Ciclo claro-escuro Atividade Repouso Por que dormimos? Ritmo Biológico Dia Noite (Moore, 1997; Reppert e Weaver, 2005) Dia Pineal Olho Melatonina Acordado Noite Pineal Olho Melatonina Sono A Tempo de reação 40 20 0 37.1 Temperatura corporal (oC) Temperatura corporal 36.9 36.7 36.5 Alerta Subjetivo C (0=nada alerta; 100=muito alerta) Alerta subjetivo 60 B 60 40 20 0 1.8 D Teste de tempo de reação (seg) Melatonina Concentração plasmática de melatonina (pg/mL) Ritmos Biológicos 1.6 1.4 1.2 10:00 14:00 18:00 22:00 02:00 Hora do dia (h) 06:00 10:00 14:00 Variação Circadiana da Temperatura 40 Temperatura (⁰C) 39 Alerta Alerta 38 37 36 35 34 Efeito “feijoada” Sono noturno 33 32 00 h 02 h 04 h 06 h 08 h 10 h 12 h 14 h Tempo (horas) 16 h 18 h 20 h 22 h 00 h 02 h Sono Sono NREM • do Metabolismo cerebral Sono REM • Atonia muscular • Movimentos oculares rápidos • Liberação de hormônios • Memória • Restituição Tecidual • Sonhos Distribuição dos estágios • Estágio 1: É observado logo após a vigília, durando poucos minutos (2-5% do TTS) • Estágio 2: Aparece em grande parte em uma noite de sono. Complexos K e fusos (4555% do TTS) • Estágio 3: Ondas delta de 20-100% de uma época de sono (17-23% TTS) • REM: predomínio 2ª metade da noite (20-25% TTS) Funções do Sono • Restaurativa • Conservação de energia • Proteção • Consolidação da memória • Outras Arquitetura do sono Sono • 7 a 9 horas por dia? • Faz diferença o tempo em que você dorme? • O sono é restaurador quando se dorme somente uma vez no dia? Fatores que podem interferir no Sono Adultos: dormem aproximadamente 8 h Curto dormidor : 4h Porcentagem Duração do sono 30 20 1 0 <5 Longo dormidor : > 9h 6 8 10 >10 Horas de Sono Preferência pelos horário de vigília/sono x Matutino Vespertino IDADE ~ 15 h ~ 6,5 h PRIVAÇÃO DE SONO Privação e débito de Sono • Fadiga • Concentração • Estresse • Erros de omissão • Irritabilidade • Memória de curto prazo • Prejuízo no tempo de reação • a atividade das vias de síntese protéica (Michael H, 2003; Dattilo et al, 2011) VIDA SOCIAL SONO E o que pode atrapalhar meu sono? Distúrbios do Sono Frequências (%) ajustadas de distúrbios (em A) e queixas (em B) de sono na população adulta da cidade de São Paulo (2007) TOTAL MEN WOMEN Insomnia (DSM-IV) 13.2 9.2 16.5 OSAS (CIDS-2) 32.9 40.6 26.1 AHI (>5/h) 38.2 50.5 30.5 Periodic leg Movements (>5/h) 5.1 6.1 3.8 Restless leg (questionário) 23 17.7 27.6 Snore (+ 3/week) 41.7 49.9 34.5 Bruxism (+ 3/week) 10.1 6.2 13.5 Excessive daytime sleepiness (+ 3/week) 8.6 7.1 10 Sleepwalking (+ 1/month) 2.8 2.8 2.7 Nightmares (+ 1/month) 24.3 17.4 30.3 Insônia É uma experiência de sono inadequado ou pobre em qualidade, caracterizada por: “Dificuldade para dormir, manter ou cochilar o sono” “Despertar precoce” “Sono não reparador” Características Aumentam com a idade e são mais prevalentes em mulheres - cansaço físico - falta de disposição - nervosismo - dor de cabeça - mau humor - raciocínio lento - dificuldade de concentração - aparecimento de doenças Características • Aumenta latência de início de sono • Aumento da vigília durante a noite • Despertar precoce • Causa mais comum de insônia é a mudança na rotina diária • Viagens • Mudança de horário de trabalho • Alterações nos horários das refeições e exercícios Síndrome das Pernas Inquietas Movimento Periódico das Pernas MPP • Extensão rítmica dos membros inferiores, seguidos de uma dorso-flexão do tornozelo, ocasionando uma flexão dos joelhos e uma ativação motora generalizada em membros inferiores • Movimentos estereotipados (0,5 a 10 seg) em intervalos de 5 a 90 segundos, que