NBR ISO 14001:2004 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL FACENS/2009 O QUE É GESTÃO? Diretriz O QUE É GESTÃO? Diretriz P - Onde Estamos? - Onde Queremos Chegar? O QUE É GESTÃO? Diretriz P - Onde Estamos? - Onde Queremos Chegar? D Operação O QUE É GESTÃO? Diretriz P - Onde Estamos? - Onde Queremos Chegar? C - Verificação - Monitoramento - Correção D Operação O QUE É GESTÃO? Diretriz Análise A P - Onde Estamos? - Onde Queremos Chegar? C - Verificação - Monitoramento - Correção D Operação CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Preocupações com o Meio Ambiente Discussão das Questões Globais – Efeito Estufa e Camada de Ozônio; As Legislações relativas ao Meio Ambiente estão cada vez mais rígida; Grandes Acidentes Internacionais – Bhopal na India, Exxon Valdez no Alasca, Chernobyl na URSS; Preocupações com o Meio Ambiente Discussão das Questões Globais – Efeito Estufa e Camada de Ozônio; As Legislações relativas ao Meio Ambiente estão cada vez mais rígida; Grandes Acidentes Internacionais – Bhopal na India, Exxon Valdez no Alasca, Chernobyl na URSS; Grandes Acidentes Nacionais – Cubatão, Baía de Guanabara, Araucária; Pressão dos Partidos Verdes e ONG’s; Princípio do “POLUIDOR PAGADOR” – Indústria tem responsabilidades tributárias pela geração de poluição. (Pilhas e baterias, pneus...) Questões Ambientais estão cada vez mais próximas das Econômicas Geram redução de custos como conseqüência da economia dos recursos; Minimização na geração e no custo de disposição de resíduos; Melhora a imagem no mercado; Questões Ambientais estão cada vez mais próximas das Econômicas Geram redução de custos como conseqüência da economia dos recursos; Minimização na geração e no custo de disposição de resíduos; Melhora a imagem no mercado; Gerenciamento no atendimento às regulamentações ambientais; Facilidade com órgãos de financiamento; Abrem mercados restritos como o da comunidade européia. Pressões sobre o Meio Ambiente Industrialização; Aumento da Produtividade; Aumento do Consumo de Matéria Prima; Aumento do Consumo de Energia; Pressões sobre o Meio Ambiente Industrialização; Aumento da Produtividade; Aumento do Consumo de Matéria Prima; Aumento do Consumo de Energia; Crescimento Populacional; Aumento do Uso da Terra; Demanda por mais Produtos; Melhoria nos Padrões de Vida; Maiores Expectativas. Pressões sobre as Empresas Cliente; Acionistas; Fornecedores; Organismos de Regulamentação; Pressões sobre as Empresas Cliente; Acionistas; Fornecedores; Organismos de Regulamentação; Seguradora e Bancos; Comunidades Locais; Veículos de Comunicação; Funcionários; Grupos Ambientalistas. Objetivo da Gestão Ambiental Prevenir a Poluição; Minimizar resíduos; Reduzir o impacto dos resíduos; Objetivo da Gestão Ambiental Prevenir a Poluição; Minimizar resíduos; Reduzir o impacto dos resíduos; Reciclar materiais; Evitar o uso de substâncias nocivas; Educar funcionários, clientes e fornecedores. CAPÍTULO 2 EVOLUÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL Evolução da Questão Ambiental Década de 60 Regulamentação mínima Foco limitado à água e ar Reconhecimento mínimo dos resíduos perigosos Ausência total de responsabilidade corporativa Interferência no meio ambiente livres ou quase livres Década de 70/80 Atitude reativa Cumprimento das normas Controle End of Pipe Início das tecnologias limpas Responsabilidade corporativa funcionalmente isolada Início da internalização de custos Regulamentação de multas por danos ambientais Década de 90 Atitude proativa Prevenção Desempenho superior às normas Adoção do ciclo de vida Integração total do meio ambiente em todas as atividades Contabilidade dos custos ambientais internos e externos Evolução da Questão Ambiental Anterior à década de 60: Recursos abundantes – Uso indiscriminado; Geração de resíduos com baixíssimo nível de preocupação; Enfoque: diluir e dispersar. Evolução da Questão Ambiental Anterior à década de 60: Recursos abundantes – Uso indiscriminado; Geração de resíduos com baixíssimo nível de preocupação; Enfoque: diluir e dispersar. Década de 60: Aumento da população e do consumo esgotamento dos recursos no futuro. Início do processo de descontaminação do Tâmisa – Inglaterra. Evolução da Questão Ambiental Década de 70: Japão – Baía de Minamata – Contaminação Ambiental com Hg 50 mortos – 2200 vítimas de envenenamento. Evolução da Questão Ambiental Década de 70: Japão – Baía de Minamata – Contaminação Ambiental com Hg 50 mortos – 2200 vítimas de envenenamento. 1972 – Conferência de Estocolmo. Foram especificamente discutidos temas ambientais; Voltada para o estabelecimento de políticas de controle de poluição ambiental, principalmente do ar e água; O Brasil declarou na conferência que “... Não se importaria de pagar pelo seu desenvolvimento o preço da degradação ambiental...”. Evolução da Questão Ambiental Década de 70: 1973 – Primeira crise do petróleo – preocupação com o uso racional – também para outros recursos. Alternativas energéticas de fontes renováveis. 1976 – Itália – Acidente de Seveso. Explosão em planta de processo – Contaminação de grande área devido a emissão de dioxina. 1978 – Selo ecológico (produtos ambientalmente corretos). Alemanha (Blauer Angel) – Primeiro a instituir foi a Holanda em 1972. Evolução da Questão Ambiental Década de 70: Criação de órgãos de controle como a SEMA (Federal, CETESB (SP), FEEMA (RJ); Início da conscientização da população e criação dos primeiros movimentos ambientalistas. Evolução da Questão Ambiental Década de 80: Surgimento em grande parte dos países, de leis regulamentando a atividade industrial no tocante a poluição. Inclusão do planejamento ambiental ao planejamento estratégico das empresas. Evolução da Questão Ambiental Década de 80: Surgimento em grande parte dos países, de leis regulamentando a atividade industrial no tocante a poluição. Inclusão do planejamento ambiental ao planejamento estratégico das empresas. Alasca – Acidente com petroleiro Exxon Valdez. Prejuízo da Exxon – 10 bilhões de dólares. Em Cubatão, duas explosões e incêndio causados por vazamento de gás causaram a morte de 150 pessoas em Vila Socó. Evolução da Questão Ambiental Década de 80: 1981 - Criação da Política Nacional do Meio Ambiente, que menciona o Estudo de Impacto Ambiental. Evolução da Questão Ambiental Década de 80: 1981 - Criação da Política Nacional do Meio Ambiente, que menciona o Estudo de Impacto Ambiental. 1984 – Índia – Bhopal Vazamento de Isocianeto de Metila. Fábricas associadas à Union Carbide – 2.500 mortos – 200.000 intoxicados. Ações caíram pela metade do preço – prejuízos incalculáveis – financeiros e de imagem. Evolução da Questão Ambiental Década de 80: União Soviética – Tchernobyl Explosão do reator n° 4 apenas o Hemisfério Sul ficou livre de contaminação radioativa (Césio 137). Morte de 31 pessoas e 1000.000 evacuadas. E.U.A. – Incidente Love Canal. Resultado de 20.000 toneladas de produtos químicos tóxicos enterrados. 1985 – Introdução da “Atuação Responsável” pela indústria química canadense. Evolução da Questão Ambiental Década de 80: 1986 – A Resolução n° 1/86 do CONAMA torna obrigatória a Análise de Impactos Ambientais, para atividades específicas e para atender determinação do órgão de controle ambiental. 1987 – A comissão Brundtland publicou o relatório “Nosso Futuro Comum” que estabeleceu os conceitos do “Desenvolvimento Sustentável”. Evolução da Questão Ambiental Década de 90: Grande impulso com relação à consciência ambiental. Preocupação com a racionalização do uso na energia e de recursos naturais (matéria-prima); Empenho e estímulos à reciclagem e reutilização – evitar desperdício; Responsabilidade dos produtos e sub-produtos – desde a obtenção da matéria-prima até a disposição final dos mesmos como resíduos (Princípio “Berço ao Túmulo”). Evolução da Questão Ambiental Década de 90: Fase da Gestão Ambiental. Adoção da “Atuação Responsável” pela ABIQUIM. 