Clínica-Escola de Psicologia: Ética e Técnica
Carlos Henrique Kessler∗
Foi com muita satisfação que recebi o convite para colaborar com
este ‘Informativo’, abordando o tema “Clínica-escola de psicologia: ética e
técnica”. Imediatamente a seguir me deparo com a questão: mas, e ‘por
onde escrever’?
Bem, aproveitando-me do formato que foi proposto – um ensaio –
iniciarei buscando situar em minha trajetória algumas pistas das possíveis
razões para o convite. Então, uma trajetória pela psicanálise, a qual,
institucionalmente, vem se dando no âmbito da Associação Psicanalítica de
Porto Alegre, aparece aqui como ponto de partida. Certamente também o
fato de há cerca de vinte anos atuar na Clínica de Atendimento Psicológico
da UFRGS, onde hoje sou professor no curso de Psicologia. Como
desdobramento dessa dupla inserção, estou em meio ao meu doutorado em
Teoria Psicanalítica, na UFRJ, tendo como tema a supervisão (por uma
feliz coincidência, tema abordado pela colega Lucy no ‘Informativo’
anterior), buscando extrair conseqüências desta minha experiência em uma
clínica-escola de universidade. É desde essa posição, atravessado pelos
ensinos de Freud e Lacan, que vou tentar trazer algumas considerações
sobre o tema em questão.
Preciso advertir que, mesmo reconhecendo que a elaboração sobre a
ética tenha longa tradição na cultura, principalmente na filosofia (no
mínimo desde Aristóteles, passando por Kant, etc), não tomarei essa linha
de elaboração. Não é uma área na qual me arriscaria a incursionar. Na
própria psicanálise, também deve ocorrer imediatamente a qualquer pessoa
minimamente informada, o caminho proposto por Lacan a partir de seu
sétimo seminário, denominado exatamente de “A ética na psicanálise”.
Mesmo que não os tenha como desconsiderar – pois certamente seria difícil
escapar dessas produções na medida em que já estão ‘entranhadas’ na
cultura, em particular na produção psicanalítica – na abordagem que farei
não as tomarei explicitamente. Procurarei servir-me de alguns caminhos
que recentemente tenho trilhado, deixando claro que entendo que qualquer
que fosse o rumo escolhido, como Lacan tão bem explicita no Seminário
XVII, sempre seria uma abordagem parcial:
“Se há algo que toda a nossa abordagem delimita que seguramente foi
renovado pela experiência analítica, é justamente que nenhuma evocação
da verdade pode ser feita se não for para indicar que ela só é acessível por
um semi-dizer, que ela não pode ser inteiramente dita porque, para além de
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Psicanalista, Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre. Professor do Instituto de Psicologia
da UFRGS. Doutorando do PPG em Teoria Psicanalítica da UFRJ.
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sua metade, não há nada a dizer. Tudo o que se pode dizer é isto. Aqui, por
conseguinte, o discurso se abole. Não se fala do indizível, por mais prazer
que isto pareça dar a alguns.” (Lacan, 1992, p. 49)
Então tomarei, mais simplesmente, o seguinte ponto de partida:
‘ética’ remete, necessariamente, a uma ação, ao movimento descrito por
Freud, no qual, ‘só depois’, por suas conseqüências, é que podemos buscar
deduzir de onde esse mesmo movimento foi produzido. Ademais, em
psicanálise, o acesso à ‘verdade’ – inconsciente – sempre é um vislumbre.
Trata-se, então, de ver se fomos éticos ou não pelos desdobramentos de
nossos atos (de onde pode ser deduzido qual é nosso desejo inconsciente,
para não deixarmos de lado o colocado no referido Seminário 7 de Lacan).
Isso não concerne à moral. Esta remeteria a alguma norma de senso
comum, a um ‘a priori’ qualquer, a um ideal previamente dado. Mais um
elemento a acrescentar: a ética remeteria a uma posição, sempre singular,
desde onde nos situamos, a um lugar. Nesse sentido, não foi gratuito ter
iniciado o texto buscando situar algo sobre a minha posição.
