Jornal do Commercio • Sexta-feira e fim de semana, 24, 25 e 26 de abril de 2015 • Economia • A-3
CAMINHONEIROS
Interdição em quatro estados
Manifestação começou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira e a PRF registrou, em seguida, 17 pontos de
paralisação em rodovias do Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso. Categoria pretende manter mobilização
DA AGÊNCIA ESTADO
S
em acordo com o governo federal para tabelar o valor do frete, caminhoneiros voltaram
nesta quinta-feira a paralisar
rodovias em quatro estados
brasileiros. A mobilização começou nas primeiras horas da
manhã, quando manifestantes fecharam a BR-386 em Soledade, na região norte do Rio
Grande do Sul. Como aconteceu no protesto de fevereiro,
pelo menos 20 caminhoneiros
que tentaram furar os bloqueios tiveram os veículos
apedrejados.
Ainda de manhã, segundo a
Polícia Rodoviária Federal, havia 17 pontos de paralisação
em rodovias do Paraná, Rio
Grande do Sul, Minas Gerais e
Mato Grosso. Em Santa Catarina, os motoristas foram impedidos de fechar as rodovias pela PRF, mas se concentraram
nas margens da BR-282, em
São Miguel do Oeste e Maravilha, e da BR-153, em Concórdia e Irani. Em Maravilha, os
manifestantes fizeram uma
barricada na rodovia e atearam fogo, mas as chamas foram logo controladas. De madrugada, houve barricadas
com incêndios também no Rio
Grande do Sul.
No início da tarde, o número de bloqueios caiu para 14,
sendo seis no Rio Grande do
Sul – um deles na ERS-155,
uma rodovia estadual –, cinco
em Mato Grosso e três no Paraná, segundo boletim da PRF.
Em Minas, a BR-381, fechada
em Igarapé, próximo de Belo
Horizonte, foi liberada. Os bloqueios não chegaram a afetar
a passagem de carros, ônibus e
veículos de emergência.
Em Mato Grosso, os caminhoneiros montaram barracas
nas margens de rodovias, mostrando a intenção de dar sequência ao protesto. Até o final da tarde, o movimento não
havia atingido o estado de São
Paulo, mas entidades de caminhoneiros se manifestaram
pelas redes sociais pela adesão
ao protesto.
De acordo com a Confede-
Audiência
Nova tabela do frete será elaborada
sob consulta pública, diz Rossetto
ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
DA AGÊNCIA ESTADO
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, informou que será publicada medida no Diário Oficial da União
desta sexta-feira determinando
a abertura de uma consulta
pública que permitirá “a instituição de todos os procedimentos para a elaboração de uma
tabela que servirá como referência para os contratos futuros do setor”.
Na noite desta quinta-feira,
o Planalto emitiu nota informando que será publicada
uma resolução para instituir o
procedimento para a elaboração da tabela referencial dos Rossetto:
custos de frete. Será uma resolução da Agência Nacional de
Transportes Terrestres (ANTT). A elaboração de uma tabela de preços de fretes tem
sido a principal reivindicação dos caminhoneiros.
Segundo Rossetto, essa nova tabela referencial poderá ser diferente da tabela já
editada pelo governo. Para a elaboração
da nova planilha, explicou, serão ouvidos
todos os setores envolvidos com o setor, sejam os caminhoneiros, os responsáveis pela contratação dos fretes e os embarcado-
ração Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA),
as lideranças dos caminhoneiros pretendem manter as manifestações até o que o governo retome as negociações para
adoção de uma tabela de preços mínimos para o frete.
Para Miguel Mendes, presidente da Associação dos Transportadores de Cargas do Mato
Grosso (ATC-MT), a tabela é
necessária para estabelecer
um equilíbrio nas negociações, já que atualmente o valor do frete é imposto pelas
empresas donas das cargas.
tações em quatro estados na
noite desta quinta-feira. No Rio
Grande do Sul, Paraná e Mato
Grosso, existiam 16 pontos de
manifestação nas rodovias, mas
não havia interrupção de trânsito, de acordo com balanço do
governo. Apenas em Tabuleiro
do Norte, no Ceará, uma ponte
foi interditada, mas em área de
baixo tráfego e à noite já estava
sendo desobstruída.
“O governo respeita as manifestações, mas vai assegurar a
normalidade das rodovias federais”,avisou o ministro,acrescentando que uma tabela obrigatória mínima de frete “não
tem legalidade”. Rossetto disse
ainda que várias lideranças
tabela servirá como referência para contratos futuros
com as quais o governo conversou aceitaram que uma tabela
única mínima “é inexequível
res. “Tudo com grande rigor técnico”, disse porque há uma diversidade enorme das
o ministro.
estradas do País, de tipo de asfaltamento
De acordo com Rossetto, as conquistas delas ou não, do tipo de carga que é trans“são muito grandes” para os caminhonei- portada, do tipo do caminhão e do tipo de
ros, com atendimento das 15 reivindica- trabalho a ser executado”.