1990 – Nos EUA, o presidente da Borjohn Optical Technology foi multado em US$ 400.000,00 e preso por 26 meses pela emissão de substâncias tóxicas no esgoto local e sua empresa ficou inelegível para contratos com o governo. 1991 – A Câmara de Comércio Internacional promulgou a “Carta de Roterdã” com 16 princípios. Evolução da Questão Ambiental Década de 90: 1992 – Brasil – Conferência das Nações Unidas sobre o MEIO Ambiente e o Desenvolvimento (Participação 170 países). Rio’92 – Eco’92 – Cúpula da Terra. Criação da BS 7750. Evolução da Questão Ambiental Década de 90: 1992 – Brasil – Conferência das Nações Unidas sobre o MEIO Ambiente e o Desenvolvimento (Participação 170 países). Rio’92 – Eco’92 – Cúpula da Terra. Criação da BS 7750. 1993 – Criação do EMAS – “Eco-Management and Audit Scheme”. Formação do Comitê TC 207 da ISO para o desenvolvimento da ISO 14001. Evolução da Questão Ambiental Década de 90: Criação do GANA – Grupo de Apoio à Normalização Ambiental da ABNT (representante oficial do Brasil junto à ISO). 1995 – Certificação do SGA no Brasil, conforme a BS 7750. Evolução da Questão Ambiental Década de 90: Criação do GANA – Grupo de Apoio à Normalização Ambiental da ABNT (representante oficial do Brasil junto à ISO). 1995 – Certificação do SGA no Brasil, conforme a BS 7750. 1996 – Em setembro, emissão da ISO 14001 como Norma Internacional; a NBR ISO 14001 foi emitida em outubro96. 1997 – Até dezembro de 1997 foram certificados, no Brasil, 30 Sistemas de Gestão Ambiental. - + Conscientização Sistematização Integração de todas as partes do sistema, de maneira pró-ativa. Depois de planejados, Planejamento os processos e Esta fase tem impactos ambientais caráter mais preventivo, já que se são monitorados Controle continuamente para se analisa os futuros É a fase da inspeção, impactos ambientais. evitar problemas. totalmente reativa. Objetiva-se evitar os Caso ocorram, existe um plano de ação “Primeiro gera e erros desde o para corrigí-los. depois pensa o que vai projeto. ser feito com o refugo”. Década de 70 Década de 80 Década de 80 Eficiência + - CAPÍTULO 3 GUIA PARA UTILIZAÇÃO DA NBR ISO 14001 ISO O que é ISO? ISO é uma organização internacional com sede em Genebra chamada “International Organization for Standardization”; ISO não é a sigla de “International Standardization Organization”; ISO O que é ISO? ISO é uma organização internacional com sede em Genebra chamada “International Organization Standardization”; ISO não é a sigla de “International Standardization Organization”; A origem da palavra ISO é grega e significa “igual”; A escolha da palavra ISO foi feita em função do objetivo desta entidade que é a padronização. ISO Série 14000 Blocos de abrangência das normas ISO Série 14000 ISO 14000 AVALIAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO AVALIAÇÃO DO PRODUTO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL (14001 – 14004) RÓTULOS ECOLÓGICOS (14020-14021-14022) AUDITORIAS AMBIENTAIS (19011) AVALIAÇÃO DESEMPENHO AMBIENTAL 14031 Fonte: Adaptado de D’AVIGNON, 1996 ANÁLISE DE CICLO DE VIDA 14040-14041 14042-14043 INCLUSÃO DE ASPECTOS AMBIENTAIS EM NORMAS DE PRODUTOS ISO GUIA 64 Não Incluem Métodos de ensaios para poluentes (TCs 43,146,147,190); Estabelecer valores limites para poluentes ou efluentes; Estabelecer níveis de desempenho; Normalização de produtos. ISO 14001 A ISO 14001 determina os elementos para um sistema de Gestão Ambiental eficaz; É aplicável a todos os tipos e tamanhos de organização; ISO 14001 A ISO 14001 determina os elementos para um sistema de Gestão Ambiental eficaz; É aplicável a todos os tipos e tamanhos de organização; Tem a sua origem na BS 7750, da mesma forma que a ISO 9001 foi criada a partir da BS 5750; O grande objetivo desta norma é conciliar a “proteção ambiental” com as necessidades sócioeconômicas da população. Os Pilares do SGA segundo a ISO 14001 são: Prevenção no lugar da correção; Planejamento de todas as atividades, produtos e processos; Estabelecimento de critérios; Os Pilares do SGA segundo a ISO 14001 são: Prevenção no lugar da correção; Planejamento de todas as atividades, produtos e processos; Estabelecimento de critérios; Coordenação e integração entre as partes (Subsistemas); Monitoração Contínua; Melhora Contínua. O SGA deve: Trabalhar nos “Impactos Ambientais Significativos”; Maximizar os efeitos benéficos e minimizar os efeitos adversos; Evoluir em função das mudanças circunstanciais. A ISO 14001 determina: Identificar as legislações aplicáveis; Satisfazer, no mínimo, as legislações com maiores impactos ambientais. Definição de Termos: Meio Ambiente: Para a norma ISO 14000, é a área de influência onde a organização opera, incluindo ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas interações. O meio ambiente, neste contexto, prolonga-se desde a organização até o sistema global. Definição de Termos: Meio Ambiente: Para a norma ISO 14000, é a área de influência onde a organização opera, incluindo ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas interações. O meio ambiente, neste contexto, prolonga-se desde a organização até o sistema global. Área de Influência: Área delimitada geograficamente e que pode ser afetada, direta ou indiretamente, pelas atividades da organização. Definição de Termos: Aspecto Ambiental: Elemento das atividades produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente. Definição de Termos: Impacto Ambiental: Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do Meio Ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: Definição de Termos: Impacto Ambiental: Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do Meio Ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: A saúde, a segurança e o bem-estar da população; As atividades sociais e econômicas; A biota; As condições estéticas e sanitárias do Meio Ambiente; A qualidade dos recursos ambientais. Definição de Termos: Poluição: Degradação da qualidade ambiental resultante de um impacto ambiental. Degradação da Qualidade Ambiental: Alteração adversa das características do Meio Ambiente. Poluidor: Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental. Definição de Termos: Poluente: Qualquer forma de matéria ou energia lançada no Meio Ambiente com intensidade ou em quantidade que tornem ou possam tornar as águas, o ar ou o solo impróprios, nocivos ou ofensivos à saúde, inconvenientes ao bem-estar público, danosos aos materiais, à fauna e à flora, e prejudiciais à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade. Definição de Termos: Avaliação de Impacto Ambiental: Processo cujo objetivo final é fornecer aos responsáveis pela tomada de decisão da organização as indicações de conseqüências ambientais potenciais que possam resultar de seus atos. Definição de Termos: Avaliação de Impacto Ambiental: Processo cujo objetivo final é fornecer aos responsáveis pela tomada de decisão da organização as indicações de conseqüências ambientais potenciais que possam resultar de seus atos. Análise do Ciclo de Vida do Produto: Uma avaliação do impacto ambiental de seu ciclo de vida, desde a sua origem até sua morte (berço ao túmulo). Definição de Termos: Gestão Ambiental: Aspecto da função global da gestão ambiental da organização que desenvolvem, implementam, realizam, revisam e mantém a Política Ambiental (ISO 14001). Definição de Termos: Gestão Ambiental: Aspecto da função global da gestão ambiental da organização que desenvolvem, implementam, realizam, revisam e mantém a Política Ambiental (ISO 14001). Sistema de Gestão Ambiental: Estrutura organizacional, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para a implementação e manutenção da Gestão Ambiental (ISO 14001). Definição de Termos: Política Ambiental: Declaração