X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ANALISANDO QUESTÕES EM LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DE SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, ACERCA DO RACIOCÍNIO COMBINATÓRIO. Ademilton Gleison de Albuquerque Universidade Federal de Pernambuco [email protected] José Valério Gomes da Silva Universidade Federal de Pernambuco [email protected] Resumo: O presente estudo tem como objetivo analisar nas atividades propostas de raciocínio combinatório em livros didáticos de Matemática dos anos finais do Ensino Fundamental aprovados no PNLD 2008 a presença dos tipos de problema (produto cartesiano, arranjo, permutação, combinação), para atingirmos o objetivo foi mapeado as questões, classificando e identificando uma possível evolução nas cinco coleções analisadas. Tomamos como fundamentação teórica os estudos de Vernaud (1986), Batanero (1997), Roa & Navarro (2001), Pessoa e Borba (2009) e outros que explicitam a importância dessa temática. Inicialmente foram eleitas algumas variáveis de análise dentro da disciplina de Tópicos de Ensino da Estatística e Probabilidade, no 2º semestre de 2009 do curso de pós graduação em Educação Matemática e Tecnológica - EDUMATEC, onde em duplas, organizou-se um banco de dados na plataforma moodle, partindo desse banco de dados, cada equipe definiu seu objeto de pesquisa. Cruzando os dados observou-se de forma conclusiva que não existe uma distribuição homogênea dos tipos de problemas nas coleções analisadas. Palavra - chave: Livro Didático; Raciocínio Combinatório; Arranjo; Combinação; Permutação. 1.INTRODUÇÃO Como apontado por Inhelder e Piaget (1955) para o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático de alunos, a combinatória desenvolve papel importante. Várias pesquisas (Godino e Batanero, 2005; Esteves, 2001; Roa e Navarro-Nelayo, 2001) indicam que uma forma de simplificar a abordagem no Ensino Médio seria começar o trabalho com análise combinatória nas séries iniciais de maneira não sistematizada. Os alunos que apresentam maiores dificuldades com relação ao tema são os que nunca tiveram contato com o conteúdo desde as séries iniciais. Com isso é proposto pelos PCNS do ensino médio que: Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 1 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Os Parâmetros Curriculares Nacionais destacam, entre outros conteúdos, o papel importante do raciocínio combinatório na formação dos alunos do Ensino Médio. As habilidades de descrever e analisar um grande número de dados, realizar inferências e fazer predições com base numa amostra de população, aplicar as idéias de probabilidade e combinatória a fenômenos naturais e do cotidiano são aplicações da Matemática em questões do mundo real que tiveram um crescimento muito grande e se tornaram bastante complexas. Técnicas e raciocínios estatísticos e probabilísticos são, sem dúvida, instrumentos tanto das ciências da Natureza quanto das Ciências Humanas. Isto mostra como será importante uma cuidadosa abordagem dos conteúdos de contagem, estatística e probabilidades no Ensino Médio [...] (BRASIL, 1998, p.257). O conceito de combinatória nos Livros Didáticos, ao longo dos anos, em sua maioria, se apresenta de forma “mecânica”, causando por vezes um distanciamento desses conteúdos pelos professores e conseqüentemente pelos alunos. Tais dificuldades têm gerado discussões em meios acadêmicos chegando a caracterizar novas abordagens para o ensino do campo: Tratamento da Informação, particularmente, para o ensino da combinatória. Como apresentado por Rufino e Silva (2004): A maneira mecânica e limitada como vem sendo apresentado o conceito de Combinatória, assim como em outros campos do conhecimento, têm promovido, em geral temor ou desagrado ao invés de satisfação e interesse para grande parte dos alunos e professores. Tais dificuldades têm impulsionado discussões que chegam a caracterizar novas maneiras que podem ser usadas para reformular o ensino de Matemática como um todo, mais especificamente, o de Combinatória. Outro aspecto discutido nas academias é que no ensino fundamental não são explorados adequadamente os princípios aditivo1 e multiplicativo2 e no ensino médio o raciocínio combinatório fica limitado na aplicação das fórmulas de arranjo3, permutação4 e combinação5. 1 Princípio Aditivo - Suponha que A e B são dois conjuntos disjuntos, se o conjunto A pode realizar-se de m maneiras e o conjunto B de n maneiras, então o conjunto A ou o conjunto B poderá realizar-se de m + n maneiras distintas. (Merayo, 2001). 2 Princípio Multiplicativo - Seja C um conjunto que possa ser decomposto em duas etapas sucessivas A e B independentes entre si, suponhamos que a etapa A possa se realizar de m maneiras, e que a B possa se realizar de n maneiras independentes de qual seja o resultado obtido na etapa A. Então, o conjunto poderá se realizar de m x n maneiras distintas seguindo todas as formas possíveis das duas etapas citadas. (Merayo, 2001). 