ISBN 978-85-8015-053-7
Cadernos PDE
VOLUME I I
Versão Online
2009
O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS
DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE
Produção Didático-Pedagógica
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO – SEED
SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO – SUED
UNIOESTE – UNIVERSIDADE DO OESTE DO PARANÁ
PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL – PDE
ARQUIMEDES RESTELATO DA SILVA
OLIZETE MEURER
JOSEMAR FIORESE
CADERNO TEMÁTICO
AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO FISICA ESCOLAR: instrumentos e protocolos
MARECHAL CÂNDIDO RONDON 2010
ARQUIMEDES RESTELATO DA SILVA
OLIZETE MEURER
JOSEMAR FIORESE
CADERNO TEMÁTICO
AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO FISICA ESCOLAR: instrumentos e protocolos
Material
Didático
Pedagógica
–
CADERNO TEMÁTICO, apresentado ao
Programa
de
Desenvolvimento
Educacional
–
PDE.
Universidade
Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE,
campus
de
Marechal
Cândido
Rondon.
Orientação
da
Professora
Mestre.
Evandra
Hein
Mendes.
MARECHAL CÂNDIDO RONDON 2010
3
CADERNO TEMÁTICO
1. IDENTIFICAÇÃO
ÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA
PROFESSORES PDE:
ARQUIMEDES RESTELATO DA SILVA
OLIZETE MEURER
JOSEMAR FIORESE
ORIENTADORA: PROFESSORA MS. EVANDRA HEIN MENDES
NRE: DOIS VIZINHOS
2. TEMA DE ESTUDO: AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO FÍSCA ESCOLAR
3. TÍTULO: AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO FISICA ESCOLAR: instrumentos e
protocolos
4. INTRODUÇÃO
Nos encontros pedagógicos, grupo de estudo e nas capacitações docentes,
percebe-se que os professores de Educação Física são freqüentemente criticados e
indagados pelas práticas de avaliação por eles adotadas. As críticas são as mais
variadas, entre elas a utilização da avaliação para selecionar alunos para
competições, ou a realização do processo avaliativo a partir apenas da presença e
participação do aluno ou ainda os professores não fazem avaliação.
A avaliação do ensino aprendizagem é um tema muito polêmico em todas as
áreas da educação. Na Educação Física, de acordo com Bracht (apud SANTOS,
2009) essa polêmica torna-se ainda mais acirrada pelo fato dessa disciplina ainda
não ter uma identidade bem definida, já que historicamente essa disciplina sofreu
influencia dos métodos europeus e dos rumos políticos e econômicos que tomaram
o país a partir das quatro primeiras décadas do século XX, divididas nas tendências:
4
com relação ao Brasil, Ghiraldelli (1988) mostra cinco tendências da Educação
Física, quais sejam, a Educação Física higienista, militarista, pedagogicista,
competitivista e popular com objetivos de saúde, bélico, educacional, competição e
ideológico, respectivamente. Identifica-se que independente da tendência e da
abordagem pedagógica utilizada pelo professor, percebe-se que o conteúdo
esportivo ainda é um dos mais explorados nas aulas.
Todavia, no momento de avaliar esse conteúdo geralmente os professores
possuem muitas dúvidas, já que não existem instrumentos voltados à fase de
aprendizagem dos esportes desenvolvidos em ambiente escolar.
Assim, com o propósito de contribuir com a construção das práticas
avaliativas, pretende-se desenvolver um instrumento de avaliação voltado ao
conteúdo esportivo.
5. PROBLEMATIZAÇÃO
Considerando que a disciplina de Educação Física tem como propósito
fundamental o desenvolvimento integral do ser humano, caracteriza-se como uma
disciplina importante na composição do Currículo Escolar e no processo de
formação do educando.
Neste sentido, é indispensável ao professor de Educação Física uma
concepção de educação que tenha como objetivos a garantia ao educando da
apropriação do conhecimento científico historicamente produzido.
As concepções teóricas metodológicas que orientam as práticas pedagógicas
dos professores de Educação Física se materializam na metodologia, nos conteúdos
e também nos instrumentos e nas formas de avaliações adotadas, que se
constituem inclusive como um instrumento necessário para repensar e re-elaborar o
planejamento e a metodologia.
Nessa perspectiva, pretende-se apresentar aos professores de Educação
Física uma coletânea de instrumentos e testes avaliativos existentes na literatura da
área, especificamente no que se refere ao conteúdo estruturante de esporte, nas
modalidades de voleibol, futsal e basquetebol.
A coletânea pode ser considerada um material de apoio para o professor, que
poderá selecionar e se necessário adaptar os instrumentos e protocolos já
existentes a sua realidade ou suas necessidades pedagógicas, contribuindo com a
construção das práticas avaliativas na disciplina de Educação Física .
5
6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
6.1 Avaliação da aprendizagem: conceitos, objetivos e funções
A tradição dos exames escolares como conhecemos atualmente teve inicio
nos séculos XVI e XVII por meio das atividades pedagógicas desenvolvidas no
mundo pelos padres Jesuítas, em suas missões, e pelo bispo protestante John
Amos Comênio Luckesi (apud MAUAD, 2003, p. 4).
Tanto o método Jesuíta como o de Comênio associavam a avaliação ao
medo, ao poder e a manutenção no poder da classe dominante Luckesi (apud
MAUAD, 2003, p. 4).
“Avaliação sempre esteve presente em várias áreas profissionais, visto que o
objetivo dela é sempre verificar o resultado do ensino” (Santos; Gonçalves apud
FERREIRA, 2009, p. 3).
Porém, na opinião de Klein e Fontanive (apud FERREIRA, 2009, p. 3) a
avaliação educacional tem como objetivo fornecer diagnósticos e subsídios para
manutenção de políticas educacionais, a fim de detectar os prós e contras da política
adotada, através do monitoramento do sistema educacional.
De acordo com Santos e Varela (apud FERREIRA, 2009, p. 3)
O ato de avaliar implica na coleta, na análise e na síntese dos dados
que configuram o objeto da avaliação, acrescido de uma atribuição
de valor ou de qualidade, que se processa a partir da comparação da
configuração do objeto avaliado com determinado padrão de
qualidade previamente estabelecido para aquele tipo de objeto.
A avaliação diferencia-se da verificação, pois nesta acontece apenas
uma coleta da informação, e na avaliação além da coleta de dados
existe uma tomada de decisão, para direcionar o objeto da avaliação.
Procurando focalizar a discussão do ponto de vista da Educação Física, e
mantendo um olhar direcionado às fases históricas do desenvolvimento da
disciplina, identifica-se que as vertentes metodológicas do ensino deste componente
curricular, são capazes de influenciar os métodos e conceitos avaliativos, de acordo
com os períodos da época.
Como a seguir, mostrado por GUIRALDELLI JÚNIOR (apud FERNANDES e
GREENVILE, 2007, p. 123):
Durante os períodos militares – nos quais a disciplina incorporava
métodos de ensino de conteúdos e padronização de cidadãos
forjando práticas rígidas de movimentos baseados em métodos
ginásticos europeus – a avaliação do ensino era realizada com base
da submissão e na averiguação dos mais fortes e capazes de
defender os objetivos do Estado dominante. A rigidez, o medo, o
6
respeito aos superiores e a submissão dos alunos, era a tônica das
avaliações, realizadas tanto do ponto de vista teórico (provas,
avaliações físicas, etc.), quanto do ponto de vista prático (testes de
esforços, provas de nado, corrida, desportos individuais, etc.). Num
período mais tarde um objetivo parecido ao das instituições militares,
o período higienista de ensino da Educação Física, também manteve
seu olhar voltado à assepsia social e política da população. Talvez a
grande distinção encontrada neste período, comparando com o
período militarista, é o fato de haver uma preocupação biológica
maior, no que concerne ao exercício e ao corpo humano,
principalmente devido aos conhecimentos advindos da anatomia e da
fisiologia sistêmicas.
A avaliação, neste sentido, encontrava-se sustentada pelos objetivos de
controle e aferição dos processos biológicos e anatômicos do corpo humano,
sempre voltados à compreensão e alcance da saúde individual desvinculada do
compromisso do Estado com a saúde coletiva da população. Mais uma vez, a
avaliação na Educação Física dentro das escolas brasileiras, é forjada para a
consecução dos objetivos de “conquista de aptidões” por parte dos mais fortes e
mais bem preparados, sejam fisicamente ou cognitivamente.
Assim como os demais componentes curriculares, a avaliação em
Educação Física vem sendo muito discutida de acordo com Betti e
Zuliani (2002) no que se refere as concepções básicas da avaliação
tradicional e progressista. Na concepção tradicional, o professor
preocupa-se em transmitir conhecimentos ao aluno, que por sua vez
aprende de forma passiva; através de uma prova atribui-se ao aluno
uma nota fria verificando apenas habilidades cognitivas. Na
concepção progressista, o professor, orientador da aprendizagem,
faz diagnóstico, considera a capacidade de aprendizagem do aluno,
e se auto-avaliar; o aluno, sujeito da aprendizagem, é mais crítico e
também se auto-avalia; a avaliação é contínua, e serve para a
reorientação do processo. Este método tem sua importância
justificada na possibilidade de se acompanhar o processo de
maturação espontâneo do aluno, ou seja, sua evolução é
evidenciada no decorrer do processo ensino-aprendizagem
(FERREIRA, 2009, p. 4-5).
Para Bratifische (apud FERREIRA, 2009, p. 4), a Educação Física hoje,
almeja que as aulas possibilitem ao aluno vivenciar as habilidades físicas por meio
de conhecimentos que enfatizam o corpo, esportes, lutas, danças e ginástica,
visando enriquecer seu vocabulário motor. Já no que diz respeito a avaliação
escolar, a autora afirma que tem se modificado no decorrer dos anos, em
conseqüência das mudanças estruturais na sociedade, das alterações no
comportamento humano, dos avanços tecnológicos, entre outros fatores. Desta
forma, avaliar em Educação Física consiste em reconhecer, diagnosticar,
7
desenvolver e valorizar a expressão individual, a cultura própria e a manifestação de
afetividade, viabilizando a aprendizagem e formação integral do educando.
Gimeno (apud FERREIRA, 2009, p. 5) afirmam ainda que a
importância da avaliação fundamenta-se em suas funções básicas
que são diagnosticar, para detectar o estágio de desenvolvimento e
aprendizagem do aluno a fim de extrair conseqüências para o próprio
processo de ensino e, portanto, avaliá-lo; e classificar, para
hierarquizar os alunos, e servir também como um dos critérios de
promoção.
O mesmo estudo destaca que os processos avaliativos incluem aspectos
informais e formais, concretizados em observação sistemática/ assistemática e
anotações sobre o interesse, participação e capacidade de cooperação do aluno,
auto-avaliação, trabalhos e provas escritas, testes para avaliação qualitativa e
quantitativa de habilidades e capacidades físicas, resolução de situações
problemáticas propostas pelo professor, elaboração e apresentação de coreografias
de dança, exercícios de ginástica ou tática de esportes coletivos, etc. Por fim, vale
lembrar que é importante informar ao aluno quais são os momentos de avaliação
formal, e quais aspectos serão avaliados e transformados em conceito para que este
tenha ciência de como, por que e para quê estão sendo avaliados.
A primeira questão a ser discutida, fundamentada na compreensão
dos aspectos pedagógicos que defendemos inclusive para a
avaliação escolar, é a preocupação/consideração com três
dimensões dos conteúdos: procedimental, conceitual e atitudinal.
(Darido; Rangel apud FERREIRA, 2009, p. 5).
De acordo com FERREIRA (2009, p. 5) visto que assim será possível
oferecer elementos que possibilitem ao professor uma reflexão profunda sobre sua
prática pedagógica, auxiliando na compreensão dos aspectos que devem ser
revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados para o processo de ensinoaprendizagem dos alunos, tanto de forma individual como coletiva.
De acordo Melcherts Hurtado (1988, p. 228), o processo avaliativo apresenta
as seguintes características:
_ para avaliar precisa-se saber o que se quer do aluno, a avaliação deve estar
atrelada aos objetivos propostos, estando sistematizada não podendo estar
separada do processo ensino aprendizagem;
_ a avaliação tem que acontecer continuamente, não apenas no final de um
período ou semestre. Acontecendo ao longo do processo, proporciona ao educando
8
oportunidade de recuperação imediata em caso de dificuldades no processo ensinoaprendizagem;
_ a avaliação deve ser integral, ocupando-se do aluno como um todo. Julga
aspectos cognitivos, afetivos e psicomotores.
6.2 Testes, Instrumentos e Técnicas de Avaliação
Na opinião de Mendes (2007, p. 93), a forma como o professor compreende e
conceitua o processo avaliativo interfere e se concretiza na construção das práticas
pedagógicas, especificamente na implementação das práticas avaliativas na
Educação Física. Medir tudo o que se aprendeu, sendo assim, é necessário que as
amostras analisadas sejam extensas e representativas do conjunto. Para tanto, as
técnicas e instrumentos a serem utilizados precisam ser variados, como: provas
objetivas, subjetivas, trabalhos, debates, gesto técnico (prática), entre outros, para
atingir o maior número de dados, tanto de natureza quantitativa como qualitativa.
A questão maior que permeia a avaliação das diversas dimensões é
selecionar quais os procedimentos, estratégias e instrumentos devem ser utilizados
pelo professor que podem auxiliá-lo na tarefa de avaliar a aprendizagem dos alunos
nas dimensões motoras, cognitiva e atitudinal.
Percebe-se necessário perante as atuais circunstâncias e reflexões
pedagógicas utilizar técnicas e instrumentos diversificados de avaliação, já que até
mesmo perante a lei é proibido que os educandos sejam submetidos a uma só
oportunidade de aferição. Em relação às diferentes modalidades de avaliação, de
acordo com Piletti (2000) e Sant’anna (1993), pode-se destacar três principais, a
avaliação diagnóstica, formativa e somativa (apud MENDES, 2005, p. 25 e 26).
Todavia, conforme a mesma autora, o observador deve ter algumas
capacidades e atitudes, como: capacidade de percepção; capacidade de atenção;
capacidade de memorização; capacidade de analisar; capacidade de generalizar;
capacidade de comunicação; honestidade intelectual; discrição; imparcialidade e
prudência.
Da mesma forma, esse instrumento é cercado de subjetividade, pois os
aspectos observados e mais considerados por um determinado professor pode
variar de outro professor da mesma disciplina e com a mesma formação. Isso
acontece, porque cada um percebe o aluno e seu desenvolvimento de sua ótica,
construída e estruturada por uma enorme diversidade de experiências adquiridas no
9
decorrer de toda a sua vida. No entanto, os critérios e o nível de exigência poderão
ser diferentes de professor para professor, o que um considera satisfatório, o outro
pode considerar regular ou até mesmo ótimo.
Nessa perspectiva, torna-se necessário que se defina claramente os
objetivos, determinando o foco de observação e delimitando o campo de
observação, ou seja, onde efetuar as observações e a quem observar, tornando o
instrumento o mais objetivo possível, ou seja, que não dependa apenas do ponto de
vista e da análise do próprio professor.
Com isso, o que mais preocupa os professores de Educação Física, aqueles
mais interessados com o desenvolvimento e aprendizagem dos educandos, sem
dúvida é de como justificar formalmente a nota alcançada por seu aluno. Em
atendimento ao sistema de ensino, no final de cada bimestre é necessário que o
conhecimento apropriado pelo aluno seja transformado em número.
