Marconi Ferreira Perillo Junior Governador do Estado de Goiás José Eliton de Figueiredo Júnior Vice-Governador do Estado de Goiás Glaucia Maria Teodoro Reis Secretária de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial Thaysa de Faria e Moura Chefe de Gabinete Tania Maria Maia Magalhães Castro Marcos Lopes Assessores do Gabinete Suely Maria Arantes Chefe da Comunicação Setorial Cecília Mello Superintendente de Gestão, Planejamento e Finanças- Raimunda Montelo Gomes Superintendente de Promoção da Igualdade Racial – SUPIR SGPF Flávia Cruvinel de Oliveira Superintendente Executiva - SUPEX Claudia Ferreira de Azevedo Faria Gerente de Gestão de Pessoas Darlyton de Oliveira Barros Gerente Especial de Políticas da Diversidade Valdevina Neves dos Santos Superintendente de Políticas para Mulheres – SUPEM Marco Aurélio Fraissat Pugliese Gerente Especial da Secretaria Geral Maria Rita Medeiros Fontes Gerente Especial de Projetos e Interiorização das Ações Frederico Gonçalves Hummel Gerente Especial de Planejamento e Finanças Silvia de Assis Mendes Gerente do Centro de Referência Lucilene dos Santos Rosa Gerente Especial de Projetos Inter Setoriais e Comunidades Tradicionais Wiley Pereira da Silva Gerente Administrativo e de Convênios Sílvia de Assis Mendes Gerente do Centro de Referência Estadual da Igualdade - CREI 2 EXPEDIENTE Secretaria de Politicas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial Semira Secretária Glaucia Maria Teodoro Reis Conselho Editorial Glaucia Maria Teodoro Reis Dila Resende Tania Maria Maia Magalhães Castro Revisão e Edição Luciana Lombardi Nathália Machado Leandro Henryque Neves Guedes Jornalista Suely Maria Arantes Fotos Valdir Araújo 3 Sumário Apresentação Introdução Conferências Regionais e Municipais 3ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres Regimento Interno Eixos Temáticos Propostas enviadas para a Conferência Nacional Legislação Moções Aprovadas Fotos 4 APRESENTAÇÃO A realização da 3ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres foi possível em razão da sensibilidade e do apoio irrestrito do Excelentíssimo Senhor Governador Marconi Perillo que aprovou e liberou os recursos necessários a fim de que as mulheres do Estado de Goiás tivessem espaço e voz para debater e priorizar nossas necessidades e reivindicações. Acresce a isto o reconhecimento e o respeito pelas conquistas das mulheres goianas, precursoras do movimento feminista e que estiveram, em sua maioria, presentes nesta Conferência a qual também é fruto deste esforço pioneiro. A institucionalização da Secretaria de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial no Estado de Goiás – Semira tem uma trajetória que acompanha e reflete a luta das mulheres goianas por uma sociedade inclusiva e igualitária. E é nesta perspectiva que a Secretaria busca seus resultados. Refirome ao reconhecimento de valores e às mudanças de cultura necessárias para construção desta sociedade. Os resultados esperados só poderão ser alcançados pela capacidade de mudar e de aderir a novas propostas de convivência entre os seres humanos. Trabalho que também se concretiza com o reconhecimento da transversalidade de nossas ações e com a articulação de parcerias com a sociedade civil e instituições públicas dos três entes federativos. Temos todas e todos um grande desafio pela frente! Glaucia Maria Teodoro Reis Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. 5 INTRODUÇÃO O presente documento é um registro dos resultados de um trabalho coletivo que contou com a participação maciça dos municípios goianos deixando evidentes o compromisso e a responsabilidade tanto dos/as gestores/as municipais quanto da sociedade civil, cuja ativa participação qualificou e democratizou os debates realizados e as recomendações encaminhadas. A Conferência Estadual foi convocada pelo Decreto 7.372 de 17 de junho de 2011, assinado pelo Governador Marconi Perillo e coordenada conjuntamente pela Secretaria de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – SEMIRA e pelo Conselho Estadual da Mulher CONEM. O tema da Conferência: a “Igualdade, a Autonomia e o Respeito à Diferença” diz respeito a valores transversalmente presentes em todas as temáticas discutidas inclusive pelos e para os segmentos das comunidades negras, quilombolas, ciganas, indígenas e LGBTT. Na preparação para realização da Conferência Estadual foram realizadas visitas técnicas nos municípios que sediaram 31 Conferências Regionais e Municipais envolvendo 245 municípios no Estado para passar orientações e diretrizes com vistas à realização das Conferências, nas quais, observando o critério de proporcionalidade de número de habitantes por município, foram eleitas 698 delegadas municipais com a responsabilidade de representar e dar voz a todas as mulheres goianas inclusive para avaliação do II Plano Estadual e II Plano Nacional de Política para Mulheres, na elaboração do 3ªPlano Estadual de Política para mulheres além de propor e contribuir para a elaboração do 3ªPlano Nacional. 6 A Semira A criação da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres Promoção da Igualdade Racial – SEMIRA é uma conquista da luta e organização das mulheres goianas paraimplementação de Políticas Públicas voltadas para as questões de gênero. A Semira foi criada pela Lei 16.042/ 2007 e amplamente reestruturada na atual gestão pela Lei 17.257/2011, tendo por competência a formulação e execução de políticas estaduais voltadas para as mulheres, a igualdade racial e para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. O trabalho da SEMIRA é pautado na promoção da igualdade na diversidade, reconhecendo como positivas e enriquecedoras a multiplicidade de gênero, de orientação sexual, geracional e de etnias. Os programas e projetos de enfrentamento a todas as formas de violência, preconceito, discriminação e intolerância, vem resultando em políticas públicas efetivas construídas a partir das discussões com a sociedade civil organizada. Seu trabalho aponta para três questões centrais: a construção da igualdade na diversidade; o combate a todas as formas de intolerância e discriminação; e a formulação e implementação de políticas públicas que garantam a equidade de gênero e étnico racial. A 3ª Conferência Estadual de Política para Mulheres buscou a participação das mulheres paritariamente na sociedade civil e nos governos municipais e estadual garantindo transparência e compromisso na formulação do 3ªPlano Estadual e avaliação do II Plano Estadual e Nacional de Política para as Mulheres. Foram realizadas 31 Conferências Regionais e Municipais, tendo sido eleitas 698 delegadas com a responsabilidade de representar e dar voz às mulheres 7 goianas na 3ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres. Cabe registrar a participação maciça dos municípios deixando evidentes o compromisso e a responsabilidade tanto de nossos dirigentes municipais quanto da sociedade civil cuja ativa participação qualificou e democratizou os debates realizados e as recomendações encaminhadas. O lema desta 3ª Conferência “Igualdade, a Autonomia e o Respeito à Diferença”foi um chamamento à reflexão, entre outros, sobre o desafio da identidade na diversidade. Nesta reflexão cabe considerar o alerta do poeta negro Aimé Cesaire sobre as “duas maneiras de perder-se que são: por segregação, sendo enquadrado na particularidade, ou por diluição no universal”. Os resultados do trabalho feito com nossos corações e mentes é o primeiro passo para responder, o melhor que pudermos,aos anseios das mulheres do Estado de Goiás. A Força do Gênero, da Raça e da Diversidade no Coração do Brasil. 8 O CONEM Biênio 2010 – 2012 O CONEM tem uma composição paritária integrada por34 representantes do governo e da sociedade civil. Sua estrutura administrativa é formada por uma Presidente eleita entre os membros do colegiado, uma Secretária Executiva nomeada pelo Governo do Estado de Goiás maisa equipe técnica de trabalho. Representantes Governamentais Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Titular - Valdevina Neves dos Santos. Suplente: Maria Rita Medeiros Fontes. Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Titular: Raimunda Montelo Gomes. Suplente: Lucilene Santos Rosa. Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos –SEMARH. Titular: Jacqueline Vieira da Silva. Suplente: “Rose Cruvinel” Maria RoseleneDeusdara Cruvinel. Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia- SECTEC. Titular: Ellen Fernanda de Jesus Aguiar. Suplente: Ana Cecília Lousa Rocha. Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Irrigação–SEAGRI. Titular: Edna Ferreira Rosa. Suplente: Joana D’Arc de Godoy. 9 Secretaria de Estado da Cidadania e Trabalho - SECT. Titular: Denise Borges Barra de Azevedo. Suplente: Lazara Rosa da Silva Machado. Secretaria de Estado da Cidadania e Trabalho - SECT. Titular: Celi de Fátima Sousa Santos. Suplente: Havana Pereira Tavares. Secretaria de Estado da Educação–SEDUC. Titular: Carmen Susana Makhoul. Suplente: Roseane Ramos Silva dos Santos. Secretaria de Estado de Indústria e Comércio–SIC. Titular: Anita Martins. Suplente: Fátima Aparecida dos Santos. Secretaria de Estado da Saúde–SES. Titular: Helenita Macedo Rocha. Suplente: Vera Lúcia de Almeida. Secretaria de Estado da Segurança Pública e Justiça –SSP. Titular: Ten. Cel. Helena Aparecida Damásio. Suplente: Tenente Coronel Vera Lúcia Vieira da Cunha Montagnini. Secretaria de Estado da Segurança Pública e Justiça -SSP. Titular: Del. Darlene Costa Azevedo Araújo. Suplente: Karla Fernandes Guimarães. Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ. Titular: Diana Soares da Silva. Suplente: Lucimar Pucci de Araújo. Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento –SEGPLAN. 10 Titular: Lara Garcia Borges. Suplente: VanessiaTheodora Costa Alves. Secretaria de Estado da Cultura –SECULT. Titular: Cynthia Lorena Cintra Dias. Suplente: Laila Tioffe da Sila. Agência Goiana de Comunicação – AGECOM. Titular: Ana Maria de Souza Oliveira. Suplente: Susete Amâncio Gonçalves Alvares. Universidade Estadual de Goiás- UEG. Titular: Maria Lúcia Pacheco Duarte Santos. Suplente:Antonia Elisângela Vaz Costa. Representantes daSociedade Civil Or gani za çã o d as V olunt ári as d e G oiás – OVG. Titular: Maria Marinho da Silva. Suplente: Ana Celina Machado do Nascimento. Sindi cat o d os Pr ofess or es d o Estad o d e G oi ás – SINPRO. Titular: Ana Rita Marcelo de Castro. Suplente: Zilmarina Camilo. Ass ociação das Mul heres D efi ci ent es Aud itivas e S ur das d e Goi ás –AMDAS. Titular: V er a Balbin o R odri gues Macha do. Suplente: Mili ana E st er F er n and es . Uni ão Brasil ei ra de Mul h er es – UBM . Titular: “Dila R es en de” - Edil amar Cla ri n da de Res en de Oli v ei ra . Suplente: Ta mar a Naiz. 11 Cent ro Pop ul ar da Mul h er – CPM. Titular: Ana Car oli na Ba rb osa. Suplente: Nil va C o el h o. Ass ociação Br asil eir a de E nfer mag em - ABEN – Seçã o G oiás. Titular: Olívia Vi eir a d a Silva. Suplente: Antô nia Ma ria R eis . Fóru m d e Tr a ns ex uais d e G oi ás - F tg . Titular: Cristiany Beatriz Santos. Suplente: Walkiria Fernandes de Carvalho. Gr up o d e M ul her es N eg r as Malu nga . Titular: Maria Cristina de Oliveira. Suplente: Pur eza L op es Mat os . Ass ociação dos Pr ofess or es d a Uni versidad e Católi ca de Goiás – AP UC. Titular: Eline Jonas. Suplente: Lúcia Helena Rincón Afonso. Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás – SINTEGO. Titular:Delci de Souza Barros. Suplente:Lívia Betânia Gonçalves. Associação das Pensionistas da Policia e Corpo de Bombeiros Militares de Goiás – APPB. Titular: Venúzia Alencar Chaves. Suplente: Elenilza Bonfim. Cent ro de Val oriz aç ão da Mulh er – CEVAM . Titula r: Maria das Dores Dolly Soares. 12 Sup l ent e: Maria Cecília Machado do Vale. Ass ociação d e Trav estis Tr a ns ex uais e Tr a nsgê neros d e Goiás – AS TRAL . Titula r: “Beth Fernandes” - Roberta Fernandes de Souza. Sup l ent e: Maria Borges de Oliveira. Cons el ho R egi o nal d e S er viç o S ocial – CRE SS 1 9ª Regiã o. Titula r: Morgana Rodrigues dos Santos. Sup l ent e: Marilene Martins de Souza. Gr up o d e M ul her es N eg r as Dan dara no C err ad o - DA NDAR A. Titula r: AnadirCezário de Oliveira. Sup l ent e: Lucilene Vitório Rodrigues. Cent ral Ú ni ca d os Trab al ha do res – CUT-GO. Titula r: Maria de Fátima Veloso Cunha. Sup l ent e: Ana Maria Dias Caetano. Ass ociação Brasil eira de M ul her es de C arr eir a J urí di ca d o Est ad o de Goi ás – ABMCJ/G O. Titula r: Arieny Matias de Oliveira. Sup l ent e: Delaide Alves Miranda Arantes. 13 Comissão Organizadora Nomeada pela portaria 027/2011 – Decreto 7.372 de 17/06/2011 Responsável pela organização da 3ª Conferência Estadual da Mulher de Goiás. Glaucia Maria Teodoro Reis – Presidente da Comissão -Secretária de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial –Semira. Valdevina Neves dos Santos – Superintendente de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Ellen Sirley Vinhal-Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia – SECTEC. Luzherminia Carvalho Lima -Secretaria de Estado da Educação – SEDUC. Helenita Macedo Rocha – Secretaria de Estado da Saúde – SES. Darlene Costa Azevedo Araújo – Secretaria de Segurança Pública e Justiça – SSP. Wilma de Bessa Nogueira Borges – Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ. Ana Rita Marcelo de Castro – Sindicato dos Professores do Estado de Goiás – SINPRO Edilamar Clarinda de Resende Oliveira – União Brasileira de Mulheres – UBM Olívia Vieira da Silva – Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Goiás – ABEN Eline Jonas – Associação dos Professores da Universidade Católica de Goiás – APUC Delci de Souza Barros – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás – SINTEGO Morgana Rodrigues dos Santos – Sindicato Regional de Serviço Social – CRESS – 19ª Região 14 Maria de Fátima Veloso Cunha – Central Única dos Trabalhadores – CUTGO. Larissa Marquez Gomes Rosa – Secretária Executiva – Semira. Subcomissões Comissão de Articulação/Mobilização. Ana Rita Marcelo de Castro – Sindicato dos Professores do Estado de Goiás – SINPRO. Morgana Rodrigues dos Santos – Conselho Regional de Serviço Social – CRESS – 19ª Região. Edilamar Clarinda de Rezende Oliveira(Dila) – União Brasileira de Mulheres – UBM. Ellen SirleyVinhal -Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia – SECTEC. Denise Borges Barra de Azevedo - Secretaria de Estado de Cidadania e Trabalho – SECT. Ceres Cândido de Souza – Sindicato de Saúde –SINDSAUDE. Roseli Deleusa Peixoto – SINDSAUDE. Valdevina Neves dos Santos – Superintendente de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Elenilza Bonfim- Movi ment o das D onas de Cas a e C o ns umi dor es d o Esta do de G oiás – MDC. Ma ril ene Marti ns d e S ou za – CRESS 19 ª Regi ão e Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Lucil en e Vitó ri o R odri g ues Da ndara noC er rado. D AND AR A. Gr up o de Mul h er es N egras Ver a Balbi noR odri g ues Ma ch ado - . Asso ci açã o de Mul h er es Defi ci ent es Au diti vas e s ur das de Goiás. AMD AS. 15 Rhenata S o uza N unes – Estagi ária d o C onsel ho Esta du al da Mul h er - CONE M Taisa Cristi na P