Entrevista: Jaqueline Vieira da Silva Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás Revista do Ano XV / Julho de 2014 / Edição nº. 68 Nova diretoria toma posse Sob a liderança de José Batista Neto, mandato vai de 2014 a 2018 3 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Editorial Portas abertas Uma administração voltada para o dono de posto. É assim que a atual diretoria do Sindiposto pretende conduzir o sindicato nos próximos quatro anos. É importante a participação dos donos de postos nas lutas do sindicato e, sendo assim, o Sindiposto estará de portas abertas para os empresários. Quanto maior a presença e participação de empresários, maior a força do sindicato. A luta pela redução das adulterações e sonegação de impostos continua. Essa é uma bandeira que cada um de nós tem que empunhar, visando um mercado saudável e sem distorções em que a concorrência não seja predatória e, assim, a competitividade das empresas seja resultado de uma administração eficiente. O Sindiposto vai defender com muito afinco também a modernização da base de distribuição de combustíveis que hoje encontra-se estrangulada por uma demanda que cresce a cada dia. A união em torno dos interesses do setor é fundamental para a conquista de resultados positivos. A atividade de revenda de combustíveis é um negócio bom, porém muito regulada pelo governo devido às suas especificidades: é uma atividade potencialmente poluidora e combustível é um produto básico para a população. Sendo assim, é necessário ter responsabilidade para permanecer no mercado. A atuação dentro das regras legais é condição fundamental para manter-se no mercado e, por isso, o Sindiposto apoia o poder público na aplicação de forma isonômica das leis que regulam a venda de combustíveis. A atuação fora das regras é o que mancha a imagem do setor como um todo, sendo prejudicial à atividade. Em defesa da livre concorrência, o Sindiposto se coloca ao lado do empresário que atua corretamente e contra a permanência no mercado de pessoas de má fé. Vamos juntos nessa jornada! José Batista Neto Presidente do Sindiposto-GO 4 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Índice 03 05 Editorial Notas Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás 12ª Avenida, nº 302, Setor Universitário CEP.: 74.603-020 – Goiânia-GO www.sindiposto.com.br Telefax: (62) 3218-1100 e-mail: [email protected] Diretoria Presidente: José Batista Neto 11 Entrevista Jaqueline Vieira da Silva 1º Vice-Presidente: Maurício Ribeiro Batista 2º Vice-Presidente: Roberta Pimenta Moura Carvalho 1º Diretor de Patrimônio Financeiro: Mário Fernandes Júnior 13 14 2º Diretor de Patrimônio Financeiro: Eliswaldo de Azevedo Machado Nova diretoria toma posse 16 Dados contraditórios sobre aumento da gasolina Estoque mínimo agora é obrigatório Projeto da Embrapa estuda contaminação do diesel e do biodiesel Mistura de etanol na gasolina pode subir 26 28 Diretor Social: Cícero Gomes Lage Diretor de Rodovia: Juvenilton Bezerra Cruz 22 24 2ª Secretário: Gustavo Henrique Marcelo de Faria Diretor de Rodovias: Juvenilton Bezerra Cruz Implantação do sistema de logística reversa é tema de audiência 18 20 Fiscalização em tempo real 1º Secretário: Sebastião Peixoto Moura Venda de combustível fora do tanque só com recipientes certificados pelo Inmetro Abastecer com álcool ou gasolina? Aplicativo te ajuda na escolha 30 Obrigações sobre resíduos sólidos Suplentes da Diretoria: Idálio Ilmo Rabelo Filho, Ulisses Brandão Souto e Elson Justiniano Alves Conselho Fiscal: Alexandre Marcelo de Faria, Adriano Alves Monteiro e Rogério Márcio Borges Suplente Conselho Fiscal: Vander Ferreira Barros, Daniel Borges de Oliveira, Valdeci Siqueira Batista Coordenador Administrativo: Marco Antônio Ribeiro Borges Assessora Administrativa: Letticia Alves e Silva Auxiliar Administrativa: Raquel dos Reis Araújo Secretária: Dejeane Santos Parreira Corpo Jurídico: Dr. Hélio França de Almeida Dr. Nayron Cintra Sousa Dra. Stéfani Calaça Resende Dra. Krissiane Gomes Bernardo Assessoria Contábil: Jocenildo Alves Maciel Edição e Redação: Dalton Costa Diagramação: Thales Moraes Tiragem: 1.000 exemplares Periodicidade: bimestral Impressão: Gráfica Formato Obs.: A Revista Sindiposto não se responsabiliza pela qualidade e/ou conteúdo dos anúncios, serviços prestados, assim como, dos informes publicitários veiculados. Novos associados POSTO D’TERRA Praça Santíssimo Sacramento, s/n, Centro Luziânia/GO. AUTO POSTO MR 3 Mauro Bueno de Oliveira Jr e Alexandre Marcelo de Faria Ala Vista Alegre Nº 856 Qd 54 Lt 17, Setor São Francisco, Goiânia-GO POSTO CENTRAL José Antônio Lamaro e José Lamaro Neto Rua 83 Nº 542, Setor Sul, Goiânia-GO GRÁFICA 5 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Notas 6 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Notas Amostra testemunha só em frasco de vidro ou polietileno A amostra testemunha é a única defesa dos postos de combustíveis. É a forma de provar que o combustível não está adulterado. Além disso, ela é uma prova para a distribuidora de que o combustível está saindo de lá conforme a legislação. A Resolução ANP nº 11 modifica o item 1.2. do Regulamento Técnico ANP nº 1/2007 da Resolução ANP nº 9, de 7 de março de 2007. Essa modificação passa a definir que a amostra-testemunha deve ser coletada, de cada compartimento que contenha o combustível a ser recebido, em frasco de vidro escuro ou de polietileno de alta densidade, com 1 (um) litro de capacidade, fechada com batoque, tampa plástica, acondicionada em envelope de segurança e armazenada em lugar arejado, sem incidência direta de luz e suficientemente distante de fontes de calor. A resolução ANP nº 13 que reforça que o frasco para a coleta seja de material específico, de vidro ou polietileno. O que ajuda a preservar o combustível retirado para análise. Relatório anual de atividades potencialmente poluidoras Foi publicada, no início desse ano, a Instrução Normativa IBAMA nº 3, que regulamenta o Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP). A norma revoga a Instrução Normativa IBAMA 31/09, além de estabelecer uma alteração dos formulários que devem ser entregues pelas empresas. As pessoas físicas e jurídicas que se dediquem, isolada ou cumulativamente, a atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais presentes no Anexo VIII da Lei nº 6.938, de 1981, identificadas a partir da inscrição no CTF-APP, são obrigados ao preenchimento e entrega do RAPP. O preenchimento deverá ser feito a partir do site do Ibama: www.ibama.gov.br. Para acessar, preencher e entregar o RAPP, a pessoa física ou jurídica deverá estar devidamente inscrita no Cadastro Técnico Federal. Caso ocorra alguma inconsistência, omissão ou inexatidão no preenchimento do Relatório já entregue, o declarante deverá apresentar uma declaração retificadora. A não apresentação do Relatório Anual é considerada contravenção e infração ambiental e sujeita o infrator a duas multas distintas e cumulativas: uma equivalente a 20 % da TCFA devida e outra que pode variar entre R$ 1 mil e R$ 10 mil reais. IBAMA determina que seja cadastrada a atividade de troca de óleo no CTF O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) publicou no dia 21 de março deste ano a Instrução Normativa n. 05/2014, que determina