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COMUNICAÇÃO
CENÁRIO
Revista Cobertura completa 20 anos
de história no mercado de seguros
Cresce número de acidentes aéreos
Mais capacidade e maior concorrência
garantem manutenção de preços nos
mercados de seguro e resseguro________________30
COBERTURA BRASIL AFORA ESPECIAL
Congresso de Corretores movimenta Brasília
Publicação
supera marca
de 12 mil
páginas
escritas sobre
seguros e
mais de 3
milhões de
exemplares
distribuídos
pelo Brasil, no ano em que comemorou a chegada à
edição número 200________________________________09
PREMIADA
Portal da Revista Cobertura vence
Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo
Veículo é reconhecido em
Categoria Mídia On-line, inserida
este ano na premiação______10
Em três dias, o XVII Congresso Brasileiro de Corretores
de Seguros reuniu cerca de 4 mil profissionais e mais
de 5 mil internautas_______________________________40
BALANÇO SOCIAL
RESSEGURO
“Para nós, o microsseguro é emblemático”
Sala de subscrição do Lloyds
é recriada no Rio de Janeiro
Encontro remonta história e a relação do desenvolvimento
do mercado e também trouxe um alerta sobre o fato
de o 1º semestre deste ano ter tido custos
elevados para o setor_____________________________36
4
revistacobertura121..p65
A frase do presidente da CNseg ressalta a
importância de tornar a cobertura
securitária mais acessível à população
brasileira; balanço da entidade aponta que
a participação do setor de seguros no PIB
do País chega a 5,4% em 2011_______12
Revista Cobertura
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Desempenho
do Garantia
Estendida
reflete
maior
conscientização
do consumidor - http://migre.me/
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Acoplan promove confraternização
de fim de ano - http://migre.me/
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Em 2012, comércio
eletrônico de seguros
terá mais força - http://
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Olhar acurado para as
reações do meio
ambiente - http://
migre.me/6ibg5
Para presidente da Aconseg-SP, XVII
Congresso de Corretores estimulou
a qualificação e o diálogo entre
profissionais do setor - http://
migre.me/6gIWP
Corretoras de oito assessorias
filiadas à Aconseg-SP recebem
certificado da Bradesco Auto/RE http://migre.me/6cTM6
À procura de soluções para os
corretores e segurados - http://
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Aconseg-SP e
Marítima
Seguros
oficializam
parceria - http://
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Complexidade do
seguro de propriedade
intelectual é apontada
por executivo como
desafio - http://
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HQ em revista
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Revista Cobertura
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Revista Cobertura
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twitter.com/revcobertura
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editorial
NÚMERO*121 - DEZEMBRO/2011 - ANO XX
Fase I - 86 edições no formato Jornal
* Fase II - 121 edições no formato Revista
Notícias sobre empresas, produtos,
serviços e profissionais do setor de seguros
Seguro nas alturas
D
iante do aumento do número de acidentes aéreos divulgado
pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) é inevitável não fazer uma relação com os
efeitos no mercado de seguros. Por isso, nesta edição tratamos dos reflexos deste índices nas taxas de seguro e resseguro.
Na última edição de 2011 também temos a cobertura completa do XVII
Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros realizado em Brasília, que
discutiu importantes questões como os riscos declináveis e as
autorreguladoras na corretagem, cujas regras básicas para criação e
funcionamento foram regulamentadas pelo CNSP, em 29 de novembro. O
mercado também celebra o aguardado marco regulatório do microsseguro,
que tornará simplificado o acesso à garantia securitária a mais brasileiros.
Equipe Cobertura:
Paulo Akio Kato
(Editor Executivo e Diretor Responsável)
[email protected]
Carol Rodrigues
(Editora - Mtb 42.158)
[email protected]
Junto com esta importante fase comemoramos a conquista do Prêmio
Allianz Seguros de Jornalismo. A premiação foi concedida à matéria
publicada em nosso Portal, um dos primeiros sites do setor de seguros que,
durante este ano, passou por reestruturações em termos de conteúdo, com
o objetivo de fortalecê-lo como um braço da revista impressa na web. Deu
certo e compartilhamos esta conquista com todos vocês.
