Agosto de 2013
Trabalhando com as diferenças em sala de aula
A escola é lugar de trocas, interações, de saberes, de confronto, espaço de
relações, de vida. E, onde há vida, há movimento, conflito, mas também há
possibilidade de transformação.
Hoje, tanto se fala em turmas heterogêneas, respeitar ritmos de
aprendizagens, individualidade, diferenças, e surge o questionamento: em que nós
realmente cremos e o que está sendo feito nas escolas? A escola, quando começa
incluir, por vezes acaba excluindo, não só os que são diagnosticados, mas os
quietos, poucos interessados, que vivem num ambiente familiar repleto de
problemas e os que nem descobriram ainda o que estão fazendo neste mundo.
Muitas vezes, ninguém olha para eles a não ser que demonstrem problemas e/ou
distúrbios de comportamento e de aprendizagem.
Anelise de Almeida Gajardo
Anelise de Almeida Gajardo
 Pedagoga formada pela Universidade de Caxias do Sul.
 Especialista em Ação Interdisciplinar na Educação com foco em Gestão
Escolar pela FAP- Faculdade Regional de Palmitos.
Atuação: por 12 anos professora de Educação Infantil na Rede Privada de
Caxias do Sul, monitora na FADERS (Fundação de Atendimento ao
Deficiente e ao Superdotado no Rio Grande do Sul), voluntária na AACD
(Associação de Assistência à Criança Deficiente), atualmente professora
dos anos iniciais do Ensino Fundamental na Rede Municipal de
Farroupilha.
O que é inclusão?
É a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e,
assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas
diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as
pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência
física, para os que têm comprometimento mental, para os
superdotados, para todas as minorias e para a criança que é
discriminada por qualquer outro motivo. Costumo dizer que
estar junto é se aglomerar no cinema, no ônibus e até na sala
de aula com pessoas que não conhecemos. Já inclusão é estar
com, é interagir com o outro.
Maria Teresa Égler Mantoan
http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/inclusao-no-brasil/maria-teresa-egler-mantoan-424431.shtml
Como você lida com as diferenças e
com as defisciências ?
Se você percebeu o erro na grafia da
palavra DEFICIÊNCIA significa que
você está atento e é um bom
observador.
Pode ser que você não tenha
notado...motivos para estarmos
distraídos não faltam.
Mas se não conseguiu ....
Tirar o erro da cabeça!
Talvez você seja alguém que :
• Forme pré-conceitos.
• Julgue os outros sem mesmo conhecer.
• Tenha dificuldades de lidar com o “erro”.
Lembrando que o erro está por toda a parte....
E você já errou algum dia?
Se sentiu vítima de um erro?
Ou conhece alguém...
Fique tranquilo. Não se culpe você é humano!
E não faltam pessoas para justificar nossos erros.
“Todos sabem que errar é humano. Mas insistimos
em sermos deuses, temos a necessidade neurótica
de sermos perfeitos.”
Augusto Cury
Augusto Jorge Cury é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor. Seus livros já venderam mais
de 16 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60
países. Wikipédia
”Errar é humano: mais humano ainda é atribuir o
erro aos outros.”
Anton Tchekhov
Anton Pavlovitch Tchecov foi um médico, dramaturgo e escritor russo, considerado um dos maiores
contistas de todos os tempos. Em sua carreira como dramaturgo criou quatro clássicos e seus
contos têm sidos aclamados por escritores e críticos. . Wikipédia
“Nunca julgue ninguém, você é humano lembra?
Os mesmos erros poderão ser teus também.”
Mr. Catra
Wagner Domingues da Costa é 'Mr Catra – O Fiel'... cria da Tijuca, bairro do Rio
de Janeiro (território onde esta a Favela do Borel) ... pai de 13 filhos com diferentes
mulheres.Mr. Catra, foi aluno do Colégio Pedro II e líder estudantil. No ano de 2004,
Mr Catra recebeu o primeiro convite para fazer seu show e levar uma parte da
cultura do FUNK CARIOCA para fora do Brasil ... fez seu primeiro show no exterior ...
mais precisamente no Favela Chic da Franca ... e dali não parou mais de trabalhar por
la ... em suas turnês anuais já pode mostrar seus trabalhos por países como : Suécia,
Suíça, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, Polônia, Israel, Noruega, Holanda, Rússia,
Espanha, Franca, Bélgica, etc.
Quem quiser saber mais consulte...
http://www.catra.com.br/novo/#biografia
Observe com atenção .