que seja cadastrada a atividade de troca de óleo, na categoria outros serviços, Código 21-29. Sendo assim, os postos revendedores que exercem a atividade de troca de óleo devem realizar a atualização de seus dados cadastrais, sob pena de poderem ser multados pelo Ibama. A íntegra da Instrução Normativa está disponível no site do SINDIPOSTO. Sindiposto fecha convenção coletiva 2014-2015 O Sindiposto fechou as negociações para a convenção coletiva de trabalho 2014-2015 com o Sindipetro-GO e o Sinpospetro-GO. Foi concedido reajuste de 8% para os trabalhadores do setor varejista de combustíveis no Estado. A íntegra das duas convenções coletivas foram publicadas para consulta da revenda no site do SINDIPOSTO no site www.sindiposto.com.br. 7 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Cuidados que os revendedores devem ter com compressores de ar Existe uma legislação específica para os compressores de ar, também chamados de “vasos de pressão”. A NR-13 do Ministério do Trabalho prevê inspeções periódicas de forma a prevenir o mau funcionamento dos equipamentos e acidentes. Para evitar multas e autuações, e para efeito de fiscalização, o posto deve manter no estabelecimento a documentação atualizada desses equipamentos, que consiste no Registro de Segurança (Livro de controle de inspeção dos compressores) e no Relatório de Inspeção. A novela da autossuficiência em petróleo A Petrobras anunciou em fevereiro que o Brasil deve voltar a ser autossuficiente na produção de petróleo no ano que vem. A autossuficiência em derivados de petróleo, de acordo com a estatal, deve ser alcançada em 2020, quando estarão operando todas as refinarias atualmente em construção. O Brasil atingiu a autossuficiência em 2006, mas deixou de ser autossuficiente em 2010, com o aumento das importações por conta da alta da demanda. A projeção da companhia é que a produção média diária passe de 2,9 milhões de barris por dia em 2013 para 3,7 milhões de barris entre 2020 e 2030. Em Santa Catarina já é lei Em Santa Catarina foi aprovada uma lei estadual que proíbe o abastecimento de combustíveis além do limite da trava automática das bombas. Quem descumprir está sujeito a multa de R$ 1 mil. Caso haja reincidência, o valor da multa estabelecida dobra, passando para R$ 2 mil. O abastecimento excessivo compromete o sistema de aproveitamento de gases do veículo. A própria montadora já estipula o nível máximo de combustível. Quando se enche demais o tanque, o combustível sobe acima do limite, atinge o sistema de aproveitamento de gases, molha um filtro específico e causa um entupimento do sistema, que gera perda de potência do veículo e aumento do consumo de combustível. Quando o sistema fica inoperante, todo o gás que seria aproveitado pelo motor é liberado na atmosfera, o que aumenta a poluição e traz riscos à camada de ozônio. NOVIDADE Agora seu pedido poderá ser enviado pelo site www.empadaogoiano.com.br/pedidos Revenda em sua loja de Conveniência ou em seu Restaurante os Salgados Empadão Goiano. Produtos congelados temos salgados assados, fritos, pão de queijo e o “verdadeiro Empadão Goiano” PEÇA AGORA 0 1 580 3 62 39 8 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Notas Falha no terminal de distribuição de combustíveis em Goiânia No final de março, o terminal de distribuição de combustíveis no Setor Novo Mundo, em Goiânia, foi alvo de fiscalização por conta de falhas no cumprimento da resolução ANP 44, que tornou obrigatória a coleta de amostra dos caminhões para análise. Apesar do longo prazo concedido de adaptação às novas regras da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para carregamento de combustíveis, a base compartilhada das distribuidoras (pool), administrado pela Petrobras, no Jardim Novo Mundo, não se reestruturou para atender as exigências. Apenas dois funcionários eram responsáveis pela coleta de amostra-testemunha para um volume que pode chegar a 400 caminhões-tanque por dia. A fiscalização que se estendeu também aos postos de combustíveis da capital, foi realizada por uma força-tarefa composta por representantes da ANP, Procon-GO, Ministério Público, Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e a Controladoria do Estado. O objetivo foi verificar se havia realmente desabastecimento nos postos de combustíveis em Goiás e de quem seria a responsabilidade. O Sindiposto ressalta a importância da Resolução 44 no controle de qualidade do combustível e enfatiza a necessidade urgente de ampliação da capacidade operacional da base. A ANP informou que o problema já foi completamente resolvido. Abergás defende planejamento para o mercado de gás Abertura de linhas de crédito para projetos de cogeração e climatização e para conversão de veículos para GNV (gás natural veicular); estímulo a substituição de chuveiros elétricos por chuveiros a gás natural; independência financeira das distribuidoras estatais em relação ao endividamento de seus respectivos Estados; geração de base com as térmicas a gás natural e leilões de energia regionais e por fonte, com maior incentivo à geração distribuída de forma geral e o incentivo às distribuidoras e geradoras elétricas para instalação de unidades de geração de energia a gás natural e cogeração. Essas são algumas medidas de política pública sugeridas pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abergás) para incentivar o mercado de gás natural no Brasil. A Abergás entende que o mercado de gás no país deve ser competitivo e o setor deve ter mais planejamento, previsibilidade e incentivos adequados para evoluir. Existe também a necessidade de desoneração do gás natural como incentivo ao mercado. Retorno da Cide Um dos principais itens na pauta de reivindicações do setor sucroenergético, a retomada da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina não deve acontecer no curto prazo, de acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME). A medida, conforme os empresários, seria uma forma de incentivar a recuperação da participação do etanol na matriz energética brasileira. De acordo com dados do ministério, o etanol já chegou a representar 53% dos combustíveis do Ciclo Otto, em 2009, tendo sua participação reduzida para 36%, em 2012. A equipe do Sindiposto está sempre pronta para atender o associado com a maior presteza. Informações dos lacres dos caminhões tanques quando saem da base de distribuição A Resolução número 7 da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) altera o parágrafo 3º do artigo 2º da Resolução ANP nº 44, de 19 de novembro de 2013, e determina que os lacres deverão conter, no mínimo, os códigos SIMP da distribuidora e da base de distribuição de saída do produto e a numeração, não repetida, do lacre, própria de cada distribuidor em cada base. Os distribuidores de combustíveis deverão informar nas Notas Fiscais Eletrônicas (NFE) e no Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) que acobertarão o transporte dos combustíveis por eles comercializados, a numeração de cada lacre utilizado no caminhão-tanque. Será responsabilizado pela ANP, caso haja saída de combustível da base ou terminal de distribuição de caminhão-tanque que esteja sem os lacres devidamente afixados nos locais apropriados ou com numeração discordante entre os lacres afixados e as informações constantes nos documentos fiscais que acompanham o produto. Se, por qualquer motivo, houver o rompimento do lacre no momento da afixação e a documentação fiscal já tiver sido expedida, o distribuidor deverá emitir carta de correção eletrônica com a nova numeração antes da saída do produto da base ou terminal de distribuição. É importante ressaltar que assim como a numeração dos lacres deve ser mencionado nas notas fiscais eletrônicas emitidas pelas distribuidoras de combustíveis, a numeração do envelope de segurança da amostra-testemunha também deverá constar na documentação fiscal que acobertar o produto. 