1 A PREPARAÇÃO PARA O FAZER DOCENTE NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Luiz Cláudio Medeiros Biagiotti Instituto Brasileiro de Tecnologias e Negócios – [email protected] Formação de Profissionais para Educação a Distância Educação Continuada e Educação Corporativa RESUMO A educação de um povo acompanha os acontecimentos político-sociais do espaço geográfico em que este povo se insere. É preciso que as pessoas envolvidas no mundo da educação se sintam responsáveis por participar desse contexto, e contribuam para o desenvolvimento do processo de transformação do mundo atual, imposto, sobretudo pelas tecnologias da comunicação e da informação. Por mais ínfima que possa parecer a sua colaboração, ela é importante, pois uma das principais transformações da educação atual, é sobre o saber docente, sobre a relação deste com os seus aprendizes, e sobre a aprendizagem colaborativa, levando a formação de uma inteligência coletiva. Peça chave nessa transformação, o docente por meio de seus saberes e da sua capacidade de multiplicar o conhecimento com competência, precisa estar capacitado para enfrentar esse novo desafio que ora a sociedade lhe impõe. Palavras-chave: fazer docente, tecnologia da informação e comunicação, educação à distância e capacitação. 1. O PORQUE DE NOVAS COMPETÊNCIAS NO FAZER DOCENTE No mundo atual as coisas assumem uma dinamicidade em um ritmo bastante acelerado. Em todas as áreas do conhecimento ocorrem evoluções decorrentes das novas descobertas e da tecnologia. Especificamente na área das comunicações o avanço é brutal, novas tecnologias da informação e comunicação surgem da noite para o dia. Atualmente as informações chegam até nós em grande quantidade. Cabe-nos transformá-la em conhecimento, e isso é feito a cada dia, com maior velocidade. Por isso, temos que estar preparados para saber filtrar e selecionar as informações de que necessitamos. Dessa feita, Os profissionais de educação, comunicação e administração têm de acompanhar esse ritmo, essa velocidade. Não podemos depender das ações demoradas que requeiram a presença dos colaboradores numa sala de aula ou que alguém tenha que se dirigir ao local do conhecimento. (Medina 2004). Isto é, os profissionais que atuam transferindo conhecimentos para outros, seja nas escolas ou nas empresas, necessitam romper os paradigmas existentes e buscar a competência necessária para ensinar na era da informação. A atualização de docentes não é novidade, pois em muitos lugares se fala em educação continuada, e, nesse caso, sempre engloba os docentes, principalmente pelo fato de ser de interesse desses em função de seus planos de carreira. Porém o que vejo, é que os docentes se interessam em realizar esses tipos de curso mais em busca de vantagens pecuniárias que poderão advir do que realmente em se manter atualizado e acompanhando as novidades na área da educação. Esse desestímulo tem origem na desvalorização da classe, nos baixos salários de mercado e, sobretudo na má formação que recebem os professores. 2 Falar hoje que os professores necessitam se apropriar dos recursos da informática e da telemática pode ser considerado relativamente simples, sob o pressuposto de que os professores imaginam que estas serão ferramentas para facilitar e para onde deverão transferir as suas aulas desenvolvidas no presencial. Rapidamente, esta ilusão se desfaz quando percebem a amplitude da mudança, uma vez que na educação a distância, o fazer docente, é bastante diferente daquele praticado na modalidade presencial (Herrlein 2004). Os professores mais velhos, já próximos de alcançar a tão esperada aposentadoria, são bastante resistentes, pois além de terem vivido a fase em que a profissão era valorizada, imaginam não necessitar mais dos novos conhecimentos uma vez que não irão mais aplicá-los. O grande problema existente é o medo do “novo”, pois mesmo esses professores estando fora da sala de aula, nunca deixarão de ser educadores, e num país como o nosso, onde há carência de docentes, os professores sempre terão muito a contribuir, principalmente nos processos de inclusão digital e da expansão da educação para além das fronteiras da sala de aula à qual estavam acostumados. A sua bagagem profissional, se reciclada e atualizada, ainda poderá se muito útil nesse processo de romper as barreiras do analfabetismo, e de oferta de educação para as classes menos favorecidas. Para Moran (2003), “Muitas formas de ensinar hoje não se justificam mais. Perdemos tempo demais, aprendemos muito pouco, desmotivamo-nos continuamente. Tanto professores como aluno temos a clara sensação de que muitas aulas convencionais estão ultrapassadas. Mas para onde mudar? Como ensinar e aprender em uma sociedade mais interconectada?”