Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA Diretoria de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombolas Chamada Pública Nº 01/2014/DPMRQ/MDA 1. Introdução A presente Chamada Pública tem por obj etivo estabelecer as orientações para contratação e exec ução de ser viços de Assistência Técnica e Ext ensão Rural ( ATER) para Mulheres Rurais em Território s da Cidadania, nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso de acordo com o estabelecido pela Lei 12.188, de 11 de j aneiro de 2010 que institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER) e estabelece as bases para a execução do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural. É necessário que as beneficiárias possuam a Declaração de Aptidão ao PRONAF ( DAP), confor me parágrafo único do Artigo 5 da Lei 12.188/10. Caso as beneficiárias não possuam ou não estejam inseridas como titulares da DAP, a empresa contratada terá a responsabilidade de viabili zar a emissão desses documentos com os gestores das políticas locais. Esta chamada prevê a contrat ação dos ser viços continuados or ganizados em etapas e seccionados por f orça do instrumento do contrato, regidos pelas disposições prescritas na Lei nº 8.666, de 21 de j unho de 1993. 2. Objeto Seleção de entidade para prestar Assistênci a Técnica e Extensão Rural para Mulheres Rurais, preferencialmente or gani zadas em grupos produti vos, com vistas ao fortalecimento da produção agroecológica. 3. Entidades Executoras Poderão participar da Chamada Pública insti tuições públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, previamente credenciadas na for ma da Lei nº. 12.188, de 11 de j aneiro de 2010, do Decreto Nº. 7.215, de 15 de j unho de 2010 e da Portaria MDA Nº. 35, de 16 de j unho de 2010. 1 Para contratação, as i nstituições selecionadas deverão estar cadastradas e em situação regular perante o Sistema de Cadastramento de Fornecedores – SICAF e Sistema Integrado de Admi nistração Financeira do Governo Federal – SIAFI, confor me a IN MPOG nº 02/2010. Também para a contratação, a entidade deverá estar em situação trabalhista regular, em atenção ao art. 27, IV , da Lei nº 8.666, de 1993. 4. Público Benef iciário As ações a serem executadas devem benefi ciar exclusivamente mulheres agricultoras familiares (AF), e/ou extrativistas (EX), e/ou quilombolas (QU), e/ou pescadoras artesanais (PA), e/ou mulheres indí genas ( IN), quantificadas em 5 (cinco) Territórios da Cidadania apresentadas no item 5. Serão beneficiárias do obj eto desta chamada pública 1.200 mulheres rurais, preferencialmente or ganizadas em gr upos pr odutivos . Não serão beneficiárias desta Chamada Pública as mulheres rurais e/ou suas organi zações econômi cas que estej am sendo assistidas por convênios, contratos de repasse e contratos admi nistrativos de ATER celebrados com esse MDA . 5. Área Geográf ica da Prestação de Serviços Os ser viços de Ater deverão ser realizados exclusivamente nos Territórios da Cidadania abaixo identificados, atendendo parte ou todos os municípios que os compõem: Lote UF 1 2 Território da Cidadania Municípios Ilha Comprida, Apiaí, Barra do Chapéu, Barra do Turvo, Eldorado, Itapirapuã Paulista, Miracatu, Ribeira, Ribeirão Branco, São Lourenço da Vale do SP Serra, Tapiraí, Caj ati, Ribeira Cananéia, Iguape, Ipor anga, Itaóca, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Juquitiba, Pariquera Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Registro e Sete Barras. Angelândia, Cachoeira de Médio Paj eú, Chapada do Norte, MG Jequitinhonha Comercinho, Francisco Badaró, Medina, Novo Cruzeir o, Padre Nº de Mulheres 240 240 2 3 4 5 Paraíso, Ponto dos Volantes, Águas Ver melhas, Araçuaí, Berilo, Coronel Murta, Itaobi m, Itinga, Jenipapo de Minas, José Gonçal ves de Minas, Pedra Azul e V irgem da Lapa. Boa Vista das Missões, Cerro Grande, Constantina, Engenho Velho, Er val Seco, Gr amado dos Loureiros, Jaboticaba, Laj eado do Bugr e, Liberato Salzano, Novo Tiradentes, Novo Xingu, Pal mitinho, Planalto, Rodeio Bonito, Sagrada Família, Seberi, Médio Alto Taquaruçu do Sul, Três RS Uruguai Pal meiras, Vista Alegr e, Cristal do Sul, Dois Ir mãos das Missões, Frederico Westphalen, Iraí, Nonoai, Pinhal, Pinheirinho do Vale, Rio dos Índios, São José das Missões, Trindade do Sul, Vicente Dutra, Alpestr e, Ametista do Sul, Caiçara e São Pedro das Missões. Campo Alegre, Canoinhas, Irineópolis, Itaiópolis, Mafra, Maj or Vieira, Matos Costa, SC Planalto Norte Monte Castelo, Papanduva, Três Barras, Bela Vista do Toldo, Porto União, Rio Negrinho e São Bento do Sul. Planalto da Serra, Acorizal, Barão de Mel gaço, Campo Verde, Chapada dos Gui marães, Cuiabá, Jangada, Baixada MT Nobres, Nossa Senhor a do Cuiabana Livra mento, Nova Brasilândia, Poconé, Rosário Oeste, Santo Antônio do Lever ger e Várzea Grande. Total 240 240 240 1.200 Ao se candidatarem, as entidades executoras deverão optar por prestar seus serviços em um ou mais lotes, contemplando todas as atividades que comp õem o serviço definido nesta Chamada Pública. Deverá ser apresent ada uma proposta par a cada lote em que a 3 entidade pretende concorrer. As propostas devem ser enviadas em envelopes separados, devidamente identificados , confor me o item 11 desta chamada. 6. Descrição das atividades para a prestação dos serviços Para cumpri mento do obj eto desta Chamada Pública, serão contratadas atividades individuais e coleti vas, a serem executadas pela entidade contratada j unto às mulheres agricultoras familiares. Todas as atividades realizadas exi girão sistemati zação de dados e elaboração de documentos em meio eletrônico, utilizando softwares e sistemas eletrônicos indicados pelo MDA quando for o caso. Para facilitar a participação das mulheres ru rais em ati vidades coletiva s, deverá ser assegurado o forneci mento de materiais didáticos adequados, alimentação, transporte e aloj amento, monitoria infantil, de forma a garantir a grat uidade, qualidade e acessibilidade à atividade. As beneficiárias desta Chamada re ceberão as seguintes ati vidades: Atividade 1 - Mobilização e identificação das m ulheres . Nesta etapa serão realizadas ati vidades individuais ou coletivas de mobilização e identificação de mulheres a serem beneficiárias pela entidade contr atada. Para garantir um amplo e nvol vi mento do público, poderão participar desta atividade todas as mulheres interessadas, independente de terem acesso prévi o à DAP. No entanto, para oportunizar a participação das mulheres como beneficiárias nas próxi mas atividades, deverá ser assegurad o para as agricultoras que não o possuem ou não estej am inseridas como titulares , o cadastro e acesso à Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Nesses casos deve -se proceder o Busca Ativa para Emissão de DAP. A DAP pode ser emitida em cada município pelas E mpresas Estaduais de ATER, pelos sindicatos dos trabalhadores Rurais, colônia de pescadores etc. Mulheres organi zadas em grupos produti vos, for mais ou infor mais, que j á desenvol v am produção agroecológica ou que estej am em tr ansição t erão prioridade n essa seleção. Somente serão remuneradas as atividades realizadas para as mulheres selecionadas para serem atendidas no contrato, ou sej a, as que vierem a ser beneficiárias diretas dessa chamada. 4 PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução da ati vidade de mobili zaç ão e identificação das mulheres . PRODUTO FINAL: Planilha com a lista de beneficiárias identificadas (confor me modelo a ser disponi bilizado pela DPMR/ MDA) , a ser encaminhada para os fiscais e gerente do contrato. Atividade 2 - Visitas técnicas de diagnóstico da unidade de produção. Será elaborado diagnóstico da produção das mulheres nas unidades de produção familiar e/ou em grupos produtivos , com duração de 4 horas, composto por um conj unto de procedi mentos met odológicos participativos (entrevistas, cami nhadas, calendários, fluxogramas, entre outros). Nesta etapa serão identificados a situação inicial dos agroecossistemas em que as mulheres estão inseridas, os principais limites e potencialidades das ati vidades produti vas e de beneficiamento desenvolvidas por elas. Caso haj a interesse da entidade, esses diagnósticos poderão ser amostrais e coletivos, priorizando autodiagnósticos das mulheres em seus grupos produtivos. Nessa situação, a metodologia deve ser explicitada no proj eto técnico, identificando a quantidade exata de diagnósticos a serem realizados, respeitando a duração de 4 horas. Apenas os diagnósticos feitos serão pagos. Em todos os casos , deverão ser diagnosticadas práticas agroecológica s e or gânicas, identificado o trabalho exercido pelas agricultoras na produção de ali mentos e conservação da biodiversidade, nas ati vidades de geração de renda, nos processos de gestão econômica, se estão inseridas em gr upos produti vos de mulh eres organi zados ou algum outro tipo de or gani zação coletiva, seus li mites e potenciali dades. É i mportante que a partir da sistematização dos dados levantados obtenham -se infor mações que assegurem estratégias (a serem construídas coletivamente com as beneficiárias) para prestar assistência técnica e extensão rural às mulheres e que subsidiarão a execução das demais ações que compõem este lote. Será exi gida a tomada de um ponto ( GPS) da Unidade de Produção. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos e procedi mentos metodológicos a serem utilizados para execução d os diagnósticos, se serão individuais ou coleti vos, amostrais ou censit ários. 