Comentários dos dias 10 e 11/07/2013.
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Assim ficou bem MELHOR pq ontem o melhoro na capa ficou feio.
MELHORO
MELHORO bastante agora!!! hahahahahahahhahahahahaha
E o nome do meu afilhado saiu errado na parte dos nascimentos hein, que feio!
Vocês poderiam mandar um exemplar corrigido?
Vocês sempre erram!!!!!
AGORA MELHORO
Quem nunca errou?
Penas atiradas ao vento, nunca mais serão recuperadas.
cruzes
e quem ai nunca errou???
Kkkkkk lamentável, tem que demitir o editor
Erros de digitação é o que mais tem neste jornal.
Olha ai Rôney
Genius
Melhoro ou melhorou?
pode ser... mas na língua portuguesa "Pioro"
https://www.facebook.com/pioneiro?fref=ts
E no outro dia
melhoro?
Mudando de assunto...
Vamos esquecer um pouco dos erros e conhecer
uma história que deu certo, apesar de alguns
acharem que tinha algo de errado com ele , um
defeito até...
De acordo com Cardoso (2003 p...).
``Normalmente, uma família não está preparada para receber um
membro com qualquer tipo de deficiência. A presença de um
membro deficiente na família constitui-se inicialmente uma
experiência traumática. A família envolve-se num sentimento de
perda, pois todo filho é idealizado pelos seus pais antes de vir ao
mundo. Há casais que não suportam conviver com essa eterna
“ferida narcísica” e resolvem desistir do filho abandonando-o ou
superprotegendo-o, o que não deixa de ser uma roupagem da
rejeição. Um outro mecanismo de defesa comum nos casais que
têm filhos deficientes é a negação da realidade.``
Conheci o Lucas em 2001....
De que forma vocês acham que a escola contribuiu para o
sucesso do Lucas ?
Segundo Isabel mãe do Lucas:
... quando o Lucas nasceu claro que eu não esperava que ele fosse Down, nem me
passava pela cabeça ...
... com menos de dois anos ingressou na escolinha, foi lá a BASE de tudo, se ele não
tivesse tido essa base ele não seria o que é hoje, e eu tive dela o maior apoio e
orientação em tudo, sempre me orientaram para que ele frequentasse todos os lugares,
que o levasse a tudo sempre e que ele participasse de tudo porque isso era o maior
estimulo a convivência com crianças "normais”.
-..Depois da escolinha foi para uma escola particular... Na entrevista tudo maravilhoso,
temos experiência, temos psico , temos , temos, foi uma decepção, no Pré tudo ok, turma
pequena, recreio separado etc., quando foi para a primeira série, passado um mês ele
começou a ter dor de cabeça na hora de ir para o colégio! Dai comecei a perguntar do
recreio, ele me falava que não ia para o recreio, que ficava na sala...fui lá no colégio e o
que me passaram é que ele tumultuava os recreios e que “tiveram" que deslocar uma
estagiária para ficar com ele na sala na hora do recreio. Pediram-me para pegá-lo na
sala na hora da saída porque os PAIS pediram que ele não ficasse junto lá em baixo
porque ele tumultuava a saída...
Nova escola
... tinham oito crianças com dificuldades especiais, turmas pequenas e uma ou duas
turmas de cada série...
... Na época tinham um professor que inovou, ele tinha estas crianças lá elas
frequentavam as turmas normalmente e em determinados momentos iam para uma
sala num grupo de 2 ou 3 com uma psicopedagoga que dava uma espécie de
reforço, as provas também eram feitas assim... Foi ótimo o Lu fez a primeira série
passou para a segunda, repetiu à segunda, mas dai... A direção mudou e tudo
mudou...
... A estrutura do colégio era excelente os professores também... E eles estavam
preparados para as crianças especiais...porque em minha opinião não adianta a
criança ser “aceita" no colégio se este não oferece condições e se não tem um mínimo
de preparo.
... O Lucas foi muito feliz.. fez muitos amigos, foi totalmente aceito por todos,
mas depois de dois ou três anos, o ... que era coordenador saiu e a pessoa que
assumiu no lugar dele tinha uma visão diferente, a psicopedagoga foi afastada
e as crianças não tinha mais esse reforço em particular e ai não conseguiam
acompanhar as turmas, a opinião desta profe que assumiu é que se eles saiam
da aula por determinado momento eles não estavam sendo "incluídos", mas eu
entendo que eles não conseguem acompanhar um currículo "normal" que é
imposto por mais esforçado que seja o professor.