. Esses estímulos e provocações deverão ser norteadores da busca da capacitação contínua, e do afastamento do medo das novidades tecnológicas. Havemos de pensar que somos nós que dominamos a tecnologia, e não a tecnologia que nos domina. Devemos ter a capacidade de utilizar a tecnologia em nosso benefício, e, sobretudo em benefício da educação. A velocidade das informações nos impõe que esse processo seja imediato, e por ser um processo bastante abrangente, deve haver um planejamento estratégico de modo a possibilitar grande alcance e qualidade da capacitação dos docentes. Para tal, o Ministério da Educação deveria estabelecer que em todos os cursos de formação pedagógica e licenciaturas, houvesse disciplinas que abrangessem a modalidade de educação à distância. Além disso, deveria estimular que as Universidades oferecessem cursos de capacitação de docentes para atuar a educação à distância, seja por meio de cursos de extensão ou de especialização. Além disso, o MEC e o Poder Público por meio dos Governos Estaduais e Municipais, deveriam ainda, estimular a pesquisa e o desenvolvimento de produtos nesse campo de conhecimento, pois a abrangência da educação à distância transcende o universo da educação escolar, haja vista a sua aplicabilidade no universo da educação corporativa. No que se refere à educação corporativa, as universidades deveriam se preocupar em formar profissionais para este segmento, pois atualmente existem poucos profissionais nesse mercado em expansão. As corporações são entidades que possuem papel de suma importância no processo do desenvolvimento do conhecimento humano. Possibilitando e contribuindo com esse papel social, estará adquirindo profissionais mais qualificados e competentes, contribuindo para o desenvolvimento da instituição. Porém, os esforços de formação de docentes apenas nos aspectos quantitativos não bastam. É importantíssimo que sejam observados os aspectos qualitativos desse novo fazer docente. Conscientes de que essa nova arquitetura educativa envolve uma mudança radical tanto nos modos de ensinar como nos de aprender, os cursos de capacitação devem abordar e vivenciar os processos tecnológicos de mediações telemáticas, e levar em consideração além dos aspectos técnicos, os ideológicos, sociais e econômicos. Para Perrenoud (2004) no futuro haverá algumas contradições entre cidadania planetária e identidade local, entre liberdades e desigualdades, entre tecnologia e 3 humanismo, entre racionalidade e fanatismo, entre individualismo e cultura de massa, e entre democracia e totalitarismo. Para que consigamos dominar estas contradições e não sofrer com a presença delas, temos que nos preparar desde já, e nada melhor do que preparar os professores, pois esses atuarão como multiplicadores. Por isso, o perfil que julga adequado ao professor, é que ele ao mesmo tempo, seja uma pessoa confiável, mediador intercultural, mediador de uma comunidade educativa, garantia da lei, organizador de uma vida democrática, e que com relação ao saber docente, fosse organizador de uma pedagogia construtivista; garantia do sentido dos saberes, criador de situações de aprendizagem, administrador da heterogeneidade e regulador dos processos de formação. Belloni (2001) cita em seu livro, alguns pesquisadores que efetuaram seus trabalhos sobre as novas competências docentes, tais como Blandin e Martins Rodrigues. Para o primeiro, os professores necessitam desenvolver suas competências em quatro grandes áreas: cultura técnica, competências de comunicação, capacidade de trabalhar com método e capacidade de capitalizar, isto é, apresentar seus saberes e experiências de modo que os outros possam aproveitá-los, ao mesmo tempo em que sabe adequar às suas necessidades, o saber dos outros. Para o segundo pesquisador, a formação dos professore deve atender às necessidades em três grandes dimensões: dimensão pedagógica, dimensão tecnológica e a dimensão didática. Visto isso, e pelo acompanhamento que fazemos do mundo atual, concluímos que: “Há muito a fazer neste campo de trabalho docente. Vale enfatizar que para uma mudança na cultura educativa, a ação do professor assim como as do aluno mudam radicalmente. Não se trata de um mecanismo técnico de consciência profissional do tipo “o professor entra por uma porta tradicional e sai por uma porta virtual””. (Herrlein 2004) No próprio mundo da educação à distância, as evoluções são constantes. Tanto é que já podemos classificar em diversas gerações, e mesmo dentro dessas gerações, podemos classificá-la em várias fases. Para cada fase é enfatizado um ou mais aspectos nos docentes. Atualmente observamos que em EAD temos dois perfis: um perfil autoinstrucional mais voltado para atender às exigências da sociedade industrial, e um outro perfil mais colaborativo ou sócio-interacionista, mais voltado para atender às exigências da sociedade da informação. Esse último perfil, por ser mais atual, é que deve ser objeto da capacitação, porém como ainda temos alguma coisa passível de ser atendida pelo perfil da sociedade industrial, e por ser este, uma fase importante - a transição do presencial para o virtual - o seu conhecimento é necessário e importante. No processo de capacitação de docentes, é preciso deixar claro o tipo de EAD que se quer desenvolver, visto que os recursos humanos envolvidos