10 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Entrevista Jaqueline Vieira da Silva Semarh trabalha para agilizar licenciamento ambiental A Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Goiás (Semarh) acaba de inaugurar o Vapt-Vupt Ambiental, uma medida que visa dar maior agilidade para a realização do licenciamento ambiental. Em entrevista à Revista do Sindiposto, a secretária Jaqueline Vieira da Silva, fala sobre como está a questão do licenciamento ambiental no setor da revenda de combustíveis no Estado, as melhorias no atendimento aos empreendedores dentro da secretaria e, ainda, sobre o convênio com o Ibama para a cobrança única da taxa de fiscalização. Qual o balanço que o Sra. faz do setor de revenda de combustíveis no que se refere à questão do licenciamento ambiental no Estado? O setor da revenda de combustíveis em Goiás já tem há algum tempo buscado atender a todas as exigências em rela- ção ao licenciamento ambiental. Com raras exceções, muitas vezes por esquecimento do empreendedor de fazer a renovação, mas é raro. É um setor que realmente tem atendido às nossas solicitações e o que legalmente é exigido para o seu funcionamento. O licenciamento ambiental, ou sua renovação, ainda é um procedimento demorado e por várias vezes sofrido para os proprietários dos postos de combustíveis. O que está sendo feito para diminuir a burocracia e as dificuldades enfrentadas pela Semarh em termos de “ O que nós estamos propondo são as licenças online para várias tipologias e licenças declaratórias para os empreendimentos de baixo impacto “ documentação que vai ser apresentada na secretaria. A Semarh havia assinado convênio com o Ibama para a cobrança única da taxa de fiscalização, que depois não foi ratificado. O convênio voltou a ser discutido pelos dois órgãos. Qual a perspectiva dele vir a entrar em vigor? Realmente o Ibama e a Semarh assinaram um convênio, um termo de cooperação técnica para a cobrança única da taxa de fiscalização. Nós estamos, nesse momento, fazendo a integração dos dados para iniciarmos esse trabalho. Não houve retrocesso e o trabalho será concluído com êxito. Acabou de ser inaugurado o Vapt-Vupt Ambiental, que faz parte da reformulação do protocolo e análises de processos da Semarh. O que se pode esperar em termos de agilização do atendimento aos empreendedores? O que nós estamos agora propondo, já é um plano de ação dentro do Vapt-Vupt Ambiental, são as licenças online para várias tipologias e licenças declaratórias para os empreendimentos de baixo impacto. Esse, para nós, vai ser realmente um grande avanço, porque vai reduzir ainda mai os prazos do processo de licenciamento que nós temos dentro da Semarh. E nós temos novas mudanças por vir 11 | SINDIPOSTO | Julho/2014 recursos humanos e de estrutura física? Primeiro, eu queria afirmar que em termos da Semarh, as dificuldades que nós tínhamos de estrutura física foram sanadas agora com a inauguração do Vapt-Vupt Ambiental. E em relação a recursos humanos também. Nós estamos hoje, tanto na renovação quanto no licenciamento ambiental, atendendo o que reza a resolução 237 do Conama, ou seja, dentro do prazo. A dificuldade, às vezes, é do empreendedor, que esquece de solicitar a sua renovação em tempo hábil, que são 120 dias antes de vencer o licenciamento. Se o empreendedor solicita a renovação, ela sai automática. Se ele esquece, ele vai ter um procedimento para renovar mais demorado. Um apelo que a gente faz àqueles proprietários de posto que estão iniciando o seu procedimento, que eles tenham muita atenção ao seu processo. Muitas vezes a gente recebe um processo mau formulado, o CD vai às vezes vazio, sem o arquivo, questões que dificultam a nossa ação. Nós temos registrado casos assim na Semarh. Então, a gente pode ao responsável técnico que for contratado para montar o processo e ao empreendedor para que confira toda a 12 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Nova diretoria Posse é prestigiada pela revenda Sob a liderança de José Batista Neto, mandato vai de 2014 a 2018 Com o auditório da entidade repleto de empresários do setor da revenda de combustíveis, tomou posse no dia 17 de março a nova diretoria do Sindiposto, liderada por José Batista Neto. A solenidade, seguida de uma recepção, contou com a presença do deputado estadual Bruno Peixoto. Na transmissão do cargo, o ex-presidente do sindicato, Le- andro Lisboa Novato, se emocionou a lembrar de vários momentos tensos vividos por ele na presidência da entidade e desejou sucesso ao novo presidente. José Batista Neto, em seu discurso de posse, convocou os empresários a estar junto com ele na defesa dos interesses do setor da revenda de combustíveis goiana. “Estarei aqui pronto para enfrentar os desafios que se apresentarem à nossa frente, mas precisamos do respaldo de cada empresário do setor para que consigamos atingir os resultados esperados”, disse ele, reforçando o convite para que os empresários participem das lutas do sindicato. “A nossa união é que vai garantir a nossa força na hora de lutar pelos nossos interesses”, concluiu. Discriminação de impostos na nota fiscal é adiada para 2015 Governo dá novo prazo para que empresas se adaptem. Fiscalização deve ocorrer sem multas até 31 de dezembro Previsto para entrar em vigor a partir de junho, o projeto “De Olho no Imposto”, que obriga as empresas a discriminarem em nota fiscal os impostos incididos no preço de produtos e serviços só entrará em vigor em janeiro de 2015. A prorrogação foi determinada pela medida provisória nº 649 de 5 de junho de 2014. A medida do governo atende reivindicação dos setores do comércio e de serviços que alegam dificuldades em se adaptar à norma, principalmente aqueles que não trabalham com sistemas informatizados de emissão de nota fiscal. Para deixar claro quais impostos precisam estar informados na nota fiscal, o governo editou na sexta também um decreto sobre o assunto. Segundo o documento, devem estar presentes as informações relacionadas ao valor aproximado dos tributos federais, estaduais e municipais, como ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS-Pasep, Cofins e Cide, quando influenciarem na formação do preço de um produto ou serviço. Empresas de porte médio e grande têm obrigatoriedade de detalhar os impostos em valores absolutos ou percentuais e dividi-los por entes tributantes, ou seja, nas esferas federal, estadual e municipal. O projeto, prevê, no entanto que a discriminação dos impostos, não precisa necessariamente estar nas notas fiscais, no caso das micro e pequenas empresas, que podem informar apenas a alíquota em que estão enquadradas no Supersimples. Neste caso, a