aos pais intransigentes na hora em que se
preocupam com os efeitos futuros da rebeldia de um
adolescente. Depois de bater na madeira e cruzando
os dedos, perguntem-se: e se ele morresse amanhã?
Se, por alguma razão, o futuro de meu rebento, que me
atribula tanto, não viesse a ser? O que direi do tempo
que ele viveu? Que não foi nada que valesse por conta
própria, mas apenas uma espera interrompida antes
que a vida começasse?
Simone Harnik da Folha de São Paulo
Questão interdisciplinar, que vai aparecer no exame pela primeira vez. De acordo com a pró-reitora
de graduação da USP, Selma Garrido Pimenta, a prova não deverá ser dividida em matérias, como
vinha sendo até hoje. “Serão 90 questões e alteramos a natureza delas. Queremos incluir perguntas
que cobrem o raciocínio e sejam mais abrangentes”.
A idéia, segundo a pró-reitora, é selecionar alunos com uma “postura crítica diante do conhecimento”,
mas sem deixar de avaliar os conteúdos das disciplinas do Ensino Médio: Português, Matemática,
História, Geografia, Inglês, Física, Química e Biologia. “Os jovens que querem passar na Fuvest
precisam continuar estudando bastante”, afirma Selma.
“Dá para fazer uma questão interdisciplinar num nível fácil, como é o do Enem, ou num nível muito
elevado, como é na UNB (Universidade Nacional de Brasília). Mas acredito que a Fuvest fará
questões mais fáceis que as da UNB, que têm textos enormes, gigantescos”, diz o coordenador do
Objetivo, Antonio Mario Salles.
(Http://www1,folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18656.shtml )
Simone Harnik, Vinícius Caetano Segalla
Folha de São paulo
Além das questões interdisciplinares, que exigem conhecimentos de mais de uma disciplina
para chegar à resposta, outra tendência adotada ultimamente pelos grandes processos
seletivos é relacionar as perguntas de Biologia, de Química e de Física aos fenômenos
presentes no cotidiano dos estudantes. E ambas as práticas deverão ter impacto na forma de
ensinar das escolas.
É a aplicação do que se aprende no Ensino Médio à realidade dos alunos, prática que, em
conjunto com a interdisciplinaridade, vai ao encontro do que pregam as modernas correntes
pedagógicas. Pela teoria, o estudante, ao perceber que o que ele aprende na escola não é
“cultura inútil” para passar na prova, interessa-se mais pelas matérias e absorve com maior
facilidade o conteúdo passado.
“Nos vestibulares, os elaboradores chamam as perguntas mais ligadas ao dia-a-dia de
questões contextualizadas”, explica o coordenador do Anglo Sezar Sasson. Segundo ele,
essa é uma tendência positiva nos exames, mas isso não significa que os conceitos básicos
deixarão de ser cobrados.
É isso o que tenta fazer a professora Soraya Saadeh, do Colégio Magno, da capital
paulista. “Quando fui explicar Termoquímica, por exemplo, pedi aos alunos que
pegassem seus lanches. A partir daí, comecei a analisar o conteúdo calórico de
cada um e sugeri aos alunos que fizessem um relatório sobre a ingestão de
calorias ao longo de um dia”, conta.
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u19002.shtml )
Laura Capriglione da Folha de São Paulo
A Resolução do Conselho de Graduação para o vestibular, publicada no “Diário Oficial”, do dia 21 de
junho, afirmava que a primeira fase da Fuvest teria 90 questões de conhecimentos gerais, valendo um
ponto cada; que a prova versaria “sobre o conjunto das disciplinas do núcleo comum do ensino médio”,
e que conteria “algumas questões interdisciplinares”.
Ontem, a reitoria dirimiu essas dúvidas. Sabe-se agora que, das 90 questões previstas para a primeira
fase da Fuvest, nove (10%) terão abordagem interdisciplinar, as demais sendo distribuídas entre as
disciplinas do núcleo comum do ensino médio Português, Matemática, História, Física, Geografia,
Química, Biologia e Inglês.