diferem entre os perfis (Azevedo 2004). O perfil auto-instrucional exige que o docente tenha conhecimento de redes informatizadas, dos recursos de comunicação mediatizados por computador, da confecção do material didático em forma eletrônica e de técnicas de interação aluno X professor, seja por modos síncronos ou assíncronos. Para atender a esse perfil necessitamos dos profissionais especializados no tratamento de conteúdos para o formato auto-instrucional (desenhistas instrucionais), dos profissionais especializados no atendimento pedagógico (tutores) e dos profissionais desenvolvedores de conteúdo (conteudistas). O perfil sócio-interacionista requer que o professor saiba conduzir e valorizar o trabalho em equipe, e tirar partido da aprendizagem colaborativa e da interação muitos para muitos. Neste perfil necessitamos de profissionais especializados em animação de comunidades virtuais de aprendizagem colaborativas, e que tenham competência para mobilizar os alunos para interagir coletivamente com o professor e outros alunos. Nesse caso o professor deixa de ter as tarefas estanques de conteudista e tutor, e assume a função de professor mobilizador da comunidade de aprendizagem, e ainda autor de seu próprio material. 4 Numa perspectiva educativa, o uso de tecnologias não implica necessariamente, na perda do protagonismo do professor nos processos de ensino/aprendizagem. Isso se considerarmos que, do ponto de vista dos espaços de autonomia profissional, eles deverão continuar sendo aqueles que decidem que meios e recursos são os mais adequados aos objetivos educativos que pretendem. E esta capacidade de decisão se manifesta tanto na seleção como na elaboração de produções tecnológicas. (Alonso 2003) Isso tudo nos mostra que as Universidades tem que se preparar para capacitar os docentes em pedagogia online. Como a demanda é muito grande e com tendência a ser crescente nos próximos anos, a capacitação poderia ser realizada também por Institutos de Pesquisa, Associações ou outros órgãos representativos de classe, desde que estes tenham sua seriedade e capacidade reconhecida e atestada por uma Universidade parceira. Esta expansão é decorrente da legislação sobre educação a distância em vigor, principalmente da Portaria nº 2253 de 18 de janeiro de 2001, do Ministério da Educação e Cultura que autoriza a inclusão de carga horária não presencial em cursos regulares. 2. A BUSCA DA COMPETÊNCIA PARA O FAZER DOCENTE As tecnologias do mundo atual entraram no campo da educação com uma força tal, que se tornou parte integrante desse campo, sendo um processo irreversível. Por isso, todos os docentes necessitam de preparação para dominar os meios tecnológicos de computação. O processo de aquisição dessas novas competências docentes não se dão da noite para o dia. É um processo de longo prazo e feito de forma gradual. Para aqueles que ainda não fazem parte do mundo da docência, a situação fica mais fácil, pois essas novas competências já podem ser inseridas nos diversos currículos dos cursos de pedagogia e licenciaturas. Para aqueles que já estão na “estrada”, o retorno aos bancos escolares em busca da aquisição dessa nova competência, demonstra o quanto é importante a educação continuada, e o quanto ela faz parte de nossa atualidade. Kenski (2003), diz que “o professor que deseja melhorar suas competências profissionais e metodologias de ensino, além da própria reflexão e atualização sobre o conteúdo da matéria ensinada, precisa estar em estado permanente de aprendizagem”. E isto deve ser o ponto de partida para a capacitação permanente dos professores. Quanto aos assuntos específicos de suas áreas de formação, e de suas disciplinas ministradas, compete aos próprios docentes à busca pela atualização de conhecimentos, seja pelo acompanhamento de novos lançamentos editoriais, seja pela participação em conclaves, seja pelo recebimento de notícias do órgão de classe ao qual esteja vinculado, seja pela experiência profissional do cotidiano, ou por outras maneiras. Porém, quanto à capacitação gerada pelo dinamismo do mundo atual, das inovações tecnológicas e de novas filosofias e metodologias de ensino, essas devem ser buscadas no meio acadêmico. E é essa capacitação que trato neste artigo. Muito se fala em ensinar a ensinar ou aprender a aprender, mas a grande virtude docente é aprender a ensinar. E assim como o mundo em que estamos inseridos atualmente, a Educação passa por um processo de grande transformação, onde seus agentes necessitam estarem aptos a acompanhar essas mudanças e a auxiliar e ser partícipes desse processo de transformação. Nas perspectivas pedagógicas mais atuais, alimentadas pelo produto de trabalhos de pesquisa no campo da didática, o docente cria propostas de atividades para reflexão, apóia sua resolução, sugere fontes de informação alternativas, ofereceexplicações, favorece os processos de compreensão; Isto é, guia, orienta e apóia, e nisso consiste o seu ensino”. (Maggio 2001). 