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Luciano, Lenita, Elysio e Eduardo Balbino: atuais diretores preservam o legado dos fundadores de valorização da qualidade assistencial.
Acreditação, um passo importante
na busca pela qualidade
O Hospital Balbino está em ‘festa’: acaba de conquistar o
selo de acreditação da Organização Nacional de Acreditação
(ONA), tornando-se o primeiro hospital da Zona da Leopoldina
e um dos poucos do município do Rio de Janeiro a obter tal
certificação. Mas o que isso significa para os médicos, enfermeiros e colaboradores do hospital e, principalmente, para o
paciente? Muito mais qualidade e segurança.
A acreditação é um sistema de avaliação que segue rígidos padrões de qualidade na assistência e para a segurança
do paciente. Para isso, a ONA verifica diversos requisitos,
entre eles os tipos de material e equipamento utilizados, a
infraestrutura local, a qualificação dos recursos humanos e
os processos adotados por um hospital. A acreditação não
é obrigatória, e sim voluntária. Exige grande investimento
financeiro e mudanças nos processos de trabalho para a melhoria da qualidade e segurança na assistência ao paciente.
Isso explica o fato de apenas 250 dos mais de seis mil hospitais brasileiros serem acreditados.
No Hospital Balbino, foram mais de R$ 1,5 milhão de investimentos e dois anos de preparação para receber o certificado de acreditação. Tudo para adequar os sistemas já es-
truturados no hospital e melhor qualificar todo o seu quadro
de funcionários. Só em treinamento de pessoal foram investidos em torno de R$ 300 mil, o que implicou mais de 300
horas de treinamento, revisão e atualização de 200 rotinas
de trabalho. “Entendemos que todo esse investimento significa melhoria para nossos clientes”, argumenta Elysio Balbino
Filho, diretor do hospital.
Além do investimento em treinamento de pessoal, a Direção
do hospital também contratou profissionais mais qualificados;
remanejou profissionais de setores, aproveitando melhor suas
experiências; e criou novas áreas, como o setor da Qualidade.
A qualificação de pessoal é um caminho sem volta, de
acordo com o diretor Luciano Balbino. A criação do setor
da Qualidade é um exemplo de como a Direção do hospital
está comprometida com a excelência, uma vez que o setor tem por função avaliar permanentemente se o serviço
prestado pelas diversas áreas do hospital está dentro do
padrão de qualidade exigido pela acreditação. “Cada vez
que atingimos um patamar de qualidade, temos que manter continuamente os treinamentos para que esse nível
seja ainda mais elevado”, assegura.
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hb notícias - SET - 2012
Mudanças dão mais
segurança ao atendimento
Para os dirigentes, a acreditação provocou uma mudança cultural em todos os membros e colaboradores do Hospital Balbino. “O processo de acreditação mexeu com todas
as áreas. Todos estão bastante motivados e trabalhando
para unificar o conceito da qualidade na instituição”, diz a
diretora Lenita Balbino.
A padronização desses processos em todos os setores do
hospital significa mais vantagens para os pacientes, que passam a confiar mais na segurança do atendimento. A diretora
lembra que a qualificação não está restrita propriamente ao
ato clínico. Está também presente em todos os processos da
assistência, começando pela recepção, passando pela troca
do lençol, pelos protocolos de esterilização, pelo controle de
medicamentos, pelo descarte do lixo hospitalar até a alta médica. Lenita acredita que, aos poucos, os pacientes perceberão
a diferença, o que vai gerar uma divulgação ainda maior do
hospital. “Cientes do diferencial da qualidade, mais pessoas
vão querer usufruir dos nossos serviços”, prevê.
Eduardo Balbino é outro diretor que destaca o impacto da
acreditação no controle dos processos e, consequentemente,
na segurança do paciente. “Adotamos o cruzamento de informações sobre pacientes em diversos setores, o que diminui a
possibilidade de um erro de medicação, uma vez que o remédio sai personalizado da farmácia e é conferido pelo sistema já
na enfermagem. Se o código não for o mesmo, o medicamento não é administrado no paciente”, exemplifica.
A garantia da segurança não para por aí. Outros exemplos
de que o nível de qualificação está mais elevado está na ampliação de pontos de controle, ou seja, na checagem da qualidade
do serviço. Para tal, alguns setores ganharam novos profissionais e alguns processos hoje passam por checagem e rechecagem. “Para assegurar a qualidade do resultado de um exame, é
preciso repeti-lo, antes de liberá-lo para o médico. Isso mostra
Qualidade como legado
que a direção do hospital pensa em uma medicina feita para
melhorar a qualidade de vida do indivíduo”, afirma Eduardo.
