TAXA PROPORCIONAL
Taxas proporcionais são definidas
como sendo aquelas cujos
quocientes entre elas e seus
respectivos
períodos
de
capitalização, colocados na mesma
unidade de tempo, são iguais.
O conceito de Taxas Proporcionais
é um conceito próprio do regime
simples.
TAXA PROPORCIONAL
São taxas de juros fornecidas em
unidades de tempo diferentes que,
ao serem aplicadas a um mesmo
principal durante um mesmo prazo,
produzem um mesmo montante no
final daquele prazo, no regime de
juros simples.
O conceito de taxas proporcionais
está, portanto, diretamente ligado
ao regime de juros simples.
TAXA PROPORCIONAL
a) 1,3%
(CESGRANRIO
ANP
Analista
Administrativo Geral 2008) A taxa
de juros simples de 1% ao mês é
proporcional à taxa trimestral de:
b) 2,0%
c) 2,1%
d) 3,0%
e) 3,03%
TAXA PROPORCIONAL
a) 1,3%
(CESGRANRIO
ANP
Analista
Administrativo Geral 2008) A taxa
de juros simples de 1% ao mês é
proporcional à taxa trimestral de:
b) 2,0%
c) 2,1%
d) 3,0%
e) 3,03%
TAXA PROPORCIONAL
a) 80%
(SUSEP 2002 ESAF) Quem paga
juros simples mensais de 40%,
paga bimestralmente juros de:
b) 84%
c) 88%
d) 92%
e) 96%
TAXA PROPORCIONAL
a) 80%
(SUSEP 2002 ESAF) Quem paga
juros simples mensais de 40%,
paga bimestralmente juros de:
b) 84%
c) 88%
d) 92%
e) 96%
TAXA EQUIVALENTE
Taxas equivalentes são taxas de juros
fornecidas em unidades de tempo
diferentes que ao serem aplicadas a um
mesmo principal durante um mesmo
prazo produzem um mesmo montante
acumulado no final daquele prazo, no
regime de juros compostos.
O conceito de taxas equivalentes
está, portanto, diretamente ligado
ao regime de juros compostos.
TAXA EQUIVALENTE
Duas taxas são consideradas
equivalentes, a juros compostos,
quando aplicadas a um mesmo
capital, por um período de tempo
equivalente e geram o mesmo
rendimento.
iq = (1 + i)q/t – 1
TAXA EQUIVALENTE
Assim, a diferença entre taxas
equivalentes e taxas proporcionais
se prende exclusivamente ao
regime de juros considerado.
As taxas proporcionais se baseiam
em juros simples, e as taxas
equivalentes se baseiam em juros
compostos.
TAXA EQUIVALENTE
a) 1,3%
(CESGRANRIO
ANP
Analista
Administrativo Geral 2008) A taxa
de juros compostos de 1% ao mês
é equivalente a que taxa trimestral:
b) 2,0%
c) 2,1%
d) 3,0%
e) 3,03%
TAXA EQUIVALENTE
a) 1,3%
(CESGRANRIO
ANP
Analista
Administrativo Geral 2008) A taxa
de juros compostos de 1% ao mês
é equivalente a que taxa trimestral:
b) 2,0%
c) 2,1%
d) 3,0%
e) 3,03%
iq = (1 + i)q/t – 1
iq = (1 + 0,01)3/1 – 1
iq = (1,01)3 – 1
iq = 1,0303 – 1
iq = 0,0303 x 100
iq = 3,03%
TAXA EQUIVALENTE
a) 175,0%
(BANESPA 1997 FCC) Receber juros
compostos de 525% ao ano é
equivalente a receber juros
semestrais de:
b) 206,25%
c) 218,5%
d) 262,5%
e) 150,0%
TAXA EQUIVALENTE
a) 175,0%
(BANESPA 1997 FCC) Receber juros
compostos de 525% ao ano é
equivalente a receber juros
semestrais de:
b) 206,25%
c) 218,5%
d) 262,5%
e) 150,0%
iq = (1 + i)q/t – 1
iq = (1 + 5,25)1/2 – 1
iq = (6,25)0,5 – 1
iq = 2,5 – 1
iq = 1,5 x 100
iq = 150%
TAXA NOMINAL
Temos uma taxa nominal quando o
prazo de formação e incorporação
dos juros ao capital inicial não
coincide com aquele a que a taxa
se refere.