Percebe-se dessa forma a necessidade de ao discutir o processo de
avaliação relacionar alguns testes existentes na literatura da área da Educação
Física, que podem contribuir na análise da evolução dos alunos pelo professor a
partir do momento em que são utilizados sem intenção de classificar ou comparar os
mesmos
elencando
os
melhores
ou
piores
da
turma,
mas
auxiliar
no
desenvolvimento da aprendizagem do educando. Os testes são relativos ao
conteúdo estruturante esporte, nas modalidades de basquetebol, voleibol e futsal
que podem servir de modelos, sendo adaptados se necessário ou conforme as
condições e necessidades do ambiente escolar.
6.3 Testes para Avaliar Fundamentos do Basquetebol
6.3.1 AGILIDADES E TESTES SEM BOLA
Autor: TRITSCHLER, Kathleen A. (2003, p. 386, 387 e 388)
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee
Escala de Avaliação de Basquetebol de Boetel (21)
Objetivo: O objetivo deste é avaliar o desempenho físico dos jogadores de
basquetebol em um jogo.
Procedimentos: A escala de avaliação (Figura 11-15) é utilizada por um
observador durante o jogo. Os avaliadores devem julgar cada um dos 17 itens em
uma escala de cinco pontos.
Resultados: Os valores para a escala de avaliação são: concordo totalmente
(CT), 5; concordo (C), 4; não concordo nem discordo (NN), 3; e discordo totalmente
(DT), 1. Os itens negativos são marcados invertendo-se a escala. O número total de
pontos é o resultado do jogador. O resultado máximo é 85 pontos.
10
Escala de Avaliação de Basquetebol de Boetel
Formulário de Resultados
JOGADOR_______________________________
DATA _______________
Orientações: Verifique (V) uma avaliação para o jogador em cada um dos 17 itens da escala,
utilizando as siglas abaixo. Os julgadores devem tentar avaliar cada item e escolher apenas
uma resposta para cada um. Um N na frente de um item indica uma afirmação negativa.
CT
CONCORDO TOTALMENTE que a afirmação descreve o jogador.
C
CONCORDO que a afirmação descreve o jogador.
NN
NÃO CONCORDO NEM DISCORDO que a afirmação descreve o jogador.
D
DISCORDO que a afirmação descreve o jogador.
DT
DISCORDO TOTALMENTE que a afirmação descreve o jogador.
Destreza de Arremessos e Movimentos Ofensivos
1. O jogador é preciso nos arremessos com
alinhamento apropriado do corpo e do braço de
arremesso.
2. Quando arremessa, o jogador tem uma
liberação da bola suave e com a mão
equilibrada.
3. O jogador ganha uma vantagem ofensiva
utilizando movimentos evasivos (fintas, cortes,
pivôs e dribles).
4. O arremessador arremessa quando está
desequilibrado e quando não dirigiu seu corpo a
cesta.
5. O jogador usa uma variedade de arremessos.
6. O arremessador pode ir tanto pela direita
quanto pela esquerda para arremessar de
forma bem sucedida a partir de um drible.
Movimentos defensivos
7. O jogador usa um posicionamento de defesa
apropriada para neutralizar os movimentos dos
oponentes no ataque.
8. O jogador trabalha de forma eficiente como
parte do plano de defesa total do time, estando
alerta para possíveis interceptações e
auxiliando os colegas na defesa.
9. O jogador bloqueia as tentativas de arremessos
feitas por seus oponentes.
Manejo de Bola
10. O jogador executa o drible com a cabeça e
ombros para cima e evita que a bola quique
muito alto.
11. Quando dribla a bola, o jogador usa qualquer
uma das mãos para mudar as direções e ainda
de forma eficiente.
12. Os passes são precisos e relativos a cada
situação (lançamento, picado ou reto).
Rebotes (ofensivos e defensivos)
13. Quando rebate o jogador salta com firmeza por
cima de um defensor posicionado.
14. O jogador é firme em obter o rebote.
Velocidade e Rapidez
15. O jogador mantém seu peso na ponta dos pés,
propiciando movimentos rápidos.
Controle do Corpo e Equilíbrio
CT
C
NN
D
DT
CT
C
NN
D
DT
CT
C
NN
D
DT
CT
C
NN
D
DT
CT
C
NN
D
DT
CT
C
NN
D
DT
11
16. O jogador mantém o controle corporal e o
equilíbrio executando de um trabalho de pés
apropriado.
Posicionamento Geral no Jogo
17. O jogador fica na posição correta no tempo
certo, de modo firme.
CT
C
NN
D
DT
TOTAL DE PONTOS (85 POSSÍVEIS) EXAMINADOR________________________________
FIGURA 11-15_______________
Formuláro de resultados para Escala de Avaliação de Basquetebol de Boetel.
(Reproduzida com permissão de Boetel N.A.; Factorial approach in the deveopment of a
basketball rating scale to evaluate players in a game situation. Tese de doutoramento,
Universidade da Carolina do Norte, Greensboro, 1976)
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 213 e 214)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: O Teste da Moeda Recipiente
O teste moeda-recipiente: (Fig. 80). O indivíduo fica de pé na linha de
partida de costas para os recipientes e com uma moeda em uma mão. Ao sinal de
partida ele se vira e corre em direção aos recipientes. Quando ele cruza a linha de
sinal é dado a ele um sinal de direção pelo examinador. Ele continua na direção do
recipiente indicado pelo sinal de direção e coloca a moeda no recipiente. O sinal de
direção é um dos três comandos: “vermelho”, “branco”, ou “azul”. O tempo gasto
entre um sinal de partida e o som da moeda batendo no recipiente é medido com um
cronômetro. O teste é repetido quatro vezes e o tempo total para cada um dos
quatro testes constitui o número de pontos. Ao testar um grupo de indivíduos seria,
talvez, melhor testar um de cada vez e isoladamente, de modo que a mesma
sequência de sinais de direção possa ser utilizada; por exemplo, vermelho, azul,
vermelho e branco. Desse modo, cada indivíduo seria testado sob condições
idênticas.
A contagem final de pontos é o número total dos segundos necessários para
executar cada um dos quatro testes.
12
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 214 e 215)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Corrida com desvios
Corrida com desvios (Fig. 81). O corredor começa em A e segue o caminho
indicado pelas linhas tracejadas até que retorne novamente ao ponto A. O indivíduo
deve percorrer o caminho marcado duas vezes, sem parar. O número de pontos é
registrado até o décimo de segundo mais próximo. Uma única tentativa é permitida.
Autor: DAIUTO, Moacyr. (1983, p. 292)
Obra: BASQUETEBOL: metodologia do ensino.
Fundamentos: Tempo de reação
Objetivo (Fig. 58): Avaliar o tempo de reação.
Material: Cronômetro, três recipientes numerados de um a três (10 cm de
diâmetro e 10 cm de profundidade) e uma moeda.
Descrição: Com a moeda na mão, o executante parte da linha de fundo da
quadra e, ao chegar a linha central, recebe ordem para depositar a moeda em
determinado recipiente (1, 2 ou 3).
Contagem: Anota-se o tempo gasto entre a partida e o momento em que a
moeda é depositada no recipiente determinado pelo professor.
Permitem-se três tentativas, anotando-se o melhor resultado.
Considera-se anulada a tentativa em que a moeda não permanecer no
recipiente.
Algumas tabelas de pontos consideram que três (3) segundos ou menos
equivalem a 20 pontos e cinco (5) segundos ou mais, a zero (0) pontos,
estabelecendo ainda uma pontuação intermediária.
13
Autor: DAIUTO, Moacyr. (1983, p. 293)
Obra: BASQUETEBOL: metodologia do ensino.
Fundamentos: Trabalho dos Pés
Objetivo (Fig. 59): Avaliar a eficiência do trabalho dos pés.
Material: Cronômetro e um traçado no solo conforme esclarece o diagrama.
Descrição: Usando apenas a movimentação para frente, lateral e para trás
(sem cruzar as pernas ou passar um dos pés à frente do outro), o executante deve
tocar com um dos pés os pontos 1, 2 , 3 e 4 na ordem assinalada. Deve estar com
sua frente voltada sempre para o memso ponto (no diagrama pode-se notar a
localização do professor ou chefe do grupo).
Contagem: Partindo do ponto médio da cruz, o executante dirige-se para o
número 1 (movimentação para frente); em seguida para o ponto 2 (movimentação
14
para a esquerda); depois para o 3 (movimentação para a direita), de onde vai para o
número 4 (movimentação para trás) e, finalmente segue em direção ao ponto médio
da cruz (movimentação para frente), a fim dar continuidade ao teste.
Anota-se o número de vezes que o executante tocou os pontos mencionados,
descontando-se as ocasiões em que não for executada a “movimentação”.
Considera-se resultado muito bom (20 pontos) quando o executante tocar trinta e
oito (38) vezes ou mais os círculos ou pontos. Vinte seis (26) ou menos vezes é mau
resultado (0). É simples portanto, estabelecer uma tabela de pontos para o tempo de
1 (um) minuto.
38 círculos tocados
37 círculos tocados
36 círculos tocados
35 círculos tocados
34 círculos tocados
33 círculos tocados
32 círculos tocados
= 20 pontos
= 18 pontos
= 16 pontos
= 14 pontos
= 12 pontos
= 10 pontos
= 8 pontos
31 círculos tocados
30 círculos tocados
29 círculos tocados
28 círculos tocados
27 círculos tocados
26 ou menos
= 6 pontos
= 4 pontos
= 3 pontos
= 2 pontos
= 1 ponto
= 0 ponto
Autor: TRITSCHLER, Kathleen A. (2003, p. 385 e 386)
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee
Fundamentos: Movimentos Defensivos
MOVIMENTOS DEFENSIVO
Objetivo: O objetivo do teste é avaliar a habilidade em movimentos
defensivos.
Marcação na Quadra: Os perímetros do teste são marcados pela linha de
arremesso livre, pela linha de fundo atrás da cesta e pelas marcações da zona de
rebote, as quais são marcadas em seções por um quadrado e duas linhas. Apenas a
linha média (marcação da zona de rebote) é um ponto de alvo para este teste. Os
pontos adicionais fora dos quatro cantos da área devem ser marcados com fitas no
ponto A, B, D e E (Figura11-13).
Procedimentos: São dadas três tentativas. A primeira é uma tentativa de
prática; as outra duas são cronometradas para registro. O examinado inicia no ponto
A, distante da cesta. Ao sinal “pronto, vá”, ele corre lateralmente para a esquerda
sem cruzar os pés e continua até o ponto B, toca o chão fora da zona com a mão
esquerda, executa um movimento de finta (Figura 11-14), corre lateralmente para o
15
ponto C e toca o chão do lado de fora da zona com a mão direita. O examinado
continua o percurso conforme foi determinado. A tentativa será interrompida e
repetida caso o examinado cruze seus pés durante a corrida lateral ou vire e corra,
caso não consiga tocar o chão do lado de fora da zona, ou execute o movimento de
finta antes de a mão tocar o chão.
6.3.2 ARREMESSOS
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 209 e 210)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Arremessos
Arremessos em trinta segundos: A jogadora fica de pé em qualquer posição que
ela escolha próxima à cesta, com uma bola em suas mãos. Ao sinal de “pronto, vai”
ela começa a arremessar e continua a fazê-lo até que o sinal de parar seja dado,
tentando realizar tantas quanto for possível dentro de 30 segundos. Se a bola já tiver
deixado as suas mãos quando o sinal de parar soar, a cesta conta ser for realizada.
São permitidas duas tentativas a cada jogadora.
Contagem de pontos: O número de cestas realizadas em 30 segundos é o
número de pontos para cada tentativa. É considerada a melhor das duas tentativa de
cada jogadora.
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 210, 211)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Arremessos
O Teste de Habilidade de Johnson para o Basquetebol
Esse teste de basquetebol, para os rapazes do curso secundário, é composto
de 3 itens: teste de velocidade quadra-cesta, arremesso de basquete de precisão e
os dribles. Johnson determinou a validade primeiramente dividindo a amostra de seu
teste em dois grupos. Os que pertenciam à equipe foram chamados de grupo “bom”,
enquanto que os que não faziam eram citados com grupo “fraco”. O método de
correlação bisserial permitiu a Johnson determinar a relação entre o número de
pontos do teste e a composição da equipe. O coeficiente resultante de validade da
16
bateria de testes, com 50 rapazes do grupo “bom” e 130 rapazes do grupo “fraco”,
foi 0,880. A confiabilidade da bateria de testes foi calculada como sendo 0,890.
Aplicação do teste
Teste de velocidade quadra-cesta: O indivíduo assume qualquer posição
que ele deseje embaixo da cesta. Ao sinal “vai” ele começa a realizar arremessos do
tipo “bandeja” tão rapidamente quanto possível para um período de 30 segundos.
Conta-se ponto para cada cesta.
Arremesso de precisão: Um alvo (Fig. 76) é pendurado ou marcado em um
paredão. Três retângulos, um dentro do outro, aparecem no alvo; os seus tamanhos
são 18 x 12 m, 12 x 7 m e 6 x 3 m. O alvo é colocado no paredão, com o
comprimento dos retângulos paralelo ao solo e a parte inferior do retângulo maior a
35,56 cm do solo. É permitido ao indivíduo 10 tentativas a uma distância de 12 m do
alvo, utilizando ou um arremesso de gancho ou um tipo da baseball. O número total
de pontos é realizado nas 10 tentativas como segue: três pontos para o retângulo
interno; dois pontos para o intermediário e um ponto para o retângulo externo e a
linha.
Autor: DAIUTO, Moacyr. (1983, p. 294 e 295)
Obra: BASQUETEBOL: metodologia do ensino.
Fundamentos: Arremessos a Cesta
Meia Distância, de frente
Objetivos: Avaliar a habilidade para arremessos à cesta, de um ponto
determinado.
Material: Aro e bola nas medidas oficiais.
Descrição: Da extremidade esquerda da linha de lances livres (do lado de
fora do círculo), o jogador, usando qualquer estilo, executa quinze arremessos, em
três séries não consecutivas. Permite-se um arremesso de prática.
Contagem: Dois pontos por cesta convertida e um ponto por arremesso que
apenas toque a parte superior do aro.
Soma-se os pontos obtidos nas três séries.
17
Variação: Com contagem em separado, executar arremessos da outra
extremidade da linha de lances livres.
Meia distância, de lado
Objetivos: Avaliar a habilidade para arremessos à cesta, de um ponto
determinado.
Material: Aro e bola nas medidas oficiais.
Descrição: Paralelamente à linha de fundo, a seis metros da cesta, o jogador
executa dez (10) arremessos de cada lado, usando qualquer estilo. Permite-se um
arremessos de prática, de cada lado.
Contagem: Dois pontos por cesta convertida e um ponto por arremesso que
apenas toque a parte superior do aro.
Soma-se os pontos obtidos nas duas séries.
Lances Livres
Objetivos: Avaliar a habilidade para os lances livres.
Material: Aro, bola e traçado da linha de lances livres nas medidas oficiais.
Descrição: De acordo com as regras, o jogador executa vinte (20) lances
livres, em quatro (4) séries não consecutivas. Não se permite prática.
