Nº 42 Ano 6 Novembro/Dezembro 2010
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SOLUÇÕES BR – Nº 42 – Ano 6 – Novembro/Dezembro 2010
ENERGIA
Geração na Ponta reduz custos
em horário de pico
GLP
Liquigás aposta
em gás ecológico
MERcADO
Bons negócios
no Nordeste
P A
L
A V
R
A
B
R
A Petrobras Distribuidora decidiu, há alguns anos, avançar na ampliação do fornecimento de soluções para grandes consumidores. Tal decisão
mostrou-se acertada quando assistimos ao sucesso do Projeto Geração na
Ponta, considerado pelo mercado como uma solução ágil e eficaz que garante energia de menor custo aos mais diversos setores. A adesão de empresas de diferentes portes ao serviço desenvolvido pela Companhia confirma
a tendência.
No processo de diversificação, devemos ainda destacar nosso capital humano: as equipes das diversas áreas se empenham para garantir o mesmo
padrão de excelência no atendimento aos clientes localizados em várias regiões do país. A partir dessa estratégia, nossa Regional Nordeste registrou o
crescimento contínuo do número de clientes de seu portfólio, em 2010.
Pois a expansão de negócios e da base de clientes pode ser verificada
em todos os segmentos em que a BR atua. No mercado de químicos, por
exemplo, a Companhia tem arrematado os mais significativos prêmios e troféus concedidos pelas empresas do setor, sendo apontada como a melhor
fornecedora de soluções e produtos.
Já no setor de aviação, a Petrobras Distribuidora demonstrou sua versatilidade ao atuar no segmento de operações especiais, quando garantiu o
abastecimento de aeronaves no maior simulado de guerra realizado no país,
o V Cruzex - evento que contou com a participação da força aérea de mais
de 10 países, incluindo os Estados Unidos e a França.
Por fim, mostrando que a inovação está no DNA da BR, nossa subsidiária
Liquigás, líder no segmento de gás liquefeito de Petróleo (GLP), também está
investindo em novos produtos e serviços para o mercado, como o Puro Gás,
que possibilita à indústria de aerossóis usarem um insumo de menor impacto
ao meio ambiente.
Boa leitura!
Foto Geraldo Falcão
Versatilidade
e segurança
José Lima de Andrade Neto
Presidente da Petrobras D istribuidora
Entrevista
Cassiano Vieira de Campos Filho
3 Química nos negócios
..................................................................
Reportagem de Capa
9 energia para grandes consumidores
..................................................................
Produtos
P ublicação
16 lubrax oficialmente de cara nova
da
P etrobras d istribuidora s.a.
..................................................................
PRESIDENTE
Regional
José Lima de Andrade Neto
19 Mercado nordestino em expansão
..................................................................
Parceria
DIRETOR DA REDE DE POSTOS DE SERVIÇO
26 Medalha para a Companhia
..................................................................
Premiação
DIRETOR FINANCEIRO
28 reconhecimento que vale ouro
DIRETOR DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA
José Zonis
Produtos Químicos
30 a caminho da evolução
33 Br no pódio
CONSELHO EDITORIAL
..................................................................
Inovação
34 as cores da tecnologia sustentável
..................................................................
Evento
38 Química perfeita
..................................................................
Aviação
43 Cruzex V: Br, a força aliada
48 Maior exportadora de guarulhos
..................................................................
Alex Messias
Antônio Carlos Alves Caldeira
Carlos Eduardo Duff da Motta Pereira
Edson Chil
Érica Saião Caputo
Francelino da Silva Paes
Gilce Oliveira de Sant’Anna
Hévila Aparecida Arbex
Lídia Pereira de Oliveira Almeida
Luis Marcelo Freitas
Marco Antonio de Oliveira do Couto
Sandra Braga Nery
GERENTE DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
Sylvia Sampaio Lopo
Foto arquivo Br
Cultura
Sumário
Luiz Claudio Caseira Sanches
Nestor Cuñat Cerveró
..................................................................
Gerente de Planejamento de ComuniCação
Luis Fernando Meinicke Farias
GERENTE DE IMPRENSA E RECURSOS INFORMATIVOS
Marcelo Siqueira Campos
EDITORA
Beatriz Cardoso
PRODUTORA
Fernanda Conde Novaes
REPORTAGEM
Cassiano Viana, Maria Fernanda Romero
e Rodrigo Miguez
REVISÃO
FestiVal
de esPetÁCulOs
Mariflor Rocha
51
..................................................................
Corporativo
55 Mais além das fronteiras
..................................................................
Marketing de Relacionamento
57 Parceiros na pole position
..................................................................
GLP
59 Purogas: pioneirismo e qualidade no mercado de aerossóis
..................................................................
BR em Boa Companhia
63 Parceria sólida
2
DIRETOR DE MERCADO CONSUMIDOR
Andurte de Barros Duarte Filho
PROJETO GRÁFICO
Marcelo Pires Santana / Paula Barrene de Artagão
DIAGRAMAÇÃO
Trama Criações de Arte
PRODUÇÃO GRÁFICA
Sérgio Murilo Silva Gomes
FOTOS
Arquivo BR e
Banco de Imagens Petrobras
FOTO DE CAPA
Arquivo BR
Produzida Por trama Criações de arte ltda.
TIRAGEM
9 mil exemplares
ENTREVISTA
Química
nos negócios
Cassiano Vieira de Campos Filho
Foto Alexandre Loureiro
Gerente de QUÍMICA FINA E AGRONEGÓCIOS
Com 21 anos de carreira na Petrobras
Distribuidora, o geógrafo Cassiano
Vieira de Campos Filho, já atuou em
diversas áreas da Companhia,
inclusive na Brasil Supply, empresa
na qual a BR tem participação
acionária e que atua na prestação de
serviço e atendimento às plataformas
de petróleo. Foi essa a porta de
entrada para a Gerência de Produtos
Químicos (GPQ), na qual comanda,
desde julho de 2009, a Gerência
de Química Fina e Agronegócios
(GQUIF). “Voltei a atuar na área
comercial, uma atividade com a
qual estou bastante familiarizado”,
diz Cassiano, que sabe mapear
com precisão as oportunidades
de negócios na agroindústria e no
mercado de química fina.
3
ENTREVISTA
Soluções BR – Quais os principais segmentos atendidos pela
GQUIF?
Cassiano Vieira de Campos
Filho – Na GQUIF atendemos a
importantes grupos econômicos,
principalmente de agronegócio,
no qual se destacam os segmentos de esmagamento de grãos,
usinas de açúcar e álcool, indústrias e formuladores de produtos
agropecuários. Atuamos em todo
o território nacional por meio da
força de vendas que, de forma
competente, mantém a expressiva
participação da Companhia nesse
mercado.
Soluções BR – Quais as gerências diretamente relacionadas à sua
dentro da GPQ?
Cassiano – Temos muita proximidade com a Gerência de Planejamento de Químicos (GPLQ),
em função dos principais eventos,
feiras e atividades terem ações de
marketing e publicidade que nos
possibilitam consolidar uma grande interface. Os relatórios e dados
de mercado, sempre atualizados
pela equipe da GPLQ, também nos
dão suporte na gestão de negócios, nas análises e ações de mercado, sempre em sintonia com os
fatos e acontecimentos nacionais e
mundiais. Destaco também as atividades ligadas ao desenvolvimento de material de propaganda e
ações de marketing, que ao longo
do período nos permitiram atualizar folders, banners e ainda inovar
com recursos para divulgação dos
produtos de nossa carteira.
Soluções BR – Quais as outras
com as quais vocês também têm
interface?
Cassiano – A Gerência de Desenvolvimento de Soluções Químicas
4
(GDSQ) tem grande interação com
a GQUIF em função dos projetos
relacionados ao agronegócio, principalmente pela presença de um
corpo técnico qualificado e com
formação acadêmica em agronomia capaz de atender às diversas
demandas da equipe de vendas e
dos clientes. Ressalto ainda a importante interface com a Gerência
de Acompanhamento e Operacionalização de Químicos (GAOQ),
que tem uma das mais importantes
missões no processo de entrega dos
produtos da GPQ, frente à restrição
“Devido ao estreito
relacionamento
com as principais
empresas do setor de
esmagamento de grãos,
hoje temos cerca de
70% de market share”
de produção das refinarias nas regiões Sul e Sudeste, a distância geo­
gráfica entre os pontos de produção
e de consumo e a necessidade de
atender a toda carteira de clientes
da GPQ (GQTAB e GQUIF). As
constantes necessidades de ajustes
no processo logístico têm sido conduzidas com profissionalismo por
toda equipe da GAOQ.
Soluções BR – Como é a relação com a Gerência de Químicos
para Tintas, Adesivos e Borrachas
(GQTAB)?
Cassiano – Em função das características comerciais muito semelhantes à GQUIF, a interação
com a GQTAB é quase diária. Ela
tem sido uma grande parceira na
adoção de políticas comerciais e
de mercado com objetivo de atender satisfatoriamente às necessidades dos clientes e em consonância
com as orientações corporativas
e estratégicas da Companhia. O
mesmo em relação às gerências de
Químicos para Petróleo (GQPET)
e de Supply House (GESH), sobretudo no apoio às ações junto aos
principais fornecedores da área
de petróleo e que, em várias situações, são clientes consumidores
de produtos da GQUIF. Recentemente ajustamos o processo para
desenvolver oportunidades na comercialização da ureia, utilizando
e compartilhando áreas dos depósitos a fim de que a BR possa
obter sucesso nessa nova missão
comercial.
Soluções BR – Como funciona
a interação com as gerências fora
da GPQ que também têm um importante papel nas operações da
GQUIF?
Cassiano – Temos uma forte relação com a GGC (Gerência de
Grandes Consumidores), GOP
(Gerência de Operações) e GEI
(Gerência Industrial). Desenvolvemos, ao longo do ano, encontros e reuniões de trabalho com
as principais gerências de vendas
e gerências regionais da GGC,
com o intuito de divulgar os produtos de nossa carteira, consolidar a sinergia entre nossas áreas
e incrementar vendas e parcerias
junto aos mais significativos clientes da Companhia, bem como
aos principais segmentos de atuação da BR.
Soluções BR – Quais as principais
características de cada mercado em
que sua gerência atua?
Cassiano – Realizamos vendas
regulares de Hexano, ao longo de
todo ano, para o segmento de esmagamento de grãos. Devido aos
contratos e um estreito relacionamento com as principais empresas
do setor (Cargill, Bunge, Amaggi,
Caramuru, Comigo, entre outras),
hoje detemos cerca de 70% de participação nesse mercado. Também
temos uma parte expressiva do
mercado consumidor de parafina
(em especial a indústria produtora
de velas), que ao longo do ano adquire os produtos disponibilizados
pelas refinarias da Petrobras – Reduc, em Duque de Caxias (RJ) e
RLAM, em São Francisco do Conde
(BA). Trata-se de produto com consumo muito regular ao longo do
ano e picos de venda no segundo
semestre.
Soluções BR – A área de enxofre
também é muito importante?
Cassiano – Sim. Temos uma
grande interface com os principais consumidores de enxofre,
como revendedores exclusivos da
Petrobras: ao longo do ano utilizamos nossa força de vendas
para atender aos principais segmentos consumidores (formuladores, sulfúrico e indústrias). O
enxofre tem significativa importância em termos de volume e
lucro bruto na GQUIF, e possui
característica diferenciada em
função do considerável volume
do insumo importado, que corresponde a 93% da necessidade
do mercado nacional. Com isso,
possuímos 7% do volume demandado pelo mercado e temos que
manter estreito acompanhamento
do mercado internacional, seus
preços, variações de fretes, movimentos e peculiaridades que podem comprometer o escoamento
das refinarias, bem como o processamento de outros derivados
de petróleo.
Soluções BR – É um mercado com
forte sazonalidade?
Cassiano – Sem dúvida, o enxofre é um produto muito sazonal,
pois nossos principais clientes no
mercado nacional são as usinas
de açúcar e na entressafra há necessidade de promovermos ações
de armazenagem, com estocagem em parceiros, para ensacar
em big bags e comercializarmos
quando se iniciar a próxima safra.
A ureia fertilizante e a pecuária
(Reforce N) também são produtos
Foto Geraldo Falcão
Juntamente com a ureia e o OPPA, o enxofre agrega valor à carteira de negócios da BR no segmento de agronegócios
5
ENTREVISTA
muito sazonais e que requerem
da equipe de vendas um planejamento e interação com clientes
e demais órgãos da Companhia,
com o intuito de realizarmos operações economicamente viáveis e
logisticamente mais adequadas
aos clientes e nossos depósitos.
Soluções BR – E com as indústrias?
Cassiano – Os clientes do setor industrial, em geral ligados
ao segmento de química fina, são
bem regulares ao longo do ano.
Apenas no período de dezembro
a fevereiro temos uma queda nas
compras em função de redução
natural do mercado consumidor.
Soluções BR – Como tem sido a
evolução desses segmentos em que
a GQUIF atua: é cada vez mais significativa? Tem peso cada vez maior
na GPQ?
Cassiano – Sim. A cada ano temos conseguido aumentar nossa
participação e manter importantes
vínculos com os principais consumidores. No entanto, há uma limitação de produção nacional e em
algumas oportunidades as paradas
das refinarias ocasionam descompassos na gestão comercial, o que
nos obriga a efetuar movimentos
logísticos e, eventualmente, adequamos as condições comerciais
para mantermos o suprimento e
atendimento à importante carteira
de clientes da Companhia.
Soluções BR – Em qual segmento
a GQUIF tem crescido mais expressivamente?
Foto Geraldo Falcão
Temos como principal meta, em 2011, incrementar nossas vendas de OPPA BR EC e continuar mantendo expressiva
participação nas vendas de enxofre ao segmento de usinas de açúcar para produção de álcool
Cassiano – No agronegócio.
Em 2010 incorporamos a ureia
à nossa carteira de produtos,
que juntamente com o enxofre
elementar e o OPPA (óleo de
pulverização agrícola) nos auxiliarão nas negociações junto aos
principais clientes consumidores.
Este ano tivemos uma expressiva
participação em feiras e eventos
e adotamos inúmeras ações de
marketing junto às revistas do
segmento agrícola na divulgação
dos produtos e reposicionamento da marca Petrobras perante o
mercado de agronegócio em todo
território nacional. Na química
fina, os clientes (indústrias) são
mais regulares e não há grandes
elevações de produção. Porém
temos forte participação e fidelização do segmento com produtos
de qualidade e logística adequada às necessidades dos clientes.
Soluções BR – Quais as vantagens competitivas da BR em cada
um desses segmentos?
Cassiano – No segmento de
agronegócio, nossa presença nacional e interação com demais
gerências da Companhia que
atendem aos mercados com óleo
diesel, lubrificantes e outros derivados de petróleo, nos dão uma
posição privilegiada. Para química fina, destacamos a logística e
confiabilidade na qualidade e assistência técnica da BR.
Soluções BR – Quais os principais focos da GQUIF para ampliar a participação da BR em
cada um dos segmentos em que
atua?
Cassiano – Participação em importantes feiras e eventos ligados
ao segmento de agronegócios em
conjunto com a GGC e demais
6
Foto agência Petrobras
“aJustaMOs O PrOCessO Para desenVOlVer
OPOrtunidades na COMerCializaçãO da ureia,
utilizandO e COMPartilhandO Áreas dOs dePÓsitOs
a FiM de Que a Br POssa OBter suCessO
nessa nOVa MissãO COMerCial”
7
ENTREVISTA
Foto arquivo Br
áreas da Br, a fim de ampliar as oportunidades para
a Companhia.
Soluções BR – Quais os
aspectos que você destacaria
em sua gerência?
Cassiano – O comprometimento de toda a força de
trabalho da gQuiF na sede,
que busca disponibilizar para
as equipes de vendas (ponta
da linha) espalhadas pelo
país, as condições comerciais
e técnicas necessárias para
viabilizarmos, de maneira ágil e
eficaz, as bases comerciais e logísticas que vão concorrer para a
concretização dos negócios para
a Companhia. igualmente eu
destaco os assessores comerciais
e a equipe de apoio a vendas,
que atuam ao longo do território
nacional e de forma independente e articulada promovem ações
em busca das metas e resultados
determinados. É uma equipe profissional que tem grande conhecimento do mercado local, gerenciando a carteira de clientes em
sua região de atuação e elevando o nome da empresa junto aos
principais consumidores e segmentos de mercado. sem dúvida
contribuem para o sucesso dos
negócios os engenheiros agrônomos que integram os quadros da
gPQ: eles são de fundamental
importância para as análises de
mercado e aproximação com os
principais clientes consumidores
do segmento agrícola do país.