Vamos então buscar ‘cercar o assunto’. Para isso, nada melhor para
começar do que fazê-lo na ilustre companhia de Freud, quando este
interveio no “Quinto Congresso Psicanalítico Internacional”, no ano de
1918, em Budapeste. Trata-se do que podemos acompanhar no texto
“Linhas de progresso na terapia psicanalítica”, publicado no ano seguinte e
que consta na Edição Standard, da Imago, no volume XVII (pedindo desde
já desculpas por algumas infelizes escolhas terminológicas que se
encontram nessa tradução). Está-se aqui em pleno final da Primeira Guerra
Mundial e, por outro lado, é o importante momento em que se gestava o
giro na obra freudiana, que se daria em torno do texto o “Além do Princípio
do Prazer”. Mas também era um tempo em que o esforço inicial pela
consolidação e reconhecimento da psicanálise já havia sido feito, a
estruturação de um primeiro núcleo teórico fora constituída, as primeiras
gerações de analistas já tinham sido formadas, o que levou tanto à própria
constituição da IPA e a seus Congressos, como às primeiras dissidências.
É nesse contexto que Freud propõe vislumbrar um mundo futuro, no
qual a psicanálise pudesse ambicionar ser estendida a uma gama maior de
pessoas:
“Somos apenas um pequeno grupo e, mesmo trabalhando muito,
cada um pode dedicar-se, num ano, somente a um pequeno número de
pacientes. Comparada à enorme quantidade de miséria neurótica que
existe no mundo, e que talvez não precisasse existir, a quantidade que
podemos resolver é quase desprezível. Ademais, as nossas necessidades
de sobrevivência limitam o nosso trabalho às classes abastadas, que estão
acostumadas a escolher seus próprios médicos e cuja escolha se desvia
da psicanálise por toda espécie de preconceitos. Presentemente nada
podemos fazer pelas camadas sociais mais amplas, que sofrem de
neuroses de maneira extremamente grave.” (Freud, 1976[1919], p. 209)
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Para isso seria preciso pensar em uma nova forma de organização:
“Vamos presumir que, por meio de algum tipo de organização,
consigamos aumentar os nossos números em medida suficiente para
tratar uma considerável massa da população. Por outro lado, é possível
prever que, mais cedo ou mais tarde, a consciência da sociedade
despertará, e lembrar-se-á de que o pobre tem exatamente tanto direito a
uma assistência à sua mente, quanto o tem, agora, à ajuda oferecida pela
cirurgia, e de que as neuroses ameaçam a saúde não menos do que a
tuberculose, de que, como esta, também não podem ser deixadas aos
cuidados impotentes de membros individuais da comunidade. Quando
isto acontecer, haverá instituições ou clínicas de pacientes externos, para
as quais serão designados médicos analiticamente preparados,...” (Freud,
1976[1919], p. 210)
É nesse contexto que surge a sempre lembrada referência à fusão do
‘ouro puro da análise.. ao cobre da sugestão’. Podemos perceber aqui um
raro momento em que Freud, tão apegado ao rigor em tudo o que concerne
à psicanálise, cogita acerca da possibilidade de precisar vir a transigir
(trocando o ‘ouro puro’ pelo ‘cobre’...):
“Defrontar-nos-emos, então, com a tarefa de adaptar a nossa
técnica às novas condições. Não tenho duvida de que a validade das
nossas hipóteses psicológicas causará uma boa impressão também sobre
as pessoas pouco instruídas, mas precisaremos buscar as formas mais
simples e mais facilmente inteligíveis de expressar as nossas doutrinas
teóricas... Muitas vezes, talvez, só poderemos conseguir alguma coisa
combinando a assistência mental com certo apoio material,.. É muito
provável, também, que a aplicação em larga escala da nossa terapia nos
force a fundir o ouro puro da análise livre com o cobre da sugestão
direta;.. No entanto, qualquer que seja a forma que essa psicoterapia para
o povo possa assumir, quaisquer que sejam os elementos dos quais se
componha, os seus ingredientes mais efetivos e mais importantes
continuarão a ser, certamente, aqueles tomados à psicanálise estrita e não
tendenciosa.” (Freud, 1976[1919], p. 210-11)
Em termos institucionais, é interessante referir, esse movimento
acabou levando a uma tentativa pioneira: o ‘Instituto de Berlim’. O
objetivo dessa instituição foi exatamente atender camadas mais amplas e
menos abastadas da população, através de atendimentos gratuitos
(financiados pelos responsáveis pelo Instituto, sendo Max Eitingon um dos
principais); e, ao mesmo tempo, estender a formação a um número maior
de analistas. Aqui a questão ética começa a se colocar. A formação pautada
por uma busca de normatividade, através de um ensino seriado, préestabelecido, e da obrigatoriedade da análise didática, é marca dessa
experiência (Gageiro, 2005) e vem a alimentar parte importante dos
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questionamentos que Lacan reiteradamente fez a partir da década de 50 do
século passado às práticas da IPA. Assim, podemos dizer, essa proposta,
tão plena de nobres e boas intenções, pecaria por ter sido situada em uma
perspectiva mais moral do que ética, buscando atingir o ideal de uma
extensão da psicanálise, seja aos pacientes, seja a candidatos a uma
formação, por intermédio de uma espécie de pragmatismo simplificador.