Maurício Rodrigues Silva
(Executivo de Contas)
[email protected]
Camila Alcova
(Assistente de Redação)
[email protected]
Daniela Martins
(Atendimento ao leitor)
[email protected]
Jornalistas Colaboradores nesta edição:
Karin Fuchs
Fotografia:
Arquivo Revista Cobertura e Luiz Machado
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva
dos seus autores, não representando portanto a opinião
desta publicação.
A marca Cobertura - Mercado de Seguros
está registrado no INPI conforme
Pedido Número 816.562.318
Uma publicação da
Cobertura Editora Ltda
(20 anos de informações e prestação de serviços seguros)
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São Paulo -Capital
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Nesta edição também celebramos os 20 anos de registro de informações
sobre o mercado de seguros desta publicação, que retratou notícias que
hoje fazem parte do acervo histórico do setor.
A matéria vencedora possui uma série de fatores que a tornaram ainda
mais especial. O fato de não ser um assunto costumeiramente abordado
pelas publicações especializadas e também por ter sido uma especializada
dar a notícia antes dos veículos de massa. O caso é uma demonstração do
quanto os veículos especializados podem ser utilizados como um instrumento
de informações, que, de certa forma, chegarão ao consumidor final. Por
isso, agradecemos todas as fontes da matéria, à Allianz, realizadora do
evento, e sua assessoria de imprensa, Virta.
Em meio a este clima de conquistas, mais um ano chega ao fim mostrando
no horizonte uma nova fase. Desejamos a todos os nossos leitores e parceiros um Feliz Natal e um Ano Novo iluminado! Que 2012 chegue a todos os
lares com muito amor, prosperidade, paz, saúde e proteções. Até 2012!
Cobertura no
e no
www.twitter.com/RevCobertura
RevistaCobertura – Mercado de Seguros
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
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15/12/2011, 10:51
cobertura ACERVO
COMUNICAÇÃO
Revista Cobertura completa 20 anos
de história no mercado de seguros
Publicação supera marca de 12 mil páginas escritas sobre seguros e mais de 3 milhões de
exemplares distribuídos pelo Brasil, no ano em que comemorou a chegada à edição número 200
E
m dezembro de 1991, nasciam as ideias das primeiras páginas da revista que
chega mensalmente aos
seus leitores. Era um sonho que se tornava realidade na área editorial. Tratava-se do Jornal Cobertura – Mercado de
Seguros, em formato tabloide e ainda em
preto e branco, voltado aos profissionais
de seguros.
Com o objetivo de fornecer e manter
atualizados os profissionais do setor, a
primeira edição circulou na segunda quinzena de janeiro de 1992, já com importantes debates como a questão do Acidente de Trabalho e o convênio assinado
pela Fenaseg e o Ministro da Justiça.
Hoje, seus mais de 15 mil exemplares
mensais chegam aos leitores dos quatro
cantos do País, com edições que trazem
informações completas sobre o setor.
Em 2011, foi publicada a sua edição nº
200, ano que em todas as edições foram
digitalizadas, sendo a primeira publicação
do setor a disponibilizar todas as suas
edições no site, facilitando a consulta de
informações sobre o mercado.
Os números indicam a trajetória de
sucesso da publicação que soma mais de
12 mil páginas de matérias e notas elaboradas sobre assuntos de interesse do
mercado, como lançamento de produtos
e eventos, e mais de 3 milhões de exemplares distribuídos em nível nacional.
Inovação
Desde sua fundação até hoje, o merRevista Cobertura
revistacobertura121..p65
Reprodução de capas
da Revista Cobertura
cado mudou e a publicação acompanhou
tanto a evolução tecnológica como a complexidade do mercado,
já que ao longo de seus
20 anos uniu ao compromisso da informação, duas importantes
características: a tradição e a inovação.
Surgida em um período em que a internet
ainda era uma novidade, hoje a Revista Cobertura mantém seu
Portal e também está
presente nas mídias
sociais – twitter (@RevCobertura) e
Facebook
(RevistaCoberturaMercadodeSeguros).