Soluções BR – Quais as principais
metas da gQuiF para 2011?
Cassiano – temos como principal meta, em 2011, incrementar
nossas vendas de OPPa-Br-eC e
manter expressiva participação nas
vendas de enxofre ao segmento de
8
usinas de açúcar através de nova
modalidade de embalagem em
(bags de 1.000 kg), com a qual
pretendemos fidelizar o segmento
e obter ganhos significativos para
as demais áreas da Companhia, já
que o enxofre é importante insumo
para as usinas.
Soluções BR – Quais os principais
desafios para atingir tais metas?
Cassiano – adequação das estruturas de armazenagem, estreita
articulação com a gaOQ e gOP
para ajustar instalações e contratação de caminhões de carga seca
para atender ao mercado. Passaremos a dispor de vários produtos
em embalagens diferenciadas: por
exemplo, enxofre em big bag, ureia
ensacada (25 kg) e OPPa-Br-eC
em balde de 20 litros. de forma
pioneira, a comercialização da
ureia fertilizante em big bag no
mercado gerou uma transformação e promoveu mudança na dinâmica de atuação dos concorrentes e na expedição das fábricas
de fertilizantes.
Soluções BR – Que ações concorreram para os bons resultados da
gQuiF?
Cassiano – tivemos a oportunidade de promover treinamentos
para uma significativa parcela da equipe de vendas
espalhada pelo território
nacional, que gerou maior
conhecimento dos produtos destinados ao segmento agrícola, com destaque
especial para a atuação
junto à carteira de novos
produtos, como o reforce
n. Com isso, conseguimos,
em menos de seis meses,
conquistar uma expressiva
posição na comercialização
do reforce n junto aos principais distribuidores e misturadores de produtos para o agronegócio. também foram relevantes
as inúmeras ações de marketing
implementadas pela equipe da
gQuiF, a atualização dos folders dos principais produtos comercializados pela gerência, a
divulgação de nossos produtos
e serviços junto às principais revistas de circulação nacional, sites especializados e associações
de classe. também participamos
de inúmeras feiras e eventos, que
mobilizaram a equipe comercial e
técnica da gPQ, com o objetivo
principal de divulgar os produtos
e reforçar a marca.
Soluções BR – Qual o balanço final de 2010?
Cassiano – Foi um ano espetacular em termos de resultados e
metas (volume de vendas, divulgação dos produtos e implementação de ações de marketing,
entre outras) que nos levaram a
atingir importantes marcas em
curto espaço de tempo. um ano
intenso, com muitas negociações,
planejamentos, estratégias, inteligência de mercado, interação
com as outras áreas e a certeza
da missão cumprida.
REPORTAGEM DE CAPA
Energia
para grandes CONSUMIDORES
Petrobras Distribuidora fecha o maior contrato de geração na ponta – em volume de
investimento – agregando mais um cliente à carteira da Gerência de Negócios em Energia
(GNE), que disponibiliza uma solução alternativa sob medida para os horários de ponta,
Foto Divulgação Eternit
assegurando ainda a autossuficiência em apagões ou períodos de racionamento
9
REPORTAGEM DE CAPA
S
e depender da Petrobras Distribuidora, não vai faltar combustível e nem energia para o
mercado consumidor, principalmente do setor industrial, onde a demanda é contínua e a linha de produção
funciona 24 horas por dia.
O projeto Geração na Ponta BR,
desenvolvido pelas equipes da
Gerência de Negócios em Energia
(GNE), vem conquistando cada
vez mais adeptos dessa solução
disponibilizada pela Companhia,
que implanta e opera centrais geradoras de energia.
Além de gerar economia para
as empresas, que podem utilizar
energia própria durante os períodos de pico de consumo (horário de ponta), quando a tarifa
das concessionárias é significativamente mais cara, o sistema
de geração na ponta proporciona aos clientes autossuficiência
energética em caso de apagão
ou racionamento.
Em 2010 foram contratados 67%
a mais do que em todo o ano de
2009. “Nossa projeção era terminar o ano com 45 MW em novos
executivo de Negócios de Energia
(GNE) da BR
Maior investimento
Cada novo projeto revela o potencial de crescimento desse segmento de negócios. Em novembro, a
Cooperativa Agroindustrial Lar fechou um contrato com a BR para a
implantação de uma central geradora, com 10,8 MW de potência.
Empreendimento que vai consumir
R$ 12 milhões em investimentos (o
maior feito até agora pela equipe
do Geração na Ponta BR) e, em
contrapartida, gerará uma economia anual de R$ 1,6 milhão nos
gastos com energia.
A usina será instalada na unidade
de Matelândia (PR), onde funciona a principal unidade industrial
da Cooperativa Agroindustrial
Lar, uma das mais sólidas do país.
Criada em 1964, no município de
Missal (PR), a cooperativa conta
com 8.300 associados e mais
de 4.400 funcionários. Sua atuação se estende a 12 municípios
do extremo oeste paranaense,
industrializando soja, mandioca,
“Com 30 centrais em operação e mais de 60
clientes sob contrato, o Geração na Ponta
se consolidou no mercado, reforçando a
posição da Petrobras Distribuidora tAmbém
como provedora de soluções energéticas”
contratos, meta já ousada, mas
contratamos 55,5 MW, num total
de 21 clientes. Em 2011, até início
de fevereiro, já contratamos mais
seis usinas, num total de 12,76
MW”, afirma Edson Chil, gerente
10
vegetais congelados e aves, e comercializando produtos e insumos
agropecuários. Com 14 unidades
de recepção e industrialização
de produtos agropecuários e 13
pontos de venda de insumos, a
cooperativa tem ainda uma rede
de supermercados na região.
“Com 32 centrais já em operação
e mais 33 em implantação, o Geração na Ponta se consolidou no
mercado, reforçando a posição
da Petrobras Distribuidora também como provedora de soluções
energéticas”, complementa o gerente de Comercialização de Negócios de Energia (GCNE), José
Carlos Domingos de Oliveira.
Ele afirma que um dos principais
diferenciais do Geração na Ponta
BR é o modelo dos projetos oferecidos. “As soluções propostas são
customizadas, de acordo com o
perfil e a demanda de cada cliente”, afirma. Outro atrativo é o atrelamento dos reajustes do pacote de
serviços e do óleo diesel ao custo
das tarifas das concessionárias de
energia, garantindo a economia
ao longo do contrato.
Pesa ainda o fato de que todos os
investimentos necessários ficam a
cargo da BR: o cliente só começa a pagar a tarifa do serviço a
partir da entrada em operação
da central geradora. “Os clientes
também contam com a expertise
de engenharia da Companhia em
projetos complexos e com a força
da marca Petrobras, já que toda
a implantação, além da operação
e manutenção dos equipamentos
e o ressarcimento em caso de falha da central (se comprovada a
utilização da energia da concessionária) são de responsabilidade
da BR”, complementa o titular da
GCNE.
Soluções customizadas
O Geração na Ponta tem sido adotado por clientes dos mais distintos
segmentos e setores da economia.
Na carteira da GNE há desde metalúrgicas, como a Fundição Brasi-
Fotos Divulgação Lar
leira de Alumínio (FBA), ao setor de
moda íntima, como a Du Loren. É
extensa a lista de clientes que hoje
têm central geradora em uma ou
mais unidades.
A Rádio e Televisão Bandeirantes,
localizada no bairro de Morumbi,
em São Paulo (SP), foi uma das
primeiras a ter uma central implantada pela BR: a usina, inaugurada em 2007 com 2.040 kW
de potência, foi ampliada em
2010 para 2.584 kW. A Nestlé
também foi atraída pelos benefícios oferecidos pela Petrobras
Distribuidora: as usinas geradoras de duas de suas unidades fa-
No agronegócio está o maior investimento feito até agora em uma única usina de geração: a Cooperativa Agroindustrial lar terá uma unidade com 10,8 MW de potência instalada
11
Foto Divulgação Fibrasa
REPORTAGEM DE CAPA
A Fibrasa foi uma das primeiras a adotar o Geração na Ponta para suas unidades fabris
Geração na Ponta já conta com seis
shoppings, entre eles o Recreio Shopping, do grupo BR Malls, localizado
no Rio de Janeiro. O Shopping, que
possui uma usina de 1100 kW operando desde julho do ano passado,
já assinou contrato para ampliação
que deverá acontecer ainda este
ano. O superintendente do Recreio
Shopping, Sergio Guimarães, afir-
Foto Arquivo BR
bris, em Itabuna (BA) e Cordeirópolis (SP) já estão em fase final de
implantação e deverão entrar em
operação este ano.
O shopping center é outro segmento
com grande potencial para o Geração na Ponta, por se tratar de um setor que precisa de energia constante e
de qualidade, e que vem expandindo
muito no mercado. Em sua carteira, o
ma que o Geração na Ponta trouxe
grandes benefícios para a empresa,
aumentando a eficiência, reduzindo
custos e trazendo qualidade para
seus clientes. “A BR trouxe uma solução eficaz para o nosso empreendimento, porque além de proporcionar a auto-suficiência, poderá nos
ajudar a partir da segunda etapa
de instalação do sistema, em uma
eventual falta de energia”. Além
deste, a BR está estudando diagnóstico de geração de energia para
outros empreendimentos do grupo
BR Malls.
Uma das maiores empresas do setor de bebidas no país, responsável
pela produção das cervejas Itaipava
e Crystal, a Cervejaria Petrópolis,
localizada no Rio de Janeiro, irá
colocar em operação ainda este
ano uma usina de 4.352 kW, que já
começou a ser instalada pela Petrobras Distribuidora.
Líder no mercado nacional na fabricação de telhas e caixas d’água
de fibrocimento, a Eternit já instalou projetos de geração na ponta
em três de suas quatro plantas. A
primeira a entrar em operação,
O Recreio Shopping também utiliza a solução oferecida pela Petrobras Distribuidora e já conta com uma usina de 1.100 kW operando desde julho de 2010
12
Foto Divulgação Eternit
Líder na fabricação de telhas
e caixas d’água de fibrocimento,
a Eternit já instalou projetos
de geração na ponta em
três de suas quatro plantas
em outubro de 2009, foi a da unidade de Colombo, no estado do
Paraná, com capacidade instalada
para 2.960 kW. Desde junho de
2010, a planta de Simões Filho,
na Bahia, já dispõe de capacidade
instalada de 1.480 kW. Em março
de 2011 entra em operação a usina geradora da unidade carioca,
com 1.524 kW de capacidade.
“Nossa intenção é instalar uma central geradora também na planta de
Goiânia (GO), com capacidade de
2.200 kW, para iniciar operação no
início de setembro deste ano”, afirma Carlos Alberto Teixeira Ventura,
gerente de Engenharia Industrial da
Eternit. Segundo ele, além da redu-
ção dos custos nos gastos com energia elétrica, a empresa pode utilizar
os geradores em interrupções no
fornecimento, que provocam a parada na linha de produção. “Isso
tem um alto custo para a empresa,
em função do produto que fabricamos. Reduzimos esse risco com a
central geradora”, destaca Ventura.
O gerente industrial da Eternit afirma que a empresa, antes de adotar
essa solução BR, fez pesquisas de
diversas alternativas para reduzir
os custos de energia, analisando
o mercado livre, entre outras possibilidades. “Através de contatos
com outras empresas chegamos à
solução oferecida pela BR”, revela,
ressaltando que a Companhia, que
já fornecia combustíveis e lubrificantes, reunia atributos essenciais
como idoneidade, responsabilidade
e compromisso.
Projeto oportuno
Com mais de 50 anos de atividades
no Brasil, a centenária empresa suíça Firmenich, fundada em 1895 em
Genebra, e que se constitui uma das
três maiores companhias de aromas
do mundo, também adotou essa solução para suas fábricas. Com uma
estrutura completa para atender ao
Brasil e ao mercado da América
Latina, nos três segmentos em que
atua (Bebidas, Alimentos Salgados
13
REPORTAGEM DE CAPA
Em uma das duas unidades da Firmenich, em Cotia (SP), a usina atende à fábrica e aos escritórios,...
e Doces), a Firmenich também adotou a solução de geração na ponta
da BR para respaldar seu projeto de
expansão.
As duas plantas fabris, localizadas
na Grande São Paulo, na cidade
de Cotia, que somam mais de 70
mil metros quadrados de área,
dispõem de uma central geradora. A primeira, com 1.320 kW de
capacidade instalada, está em
operação desde julho de 2009,
enquanto a segunda, de 1.440
kW, entrou em operação em maio
de 2010.
14
“Na primeira unidade, a usina atende à fábrica e aos escritórios, enquanto na segunda planta, a usina
geradora assegura energia também
para o nosso centro de desenvolvimento para a América Latina, que
funciona no Brasil”, destaca Mauro Sérgio Kyriazi Campos, Facilities
Management da Firmenich. ”Com
essa solução, obtivemos uma redução dos custos com a energia fornecida pela concessionária, além
de dispor de um excelente backup
em caso de falta de energia na rede
pública”.
Segundo Mauro Campos, foi a Petrobras Distribuidora que ofereceu a
solução à Firmenich. “A ideia foi trazida pela BR num momento oportuno”, afirma o executivo, destacando
que a marca e a confiança que ela
tem junto ao mercado foram decisivas para a escolha desse projeto.
Outro importante cliente, que já
conta com mais de 37 anos de tradição na produção de embalagens
plásticas de polipropileno, é a Fibrasa que vem fazendo investimentos contínuos em novas tecnologias
e soluções que assegurem a sus-
Fotos Divulgação Firmenich
...enquanto que na segunda planta, assegura energia para o centro de desenvolvimento para a América Latina, localizado no Brasil
tentabilidade de suas operações.
A empresa foi uma das primeiras a
adotar a solução oferecida pela BR,
para garantir a energia das duas
unidades fabris, no Espírito Santo
e em Pernambuco, que atendem
também aos mercados da América
Latina.
A primeira central geradora, de
1.100 kW, instalada na planta fabril
localizada no município de Serra
(ES), começou a operar em outubro de 2008. Diante do aquecimento da demanda, já contratou a
expansão da capacidade da usina,
que este ano agregará mais 500
kW, com capacidade instalada. A
medida já havia sido implementada na fábrica de Abreu Lima (PE),
mesmo município onde está sendo
construída a nova refinaria da Petrobras, a RNEST: a usina, que entrou em operação no final de 2008,
com 1.440 kW de potência, já está
operando desde abril de 2010 com
mais 480.
CONTATO BR
José Carlos Domingos de Oliveira
[email protected] – (21) 3876-0406
EDSON CHIL é o titular da Gerência de Negócios de Energia, cujo objetivo é desenvolver a melhor resposta para a
necessidade de energia de cada cliente. A unidade oferece produtos e serviços com alto grau de competitividade,
qualidade e confiabilidade, dentro dos padrões adequados de rentabilidade. ([email protected])
15
pRoDuToS
OFiCialMente de Cara nOVa
Fábrica de Lubrificantes da Gerência Industrial (GEI) inicia o envase das novas embalagens
da linha Lubrax, criadas dentro de um grande projeto de revitalização da marca mais
Foto mauro motta
conhecida do setor e que já ultrapassou as fronteiras do país
o presidente da Petrobras distribuidora, José Lima de andrade neto, e os diretores nestor Cerveró (dFin), José Zonis (dioL), Luiz Cláudio sanches (drPs) e o gerente
executivo da Gei, Celso Pinho, na solenidade que marcou o início do envase de lubrificantes nas novas embalagens
16
Foto alexandre Brum
A
qualidade e a tecnologia
já são conhecidas dos
consumidores. Mas agora
a marca – que nasceu em 1973
com apenas oito produtos e, hoje,
é líder nacional em vendas e conta com 120 tipos diferentes de lubrificantes para as mais diversas
aplicações nas áreas automotiva,
industrial, ferroviária, marítima e
de aviação – está totalmente repaginada.
um novo capítulo dessa história
começou justamente com o lançamento da marca renovada e agora
entra na etapa das novas embalagens, com um visual moderno,
atraente e sofisticado, refletindo
toda a excelência e qualidade que
caracterizam os produtos lubrax.
tal mudança mereceu uma
solenidade na Fábrica de lubrificantes da Petrobras distribuidora, em duque de Caxias (rJ),
que reuniu o presidente José lima
de andrade neto, os diretores de
Operações e logística (diOl),
José zonis, da rede de Postos de
serviço (drPs), luiz Cláudio sanches, e Financeiro (dFin), nestor
Cerveró.
realizado no dia 10 de novembro, o evento, conduzido pelo gerente executivo da gei Celso Pinho
e prestigiado também por parte da
força de trabalho da fábrica, marcou o início do envase dos novos
frascos de um litro do lubrax.