José Roberto Murad, diretor médico do hospital, revela que
vem recebendo apoio da comunidade médica e de algumas empresas. Ele conta que tem recebido alguns depoimentos espontâneos parabenizando-o pela acreditação, principalmente pelo fato
de o hospital ter uma administração familiar, sem estar ligado a
uma grande rede hospitalar. Na opinião do diretor médico, isso
valoriza ainda mais a imagem do hospital. Murad faz questão de
dividir a conquista com todos os funcionários da instituição: “A
acreditação deu a dimensão exata da importância de cada funcionário e, de cada setor para a capacitação da qualidade.”
Nova logomarca espelha
atual fase da instituição
No momento em que a conquista da acreditação é um
marco na história do Hospital Balbino, outra mudança mostra
a evolução da instituição: a modernização de sua logomarca.
Mantendo a cor verde, agora em um tom mais claro, mudando o símbolo de lugar e alterando o tipo de letra, a nova logomarca do Hospital Balbino está mais moderna e simboliza a fase de
maior integração vivida pela instituição. O redesenho, feito pela
agência SB Comunicação, destacou o símbolo gráfico da cruz, que
remete à valorização do atendimento médico.
A mudança gráfica teve também o aval da Associação Brasileira
de Feng Shui, para a qual a cor verde transmite uma energia de
cura e a abertura do círculo, antes fechado, representa uma predisposição ainda maior à integração e ao autoconhecimento.
Da Clínica Balbino, fundada em 15 de março de 1975
por Elysio e Benedicto Balbino, aos dias de hoje, muita coisa
mudou. Mas uma característica perdurou ao longo de todo
esse tempo: a busca pela qualidade. “Ao longo de quase 40
anos, sempre tivemos compromisso com a qualidade”, diz
Elysio Balbino.
“A acreditação veio ao encontro dos nossos objetivos, que
são a melhoria contínua dos processos e a garantia da segurança do paciente”, reforça Luciano Balbino.
Se a história mostra o quanto o Hospital Balbino cresceu e se
tornou uma referência na Zona da Leopoldina, uma essência é
mantida pela família ao longo de todo esse tempo. “A retidão de
conduta do negócio e do atendimento médico não mudou. É a
mesma até hoje”, ressalta Eduardo Balbino.
Os fundadores Elysio e Benedicto Balbino:
para Benedicto Balbino, a segunda geração da
família continua administrando o hospital com
o mesmo empenho dele e do seu irmão.
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hospital balbino – Você presente no futuro
Padronização, gestão e monitoramento:
receita para a qualidade
Maior interação e multidisciplinaridade entre as áreas,
treinamentos constantes, alinhamento das atividades e avaliação permanente dos processos de trabalho: todas essas
vantagens são fruto da acreditação hospitalar. Mas o que a
conquista desse selo de qualidade representa para os clientes
e as operadoras de planos de saúde que participam do cotidiano do Hospital Balbino? O reconhecimento de que a prestação
do serviço de saúde está ainda mais qualificada e segura.
Para conduzir o processo de acreditação, foi contratada a empresa MMP Consultoria e Treinamento. Além disso, foi criado o Comitê da Qualidade e implementada uma nova Política de Qualidade no hospital, que definiu como diretrizes a melhoria contínua, o
aprimoramento profissional constante, a segurança dos pacientes
e colaboradores e a satisfação dos clientes internos e externos.
A partir dessa política, o hospital passou a adotar importantes ferramentas de gestão para sistematização dos processos administrativos, gerenciais e assistenciais. “Nosso papel
foi definir protocolos e firmar pactos entre as áreas para trabalharmos com maior segurança e efetividade, o que auxilia a
melhor escolha terapêutica, diagnosticando, tratando e dando
alta aos pacientes em menor tempo possível”, afirma Débora
Bazílio Filha, analista da Qualidade do hospital. Ela, que faz
parte do Comitê da Qualidade juntamente com outros sete
profissionais, conta que o trabalho do comitê foi envolver e
disseminar, em cada colaborador do hospital, o papel de propagar os princípios da qualidade no dia a dia do trabalho. Para
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hb notícias - SET - 2012
isso, foram promovidos vários eventos de conscientização e
mobilização da equipe e traçada, em parceria com o setor
de Comunicação, uma estratégia para massificar a Política da
Qualidade para toda a instituição. “Todos, juntos, examinaram
os processos e práticas diárias, detectando oportunidades de
melhoria”, conta Débora. “Essa mudança cultural foi um dos
pontos fortes para que o projeto de acreditação tivesse sucesso”, analisa Tânia Braun, gerente de Recursos Humanos e
integrante do Comitê.