Sua missão daqui para
frente, conforme seu fundador, Paulo Kato, é continuar sendo referência
editorial do segmento,
sempre calcada no compromisso ético e valorizando a qualidade do
conteúdo.
9
twitter.com/revcobertura
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Reprodução da edição
número 1 do
Jornal Cobertura
15/12/2011, 10:51
Por Camila Alcova
COMUNICAÇÃO
Portal da
Revista Cobertura
vence Prêmio
Allianz Seguros
de Jornalismo
F
ruto do projeto pioneiro
Cobertura Digital, implantado este ano pela Editora
Cobertura para ampliar a
difusão de informações sobre o setor via
web com conteúdos exclusivos, a matéria “Seguradora batalha na justiça para
comprovar agravamento intencional do
risco” levou o Portal da Revista Cobertura (www.revistacobertura.com.br) à
conquista do 5° Prêmio Allianz Seguros
de Jornalismo, na Categoria Linguagem
Escrita, Mídia On-line.
O portal foi o primeiro a vencer a categoria inserida este ano pela Allianz Seguros, organizadora do evento, para reconhecer a importância da disseminação
de informações por meio de sites e blogs.
A matéria vencedora, veiculada em
agosto no Portal da Revista Cobertura
(http://migre.me/5rTpz), retrata a luta da seguradora MetLife para provar na justiça o
agravamento de risco por uma segurada.
“Reestruturamos o conteúdo do portal
da Revista Cobertura que hoje é um forte
braço da publicação impressa. Por isso,
foi um orgulho imenso recebermos o prêmio nessa categoria, que mostra a força
da mídia on-line na disseminação de informações”, destaca a jornalista Carol
Rodrigues, autora da matéria vencedora.
Além de fazer parte do novo projeto,
a matéria vencedora possui uma série
de fatores que a tornaram ainda mais
especial. O fato do assunto não ser
costumeiramente abordado pelas publicações especializadas e também por ter
sido o primeiro veículo a dar a notícia,
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10
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Veículo é reconhecido em
Giuliano
Mourão,
Categoria Mídia On-line, inserida
diretor
este ano na premiação
Comercial
de Benefícios
da Allianz,
e Carol
Rodrigues
antes mesmo dos veículos de massa, e
a agilidade com que as fontes atenderam a demanda, em virtude do curto
prazo para um veículo on-line.
Para o diretor e fundador da Cobertura Editora, Paulo Kato, a premiação é
um estímulo por mostrar a evolução da
Revista e do Portal. “Nosso site sempre foi reconhecido pelo mercado, sobretudo por meio de nossa newsletter,
como um importante meio de informação para os profissionais do setor, algo
que a premiação comprovou, a partir da
produção de conteúdos exclusivos”.
O presidente da Allianz Seguros, Max
Thiermann, ressaltou durante a cerimônia que o prêmio tem o intuito de incen-
Equipe Cobertura e Max Thiermann,
presidente da Allianz Seguros
tivar a cultura do seguro para a sociedade, por meio de trabalhos jornalísticos.
“Obrigado a jornalistas e comunicadores
que têm feito esse trabalho de divulgação e criação de cultura, que nós, através desse prêmio, queremos estimular”.
A 5ª edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo contou com 20 jurados
no Comitê de Seleção e Julgamento para
selecionar, dentre 1261 trabalhos inscritos, os finalistas do concurso. Foram eleitas cinco reportagens para cada uma das
oito subcategorias e para a Categoria Especial Comunicação Corporativa.
Histórico de premiações
A Revista Cobertura também esteve entre as finalistas
da premiação na Categoria
Seguros – Mídia Impressa
Especializada em Seguros,
com a matéria “Bons ventos
para o mercado de seguros”,
da jornalista Karin Fuchs.
Em 2007, ano da primeira edição
do então Prêmio AGF Seguros de Jornalismo, a Revista Cobertura conquistou o primeiro lugar com a matéria
“Aquecimento Global: Impactos no
mercado de seguros”, de Karin
Fuchs. Em 2008, a publicação
emplacou o segundo lugar no 2° Prê-
mio Allianz Seguros de Jornalismo,
com a matéria “Guardião Seguro”, de
Carol Rodrigues.