“temos consciência de que este
é um produto que carrega uma
marca forte, que é ponta de lança
no crescimento dos nossos resultados”, afirmou lima, destacando a
importância dos lubrificantes para
o negócio da Br. “Precisamos investir cada vez mais nesta unidade”, concluiu.
MoMento hiStóRiCo
O projeto de revitalização de
toda a linha lubrax, incluindo a
marca, é resultado de um amplo
estudo do negócio de lubrificantes, envolvendo diversas áreas da
Br. Confiança na marca, familiaridade, garantia de origem e
modernidade são características
que se tornam claras para o consumidor a partir desse trabalho.
O projeto reorganizou os produtos de forma que ficasse mais fácil identificá-los e transmitir seus
atributos.
“este é um momento histórico não só para a Br, mas para
a nossa fábrica, com projetos de
ampliação e modernização que
irão melhorar as condições de
operação, aumentar o volume e a
satisfação de todos”, comentou o
diretor de Operações e logística,
José zonis.
Para o titular da drPs, luiz
Cláudio sanches, a revitalização
17
pRoDuToS
o pRojETo DE REVITAlIzAção DE ToDA A lINhA
lubRAx, INcluINDo A mARcA, é RESulTADo DE um
Amplo ESTuDo Do NEgócIo DE lubRIfIcANTES,
ENVolVENDo
DIVERSAS
Foto alexandre Brum
do lubrax terá impactos na rede
de Postos Petrobras. “a campanha
nacional a ser lançada no início de
2011 objetiva que os nossos consumidores conheçam essa novidade, além de estimular o público a
experimentar o novo lubrificante
e aumentar o nosso market share
nesse mercado competitivo”.
a meta dessa campanha é
atingir, aos poucos, os principais
públicos relacionados ao lubrax,
como clientes, consumidores e
força de vendas externa, de forma segmentada. a divulgação
da nova linha e do novo posicionamento também incluirá
ações publicitárias, entre fevereiro e março, e de sustentação
ao longo de 2011.
noS BaStidoReS
“a revitalização exigiu grandes mudanças de equipamentos,
testes de embalagens, envolvimento de equipes de manutenção, do laboratório de ensaio
de materiais, além do grande
trabalho da comunicação da Br
e Petrobras, juntas, para dar ao
lubrificante a cara do sistema
Petrobras: vanguarda, design,
qualidade”, explica o gerente
executivo, Celso Pinho.
18
áREAS
DA
compANhIA
todos os produtos passarão
pela reformulação visual. inicialmente foram focados os produtos automotivos em embalagens
plásticas, mas já há ações para
mudanças nas embalagens para
o segmento industrial com a fabricação dos novos baldes de 20
litros e tambores de 200 litros nas
novas cores.
a linha de lubrificantes é composta atualmente por 108 produtos, que envasados geram 648
itens para comercialização.
as novas embalagens estão
mais ricas em informações, para
que o cliente Br possa conhecer
e aproveitar ao máximo a qualidade da linha de lubrificantes. “a
revitalização permitiu a padronização das informações nos rótulos e
contrarrótulos, tornando mais fácil
a identificação dos produtos em
termos de aplicação e níveis de desempenho de qualidade”, explica
Celso Pinho.
segundo o gerente, não há
como prever o tempo exato de
saída dos produtos com embalagens antigas, pois são muitos pontos de venda e produtos
com perfis de venda diferentes.
“Como a mudança de imagem
se iniciou pela linha automotiva,
cujo giro de estoque é alto, acreditamos que em poucos meses
todo o mercado já estará abastecido com as novas embalagens”,
afirma. “Já estamos entregando
produtos nas novas embalagens
de 1 e 20 litros; em dezembro é
a vez das embalagens de 500 ml
e 200 litros e a partir do início de
2011, as de três litros”.
É importante lembrar que a
revitalização promoveu também
mudanças na nomenclatura de
alguns produtos, mas o conteúdo, em termos de qualidade e de
desempenho, permanece o mesmo. Os pontos de venda e todos
os canais de comunicação da Br
(área de atendimento e saC técnico - 0800 78 9001) já estão a
postos para prestar esclarecimentos e equacionar dúvidas sobre
essa linha que é uma verdadeira
bandeira do país.
REgIoNAl
MerCadO nOrdestinO eM
exPansãO
Gerência Regional de Consumidor do Nordeste da Petrobras Distribuidora acompanha
crescimento econômico da região, fechando 2010 com a conquista de grandes negócios
C
Com um PiB em torno de r$
400 milhões – crescimento de mais
de 50% em relação a 1995 –, o
nordeste vem ampliando as bases
de sua economia e abrindo espaço para novos empreendimentos,
como estaleiros, siderúrgicas, mineradoras, montadoras, térmicas,
petroquímicas e químicas, entre
outras atividades em expansão na
região. sem contar o pioneirismo
na produção de petróleo – afi-
nal, foi em lobato, no recôncavo
Baiano, que a indústria brasileira
de óleo e gás deu os primeiros
passos.
“as principais características do
nordeste são, sem dúvida alguma,
a diversidade de mercados existentes e o nível de crescimento que tem
registrado nos últimos anos”, confirma Mario luiz Cosenza, que em
abril de 2010 assumiu a gerência
regional de Consumidor nordeste
Foto Juarez Cavalcanti
om o aquecimento econômico nesta última década,
acima da média nacional, o nordeste é a região que, de
acordo com o instituto Brasileiro de
geografia e estatística (iBge), mais
ganhou participação no Produto interno Bruto (PiB) do país entre 1995
e 2008, passando de 12% para
13,1% e consolidando-se como um
importante mercado para a Petrobras distribuidora.
19
Foto Arquivo BR
REGIONAL
Equipe de gerentes da GRCNE (da esquerda para a direita): Gilvan de Sá Barreto, Fausto Vicente Gomes Filho, Mario Luiz Cosenza e Vicentino Moreira de Andrade
As principais características do Nordeste
são, sem dúvida alguma, a diversidade de
mercados e o nível de crescimento que
a região tem registrado nos últimos anos
(GRCNE), linha de frente da Petrobras Distribuidora nessa região.
Sediada em Salvador, Bahia,
com estrutura própria e uma Coordenação de Negócios, para
atender ao mercado da Gerência
Regional – nove estados, cerca de
1.700 municípios, e ainda clientes
pontuais do Pará –, a GRCNE dispõe de três Gerências de Vendas
20
a Consumidores (GVC): Salvador
(GVCSAL), Recife (GVCREC) e
Fortaleza (GVCFOR).
RESULTADOS POSITIVOS
“Contamos com uma equipe de 60 colaboradores, entre
gerentes, assessores comerciais,
profissionais de vendas e de suporte técnico, apoio administra-
tivo, contratados e estagiários”,
contabiliza Cosenza, comemorando um ano de grandes negócios para a sua gerência.
“Na comparação entre o realizado e o planejado, a GRCNE
vem registrando um de seus melhores anos. Em outubro, batemos
recorde em volume de biodiesel,
quando atingimos a marca de
149,4 mil m³, bem superior ao
marco anterior, de 136,0 mil m³,
no mesmo mês de 2009”, revela o
titular da GRCNE, acrescentando
que o volume total de vendas, de
263,5 mil m³, em outubro, também superou a marca anterior, de
245,0 mil m³, registrada em outubro de 2008 (mês em que eclodiu
Foto Agência Petrobras
A construção de mais três refinarias no Nordeste, que até então tinha apenas duas unidades – RLAM (acima), e Lubnor CE – vão agregar valor às operações da GRCNE,
que disporá de maior volume de derivados de petróleo para oferecer ao mercado consumidor da região
a crise financeira mundial). “Não
podemos deixar de mencionar
a retomada das vendas de lubrificantes, que neste final de ano
atingiram patamares próximos de
2 mil m³/mês”.
O gerente regional observa
que, entre os fatores que contribuíram para essas conquistas da
GRCNE, além do próprio crescimento econômico do país, estão
as obras do Plano de Aceleração
do Crescimento (PAC) executadas
na Região Nordeste. “Além de
garantir o suprimento de combustíveis e lubrificantes para o mercado, o grande desafio da GRCNE é
manter o market share da BR em
paralelo ao crescimento da Re-
os bons resultados que a GRCNE vem obtendo
se
devem
AOS
em
execução
projetos
no
IMPLEMENTADOS
nordeste,
BEM
COMO
E
O
ENTROSAMENTO entre as três gerências de
vendas
JUNTO
ao
consumidor
gião Nordeste, atuando como um
agente que viabilize os diversos
projetos que estão sendo implantados”, frisa Cosenza.
Novas demandas
Nos últimos anos a economia da Região Nordeste sofreu
DA
REGIÃO
mudanças expressivas, que impuseram novas demandas a serem atendidas pela BR. Com a
descentralização do processo de
industrialização no país, e estimuladas também por incentivos
fiscais, mais e mais indústrias têm
se instalado em distintos pontos
21
Edson Curcino, assessor comercial lotado em São Luís/MA
da região – sendo que boa parte
delas utiliza mão de obra intensiva, como calçados e vestuário.
Outro atrativo é a menor distância dos polos industriais do
Nordeste em relação a alguns mercados prioritários de exportação,
razão pela qual indústrias de transformação, como a petroquímica e
de petróleo, vêm se expandindo. O
Polo Petroquímico de Camaçari é
um exemplo da primeira, enquanto a exploração de petróleo e seu
processamento na Refinaria Landulfo Alves (RLAM), em Candeias
(unidade da Petrobras que completou 60 anos em outubro), exemplificam a segunda. Sem mencionar
que está em franca implantação o
polo petroquímico e industrial de
Foto Arquivo BR
Foto Arquivo BR
REGIONAL
Os profissionais Francival e Cidrack, pertencentes a
equipe da GVCFOR, em Fortaleza
Suape, na região metropolitana de
Recife (PE).
Além de novos estaleiros de
grande porte, o Nordeste ganhará,
em menos de uma década, nada
menos que três refinarias de petróleo da Petrobras: a Refinaria Abreu
e Lima (RNEST) e as Refinarias Premium I e II. A primeira, em Pernambuco, estará operacional em 2013,
com capacidade de processamento
de 230 mil barris/dia. A segunda,
no Maranhão, terá capacidade de
processamento de 600 mil barris/
dia (em duas etapas) enquanto a
terceira, no Ceará, processará 300
mil barris/dia.
Foto Arquivo BR
Diferenciais competitivos
Equipe da GVCFOR (da esquerda para a direita): Ranon Nery Sena, Rafael Barbosa, Ana Virgínia Vieira Tavares,
Cláudio Valadares, Mariana, Francisco Claudioberto e Abelardo Gifone
22
Todos esses fatores terão peso
significativo nas operações da Petrobras Distribuidora, que, muitas
vezes, chega antes mesmo da própria indústria, com o fornecimento
de asfalto, combustíveis e derivados para as obras de instalação
desses grandes empreendimentos.
“O mercado atendido pelo regional é diversificado em relação
aos seus segmentos econômicos:
temos uma forte atuação e participação junto a empresas rela-
Foto Arquivo BR
Gerardo Fragoso, colaborador da GVCFOR
cionadas à geração de energia
emergencial, indústrias, transporte
coletivo e de cargas, agronegócios, governo, TRR (transportador
revendedor retalhista), entre outros”, detalha Cosenza.
Para atender a clientes de áreas
tão distintas e com demandas diversas, a BR tem como principais
diferenciais de atuação na região
uma estrutura logística composta
de 20 terminais e bases, além de
uma forte presença física da força
de vendas e do nosso suporte técnico, espalhados por todo o território de abrangência da GRCNE. “Esses diferenciais garantem
aos nossos clientes a segurança
de suprimento necessária às suas
atividades”, afirma o gerente regional.
A estratégia vencedora, segundo ele, “é manter a força de vendas
motivada e buscar a cada dia o melhor alinhamento entre os interesses
comerciais e nossa estrutura operacional, maximizando nosso diferencial”. E para fidelizar e ampliar a
carteira de clientes, frente às novas
demandas que vêm acontecendo
Foto Arquivo BR
Foto Arquivo BR
Equipe da GVCREC (da esquerda para a direita): Mario Burle, Renato Altino, Rodrigo Hazin, Marcela Almeida, Antonio Inocêncio, Rosângela Farias, Ricardo Plenas, Gilvan
de Sá, Romero Vanderley, Munik de Carvalho, Emerson Lins, Janete Helena Tenório, André Amaral e Francisco Bezerra
Isolda M. de Paula Ramirez, apoio administrativo da GVCFOR
23
Foto arquivo Br
Foto arquivo Br
REgIoNAl
rosiane Brasileiro e Célio Franco, da GVCFor em teresina/Pi
os profissionais da GVCFor em são Luís/ma Franklin Hatherly, Vicentino moreira, Paulo sérgio e thiago Guimarães
além das belas praias do litoral, das cidades históricas e da
rica cultura regional, o nordeste tem também grandes riquezas minerais, em que se destacam o petróleo e o gás natural,
produzidos na Bahia, sergipe,
rio grande do norte, alagoas
e Ceará, no litoral e na plataforma continental. O rio grande do norte é o terceiro maior
produtor de óleo do país, atrás
do rio de Janeiro e do espírito
santo, enquanto a Bahia ocupa
essa posição na produção de
gás, sendo superada apenas
pelo rio e pelo amazonas.
a região nordeste tem ainda
jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas, cobre,
ouro, ferro, uma das maiores
reservas de urânio do mundo,
situada no Ceará e um polo de
gesso em Pernambuco.
24
Foto Juarez Cavalcanti
O riCO suBsOlO dO nOrdeste
Unidade de Lubrificantes e derivados de Petróleo do nordeste – Fortaleza (Ce)
Foto Arquivo BR
Colaboradores das equipes da GRCNE e da GVCSAL na sede do escritório administrativo da BR, em Salvador/BA
na região, a GRCNE tem buscado
firmar compromissos contratuais
que dão a garantia de fornecimento
aos clientes.
Qualidade assegurada
Outra ferramenta utilizada para
a fidelização dos clientes é o CTF
BR (Controle Total de Frota da Petrobras Distribuidora), que dá os
subsídios necessários aos empresários para que otimizem a gestão de
suas frotas, com uma administração automática e eletrônica, sem
nenhuma interferência humana.
“Outro diferencial adicional é a
qualidade dos produtos Petrobras,
garantida e monitorada pelo Sistema de Garantia da Qualidade
(SGQ/GD)”, acrescenta Cosenza, destacando ainda o programa
de Auditoria das Instalações dos
Clientes Consumidores, por meio
do qual são registradas todas as visitas realizadas nos postos de abastecimento dos clientes e/ou garagens. “Esse programa tem como
propósito adequar as instalações
às normas ambientais, mitigando,
quando necessário, alguns riscos
que elas apresentem”, diz o titular
da GRCNE.
Graças a tudo isso, a GRCNE vem acumulando importan-
tes conquistas, que vão além dos
recordes de vendas. “O grande
marco da Gerência Regional de
Consumidores do Nordeste é a
manutenção dos seus clientes
em carteira, sempre com elevado grau de satisfação, bem como
uma força de trabalho motivada e
aguerrida na busca contínua para
melhorar o atendimento, pois dessa forma estaremos fortalecendo
a Petrobras Distribuidora, como
um todo”, conclui Cosenza.
CONTATO BR
Mario Luiz Cosenza
[email protected] – (71) 3340-2701
25
PARCERIA
medalha
Medalha
para a companhia
Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro entrega a maior condecoração da corporação
Fotos Trama Criações
à executivos da Petrobras Distribuidora em cerimônia de homenagem à Companhia
O diretor Andurte de Barros Duarte Filho e o assessor comercial João Guidão, da Petrobras Distribuidora, receberam a medalha Ordem do Mérito Policial Militar
A
o completar 39 anos, a
Petrobras Distribuidora comemora, além de inúmeros
prêmios concedidos pelos diversos
segmentos de mercado atendidos
pela Companhia, uma homenagem muito especial: a medalha
26
Ordem do Mérito Policial Militar,
a mais significativa da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
(PMERJ).