Para mobilizar os colaboradores, a equipe de Comunicação do hospital atuou junto com o Comitê da Qualidade na
divulgação de campanhas motivacionais e integrativas, incentivando os colaboradores a desenvolver boas práticas em
saúde. Informativos, banners, folders e cartilhas foram algumas peças desenvolvidas pelo setor para manter os colaboradores informados e afinados com os padrões de qualidade
preestabelecidos pelo hospital, baseados nos requisitos da
Organização Nacional de Acreditação (ONA). “Essa parceria
entre a Qualidade e a Comunicação foi fundamental para a
implantação desses padrões. Toda vez que o Comitê da Qualidade aprovava um novo padrão, imediatamente viabilizávamos o compartilhamento do novo protocolo para todos
os setores, principalmente em nossa Biblioteca Virtual, pela
intranet”, exemplifica Thiago Ribeiro, responsável pelo setor
de Comunicação do hospital.
Tânia Braun avalia que a acreditação melhorou a qualidade
e segurança do atendimento que já era prestado pelo hospital,
justamente porque incluiu novas metodologias, normas
e diretrizes.
Como consequências,
ela aponta diminuição do desperdício de material,
redução de retrabalho,
ampliação da estrutura
física de alguns setores,
melhoria do controle e, registro do
prontuário e até
mesmo, a adoção de uma política de
qualificação de fornecedores.
“A revisão dos processos de gestão da
infraestrutura levou à implantação de alguns
outros processos, como o de gestão de materiais e de equipamentos, por exemplo. Os fornecedores de produtos e serviços,
por sua vez, passaram a ser avaliados. Com isso, toda a cadeia
de produção do hospital vem sendo monitorada para corrigir
possíveis falhas e implantar ações preventivas para que elas não
ocorram”, comenta.
Gerenciamento contínuo
percepção deve-se ao gerenciamento de riscos clínicos e não
clínicos, seja através da descrição do protocolo clínico e das
rotinas das equipes multidisciplinares, das auditorias dos processos de cuidados, das análises dos indicadores e do trabalho
da comissão de prontuário.
Outro aspecto importantíssimo e que não chega a ser percebido diretamente pelo paciente é a identificação de pontos
que possam sair do controle e causar possíveis falhas. “A notificação e o monitoramento desses eventos torna o nível de
assistência ainda mais seguro. Muitas vezes, o risco é evitável
e só com um processo bem realizado, isso se torna possível”,
enfatiza a diretora da MMP.
“A acreditação é voluntária, mas hoje é preciso evidenciar
as qualidades devido às exigências dos pacientes e das operadoras de saúde”, argumenta Débora Bazílio Filha. A analista da
Qualidade do Hospital Balbino acredita que, com as auditorias
internas e a mensuração de resultados, tanto pacientes quanto operadoras de planos de saúde são os mais beneficiados.
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Marilena Martins, sócia-diretora da MMP Consultoria e
Treinamento, reforça a importância de gerenciar outros processos que não estejam diretamente ligados à assistência ao
paciente, mas que ajudam a garantia de cuidados seguros e
de qualidade. “Medicamentos, materiais em geral, equipamentos e infraestrutura precisam ser gerenciados para estarem disponíveis no momento exato da necessidade da equipe
assistencial. Um medicamento atrasado, um equipamento
que não funcione no momento do uso, uma porta que não se
abre e um elevador parado, entre outras circunstâncias, podem acarretar danos ao paciente”, evidencia ela, ressaltando
que os gestores das áreas devem trabalhar de modo integrado
para garantir o processo de melhoria contínua.