Nesse mesmo ano, a publicação foi
premiada na II Edição do Prêmio
Mongeral Imprensa, promovido pela
então Mongeral Seguros e Previdência, com a matéria “Projeto Genoma
Humano”, de autoria de Karin Fuchs.
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CNSEG balanço social
“Para nós, o microssegu
A frase do presidente da CNseg ressalta a importância de tornar a
cobertura securitária mais acessível à população brasileira;
balanço da entidade aponta que a participação do setor de seguros
no PIB do País chega a 5,4% em 2011
U
m grande passo do mercado após anos de
discussão é a criação do microsseguro com
a resolução 244/11 do CNSP, segundo o
presidente da Confederação Nacional das
Empresas de Seguros (CNseg), Jorge
Hilário Gouvêa Vieira.
“É uma experiência nova no Brasil e um grande avanço que permitirá ao mercado, no ano que vem, dar os
seus primeiros passos no desenvolvimento do mercado
de microsseguro. Para nós, o microsseguro é
emblemático, não só em função de poder atender esta
população, mas também de mudar um pouco a cultura do
seguro do brasileiro”, ressalta o dirigente da entidade,
para quem há uma grande confiança de todos na disseminação do microsseguro junto à população menos assistida, que agora passa a chegar às classes C e D.
“O maior mérito e empenho que temos no microsseguro
é o de darmos acesso à população e demonstrar que o
seguro é acessível a essas classes, que anteriormente
não tinham acesso ao crédito e consumo”, acrescenta
Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora executiva da
Confederação.
Segundo estimativas da entidade, o mercado de seguros encerrará 2011 com um total de prêmios arrecadados de R$ 218,65 bilhões, um crescimento de 17,1%. O
desempenho do setor é puxado pela área de previdência
privada e seguros de pessoas, responsáveis por R$ 77,58
bilhões, 25,6% superior ao anterior, e o segmento de saúde suplementar, com R$ 84,89 bilhões, com crescimento
de 12,5%, na sequência vem os seguros gerais, com R$
42,63 bilhões, e capitalização, com R$ 13,55 bilhões.
“Nossa participação no PIB tem crescido ano a ano,
chegando a 5,4% em 2011. Este é um dado muito importante para nós, dos quais nos orgulhamos, é o investimento que fazemos no mercado para a constituição da
12
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Jorge Hilário Gouvêa Vieira, presidente da Confederação
Nacional das Empresas de Seguros (CNseg)
“Nossa participação no PIB tem crescido
ano a ano, chegando a 5,4% em 2011”
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
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sseguro é emblemático”
poupança interna do País”, diz o presidente da CNseg,
sobre o total de investimento em poupança interna, que
em 2011 chegará a R$ 444 bilhões, alcançando 11% do
PIB. Com relação às indenizações pagas à sociedade,
em 2011 atinge a cifra de R$ 106,3 bilhões.
Dona Marta tem seus primeiros
corretores e 200 apólices
Expectativa
Para 2012, a expectativa é de um volume total de prêmios em torno de R$ 246,86 bilhões, com destaque previsto para os segmentos de previdência e seguros de pessoas, e a área de saúde suplementar. “Estamos otimistas
nesta projeção, pois 12% era o que prevíamos para 2011
e conseguimos 17,1%. Os 12,8% que prevemos para o
ano que vem estão bem acima da projeção do crescimento do PIB e, mais uma vez, pensamos que a indústria
de seguros crescerá em índices múltiplos do PIB”, comenta Gouvêa.
Segundo ele, também aguarda-se para o próximo ano
o avanço sobre o Fundo de Catástrofe, em detrimento da
criação Câmara Temática de Seguros do Agronegócio.
Outros pontos destacados são a melhora na relação com
consumidor, inclusive na interlocução com órgãos de defesa do consumidor, e o avanço no resseguro. “O mercado segurador brasileiro tem grandes perspectivas de investimento de companhias estrangeiras”, prevê para 2012.