discriminação pode ser feita através de cartazes ou murais dos estabelecimentos menores. Calendário Fiscal Julho/2014 Dia 04 - DACON Dia 07 - FGTS e GFIP Dia 10 - ICMS/ISS/GIA Associativa Sindicato dos Empregados Dia 15 - Envio da EFD, ICMS IPI (GO), Contrib. Odont. Sindicato dos Empregados Dia 18 - DAS Simples, DARF, IRRF 17/08, DCTF, Assoc. Sindical Dia 21 - GPS Dia 25 - PIS/CONFINS, CSLL (Retido de PJS) Dia 31 - Quotas Mensais, IRPJ/CSLL/PIS/CONFINS ou sobre Lucro Real (Trimestral) 13 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Fiscalização 14 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Receita Federal Fiscalização em tempo real Inicialmente previsto para janeiro, a entrada em operação do eSocial foi adiada duas vezes e agora está prevista para outubro A Receita Federal adiou mais uma vez o prazo para implantação do eSocial. Inicialmente prevista para janeiro deste ano, a entrada em operação do sistema foi adiada para abril, depois para junho e agora para outubro. As empresas optantes do lucro real, com receita anual acima de R$ 78 milhões, serão as primeiras a iniciar a transmissão das informações. Os demais contribuintes passarão a ter que acessar o eSocial apenas em janeiro de 2015. O eSocial, ou Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, também conhecido como folha de pagamento digital, faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), foi lançado pelo governo federal em 2007. O sistema pretende unificar o envio dos dados sobre trabalhado- res para o governo federal. A transmissão será por meio eletrônico, evitando papelada. Assim, não será preciso, por exemplo, realizar múltiplos envios de informações ao INSS, ao Ministério do Trabalho ou ao Fisco, por exemplo. O eSocial será obrigatório para todas as empresas do Brasil, qualquer que seja o porte. O projeto envolve a Receita Federal, a Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério da Previdência Social, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Caixa Econômica Federal. Dessa maneira, o eSocial abrange todas as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas prestadas a esses órgãos. Atualmente o Departamento Pessoal deve cumprir uma série de obrigações. Algumas delas são entregues de maneira isolada – pois decorrem de certos eventos – ao passo que outras são entregues por período – quer seja ele mensal ou anual. Esta variação nos formatos e nas datas de envio torna a análise de dados extremamente custosa para a administração tributária e facilita erros de preenchimento. Para facilitar as críticas e cruzamentos feitos pela fiscalização, todas as informações estarão em um só lugar e serão comparadas entre si antes que a obrigação seja considerada cumprida. Gradualmente, estas obrigações deixarão de ser entregues isoladamente e serão incorporadas ao Sped. O eSocial é um sistema de controle de tributos, atividades laborais, sistema estatístico laboral e econômico e contém, entre outros, admissões; demissões; horas extras; diferenças salariais Na prática As entregas do eSocial estão baseadas em momentos distintos. Havendo três tipos de entrega. No momento de implantação, será feita a carga inicial, um tipo de prestação de informações em que os empregadores e trabalhadores serão cadastrados no sistema da Receita. Esta carga ocorrerá uma única vez. Posteriormente, serão feitos envios à medida que eventos acontecerem na relação do trabalhador com a empresa. Estes eventos são definidos através da nomenclatura RET – Registro de Evento Trabalhista. Estes eventos serão enviados individualmente. Um exemplo é o aviso prévio. O empregador deve dar ciência ao empregado com no mínimo 30 dias de antecedência em relação a sua demissão, conforme prevê o art. 487 CLT. Caso ocorra o cancelamento deste aviso, também deverá ser enviado um registro de cancelamento. Esse é um dos eventos de uma lista de dezenas de outros que terá que ser enviada dentro do prazo, ou seja, no mínimo 30 dias antes do colaborador ser rescindido. Como o evento “aviso prévio” é causa de suspensão do contrato de trabalho, ele também será comunicado aos órgãos de inspeção. Assim, haverá um monitoramento constante da vida do trabalhador, incluindo mudanças de remuneração, de condições de trabalho, exposição a agentes nocivos, além de outros fatores. Por último, haverá o envio da folha de pagamento, totalizando todas as verbas pagas e descontadas, inclusive aquelas constantes das rescisões de contrato e férias, bem como um resumo das bases de cálculo de FGTS e INSS para um posterior recolhimento dos mesmos. Este procedimento de entrega só estará completo quando a empresa efetivar o pagamento destas guias, assunto este que estará em um site dentro do portal principal da Receita Federal do Brasil, o qual está sendo designado por DCTF Web. Neste, um programa da Receita fará toda a apuração dos dados declarados e montará as guias, bastando um aceite do responsável devidamente amparado pela certificação digital. Assim, será encerrada a última etapa para os empregadores. A comunicação se dará de duas formas. A primeira estará disponível somente para as empresas com até dez trabalhadores e poderá ser feita diretamente no Portal eSocial. Assim, será permitida a introdução de dados manualmente para envio ao fisco. A segunda maneira consistirá no envio de arquivos no formato XML através de Webservices conectados através dos softwares, que darão carga em tais arquivos. Portanto, os softwares terão obrigatoriamente que estar adaptados a essa metodologia, semelhante à utilizada para a emissão das Notas Fiscais Eletrônicas. Os envios, tanto da carga inicial e da folha de pagamento, como dos eventos trabalhistas, serão feitos através da geração de um arquivo eletrônico contendo as informações solicitadas pertinentes a cada evento. A formatação dependerá de qual evento está sendo informado. Porém, o mais importante é que os arquivos deverão ser assinados pela empresa eletronicamente através de certificado digital e enviados para um ambiente nacional, onde serão validados, acarretando a devolução de um protocolo de entrega. Enquanto não for atribuída total integridade aos dados enviados, o protocolo de entrega não será emitido, havendo somente uma comunicação do motivo de rejeição. É bom lembrar que o eSocial não altera nenhuma legislação, e sim muda a forma de envio e apresentação dos dados aos agentes do governo. Se hoje a empresa só sofre fiscalização quando um fiscal da Receita Federal ou do Ministério do Trabalho pede para ver os registros dos trabalhadores, com o eSocial a fiscalização será automática. A empresa que não se adequar poderá sofrer as punições já previstas nas legislações fiscais, tributárias, previdenciárias e trabalhistas. 15 | SINDIPOSTO | Julho/2014 obtidas nos dissídios coletivos; acidentes de trabalho; informações ligadas à saúde do trabalhador; afastamentos do trabalho; controle das atividades desempenhadas; tributos retidos; informações para recolhimento do FGTS e INSS; e serviços prestados por autônomos e demais prestadores de serviço. Além disso, a própria folha de pagamento deverá ser entregue pelo novo sistema, demonstrando os valores pagos, de modo que haja uma conferência dos recolhimentos efetuados com base na mesma. Como o eSocial irá integrar todas as informações sobre os funcionários, a análise e cruzamento de dados ficará mais fácil para o governo. Em outras palavras, haverá mais fiscalização. 