Esta é uma convenção utilizada
habitualmente
no
mercado
financeiro, e seus dois exemplos
mais notórios são a taxa de juros
da poupança e a taxa over
(aplicações de um dia).
TAXA NOMINAL
Normalmente, é expressa para
periodicidade
anual,
sendo
transformada em taxa para
periodicidade menor, de forma
proporcional.
Sempre que nos depararmos com
uma taxa nominal devemos, antes,
calcular a TAXA EFETIVA da
operação, que é obtida a partir da
taxa nominal pelo método da
proporcionalidade.
TAXA NOMINAL
É aquela em que o período de
capitalização difere do período da
taxa. Será, portanto, uma taxa
seguida da palavra capitalização, e
em que se observará que a
unidade da taxa é diferente da
unidade da capitalização.
Toda taxa nominal traz em seu
enunciado uma taxa efetiva implícita,
que é a taxa de juros a ser aplicada em
cada período de capitalização. Essa taxa
efetiva implícita é sempre calculada de
forma proporcional, no regime de juros
simples.
TAXA NOMINAL
A taxa nominal só serve para ser
transformada em taxa efetiva.
Para transformar Taxa Nominal em
Taxa Efetiva, embora estando no
regime composto, utilizaremos o
conceito de Taxas Proporcionais.
TAXA NOMINAL
Qual a taxa nominal anual relativa
a uma taxa efetiva de 79,58% a.a.,
capitalizada mensalmente?
TAXA NOMINAL
Qual a taxa nominal anual relativa
a uma taxa efetiva de 79,58% a.a.,
capitalizada mensalmente?
1
12
in  [(1  0,7958)  1].12
in  [(1,7958)0,0833  1].12
in  (1,05  1).12
in = 0,05 . 12
in = 60% a.a.
TAXA EFETIVA
O conceito de taxa efetiva de juros
pode ser entendido como sendo o
ganho real para uma aplicação,
para um determinado período, sem
considerarmos a taxa de inflação.
Na verdade, a taxa efetiva tem seu
conceito muito semelhante ao da
taxa equivalente.
TAXA EFETIVA
O que realmente difere os dois conceitos são apenas os objetivos do cálculo,
ou seja, na taxa equivalente objetiva-se comparar duas taxas que, aplicadas a
um mesmo capital por período de tempo considerado equivalente,
produzem o mesmo rendimento, enquanto a taxa efetiva tem foco
direcionado para medir o ganho efetivo de uma determinada aplicação.
TAXA EFETIVA
É a taxa que efetivamente é paga
no período em que foi fornecida,
independentemente do período de
capitalização.
Quando se usa a taxa efetiva, os
juros são capitalizados uma única
vez no período a que se refere a
taxa. Portanto, taxa efetiva é
aquela
cujo
período
de
capitalização
corresponde
ao
próprio período da taxa.
TAXA EFETIVA
(AFC TCU 2000 ESAF) Um
financiamento
externo
é
contratado a uma taxa nominal de
12% ao ano com capitalização
semestral. Obtenha a taxa efetiva
anual desse financiamento.
a) 12,36%
b) 11,66%
c) 10,80%
d) 12,44%
e) 12,55%
TAXA EFETIVA
12% a.a = 6% a.s
(AFC TCU 2000 ESAF) Um
financiamento
externo
é
contratado a uma taxa nominal de
12% ao ano com capitalização
semestral. Obtenha a taxa efetiva
anual desse financiamento.
