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INFLUÊNCIA DE DIFERENTES FERRAMENTAS NA COLETA DE AMOSTRAS
DE TERRA, EM ÁREA DE FLORESTA, NOS RESULTADOS DE ANÁLISES
QUÍMICAS DE ROTINA.
FABIANO ANDREI BENDER DA CRUZ(*)
ALEXANDRE CHRISTÓFARO SILVA(**)
RESUMO
A amostragem constitui a primeira etapa de um programa racional de avaliação da quantidade de calcário e adubos
a serem aplicados em uma propriedade agrícola. Normalmente, as amostras são coletadas na camada de 0 a 20 cm, sendo
interessante também, a amostragem na profundidade de 20 a 40 cm, para melhor acompanhamento da evolução da fertilidade
do solo em profundidade, como também, um conhecimento mais detalhado de eventuais problemas de desbalanços nutricionais.
Este trabalho objetivou avaliar a influência de diferentes ferramentas na coleta de amostras de terra, para fins de caracterização
química. O ensaio foi realizado numa área de floresta estacional semidecidual, no Instituto de Ciências Agrárias e Medicina
Veterinária da Unifenas, no período de agosto de 97 a julho de 98, cujo solo foi classificado como Glei Pouco Húmico,
Eutrófico, A chernozêmico, textura argilosa. As amostras foram coletadas nas profundidades de 0 a 20 e 20 a 40 cm,
percorrendo-se a área em ziguezague, coletando-se 10 amostras simples para formar uma amostra composta. Para análise
dos resultados utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, com 5 tratamentos e 4 repetições. Os tratamentos foram
os seguintes: enxadão, sonda, cavadeira, trado e trincheiras. Analisou-se os seguintes parâmetros: pH, matéria orgânica,
Ca++, Mg++, K+, H+, Al+++ e P disponível. Independentemente do tratamento, o P e K disponíveis foram os parâmetros
que apresentaram maior coeficiente de variação. No geral, os resultados analíticos estatisticamente mais confiáveis foram
obtidos quando se utilizou o enxadão. A sonda, o trado e a cavadeira tendem a superestimar os resultados analíticos, na
camada de 20 a 40 cm.
DESCRITORES: Fertilidade do solo, amostragem do solo, análise de terra.
SUMMARY
INFLUENCE OF DIFFERENT TOOLS IN THE COLLECTION OF SAMPLES OF EARTH, IN FOREST
AREA, ON THE RESULTS OF ROUTINE.
CHEMICAL ANALYSES
Sampling constitutes the first stage of a rational program of evaluation of the amount of lime and fertilizers be she
applied in an agricultural property. The samples are usually collected from the layer of 0 to 20 cm, being also interesting, the
sampling in the depth of 20 to 40 cm, for better accompaniment of the evolution of the fertility of the soil in depth, as well as,
a detailed knowledge of eventual problems of nutritional unbalance. This study aimed at evaluating the influence of different
tools in the collection of earth samples, for chemical characterization. The survey was accomplished in an area of seasonal
semideciduous forest , in the Institute of Agrarian Sciences of Unifenas, in the period of August of 97 to July of 98, the soil
of which was classified as Little Humic Glei, Eutrophic, A chernozemic, clayish texture. The samples were collected in the
depths of 0 to and 20 to 40 cm, in a zigzag manner, 10 simple samples being collected to form a compound sample. For
analysis of the results, an entirely randomized outlining was used, with 5 treatments and 4 repetitions. The treatments were
the following: mattock hoe, probe (depth gauge), digging tool, earth auger, and trenches. The following parameters were
analyzed: pH, organic matter, Ca++, Mg++, K+, H+, Al+++ and available P. Independently of the treatment, available P and
K were the parameters that presented the greatest variation coefficient. In general, the statistically more reliable analytic
results were obtained when the mattock hoe was used. The probe, the earth auger and the digging tool tend to overestimate
the analytic results in the layer of 20 to 40 cm.