16 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Logística reversa Implantação do sistema é tema de audiência pública no Senado Subcomissão de Resíduos Sólidos leva técnica do Ministério do Meio Ambiente para discutir o assunto Durante a terceira audiência pública da Subcomissão de Resíduos Sólidos do Senado, a diretora de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Zilda Veloso, explicou como tem sido o trabalho para a implantação da logística reversa das cinco cadeias estabelecidas pela Lei 12.305/2010, art.33: embalagens de óleos lubrificantes, embalagens em geral, lâmpadas, eletroeletrônicos e medicamentos. “Após a implantação dessas cadeias, vamos revisar as que já foram estabelecidas por resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conam): pilhas e baterias, pneus, agrotóxicos e óleos lubrificantes”, disse. A diretora do MMA detalhou as etapas do processo para os acordos setoriais. Desde a instalação dos grupos de trabalho, a realização dos estudos de viabilidade técnico-econômica, avaliação e aprovação do Comitê Orientador para Implantação dos Sistemas de Logística Reversa (CORI), publicação de editais, recebimento e análise de propostas, ajustes, consultas públicas e, finalmente, a assinatura do acordo setorial. A audiência destacou desafios como a desoneração e ou- tros incentivos para a reciclagem, problemas de bitributação de produtos reciclados, os custos da coleta seletiva e da logística reversa e a viabilidade econômica da reciclagem em alguns casos. Zilda Veloso dividiu a mesa com o senador Cícero Lucena (PSDB-PB), presidente da subcomissão, e três representantes da indústria que participam ativamente de todo o processo de construção desses acordos em cadeias diferentes. Essa lei não estabelece simplesmente o fim dos lixões. Em até quatro anos depois da pu- blicação da lei, o que tem que ser encaminhado ao aterro é somente o rejeito. Portanto, não se trata apenas de eliminar os lixões, mas também tratar a área contaminada e o município ter o sistema de gestão implantado que começa pelo plano de gestão dos resíduos. Para que apenas o rejeito seja encaminhado aos aterros, o sistema de logística reversa precisa estar funcionando. A logística é um dos instrumentos para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). 18 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Mercado Dados contraditórios sobre aumento da gasolina Autoridades do governo federal fazem declarações que confundem o mercado O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central não publicou na ata de sua reunião de abril uma projeção para o aumento da gasolina neste ano. No documento da reunião anterior do Copom, de fevereiro, o BC informou que estava projetando um reajuste zero para a gasolina em 2014. No novo documento, porém, a autoridade monetária informa apenas que houve um reajuste de 0,6% até fevereiro, mas não realiza mais projeção para todo este ano. No fim do mês de maio, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton, disse que o preço da gasolina deve subir este ano, mas afirmou ainda não saber qual vai ser o reajuste. A Petrobras informou, também no fim de novembro, que o conselho de administração da estatal aprovou a implementação de uma nova política de preços, mas “por razões comerciais, os parâmetros da metodologia de precificação serão estritamente internos à companhia”. Em outubro, a Petrobras apresentou uma nova metodologia de reajuste, de forma a trazer maior previsibilidade do alinhamento dos preços domésticos do diesel e da gasolina aos praticados no mercado internacional. A proposta, no entanto, encontrou resistência por parte do governo. 19 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Apesar dos sinais de desaceleração da economia, o consumo de combustíveis e de energia elétrica teve forte crescimento neste início de ano. Em janeiro, última informação disponível na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a venda de gasolina e etanol das distribuidoras para os postos cresceu 10,4% na comparação com igual mês de 2013. Mesmo o governo controlando o preço da gasolina nas refinarias, a cotação do combustível no posto está em alta, o que confirma a força da demanda, sustentada pelo emprego e pela renda, ainda em patamares favoráveis. Parte da alta se deve à entressafra da cana-de-açúcar, já que o etanol é misturado à gasolina. Para os especialistas, o que explica o avanço do consumo de combustíveis é o aumento da frota de veículos, apesar da desaceleração da economia. De 2012 para 2013, a frota nacional aumentou 6%. Foram mais 2,2 milhões de veículos que demandaram combustíveis. Há quem diga que a política do governo de interferir em dois preços importantes da economia - o do combustível e da energia elétrica - é o fator que mais pesou no aumento do consumo. Em certa medida, o crescimento da demanda do consumidor por combustíveis e energia refletiria o avanço na venda de bens duráveis que houve recentemente, estimulada por benefícios tributários, que ampliou a posse de geladeiras e carros, por exemplo. A política de subsidiar preços para atenuar o impacto na inflação tem um custo alto. No caso da gasolina, reduziu-se a rentabilidade da Petrobras e isso acabou impactando as finanças do governo. A presidente Dilma Roussef declarou que o Governo busca um “meio termo” para reajustar os preços da gasolina e do diesel, o que impacta diretamente no setor do etanol. Usineiros da região sudeste cobram da presidente uma política específica para o setor, enquanto motoristas reclamam dos preços altos, interesses que a presidente classifica como conflituosos. 20 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Abastecimento Estoque mínimo agora é obrigatório Resolução da Agência Nacional de Petróleo que estabelece a exigência já está em vigor A Resolução 45/2013, que determina níveis mínimos de estoque de gasolina e diesel que deverão ser mantidos pelas distribuidoras e pelos produtores - basicamente a Petrobras - nas bases, refinarias e terminais, entrou em vigor no dia 7 de junho. Essa medida foi alvo de intensa crítica das distribuidoras, que argumentam terem dificuldades em elevar o nível de estoque no período de cerca de quatro meses entre a aprovação da diretoria do órgão e a entrada em vigor das novas determinações. Segundo elas, a resolução impõe um volume de combustível parado nas bases acima do que é necessário para uma boa operação e atendimento ao mercado. A elevação do custo para formação desse estoque e a construção de novos tanques são os desafios, de acordo com os sindicatos que representam as empresas, para ficar de acordo com a nova resolução. A estimativa de qual será a transferência para os preços nas bombas por esse custo logístico, contudo, não foi divulgada. A construção e licenciamento de novos tanques podem se alongar por quase dois anos, o que impediria a execução das novas normas. Portanto, a ANP não vê empecilho para a entrada em vigor imediata da resolução, pois, em um primeiro momento, não há a necessidade de construção de novos tanques para garantir esse estoque mínimo. De acordo com a agência, em