Contagem: Anotam-se os pontos feitos em cada série, somando-se os no
final.
Arremessos rápidos
Objetivos: Avaliar a habilidade para arremessar rapidamente em baixo da
cesta.
Material: Quadra, aro e bola nas medidas oficiais. Cronômetro.
Descrição: Colocado em baixo da cesta, e movimentando-se à vontade, o
jogador executa, com a maior rapidez possível, arremessos com uma ou ambas as
mãos, durante trinta (30) segundos. O tempo é anotado desde o sinal de “já”, até o
de “cessar”. Permite-se praticar.
Contagem: O jogador tem direito a duas tentativas, anotando-se o número de
cestas convertidas em cada uma delas. Prevalece o melhor resultado.
Variação: Iniciar, partindo de um lance livre.
Autor: TRITSCHLER, Kathleen A. (2003, p. 378, 379 e 380)
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee
Fundamentos: Velocidade de Arremessos
VELOCIDADE DE ARREMESSO
Objetivo: O objetivo deste teste é avaliar a habilidade de arremessar
rapidamente de posições especificadas e indiretamente, a agilidade e o manejo de
bola.
Marcações da Quadra: Como mostrado na Figura 11-8, são colocados cinco
marca com 61 cm de comprimento e 2,5 cm de largura sobre o chão. Para a 5ª e a
6ª série, as marcas ficam a 2,7 m da tabela; para a 7ª e a 8ª série e o 1º colegial, as
marcas ficam a 3,6 m da tabela; para o 2º colegial até a universidade, a 4,6 m da
tabela. As distâncias da marca B, da C e da D devem ser medidas a partir do centro
18
da tabela; aquelas para o ponto A e o E devem ser medidas a partir do centro da
cesta.
Procedimentos: Os examinados realizam três tentativas de sessenta
segundos cada um. A primeira é uma tentativa de prática; as duas próximas são
registradas. O examinado fica em pé atrás de qualquer marcador designado para
seu nível de idade. No sinal de “pronto”, “vá”, o examinado arremessa, recupera a
bola, dribla e arremessa de outro ponto determinado. Um pé deve estar atrás da
marca durante cada tentativa. Deve-se tentar um máximo de quatro saltos durante
cada tentativa, mas não podem ser dois sucessivos. Além disso, o examinado deve
tentar pelo menos um arremesso de cada ponto determinado. Ele continua até que
lhe seja dado um sinal de parar.
Resultados: São dados dois pontos para cada arremesso convertido. É dado
um ponto para cada arremesso mal sucedido que bate no aro por cima, no início ou
depois de um rebote da tabela. Se ocorrer uma infração no manejo da bola ( por
exemplo, andada, duas saídas), o arremesso que se suceder à infração será
marcado como zero ponto. Se são dados dois saltos sucessivos, os extras são
marcados com o valor zero. Se um examinado não arremessar de todos os pontos
determinados, a tentativa deverá ser repetida. O resultado final é o total de duas
tentativas dentro das regras.
6.3.4 DRIBLE E ARREMESSO
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 213)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
19
Fundamentos: Drible e Arremesso
Drible e Arremesso: (Fig. 79). É seguido o mesmo procedimento exigido no
teste de velocidade do drible, com exceção de que são utilizados três obstáculos ao
invés de quatro e que o indivíduo deve realizar uma cesta antes de retornar. Se ele
falha em realizar uma cesta na sua primeira tentativa ele deve continuar
arremessando até que tenha sucesso. Pode ser utilizado qualquer tipo de
arremesso; contudo, a bandeja com uma mão parece ser o mais apropriado. A
contagem é o número de segundos necessário para completar o teste.
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 209)
Obra:Medida e avaliação em EducaçãoFísica
Fundamentos: Drible e Arremessos
20
Figura 74. Marcações no solo para o teste de drible e arremesso.
Aplicação dos itens do teste. Drible e arremesso. O equipamento consiste
de duas cadeirasa, duas bolas de basquete, um cronômetro, uma tabela e arco
oficiais e um desenho no solo como mostrado na figura 74.
Em cada lado da cesta, em um ângulo de 45°, é traçada uma linha pontilhada
de 5,40 m a partir do centro da linha de fundo. Perpendicular à linha de 5,40 m, uma
linha de 60,96 cm é adicionada. Partindo de um ponto 0,30 m para trás da linha de
5,40 m e 76,20 cm para fora desta, linhas adicionais de 45,72 cm é colocada uma
cadeira com uma bola.
Um pegador de bola fica de pé atrás de cada cadeira e recoloca a bola na
cadeira após cada passe do indivíduo.
O indivíduo inicia na linha de 60,96 cm no lado B da cesta. Ao sinal “vai” do
cronometrista, o indivíduo pega a bola da cadeira, quica, arremessa, recupera o
rebote e passa a bola de volta ao pegador em B. Ele corre imediatamente para A,
pega a bola da cadeira e repete a sequencia, passando o arremesso recuperado de
volta ao pegador A. (Este procedimento é repetido, alternando cinco vezes em cada
lado, perfazendo um total de dez arremessos.) Cada quique de bola deve ser
iniciado de trás da linha de 60,96 cm no lado apropriado. O cronometrista registra o
tempo desde o sinal “vai”, anotando e registrando todas as infrações. O
cronometrista de número de pontos registra os pontos realizados nos arremessos da
cesta, mantém um registro do número de arremessos e notifica o cronometrista com
relação ao nono arremesso.
Infrações: As infrações são; correr com a bola, dois dribles, e falhar em partir
detrás da linha de 60,96 cm.
Contagem de pontos: O número de pontos combina tempo e precisão.
1. O tempo mais próximo do décimo de segundo a partir do sinal “vai” até o
indivíduo pegar a bola após o décimo arremesso à cesta.
2. O número de pontos para precisão de arremesso segue as seguintes
bases: dois pontos para cestas realizadas, um ponto quando tocar no aro
21
mas não entrar na cesta, nada quando não tocar nem na cesta nem no
aro.
3. Para qualquer infração é adicionado um segundo ao tempo total.
Contagem de pontos final: O número de pontos do tempo e da precisão são
combinados para cada tentativa, como descrito anteriormente. O número de pontos
final do indivíduo é a soma das duas melhores em três tentativas completas, sendo
dados pelo menos dois minutos de intervalo entre elas.
6.3.5 DRIBLE
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p.211)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Drible
Teste de drible: Colocar cadeiras ou obstáculos como mostrado na Fig. 77.
A linha de partida é colocada a 3,60 m do primeiro obstáculo. São colocados mais
três obstáculos em linha, com 1,80 m entre eles. O indivìduo começa na linha de
partida, que tem 1,80 m de comprimento. Ele dribla através do caminho prescrito tão
rapidamente quanto possível em 30 segundos. O número de pontos do jogador é o
número de obstáculos ou cadeiras que ele passa em 30 segundos.
Os três testes podem ser calculados como uma bateria, somando-se o
número de pontos nos três testes após eles terem sido classificados.
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p.212)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Drible
O Teste de Knox para o Basquetebol
O teste de Knox¹³ consiste de quatro itens: drible-arremesso, velocidade do
drible, moeda-recipiente e velocidade do passe. A confiabilidade dos itens do teste
foi determinada pelo método de teste e reteste, utilizando-se de 50 rapazes do
secundário. Os coeficientes de correlação encontrados são os seguintes:
ÍTEM DO TESTE
Drible-arremesso
Velocidade do drible
Moeda-recipiente
CORRELAÇÃO
0,579
0,71
0,904
22
Velocidade do passe
Contagem total
0,784
0,88
Na determinação da validade, o teste foi aplicado a 260 rapazes de oito ligas
da divisão “B” de escolas secundárias. O critério estabelecido foi o sucesso em se
tornar um membro de um grupo de 10 rapazes levados por cada escola ao torneio
estadual. O teste foi aplicado durante a segunda semana de prática de basquetebol.
Os resultados do estudo foram os seguintes: (1) Jogadores da representação
desportiva, com duas exceções, fizeram uma contagem total de 46 segundos ou
melhor. (2) De 138 rapazes que fizeram uma contagem de 46 segundos ou melhor,
66 eram jogadores e 72 não eram jogadores. (3) Vinte e quatro jogadores e somente
um que não era jogador fizeram contagem de 38 segundos ou melhor. (4) De 24
jogadores que fizeram 38 segundos ou melhor, 20 eram membros da equipe
principal e quatro eram reservas. (5) As 10 melhores contagens totais em cada
escola foram obtidas por 10 rapazes que eram jogadores e as cinco melhores
contagens totais foram obtidas por membros da equipe principal. (6) Knox, utilizando
a contagem total dos quatro itens do teste, previu 61 dos 66 membros do grupo e 29
dos 36 membros da equipe principal.
Aplicação do teste: O equipamento necessário inclui sete obstáculos (cadeiras
podem ser utilizadas), uma bola de basquete inflada 13 libras, um cronômetro e três
recipientes de metal, um pintado de azul, outro de vermelho e um de branco (latas
de café podem ser utilizadas).
Velocidade do drible: (Fig. 78). O indivíduo coloca a bola na linha de partida
e em seguida fica de pé atrás desta com as mãos sobre os joelhos. Ao sinal de “vai”
o indivíduo pega a bola e vai e volta driblando ao longo das cadeiras (obstáculos)
como indicado na Fig. 79. O cronômetro é acionado ao sinal de “vai” e é parado
quando o indivíduo retorna à linha de partida e chegada. A contagem é o número
total de segundos a partir do comando “vai” até que o indivíduo retorne à linha de
partida e chegada.
Autor: DAIUTO, Moacyr. (1983, p. 299 e 300)
Obra: BASQUETEBOL: metodologia do ensino.
Fundamentos: Drible
Drible
23
Objetivos: Avaliar a habilidade para driblar.
Material: Bola oficial, cronômetro e seis (6) cadeiras assim dispostas: a
primeira, a 1,50 m da linha de partida e as demais com intervalos de 2,50 m entre
elas.
Descrição: Ao sinal, o jogador inicia o percurso, partindo de trás da linha e
começando pelo lado direito da primeira cadeira, segue driblando com mudanças de
direção, de modo a passar de um e outro lado de cada uma das cadeiras; a volta é
feita de mesmo modo.
Contagem: Anota-se o tempo consumido entre o sinal de partida e o
cruzamento da linha após todo o percurso. Devem ser feitas duas tentativas,
anotando-se ambos os resultados; prevalece, porém, o melhor tempo obtido.
Variação: a) determinar ou não a necessidade de ultrapassagem do
obstáculo com drible executado pela mão oposta; b) reduzir a distância entre as
cadeiras ou aumentar o número destas; c) usar óculos especiais, obrigando o
jogador não olhar a bola.
Drible
Objetivos (Fig. 61): Avaliar a habilidade para driblar.
Material: Bola oficial, cronômetro e dezesseis clavas ou garrafas dispostas de
acordo com o indicado no diagrama.
Descrição: Seguindo a direção indicada, o aluno fará todo o percurso de ida
e volta (comprimento do campo), driblando em torno das clavas.
Contagem: Anota-se o tempo gasto, acrescentando-se um segundo por clava
derrubada. Devem ser feitas duas tentativas, anotando-se ambos resultados;
prevalece, porém, o melhor tempo obtido.
Algumas tabelas já organizadas concedem vinte (20) pontos ao jogador que
fizer todo o percurso em 54 segundos ou menos, e zero (0), àquele que consumir 1
minuto e 32 segundos ou mais, estabelecendo ainda a pontuação intermediária.
Variação: a) determinar ou não a necessidade de ultrapassagem do
obstáculo com drible executado pela mão oposta; b) reduzir a distância entre as
cadeiras ou aumentar o número destas; c) usar óculos especiais, obrigando o
jogador não olhar a bola.
Autor: TRITSCHLER, Kathleen A. (2003, p. 382, 383 e 384)
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee
24
Fundamentos: Controle do Drible
Controle do Drible
Objetivo: O objetivo deste teste é avaliar a habilidade de manejo de bola
enquanto o corpo se movimenta.
Organização da Quadra: Como mostrado na Figura 11-12, é marcado um
percurso de obstáculos com seis cones estabelecidos na zona de lance livre.
Procedimentos: São dadas três tentativas cronometradas. A primeira é uma
tentativa de prática; as duas últimas são registradas. O examinado, o qual tem uma
bola, toma uma posição com o cone A próximo da mão não dominante. Ao sinal
“pronto, vá”, o examinado dribla com a mão não-dominante para o lado nãodominante do cone B. Ele então segue o percurso utilizando a mão preferida,
mudando as mãos conforme considerar apropriado. Se o controle é perdido, o
examinado recupera a bola e continua do ponto no qual o controle foi perdido. A
tentativa será interrompida e repetida caso ocorra uma infração na condução da
bola, o examinado ou a bola permaneça fora do cone ou o examinado não consiga
iniciar no ponto do percurso no qual o controle foi perdido.
Resultados: O resultado de cada tentativa é o tempo total para completar o
percurso de forma regulamentar. O relógio é iniciado no sinal de partida e parado
quando ambos os pés cruzam a linha de chegada. Os resultados são registrados
para o 0,1 segundo mais próximo para cada tentativa. O resultado final é a soma de
duas tentativas regulamentares.
Figura 11-12
a) Controle de drible com a mão direita.
Figura 11-12
b) Controle de drible com a mão esquerda.
25
6.3.6 PASSES
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 210)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Passes
O passe de peito com ambas as mãos: O alvo é mostrado na fig. 75. A
avaliada, com uma bola de basquete na mão, fica de pé atrás de uma linha traçada
a 3 m do alvo. Ao sinal “vai” ela realiza um passe de peito com ambas as mãos na
direção do alvo, recuperando a bola no rebote (tanto no ar como após o quique),
continua a realizar passes até que o tempo termine. O seu número de pontos ao
final de meio minuto representa o total d seus “golpes” no alvo. O círculo interno
conta 5, o círculo médio 3 e o círculo externo 1. Uma bola que toque na linha, conta
para o circulo de dentro. Qualquer arremesso que toque na parte externa do círculo
grande é registrado como zero.
Regras
1. O tempo é computado a partir da palavra “vai”, quando o cronômetro é
acionado, até a palavra “pare”, ao final dos 30 segundos. Não é contado
nenhum ponto após a palavra “pare” ter sido dada. O número de pontos
registrado é o número total de pontos realizados em 30 segundos.
2. A avaliada deve manter durante todo o tempo ambos os pés atrás da linha
de passe, conquanto ela possa ultrapassá-la a fim de pegar a bola. Não
são contados pontos no passe em que a regra seja violada.
3. São permitidas duas tentativas e é registrado o melhor número de pontos.
O uso principal deste teste específico, como indicado pelo autor, é par auxiliar
os professores no currículo profissional de Educação Física a julgar a
adequação das realizações do seu estudante às habilidade de basquetebol.
Também pode ser de auxílio aos estudantes para um diagnóstico de suas
potencialidades e deficiências no basquetebol.
26
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p.212 e 213)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Passe
Velocidade do Passe: Uma linha é marcada no solo a 1,5 m do paredão e
paralela a este. O indivíduo fica de pé atrás da linha e recupera 15 vezes a bola de
basquete do paredão tão rapidamente quanto possível, utilizando o passe de peito.