Isso nos mostra que não é fácil escapar às armadilhas que podem se
colocar no caminho de quem busca seguir a aposta de Freud, por melhor
que esteja preparado. Se já na situação analítica convencional há toda uma
complexidade, quem dirá em uma proposta de atendimento em instituição.
Talvez nesse caso Freud tenha deixado um alento: pode-se considerar a
possibilidade de perder algo, mas não se deveria transigir em relação a
seguir tentando buscar formas de lidar, conforme citado acima, com a
‘enorme quantidade de miséria neurótica que existe no mundo’.
Façamos agora um salto no tempo, no espaço e nas circunstâncias,
para abordar diretamente o nosso tema em questão. Assim, coloca-se o
desafio de pensar – e, mais do que isso, sustentar – uma prática em ClínicaEscola de Psicologia que considere as questões postas pela ética e técnica
da psicanálise. Aqui, outros tantos problemas são vislumbrados, uma vez
que é sabido que uma universidade não é instituição de formação de
analistas. A esse propósito, cabe ao menos referir: Freud tem – por sinal
publicado na mesma época do texto já comentado – um outro de seus belos
pequenos escritos, dedicado ao “Ensino da Psicanálise nas Universidades”.
Outra questão pertinente é a de que a psicologia, a rigor, é heterogênea à
psicanálise. Também não nos deteremos nessa querela, o que não quer
dizer desconhecer sua possível importância para muitos. Mas
direcionaremos nossas considerações àqueles implicados pela psicanálise.
É inegável, no Brasil ao menos, que a psicanálise, especialmente a
lacaniana, estabeleceu nos cursos de psicologia um local que,
posteriormente, vem a se revelar como tendo sido relevante no
encaminhamento da formação de muitos analistas. Deduz-se aí pelos
efeitos na trajetória de vários daqueles que trabalham ou foram alunos de
cursos de psicologia, a presença de uma formação que é marcada pela ética
da psicanálise. E nesse aspecto, a experiência nas clínicas-escola se
destaca.
Quando me aproximei da Clínica de Atendimento Psicológico da
Ufrgs, vislumbrei ali um local que se afigurava interessante, exatamente em
função das questões postas por Freud em 1918. As clínicas-escola têm uma
estrutura que permite atender a uma quantidade de pessoas com sofrimento
psíquico. E, se não é ali o lugar para oportunizar uma formação analítica –
pois esta deve encontrar na Instituição Analítica as condições adequadas
para tal – pode sim oportunizar uma formação que, como dissemos,
atravessada pela psicanálise, remeta aos que por ela sejam implicados, a
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seguir uma formação que, ‘depois’, se revele analítica e, assim,
ressignifique esse momento na clínica-escola como tendo sido um
momento, se não suficiente, necessário para tal direcionamento da
formação do sujeito. Tal efeito tem ocorrido nestes anos, pelo que tenho
podido acompanhar, no trabalho que se desenvolve nessa clínica em
particular. As pessoas atendidas têm encontrado ali um espaço de escuta
respeitosa para seu mal-estar, o qual dificilmente encontrariam em outras
circunstâncias. Diversos são os hoje analistas que ali tiveram um ponto de
passagem reputado como significativo em sua formação.