er ei ra Car doso - – Estagi ári a Co ns el ho Est a dual da Mul h er - CONE M Watusi Vir gini a S antia go Soar es - – Esta giá ri a Consel ho Esta du al da Mul h er - CONE M Comissão Temática Eline Jonas – Associação dos Professores da Universidade Católica de Goiás – APUC. Maria de Fátima,Antonia Elisângela Vaz Costa Veloso Cunha – Central Única dos Trabalhadores – CUT-GO. Luzherminia Carvalho Lima -Secretaria de Estado da Educação – SEDUC. Helenita Macedo Rocha – Secretaria de Estado da Saúde – SES. Valdevina Neves dos Santos – Superintendente de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Maria Rita Medeiros Fontes –Superintendência de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Havana Pereira Tavares – Secretaria de Cidadania e Trabalho (área Trabalho e Emprego)- SECT. Claudia Barbosa de Souza- Superintendência de Gestão Planejamento e Finança da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Flávia Cruvinel de Oliveira Superintendência Executiva – SUPEX daSecretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Comissão de Comunicação. Olívia Vieira da Silva – Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Goiás – ABEN. 16 Wilma de Bessa Nogueira Borges. Secretaria de Estado da Fazenda- SEFAZ. Ana Maria de Souza Oliveira –Agência Goiana de Comunicação – AGECOM. Luciana Lombardi –Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial –Semira. Shirley Maria Gundim de Barros –Sindicato da Saúde SINDSAÚDE. Ângela Cristina da Silva – Rede de Educação Cidadã – RECID – GO. Darlene Costa Azevedo Araújo- Secretaria de Segurança Pública e Justiça – SSP. Marilene Martins de Souza - CRE SS 19 ª Regi ã o e Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. ValdirAraújoAssessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial –Semira. Comissão de Relatoria Edilamar Clarinda de Rezende Oliveira(Dila) – União Brasileira de Mulheres – UBM. Joana D'Arc de Godoy – Secretaria de Estado da Agricultura SEAGRO. Shirley Maria Dionísio Martins – Sindicato da Saúde SINDSAÚDE. Ana Rita Marcelo de Castro – Sindicato dos Professores do Estado de Goiás – SINPRO. Marilene Martins - Superintendência da Igualdade Racialda Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Ana Carolina Barbosa- Centro Popular da Mulher –COM. Tania Maria Maia Magalhães Castro – Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Ivanilde Vieira Batista - Sindicato da Saúde SINDSAÚDE. 17 Luizmar Martins Arruda Junior – Superintendência de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Kátia Cecília Soares - Superintendência da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Lívia Maria Rosa - Superintendência da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Helenita Macedo Rocha – Secretaria de Estado da Saúde – SES. Lucilene Santos - Superintendência da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. Marco Aurélio Fraissat Pugliese - Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. 18 Relação das Conferências Regionais e Municipais 11/ago – Silvânia 12 municípios 200 pessoas 12/ago - Morrinhos 25 municípios 144 pessoas Bela Vista de Goiás Bonfinópolis Caldazinha Cristianópolis Diorama Gameleira de Goiás Leopoldo de Bulhões Orizona São Miguel do Passa Quatro Silvânia Vianópolis Santa Cruz de Goiás Água Limpa Aloândia Bom Jesus de Goiás Buriti Alegre Cachoeira Dourada Caldas Novas Cezarina Cromínia Edealina Edéia Goiatuba Inaciolândia Indiara Itumbiara Joviânia Mairipotaba Marzagão Morrinhos Panamá Piracanjuba Pontalina Porteirão Urutaí Rio Quente Vicentinópolis 19 16/ago - Iaciara 13municípios 16 pessoas 18/ago - São Luiz dos Montes Belos 28 municípios 113 pessoas Alvorada do Norte Buritinópolis Damianópolis Divinópolis de Goiás Flores de Goiás Guarani de Goiás Iaciara Mambaí Nova Roma Posse São Domingos Simolândia Sítio D'Abadia Adelândia Americano do Brasil Amorinópolis Anicuns Arenópolis Aurilândia Avelinópolis Bom Jardim de Goiás Buriti de Goiás Cachoeira de Goiás Córrego do Ouro Fazenda Nova Firminópolis Iporá Israelândia Ivolândia Jandaia Jaupaci Moiporá Nazário Palmeiras de Goiás Palminópolis Paraúna Piranhas Sanclerlândia Santa Bárbara de Goiás São Luiz dos Montes Belos Turvânia 20 17 a 19/ago – Senador Canedo 184 pessoas 18/ago - Nova Veneza 16 município 178 pessoas 19/ago – Ceres 16 municípios 138 pessoas 23/ago – Cavalcante 7 municípios 62 pessoas Abadia de Goiás Aragoiânia Brasabrantes Campestre de Goiás Caturaí Goianápolis Goianira Guapó Hidrolândia Inhumas Itaguarí Nerópolis Nova Veneza Santo Antônio de Goiás Trindade Varjão Barro Alto Ceres Campo Limpo de Goiás Carmo do Rio Verde Damolândia Goianésia Morro Agudo de Goiás Nova América Nova Glória Santa Izabel Santa Rita do Novo Destino Santa Rosa de Goiás São Luíz do Norte Rianópolis Vila Propício São Patrício Alto Paraíso de Goiás Campos Belos Cavalcante Colinas do Sul Monte Alegre de Goiás São João D'Aliança Teresina de Goiás 21 24/ago - Cidade Ocidental 6 municípios 161 pessoas 23/ago – Anápolis 7 municípios 183 pessoas Cabeceiras Cidade Ocidental Novo Gama Luziânia Abadiânia Cristalina Alexânia Anápolis Corumbá de Goiás Ouro Verde de Goiás Petrolina de Goiás Pirinópolis Teresópolis de Goiás 23/ago - Cachoeira Alta 166 pessoas 25/ago – Planaltina 7 municípios 180 pessoas Água Fria de Goiás Cocalzinho de Goiás Formosa Mimoso de Goiás Padre Bernardo Planaltina Vila Boa 25/ago - Sta Helena de Goiás 174 pessoas 25 a 26/ago - Santo Antônio do Descoberto 200 pessoas 26/ago – Jaraguá 3 municípios 60 pessoas Jaraguá Jesupólis São Francisco de Goiás 26/ago - Valparaíso de Goiás 200 pessoas 22 27/ago - São Miguel do Araguaia 51 pessoas 26 e 27/ago – Goiânia 1380 pessoas 31/ago – Uruaçu 24 municípios 78 pessoas Alto Horizonte Amaralina Bonópolis Campinorte Campos Verdes Campinaçú Crixás Estrela do Norte Formoso Guarinos Hidrolina Mara Rosa Montividiu do Norte Mutunópoles Niquelândia Nova Crixás Nova Iguaçú de Goiás Novo Planalto Porangatu Santa Tereza de Goiás Santa Terezinha de Goiás Trombas Uirapuru Uruaçú 23 30/ago – Cidade de Goiás 26 municípios 150 pessoas Araçu Araguapaz Aragarças Aruanã Faina Goiás Guaraíta Heitoraí Itaberaí Itaguaru Itapací Itapirapuã Itauçu Jussara Matrinchã Mossâmedes Montes Claros de Goiás Novo Brasil Santa Fé de Goiás Mozarlândia Pilar de Goiás Rubiataba Rialma Mundo Novo Uruana Taquaral de Goiás 24 30/ago – Mineiros 29 municípios 140 pessoas Acreúna Aparecida do Rio Doce Aporé Baliza Britânia Caiapônia Caçu Castelândia Chapadão do Céu Doverlândia Gouvelândia Itajá Itarumã Jataí Lagoa Santa Maurilândia Mineiros Montividiu Palestina de Goiás Paranaigara Perolândia Portelândia Quirinópolis Rio Verde Santa Rita do Araguaia Santo Antônio da Barra São Simão Serranópolis Turvelândia 31/ago – Itapuranga 62 pessoas 31/ago - São João da Paraúna 60 pessoas 31/ago - Pires do Rio 168 pessoas 31/ago - Águas Lindas 116 pessoas 25 31/ago - Minaçu 343 pessoas 05/set – Ipameri 42 pessoas 06/set - Professor Jamil 65 pessoas 09/set - Aparecida de Goiânia 160 pessoas 19/set – Catalão 11 municípios 60 pessoas Anhanguera Campo Alegre de Goiás Catalão Corumbaíba Cumari Davinópolis Goiandira Nova Aurora Ouvidor Palmelo Três Ranchos Total de Municípios: 245 (99,6%) Total de participantes: 5234 26 3° CONFERÊNCIA ESTADUAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES Programação Tema: IGUALDADE, AUTONOMIA E RESPEITO À DIFERENÇA Data: 14 DE OUTUBRO de 2011 8h – Credenciamento (até as 15h 30 min) 9h30 – Cerimônia de abertura 11h – Conferência de abertura 11h– Conferência de abertura - Ministra Iriny Lopes 12h30 – Almoço 13h30 – Leitura e aprovação do Regulamento Interno da 3° Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres - Morgana Rodrigues dos Santos (representante do Conselho Regional de Serviço Social - CRESS) e Dra. Darlene Araújo (Delegada de Polícia e Superintendente de Proteção aos Direitos do Consumidor- PROCON-GO) 14h – Painel geral Diagnóstico situacional das políticas públicas para mulheres em Goiás e no Brasil. Expositoras: Prof.ª Lourdes Bandeira - Universidade de Brasília – UNB Glaucia Maria Teodoro Reis - Secretária da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – SEMIRA Prof.ª Ana Rita Marcelo de Castro - Presidente do Conselho Estadual da Mulher – CONEM Coordenadora: Ana Carolina Barbosa – representante suplente do Centro Popular da Mulher de Goiás - CPM Relatora: Maria Rita Medeiros Fontes – Gerente de Interiorização das Ações da Superintendência de Políticas para Mulheres - SUPEM Semira. 27 15h30 – Painéis específicos: Painel 1: Organização política e social, participação das mulheres nos espaços de poder e monitoramento do plano de políticas para mulheres. (Eixo V e XI – II Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Conferencista 1: Rosana Silva – Secretária da Mulher Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores - CUT Nacional Conferencista 2: Eline Jonas - Professora Doutora em Ciências Políticas e Sociologia da Pontifícia Universidade Católica- PUC-GO. Coordenadora: Flávia Cruvinel – Superintendente Executiva da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – SUPEX/SEMIRA. Relatora: Shirley Gundim de Barros Sindicato da Saúde SINDSAÚDE. Painel 2: Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho urbano e rural, considerando as comunidades tradicionais. (Eixo I e VII – II PNPM). Conferencista 1: Oraida Maria Machado de Abreu – Fundação Cultural dos Palmares. Conferencista 2:Ailma Maria de Oliveira – Presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB. Coordenadora: Maria de Fátima Veloso Cunha- Central Única dos Trabalhores- CUT / CONEM Relatora: Joana D’Arc de Godoy – Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Irrigação – SEAGRO /CONEM Painel 3: Saúde, direitos sexuais e reprodutivos (Eixo III – PNPM) Conferencista 1: Lia Zanotta Machado - Professora Titular do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília - UNB. Conferencista 2: Aldevina Maria dos Santos, Professora Mestra em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Goiás - PUC-GO. 28 Coordenadora: Olívia Vieira da Silva – representante do Conselho Estadual da Mulher – CONEM Relatora: Helenita Macedo Rocha – representante da Secretaria Estadual da Saúde Painel 4: Educação inclusiva, não-sexista, não racista, não homofóbica e nãolesbofóbica, cultura, comunicação e mídia. (Eixo II, VIII e IX – Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Conferencista 1: Prof.ª Drª. Lúcia Helena Rincón Afonso - Presidenta da Associação de Professores da Pontifícia Universidade Católica de Goiás APUC-GO. Conferencista 2: Yêda Leal de Souza, Presidenta do Sindicado dos Trabalhadores em Educação de Goiás – SINTEGO Conferencista 3: Prof.ª Drª. Eliane Gonçalves – GupoTransas do Corpo Coordenadora: Raimunda Montelo Gomes – Superintendente de Promoção da Igualdade Racial – SUPIR Relatora: Lucilene Santos – Gerente Intersetorial da Superintendência da Igualdade Racial – SUPIR/SEMIRA Painel 5: Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres. (Eixo IV – II Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Conferencista 1: Rubia Correa Coutinho – Promotora de Justiça Titular da 3ª Promotoria de Justiça de Goiânia Conferencista 2: Ana Carolina Barbosa - Presidenta do Centro Popular da Mulher de Goiás - CPM / CONEM Coordenadora: “Dila” - Edilamar Clarinda de Resende Oliveira - União Brasileira de Mulheres –UBM / CONEM Relatora: Tania Maria Maia Magalhães Castro – Assessora Técnica da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira. 29 Painel 6: Proteção à mulher em situação de risco social e enfrentamento das desigualdades geracionais (Eixo X – Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Conferencista 1: Teresinha de Jesus Aguiar – Diretora de Organização e Política Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência – SINTFESP. Conferencista 2: Rosana Ramos – Secretaria de Políticas Para Mulheres Governo Federal. Coordenadora: Valdevina Neves dos Santos - Superintendente de Políticas para Mulheres – SUPEM/Semira /CONEM. Relatora: Marilene Martins – Assistente Social Superintendente de Promoção da Igualdade Racial – SUPIR/Semira. 17h Lanche 17h30 – Trabalho de Grupos Temáticos Painel 1: Organização política e social, participação das mulheres nos espaços de poder e monitoramento do plano de políticas para mulheres. (Eixo V e XI – II PNPM) Coordenadora: Flávia Cruvinel – Superintendente Executiva Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – SEMIRA Painel 2: Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho urbano e rural, considerando as comunidades tradicionais. (Eixo I e VII – II Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Coordenadora: Maria de Fátima Veloso Cunha- Presidenta do Sindicato da Saúde – Sinsaúde Painel 3: Saúde, direitos sexuais e reprodutivos (Eixo III – Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Coordenadora: Olívia Vieira da Silva - Conselho Estadual da Mulher – CONEM Painel 4: Educação inclusiva, não-sexista, não racista, não homofóbica e nãolesbofóbica, cultura, comunicação e mídia. (Eixo II, VIII e IX – Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) 30 Coordenadora: Raimunda Montelo - Superintendente de Promoção da Igualdade Racial – SUPIR/Semira. Painel 5: Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres. (Eixo IV – II Plano Nacional de Políticas para Mulheres - Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Coordenadora: Edilamar Clarinda de Rezende Oliveira - Conselho Estadual da Mulher – CONEM Painel 6: Proteção à mulher em situação de risco social e enfrentamento das desigualdades geracionais (Eixo X – Plano Nacional de Políticas para Mulheres - PNPM) Coordenadora: Valdevina Neves dos Santos – Superintendente de Políticas para Mulheres – SUPEM 20h Plenária final: Comissão organizadora 15 DE OUTUBRO 8h30 – Café da manhã 9h – Finalização dos trabalhos de grupos 10h – Plenária Geral 13h – Almoço 14h – Plenária geral 16h30 – Plenária de eleição das delegadas. 19h Encerramento. 