a) 12,36%
b) 11,66%
c) 10,80%
i = (1 + 0,06)2 – 1
i = (1,06)2 – 1
i = 1,1236 – 1
i = 0,1236 x 100
d) 12,44%
e) 12,55%
[f] [REG]
12 [ENTER]
2 [n] [] [i]
[CHS] [PMT] [FV]
TAXA EFETIVA
(ATE/MS 2001 ESAF) Um capital é
aplicado à taxa de juros nominal de
24% ao ano com capitalização
mensal. Qual a taxa anual efetiva
de aplicação desse capital, em
porcentagem, aproximada até
centésimos?
a) 26,82%
b) 26,53%
c) 26,25%
d) 25,97%
e) 25,44%
TAXA EFETIVA
24% a.a = 2% a.m
(ATE/MS 2001 ESAF) Um capital é
aplicado à taxa de juros nominal de
24% ao ano com capitalização
mensal. Qual a taxa anual efetiva
de aplicação desse capital, em
porcentagem, aproximada até
centésimos?
a) 26,82%
b) 26,53%
i = (1 + 0,02)12 – 1
i = (1,02)12 – 1
i = 1,2682 – 1
i = 0,2682 x 100
c) 26,25%
d) 25,97%
e) 25,44%
[f] [REG]
24 [ENTER]
12 [n] [] [i]
[CHS] [PMT] [FV]
TAXA EFETIVA
O cálculo da taxa efetiva, com base
na taxa nominal, pode ser
executado de forma rápida na
calculadora financeira HP-12C. Para
tanto, é necessário programar a
calculadora.
TAXA EFETIVA
[f] [REG]
Qual a taxa efetiva anual equivalente a
uma taxa nominal de 70% a.a.
capitalizada mensalmente?
[f] [2]
70 [ENTER]
12 [R/S]
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
A taxa acumulada de juros com
taxas variáveis é normalmente
utilizada em situações de correções
de contratos como, por exemplo,
atualização de aluguéis, saldo
devedor da casa própria e
contratos em geral.
A composição das taxas pode
ocorrer de duas formas, com taxas
positivas (inflação) ou com taxas
negativas (deflação).
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
A taxa de inflação é um índice bem
conhecido de todos nós, e
representa a perda do valor da
moeda, isto é, a diminuição do seu
poder
de
compra
como
conseqüência do aumento médio
dos preços dos itens de consumo.
Em virtude de a alta taxa de
inflação corroer rapidamente o
poder aquisitivo da moeda, é
fundamental analisar a relação das
taxas de juros com as taxas de
inflação.
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
Matematicamente, o fator de
acumulação de uma taxa positiva
pode ser representada por (1 + i) e
a taxa negativa (1 – i).
I = [(1 + i1) . (1 + i2) . (1 + i3) . (1 + in) – 1] x 100
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
(PETROBRAS) Aumentar o preço de
um produto em 30% e, em seguida,
conceder um desconto de 20%
equivale a aumentar o preço
original em:
a) 2%
b) 4%
c) 6%
d) 8%
e) 10%
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
(PETROBRAS) Aumentar o preço de
um produto em 30% e, em seguida,
conceder um desconto de 20%
equivale a aumentar o preço
original em:
a) 2%
b) 4%
c) 6%
d) 8%
e) 10%
I = [(1 + 0,30) . (1 – 0,20) – 1] x 100
I = [(1,30 . 0,80) – 1] x 100
I = (1,04 – 1) x 100
I = 0,04 x 100
I = 4%
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
(Técnico de Finanças e Controle
TFC SFC 2000 ESAF) O nível geral de
preços, em determinada região,
sofreu um aumento de 10%, em
1999, e 8%, em 2000. Qual foi o
aumento total dos preços no biênio
considerado?
a) 8%
b) 8,8%
c) 10,8%
d) 18%
e) 18,8%
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
(Técnico de Finanças e Controle
TFC SFC 2000 ESAF) O nível geral de
preços, em determinada região,
sofreu um aumento de 10%, em
1999, e 8%, em 2000. Qual foi o
aumento total dos preços no biênio
considerado?