Não vou aqui me deter a apontar, mesmo que existam, elementos que
considero fundamentais na forma em que ali se esboçou o trabalho. Diria
apenas que foi a melhor maneira que os responsáveis por fazê-lo puderam
delinear naquela circunstância específica. Não existe fórmula única, a ser
proposta universalmente às clínicas-escola dos cursos de psicologia.
Parece-me que, sim, é fundamental que as soluções cotidianas para o
encaminhamento do trabalho recaiam sob a responsabilidade dos que se
ocupam de sustentá-la, que isso inclusive faça parte da possibilidade
mesma de sua sustentação. É uma suposição de saber necessária; a partir
daí pode-se dar a colocação em movimento dos lugares de agente-trabalhoprodução e verdade dos “quatro discursos” propostos por Lacan (1992). A
técnica deve ser um desdobramento, decorrência da ética, uma postura
adotada a partir da psicanálise (do discurso do analista?). Freud, Lacan e
muitos outros sempre foram claros nesse sentido: as soluções técnicas que
utilizavam não eram receitas, aquilo era o que fora possível para eles.
Como chamou a atenção Robson Pereira (1998), a responsabilidade clínica
não é terceirizável, cabe a cada analista dar conta de sua prática, mesmo
que para isso precise de ‘mais alguns’. Se não há técnica a ensinar (ou
estaríamos tomando o saber no comando, o que já é propor um outro
discurso), da mesma forma, em se tratando de uma clínica-escola, não há
decisão que seja meramente administrativa, burocrática. Estas sempre
devem ser propostas subordinadas à dimensão clínica.
Trata-se então de problematizar e pensar a partir de que efeitos de
ação e de qual posição pode-se dar uma clínica conseqüente com uma ética
da psicanálise. E esta perspectiva deveria se dar atendendo aos objetivos
postos por Freud em 1919 e poderia ser enriquecida levando em conta as
considerações de Lacan (1992) sobre os discursos, no seminário XVII,
especialmente quanto ao discurso do analista. E, nesse sentido, uma ética
da psicanálise passaria pela colocação em causa, pontualmente que fosse –
e mesmo porque talvez seja sempre assim – do discurso do analista. Ou
seja, um discurso que teria como seu agente o ‘objeto a’. Com a colocação
do ‘objeto a’ no comando, dá-se a suspensão do saber, S2, tomado como
algo que não consegue jamais dar conta daquilo que faz falta ao sujeito ($)
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e que o determina. Este sujeito seria colocado em posição de trabalhar,
visando à produção de seus significantes mestres ou primordiais (S1).
A elaboração sobre o ‘objeto a’ é de uma radicalidade que não
convém desprezar. Radical tanto no sentido etimológico, de apontar a raiz,
quanto por, ao mesmo tempo, levar ao limite extremo a posição do sujeito.
Lacan (2005) vai nos indicar que esta posição do sujeito é decidida desde a
sua constituição, a partir de um lugar necessariamente perdido. É ao que a
geralmente lembrada menção de ‘a bolsa ou a vida’ remete. Teríamos uma
importante inflexão de Lacan, nesse momento de sua elaboração, até então
voltado a privilegiar a distinção entre os registros simbólico e imaginário. É
pelo menos a partir desse décimo Seminário que o sujeito tem o que o
causa posto em um objeto (objeto a: objeto causa do desejo) para todo o
sempre perdido, inencontrável. O registro do real, assim, adquire uma
relevância cuja conseqüência clínica não se pode mais desprezar.
Incluindo agora um pouco mais do que tenho trabalhado no estudo
que atualmente me dedico (Kessler, 2006), tenho buscado entender a
supervisão a partir da possibilidade de sustentar a colocação do discurso do
analista em operação. Inclusive, na medida em que esse discurso situa uma
barreira entre os significantes mestres do sujeito e o saber que este
constituiu (Lacan, 1992, p. 122), poderia-se pensar em uma possível
distinção entre o que seria da ordem da psicanálise e da psicoterapia (esta
última, seguindo a prevalência da lógica do ‘discurso universitário’, visaria,
através de saber sobre a verdade do que faz sofrer ao sujeito, controlar e
eliminar este sofrimento). Assim, tendo como supervisor um analista
(mesmo que dependendo ainda de várias outras circunstâncias), poderia um
‘encontro feliz’ operar um efeito pontual de transmissão da psicanálise,
tanto àquele que fazia estágio/especialização/extensão, quanto ao que
buscara tratamento para o seu mal-estar. Esse efeito de transmissão, como
apontamos acima, pode se revelar posteriormente como ponto de partida
que tenha levado à formação de um analista.