5 PRODUTO FINAL: Diagnósticos reali zados e inseridos no SIAT ER . Atividade 3 - Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejam ento das ações. Atividade coleti va, com o obj etivo de apresentar às beneficiárias a sistematização dos diagnósticos, consider ando as infor mações e demandas identificadas. Essa apresentação deverá contemplar a análise quanti e qualitativa das práticas e processos agroecológicos e orgânicos identificados, de como a organi zação produti va das mulheres está estruturada, visando f ortalecer aquelas existentes e promover a or gani zação das demais que manifestem interesse. Sua duração dever á ser de 8 horas. Nessa mesma ati vidade, e a partir das i nfor mações do diagnóstico, deverão ser planej adas as demais ações que compõem esse lote , formulando estratégias e intervenções que fortaleçam os grupos produtivos de mulheres, potencializando sua autonomia produti va, econômica e social. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução da ati vidade de oficinas de sociali zação dos diagnósticos indi vi duais e planej amento das ações coletivas dos Grupos Produtivos de Mulheres Rurais. PRODUTOS FINAIS: (1) Relatório de sistematização dos diagnósticos, a ser inserido no SIATER, confor me modelo disponibilizado pela DPMR/MDA; (2) Relatório de Planej amento Inicial, t ambém a ser inserido no SIATER. Atividade 4 - Visitas técnicas para im plantação de práticas agroecológicas. Após a socialização dos diagnósticos e do planej amento coletivo com as mulheres, deverão ser realizadas visitas técnicas de 2 horas nas UPF, com o obj etivo de f omentar e f ortalecer a produção agroecológica, o protagonismo e a auto -organi zação das mulheres. Nessas visi tas d everão ser abordadas práticas de manej o sustentável do solo, da água e da biodi versidade, enriqueci mento de quintais e c onsórcios de plantas, criação de aves e pequenos ani mais, pesca artesanal, extrativismo, adubação or gânica, controle natural de doenças e insetos, recuperação de áreas degradadas, de acordo com as especificidades dos sistemas produti vos das beneficiárias. 6 PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução das ati vidades de vi sitas técnicas . PRODUTOS FINAIS: Atestes indi viduais das visitas técnicas assinados e inseridos no SIATER. Atividade 5 - Oficinas de gênero e fem inismo. Atividade coletiva com o obj etivo de esti mular a re flexão sobre as desigualdades entre homens e mulheres no meio rural e agricultura familiar . Deverão ser abordados os conceitos de economia feminista e solidária, de igualdade de gênero, divisão sexual do trabalho e trabalho não remunerado, sociali zação do trabalho doméstico e dos cuidados, organi zação produti va das mulheres. Cada oficina terá a participação de aproxi madamente 20 mulher es, sendo per mitido o mí ni mo de 12 e o máximo de 28 mulheres por atividade e deverá acontecer em 16 horas podendo ser reali zada em dias não consecuti vos, desde que sej a no mesmo mês. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar uma proposta de programação do evento, com ementas sobre os te mas a serem tratados e os instrumentos a serem utilizados para execução das oficinas. PRODUTO FINAL: Relatórios descritivos das oficinas inseridos no SIATER. Atividade 6 - Visitas técnicas para beneficiam ento d a produção agroecológica. Nestas visitas técnicas indi viduais, com duração de 2 horas, deverão ser apresentadas as boas práticas de produção, conser vação, transfor mação e acondicionamento de produtos vegetais e ani mais. Também podem ser apresentadas noções básicas sobre o tema agregação de valor, tai s como: a importância da rotulagem e da embalagem dos produtos, a apresentação do produto, os pr ocessos e procedi mentos para certificação, adesão ao selo da agricultura familiar e o atendimento aos padrões de qualidade estabelecidos pelas legislações e reg ulament ações no Brasil. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução das ati vidades de visitas técnicas para beneficiamento da produção agroecológica . PRODUTO FINAL: Atestes individua is das visitas técnicas assinados e inseridos no SIATER. 7 Atividade 7 - Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas . São ati vidades coleti vas (podem ser visitas t écnicas, mutirões, dias de campo, trocas de experiências, reuniões, oficinas e outras atividades propostas pel a entidade) visando a construção coleti va do conheci mento a partir das trocas de vi vênci as dos cotidianos das mulheres na i mplementação de processos produtivos agroecológicos. São momentos que deverão esti mular a discussão conj unta, o int ercâmbio de práticas das mulheres em suas unidades e/o u grupos produtivos . Cada atividade coletiva terá a participação de aproxi madament e 20 mulheres, sendo per mitido o mí ni mo de 1 2 e o máxi mo de 2 8 mulheres por ati vidade e deverá ter a duração de 8 horas. Nessa atividade esper a -se a participação de cerca de 60% das mulheres beneficiárias. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução das atividades coletivas para t roca de vi vências agroecológi cas das mulheres. A entidade deverá apresentar no Relatório de Planej amento Inicial (produto 2 da Atividade 3 - Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações) quais atividades coletivas serão realizad as, incluindo progr amação do evento e ementas sobre os temas a serem tratados . Esse documento deverá ser apresentado a DPMR/MDA para análise e aprovação do cronograma, tipo de atividade e conteúdo a ser abordado. A não apresentação desse relatório implicará na inviabilização do segui mento do contrat o. A não aprovação implicará em solicitação de correção, que poderá demandar a real ização de ati vidades extras, a serem custeadas pela contratada. PRODUTO FINAL: Relatórios descritivos das ati vidades coletivas in seridos no SIATER. Atividade 8 – Atividades coletivas para construção de conhecim ento . São ati vidades coleti vas (podem ser reuni ões, cursos, seminári os, oficinas e outras atividades de f or mação propostas pela entidade) visando a construção coletiva do conheci mento, de modo a apoiar e fortal ecer a produção agr oecológica e a auto organi zação das agricultoras . A metodologia e conteúdo dessas for mações deverão ser definidos j unto às beneficiárias na Atividade 3 - Oficinas de socialização dos diagnósticos in dividuais e planejamento 8 das ações. Esses conteúdos devem fazer a interface da promoção da igualdade de gênero, da socialização do trabalho doméstico e dos cuidados, atendendo, em cada uma das atividades coleti vas, os seguintes temas: (a) Or gani zação coleti va : essas atividades devem focar na gestão dos grupos produti vos de mulheres rurais, nas diferentes for mas de or gani zações solidárias e autogestionárias (associações e cooperativas) ; nos procedimentos para que os grupos alterem ou apri morem sua for ma de organ i zação social ; na construção de instrumentos de for malização, se for de inter esse dos grupos ; (b) Qualificação de processos e instrumentos de gestão : essas ações devem enfatizar o uso de instrumentos e rotinas de ges tão admi nistrativa e comercial; instrumento s de planej amento, monitoramento e avaliação das atividades produtivas; educação tributária; (c) Beneficiamento da pr odução agroecológica : essas etapas devem ser voltadas ao beneficiamento agroecológico ; agregação de valor e qualificação de produtos e suas práticas de beneficiamento ; apri morament o da apresentação vi sual, rotulagem e embalagem; processos de certificação; (d) Viabilidade econômica : essas ati vidades devem visar à identificação e planej amento de estratégia de fortalecimento dos grupos produtivos ; estímulo a sua organi zação; inserção em cadeias produti vas; se for o caso, transição para outra ati vidade produtiva mais viável ; precificação dos pr odutos, escala de produção, logística, documentos fiscais, i dentificação das necessidades de investi mento, estrat égias de divul gação dos produtos, inserção nos mer cados j ustos e conscientes . Estudos de viabilidade econômica também podem ser elaborados , abordando esses temas descritos e considerando o potencial produtivo e econômi co da produção agroecológica desenvolvidas pelas mulheres rurais no território. Cada atividade coletiva terá a participação de aproxi madament e 20 mulheres , sendo per mitido o míni mo de 12 e o máxi mo de 2 8 mulheres por ati vidade e deverá acontecer em 16 horas podendo ser realizada em dias não c onsecutivos, desde que sej a no mesmo mês. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução das ati vidades coletivas para construção de conheci mento. A entidade deverá apresentar no Relató rio de Planej amento Inicial (produto 2 da Atividade 3 - Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das 9 ações) quais atividades coletivas serão realizadas, incluindo progr amação do evento e ementas sobre os temas a serem tratados . Esse documento deverá ser apresentado a DPMR/MDA para análise e aprovação do cronograma, tipo de atividade e conteúdo a ser abordado. A não apresentação desse relatório implicará na inviabilização do segui mento do contrat o. A não aprovação implicará em sol icitação de correção, que poderá demandar a real ização de ati vidades extras, a serem custeadas pela contratada. PRODUTO FINAL: Relatórios descritivos das ati vidades coletivas inseridos no SIATER. Atividade 9 - Oficinas de avaliação e m onitoram ento p arcial. Oficina de coletivamente monitor amento o parcial desenvol vi mento da da execução pr odução do contrato, agroecológica visando das avaliar mulheres, a organi zação dos grupos produtivos, gestão e apropriação dos conteúdos, bem como buscar estratégias par a s olucionar possí veis etapas do planej amento inicial que não foram cumpridas. Cada oficina terá a participação de aproxi madamente 20 mulher es, sendo per mitido o mí ni mo de 12 e o máximo de 28 mulheres por atividade e deverá acontecer em 16 horas podendo ser reali zada em dias não consecuti vos, desde que sej a no mesmo mês. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução das oficinas de avaliação e plano de ação dos grupos produti vos de mulheres . PRODUTO FINAL: Relatórios descritivos das oficinas inseridos no SIATER. Atividade 10 – Oficinas sobre políticas p úblicas e com ercialização. Atividades coleti vas nas quais d everão ser apresentadas as políticas públicas de comercialização, em especial o P rograma de Aquisição de Ali ment os (PAA) e Programa Nacional de Ali ment ação Escolar (PNAE) , e financiamento da produção (Pronaf e Pronaf Mulher), seus normati vos, for mas de acesso e principais entraves. Também deverão ser abordados demais espaços de comerci ali zação existentes, privilegiando circuitos curtos, dinami zando redes locais de economia femini sta e solidária e o fortalecimento das cadeias produtivas. 10 É importante que d urante as oficinas sejam identificadas demandas de acesso às políticas públ icas de apoio à produção (Pronaf e Pronaf Mulher) e mercados institucionais ( PAA e PNAE). Cada oficina terá a participação de aproxi madamente 20 mulher es, sendo per mitido o mí ni mo de 12 e o máximo de 28 mulheres por atividade e deverá acontecer em 16 horas podendo ser reali zada em dias não consecuti vos, desde que sej a no mesmo mês. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para execução das oficinas de comercialização. PRODUTO FINAL: Relatórios descritivos das ati vidades coletivas inseridos no SIATER. Atividade 11 – Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE. Considerando a identi ficação das demandas realizadas na Atividade 9 – Oficinas sobre Políticas Públicas e C omercialização , deverão ser elabora dos proj etos de acesso ao Programa de Aquisição de Ali mentos (PAA) , considerando a Resolução nº 44 de agosto de 2011, do seu comitê gestor e /ou ao Programa Nacional de Ali mentação Escolar (PNAE). Poderão ser realizadas atividades coletivas e/ou individuais , englobando assessoria técnica para a elaboração e i mplementação do s proj etos. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para a elaboração dos proj etos de acesso ao PAA e PNAE. PRODUTOS FINAIS : (1) comprovante de proj etos elaborados e encaminhados a CONAB, Prefeituras , Governos Estaduais e outros; (2) relatórios descritivos das atividades inseridos no SIATER. Atividade 12 – Elaboração de projetos de acesso ao Pronaf e Pronaf Mulher. Considerando a identi ficação das demandas realizadas na Atividade 9 – Oficinas sobre Políticas Públicas e C omercialização , deverão ser elaborados proj etos de acesso ao Crédito Pronaf e Pr onaf Mulher. Poderão ser realizadas atividades coletivas e/ou individuais, englo bando assessoria técnica para a elaboração e i mplementação dos proj etos. 11 PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica os instrumentos a serem utilizados para a elaboração dos proj etos de acesso ao Pronaf e Pronaf Mulher. PRODUTOS FINAIS: (1) comprovante de proj etos elaborados e encaminhados às instituições bancárias ; (2) relatórios descritivos das ati vidades inseridos no SIATER. Atividade 13 - Sem inário Final de Avaliação. Nos semi nários finais, deverão ser feitas avaliações participativas conj untamente com as beneficiárias sobre a prestação de ATER. Tais seminários deverão identificar os principais avanços e r esultados, bem como apontar os desafios futuros e as demandas das mulheres para continuidade dos ser viços de ATER. Cada seminário final terá a participação de aproxi madament e 60 mulheres, sendo per mitido o míni mo de 36 e o máxi mo de 84 mulheres por ati vidade. Essas ati vidades deverão ter a duração de 8 horas. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar proposta de roteiro de pontos e aspectos a serem avaliados e os instrumentos a serem utilizados para execução da atividade de seminário final de perspecti vas e resultados. PRODUTO FINAL: Relatório descritivo dos seminários, ident ificando os principai s avanços e gar galos apontad os pelas mulheres na execução do contrato. Observações: (1) Para fins de pagamento, todas as atividades estão condicionadas à inserção dos atestes i ndividuais e/ou coleti vos no SIAT ER ; (2) As ati vidades coleti vas de 8 e 16h descritas nessa Chamada Públi ca deverão ser exec ut adas por no míni mo 2 técnicos(as). 7. Metodologia Os ser viços de ATER, a serem contratados por esta chamada públi ca, devem se basear na Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER), que afir ma que a metodologia pa ra a ação da ATER pública deve ter um caráter educativo, com ênfase na pedagogia da prática, promovendo a geração e apropriação coletiva de conhecimentos, a construção de processos de desenvol vi mento sustentável e a adaptação e adoção de tecnologias voltad as para a construção de agricultura sustentável. 12 Deste modo, a intervenção dos (as) técni cos (as) de ATER deve ocorrer de for ma democrática, adotando metodologias participativas e uma pedagogia construtivista e humanista, tendo sempre como ponto de partida a realidade e o conheci mento local, além de pri vilegiar o potencial endógeno das mul heres e das comunidades. Isso se traduz, na prática e facilitação de processos coletivos capazes de resgatar a história, identificar problemas, estabelecer prioridades e p lanej ar ações para alcançar soluções compatí veis com os interesses, necessidades e possibilidades das protagonistas envol vidas. Esta metodologia deve per mitir, também, a avaliação participativa dos resultados e do potencial de replicabilidade das soluções encontradas, para situações semelhantes em diferentes ambientes, a ssim como reconhecer e favorecer o protagonismo e conheci ment o das mulheres rurais na produção, gestão, comercialização e acesso às políticas públicas . É requerido que os serviços de ATER o fertados para as mulheres rurais e suas organi zações econômi cas qualifiquem o pr ocesso produtivo agr oecológico de forma integral, com qualidade e sustentabilidade da produção; desenvol vam a gestão eficiente, baseada na cooperação, na solidariedade e na igu aldade; e promovam o acesso às políticas públicas de apo io a produção, comercialização, além da sociali zação do trabalho doméstico e dos cuidados. Assi m, estes ser viços devem reconhecer, estimular e desenvol ver habilidades e capacidades para que as mulher es atuem com autonomia nos pr ocessos produtivos, na gestão coleti va, na visibilização e socialização do trabalho doméstico, na comercialização, na articulação e atuação em redes e no acesso as políticas públicas de for ma integrada. Os serviços também devem trabalhar na alteração da divisão sexual do trabalho, potencializando a presença das mulheres em espaços de decisão e atividades produtivas que garantam renda e participação ativa na economia local. As metodologias do serviço de ATER devem: - Reconhecer e favorecer o protagoni smo das mulheres na produção, gestão, comercialização e acesso às políticas públicas, sem que isso acarr ete mais sobrecar ga de trabalho às beneficiárias; - Esti mular e apoiar processos de auto -or gani zação das mulheres, valorizando conheci mentos existentes, com foco na autonomia econômica das mulheres; - Incenti var e garanti r a participação qualificada das mulheres nas diversas ações que compõem a ATER, através: (a) do reconheci mento das mulheres como participantes ativas da economia; (b) da democratização de oportunidades e decisões; 13 (c) de conteúdos que contribuam para alteração da divisão sexual do trabalho. É importante que a ATER desenvol va com as agricultoras atividades produtivas que não reforcem o papel das mulheres na unidad e doméstica, potencializando a produção geradora de renda e integrada às demais existentes na economia local; (d) de horários adequados e flexí veis com as demais ati vidades exercidas pelas mulheres; (e) da or gani zação dos espaços de recreação infantil na s atividades coletivas; - Esti mular a troca de conheci mentos acumulados pelas mulheres, resgatando e valori zando suas culturas e saberes ; - Esti mular e apoiar o acesso das mulheres às diferentes políticas públicas, como crédito rural e comercialização pa ra mercados institucionais, através da discussão e elaboração de propostas com as mulheres, considerando suas demandas específicas. Incluindo, também, o acompanhamento adequado ao pr ocesso de i mplantação dos proj etos; - A proposta técnica a ser apresentada deverá detalhar as metodologias específicas a serem adotadas para o serviço desta Chamada Pública e demonstrar as estratégias para garantir a efeti va parti cipação das mulheres r urais. Insumos a serem utilizados – É requerido que a entidade executora arqu e com todas as despesas e/ou disponibilize estrutura condizente à execução qual ificada das atividades. Assi m, a entidade executora deverá identificar e quantificar todos os insumos que serão usados/disponibilizados para cada ati vidade a ser realizada, tais como: sal as, equipamentos de inf or mática e audiovisuais, transporte, hospedagem, ali mentação, materiais de consumo e didáticos, monitoria infantil, dentre outros, que atendam as necessidades da equi pe técnica e do público beneficiário. Estes itens devem s er devidamente mensurados e estarem de acordo com a realidade local, com o tipo e duração das atividades, bem como com a quantidade de mulheres beneficiárias. Atenção: Para garantir a participação das beneficiárias e/ou das suas organizações produti vas n as atividades coleti vas, a contratada deverá assegurar obrigatoriamente a atividade de monitoria inf antil como insumo , para crianças de até 10 anos . A monitoria infantil deve ser oferecida com dur ação i gual ao período da ati vidade coleti va correspondente, assim como o (a) profissional contratado (a) para r ealizá -la. 14 7.1 - Monitoramento: É u m processo de r egistro de obser vações sobre o desenvol vimento das atividades propostas e a produção de resultados, com base em indicadores devidamente estabelecidos na s propostas. O monitoramento reflete o acompanhamento da execução das ações. PROPOSTA TÉCNICA: A entidade deverá apresentar na proposta técnica a estratégia de monitoramento a ser utilizada durante a execução das atividades, apresentando infor mações sobre quem fará, como fará e quando fará, e de quais indicadores quanti e qualitativos serão usados. O monitoramento deverá ser reali zado com a partici pação das mulheres benef iciárias. Quadro de monitoramento proposto: Atividade Indicadores de monit oramento Atividade 1 Atividade 2 Atividade 3 Atividade 4 (...) 