Em cerimônia solene realizada
no dia 8 de dezembro, no histórico quartel-general da Polícia Mili-
tar do Rio de Janeiro, o diretor de
Mercado Consumidor (DMCO) da
BR, Andurte de Barros Duarte Filho,
e o assessor comercial sênior João
Alves de Castro Guidão, da Gerência de Vendas a Consumidores do
Rio de Janeiro (GVCRJ), receberam
A solenidade de entrega da medalha Ordem do Mérito para diversos militares e civis, entre os quais o diretor da BR, Andurte Duarte (a direita)
a medalha em reconhecimento à
estreita e profícua relação de parceria que a Companhia tem com a
corporação.
“Há muito tempo que o relacionamento com a Petrobras
Distribuidora deixou de ser meramente comercial para se constituir em uma relação efetiva de
parceria”, afirmou o comandante
da PM, coronel Mário Sérgio de
Brito Duarte. Mais de 300 pessoas, entre homenageados e convidados, civis e militares, além de
outras autoridades, participaram
da solenidade, na qual a banda
da corporação apresentou-se
com o tradicionalíssimo uniforme
da Guarda Real, criado há cerca
de 200 anos para a primeira força policial do país.
Dever cumprido
“Sempre buscamos, em todos
esses anos de parceira, garantir
à Polícia Militar o suprimento de
produtos e serviços que são essenciais para o exercício de sua
função, como guardiães da segu-
rança pública”, destacou o diretor
Andurte, lembrando que, em distintos momentos, principalmente
em épocas de desabastecimento,
assegurar esse fornecimento demandava uma verdadeira operação militar, tanto em termos de
estratégia de fornecimento como
de logística.
“Essa medalha é a confirmação de que valeu a pena o esforço de toda a equipe da GVCRJ
para entender e se antecipar às
necessidades da PM, garantindo a satisfação total do cliente”,
acrescentou o assessor comercial
sênior João Alves de Castro Guidão, que acompanhou de perto
um dos mais belos projetos dessa
parceria entre a BR e a PM: o livro 200 anos: Polícia Militar do
Rio de Janeiro, lançado no dia 13
de maio, durante a solenidade de
entrega dos espadins aos novos
alunos do 1° Ano do Curso de
Formação de Oficiais da Academia de Polícia Militar D. João VI.
Patrocinado pela BR, e publicado pela Editora PUC-Rio, da
Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro, o livro relembra vários exemplos de intervenções positivas da corporação durante esses 200 anos de atuação.
“A distribuição dessa edição para
diversos órgãos (federais, estaduais e municipais), instituições
de ensino, bibliotecas e principais casas de memória em todo
o país, assim como organizações
no exterior, reforça a nossa marca e reafirma o compromisso da
BR com projetos culturais”, destacaram os dois homenageados.
A medalha, criada em 1982,
é concedida excepcionalmente
a civis e militares, brasileiros ou
estrangeiros, que tenham prestado destacados serviços à Polícia
Militar, como a Petrobras Distribuidora, que, além de fornecer
combustíveis e lubrificantes à corporação, tem apoiado também
importantes iniciativas da PM.
CONTATO BR
João Alves de Castro Guidão
[email protected] – (21) 3876-2526
27
Foto Marcio Bruno/Avatar Image
PREMIAÇÃO
O gerente Regional de Consumidor de São Paulo, Roberto Jorge de Souza Leão Rodrigues recebe o troféu Maiores e Melhores e, uma semana depois,...
Reconhecimento
que vale ouro
Petrobras Distribuidora recebe homenagem em dose dupla no segmento de transporte: o NTC
Fornecedores do Transporte e o prêmio Maiores & Melhores do Transporte e Logística 2010
P
ara a Petrobras Distribuidora,
o reconhecimento vale tanto
quanto petróleo: é o ouro
dos negócios. Daí a satisfação de
todas as equipes da Gerência de
Grandes Consumidores (GGC)
da BR, envolvidas no atendimento
das empresas de transporte e logística ao receberem, em menos
de 10 dias, uma dupla distinção
desse setor.
28
No dia 30 de novembro, o gerente Regional de Consumidor de São
Paulo (GRCSP), Roberto Jorge de
Souza Leão Rodrigues recebeu, em
nome da BR, o prêmio “A Melhor
Distribuidora de Combustíveis”, na
23ª edição do Maiores & Melhores
do Transporte e Logística 2010, organizada pelas revistas Transporte
Moderno e TechniBus. E no dia 7
de dezembro, ele foi receber tam-
bém o troféu concedido à BR pela
NTC & Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e
Logística), no XIII Prêmio NTC Fornecedores do Transporte.
“Receber essa distinção é a confirmação de que a Petrobras Distribuidora tem compreendido as
necessidades do setor e atendido
plenamente às expectativas do
mercado. Esse é o nosso desafio
Foto Paulo Mumia
...representou de novo a Petrobras Distribuidora na entrega do prêmio de melhor Fornecedor da NTC Logística, ganho mais uma vez pela Companhia
permanente”, destacou Roberto
Jorge de Souza Leão Rodrigues.
“Os principais diferenciais competitivos da BR são a capacidade de
entrega nos mais diversos pontos
do país, com a qualidade e o valor da marca que acompanha todos os produtos da Companhia. A
confiabilidade é peça-chave para
nosso cliente”, concluiu o titular da
GRCSP.
As duas premiações avaliam a performance operacional e financeira
da empresa, assim como as ações
implementadas por ela para a evolução do setor de transporte e logística. Os critérios analisados pela
OTM Editora, detentora de diversos
títulos periódicos, entre os quais as
revistas Transporte Moderno e a
TechniBus, são: receita operacional
líquida, patrimônio líquido, lucro
operacional líquido, liquidez corrente, endividamento geral, rentabilidade da receita e do patrimônio
líquido, produtividade do capital e
crescimento da receita.
Já a NTC Fornecedores do Transporte premia aqueles que, na opinião das empresas do setor, apresentaram, no último ano, o melhor
desempenho no fornecimento de
produtos e serviços - considerado um conjunto de atributos específicos para cada categoria. O
resultado é obtido com base em
pesquisa realizada pelo Instituto
Datafolha junto a aproximadamente 400 empresas de todo o
país, selecionadas entre as 3.500
empresas associadas da entidade,
que mantém uma extensa programação de seminários, fóruns,
encontros e feiras, com destaque
para o Seminário Brasileiro do
Transporte Rodoviário de Cargas
e Fenatran – Salão Internacional
do Transporte. “O prêmio é consagrado, pois atribui critérios de
avaliação essenciais para o seu
reconhecimento: pesquisa nacional e opinião dos empresários”,
destacou Flávio Benatti, presidente da NTC & Logística.
ANTONIO CARLOS ALVES CALDEIRA é o titular da Gerência de Grandes Consumidores, que tem como objetivo ser
líder na comercialização de combustíveis e lubrificantes no mercado. A unidade destaca-se pela excelência na qualidade
de produtos e serviços a clientes. A gerência tem como compromisso se antecipar às mudanças no perfil energético
brasileiro e assegurar, de forma sustentável, um retorno adequado aos investimentos. ([email protected])
29
PRODUTOS QUÍMICOS
A caminho da
evolução
Maior evento científico do setor de tintas e adesivos na América Latina, o Latincoat 2010
contou com a presença da Petrobras Distribuidora e principais indústrias e fornecedores do
Fotos Yuri Zoubaref
segmento para debater inovações e tendências do mercado
A Petrobras Distribuidora tem buscado apoiar e participar de eventos relacionados às áreas de negócios da Gerência de Produtos Químicos, como a Latincoat
30
V
itrine da inovação e dos produtos e serviços que refletem
a evolução do setor de tintas
e adesivos, o Latincoat & Adhesives
2010, realizado entre os dias 26 a
28 de outubro, no Espaço Apas, em
São Paulo (SP), consagrou-se como
o evento que indica também os rumos do desenvolvimento sustentável
da cadeia produtiva do segmento.
Além de apresentar os benefícios e aplicações dos mais recentes produtos, serviços e tecnologia disponíveis no mercado, bem
como mostrar o estágio atual de
desenvolvimento mundial do setor,
o Latincoat criou um ambiente para
o debate sobre os desafios dessa
indústria e tendências sustentáveis
do mercado.
A 5ª edição do Congresso e Exposição Latincoat/Adhesives, organizado pela Agnelo Editora, contou
com a presença de representantes
de toda a cadeia do mercado de
tintas e adesivos: profissionais das
indústrias, fornecedores de insumos
e áreas afins ao mercado de tintas
(industriais, gráficas e de revestimentos), químicos para construção,
adesivos, colas e selantes.
“Entendemos que participar do
Latincoat 2010 é uma excelente
oportunidade para potencializar
negócios de alta rentabilidade”,
destaca Mário Richa de Sá Barreto,
gerente de Químicos para Tintas,
Adesivos e Borracha (GQTAB) da
Petrobras Distribuidora, que busca
estar sempre presente nos diversos
eventos do setor, bem como apoiar
ações que promovam o desenvolvimento do mercado.
No espaço de 300 metros quadrados destinado à exposição, as
empresas apresentaram seus últimos lançamentos em matérias-primas, máquinas e equipamentos de
produção, de aplicação e de labo-
Estande da BR no Latincoat: clientes e parceiros tiveram a oportunidade de conhecer o portfólio da empresa
31
PRODUTOS QUÍMICOS
O evento possibilitou o intercâmbio de ideias e reforçou o relacionamento entre os principais agentes da cadeia produtiva de tintas do país
ratório. A BR apresentou as inovações da Companhia na produção e
comercialização de solventes verdes
e alternativos, que possam substituir
os aromáticos, como tolueno, xileno
e AB9. Entre as novas tendências, a
BR destacou a consolidação de produtos oxigenados em seu portfólio
de solventes e o desenvolvimento da
linha de blendas Solbrax Neo Mix.
Na plenária “A indústria de tintas, mercado, tendências e desafios
para os próximos anos”, o consultor
científico da Associação Brasileira
dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), Jorge Fazenda, afirmou que,
do ponto de vista tecnológico, em
todos os segmentos de mercado,
o Brasil está praticamente no mesmo patamar que os países desen-
volvidos. “Quando se pinta uma
plataforma marítima no Brasil, são
praticamente as mesmas tintas utilizadas nos países desenvolvidos. O
mesmo acontece com outros setores como o de latas para bebidas
e o mercado automotivo. Porém,
é importante continuarmos atentos
às modificações para manter essa
competitividade em termos de tintas
e revestimentos”, ressalta.
O consultor destacou também
o crescimento do setor no Brasil.
“É um mercado que cresce a taxas expressivas, pois em 10 anos
aumentou 50% em volume, e este
ano a estimativa é chegar a 10% de
crescimento, mas pode evoluir ainda mais. Atualmente, por exemplo,
temos indústrias de tintas no Brasil
inteiro. Elas não estão mais concentradas apenas em São Paulo”,
conclui.
CONTATO BR
Na plenária foram discutidas as tendências e desafios do setor nos próximos anos
32
Mario Richa de Sá Barreto
[email protected] – (19) 3735-6742
PRODUTOS QUÍMICOS
BR NO PÓDIO
Considerada o melhor fornecedor de solventes hidrocarbônicos, a Petrobras Distribuidora
recebe prêmio do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo
A
excelência da BR no atendimento à indústria de tintas, um dos segmentos que
tem apresentado um forte crescimento no país nos últimos anos,
foi confirmada pelo mercado, que
concedeu à Companhia alguns dos
mais importantes prêmios do setor.
Mostrando que pretende continuar
“pintando o sete” nesse mercado,
que movimenta anualmente em torno de US$ 3,5 bilhões, a Gerência
de Químicos para Tintas, Adesivos
e Borracha (GQTAB) reforçou sua
estratégia e colheu para a Gerência de Produtos Químicos (GPQ)
bons frutos na safra 2010.
A BR, que depois de dois anos
seguidos na segunda posição, havia conquistado em 2009, pela
primeira vez, o prêmio de melhor
fornecedor de solventes, concedido
pelo Departamento de MatériasPrimas do Sindicato do Sitivesp,
manteve-se no pódio, sagrandose bicampeã. “Essa premiação é
muito importante por se tratar de
um prêmio concedido pela entidade que congrega as indústrias
localizadas no território paulista, o
maior mercado do país”, destacou
Mário Richa de Sá Barreto, titular
da GQTAB.
Ele destaca ainda o fato de a
Companhia amealhar mais e mais
prêmios nesse setor, encerrando
mais um ano de sucesso nas vendas no mercado de tintas: con-
quistou pelo sexto ano, o prêmio
de melhor fornecedor da Paint &
Pintura e ainda, pela quarta vez,
sagrou-se a campeã no ranking
do Sindicato das Indústrias de Tintas e de Óleos Vegetais do Rio de
Janeiro (Sintirj).
Foto Trama Criações
(Sitivesp) e conquista título de hexacampeão no 14º Paint & Pintura
UM ANO BOM
São grandes as expectativas dos
negócios da BR no mercado de tintas e adesivos, ou seja, as oportunidades são muitas, na opinião de
Mário Richa de Sá Barreto, gerente
da GQTAB. A despeito da crise que
explodiu no final de 2008, impactando o ano passado, o mercado já
apresentou sinais sensíveis de melhoras. “Após um começo de ano lento,
fruto do processo de recuperação da
indústria química, bastante afetada
pela crise de 2008/09, os resultados alcançados no segundo semestre foram bastante expressivos. Com
isso, conseguimos atingir a meta de
vendas estabelecida para 2010”,
adiantou.
Ele frisa que a presença da equipe
comercial e suporte técnico em todo
o território nacional tem contribuído
decisivamente para a consolidação
da liderança da BR na distribuição
de solventes hidrocarbônicos no Brasil. “Prova disso é que detemos quase
40% de market share e continuamos
a conquistar inúmeros prêmios concedidos por clientes e entidades de
classe do segmento de tintas”.
Mário Richa de Sá Barreto
“A consolidação da liderança da
BR no segmento de distribuição de
solventes é fruto de um trabalho em
equipe, não apenas no âmbito da
GQTAB, mas de todas as gerências
comerciais e de suporte da Gerência
de Produtos Químicos, como também das várias áreas corporativas
da BR (operações, logística, financeira, tributária, comunicação, jurídica,
etc)”, diz o gerente. “Outro ponto
importante é o trabalho de pesquisa
e desenvolvimento de produtos, que
vem sendo feito em conjunto com
a Gerência de Desenvolvimento de
Soluções Químicas (GDSQ), e que
deverão ser lançados em 2011”,
adianta Mário Richa. Portanto, já
nesse ano que se inicia a BR terá novidades para o mercado.
CONTATO BR
Mario Richa de Sá Barreto
[email protected] – (19) 3735-6742
33
INOVAÇÃO
As cores
da tecnologia sustentável
Principal distinção do setor de tintas, o Prêmio Abrafati-Petrobras de Ciência em Tintas,
que vem incentivando a inovação e o desenvolvimento tecnológico, é uma iniciativa
T
rês pesquisadores foram premiados por seus estudos, que
trazem importante contribuição para o desenvolvimento tecnológico e para a sustentabilidade, na
12ª edição do Prêmio Abrafati-Petrobras de Ciência em Tintas. O objetivo da premiação é incentivar a
pesquisa sobre tintas e revestimentos orgânicos realizada por profissionais do setor, pesquisadores acadêmicos e estudantes de graduação
e pós-graduação.
“É um prêmio muito importante,
que está alinhado à vocação da
Petrobras de incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de soluções inovadoras”, destacou Mario
Richa de Sá Barreto, responsável pela Gerência de Químicos
para Tintas, Adesivos e Borrachas
(GQTAB) da Petrobras Distribuidora. Ele participou da solenidade de entrega do prêmio, realizada no dia 8 de dezembro em São
Paulo, ao lado de Antonio Carlos
de Oliveira, presidente do Conselho Diretivo da Abrafati, e Dilson
Ferreira, presidente executivo da
entidade.
O primeiro lugar coube a Marcos Fernandes de Oliveira, quí-
34
Foto Divulgação Abrafati
consolidada e reconhecida pela comunidade científica
Os premiados Marcos Fernandes de Oliveira, do Laboratório Automotivo da DuPont do Brasil, Roberta Gonçalves
Tavares, do Laboratório de Microbiologia e dos Laboratórios de Aplicação de Tintas da Basf, e Maurício de
Barros, engenheiro metalurgista do Centro Multiplicador de Tecnologia Gemológica (CMTG)
mico do Laboratório Automotivo
da DuPont do Brasil, autor do
trabalho “Estudo da ecotoxidade
do zinco e sua substituição pelo
óxido de magnésio como inibidor
de corrosão ecológico”. Roberta
Gonçalves Tavares, gerente do
Laboratório de Microbiologia e
dos Laboratórios de Aplicação de
Tintas da Basf, ficou em segundo
lugar com o estudo “Avaliação do
crescimento de fungos em pinturas
com diferentes teores de resina”.