das intenções e princípios da organização em relação ao desempenho do Meio Ambiente que seja proporcional a estrutura para ações e para posicionamento dos seus objetivos e metas ambientais (ISO 14001). Definição de Termos: Política Ambiental: Declaração das intenções e princípios da organização em relação ao desempenho do Meio Ambiente que seja proporcional a estrutura para ações e para posicionamento dos seus objetivos e metas ambientais (ISO 14001). Partes Interessadas: Indivíduo ou grupo preocupado ou afetado pelo desenvolvimento ambiental da organização (ISO 14001). Definição de Termos: Prevenção da Poluição: Uso de processos, práticas, materiais, produtos ou energia que evita ou reduz a geração de poluição ou refugo (isto pode incluir reciclagem, mudanças de processo, mecanismos de controle, eficiência de recursos e energia e substituição de materiais (ISO 14001). CAPÍTULO 4 NORMA NBR ISO 14001 A Estrutura da ISO 14000 A ISO 14001 está dividida da seguinte maneira: As primeiras partes são introdutórias e visam apresentar a norma e seus objetivos; A Estrutura da ISO 14000 A ISO 14001 está dividida da seguinte maneira: As primeiras partes são introdutórias e visam apresentar a norma e seus objetivos; Os demais itens são: Item 3 – Definições; Item 4 – Sistema de Gestão Ambiental. São os itens da norma que serão auditados na empresa; Anexo A – Trazem informações adicionais sobre os itens da norma. A Estrutura da ISO 14000 A ISO 14001 está dividida da seguinte maneira: A numeração do anexo é feita da seguinte maneira: Se o item da norma tem o número 4.3.3, o item do anexo terá a indicação A.3.3; O anexo B traz a relação entre a ISO 14001/2004 e a ISO 9001/2000 e vice-versa. O Modelo da Norma ISO 14001:2004 Melhoria Contínua Análise pela administração 4.6 Verificação 4.5 Política Ambiental 4.2 Auditoria interna 4.5.5 Aspectos ambientais 4.3.1 Controle de registros 4.5.4 Planejamento 4.3 Requisitos legais e outros 4.3.2 Não Conform. Ação corr. e prev. 4.5.3 Objetivos, metas e programas 4.3.3 Comprometimento da Alta Av. do atend. a requis. legais e outros 4.5.2 Recursos, funções, respons. e autoridades 4.4.1 Administração Monitoramento e medição 4.5.1 Competência, treinamento e consc. 4.4.2. Prep. e resposta à emergências 4.4.7 Controle operacional 4.4.6 Comunicação 4.4.3 Controle de documentos 4.4.5 Documentação 4.4.4 Implementação e Operação 4.4 ISO 14000 - Requisitos 4.1. Requisitos Gerais 4.2. Política Ambiental 4.3. Planejamento 4.4. Implementação e Operação 4.5. Verificação e Ação Corretiva 4.6. Análise Crítica pela Administração ISO 14000 - Requisitos 4.1. Requisitos Gerais SGA – Ferramenta que permite a organização atingir e sistematicamente controlar o nível de desempenho ambiental por ela estabelecido. Verificar se o Escopo está definido e documentado ISO 14000 - Requisitos 4.2. Política Ambiental Deve: Ser apropriada à natureza, escala e impactos ambientais de suas atividades, produtos e serviços; Comprometimento com a melhoria contínua e com a prevenção da poluição; ISO 14000 - Requisitos 4.2. Política Ambiental Deve: Ser apropriada à natureza, escala e impactos ambientais de suas atividades, produtos e serviços; Comprometimento com a melhoria contínua e com a prevenção da poluição; Comprometimento para atender a legislação e outros requisitos ambientais; Fornecer a estrutura para o estabelecimento e revisão do objetivo e metas ambientais; ISO 14000 - Requisitos 4.2. Política Ambiental Deve: Estar documentada, implementada, mantida e comunicada a todos os funcionários ou outras pessoas que trabalhem em seu nome (executem tarefas com impactos ambientais); Disponível ao público. O Modelo da Norma ISO 14001:2004 Melhoria Contínua Análise pela administração 4.6 Verificação 4.5 Política Ambiental 4.2 Auditoria interna 4.5.5 Aspectos ambientais 4.3.1 Controle de registros 4.5.4 Planejamento 4.3 Requisitos legais e outros 4.3.2 Não Conform. Ação corr. e prev. 4.5.3 Objetivos, metas e programas 4.3.3 Comprometimento da Alta Av. do atend. a requis. legais e outros 4.5.2 Recursos, funções, respons. e autoridades 4.4.1 Administração Monitoramento e medição 4.5.1 Competência, treinamento e consc. 4.4.2. Prep. e resposta à emergências 4.4.7 Controle operacional 4.4.6 Comunicação 4.4.3 Controle de documentos 4.4.5 Documentação 4.4.4 Implementação e Operação 4.4 ISO 14000 - Requisitos 4.3. Planejamento Aspectos Ambientais significativos da atividade; Requisitos legais e outros; ISO 14000 - Requisitos 4.3. Planejamento Aspectos Ambientais significativos da atividade; Requisitos legais e outros; Objetivos e metas; Programa de Gestão ambiental – atingir objetivos e metas. ISO 14000 - Requisitos 4.3.1. Aspectos Ambientais “Elementos das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio-ambiente”. COMO É UMA EMPRESA, CASA, ESCOLA, CLUBE..IDEAL PARA O MEIO AMBIENTE? ISO 14000 - Requisitos 4.3.1. Aspectos Ambientais “Elementos das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio-ambiente”. ISO 14000 - Requisitos 4.3.1. Aspectos Ambientais “Elementos das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio-ambiente”. 1. Identificação Levar os processos a organização desdobrando em: Operação Atividade Serviço ou produto ASPECTO ISO 14000 - Requisitos 4.3.1. Aspectos Ambientais Considerar ciclo de vida do negócio e de suporte: Emissões atmosféricas; Lançamento em corpos d’água; Contaminação do solo; ISO 14000 - Requisitos 4.3.1. Aspectos Ambientais Considerar ciclo de vida do negócio e de suporte: Emissões atmosféricas; Lançamento em corpos d’água; Contaminação do solo; Uso de matéria-prima e recursos naturais; Comunidade. Obs.: Refeitório – Ambulatório – Manutenção - Terceiros Este Levantamento deve considerar: As situações normais e anormais de operação; Situações de emergência (Incidentes e Acidentes); Legislação e regulamentos; Este Levantamento deve considerar: As situações normais e anormais de operação; Situações de emergência (Incidentes e Acidentes); Legislação e regulamentos; Reclamações, autuações; Passivo ambiental; Imagem pública da empresa. Aspectos e Impactos Ambientais Correspondentes Item Aspecto Impacto 01 Consumo de óleo lubrificante Esgotamento de recursos naturais 02 Disposição do óleo lubrificante usado Contaminação do solo e água 03 Consumo de água Esgotamento de recursos naturais 04 Descarte de efluente líquido Contaminação do solo e água 05 Consumo de energia elétrica Exaustão de fontes de energia 06 Emissão de ruído Poluição sonora – desconforto 07 Emissão atmosférica de particulados Poluição do ar 08 Emissão de vibração Desconforto 09 Disposição de lodo e ETE Contaminação do solo e água 10 Vazamento de gás CFC Destruição da camada de ozônio 11 Emissão de CO2 Efeito estufa 12 Emissão de Sox Poluição do ar/efeito estufa 13 Disposição de lixo orgânico Contaminação do solo e água ISO 14000 - Requisitos Ex. de Aspectos Ambientais benéficos e os correspondentes Impactos Item Aspecto=Causa Impacto=Efeito 01 Plantio de árvores Reflorestamento 02 Palestras ambientais Conscientização ambiental 03 Distribuição de mudas de árvores Reflorestamento ISO 14000 - Requisitos Ex. de Aspectos Ambientais benéficos e os correspondentes Impactos Item Aspecto=Causa Impacto=Efeito 01 Plantio de árvores Reflorestamento 02 Palestras ambientais Conscientização ambiental 03 Distribuição de mudas de árvores Reflorestamento Benéficos ou Adversos? Item Aspecto=Causa Impacto=Efeito 01 Reciclagem ? 