ocorrem durante o sono (ICDS, 2005) SPI primária - Estresse e fatores psiquiátricos exacerbam a condição - Possui um componente genético SPI secundária: – Deficiência de ferro – Lesões neurológicas (lesão medular) – Gestação – Falência renal – Uso de drogas • Tricíclicos • SSRI • Lítio • Antagonistas dopaminérgicos BRUXISMO “Atividade oral caracterizada por um movimento de apertar os dentes ou de triturar, geralmente microdespertares” associada a É um distúrbio de movimento estereotipado caracterizado pelo ranger de dentes durante o sono Fatores predisponentes: Sintomas associados: - dor facial - cefaléia - estresse - má oclusão dental - ansiedade -qualquer fase do sono (NREM-2 e REM) -presença de sons desagradáveis - da atividade de mm mastigatorios APNÉIA OBSTRUTIVA DO SONO Distúrbio de Sono mais frequente Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) SAOS é caracterizada por episódios recorrentes de interrupção parcial (hipopnéia) ou completa (apnéia) do fluxo aéreo durante o sono associados a sonolência excessiva diurna. → Hipoxemia e Interrupção do sono Apneia Obstrutiva do Sono Interrupção/diminuição passagem da respiração • Ronco alto e crônico • Sufocar durante o sono Distúrbios do Despertar Parcial Sonambulismo Consiste na execução de comportamentos motores durante o sono, ocorre no sono delta (estágio 3) no primeiro terço da noite. • Os episódios são seguidos de amnésia do evento. Causa desconhecida Privação de sono pode favorecer o aparecimento TERROR NOTURNO indivíduo dorme tranquilo e movimenta-se no leito subitamente, podendo sentar ou levantar, gritando, com face de terror. • Estímulo intenso para despertar • Confusão mental e não se lembra do sonho • Descarga autonômica intensa: FC, FR “I am guilty in my sleep, but not guilty in my senses” Declaração em juízo de Simon Fraser ao arremessar o filho contra a parede Distúrbio de Transição Sono- Vigília Sonilóquios Ato de falar e/ou verbalizar sons durante o sono sem que haja consciência do evento. • Mais comum em crianças • Mais comum em sexo masculino 50% crianças idade escolar • Tendência familiar PSG: qualquer fase do sono, frequente em pacientes com parassonias relacionadas aos despertares. DISTURBIOS ASSOCIADOS AO SONO REM Pesadelos São sonhos com forte conteúdo emocional, geralmente de caráter angustiante que ocorrem durante o sono REM e levam ao despertar do indivíduo Descarga autonômica mais discreta que no terror noturno Início no terço médio ou final da noite Distúrbio Comportamental do Sono REM • Perda da atonia muscular durante o sono REM com atividade motora relacionada aos sonhos • Decorre de uma disfunção dos substratos neurais do tronco encefálico responsáveis pela atonia do REM Paralisia do Sono: é a sensação de não conseguir movimentar o corpo, que ocorre geralmente após o despertar. Dura poucos minutos, porém o suficiente para trazer desconforto para o indivíduo Indivíduo desperta de um estágio REM e a Duração: 30 segundos atonia se mantém na vigília Distúrbios do ritmo sono-vigília Jet Lag Mudança de Fuso Horário: Os incômodos causados pela mudança de fuso horário, também chamados de ”jet lag", variam entre sonolência, dificuldade de memorização e irritabilidade. Sintomas Alteração de sono Fadiga Cansaço Redução da habilidade cognitiva Prejuízo na coordenação motora Alteração do humor Mal estar generalizado Problemas gastrointestinais Cefaléia, enxaqueca 59 Trabalho por Turnos Mudança forçada do horário de dormir causando redução no período de sono “Shift Lag” Trabalhador em turnos ou noturno sono mais curto do que os que trabalham