a) 8%
b) 8,8%
c) 10,8%
d) 18%
e) 18,8%
I = [(1 + 0,10) . (1 + 0,08) – 1] x 100
I = [(1,10 . 1,08) – 1] x 100
I = (1,188 – 1) x 100
I = 0,188 x 100
I = 18,8%
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
(FCC Escriturário Banco do Brasil 2006) Um
financiamento
foi
contratado,
em
uma
determinada data, consistindo de pagamentos a
uma taxa de juros positiva e ainda corrigidos pela
taxa de inflação desde a data da realização do
compromisso. O custo efetivo desta operação foi
de 44% e o custo real efetivo de 12,5%. Tem-se,
então, que a taxa de inflação acumulada no
período foi de:
a) 16%
b) 20%
c) 24%
d) 28%
e) 30%
TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO
(FCC Escriturário Banco do Brasil 2006) Um
financiamento
foi
contratado,
em
uma
determinada data, consistindo de pagamentos a
uma taxa de juros positiva e ainda corrigidos pela
taxa de inflação desde a data da realização do
compromisso. O custo efetivo desta operação foi
de 44% e o custo real efetivo de 12,5%. Tem-se,
então, que a taxa de inflação acumulada no
período foi de:
a) 16%
b) 20%
c) 24%
d) 28%
e) 30%
(1  ia )
I [
] 1
(1  ir )
(1  0,44)
I [
] 1
(1  0,125)
TAXA DE DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA (TDM)
O efeito inflacionário representa uma
elevação nos níveis de preços e a taxa
de desvalorização da moeda (TDM)
mede a queda no poder de compra
causada por estes aumentos de preços.
A taxa de desvalorização da moeda
(TDM), para diferentes taxas de
inflação, pode ser obtida a partir da
seguinte fórmula:
TAXA DE DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA (TDM)
(Auditor Fiscal da Previdência Social
2002) O índice de preços ao
consumidor de famílias de classe de
renda baixa sofreu um aumento de
11,61% em um semestre e 12% no
semestre seguinte. Calcule a perda do
poder aquisitivo da renda dessas
famílias no ano em questão.
a) 11,61%
b) 12%
c) 20%
d) 23,61%
e) 25%
TAXA DE DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA (TDM)
(Auditor Fiscal da Previdência Social
2002) O índice de preços ao
consumidor de famílias de classe de
renda baixa sofreu um aumento de
11,61% em um semestre e 12% no
semestre seguinte. Calcule a perda do
poder aquisitivo da renda dessas
famílias no ano em questão.
a) 11,61%
b) 12%
I = [(1 + 0,1161) . (1 + 0,12) – 1] x 100
I = [(1,1161 . 1,12) – 1] x 100
I = (1,250 – 1) x 100
I = 25%
c) 20%
d) 23,61%
e) 25%
TDM = I/1 + I
TDM = 0,25/1 + 0,25
TDM = 0,25/1,25
TDM = 0,2
TAXA REAL
A taxa real de juros nada mais é do que
a apuração de ganho ou perda em
relação a uma taxa de inflação ou de
um custo de oportunidade.
Na verdade, significa dizer que taxa
real de juros é o verdadeiro ganho
financeiro.
TAXA REAL
Se considerarmos que uma determinada aplicação financeira rendeu 10% em um
determinado período de tempo, e que no mesmo período ocorreu uma inflação de
8%, é correto afirmar que o ganho real desta aplicação não foram os 10%, tendo em
vista que o rendimento correspondente sofreu uma desvalorização de 8% no mesmo
período de tempo; desta forma temos de encontrar qual o verdadeiro ganho em
relação à inflação, ou seja, temos de encontrar a Taxa Real de Juros.