A contagem é o número de segundos a partir do sinal de “vai” até que a bola toca o
paredão pela décima quinta vez. Se qualquer rebote exigir que o indivíduo dê mais
de um passo para recuperar a bola, o teste é repetido.
Autor: DAIUTO, Moacyr. (1983, p. 296, 297 e 298)
Obra: BASQUETEBOL: metodologia do ensino.
Fundamentos: Passes
Velocidade de passes
Objetivos: Avaliar a habilidade para executar passes rapidamente.
Material: Bola oficial e uma parede de superfície lisa.
Descrição: Colocado atrás de uma linha paralela à parede, distante 2,50
metros desta, o jogador executa vinte vezes consecutivas, qualquer tipo de passe,
obedecendo a seguinte orientação:
a) Todos os passes devem ser feitos atrás da linha;
b) A bola não pode ser apenas batida, deve ser recebida e passada;
c) Perdendo o controle da bola, o jogador pode recuperá-la e continuar a
execução dos passes até completar vinte, desde que os execute sempre
atrás da linha;
d) A bola pode tocar qualquer ponto da parede.
Contagem: Anota-se o tempo (em segundos e fração), consumido entre o
primeiro e o vigésimo toque de bola na parede.
Variação:
27
a) Delimitar a área em que a bola deve tocar a parede;
b) Aumentar a distância entre a linha e a parede;
c) Predeterminar o tipo de passe a ser executado.
Precisão de passe com uma das mãos
Objetivos: Avaliar a precisão (pontaria) na execução do passe com uma das
mãos.
Material: a) Bola oficial; b) parede de superfície lisa na qual são traçados três
(3) círculos concêntricos com 50 cm, 1 m e 1,50 m de diâmetro, cujo centro está a
1,75 m do solo; c) linha paralela ao alvo, a 10 metros do mesmo.
Descrição: Colocado atrás da linha paralela ao alvo, o jogador executa dez
(10) passes com uma das mãos. Permite-se praticar.
Contagem: Anotam-se três (3) pontos para cada passe que atingir o círculo
central, dois (2) o círculo médio e um (1), o externo, sendo considerada a contagem
menor quando a bola tocar a linha. O resultado de cada passe deve ser anotado,
mas no final deve ser feita a soma dos pontos obtidos.
Variações: a) predeterminar o tipo de passe a ser executado; b) permitir ou
não a corrida antes do passe; c) executar o passe com a mão direita e a esquerda,
anotando os resultados separadamente.
Precisão de passes com ambas as mãos
Objetivos: Avaliar a precisão na execução dos passes com ambas as mãos.
Material: a) bola oficial; b) parede de superfície lisa na qual são traçados três
círculos concêntricos iguais aos do teste anterior; c) linha paralela ao alvo, a 7,50 m
do mesmo.
Descrição: Colocado atrás da linha paralela ao alvo, o jogador executa dez
(10) passes de peito com ambas as mãos. Permite-se praticar.
Contagem: Anotam-se três (3) pontos para cada passe que atingir o círculo central,
dois (2) o círculo médio e um (1), o externo, sendo considerada a contagem menor
quando a bola tocar a linha. O resultado de cada passe deve ser anotado, mas no
final deve ser feita a soma dos pontos obtidos.
Variação: Usar o passe de cima da cabeça ou ombro com ambas as mãos.
Velocidade e precisão de passes
Objetivos (Fig. 60): Avaliar a habilidade para a execução de passes com
rapidez e precisão.
Material: Bola oficial, cronômetro e parede de superfície lisa na qual são
traçados quatro quadrados a uma distância de um metro um do outro; em cada um
desses quadrados, cuja borda inferior está a um metro do solo, são traçados dois
outros: um, médio, com 60 cm de lado e outro, interno, com 30 cm de lado.
Paralelamente à parede, e a três metros da mesma, deve ser traçada uma linha no
solo.
Descrição: Do ponto de partida, o executante movimenta-se fazendo um
passe de peito com ambas as mãos em cada um dos quadrados (1º, 2º, 3º, 4º, 3º, 2º
e assim sucessivamente).
28
Contagem: Anota-se o número de pontos obtidos, de acordo com o seguinte:
três (3) pontos quando a bola atinge o quadrado menor; dois (2) para o médio e um
(1), para o quadrado maior.
As linhas são consideradas como pertencentes ao quadrado imediatamente
inferior, isto é, quando a bola toca na linha do quadrado número três, anota-se
apenas dois pontos e quando atinge a linha do segundo quadrado, considera-se
apenas um ponto. Pisar ou ultrapassar a linha dos três metros anula o passe feito.
Nos Estados Unidos é aceita a seguinte tabela de pontos:
110-109 pontos = 20 pontos
118-107 pontos = 19 pontos
106-105 pontos = 18 pontos
104-103 pontos = 17 pontos
102-101 pontos = 16 pontos
100- 99 pontos = 15 pontos
98- 97 pontos = 14 pontos
96- 95 pontos = 13 pontos
94- 93 pontos = 12 pontos
92- 91 pontos = 11 pontos
90- 89 pontos = 10 pontos
88-87 pontos = 9 pontos
86-85 pontos = 8 pontos
84-83 pontos = 7 pontos
82-81 pontos = 6 pontos
80-79 pontos = 5 pontos
78-77 pontos = 4 pontos
76-75 pontos = 3 pontos
74-73 pontos = 2 pontos
72-71 pontos = 1 ponto
70 ou menos = 0 ponto
Variação: a) predeterminar outro tipo de passe; b) permitir qualquer tipo de
passe; c) exigir movimentação lateral, etc..
29
Autor: TRITSCHLER, Kathleen A. (2003, p. 380, 381 e 382)
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee
Fundamentos: Passes
Passe
Objetivo: O objetivo deste teste é avaliar a habilidade de passe (passe de
peito) e recuperação da bola de forma precisa enquanto em movimento.
Marcações na Quadra: Como mostrado na Figura 11-9, são marcados seis
quadrados de 61 cm cada em uma parede lisa de forma que a base do quadrado
esteja a 91 ou a 152 cm do chão. Como se vê na Figura 11-10, os quadrados
adjacentes ficam 61 cm separados.
É marcada uma linha-limite no chão a 2,4 m da parede.
Procedimentos: São administradas três tentativas de trinta segundos cada. A
primeira é uma tentativa de prática; as duas últimas são registradas. O examinado
segura uma bola e fica em pé atrás da linha limite, voltado para o alvo à sua
esquerda. No sinal “pronto, vá”, o examinado realiza um passe de peito para o alvo
A, recupera o rebote enquanto se move para um local atrás do segundo alvo e atrás
da linha limite e, então, faz um passe de peito para o alvo B. Este padrão continua
até o alvo F ser alcançado, no qual são executados dois passes de peito; então o
30
examinado muda de direção e passa para o alvo E. A seqüência continua até ser
dado o sinal “pare”.
Resultados: Cada passe que toca o alvo ou as linhas do alvo conta dois
pontos. Cada passe que toca os espaços intermediários na parede conta um ponto.
Se um passe é feito de um ponto à frente da linha-limite, não são dados pontos. Se
os passes são feitos no alvo B, C, D ou E em sucessão, não são dados pontos para
o segundo passe. Se o passe não for de peito (Figura 11-11), não lhe são dados
pontos. O resultado final é o total das duas tentativas.
6.3.7 REBOTE
Autor: MATHEWS, Donald. K. (1980, p. 215)
Obra: Medida e avaliação em Educação Física
Fundamentos: Rebote no Paredão
Rebote do paredão: Um alvo retangular é pintado em um paredão de superfície
lisa, tendo 60 cm de largura por 1,20 m de altura com o limite inferior do retângulo
90 cm acima do solo. A 1,80 m do alvo no paredão o indivíduo ao comando de “vai”
lança a bola de basquete contra o alvo no paredão e agarra o rebote (sem que a
bola toque o solo após o rebote) tantas vezes quanto possível em dez segundos. A
bola deve tocar o paredão dentro dos limites do alvo retangular. O número de pontos
é o número de vezes que a bola é apanhada após rebote do paredão dentro de 10
segundos.
Autor: DAIUTO, Moacyr. (1983, p. 300 e 301)
Obra: BASQUETEBOL: metodologia do ensino.
Fundamentos: Rebote
Objetivo (Fig. 62): Avaliar a capacidade para a obtenção do rebote.
Material: Quadra e bolas oficiais, cronômetro e uma linha traçada
paralelamente à linha de fundo, a 1,50m da linha de lances livres.
31
Descrição: O executante, colocado atrás da linha de lances livres, atira a
bola à tabela e avança para apanhar o rebote. Recebendo a bola no ar, ele deve cair
entre a linha de fundo e a linha traçada a 1,50m da linha de lance livre; em seguida,
executará um giro, e modo a ficar de costas para a tabela e, driblando, irá para trás
da linha de lances livres, a fim de dar continuidade ao teste.
Contagem: Anota-se o número de rebotes obtidos em um minuto. O não
cumprimento de qualquer das exigências constantes da descrição implica na perda
do ponto correspondente ao rebote obtido.
Tabela de pontos adotada nos Estados Unidos:
21 rebotes ou mais
20 rebotes
19 rebotes
18 rebotes
17 rebotes
16 rebotes
= 20 pontos
= 18 pontos
= 16 pontos
= 14 pontos
= 12 pontos
= 10 pontos
15 rebotes
14 rebotes
13 rebotes
12 rebotes
11 rebotes
Menos de 11
= 8 pontos
= 6 pontos
= 4 pontos
= 2 pontos
= 1 pontos
= 0 pontos
1-Testes para o Voleibol
1.1- TESTE DE BRADY PARA O VOLEIBOL
Autor: Donald K.Mathews
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física
O teste de Brady é utilizado com homens universitários para os seguintes
propósitos:
1-Classificação; 2- Para determinar melhoria no ensino; 3- Como medida da
melhoria na habilidade; 4- Como uma base para avaliação.
O teste consiste de uma rebatida repetida contra um paredão, durante um
período de um minuto.
Para se realizar o teste é necessário ter uma parede lisa com uma linha
horizontal traçada com giz de 1,5m de comprimento estando a 3,45m acima do solo.
Deve-se traçar linhas verticais que se dirijam para cima em direção ao teto nas
extremidades da linha horizontal.
O indivíduo fica de pé onde deseja e começa o teste lançando a bola contra o
paredão. Quando a bola retorna ao jogador ele deve rebatê-la contra o paredão
dentro dos limites das linhas em giz, como descrito acima. Somente rebatidas
válidas são contadas. Se a bola foi agarrada ou sair fora de controle, ela retorna ao
32
jogo como no início do teste. Cronometra-se o tempo do jogador durante um minuto
e o número de rebatidas válidas executadas com sucesso, que batam dentro do
retângulo no paredão, são registradas como seu número de pontos.
1.2- TESTE DE RUSSELL-LANGE PARA O VOLEIBOL
Autor: Donald K. Mathews
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física
Esse teste foi estabelecido para uso com garotas do secundário. Ao
desenvolver uma bateria experimental os autores primeiramente examinaram a
literatura sobre testes em voleibol e selecionaram os itens do teste que pareciam ser
práticos para uso com este nível específico de idade. A bateria final de testes inclui
dois testes, originalmente usado por French e Cooper (contudo, com ligeiras
modificações): um teste para o saque e um teste de rebatidas repetidas.
Teste para o saque: Uma quadra com marcações especiais como mostra a
figura 84, é preparada. Dentro de cada uma das áreas marcadas estão números em
giz para indicar o valor do número de pontos das respectivas áreas.
O jogador que está sendo testado fica de pé atrás da linha de fundo na área
de saque e é permitido a ele realizar 10 saques para colocar a bola no alvo do outro
lado da rede. Qualquer saque válido é permitido e uma bola ‘’deixada ‘’ é sacada
novamente.
O número de pontos é o valor dos pontos do local em que a bola sacada cair.
Uma bola que caia sobre uma linha é registrada com o maior valor dentre as duas
áreas. Nos saques em que ocorram penalidades com os pés registra-se zero. São
permitidas duas tentativas, cada uma de 10 saques, e é registrada a soma dos
números dos pontos nnas áreas para a melhor tentativa.
Aparecem na referência 22 os quadros contendo números de pontos
escalonados para o teste de saque e de rebatidas repetidas. A soma do número de
pontos escalonados para os dois testes e utilizada como medida da habilidade de
jogar voleibol. Por meio do método de teste e reteste foram obtidos os coeficientes
de confiabilidade que variam de 0,870 a 0,915. A validade do teste foi determinada
através de classificações subjetivas dos jogadores realizadas por sete juízes. Os
coeficientes resultantes obtidos foram de 0,677 e 0,80 respectivamente para o teste
de saque e para o teste de rebatidas repetidas.
33
Teste de rebatidas repetidas: Marca-se no paredão uma linha de 3m de
comprimento na altura da rede, 2,24m acima do solo; outra linha de 3m de
comprimento é marcada no chão, paralela ao paredão e a uma distância de 0,90m.
Tantas vezes quanto desejado ou necessário; ela pode ser agarrada e colocada em
jogo com um lançamento, como no início do teste. Se a bola sai fora de controle, ela
deve ser recuperada pelo indivíduo e trazida de volta à linha de 0,90m para se
recolocada em jogo como no início.
O número de pontos é o número de vezes que a bola é claramente rebatida
(não lançada) de detrás da linha de 0,90m até sobre ou acima da linha de 2,24m
marcada no paredão. É registrado o número total de pontos para melhor de três
tentativas.
1.3- TESTE DE FRENCH-COOPER PARA O VOLEIBOL
Autor:Donald K. Mathews
Obra: Medida e Avaliação em Educação Física
O teste de French e Cooper foi designado para o uso com garotas do
secundário e consiste do teste de rebatidas e de um teste para o saque. A aplicação
dos itens do teste é o mesmo de como descrito no teste para o voleibol de RusselLange, com a seguinte exceção: no teste de rebatidas repetidas o indivíduo rebate a
bola durante 15 segundos, ao invés de 30 segundos. São permitidas 10 tentativas e
o número de pontos constitui a soma das cinco melhores tentativas.
French e Cooper, experimentando um certo número de itens do teste para o
voleibol, descobriram que a combinação do teste de rebatidas repetidas com o teste
para o saque gerava um coeficiente de validade de 0,811, utilizando-se uma
avaliação subjetiva de três juízes. Esses autores concluíram que, por causa da
simplicidade da aplicação e da contagem de pontos bem como pela, economia de
tempo e equipamento, esses testes devem ser recomendados como instrumentos de
ensino como podem ser utilizados para classificação e diagnóstico.
34
2- Bateria de Teste de Habilidades em Voleibol da Universidade do Estado da
Carolina do Norte
O objetivo desta bateria é avaliar as habilidades no saque de voleibol, passe
com antebraço e levantamento em situações semelhantes às de jogo.
Esta bateria é projetada para jogadores de voleibol em idade universitária de
ambos os sexos, em nível iniciante.
2.1-Saque
Autor:Tritschler,Kathleen A.
Obra:Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow e McGee
Objetivo:
O objetivo deste teste é avaliar a consistência e a precisão do saque por baixo ou
por cima.
Marcações na Quadra
A quadra é marcada como mostrado na figura 11-39.