Em terceiro ficou o engenheiro
Foto Rogério Reis
metalurgista Maurício de Barros,
do Centro Multiplicador de Tecnologia Gemológica (CMTG), com o
estudo intitulado “Solocores – tintas de solo”.
O prêmio foi criado em 1986
pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati). Promovido a cada dois anos, desde
2004 tem o patrocínio da Petrobras Distribuidora. Em 12 edições
já contemplou mais de duas dezenas de especialistas ligados às
principais universidades, centros
de pesquisa e empresas da cadeia
de tintas, em função de trabalhos
de alto nível, que representam uma
contribuição efetiva para o desenvolvimento tecnológico do setor e
do Brasil.
Valor agregado
“Percebemos que a associação
da marca ao prêmio valorizou a
importância do evento, tornandoo mais atraente e concorrido, revertendo os dividendos comerciais
e institucionais (reforço de marca)
para a Companhia, não apenas
perante a nossa parceira Abrafati,
mas, especialmente, perante à comunidade científica-tecnológica,
universitária e empresarial, incluindo fabricantes de tintas, fornecedores e usuários”, destacou
Mário Richa.
“Também é igualmente impor­
tan­te o fato de o copatrocínio,
além de integrar a comissão
julgadora dos trabalhos técnicos, permite à Com­p a­nhia, em
articulação com os autores,
apoiar e dar sequência ao desenvolvimento técnico comercial
dos trabalhos relevantes para o negócio da BR”, pontuou Mário Richa,
acrescentando que a Gerência de
Planejamento e Marketing e Co­
mer­cializa­ção da Petrobras (AB/
Em 12 edições, o prêmio já contemplou
mais de duas dezenas de especialistas
ligados às principais universidades, centros
de pesquisa e empresas da cadeia de tintas,
em função de trabalhos de alto nível,
que representam uma contribuição efetiva
para o desenvolvimento tecnológico
do setor e do Brasil
35
INoVAção
MC/Ma/PMCe) também é parceira dessa iniciativa.
de acordo com Mário richa,
essa parceria é importante pelo
fato de reforçar a percepção do
mercado de que a Br é uma empresa que investe e estimula a
pesquisa e desenvolvimento no
setor de tintas. “as empresas do
segmento identificam tanto a Petrobras quanto a Br como empresas inovadoras e que, ao longo
do tempo, vem investindo no pilar
inovação, tecnologia e qualidade
como forma de diferenciação”, frisa o titular da gQtaB. “exemplos
dessa postura é o desenvolvimento e lançamento da gasolina Podium, do lubrax sintético, e mais
recentemente do diesel s10, além
de uma gama de novos solventes
(oxigenados, ecológicos e blends),
como é o caso da linha de acetatos Verdes, linha solbrax eco e
solbrax neo Mix, voltados para a
indústria química”.
Mário richa lembra ainda que
quando a Br decidiu copatrocinar essa premiação de caráter
tecnológico, a Companhia buscava justamente vincular esse
foco no incentivo à pesquisa e
desenvolvimento, à qualidade, à
sustentabilidade, à inovação e ao
pioneirismo às iniciativas e pilares do sistema Petrobras. “Passados seis anos, ao longo dos
quais co-patrocinamos quatro
edições deste importante prêmio,
estou certo de que a decisão foi
acertada e conseguimos atingir
os objetivos propostos”, afirma o
titular da gQtaB. “hoje, a marca
Petrobras é percebida claramente pela indústria de tintas como
o grande fornecedor (Petrobras)
e distribuidor (Br) de solventes
hidrocarbônicos no país. de uma
empresa que disponibiliza produtos de alta qualidade, alinhados
com as melhores práticas de sustentabilidade e preocupação com
o meio ambiente, além da capacidade produtiva para atender à
demanda do mercado e a preços
competitivos”.
COntatO Br
mario richa de sá Barreto
[email protected] – (19) 3735-6742
três estudOs inOVadOres
1º lugar – “estudo da ecotoxicidade do zinco e sua substituição
pelo óxido de magnésio como inibidor de corrosão ecológico”, teve
como objetivo investigar as propriedades anticorrosivas do óxido de magnésio (MgO), que não
apresenta ecotoxicidade, e compará-las com o fosfato de zinco.
Foram avaliados dois tipos de
óxidos de magnésio, utilizados na
preparação de três grupos de revestimentos, sendo dois sistemas
alquídicos (um curado ao ar e
outro reticulado com resina melamínica) e um com resina epóxi
reticulada com poliamida.
Os revestimentos foram aplicados diretamente em aço-carbono
lixado e fosfatizado. Os testes realizados mostraram que o MgO
apresenta um melhor comportamento inibidor em aplicações diretas sobre o aço-carbono. Os reves-
36
timentos preparados com fosfato
de zinco resultaram nas menores
taxas de corrosão, mas têm como
contrapartida negativa, em alguns
casos, a formação de sais e sabões
que prejudicam a aderência.
2º lugar – “avaliação do crescimento de fungos em pinturas
com diferentes teores de resina” é
um estudo no qual foi possível
avaliar o efeito da concentração
volumétrica de pigmentos (PVC)
das tintas látex acrílicas com e sem
biocida. tintas com PVC 30%, 35%
e 50% foram aplicadas nos blocos
de concreto celular autoclavados
pré-tratados com selador acrílico e massa acrílica, que foram
expostos aos climas equatorial,
tropical e temperado, respectivamente nas regiões norte, sudeste
e sul do Brasil e expostos às faces
norte e sul. a análise dos dados
coletados mostrou que o PVC e a
presença de biocida foram fatores
menos relevantes do que as condições ambientais para a colonização fúngica e a alteração de cor, o
que fornece elementos importantes
para a aplicação e a formulação
de tintas.
3º lugar – “solocores – tintas
de solo” é uma análise da fabricação de tintas de solos, a partir das
características e dos atributos técnico-minerais dos solos coloridos
encontrados em diversas regiões,
e que podem ser usados como
suporte mineral para sete cores
de tintas, mais a cor branca. uma
das conclusões é a de que esses
solos coloridos, com suas cores
naturais, não devem ser vistos
apenas como ingredientes redutores de custo de uma tinta, mas
principalmente valorizados pelas
suas propriedades físico-químicas
e mineralógicas.
EVENTo
QuÍMiCa
PerFeita
Gerência de Produtos Químicos (GPQ) reafirma o valor do relacionamento com seus clientes na
sétima edição da premiação que destaca empresas dos diversos segmentos nos quais a BR atua
V
Fotos alexandre muniz Cunha
alorizar os parceiros comerciais da Petrobras distribuidora no mercado de químicos é o grande objetivo do Prêmio
Cliente nota dez, que chega à sétima edição como uma importante
ação de relacionamento e incentivo
ao setor. realizado no dia 10 de
dezembro, em Campinas (sP), uma
das principais cidades do interior
de são Paulo, a premiação reuniu
38
clientes das gerências de Química
Fina e agronegócios (gQuiF), de
Químicos para tintas, adesivos e
Borracha (gQtaB), e de supply
house (gesh) e Químicos para a
indústria do Petróleo (gQPet), que
atendem à indústria petrolífera.
O Cliente nota dez, além de
estreitar e fortalecer as relações
comerciais, é um reconhecimento
dos parceiros que vêm contribuin-
do para o desenvolvimento do
mercado e da economia do país.
tanto que neste ano, quando foram avaliados cerca de 600 clientes, a gerência de Produtos Químicos incluiu uma nova categoria, a
de Maior Crescimento de Vendas,
na qual foram premiadas as empresas syngenta (do segmento de
defensivos agrícolas) e Pirelli Pneus
(borracha).
Criado em 2004, esse programa de avaliação de clientes segue
critérios preestabelecidos: os resultados alcançados anualmente pelos clientes, no seu relacionamento
com a BR, são analisados no aspecto comercial, financeiro e ainda
em termos de tempo de parceria.
“É uma forma de reconhecermos
os parceiros que têm contribuído
para manter a liderança da BR em
todos os segmentos em que atua,
além de incentivarmos a evolução
do mercado”, observou o gerente
executivo de Produtos Químicos,
Luis Marcelo Motta de Assumpção
Freitas. “Essa premiação também
tem um papel importante no sentido
de contribuir para a melhoria contínua dos resultados gerenciais dos
parceiros – tanto da BR como das
empresas clientes”.
Os gerentes de Química Fina e
Agronegócios, Cassiano Vieira de
Campos Filho, de Químicos para
Tintas, Adesivos e Borracha, Mario
Richa de Sá Barreto, de Supply House, Klaus Nolte, e de Químicos para
a Indústria do Petróleo, Paulo Cesar
Toledo Meirelles, entregaram os
troféus aos homenageados de suas
respectivas áreas durante um jantar
que se encerrou com um musical da
Companhia Broadway Brasil.
Destaques 2010
Saiba um pouco mais sobre os
parceiros distinguidos na 7ª edição
do Cliente Nota Dez, de acordo
com cada segmento e gerência responsável pelo atendimento:
Química Fina &
Agronegócios
Categoria: Defensivos Agrícolas
Milenia Agrociências S/A
Suas origens reportam 40 anos
de história no agronegócio, po-
Luis Marcelo Motta de Assumpção Freitas, gerente executivo de Produtos Químicos, na abertura da cerimônia
sicionando a companhia como a
sexta maior do setor no país, com
6% de participação no mercado
de defensivos agrícolas no Brasil.
Integrada à companhia israelense
Makhteshim Agan, presente em
mais de 100 países e uma das líderes no setor de química fina, a
Milenia representa hoje 18,74%
dos negócios do grupo. Com unidades industriais em Taquari (RS) e
Londrina (PR), oferece ao mercado
uma das mais completas linhas de
produtos, tendo como principal
negócio os defensivos agrícolas
voltados para a proteção das culturas da soja, milho, trigo, algodão, cana-de-açúcar, hortifruti,
cítricos, café, arroz, feijão e reflorestamento.
Categoria: Esmagamento de grãos
Amaggi Exportação e
Importação Ltda.
A empresa é líder do Grupo André Maggi e comercializa, armazena, processa, transporta, exporta
e fomenta a produção de soja no
Brasil, além de importar e comercializar fertilizantes e produzir sementes
de qualidade. Exportadora de soja
(farelo e óleo) para os principais
centros de comercialização de soja
no mundo, dispõe de 40 unidades
armazenadoras, capazes de estocar
mais de 2,5 milhões de toneladas
e três unidades de esmagamento
– Cuiabá (MT), Lucas do Rio Ver-
O GPQ, Luis Marcelo sendo entrevistado no início do evento
39
EVENTO
de (MT) e Itacoatiara (AM) –, com
capacidade para processar 6,6 mil
toneladas/dia de soja. A BR assegura a qualidade e o fornecimento de
hexano (grau alimentício), utilizado
no esmagamento da soja para produção de óleo e farelo.
Da esquerda para a direita: Luis Marcelo Motta, titular da GPQ, Paulo Meirelles, gerente da GQPET, Douglas Rocha Mote, gerente setorial da unidade de serviço de apoio do E&P da Petrobras, Fabrício Alves Lemos Marcenes,
gerente de contratos e Klaus Nolte, gerente de Supply House
Da esquerda para a direita: Os assessores comerciais da GQUIF Luiz Fernando Cerqueira e Vanessa Cazzotti com os
clientes da Syngenta Miguel Souza, José Roberto Nucci e Dario Arroyo ao lado do titular da GQUIF, Cassiano Vieira
40
Categoria: Formulador
Bora Química
Com forte presença nos diversos
segmentos econômicos do país, a
Bora Química atua na distribuição
dos principais insumos e produtos
químicos, nacionais e importados,
para os mais distintos mercados,
graças a uma estrutura logística eficiente, agilidade e capacidade de
atendimento nos sete dias da semana. Destaca-se na parceria com a
BR na aquisição de enxofre (sólido
e líquido), para industrialização e
distribuição do produto no mercado
brasileiro, tendo demonstrado sua
capacidade logística em operações
exemplares, como a compra e retirada, em apenas 15 dias, de 7 mil
toneladas de enxofre nas diversas
refinarias da Petrobras no país. A
expectativa é que essa parceria se
estenda também a outros produtos
da BR, entre os quais a ureia.
Categoria: Maior crescimento
de vendas
Syngenta Proteção de
Cultivos Ltda.
(defensivos agrícolas)
Uma das líderes mundiais na
área do agronegócio, ocupa o primeiro lugar no ranking de defensivos agrícolas e terceiro no mercado
de sementes de alto valor agregado
no Brasil, tendo entre suas principais marcas o óleo mineral Nimbus
e o fungicida PrioriXtra. Com vendas
mundiais em 2009 acima de US$
11,0 bilhões, emprega mais de 20
mil pessoas em 90 países.
Posiciona-se como um dos maiores clientes da BR no segmento de
defensivos agrícolas, dentro de uma
parceria comercial marcante no processo de logística integrada, suprimento e controle de estoque de óleo
mineral – matéria-prima básica para
produção do Nimbus.
Químicos para Tintas,
Adesivos e Borrachas
Categoria: Tintas e vernizes
Akzo Nobel (Tintas Coral)
Empresa do grupo holandês
Akzo Nobel, é a maior companhia
global de tintas e revestimentos e
um dos principais produtores de
especialidades químicas. Está presente no Brasil desde 1974, a partir da aquisição da Tintas Wanda,
tendo incorporado posteriormente,
em 1987, também a Tintas Ypiranga. Em agosto de 2007 adquiriu
os ativos globais da Inglesa ICI,
que detinha a marca Tintas Coral
no Brasil. Dessa forma, tem um relacionamento de mais de 30 anos
com a BR, que fornece aguarrás
para todas as unidades industriais
da Akzo no Brasil.
Categoria: Sabões e detergentes
(domissanitários)
Unilever Brasil Industrial Ltda.
Uma das fornecedoras líderes de
produtos de bens de consumo no
mundo, a Unilever Brasil atua em
três nichos de negócios: alimentos,
higiene e beleza. Estabeleceu a parceria com a BR há quase 30 anos,
com o início das atividades da unidade fabril de Indaiatuba (SP), em
1982, para a qual fornece enxofre
líquido, necessário na produção
de sabões e detergentes. A Unilever segue as diretrizes mundiais no
cuidado com o meio ambiente, que
incentivam a redução da poluição
e a promoção da eficiência ecológica, por meio do fornecimento
responsável em toda a cadeia de
suprimentos, incluindo fornecedores
e prestadores de serviços.
Categoria: Adesivos
Killing S/A Tintas e Adesivos
Maior fabricante de adesivos
para a indústria calçadista da América Latina, além de atuar em outros
mercados, como o de colchões e
moveleiro, e uma das grandes fabricantes de tintas no Brasil, a Killing foi
As apresentadoras do evento Fernanda Ribeiro e Hevila Arbex
fundada em 1962, em Novo Hamburgo (RS). A empresa gaúcha possui uma linha com mais de 3.500
itens de adesivos, texturas, massas,
tintas, vernizes, solventes, aditivos e
itens complementares, produzidos
na matriz e nas fábricas em Pacatuba
(CE) e Simões Filho (BA). Tem mais
de duas décadas de relacionamento com a BR, da qual é parceira no
lançamento de diversos produtos da
companhia na Região Sul.
Categoria: Borrachas
Borrachas Vipal S/A
Empresa do Grupo Vipal, com
participação na Duroline (que produz lonas para freio), recentemente entrou pra o mercado de pneus
após fechar uma parceria com a
Fate, maior fabricante argentina.
Com unidades de produção em
Nova Prata (RS), Feira de Santana
(BA) e Cabo de Santo Agostinho
(PE), é uma das mais antigas clientes da BR, com a qual se relaciona
desde a fundação da Vipal, há 35
anos, quando foi celebrado o primeiro contrato de fornecimento de
produtos. “Trata-se de uma relação
sólida e duradoura, que em muito
contribui para o sucesso da nossa
empresa. Esta é sexta vez que recebemos o prêmio Cliente Nota Dez,
o que nos enche de orgulho. Somos
um Cliente Nota Dez graças a um
fornecedor Nota Dez. Obrigado!”,
foi a resposta da empresa, ao saber
da premiação.