TAXA REAL
Em períodos de inflação, todo cuidado é pouco quando se fala em taxa de juros. Uma
taxa, que aparentemente é alta, pode ser, na realidade, muito baixa se não
considerarmos a inflação no período em que a taxa estiver sendo aplicada. Assim,
definimos taxa real como a taxa que se utiliza levando-se em consideração os efeitos
inflacionários do período.
TAXA REAL
(1  ia )
ir  [
] 1
(1  I )
ir = Taxa Real de Juros
ia = Taxa Aparente de Juros
I = Taxa de Inflação ou Custo de Oportunidade
TAXA REAL
a) 0,69% a.m.
(CEF 2002 FCC) Um capital foi aplicado
por 30 dias à taxa mensal de 1,8%. Se a
inflação no período foi de 1,1%, a taxa
real de juros foi de, aproximadamente:
b) 0,75% a.m.
c) 1,64% a.m.
d) 1,87% a.m.
e) 2,90% a.m.
TAXA REAL
a) 0,69% a.m.
(CEF 2002 FCC) Um capital foi aplicado
por 30 dias à taxa mensal de 1,8%. Se a
inflação no período foi de 1,1%, a taxa
real de juros foi de, aproximadamente:
b) 0,75% a.m.
c) 1,64% a.m.
d) 1,87% a.m.
e) 2,90% a.m.
(1  ia )
ir  [
] 1
(1  I )
ir  [
(1  0,018)
] 1
(1  0,011)
TAXA REAL
a) 0,1986%
(BACEN) Sabendo-se que a taxa efetiva
é de 0,9% e que a taxa de inflação é de
0,7% no mês, o valor da taxa real nesse
mês é de:
b) 0,2136%
c) 0,1532%
d) 0,4523%
e) 0,1642%
TAXA REAL
a) 0,1986%
(BACEN) Sabendo-se que a taxa efetiva
é de 0,9% e que a taxa de inflação é de
0,7% no mês, o valor da taxa real nesse
mês é de:
b) 0,2136%
c) 0,1532%
d) 0,4523%
e) 0,1642%
(1  ia )
ir  [
] 1
(1  I )
ir  [
(1  0,009)
] 1
(1  0,007)
TAXA APARENTE
A taxa aparente é também dita taxa
nominal.
Definimos taxa aparente como a taxa
que se utiliza sem levar em
consideração a inflação do período.
TAXA APARENTE
ia  [(1  ir ).(1  I )]  1
Se a inflação for zero, a taxa aparente e
a taxa real são iguais.
TAXA APARENTE
(TCU) Uma financeira pretende ganhar
12% a.a. de juros reais em cada
financiamento. Supondo que a inflação
anual seja de 2.300%, a financeira, a
título de taxa de juros nominal anual,
deverá cobrar:
a) 2.358%
b) 2.588%
c) 2.858%
d) 2.868%
e) 2.888%
TAXA APARENTE
(TCU) Uma financeira pretende ganhar
12% a.a. de juros reais em cada
financiamento. Supondo que a inflação
anual seja de 2.300%, a financeira, a
título de taxa de juros nominal anual,
deverá cobrar:
a) 2.358%
b) 2.588%
c) 2.858%
d) 2.868%
e) 2.888%
ia  [(1  ir ).(1  I )]  1
ia  [(1  0,12).(1  23)]  1
TAXA APARENTE
(Fiscal ICMS SEFAZ/MS 2000) A taxa de
inflação acumulada de 1999 medida pelo
IGP-M foi de 20,10%. Um investidor afirma
ter auferido, em uma aplicação financeira,
um rendimento real de 12% ao longo de
1999, usando o IGP-M como índice de
inflação. Sua taxa efetiva de juros auferida
em 1999 foi de aproximadamente:
a) 34,5%
b) 33,8%
c) 33,1%
d) 32,10%
TAXA APARENTE
(Fiscal ICMS SEFAZ/MS 2000) A taxa de
inflação acumulada de 1999 medida pelo
IGP-M foi de 20,10%. Um investidor afirma
ter auferido, em uma aplicação financeira,
um rendimento real de 12% ao longo de
1999, usando o IGP-M como índice de
inflação. Sua taxa efetiva de juros auferida
em 1999 foi de aproximadamente:
a) 34,5%
ia  [(1  ir ).(1  I )]  1
b) 33,8%
ia  [(1  0,12).(1  0,201)]  1
c) 33,1%
d) 32,10%
TAXA OVER
É uma taxa usada pelo mercado
financeiro
para
determinar
a
rentabilidade por dia útil, normalmente
é multiplicada por 30 (conversão do
mercado financeiro). Nas empresas, em
geral, é utilizada para escolher a
melhor taxa para investimento.