7.2 - Avaliação: Deve -se indicar como serão avaliados os resultados quantitativos e qualitativos obtidos com os serviços e atividades da proposta. Para cada atividade enunciada, devem -se identificar indicadores dos resultados esperados, assi m como os meios de verificação. Quadro de avaliação dos resultados quantitat ivos e qualitativos proposto: Atividade Indicadores de result ados Meios de verif icação Atividade 1 Atividade 2 15 Atividade 3 (...) 8. Prazo de Execução dos Serviços O prazo total para execução do obj eto é de 20 meses, podendo ser prorrogável apenas nos termos do Art.57, §1º, da Lei 8.666/93. O cronograma base para a execu ção dos ser viços encontra -se no anexo X III. Alterações no cronogr ama físico de execução que não ultrapassem o período de vi gência, não alterem quantit ativa ou qualitativamente as ati vidades contratadas, e não prej udiquem a execução do contrato serão registradas por meio de termo aditi vo padrão, desde que devi d ament e j ustificados e autorizados pelo MDA. 9. Valor da Chamada Pública O valor total desta Chamada Pública é de R$ 3.540.630,66 (três milhões, qui nhentos e quarenta mil, seiscentos e trinta reais e sessenta e seis centavos) , di vididos por lotes: Lote UF Território da Cidadania Valor 1 SP Vale do Ribeira R$ 7 0 1. 6 94 ,7 8 2 MG Médio Jequitinhonha R$ 7 0 0. 3 33 ,8 7 3 RS Médio Alto Uruguai 4 SC Planalto Norte R$ 70 0 .3 6 1, 9 3 5 MT Baixada Cuiabana R$ 74 6. 0 9 9, 73 R$ 6 9 2. 1 40 ,3 5 Os pagamentos ocorrerão a cada trinta dias, com valor proporcional aos ser viços executados no referido período, mediante apresentação do ateste da beneficiária e da apresentação do relatório de execução dos serviços contratados, confor me Art. 23 da Lei 16 nº 12.188/2010, e demais produtos exigidos na descrição dos lotes dessa Chamada Pública. 10. Qualif icação e composição da equipe t écnica Para executar as ati vidades, serão necessárias equipes com postas por técnic as/os de ní vel médio (opcional) e superior (obrigatório) , com composição multidisciplinar, a fim de atender aos princípios da Lei 12.188/10 e o contido no art. 6° do Decreto n° 7.215/10. Cada equipe será composta , no míni mo, por um/a Coordenador/a de nível superior para um grupo de 03 técnic as/os, dos quais: a) Obri gatoriamente, no mí ni mo 6 0% da equipe de campo deve ter for mação em Ciências Agrárias; b) Os demais membros da equipe devem ter for mação em Ciênci as Humanas, Sociais ou Biológicas. A entidade deve apresentar proposta técnica contendo o perfil de cada profissional que irá compor a equipe técnica, da seguinte for ma: a) Apresentação do Currículo do /a Coordenador /a, confor me modelo constante no Anexo V; b) Currículo d as/os técnicas/os de campo que irão compor a equipe, confo r me modelo constante do Anexo V I. Para apresentação de propostas com número de técnicas/os de campo superior ao mínimo exigido nesta chamada pública deverá se r mantida a mesma relação Coordenador /a – Técnicas/os de Campo, ou seja 01 coordenador/a para cada 03 técnicos/as. Neste caso, para fins de pontuação, será utilizada a média da pontuação alcançada por todos os currículos d as/os técnicas/os encaminhados. Qualquer alteração da equipe técnica apresentada na proposta con tratada deverá ser autorizada pelo contratante mediante apresentação de currículo equivalente ao perfil d a/o técnica/o contratada/o que está sendo substituíd a/o. São vedadas: redução do quantitativo da equipe técnica; modificação do perfil da equipe técnic a que resulte em pontuação inferior no Bloco 3 dos Critérios de Seleção (Anexo V II); redução do percentual de mulheres na equipe apresentada na proposta técnica. As propostas técnicas deverão ser elaboradas confor me Anexo III desta Chamada. 17 10.1. Perf il do/a Coordenador /a da Equi pe Técnica: a) Preferencial mente ser do sexo feminino; b) Graduação de ní vel superior em ciências agrárias ou ciências humanas; c) Preferencial mente t er experiência profissional com agricultura familiar no Território da chamada, nos últi mos quatro anos; d) Preferencial mente t er experiência em ATER para mulheres ou outras atividades de for mação para mulher es rurais, vinculadas ao tema desenvol vi mento rural e /ou promoção da i gualdade . 10.2. Atribuições do / a Coordenador /a da Equipe Técnica a) Monitoramento das atividades da s/os Técnicas/os de Campo; b) Sistematização das demandas d as benefi ciári as identificadas pelas/os Técnicas/os de Campo; c) Interlocução com o s atores indicados pelo MDA ( gestores municipais, instâncias colegiadas, ór gãos dos governos federal e estadual , e agentes de outras políticas do MDA) para encaminhamentos das demandas do público beneficiário; d) Apoio técnico ao tr abalho d as/os Técnicas/os de Campo; e) Sistematização das demandas d as/os técnicas/os de campo e articulação do suport e tecnológico j unto à rede de apoio ao programa; f) Coordenação e supervisão do envio de dados aos sistemas infor matizados; g) Coordenação e supervisão dos documentos g erados pelo contrato (a testes, diagnósticos, avaliações, material didático, f otos, etc.). 10.3. Perf il das/os Técnicas/os de Campo a) Preferencialmente ser do sexo feminino; b) For mação de ní vel médio técnico ou ní vel médio, quando for mado pelos Centros Familiares de For mação por Alternância – CEFFA’s OU superior nas áreas de ciências agrárias, biológicas, humanas ou sociais; c) Preferencialmente ter experiência em ATER para mulheres ou outras atividades de for mação para mulheres rurais, vinculadas ao tema desenvol vi mento rural e /ou promoção da i gualdade ; 18 d) Preferencialmente ter experiência profissional em ATER com agroecologia, produção orgânica e/ou agroextr ativismo ; e) Preferencialmente possuir for mação nos temas de agr oecologia, produção or gânica e/ou agroextrativismo ; f) Preferencialmente possuir for mação relacionada à temática d e i gualdade de gênero ; Atenção: (A) Antes do início do contrato será promovida uma for mação ini cial pela DP MR/MDA. As/os Técnicas/os e Coordenador/a devem obrigatoriamente comparecer nessa e outras atividades de for mação, orientação e avaliação demandadas pela contratante. O valor dos recursos para deslocamento, hospedagem e ali mentação das/os técnicas/os e coordenador/a para a formação inicial está previsto nesta Chamada Pública, no item “Administração”. (B) O valor dos recursos para monitoria infantil está previsto nest a Chamada Pública, no item “Despesas com Participantes”. 11. Encaminhamento das Propostas As propostas deverão ser apresentadas no prazo de 30 (trinta) dias corridos a contar da data de publicação do extrato da presente Chamada Pública n o Diário Oficial da União e o sítio eletrônico do MDA. Deverão ser encaminhadas obrigatoriament e via SEDEX, ou entregues diretamente no protocolo do MDA, devidamente lacradas e identificadas, lote por lote quando for o caso, seguindo o modelo abaixo: CHAMADA PÚBLICA DE ATER PARA MULHERES RURAIS Nº 01/2014 Lote: ___ A/C Sra. Karla Emmanuela Hora Diretoria de Políticas para Mulheres Rurais e Quilombolas - DPMRQ Setor Bancário Norte – SBN - Quadra 1 Edifício Palácio do Desenvol vi mento, 21º Andar, sala 2104 19 CEP 70057 -900 - Brasília - DF As propostas somente serão abertas e analisadas após o 31º dia a contar da data de publicação do extrato da presente Chamada P ública no Diário Oficial e no site do MDA. O roteiro obrigatório para a elaboração da proposta t écnica est á no Anexo I II. Os esclareci mentos acerca desta Chamada Pública poderão ser fei tos através do e -mail: [email protected] ou pelos telef ones (61) 2020 -0845 e 2020 -0847 12. Critérios Objetivos para seleção da entidade executora Na seleção das propostas serão avaliados: 1: Experiência da Entidade em ATER nos últ imos 10 anos (Bloco 1); 2: Qualidade da Proposta Técnica (Bloco 2); 3. Experiência e Composição da Equipe Técnica executora (Bloco 3). A classificação das entidades será feita de acordo com a pontuação obtida nos critérios obj etivos apresentados no Anexo V II. A proposta que obtiver a maior pontuação será classificada em pri mei ro lugar . Em caso de empate, serão considerados como crité rios de desempat e, na ordem: 1. Maior pontuação no bl oco de avaliação 1; 2. Maior pontuação no bl oco de avaliação 2. 12.1. Eliminação de propostas: Serão eli minadas as pr opostas que : 1. Forem encaminhadas f ora do prazo de envio; 2. Não apresentarem a pr oposta técnic a; 3. Não apresentarem curr ículo da entidade; 4. Não apresentarem curr ículos da equipe técni ca; 5. Obtiverem pontuação f inal menor que 50% do total de pontos; 6. Apresentarem composição da equipe técnica inferior à quantidade mí ni ma exi gida nesta Chamada Pública; 20 7. Não obedecerem às exigências previstas nesta Chamada Pública. 