KEY WORDS: Soil fertility, soil sampling , earth analysis.
1. INTRODUÇÃO
A amostragem constitui a primeira etapa de
um programa racional de avaliação da quantidade de
calcário e adubos a serem aplicados em uma
propriedade agrícola. Deve-se lembrar, entretanto, que,
por mais cuidadosa que seja a análise de solo, ela não
corrige erros cometidos durante a retirada da amostra.
Apesar dos constantes aprimoramentos dos
equipamentos e métodos analíticos utilizados para a
determinação da fertilidade do solo pela análise de
amostras de terra, muito raros são os trabalhos
voltados para a fase inicial desse processo, que é a
coleta das amostras no campo. Os métodos e
ferramentas utilizados para a retirada da amostra de
terra do solo são via de regra considerados equivalentes
(Bacchi et al., 1996).
Tendo em vista que a avaliação da fertilidade
do solo é muito importante na caracterização e no
planejamento de qualquer sistema de produção agrícola
* Engenheiro Agronômo UNIFENAS
**Prof. Dr. do ICA/UNIFENAS, C.P. 23, CEP 37130-000, Alfenas-MG E-mail: [email protected]
R. Un. Alfenas, Alfens, 4:127-130, 1998
128
F. A. B. da CRUZ e A. C. SILVA
e que a análise química do solo é o método mais
indicado para uma avaliação indireta da sua fertilidade
(Lopes e Guimarães, 1989; Raij, 1991), imprecisões
decorrentes de métodos inadequados de coleta de
amostras podem comprometer as recomendações de
adubação e correção do solo. A área a ser amostrada
deve apresentar características bastantes uniformes.
Não existe um instrumento preestabelecido
para coleta de amostras para fins de análise de
fertilidade do solo. Porém, Bacchi, Sparovek e Franco
(1995), verificaram a influência de diferentes métodos
de coleta de amostras no resultado de análise de terra,
e Bacchi et al. (1996), utilizando diferentes
metodologias e instrumentos para coleta de amostras
de solo em área de plantio direto, obtiveram diferenças
significativas nos resultados das análises de solo.
Essas observações levaram a hipóteses de que os
métodos convencionais de coleta de amostra de terra,
possam alterar de forma distinta o resultado final da
análise, normalmente superestimando os teores dos
nutrientes.
Machado (1996), coletou amostras de terra
em área homogênea formada com pastagem utilizando
o enxadão, a cavadeira, o trado sonda e o trado
holandês, nas camadas de 0 20 e 20 - 40 cm de
profundidade. A análise química de rotina destas
amostras mostrou diferenças estatisticamente
significativas em diversos parâmetros avaliados,
principalmente na profundidade de 20 - 40 cm.
Sparovek (1997), desenvolvendo um estudo
sobre estratégias de amostragem relacionado com
ciclagem de nutrientes em área de florestas tropicais,
obteve que a quantidade total de serapilheira
acumulada sobre o solo e o seu conteúdo em nutrientes,
apresentam elevada variância espacialmente
independente. Para estimar a quantidade e o conteúdo
em nutrientes, grande número de amostras distribuídas
ao acaso foi necessário. Visando a estimativa da
composição em nutrientes, menor número de amostras
de 1ocalização conhecida deve ser considerado. A
definição da amostragem para os atributos do solo foi
distinta para as diferentes profundidades. De forma
geral, as amostras superficiais (0 a 5 cm) apresentam
elevada variância com dependência espacial a
pequenas distâncias, enquanto as camadas mais
profundas apresentaram dependência espacial a
distâncias maiores. Amostras compostas não
possibilitam a compreensão completa da relação dos
atributos químicos do solo com a dinâmica superficial
ou posição no relevo e material de origem.
Este trabalho objetivou avaliar a influência
de diferentes ferramentas de coleta de amostras de terra
como o trado, a cavadeira, a sonda e o enxadão
comparativamente com trincheiras, nos resultados de
análises químicas de rotina.