02 Manutenção de autos ? ISO 14000 - Requisitos Avaliação de Impacto Ambiental: Processo cujo objetivo final é fornecer, aos responsáveis pela tomada de decisão da organização, as indicações de conseqüências ambientais potenciais que possam resultar de seus atos. MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO Política e Aspectos e Impactos. Distribuição dos Aspectos e Impactos. POLÍTICA ISO 14000 - Requisitos Avaliação de Impacto Ambiental: Processo cujo objetivo final é fornecer aos responsáveis pela tomada de decisão da organização as indicações de conseqüências ambientais potenciais que possam resultar de seus atos. MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO IDENTIFICAR OS SIGNIFICATIVOS ISO 14000 - Requisitos 4.3.1. Aspectos Ambientais 2. Caracterização e priorização dos Aspectos Ambientais Identificação dos aspectos e impactos (4.3.1) Situações Normais, Anormais e Emergenciais Matriz de Classificação Sim Aspecto Significativo? Não Objetivos, metas e programas (4.3.3) Controle Operacional (4.4.6) Monitoramento (4.5.1) Revisão Periódica ASPECTOS SIGNIFICATIVOS 150 150 145 140 150 138 70 66 1 1 1 Política e Aspectos e Impactos. POLÍTICA Aspectos significativos Política e Aspectos e Impactos. POLÍTICA ISO 14000 - Requisitos 4.3.2. Requisitos Legais e Outros Requisitos Requisitos legais ou de outra natureza aplicáveis as suas atividades, produtos ou serviços. Estabelecer e manter um procedimento de identificação dos mesmos; Assegurar o acesso aos requisitos aplicáveis; Aplicação: Requisitos versus Aspectos. Aspectos ambientais e requisitos legais e outros POLÍTICA ISO 14000 - Requisitos 4.3.3. Objetivos, Metas e Programas A Organização deve estabelecer e manter objetivos e metas ambientais documentados, para cada função e nível pertinente da organização, considerando... Requisitos legais e de outra natureza; Aspectos ambientais significativos; Opções tecnológicas; ISO 14000 - Requisitos 4.3.3. Objetivos, Metas e Programas A Organização deve estabelecer e manter objetivos e metas ambientais documentados, para cada função e nível pertinente da organização, considerando... Requisitos legais e de outra natureza; Aspectos ambientais significativos; Opções tecnológicas; Requisitos financeiros; Visão das partes interessadas. ...e consistentes com sua política ambiental e seu compromisso com a prevenção da poluição OBJETIVOS E METAS POLÍTICA OBJETIVOS E METAS POLÍTICA ISO 14000 - Requisitos Definição de Objetivos, metas e programas; Controle Operacional e Monitoramento Identificação dos aspectos e impactos (4.3.1) Situações Normais, Anormais e Emergenciais Matriz de Classificação Política Ambiental (4.2) Requisitos Legais e Outros (4.3.2) Sim Aspecto Significativo? Não Objetivos, metas e programas (4.3.3) Controle Operacional (4.4.6) Monitoramento (4.5.1) Revisão Periódica ISO 14000 - Requisitos 4.3.3. Objetivos, Metas e Programas A Organização deve estabelecer e manter programas de gestão para atingir seus objetivos ambientais, incluindo: A atribuição de responsabilidade em cada função e nível organizacional pertinente; ISO 14000 - Requisitos 4.3.3. Objetivos, Metas e Programas A Organização deve estabelecer e manter programas de gestão para atingir seus objetivos ambientais, incluindo: A atribuição de responsabilidade em cada função e nível organizacional pertinente; Os recursos e prazos para o seu cumprimento. Os programas devem ser revisados para projetos relativos a novos empreendimentos e atividades, produtos ou serviços, novos ou modificados. O Modelo da Norma ISO 14001:2004 Melhoria Contínua Análise pela administração 4.6 Verificação 4.5 Política Ambiental 4.2 Auditoria interna 4.5.5 Aspectos ambientais 4.3.1 Controle de registros 4.5.4 Planejamento 4.3 Requisitos legais e outros 4.3.2 Não Conform. Ação corr. e prev. 4.5.3 Objetivos, metas e programas 4.3.3 Comprometimento da Alta Av. do atend. a requis. legais e outros 4.5.2 Recursos, funções, respons. e autoridades 4.4.1 Administração Monitoramento e medição 4.5.1 Competência, treinamento e consc. 4.4.2. Prep. e resposta à emergências 4.4.7 Controle operacional 4.4.6 Comunicação 4.4.3 Controle de documentos 4.4.5 Documentação 4.4.4 Implementação e Operação 4.4 ISO 14000 - Requisitos 4.4. Implementação e Operação Estrutura e responsabilidade; Treinamento, conscientização e competência; Comunicação (inclusive comunicação externa); Documentação do sistema de Gestão Ambiental; ISO 14000 - Requisitos 4.4. Implementação e Operação Estrutura e responsabilidade; Treinamento, conscientização e competência; Comunicação (inclusive comunicação externa); Documentação do sistema de Gestão Ambiental; Controle de Documentos; Controle Operacional; Preparação e atendimento as emergências. (testar periodicamente os procedimentos, onde exequível). ISO 14000 - Requisitos 4.4.1. Recursos, funções, responsabilidades e autoridades As funções, responsabilidade e autoridades são definidas, documentadas e comunicadas; Os recursos humanos, tecnológicos e financeiros são adequadamente fornecidos; Um representante de alta administração é designado responsável pelo SGA. ISO 14000 - Requisitos 4.4.2. Competência, Treinamento e Conscientização As necessidades de treinamento são identificadas; O treinamento apropriado é recebido por todo pessoal relevante; (funcionários ou não) ISO 14000 - Requisitos 4.4.2. Competência, Treinamento e Conscientização As necessidades de treinamento são identificadas; O treinamento apropriado é recebido por todo pessoal relevante; (funcionários ou não) Alto nível de conscientização ambiental dos empregados é requerido; A competência é adquirida através de educação, treinamento e/ou experiência apropriados. ISO 14000 - Requisitos 4.4.3. Comunicação Procedimento para as comunicações internas e externas devem ser estabelecidos e mantidos; Documentação da decisão de comunicar ou não – público externo; Os processos de comunicação externa sobre aspectos ambientais significativos são registradas. ISO 14000 - Requisitos 4.4.4. Documentos do SGA Os elementos essenciais do sistema de gestão ambiental são descritos, bem como a integração entre eles identificadas; Fornecer orientação sobre documentação relacionada; Política, Objetivos e metas, escopo, funções/responsabilidades, etc. ISO 14000 - Requisitos 4.4.5. Controle de Documentos Todos os documentos exigidos devem ser localizados; Os documentos exigidos pela norma são periodicamente analisados criticamente e revisados, quando necessário. As versões atuais estão onde são necessários; Documentos obsoletos retidos são identificados adequadamente. ISO 14000 - Requisitos 4.4.6. Controle Operacional Os procedimentos que cobrem aspectos ambientais significativos são estabelecidos, documentados e mantidos – caso necessário; Os critérios de operação são estipulados; Os procedimentos incluem aspectos ambientais de bens/ serviços utilizados e se estendem a fornecedores/ contratadas. ISO 14000 - Requisitos 4.4.7. Preparação e Atendimento a Emergências Os procedimentos: Para identificar e responder às emergências são estabelecidos e mantidos; Abrangem a prevenção e mitigação dos impactos ambientais associados; ISO 14000 - Requisitos 4.4.7. Preparação e Atendimento a Emergências Os procedimentos: Para identificar e responder às emergências são estabelecidos e mantidos; Abrangem a prevenção e mitigação dos impactos ambientais associados; São analisados criticamente e revisados, conforme necessidade; São periodicamente testados onde exequível. O Modelo da Norma ISO 14001:2004 Melhoria Contínua Análise pela administração 4.6 Verificação 4.5 Política Ambiental 4.2 Auditoria interna 4.5.5 Aspectos ambientais 4.3.1 Controle de registros 4.5.4 Planejamento 4.3 Requisitos legais e outros 4.3.2 Não Conform. Ação corr. e prev. 4.5.3 Objetivos, metas e programas 4.3.3 Comprometimento da Alta Av. do atend. a requis. legais e outros 4.5.2 Recursos, funções, respons. e autoridades 4.4.1 Administração Monitoramento e medição 4.5.1 Competência, treinamento e consc. 