ções. “Acreditamos na crescente volta à
Rossetto disse ainda que ao governo
normalidade para que, na semana que “também interessa que o caminhoneiros
vem, possamos restabelecer a mesa de diá- sejam bem remunerados e que possam falogo”, comentou.
zer um transporte eficiente e moderno”.
De acordo com balanço levantado pela Por isso, insistiu, é preciso que sejam restaPolícia Rodoviária Federal, havia manifes- belecidas as negociações.
Nos últimos 30 dias, segundo ele, houve queda de 20% no
preço, o que acirrou os ânimos
dos caminhoneiros. A categoria reclama também que o
acordo feito no início de março com o governo foi cumprido apenas parcialmente. Um
dos itens, o fim da cobrança de
pedágio por eixo suspenso nos
caminhões, não vale para as
rodovias estaduais paulistas,
usadas por 50% da frota. Ainda
não foi votada pelo Senado a
medida que prorroga o financiamento dos caminhões. “Para o caminhoneiro, a sensação
é de que ele ganhou, mas não
levou”, disse.
Soja
Os bloqueios podem afetar
o escoamento da soja para os
portos, segundo o presidente
do Sindicato Rural de Lucas do
Rio Verde (MT), Carlos Simon.
O impacto será menor que o
do último protesto porque a
colheita do grão está praticamente encerrada. Segundo
ele, se os bloqueios persistirem por mais tempo, podem
afetar a colheita do milho sa-
frinha, que começa em maio.
Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja
e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Tomczyk, pode
haver prejuízo na exportação.
“Este é o momento de pico de
comercialização e precisa haver fluxo. As compradoras também precisam saber o valor do
frete para compor os preços.”
Segundo ele, se os protestos continuarem, podem prejudicar a armazenagem, já
que a soja precisa ser escoada
para dar lugar ao milho que
será colhido.
Ocepar teme
prejuízos ao
escoamento
DA AGÊNCIA ESTADO
A Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) teme que a nova greve dos
caminhoneiros impeça a movimentação de cargas perecíveis
dentro do estado e atrase o escoamento de soja e farelo com
entrega agendada para o Porto
de Paranaguá. A paralisação
começou nesta quinta-feira,
com bloqueios em rodovias de
vários estados.
“Os prejuízos da greve anterior foram muito grandes para
as cooperativas, principalmente da área de produtos perecíveis”, disse o superintendenteadjunto da Ocepar, Nelson Costa. “O que não temos ainda é
uma noção de até onde vai chegar esse movimento e se terá
adesão como a greve anterior.”
O maior temor por enquanto é com o fluxo de produtos
perecíveis, segundo Costa. “Na
greve anterior tivemos perda
de leite e carnes quando os caminhões foram parados na estrada. Também houve interrupção do abate de aves porque não tinha mais espaço em
câmaras frias para colocar produtos e porque a greve afetou
locais que precisavam de ração
para os animais.”
Outra preocupação é com as
cargas de soja e farelo negociadas recentemente para exportação no estado e que precisam
chegar até Paranaguá para serem embarcadas. Em função
das chuvas dos últimos dias, o
carregamento de soja e farelo
para os navios no terminal atrasou, segundo Costa.
“Com previsão de tempo
abrindo amanhã (esta sextafeira), haverá retomada dos
carregamentos e necessidade
de deslocamento de produto”,
assinalou Costa. Para o plantio
de trigo e colheita de milho, ele
avaliou que por enquanto não
há efeito direto.
VEÍCULOS
Entidades assinam termo para
estimular vendas por consórcio
BDA AGÊNCIA ESTADO
A Associação Nacional dos
Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Federação
Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave)
e a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios
(Abac) assinaram nesta quintafeira um termo de entendimento criando o chamado Festival
do Consorciado Contemplado,
para tentar estimular vendas de
veículos através de consórcios.
O festival será realizado de 1º
de maio a 15 de junho. Até o
momento, confirmaram participação a Audi, DAF, Fiat Crysler, Honda, Caoa, Iveco, General
Motors, Man Latin America,
Curta
Scania, Toyota e Volkswagen. “A
ideia é que as marcas possam
oferecer condições melhores
para o contemplado adquirir
seu veículo nesse período”, explicou o presidente da Anfavea,
Luiz Moan.
O executivo ressaltou que a
participação das marcas é opcional e que cada uma delas fará ofertas de forma individual,
sem interferência da Anfavea,
Fenabrave ou da Abac. Moan reconheceu que o festival é uma
ação de marketing no curto prazo, mas ponderou que, em longo prazo, tem o objetivo de promover a valorização do sistema
de consórcio.