... Foi ai que ele nas aulas mesmo em que ele não tinha interesse, ou não
conseguia entender o que estava acontecendo , começou a escrever poesias,
durante a aula mesmo...
... Bem as crianças especiais foram saindo do colégio, e acabou que só restou o
Lucas, e chegou num momento em que ele era muito grande para estar nas
turmas, em que ele conseguia acompanhar, ou ia para as turmas "normais",
mas ficava sem entender o que estava acontecendo... Repito por mais
esforçado que seja o professor ele tem que seguir adiante com a turma...
...infelizmente é muito bonito falar em inclusão,
mas e difícil por causa do sistema de ensino que
obriga a seguir um currículo..
OUTRA ESCOLA...
....Fui lá ver e a proposta deles é interessante se desse para ser seguida, eles têm
uma turma que chamam de Multisseriada, ou seja, varias crianças numa turma só
com dificuldades diferentes, a professora desta turma é uma verdadeira heroína,
lidar com 10 12 crianças todas com suas diferenças e todas com capacidades
diferentes... Dentro do possível ela da o conteúdo diferente a cada uma delas... Em
determinados momentos as crianças irem para as turmas "normais" essa era a
proposta só que na pratica isso não acontece, essas crianças acabam sempre
ficando só na turma deles... Repito é difícil para todos...
- O Lucas adorou a escola os colegas, tudo, as outras atividades eram feitas com o
conjunto , festas ,passeios, não vi preconceitos nenhum momento lá, tanto dos pais
como dos colegas, porque o conjunto todo já estava preparado...Acho que esta
escola ainda é o que mais se aproxima do que a gente quer...
...coisas que a gente acha que realmente interessam no caso do Lucas, pegar um
ônibus, trabalhar com dinheiro, ele nunca se deu bem com matemática, números,
muito difícil para ele, então trabalha com calculadora, adora ler, sempre leu muito,
então sempre incentivei dei muitos livros para ele.Adora Biologia, bichos, História...
Atualmente o Lucas;
... trabalha na linha de montagem de produtos, serviços variados, adora sente-se útil, adora seus
colegas de trabalho...
Frequenta a Ampliatto, que e uma escola de artes, mas onde o aluno é livre para fazer o que quer
em matéria de artes, sempre claro com orientação, então eles trabalham com madeira argila,
pintura, mosaicos, etc... Tudo que quiser, não tem nada definido...
...No ano passado começamos a questionar o colégio, até que ponto ele devia continuar ou não,
chega num momento de que não adianta mais, tudo tem um limite, ele tem um limite... Optei por
dar um tempo, ele também achou, conversamos muito...
O que eu espero do Lucas.... Eu quero que ele seja feliz, não concluiu o primeiro grau... Mas isso
não importa, o que eu quero sim è que ele aprenda a se virar, faça coisas que ele goste...O mais
importante é ele se sentir útil, não importa se num escritório fazendo desenho na engenharia
como o mano, ou se num chão de fábrica carregando caixinhas montando pecas, colocando
parafusos, porque é isso que ele rendeu, é isso que ele sabe fazer e bem... Sem contar nas
poesias, nos quadros que ele faz...
...A poesia começou ainda pequeno ele escrevia lia, confesso que nunca dei
muita importância, mas ai um dia ele pegou um monte de poesias,
grampeou todas e falou "mãe esse e meu livro de poesias” .
[ com vida saborosa]
com vida saborosa
um rico pobre e cansado
naquela noite passada descansando
na vila vagarosa
a minha cresce
o tempo muda o sol que
nos aquece
a neblina mudada
o fogo do vilarejo
a comida que comemos
o dia e a noite clara
o terror nós choramos
a pedra se machuca por mim
o vento muda o sentido
apavorante história de amor
Lucas Ravizzoni Weber
Esta cena parece familiar ?
Em 1917, um médico chamado Von Economo fez a primeira
descrição clínica dessa patologia. Segundo ele:
“Temos nos deparado com uma série de casos nas instituições
psiquiátricas que não fecham com nenhum diagnóstico
conhecido.Apesar disso, eles apresentam similaridades quanto ao
tipo de início do quadro e sintomatologia força a agrupá-los em
uma nova categoria diagnóstica... Estas crianças parecem ter
perdido a inibição,tornam-se inoportunas, impertinentes e
desrespeitosas. São cheias de espertezas, muito falantes...”
http://tdah.org.br
Constantin von Economo - (Brăila, 21 de agostode 1876 — Viena, 21 de Outubro de 1931).