Na prática, com a acreditação, as mudanças mais evidentes para o paciente estão relacionadas à melhoria da prestação do serviço pela equipe assistencial, como a identificação
do paciente, a identificação do medicamento a ser administrado e a avaliação de risco em todo o processo assistencial. Essa
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Integração e trabalho em equipe: receita de sucesso
O projeto para ingressar na acreditação foi lançado no Hospital Balbino há dois anos e efetivamente mudou a vida e a rotina dos
colaboradores, mobilizando uma equipe com cerca de 1.100 funcionários, em 42 grupos de estudo diferentes. Esse foi o desafio
para conquistar a acreditação pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), no nível segurança do paciente. Para cada setor,
exigências diferentes, que foram incansavelmente trabalhadas pelas lideranças com as suas equipes. Integração foi a chave principal para atingir o objetivo. Confira os depoimentos de algumas lideranças da instituição:
Encaro essa conquista apenas como um primeiro passo para a equipe, que agora
vislumbra alcançar o segundo nível de acreditação. Como líder da comissão do
prontuário, afirmo que nosso maior desafio nesse processo e nos que virão será
adequarmos o hospital a uma nova cultura, corrigindo erros e aprimorando o
atendimento, como fizemos agora.
Dra. LeniTa Balbino
Diretora
A união, o compartilhamento de informações, o trabalho em grupo... Tudo isso foi
aprimorado durante o processo de acreditação. Conhecer nossos defeitos e corrigi-los
foi o maior benefício e de grande importância para o desenvolvimento desse hospital.
Além disso, a adequação aos protocolos foi vantajosa em todos os setores, desde o
administrativo até o assistencial.
Dr. José Roberto Murad
Diretor médico
O processo de acreditação do hospital começou como uma necessidade. Nós, do
Balbino, sempre objetivamos essa meta. Para a emergência, em especial, o trabalho
foi bastante complicado, principalmente pela logística do nosso ambiente ser bastante
complexa. Contei com o suporte da minha equipe, da equipe de enfermagem, mas,
principalmente, a ajuda do doutor Marcio Maranhão e da enfermeira Renata Torrini,
que dedicaram boa parte do seu trabalho para nos ajudar a planejar e organizar o
procedimento.
Dr. Cláudio Loredo
Coordenador de emergência
Para a enfermagem, a acreditação trouxe melhorias nas práticas de gestão, na assistência
e na segurança do paciente. A formalização da assistência por meio de protocolos e
rotinas criou um grupo maior de pensadores dentro da enfermagem. Entendemos a
enfermagem como uma arte, que vai muito além do período da internação, sendo
também uma prática que exige comunicação, transparência e, acima de tudo, um
compromisso com a segurança do paciente.
Jane França
Gerente de enfermagem
O processo foi benéfico para todos nós, pois mobilizou todas as equipes do hospital em
prol de um único objetivo. Foram meses de muito trabalho e dedicação, procurando
sempre alcançar um padrão de qualidade para a gestão dos processos, corrigindo
os erros e revisando os procedimentos. Tudo isso com um grande envolvimento
pessoal. Como gestora da Tesouraria, pude acompanhar de perto o investimento que
a direção do hospital fez nesse processo, adequando-nos aos padrões de qualidade da
Organização Nacional de Acreditação.
Hermínia Tavares
Coordenadora da Tesouraria
Os encontros promovidos regularmente com as equipes para a construção dos
processos e melhorias foram importantes para a integração da equipe e motivaram
discussões sobre intercorrências e tomadas de ações preventivas e corretivas. O
resultado desses encontros foi o diferencial para a melhoria continua dos processos
de segurança e qualidade assistencial ao paciente, sendo esses adotados como rotina.
Dulce Rocha
Coordenadora de Atendimento
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hb notícias - SET - 2012
Fazer parte do quadro operacional do Hospital Balbino, que agora possui o
Certificado de Acreditação é motivo de orgulho para mim. É gratificante saber que o
meu trabalho e o de minha equipe foram avaliados criteriosamente e reconhecidos
como dentro dos padrões de qualidade e segurança para o paciente.
O processo de acreditação desenvolveu, motivou e uniu a equipe, consolidando um
time que busca constantemente a excelência no atendimento aos nossos pacientes.
Teresa Cristina Labanca
Coordenadora de Nutrição
Entendo a acreditação como um processo de melhoria profissional para todos nós.
No meu caso, por exemplo, precisei estudar, aprofundar, aprender novos termos e
conceitos. Enfim, evoluí dentro da minha área. Além disso, a acreditação trouxe a
cultura de entendermos a importância de cada trabalho e função desempenhados
por todos os funcionários que atuam aqui.