todas as regiões há pelo menos o dobro do volume autorizado de tancagem do que a necessidade para atender à regulação. A regulamentação determina que os agentes mantenham estocados três ou cinco dias de consumo de diesel e gasolina em cada uma das grandes regiões nas quais o país foi dividido. O mínimo de três dias foi imposto às áreas produtoras e com boa logística de distribuição de derivados - Centro-Oeste, Sudeste e Sul - e cinco para as áreas mais afastadas das refinarias - Nordeste e Norte. Apesar dos índices aparentarem tranquilidade para o cumprimento da resolução, as empresas estimam que alguns ajustes serão necessários, o que na ANP é considerado como adaptação natural do mercado. Estão previstas como alternativas de armazenagem a utilização de base exclusiva, base compartilhada e as cessões de espaço, em bases de distribuição e terminais. Com a entrada em vigor da medida, a possibilidade de identificação de responsabilidades em caso de falta de combustível, torna-se possível. Agora, com força de resolução, a norma prevê punições que vão de multa até revogação de autorização para exercício da atividade, previstas na Lei 9.847/1999. As empresas, porém, contam com a compreensão da agência para identificar casos excepcionais de descumprimento por força alheia ao controle das distribuidoras. Os produtores de etanol que não cumpriram a determinação de manter estoques mínimos de anidro determinados pela Resolução ANP 61/2011 estão sendo 21 | SINDIPOSTO | Julho/2014 autuados. No primeiro ano de vigor da medida, 68 usinas das 102 sujeitas à medida não cumpriram a determinação. Estão isentas da comprovação de estoque as unidades que contrataram em 2013 mais de 90% do volume de anidro comerciali- zado no ano anterior. A resolução prevê que as unidades produtoras deveriam possuir 25% desse volume em estoque no último dia de janeiro. O objetivo da resolução é estimular a manutenção de estoques para garantir o suprimento de ani- dro durante a entressafra. Ao todo, 162 das 264 usinas superaram a contratação de 90% do comercializado no ano anterior e não precisaram comprovar estoques. Esse número foi considerado baixo pela ANP. Na mesma resolução, a ANP determinou que as distribuidoras optassem pela compra de etanol por contrato ou por compra direta. O objetivo nesse caso, seria aumentar a previsibilidade, estimulando a primeira opção. Das 138 distribuidoras que venderam gasolina C em 2013, 73 optaram por contratos. Apesar do baixo número, essas empresas movimentam 96,73% de todo o etanol oficialmente vendido no país. Foram vendidos 9,25 bilhões de litros de anidro neste formato de contratação, superando em 7% a meta da ANP para o período. Sessenta e oito usinas não conseguem comprovar estoques e serão autuadas pela ANP De acordo com a Resolução 67/2011, que determina estoques mínimos de anidro, a ANP informou como as empresas se comportaram no início da entressafra, o período crítico para garantir uma oferta de etanol consistente. E o resultado mostra que boa parte das usinas ainda não consegue garantir a segurança de abastecimento. Mesmo com uma oferta de etanol relativamente segura na entressafra, 68 usinas não possuíam o estoque mínimo necessário como determina a resolução. Estas vão agora sofrer as consequências, que podem ir de uma simples multa até o fechamento da usina, dependendo do caso. 22 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Biodiesel Projeto da Embrapa estuda contaminação do combustível Será monitorada a qualidade do biodiesel desde a usina a fim de conhecer o comportamento do combustível isolado e em mistura com o diesel Os fatores que podem alterar a qualidade do biodiesel tornaram-se objeto de um novo estudo da Embrapa Agroenergia. O foco da pesquisa é o monitoramento da qualidade do biodiesel, desde a usina onde ele é produzido até os postos de combustíveis, a fim de conhecer melhor o comportamento do combustível isolado e em mistura com o diesel. Os cientistas vão utilizar as análises exigidas pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), além de desenvolver novas metodologias que permitam identificar adultera- ção, degradação e contaminação química e microbiana. A partir dos resultados obtidos, também serão desenvolvidas estratégias para inibir a ação de agentes responsáveis pela degradação. Uma das possibilidades é encontrar aditivos multifuncionais que possam minimizar os processos degradativos. Problemas de qualidade podem afetar qualquer produto, inclusive os combustíveis fósseis. Quando isso acontece, surgem problemas como corrosão, entupimento de filtros e bicos injetores, além de outros danos nos motores de veículos. O diesel de petróleo pode passar por degradação química ou microbiana, assim como o biodiesel. Este, no entanto, é mais higroscópico, ou seja, tem maior tendência a reter umidade, favorecendo o crescimento de microrganismos. Fatores como luz, calor e umidade também podem comprometer a qualidade do biodiesel, pois causam oxidação. Para garantir a qualidade do biodiesel, são necessárias ações em todos os pontos da cadeia, da fabricação à venda ao consumidor final, passando pela mistura, pelo armazenamento e pelo transporte. A estocagem e o transporte 23 | SINDIPOSTO | Julho/2014 em vários modais (rodoviário, ferroviário, fluvial e marítimo) são questões apontadas como as que dificultam a manutenção da qualidade do combustível. A equipe do projeto da Embrapa Agroenergia contará com apoio da União Brasileira do Biodiesel e do Bioquerosene (Ubrabio), do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), e da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis). Serão coletadas amostras em pontos de produção, transporte e distribuição do biodiesel, além de postos de revenda do B5. As coletas serão feitas no Centro-Oeste, região que respondeu, em 2012, por cerca de 45% da produção nacional do biocombustível, de acordo com dados da ANP. Para monitorar problemas que podem acontecer durante a estocagem, os pesquisadores instalarão na Embrapa Agroenergia réplicas dos tanques utilizados nas usinas para armazenar o biodiesel. Eles vão avaliar possíveis alterações no biocombustível ao longo de 90 dias, no período de seca e no chuvoso, para medir principalmente a influência da umidade no processo de degradação. Um dos pontos de destaque do projeto é o uso de técnicas avançadas para buscar microrganismos contaminantes pela análise do DNA. Com essa metodologia, é possível identificar linhagens não cultiváveis, que correspondem a cerca de 99% da biodiversidade microbiana. A pesquisa faz parte do projeto “Desenvolvimento e validação de métodos inovadores para a garantia da qualidade do biodiesel e de suas misturas ao diesel”, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Além da Embrapa Agroenergia, participam do projeto o Instituto Nacional de Tecnologia (INT), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a ANP. A duração prevista para o estudo é de três anos. 24 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Gasolina Mistura de etanol pode subir Ministro da agricultura defende aumento do percentual de etannol na gasolina. Preocupado com o calendário eleitoral e vendo a inflação disparar, apesar do aperto na política monetária, o governo recebeu a sugestão de usineiros