R. Un. Alfenas, Alfens, 4:127-130, 1998
2. MATERIAL E MÉTODOS
A área em estudo localiza-se na Região Sul
do Estado de Minas Gerais, compreendida entre
21o27’44,3’’ e 21o27’46,2’’ de latitude Sul e entre
45o56’25’’ e 45o56’28,6’’ de longitude W de Gr. O
experimento foi realizado entre agosto de 1997 e julho
de 1998 no ICAMV/UNIFENAS, sendo que a área
escolhida de 4000 m2 (50x80m) é formada por floresta
estacional semidecidual alterada. O solo amostrado é
um Glei Pouco Húmico, eutrófico, A chernozêmico,
textura argilosa, EMBRAPA (1997), descrito e
classificado em uma trincheira com 1,5 m de
profundidade, localizada a 1940 m do trevo Alfenas/
Varginha, 21o27’45,2’’ S e 45o 56’25,9’’ W de Gr.
O delineamento experimental utilizado foi
inteiramente casualizado (DIC), constituído de cinco
tratamentos caracterizados pelas ferramentas de coleta
de amostras (trincheiras, trado, enxadão, cavadeira e
sonda), os quais foram repetidos quatro vezes. Cada
repetição corresponde a uma amostra composta de
outras dez subamostras. As amostras foram coletadas
ao acaso nas profundidades de 0 a 20 e 20 a 40 cm,
percorrendo-se a área em ziguezague. Das amostras
compostas, retirou-se aproximadamente 0,5 kg de
terra, que foram encaminhadas aos laboratórios de
solos situados no ICAMV/UNIFENAS, para se efetuar
as análises químicas. Foram avaliados os seguintes
parâmetros: pH em água; P disponível (mg dm-3),
matéria orgânica (g dm-3), Ca2+, Mg2+, K+, H+ e Al3+
(mmol c dm -3 ), de acordo com a metodologia
recomendada pela Embrapa (1979). Calculou-se
também a capacidade de troca de cátions (T), soma
das bases, (SB), saturação por bases (V%) e atividade
de argila.
Realizou-se análises granulométricas pelo
método de Bouyoucos e densidade global nas amostras
da trincheira de 1,5 m de profundidade, coletadas ao
longo do perfil, com o auxílio de um Amostrador de
Uhland.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A distribuição dos nutrientes em
profundidade pode melhor ser caracterizada no
método da trincheira estratificada. Verificou-se que o
solo Glei Pouco Húmico possui uma elevada
concentração de nutrientes nos primeiros 37 cm,
decorrente do elevado teor de matéria orgânica,
característico de solos sob floresta. Porém o mesmo
apresenta em seu perfil um horizonte 2A, situado a
1,5m de profundidade, enterrado por ação coluvial.
Esse horizonte apresenta teor de matéria orgânica
superior ao encontrado no horizonte superficial.
INFLUÊNCIA DE DIFERENTES FERRAMENTAS NA COLETA DE AMOSTRAS DE...
Verificou-se haver diferenças significativas entre os
métodos de coleta de amostras, nas camadas de 0 a 20
cm e 20 a 40 cm.
Observando-se Tabela 1, verifica-se que na
profundidade de 0 a 20 cm, as ferramentas
comportaram-se da mesma maneira, corroborando com
os resultados obtidos por Machado (1996); exceto para
a cavadeira, que superestimou os teores de matéria
orgânica, cálcio (Ca++) e os valores de soma das bases
(S) e capacidade de troca catiônica (T).
Estatisticamente, os teores de P disponível não foram
influenciados pelos diferentes métodos de amostragem.
Porém, este foi o parâmetro que apresentou maior
amplitude nos resultados analíticos, obtidos nas
camadas de 0 a 20 e 20 a 40 cm. Segundo Bacchi et
al. (1996), a ferramenta e o método de coleta de
amostras de terra influenciaram significativamente no
resultado final da análise de terra. Estas diferenças
ocorrem nos teores dos nutrientes que apresentam
concentração variável ao longo da camada amostrada.