31 Regimento CAPÍTULO I - DO OBJETIVO Art. 1º - A 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, convocada pelo Decreto 7.372, do Governo do Estado de Goiás, de 17/06/2011 e publicado no Diário Oficial do Estado, em 17/06/2011, terá o objetivo de discutir, avaliar e elaborar políticas públicas voltadas à construção da igualdade, tendo como perspectiva o fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, contribuindo para a erradicação da extrema pobreza e para o exercício pleno da cidadania das mulheres em Goiás e no Brasil. CAPÍTULO II - DA REALIZAÇÃO Art. 2º - A abrangência da 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres é Estadual, e uma etapa obrigatória para a participação na Etapa Nacional. Assim suas análises, formulações e proposições visam a avaliação e construção do Plano Estadual de Políticas Para as Mulheres, bem como contribuir com a avaliação e construção do Plano Nacional de Políticas Para Mulheres. Art. 3º - A 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres ocorrerá em duas etapas: a) Municipal e/ou Regional: através da realização de Conferências convocadas pelo poder público local (executivo e/ou legislativo); b) Estadual: através da realização da Conferência Estadual convocada pelo GE; Parágrafo 1º - As/os delegadas/os que participarão da etapa estadual serão eleitas/os na etapa municipal e/ou regional; 32 Parágrafo 2º - As/os delegadas/os que participarão da etapa nacional serão eleitas/os na etapa estadual, devendo obrigatoriamente ter participado da etapa municipal e/ou regional. Art. 4º - Poderão ser realizadas Conferências Temáticas. Art. 5º- As duas etapas da 3ª CEPM-GO serão realizadas obedecendo ao seguinte cronograma: I - Etapa Municipal e/ou Regional – de 1º de julho a 31 de agosto de 2011. II - Etapa Estadual – de 14 a 15 de outubro de 2011. III – As Conferências Temáticas poderão ser realizadas no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2011. § 1º - As Conferências Temáticas poderão ser realizadas em nível municipal/regional, estadual ou nacional e não elegem delegadas (os). § 2º - A observância dos prazos para a realização das Conferências é condicionante para a participação das (os) delegadas (os) correspondentes na etapa estadual e nacional. § 3º - A 3ª CEPM-GO será realizada em Goiânia - GO, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – SEMIRA e do Conselho Estadual da Mulher – CONEM. § 4º - A fim de se garantir a plena participação da população, em todas as suas etapas, a 3ª CEPM-GO assegurará os recursos de acessibilidade previstos nas normas vigentes no país. 33 CAPÍTULO III - DO TEMÁRIO Art. 6º - Nos termos deste Regimento e para dar cumprimento ao disposto no seu artigo 1° a3ª CEPM-GO adotará o seguinte temário: I - análise da realidade brasileira: social, econômica, política, cultural e os desafios para a construção da igualdade de gênero, na perspectiva do fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, e contribuam para a erradicação da pobreza extrema e para o exercício pleno da cidadania pelas mulheres brasileiras. II – definição de prioridades de políticas para o próximo período, tendo como base a avaliação, atualização e aprimoramento das resoluções e políticas propostas na 2ª Conferência Estadual de Políticas Para as Mulheres e o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, sua execução e impactos. Art. 7º - O temário proposto para a 3ª CEPM - GO deverá ser discutido desde a etapa municipal, considerando a realidade local, na perspectiva da definição de uma plataforma de políticas para as mulheres no seu âmbito, e tendo como objetivo a criação e fortalecimento de organismos de políticas públicas para as mulheres, de acordo com o capítulo IV. Parágrafo único – As Conferências deverão ter como perspectiva a discussão do modelo de desenvolvimento na ótica das mulheres, levando em consideração a questão regional e local. Art. 8º - A 3ª CEPM-GO deverá propiciar o debate amplo e democrático e seu relatório final deverá refletir a opinião da sociedade goiana, expressa no processo das Conferências, em todos os âmbitos. Parágrafo único - Todas as discussões do temário e os documentos da 3ª CEPMGO deverão obrigatoriamente incorporar as dimensões de classe, gênero, étnico 34 racial, geracional e da livre orientação e liberdade sexual da sociedade brasileira. CAPÍTULO IV - DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E ESTADUAIS Art. 9º - As Conferências Municipais e/ou regionais e a conferencia Estadual deverão discutir a proposição de políticas públicas para as mulheres em seus respectivos âmbitos, tendo em vista o proposto no capítulo 3ªdeste regimento, em especial do art. 7º. § 1º - As Conferências Municipais deverão aprovar uma plataforma de políticas públicas para as mulheres como base para a elaboração e ou fortalecimento de seu plano municipal e na perspectiva da criação e fortalecimento dos organismos de políticas para as mulheres. § 2º - A Conferência Estadual deverá aprovar uma plataforma de políticas públicas para as mulheres como base para o fortalecimento de seu plano estadual, na perspectiva de fortalecimento do organismo de políticas para as mulheres, além das propostas para a Conferência Nacional. Art.10 - Todas as conferências municipais e/ou regionais deverão ser convocadas por chamada pública, garantida a informação à Comissão Organizadora Estadual. § 1º - A organização das conferências municipais e ou regionais e a Conferência Estadual deverão garantir a ampla participação dos movimentos feministas e de mulheres, dos diversos movimentos sociais, conselhos dos direitos da mulher e demais entidades e representações da sociedade civil. § 2º - A coordenação estadual estabelecerá critérios de delegação para a Conferência Estadual, a depender da realidade local. 35 § 3º - As Conferências Municipais/Regionais, Estadual e Temáticas deverão garantir, em todas as etapas da 3ª CEPM-GO os recursos de acessibilidade para a equiparação de oportunidades entre pessoas com e sem deficiência de acordo com as determinações legais e normas técnicas em vigor. CAPÍTULO V - DA ORGANIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA ESTADUAL Art. 11 - A 3ª CEPM-GO será presidida pela titular da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial - SEMIRA, do Governo do Estado de Goiás e na sua ausência ou impedimento eventual, pela presidenta do Conselho Estadual da Mulher - CONEM. Parágrafo único - As discussões no âmbito da 3ª CEPM-GO se desenvolverão sob a forma de painéis, debates de plenário e/ou grupos de trabalho. Art. 12 - Para a organização, implementação e desenvolvimento das atividades da 3ª CEPM-GO será constituída uma Comissão Organizadora Estadual composta pela Secretaria de Estado de Políticas Para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira, pela Presidenta do CONEM, por mais seis representantes da sociedade civil e seis representantes governamentais. § 1º - Esta mesma Comissão será a responsável pela interlocução e troca de informações com a Comissão Organizadora Nacional. § 2º - A organização das Conferências Municipais e/ou regionais, deverão constituir igualmente uma Comissão Organizadora local, observando a paridade entre a representação da sociedade civil e governo que será responsável pela organização, implementação e desenvolvimento das atividades da Conferência. Esta mesma Comissão será responsável pela interlocução e troca de informações com a Comissão Organizadora Estadual. 36 Seção I Estrutura e Composição da Comissão Organizadora Estadual Art. 13 - A Comissão Organizadora Estadual terá sob sua coordenação as seguintes comissões: I - Comissão Temática; II - Comissão de Comunicação; III - Comissão de Articulação e Mobilização; IV – Comissão de Relatoria; Art. 14 - A Comissão Organizadora da 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres contará com uma Secretaria-executiva designada pela Titular da Secretaria de Estado de Políticas Para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Semira e referendada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher. Parágrafo único - Compete à Secretaria-executiva: I - Assessorar a Comissão e garantir a implementação das iniciativas necessárias à execução das decisões tomadas pela Comissão Organizadora e demais Comissões; II - Articular e viabilizar a execução de tarefas específicas de cada atividade estabelecida pela Comissão Organizadora; III- Apoiar os trabalhos operacionais da 3ª CEPM-Go, desde seu planejamento, até conclusão do processo de avaliação; IV - Propor e organizar as pautas das reuniões da Comissão Organizadora; 37 V - Acompanhar as reuniões ordinárias e extraordinárias da Comissão Organizadora e quando solicitada, também das demais Comissões; VI - Organizar e manter os arquivos referentes à Conferência; VII - Encaminhar ofícios, informativos e documentos referentes à Conferência sempre que solicitado. Seção II Das Atribuições da Comissão Organizadora e demais Comissões Art. 15 - À Comissão Organizadora da 3ª CEPM-GO compete: I - Organizar, acompanhar e avaliar a realização da 3ª CEPM-GO; II - Coordenar as Comissões previstas no Art.13; III - Definir a metodologia de elaboração dos documentos de discussão bem como do relatório final da 3ª CEPM-GO; IV - Definir o formato das atividades da 3ª CEPM-GO bem como o critério para participação das convidadas/expositoras,estaduais/nacionais/internacionais dos temas a serem discutidos; V - Deliberar sobre o orçamento necessário a todas as etapas da 3ª CEPM-GO; VI - Acompanhar a organização da infraestrutura necessária à 3ª CEPM-GO; VII – Acompanhar e designar as/os coordenadoras, das Comissões sempre que houver necessidade; VIII - Providenciar a publicação do relatório final da 3ª CEPM - GO; 38 IX - Deliberar sobre todas as questões referentes à 3ª CEPM - GO que não estejam previstas neste regimento. Art. 16 - À Comissão Temática compete: I - Propor e/ou elaborar textos de subsídio às discussões da Conferência Estadual e Municipais; II - Organizar os termos de referência do tema central e eixos temáticos, visando subsidiar a apresentação das/os expositoras/es na Conferência; III - Propor expositoras/es para cada mesa temática; IV - Elaborar a relação de subtemas e os roteiros para os grupos de trabalho. Art. 17- À Comissão de Comunicação compete: I - Definir instrumentos e mecanismos de divulgação da 3ª CEPM-GO; II - Promover a divulgação do Regimento da 3ª CEPM-GO; III - Orientar as atividades de Comunicação Social da Conferência; IV - Promover o registro e a cobertura midiática dos principais momentos das duas etapas da Conferência, visando a divulgação, bem como o arquivamento de sua memória; V - Encaminhar e acompanhar a publicação do relatório final da 3ª CEPM-GO organizado pela Comissão de Relatoria. Art. 18 - À Comissão de Articulação e Mobilização compete: 39 I - Estimular a organização e realização das Conferências Municipais e/ou Regionais e da Conferência Estadual, como etapas necessárias para garantir a participação na etapa nacional; II - Monitorar e orientar o encaminhamento dos relatórios e listagens de delegadas das Conferências Estaduais à Comissão Organizadora da 3ªConferência Nacional nos prazos estipulados no calendário; e III - Fazer gestões junto ao GE para garantir os recursos financeiros necessários à participação na etapa estadual das delegadas/os eleitas/os nas Conferências Municipais e/ou regionais. Art. 19 - À Comissão de Relatoria compete: I - Formular proposta de metodologia para consolidação dos relatórios dos grupos; II - Coordenar a consolidação dos relatórios dos grupos de trabalho; III - Elaborar, organizar e acompanhar, a publicação do relatório final da Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres junto a Comissão de Comunicação. IV - Elaborar o roteiro para a apresentação dos relatórios; Seção 3ª Da Elaboração e Encaminhamento dos Relatórios Art. 20- Os relatórios das Conferências Municipais e/ou regionais devem ser elaborados a partir do temário da 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, levando em consideração as deliberações das mesmas. 40 As contribuições das Conferências Temáticas poderão ser encaminhadas para as Conferências Municipais/Regionais e Estadual. Art. 21- A Comissão Organizadora Estadual deverá consolidar os relatórios oriundos das conferências municipais e/ou regionais e usá-los como subsídio à Conferência Estadual. § 1º - Os relatórios das conferências municipais e/ou regionais relatórios deverão ser apresentados, em versão resumida de no máximo 10 (dez) laudas, em espaço 02 (dois), com as proposições de caráter Municipal, Estadual e Nacional separadas, e encaminhados à Comissão Organizadora da 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres por meio eletrônico para o endereço [email protected], até a data de 8 de setembro de 2011, o que não dispensa o envio via-correio postal, registrado ou SEDEX, em formato impresso e uma cópia em CD para a Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres e Promoção da Igualdade Racial, situada a. Rua 82 nº 400. Palácio Pedro Ludovico Teixeira, 3º andar. Setor Sul. Goiânia – GO, CEP 74.088-900. § 2º - O Relatório Final das Conferências Municipais e/ou Regionais de Políticas para as Mulheres será resultante das propostas apresentadas e aprovadas em plenária. § 3º - O relatório da Conferência Estadual deverá ser encaminhado à Comissão Organizadora Nacional e deve apresentar dois blocos em separado: 1) os resultados e propostas para a plataforma estadual de políticas públicas para o Estado; 2) os resultados e propostas referentes à Conferência Nacional, na forma do roteiro previstono § 3º. 41 § 3º - Deverão obedecer ao roteiro previamente definido pela Comissão Organizadora e ser apresentados em versão resumida de no máximo 10 (dez) laudas, em espaço 02 (dois), e encaminhados à Comissão Organizadora da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres por meio eletrônico para o endereço [email protected], até a data de 4 de novembro de 2011, o que não dispensa o envio via correio postal, registrado ou SEDEX, em formato impresso e uma cópia em CD para a Secretaria de Políticas para as Mulheres, situada na Via N1 Leste S/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos 3 Poderes - Zona Cívico-Administrativa, 70150-908 Brasília DF. Art. 22- O Relatório Final da 3ªConferência Estadual de Políticas para as Mulheres será resultante das propostas apresentadas e aprovado em plenário, na etapa Estadual. CAPÍTULO VI - DA PARTICIPAÇÃO Art. 23- A 3ªConferência Estadual de Políticas para as Mulheres terá a participação de delegadas/os e convidadas/os. Art. 24 - A plenária de delegadas/os da etapa estadual da 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres terá a seguinte composição: I - Serão delegadas/os natas/os as/os 34 (trinta e quatro) integrantes, titulares, do Conselho Estadual da Mulher; II - 666 (seiscentos e sessenta e seis) delegadas/os eleitas/os dentre as/os participantes nas Conferências municipais e/ou regionais, obedecendo a seguinte composição: 60% (sessenta por cento) de representantes da sociedade civil, 30% (trinta por cento) de representantes dos governos municipais, 10% (dez por cento) de representantes do GE. § 1º - O número de delegadas/os eleitas /os, na etapa municipal e/ou regional será definido proporcionalmente ao número de habitantes, respeitando 42 proporcionalidade de 60% para a sociedade civil, 30% representantes dos governos municipais e 10% de representantes do GE, considerando os seguintes critérios: I – A cada 10.000 mil habitantes uma (1) delegada/o, sendo garantido aos municípios com menos 10.000 habitantes presentes à conferência o direito a pelo menos uma delegada/o. II – As especificações do número de delegada/os por conferência municipal e regional estão especificadas no anexo I, desse regimento. § 2º- A participação nas Conferências Municipais e/ou Regionais e a composição das delegações para a Conferência Estadual, deverá observar as dimensões de classe, étnico raciais, geracional e de liberdade sexual da sociedade brasileira. Art. 25 - Poderão ser convidadas/os para a 3ª CEPM - GO, pela Comissão Organizadora Estadual, até 100 autoridades e representantes de entidades municipais, estaduais, nacionais e internacionais, com direito a voz e sem direito a voto. Parágrafo único - A critério da Comissão Organizadora poderão ser credenciadas observadoras, sem direito a voz e voto. Art. 26 - As inscrições das/os delegadas/os da 3ª