Pelo trabalho que desenvolvo, a supervisão tem se apresentado como
um local/momento privilegiado para esse atravessamento ético da
psicanálise. Lembremos aqui o que foi colocado pela colega Lucy
(Fontoura, 2007), a respeito do posicionamento ético como conseqüência
da transmissão. Tomando outro comentário de Lacan, vemos que ele
considera um pedido de supervisão como um ato, uma manifestação do
desejo do analista (propõe, aliás, num primeiro momento, encorajar sempre
o analista a seguir seu movimento...).
“... esta famosa ‘supervisão’ ... que... nós chamamos em francês simplesmente
de ‘um controle’ (o que não quer dizer, é claro, que nós creiamos controlar
alguém). Eu, freqüentemente, nos meus controles – no início deles ao menos -,
eu encorajo geralmente o analista – ou aquele que se creia tal -, eu o encorajo a
seguir seu movimento. Eu não penso que seja sem razão que ... alguém vem lhe
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contar qualquer coisa em nome simplesmente de que: que alguém lhe diz que ele
é um analista. Não é sem razão, porque ele escuta alguma coisa...” (Lacan, 1976,
p. 46)
A ética da psicanálise, ou, mais precisamente, do psicanalista, onde
ele estiver, só pode ser uma: psicanalisar (dispondo para tal de condições
adequadas: não se trata evidentemente de uma apologia da psicanálise
selvagem). Propor-se a escutar desde o resto que a experiência de passagem
pelo divã – por sua própria análise – deixou. Portanto, aos que procurem
atendimento em função de seu mal-estar subjetivo, a partir da psicanálise
pode-se oferecer uma escuta nessa posição, de quem não supõe possível
preencher, suprir, mas sim (levando) adiante a busca do sujeito, até que ele
se autorize a empreender seu caminho (a partir disso que nele é causa) ?
(não entendi essa última frase...).
Referências Bibliográficas:
Associação Psicanalítica de Porto Alegre (2005) Onde fala o analista.
Porto Alegre, Appoa, n º 29.
Colonomos, F et alli (1985) On forme des psychanalystes. Rapport original
sur les dix ans de l’Institut Psychanalitique de Berlin 1920-1930. Paris,
L’Espace Analythique, Denoël.
Freud, S (1976[1918]) Linhas de progresso na terapia psicanalítica. Rio
de Janeiro, Imago, vol XVII.
_______ (1976[1919]) Sobre o ensino da psicanálise nas universidades.
Rio de Janeiro, Imago, vol. XVII.
Fontoura, L. L. (2007) “Supervisão: alterização de uma escuta.” em
Falando Nisso – Informativo da Clínica de Psicologia da UNIJUÍ. Ijuí, ano
7, nº 29, maio-junho.
Gageiro, A. M. (2005) “A prática da supervisão: uma breve história” em
Correio da Appoa, 142, 12, Porto Alegre, p.7-11.
Kessler, C. H. (2006) “Supervisão: Báscula para a psicanálise em clínica na
universidade”. Universidade Federal do Rio de Janeiro, PPG em Teoria
Psicanalítica. Pôster.
Lacan, J. _______ (1976) “Lê symptôme (Conférences et entretiens dans
des universités nord-américaines – Columbia University)”, in Scilicet, nº
6/7, Paris, déc, p. 42-52.
_______ (1992). O seminário, livro 17 – O avesso da psicanálise. Rio de
Janeiro, Jorge Zahar.
_______ (2005). O seminário, livro 10 – A angústia. Rio de Janeiro, Jorge
Zahar.
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Pereira, R. “O que é um psicanalista ou observações a respeito da
instituição como terceiro” em Associação Psicanalítica de Porto Alegre
(1998) Ato e interpretação. Porto Alegre, Appoa, n º 14.
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