129
As causas da imperfeição na caracterização da
fertilidade foram variáveis e peculiares de cada método
de amostragem.
De acordo com o Tabela 1, constata-se que
na camada de 20 a 40 cm, os resultados obtidos a
partir de amostras de terra coletadas com diferentes
ferramentas, foram estatisticamente diferentes para
os parâmetros matéria orgânica e cálcio (Ca++), onde
todas as ferramentas superestimaram os teores dos
mesmos em relação as amostras coletadas nas
trincheiras, com exceção do enxadão. O uso do trado,
da sonda e da cavadeira, provavelmente acarretou em
contaminação das amostras coletadas na camada de
20 a 40 cm, com terra da camada de 0 a 20 cm, que é
mais rica em matéria orgânica e cálcio. Como o volume
de terra coletado é pequeno, a influência da terra
superficial nos resultados da amostra coletada em
subsuperfície é significativo. Tais constatações
corroboram os resultados obtidos por Bacchi et al.
(1996) e por Silva e Machado (1997).
Tabela 1. Resultados das análises químicas segundo as diferentes técnicas de amostragem, nas
profundidades de 0 a 20 e 20 a 40 cm. Trincheiras (Tr); trado holandês (Th); enxadão (E); cavadeira
(C) e sonda (S).
0 a 20 cm
pH
Tr
Th
E
C
S
CV%
6.35 a
6.37 a
6.45 a
6.45 a
6.27 a
3.13
P
M.O.
g dm-3 mg dm-3
47.8 c 4.42 a
54.4 bc 12.8 a
61.1 bc 5.5 a
77.2 a 10.3 a
67.2 ab 10.9 a
11.12
25.54
K
Ca
2.36 a
2.15 a
2.54 a
3.55 a
3.23 a
26.33
107 ab
131 ab
138 ab
157 a
140 ab
14.16
Mg
H
Al
mmolcdm-3
46 a 28.2 a 1.0 a
47 a 37.2 a 1.0 a
47 a 25.7 a 1.0 a
52 a 27.2 a 1.0 a
46.5 a 27.2 a 1.0 a
18.52 6.07
0
S
T
155.3 b 184.6 b
180 ab 218 ab
188 ab 215 ab
212.5 a 240.8 a
190 ab 218 ab
9.57
12.21
V%
83.4 a
82.3 a
87.5 a
88.3 a
87 a
13.8
20 a 40 cm
pH
M.O.
P
K
Ca
Mg
H
Al
S
T
V
mmolcdm-3
g dm-3 mg dm-3
%
Tr
6.0 a
25.3 c 1.55 a
1.64 a 45.2 ab 23.5 a 58.5 a 3.25 a 99.89 a 161.6 a 61.7 a
Th
6.17 a 47.6 ab 7.2 a
1.54 a 106 a 42.7 a 53 a
1.0 a 151.7 a 205.7 a 72.8 a
E
6.22 a 35.9 abc 5.35 a
1.18 a 87.7 ab 48.5 a 49 a
1.25 a 137.4 a 187.6 a 72.6 a
C
6.35 a 49.6 a 6.57 a
1.78 a 44.2 a 43.2 a 51.2 a 2.75 a 139.2 a 193.2 a 71.5 a
S
6.12 a 45.7 ab 4.75 a
1.44 a 98.5 a 35.7 a 52.2 a 1.25 a 134.1 a 187.6 a 71.5 a
CV% 6.06
21.36
26.41
27.31
23.52
34.3
38.6
34.24 28.68
23.1
16.21
As médias seguidas da mesma letra na mesma coluna, não diferem entre si estatisticamente pelo teste
de Tukey, a nível de 5% de probabilidade. M.O.: matéria orgânica
Tabela 2. Valores do erro padrão da média, nas profundidades de 0 a 20 e 20 a 40 cm. Trincheiras (Tr);
trado holandês (Th); enxadão (E); cavadeira (C) e sonda (S).