O presidente da Abac, Paulo
Roberto Rossi, explicou que o
papel da entidade será comunicar às cerca de 130 administradoras de consórcios filiadas
sobre o festival e motivá-las a
notificar os consorciados contemplados.
Ele destacou que, atualmente, há cerca de 240 mil consorciados que foram contemplados e ainda não usaram o crédito, sendo 225 mil para aquisição de veículos leves e 15 mil
para pesados. Segundo ele, essa
média é cíclica e varia de acordo com as condições do setor
automotivo. Ele lembrou que,
quando o cliente é contemplado o dinheiro é aplicado em
uma conta, para preservar seu
poder de compra, como prevê o
Banco Central.
Ministério de
Minas e Energia
IMPOSTÔMETRO ATINGIRÁ
R$ 600 BILHÕES, DIZ ACSP
O total de impostos, taxas e
contribuições que os brasileiros
já pagaram à União, estados e
municípios neste ano atingirá a
marca de R$ 600 bilhões nesta
sexta-feira, por volta das
13h50, de acordo com o
Impostômetro da Associação
Comercial de São Paulo
(ACSP). Em 2014, o valor foi
alcançado 12 dias depois, no
dia 6 de maio.
AVISO DE LICITAÇÃO
PE.GCM.A.00033.2015
1. FURNAS Centrais Elétricas S.A. torna público que realizará Pregão Eletrônico
para fornecimento de Cabos Elétricos de Controle para diversas Subestações.
2. Tipo de Licitação: Menor Preço.
3. Obtenção do Edital: o Edital poderá ser consultado e obtido a partir desta data,
no sítio Comprasnet (www.comprasgovernamentais.gov.br - UASG 910811 - nº
da licitação (0332015) e também no sítio de FURNAS (www.furnas.com.br opção “Fornecedores/Editais”).
4. As propostas deverão ser apresentadas até às 14h 00min do dia 07/05/2015
no sitio do Comprasnet - www.comprasgovernamentais.gov.br.
Alcides Joaquim de Santana Junior
Divisão de Controle de Compras
COMPANHIA ABERTA - CNPJ 33.592.510/0001-54
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA - EDITAL DE 2ª CONVOCAÇÃO
Ficam convidados os Senhores Acionistas da Vale S.A. (“Vale”) a se reunirem em Assembleia Geral
Extraordinária, a se realizar, em segunda convocação, no dia 13 de maio de 2015, às 11h, na Avenida
das Américas nº 700, 2º andar, sala 218 (auditório), Città America, Barra da Tijuca, nesta Cidade, a fim de
deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1.1 Proposta de alteração do Estatuto Social da Vale, no sentido de:
(i) ajuste de redação do Art. 20 para esclarecer que o Conselho de Administração (“CA”) determinará as atribuições
dos comitês, incluindo, mas não se limitando, as previstas no Art. 21 e subsequentes; (ii) alterar o inciso II do Art.
21 para prever que compete ao Comitê de Desenvolvimento Executivo (“CDE”) analisar e emitir parecer sobre a
proposta de distribuição da verba anual global para remuneração dos administradores e a adequação do modelo
de remuneração dos membros da Diretoria Executiva (“DE”); (iii) excluir o atual inciso IV do Art. 21, que versa
sobre a emissão de parecer sobre as políticas de saúde e segurança, e incluir previsão de que compete ao CDE
auxiliar na definição de metas para avaliação de desempenho da DE; (iv) incluir o inciso V do Art. 21 para prever
que compete ao CDE acompanhar o desenvolvimento do plano de sucessão da DE; (v) alterar o inciso I do Art. 22
para substituir “emitir parecer sobre” por “recomendar”, excluindo o trecho sobre “propostos anualmente pela DE”;
(vi) excluir o atual inciso II do Art. 22 que versa sobre a emissão do parecer sobre orçamentos de investimento
anual e plurianual da Vale; (vii) alterar e renumerar o atual inciso III do Art. 22 para substituir “emitir parecer sobre”
por “recomendar”, excluindo o trecho sobre “propostos anualmente pela DE”; (viii) alterar e renumerar o atual inciso
IV do Art. 22 substituindo “emitir parecer” por “recomendar”, excluindo as aquisições de participações acionárias;
(ix) alterar o inciso I do Art. 23 substituindo o termo “emitir parecer sobre” por “avaliar”, bem como excluindo
a referência a “corporativos e financeiros”; (x) alterar o inciso II do Art. 23 substituindo o termo “emitir parecer
sobre” por “avaliar”; (xi) incluir o inciso III no Art. 23 para prever que compete ao Comitê Financeiro (“CF”) avaliar
o orçamento anual e o plano anual de investimentos da Vale; (xii) incluir o inciso IV no Art. 23 para prever que
compete ao CF avaliar o plano anual de captação e os limites de exposição de risco da Vale; (xiii) incluir o inciso
V no Art. 23 para prever que compete ao CF avaliar o processo de gerenciamento de riscos da Vale; (xiv)