Monique Bárbara
Educação Corporativa
Um dos maiores valores que o processo nos trouxe foi a integração do RH com
os profissionais do hospital, ou seja, o aprimoramento da interação entre as
pessoas com o departamento. É muito importante permitir que os funcionários
apresentem seus projetos, suas ideias e suas críticas, para podermos estar sempre
atualizados e para o desenvolvimento de projetos futuros para a melhoria da
qualidade em cada setor.
Tânia Braun
Gerente de Recursos Humanos
Hoje, a questão do planejamento está muito mais presente no hospital. Cada setor se
preocupa em apresentar ideias mostrando toda a estrutura necessária para colocá-las
em prática. Entendemos também que o processo de acreditação é constante e evolutivo.
Para a hotelaria e higienização, houve uma consciência muito maior do impacto que
temos para a segurança do paciente, e a ideia é continuarmos investindo e aprimorando
esse serviço dentro do hospital.
Luís de Souza
Coordenador de Hotelaria e Higienização
Quando optamos por passar pela acreditação hospitalar, nós escolhemos fazer, com ajuda
de profissionais preparados para isso, uma criteriosa revisão do trabalho aqui desenvolvido.
Essa revisão vai desde a forma como o hospital é administrado até o que é feito, no dia
a dia, no cuidado com o paciente e em nosso ambiente. A segurança dos profissionais e
pacientes e a qualidade da nossa assistência são os itens mais importantes. É uma excelente
oportunidade de refletir e melhorar nosso trabalho. Aprendemos muito nesse processo
sobre quem somos e como fazemos. A maior contribuição na minha opinião é perceber
como podemos, individualmente e como grupo, trabalhar para o bem de todos.
Nádia Lorena
Coordenadora da CCIH
Um dos pontos fortes para que esse projeto tivesse sucesso foi a administração
pelos próprios proprietários e o vinculo intenso com os colaboradores, levando-os a
abraçar o projeto como uma oportunidade de aprendizado e crescimento dentro da
cultura da qualidade. Isso propiciou a todos um melhor entendimento da dinâmica
comportamental humana e melhor compreensão de si próprios e estabeleceu
relacionamentos interpessoais eficazes entre as áreas.
Dra. Rosana Sampaio
Coordenadora do Laboratório
Com a política da qualidade, documentos de sistematização de processos e
ferramentas de gestão foram disseminados na busca por um ambiente mais
organizado e seguro, envolvendo todos os colaboradores e fazendo com que cada
um assumisse o importante papel de propagador dos princípios da qualidade,
colocando-os em ação em todos os momentos do seu dia a dia de trabalho.
Débora Bazílio
Analista de Qualidade
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hospital balbino – Você presente no futuro
Comissões técnicas:
todos pelos pacientes
Trabalhar pela melhoria permanente da eficiência e eficácia nos processos de gestão e da assistência ao paciente, por
meio da integração das áreas assistencial, tecnológica e administrativa. Esse é um dos diferenciais do Hospital Balbino, recentemente avaliado pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG) uma das maiores empresas de acreditação hospitalar do Brasil,
credenciada à Organização Nacional de Acreditação (ONA). Em
cumprimento ao que determina a legislação – seja em forma de
norma, resolução ou lei –, o hospital conta com várias comissões que trabalham de forma independente, porém alinhadas,
com a finalidade de padronizar os processos internos. O objetivo dessa padronização é assegurar a qualidade e segurança dos
serviços prestados aos pacientes. Ao todo, a instituição conta
com cinco comissões: Ética Médica, Revisão de Óbito, Revisão
de Prontuários, Controle de Infecção Hospitalar e Controle de
Suporte Nutricional. Elas se reportam ao Corpo Clínico, como
explica Tânia Braun, gerente de RH e líder do Comitê de Qualidade do hospital. De acordo com ela, os dados gerados pelo
trabalho de cada comissão servem de subsídio para preparar
indicadores que são medidos mensalmente.
“O trabalho integrado das comissões permitiu estabelecer
uma linha de atuação englobando a implantação e padronização de protocolos clínicos, e a elaboração de indicadores assistenciais e gerenciais”, diz Tânia. Por meio da quantificação
dos resultados, tornou-se possível melhorar a análise objetiva
do trabalho, reforçando a qualidade dos serviços oferecidos e
a segurança assistencial do atendimento prestado.
“Tudo isso vem estimulando os processos de melhoria,
tanto na oferta de serviços médico-hospitalares como no
setor de RH. No caso dos recursos humanos, por exemplo,
percebemos maior interesse por parte de profissionais mais
qualificados em trabalhar em um hospital certificado e com
protocolos assistenciais definidos”, comenta a gerente.