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18771.shtml )
(Nota de Redação)
Pensamos que a tendência é que esse percentual vá crescendo progressivamente.
5
O Módulo continua firme no incentivo ao esporte. Segundo o professor
Paulo Ferraz, há três importantes torneios neste período do ano.
“Já se iniciou o PRIMAPI, na modalidade Futsal. Os JEB'S começaram
em maio, e o 11° Torneio Esportivo da Pituba (TEP) ocorreu nos dias 2 e 3
de junho”, diz Ferraz. As equipes da 5ª série do Módulo, tanto no
masculino quanto no feminino, sagraram-se vice-campeãs. Nos JEB'S, o
Módulo participa em quatro modalidades: Basquete, Vôlei, Futsal e Judô.
Entre 29 de março e 2 de abril, na cidade de Maceió, o Módulo tornou-se
bicampeão (foto ao lado) da Copa Futsal Sesc Norte-Nordeste 2007, na
categoria infantil.
Os bicampeões da Copa Futsal Sesc Norte-Nordeste 2007
21h
A nossa editoria Muito Prazer tem o objetivo de apresentar a equipe técnica que contribui para a qualidade
do nosso fazer pedagógico. Nesta edição, apresentaremos a Vice-Direção e a Assistência de Direção.
As responsabilidades da Vice-Direção e da Assistência de Direção
Para auxiliar o Diretor Pedagógico, temos a Assistência de Direção e a Vice-Direção. As Assistentes de
Direção e a Vice-Direção assessoram todos os setores da Escola, auxiliam o planejamento, execução e avaliação
dos Projetos Interdisciplinares, buscando dar uma unidade de ação ao Projeto Pedagógico do Colégio;
promovem, junto à Direção, Corpo Técnico, Docente e Discente, novos projetos, oficinas e atividades culturais.
A Vice-Diretora acompanha diariamente todas as atividades escolares, supervisionando, avaliando e
acompanhando o planejamento global e dirigindo sistematicamente a disciplina.
À Vice-Direção e Assistência de Direção cabe, ainda, representar a Direção junto ao Corpo Técnico,
Docente e de Funcionários, aos Alunos e Familiares, decidindo sobre aspectos de ordem pedagógica e
administrativa.
Graduada em Psicologia, pela
UFBA,
7ª especialista
série em Psicologia
Escolar e da Educação,
Psicanalista. Trabalha no Módulo
desde 1995, quando foi inaugurada
a sede da Avenida Magalhães Neto.
Iniciou o seu trabalho no
Departamento Psicopedagógico,
dando acompanhamento a
diferentes séries , entre 1995 e
1999. A partir do ano 2000, assumiu
a função de Assistente de Direção.
6
Formada em Psicologia pela UFBA
há 20 anos, especialista em
Psicologia Escolar e da Educação,
pós- graduada em Gestão
Educacional. Trabalha no Módulo
desde 1993. Acompanhou da 7ª
série do Ensino Fundamental à 3ª
série do Ensino Médio. Atualmente
acompanha a 3ª série do Ensino
Médio e é Coordenadora do
Departamento Psicopedagógico. É
Assistente de Direção do Colégio,
juntamente com Beth Fernandes.
Formada há 20 anos em
Pedagogia, pela UCSAL, é
especialista em Administração
e Supervisão escolar. Iniciou
seu trabalho no Módulo em
1993 como Supervisora
Pedagógica.
Atualmente é
Vice-Diretora e acompanha o
trabalho da 5ª série do Ensino
Fundamental à 3ª Série do
Ensino Médio.
Fábio Vasconcelos
(Estagiário do DC)
Recomendo o livro Verdade Tropical,
de Caetano Veloso. Usando uma
linguagem muito peculiar e em primeira
pessoa, o autor aborda aspectos afetivos e
intelectuais que envolveram a sua vida
na época do Tropicalismo.
O Sapato de
meu tio
Espaço Xisto Bahia. A peça
ganhou, em 2005, o Prêmio
Estímulo a Montagens de
Espetáculos de Médio Porte nas Áreas
de Teatro e Dança no Estado da
Bahia, promovido pela Fundação
Cultural do Estado da Bahia.