de dia sono fragmentado dificuldade para se manter alerta no trabalho aumento do risco de acidentes aumento do risco de certas patologias Processo / Logística do trabalho Carga do Trabalho Vigilância Sustentada Ambiente do Trabalho Memória Fatores da Operação Desempenho do Trabalhador Tempo de Reação Tomada de Decisão Período Consciência Situacional Fatores do Trabalho Duração Rotação Acidentes Sistema de Escala de Trabalho FADIGA Intervalos dentro das jornadas Desempenho Operacional Custos Folgas entre as jornadas Fatores do Trabalhador Medicamentos Distúrbios do Sono Padrão de Sono Cronotipo Absenteísm o Ambiente Familiar Estresse Saúde Geral Saúde Estilo de Vida Atividades Físicas Alimentação Recreação Cardiovascular Hipertensão - Infarto Metabólica Obesidade - diabetes Psicológica Depressão - Estresse Imunológico Gastrintestinal – Câncer? Fadiga x Cansaço PESSOAS SONOLENTAS OU CANSADAS: Sentem-se melhores depois de um cochilo ou sono. PESSOAS FADIGADAS SENTEM: • falta de energia • esgotamento mental • diminuição da resistência muscular • sono não-reparador Fatores que contribuem para a relação Fadiga e Acidentes Relação Fadiga e Acidentes • Privação ou restrição crônica de sono • Sonolência Excessiva • Cansaço ou Fadiga (Howard et al, 2004; Pandi- Perumal et al, 2006; Philip, 2005; Crummy et al, 2008; Nabi et al, 2006; Vanlaar et al, 2008) Os trabalhadores por turnos mais fadigados apresentam piores escores na qualidade do sono: • Baixa saturação de oxigênio • Redução da eficiência do sono • Diminuição do tempo total de sono. (Hossain et al., 2003) Relação Fadiga e Acidentes • Nos EUA, 60% dos motoristas americanos já dirigiram sonolentos, e 47% adormeceram ao volante. • Na Nova Zelândia, 19% dos acidentes são atribuídos à sonolência, à privação do sono e ao dirigir no período noturno. (Connor et al, 2002; NSF, 2009) Relação Fadiga e Acidentes • A sonolência e a falta de atenção são responsáveis por 30% dos acidentes mortais e 2/3 dos acidentes de veículos “pesados” nas estradas. • No Brasil, a sonolência excessiva tem prevalência de 32% a 46% em associação com ocorrência de acidente de trânsito. (Connor et al, 2002; De Pinho et al.., 2006; Souza et al., 2008) Relação Fadiga e Acidentes • Altos índices de massa corporal • Associação da SAOS com ingestão de álcool • Distúrbios do sono (Tregear et al, 2009; Vakulin et al, 2009). Relação Fadiga e Acidentes • Indivíduos portadores da SAOS apresentam altos riscos de dormir ao volante e até três vezes mais chances de provocar acidentes. (Rodenstein, 2009; Tregear et al, 2009; Amra et al, 2011) Relação Fadiga e Acidentes • Não realizar atividades de lazer como: • Leitura de livros • Atividades físicas • Frequentar clubes esportivos • Ir ao cinema, teatro • Passear no parque e na praia, etc. • SEDENTARISMO O débito de sono provoca alterações na massa corporal: • Favorece a perda de massa muscular • Desfavorece a perda de massa gordurosa (Nedeltcheva et al., 2010; Dattilo et al., 2011) Relação Fadiga e Acidentes • Falta de apoio familiar: • Higiene do sono incorreta • Conflitos familiares • Distúrbios emocionais • Dificuldade de diálogo • Não frequentar eventos sociais • Falta de socialização (Nachreiner,1998; Moreno et al., 2003; Seiger e Weise, 2009) O apoio da família ao acompanhar o trabalhador em atividades sociais em seus horários livres, bem como, manter o ambiente doméstico adequado ao seu SONO, é fundamental para a tolerância dele ao horário de trabalho. (Monk e Folkard, 1992) Relação Fadiga e Acidentes • Consumo de medicamentos e drogas ilícitas • Excesso de tempo