O objetivo desse conjunto de ações é colocar o Hospital
Balbino entre as instituições de excelência no país, alcançando
uma diferenciação na área de assistência à saúde. De acordo
com a gerente, a obtenção do selo de acreditação mostra que
o Hospital Balbino cumpre padrões de excelência iguais àqueles alcançados por instituições nacionais e internacionais em
termos de qualidade, em relação à organização do serviço e à
otimização dos processos internos.
Com relação às comissões, Tânia acrescenta que o hospital
adota a prática de envolver todo o corpo técnico no trabalho
desses órgãos, inclusive profissionais da área administrativa.
O que faz cada comissão
Comissão de Ética Médica – eleita pelo corpo clínico, atua
no sentido de opinar, educar e fiscalizar o desempenho ético
da Medicina na instituição.
Comissão de Revisão de Óbito – avalia as causas e os processos envolvidos de óbitos ocorridos na instituição.
Comissão de Revisão de Prontuário Médico – indicada
pela direção clínica do hospital, tem caráter consultivo, deliberativo, normativo e educativo, e seus objetivos são analisar
e acompanhar os prontuários médicos.
Comissão de Infecção Hospitalar – não só previne e combate os riscos de infecção hospitalar, mas também mantém
dados estatísticos que demonstram que os índices de infecção
do hospital estão dentro dos limites aceitáveis.
Comissão de Suporte Nutricional Enteral/Parenteral –
atua como um órgão consultivo e deliberativo a respeito de
insumos e condutas em terapia nutricional.
Parabéns ao Hospital Balbino
pela Acreditação !
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hb notícias - SET - 2012
Novo centro cirúrgico para
procedimentos de baixa complexidade
O Hospital Balbino acaba de obter o selo de
acreditação hospitalar, mas os investimentos
na oferta de assistência com qualidade aos pacientes continuam a todo vapor. Prova é que,
ainda este ano, a unidade ganhará um novo
centro cirúrgico destinado a cirurgias de baixa
complexidade e procedimentos de diagnóstico. Preparado para acolher diferentes especialidades, como ortopedia, otorrinolaringologia
e oftalmologia, o novo setor contará com três
salas cirúrgicas, totalmente equipadas com os
melhores recursos tecnológicos disponíveis
no mercado. Os investimentos, em obras e
compra de mobiliário, somam R$ 800 mil.
“Esse novo centro cirúrgico
vai proporcionar ao hospital uma melhor utilização
dos leitos de internação, além
de desafogar o centro cirúrgico
atual”
José Roberto Murad, diretor médico do Hospital Balbino
O diretor médico do hospital, José Roberto Murad, explica
que o projeto, que ocupa o quinto andar do prédio do centro
médico da instituição, foi idealizado para oferecer alternativa ao
corpo clínico, quanto à disponibilidade de horários para a realização dos procedimentos, e também para atender a necessidade
de flexibilização na distribuição dos leitos de internação.
“Esse novo centro cirúrgico proporcionará ao hospital uma
melhor utilização dos leitos de internação, além de desafogar
nosso centro cirúrgico, onde são realizadas atualmente as cirurgias de baixa e de alta complexidade. Para o paciente, o investimento representa o aumento da capacidade de atendimento da
demanda por cirurgias de baixa complexidade”, explica Murad.
O projeto arquitetônico foi idealizado para integrar todos
os serviços em um mesmo andar. Além das salas cirúrgicas, o
espaço contará com uma Day Clinic – enfermaria de curta permanência – com seis leitos, otimizando, assim, o fluxo de atendimento, sem deixar de observar quesitos de segurança assistencial. Quando estiver em pleno funcionamento, a capacidade
de produção desse novo centro cirúrgico será de cerca de 250
cirurgias por mês. A expectativa é que o espaço comece a funcionar no mês de novembro.
No atual centro cirúrgico do Hospital Balbino, são realizadas, em média, 410 cirurgias por mês. Desse total, 20% são
procedimentos de baixa complexidade. Com o novo setor, a
expectativa é de um aumento significativo no total de procedimentos realizados pela instituição.
O Hospital Balbino atende a todas especialidades cirúrgicas, sendo considerado referência para cirurgias cardíacas,
bariátricas e vídeocirurgias. De acordo com o diretor médico,
embora funcione de forma independente, o novo centro cirúrgico será interligado ao já existente, uma vez que haverá
uma ligação entre os dois prédios. Além disso, médicos e pacientes contarão, no novo espaço, com o suporte dos serviços
que hoje servem ao centro cirúrgico atual, como central de
exames de imagem e de laboratório.