Foi um neurologista romeno radicado em Trieste, à época Império Áustro-Húngaro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Constantin_von_Economo
Na literatura infantil
em meados do século XIX
surgiram na Alemanha as
primeiras descrições de
crianças que apresentavam
quadros semelhantes ao
que se descreve atualmente
como TDAH .
No Brasil o livro é
conhecido
como
João
Felpudo.
Quais são os sintomas de TDAH?
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:
Desatenção
Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na
escola e no relacionamento com demais crianças, pais e
professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no
mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "bicho
carpinteiro" ou “ligados por um motor” (isto é, não param
quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais
sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas,
mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH
podem apresentar mais problemas de comportamento, como
por exemplo, dificuldades com regras e limites.
http://tdah.org.br/br/sobre-tdah/o-que-e-o-tdah.html#sthash.LqQe7HWY.dpuf
RELAÇÃO DA FAMÍLIA COM A
ESCOLA
Aluna
• Meu desempenho escolar não era bom
por causa do TDAH.
• Nunca tive muito auxílio por parte dos
professores.
• No 2º ano do ensino médio foi o ano
mais difícil, pois mesmo com muita
dedicação o resultado não foi o
esperado.
• Consegui notas razoáveis pois estudei
bastante, mesmo sabendo que o
desempenho não seria 100% devido ao
TDAH.
• Com o auxílio da minha psicopedagoga
que muito me incentivou e nunca me
deixou desistir, terminei o ensino médio
Mãe
•
•
Alguns sabedores do seu transtorno davam
dicas de como estudar ou o que focar mais, para
facilitar as notas.
Ficou deprimida e queria sair da escola, pois
achava que não adiantava estudar.
•
O diagnóstico de TDAH veio com a frequência na
escola, inicialmente a escola infantil.
•
Na escola algumas professoras achavam que
era uma criança desprovida de
limites domésticos e familiares. Talvez pela
presença do distúrbio opositor-desafiador
muitas vezes associado com TDAH e constante
até hoje.
•
Seu mérito e êxito escolar ( boa
aprendizagem e nenhuma reprovação), na
prática foi por causa de uma grande e
intensa abordagem multidisciplinar pela
família , médicos e psicopedagogos não
vinculados à escola.
``Nas séries iniciais o resultados escolares foram mais fáceis devido ao grau de
dificuldade menor. Mas com o crescente de matéria no ensino médio, a
escola NUNCA FOI INCLUSIVA para uma menina portadora de necessidades
especiais como o TDAH. Preciso dizer com algumas exceções de alguns poucos
professores, que tinham mais paciência e trabalhavam sua autoestima, que com as
notas ruins em detrimento de muito esforço, estava sempre abalada. Convém
salientar que nunca obteve avaliações, exercícios ou tempos de tarefas alterados
devido à presença do TDAH.``
Transtorno desafiador opositor ou
Transtorno opositivo desafiador (TOD)
O padrão de comportamento pode incluir:
•Discussões excessivas com adultos, muitas vezes,questionando as regras.
•Desafio e recusa em cumprir com os pedidos de adulto.
•Deliberada tentativa de irritar ou perturbar as pessoas.
•Frequentes acessos de raiva.
•Culpar os outros por seus erros e mau comportamento.
•Agressividade contra colegas.
•Dificuldade em manter amizades.
TOD
“ ...O nome diz tudo:um comportamento em que a criança
desafia ativamente os pais e professores, se opondo a obedecer
regras ou limites. Elas se caracteriza por desobediência muito
grande em várias situações . Crianças com TOD frequentemente
têm explosões de raiva, magoam-se e magoam os com
facilidade e também perturbam os outras pessoas
deliberadamente( MATTOS,2005).
ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO
Já os Parâmetros Curriculares Nacionais, em sua série de Adaptações Curriculares,
Saberes e Práticas da Inclusão (Brasil, 2004), publicada pela Secretaria de Educação
Especial do Ministério da Educação, atribuem os seguintes traços como comuns aos
superdotados:
Alto grau de curiosidade;
Boa memória;
Atenção concentrada;
Persistência;
Independência e autonomia;
Interesse por áreas e tópicos diversos;
Facilidade de aprendizagem;
Criatividade e imaginação:
Iniciativa;
Liderança;
Vocabulário avançado para sua idade cronológica;
Riqueza de expressão verbal (elaboração e fluência de idéias);
Habilidade para considerar pontos de vistas de outras pessoas;
Facilidade para interagir com crianças mais velhas ou com adultos;
Habilidade para perceber discrepâncias entre idéias e pontos de vistas;
Interesse por livros e outras fontes de conhecimento;
Alto nível de energia;
Preferência por situações/objetos novos;
Senso de humor;
Originalidade para resolver problemas.