0 a 20 cm
pH
M.O
P
K
Ca
Mg
H
Al
S
T
V
mmolc dm-3
g dm-3 mg dm-3
%
Tr
2,67
11,6
18,4
26,4 15,2
16,7
20,6
0
12,3
18,3
4,84
Th
0,22
2,04
14,3
1,54 2,39
1,19
2,35
0
1,70
1,18
0,65
E
0,49
1,50
2,41
2,11 1,26
1,57
1,76
0
1,29
1,23
0,2
C
0,49
0,99
3,48
3,69 0,94
3,12
4,74
0
1,27
1,31
0,49
S
0,22
0,38
6,69
2,59 1,41
1,15
1,66
0
1,14
1,07
0,2
R. Un. Alfenas, Alfens, 4:127-130, 1998
130
F. A. B. da CRUZ e A. C. SILVA
pH
Tr
Th
E
C
S
6,08
0,43
0,84
0,62
0,12
M.O
g dm-3
14,6
3,28
1,89
3,50
1,50
P
mg dm-3
64,1
5,77
5,43
10,4
9,65
K
71,0
12,1
3,75
12,1
4,39
20 a 40 cm
Ca
Mg
22,7
4,05
3,37
3,87
0,59
O erro padrão da média obtido em análises
químicas de uma amostra composta de solo, depende
do coeficiente de variação (C.V%) e do número de
amostras simples n (Pimentel-Gomes, 1995). Mas este
coeficiente depende da heterogeneidade da área
amostrada. Como se observa na Tabela 2, os maiores
erros padrões das médias foram obtidos em amostras
coletadas em trincheiras, as quais apresentaram os
maiores valores de (C.V) e as amostras compostas
foram formadas por apenas uma subamostra. As
demais técnicas apresentaram valores de erro padrão
bem inferior aos obtidos por amostras coletadas em
trincheiras. Tal fato evidencia a necessidade de se
coletar várias amostras simples para se formar uma
amostra composta, pois apesar das amostras coletadas
em trincheiras não sofrerem possíveis contaminações,
a baixa relação número de amostras simples/amostras
compostas (1/1) deixa transparecer a influência da
variabilidade espacial do solo nos resultados de
análises químicas de rotina. Novas investigações
devem ser conduzidas no sentido de se determinar o
número de amostras simples a serem coletadas para
se formar uma amostra completa.
4. CONCLUSÕES
As diferentes técnicas de coleta das amostras
de terra mostraram influência estatisticamente
significativa no resultado final da análise de terra.
A coleta de amostras em trincheiras e com o
enxadão representaram melhor a distribuição dos
nutrientes nas camadas de 0 a 20 e 20 a 40 cm. Na
camada de 0 a 20 cm, todas as ferramentas
comportaram-se de forma igual, com exceção da
cavadeira, que tende a superestimar alguns resultados.
Já na camada de 20 a 40 cm, todas as ferramentas
superestimaram os resultados analíticos, exceto o
enxadão, comparativamente com as amostras coletadas
nas trincheiras.
As amostras coletadas em trincheiras
apresentam a maior variabilidade espacial em relação
aos parâmetros avaliados.
Novos estudos devem ser realizados quanto
ao número de amostras simples para formar uma
amostra composta.
R. Un. Alfenas, Alfens, 4:127-130, 1998
H
mmolc dm-3
27,9
31,9
4,26
3,09
6,98
4,23
3,65
5,75
2,02
2,30
Al
S
T
4,3
0
6,3
20,1
6,32
27,7
3,99
4,47
3,82
0,74
24,8
2,15
3,16
1,88
2,32
V
%
15,8
1,89
1,88
2,26
0,54
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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RAIJ, B. Van. Fertilidade do solo e adubação.
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tropicais: um estudo de caso em São Paulo, Brasil.
Revista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa,
v. 21, n. 3, p. 635-642, 1997.
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