13. Divulgação dos resultados O resultado da seleção será publicado no site do MDA em até 30 dias após o encerramento do recebimento das pr opostas. A classificação da proposta técnica não gera obrigação de contratação , cuj a efetivação deverá obser var a ordem de classificação e o prazo de validade da proposta. 14. Impugnações à Chamada Pública Qualquer cidadão é parte legítima para i mpugnar chamada pública por irregularidade na aplicação da Lei nº 12.188/2010, devendo protocolar o pedido at é 10 (dez) dias após a publicação do A viso de Chamamento Público no Diário Oficial da União. 15. Validade das propostas A Administração poderá convocar a entidade executora selecionada em pri meiro lugar, em cada lote, para assinar o contrato dentro do prazo de validade da proposta, que será de 180 (cento e oitenta) dias a contar da data de divul gação do resultado da seleção de mel hor proposta técnica apresentada. A entidade selecionada deverá aprese ntar, quando convocada para for malizar o contrato, a documentação relativa à sua regularidade fiscal e outros documentos solicitados pelo MDA, no prazo máximo de até 15 (quinze) dias, prorrogável uma vez por i gual período, desde que j ustificado o moti vo do atraso e aceito pelo MDA. Decorrido o prazo concedido, poderá ser convocada a proposta seguinte, obedecida a ordem de classificação. 16. Casos omissos e si tuações não previstas Para solucionar os caos omissos e situações não previstas nesta Chamada Públ ica, deverá ser encaminhado expediente à Diretoria de Políticas para Mulheres Rurais e Quilombolas – DPMRQ, para os devidos esclareci mentos. KARLA EMANUELLA HORA 21 Diretora de Políticas para Mulheres Rurais Ministério do Desenvolvi mento Agrário ANEXO I – QUANTIDADE DE ATIVIDADES POR LOTE Lote 01 - TC Vale do Ribeira - SP Item 1 2 Atividade Mobilização e identificação das mulheres Visitas técnicas de diagnóstico da unidade de produção Quantidade de atividades Duração unitária da atividade (horas) Nº de beneficiárias Nº total por beneficiárias atividade 240 0,5 1 240 R$ 245,51 240 4 1 240 R$ 370,42 R$ 88.900,45 Custo Unitário Valor Total R$ 58.921,25 3 Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações. 12 16 20 240 R$ 4.635,74 R$ 55.628,86 4 Visitas técnicas para implantação de práticas agroecológicas 480 2 1 240 R$ 290,66 R$ 139.516,11 5 Oficinas de gênero e feminismo 12 16 20 240 R$ 4.635,74 R$ 55.628,86 6 Visitas técnicas para beneficiamento da produção agroecológica 240 2 1 240 R$ 290,66 R$ 69.758,05 07 8 20 140 R$ 2.450,24 R$ 17.151,67 24 8 20 240 R$ 2.450,24 R$ 58.805,73 12 16 20 240 R$ 4.635,74 R$ 55.628,86 12 16 20 240 R$ 4.635,74 R$ 55.628,86 24 10 1 24 R$ 652,07 R$ 15.649,65 12 10 1 12 R$ 652,07 R$ 7.824,82 4 8 60 240 R$ 5.662,90 R$ 22.651,59 7 8 9 10 11 12 13 Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas Atividades coletivas para construção do conhecimento Oficinas de avaliação e monitoramento parcial Oficinas sobre políticas públicas e comercialização Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE Elaboração de projetos de acesso Pronaf e Pronaf Mulher Seminário final de avaliação TOTAL R$ 701.694,78 22 Tipo de Atividade na Precificação Qtd Total Número de Atividade do mesmo Tipo Mobilização 240 1 Diagnóstico - 4 horas 240 1 Atividade Individual - 2 horas 276 3 Atividade Individual - 4 horas 480 1 Atividade Coletiva - 8 horas 7 1 Seminário - 8 horas 4 1 Atividade Coletiva - 16 horas 72 5 Lote 02 - TC Médio Jequitinhonha – MG Item 1 2 3 Atividade Mobilização e identificação das mulheres Visitas técnicas de diagnóstico da unidade de produção Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações. Quantidade de atividades Duração unitária da atividade (horas) Nº de beneficiárias Nº total por beneficiárias atividade 240 0,5 1 240 4 12 Custo Unitário Valor Total 240 R$ 244,54 R$ 58.688,45 1 240 R$ 369,45 R$ 88.667,65 16 20 240 R$ 4.633,80 R$ 55.605,58 4 Visitas técnicas para implantação de práticas agroecológicas 480 2 1 240 R$ 289,69 R$ 139.050,51 5 Oficinas de gênero e feminismo 12 16 20 240 R$ 4.633,80 R$ 55.605,58 6 Visitas técnicas para beneficiamento da produção agroecológica 240 2 1 240 R$ 289,69 R$ 69.525,25 07 8 20 140 R$ 2.449,27 R$ 17.144,88 24 8 20 240 R$ 2.449,27 R$ 58.782,45 12 16 20 240 R$ 4.633,80 R$ 55.605,58 12 16 20 240 R$ 4.633,80 R$ 55.605,58 24 10 1 24 R$ 650,13 R$ 15.603,09 12 10 1 12 R$ 650,13 R$ 7.801,54 4 8 60 240 R$ 5.661,93 R$ 22.647,71 7 8 9 10 11 12 13 Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas Atividades coletivas para construção do conhecimento Oficinas de avaliação e monitoramento parcial Oficinas sobre políticas públicas e comercialização Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE Elaboração de projetos de acesso Pronaf e Pronaf Mulher Seminário final de avaliação TOTAL R$ 700.333,87 23 Tipo de Atividade na Precificação Qtd Total Número de Atividade do mesmo Tipo Mobilização 240 1 Diagnóstico - 4 horas 240 1 Atividade Individual - 2 horas 276 3 Atividade Individual - 4 horas 480 1 Atividade Coletiva - 8 horas 7 1 Seminário - 8 horas 4 1 Atividade Coletiva - 16 horas 72 5 Lote 03 - TC Médio Alto Uruguai - RS Item 1 2 Atividade Mobilização e identificação das mulheres Visitas técnicas de diagnóstico da unidade de produção Quantidade de atividades Duração unitária da atividade (horas) Nº de beneficiárias por atividade Nº total beneficiárias Custo Unitário Valor Total 240 0,5 1 240 R$ 238,70 R$ 57.286,85 240 4 1 240 R$ 363,61 R$ 87.266,05 3 Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações. 12 16 20 240 R$ 4.622,12 R$ 55.465,42 4 Visitas técnicas para implantação de práticas agroecológicas 480 2 1 240 R$ 283,85 R$ 136.247,31 5 Oficinas de gênero e feminismo 12 16 20 240 R$ 4.622,12 R$ 55.465,42 6 Visitas técnicas para beneficiamento da produção agroecológica 240 2 1 240 R$ 283,85 R$ 68.123,65 07 8 20 140 R$ 2.443,43 R$ 17.104,00 24 8 20 240 R$ 2.443,43 R$ 58.642,29 12 16 20 240 R$ 4.622,12 R$ 55.465,42 12 16 20 240 R$ 4.622,12 R$ 55.465,42 24 10 1 24 R$ 638,45 R$ 15.322,77 12 10 1 12 R$ 638,45 R$ 7.661,38 4 8 60 240 R$ 5.656,09 R$ 22.624,35 7 8 9 10 11 12 13 Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas Atividades coletivas para construção do conhecimento Oficinas de avaliação e monitoramento parcial Oficinas sobre políticas públicas e comercialização Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE Elaboração de projetos de acesso Pronaf e Pronaf Mulher Seminário final de avaliação TOTAL R$ 692.140,35 24 Tipo de Atividade na Precificação Qtd Total Número de Atividade do mesmo Tipo Mobilização 240 1 Diagnóstico - 4 horas 240 1 Atividade Individual - 2 horas 276 3 Atividade Individual - 4 horas 480 1 Atividade Coletiva - 8 horas 7 1 Seminário - 8 horas 4 1 Atividade Coletiva - 16 horas 72 5 Lote 04 - TC Planalto Norte - SC Item 1 2 Atividade Mobilização e identificação das mulheres Visitas técnicas de diagnóstico da unidade de produção Quantidade de atividades Duração unitária da atividade (horas) Nº de beneficiárias por atividade Nº total beneficiárias Custo Unitário Valor Total 240 0,5 1 240 R$ 244,56 R$ 58.693,25 240 4 1 240 R$ 369,47 R$ 88.672,45 3 Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações. 12 16 20 240 R$ 4.633,84 R$ 55.606,06 4 Visitas técnicas para implantação de práticas agroecológicas 480 2 1 240 R$ 289,71 R$ 139.060,11 5 Oficinas de gênero e feminismo 12 16 20 240 R$ 4.633,84 R$ 55.606,06 6 Visitas técnicas para beneficiamento da produção agroecológica 240 2 1 240 R$ 289,71 R$ 69.530,05 07 8 20 140 R$ 2.449,29 R$ 17.145,02 24 8 20 240 R$ 2.449,29 R$ 58.782,93 12 16 20 240 R$ 4.633,84 R$ 55.606,06 12 16 20 240 R$ 4.633,84 R$ 55.606,06 24 10 1 24 R$ 650,17 R$ 15.604,05 12 10 1 12 R$ 650,17 R$ 7.802,02 4 8 60 240 R$ 5.661,95 R$ 22.647,79 7 8 9 10 11 12 13 Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas Atividades coletivas para construção do conhecimento Oficinas de avaliação e monitoramento parcial Oficinas sobre políticas públicas e comercialização Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE Elaboração de projetos de acesso Pronaf e Pronaf Mulher Seminário final de avaliação TOTAL R$ 700.361,93 25 Tipo de Atividade na Precificação Qtd Total Número de Atividade do mesmo Tipo Mobilização 240 1 Diagnóstico - 4 horas 240 1 Atividade Individual - 2 horas 276 3 Atividade Individual - 4 horas 480 1 Atividade Coletiva - 8 horas 7 1 Seminário - 8 horas 4 1 Atividade Coletiva - 16 horas 72 5 Lote 05 - TC Baixada Cuiabana - MT Item 1 2 Atividade Mobilização e identificação das mulheres Visitas técnicas de diagnóstico da unidade de produção Quantidade de atividades Duração unitária da atividade (horas) Nº de beneficiárias por atividade Nº total beneficiárias Custo Unitário Valor Total 240 0,5 1 240 R$ 277,16 R$ 66.517,25 240 4 1 240 R$ 402,07 R$ 96.496,45 3 Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações. 