incluir o inciso VI no Art. 23 para prever que compete ao CF realizar o acompanhamento da execução financeira
dos projetos de capital e do orçamento corrente; (xv) excluir o inciso I do Art. 24, que versa sobre a competência de
propor a indicação ao CA do responsável pela auditoria interna, e renumerar os demais incisos; (xvi) incluir inciso
no Art. 24 para prever que compete ao Comitê de Controladoria (“CC”) avaliar os procedimentos e o desempenho
da auditoria interna, no tocante às melhores práticas; (xvii) incluir inciso no Art. 24 para prever que compete ao
CC apoiar o CA no processo de escolha e avaliação de desempenho anual do responsável pela auditoria interna
da Vale; (xviii) alterar o inciso II do Art. 25 para substituir “código de ética” por “Código de Ética e Conduta”; (xix)
alterar o inciso III do Art. 25 para prever que compete ao Comitê de Governança e Sustentabilidade (“CGS”) avaliar
transações com partes relacionadas submetidas à deliberação do CA, bem como emitir parecer sobre potenciais
conflitos de interesse envolvendo partes relacionadas; (xx) alterar o inciso IV do Art. 25 para prever que compete
ao CGS avaliar proposta de alteração de Políticas que não estejam na atribuição de outros comitês, do Estatuto
Social e dos Regimentos Internos dos Comitês de Assessoramento da Vale; (xxi) incluir inciso V ao Art. 25 para
prever que compete ao CGS analisar e propor melhorias no Relatório de Sustentabilidade da Vale; (xxii) incluir
inciso VI ao Art. 25 para prever que compete ao CGS avaliar o desempenho da Vale com relação aos aspectos
de sustentabilidade e propor melhorias com base numa visão estratégica de longo prazo; (xxiii) incluir inciso VII
ao Art. 25 para prever que compete ao CGS apoiar o CA no processo de escolha e avaliação de desempenho
anual do responsável pela Ouvidoria da Vale; e (xxiv) incluir inciso VIII ao Art. 25 para prever que compete ao
CGS apoiar o CA no processo de avaliação da Ouvidoria no tratamento das questões envolvendo o Canal de
Ouvidoria e as violações do Código de Ética e Conduta. Permanecem à disposição dos acionistas, na sede
da Vale, na sua página na internet (http://www.vale.com) e nas páginas da Comissão de Valores Mobiliários
(www.cvm.gov.br), da BM&FBovespa S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (www.bmfbovespa.com.
br), da Securities and Exchange Commission (www.sec.gov), e da The Stock Exchange of Hong Kong Limited
(www.hkex.com.hk), toda documentação pertinente à matéria a ser deliberada na Assembleia. A participação
do acionista na Assembleia pode ser pessoal ou por meio de procurador devidamente constituído, observados
os termos do §1º do Art. 126 da Lei nº 6.404/76 e do Ofício Circular CVM/SEP 02/2015. Informamos que o
acionista deve comparecer à Assembleia munido de comprovante de titularidade de ações de emissão da Vale
expedido, até 4 (quatro) dias úteis antes da data da Assembleia, pela instituição financeira escrituradora ou agente
de custódia, bem como: (a) no caso de acionista pessoa física, do documento de identidade válido com foto,
ou, caso aplicável, do documento de identidade de seu procurador e a respectiva procuração; (b) no caso de
acionista pessoa jurídica, do documento de identidade válido com foto do representante legal e dos documentos
comprobatórios de representação, incluindo o instrumento de mandato e cópia dos atos constitutivos e da ata
de eleição dos administradores, e, (c) no caso de fundo de investimento, do documento de identidade válido
com foto do representante legal e dos documentos comprobatórios de representação, incluindo instrumento de
mandato e cópia do regulamento do fundo em vigor, do estatuto ou contrato social do seu administrador, e da
ata de eleição dos administradores. Caso tais documentos estejam língua estrangeira, deverão ser vertidos para
o português por tradutor juramentado, notarizados e consularizados. Com o objetivo de agilizar o processo de
realização da Assembleia, solicitamos aos acionistas que se fizerem representar por procurador a gentileza de
depositarem os documentos comprobatórios de representação mencionados acima com 72 (setenta e duas) horas
de antecedência da realização da Assembleia. Rio de Janeiro, 17 de abril de 2015. Dan Conrado - Presidente do
Conselho de Administração.
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