Categoria: Maior crescimento
de vendas
Pirelli Pneus (borrachas)
Com 137 anos de tradição, a
Pirelli é uma multinacional italiana
consagrada na indústria de pneus,
tendo no Brasil sete das 23 unidades industriais distribuídas em 12
países e atividades comerciais em
41
EVENTO
mais de 160 países dos cinco continentes empregando mais de 27
mil pessoas no mundo, das quais
9 mil no Brasil. Na América Latina, possui sete unidades produtivas, cinco delas no Brasil, onde a
empresa tem um dos seus Centros
de Pesquisa e Desenvolvimento
(Santo André, SP).
O relacionamento comercial
com a BR, iniciado em 1988, tem
se intensificado na área de químicos, a partir do desenvolvimento
e fornecimento da cera antiozonante (Parabrax Ozone) e, mais
recentemente, no atendimento de
100% de suas necessidades de extrato aromático (NPA), com média
mensal de 700 toneladas. Dentro
dessa parceria também está sendo
implementada a aprovação técnica
do Fluibrax Euro 40, novo produto
da carteira da BR que atende à legislação europeia para a produção
de pneus cada vez mais ecologicamente corretos.
Indústria do Petróleo
Da esquerda para a direita: o assessor comercial Hugo dos Santos Junior e o apoio de vendas da GQTAB, Telma
Aparecida com o cliente da Pirelli Pneus Rodrigo Salomão e o GQTAB, Mario Richa
CLIENTE Hors-concours:
Petrobras
Com as descobertas e o início
da produção de óleo e gás na região do pré-sal, principalmente na
Bacia de Santos, a Petrobras começa uma nova era. As descobertas
feitas até agora elevarão a empresa, ao longo dos próximos anos,
a um novo patamar de reservas e
também de produtividade, consolidando ainda mais suas posições
como uma das quatro maiores
companhias abertas de petróleo
do mundo.
Assegurando o combustível para
o desenvolvimento sustentável do
país, essas descobertas vão garantir
a manutenção da autossuficiência
petrolífera; gerar novos empregos
diretos e indiretos; fortalecer o mercado interno e a economia brasileira; expandir os recursos para educação, cultura, inovação e pesquisa
tecnológica e de meio ambiente.
“A Petrobras Distribuidora, por
meio de suas gerências de Supply House (GESH) e de Químicos para a Indústria do Petróleo
(GQPET), busca garantir todos os
produtos e serviços necessários à
Petrobras, de forma a contribuir
para o êxito de suas operações”,
destacou o gerente executivo de
Produtos Químicos, Luis Marcelo
Motta de Assumpção Freitas. Ao
lado dos titulares da GESH, Klaus
Nolte, e GQPET, Paulo Meirelles,
o executivo entregou o prêmio aos
representantes da Petrobras, Douglas Rocha Mote, gerente setorial
da Unidade de Serviço de Apoio
do E&P, da Diretoria de Serviços,
e Fabrício Alves Lemos Marsenes,
gerente de Contratos.
LUIS MARCELO FREITAS é o titular da Gerência de Produtos Químicos, cujo objetivo é distribuir e comercializar produtos
químicos, insumos e serviços para a indústria química, petroquímica e de petróleo. A gerência está apta a desenvolver, fabricar ou
buscar fontes alternativas de suprimento, quando isto se mostrar necessário. A GPQ tem como compromisso observar os melhores
prazos de atendimento e especificações para os clientes, com níveis adequados de rentabilidade. ([email protected])
42
AVIAÇÃO
Cruzex V
Foto Johnson Barros
BR, a Força aliada
43
AVIAção
BR Aviation abastece quase 100 aeronaves das forças aéreas de seis países no maior
exercício de guerra aérea simulada na América Latina
O
ambiente real é de paz,
mas prevaleceu um clima típico de guerra nos
23 dias da Operação Cruzeiro
do sul (Cruzex), treinamento militar realizado a cada dois anos
sob o comando da Força aérea
Brasileira (FaB), com a participação de caças e militares de países
convidados. realizada entre 28
de outubro e 19 de novembro de
2010, a V Cruzex contou com a
participação de 92 aeronaves de
44
combate e mais de 3 mil militares das Forças armadas do Brasil,
argentina, Chile, uruguai, França
e estados unidos (que até então
participava como observador),
além de observadores da Bolívia,
equador, Canadá, reino unido,
Colômbia e Paraguai.
a Petrobras distribuidora foi a grande força aliada do maior exercício
de combate aéreo combinado da
américa do sul. assegurou o abastecimento das aeronaves, entre as
quais os caças rafale, da França,
e os caças norte-americanos F-16,
utilizados pelas forças aéreas de
diversos países do mundo.
seguindo a célebre frase do Comando da aeronáutica: “não
perguntem se somos capazes, nos
deem a missão”, a equipe da Br
aviation cumpriu sua missão com
mais de 110 abastecimentos e um
volume de cerca de 300 mil litros
diários sem nenhum incidente.
“um grande desafio foi deslo-
Foto elder delgado
carmos equipamentos e equipes
de várias partes do país com um
cronograma seguido à risca para
o sucesso da operação”, afirma o
titular da gerência de Operações
e Padrões de aviação, arthur
rocco. “Como a V Cruzex dobrou o volume de abastecimento
de alguns aeroportos envolvidos,
também adquirimos com antecedência um reforço de equipamentos, alguns importados, para garantia do pleno desempenho da
Br aviation na operação”, complementa.
O combustível da Br aviation garantiu nada menos que quase 950
decolagens e aproximadamente
1.200 horas de voo dos aviões
que participaram da V Cruzex, que
teve como palco, mais uma vez, o
nordeste brasileiro. as cidades de
natal (rn), Fortaleza (Ce), recife
(Pe), João Pessoa (PB), salvador
(Ba), Patos (PB), Mossoró (rn) e
Campina grande (PB) receberam
as aeronaves, subordinadas por
um só sistema de comunicação e
controle que mostrou a capacidade brasileira de realizar grandes
manobras militares.
a logística de suprimento de
querosene da aviação em quantidades bem acima das consumidas nos aeroportos envolvidos
também foi um desafio à parte.
“tivemos muita atenção com as
alterações logísticas que a operação demandou e, nesse sen-
45
Foto Silva Lopes
AVIAÇÃO
Sob o comando da Aeronáutica, guerra simulada nos céus do sertão brasileiro reuniu aviões militares de vários países, entre os quais EUA e França
a equipe da BR Aviation cumpriu sua missão com
mais de 110 abastecimentos e um volume de cerca
de 300 mil litros diários, sem nenhum incidente
tido, o alinhamento com a área
de operações da BR foi essencial
para o sucesso obtido”, atesta o
titular da Gerência do Aeroporto de Recife, Roberto de Oliveira,
coordenador geral da operação
pela BR Aviation.
Guerra no sertão
O conflito simulado nos céus
do sertão, envolveu caças e helicópteros em missões bélicas
complexas como o Combat-SAR
46
(significa a busca, o resgate e o
salvamento de equipagens de aeronaves abatidas, ou de militares
combatentes, que se encontrem
isolados em território inimigo)
e o combate aéreo além do alcance visual. Graças ao sistema
integrado de defesa e controle
do espaço aéreo, o exercício não
provocou atrasos para a aviação
comercial. Coordenado pelo Comando-Geral de Operações Aéreas (Comgar), a Cruzex envolveu
as bases aéreas de três capitais
nordestinas – Natal (BANT), Fortaleza (BAFZ) e Recife (BARF) –,
além de três municípios da região – Quixadá (CE) e Mossoró e
Maxaranguape (ambos no RN).
O objetivo desse simulado é
reforçar a interação e treinar as
forças aéreas envolvidas no planejamento de operações combinadas com países aliados, nos
mesmos moldes utilizados pela
Organização do Tratado do
Atlântico Norte (Otan) em conflitos internacionais. A Base Aérea
de Natal já sediou o exercício
Cruzex em 2004 e 2008.
A guerra aérea simulada aconteceu a partir de um conflito fictício decorrente da invasão do “país
Fotos arquivo Br
amarelo” pelas tropas do “país
Vermelho” e a posterior intervenção de uma coalizão liderada
pelo “país azul”. no mapa real,
as cidades de natal (rn), recife
(Pe) e Campina grande (PB) concentraram a maior parte das aeronaves envolvidas, enquanto as
forças hostis operavam a partir da
Base aérea de Fortaleza. em natal, das 66 aeronaves envolvidas
no exercício, 31 eram de forças
aéreas estrangeiras. na história
fictícia, a força de coalizão assegurou a superioridade aérea e
as aeronaves apoiaram a invasão
terrestre simulada. Com a operação “Yellow Free”, as tropas vermelhas recuaram.
abastecimento C17 Globe master para transporte de tropas da Us air ForCe
desFile de aerOnaVes
argentina (Faa):
- a-4ar
- KC-130
Brasil (FaB):
- a-29 super tucano
- aMx a-1
- r-99 a aeW
- Mirage-2000
- F-5Br
estadOs unidOs (usaF):
- F-16C/d
- KC-135r
abastecimento do helicóptero HUH utilizado para serviços de salvamento e buscas
Chile (FaCh):
- F-16 C Block 50M
- F-16 d Block 52+
- KC-135e
França (arMeÉ de l’air):
- dassault rafale
- Mirage 2000-5F
- KC-135Fr
COntatOs Br
arthur rocco
[email protected] – (21) 3876-4492
roberto de oliveira
[email protected] – (81) 3322-4630
Verdadeira força aliada, a Petrobras distribuidora garantiu o abastecimento das 92 aeronaves que participaram
do Cruzex V, realizaram 950 decolagens e somaram mais de 1.200 horas de voo
47
AVIAÇÃO
Maior exportadora de
Guarulhos
Vendas de combustíveis para aviação no aeropor to de Cumbica asseguram à Petrobras
Distribuidora a posição de liderança em ranking com empresas do setor
É
no maior aeroporto do país
que os negócios da BR Aviation vêm alçando voos cada
vez mais longos e bem-sucedidos,
assegurando à Petrobras Distribuidora o título inédito de maior exportadora de Guarulhos, município da
Grande São Paulo.
a
cidade
de
O resultado da quarta edição
dessa premiação foi anunciado
em solenidade realizada no dia
30 de novembro, em Guarulhos,
com a presença de mais de 500
empresários e autoridades municipais e estaduais. O evento faz
parte de uma série de atividades
Guarulhos
abriga
um
dos
principais polos industriais do país e cresce
continuamente nas áreas de transportes e
logística, com o comércio exterior que se
desenvolve a partir do Aeroporto de Cumbica
A BR, que aparece pela primeira vez no ranking anual “Quem
é quem na economia de Guarulhos”, elaborado pelo Diário de
Guarulhos, assumiu a liderança
na categoria exportadora, respaldada principalmente no volume
de combustíveis de aviação que a
BR Aviation comercializou para as
companhias aéreas estrangeiras
que abasteceram no Aeroporto
Internacional de São Paulo/Guarulhos – Governador André Franco
Montoro.
48
comemorativas dos 450 anos da
cidade.
O ranking valoriza e reconhece o
esforço, o talento e a dedicação das
empresas que colaboram para que
Guarulhos – com mais de 1,2 milhão de habitantes – tenha hoje o segundo maior PIB do estado e o nono
do Brasil. A cidade abriga um dos
principais polos industriais do país,
e cresce continuamente nas áreas de
transportes e logística, com o comércio exterior que se desenvolve a partir do Aeroporto de Cumbica.
Foram entregues prêmios para
as cinco empresas que registraram
os melhores resultados nos quesitos
de Faturamento Líquido, Rentabilidade, Capital Nacional, Indústria,
Comércio, Serviços, Entidades Beneficentes e Exportadoras, além das
10 que se destacaram por sua Excelência Financeira no ano de 2009.
A consultoria Austin Asis respondeu pela avaliação de nove categorias da premiação. E o Núcleo de
Excelência Operacional (Nexo) da
regional do Centro das Indústrias do
Estado de São Paulo (Ciesp Guarulhos) avaliou as empresas que se
destacaram em Excelência Operacional. Nessa edição, seis empresas
foram laureadas por suas práticas
de gestão, relacionamento com
empregados e com a comunidade e
por programas de qualidade, além
de critérios financeiros.
Combustível garantido
“O anuário já se tornou uma referência para quem busca oportunidades de negócios em Guarulhos.
É uma ferramenta muito importante
para a divulgação da economia da
cidade, pois forma uma base de
dados para investidores que podem
fomentar novos mercados”, destaca
Rogério Moreira de Sousa Leite, titular da Gerência de Aeroporto de
CÉu de BrigadeirO
(que cedeu área para o aeroporto) e a 25 quilômetros do centro
da maior metrópole do país.
O complexo aeroportuário mais movimentado do Brasil é também o principal hub
da américa do sul (ou seja,
aeroporto utilizado por uma
companhia aérea como ponto
de conexão para transferência
de passageiros para o destino
pretendido). É ainda o segundo maior da américa latina em
voos internacionais, atrás apenas do aeroporto internacional
de san Juan, em Porto rico, e o
maior no transporte de carga.
hoje Cumbica ocupa a 36ª posição entre os mais movimentados do mundo.
Fotos acervo infraero
O aeroporto conhecido popularmente como Cumbica (que,
ironicamente, em tupi-guarani,
significa “nuvem baixa” ou “neblina”), foi inaugurado em 1985,
depois de cinco anos de obras e
mais de 10 de polêmicas. localizado na cidade de guarulhos,
no distrito de Cumbica, está próximo à Base aérea de são Paulo
49
AVIAÇÃO
As operações da BR Aviation no Aeroporto de Cumbicas, em Guarulhos, atendendo a companhias aéreas nacionais e estrangeiras reforçam a economia local
São Paulo (Gasp), da Petrobras Distribuidora.
“Guarulhos é uma cidade industrial, com uma economia forte
e que vem gerando novos empregos”, agrega o gerente, destacando que a venda de produtos de
aviação foi decisiva para a conquista dessa liderança. “É que o
abastecimento de aeronaves estrangeiras é caracterizado como
produto exportado, entregue internamente”, explica.
Os números do movimento de
aeronaves, passageiros e cargas no
aeroporto paulista dão uma ideia
da dimensão desse consumo: de
janeiro a outubro Cumbica recebeu
mais de 206 mil aeronaves, mais de
22 milhões de passageiros (quase
22% do total registrado nos aeroportos do país) e 302 mil toneladas
de carga (ficando Viracopos, em
Campinas, com o segundo maior
movimento de carga com quase
196 mil toneladas).
“Guarulhos se desenvolveu muito
desde a inauguração do aeroporto,
em 1985, ampliando os horizontes
da cidade. O aeroporto e seus voos
internacionais deram um upgrade no
perfil econômico da cidade”, diz o
titular da Gasp. “Respondemos pela
grande parte do volume de combustível exportado: temos um market share
estimado de 55% dentro do aeroporto, incluindo voos nacionais e internacionais”, comemora o gerente.
“Nosso maior cliente estrangeiro
é a American Airlines, considerada a
maior companhia aérea do mundo
e que é atendida com exclusividade
pela BR Aviation”, conta Rogério Moreira de Sousa Leite. “Mas o grande
mérito é de toda a Gerência de Produtos de Aviação (GPA), responsável
pela conquista dos contratos com as
grandes companhias aéreas”.
Como se já não bastasse ser o
maior aeroporto do país, a partir do
primeiro semestre de 2011, Guarulhos passará por grandes obras que
vão desde a adequação de pistas
até a construção de um novo terminal de passageiros. “A BR Aviation
também participará deste esforço de
modernização do aeroporto, atuando na ampliação do sistema interno de distribuição de querosene de
aviação de modo coordenado com
os investimentos gerenciados pela
Infraero”, comenta Arthur Rocco,
titular da Gerência de Operações
e Padrões de Aviação (Gopa), responsável pelos investimentos da BR
Aviation.
CONTATOS BR
Arthur Rocco
[email protected] – (21) 3876-4492
Rogério Moreira de Sousa Leite
[email protected] – (11) 2445-5915
FRANCELINO DA SILVA PAES é o titular da Gerência de Produtos de Aviação (GPA), cuja missão é distribuir produtos de
aviação Petrobras, atuando nos serviços de abastecimento de aeronaves e atividades correlatas. A unidade tem como objetivo
garantir a satisfação dos consumidores, com competitividade, rentabilidade e responsabilidade social. ([email protected])
50
CULTURA
Festival
de espetáculos
Segunda edição da maior seleção pública de peças teatrais, contemplada pela Petrobras Distribuidora,
Foto Arquivo BR
vai distribuir R$ 12 milhões em patrocínios para levaro teatro aos quatro cantos do país
O espetáculo “Sassaricando” foi uma das obras que o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura selecionou nessa segunda edição
51
CULTURA
M
Assim como na primeira edição, o programa conta com a
parceria do Ministério da Cultura
(MinC). Após a triagem administrativa e a análise da comissão de
seleção, será feita a análise técnica referente aos quesitos da Lei
Rouanet – lei federal que institui
políticas públicas para a cultura
nacional. Só serão encaminhados
para avaliação final do Conselho
Petrobras Distribuidora de Cultura
aqueles que tiverem a aprovação
do MinC.