4.4.2. Prep. e resposta à emergências 4.4.7 Controle operacional 4.4.6 Comunicação 4.4.3 Controle de documentos 4.4.5 Documentação 4.4.4 Implementação e Operação 4.4 ISO 14000 - Requisitos 4.5. Verificação Monitoramento e medição. Avaliação de atendimento a requisitos legais e outros; Não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva; Controle de registros e Auditoria interna. ISO 14000 - Requisitos 4.5.1. Monitoramento e Medição Procedimento para monitorar e medir as características principais de suas atividades e operações devem ser estabelecidos e mantidos; Informações são registradas para acompanhar o desempenho, controles operacionais e a conformidade com os objetivos e metas; Equipamento de monitoramento é calibrado e mantido registros deste processo devem ficar retidos. ISO 14000 - Requisitos 4.5.2. Avaliação do atendimento a requisitos legais e outros Procedimentos para avaliar periodicamente a conformidade legal e regulamentos ambientais pertinentes são estabelecidos e mantidos; Avaliação do atendimento a outros requisitos. ISO 14001 - Requisitos Identificação dos aspectos e impactos (4.3.1) Objetivos e metas, Situações Normais, Anormais e Emergenciais Controles operacionais e Possui Requisito Legal ou outro? Monitoramentos. Sim Av. do atend. a requis. legais e outros ( 4.5.2) Não Matriz de Classificação Sim Controle Operacional (4.4.6) Aspecto Significativo? Não Objetivos, metas e programas (4.3.3) Monitoramento e medição (4.5.1) Revisão Periódica ISO 14000 - Requisitos 4.5.3. Não Conformidade e Ação Corretiva / Preventiva Procedimentos para tratar e investigar as nãoconformidades, mitigar os impactos resultantes e tomar as ações corretivas, devem ser estabelecidos e mantidos; ISO 14000 - Requisitos 4.5.3. Não Conformidade e Ação Corretiva / Preventiva Procedimentos para tratar e investigar as nãoconformidades, mitigar os impactos resultantes e tomar as ações corretivas, devem ser estabelecidos e mantidos; As ações corretivas/ preventivas são apropriadas à magnitude dos problemas e proporcionais ao impacto; Implementar e registrar mudanças nos procedimentos documentados resultantes de ações corretivas/ preventivas. ISO 14000 - Requisitos 4.5.4. Controle de Registros Procedimento para identificação, manutenção e disposição dos registros ambientais devem ser estabelecidos e mantidos; Os registros incluem resultados de auditorias, registros de treinamento e análise crítica; ISO 14000 - Requisitos 4.5.4. Controle de Registros Procedimento para identificação, manutenção e disposição dos registros ambientais devem ser estabelecidos e mantidos; Os registros incluem resultados de auditorias, registros de treinamento e análise crítica; Os registros são legíveis, rastreáveis pra atividades, produtos ou serviços envolvidos, recuperáveis para a leitura, protegidos contra danos, e retidos por períodos apropriados de tempo; Registros são mantidos a fim de demonstrar a conformidade com as exigência desta norma. ISO 14000 - Requisitos 4.5.5. Auditoria Interna Auditorias periódicas do sistema de gestão ambiental; As auditorias determinam se o SGA está de acordo com as disposições planejadas, foi apropriadamente implementado e tem sido mantido; ISO 14000 - Requisitos 4.5.5. Auditoria Interna Auditorias periódicas do sistema de gestão ambiental; As auditorias determinam se o SGA está de acordo com as disposições planejadas, foi apropriadamente implementado e tem sido mantido; As informações sobre o resultado das auditorias de SGA são fornecidas à administração; Os procedimentos da auditoria incluem freqüência, escopo, metodologia e função/ responsabilidade. O Modelo da Norma ISO 14001:2004 Melhoria Contínua Análise pela administração 4.6 Verificação 4.5 Política Ambiental 4.2 Auditoria interna 4.5.5 Aspectos ambientais 4.3.1 Controle de registros 4.5.4 Planejamento 4.3 Requisitos legais e outros 4.3.2 Não Conform. Ação corr. e prev. 4.5.3 Objetivos, metas e programas 4.3.3 Comprometimento da Alta Av. do atend. a requis. legais e outros 4.5.2 Recursos, funções, respons. e autoridades 4.4.1 Administração Monitoramento e medição 4.5.1 Competência, treinamento e consc. 4.4.2. Prep. e resposta à emergências 4.4.7 Controle operacional 4.4.6 Comunicação 4.4.3 Controle de documentos 4.4.5 Documentação 4.4.4 Implementação e Operação 4.4 ISO 14000 - Requisitos 4.6. Análise Crítica pela Administração O próprio sistema de gestão ambiental é analisado criticamente de tempos em tempos frente às alterações das necessidades e exigências da organização A revisão é dirigida pela alta administração; Assegura a contínua conveniência, adequação e eficácia do SGA; ISO 14000 - Requisitos 4.6. Análise Crítica pela Administração O próprio sistema de gestão ambiental é analisado criticamente de tempos em tempos frente às alterações das necessidades e exigências da organização A revisão é dirigida pela alta administração; Assegura a contínua conveniência, adequação e eficácia do SGA; A revisão abrange as possíveis necessidades de alterações do SGA, reflete o comprometimento com a melhoria contínua; O processo de análise crítica deve ser documentado. O Modelo da Norma ISO 14001:2004 Melhoria Contínua Análise pela administração 4.6 Verificação 4.5 Política Ambiental 4.2 Auditoria interna 4.5.5 Aspectos ambientais 4.3.1 Controle de registros 4.5.4 Planejamento 4.3 Requisitos legais e outros 4.3.2 Não Conform. Ação corr. e prev. 4.5.3 Objetivos, metas e programas 4.3.3 Comprometimento da Alta Av. do atend. a requis. legais e outros 4.5.2 Recursos, funções, respons. e autoridades 4.4.1 Administração Monitoramento e medição 4.5.1 Competência, treinamento e consc. 4.4.2. Prep. e resposta à emergências 4.4.7 Controle operacional 4.4.6 Comunicação 4.4.3 Controle de documentos 4.4.5 Documentação 4.4.4 Implementação e Operação 4.4 CAPÍTULO 5 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Fornecedores •IBAMA 85 •Decreto 96.044 •Res. ANTT 420/701/1.644/2.657/ 2.975 Emissão de Energia •Conamas 1/90, 1/93, 252, 272 Produtos Controlados Emissões Atmosféricas •Decretos 2.657, 3.665 •Portarias 19, 1.274, 164 •Leis 12.288, 12.684 RECEBIMENTO Rec. Naturais •Portarias DAEE 717 FUNASA 1469 •Decreto 32.955 Produtos Perigosos •Portaria Minter 124 Transporte •Portarias IBAMA 85, Ministerial 100 •Conamas: 3, 8/90, 8/93, 16, 18, 251, 267, 382 •Decreto 8.468 e alterações PRODUÇÃO Em. Efluentes Líquidos ARMAZENAMENTO •Res. Conama 357, 396, 397, SS 65, SMA 37e 46 •Leis: 6.134, 9.433, 9.966, 12.254, 12.526 •Decreto 8.468 •Portaria MS 518 Funcionamento •Licença de Operação/Exército/P.Federal/P.Civil •Auto de Inspeção do Corpo de Bombeiros •Alvará da Prefeitura •CNEN •Área de Proteção Permanente •Registro IBAMA •Portaria Minter 124 •IBAMA 85 •Decreto 96044 •Res. ANTT 420/701/ 1.644/2.657/ 2.975 ENTREGA Resíduos Sólidos •Conamas: 5, 263/401, 258/301, 307, 313, 348, 358, 362 •Decretos 4.074, 8.468 •Res. ANVISA 306 •Portaria 53, 21 •Lei 12.300 •Memorando Cetesb 11/97 •Instrução Normativa 1/93 CAPÍTULO 6 ESTUDO DE CASO E CENÁRIOS GRATO A TODOS PELA ATENÇÃO! MITSUHISA SHOJI Funcionamento Licença de Operação - Exército - Polícia Federal - Polícia Civil Vistoria de Inspeção do Corpo de Bombeiros Alvará da Prefeitura CNEN Área de Proteção Permanente Registro IBAMA Portaria Minter 124 Funcionamento Menu Funcionamento Licença de Operação Decreto nº 47.397 de 04/12/2002 Informa as diretrizes para a obtenção das Licenças Prévias, de Instalação e de Operação, diante a CETESB. Funcionamento Menu Funcionamento Licença de Funcionamento Exército Decreto nº 3.665 de 20/11/2000 Tem por finalidade estabelecer as normas necessárias para a correta fiscalização das atividades exercidas por pessoas físicas e jurídicas, que envolvam produtos controlados pelo Exército. Funcionamento Menu Funcionamento Licença de Funcionamento da Polícia Federal Decreto nº 4.262 de 10/06/2002 Estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências. Portaria nº 1.274 de 26/08/2003 Regulariza a emissão do Certificado de Licença de Funcionamento ou Autorização Especial para a execução de