de trabalho • Monotonia • Muito tempo acordado (Thiffault e Bergeron, 2003; Verster et al, 2004; Walsh et al, 2004; Smink et al, 2005) Efeitos do álcool e da privação do sono no desempenho 19 horas sem dormir 6 copos de cerveja, 3 copos de vinho para um homem de 90 kg 24 horas sem dormir 12 copos de cerveja, 6 copos de vinho para um homem de 90 kg Fonte: Shanta MW Rajaratnam & Josephine Arendt, 2001 Motorista de caminhão que matou 5 trabalhadores admite uso de rebite (setembro/2011) Ele foi preso em flagrante e responderá pelo crime de homicídio doloso O motorista da carreta que atropelou e matou cinco homens na Rodovia Anhanguera na manhã de ontem foi preso em flagrante após admitir ter usado rebite (comprimido usado para mascarar o sono). Ele vai responder pelo crime de homicídio doloso. Marcos Aurélio Quintino, de 42 anos, confirmou à médica que ingeriu 8 comprimidos antes de dirigir. Para o delegado Carlos Henrique de Araújo Garcia, por ter ingerido substâncias proibidas, ele assumiu o risco de causar um acidente. Para a Polícia, o motorista confessou ter ingerido os comprimidos de rebite às 21h, na segunda-feira (19/09/2011), no Rio de Janeiro. Ele estava há 20h dirigindo sem parar e há 10h sem comer. Investigação culpa piloto 'sonolento' por acidente que matou 158 pessoas na Índia (maio, 2010) • “É possível ouvir "roncos" nas gravações da caixa-preta do avião e avisos do copiloto, para que a aterrissagem fosse abortada. • Pouco antes do avião pegar fogo, o O piloto estava "desorientado" por copiloto disse: "Não temos pista para ter dormido durante a maior parte aterrissar” (Jornal Hindustan Times). do vôo de três horas, que tinha decolado de Dubai. (investigação obtida pela imprensa indiana, o avião da companhia estatal Air India Express) Momentos de risco Horas acordadas x média de risco Conforme aumenta a quantidade de horas trabalhadas o nível de exposição aos riscos aumenta Relação Fadiga e Acidentes • No Brasil, os gastos com auxílio doença e tratamento de trabalhadores bilhões/ ano. (Dembe, 2002; Agência Brasil, 2008). acidentados chegam a R$42 92% dos acidentes são causados por falha humana impulsionada por fatores orgânicos, tais como: álcool Hábitos alimentares obesidade o próprio ambiente de trabalho, que resulta em fadiga e estresse cigarro Falta de Sono uso de medicamentos incorretos (ex: analgésico, anfetamina), que gera sonolência e falta de consciência • 400 motoristas brasileiros/ interestaduais • 16% adormeceram ao volante • 58% conhecem colegas • 26% sonolência • 10% sonolência excessiva • 60% fatiga mental ou física • 20% distúrbios respiratórios (Mello et al., 2000) Estatísticas de Acidentes no Brasil 2007: 42.508 foram causados por falta de atenção e 3.367 por dormir ao volante 2008: aproximadamente 2.400 acidentes causados pelo sono Taxa de mortalidade de vítimas de trânsito no Brasil - 2010 Pelo segundo ano, MG lidera ranking de acidentes nas estradas federais Custos de acidentes de trânsito no Brasil No geral, os custos anuais dos acidentes de trânsito no Brasil ultrapassam a cifra de R$ 27,2 bilhões. Os acidentes de trânsito nas rodovias brasileiras custam cerca de R$ 22 bilhões/ano. (Bacchieri e Barros, 2011) Resumindo... Fadiga, muito tempo acordado Pode geram acidentes graves Sono de má qualidade Obrigado!!!! Próximos Passos Curto Médio -Encaminhamentos médicos -Planejamento da implantação do centro de saúde e qualidade de vida do empregado -CPAP e Aparelho intra-oral -Avaliação/intervenção nutricional/serviço social -Avaliação viabilidade de atividades de descompressão -Acompanhamento