A edição anterior dessa ação
possibilitou a circulação de nada
menos que 43 espetáculos teatrais
durante o biênio 2009/2010. Até
o final de 2010, foram realizadas
apresentações em todos os estados do país, atingindo público superior a 100 mil pessoas em mais
de 500 apresentações, em cerca
de 85 diferentes municípios brasileiros.
Iniciativa reconhecida
Aplaudido de pé pelo público
e por todo o setor artístico, o programa representa um importante
apoio a produtoras, diretores e
atores já consagrados assim como
a outros, ainda pouco conhecidos
do grande público. Cria a oportunidade de assistir a peças estreladas por grandes artistas – como
Marieta Severo, Andréa Beltrão,
Thiago Lacerda, Fernanda Paes
Leme, Marcelo Faria, Caio Blat,
Guilherme Leme, Guilhermina
Guinle, Marcelo Serrado e os humoristas Fernando Caruso e Marcelo Adnet, entre outros, a preços
populares.
Foto Arquivo BR
aior seleção pública específica para circulação de
peças teatrais no país, o
Programa Petrobras Distribuidora
de Cultura abriu, no início de novembro, as inscrições para sua segunda edição. Com R$ 12 milhões
previstos para o biênio 2011/2012,
a BR posiciona-se como uma grande incentivadora do teatro brasileiro, democratizando o acesso a
peças por todo o país.
O foco é a circulação de espetáculos teatrais, a preços populares,
em diferentes cidades, facilitando o
acesso do público e seduzindo novas plateias. A novidade deste ano
é a inclusão de espetáculos para o
público infantojuvenil, que terão um
orçamento de R$ 2 milhões. Também foi estipulado que o preço máximo do ingresso será R$ 20.
Sempre atual, e com inúmeras versões, também está entre as peças patrocinadas pelo programa a inesquecível “Dona Flor e seus Dois Maridos”
52
Foto João Caldas
“O grande objetivo do programa é promover o teatro fora do
eixo Rio-São Paulo e levá-lo a um
número cada vez maior de espectadores, que não têm acesso a esse
tipo de espetáculo” afirma Alena
Aló de Santana Cabral, gerente
de Patrocínio e Eventos Corporativos da Petrobras Distribuidora. “O
resultado foi muito positivo para a
BR, para a classe artística envolvida, mas principalmente para os
espectadores de todo Brasil, que
tiveram a oportunidade ímpar de
assistir a espetáculos de qualidade
em suas próprias cidades. Para a
empresa é importante fazer o relacionamento em diversas praças”.
Os resultados da seleção deverão ser divulgados em maio de
2011, o que significa que mais espetáculos vêm por aí.
Nos palcos do Brasil
Na primeira seleção pública
do Programa BR de Cultura foram contempladas peças que se
consagraram sucesso de crítica e
de público como “As Centenárias”
e “O Púcaro Búlgaro”, ambas de
Aderbal Freire Filho, “Mordendo os
Lábios”, de Hamilton Vaz Pereira,
“Clandestinos”, de João Falcão –
transformado em minissérie da TV
Globo –, os musicais “Dona Flor e
Seus Dois Maridos”, de Pedro Vasconcelos, e “Tom e Vinicius”, de
Daniel Herz, contando a história
de amizade entre os compositores
Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
Também entraram na seleção
a peça “O Estrangeiro”, adaptado da obra de Albert Camus e que
marcou a estreia na direção de
Vera Holtz, e o espetáculo teatral
de improvisação “Z.É – Zenas Emprovisadas”, de Fernando Caruso.
Outro destaque foi o musical
“Ariano”, de Gustavo Paso, que
O ator Thiago Lacerda, na nova versão de “Calígula”, patrocinada pela BR
53
Foto arquivo Br
culTuRA
presta homenagem ao poeta ariano suassuna e que contou com
apresentações gratuitas no teatro
alterosa, em Belo horizonte. O
espetáculo reúne alguns dos personagens de maior destaque na obra
de suassuna como João grilo e
Chicó do “auto da Compadecida”,
Clarabela, simão e nevinha, de “a
Farsa da Boa Preguiça”, Caroba,
de “O santo e a Porca”, além de
Quaderna, Margarida e a Onça
Caetana, personagens do “romance d’a Pedra do reino”.
Os espetáculos rodaram o Brasil, percorrendo todas as capitais
de norte a sul do país e cidades do
interior, como santarém (Pa), Feira
de santana, ilhéus, Canudos, itabuna e Vitória da Conquista (Ba),
Juiz de Fora, Montes Claros, uberaba, uberlândia e ipatinga (Mg),
anápolis (gO), Porto união, Jaraguá do sul e itajaí (sC).
Alena Aló de Santana Cabral
[email protected] – (21) 3876-4419
improvisação também é cultura, como mostrou o espetáculo “Z.é – Zenas emprovisadas”, de Fernando Caruso
interCâMBiO Cultural
O objetivo do Programa Petrobras distribuidora de Cultura é
levar teatro de qualidade a diferentes cidades do país, por isso
contempla também o Festival do
teatro Brasileiro (FtB) na categoria projeto convidado.
Criado em 1999, o festival tem
como um dos seus objetivos divulgar a produção teatral brasileira no país e proporcionar o
intercâmbio cultural entre os estados. a cada etapa, um estado
tem a chance de conhecer o produto cultural de outro.
em 2008 e 2009, com a
realização da Cena Baiana
54
em recife e da Cena Pernambucana em sergipe e Bahia, o
projeto contou com o patrocínio da Petrobras distribuidora,
assim como em 2010, quando
o FtB – Cena Cearense levou
para Minas gerais (Belo horizonte) e espírito santo (Vitória),
e mais dois municípios em cada
estado, um painel da produção
cênica do estado do Ceará.
a possibilidade de mostrar
um painel representativo de um
estado para o público de outro
é uma das singularidades do
FtB, que se preocupa também
em formar plateias e melhorar
o acesso do público ao teatro,
sem distinção de classe social.
um dos principais compromissos do FtB é democratizar o
acesso a bens culturais, a partir
de apresentações em teatros,
praças e feiras. e isso é realizado tanto de forma gratuita
quanto com apresentações exclusivas para alunos da rede
pública.
a próxima edição do FtB será
a Cena Mineira, a ser apresentada em Porto alegre, Curitiba
e Campinas, com previsão de
realização a partir de abril de
2011.
CORPORATIVO
MAIS além
das FRONTEIRAS
Termo de cooperação firmado entre a BR e a Petrobras formaliza uma parceria de quase uma
década, que internacionalizou o portfólio de produtos e ser viços da Companhia voltados
Fotos Márcio Rodrigues
para a rede de postos de ser viços, lojas de conveniência e mercado consumidor
O presidente da BR, José Lima de Andrade Neto, e o diretor da Área Internacional da Petrobras, Jorge Luiz Zelada firmaram o acordo que reforça a sinergia entre as duas companhias
N
a rota da internacionalização, a BR deu mais um
importante passo para con­
solidar-se no exterior, no qual há
quase uma década a Petrobras vem
atuando no mercado de distribuição
de combustíveis na América Latina,
respaldada na expertise consolidada
pela subsidiária.
A parceria bem-sucedida agora foi formalizada, com a assina-
tura de um termo de cooperação
entre as duas companhias, no dia
21 de dezembro, no Rio de Janeiro. O objetivo do acordo, firmado
pelo presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade
Neto, e pelo diretor da Área Internacional da Petrobras, Jorge Luiz
Zelada, é ampliar o intercâmbio
de informações técnicas e recursos humanos, alinhar políticas de
atua­ção por segmento de negócio
e definir projetos comuns. O diretor da Rede de Postos de Serviços
da BR, Luiz Claudio Sanches, também participou da solenidade.
“Para termos ganhos de qualidade não podemos abrir mão
da experiência da BR no mercado competitivo. É uma relação de
mão dupla, e formalizamos hoje
as bases que poderão nos levar
55
CORPORATIVO
Da esquerda para a direita, executivos se reúnem na assinatura do acordo: o assistente Renato Oliveira, o diretor Luiz Claudio Sanches, o presidente da Petrobras Distribuidora
José Lima de Andrade Neto, o diretor da Petrobras Jorge Luiz Zelada, o gerente Régis Marcelo Sawitzki e o gerente executivo Carlos Alberto Pereira de Oliveira
à liderança na América do Sul”,
destacou Jorge Zelada. “Intensificaremos uma cooperação que
vem possibilitando a troca de experiências entre o mercado nacional e o internacional e abrindo espaço para novos negócios,
tanto no Brasil como no exterior”,
complementou Lima.
O acordo proposto representa
o amadurecimento do tema Distribuição no Sistema Petrobras e será
evidenciado na primeira edição do
Anuário de Distribuição do Sistema
Petrobras 2010, cobrindo todos
os negócios: postos de serviços e
lojas de conveniência, lubrificantes, aviação, segmento marítimo,
vendas à indústria, distribuição de
GLP, entre outros.
Presença latina
Iniciada em 2000, a internacionalização da Petrobras, principalmente na América Latina, vem
sendo acelerada pelas unidades
56
de negócio da companhia nos diversos segmentos de atuação.
Hoje, a Rede de Postos da
Petrobras já soma mais de 800
unidades em cinco países: Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai e
Uruguai. Em 2010, foram comercializados em torno de 100 mil
barris de petróleo em derivados
nesses locais, onde a Companhia
tem 130 lojas de conveniência
Spacio 1 em operação, três plantas próprias de lubrificantes (na
Argentina, no Chile e na Colômbia), além de atuar em 15 aeroportos.
Lubrax
A cooperação entre a BR e a
Petrobras vem se intensificando
nos últimos anos, de acordo com o
gerente executivo de Suporte Técnico Internacional, Carlos Alberto
de Oliveira. “Este trabalho conjunto aconteceu em várias frentes,
contribuindo para o crescimento
da distribuição no exterior”, afirmou, lembrando que, mais recentemente, as duas parceiras concluíram o projeto de revitalização da
marca Lubrax, que começou a ser
aplicada em rótulos, frascos e embalagens no exterior, em novembro de 2010.
De acordo com o diretor Luiz
Claudio Sanches, essa cooperação tem se dado tanto por meio do
intercâmbio de pessoas e de tecnologia, como também na inspeção e
validação das plantas de lubrificantes nos países latinos. A Petrobras
Distribuidora contribui também,
entre outras ações, na capacitação
de pessoal para atuar nas estações
de serviços e nos aeroportos. “O
Termo de Cooperação representa
o coroamento de uma aliança estratégica bem-sucedida e que tende a se tornar ainda mais forte com
os seus desdobramentos em projetos e atividades conjuntas”, avalia
o executivo.
MARKETING DE RELACIONAMENTO
PARCEIROS
NA POLE POSITION
Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula 1 reforça relações comerciais nas arquibancadas
Fotos Maurício Piffer
temáticas da Petrobras Distribuidora, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo
Representantes do setor elétrico confraternizam o encontro no GP de Fórmula 1 com o diretor de Mercado Consumidor, Andurte de Barros Duarte Filho, o gerente Regional de Consumidor do
Norte, Marco Antonio Villela e com o gerente executivo de Grandes Consumidores, Antonio Carlos Alves Caldeira (respectivamente ao fundo, da direita para a esquerda)
A
Petrobras Distribuidora recebeu parceiros e clientes nas
arquibancadas temáticas Pit
Stop e Speed Lounge, espaços Vips
criados especialmente para o Grande
Prêmio Brasil Petrobras de Fórmula 1,
no Autódromo de Interlagos. Dessa
forma, a prova, assistida por mais de
72 mil pessoas, teve uma torcida que
vestiu a camisa do Brasil e vibrou com
o desempenho da Petrobras, que adquiriu os direitos de nomear a etapa
brasileira da Fórmula 1.
Todos ficaram emocionados com as
homenagens prestadas ao bicampeão mundial Emerson Fittipaldi, no
quadragésimo aniversário da primeira vitória brasileira na categoria. Além
de receber uma placa comemorativa,
colocada na reta de chegada de In­
terlagos, o piloto deu uma volta na pis-
ta com a Lotus 72D, o lendário carro
preto da equipe Lotus John Player
Special, com a qual conquistou o primeiro título, em 1972.
Valorização dA parceRIA
“O evento segue a linha de buscar uma aproximação maior com
nossos parceiros comerciais para
fortalecer essa relação”, destacou
o presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto,
enfatizando a importância de ações
como a do GP Brasil para incentivar os negócios e o relacionamento
comercial.
O diretor Andurte de Barros Duarte Filho observou que as ações de relacionamento realizadas em espaços
como o Autódromo de Interlagos,
além de valorizar clientes e parceiros,
contribuem para a troca de experiências e propiciam uma visão mais ampla dos negócios da Companhia.
“Temos clientes de distintos seto­
res da economia reunidos em um
mesmo local, conversando sobre
seus negócios e conhecendo um
pouco mais a amplitude da atuação
da DMCO, que atende da agroindústria à mineração, da aviação às
forças armadas, do setor de tintas
ao segmento offshore de petróleo”,
pontuou o executivo.
“Essa proximidade com os clientes e parceiros, proporcionada pelas
ações de relacionamento, além de
nos dar um feedback sobre o nosso
atendimento, abre espaço para novos negócios”, complementou o titular da DMCO. O diretor da Rede de
Postos de Serviço (DRPS), Luiz Cláu-
57
MARKETING DE RELACIONAMENTO
dio Caseira Sanches, e o presidente
da Petrobras, José Sergio Gabrielli
também assistiram à prova, além de
principais executivos das áreas comerciais da BR.
Oportunidade única
“Excelente organização e contato direto com diretores e gerentes
da BR e representantes de outras
empresas”. Estes foram os aspectos
destacados por Roner C. Chieppe,
supervisor do Grupo Águia Branca, cliente da GGC que atua nos
segmentos de transporte rodoviário
de passageiros, fretamento (ambos pela Viação Águia Branca) e
transporte aéreo (Trip), e consome
mensalmente mais de 9 milhões de
litros de diesel e gasolina.
“A BR mantém uma parceria ética, saudável, e a tendência é que se
perpetue”.
Concorda com ele Heinz W.
Kumm Jr., diretor executivo das viações 1001, Macaense e Catarinense, do Grupo JCA, outro parceiro da
GGC do setor de transporte rodoviário. “Em eventos como esse você tem
a oportunidade de conhecer melhor
a diretoria da BR e os gerentes de
distintas áreas, rever parceiros e fazer um excelente networking. Uma
oportunidade muito positiva”, afirma
o executivo do Grupo JCA, para o
qual a BR fornece anualmente 40
milhões de litros de diesel, além de
lubrificantes.
Relação fortalecida
“É muito interessante sair do
ambiente formal de negócios, conhecer outras pessoas”, afirma
Edmilson Narciso Flores, diretor
corporativo da Unimetal, empresa
do grupo Universal que atua nas
áreas de siderurgia, fundição e
cimento. O grupo tem um grande
consumo de CVP (coque verde de
58
O gerente da GMCS (na ponta esquerda), Marcelo Bragança, o titular da GNE (terceiro da esquerda para a direita), Edson Chil e o
diretor Andurte (quinto da esquerda para a direita) recebem os parceiros executivos da Samarco e da Transportadora Cerama
petróleo), sendo um dos principais
clientes da GNE.
A ação de relacionamento é con­si­
derada altamente positiva por Eduardo Moraes Ferreira, gerente geral de
Suprimentos da Samarco, tradicio­nal
cliente da BR, que consome CVP, lubrificantes e gás natural. “Não tenho
dúvida que fortalece a relação entre
fornecedor (BR) e clientes”, afirma.
Lembrando que o relacionamento com a BR, por meio da GPA, já
completou 15 anos, Eduardo Busch,
diretor Jurídico e de Novos Negócios
da Passaredo Linhas Aéreas, endossou a palavra dos outros convidados.