Esta prática ganhou maior importância
principalmente no início dos anos 90.
Várias aplicações são efetuadas
tomando como base os dias úteis;
entre elas temos as operações de CDIs
(Certificados
de
Depósitos
Interbancários).
TAXA OVER
A aplicabilidade do conceito de Taxa
Over não deve ser limitada às
operações de mercado financeiro e
bancário, assim como os demais
conceitos da matemática financeira.
O conceito de Taxa Over pode ser
usado
também
em
operações
comerciais, como no financiamento de
uma venda de mercadoria aos seus
clientes, por exemplo.
TAXA OVER
Uma das dificuldades para utilização da
Taxa Over é a informação do número
de dias úteis (ndu), devido ao grande
número de feriados do calendário
nacional.
Uma alternativa é conseguir junto à
rede bancária um calendário que
contenha o número de dias úteis, já
contemplando os feriados nacionais.
Este calendário é próprio para calcular
a quantidade de dias úteis nas
aplicações financeiras.
TAXA OVER
A alternativa tradicional é contar no
próprio calendário, o que muitas vezes
pode se tornar uma dificuldade no
processo.
O programa de planilhas eletrônicas
Excel apresenta uma alternativa
interessante para facilitar o cálculo da
Taxa Over. Através da função
DIATRABALHOTOTAL é possível criar
uma planilha com os feriados nacionais
e calcular automaticamente o número
de dias úteis entre duas datas.
TAXA OVER
TAXA OVER
Uma aplicação em 63 dias corridos
correspondentes a 52 dias úteis teve
um rendimento efetivo de 1,5% ao
mês. Calcule a taxa over mensal
equivalente.
TAXA MÉDIA
A taxa média de juros tem como base
teórica o conceito estatístico da média
geométrica.
Do ponto de vista da matemática
financeira, podemos calcular a taxa
média de um conjunto de taxas
extraindo a raiz enésima, tomando-se
como base o número de termos do
próprio conjunto de taxas.
TAXA MÉDIA
A definição da fórmula da taxa média
segue basicamente o conceito da taxa
acumulada de juros com taxas
variáveis. Na verdade, devemos em
primeiro lugar calcular a taxa
acumulada e, na seqüência, a taxa
média.
im = [(1 + i1) . (1 + i2) . (1 + i3) . (1 + in)]1/n – 1
n = número de taxas analisadas
TAXA MÉDIA
Qual a taxa média da inflação nos
primeiros três meses de 2007, usandose para cálculo o INPC, que registrou,
respectivamente, os seguintes índices:
0,49%, 0,42% e 0,44%?
im = [(1 + 0,0049) . (1 + 0,0042) . (1 + 0,0044)]1/3 – 1
im = [(1,0049) . (1,0042) . (1,0044)]1/3 – 1
im = (1,0136)0,3333 – 1
im = 1,0045 – 1
im = 0,45%
TAXA BRUTA
Costuma-se denominar taxa bruta de
uma aplicação financeira a taxa de
juros obtida considerando o valor da
aplicação e o valor do resgate bruto,
sem levar em conta o desconto do
imposto de renda, que é retido pela
instituição financeira.
Assim, a taxa bruta é sempre maior do
que a taxa líquida.