Instalações Necessárias
Este teste requer uma quadra retangular de voleibol, com a rede a 2,43m e a antena
montada sobre a rede.
Equipamentos
Este teste requer bolas de voleibol, planilha para resultados e lápis.
Procedimentos
A partir da área de saque, o examinado tenta dez saques por cima ou dez por baixo.
Resultados
Os pontos são dados para cada uma das dez tentativas de saque. As bolas que
aterrissam sobre uma linha recebem o valor do ponto mais alto. Recebem zero de
pontuação saques que vão para fora das extremidades ou que batem na rede ou na
antena. O resultado do teste é a soma de todas as dez tentativas de saque. O
resultado máximo possível é quarenta.
35
2.2-Teste de Passe de Antebraço
Autor:Tritschler,Kathleen A.
Obra:Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow e McGee
Objetivo:
O objetivo deste teste é avaliar a precisão, a altura e a consistência no passe de
antebraço.
Marcações na Quadra
A quadra á marcada como mostrado na figura 11-40. Além das marcações, é
estendido um barbante a 2,44m de altura por cima da quadra, alinhado com a linha
de ataque.
Equipamentos
Este teste requer bolas de voleibol, 9,15m de barbante, dois postes com 2,44m de
altura, planilha para os resultados e lápis.
Procedimentos
O examinado recebe um total de dez tentativas de passe; cinco são dadas da
posição direita do fundo e cinco da posição esquerda do fundo. Para cada tentativa,
um lançador lança a bola por cima da rede para a área de recepção pretendida; ele
utiliza um lançamento com ambas as mãos por cima da cabeça. Os lançamentos alfeitos devem ser repetidos. O examinado usa um passe de antebraço para passar a
bola por cima do barbante de 2,44m e para dentro da área de alvo.
Resultados
36
São dados pontos de acordo com os valores do alvo. As bolas que aterrissam sobre
uma linha recebem o valor da pontuação mais elevada. Dá-se zero para passes
feitos com contato ilegal, para que batem ou vão por baixo do barbante e para que
vão por cima ou batem na rede. O resultado do teste é a soma dos pontos para as
dez tentativas. O resultado máximo possível é cinqüenta pontos.
2.3-Levantamento
Autor:Tritschler,Kathleen A.
Obra:Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow e McGee
Objetivo:
O objetivo deste teste é avaliar a consistência, a altura e a precisão dos
levantamentos.
Marcações na Quadra:
A quadra é marcada como mostrado na figura 11-41. Além das marcações na
quadra, é estendido um barbante a 3m de altura por cima da quadra e perpendicular
à rede.
Equipamentos:
Este teste requer bolas de voleibol, 3,5m de barbante, dois postes verticais de 3m,
planilha para os resultados e lápis.
Procedimentos:
O examinado inicia em um ponto a 1,8m da linha lateral direita e a 1,5m da rede.
Um lançador fica posicionado próximo do centro da quadra, a 3m da linha de fundo.
O lançador lança a bola por baixo para o examinado. Os lançamentos malfeitos
devem ser repetidos. O examinado tenta levantar a bola lançada acima do barbante
de 3m e dentro da área de alvo; ele realiza dez tentativas de levantamento.
Resultados:
São dados pontos de acordo com os valores dos alvos. As bolas que aterrissam
sobre uma linha recebem o valor da pontuação mais alta. Dá-se zero para contatos
ilegais, levantamentos que batem no barbante ou passam por baixo dele e
levantamento que passam por cima da rede ou batem nela. O resultado do teste é a
soma dos pontos para as dez tentativas. O resultado máximo possível é cinqüenta
pontos.
1 – Testes para Avaliar Goleiros:
1.1 - COORDENAÇÃO ÓCULO-MANUAL NO MANUSEIO DE DIFERENTES
TIPOS DE BOLA.
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: qualquer parte da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
Cinco arcos de alumínio em idênticas condições de uso;
Uma bola de medicinal de 3 kg;
Uma bola oficial de futebol de campo;
Uma bola oficial de futsal;
37
Uma bola de tênis,
Uma bola oficial de voleibol;
Uma lata de 18 kg, vazia, aberta na parte superior; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará dentro do arco Nº 5 com as pernas afastadas lateralmente,
sobre a lata;
Os arcos serão colocados conforme a figura Nº 1, numerados de 1 a 5;e
As bolas serão colocadas no centro de cada arco na seguinte ordem: no arco
1, a bola de medicinal, no arco 2, a bola de futsal, no arco 3 a bola de futebol de
campo, no arco 4, a bola de tênis, e no arco 5(central) será colocada a lata com a
bola de voleibol dentro dela.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
Dado o sinal para o início do teste, o goleiro tirará a bola de voleibol da lata
trocando-a pela bola medicinal;
Pegará novamente a bola medicinal que deverá trocar pela bola de futsal;
Deverá trocar todas as bolas deixando-as caírem dentro da lata e tirando-as
em seguida. Ao final a bola de voleibol deverá estar dentro da lata como no início;
Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo Gasto;
O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos arcos e da lata nos pontos estabelecidos;
Ao sinal para o inicio do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
goleiro colocar novamente a bola de voleibol dentro da lata;e
Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua equipe.
1.2 - COORDENAÇÃO ÓCULO-MANUAL PARA CONTROLAR BOLAS DE
DIFERENTES ESPORTES:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
38
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
Uma bola oficial de basquetebol;
Uma bola oficial de voleibol;
Uma bola oficial de tênis e;
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará dentro do círculo central da quadra;e
Ficará com as três bolas nas mãos para iniciar o teste.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o goleiro deixará uma bola cair de cada
vez e procurará na seqüência, com as palmas das mãos, fazê-las quicar
alternada e ininterruptamente;
b) Deverá mantê-las sob controle, ritmada mente;
c) Ele executará o teste duas vezes e será computado o tempo que ele
permanecer com as bolas sob controle;
d) Poderá executar o teste na seqüência que melhor lhe convier;
e) Ao sinal para o inicio do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o goleiro perder o controle de uma das três bolas; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
39
1.3 - COORDENAÇÃO ÓCULO-MANUAL NO MANUSEIO DE BOLAS EM
DESLOCAMENTO:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
Duas bolas oficiais de basquetebol, em idênticas condições de uso;
Duas bolas de tênis, em idênticas condições de uso;
Seis arcos de alumínio, em idênticas condições de uso;
Um banco de 2 m de comprimento por 70 cm de largura;
Três bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas, os arcos e o
banco; e
g) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará em pé sobre a linha de fundo, a 2m da linha lateral da
quadra;
c) Seis arcos serão colocados, em linha, mantendo a distância de 2m entre eles
a partir da linha de fundo;
d) Uma bola de tênis ficará junto ao goleiro na linda de fundo e as outras serão
distribuídas conforme a posição do arco: arco Nº 1 terá no seu interior uma
bola de basquetebol, arco Nº 2, uma bola de futsal, arco Nº3, uma bola de
tênis, arco Nº4, uma bola de basquetebol, arco Nº5, uma bola de futsal, e o
arco Nº6, ficará vazio; e
e) O banco ficará virado de lado,com seu assento voltado a 2 m para a terceira
bola de futsal,que estará a 1 m da linha divisória e a 4 m da linha lateral
esquerda da quadra.
40
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o inicio do teste, o goleiro pegará a bola de tênis com a
mão e deslocar-se-á até o arco Nº 1 onde deixará a bola de tênis e pegará a
de basquetebol e assim sucessivamente, deixando no arco Nº 6 a bola de
futsal;
b) Dali irá rapidamente até o outro lado da quadra, pegará a terceira bola de
futsal que lancará rasteira,com a mão,contra o banco e no seu retorno voltará
a pegá-la lançando-á para dentro da meta;
c) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
goleiro arremessar a bola de futsal ao gol, com a mão;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a re
colocação dos materiais nos pontos estabelecidos ;e
f) O goleiro poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a
sua equipe.
1.4 - AGILIDADE NA DEFESA DE BOLAS À MEIA ALTURA E RASTEIRA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
41
a) Quatro bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Duas sacolas plásticas penduradas com barbante ou sacola de nylon;
c) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão algumas bolas e ida do
goleiro;
d) Uma haste de madeira para ser fixada sobre o travessão; e
e) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no centro do gol, sobre a linha de fundo para iniciar o
teste;
c) Duas bolas serão pinduradas, uma à frente de cada trave a 50 cm de
distância e a 1,5m do chão; e
d) Outras duas bolas serão colocadas a 50 cm à frente de cada trave, no chão.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o goleiro deslocar-se-á até o ponto
assinalado à sua frente (2m) e, voltando à linha de fundo, irá até a bola Nº 1
que deverá espalmar com a mão esquerda, com o corpo estirado no ar. Dali
correrá até a bola Nº 2, que deverá, nas mesmas condições, espalmar com a
mão direita;
b) Da bola Nº 2 irá até a de Nº3, que caindo no chão deverá espalmar com a
mão esquerda e, finalmente, irá ate a bola Nº4 que deverá agarrar caindo no
chão;
c) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o goleiro agarrar a bola Nº 4;
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O goleiro poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada pela
equipe.
42
1.5 AGILIDADE NA DEFESA DE BOLAS À MEIA ALTURA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas;
Uma haste de madeira para ser fixada sobre o travessão;
Duas sacolas plástica penduradas por um barbante ou sacola de nylon; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no centro do gol, sobre a linha de fundo para iniciar o
teste; e
c) Uma bola será pendurada a 80 cm na frente de casa trave, ficando distante
1m do chão.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o goleiro deslocar-se-á e saltará (em
ponte) para espalmar a bola a sua direita;
b) Levantando-se, efetuará a mesma ação em relação à bola à sua esquerda;
c) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o goleiro tocar a mão na segunda bola;
43
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O goleiro poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a
sua equipe.
1.6 – AGILIDADE E COORDENAÇÃO NO MANUSEIO DAS BOLAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Três bolas oficiais de futsal. Em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas; e
c) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará em pé, encostado na trave esquerda do gol com as mãos
nos quadris; e
c) Três arcos serão colocados nos seguinte pontos: Nº1 sobre a junção da linha
de fundo com a linha de limitante da área da meta, do lado esquerdo do gol,
Nº2 na mesma posição do lado direito, e o Nº 3, sobre a marca de penalidade
máxima, sendo que no centro de cada arco está uma bola com a mesma
numeração.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o goleiro deslocar-se-á até o arco Nº 1,
de onde retirará a bola de futsal, irá até o arco Nº 2, fará a troca das bolas e
44
b)
c)
d)
e)
assim sucessivamente, ou seja, da bola Nº 1 à bola de Nº3 e dali fará o
mesmo trajeto até o arco Nº 1, onde deixará a bola que retirou do arco Nº2;
Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos arcos e as bolas nos pontos estabelecidos;
Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado no
momento em que o goleiro colocar a bola no centro do arco Nº1; e
Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
1.7 – AGILIDADES NA REALIZAÇÃO DE AÇÕES DEFENSIVAS, COM OS
PÉS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Três bolas oficiais de futsal. Em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas;
Três cones de plástico, em idênticas condições de uso; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará em pé, sobre a marca de cobrança de penalidade máxima
para iniciar o teste;
c) As três bolas estarão dispostas assim: Nº 1, a 10 m da linha de fundo e a 2m
da linha lateral esquerda da quadra, Nº3, a 10m da linha de fundo e a 2m da
linha lateral direita da quadra, e a Nº2, a 4m da marca de cobrança de tiro de
10m;e
d) Os cones estarão assim: o Nº1 dentro do gol a 20 cm da trave direita, o Nº2, a
1m da linha lateral esquerda e a 2m da linha divisória da quadra, enquanto
que o Nº3 estará a 3m da linha divisória, na direção da bola Nº2.
45
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para início do teste, o goleiro correrá até a bola Nº1 chutando-a
com o pé esquerdo na direção do cone Nº2, dali irá até a bola Nº2, que
chutará na direção do cone Nº3, com o pé direito, e, finalmente, irá até a bola
Nº3 que deverá chutar na direção do cone Nº1, dentro do gol;
b) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
c) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o goleiro chutar a bola Nº3; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
1.8 AGILIDADES NA REALIZAÇÃO DE AÇÕES DEFENSIVAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Três bolas oficiais de futsal. Em idênticas condições de uso;
b) Duas sacolas de plástico presas por uma corda; e
c) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no centro do gol, com os pés sobre a linha de fundo;
46
c) Duas bolas serão colocadas dentro das sacolas de plástico e penduradas a
30 cm do travessão, e de cada trave, nos ângulos superiores da meta (1 e 3);
e
d) Outra bola será colocada sobre a marca de penalidade máxima.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para início do teste, o goleiro deslocar-se-á para o lado direito
e, com a mão direita, tocará por baixo da bola Nº1 fazendo-a passar sobre o
travessão;
b) Feito isso, correrá na direção da bola Nº2 que deverá chutar, com o pé
dominante, para a quadra contrária e, em seguida, deslocar-se-á até a bola
Nº3 que, com a mão esquerda, deverá tocar por baixo, fazendo-a passar
sobre o travessão;
c) O goleiro executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo
gasto;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado
quando o goleiro tocar a 3 bola;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O goleiro poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
1.9 – AGILIDADE DE REALIZAÇÃO DE AÇÕES DEFENSIVAS COM OS PÉS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Três bolas oficiais de futsal. Em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas ;e
c) Um cronômetro.
47
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS
a) O goleiro estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no centro do gol e sobre a linha de meta para iniciar o
teste; e
c) As bolas serão colocadas nos seguintes pontos: Nº1, a 50 cm da trave direita,
Nº2, a 50 cm da trave esquerda, e abola Nº3, a 6m da linha de fundo, sobre o
ponto de cobrança de penalidade máxima.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para início do teste, o goleiro deslocar-se-á até a bola Nº1 que
deverá chutar, com o pé direito, para a linha lateral da quadra;
b) Em seguida irá até a bola Nº2 que deverá chutar com o pé esquerdo,também
para a linha lateral da quadra;
c) E por fim, irá até a bola Nº3 que deverá chutar com o pé direito, na direção da
meta do outro lado da quadra;
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos;
f) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o goleiro tocar a bola Nº3 ;e
g) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.0 – TESTES PARA AVALIAR DEFENSORES E ATACANTES
2.1 – CONDUÇÃO DE BOLA COM MUDANÇA BRUSCA DE DIREÇÃO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
48
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Uma bola oficial de futsal;
Fita adesiva para sinalizar o ponto onde a bola deverá estar;
Um cone de plástico; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola que deverá estar sobre a linha de fundo, a
2m da linha lateral direita da quadra;
c) A 1m da linha divisória, e a 2m da linha lateral direita será colocado o cone ;e
d) Sobre a linha divisória, a 1m da linha lateral direita haverá uma marca onde o
jogador encerrará o teste.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, com o pé
predominante, contornará o cone, voltará ao ponto inicial e, sem deixar de
conduzi-la, irá até a linha divisória onde a deixará no ponto estabelecido;
b) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
c) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar a quarta bola dentro do seu respectivo arco;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos materiais nos locais estabelecidos ;e
e) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
49
2.2 – CONDUÇÃO DE BOLA EM PERCURSOS VARIADOS:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central e linha divisória da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Uma bola oficial de futsal;
Seis cones de plástico, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar o ponto de início do teste ;e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola que estará na junção das linhas divisória e
lateral esquerda da quadra; e
c) Os seis cones serão distribuídos sobre a linha do círculo central, com as
mesmas distâncias entre si.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, com o pé
predominante, obedecendo o trajeto proposto na Figura 36;
b) Para terminar o teste ele deverá deixar a bola do outro lado da linha divisória,
onde irá reiniciá-lo;
c) Em seguida colocará a bola no ponto inicial, executará o teste pela segunda
vez, e será computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar a bola no ponto estabelecido; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a
equipe.