12 16 20 240 R$ 4.699,04 R$ 56.388,46 4 Visitas técnicas para implantação de práticas agroecológicas 480 2 1 240 R$ 322,31 R$ 154.708,11 5 Oficinas de gênero e feminismo 12 16 20 240 R$ 4.699,04 R$ 56.388,46 6 Visitas técnicas para beneficiamento da produção agroecológica 240 2 1 240 R$ 322,31 R$ 77.354,05 07 8 20 140 R$ 2.481,89 R$ 17.373,22 24 8 20 240 R$ 2.481,89 R$ 59.565,33 12 16 20 240 R$ 4.699,04 R$ 56.388,46 12 16 20 240 R$ 4.699,04 R$ 56.388,46 24 10 1 24 R$ 715,37 R$ 17.168,85 12 10 1 12 R$ 715,37 R$ 8.584,42 4 8 60 240 R$ 5.694,55 R$ 22.778,19 7 8 9 10 11 12 13 Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas Atividades coletivas para construção do conhecimento Oficinas de avaliação e monitoramento parcial Oficinas sobre políticas públicas e comercialização Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE Elaboração de projetos de acesso Pronaf e Pronaf Mulher Seminário final de avaliação TOTAL R$ 746.099,73 26 Tipo de Atividade na Precificação Qtd Total Número de Atividade do mesmo Tipo Mobilização 240 1 Diagnóstico - 4 horas 240 1 Atividade Individual - 2 horas 276 3 Atividade Individual - 4 horas 480 1 Atividade Coletiva - 8 horas 7 1 Seminário - 8 horas 4 1 Atividade Coletiva - 16 horas 72 5 ANEXO II – VALOR DETALHADO DOS SERVIÇOS Lote 01 - TC Vale do Ribeira - SP Custo por beneficiária no período de 20 meses R$ 2.923,73 Mobilização Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 0,5 Horas técnicas 0,5 Logística 1,75 Administração Coordenação Quantidade 2,75 Total 37,98 22,44 24,59 160,50 240 58.921,25 Diagnóstico - 4hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 4 Horas técnicas 0,5 Logística 1,75 Administração Coordenação Quantidade 6,25 Total 170,91 22,44 16,57 160,50 240 88.900,45 Atividade Individual - 2 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 2 Horas técnicas 0,5 Logística 1,75 Administração Coordenação Quantidade 4,25 Total 94,95 22,44 12,77 160,50 720 209.274,16 Elaboração de Projetos 27 Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 10 Horas técnicas 1 Logística 1,75 Administração Coordenação Quantidade 12,75 Total 417,78 44,88 28,91 160,50 36 23.474,47 Atividade Coletiva - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 1,75 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 11 Total Total 645,66 22,44 40,31 1581,33 160,50 31 75.957,40 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Duração horas Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 1,75 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 11 Total Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total 645,66 22,44 40,31 4793,99 160,50 4 22.651,59 Atividade Coletiva - 16 hs Duração horas Custo em R$ 16 Horas técnicas 1 Logística 1,75 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 19 Total Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo da Assistência Técnica Equipe Técnica Coordenação Logística Administração Despesas com Participantes Total 1.253,34 44,88 70,69 3106,33 160,50 48 222.515,45 R$ 216.296,10 R$ 211.697,60 R$ 31.483,32 R$ 24.916,73 R$ 217.301,03 R$ 701.694,78 Custo Total dos Serviços Mobilização Diagnóstico - 4hs Atividade Individual - 2 hs Elaboração de Projetos Atividade Coletiva - 8 hs R$ 58.921,25 R$ 88.900,45 R$ 209.274,16 R$ 23.474,47 R$ 75.957,40 28 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Total R$ 22.651,59 R$ 701.694,78 N° Técnicos Nivel Médio N° Técnicos Nivel Superior N° de Coordenadores 2 1 1 Valor pago pelos serviços R$ 701.694,78 Beneficiários totais 240 Lote 02 - TC Médio Jequitinhonha – MG Custo por beneficiária no período de 20 meses R$ 2.918,06 Mobilização Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 0,5 Horas técnicas 0,5 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 2,5 Total 37,98 21,47 24,59 160,50 240 58.688,45 Diagnóstico - 4hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 4 Horas técnicas 0,5 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 6 Total 170,91 21,47 16,57 160,50 240 88.667,65 Atividade Individual - 2 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 2 Horas técnicas 0,5 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 4 Total 94,95 21,47 12,77 160,50 720 208.575,76 Elaboração de Projetos Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Custo em R$ 10 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Coordenação 417,78 42,94 28,91 160,50 29 Quantidade 12,5 Total Total 36 23.404,63 Atividade Coletiva - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 11 Total 645,66 21,47 40,31 1581,33 160,50 31 75.927,33 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 11 Total Total 645,66 21,47 40,31 4793,99 160,50 4 22.647,71 Atividade Coletiva - 16 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 16 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 19 Total 1.253,34 42,94 70,69 3106,33 160,50 48 222.422,33 Custo da Assistência Técnica Equipe Técnica R$ 216.296,10 Coordenação R$ 211.697,60 Logística R$ 30.122,41 Administração R$ 24.916,73 Despesas com Participantes R$ 217.301,03 Total R$ 700.333,87 Custo Total dos Serviços Mobilização Diagnóstico - 4hs Atividade Individual - 2 hs Elaboração de Projetos Atividade Coletiva - 8 hs Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Total N° Técnicos Nivel Médio N° Técnicos Nivel Superior R$ 58.688,45 R$ 88.667,65 R$ 208.575,76 R$ 23.404,63 R$ 75.927,33 R$ 22.647,71 R$ 700.333,87 2 1 30 N° de Coordenadores 1 Valor pago pelos serviços R$ 700.333,87 Beneficiários totais 240 Lote 03 - TC Médio Alto Uruguai - RS Custo por beneficiária no período de 20 meses R$ 2.883,92 Mobilização Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 0,5 Horas técnicas 0,5 Logística 0,5 Administração Coordenação Quantidade 1,5 Total 37,98 15,63 24,59 160,50 240 57.286,85 Diagnóstico - 4hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 4 Horas técnicas 0,5 Logística 0,5 Administração Coordenação Quantidade 5 Total 170,91 15,63 16,57 160,50 240 87.266,05 Atividade Individual - 2 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 2 Horas técnicas 0,5 Logística 0,5 Administração Coordenação Quantidade 3 Total 94,95 15,63 12,77 160,50 720 204.370,96 Elaboração de Projetos Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Custo em R$ 10 Horas técnicas 1 Logística 0,5 Administração Coordenação Quantidade 417,78 31,26 28,91 160,50 36 31 Total 11,5 Total 22.984,15 Atividade Coletiva - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 0,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 10 Total 645,66 15,63 40,31 1581,33 160,50 31 75.746,29 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 0,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 10 Total 645,66 15,63 40,31 4793,99 160,50 4 22.624,35 Atividade Coletiva - 16 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 16 Horas técnicas 1 Logística 0,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 18 Total 1.253,34 31,26 70,69 3106,33 160,50 48 221.861,69 Custo da Assistência Técnica Equipe Técnica Coordenação Logística Administração Despesas com Participantes Total R$ 216.296,10 R$ 211.697,60 R$ 21.928,89 R$ 24.916,73 R$ 217.301,03 R$ 692.140,35 Custo Total dos Serviços Mobilização R$ 57.286,85 Diagnóstico - 4hs R$ 87.266,05 Atividade Individual - 2 hs R$ 204.370,96 Elaboração de Projetos R$ 22.984,15 Atividade Coletiva - 8 hs R$ 75.746,29 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs R$ 22.624,35 Total R$ 692.140,35 N° Técnicos Nivel Médio N° Técnicos Nivel Superior 2 1 32 N° de Coordenadores 1 Valor pago pelos serviços R$ 692.140,35 Beneficiários totais 240 Lote 04 - TC Planalto Norte - SC Custo por beneficiário R$ 2.918,17 Mobilização Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 0,5 Horas técnicas 0,5 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 2,5 Total 37,98 21,49 24,59 160,50 240 58.693,25 Diagnóstico - 4hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 4 Horas técnicas 0,5 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 6 Total 170,91 21,49 16,57 160,50 240 88.672,45 Atividade Individual - 2 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 2 Horas técnicas 0,5 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 4 Total 94,95 21,49 12,77 160,50 720 208.590,16 Elaboração de Projetos Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Custo em R$ 10 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Coordenação Quantidade 417,78 42,98 28,91 160,50 36 33 Total 12,5 Total 23.406,07 Atividade Coletiva - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 11 Total 645,66 21,49 40,31 1581,33 160,50 31 75.927,95 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 11 Total 645,66 21,49 40,31 4793,99 160,50 4 22.647,79 Atividade Coletiva - 16 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 16 Horas técnicas 1 Logística 1,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 19 Total 1.253,34 42,98 70,69 3106,33 160,50 48 222.424,25 Custo da Assistência Técnica Equipe Técnica R$ 216.296,10 Coordenação R$ 211.697,60 Logística R$ 30.150,47 Administração R$ 24.916,73 Despesas com Participantes R$ 217.301,03 Total R$ 700.361,93 Custo Total dos Serviços Mobilização R$ 58.693,25 Diagnóstico - 4hs R$ 88.672,45 Atividade Individual - 2 hs R$ 208.590,16 Elaboração de Projetos R$ 23.406,07 Atividade Coletiva - 8 hs R$ 75.927,95 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs R$ 22.647,79 Total R$ 700.361,93 N° Técnicos Nivel Médio 2 34 N° Técnicos Nivel Superior N° de Coordenadores 1 1 Valor pago pelos serviços R$ 700.361,93 Beneficiários totais 240 Lote 05 - TC Baixada Cuiabana - MT Custo por beneficiário R$ 3.108,75 Mobilização Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 0,5 Horas técnicas 0,5 Logística 2,5 Administração Coordenação Quantidade 3,5 Total 37,98 54,09 24,59 160,50 240 66.517,25 Diagnóstico - 4hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 4 Horas técnicas 0,5 Logística 2,5 Administração Coordenação Quantidade 7 Total 170,91 54,09 16,57 160,50 240 96.496,45 Atividade Individual - 2 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 2 Horas técnicas 0,5 Logística 2,5 Administração Coordenação Quantidade 5 Total 94,95 54,09 12,77 160,50 720 232.062,16 Elaboração de Projetos Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Custo em R$ 10 Horas técnicas 1 Logística 2,5 Administração Coordenação Quantidade 417,78 108,18 28,91 160,50 36 35 Total 13,5 Total 25.753,27 Atividade Coletiva - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 2,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 12 Total 645,66 54,09 40,31 1581,33 160,50 31 76.938,55 