Imagine se fosse estivesse
privado de ver...
Como foi a experiência? O que
você sentiu?
Por que não investir no que eles
podem nos dar? E a partir daí...
A magia do ensinar e aprender…
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Elogie o aluno e ressalte suas qualidades sempre que possível;
Valorize sempre o aspecto em que o aluno se destaca;
Procure ouvir o aluno. Aceite suas opiniões sem julgamentos ou críticas destrutivas;
Seja próximo, afetivo e empático com o aluno;
Aceite acertos, erros ou dificuldades do aluno;
Relacione-se com o aluno como pessoa, merecedor de todo seu afeto e atenção;
Evite que o aluno tenha apenas experiência de fracasso. Crie situações que possibilitem seu sucesso, mesmo
que seja uma brincadeira ou um jogo;
Alimente e fortaleça sua autoconfiança e autorrespeito;
Conscientize-se que uma simples palavra ou comentário poderá ter um efeito devastador na criança, ou
marcá-la positivamente para o resto de sua vida;
Mantenha em sala de aula uma postura do tipo “Você é capaz”;
Destaque as áreas fortes do aluno;
Chame o aluno pelo nome;
Considere o erro como etapa do processo de aprendizagem do aluno;
Dê tempo para os alunos desenvolverem suas ideias;
Ofereça oportunidades para que os alunos vivenciem experiências de sucesso;
Valorize os esforços e realizações do aluno;
Procure entender o ponto de vista do aluno;
Combine tarefas com o ritmo de aprendizagem do aluno;
Relacione o conteúdo às experiências e interesses dos alunos;
Evite focar nas dificuldades do aluno;
Valorize a diversidade em sala de aula;
Encoraje os alunos a apresentarem suas ideias e produções em sala de aula;
Proteja o trabalho do aluno da crítica destrutiva e das gozações dos colegas.
O professor está sempre errado!
O material escolar mais barato que existe na praça é o
professor!
É jovem, não tem experiência;
É velho, está superado!
Não tem automóvel, é um pobre coitado;
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'!
Fala em voz alta, vive gritando;
Fala em tom normal, ninguém escuta!
Não falta ao colégio, é um 'caxias';
Precisa faltar, é um 'turista'!
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os
alunos;
Não conversa, é um desligado!
Dá muita matéria, não tem dó do aluno;
Dá pouca matéria, não prepara os alunos!
Brinca com a turma, é metido a engraçado;
Não brinca com a turma, é um chato!
Chama a atenção, é um grosso;
Não chama a atenção, não sabe se impor!
A prova é longa, não dá tempo;
A prova é curta, tira as chances do aluno!
Escreve muito, não explica;
Explica muito, o caderno não tem nada!
Fala corretamente, ninguém entende;
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário!
Exige, é rude;
Elogia, é debochado!
O aluno é reprovado, é perseguição;
O aluno é aprovado, deu 'mole'!
É, o professor está sempre errado...
Mas se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!!!
Conforme Cardoso (2003, p6)
São inúmeros os benefícios adquiridos através da educação
inclusiva. É convivendo com crianças com deficiência que as “sem
deficiência” se acostumarão e aprenderão a conviver e a respeitar as
diferenças, construindo cidadãos mais humanos, menos preconceituosos,
tolerantes e atentos aos problemas sociais. Na verdade todos serão
beneficiados, pois as diferenças são enriquecedoras para todos. Ser
deficiente não é ser incompetente.
Mídias apresentadas:
http://www.youtube.com/watch?v=m2DTIZfCq0k TDAH
http://www.youtube.com/watch?v=AzZ7Kk-dsUI TDO
http://www.youtube.com/watch?v=vhI1NouHiWA Altas Habilidades
http://www.youtube.com/watch?v=mkJT6cULBY8 O cego e as palavras
http://www.youtube.com/watch?v=LufTA-J5qq8 Chaves- áudiodescrição
http://www.youtube.com/watch?v=UV6F1JmZZio Triste preconceito
http://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI Aprender a aprender
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