TAXA LÍQUIDA
A taxa líquida é assim chamada quando
reduzida
de
possíveis
custos
financeiros, o que não deve ser
confundido com a taxa real de juros
que compara uma determinada taxa
em um período de tempo com a
inflação ou custo de oportunidade do
mesmo período.
Taxa líquida de uma aplicação
financeira é a taxa de juros obtida
considerando o valor da aplicação e o
valor do resgate líquido, já levando e
conta o desconto do imposto de renda,
que é retido pela instituição financeira.
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
Internal Rate of Return (IRR)
Taxa interna de retorno é a taxa que
torna nulo o valor do investimento (VPL
= 0).
VPL = Valor Presente Líquido (NPV –
Net Present Value)
Podemos também definir a taxa interna
de retorno como a taxa de juros que
iguala, em determinado momento de
tempo, o valor presente das entradas
com o das saídas previstas de caixa.
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
Internal Rate of Return (IRR)
A TIR é amplamente utilizada em todo
o mundo para determinar o custo
efetivo de operações financeiras.
Corresponde, portanto, a uma taxa que
remunera o valor investido no projeto.
TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE
É uma taxa de juros comparativa, e
podemos defini-la como sendo o
mínimo que o investidor se propõe a
ganhar quando faz um investimento ou
o máximo que um tomador de dinheiro
se propõe a pagar quando faz um
investimento.
Um investimento diz-se interessante ou
viável quando o investimento proposto
oferece dividendos maiores que a taxa
mínima de atratividade.
TAXA SELIC
O Sistema Especial de Liquidação e
Custódia (SELIC) foi criado com o
intuito de registrar e controlar
eletronicamente as operações com
títulos públicos federais. Os títulos
públicos são vendidos em leilões
formais realizados pelo Banco Central
em um chamado mercado primário.
Participam desses leilões os Bancos
Comerciais e Múltiplos, Corretoras,
Distribuidoras, Financeiras e Bancos de
Investimento. A liquidação financeira é
feita no mesmo dia na conta de
Reservas Bancárias que as instituições
financeiras mantêm no Banco Central.
TAXA SELIC
No mercado secundário, as instituições
financeiras negociam entre si os títulos
adquiridos no mercado primário. Além
disso, por meio de leilões informais, o
Banco Central negocia diariamente
com as instituições financeiras
comprando e vendendo títulos
públicos.
As compras e vendas diárias que o
Banco Central e as instituições realizam
são compromissadas, isto é, quem
vende títulos assume o compromisso
de recomprá-los no dia seguinte por
um preço previamente combinado.
TAXA SELIC
A TAXA SELIC é a taxa média dessas
operações. É dada diariamente (em
dias úteis) e expressa ao ano com base
em 252 dias úteis.
Desde 1999, com a política de metas de
inflação, a participação do Banco
Central tem sido fixar uma meta para a
Taxa Selic, atuando na compra e na
venda de títulos, com o intuito de
atingir aquela meta e serve de
parâmetro para as demais taxas da
economia.
TAXA SELIC
Existe até mesmo um título público
(Letra Financeira do Tesouro – LTF) cujo
valor cresce diariamente de acordo
com a Taxa Selic.
TAXA REFERENCIAL
A Taxa Referencial (TR) é uma taxa
básica mensal de juros, a qual é uma
média ponderada de juros obtida de
certas aplicações nos principais bancos
brasileiros.
A taxa mensal comum de juros
negociada pelos bancos comerciais a
clientes em geral é a TR mais uma taxa
diferencial conveniente. A taxa
referencial por dia é denominada Taxa
Referencial Diária (TRD).
TAXA REFERENCIAL
Nos Estados Unidos, a taxa básica de
juros de empréstimos privilegiados se
chama Prime Rate.
De forma geral, a taxa de juros é a
Prime Rate acrescida de uma diferença
chamada spread. Em Londres, a taxa
básica de juros de empréstimos
privilegiados se chama LIBOR – London
Inter Bank Ordinary Rate.
Download

taxa efetiva