CEPM-GO deverão ser encaminhadas pelas coordenações das conferências municipais e/ou regionais, via correio eletrônico e postal à Comissão Organizadora Estadual, até 8 de setembro de 2011. § 1º - Deverá ser encaminhada à Comissão Organizadora Estadual a lista de delegadas/os e suplentes eleitas na Conferência Municipal e/ou regional, contendo o númeroda carteira de identidade ou documento oficial com foto. 43 § 2º - Além das delegadas/os de cada conferência municipal e/ou regional, selecionadas/os, deverão ser eleitas mais 30% para o preenchimento da suplência. § 3º - As suplentes substituirão as delegadas/os obedecendo a ordem da listagem apresentada pelas Conferências Municipais e/ou Regionais, respeitando-se a proporcionalidade entre delegadas advindas da sociedade civil e delegadas governamentais. § 4º - Para a efetivação da suplência, deverá ser apresentada uma carta de substituição assinada pela responsável da Comissão Organizadora municipal e/ou regional ou pela delegada/o impossibilitada de comparecer à 3ª CEPM-GO. CAPÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 27 - A 3ª CEPM-GO aprovará em sua sessão de abertura o regulamento que norteará seus trabalhos. §1º - Durante a 3ª CEPM-GO serão realizados trabalhos em grupo, para discussão e aprovação das propostas no respectivo grupo; § 2 º - Serão assegurados, em todas as etapas da 3ª CEPM-GO os recursos de acessibilidade para a equiparação de oportunidades entre pessoas com e sem deficiência de acordo com as determinações legais e normas técnicas em vigor. Art. 28 - Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Comissão Organizadora da 3ª CEPM- GO. Goiânia, 06 de junho de 2011. Conselho Estadual de Políticas Para Mulheres – CONEM 44 ANEXO I Quantitativo de Delegadas/os das Conferências Municipais e Regionais 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Município TC Anápolis Catalão Cavalcante Ceres Cidade Ocidental Goiânia Goiás Iaciara Jaraguá Mineiros Morrinhos Nova Veneza Planaltina S. Luiz Montes Belos Silvânia Uruaçu Valparaíso Aparecida de Goiânia Itapuranga Sta Helena de Goiás Sto Antônio Descoberto São Miguel do Araguaia Senador Canedo R R R R R R R R R R R R R R R R R M M M M M M SC GM GE SUP Total 60% 30% 10% 23 11 7 14 22 73 19 9 6 34 29 18 27 17 11 21 8 27 5 2 7 1 7 11 6 4 7 12 37 9 5 3 17 14 9 13 8 5 11 5 13 2 1 4 1 4 4 2 1 2 4 12 3 1 1 6 5 3 4 3 2 3 1 5 1 1 1 1 1 398 201 67 11 6 4 7 12 37 9 5 3 17 14 9 13 8 5 11 5 13 2 1 4 1 4 38 19 12 23 38 122 31 15 10 57 48 30 44 28 18 35 14 45 8 4 12 3 12 666 Legenda:TC: Tipo de Conferência realizada(R Regional/M Municipal) SC: Sociedade Civil / GM: Governo MunicipalGE:Governo EstadualSUP: Suplentes. 45 Resultado dos Trabalhos de Grupos Temáticos. Eixo I - Organização Política e Social - Participação das Mulheres nos Espaços de Poder. Objetivo geral: I - Promover políticas de ações afirmativas que reafirmem a condição das mulheres enquanto sujeitas sociais e políticas. Objetivos específicos: I – Fortalecer e consolidar os Órgãos Governamentais de formulação, controle e implementação de políticas para mulheres. II -Apoiar a organização das mulheres na Sociedade Civil. Demandas consolidadas das Conferências Municipais Prioridades parao3ªPlano Estadual de Política para Mulheres 1. Fortalecer a Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres. 2. Criar o Fundo Estadual de Promoção e Apoio as Mulheres – FEPAM. 3. Apoiar junto às Prefeituras e Câmaras Municipais a criação de unidades municipais voltadas para a mulher. 4. Criar o Sistema Estadual de Informação em Gênero, com definição de indicadores que componham um banco de dados de gênero em Goiás. 5. Incluir o quesito cor e sexo, orientação sexual, identidade de gênero nos formulários de identificação dos programas governamentais e não governamentais. 6. Criar um órgão de divulgação para publicação de informação de gênero em Goiás. 7. Implantar a Rede Estadual de Promoção para a Mulher que integre os órgãos públicos e organizações da sociedade civil para implementar e integrar as políticas públicas para as mulheres. 8. Planejar, operacionalizar e coordenar implementação de ações decorrentes das políticas públicas para as mulheres. 9. Reestruturar e fortalecer o Conselho Estadual da Mulher. 46 10. Apoiar a organização das mulheres nos municípios estimulando o controle social 11. Apoiar projetos de estruturação de Organizações não governamentais ONGs que organizem e promovam as mulheres 12. Estimular a participação da mulher em cargos eletivos. 13. Incentivar a criação de Secretarias Municipais de Políticas para as Mulheres, Superintendência Municipal da Mulher ou Assessoria da Mulher. 14. Garantir o orçamento no Plano Plurianual - PPA, nas Leis de Diretrizes Orçamentárias LDO e Leis Orçamentárias Anuais - LOA para implementar as políticas para as mulheres. 15. Criar e regulamentar por lei o Fundo Estadual de Promoção e Apoio às Mulheres - FEPAM, conveniado aos Municípios. 16. Estimular a participação popular no controle social 17. Implantar a Rede Estadual de Promoção para a Mulher que integre os órgãos públicos e organizações da sociedade civil para implementar e integrar as políticas públicas considerando cor/raça/orientação sexual/identidade de gênero e geracional nos formulários de identificação dos programas governamentais e não governamentais e divulgar as informações sobre os dados de gênero em Goiás (Implementar o Sistema de informação e gênero). 18. Implementar e integrar as Secretarias nos âmbitos municipal e estadual para as políticas para as mulheres; criar fóruns nas comunidades com as mulheres para divulgação da política nacional das mulheres; e incentivar as mulheres a concorrerem às eleições nas três esferas. 19. Incorporação das propostas, programas e ações do Executivo – Plano Plurianual - PPA, bem como das Leis de Diretrizes Orçamentárias - LDO e Leis Orçamentárias Anuais - LOA, de maneira transversal e criar instrumentos sistêmicos para o monitoramento das ações transversais de políticas para as mulheres desenvolvidas por todos os órgãos do Poder Público. 20. Garantir a implementação do Plano Estadual e Nacional de Políticas para Mulheres. 21. Criar mecanismos efetivos de ampliação do nº de mulheres nos espaços públicas de poder, com garantia de 50% de mulheres nos cargos do executivo, legislativo, judiciário e nos espaços corporativos. 47 22. Apoiar os movimentos de mulheres incentivando a participação das mesmas nos espaços políticos. 23. Fortalecer o Conselho Estadual da Mulher 24. Ampliar a participação das mulheres na política considerando a proporção de mulheres negras e indígenas em âmbito municipal e estadual. 25. Oferecer cursos de capacitação para participação da mulher na política. 26. Estimular, incentivar e capacitar as mulheres para participação em cargos eletivos através de seminários e fóruns. 27. Criar mecanismos de formação política dentro dos órgãos públicos para as/os servidoras/es nas três esferas de governo. 28. Incentivar a capacitação das conselheiras dos Conselhos Municipais dos direitos das mulheres. 29. Promover o desenvolvimento sustentável, com base no recorte de gênero e no conceito de justiça ambiental. 30. Sensibilizar a sociedade sobre a questão da mulher, desconstruir mitos e conceitos discriminatórios e promover a construção de novos valores relativos à igualdade de gênero. 31. Promover políticas de ações afirmativas que reafirmem as mulheres enquanto sujeitas sociais. 32. Fazer a interação social através de encontros com todos os órgãos municipais, tais como: educação, promoção social e trabalho, saúde, indústria e comércio, órgãos privados e civis, entre outros. Propostas enviadas para a Conferência Nacional 1. Incentivar a criação de Secretarias Estaduais de Políticas para as Mulheres. 2. Estimular a participação popular no controle social fortalecendo os Conselhos Estaduais da Mulher. 3. Garantir a aprovação da reforma política com lista pré-ordenada com alternância de sexo, financiamento público de campanha e tempo de TV para as candidatas mulheres. 4. Garantir o orçamento (Plano Plurianual - PPA, Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e Lei Orçamentária Anual - LOA) para implementar as políticas para as mulheres. 48 5. Implantar a Rede Nacional de Promoção para a Mulher que integre os órgãos públicos e organizações da sociedade civil para implementar e integrar as políticas públicas considerando cor/raça/orientação sexual/identidade de gênero e geracional nos formulários de identificação dos programas governamentais e não governamentais e divulgar as informações sobre os dados de gênero no Brasil (Implementar o Sistema de informação e gênero). Eixo II-Autonomia Econômica e Igualdade no Mundo do Trabalho Urbano e Rural Considerando as Comunidades Tradicionais. Objetivos gerais: I – Promover a autonomia econômica e financeira das mulheres. II – Promover a equidade de gênero, raça e etnia nas relações de trabalho. Objetivos específicos: I – Ampliar o acesso e renda das mulheres no mundo do trabalho. II – Promover relações de trabalho não discriminatórias, com equidade salarial e no acesso a cargos de direção. Demandas consolidadas das Conferências Municipais Prioridades para o3ª Plano Estadual de Política para Mulheres 1. Incentivar o empreendedorismo das artesãs. 2. Facilitar a aposentadoria para mulheres trabalhadoras rurais e deficientes. 3. Divulgar mais as ações públicas para inclusão da mulher no mercado de trabalho possibilitando seu crescimento. 4. Realizar ações de geração de emprego e renda garantindo o recorte de gênero em programas de emprego e trabalho. 5. Enfrentar e combater as discriminações e os preconceitos contra as mulheres no mundo/mercado do trabalho. 6. Garantir a proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos nos termos da lei. 7. Priorizar a intermediação de mão-de-obra de mulheres nas ações do Sistema Nacional e Emprego – SINE/ GO. 49 8. Priorizar o apoio a empreendimentos de economia solidária apresentada por associação de mulheres. 9. Desenvolver amplas campanhas junto à sociedade para divulgação das leis de proteção a mulher, especialmente dos direitos das trabalhadoras, incluindo a equiparação salarial, acesso ao direito previdenciário comum a todas as mulheres independente de raça e etnia, em consonância com o Projeto de Lei nº 136, que tratada igualdade de gênero no mercado de Trabalho. 10. Incentivar o combate ao trabalho escravo com ênfase nas mulheres, especialmente as negras. 11. Incentivar os sindicatos e federações de trabalhadores a incluir no acordo coletivo a redução da jornada de trabalho. 12. Criar incentivo municipal legal para empresas e escolas que criarem creches e escolas para os/as filhos/as de estudantes e trabalhadoras. 13. Organizar associações de mulheres com incentivo municipal para discutir e formular propostas para a autonomia econômica setorialmente. 14. Valorização do trabalho dos/as artesãos e artesãs. 15. Balcão de empregos para mulheres com mais de 40 anos. 16. Qualificar e reciclar servidores/as de todas as áreas. 17. Ampliar participação das mulheres no Programa Nacional Fortalecimento da Agricultura Familiar -Pronaf. 18. Promover cursos profissionalizantes articulados com atores/atrizes sociais que fomentem o cooperativismo. 19. Buscar parcerias com as secretarias municipais esclarecimentos para vida social em defesa da mulher. 20. Incentivo e valorização das mulheres, através dos programas já existentes nos municípios, fazer com que a mulher lute por seus direitos. 21. Propor políticas públicas que atuam não só com as mulheres, mas também com a família e a sociedade como um todo. 22. Trabalho em rede com atores públicos, ONG, conselhos e civis. 23. Realizar a seleção, coleta e reciclagem de lixo, com trabalhadoras. 24. Criar cooperativas. 25. Criação do centro de reciclagem de lixo para mulheres trabalhadoras. 26. Criação de cursos e capacitação de mão de obra para inserção da mulher no mercado de trabalho. para de trazer 50 27. Criação de uma cooperativa de artesanato. 28. Promover a autonomia econômica e financeira e igualdade no mundo do trabalho. 29. Propor a reestruturação dos programas sociais existentes que atendam a demanda socioeconômica do município. 30. Desenvolver parcerias com a sociedade civil, para encaminhamento ao trabalho das pessoas que fizerem os cursos de capacitação. 31. Tornar a mulher titular dos benefícios adquiridos para a família. 32. Ampliar e melhorar os espaços de esporte e lazer mantendo as reservas ambientais. 33. Ampliar o reflorestamento. 34. Promover a conscientização das mulheres em relação aos programas sociais existentes vinculando a manutenção do benefício à participação em programas de capacitação. Estimular a família a ingressar na Escola Formal com o intuito de buscar o desenvolvimento intelectual, social, emocional e econômico. 35. Criar Sistema Nacional e Emprego - SINE. 36. Conquistar a autonomia do Conselho e/ou gestores de políticas para mulheres, para acesso ao portal de convênios do Governo Federal. 37. Criar espaços de lazer, esporte e cultura. 38. Implantar ações de promoção das mulheres jovens e idosas, em face à sua autonomia, considerando suas diversidades. 39. Dar incentivo à criação de pequenas e micro empresas. 40. Estabelecer fórum dos municípios para troca de experiências. 41. Viabilizar projetos de inclusão produtiva nos municípios de acordo com a realidade e de forma sustentável. 42. Implantar escolas técnicas agrícolas para viabilizar a fixação das pessoas nos seus municípios e servir à comunidade de forma qualificada. 43. Melhorar as condições de trabalho para a mulher. 44. Promover a superação da atual divisão sexual do trabalho. 45. Incentivar com treinamento para o empreendedorismo com publicidade, propaganda do negócio, serviço de mulheres empreendedoras iniciantes. 46. Criar o Centro de Formação da Mulher. 51 47. Criação do centro de apoio valorização e conscientização dos papéis e valores da mulher do campo e da cidade oferecendo cursos profissionalizantes. 48. Capacitação dos profissionais que irão trabalhar no Centro de Atendimento a Mulher. 49. Oferecer cursos técnicos profissionalizantes de acordo com as necessidades do mercado de trabalho local. 50. Promover a capacitação em cursos mais interessantes que venham substituir os cursos atuais que são geralmente voltados somente para trabalhos manuais. 51. Promover cursos de qualificação profissional e geração de trabalho e renda. 52. Promover cursos de capacitação profissional para mulheres referentes aos trabalhos “ditos masculinos”, como os da área da construção civil, mecânica, eletricista, encanador etc. 53. Criar cursos municipais para mulheres em situação de vulnerabilidade social, incluindo as deficientes, como trabalhos manuais, artesanais, mecânicas, carpintarias, tecnologias da informação e comunicação com organização de pequenas empresas que absorvam essa mão de obra. 54. Apoiar a estruturação de ONG que organizam e promovam as mulheres. 55. Valorização da mulher, funcionária pública. 56. Definição de percentual orçamentário específico na Lei Orçamentária Anual - LOA para o atendimento das diretrizes de políticas públicas para a superação da exclusão social do trabalho no campo e na cidade. 57. Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, proporcionando às mulheres e aos homens uma melhor qualidade de vida, trazendo impactos sociais positivos em vários setores da sociedade. 58. Realização de campanhas de incentivo à denúncia de discriminação, assédio moral e sexual às mulheres. Propostas enviadas para a Conferência Nacional 1. Instituir políticas públicas de estado de forma inter e transetorial com sustentabilidade sócio ambiental, considerando a relação de gênero, produção, consumo, saúde, trabalho e cultura, garantindo a geração de renda, empreendedorismo, assistência técnica e extensão rural e educação permanente. 52 2. Garantir a atenção integral e a equidade para as mães e mulheres trabalhadoras, assegurando o conforto, a saúde e segurança por meio de ampliação do acesso com qualidade aos centros de referência em saúde do/a trabalhador/a e aos restaurantes públicos, CEMEIS/creches, berçários em tempo integral, especialmente, dentro de órgãos públicos, empresas privadas e universidades públicas. 3. Desenvolver amplas campanhas junto à sociedade para divulgação das leis de proteção a mulher, especialmente dos direitos das trabalhadoras, incluindo a equiparação salarial, acesso ao direito previdenciário comum a todas as mulheres independente de raça e etnia, em consonância com o Projeto de Lei nº 136, que trata da Igualdade de Gênero no mercado de Trabalho. 4. Desenvolver políticas e planos com perspectiva de garantir segurança e saúde no trabalho para as mulheres, realizando campanhas de denúncia e combate à discriminação e aos estereótipos das imagens veiculadas sobre as mulheres, na perspectiva da criação de formas preventivas contra o assédio sexual e moral no trabalho. 5. Capacitar todos/as os/as profissionais públicos em Libras e garantir acessibilidade arquitetônica aos/as deficientes físicos nas empresas públicas e privadas e interpretes em libras, bem como material em braile nos eventos públicos e incluir no ensino fundamental o ensino de libras e braile. 6. Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, proporcionando às mulheres e aos homens uma melhor qualidade de vida, trazendo impactos sociais positivos em vários setores da sociedade. Eixo III - Saúde - Direitos Sexuais e Reprodutivos. Objetivos Gerais I - Promover a melhoria da saúde das mulheres brasileiras, mediante a garantia de direitos legalmente constituídos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo o território goiano. II - Garantir os direitos sexuais e direitos reprodutivos das mulheres. III – Contribuir para a redução da morbidade e mortalidade feminina em Goiás, especialmente por causas evitáveis, em todos os ciclos de vida e nos diversos grupos populacionais, sem discriminação de qualquer espécie. 53 IV - Ampliar, qualificar e humanizar a atenção integral á saúde da mulher no Sistema Único de Saúde-SUS. Objetivos específicos I - Promover Atenção Integral á Saúde das mulheres e seus direitos sexuais e reprodutivos II - Reduzir a mortalidade materna Demandas consolidadas das Conferências Municipais Prioridades para o3ª Plano Estadual de Política para Mulheres 1. Propor atenção integral à saúde da mulher. 2. Elaborar políticas de saúde específicas que atendam às comunidades quilombolas. 3. Tornar como contrapartida das mulheres beneficiadas dos programas de transferência de renda a periodicidade de exames preventivos para a saúde da mulher bem como a participação no programa nacional de suplementação de ferro este cabível quando as beneficiárias estiverem entre o público do programa. 4. Aumentar o elenco de vacinas da rede pública relacionadas a saúde da mulher. 5. Orientar os homens com palestras sobre a importância do seu apoio à saúde das mulheres dentro da Estratégia de Saúde à Família ESF. 6. Intensificar as políticas públicas de atendimento à saúde da mulher em todas as fases, priorizando a mulheres de menor poder aquisitivo e da zona rural. 7. Garantir atendimento integral e especial à mulher gestante e ampliação dos programas de apoio às mesmas. 8. Promover o enfrentamento imediato à expansão da AIDS entre as mulheres com campanhas nacionais de esclarecimentos que mostrem o predomínio de práticas e concepções machistas contra o sexo seguro que inviabilizam a prevenção à mesma. 9. Ampliar os serviços, capacitar e humanizar o atendimento público integral à saúde das mulheres e aos seus direitos sexuais e reprodutivos. 10. Promover a adesão de toda sociedade civil na participação de todo processo da política pública para mulher e fazer valer as metas que foram estabelecidas. 54 11. Realizar campanha de conscientização de orientação aos pais e toda a comunidade para a prevenção da gravidez precoce na adolescência. 12. Estimular a organização da atenção às mulheres jovens e adolescentes com queixas ginecológicas. 13. Promover a assistência obstétrica qualificada e humanizada, especialmente entre as mulheres negras e indígenas incluindo a atenção ao abortamento inseguro de forma a reduzir a morbimortalidade materna. 14. Promover a prevenção e o controle das doenças sexualmente transmissíveis e da infecção pelo HIV AIDS na população feminina. 15. Estimular a implantação da atenção integral à saúde das mulheres por meio do enfrentamento das discriminações e do atendimento às especificidades étnico-raciais, geracionais, regionais, de orientação sexual e das mulheres com deficiências, do campo e em situação de rua. 16. Fortalecer a participação e mobilização social em defesa da Política Nacional de Atenção Integral a saúde da mulher. 17. Propor alteração de legislação com a finalidade de ampliar a garantia do direito a saúde contemplando os direitos sexuais, direitos reprodutivos das mulheres e fortalecimento do Sistema Único de Saúde. 18. Efetivar a regionalização da atenção integral à saúde da Mulher nos diferentes níveis de atenção, na promoção, prevenção, no diagnóstico precoce, tratamento de câncer ginecológico, atenção obstétrica, gravidez, parto, puerpério, aborto, saúde mental ou outras patologias que afetam as mulheres. 19. Capacitar equipes multiprofissionais para que utilizem metodologias adequadas para discutir questões de direitos reprodutivos e sexuais nas escolas. 20. Incluir as políticas públicas de saúde para mulheres na Lei Orçamentária Anual -LOA e no Planejamento Plurianual - PPA. 21. Implementar políticas e programas de saúde para as mulheres negras, lésbicas, idosas e jovens, indígenas e ciganas nas áreas de: saúde sexual; doenças específicas de cada grupo citado; saúde mental; saúde no trabalho; aborto seguro. 22. Fomentar a implementação, efetivação e garantia da realização do Plano Nacional de Política para Mulheres - PNPM no âmbito municipal, estadual e nacional. 23. Criar órgão especializado à saúde da mulher. 55 24. Efetivar a contratação de mais profissionais qualificados nas áreas de saúde como psiquiatras, psicólogos/as e endocrinologistas. 25. Criar uma extensão de programas de saúde para mulheres quilombolas. 26. Buscar melhores condições, pessoal capacitado, médicos/as específicos nos postos de saúde, incluir exames de alto custo. 27. Ampliar os serviços de assistência a saúde às mulheres adolescentes e de situação de vulnerabilidade emocional. 28. Desenvolver projetos ou campanhas que estimule as mulheres a buscarem a autoestima, propiciando melhor interação na comunidade. 29. Qualificar 100% dos pólos básicos para a atenção integral à saúde da mulher indígena e a do campo, com garantia da notificação em caso de violência. 30. Aumentar para 30% o número de mamografia para mulheres de 2012 a 2015. 31. Promover campanhas de direitos as mulheres profissionais do sexo conscientizando dos riscos oferecidos pela profissão. 32. Criar um comitê de morte materna. 33. Acrescentar o teste do olhinho. 34. Capacitar os/as profissionais de saúde para o preenchimento da ficha de notificação de violência. 35. Diagnosticar a necessidade de ampliação de leitos obstétricos na rede do Sistema Único de Saúde SUS – GO. 36. Criar uma equipe de saúde para acompanhar mulheres vitima de violência e assegurar a administração de medicamentos para DST. (coquetel preventivo) 37. Garantir o atendimento às doenças específicas das mulheres negras. 38. Garantir o atendimento adequado ao/arecém-nascido/a que necessitar da UTI Neonatal. 39. Promover campanhas de incentivo e divulgação dos serviços que realizam a esterilização masculina. 40. Rever critérios (faixa etária, quantidade de filhos/as) garantindo políticas de contraceptivos eficientes e planejamento familiar adequado. 41. Promover campanhas de educação sexual para a terceira idade. 42. Garantir à permanência dos/as profissionais em detrimento a mudança dos/as gestores/as. 56 43. Promover, incentivar o pré-natal. 44. Priorizar o trabalho em rede nas três esferas – Federal, Estadual, e Municipal. 45. Formar núcleos de base e convivência formados por mulheres. 46. Estabelecer consórcio entre os municípios do entorno para criação de um Centro de Referência Especializado para realização de exames preventivos e atendimento específico à mulher. 47. Ampliar e fortalecer a rede de serviços de atenção à saúde. 48. Promover campanhas educativas e preventivas. 49. Capacitar os/as gestores/as de ações públicas e profissionais da educação sobre as relações de gênero, raça, etnia e identidade de gênero. 50. Garantir o direito a laqueadura. 51. Criar unidades específicas para atendimento às grávidas de alto risco. 52. Levar a legalização do aborto para discussões de ordem política, social e campanhas preventivas e educativas no sentido de esclarecer para as mulheres a referida questão. 53. Ampliar as políticas públicas de atendimento à saúde da mulher para além da reprodução. 54. Propor políticas que envolvam a participação de mulheres profissionais do sexo em programas que ofereçam apoio psicológico e cursos profissionalizantes. 55. Implantar centros especializados para detectar especialmente as doenças infectocontagiosas e as sexualmente transmissíveis, câncer de mama, dentre outras. 56. Garantir o atendimento integral á todas as mulheres, em todo o seu ciclo de vida. 57. Garantir o atendimento à mulher por equipe multidisciplinar: médicos/as especialistas, nutricionista, enfermeiros/as, psicólogos/as, assistentes sociais, assessoria jurídica, pedagogos/as, etc. 58. Construir maternidades municipais para que as mulheres possam ter seus filhos/as na sua cidade. 59. Criar casa de saúde para tratar mulheres com HIV AIDS, câncer e diabete. 60. Promover a sensibilização dos/as profissionais de saúde com relação às perspectivas de gênero, sexualidade e etária. 57 61. Favorecer uma escolha consciente por parte da parturiente sobre o tipo de parto: normal ou cesariana. 62. Fomentar pesquisas e incentivar o desenvolvimento da ciência e tecnologia específicas à saúde das mulheres. 63. Reestruturar, melhorar a resolutividade e ampliar o acesso aos programas: saúde da família, saúde integral da mulher, combate á obesidade, tabagismo e alcoolismo. 64. Incentivar financeiramente os municípios a assegurarem na equipe saúde da família. Profissionais:Fonoaudiólogo/a, Psicólogo/a e Assistente Social. 65. Elaborar e publicar cartilha de saúde para as mulheres homossexuais, bissexuais, transexuais e sobre a atenção a saúde para as mulheres negras, rurais, indígenas, quilombolas e assentadas. 66. Formar e capacitar os/as trabalhadores/as, profissionais de saúde, especialmente os/as agentes dos programas: saúde da família, planejamento familiar e redes de atendimento as mulheres; com recorte geracional, de gênero, de orientação afetivo-sexual e de etnia. 67. Implantar programa de prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) às mulheres com recorte geracional, de gênero, de etnia e de orientação afetivo-sexual. 68. Criar incentivo estadual para os municípios que organizarem Central de Abastecimento e Assistência Farmacêutica as mulheres com fornecimento de hormônio terapia, contraceptivos, vacina HPV, antidepressivo, antihipertensivo, insulina. 69. Criar Núcleo de Sexualidade da Mulher. 70. Reorganizar e reforçar a capacidade resolutiva dos hospitais e maternidades distribuídos estrategicamente no território goiano. 71. Ampliar o número de Unidades de Referência Terciária para gestantes de alto-risco distribuídos na rede de saúde SUS-GO. 58 72. Diagnosticar a necessidade de ampliação de leitos obstétricos na rede do SUS-GO. 73. Implantar Centros Especializados em diagnóstico, com novas tecnologias para detectar especialmente as doenças transmissíveis (materno-fetal), doenças sexualmente transmissíveis, câncer de mama e colo uterino, e realizar os testes: Teste da Orelha (surdez), Teste do DNA (paternidade) e Teste do Traço da Anemia Falciforme. 74. Fortalecer o Programa Pré-Natal e Parto Humanizado prestando atenção no aspecto biopsicossocial. 75. Realizar campanhas educativas de prevenção de câncer de colo, de mama e doenças sexualmente transmissíveis. 76. Fortalecer o Comitê Estadual de Morte Materna e organizar novos comitês por regional de saúde, ampliando recursos humanos e financeiros para investigação, avaliação e monitoramento de óbitos maternos. 77. Realizar o nono Pacto de 1000 Dias em favor da saúde da mulher e da criança. 78. Reorganizar e reforçar a capacidade resolutiva dos hospitais e maternidades distribuídos estrategicamente no território goiano. 79. Ampliar o número de Unidades de Referência Terciária para gestantes de alto-risco distribuídos na rede de saúde SUS-GO. Propostas enviadas para a Conferência Nacional. 1. Reformular o planejamento familiar viabilizando métodos contraceptivos inclusive oferta de diferentes tipos de anticoncepcionais em unidades publicas. Gestão transversal com outras Secretarias: Educação, Saúde e Promoção Social, no âmbito da atenção à saúde, respeitando os princípios dos direitos sexuais e reprodutivos para mulheres, jovens, pré-adolescente, adolescentes e homens, (planejamento familiar). 2. Aumentar o numero de Centros de Atenção Psicossocial - CAPS, do Sistema Único de Saúde – SUS, por região para desenvolver o atendimento psicossocial para mulheres com construção de centro de reabilitação de 59 dependentes químicos, respeitando as mulheres no seu aspecto geracional, raça, etnia, orientação sexual e identidade de gênero. 3. Efetivar a regionalização integral à saúde da mulher nos diferentes níveis de atenção: na promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento precoce e reabilitação garantindo o acesso e a qualidade da assistência nas diferentes fases da vida da mulher, priorizando a implantação de serviços especializados. Priorizando a atenção á mulheres em situação de vulnerabilidade. População étnico-racial, população de baixa renda, rural e mulheres em situação de rua. 4. Ampliar a cobertura das estratégias de saúde da família para as políticas públicas implantadas e que sejam efetivados os atendimentos exclusivos para o acompanhamento do climatério e acesso as mamografias de baixa e média complexidade. 