“A BR sempre garante excelência em
tudo o que faz”, frisou o executivo da
empresa sediada em Ribeirão Preto
(SP), que opera linhas regionais para
19 cidades em 11 estados, consumindo mensalmente 4 milhões de
litros de QAV da BR Aviation.
“Esse clima fortalece a relação fo­
ra do business, no dia-a-dia”, complementa Adalberto Bogsan, vice-
presidente técnico da GOL, outro
cliente do setor de aviação. “A BR se
destaca pelo atendimento, segurança e presença praticamente no Brasil
inteiro”, conclui o executivo, que não
assistia ao vivo a um GP Brasil há 15
anos.
Ação social
A Petrobras Distribuidora também
realizou mais uma ação social em
eventos do esporte motor, levando
250 crianças entre sete e 12 anos
pa­ra assistir aos treinos livres de
sexta-feira. As crianças integram o
projeto Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, que complementa
a educação regular em áreas de
maior vulnerabilidade social com
atividades esportivas e culturais. Selecionadas por meio de um sorteio,
elas vieram da periferia de Guarulhos (SP). O público mirim ganhou
“kit torcedor” e lanche, além de realizar o sonho de ver de perto os
carros de Fórmula 1.
Na área de aviação, executivos e funcionários da Gol, Trip, Passaredo e revenda Recife Jet Service também foram
recebidos pelo diretor Andurte (sexto da esquerda para a direita) e pelo titular da da GPA (quarto da direita para
a esquerda), Francelino da Silva Paes junto com sua equipe
GLP
Purogas:
pioneirismo e qualidade
no mercado de aerossóis
Na vanguarda do segmento de proprolentes, Liquigás inova ao construir planta industrial
Fotos Acervo Liquigás
para fornecer gás com elevado grau de pureza e qualidade
C
om o Purogas, a Liquigás
buscou desenvolver um
produto que atendesse ao
mercado de propelentes no país,
segmento pouco explorado pelas
companhias distribuidoras de gás
liquefeito de petróleo (GLP). Além
disso, a oferta desse novo produto
ao mercado, face ao seu padrão
de qualidade, propiciará a redução da importação de aerossóis,
tendo em vista que hoje parcela
significativa dos produtos disponíveis no mercado é fabricada em
outros países.
“O projeto teve início há cerca
de um ano”, conta Thomaz Lucchini Coutinho, diretor de GLP Gra-
59
glp
nel da liquigás. “realizamos um
estudo de mercado e identificamos
o potencial do país em função da
substituição das importações, levando em conta a tendência de
crescimento no mercado interno
diante da oferta de um produto de
qualidade diferenciada. em meados do ano passado, iniciamos
a construção da planta industrial,
que entrou em produção no início
de 2011”.
segundo thomaz, esse é um
produto inovador e alinhado com a
proposta da Companhia de ser uma
empresa de vanguarda. “havia, no
Brasil, a necessidade de oferta de
um produto de elevada qualidade
e não existia no país uma planta
capaz de fornecer o produto com
o nível de pureza requerido pela
indústria de aerossóis”, conta. “a
construção desta planta demonstra
para nossos clientes e a sociedade em geral o posicionamento da
liquigás, de buscar sempre novos
produtos e soluções para atender
as necessidades do mercado”.
O investimento realizado nessa
primeira fase foi de r$ 4 milhões,
sendo que existem estudos para
implantação de uma nova fase,
visando a duplicação da capacidade da planta, a qual deve exigir
outros r$ 2 milhões. “a ampliação
de nossa capacidade vai depender do crescimento do mercado,
mas o importante é estarmos preparados para atendê-lo”, pondera
o executivo.
MeRCado PRoMiSSoR
a perspectiva para as vendas do
Purogas é bastante promissora, tendo
em vista que o mercado de aerossóis
está crescendo em ritmo acelerado,
inclusive trazendo investimentos de
empresas estrangeiras que veem no
Brasil um franco crescimento e, em
virtude disto estão instalando no país
suas fábricas de envase de aerossóis.
Por outro lado, empresas brasileiras
que já atuam nesse segmento também estão nacionalizando o envase
desses produtos, uma vez que os custos de envase e logística na argenti-
na, na europa e nos estados unidos
não permitiam um maior crescimento do uso de produtos aerossóis no
mercado brasileiro.
“as empresas de aerossóis necessitavam de um propelente para envase de seus produtos que fosse livre
de quaisquer impurezas e odores, e
com o Purogas, a liquigás passará
a atender os clientes desse segmento
com um gás totalmente purificado,
livre do odor e da umidade característicos dos gases liquefeitos de petróleo”, afirma izabel gonçalves, gerente de Mercado granel são Paulo
da liquigás.
“a partir da utilização do Purogas nossos clientes poderão ter uma
redução significativa de custos, pois
estarão eliminando uma das etapas
do processo de envase de aerossóis,
já que receberão o produto purificado. O processo de purificação era
realizado pelo envasador e agora
ficará por conta da liquigás”, afirma
izabel.
O Purogas será comercializado
em várias proporções de mistura
PiOneirisMO BrasileirO
hugo agustin Chaluleu, presidente da associação Brasileira
de aerossóis (aBas), destaca o
pioneirismo do Brasil na busca e
utilização de alternativas ao clorofluorcarbono (CFC), apontado
como um dos fatores que contribui para a redução da camada
de ozônio, usado como aerossóis
e gases para refrigeração, e atualmente proibido em vários países.
“em 1978 os estados unidos e
o Canadá iniciaram a restrição à
produção de aerossóis com clorofluorcarbonos, os populares CFCs,
que atacam a camada de ozônio.
60
O Brasil foi o terceiro país do mundo a aderir a essa iniciativa, em
1979. e também teve participação
ativa no Protocolo de Montreal
(acordo pela redução da produção mundial de CFC, assinado
em 1987 no Canadá)”, pontua o
dirigente.
segundo Chaluleu, com o programa de substituição dos CFCs
por butano e propano como propelentes, o setor teve que praticamente recomeçar do zero e
mudar todos os equipamentos.
“nessa época, propano e butano
eram importados em volume mui-
to grande, como gás liquefeito de
petróleo (glP)”, conta. “depois,
a Petrobras passou a produzí-los
na refinaria Presidente Bernardes
– Cubatão (rPBC)”. ele destaca
que “levando em consideração o
consumo recorde no Brasil de 545
milhões de unidades em 2009 e
os vários segmentos de aplicação,
que vão desde a higiene pessoal
ao setor automotivo, passando por
produtos medicinais e alimentícios,
a instalação da unidade da liquigás e a viabilização do Purogas
são fundamentais para a indústria
de aerossóis no Brasil”.
de propano e butano, de acordo
com a pressão de vapor desejada
pelo cliente em função de sua aplicação, tais como: desodorantes,
cosméticos, desodorizadores de
ambiente, inseticidas, medicamentos, produtos alimentícios e óleos,
entre outros.
“O fornecimento do gás desodorizado vem sendo prometido há
muito tempo. graças à liquigás
se tornou uma realidade”, afirma
gabriel eduardo Kaminsky, da imã
aerossóis. “acredito que a maior
preocupação no Brasil ainda é o
fator custo, além do impacto ambiental. então, se tiverem produto
disponível e agilidade na entrega
aliada a um custo competitivo,
o potencial de mercado é muito
grande. Veja o exemplo da argentina, onde o gás, além de ser fornecido por dutos, já vem tratado;
lá o consumo per capita de aerossóis é altíssimo”.
MaRCa
“O trabalho desenvolvido pela
liquigás em conjunto com a Petrobras buscou desenvolver uma
marca que transmitisse pureza, que
é o atributo principal do produto”,
afirma o diretor de Planejamento
e Mercado da liquigás, Celso da
Frota Braga.
Composta por um símbolo e seu
logotipo, a marca está associada
à forma de utilização do produto,
em aerossóis. O símbolo sugere
um spray, representado por partí
partí-
culas em dispersão, característica
das substâncias gasosas. O verde
aplicado em tons graduados transmite sensação de leveza, pureza e
dissipação. O logotipo de forma
simples e dinâmica, com aplicação
de cores e contrastes, que garantem visibilidade, reforça o atributo
do produto.
“a campanha de divulgação do
produto busca informar ao mercado mais uma solução da liquigás
aos seus clientes da área de glP
à granel, demonstrando que a
empresa não mede esforços para
inovar em todos os setores em que
atua”, conclui o diretor.
PRoCeSSo de PRodução
e ContRole
“O processo de obtenção do
Purogas consiste basicamente da
filtragem do propano e butano,
visando a remoção de odor e
umidade”, esclarece rodrigo Pazzini, gerente geral de instalações
e Manutenção em Clientes. Posteriormente, o produto purificado
é misturado de modo a atender a
pressão de vapor requerida pelo
cliente. “nesse ponto a liquigás
está inovando e vai oferecer aos
seus clientes a possibilidade de
preparar as misturas no momento
de entrega, o que será possível
por meio da utilização de caminhões com tanques compartimentados, denominados Bi-VPg
(veículo pequeno granel)”, destaca Pazzini.
o fornecimento do gás purificado pela Liquigás agregará
valor ao processo do cliente
a planta industrial está localizada
em Mauá (sP), no Centro Operativo
da liquigás de Capuava e tem as seguintes capacidades: Purificação de
20.000 t/ano (Fase i) e 50.000 t/ano
(Fase ii); armazenagem de Matéria
Prima de 180 t e armazenagem de
Purogas de 120 t. além disso, todo
um sistema de controle de qualidade
será utilizado, visando garantir a excelência e rastreabilidade do produto até o recebimento pelo cliente.
“em linhas gerais, o Purogas proporcionará aos clientes o recebimento de um propelente livre de umidade e odor, garantindo a qualidade
de seus produtos e capaz de otimizar
o seu processo produtivo através da
redução dos custos e ganhos de produtividade ”, explica.
COntatOs liQuigÁs
izabel Gonçalves
[email protected] – (11) 3703-2750
rodrigo Pazzini
[email protected] – (11) 3703-2071
61
glp
reCOnheCiMentO eM dOse duPla
liQuigÁs COnQuista duas iMPOrtantes PreMiações nO segundO seMestre:
O PrêMiO Paulista de Qualidade da gestãO (PPQg) e O intangÍVeis Brasil 2010,
nO Qual a PetrOBras distriBuidOra FiCOu eM PriMeirO lugar
a sinergia entre a Petrobras
distribuidora e liquigás é confirmada mais uma vez. as duas companhias ficaram com o primeiro e
segundo lugar, respectivamente,
no segmento de atacado/logística da categoria setores do Prêmio
intangíveis Brasil 2010 (PiB 2010).
ambas foram reconhecidas como
as companhias que melhor gerenciam seus ativos intangíveis e
agregam valor aos seus stakeholders. Já a Petróleo Brasileiro s.a.
ficou em 1º lugar no segmento
infraestrutura e também recebeu
homenagem especial na categoria
gestão integrada em ativos estratégicos de informação.
“Figurar entre as melhores companhias que gerenciam seus ativos
intangíveis é motivo de muita satisfação para a liquigás e demonstra que a Companhia está sendo
reconhecida por investir em boas
práticas de gestão”, afirma o presidente da liquigás, antonio rubens
silva silvino.
a premiação é coordenada
pelo grupo Padrão/revista Consumidor Moderno, em parceria com
a consultoria dOM strategy Partners. além do relatório do PiB, as
empresas também foram avaliadas
quanto às suas reputações corporativas pela dOM strategy Partners,
com o estudo reputation index.
no ranking geral das 100 empresas do reputation index 2010,
que engloba diversas categorias, a
liquigás figura na 57ª colocação,
29 postos acima de sua posição
62
no ano passado, e à frente das demais empresas do setor de glP.
a liquigás distribuidora já havia recebido em outubro, a medalha de prata na 9ª edição do
Prêmio Paulista de Qualidade da
gestão (PPQg), iniciativa do instituto Paulista de excelência da gestão (ipeg), entidade sem fins lucrativos que promove a melhoria da
gestão em organizações públicas
e privadas paulistas. a cerimônia
de entrega ocorreu no auditório
ulysses guimarães, no Palácio dos
Bandeirantes, sede do governo
paulista.
a premiação é um reconhecimento anual às organizações com
os mais bem-sucedidos sistemas
de gestão, avaliados por uma banca examinadora voluntária e independente do ipeg, que se baseia
no modelo do Prêmio nacional
de Qualidade (PnQ). a Fundação
para o Prêmio nacional da Qualidade (FPnQ), além da Federação
e Centro das indústrias do estado
de são Paulo, apoia o PPQg.
“esse prêmio consolida a gestão
corporativa da liquigás e demonstra a correção de nossas ações, no
sentido de fazer com que a empresa ganhe cada vez mais em qualidade, competitividade, produtividade e sustentabilidade”, afirma
antonio rubens silva silvino.
BR EM BOA COMPANHIA
parceria
Emílio Elesbão
Sólida
Uma das principais produtoras de concentrado de cobre do país, a Mineração Caraíba
Fotos Acervo Mineração Caraíba
conserva forte relacionamento com a Petrobras Distribuidora desde a década de 70
63
BR EM BOA COMPANHIA
E
m 1969, o industrial Francisco Pignatari iniciou os
estudos de viabilidade do
depósito da mina Caraíba, visando à implantação de um complexo mínero-metalúrgico. Em 1974,
o empreendimento passou a ser
controlado pelo Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES-PAR), sendo iniciada a sua exploração comercial.
Em 1988, a então Caraíba Metais (hoje, Paranapanema), iniciou
o processo de privatização que
resultou na separação mina – metalurgia, sendo que a Mineração
Caraíba continuou como empresa estatal até 1994, ano em que
entrou no Programa Nacional de
Privatização.
Além da produção de concentrado de cobre, em 2006 a
Mineração Caraíba iniciou a implantação da planta de lixiviação
para processar o minério oxidado
e estocado desde o início da exploração da mina a céu aberto. A
empresa é pioneira no país nesse
tipo de processo que utiliza a tecnologia de lixiviação, extração por
solventes e eletrodeposição para
o beneficiamento de sulfeto de
cobre. A atual planta tem capacidade de produzir 5 mil toneladas
de placas de catodo por ano, com
teor de 99,99% de cobre.
Novos projetos
Com o objetivo de diversificar
o portfólio de produtos e tornarse uma empresa polimetálica,
nos últimos cinco anos a empresa
passou a investir na implantação
de novos projetos nos estados da
Bahia e Pará (cobre) e Mato Grosso (ouro).
Na Bahia, destacam-se a Mina
Surubim, no município de Curaçá, que iniciou suas operações no
64
A Petrobras Distribuidora garante o fornecimento de mais de 500 mil litros mensais de diesel para a Caraíba
mês de novembro de 2010, com
capacidade prevista de produção
de 1,15 milhão de toneladas de
minério de cobre sulfetado.
Também intensificou as pesquisas geológicas na área da
mina de Vermelhos, localizada no
município de Juazeiro, que tem
previsão de entrada em operação
no ano de 2012. Atualmente a
empresa possui aproximadamente 1.200 funcionários próprios e
cerca de 1.000 terceirizados somente na Mina Caraíba – Pilar/
Jaguarari-BA.
Em seus 41 anos de história, a
empresa tem construído parcerias
de sucesso, como a que mantém
com a Petrobras Distribuidora desde o final da década de 70. Esse
relacionamento tornou-se mais sólido no ano de 2007, com a modernização dos postos de abastecimento na área da empresa.
Identificamos a necessidade
de modernizarmos e adequarmos
nossos postos de abastecimento,
melhorarmos o nível de serviço
dos fornecedores e buscarmos
oportunidades de redução de custos, e, obviamente, o aumento de
demanda previsto para os projetos
de expansão que desenhávamos
na época.
A empresa buscou no mercado um distribuidor que apoiasse a
adequação dos postos, associando uma parceria a longo prazo e
com ganhos para ambas as partes.
Encontramos na BR um parceiro
comercial em sinergia com nossos
planos. Hoje, temos três postos de
abastecimento em nossos empreendimentos na Bahia, que atendem
às necessidades da nossa rotina e
dos novos projetos da empresa.
A média de consumo de diesel
em 2008 era de aproximadamente 433 mil litros/mês. Esperamos
fechar este ano com uma média
de consumo perto de 546 mil litros/mês, somando um aumento
de 26%, desde o início da parceria. Além do diesel, adquirimos
óleo hidráulico, gasolina, graxas e
lubrificantes diversos, utilizados no
segmento de mineração. Combustível de uma sólida parceria.
Emílio Elesbão
Coordenador de Suprimentos da
Mineração Caraíba
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nº42 - nov/dez - Petrobras Distribuidora