Parabenizamos o Hospital Balbino
por esta importante conquista.
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hospital balbino – Você presente no futuro
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Gerenciamento de risco garante
assistência segura e eficiente
Prever, identificar e minimizar a ocorrência de situações
de risco que possam surgir na assistência à saúde do paciente. Esses são os principais objetivos do amplo processo de
gerenciamento de riscos implantado no Hospital Balbino
com a finalidade de detectar precocemente situações que
possam gerar algum tipo de consequência negativa aos pacientes e funcionários, à organização e ao meio ambiente. A
implantação das ações foi uma das etapas para a obtenção
do selo de acreditação hospitalar, pela metodologia da Organização Nacional de Acreditação (ONA).
A enfermeira do trabalho Marianne Matheus, responsável pela Comissão de Gerenciamento de Risco do hospital, explica que o objetivo essencial da ação é a medida preventiva, o olhar atento para perceber quando, por
acaso, ocorrer algo estranho ou inadequado, para que
providências imediatas sejam tomadas, minimizando riscos de danos e prejuízos. “O gerenciamento de risco é um
processo amplo, implantado de forma sistêmica e sistemática, abrangendo diferentes tipos de risco hospitalar,
como assistencial, sanitário, ocupacional, gestão de RH e
ambiental”, comenta a profissional.
Marianne lembra que a comissão é multiprofissional e reúne farmacêuticos, técnico de engenharia clínica, enfermeiros e médicos, entre outros. Um dos primeiros passos para
a implantação do trabalho foi identificar atividades críticas
existentes em cada setor e os riscos envolvidos neles. Depois, foi definida a rotina de prevenção e protocolos a serem
adotados frente aos possíveis eventos. A partir desse resultado, a instituição estabeleceu um processo de avaliação
permanente, em que mensalmente é quantificado o desempenho de cada área na gestão desses riscos.
Segundo Marianne, o tema gerenciamento de risco é
falado também nos próprios postos de trabalho dos profissionais do hospital, e o objetivo da iniciativa é despertar
a atenção do profissional, estabelecendo, assim, mecanismos de prevenção aos riscos. Ela lembra que o trabalho
não apresenta novidades para a equipe, mas cria um sistema de alerta para a ocorrência de eventos que possam
colocar em risco o assistência ao paciente. A enfermeira
do trabalho ressalta ainda que foram ministradas palestras para todas as equipes de trabalho, além daquelas que
atuam na área de assistência.
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Temas estão de acordo com normas da acreditação hospitalar
Entre os temas abordados estão prevenção de queda
do paciente; identificação correta do paciente; administração correta de medicamentos de risco, prevenção de flebite etc. “Os conteúdos estão de acordo com as normas da
acreditação hospitalar e as palestras continuam ocorrendo,
tendo um cronograma a ser seguido, sempre com o objetivo de garantir a qualidade do atendimento e a segurança
do paciente”, comenta.
Para a profissional, criar uma cultura interna de qualidade significa atentar para a política de segurança da assistência com gerenciamento de riscos, além da gestão da
informação e da prestação dos cuidados ao paciente. Para
tal, é preciso mapear os indicadores e riscos de cada área,
pontuando as oportunidades de melhoria e de não conformidades, e emitir relatórios que permitam a elaboração de
planos específicos para correção de possíveis problemas.
“Por tudo isso, o processo de acreditação contribuiu e vem
PRECAUÇÃO
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CONTAT
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contribuindo efetivamente para o resultado da
assistência”, explica.
Marianne lembra
que os membros da
equipe de enfermagem já atuavam no
sentido de gerenciar
fatores potenciais de
risco e evento adverso,
por meio de protocolos
e de instruções normativas, porém, com o trabalho visando à acreditação, esse processo se
estendeu para as demais
equipes profissionais.
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RISCO
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Mecanismos adotados
Várias ações para melhoria contínua da segurança dos
pacientes foram adotadas, como, a implantação da pulseira de identificação, que o paciente recebe no momento
da internação. Outra medida foi a elaboração de folhetos
para orientação de pacientes e acompanhantes sobre a
prevenção de quedas. Essa orientação recomenda manter
as grades do leito sempre elevadas, além do uso de calçado antiderrapante.