50
2.3 – CONDUÇÃO DE BOLA EM PERCURSOS VARIADOS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central e linha divisória da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Uma bola oficial de futsal;
b) Seis cones de plástico, em idênticas condições de uso;
c) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola que estará na junção das linhas divisória e
lateral esquerda da quadra; e
c) Os seis cones serão distribuídos sobre a linha do círculo central, com as
mesmas distâncias entre si.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, tocando-a com
os pés, alteradamente, obedecendo o trajeto proposto na Figura 34;
b) Para terminar o teste ele deverá deixar a bola do outro lado da linha divisória,
onde irá reiniciá-lo;
c) Colocará a bola no ponto inicial, executará o teste pela segunda vez, e será
computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar a bola no ponto estabelecido; e
51
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a
equipe.
2.3 - CONDUÇÃO DE BOLA EM PERCURSOS VARIADOS:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central e linha divisória da quadra oficial
de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Uma bola oficial de futsal e;
b) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola que estará na junção das linhas divisória e
lateral direita da quadra.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, tocando-a com
os pés, alteradamente, obedecendo o trajeto proposto, na Figura 35;
b) Para terminar o teste ele deverá deixar a bola do outro lado da linha divisória,
onde irá reiniciá-lo;
c) Colocará a bola no ponto inicial, executará o teste pela segunda vez, e será
computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar a bola no ponto estabelecido; e
52
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a
equipe.
2.4 - CONDUÇÃO DE BOLA EM PERCURSOS VARIADOS:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso; e
b) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola que estará na junção das linhas divisória e
lateral direita da quadra;
c) A outra bola ficará a 20 cm do lado esquerdo da linha divisória em relação ao
jogador.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, com o pé
dominante, obedecendo o trajeto proposto na figura 39;
b) Para terminar o teste ele deverá deixar a bola no ponto de cobrança de
arremesso de canto do outro lado da quadra;
53
c) Dali voltará ao ponto inicial, executará o teste pela segunda vez, e será
computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado
esquando o jogador deixar a bola no ponto estabelecido; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a
equipe.
2.5 - CONDUÇÃO DE BOLA ENTRE OBSTÁCULOS:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
Uma bola oficial de futsal;
Quatro traves com apoio em tripé (barreira);
Duas cordas de 5m de comprimento cada uma;
Um cone plástico;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão os materiais do teste; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará a 1m da corda;
A bola será colocada a 2m da linha divisória e a 3m da linha lateral da quadra;
A primeira barreira de 40 cm de altura estará à frente, a 3m da bola e a 1m da
linha lateral, enquanto que a segunda barreira de 50 cm de altura estará à
frente do centro da primeira, voltada para a linha lateral;
e) O cone estará a 1m à frente da segunda trave do gol; e
f) Haverá uma marca a 1m à frente da trave esquerda.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola até a primeira
barreira, onde tocará por baixo e passará por cima, retomará a posse de bola
e fará o mesmo na segunda barreira, irá até a marca à frente da primeira
trave, dali chutará a bola visando atingir o cone;
b) O jogador executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo;
c) O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação do material nos pontos estabelecidos;
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador chutar a bola em direção ao cone; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
54
2.6 - CONDUÇÃO DE BOLA ENTRE OBSTÁCULOS:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
Uma bola oficial de futsal;
Seis traves com apoio em tripé (barreira);
Três cordas de 5m de comprimento cada uma;
Seis cones de plástico, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão os materiais do teste; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
e)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará sobre a marca de cobrança de penalidade máxima;
A bola ficará posicionada a 1m à sua frente;
Todas as barreiras estarão a 40 cm do solo; e
A primeira barreira estará a 3m da bola, distanciadas entre si, também 3m, o
primeiro, o segundo e o terceiro cone ficarão a partir de 2m da terceira
barreira distanciadas entre sim em 1m, o quarto cone ficará a2m a direita do
terceiro e 1m a sua frente. Os dois últimos cones ficarão dentro do gol, um
deles junto à trave esquerda e outro a 50 cm do mesmo.
55
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á até a bola
tocando-a livremente sob as cordas, saltando uma delas;
b) Ao saltar a terceira barreira, recuperará a bola procurando conduzi-la por
entre os quatro cones, para finalmente chutá-la visando passá-la entre os
cones colocados dentro do gol;
c) O jogador executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo
gasto;
d) O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação do material nos pontos estabelecidos;
e) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador chutar a bola entre os cones, dentro do gol; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.7 - CONDUÇÃO DE BOLA ENTRE OBSTÁCULOS:
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
Cinco cones de plástico, em idênticas condições de uso;
Duas traves, com apoio em tripé (Barreira);
Uma corda de 3m de comprimento;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão os materiais;
Uma bola de futsal e;
56
f) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele ficará posicionado sobre a linha de fundo na junção com a linha da área
de meta na lateral esquerda da quadra;
c) A bola ficará a 6m da linha de fundo e a 3m da linha lateral esquerda da
quadra;
d) Os cones ficarão assim posicionados: Nº1, a 4m da linha lateral e a 50 cm da
linha divisória, Nº2, a 5m da linha lateral e a 1m da linha divisória, Nº3, a 6m
da linha lateral e a 1,5m da linha divisória, Nº4, a 7m da linha lateral e a 2m
da linha divisória, cone Nº5, a 7m da linha lateral e a 2m da linha de fundo; e
e) A barreira ficará entre os cones 4 e 5 a 3m do cone 5.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á até a bola e
conduzirá passando pelo lado direito do cone Nº1, deverá passá-la sob a
barreira e saltá-la continuando a condução passando pelos cones Nº2 ao Nº5;
b) Do cone Nº5 conduzirá a bola em linha reta e a deixará sobre a linha de fundo
contrária, no ponto estabelecido;
c) O jogador executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo
gasto;
d) O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação do material nos pontos estabelecidos;
e) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar a bola no ponto estabelecido para o seu encerramento; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
57
2.8 - CONDUÇÃO DE BOLA EM TRAJETÓRIAS VARIADAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central da quadra oficial de futsal
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Uma bola oficial de futsal; e
b) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará sobre a linha divisória da quadra próxima a linha do círculo
central; e
c) A bola será colocada na junção da linha divisória e do círculo central.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola contornando o
círculo central por fora, ao voltar ao ponto de partida, continuará conduzindo-a
sobre a linha divisória dentro do círculo e, finalmente, conduzindo-a pela
direita, acompanhando a linha circular por dentro, deixará a bola na junção da
linha divisória e do círculo central contrário;
b) O jogador executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo
gasto;
c) O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação da bola no ponto estabelecido;
58
d) Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar a bola no ponto estabelecido para o seu encerramento; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.9 – CONDUÇÃO DE BOLA EM TRAJETÓRIAS VARIADAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central da quadra de futsal e linha divisória da quadra.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições; e
b) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará sobre a junção da linha divisória e linha lateral esquerda
da quadra; e
c) A bola será colocada a 20 cm do lado direito da linha divisória e sobre a linha
lateral.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, com o pé
dominante, obedecendo o trajeto proposto na Figura 46;
b) Ao chegar ao outro lado, passará a bola na interseção das linhas divisória e
lateral direita da quadra, retornará sem ela ao ponto de partida e, com a
segunda bola, fará o mesmo pela segunda vez;
c) Será computado o menor tempo gasto nas duas execuções;
59
d) O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a
colocação da segunda bola no ponto estabelecido para o seu encerramento;
e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.10 – COORDENAÇÃO MOTORA E AGILIDADE NA CONDUÇÃO DA BOLA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Uma bola oficial de futsal;
b) Três bolas de tênis, em idênticas condições de uso;
c) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas; e
d) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola de futsal, que estará na junção da linha
divisória da quadra com a linha do círculo central; e
c) As bolas de tênis serão colocadas em distâncias iguais nas extremidades da
linha do círculo central.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola, com o pé
dominante, até a primeira bola de tênis, sem deixar a bola de futsal sair do
círculo, pegará a bola de tênis com a mão, continuará conduzindo a bola de
60
b)
c)
d)
e)
futsal, e repetirá o mesmo procedimento com a segunda e a terceira bola de
tênis e, ao retornar ao ponto inicial, deixará as três de tênis junto da de futsal,
no chão;
Ele executará o teste três vezes e será computado o menor tempo gasto;
Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador deixar as três bolas de tênis no chão, com a de futsal;
O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a re
colocação dos materiais nos locais estabelecida; e
O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.11– COORDENAÇÃO ÓCULO-PEDAL DESLOCANDO-SE COM A BOLA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
Três bolas oficiais de futebol de campo, em idênticas condições de uso;
Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Duas bolas de tênis, em idênticas condições de uso;
Seis arcos de alumínio, em idênticas condições de uso;
Um banco de 2 m de comprimento, por 50 cm de largura;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão os materiais; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará em pé sobre a linha de fundo, a 2 m da linha lateral da
quadra;
c) Seis arcos serão colocados, em linha reta, mantendo distância de 2 m entre
si, a partir da linha de fundo;
d) Uma bola de tênis ficará junto ao jogador, na linha de fundo e as outras serão
distribuídas conforme a posição dos arcos Nº 1, que terá no seu interior uma
bola de futsal, Nº 2, uma bola de futebol, Nº 3, uma bola de tênis, Nº 4, uma
bola de futsal, Nº 5, uma bola de futebol, e o Nº 6 ficarão vazio; e
e) O banco ficará virado de lado com o seu assento voltado para a bola de
futsal, que estará sobre a marca de cobrança de tiro de 10 m, a 3 m da linha
lateral esquerda da quadra.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá a bola de tênis, com o
pé dominante, até o arco 1 e, deixando-a ali, tirará a de futsal que conduzirá
até o arco 2 , onde a deixará e tirará a de futebol, que conduzirá até o arco 3,
61
b)
c)
d)
e)
f)
g)
deixando-a nele, retirando a de tênis, que conduzirá até o arco 4, e assim por
diante;
Irá até o sexto arco, colocará dentro dele a bola de futebol, retira-a
novamente e volta, repetindo os mesmos procedimentos anteriores, voltando
com a bola de tênis para junto da linha de fundo;
Ao chegar à linha de fundo, deixará ali a bola de tênis, correrá na direção da
bola de futsal e nela dará um toque fazendo-a bater contra o banco e, no seu
retorno, deverá chutá-la visando o fundo da meta contrária;
Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
Ao sinal para o início do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador chutar a bola de futsal ao gol;
O intervalo ente uma execução e outra será o tempo necessário para a re
colocação dos materiais nos locais estabelecida; e
O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.12 – COORDENAÇÃO NO TOQUE DE BOLA À MEIA ALTURA, EM
SEQUÊNCIA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Parte da quadra próxima de uma parede com 15 m de
comprimento.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Uma bola de borracha;
b) Giz de cor;
c) Fita adesiva para sinalizar o ponto de movimentação do jogador;
62
d) Seis arcos de alumínio, em idênticas condições de uso; e
e) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola, dentro da área demarcada, de frente para a
parede, 1 m antes do primeiro arco;
c) Seis arcos serão pendurados na parede, distanciados entre si 1 m, ficando a
parte de baixo deles a 80 cm do chão; e
d) A área de deslocamento do jogador ficará a 1,5 m da parede, tendo entre
uma linha e outra o espaço de 80 cm.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador pegará a bola com as mãos
deixando-a cair no chão;
b) Após o seu quique, ele deverá tocá-la com o pé dominante visando atingir o
centro dos aros, em seqüência;
c) O teste será válido se todas as bolas tocarem dentro deles;
d) Se o jogador for destro efetuará o teste para o lado direito, se canhoto, para o
lado esquerdo;
e) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto
para o desempenho da tarefa;
f) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para que o
jogador retorne, andando, ao ponto inicial do teste;
g) Ao primeiro toque na bola, o cronômetro será acionado e travado quando ela
tocar dentro do sexto arco; e
h) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
63
2.13 – COORDENAÇÃO EM TOQUES ALTERNADOS EM DUAS BOLAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Parte da quadra próxima de uma parede com 10 m de
comprimento.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Uma bola oficial de futsal;
Uma bola de tênis;
Fita adesiva para sinalizar o ponto de movimentação do jogador; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará de frente para a parede, distante dela a 1,5 m;
As bolas de tênis e de futsal ficarão à frente, próximas dos pés do jogador; e
Será traçada uma linha a 1,5 m entre a parede e o jogador.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador tocará a bola de tênis e; em
seguida, a de futsal contra a parede, procurando mantê-las em movimento
intercalado e, de preferência, retilíneo;
b) Ele poderá usar somente o pé dominante para tocar nas bolas;
c) Ele executará o teste duas vezes e será considerado o maior tempo que
conseguir manter as bolas em movimento uniforme e sob controle;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas no ponto estabelecido;
64
e) Ao primeiro toque na bola de tênis, o cronômetro será acionado e travado
quando o jogador não conseguir dar a devida seqüência nos toques nas duas
bolas; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.14 – COORDENAÇÃO NO TOQUE EM DIFERENTES TIPOS DE BOLA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Parte da quadra próxima a uma parede com 15 m de
comprimento.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Uma bola oficial de futsal;
Uma bola de tênis;
Nove cones de plástico, em idênticas condições de uso; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola, dentro da área demarcada. De frente para a
parede, 1 m antes do primeiro cone;
c) Nove cones serão colocados junto à parede, distanciados entre si, 1 m ; e
d) A área de deslocamento do jogador ficará a 1,5 m da parede tendo entre uma
linha e outra o espaço de 60 cm.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador tocará a bola de futsal com o pé
dominante, contra a parede entre um cone e outro, encerrando o teste
quando tocar na bola pela décima primeira vez;
b) Se o jogador for destro efetuará o teste para o lado direito, se canhoto, para o
lado esquerdo;
c) Terminado o teste com a bola de futsal, pegará a bola de tênis e fará o
mesmo com ela;
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto cm
cada bola, fazendo-se a comparação do tempo gasto com a bola de futsal e
com a de tênis;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para que o
jogador retorne, andando, ao ponto inicial do teste;
f) Ao primeiro toque na bola, o cronômetro será acionado e travado quando a
bola for tocada pela décima primeira vez, após o último cone; e
g) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
65
2.15 – CONTROLE DE BOLA PELO ALTO COM OBSTÁCULO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Qualquer parte da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Duas traves com apoio em tripé (barreira);
Uma corda de 5 m de comprimento;
Uma bola oficial de futsal; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará a 1 m da corda, com a bola nas mãos; e
c) A corda ficará presa nas duas traves a 40 cm do chão.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deixará a bola cair na direção do
pé dominante, controlando-a com no máximo dois toques;
b) Passará a bola por cima da corda e, em seguida, deverá saltá-la procurando
recuperar o controle da bola também com, no máximo, dois toques assim
sucessivamente;
c) Ele executará o teste duas vezes e será computado o maior tempo que ele
permanecer com a bola sob controle;
d) Ao sinal para o inicio do teste, o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador perder o controle da bola; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
66
2.16 – CONTROLE DE BOLA PELO ALTO COM OBSTÁCULO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Linha divisória da quadra oficial de futsal envolvendo o círculo
central.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
Uma bola oficial de futebol de campo;
Dois suportes de madeira com tripé para apoio (barreira);
Uma corda de 3 m de comprimento;
Uma fita adesiva para delimitar a área de deslocamento do jogador; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará a 1 m da corda, com a bola nas mãos;
c) A barreira será colocada sobre a linha divisória da quadra envolvendo o
círculo central;
d) A corda da barreira ficará a 80 cm do solo; e
e) A área de deslocamento do jogador será de 3 m para cada lado da corda.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
67
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deixará a bola cair no chão, dará
nela um toque por cima da corda com o pé dominante, saltando-a em
seguida;
b) Ele deverá tocar a bola por cima da corda, saltá-la de um lado para outro,
ininterruptamente;
c) Ele deverá executar o teste duas vezes e será computado o maior tempo que
conseguir manter a bola sob controle , dentro da área de deslocamento;
d) Ao sinal dado o cronômetro será acionado e travado quando o jogador perder
o controle da bola; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.16 – CONTROLE DE BOLA RASTEIRA COM OBSTÁCULO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Linha divisória da quadra oficial de futsal envolvendo o círculo
central.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
Uma bola oficial de futsal;
Dois suportes de madeira com tripé para apoio (barreira);
Uma corda de 3 m de comprimento;
Uma fita adesiva para delimitar a área de deslocamento do jogador; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
e)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará a 1 m da corda, com a bola nas mãos;
A barreira será colocada sobre a linha divisória da quadra envolvendo o
círculo central;
A corda da barreira ficará a 1 m do solo;
A área de deslocamento do jogador será de 3 m para cada lado da corda.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deixará a bola cair no chão, dará
nela um toque por baixo da corda com o pé dominante, e passará por cima;
b) Ele deverá tocar a bola por baixo da corda, passar por cima dela,tocar
novamente a bola por baixo da corda, e assim sucessivamente;
c) Ele deverá executar o teste duas vezes e será computado o maior tempo que
conseguir manter a bola sob controle dentro da área de deslocamento;
d) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador perder o controle da bola; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
68
2.17 – AGILIDADE PARA REALIZAR AÇÕES DEFENSIVAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Uma fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas;
Um cone de plástico;
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará a frente da trave direita da meta, sobre a linha da área de
meta;
c) A bola Nº 2 ficará a 5 m da linha de fundo e a 2 m da linha lateral, a Nº 1, a 10
m da linha de fundo e a 2 m da linha lateral; e
d) O cone ficará a 5 m na frente da bola Nº 1.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a)
b)
c)
d)
Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á até a bola Nº 1 e
dará nela um toque visando acertar o cone à sua frente;
Imediatamente girará e irá até a bola Nº 2 para chutá-la para fora da quadra;
Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos;
69
e)
Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando
o jogador chutar a bola Nº 2; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.18 – AGILIDADE PARA PASSAR A BOLA COM DESLOCAMENTO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Cinco bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Uma barreira;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas e a barreira; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no centro do gol, sobre a linha de fundo;
c) As bolas ficarão assim colocadas: Nº 1, a 14 m da linha de fundo na direção
da marca de penalidade máxima, Nº 2, a 12 m, Nº 3, a 10 m, Nº 4, a 8 m, e a
Nº5, a 6 m, enfileiradas; e
d) A 5 m da linha divisória da quadra, na direção do gol, ficará a barreira.