Dirigida por João Lima.
DC
Filipe Farias e Caio
Souza 6ªA
Adolescente Brasileiro:
Visão Global Ação
Local é meu tema.
Nós podemos, com ele,
aprender mais sobre os
problemas ambientais
e o que pode acontecer
no futuro. Também
como precisamos
cuidar para nada de
mal acontecer no
futuro.
Gustavo Teles, Eric
Sampaio,Vitor
Silveira e Lucas Lima.
1ºC
O projeto “Meu mundo e
tudo mais” nos
proporciona um
conhecimento sobre a
realidade do mundo e
sobre o meio que
vivemos.
Natalia 5ªA
O meu tema: “Vida
saudável, um caminho
possível”.
Eu gostei muito desse
projeto interdisciplinar,
porque ele nos ensina a
ter uma alimentação
saudável. Isso é ótimo
para nós, pois nos
ajuda a comer melhor.
JOÃO BECK
(6ªD)
Indico a comédia, super
engraçada, As Loucuras de
Dick e Jane, de Dean Parisot,
com Jim Carrey no papel
principal.’
Clara Nunes (8ªA)
Indico o livro Otelo. Fala sobre a
relação apaixonada entre o general Otelo
e a bela Desdêmona, e o trágico final
desse romance, destruído pelo ciúme. É
muito bom também para quem se
interessa em saber um pouco mais sobre
história mundial.
Autor: William Shakespeare
Considero
o projeto da 8ª série bem coeso
porque há uma grande interação do corpo de
professores. Essa unidade ficou muito nítida quando da
apresentação do projeto na reunião de pais, momento em que o
mapa conceitual foi apresentado às famílias com clareza e coerência.
A temática Adolescente, Um Olhar Para A Vida favorece um maior
entrosamento entre professores, adolescente e família.
Com relação aos conteúdos acadêmicos, trabalhamos na perspectiva de projetos,
principalmente com esse tema. Para os alunos, tem sido bem interessante, pois trata
da realidade deles, algo próximo, que instiga a curiosidade e movimenta a busca pelo
saber.
Estamos numa fase inicial. Os alunos têm de lidar com diferentes desafios, uma vez
que ainda não conhecem bem os colegas da equipe, já que foi uma decisão nossa
estabelecer os grupos por sorteio, com o objetivo de favorecer o rompimento das
“panelinhas” e favorecer o desenvolvimento das relações interpessoais.
Estamos atentos a possíveis “conflitos”, comuns a toda e qualquer relação
entre pessoas que compõem um grupo. Mas temos certeza de que,
nessa nova etapa, bastante lúdica, possíveis divergências,
provavelmente, inexistirão.
Miriam Brasileiro - Prof. De Português
O projeto tem despertado bastante interesse nos alunos, pois está sendo estudado o
surgimento da Ciência no Mundo.Todas as disciplinas desenvolveram atividades que
permitam o conhecimento teórico sobre o surgimento da tecnologia e sua aplicação na
vida do homem, desde os primeiros tempos.A partir da segunda unidade, estes
conhecimentos serão utilizados para realizar atividades práticas, de criação.
Avaliação do projeto na 2ª série E. Médio, 1ª unidade
Beatriz Macêdo 8ªC
Acho o nosso projeto interdisciplinar
Adolescente: Um Olhar para a Vida
bem legal. O interessante é que o
processo é dinâmico, sai da monotonia.
O Módulo propôs não ter fala nas
apresentações. Alguns grupos farão
teatro mudo, outros, dança. É um
desafio. E estamos aprendendo a lidar
com esse desafio.
Pedro Guimarães 7ªA
O nosso projeto Adolescente: Valores,
Idéias e Atuação vai ajudar a encararmos
uma vida futura. Um breve futuro, diga-se de
passagem, pois em pouco tempo teremos
17, 18 anos. Vai nos preparar para que a
vida não nos crie nenhuma grande
surpresa. O Projeto mostra ao adolescente
como ele pode atuar na sociedade, seja
votando ou propondo mudanças.
7
Download

AI P S - Colégio Módulo