5. Criar equipes de saúde para acompanhar vítimas de violência e assegurar a administração de ofertas de medicação e capacitação de gestores/as e profissionais da educação e da saúde nos temas de relações de gênero, raça, etnia, identidade de gênero, e orientação sexual. Eixo IV - Educação Inclusiva, não Sexista, não Racista, não Homofóbica e não Lesbofóbica, Cultura, Comunicação e Mídia. Objetivos Gerais: I - Incorporar a perspectiva de gênero, raça, etnia e orientação sexual no processo educacional formal e informal. II - Garantir um sistema educacional não discriminatório, que não reproduza estereótipos de gênero, raça e etnia. III - Promover o acesso à educação básica de mulheres jovens e adultas. IV - Ampliar o conhecimento na perspectiva de difundir os paradigmas contemporâneos de gênero, raça, etnia e orientação sexual. Objetivos Específicos: I - Ampliar o conhecimento, sistematizar e publicar informações e trabalhos científicos com abordagem de gênero em Goiás. II - Promover a educação ambiental para as mulheres e inseri-las no processo de preservação ambiental. III - Promover a educação para a igualdade. 60 IV – Ampliar a oferta da pré-escola, da escola em tempo integral na rede pública e dos índices de escolaridade das mulheres. Prioridades: Demandas consolidadas das Conferências Municipais Prioridades para o3ª Plano Estadual de Política para Mulheres. 1. Estimular e incentivar o aumento da escolaridade. Educação para Mulheres – Educação de Jovens e Adultos - EJA. 2. Criar centros de assistência para as/os filhas/os das estudantes do turno noturno, agregando criação de centros nas comunidades quilombolas. 3. Capacitar todos/as os/as profissionais que atuam no âmbito escolar quanto à educação inclusiva. 4. Ampliar o acesso e a oferta a EJA. 5. Construir propostas curriculares para a educação no campo, de acordo com a realidade das comunidades. 6. Ampliar transporte escolar da EJA. 7. Reduzir os índices de analfabetismo, promovendo o letramento das mulheres no campo e na cidade. 8. Promover mais ecológicos. 9. Promover pesquisas para levantamento do grau de escolaridade das mulheres do município com recortes étnico-racial e pessoas com deficiência. 10. Criar escolas agro-ecológicas no campo, com a concepção da educação popular, cursos de graduação e pós-graduação para as trabalhadoras rurais e comunidades tradicionais e ampliar cursos de níveis técnico e superior nas redes públicas de educação com recorte de gênero, raçaetnia, pessoas com deficiência e geracional. 11. Implementação e efetivação da Lei 10.639/2003 - Implementação do estudo da História da África e da Cultura Afro-Brasileira. 12. Garantir acesso à educação de qualidade, inclusiva, emancipadora, que promova respeito e igualdade para todas as mulheres. atividades de conscientização sobre problemas 61 13. Garantir acesso e permanência das mulheres em todos os níveis de ensino, com medidas de assistência estudantil, inclusive creches em todos os turnos. 14. Garantir os direitos culturais e o acesso aos bens culturais brasileiros, destacando e valorizando as culturas étnico-raciais, a cultura popular, o audiovisual, comunidades tradicionais e demais setores culturais na educação. Fomentar a produção e difusão cultural que valoriza a expressão das mulheres e sua contribuição social, política, econômica e do patrimônio material e imaterial. 15. Exigir do poder público a instrumentalização dos/as profissionais para cumprimento das leis existentes, afim de bem atender a população em suas especificidades em todos os órgãos públicos. 16. Instrumentalizar e formar a escola e educadores/as para que sejam realmente inclusivas e possam receber e atender de fato todas as pessoas com deficiência, reduzindo as desigualdades. 17. Promover a individualidade e cidadania das mulheres, para que estas não se anulem diante de suas famílias e sociedade. 18. Contratar intérpretes de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e leitores de braile para todos os órgãos públicos, para que possa promover a cultura da pessoa com deficiência, buscando a inclusão e o respeito e reduzindo as desigualdades. 19. Garantir verbas para projetos, cursos de capacitação, recursos didáticos e pedagógicos para a educação de mulheres jovens e adultas, visando sua qualidade. 20. Ampliar os espaços públicos para esporte e lazer para as mulheres e suas famílias e valorização do espaço escolar como importante aparelho público. 21. Fomentar a valorização por parte dos Municípios e Estado das/dos profissionais de educação com o pagamento do piso salarial e melhores condições de trabalho. 22. Acompanhar as instituições de ensino na construção do seu projeto político-pedagógico para que seja incluído os recortes de gênero, raçaetnia, geracional, pessoas com deficiência, diversidade sexual e assim garantir a efetivação da discussão ao longo da realização das atividades anuais. 23. Ampliar e publicar informações de trabalhos científicos com abordagem de gênero. 62 24. Criar e implementar o programa de estudo de gênero nas Universidades com caráter interdisciplinar e permanente. 25. Promover cursos Profissionalizantes para as mulheres atendidas nos Centros de Atendimento à Mulher. 26. Promover cursos de formação para multiplicadores/as educacionais com temas relativos ao Plano de Políticas Para as Mulheres direcionadas a comunidade escolar. 27. Realizar projetos e campanhas para a educação da família, utilizando-se dos equipamentos presentes no seu município, de equipe multiprofissional. 28. Contribuir para elaboração do marco regulatório para o sistema de comunicação que iniba a difusão de conteúdos e imagens discriminatórios relacionados a gênero, raça-etnia, orientação sexual, pessoas com deficiência e geracional. 29. Universalizar as vagas nas universidades públicas. 30. Promover a formação continuada para os/as profissionais da educação na temática de saúde, gênero, direitos sexuais e reprodutivos. 31. Promover campanhas contra a violência de gênero. 32. Promover a formação de estudantes da educação básica para a equidade de gênero, raça e etnia. 33. Estimular a produção e difusão de conteúdos não discriminatórios das mulheres raça/etnia, pessoas com deficiência, orientação sexual e geracional e a distribuição imediata do kit anti-homofobia nas escolas. 34. Formular e implementar programas, projetos e ações de enfrentamento do racismo, sexismo, homofobia, deficiência e outros. 35. Efetivar através de recursos específicos projetos de formação para lideranças do movimento social de mulheres, no enfrentamento ao racismo, machismo, sexismo e homofobia. 36. Criar uma rede de comunicação para difusão das informações referentes ao cumprimento das resoluções da conferência e outros aspectos a lista das mulheres. 37. Criar e implementar o programa de estudos de gênero na Universidade Estadual de Goiás - UEG, com caráter interdisciplinar e permanente. 38. Criar incentivo para o resgate dos conhecimentos fitoterápicos e de medicina alternativa de comunidades: quilombolas, indígenas, ciganas e populares que tem mulheres como principais detentoras. 39. Realizar pesquisas sobre mulheres que contribuíram para o 63 desenvolvimento cultural, político e social. 40. Sistematizar informações de diagnósticos das várias formas de violência contra a mulher, prevista em lei. 41. Criar Núcleos de Transmissão do Saber Tradicional e Popular das diferentes comunidades, valorizando o conhecimento das mulheres e sua identidade cultural. 42. Estimular a organização de núcleos de estudo e reflexão sobre a educação sexista, nos espaços governamentais e não governamentais. 43. Capacitar gestores/as de ações públicas sobre as relações de gênero, raça e etnia, identidade de gênero e religião. 44. Incluir nas comissões de avaliação e seleção dos livros didáticos e paradidáticos especialistas nas temáticas de gênero, raça, etnia e orientação sexual, identidade de gênero e religião. 45. Implantar projeto de acompanhamento e avaliação permanente da qualidade de linguagem nos materiais didáticos e pedagógicos, garantindo conteúdo não discriminatório quanto a gênero, raça, etnia e orientação sexual, identidade de gênero e religião. 46. Implantar programa de educação sexual nas escolas da rede pública. 47. Destinar recursos da educação básica para a construção e ampliação de novas escolas de educação infantil. 48. Ampliar a destinação de verbas do Fundo da Criança e do Adolescente, do/a jovem para a educação infantil. 49. Criar escolas com tempo integral para o ensino fundamental, garantindo conforto, segurança e tranquilidade para as famílias. 50. Criar a comissão do meio ambiente na Secretaria da Mulher. 51. Promover a capacitação das mulheres para o uso sustentável dos recursos naturais, em especial da água e disposição final de resíduos. 52. Criar programa de educação ambiental específico para as famílias de comunidades quilombolas, indígenas, ciganas, ribeirinhas, vazanteiras e rurais. 53. Incentivar a criação de associações e cooperativas voltadas ás catadoras de material reciclável e ao aproveitamento de frutos do cerrado e plantas medicinais. Propostas enviadas para a Conferência Nacional. 1. Investir em formação continuada de gestores/as e profissionais da educação para a equidade de gênero, raça/etnia, pessoas com deficiência e o 64 reconhecimento das diversidades de orientação sexual e identidade de gênero. 2. Criar escolas agroecológicas no campo, com a concepção da educação popular, cursos de graduação e pós graduação para as trabalhadoras rurais e comunidades tradicionais e ampliar cursos de níveis técnicos e superior nas redes públicas de educação com recorte de gênero, raça-etnia, pessoas com deficiência e geracional. 3. Realizar campanhas propositivas de visibilidade positiva, com combate à discriminação e aos estereótipos das imagens veiculadas sobre as mulheres do campo e da cidade, negras, indígenas, ciganas, com deficiência, geracional, LGBTT, em todos os meios de comunicação de massa e popular. 4. Contribuir para elaboração do marco regulatório para o sistema de comunicação que iniba a difusão de conteúdos e imagens discriminatórios relacionados a gênero, raça-etnia, orientação sexual, pessoas com deficiência e geracional. 5. Garantir a cultura como política de estado e não de governo, democratizando o acesso da população aos equipamentos culturais já existentes e tornando-os acessíveis e adaptados. Eixo V - Enfrentamento de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres. Objetivos Gerais: I - Implantar uma Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. II - Garantir o atendimento integral, humanizado e de qualidade ás mulheres em situação de violência. III - Reduzir os índices de violência contra as mulheres. Objetivos específicos I - Combater todas as formas de violência contra a mulher. II - Proceder o diagnóstico quantitativo sobre os serviços de prevenção e atenção ás mulheres em situação de violência. III - Ampliar o acesso à justiça e a assistência jurídica gratuita. 65 IV – Fortalecer as redes estadual, nacional e internacional de atendimento ás mulheres em situação de violência. Demandas consolidadas das Conferências Municipais Prioridades para o3ª Plano Estadual de Política para Mulheres 1. Criar e reforçar as Delegacias Especializadas de Atendimento a Mulher DEAM com funcionamento e atendimento qualificado de 24h, em todos os municípios do Estado. 2. Criar Casas Abrigos Estadual e Municipais e assegurar a manutenção das já existentes contratando equipe multidisciplinar com formação adequada para atendimento as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. 3. Criar, ampliar e garantir espaços de atendimento às mulheres com dependência química e/ou com transtorno mental. 4. Garantir o atendimento integral, humanizado e de qualidade às mulheres em todas as situações, sobretudo nas de violência, bem como garantir o encaminhamento aos órgãos competentes. 5. Capacitar profissionais da segurança pública para atendimento humanizado qualificado às mulheres vitimadas, feito prioritariamente por mulheres. 6. Articular com o Conselho Federal de Educação a inserção de disciplinas curriculares nas temáticas de gênero, nos currículos de formação das profissões envolvidas com as questões de violência de gênero. 7. Oferecer formação e capacitação para as/os profissionais que atendem as mulheres: saúde, segurança pública, assistência social, educação, e que isso seja feito pela Secretaria da Mulher ou pelo Conselho da Mulher. 8. Fazer levantamentos dos registros de acordo com a Lei Maria da Penha e assegurar junto as DEAM que se aplique a cominação correta dos artigos da Lei Maria da Penha nos Boletins de Ocorrência - BO relativos aos casos de violência contra a mulher. 9. Garantir atendimento psicológico nas unidades de saúde para crianças e adolescentes considerando diversidade de gênero. 10. Negociar a continuidade do projeto Mulheres da Paz. 11. Buscar a implementação de fato da lei Maria da Penha. Tornar público, por meio de comunicação, os benefícios que trata a lei. 12. Garantir o cumprimento do Art. 185 do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. 66 13. Criar rede de apoio ao homem agressor, oferecer cursos, tratamento e programas específicos. 14. Criar programa de acompanhamento às vítimas de violência, após inquérito, por um período determinado, para a superação das dificuldades pós denúncia. 15. Incentivar e/ou implantar campanhas de reconhecimento em massa, valorizando a mulher e sua dignidade a serem veiculadas nos meios de comunicação escrita, falada e televisiva. 16. Garantir transporte para atendimento exclusivo às mulheres agredidas. 17. Elaborar e desenvolver a Agenda de Atenção Integral as Mulheres em situação de violência envolvendo todos os segmentos da rede. 18. Criar e consolidar a Rede de Atenção Integral a Saúde das mulheres em situação de violência. 19. Regulamentar através de lei estadual a notificação pelos serviços de saúde nos casos de violência contra as mulheres. 20. Criar incentivo financeiro para pactuação com os municípios a implantação da rede de atenção ás mulheres em situação de violência. 21. Elaborar e publicar guia de orientação para as mulheres sobre atendimento e cuidados de prevenção da saúde, quando em situação de violência. 22. Combater o tráfico de seres humanos. 23. Criar e desenvolver programas de atendimento à saúde, especialmente à saúde mental de profissionais que prestam atendimento ás mulheres em situações de violência. 24. Criar Casa Abrigo por região do Estado com atendimento especializado e reaparelhar a Casa Abrigo já existente. 25. Fomentar a produção de estudos e pesquisas sobre a violência contra as mulheres no Estado. 26. Organizar e/ou consolidar os sistemas de informação e diagnóstico sobre a violência contra a mulher no Estado. 27. Criar novas DEAM em municípios goianos com população acima de 30.000 habitantes com equipe multidisciplinar consistente em atendimento psicossocial. 28. Criar Centro de Referência com atendimento jurídico, psicológico e serviço social, em todos os municípios, com mais de 30.000 habitantes. 67 29. Criar Núcleos Especializados no atendimento à mulher- NEAM nos municípios onde não haja DEAM. 30. Reaparelhar as DEAM existentes. (manutenção,reforma, ampliação, etc.) 31. Apoiar a criação de Defensorias Públicas nos municípios. 32. Criar mecanismos de integração entre as redes que atuam nesta área. 33. Realizar campanhas de combate à violência contra a mulher, veiculando na mídia. 