da intervenção nutricional/serviço social -Acompanhar casos de CPAP e aparelho intra-oral Longo -Adequações ambiente de trabalho -Implantação do centro de saúde e qualidade de vida do empregado -Acompanhamento da intervenção nutricional/serviço social -Acompanhar casos de CPAP e aparelho intra-oral O que lembrar ? Um trabalhador seguro... O que fazer ? O que NÃO fazer? Evitar... Alimentos de rápido preparo Alimentos calóricos e gordurosos Sal e açúcar em excesso Beber refrigerante em excesso Lanches rápidos, doces, biscoitos e salgados NÃO substituir as refeições pelos lanches NÃO comer em frente à televisão Café A ingestão de café é saudável, mas sem excessos Evitar o consumo café, chá e bebidas a base de cola próximo ao horário de dormir • Preferir sucos de frutas Atividades Físicas Empurrar carrinho Lavar carro Passear com o cachorro Limpar a casa Cuidar do Jardim Exercício Físico Pedalar Correr Caminhar Nadar Dançar Para obter boa qualidade de sono, é preconizado manter intervalo de no mínimo 3 horas entre o final do exercício e o horário de dormir. O exercício físico apresenta associação positiva com a melhora da qualidade do sono e da qualidade de vida. (Morgan, 2003; Tufik, 2003; Mello et al, 2005; Youngstedt, 2005) Atividades no Trabalho Andar Subir/descer Escadas Descer um ponto antes Atividades de lazer Forme grupos e fortaleça seus vínculos de amizade entre os seus colegas de turno, compartilhando atividades nos seus dias de folga. Lazer em família e amigos É fundamental para a adaptação do trabalhador à escala de trabalho: • A família acompanhar o trabalhador em atividades sociais nos seus horários livres • Manter o ambiente doméstico adequado ao seu sono (Monk e Folkard, 1992) Cochilo : Recomendações • Cochilo curto: No máximo de 20 a 40 minutos. • Evite cochilos longos perto do horário de dormir. • Lembre-se: conte pelo menos 15 minutos para ficar alerta após acordar. Uso de óculos escuros ao sair da jornada de trabalho: ATENÇÃO: somente se não for dirigir até em casa Um cochilo de pequena duração é uma estratégia importante para a manutenção da saúde e segurança dos trabalhadores por turno (Takahashi, 2003) Sono Restaurador Juntamente com a família, o trabalhador deve adotar as seguintes medidas quanto aos horários do sono : Sono Restaurador Juntamente com a família, o trabalhador deve adotar as seguintes medidas: O ruído provocado pelas crianças em casa prejudica muito o sono do trabalhador. Anderson e Bremer (1987) A National Sleep Foundation (2003) e Stepansk e Wyatt (2003) recomendam a higiene do sono para um sono saudável e de boa qualidade. IMPORTANTE ! Nunca permanecer mais de 19 horas seguidas acordado Nunca iniciar as jornadas de trabalho com mais de 8 horas acordado ALIMENTAÇÃO ADEQUADA e BOA SAÚDE PREVENÇÃO DE DOENÇAS MELHOR RENDIMENTO NO TRABALHO MAIOR DISPOSIÇÃO EM CASA, NOS ESTUDOS, NA SOCIEDADE Qualidade de Vida Dormir bem (sono de qualidade) Prática de atividade física Bom convívio familiar e social Alimentação adequada Próximos Passos Curto Médio -Encaminhamentos médicos -Planejamento da implantação do centro de saúde e qualidade de vida do empregado -CPAP e Aparelho intra-oral -Avaliação/intervenção nutricional/serviço social -Avaliação viabilidade de atividades de descompressão -Acompanhamento da intervenção nutricional/serviço social -Acompanhar casos de CPAP e aparelho intra-oral Longo -Adequações ambiente de trabalho -Implantação do centro de saúde e qualidade de vida do empregado -Acompanhamento da intervenção nutricional/serviço social -Acompanhar casos de CPAP e aparelho intra-oral