“Também foi criado um mecanismo de identificação de
risco no leito, adotado no caso de pacientes idosos, por
exemplo. Nesse caso, é colocado um display com várias
informações na porta do quarto, nas enfermarias ou ao
lado do leito no CTI, onde o paciente se encontra. Outra
medida adotada foi a criação do painel de cirurgia segura.
São colocadas ali informações sobre o próprio paciente e
o procedimento a que será submetido, entre outros temas”, diz.
Para a profissional, a gestão de processos e riscos ainda
no cotidiano do hospital pode ser vista como sinônimo de segurança. “É uma forma de organizar a gestão para que os objetivos da instituição sejam atendidos, em especial quanto à
prestação de uma assistência de qualidade”, reforça.
Hospital Balbino,
Parabéns pelo merecido reconhecimento.
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A Pixeon tem orgulho de ter sido escolhida como
fornecedora de PACS desta instituição.
(48) 3205 6000 | Florianópolis/SC
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hospital balbino – Você presente no futuro
Investimento contínuo em
capacitação profissional
A capacitação profissional é uma questão muito atual no
mercado de trabalho, tanto do ponto de vista das empresas,
que muitas vezes encontram dificuldades para selecionar trabalhadores qualificados, quanto para os profissionais, que, nesse
tipo de aprimoramento e qualificação, veem uma oportunidade
para direcionar o seu talento e se manterem atualizados dentro
de suas áreas. No caso das instituições de saúde, esse tipo de
investimento representa uma real necessidade, já que a todo o
momento surgem novas informações técnicas e exigências em
relação à qualidade e segurança do atendimento médico.
Para o Hospital Balbino, o processo de acreditação, que começou em agosto de 2010, abriu novos caminhos nesse sentido. A instituição intensificou a rotina de treinamento e mobilizou diversos grupos de estudo para aprimorar seus serviços.
Essa intensa rotina trouxe como resultado o selo de qualidade
pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), o que significa que os profissionais do hospital fundamentaram com sucesso todos os protocolos de segurança do paciente determinados.
Para adequar o hospital a essa nova fase, diversas atividades
foram realizadas com o objetivo de capacitação. O processo envolveu palestras, que abordaram prevenção de acidentes e as novidades no tratamento de doenças como a hipertensão e o diabetes;
adoção de novos procedimentos que visam a aprimorar ainda mais
os processos de controle de infecção; treinamentos de identificação do paciente; de manuseio correto das ferramentas de trabalho; entre outras atividades.
Monique Bárbara, profissional do setor de Educação Corporativa do Hospital Balbino, garante que o trabalho não para por
aí. “Intensificamos os treinamentos durante o processo de acreditação e o objetivo é mantermos esse foco. Esse fortalecimento
expediente
da capacitação profissional dos funcionários é fundamental para
darmos nossos próximos passos, até mesmo para mantermos o
selo de acreditação”, afirma.
Profissionais em foco
A necessidade de investir em capacitação profissional não
vem só por conta da demanda criada pela acreditação, que
é reavaliada semestralmente pela ONA, mas também pela
necessidade de desenvolver uma forma mais inteligente de
adequar talentos de acordo com suas habilidades e características. “Por estarem mais preparados e conhecerem melhor
a dinâmica do Hospital, hoje é muito mais fácil a ascensão
profissional aqui. Um funcionário da recepção, por exemplo,
pode migrar para o comercial ou faturamento. Isso significa
uma otimização do nosso principal recurso, o humano” explica Tânia Braun, gerente de Recursos Humanos do Hospital
Balbino, sobre os benefícios trazidos pelo treinamento e pelo
fortalecimento do grupo profissional.
É o exemplo da enfermeira Elaine Monteiro, que hoje também atua no setor de Educação Corporativa. Atualmente, Elaine é responsável por auxiliar o planejamento desse setor, que
realiza um processo-chave para a manutenção de uma cultura
organizacional de qualidade em todas as áreas, da técnica à
administrativa. “Modificar a cultura é modificar o posicionamento e a forma de agir. O grande objetivo é dar autonomia
aos profissionais para que sejam mentes atuantes dentro do
hospital, não só em suas funções, mas também no planejamento e nas sugestões de melhoria”, afirma.
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Fotos: Thiago Ribeiro | projeto gráfico E DIAGRAMAÇÃO: Eduardo Samaruga.
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hb notícias - SET - 2012
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hospital comemora a conquista da acreditação