34. Incluir a temática de gênero e combate à violência contra a mulher na grade curricular dos cursos de formação de profissionais que atuam nas áreas afins. 35. Assegurar a realização de eventos promovendo a ação articulada entre os serviços integrantes da Rede de Atenção ás Mulheres Vítimas de Violência. 36. Implementar a Lei Maria da Penha, em âmbito concreto (criação de instituições responsáveis, capacitação dos/as profissionais). 37. Assegurar que os Centros de Atenção Psicossocial - CAPS envolvam em seus atendimentos as mulheres em situação de violência e que a Política Nacional de Saúde Mental atue também na prevenção e tratamento das pessoas vítimas de violência. 38. Incluir na grade de formação curricular da educação básica e nos cursos de aperfeiçoamento dos/as policiais (militar, civil, bombeiros, Polícia Federal, Guarda Municipal e outros) o tema sobre violência contra gêneros. 39. Garantir a reestruturação e pleno funcionamento dos órgãos de justiça, responsáveis pela defesa e responsabilidade dos direitos da mulher, urbana e rural (DEAM, delegacias comuns, Defensorias Públicas, Ministério Público e Poder Judiciário assegurando o efetivo cumprimento da Lei Maria da Penha). 40. Lutar para a garantia dos Direitos Civis às pessoas que mudam de sexo, inclusive com aquisição ou modificação de documentos. 41. Ampliar em todo território nacional, abrangendo todos os municípios, a “notificação compulsória”, enquanto documento obrigatório e regular de todas as instituições de saúde, educação e assistência. Propostas enviadas à Conferência Nacional, 1. Criar e reforçar as Delegacias Especializadas de Atendimento a Mulher DEAM com funcionamento e atendimento qualificado de 24h, em todos os municípios do Estado. 68 2. Criar Casas Abrigos Estadual e Municipais. Garantir a manutenção das já existentes com equipe multidisciplinar com formação adequada para atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. 3. Assegurar defensoria pública e assistência jurídica para mulheres em situação de vulnerabilidade com prioridade nos casos de violência. 4. Fazer levantamentos dos registros de acordo com a Lei Maria da Penha e assegurar junto as DEAM que se aplique a cominação correta dos artigos da Lei Maria da Penha nos Boletins de Ocorrência - BO nos casos de violência contra a mulher. 5. Buscar a implementação de fato da lei Maria da Penha. Tornar público, por meio de comunicação, os benefícios de que tratam a lei. Eixo VI - Proteção à Mulher em Situação de Risco Social e Enfrentamento das Desigualdades Geracionais. Objetivos Gerais: I. Promover a visibilidade da contribuição das mulheres na construção da história da humanidade. II. Combater os estereótipos de gênero, raça e etnia na cultura e comunicação. Objetivo Específico I. Proteger a mulher em situação de risco social e ampliar o exercício da cidadania. Demandas consolidadas das Conferências Municipais Prioridades para o3ª Plano Estadual de Política para Mulheres 1. Criar Centros de Referência municipais com psicólogos, fonoaudiólogos, dentistas, farmácia para atendimento as famílias sem restrições. 2. Assegurar o passe livre no transporte coletivo urbano e rural mulheres em situação de vulnerabilidade e mulheres com obesidade mórbida desde que comprovada a necessidade. 3. Inserir os/as filhos/as das mulheres chefe de família nos critérios de inserção do Programa Salário Escola. 4. Ampliar e criar cursos profissionalizantes oportunidade para redução da desigualdade de gênero, étnico-racial e diversidade sexual. 69 5. A Dona de Casa ser reconhecida pelo sistema previdenciário como profissional regulamentada através do Sindicato (Associação das Donas de Casa) e com todos os direitos previdenciários garantidos. 6. Garantir a efetivação de ações que visem o empoderamento das mulheres em situação de vulnerabilidade. 7. Cumprimento da Norma Brasileira da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) - NBR 9050/2004: que todos/as deficientes físicos tenham acessibilidade às áreas públicas e às moradias. 8. Criação de Órgãos Municipais de Proteção às Mulheres por região, a exemplo dos Conselhos Tutelares. 9. Criação de Abrigos para Mulheres em situação de risco social, abrigos para adolescentes com ensino profissionalizante. 10. Criação e expansão de abrigos para mulheres em situação de violência e dependência química com amparo aos/as seus/as filhos/as 11. Regularização fundiária dos loteamentos, dando prioridade a quem possui a guarda dos/as filhos/as 12. Fortalecimento e capacitação das equipes e Centros de Referência de Assistência Social - CRAS e Centros de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS, e de grupos de convivência de mulheres, com perspectiva da atenção às necessidades integrais das mulheres, fortalecendo-as para o exercício da autonomia e do poder de decisão. 13. Criação de benefício para a mulher que sofre violência doméstica. 14. Exigir o cumprimento do Estatuto do/a Idoso/a. 15. Garantir a implantação de ações afirmativas nas empresas para no mínimo 10% de mulheres desempregadas. 16. Reduzir a carga horária de trabalho para haver geração de mais empregos. 17. Garantir atendimento especial às gestantes nas unidades de saúde. 18. Garantir assistência especial em domicílio às famílias de crianças com deficiência. 19. Melhorar assistência especial dos Programa de Saúde da Família - PSF em domicílio às famílias de pessoas com deficiência e idosos/as e formação continuada para os/as profissionais envolvidos/as. 20. Que a renda familiar exigida para beneficiário do BPC (Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social) seja de um salário mínimo por pessoa da família. 70 21. Promover reuniões, audiências com a população para tirar as dúvidas relacionadas à previdência social. 22. Oferecer cursos profissionalizantes para mulheres em situação de prisão. 23. Incentivar a criação do “apito solidário” e conscientizar a importância do uso deste apito. 24. Estender o trabalho de acolhimento existente no CREAS às crianças em situação de risco, também às mulheres vítimas de violência e/ou em situação de risco. 25. Estruturação de núcleos de atendimento às mulheres vítimas de violência e em situação de risco no CREAS e Centros de Referência de Assistência Social - CRAS. 26. Organizar Rede de Proteção à Mulher em situação de risco social. 27. Criar auxílio financeiro ás mães de famílias de baixa renda, do sétimo mês de gravidez até o nono mês da criança. 28. Fomentar a formação de núcleo de mães vizinhas para compartilhar experiências e soluções de vida. 29. Organizar Redes de Atenção à Pessoa Idosa com equipe multiprofissional, possibilitando acesso a atividades esportivas e culturais, alimentação, medicação. 30. Priorizar as mães solteiras e lares chefiados por mulheres. Com renda familiar financeira insuficiente, nos critérios de distribuição de moradias populares. 31. Criar auxílio às mães de filhos/as com necessidades educacionais especiais. 32. Criar um Centro de Referência com psicólogos/as, fonoaudiólogos/as, dentistas, farmácia para atendimento as famílias sem restrições. 33. Assegurar o passe livre no transporte coletivo urbano para mães com filhos/as. 34. Informar, conscientizar e garantir emissão de documentos para as mulheres, especialmente as do meio rural. 35. Priorizar as mulheres chefe de família, especialmente com idade acima de 30 anos, nos critérios de inserção nos Programas de Transferência de renda. 36. Inserir os/as filhos/as das mulheres chefes de família nos critérios de inserção do Programa Salário Escola. 37. Criar auxílio financeiro as mães de família de baixa renda, do 8º mês de 71 gravidez até o 2º mês da criança. Propostas enviadas à Conferência Nacional 1. Assegurar a implementação de ações de enfrentamento das desigualdades contra as mulheres jovens e idosas nas instituições públicas governamentais. 2. Apoiar a capacitação de lideranças do movimento de jovens feministas na promoção de políticas e ações de enfrentamento das desigualdades geracionais. 3. Instituir nos locais que não existem e fortalecer os programas e projetos já existentes de assistência à mulher em situação de risco, com formação continuada para os/as profissionais envolvidos/as. 4. Garantir acesso prioritário para as mães solteiras em situação de vulnerabilidade em relação à moradia. 5. Criar e fortalecer o Projeto intitulado de Mulheres da Paz, com ações de segurança, dependentes químicos, social, saúde, entre outros. 72 Relação de Delegadas/os da 3ª Conferência Estadual de Política para Mulheres de Goiás Município Nome RPS Águas Lindas de Goiás Aparecida Vieira da Silva GM Águas Lindas de Goiás Jamaica Lima Barbosa GM Águas Lindas de Goiás Maria da Anunciação Santos Silva SC Águas Lindas de Goiás Maria Rita Lima Pinheiro GM Águas Lindas de Goiás Michelle Doroti Alves Ribeiro SC Águas Lindas de Goiás Midiam Souza do Carmo SC Águas Lindas de Goiás Soraya Sousa Ferreira de Oliveira GM Águas Lindas de Goiás Zilda de Souza Santana Nonato GM Amaralina Vanirlene Ferreira de Lima GM Anápolis Cíntia Clara Ferreira da Silva SC Anápolis Claudenice Fernandes Barbosa GE Anápolis Edna R. de Jesus Rodovalho GE Anápolis Erly Alves de Moraes SC Anápolis Erondina Mª Terezinha de Morais GM Anápolis Estefânia Leite Costa SC Anápolis LeidianeEnize Peixoto Sobrinho SC Anápolis Márcia Cristina Silva Mendonça SC Anápolis Maria José Araújo Galvão GM Anápolis Maria Terezinha de Jesus GE Anápolis Maristela Rodrigues da Silva SC Anápolis Mirna Maria Vieira GM Anápolis Nataly Padilha de Moura SC Anápolis Sonaly Padilha de Moura Lande SC Anápolis Wanderson Ernesto de Carvalho SC Anápolis Zilda Souza Caixêta SC 73 Aparecida de Goiânia Divina Aparecida Caldas GM Aparecida de Goiânia Divina Maria de Castro Souza GM Aparecida de Goiânia Lídia Maria do Nascimento SC Aparecida de Goiânia Maria Angélica de Jesus Lacerda GM Aparecida de Goiânia Maria Lúcia das Dores Ferreira SC Aparecida de Goiânia Marieusa Angélica de Oliveira SC Aparecida de Goiânia Roseli M° de Oliveira Silveira GM Aparecida de Goiânia Sandra Regina Martins SC Aparecida de Goiânia Vanda de Sá Vieira GE Aparecida de Goiânia Viviane Bueno Velozo GM Aparecida de Goiânia Watusi V. S. Soares SC Caldas Novas Cláudia de Jesus Silva SC Caldas Novas Gentelene Barcellos Moura SC Caldas Novas LázaraAp Messias Silva SC Caldas Novas Maria Madalena A. Gonçalves SC Caldas Novas Marlene Freitas dos Santos SC Caldas Novas Sindelândia Tavares Soares SC Catalão Eliane Martins de Freitas SC Catalão Fernanda Michelle de Oliveira GM Catalão Marlene Maria Macedo GM Catalão Nara Rúbia Mota Tavares GE Catalão Neide Garcia Dezute SC Catalão Rosimeire Neri Correia SC Catalão Sônia Dezute SC Cavalcante Dilma Maria dos Santos SC Cavalcante Eriene dos Santos Rosa SC Cavalcante Maria Alice Ferreira da Silva GM Cavalcante Maria Evangelha Rege da Silva GM Ceres ItsukoTomooka SC 74 Ceres Jardete Gomes Alves Barbosa SC Ceres Maria Antônio Rodrigues Pereira GM Ceres Maria Aparecida R. de Oliveira GM Ceres Maria Rúbia de Lima Soares GM Ceres Marystela Lúcia de Lima GM Ceres Pollyanna Patrícia B.de Lima SC Ceres Vívia Guiomar Alves SC Cidade Ocidental Ana Maria da Paixão Setúbal SC Cidade Ocidental Camila Queiróz Maia GM Cidade Ocidental Emanuele Luciane G. Barbosa SC Cidade Ocidental JuadirceSarafim Xavier GM Cidade Ocidental Kedma Karen da Silva SC Cidade Ocidental Luza Ribeiro da Costa Lima GM Cidade Ocidental Maísa Soares da Silva Rodrigues SC Cidade Ocidental Maria de Fátima GM Cidade Ocidental Sandra Pereira Braga SC Cidade Ocidental Silvana Maria Pereira Neves GM Cidade Ocidental Sueli Alves dos Santos SC Cidade Ocidental Tereza Sueli Freire Braga SC Cidade Ocidental Vera Lúcia Silveira Sousa SC Firminópolis Leureni Caetano Alves SC Firminópolis Márcia Maria Donêncio SC Goiânia Adriana de Oliveira Barbosa GM Goiânia Ailma Maria de Oliveira SC Goiânia Alba Valéria Lemes Lauria SC Goiânia Albineia Plaza Pinto GM Goiânia Aldevina Maria dos Santos SC Goiânia Alessandra da Silva Rodrigues GM Goiânia Alessandra Soares Leite GM 75 Goiânia Alexandra Nunes Miranda SC Goiânia Aline de Oliveira Silva GM Goiânia Ana Carolina Barbosa SC Goiânia Ana Claúdia B. Mendes SC Goiânia Ana Maria de Souza Oliveira GE Goiânia Ana Rita Marcelo de Castro SC Goiânia AnadirCezario de Gliveia GM Goiânia Andrea Cristina Pereira Marinho SC Goiânia Ângela Cristina dos S. Ferreira SC Goiânia Ângela Esteu Café GE Goiânia AureaWieira de Souza Silva SC Goiânia Aurineide Borges Marinho GM Goiânia Carmem Círia Batista Rosa SC Goiânia Carmem Susana Makhoul GE Goiânia Caroline Geisa Ferreira GE Goiânia Celidalva Souza Bittencourt SC Goiânia Cirley Pereira Marinho GM Goiânia Claudia Herlaine L. Felix de Souza SC Goiânia Cleide Maria dos Santos GM Goiânia Darlene Costa Azevedo Araújo GE Goiânia Delci de Souza Barros SC Goiânia Divina Jordão SC Goiânia Edilamar Clarinda de R. Oliveira SC Goiânia Edina Araújo Teixeira SC Goiânia Edna Ferreira Rosa GE Goiânia Elaine de Moura Corrêa SC Goiânia Elaine Noleto Barbosa GE Goiânia Elaine Terezinha Batista GM Goiânia Elenita da Silva Santos GM 76 Goiânia Eliana da Silva Porto Borges GE Goiânia Eliana Perpétua de Sousa Corrêa SC Goiânia Eline Jonas SC Goiânia Eliziana Campos Brandão Talarico GM Goiânia Elza Alves Rabelo SC Goiânia Ernestina Mª Cavalcante de Lima SC Goiânia Erveline Batista de Lima SC Goiânia Eva Assis C. A. de Almeida SC Goiânia Fátima de Jesus Souza SC Goiânia Fátima Martins Eugênio SC Goiânia Geralda da Cunha Teixeira Ferraz SC Goiânia Geralda Maria de Lacerda GE Goiânia Gervânia Maria dos Santos Camilo GM Goiânia Grazielly Alves Assunção GM Goiânia Grazielly Naiara Lobo Costa SC Goiânia Helenita Macedo Rocha GE Goiânia Hilda Helena dos Santos Oliveira SC Goiânia Hiranildes Valentina Lobo SC Goiânia Ieda Frutuoso Fernandes GM Goiânia Ieda Leal de Souza SC Goiânia Iolanda Avelino Vieira SC Goiânia Iraci Rodrigues de Rezende GM Goiânia Isabel Teixeira Campos SC Goiânia Ivanilde Vieira Batista SC Goiânia Jacy de Oliveira Melo GM Goiânia Jane Belle Pimentel de Castro GM Goiânia Janice Léia da Silva GM Goiânia Judith dos Santos Furquim SC Goiânia Karine Aparecida de Oliveira Dias SC 77 Goiânia Katia Regina Neres Reis SC Goiânia Keinnia Pereira dos Santos Vieira SC Goiânia Kelly Cristina Alves SC Goiânia LaisyMoriereCandida Assunção SC Goiânia Letícia Érica Gonçalves Ribeiro SC Goiânia Lis Caroline Lemos SC Goiânia Longuinha Costa Santos GM Goiânia Luana de Castro GM Goiânia Lucélia Evangelista Sampaio GM Goiânia Lúcia Helena Rincon Afonso SC Goiânia Lúcia Xavier da Cunha Barbosa SC Goiânia Luciana Regina Castro Lombardi GE Goiânia Lucinete Jardilina de Oliveira GM Goiânia Ludmilla Lima Barreto GM Goiânia Marcia Pereira Melo GM Goiânia Marco Aurélio FraissatPugliese GE Goiânia Maria Aparecida V. Rodrigues SC Goiânia Maria Borges de O Barbosa SC Goiânia Maria Cecília Machado SC Goiânia Maria Cristina Moreira SC Goiânia Maria Dalva da Silva Pinheiro SC Goiânia Maria Das Dores Dolly Soares SC Goiânia Maria das Graças Santos SC Goiânia Maria de Fátima Veloso Cunha SC Goiânia Maria Elisa Pires da Fonseca SC Goiânia Maria Euzébia de Lima SC Goiânia Maria José do Nascimento GE Goiânia