atividades com produtos químicos sujeitos a controle e fiscalização. Funcionamento Menu Funcionamento Licença de Funcionamento da Polícia Civil Decreto nº 6.911 de 11/01/1935 Regulamenta os pedidos de licença, para fabricar, importar, exportar, comerciar, ter em depósito, possuir, empregar ou usar matérias explosivas, inflamáveis, armas, munições e produtos químicos agressivos ou corrosivos. Funcionamento Menu Funcionamento Auto de Inspeção do Corpo de Bombeiros Decreto 46.076 de 31/08/2001 Institui o Regulamento de Segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. Cabe ao Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo, por meio do Serviço de Segurança Contra Incêndio regulamentar, analisar e vistoriar as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. Funcionamento Menu Funcionamento Alvará da Prefeitura O Alvará de Licença para Estabelecimento, ou simplesmente alvará, é uma licença concedida pela Coordenação de Licenciamento e Fiscalização, permitindo a localização e o funcionamento de estabelecimentos comerciais, industriais, agrícolas, prestadores de serviços, bem como de sociedades, instituições, e associações de qualquer natureza, vinculadas a pessoas físicas ou jurídicas. Funcionamento Menu Funcionamento CNEN Como órgão superior de planejamento, orientação, supervisão e fiscalização, estabelece normas e regulamentos em radioproteção e licencia, fiscaliza e controla a atividade nuclear no Brasil. Funcionamento Menu Funcionamento Área de Proteção Permanente Resolução Conama nº 302 de 20/03/2002 Dispõe sobre os parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente de reservatórios artificiais e o regime de uso do entorno. Resolução Conama nº 303 de 13/05/2002 Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente. Funcionamento Menu Funcionamento Registro IBAMA Portaria nº113 de 25/09/1997 Registro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais. Funcionamento Menu Funcionamento Portaria Minter nº124 de 20/08/1980. Estabelece normas para a localização de indústrias potencialmente poluidoras junto às coleções hídricas. Todo depósito projetado ou construído acima do nível do solo, para receber líquidos potencialmente poluentes, deverá ser protegido, ...devendo ser construídos, para tanto, tanques, amuradas, silos subterrâneos, barreiras ou outros dispositivos de contenção.... Fornecedores Portaria IBAMA n° 85 Decreto n° 96.044 Resolução ANTT n° 420/701/1.644/2.657/2.975 Fornecedores Menu Fornecedores Portaria IBAMA n° 85 de 17/10/1996 Estabelece diretrizes para a criação de Programa interno de auto-fiscalização da correta manutenção de frotas de veículos movidos a diesel quanto à Emissão de fumaça preta. Empresas que contratarem serviços de transporte são coresponsáveis, pela correta manutenção dos veículos contratados. Fornecedores Menu Fornecedores Decreto n° 96.044 de 18/05/1988 Estabelece regras e procedimentos para o transporte, por via pública, de produto que seja perigoso ou represente risco para a segurança pública ou para o meio ambiente, sem prejuízo do disposto em legislação e disciplina peculiar a cada produtos. Define: • quais são as condições do transporte; • os procedimentos em caso de emergência, acidente ou avaria; • os deveres, obrigações e responsabilidades; • e outros. OBS: o decreto 4.097 de 23/ 01/ 02 altera a redação do art 7º desse decreto. Fornecedores Menu Fornecedores Resolução ANTT n° 2.975 de 18 de dezembro de 2008 Resolução ANTT n° 2.657 de 15 de abril de 2008 Resolução ANTT n° 1.644 de 26 de setembro de 2006 Resolução ANTT n° 701 de 31 de agosto de 2004 Resolução ANTT n° 420 de 12 de fevereiro de 2004 Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos Transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos, concede os prazos para a entrada em vigor das disposições referentes aos padrões de desempenho fixados para embalagem e concede o prazo para entrada em vigor do programa de reciclagem periódica para condutores de veículos automotores utilizados no transporte de produtos perigosos. Recursos Naturais Decreto n° 32.955 Portaria DAEE n° 717 Portaria FUNASA n° 1.469 Recursos Naturais Menu Recursos Naturais Decreto n° 32.955 de 07/02/1991 Dispõe sobre a preservação dos depósitos naturais de águas subterrâneas do Estado de São Paulo. As águas subterrâneas terão programa permanente de conservação e proteção, visando seu melhor aproveitamento. Recursos Naturais Menu Recursos Naturais Portaria DAEE nº 717, de 12 de dezembro de 1996 Aprova a norma e anexos que disciplinam o uso dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos do Estado de São Paulo. (Outorgas) Recursos Naturais Menu Recursos Naturais Portaria n° 1.469 de 29/12/2000 (FUNASA) Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e a vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade e dá outras providências. Produtos controlados Decreto nº 2.657 Decreto nº 3.665 Portarias nº 19, 1.274, 164 Leis n° 12.288, 12.684 Produtos controlados Menu Produtos Controlados Decreto nº 2.657 de 03 de julho de 1998 Institui a FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos), ao exigir dos usuários de produtos químicos fichas com dados de segurança que contenham informações essenciais detalhadas sobre a sua identificação, seu fornecedor, a sua classificação, a sua periculosidade, as medidas de precaução e os procedimentos de emergência. Produtos controlados Menu Produtos Controlados Decreto nº 3.665 de 20/11/2000 Dá nova redação ao Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). Este Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas necessárias para a correta fiscalização das atividades exercidas por pessoas físicas e jurídicas, que envolvam produtos controlados pelo Exército. Produtos controlados Menu Produtos Controlados Portaria Interministerial nº 19 de 29 de janeiro de 1981 Proíbe, em todo Território Nacional, a implantação de processos que tenham como finalidade principal a produção de bifenil policlorados - PCB's. Os equipamentos de sistema elétrico, em operação, que usam bifenil policlorados-PCB's, como fluído dielétrico, poderão continuar com este dielétrico, até que seja necessário o seu esvaziamento, após o que somente poderão ser preenchidos com outros que não contenha PCB's. Produtos controlados Menu Produtos Controlados Portaria nº 1.274 de 26/08/2003 Define quais são os produtos químicos que estão sujeitos a controle e fiscalização do Departamento da Polícia Federal, baseado no art. 2º a Lei 10.357 de 27/12/2001 que estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências. Produtos controlados Menu Produtos Controlados Portaria INMETRO nº 164 de 30/05/2008 Aprovar a “Lista de Grupos de Produtos Perigosos”, anexa a esta Portaria e disponibilizada no sitio www.inmetro.gov.br. Produtos controlados Menu Produtos Controlados Lei nº 12.288 de 22 de fevereiro de 2006 Dispõe sobre a eliminação controlada dos PCBs e dos seus resíduos, a descontaminação e da eliminação de transformadores, capacitores e demais equipamento elétricos que contenham PCBs, e dá providências correlatas. Produtos controlados Menu Produtos Controlados Lei nº 12.684 de 26 de julho de 2007 Proíbe o uso, no Estado de São Paulo de produtos, materiais ou artefatos que contenham quaisquer tipos de amianto ou asbesto ou outros minerais que, acidentalmente, tenham fibras de amianto na sua composição. Emissão de Energia Resolução CONAMA 01/90 Resolução CONAMA 01/93 Resolução CONAMA 252 Resolução CONAMA 272 Emissão de Energia Menu Emissão de Energia RUÍDO Resolução CONAMA 01 de 08/03/1990 Dispõe sobre a emissão de ruídos, em decorrência de atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política. Emissão de Energia Menu Emissão de Energia RUÍDO Resolução CONAMA 01 de 11 de fevereiro de 1993 Estabelece, para os veículos automotores nacionais e