70
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador correrá até a bola Nº 1 e nela
dará um toque, rasteiro, na direção da parte interna da barreira, em seguida,
voltará, indo até a bola Nº 2, onde fará o mesmo, e assim sucessivamente até
a bola Nº 6;
b) As bolas números 1, 3 e 6, passará com o pé direito, e as bolas Nº 2 e Nº 5,
passará com o pé esquerdo;
c) Para que o teste seja considerado válido, todas as bolas deverão passar por
dentro da barreira;
d) O jogador executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo
gasto para a execução correta dos cinco passes;
e) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador tocar na quinta bola; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.19 – AGILIDADE PARA DESLOCAR-SE E EFETUAR O CABECEIO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
Uma bola oficial de futsal;
Um forca de madeira com 5 m de altura, com a parte superior igual a 1 m;
Uma corda de 3,5 m de comprimento;
Uma escada de abrir;
Fita adesiva para sinalizar o ponto onde se posicionará o jogador;
Um ajudante; e
Uma sacola plástica.
71
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Uma das pontas da corda ficará presa na ponta da forca;
Na outra ponta da corda estará presa a sacola com a bola no seu interior;
A forca ficará junto à trave esquerda com a ponta voltada na direção da outra
metade da quadra;
e) A escada ficará o mais longe possível (local máximo da chegada da bola) da
trave esquerda, na direção da bola;
f) O ajudante ficará sobre a escada com a bola nas mãos; e
g) Uma marca será feita a 7 m na frente da trave direita, onde o jogador ficará
posicionado.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á para o local de
chegada da bola, onde realizará um salto e nela tocará com a cabeça, na
direção do gol;
b) Ao sinal o ajudante soltará a bola de modo que ela possa chegar em idênticas
condições em todas as tentativas;
c) O jogador executará o teste cinco vezes e será computado o total de acertos
obtido;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos materiais nos pontos estabelecidos e do posicionamento do
testando,; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
72
2.20 – AGILIDADE PARA DESLOCAR-SE E CRUZAR A BOLA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
Uma bola oficial de futsal;
Forca de madeira com 5 m de altura, com a parte superior igual a 1,5 m
Uma corda de 4,5 m de comprimento;
Uma escada de abrir;
Fita adesiva para sinalizar o ponto onde se posicionará o jogador,
Um ajudante;
Uma sacola plástica; e
Uma cadeira (ou outro objeto qualquer).
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Uma das pontas da corda ficará presa na ponta da forca;
Na outra ponta da corda estará presa a sacola com a bola no seu interior;
A forca ficará junto à trave esquerda com a ponta voltada na direção da outra
metade da quadra;
A escada ficará o mais longe possível (local máximo de onde chegar à bola)
do lado esquerdo, na direção da bola;
O ajudante ficará sobre a escada com a bola nas mãos;
A cadeira ficará na direção do centro do gol, onde possa ser atingida pela
bola; e
Uma marca será feita a 7 m na frente da trave direita, onde o jogador ficará
posicionado.
73
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á para o local de
chegada da bola, onde deverá tocá-la com o pé direito, na direção da cadeira;
b) Ao sinal, o ajudante soltará a bola de modo que ela possa chegar em
idênticas condições em todas as tentativas;
c) O jogador executará o teste cinco vezes e será computado o total de acertos
obtido (acertar a bola na cadeira);
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos materiais nos pontos estabelecidos e do posicionamento do
testando; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.21 – AGILIDADE PARA DESLOCAR-SE EXECUTANDO DOIS FUNDAMENTOS
DESTINTOS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Uma forca de madeira com 5 m de altura, com a parte superior igual a 1,0m;
Uma corda de 4,5 m de comprimento;
Uma escada de abrir;
Um cone plástico;
Um cano que caiba na parte superior do cone, com 1,8 m de comprimento;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde serão posicionados os materiais;
Um ajudante; e
Uma sacola plástica.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará junto da bola, no círculo central;
Uma das pontas da corda ficará presa na ponta da forca;
A forca ficará junto à trave esquerda com a ponta voltada na direção da outra
metade da quadra;
O cone e o cano ficarão no ponto máximo onde possa chegar à corda do lado
direito do gol;
A forca ficará junto à trave direita, com a ponta voltada na direção da outra
metade da quadra;
Uma bola será colocada sobre o cone e a outra ficará no centro da quadra;
Determinar o ponto onde será posicionado o cone (1 m da linha de fundo com
uma lateral na direção do final da área de meta); e
Fazer uma marca de 1m paralela à linha de fundo e a 7 m da mesma.
74
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á em linha reta
conduzindo a bola e, ao chegar à marca à sua frente, deverá tocá-la na
direção do cone e deslocar-se-á na direção do local de chegada da outra
bola, para executar um chute de Voleio a gol;
b) O jogador executará o teste cinco vezes e será computado o total de acertos
obtido;
c) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos materiais nos pontos estabelecidos e do posicionamento do
testando; e
d) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.22 – AGILIDADE PARA CHUTAR A GOL, APÓS PASSES CONSECUTIVOS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Cinco bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas e os cones;
Um cone de plástico; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no ponto central da quadra;
75
c) Quatro bolas estarão colocadas assim: Nº1 a 5 m da linha divisória e a 4 m da
linha lateral, Nº 2, a 4 m da linha divisória e a 3 da linha lateral, Nº 3, a 6 m da
linha divisória e a 2 m da linha lateral, Nº 4, a 3 m da linha divisória e a 1m da
linha lateral;
d) A quinta bola será colocada na marca da cobrança de penalidade máxima; e
e) O cone será colocado a 2m da linha divisória, entre as bolas 2 e 3.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á e,
ininterruptamente, deverá efetuar, com o pé dominante, toque nas bolas 1 a
4, para o fundo da quadra,
b) Em seguida, retornará e, passando por trás do cone, irá até a quinta bola que
deverá chutar para dentro do gol;
c) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a quinta bola;
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.23 – AGILIDADE PARA CHUTAR A GOL, APÓS SIMULAR UMA TABELA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
76
a)
b)
c)
d)
Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Um cone de plástico;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas e o cone; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto à bola, Nº 1;
c) As bolas serão colocadas nos seguintes pontos: Nº 1, sobre a linha do círculo
central, na direção do centro da meta, Nº 2, na direção da trave esquerda da
meta e a 8 m da linha de fundo; e
d) O cone será colocado a esquerda, sobre a linha da área de meta fazendo
uma projeção de 5 m da trave direita em relação à linha de fundo.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador conduzirá com o pé dominante a
bola Nº 1 até a marca de cobrança de tiro livre, sem barreira, e, ali nela, dará
um toque em direção do cone;
b) Em seguida voltará em direção da bola Nº 2 que deverá chutar para dentro do
gol;
c) Ele executará o teste três vezes e será computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado no
momento eu que o jogador chutar a segunda bola;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
77
2.24 – AGILIDADE PARA DESLOCAR-SE E CRUZAR A BOLA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
Uma bola oficial de futsal;
Uma forca de madeira com 5 m de altura, com a parte superior igual a 1,5 m;
Uma corda de 4,5 m de comprimento;
Uma escada de abrir;
Fita adesiva para sinalizar o ponto onde se posicionará o jogador;
Um ajudante;
Uma sacola plástica; e
Uma cadeira (ou outro objeto qualquer).
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Uma das pontas da corda ficará presa na ponta da forca;
Na outra ponta da corda estará presa a sacola com a bola no seu interior;
A forca ficará junto à trave direita, com a ponta voltada na direção da outra
metade da quadra;
A escada ficará o mais longe possível (local máximo de onde chegar à bola)
do lado direito, na direção da bola;
O ajudante ficará sobre a escada com a bola nas mãos;
A cadeira ficará na direção do centro do gol, onde possa ser atingida pela
bola; e
Uma marca será feita a 7 m em frente à trave esquerda, onde o jogador ficará
posicionado.
78
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á para o local de
chegada da bola, onde deverá tocá-la com o pé esquerdo, na direção da
cadeira,
b) Ao sinal, o ajudante soltará a bola para que ela possa chegar em idênticas
condições em todas as tentativas,
c) O jogador executará o teste cinco vezes e será computado o total de acertos
obtidos (acertar a bola na cadeira),
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos, e o posicionamento do
testando, e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.25 – AGILIDADE PARA DESLOCAR-SE E CHUTAR A BOLA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
Uma bola oficial de futsal;
Uma forca de madeira com 5 m de altura, com a parte superior igual a 1,0 m;
Uma corda de 5,0 m de comprimento;
Uma escada de abrir;
Fita adesiva para sinalizar o ponto onde se posicionará o jogador;
Um ajudante; e
Uma sacola plástica.
79
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Uma das pontas da corda ficará presa na ponta da forca;
Na outra ponta da corda estará presa a sacola com a bola no seu interior;
A forca ficará junto à trave esquerda, com a ponta voltada na direção da outra
metade da quadra;
e) A escada ficará o mais longe possível (local máximo de onde chegar à bola)
do lado esquerdo, na direção da bola;
f) O ajudante ficará sobre a escada com a bola nas mãos; e
g) Uma marca será feita a 7 m em frente à trave direita, onde o jogador ficará
posicionado.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á para o local de
chegada da bola, onde realizará um chute, na direção do gol;
b) Ao sinal, o ajudante soltará a bola de moda que ele possa chegar em
idênticas condições em todas as tentativas;
c) O jogador executará o teste cinco vezes e será computado o total de acertos
obtidos;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação dos materiais nos pontos estabelecidos, e o posicionamento do
testando; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
80
2.26 – VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO PARA INTECEPTAÇÃO DE
BOLAS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas;
Uma fita métrica; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará a 1 m da linha de fundo e a 3 m da linha lateral esquerda
da quadra; e
c) Uma bola será colocada na direção do jogador, a 12 m da linha de fundo e a
outra sobre a marca de cobrança de tiro livre de 10 m.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á em direção à
primeira bola e nela dará um chute para frente, com o pé esquerdo, dali irá
até a segunda bola que deverá chutar para a lateral direita da quadra, com o
pé direito;
b) Ele executará o teste três vezes e será computado o menor tempo gasto;
81
c) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos;
d) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a segunda bola; e
e) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.26 – VELOCIDADE
DEFENSIVAS
DE
DESLOCAMENTO
PARA
REALIZAR
AÇÕES
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Três bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Quatro cones de plástico, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão os materiais utilizados; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará sobre a marca de cobrança de penalidade máxima;
c) As bolas estarão colocadas nos seguintes pontos: Nº 3, a 10 m da linha de
fundo e a 2 m da linha lateral direita, Nº 1 sobre a linha do círculo central na
direção do centro do gol, e a bola Nº 2, sobre a linha divisória da quadra a 2
m da linha lateral esquerda;
d) Os cones serão colocados na direção da bola número 2 a 3 m dela e a 1 m de
distância entre si; e
e) O cone Nº 4 será colocado sobre a linha da área de meta, a 1 m de distância
da marca de cobrança de penalidade máxima.
82
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á até a bola Nº 2
que chutará na direção da meta contrária, dali irá até a bola Nº 3 que
conduzirá passando por entre os cones e, ao chegar na marca assinalada,
chutará a bola na direção de sua meta;
b) Em seguida, passará correndo por trás do cone Nº 4 e irá até a bola Nº 1 que
também chutará na direção da meta contrária;
c) O jogador executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo
gasto;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos;
e) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a segunda bola; e
f) Ele poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para a sua
equipe.