5 Tendo em vista os fatos citados, o professor atual deve estar preparado para ensinar num mundo globalizado, interligado em redes, a manipular e tirar partido de diversos tipos de suportes midiáticos, sempre tendo em mente o objetivo desejado. O ponto inicial é ensinar e praticar o uso das novas tecnologias, e levar o docente a verificar o emprego em sua área de atuação, e a preparar uma aula de sua área utilizando-se desses novos recursos. Como a globalização nos facilitou a utilização de tecnologias estrangeiras, é desejável que o docente tenha conhecimentos básicos de outros idiomas, tais quais o inglês e o espanhol. Além disso, é muito importante que o docente saiba dialogar e interagir com seus alunos nesse novo ambiente. Por causa disso é importante estudar as novas formas de comunicação e de interação. Outros assuntos, também são fundamentais a esse novo docente. Dentre eles, destaco os seguintes: Facilidade de comunicação, dinamismo, liderança, iniciativa e desenvolvimento da imaginação criadora e da sensibilidade dos sentidos, táctil, visual e auditivo. Se o docente não tiver criatividade e espontaneidade não vai conseguir manter com seus alunos um vínculo e relacionamento para transmiti-los o conhecimento. A capacidade para atuar como mediador e conhecer a realidade de seus alunos em todas as dimensões (pessoal, social, familiar e escolar) é de fundamental importância para que, de algum modo ele ofereça possibilidades permanente de diálogo, sabendo ouvir, sendo empático e mantendo uma atitude de cooperação e possa oferecer experiências de melhoria de qualidade de vida, de participação, de tomada de consciência e de elaboração dos próprios projetos de vida. (Souza 2004). Trabalhar com projetos, pois através deles conseguimos fazer com que os alunos compreendam concretamente os passos a serem seguidos para a realização da tarefa. A expandir sua própria consciência de modo a compreender os caminhos invisíveis e no modo como pensar o seu trabalho, que direções pode tomar e que bases sustentam a sua construção. (Alessandrini 2002). A capacitação do professor para atuar online, é ainda mais abrangente. Ela necessita de algumas especificidades, dentre as quais destaco: a identificação das características da educação à distância (EAD), o histórico da EAD, os fundamentos epistemológicos, os aspectos tecnológicos, o papel do professor e do aluno, o planejamento didático, a gestão do sistema, as estratégias de interações, a avaliação em EAD, a questão da propriedade intelectual, a preparação do material didático (textos e imagens), as tecnologias de suporte, ferramentas de autoria e o ambiente virtual em que será desenvolvido o curso. 4. CONCLUSÃO A nova tarefa de transformador do conhecimento em um curto espaço de tempo imposta aos professores, é mais um dos desafios a que esta classe profissional é submetida. Embora esse trabalho seja árduo, ele é motivador, e fascinante. Porém para que ele seja resolvido a contento, faz-se necessário estimular os professores. E esse estímulo não é apenas pelo lado das pequenas vantagens pecuniárias, fruto dos planos de carreira. É preciso proporcionar os meios adequados, possibilitar ao professor o acesso à tecnologia na escola e em casa, sendo esta a baixo custo, o tempo necessário para a aquisição das novas competências, a valorização do professor, pela nobre profissão que exerce, e, sobretudo a remuneração condigna, de modo que ele não precise trabalhar em diversos locais durante o dia, e com isso lhe sobre mais tempo para a pesquisa e para o aprimoramento dos seus conhecimentos. 6 Foi visto que com boa vontade, com o espírito compartilhador de conhecimentos e com a atenção devida pelos dirigentes da Educação no país, podemos capacitar nossos docentes e contar com eles como multiplicadores na disseminação dos conhecimentos. Vimos também que a educação a distância pela sua abrangência é a modalidade que permite em um curto espaço de tempo, levar o conhecimento, a milhares de necessitados, e vimos ainda que é necessário que exista qualidade na disseminação desses novos conhecimentos. Por tudo isso, o maior investimento que devemos fazer é no ser humano, que por sua inteligência conseguiu criar esse quadro atual tecnológico. Como representantes aqui na Terra na categoria de disseminadores, estão os professores com sua arte e com o seu fazer docente. E são eles a quem devemos direcionar nossos esforços, pois sabemos que por eles conseguiremos chegar ao nível de Excelência desejado. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALESSANDRINI, C. D. O Desenvolvimento de Competências e a Participação Pessoal na Construção de um Novo Modelo Educacional. In: Perrenoud, P. et al. As Competências para Ensinar no Século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002. ALONSO, K. M. Novas Tecnologias e Formação de Professores: um intento de compreensão.In: Preti, O. (org) Educação a Distância construindo significados. Brasília: Plano, 2000. AZEVEDO, W. Capacitação de Recursos Humanos para Educação a Distância. 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