3 Arranjo de n elementos tomados p a p, onde n ≥ 1 e p um número positivo tal que 1 ≤ p ≤ n, são todos os grupos de p elementos distintos, que diferem entre si pela ordem e pela natureza dos p elementos que compõem cada grupo. (Santos, 1995 p. 42) Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática 2 Comunicação Científica X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Os PCNs apresentam a importância de se desenvolver o raciocínio combinatório em alunos do Ensino Médio. De acordo com as experiências das autoras é comum o ensino desse conteúdo através de fórmulas e padrões, porém essas formas nem sempre garantem uma aprendizagem significativa. Assim se faz necessário romper com essa forma tradicional de ensino (Almeida; Ferreira, 2008). Esta pesquisa objetiva classificar e analisar atividades propostas de raciocínio combinatório, extraídas de coleções de livros didáticos de matemática das séries finais do Ensino Fundamental aprovados no PNLD/2008, a classificação é dada em função dos tipos de problema (produto cartesiano, arranjo, permutação, combinação) e como essa temática vem sendo tratada nos volumes da coleção. Para atingirmos os objetivos da pesquisa partimos da hipótese de que os tipos de problemas com raciocínio combinatório não são bem distribuídos ao longo dos volumes nas coleções de livros didáticos, privilegiando apenas alguns tipos de problemas, em detrimento a outros raciocínios que ao invés de se tornarem mais elaborados de um ano para o outro tendem a desaparecer. Pensando nisso pretendemos responder a seguinte questão: Quais os tipos de problemas que envolvem o raciocínio combinatório nos livros didáticos de matemática das séries finais do Ensino Fundamental aprovados no PNLD 2008 e como eles evoluem ao longo das coleções? No decorrer desse artigo é apresentada a análise de cinco coleções didáticas de matemática, fazendo um apanhado criterioso de todas as questões que envolvem raciocínio combinatório, destacando os tipos de problemas e por fim explicitando como essa temática vem sendo tratada ao longo dos volumes. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A Análise Combinatória é um dos núcleos centrais da matemática discreta e parte importante da Probabilidade. Hadar e Hadass (1981 apud ROA e NAVARROPELAYO, 2001) destacando as dificuldades dos alunos ao resolver problemas combinatórios e pontuando tais problemas da seguinte forma: - Dificuldade em reconhecer o conjunto correto a enumerar; 4 Uma permutação de n objetos distintos é qualquer agrupamento ordenado desses objetos. (Santos, 1995 p.32) Combinação de n elementos tomados p a p, onde n ≥ 1 e p um número natural tal que 1≤ p ≤ n, são todas as escolhas não ordenadas de p desses n elementos. (Santos, 1995 p. 46). Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática 3 Comunicação Científica 5 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 - Escolher uma notação apropriada, o que é agravado com diferentes textos utilizando diferentes notações; - Fixar uma ou mais variáveis; - Generalizar a solução. Algumas pesquisas trabalham acerca da divisão dos tipos de problemas que envolvem o raciocínio combinatório. Segundo Pessoa (2006), os problemas de raciocínio combinatório estão divididos em: Produto Cartesiano, Permutação, Arranjo e Combinação cujas definições foram apresentadas na Introdução dessa pesquisa segundo Santos (1995). Baseando-se na classificação de Pessoa (2006) consideramos nesse artigo que os tipos de problemas de arranjo com repetição, permutação com repetição e combinação com restrição estão respectivamente inseridos em arranjo, permutação e combinação. Os exemplos abaixo ilustram cada tipo de problema. Exemplo 1: Tipo de problema: Produto cartesiano. Fonte: Coleção Construindo consciências, volume 6, p.61. Exemplo 2: Tipo de problema: Arranjo. Fonte: Coleção Matemática em movimento, volume 9, p.15. Exemplo 3: Tipo de problema: Permutação. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 4 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Fonte: Coleção Matemática na Medida Certa, volume 6, p.9. Exemplo 4: Tipo de problema: Combinação. Fonte: Coleção Matemática Hoje é Feita Assim, volume 6, p.39. Os exemplos acima é um recorte das coleções analisadas. Estudos como: Pessoa e Borba (2009) contribuíram para construção de estratégias utilizadas por alunos do 6º ao 9º ano, na resolução de problemas envolvendo raciocínio combinatório (produto cartesiano, arranjo, permutação e combinação); Roa e Navarro-Pelayo (2001), de acordo com o tamanho da resolução, as dificuldades em relação aos problemas aumentam. Eizenberg e Zaslavsky (2002) ressaltam importância do domínio conceitual de combinatória no dia a dia das pessoas e nas suas práticas profissionais, deixando clara a relação dessa temática com outras áreas (genética, computação, estatística). Para Vergnaud (1986) a construção de um conceito só ganha sentido para o aluno a partir de sua experiência com a variedade de situações, que raramente podem ser entendidas com base em um conceito isolado, e nem tampouco, um conceito se restringe a única situação. Diante dos estudos mencionados acima, nota-se a importância da temática “raciocínio combinatório” onde são destacadas em algumas falas, as dificuldades dos alunos ao resolverem problemas de raciocínio combinatório, a classificação dos tipos de problemas, estratégias utilizadas pelos alunos na resolução de problemas, a relação do raciocínio combinatório com outras áreas de conhecimentos e a construção conceitual com a finalidade subsidiar os autores de livros didáticos no que diz respeito ao capítulo de tratamento da informação e probabilidade. 3. OBJETIVOS: 3.1 Geral: Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 5 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Analisar nas atividades propostas de raciocínio combinatório em livros didáticos de matemática dos anos finais aprovados no PNLD/2008 a presença dos tipos de problema (produto cartesiano, arranjo, permutação, combinação). 3.2 Específicos: - Mapear as atividades propostas que envolvam o raciocínio combinatório; - Classificar as atividades propostas de raciocínio combinatório em produto cartesiano, arranjos, permutação e combinação; - Identificar sua evolução ao longo das coleções dos anos finais do ensino fundamental 4. METODOLOGIA: Esta pesquisa surge do processo avaliativo da disciplina de Tópicos do Ensino da Estatística e probabilidade – TEEP no segundo semestre de 2009, do programa de Educação Matemática e tecnológica (EDUMATEC) da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, ministrada pela professora Drª.Verônica Gitirana onde todos os alunos da disciplina foram responsáveis por preparar um resumo de um artigo que tivesse como foco o raciocínio combinatório disponibilizando na plataforma http://www.gente.pro.br/moodle , no intuito de termos uma espécie de arcabouço de fundamentação teórica e revisão bibliográfica acerca desse tema. Os alunos foram organizados em duplas e cada uma das duplas ficou responsável pela análise de uma coleção didática de Matemática de séries iniciais ou finais aprovadas pelo PNLD 2008 (séries finais) / PNLD 2010 (séries iniciais). A escolha das coleções foi feita de maneira aleatória. Um dos objetivos da atividade de análise foi fazer uma busca mapeando todas as questões que envolvessem o raciocínio combinatório nessas coleções, posteriormente analisando essas questões por Critérios e Categorias a serem utilizadas em função das variáveis de identificação da atividade (coleção, volume, página, atividade), e variáveis de análise (tipo de problema, princípio aditivo, campo do saber onde aparece, tipo de atividade que requisita, esquema utilizado para o aluno, esquema utilizado na resolução para o professor, quantidade de elementos selecionados, ordem de grandeza da quantidade de possibilidades, contexto da atividade, indução ao erro, distratores, explicitação dos dados, explicitação do tipo de problema, invariantes). Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 6 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Todos esses dados foram coletados de maneira compartilhada entre os alunos da turma e colocados em um banco de dados virtual no google docs, sendo sistematizados pela professora e disponibilizado para todos discentes da disciplina. A etapa seguinte foi à escolha do objeto de pesquisa de cada dupla a partir das variáveis envolvidas no banco de dados, tal escolha aconteceu de forma aleatória a partir de uma lista de questões pré - estabelecidas. No que se refere ao recorte deste artigo, busca-se analisar os tipos de problema (produto cartesiano, arranjo, combinação e permutação) abordado em cinco coleções das séries finais do ensino fundamental. Destacam-se abaixo as coleções analisadas: AUTORES 1. BIGODE, A. J. L. TÍTULO DA COLEÇÃO EDITORAS EDIÇÃO/ANO Matemática Hoje é Feita Assim FTD 2ª (coleção I) 2. JAKUBOVIC, LELLIS, M. C. edição atualizada/2006. J. Matemática na Medida certa T (coleção G) Scipione 10ª edição/2007. &CENTURIÓN, M. R. 3. LONGEN, A. Matemática em Movimento (coleção E) 4. SOARES, E. & RIBEIRO, J. S. 5. SOUZA, M. H. S. & Editora do 1ª edição / 2006 Brasil Construindo Consciências Scipione 1ª edição/2008. Ática 2ªedição Matemática (coleção F) Matemática.