Maria Rita Medeiros Fontes GE Goiânia Maria Rosalina da Silva Paula SC 78 Goiânia Maristela Cristiani Andrade SC Goiânia Marivalda Marinho de Souza GE Goiânia Mariza Moura do Nascimento GM Goiânia Marta Cezaria de Oliveira SC Goiânia Marystella Leão Guimarães GM Goiânia Matilde Lemes dos Santos GM Goiânia Morgana Rodrigues dos Santos SC Goiânia MyrhãmKhayaphõ do Sul Moura SC Goiânia Nathalia Oliveira Ferreira GM Goiânia Neuza Maria Borges SC Goiânia Neuza Maria Cezario da Costa SC Goiânia Nilva de Jesus Silva SC Goiânia Nilvanete de Souza Moreira Alves GM Goiânia Noeme Diná Silva GM Goiânia Norma Esther Negrete Calpineiro SC Goiânia Olívia Vieira da Silva SC Goiânia Paula da Cunha Jamardo Beiro GM Goiânia Pollyanna Marques Vaz SC Goiânia Raimunda Montelo Gomes GE Goiânia Regiacelia de Freitas SC Goiânia Renata da Cunha Jamardo Beiro SC Goiânia Roberta Fernandes de Souza SC Goiânia RomualdaR. da S. Marques SC Goiânia Rosana Cristina Santana Santos GE Goiânia Rosenilda Trindade Da Costa GM Goiânia Sidiana Soares Santos SC Goiânia Silvia Maria do Nascimento SC Goiânia Simone Maria Neto de Souza SC Goiânia Tamara Naiz da Silva SC 79 Goiânia Tania M. Maia Magalhães Castro GE Goiânia Teresa Cristina Nascimento Sousa GM Goiânia Valdenise Alves Moreira GM Goiânia Valdevina Neves dos Santos GE Goiânia Valéria Pacheco Ferreira Guedes SC Goiânia Vera Balbino Rodrigues Machado SC Goiânia Vera Lúcia dos Santos Lima SC Goiânia Viviane Borges de Abreu Gomes SC Goiânia Wilma de Bessa Nogueira Borges GE Goianira Maria Felix Chaves Silva SC Goiás Ineide Santos Camargo SC Goiás Maria Conceição Sanches SC Goiás Maria Meire de Carvalho SC Goiás Telma das Graças G. Martins GM Iaciara Ana Paula de Freitas SC Iaciara Maria Verônica Veloso Silva GM Inhumas Mara Lívia de Lima Ferreira GM Inhumas Valéria Pereira dos Santos SC Iporá Telma Aparecida Lucas GM Itapuranga Creusa Ferraz Ferreira SC Itapuranga Domingas Camilo de Morais GM Itapuranga Dominique Domeignoz GM Itapuranga Juliana Moreira Rodrigues GM Itapuranga Perpétua Mª de Camargo Gontijo GM Jaraguá Angelita Maria Ribeiro Pimentel GM Jaraguá Kátya Machado SC Jesúpolis Ivany Maria do Carmo. GM Jesúpolis Jeyliane Vieira Vasconcelos GM Jesúpolis Norma Pereira da Silva. GM 80 Luziânia Cassiana Vaz Tormin SC Luziânia Edna Aparecida A. dos Santos GM Luziânia Francisca Maria Oliveira Andrade SC Luziânia Mara Sandra Monteiro da Silva SC Minaçu Édna Rosa dos Santos Silva GM Minaçu Paula Francinete da Silva SC Minaçu Sandra Elena Virgulino SC Mineiros Ana Maria Souza Oliveira GM Mineiros Ana Paula Fernandes Elias SC Mineiros Crislaine Aparecida Alves Silva GM Mineiros Edna Souza Goulart Silva GE Mineiros Ênio Ferreira Borges GM Mineiros Fabiana da Silva SC Mineiros Ivonita Gonzaga Pio SC Mineiros Lucely Morais Pio SC Mineiros Magna Cruz de Morais SC Mineiros Maria de Fátima Silva Rezende SC Mineiros Naelcia dos Santos Costa SC Morrinhos Ana Maria Sussai GM Morrinhos Beatriz Liberato de Souza GE Morrinhos Cleusa Marina Silva Freitas GM Morrinhos Darcy Rodrigues Oliveira GM Morrinhos Flávia Cruvinel de Oliveira GE Morrinhos Iza Junqueira Rezende GE Morrinhos Judith Soares Martins GE Morrinhos Kátia Cecília Soares GE Morrinhos Lecilda Ferreira da Silva Quintino SC Morrinhos Leosana Rodrigues S. Freitas GM Morrinhos Luizmar Martins Arruda Júnior GE 81 Morrinhos Marilene Martins de S. Marques GE Morrinhos Ruth Corcelli de O. Barbosa GM Morrinhos Sandra Maria de Souza GE Morrinhos Valdete Silva GM Morrinhos Wilnéia Moreira Rocha e Silva GE Nova Veneza Luciene Aparecida Vieira SC Nova Veneza Maria Aparecida Silva SC Nova Veneza Meire Francisca S. Melo GM Novo Gama Claudia Martins Palheto da Silva SC Novo Gama Cristiane Alves P.Damasceno SC Novo Gama Eva Leni da Silva GM Novo Gama Levina Alves Ferreira Leão GE Novo Gama Luciene da Silva Cruz SC Novo Gama Maria de Nazaré Araújo Trindade SC Novo Gama Rosângela Madeiro dos Santos SC Pires do Rio Dolizete Bernardo SC Pires do Rio Tilene de Fátima Pires GM Rialma Delma Anita da Silva SC Rio Quente Dilma Yara Santos GM Rio Quente Keila Cristina Silva Ribeiro SC S. Luís de Montes Belos CleilaVerginia Barbosa Procopio GM S. Luís de Montes Belos Mariluce Elias de Bastos Monteiro SC S. Luís de Montes Belos MarizeteR. Oliveira SC São Miguel do Araguaia Adailza Alves de Sousa Crepaldi GM São Miguel do Araguaia Francisca Maria da Silva SC São Miguel do Araguaia Francisca Maria dos Santos GE São Simão JiulianeHallidey Alves SC São Simão Lucivânia Ferreira de Lima GM São Simão Maria Leticia Oliveira Lacerda SC 82 Senador Canedo Ana Maria Emos Ferreira GM Senador Canedo Angela Maria de Deus Camargo GM Senador Canedo Ivone Martins Guimarães da Silva SC Senador Canedo Lucilene Vitória Rodrigues SC Senador Canedo Lucimar Alves de Oliveira e Silva GM Senador Canedo Marisa Alves Severino GM Senador Canedo Marlene Marcia da Silva SC Senador Canedo Rosa Maria Siva Maia SC Senador Canedo Salma Bahia C L Silveira SC Silvânia Adélia Aparecida Faleiro Batista GE Silvânia Andressa Marília Braga SC Silvânia Florinda de Fátima Caixeta Bueno GM Silvânia Márcia Maria da Silva GM Silvânia Mª Aparecida das Dores B. Togo SC Silvânia Maria Regina Ferreira Lôbo GM Silvânia Mariana Mesquita Bringel SC Silvânia Rosita Teixeira da Silva GM Silvânia Salete Aparecida de Assis GE Terezópolis de Goiás Sônia Gomes da Silva Rosa GM Uruaçu Alécia Lopes Nogueira SC Uruaçu Carlita Barbosa de Oliveira SC Uruaçu Claudinea Braz Theodoro SC Uruaçu Domingas Gouveia de Carvalho SC Uruaçu Filomena Isabel Borges Monteiro SC Uruaçu Joceliete Vicentini Alves Martins SC Uruaçu Maria Santino Barbosa da Silva SC Uruaçu Marivalda Albuquerque Oliveira GE Uruaçu Natália Bruna de Souza Lourenço SC Uruaçu Rita de Cássia O. Magalhães SC 83 Valparaíso de Goiás Francilina Guimarães Franco SC Valparaíso de Goiás Leidjânia Alves Dantas SC Valparaíso de Goiás Marcia Aparecida Teixeira GM Valparaíso de Goiás Maria de Sousa Tavares GM Valparaíso de Goiás Regina Borges de Lima SC Valparaíso de Goiás Roseli Silva de Oliveira SC Valparaíso de Goiás Ruth Alves Ramiro SC Valparaíso de Goiás Selma Souza dos Santos Schut SC Valparaíso de Goiás Wilma Correia GE Valparaíso de Goiás ZelmaLindmeira F. Silva SC Legenda: SC: Sociedade Civil / GM: Governo Municipal / GE: Governo Estadual. 84 MOÇÕES APROVADAS NA 3ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES. 1. Moção em Prol da Acessibilidade. Que se façam cumprir as leis de acessibilidade já existentes. Que haja campanhas nos meios de comunicação e preparação dos/as profissionais da área (engenheiros/as, arquitetos/as, decoradores/as, designers...) empregando criatividade, inclusive artística, promovendo um ambiente agradável. 2. Moção de Aplauso a Excelentíssima Ministra da Igualdade Racial do Estado Brasileiro – Luiza Barros. Nós aqui presentes na 3ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres aplaudimos a Excelentíssima Ministra da Igualdade Racial Luiza Bairros, pela sua dedicação e empenho frente a esta pasta do Governo Federal que tem como missão enfrentar o racismo que estrutura as relações sociais neste país. A história de luta junto ao Movimento Negro que a Excelentíssima Ministra possui fortalece sua gestão e muito orgulha a população negra brasileira que há séculos aguardam retratação pela violência sofrida. Aplaudimos a gestão da Excelentíssima. Ministra que com seriedade vem desenvolvendo ações afirmativas que objetivam minimizar desigualdades em todas as áreas de direitos constitucionalmente garantidos desde 1988. Nós, mulheres empoderadas aqui presentes nesta Conferência, nos inspiramos nas histórias de lutas e vitórias de mulheres guerreiras e apoiamos as estratégias da Excelentíssima Presidenta da República – Dilma Rousseff em garantir cotas para representações femininasem seu governo. Isto representa significativamente o compromisso desse governo em minimizar as desigualdades sociais existentes secularmente nesse país. Neste sentido, a presença de uma exímia militante do movimento negro brasileiro em uma pasta de importante articulação na implantação e implementação de políticas públicas que visem à construção de um país com mais equidade é fundamental. 3. Moção de Repúdio – Propaganda da HOPE. As/os delegadas/os da 3ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres de Goiás, reunidas nos dias 14 e 15 de outubro na cidade de Goiânia, repudiam a decisão do CONAR em arquivar o processo aberto pela SPM para suspensão da propaganda da HOPE com a modelo Gisele Bündchen, que representa um 85 desrespeito à imagem da mulher moderna, atuante e produtiva na sociedade brasileira. A propaganda em questão reforça um estereótipo discriminatório com relação às mulheres, reproduz a ideia da mulher consumidora exacerbada e irresponsável, quando na realidade, estudos demonstram que as mulheres aplicam o dinheiro com mais responsabilidade, são responsáveis por 70% das compras das famílias e mais exigentes em relação a qualidade do produto, inclusive em relação ao envolvimento social da empresa. Não é a toa que o próprio governo usou este dado com critério para o programa Bolsa Família, em que as mulheres compõem a grande maioria de titulares. Além disso, a propaganda é preconceituosa ao insistir que as mulheres não sabem dirigir, quando já está comprovado que isso é mais um mito preconceituoso, pois o mercado de seguro de carro se rendeu a realidade, baixando o preço para as clientes mulheres. 4. Moção de Repúdio a Programação Midiática Discriminatória e Preconceituosa. O que dizer de peças publicitárias veiculadas nos meios midiáticos, que primam pela qualidade técnica e se propõe perspicazes e inteligentes, mas alteram a percepção da realidade, reforçam conceitos preconceituosos e legitimam valores morais conservadores? Não é de hoje que as imagens das mulheres esculturais, loiras saradas, servem de inspiração aos publicitários que buscam seduzir e povoar o imaginário dos homens. As peças publicitárias cumprem o papel de desumanizar e reduzir as mulheres à dimensão de fatias bem torneadas de músculos e carnes a espera do consumo, como pontua a jornalista Raquel Moreno, no livro “A beleza impossível”. É a própria coisificação preconizada por Marx. Também não é de hoje que organizações feministas chamam a atenção para o tratamento dado às mulheres pela mídia. As mulheres representam hoje mais de 50% da população, têm grau de escolaridade superior a média dos homens e ocupam uma grande fatia do mercado de trabalho, estando presentes em grande número, inclusive, nas redações de jornais. Estas mulheres, protagonistas de suas histórias, de acordo com o levantamento feito pela Assessoria de Comunicação da SEMIRA (Secretaria de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – Goiás), em 2007 e 2008, são invisíveis para a grande mídia. Elas só ganham visibilidade, só se tornam notícia, quando são vítima de violência ou estampam colunas de jornais com pouca ou nenhuma roupa e em poses sensuais. A imagem das mulheres para os meios midiáticos está vinculada 86 à ideia de objeto de consumo. Mulher é igual a erotização, banalização, mercadoria. Infelizmente tais abordagens reforçam conceitos ideológicos de perpetuação da cultura machista e consequentemente da prevalência da força e da violência. A mídia, da forma como preconiza a imagem da mulher, faz o caminho da sedução palmilhado de produtos, brilhos, atitudes e aparências que ratificam os conceitos de força, domínio, desejo e submissão entre os sexos. Faz-se necessário que os/as profissionais de publicidade, da TV, rádio e outras mídias, comecem a ter uma postura mais comprometida e consequente em relação ao produto que se pretende vender e a mensagem que se pretende passar ao/a consumidor/a. 87 CONSIDERAÇÕES DO CONEM O CONEM – Conselho Estadual da Mulher foi criado pela Lei 13.456, de 16 de abril de 1999, como resposta às demandas sociais e históricas do povo Goiano, em especial das mulheres. Desde sua criação o CONEM, desempenhou com firmeza suas atribuições como órgão colegiado, de composição paritária, de caráter permanente, deliberativo e consultivo, corresponsável pela elaboração, fiscalização e controle da gestão das políticas para mulheres no Estado de Goiás. Por isso com alegria entregamos para a população goiana as resoluções da 3ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres do Estado de Goiás, que foi coordenada pelo CONEM e a Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial – SEMIRA. As conferências constituem-se em espaços privilegiados de debate aberto e plural, de vivência da democracia e da participação popular. São espaços de avaliação e proposição de políticas públicas que incidem direta ou indiretamente na vida de nossas mulheres. As pesquisas mostram que as mulheres se encontram em desvantagem social, política, econômica e cultural em relação aos homens. Segundo o Relatório Mundial de Gênero, do Fórum Mundial de Davos, divulgado em 2012, o Brasil saltou da 82ª posição para 62ª no ranking das desigualdades entre homens e mulheres. O relatório considerou os aspectos de participação econômica, acesso a níveis de educação,empoderamento político e saúde, para desenvolver o índice. Esse salto ainda que tímido, frente às necessidades cotidianas de nossas mulheres, revela o papel indispensável das políticas públicas para mulheres na construção da equidade de gênero. São elas as responsáveis pelos avanços que tivemos e, sem dúvida, as conferências contribuíram de forma significativa para tal, pois a partir delas tiramos resoluções e construímos os planos de política para mulheres que se traduziram em muitas ações concretas em nível municipal, estadual e nacional. 88 Sendo assim, percebemos que a luta das mulheres não foi em vão. Dia após dia estamos dando passos significativos para transformar as relações que oprimiram e silenciaram historicamente metade de nossa população. Em Goiás, a 3ª Conferência de Políticas para Mulheres e suas resoluções com certeza contribuirão, para darmos um salto de qualidade nas políticas públicas que serão implantadas e/ou consolidadas em nosso estado. Saudações feministas, Ana Rita Marcelo de Castro Presidenta CONEM 89 Violência contra a mulher – Onde buscar ajuda Portal Brasil – Ligue 180 Central de Atendimento a Mulher Secretaria de Política para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial Semira – Fone 62 3201-5340/ 5303 Centro de Valorização da Mulher – CEVAM – Fone: 62 3213-2233 Centro Popular da Mulher – CPM – Fone: 623224-8828 Delegacias Especializadas de Atendimento a Mulheres DEAM do Estado de Goiás MUNICÍPIO Águas Lindas TELEFONE 61 3618-2716 Anápolis 62 3328-2731/2734 Aparecida de Goiânia 62 3201-2642/2644 Caldas Novas 64 3454-6640 Catalão 64 3441-1600/1609 Formosa 61 3642-4102/2368 Goianésia Goiânia - Setor Central Goiânia – Região Noroeste Itumbiara Jataí 62 3353-4821 623201-2801 / 2802 / 2807 / 2818 / 2820 623201-6344 / 6332 / 6331 64 3404-7711 64 3632-0701/0703 Luziânia 61 3621-4490 Mineiros 64 3661-5729 Novo Gama 61 3614-2784 Planaltina 61 3637-1145 Porangatu 62 3362-5902/5907 Rio Verde 64 3620-0950 Sto. Antônio do Descoberto 61 3626-0421/0289 Senador Canedo 62 3201-2426/2428 Trindade Uruaçu 62 3505-11377/7539 62 3357-2577 90 Valparaíso 61 3696-1668 91