para aumentar o percentual de etanol anidro na gasolina. Um ano depois de ter sido aumentada de 20% para 25%, a participação do combustível na mistura pode passar para 27,5%. Os entendimentos entre os ministros da Agricultura, Neri Geller, e de Minas e Energia, Edison Lobão, estão avançados, com o respaldo da equipe econômica, para a qual é um alívio qualquer medida que retarde a corrida dos preços. Desde que passou a praticar uma política de preço com fins políticos para a gasolina — com prejuízos para a Petrobras e o país —, o governo acabou inviabilizando a progressão do etanol da cana e de outras origens. O etanol hidratado (aquele que vai da bomba para o tanque dos carros) é rejeitado pelo consumidor quando o preço pas- sa de 70% do da gasolina. Nos últimos anos, as usinas ficaram com o biocombustível encalhado, incapaz de concorrer com o preço subsidiado do derivado do petróleo. Os projetos de investimentos em novas usinas foram suspensos e a maioria da cana colhida foi destinada à produção de açúcar. Enquanto a produção de etanol recuou, o crédito e a redução localizada de impostos aumentaram o consumo de carros no país. Mais nol hidratado, colocado diretamente no tanque dos veículos, deve recuar 5,6%. Ainda assim, o volume de hidratado será maior que o anidro na safra que começou em 1º de abril: 12,85 bilhões de litros de anidro e 15,51 bilhões de litros de etanol hidratado. Para o Ministério da Agricultura, a política de venda de anidro, por meio de contratos fechados diretamente com as distribuidoras de combustível, explica o crescimento consistente de produção. De acordo com o Ministério da Agricultura, há uma disposição do governo em evitar um novo aumento da gasolina comum, depois da alta de 4% já repassada em novembro pela Petrobrás às refinarias. A decisão atenderia à política do Ministério da Fazenda de tentar segurar a inflação. A decisão das usinas de aumentar a produção de anidro é parte de uma política de “mobilização” da produção que não significa menor interesse no hidratado. A avaliação de parte do governo é de que o aumento da mistura em 2,5 pontos porcentuais seria suficiente para convencer o setor a retomar investimentos no aumento da produção de etanol usado direto nos tanques de carros, além de voltar a fazer o etanol ser atraente para consumo na bomba ante a gasolina. A safra de cana iniciou na região centro-sul com menos usinas em operação. A estimativa da Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar) é que 12 unidades que processaram cana na safra passada deixaram de operar. Responsável por 90% da produção nacional, o centro-sul tem aproximadamente 300 usinas de cana em atividade. A política de preços para a gasolina, que prejudica a competitividade do etanol, e problemas de caixa em algumas empresas ajudam a explicar esse movimento. Neste ano, porém, a oferta reduzida de cana foi mais determinante para a paralisação de algumas unidades. Grupos que possuem usinas em regiões próximas estão preferindo interromper a moagem de uma de suas unidades nesta safra por causa do menor volume de cana disponível. As primeiras estimativas de consultorias para a safra 2014/15 apontam o processamento de 575 milhões de toneladas, uma queda de quase 4% em relação à anterior. 25 | SINDIPOSTO | Julho/2014 de 60% desses carros possui o motor flex, capaz de usar álcool, gasolina ou os dois em qualquer proporção. Do lado dos usineiros, o aumento do percentual do etanol anidro na gasolina faz sentido, pois trata-se de venda sob contrato com as distribuidoras. Isso dá a eles segurança. Mas, assim como o adiamento forçado do reajuste da gasolina para evitar impacto inflacionário, essa é, também, uma motivação de curto prazo. Não é só o país que perde com essa falta de visão e de planejamento de longo prazo. O consumidor também pode ter prejuízos. De saída, os proprietários de 38% da frota nacional, cerca de 14,5 milhões de automóveis e comerciais leves movidos só a gasolina, terão problemas. E todos os demais deixam de contar com a alternativa confiável, mais barata e menos poluente do etanol. Mas com o início da safra de cana, o preço do etanol começa a cair nos postos. A produção de etanol anidro deve crescer 8,71% neste ano, segundo estimativas da safra 2014/15 divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Por outro lado, a produção de eta- 26 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Combustível fora do tanque Abastecimento só com recipientes certificados pelo Inmetro Determinação consta da resolução ANP N° 20/2014. Mas, é preciso atenção na hora de comprar o recipiente certificado. Pela norma ABNT NBR 155941:2008, os recipientes de combustíveis devem ser rígidos, metálicos ou não metálicos, certificados e fabricados para esta finalidade. No caso de recipientes não metálicos, sua capacidade máxima deve ser de 50 litros e devem atender os regulamentos municipais, estaduais ou federais aplicáveis. Acima desse volume, os recipientes devem ser metálicos. É importante observar se a embalagem traz a logomarca do INMETRO e verificar se a sequência de números e letras é relativa à sua certificação. Outra coisa importante é observar a forma correta de abastecer em recipientes. A operação de abastecimento deve seguir os critérios estabelecidos pelo item 5.1 da norma ABNT NBR 155941:2008. O abastecimento deve alcançar até 95% da capacidade nominal do recipiente para per- mitir a dilatação do produto e evitar transbordamento. Deve-se manter o contato entre o bico e o bocal do recipiente para permitir o escoamento da eletricidade estática. No caso das embalagens com capacidade inferior a 50 litros, o abastecimento deve ser feito fora do veículo, com os recipientes apoiados no piso e o bico embutido ao máximo possível dentro do recipiente. Já o abastecimento em embalagens acima de 50 litros pode ser feito sobre a carroceria do veículo, desde que garantida a continuidade elétrica do aterramento. Atenção para o escoamento do produto, que deve ser direcionado para a parede do recipiente, minimizando a geração de eletricidade estática. O GERENTE que você precisa para o seu POSTO DE COMBUSTÍVEIS e sua LOJA DE CONVENIÊNCIA A TECH SHOP é uma empresa especializada no desenvolvimento de software de gestão para postos de combustíveis e lojas de conveniência. Com 15 anos de experiência no mercado, podemos garantir um suporte de qualidade aos nossos PARCEIROS, oferecendo profissionais capacitados e aptos a atendê-lo de forma rápida e objetiva. Principais vantagens: - SUPORTE REMOTO sem custo adicional, sendo possível solicita-lo de qualquer estação de trabalho; - HOMOLOGADO nas soluções de TEF discado e dedicado (+ 200 bandeiras); - PLANTÃO 24 horas, incluído finais de semana e feriados; - NOVAS IMPLEMENTAÇÕES referente a obrigações fiscais sem custo adicional; - O melhor CUSTO x BENEFICIO para seu estabelecimento; - Sem TAXA DE ADESÃO. Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços Sped Fiscal SINTEGRA NF e Deixe de ser apenas mais um cliente e venha ser NOSSO PARCEIRO. * Venda, instalação e manutenção de equipamentos de automação de bombas. A TECH SHOP Informática é credenciada junto ao INMETRO sob o nº 1745/09, possibilitando assim lacrar e selar bombas abastecedoras além de instalar e prestar manutenção em concentrador de abastecimento (automação de bombas). 