(coleção H) SPINELLI, W. /1ªtiragem/2005. Posteriormente é construído o cruzamento dos dados para produção de gráficos usando-se como ferramenta o programa SPSS. 5. ANÁLISE DOS RESULTADOS: A partir do cruzamento de algumas variáveis, foram construídos os gráficos que seguem abaixo: GRÁFICO: TIPO DE PROBLEMA X COLEÇÕES Tipo de problema Significado 0 Produto cartesiano 1 Arranjo 2 Permutação 3 Combinação Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 7 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 20 10 tipo com quatro 0 Count 1 2 3 0 E F G H I Coleção de livros Figura 1: tipos de problema x coleções Como primeiro resultado de análise destaca-se o gráfico (tipo de problema x coleção). Onde se faz uma relação do número de tipos de problemas (produto cartesiano, arranjo, permutação e combinação) encontrados em cada coleção didática de matemática (Matemática Hoje é Feita Assim, Matemática na Medida certa, Matemática em Movimento, Construindo Consciências Matemática, Matemática). Este processo de análise foi constituído com o uso do programa SPSS. Considerando os tipos de problemas em função das coleções, concluímos que: PRODUTO CARTESIANO: Se faz presente em três (E, G, H) das cinco (E, F, G, H, I) coleções, com destaque na coleção G com maior número de questões e na coleção E, com menor número de questões. Arranjo: Encontra-se quase na totalidade das coleções, quatro (F, G, H, I) das cinco analisadas, com destaque na coleção F, com número bem reduzido de questões. Permutação: Esse tipo de problema se faz presente em três coleções (E, G, I), com ênfase na coleção I pelo maior número de questões encontradas. Combinação: Por fim, os problemas do tipo combinação expressa duas peculiaridades, se faz presente em todas as coleções (E, F, G, H, I) e se destaca pelo maior número de questões em uma coleção (G) dentre todas. Os gráficos seguintes mostram a evolução dos tipos de problema ao longo dos volumes nas cinco coleções analisadas: Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 8 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Figura 2: coleção E x tipos de problema Figura 3: coleção F x tipos de problema Figura 4: coleção G x tipos de problema Figura 5: coleção H x tipos de problema Figura 6: coleção I x tipos de problema Figura 7: média x volumes das coleções Observando todos os gráficos (Figuras 2,3,4,5,6) referente as cinco coleções (E,F,G,H,I), destaca-se a ausência de um tipo de problema ao longo dos quatro volumes (6º,7º,8º, 9º), como também, apenas na coleção G, especificamente no 8º ano, verifica-se os quatro tipos de problemas presentes é coleção G que apresenta 16 questões de combinação no 8º ano configurando-se o maior número entre as coleções e os tipos de problemas. Em relação à figura 7 destacam-se os problemas do tipo (combinação) pela presença em todos os volumes (6º, 7º, 8º, 9º) das coleções analisadas, com ênfase para o 8º ano das coleções onde sua média do número de atividades supera a soma dos outros três anos em referência a esse tipo de problema. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 9 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com nossa análise, observamos que não existe uma sequência de distribuição homogenia nos volumes de cada uma das cinco coleções analisadas, observase também que na maioria das coleções o quantitativo de questões por volume é pequeno e em alguns casos o volume não contempla alguns tipos de problemas. 7. REFERÊNCIAS: ALMEIDA, L, A; FERREIRA, A, C. Aprendendo a análise combinatória através da resolução de problemas: um estudo com classes de 9◦ ano do Ensino Fundamental e 2◦ ano do Ensino Médio. In: Anais do IX EBRAPEM , Goânia –GO, 2008. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998. Matemática: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. EIZENBERG, M. M. e ZASLAVSKY, O. Undergraduate student’s verification strategies of solutions to combinatorial problems. Em: COCKBURN, A. D. e NARDI, E. (Eds.), Proceedings of the 26th. Annual Conference of the PME, v. 2. Norwich: UEA/PME ESTEVES, I e Magina, S. Investigando os fatores que influenciam o raciocínio combinatório em adolescentes de 14 anos – 8ª série do Ensino Fundamental. In: VII Encontro Nacional da Educação Matemática – ENEM, Rio de Janeiro, 2001. GODINO, J.D.; BATANERO, C. e ROA, R.. 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Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 10 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ROA, R. e NAVARRO-PELAYO, Virginia. Razonamiento Combinatorio e Implicaciones para la Enseñanza de la Probabilidade. Jornadas europeas de estadística, Ilhas Baleares, 10 e 11 de outubro de 2001. VERGNAUD, G. Psicologia do desenvolvimento cognitivo e didática das matemáticas Um exemplo: as estruturas aditivas. Análise Psicológica, 1, 1986. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 11