importados, exceto motocicleta, motonetas, ciclomotores, bicicletas com motor auxiliar e veículos assemelhados, limites máximos de ruído com o veículo em aceleração e na condição parado. Emissão de Energia Menu Emissão de Energia RUÍDO Resolução CONAMA 252 de 07 de janeiro de 1999 Estabelece, para os veículos rodoviários automotores, inclusive veículos encarroçados, complementados e modificados, nacionais ou importados, limites máximos de ruído nas proximidades do escapamento, para fins de inspeção obrigatória e fiscalização de veículos em uso. Emissão de Energia Menu Emissão de Energia RUÍDO Resolução CONAMA 272 de 14 de setembro de 2000 Estabelece, para os veículos automotores nacionais e importados, fabricados a partir da data da publicação desta Resolução, exceto motocicletas, motonetas, ciclomotores, bicicletas com motor auxiliar e veículos assemelhados, limites máximos de ruído com os veículos em aceleração. Emissão de Efluentes Líquidos Resoluções CONAMA n° 357, 396, 397 Resolução SS nº 65 Resoluções SMA nº 37, 46 Lei n° 6.134 Lei n° 9.433 Lei n° 9.966 Lei nº 12.254 Lei nº 12.526 Decreto n° 8.468 Portaria MS nº 518 Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Resolução CONAMA n° 357 de 17/03/2005 Estabelece a classificação de águas doces, salobras e salinas do Território Nacional e os padrões de emissão que devem ser obedecidos pelos efluentes lançados de quais quer fonte de poluição. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Resolução CONAMA n° 396 de 03 de abril de 2008 Dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Resolução CONAMA n° 397 de 03 de abril de 2008 Altera o inciso II do § 4o e a Tabela X do § 5o, ambos do art. 34 da Resolução do Conselho Nacional do Meio AmbienteCONAMA no 357, de 2005, que dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Resolução SS 65 de 12 de abril de 2005 Estabelece os procedimentos e responsabilidades para a vigilância e controle da qualidade da água, para o consumo humano no estado de São Paulo, e da outras providências. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Resolução SMA 37/06 Regulamenta as exigências para os resultados analíticos, objetos de apreciação pelos órgãos integrantes SEAQUA e que subsidiam o exercício de suas atribuições legais do controle, monitoramento e a fiscalização das atividades efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Resolução SMA 46/08 Altera o prazo previsto na Resolução SMA nº 37, de 30 de agosto de 2006. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Lei n° 6.134 de 02/06/1988 Dispõe sobre a preservação dos depósitos naturais de águas subterrâneas do Estado de São Paulo e dá outras providências. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Lei n° 9.433 de 08/01/1997 Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Lei n° 9.966 de 28/04/2000 Dispões sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo ou substâncias nocivas ou perigosas em águas e dá outras providências. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Lei n° 12.254 de 09 de fevereiro de 2006 Dispõe sobre a responsabilidade das empresas pela lavagem dos uniformes usados por seus empregados no Estado de São Paulo. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Lei n° 12.526 de 02 de janeiro de 2007 Dispõe sobre a obrigatoriedade da implantação de sistema para a captação e retenção de águas pluviais, coletadas por telhados, coberturas, terraços e pavimentos descobertos, em lotes, edificados ou não, que tenham área impermeabilizada superior a 500m2 (quinhentos metros quadrados). Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Decreto n° 8.468 de 08/09/1976 Dispõe sobre a prevenção e o controle de poluição do meio ambiente, incluindo: Definições de padrões de qualidade do ar, das águas e do solo. Definições de padrões de emissão de poluentes no ar, nas águas e no solo. Define as diretrizes para a obtenção das licenças de instalação e de funcionamento. Entre outros. Emissão de Efluentes Líquidos Menu Emissão de Efluentes Líquidos Portaria MS n° 518 de 25 de março de 2004 Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências. Emissões Atmosféricas Decreto n° 8.468 Portaria IBAMA n° 85 Portaria Ministerial n° 100 Resoluções CONAMA n° 3, 8/90, 8/93, 16, 18, 251, 267, 382 Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Decreto n° 8468 de 08/09/1976 Dispõe sobre a prevenção e o controle de poluição do meio ambiente, incluindo: Definições de padrões de qualidade do ar, das águas e do solo. Definições de padrões de emissão de poluentes no ar, nas águas e no solo. Define as diretrizes para a obtenção das licenças de instalação e de funcionamento. Entre outros. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Portaria IBAMA n° 85 de 17/10/96 Estabelece diretrizes para a criação de Programa interno de auto-fiscalização da correta manutenção de frotas de veículos movidos a diesel quanto à Emissão de fumaça preta. Empresas que possuem frota própria de veículos movidos à diesel devem criar e adotar esse Programa. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Portaria Ministerial n° 100 de 14/07/1980 Estabelece padrões para a emissão de fumaça por veículos movidos a óleo diesel. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 03 de 28 de junho de 1990 Estabelece os padrões de qualidade do ar, as concentrações de poluentes atmosféricos que, ultrapassadas, poderão afetar a saúde, a segurança e o bem-estar da população, bem como ocasionar danos à flora e à fauna, aos materiais e ao meio ambiente em geral. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 08 de 06/12/1990 Estabelece, em nível nacional, limites máximos de emissão de poluentes do ar (padrões de emissão) para processos de combustão externa em fontes fixas de poluição. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 08/93 de 31 de agosto de 1993 Em complemento à Resolução CONAMA n° 18, de 6 de maio de 1986, estabelece os Limites Máximos de Emissão de poluentes para os motores destinados a veículos pesados novos, nacionais e importados, conforme Tabela 1. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 16 de 07 de dezembro de 1989 Em complemento à Resolução CONAMA n° 08/93, a partir de 1° de janeiro de 1996, os motores novos do ciclo Diesel para aplicações em veículos leves ou pesados, devem ser homologados e certificados quanto ao índice de fumaça (opacidade) em aceleração livre, através do procedimento de ensaio descrito na Norma NBR 13037 - Gás de Escapamento Emitido por Motor Diesel em Aceleração Livre - Determinação da Opacidade, em conformidade com os limites definidos no § 1° e § 2° deste Artigo. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 18 de 13/12/1995 Dispõe sobre a implantação de Programas de Inspeção e Manutenção para Veículos Automotores em uso. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 251 de 21/01/1999 Estabelece critérios, procedimentos e limites máximos de opacidade da emissão de fumaça de escapamento para avaliação do estado de manutenção dos veículos automotores do ciclo Diesel. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 267 de 14/09/2000 Proíbe a utilização de substâncias controladas, especificadas nos anexos A e B do protocolo de Montreal – camada de Ozônio. Emissões Atmosféricas Menu Emissões Atmosféricas Resolução CONAMA n° 382 de 26 de dezembro de 2006 Estabelece limites máximos de emissão de poluentes atmosféricos para fontes fixas. Parágrafo único. Os limites são fixados por poluente e por tipologia de fonte conforme estabelecido nos anexos desta Resolução. Resíduos Sólidos Decretos n° 4.074, 8.468 Instrução Normativa 1/93 Lei 12.300 Memorando Cetesb 11/97 Portarias 53, 21 Resolução ANVISA nº 306 Resoluções CONAMA n° 5, 258/301, 263/401, 307, 313, 348, 358, 362 Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Decreto n° 4.074 de 04/01/2002 Regulamenta a Lei n o 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Decreto n° 8468 de 08/09/1976 Dispõe sobre a prevenção e o controle de poluição do meio ambiente, incluindo: Definições de padrões de qualidade do ar, das águas e do solo. Definições de padrões de emissão de poluentes no ar, nas águas e no solo. Define as diretrizes para a obtenção das licenças de instalação e de funcionamento. Entre outros. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Instrução Normativa 1/93 Disciplina as condições a serem observadas no manuseio, armazenamento e transporte de bifenilas policloradas (PCB's) e/ou resíduos contaminados com PCB's. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Lei nº 12.300 de 16 de março de 2006 Institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos e define princípios e diretrizes. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Memorando CETESB 11 de 07 de março de 1997 Conforme proposta do Grupo de Trabalho "Resíduos Sólidos", formulada no documento "Controle de Resíduos Industriais Revisão de Procedimentos - Agosto 1996", fica estabelecida, a partir desta data, a obrigatoriedade da emissão de CADRI para todos os tipos de resíduos prioritários, quando da aprovação de seu encaminhamento, tratamento ou disposição final licenciados ou autorizados pela CETESB, inclusive para testes, que nesses casos vinha sendo feita através de encaminhamento de correspondência ao interessado. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Portaria MINTER 53 de 01 de março de 1979 Os resíduos sólidos de natureza tóxico, bem como os que contém substância inflamáveis, corrosivas, explosivas, radioativas e outras consideradas prejudiciais, deverão sofrer tratamento ou acondicionamento adequado, no próprio local de produção, e nas condições estabelecidas pelo órgão estadual de controle da poluição e de preservação ambiental. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Portaria CVS 21 de 10 de setembro de 2008 Aprova a “Norma Técnica sobre Gerenciamento de Resíduos Perigosos de Medicamentos em Serviços de Saúde”. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução ANVISA RDC 306 de 07 de dezembro de 2004 Aprova o Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, em Anexo a esta Resolução, a ser observado em todo o território nacional, na área pública e privada. Este Regulamento aplica-se a todos os geradores de Resíduos de Serviços de Saúde-RSS. Todo gerador deve elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - PGRSS, baseado nas características dos resíduos gerados e na classificação constante do Apêndice I, estabelecendo as diretrizes de manejo dos RSS. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 5 de 05/08/1993 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos sólidos (desde a geração até a disposição final) oriundos de serviços de saúde, portos e aeroportos, bem como aos terminais ferroviários e rodoviários, para preservar a saúde pública e a qualidade do meio ambiente. As administrações desses estabelecimentos devem elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de acordo com as diretrizes estabelecidas nessa resolução. Esse plano deverá ser submetido à aprovação pelos órgãos de meio ambiente e de saúde respectivos, de acordo coma legislação vigente. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 263/1999 e 401/2008 Dispõe sobre o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado de pilhas e baterias usadas que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, no que tange a coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 258/1999 e 301/2002 Determina que as empresas fabricantes e as importadoras de pneumáticos ficam obrigadas a coletar e dar destinação final ambientalmente adequadas aos pneus inservíveis. Os distribuidores, os revendedores e os consumidores finais de pneus em articulação com os fabricantes deverão colaborar na adoção de procedimentos visando implementar a coleta de pneus inservíveis. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 307 de 05 de julho de 2002 Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 313 de 29/10/2002 Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. O Inventário Nacional de Resíduos Sólidos é o conjunto de informações sobre a geração, características, armazenamento, transporte, tratamento, reutilização, reciclagem, recuperação e disposição final dos resíduos sólidos gerados pelas indústrias do país. As indústrias deverão registrar mensalmente e manter na unidade industrial os dados de geração e destinação dos resíduos gerados para efeito de obtenção dos dados para o Inventário Nacional dos Resíduos Industriais. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 348 de 16 de agosto de 2004 Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. O Inventário Nacional de Resíduos Sólidos é o conjunto de informações sobre a geração, características, armazenamento, transporte, tratamento, reutilização, reciclagem, recuperação e disposição final dos resíduos sólidos gerados pelas indústrias do país. As indústrias deverão registrar mensalmente e manter na unidade industrial os dados de geração e destinação dos resíduos gerados para efeito de obtenção dos dados para o Inventário Nacional dos Resíduos Industriais. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 358 de 29 de abril de 2005 Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências. Resíduos Sólidos Menu Disposição de Resíduos Sólidos Resolução CONAMA n° 362 de 23/06/2005 Dispõe sobre o óleo lubrificante: uso, gerenciamento e reciclagem. Estabelece: • as proibições de descarte, industrialização e comercialização, disposição de resíduos derivados no tratamento do óleo lubrificante; • as obrigações dos produtores, dos geradores, dos receptores, dos coletores e dos refinadores de óleos usados; • armazenamento, embalagem e transporte de óleos usados; • entre outros. Produtos Perigosos Portaria Minter nº124 de 20/08/1980 Estabelece a obrigatoriedade da construção de sistemas de proteção contra vazamentos de líquidos potencialmente poluidores. Estabelece normas para a localização de indústrias potencialmente poluidoras junto às coleções hídricas. Transporte IBAMA n° 85 Decreto n° 96.044 Resolução ANTT n° 420/701/1.644/2.657/2.975 Transporte Menu Transporte Portaria IBAMA n° 85 de 17/10/96 Estabelece diretrizes para a criação de Programa interno de auto-fiscalização da correta manutenção de frotas de veículos movidos a diesel quanto à Emissão de fumaça preta. Empresas que possuem frota própria de veículos movidos à diesel devem criar e adotar esse Programa. Transporte Menu Transporte Decreto n° 96.044 de 18/05/1988 Estabelece regras e procedimentos para o transporte, por via pública, de produto que seja perigoso ou represente risco para a segurança pública ou para o meio ambiente, sem prejuízo do disposto em legislação e disciplina peculiar a cada produtos. Define: • quais são as condições do transporte; • os procedimentos em caso de emergência, acidente ou avaria; • os deveres, obrigações e responsabilidades; • e outros. OBS: o decreto 4.097 de 23/ 01/ 02 altera a redação do art 7º desse decreto. Transporte Menu Transporte Resolução ANTT n° 2.975 de 18 de dezembro de 2008 Resolução ANTT n° 2.657 de 15 de abril de 2008 Resolução ANTT n° 1.644 de 26 de setembro de 2006 Resolução ANTT n° 701 de 31 de agosto de 2004 Resolução ANTT n° 420 de 12 de fevereiro de 2004 Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos Transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos, concede os prazos para a entrada em vigor das disposições referentes aos padrões de desempenho fixados para embalagem e concede o prazo para entrada em vigor do programa de reciclagem periódica para condutores de veículos automotores utilizados no transporte de produtos perigosos.