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 8 Horas técnicas 1 Logística 2,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 12 Total 645,66 54,09 40,31 4793,99 160,50 4 22.778,19 Atividade Coletiva - 16 hs Duração horas Hora Efetiva Planejamento técnico Deslocamento Total Custo em R$ 16 Horas técnicas 1 Logística 2,5 Administração Despesa c/ participante Coordenação Quantidade 20 Total 1.253,34 108,18 70,69 3106,33 160,50 48 225.553,85 Custo da Assistência Técnica Equipe Técnica R$ 216.296,10 Coordenação R$ 211.697,60 Logística R$ 75.888,27 Administração R$ 24.916,73 Despesas com Participantes R$ 217.301,03 Total R$ 746.099,73 Custo Total dos Serviços Mobilização R$ 66.517,25 Diagnóstico - 4hs R$ 96.496,45 Atividade Individual - 2 hs R$ 232.062,16 Elaboração de Projetos R$ 25.753,27 Atividade Coletiva - 8 hs R$ 76.938,55 Atividade Coletiva - Seminário - 8 hs R$ 22.778,19 Total R$ 746.099,73 N° Técnicos Nivel Médio 2 36 N° Técnicos Nivel Superior N° de Coordenadores 1 1 Valor pago pelos serviços R$ 746.099,73 Beneficiários totais 240 37 ANEXO III – ROTEIRO OBRIGATÓRIO PARA APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA Solicitamos que as propostas sejam enviadas encadernadas* contendo: Cópia eletrônica da pr oposta, gravada em CD ou DVD, em for mat o pdf. e doc; Numeração das pági nas. Somente serão ace itas propostas contendo: 1 - Identif icação da proposta 1.1 - Número da Chamada/Ano e Lote (apenas 01 lote por proposta) 2 - Identif icação da proponente 2.1 - Nome da entidade proponente 2.2 - CNPJ 2.3 - Endereço completo 2.4 - Nº do credenciamento no S IATER/UF/ entidade credenciador a 2.5 – Validade do credenciamento 3 - Apresentação da proposta 3.1 - Apresentação do contexto em que a proposta se insere e identificação do problema a ser enfrentado 3.2 - Relação da proposta com a realidade das mulheres e suas organi zações produtivas nas localidades onde as atividades serão desenvol vidas 3.3 - Apontar cami nhos para o enfrentamento dos problemas 4 - Público benef iciário Identificar a quantidade de mulheres agricultoras familiares e as possíveis categorias a serem atendidas, quantificando -as confor me quadro abaixo : Categoria Social Quantidade Agricultoras Familiares 38 Mulheres Extrativistas Mulheres Quilombolas Mulheres Indí genas Pescadoras artesanais Quando for possí vel, identificar os Grupos Produtivos de Mulheres Rurais, com nome, categoria social e números de int egrantes : Categoria Social Nome do grupo Quantidade AF ( ) , EX ( ), QU ( ), IN ( ), PA ( ) AF ( ) , EX ( ), QU ( ), IN ( ), PA ( ) 5 – Metodologia Apresentação da linha metodológica que ser á utilizada pela proponente e seus fundamentos. Essa é uma das partes mais importantes na el aboração da proposta, na qual devem ser descritas como cada um a das ativi dades serão implementadas, incluindo os principais procedi mentos, as té cnicas e os instrumentos a serem empregados. É obri gatório que sej am destacados alguns aspectos metodológicos importantes: (i) Como serão seleci onadas e mobili zadas as mulheres a serem beneficiárias? Serão feitas articulações com outros atores locais (Pr efeituras, Comitês Territoriais, Secretarias de Estado, movi mentos sociais, sindicatos, associações, etc)? Será considerado se as mulheres pertencem a grupos produtivos? Elas se articulam com outros grupos pr oduti vos, redes e/ou entidades representativas? (ii) As mulheres participarão da gestão do proj eto? Se sim, quais serão instrumentos de planej amento, monitoramento e avaliação a serem reali zados em conj unto com as beneficiárias? (iii) Como se dará a participação das mulher es em cada uma das at ividades? 39 (iv) Os conheci ment os das mulheres serão reconhecidos e val orizados na execução do proj eto? De que for ma? (v) Como as ati vidades realizadas darão visi bilidade ao trabalho das mulheres? (vi) De que for ma essas mesmas ati vidades estimularão a atuação das mulheres nos sistemas de produção agroecológico e sua auto -or gani zação? (vii) Como as demandas das mulheres para acesso a outras políticas públicas serão levantadas, especialmente PAA/PNAE e Pronaf/Pronaf Mulher? Quais as estratégias adotadas para viabil i zar o acesso delas a essas políticas? (viii) Quais os locais de execução das ati vidades? (Nas comunidades rurais, nas sedes dos municípios, etc) (ix) As atividades ocorrerão em quais horários? De que for ma esses horários serão definidos? (x) De que for ma a ATER contemplará estratégias de socialização do trabalho doméstico? (xi) Como será disponibilizada a monitoria i nfantil nas atividades coletivas? É preciso que se descreva com precisão de que maneira a proposta será desenvol vida, ou sej a, o COMO FAZER. Além disso, a met odologia de execução deve ser pensada de for ma que estej a prevista a conti nuidade dos serviços. Importante: As especificações das atividades contidas nessa chamada, confor me descrição no item 6, não podem ser modificadas. 6 - Monitoramento e avaliação Descrição de como será feito o monitoramento da execução das ações e a avaliação dos resultados quanti e qualitati vos do proj eto. 7 – Resultados esperados Descrição dos resul tados esperados após a execução das atividades, especialmente em à produção agroecológica, organi zação produtiva das mulheres e acesso a políticas públicas. 8 – Cronograma de execução f ísico e f inanceiro 40 Indicar a distribuição do quantitativo das at ividades que serão realizadas e o valor mensal correspondente, considerando os Anexos I e X III. 9 - Currículo das (os) coordenadoras (es) Apresentação do currículo dos (as) Coordenadores confor me modelo do Anexo V. 10 – Currículo das (os) técnicas (os) de campo Apresentação do currículo das (os) técnicas (os) de campo, confor me modelo do Anexo V I. 11 - Currículo da ent idade proponente 11.1- Apresentação de breve histórico da ent idade; 11.2 - Apresentação da experiência da entidade, conf orme Bloco 1 , do Anexo VII, incluindo as cópias dos respectivos comprovantes. Esses comprovantes deverão conter o número de i dentificação indicado no Bloco 1, do Anexo V II; 11.3 – Apresentação da experiência em Ater; 11.4 – Apresentação da experiência em At er agroecológica e/ou proj etos de for mação para promoção da agroecologia; 11.5 – Apresentação da experiência em Ater espec ífica para mulher es ; 11.6 – Apresentação das parcerias for mais e infor mais com or ganizações de mulheres agricultoras no Território da Cidadania do lote: movi mento de mulheres, grupos de mulheres, associações, redes de produtoras, sindicatos, etc; 11.7 – Descrição da e xperiência da entidade na execução de proj etos com foco na promoção da i gualdade de gênero e femini smo; 11.8 – Descrição da experiência da entidade no apoio à or ganização da produção para comercialização d as mulheres (PAA, PNAE, feiras e mercados locais); 11.9 – Descrição da experiência da entidade com proj etos de crédito rural exclusivo para as mul heres . 41 ANEXO I V – COMPOSIÇÃO MÍNIMA DA EQUIPE Lot e 0 1 - T C V a le do Rib ei r a - S P Nº d e T éc n ic os / as d e Cam p o N° d e C oor d e na d or/ a 3 1 Lot e 0 2 - T C M éd io J equ itin honh a - M G Nº d e T éc n ic os / as d e Cam po N° d e C oor d e na d or/ a 3 1 Lot e 0 3 - T C Al t o M é dio U rugu a i - R S Nº d e T éc n ic os / as d e Cam po N° d e C oor d e na d or/ a 3 1 Lot e 0 4 - T C P l ana lto No rt e - SC Nº d e T éc n ic os / as d e Cam po N° d e C oor d e na d or/ a 3 1 Lot e 0 5 - T C B ai xa da Cui ab an a - M T Nº d e T éc n ic os / as d e Cam po N° d e C oor d e na d or/ a 3 1 42 ANEXO V – MODELO DE APRESENTAÇÃO DO CURR Í CULO DO/A COORDENADOR/ A O currículo do /a coordenador /a deve segui r o for mulário padrão abaixo. Em cada tópico acrescente as linhas que forem necessárias para continuar a inserir as infor mações. NOME DA ENT IDADE NÚMERO DA CHAMADA E LOTE AO QUAL CONCORRE 1 - D AD O S P E S S O AI S Nome completo: Sexo: Data de nascimento: CPF: E-mail: Endereço: Município/UF: 2 - F O R M AÇ ÃO AC AD Ê M I C A Curso Superior: Escola: An o d e c o n c l u s ã o : Pós Graduação: Escola: An o d e c o n c l u s ã o : 3 – E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N AL c o m a g r i c u l t u r a f a m i l i a r n o T e r r i t ó r i o d o l o t e ( D e s c r e v e r os trabalhos profissionais e voluntários realizados nos últimos 10 (dez) anos, citando o local, a instituição, a função e o período). Instituição: M unicípio/Território: Função: P e r í o d o : D D / M M / AA a D D / M M / AA Principais atividades desenvolvidas: 43 4 – E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N AL e m AT E R p a r a M u l h e r e s o u o u t r a s a t i v i d a d e s d e formação para mulheres rurais nos temas desenvolvimento rural e/ou promoção de igualdade. (Descrever os trabalhos profissionais e voluntários realizados nos últimos 10 (dez) anos, citando o local, a instituição, a função e o período). Instituição: M unicípio/Território: Função: P e r í o d o : D D / M M / AA a D D / M M / AA Principais atividades desenvolvidas: 44 ANEXO VI – MODELO DE APRESENTAÇÃO DO CURRÍ CULO DAS (OS) TÉCNICAS (O S) DE CAMPO O currículo dos/ as técnicos/as de campo deve seguir o for mulário padrão abaixo. Em cada tópico acrescente as linhas que forem necessárias para continuar a inserir as i nfor mações. NOME DA ENT IDADE NÚMERO DA CHAMADA E LOTE AO QUAL CONCORRE 1 - D AD O S P E S S O AI S Nome completo: Sexo: Data de nascimento: CPF: E-mail: Endereço: Município/UF: 2 - F O R M AÇ ÃO AC AD Ê M I C A* Nível Médio: C e n t r o F a m i l i a r d e F o r m a ç ã o p o r Al t e r n â n c i a : An o d e c o n c l u s ã o : Curso Técnico: Escola: An o d e c o n c l u s ã o : Curso Superior: Escola: An o d e c o n c l u s ã o : Pós Graduação: Escola: An o