28 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Tecnologia Abastecer com álcool ou gasolina? Aplicativo te ajuda na escolha Uma nova plataforma disponível para o sistema Android calcula a relação percentual entre o preço dos dois combustíveis Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), abastecer com etanol vale mais a pena quando o combustível custar 70% ou menos do que o preço cobrado pela gasolina. Isso porque o veículo abastecido com o primeiro combustível gasta mais litros para percorrer a mesma distância equivalente ao volume utilizado de gasolina. Uma maneira de decidir em qual momento é melhor encher o tanque com o etanol é por meio do aplicativo Gasoleta — Gasolina ou Etanol?, disponível grátis para o sistema Android. A ideia surgiu por causa da quantidade de carros com motor flex em circulação. Basta abrir o aplicativo, informar o preço do litro do etanol e da gasolina e clicar em “Calcular”. A plataforma informa a relação percentual entre o preço dos dois combustíveis e qual deles é mais vantajoso. O aplicativo ainda mostra quanto se gasta por quilômetro rodado com o etanol e a gasolina, portanto, dá um resultado mais “preciso” no caso do preço do etanol equivaler aos exatos 70% do valor cobrado pela gasolina nos postos. 30 | SINDIPOSTO | Julho/2014 Meio ambiente Obrigações sobre resíduos sólidos Sanções podem ser de advertência e multa a embargo da obra ou atividade A Resolução 273 do Conama estabelece uma série de obrigações, como o detalhamento do tipo de tratamento e controle de efluentes provenientes dos tanques, áreas de bombas e áreas sujeitas a vazamento de derivados de petróleo ou de resíduos oleosos. As sanções administrativas podem ser desde advertências e multas a embargo de obra ou atividade, bem como suspensão parcial ou total de atividades. De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, os valores podem variar de R$ 50 mil até R$ 50 milhões, dependendo do dano causado. A série de obrigações para os postos revendedores, instalações retalhistas, postos flutuantes e postos de abastecimento são: - Licença Ambiental, comunicação de mudança de titularidade e apresentação de um plano de encerramento de atividades, que deve ser aprovado pelo órgão ambiental; - Os projetos de construção, ampliação ou modificações de qualquer tipo devem ser, obrigatoriamente, realizados segundo normas técnicas expedidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); - Equipamentos e sistemas destinados ao armazenamento e distribuição de combustíveis automotivos, assim como sua montagem e insta- lação, deverão ser avaliados quanto a sua conformidade, e ter certificados expedidos pelo Inmetro ou entidade por ele credenciada; - Para instalações de equipamento em empreendimentos em fase de operação, deverá ser apresentado certificado do Inmetro atestando a inexistência de vazamentos; - Os equipamentos e sistemas deverão ser testados para a comprovação da inexistência de falhas ou vazamentos, segundo procedimentos padronizados, de forma a possibilitar a avaliação de sua conformidade; - Detalhamento do tipo de tratamento e controle de efluentes provenientes dos tanques, áreas de bombas e áreas sujeitas a vazamento de derivados de petróleo ou de resíduos oleosos; - Para o recolhimento e a disposição adequada de óleo lubrificante usado devem ter dispositivos apontados no projeto; - Em caso de acidentes ou vazamentos que representem situações de perigo ao meio ambiente ou às pessoas, além da ocorrência de passivos ambientais, os responsáveis pelo estabelecimento e os fornecedores de combustível que abasteceram a unidade responderão solidariamente pela adoção de medidas para controle da situação emergencial e para o saneamento das áreas impactadas; - A ocorrência de quaisquer acidentes ou vazamentos deverá ser comunicada imediatamente ao órgão ambiental competente após a constatação ou conhecimento pelos responsáveis pelo estabelecimento, equipamentos e sistemas; - Os proprietários dos estabelecimentos deverão promover o treinamento de seus respectivos funcionários, visando orientar as medidas de prevenção de acidentes e ações cabíveis imediatas para controle de situações de emergência e risco; - Realização periódica de testes de estanqueidade. A exigência, normalmente feita na obtenção da licença de operação e, anualmente, na renovação da licença de funcionamento, obriga os postos a manterem laudos técnicos atualizados sobre as condições de seus tanques subterrâneos. Para o empreendimento receber a Licença de Operação, há necessidade de apresentar os seguintes documentos, entre outros: plano de manutenção de equipamentos e sistemas e procedimentos operacionais, plano de resposta a incidentes, atestado de vistoria do Corpo de Bombeiros e programa de treinamento de pessoal em operação, manutenção e resposta a incidentes. ABRACE ESSA IDEIA! PETRÓLEO Criar respeito através da confiabilidade, marcada sempre com muita seriedade e transparência nas relações comerciais, conquistando relacionamentos duradouros, através de um atendimento diferenciado, é com essa filosofia de trabalho que a ACOL PETRÓLEO nasceu há 7 anos. Com a missão de conquistar a confiança do cliente indo além de fornecer combustíveis de qualidade, a ACOL PETRÓLEO entende que é preciso trabalhar com seriedade, transparência e respeito proporcionando, ao cliente, mais que um produto, a sua total satisfação. Um verdadeiro elo para agregar valores a nossa marca e fortalecer os laços de parceria. Atuar de forma responsável, na busca da lucratividade e continuidade das atividades da empresa, segundo os conceitos e requisitos da conformidade legal, respeito a partes interessadas e integração com o meio-ambiente é a visão da ACOL PETRÓLEO. Atuando em diversas regiões do Brasil, adota princípios éticos para melhorar continuamente o atendimento dos requisitos e expectativas de seus clientes e demais partes interessadas, envolvidas em sua atividade, em relação á qualidade de seus produtos e serviços, preservação do meio ambiente, manutenção da segurança e saúde de seus colaboradores e atuação social responsável. Com uma estratégia de expansão ousada, a ACOL PETRÓLEO pretende dobrar sua rede de parceiros, que hoje é de 40 postos, até o final de 2013. A estratégia de expansão ainda inclui abertura de 3 novas filiais, além do aumento da abrangência nas regiões em que já opera. Com produtos de qualidade, entrega pontual e assessoria diferenciada, a ACOL PETRÓLEO atende clientes revendedores e consumidores com eficiência e preços competitivos. Atualmente a ACOL PETRÓLEO conta com filiais em Ribeirão Preto (SP), Uberaba (MG), Uberlândia(MG), Senador Canedo (GO) e Brasília (DF). Ser um parceiro da ACOL PETRÓLEO é muito mais do que ser um revendedor, é fazer parte de uma Companhia séria, preocupada com a continuidade das parcerias e com ousados planos de crescimento a curto, médio e longo prazo. Venha fazer parte desse projeto. Entre em contato com um de nossos Assessores de Vendas e saiba mais. FILIAL RIBEIRÃO PRETO TELEFONE: (16) 2133-7899 www.acolpetroleo.com.br FILIAL SENADOR CANEDO TELEFONE: (62)3512-1122 FILIAL BRASÍLIA TELEFONE: (61)3234-1484 FILIAL UBERLÂNDIA TELEFONE: (34)3315-8535 FILIAL UBERABA TELEFONE: (34)2101-0332