2.27 – VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO PARA EXECUÇÃO DO PASSE
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Dois arcos de alumínio, em idênticas condições de uso;
c) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas e os arcos; e
83
d) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará a 2,5 m de distância da linha divisória e a 1m da linha
lateral da quadra;
c) A bola Nº 1 será colocada a 6 m de distância da junção da linha de fundo com
a linha da área da meta, a bola Nº 2 ficará no ponto de cobrança de
penalidade máxima; e
d) O arco Nº 1 ficará a1,5 m da bola Nº 1 e posicionada a um ângulo de 45º
graus da mesma, o arco Nº 2 obedece o mesmo critério do arco anterior.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
b)
c)
d)
e)
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á até a bola Nº 1
e nela dará um toque com o pé dominante na direção do primeiro arco, e em
seguida, correrá até a bola Nº 2 e fará o mesmo em direção ao segundo arco,
tentando fazer com que ambas fiquem dentro ou mais perto possível do seu
respectivo arco;
Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado
quando o jogador tocar a segunda bola;
Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas e dos arcos nos pontos estabelecidos; e
O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada
para a sua equipe.
2.28– VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO PARA CHUTAR DE DIFERENTES
PONTOS DA QUADRA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
84
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Quatro bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Um cone plástico;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará sobre a marca de cobrança da penalidade máxima;
c) As bolas serão colocadas nos seguintes pontos: Bola Nº 1, a 12 m da linha de
fundo e a 2 m da linha lateral direita, bola Nº 2, a 10 m da linda de fundo e a 2
m da linha lateral esquerda, bolas Nº 3 e Nº 4, na junção entre a linha
divisória da quadra e do círculo central; e
d) O cone será colocado no centro do gol contrário, sobre a linha de fundo.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á da sua posição
até a bola Nº 1 que deverá chutar para fora da quadra, com o pé direito, dali
irá até a bola Nº 2 que chutará com o pé esquerdo, também, para fora da
quadra;
b) Em seguida, ir até a bola Nº 3 que chutará ao lado esquerdo do cone, com o
pé direito, e, finalmente, chutará a bola Nº 4 no lado direito do cone, também
com o é direito;
c) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a bola Nº 4;
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas e do cone nos pontos estabelecidos;
f) Caso o jogador não acerte o chute no gol, o teste será invalidado; e
g) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
85
2.29– VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO PARA EXECUÇÃO DE CHUTES
CONSECUTIVOS
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Sete bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas; e
c) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará no centro do gol, com os pés sobre a linha de fundo;
c) As bolas serão colocadas assim: as primeiras quatro, em linhas distantes
umas das outras 6 m e da linha de fundo, 10 m; e
d) As três outras estarão na frente das quatro primeiras, em linha, distantes uma
das outras 3 m (entre duas), e a 12 m da linha de fundo.
86
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deslocar-se-á na direção da bola
Nº 1 que chutará com o pé direito, chutará a bola Nº 5 com o pé esquerdo, a
Nº 2, com o pé direito, a Nº 6 com o pé esquerdo, a Nº 3, com o pé direito, e a
Nº 7 e a Nº 4, com o pé esquerdo;
b) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a bola Nº 4;
c) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos e;
e) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.30– VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO COM PARADAS BRUSCAS E CHUTE
A GOL
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Quatro bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas e o arco;
Um arco de alumínio; e
Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
87
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará em pé, dentro do arco que será colocado entre as quatro
bolas, estando uma das extremidades a 3 m da linha e na direção do centro
do círculo; e
c) Essas bolas serão distribuídas assim: Nº1, a 2 m e a direita da borda do arco,
Nº 2, a 2 m e a esquerda da borda do arco, Nº 3, a 2 m e a frente da borda do
arco, e a Nº 4, a 2 m atrás da outra borda do arco.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador, saindo do centro do arco,
deslocar-se-á até a bola Nº 1, fará uma parada brusca e tocará nela com um
dos pés, voltará na direção da bola Nº 2 onde fará o mesmo;
b) Da bola Nº 2 irá até o centro do arco, de onde seguirá na direção da bola Nº 3
onde, após uma parada brusca dará um leve toque e voltará desta vez na
direção da bola Nº 4, que deverá chutar, com o pé dominante, para dentro do
gol;
c) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a quarta bola;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.30– VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO COM PASSES E CHUTES A GOL
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
88
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Quatro bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar os pontos de partida do jogador e onde estarão as
bolas; e
c) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará a 6 m da linha de fundo e a 2 m da linha lateral direita da
quadra; e
c) As bolas serão colocadas em linha nas seguintes distâncias: Nº 1. a 6 m do
ponto de saída do jogador, Nº 2, a 6 m da primeira, Nº 3, a 6 m da segunda, e
a Nº 4, a 6 m da terceira.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador, irá até a linha divisória e, com
uma parada brusca, voltará de frente até a bola Nº 1 que tocará para a linha
lateral, com o pé dominante, feito isso, irá à bola Nº3 e retornará a Nº 2 para
tocá-la como na primeira, da bola Nº 2 irá até a bola Nº 4, fará uma parada
brusca e irá até a bola Nº 3, fazendo com ela o mesmo que nas anteriores;
b) Da bola Nº 3, irá até a bola Nº 4 chutando-a para dentro do gol;
c) Ele executará o teste duas vezes e será computado o menor tempo gasto;
d) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a bola Nº 4;
e) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
f) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
89
2.31– VELOCIDADE E PRECISÃO NA EXECUÇÃO DE CHUTES, COM
UTILIZAÇÃO DA BILATERALIDADE
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Dez bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar onde estarão as bolas; e
c) Um cronômetro.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará atrás da primeira bola, próximo da linha lateral esquerda
da quadra; e
c) Cinco bolas serão distribuídas mantendo-se as mesmas distâncias, apartir
dos pontos de cobrança de arremesso de canto esquerdo e direito, até cada
ponto de junção das linhas da área de meta com a linha de fundo.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador deverá chutar as cinco primeiras
bolas, ininterruptamente, uma de cada vez, com o pé esquerdo, visando fazêlas entrar na meta contrária;
b) Para cada bola que entrar na meta será computado um ponto para ele;
90
c) Imediatamente, deslocar-se-á para o lado direito da quara e, com o pé direito,
fará o mesmo que anteriormente, da bola Nº 6 à de Nº 10;
d) Ele executará o teste duas vezes e será computado o maior número de
pontos obtidos;
e) Ao sinal para o início do teste o cronômetro será acionado e travado quando o
jogador chutar a décima bola;
f) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
g) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.32 – PRECISAO NO PASSE PARA ALVO MÓVEL COM DESLOCAMENTO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Círculo central da quadra oficial de futsal.
a) Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará junto da bola Nº 1 que estará na junção das linhas do
círculo central com a linha divisória da quadra; e
c) A bola Nº 2 estará sobre a linha do círculo central, a 1,5 m de distância da
bola Nº 1.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador dará um toque na bola Nº 1 com
o pé dominante, fazendo-a rolar sobre a linha divisora ou bem próxima dela;
91
b) Em seguida irá até a bola Nº 2, dará nela um toque para fora do círculo, outro
até a linha dele, voltará para fora novamente e dali tocará na bola visando,
com ela, atingir a primeira, antes que ela saia do círculo central;
c) Ele executará o teste cinco vezes, e será computado o número total e
acertos;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos e;
e) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.33 – PRECISÃO NO PASSE RASTEIRO PARA ALVO MÓVEL
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Uma armação de madeira com 1,5 m de altura, com uma calha inclinada na
sua parte superior;
c) Duas bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão a armação e a bola.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a)
b)
c)
d)
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará atrás da bola que será por ele passada;
Essa bola ficará sobre a marca de cobrança de penalidade máxima;
A armação será colocada sobre a linha divisória da quadra, com a calha
voltada para o círculo central; e
e) Uma bola será colocada na calha no momento da execução do teste.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o professor colocará uma bola na parte
superior da calha para que ela desça rolando para ela e caia rolando sobre ou
próximo da linha divisória da quadra;
b) O jogador escolherá o momento que lhe convier e passará a sua bola,
tocando-a com o pé dominante, visando com ela acertar a bola que descer da
rampa, antes de ultrapassar a linha lateral da quadra;
c) Ele executará o teste cinco vezes, e será computado o número de acertos
obtidos
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos;e
e) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
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2.34 – PRECISÃO NO PASSE EM COBRANÇA DE ARREMESSO DE CANTO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Área de meta e zona de arremesso de canto.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a)
b)
c)
d)
Seis bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
Dois cones de plástico, em idênticas condições de uso
Dois cabos de vassoura, cada um com 1,5 m de comprimento,; e
Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão os cones com os cabos de
vassoura e o ponto exato onde estará a bola no momento do passe.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará próximo do ponto de execução do arremesso de canto
junto com as seis bolas;
c) O primeiro cone com seu cabo de vassoura será colocado a 1,5 m da trave
esquerda da meta e o segundo, a 2 m da trave direita; e
d) Para a cobrança, o próprio jogador posicionará cada bola na marca do
arremesso de canto.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador colocará a bola no ponto de
cobrança do arremesso de canto e, em seguida, deverá chutá-la visando,
93
b)
c)
d)
e)
com ela, atingir o cone Nº 1, com a segunda, o cone Nº 2, e assim
sucessivamente;
Ele executará o teste duas vezes de cada lado da quadra, e será computado
o maior número de acertos em cada cone, por série;
Este teste deverá ser realizado pelo lado direito e pelo esquerdo, observando
os mesmos posicionamentos dos cones desde o começo;
O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas e dos cones com o s cabos de vassoura nos pontos
estabelecidos; e
O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.35 – PRECISÃO NO CHUTE EM COBRANÇA DE TIRO LIVRE DIRETO
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Quatro bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Duas cordas de 2,5 m de comprimento cada uma e;
c) Fita adesiva para sinalizar os pontos onde estarão as bolas.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
a) O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
b) Ele se posicionará inicialmente a 1,5 m de distância da bola Nº 1;
c) As bolas ficarão nos seguintes pontos: Nº 1, a 15 m de distância da linha de
fundo e a 5 m da linha lateral, Nº 2, a 12 m da linha de fundo e a 2,5 m da
linha lateral, Nº 3, a 12 m da linha de fundo e a 2,5 m da bola Nº 2, e a de Nº
4, a 12 m da linha de fundo e a 1,5 m da bola Nº 3; e
94
d) As cordas serão amarradas no travessão ficando a 40 cm de distância de
cada trave.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador chutará as bolas Números 1, 2,3
e 4 na direção do espaço Nº 1;
b) Ele fará esta seqüência duas vezes e será computado o maior número de
acertos;
c) Após duas séries, ele fará mais duas chutando, na mesma seqüência, as
bolas no especo Nº 2, computando-se também o maior número de acertos;
d) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação das bolas nos pontos estabelecidos; e
e) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
2.36 – PRECISÃO NO CHUTE EM BOLA DE SAÍDA
Autores: Viana, A. R. e Bigonha, F. L. (2003)
Obra: Futsal - Avaliação Técnica.
Área de execução: Metade da quadra oficial de futsal.
MATERIAL NECESSÁRIO:
a) Cinco bolas oficiais de futsal, em idênticas condições de uso;
b) Três cordas de 2,5 m de comprimento cada uma e uma, de 5 m de
comprimento.
CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS:
O jogador estará uniformizado e calçado com tênis apropriado;
Ele se posicionará atrás do ponto central do círculo a 1,5 m de distância da bola;
Uma bola será colocada no ponto central da quadra e as outras quatro próximas
do local do chute;
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Três cordas serão amarradas no travessão nas seguintes distâncias da trave
esquerda da meta: Nº 1, a 45 cm, número 2, a 1,5 m, e a de Nº 3, a 45 cm da
trave direita;
A quarta corda será amarrada nas traves direita e esquerda, ficando a 1 m de
altura do piso; e
Os espaços serão visados pelos jogadores.
PROTOCOLO DE EXECUÇÃO:
a) Dado o sinal para o início do teste, o jogador chutará a primeira bola visando
atingir com ela um dos espaços delimitados da meta, fará o mesmo em
seguida com a segunda bola e, assim sucessivamente;
b) Ele executará o teste duas vezes, e será computado o número de acertos
obtidos;
c) O intervalo entre uma execução e outra será o tempo necessário para a
recolocação do material nos pontos estabelecidos; e
d) O jogador poderá ser classificado de acordo com uma tabela elaborada para
a sua equipe.
96
10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANTUNES, Alfredo Cesar. Educação Física e Qualidade de Vida: objetivos*,
Disponível em:<http://www.webartigos.com/articles/29650/1/Educacao-Fisica-saudee-qualidade-de-vida/pagina1.html> acesso em 19/11/2009.
AURÉLIO. Dicionário eletrônico. Positivo Informática, 2007.
BRACHT, Valter. Educação Física no 1º Grau: Conhecimento e Especifidade.
CDD.20.ed.613.707, http://www.usp.br/eef/rpef/supl2/supln2p23.pdf acesso em
19/11/2009.
DAIUTO, Moacyr. BASQUETEBOL: metodologia do ensino. 5ª edição. Revista,
ampliada e melhorada. Editora Brasipal Ltda, 1983.
FERNANDES, Saulo; GREENVILE, Roberta. Avaliação da Aprendizagem na
educação Física Escolar: A Avaliação no Contexto Histórico da educação Física,
Motrivivência no XIX, Nº 28, Jul./2007, p. 120-138.
FERREIRA, Heraldo Simões. Avaliação em Educação Física escolar: um estudo
com professores da disciplina na cidade de Fortaleza. Revista Digital. Buenos AiresAno 14, Nº 133, jun. 2009.
GUIRALDELLI, Jr. P. Educação Física progressista: a pedagogia crítico-social
dos conteúdos e a educação física brasileira. São Paulo: Edições Loyola, 1988.
MAUAD, Juçara Maciel. Avaliação em Educação Física Escolar: Relato de uma
Experiência. Campinas, 2003. (dissertação de mestrado)
MATHEWS, Donald. K.: Medida e avaliação em Educação Física/ Donald K.
Mathews; ilustração de Nancy Allison Close. – 5. Ed. – Rio de Janeiro: Ed.
Interamericana, 1980. Tradução de: Measurement in physical education – 1. Ed. Em
português, trad. e adapt. Da 5. Ed. Original – Bibliografia: ISBN 85-201-0076-7
MELCHERTS HURTADO, Johann Gustavo Guillermo. O e ensino da educação
física: Uma abordagem didática – PRODIL. 3ª ed. Porto Alegre, 1988.
MENDES, Evandra Hein. METAMORFOSES NA AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO
FÍSICA: DA FORMAÇÃO INICIAL À PRÁTICA PEDAGÓGICA ESCOLAR. UFSC,
Florianópolis, 2005.
SANTOS, João Francisco Severo. Avaliação no ensino da Educação Física:
uma proposta emancipatória, Ano 10 - N° 90 – Nov. de 2005. Disponível em:
<www.efdeportes.com/efd90/aval.htm> acesso em 19/11/2009.
TRITSCHLER, Kathleen A. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes
de Barrow & McGee/ Kathleen Tritschler. [tradução da 5. Ed. Original de Márcia
Greguol; revisão científica, Roberto Fernandes da Costa]. Barueri, SP: Manole, 2003
97
VIANA, A.R.; BIGONHA, F.L. Futsal: avaliação técnica. Rio de Janeiro: Shape editora afiliada, 2003.
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