d e c o n c l u s ã o : 3 – E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N AL e m AT E R p a r a M u l h e r e s o u o u t r a s a t i v i d a d e s d e formação para mulheres rurais nos temas desenvolvimento rural e/ ou promoção de igualdade. (Descrever os trabalhos profissionais e voluntários realizados nos últimos 10 (dez) anos, citando o local, a instituição, a função e o período). Instituição: M unicípio/Território: Função: 45 Período: Principais atividades desenvolvidas: 4 – E x p e r i ê n c i a e m AT E R c o m a g r o e c o l o g i a , p r o d u ç ã o o r g â n i c a e / o u a g r o e x t r a t i v i s m o (Descrever os trabalhos profissionais e voluntários realizados nos últimos 10 (dez) anos, citando o local, a instituição, a função e o período). Instituição: M unicípio/Território: Função: P e r í o d o : D D / M M / AA a D D / M M / AA Principais atividades desenvolvidas: 5- Formação nos temas de agroecologia, produção orgânica e/ou agroextrativismo ** Nome do Evento Instituição Promotora Local Ano Carga Horária 6- Formação relacionada à temática de igualdade de gênero ** Nome do Evento Instituição Promotora Local Ano Carga Horária 46 * Os (as) técnicos (as) de campo deverão ter formação de ní vel técnico ou nível superior nas áreas de Ciências Agrárias, Biológicas, Humanas ou Sociais, ou de ní vel médio, quando for mado pelos Centros Familiares de For mação por Alternância – CEFFA’s. ** Para comprovação da experiência será exigido à apresentação de Certificados, confor me Anexo V II. As experiências que não forem comprovadas, não serão computadas para fins de pontuação. 47 Anexo VII - Critérios Objetivos para Seleção de Entidade Executora de Serviços de ATER Bloco 1 - Experiência da Entidade em ATER nos últimos 10 anos Valor por Pontuação Pontuação Unidade/ Peso Total Total do Item Item Critério Experiência da entidade em 1 ATER (Máximo 30 Pontos)* Nº de projetos de ATER executados (Máximo 30 Pontos = 3 projetos) 3 10 30 30 Experiência da entidade em ATER e/ou projetos de formação para promoção 2 da agroecologia, produção orgânica ou agroextrativismo (Máximo 50 Pontos) Nº de projetos de ATER e/ou Nº de projetos de formação executados (Máximo 50 Pontos = 5 projetos) 5 10 50 50 5 10 50 50 6 5 30 30 3 Experiência da entidade em Nº de projetos de ATER específicos ATER específica para para mulheres executados (Máximo 50 mulheres (Máximo 50 Pontos = 5 projetos) Pontos) Parcerias formais e informais com organizações de mulheres agricultoras no Território da Cidadania do lote: 4 movimento de mulheres, grupos de mulheres, associações, redes de produtoras, sindicatos, etc (Máximo 20 pontos) 5 Experiência da entidade na execução de projetos com foco na promoção da igualdade de gênero e feminismo (Máximo 55 Pontos) Nº de organizações de mulheres parceiras (Máximo 30 pontos = 6 declarações) Nº de projetos institucionais executados no tema (Máximo 50 Pontos = 5 projetos) Participação Institucional como Membro Efetivo de Comitês Gestores Nacionais de Políticas Públicas para Mulheres (Sim=10; Não=0) Participação Institucional como Membro Efetivo ou ouvinte de Comitês Locais de Políticas para Mulheres Rurais (Sim=10; Não=0) Nº de projetos elaborados e executados de comercialização para mercados institucionais (PAA, PNAE) para mulheres (Máximo 25 Pontos = 5 projetos) 6 7 Quantidade Extrato do DOU/DOE ou cópia do contrato assinado ou declaração do órgão contratante que evidenciem a execução do serviço de ATER Extrato do DOU/DOE ou cópia do contrato assinado ou declaração do órgão contratante que evidenciem a execução do serviço de ATER e/ou projeto de formação Extrato do DOU/DOE ou cópia do contrato assinado ou declaração do órgão contratante que evidenciem a execução do serviço de ATER Nº de identificação 1 2 3 Declarações das organizações com seu CNPJ 4 Extrato do DOU/DOE ou cópia do contrato assinado ou declaração do órgão contratante que evidenciem a execução de projetos no tema 5 5 10 50 SIM SIM 10 Declaração do órgão gestor ou cópia da ata do fórum 6 SIM SIM 10 Declaração do órgão gestor ou cópia da ata do fórum 7 70 5 5 25 Organização da Produção para Comercialização (Máximo 40 Pontos) Financiamento da Produção (Máximo 20 Pontos) Meios de Comprovação 55 Nº º de grupos produtivos de mulheres que fazem a comercialização direta em feiras e mercados locais acompanhados pela entidade (máximo 30 pontos = 6 declarações) 6 5 30 Experiência em elaboração e acompanhamento de projetos de crédito Pronaf exclusivo para mulheres rurais (Máximo 15 Pontos = 15 projetos) 15 1 15 TOTAL BLOCO 1 15 Declarações das beneficiárias com identificação de CNPJ e/ou CPF, quantidade de beneficiárias, prazo do projeto, objeto do projeto desenvolvido e onde foi realizado (municípios/Território) Declarações das beneficiárias com identificação de CNPJ e/ou CPF, quantidade de beneficiárias, prazo do projeto, objeto do projeto desenvolvido e onde foi realizado (municípios/Território) Declaração do agente financeiro 300 48 8 9 10 Bloco 2 - Proposta Técnica Item 8 9 10 11 Apresentação (Máximo 70 pontos) Critério Pontuação Total A proposta demonstra conhecimento sobre a realidade das mulheres no território (formas de organização, tipo de produção, comercialização, acesso às políticas públicas etc)? (Máximo 35 pontos) 35 A proposta demonstra conhecimento sobre os problemas a serem enfrentados? (Máximo 35 pontos) 35 A proposta apresenta a lista de grupos produtivos de mulheres que serão atendidos? (Não = 0 ponto; Sim = 20 pontos) 35 A mobilização das mulheres beneficiárias prevê articulação com outros atores locais? (Máximo Metodologia/Peda 40 pontos) gogia (Máximo A metodologia contempla estratégias de 120 pontos) promoção da agroecologia considerando os problemas descritos? (Máximo 30 pontos) Atividades (Máximo 120 pontos) 70 Análise da proposta mediante gabarito 120 Análise da proposta mediante gabarito 120 Análise da proposta mediante gabarito 40 Análise das planilhas de metodologia e avaliação 30 30 São apresentadas propostas de programação e conteúdo da Atividade 5 - Oficina de Gênero e Feminismo? (Máximo 40 pontos) 40 São descritos os métodos e ferramentas a serem utilizados nas Atividades 7 - Atividades coletivas para troca de vivências agroecológica s e Atividade 8 - Atividades coletivas para construção do conhecimento? (Máximo 40 pontos) 40 São descritos os métodos a serem utilizados nas demais atividades? (Máximo 40 pontos) 40 TOTAL BLOCO II Meios de Comprovação 40 A metodologia contempla estratégias de socialização do trabalho doméstico? (Máximo 30 pontos) São apresentadas metodologias de Monitoramento e monitoramento? (Máximo 20 Pontos) Avaliação (Máximo 40 São apresentadas metodologias de avaliação? Pontos) (Máximo 20 Pontos) Pontuação Total do Item 20 20 350 49 Bloco 3 - Equipe Técnica Item Critério Experiência profissional com agricultura familiar, no Território do lote, nos últimos 4 anos (Máximo 40 pontos = 4 anos completos) Experiência em ATER ou outras atividades de formação para mulheres rurais, Coordenador/a da Equipe vinculadas ao tema 12 Técnica (Máximo 130 desenvolvimento rural e /ou pontos) promoção da igualdade (Máximo 40 pontos = 4 anos completos) Relação Nº Coordenadora (Feminino)/Nº Total de Coordenadores/as (Máximo 50 pontos) Multidisciplinaridade da 13 equipe de campo (Máximo 80 Pontos) Equipes com 60% de técnicos/as de campo das Ciências Agrárias e 40% das demais áreas (Máximo 30 pontos) Relação Nº Técnicas (Feminino)/Nº Total de Técnicos/as (Máximo 50 pontos) Experiência em ATER ou outras atividades de formação para mulheres rurais, vinculadas ao tema desenvolvimento rural e /ou promoção da igualdade (Máximo 40 pontos = 4 anos completos) Experiência em ATER com Experiência dos/as agroecologia, produção 14 Técnicos/as (Máximo 140 orgânica e/ou agroextrativismo pontos) (Máximo 30 pontos = 3 anos) Formação nos temas de agroecologia,produção orgânica e/ou agroextrativismo (Máximo 30 pontos = 10 cursos) Formação relacionada à temática de igualdade de gênero (Máximo 40 pontos = 10 cursos) Qtd Valor por Pontuação Pontuação Total Meios de Comprovação Unidade/Peso Total do Item 4 10 40 4 10 40 SIM SIM 50 SIM SIM 30 SIM SIM 50 4 10 40 130 Currículo do/a coordenador/a 80 Currículo dos/as Técnicos/as de Campo Currículo dos/as Técnicos/as de Campo 3 10 30 10 3 40 10 4 30 Total Bloco III 140 Currículo e declaração/certificado/di ploma de Instituição de Ensino 350 Anexo XIII – Modelo de Cronograma Atividades Mês 1 Mês 2 Mês 3 Mês Mês 4 5 Mês 6 Mês 7 Mês 8 Mês 9 Mês 10 Mês 11 Mês 12 Mês 13 Mês 14 Mês 15 Mês Mês 16 17 Mês Mês 18 19 1 - Mobilização e identificação das mulheres 2 - Visitas técnicas de Diagnóstico da Unidade de Produção 3 - Oficinas de socialização dos diagnósticos individuais e planejamento das ações 4 - Visitas técnicas para implantação de práticas agroecológicas 5 - Oficinas de gênero e feminismo 6 - Visitas técnicas beneficiamento da produção agroecológica 7 - Atividades coletivas para troca de vivências agroecológicas 8 - Atividades coletivas para construção de conhecimento 9 - Oficinas de Avaliação e Monitormamento Parcial 10 - Oficinas sobre políticas públicas e comercialização 11 - Elaboração de projetos de acesso ao PAA e PNAE 12 - Elaboração de projetos de acesso ao Pronaf e Pronaf Mulher 13 - Seminário Final de Avaliação OBS: O cronograma de execução das atividades deve ser elaborado de for ma a considerar : a duração das atividades estabelecidas na chamada; o li mite de 8h/dia de horas trabalhadas por cada técnica (o); o número de técnicas (os) que integram a equipe. O modelo de cr onograma de execução poder á ser alterado confor me as peculiaridades da área de abrangência do Lote e necessidade da entidade. Mês 20