Desafios
Diante da importância do setor para a poupança interna, o presidente da CNseg é enfático ao afirmar que um
dos grandes desafios é que isso seja reconhecido. “O
grande desafio do mercado e, principalmente da Confederação, é continuar com a transparência, e através de
todas as suas atividades mostrar ao público e aos formadores de opinião a nossa contribuição à economia nacional”.
A ampliação da facilidade de acesso ao seguro, a criação de produtos mais simples e adequados à população
emergente, e o incentivo ao mercado na ampliação de
práticas voltadas para a promoção do desenvolvimento
sustentável, são outros desafios do mercado de seguros
para 2012, na visão do presidente da CNseg.
Revista Cobertura
revistacobertura121..p65
O Projeto Estou Seguro, implantado no Morro Santa
Marta, no Rio de Janeiro, pela CNseg, em parceria
com a Organização Internacional do Trabalho (OIT)
em 2010, mostra resultados.
Segundo o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi, 200 apólices de seguros de acidentes pessoais e residenciais foram vendidas na comunidade.
“Além do trabalho que foi realizado junto à população para conscientização do que é o seguro, já formamos os quatro primeiros corretores de seguros que
foram escolhidos dentro da comunidade, que treinados, capacitamos e homologamos na Susep”, diz.
Rossi enfatiza que o projeto demonstra a oportunidade existente de colocação do seguro, tanto nas comunidades como nas pequenas cidades. “O ganho
do trabalho é justamente na construção de um novo
grupo consumidor”. Nesse cenário, é um objetivo do
mercado replicar o projeto em outras regiões.
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DROPS DE SEGUROS E AFINS
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Aumente suas
chances de vender
- Prepare-se –
Esteja constantemente ligado no
que é relevante
para o cliente.
- Mencione as
facilidades que o
cliente vai ter com o seguro – E repita
esses benefícios de várias formas diferentes. A repetição é uma forma de fixar
as imagens no cérebro do cliente.
- Fale uma linguagem que o cliente
entenda – Somente o conhecimento do
produto e das necessidades do cliente
não é suficiente. É preciso passar as informações de uma maneira clara.
- Coloque ação – Não se limite a citar
seus benefícios. Coloque-os em uma
historinha, faça o cliente se imaginar
usando o seguro.
- Use o ego e o poder – Coloque o
poder de decisão e o próprio cliente em
alta conta: “uma pessoa inteligente como
a senhora vai perceber logo que a economia que se faz com os serviços adicionais...”
- Use testemunhais – Conte histórias
sobre como o seguro ajudou outras pessoas, o compromisso que sua corretora
sempre mantém com os clientes, o que
as pessoas ganharam ao fazer negócios
com você, etc.
Boas vendas!
André Santos é corretor de seguros e
palestrante, além de autor dos livros “Seguros
de Vida e Previdência –
Modernas estratégias de
venda”; “Seguros: Como
vender mais e melhor!”;
“Dicas de Venda de Seguros” e “Transforme o
não em SIM”. Especialista em comunicação de venda é também diretor da
Treinaseg Consultoria e Treinamentos em
Seguros. Tel.:(11) 3662-0756 www.treinaseg.com.br
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Resseguro na Aviação
O seguro aviação é
um segmento que está
bastante ativo no mercado internacional. Conforme Marcos Castro,
presidente do Lloyds no
Brasil, um dos maiores
segurados no País, a TAM Linhas Aéreas tem grande experiência na compra de
resseguros e seguros. Na opinião de José
Maluf (foto), vice-presidente de Suprimentos, Contratos e Seguros da TAM, a abertura do mercado de resseguro fez diferença para a companhia. “Trabalhamos
com valores bem elevados e, com a abertura, em um primeiro momento tivemos
um ganho com relação ao resseguro. Mas,
com as restrições que foram impostas depois, acabamos sofrendo aumento nos custos dos seguros”, comentou.
Broker
Barreira do Protecionismo
Para
Nicolau
Daudt (foto), presidente da JLT Brasil
Holdings, o broker no
Brasil deve, em vez de
simplesmente ser um
colocador de risco,
atuar de forma a adicionar mais valor às colocações de resseguro. “É a
sofisticação do corretor de resseguro
que, até agora, foi quantitativa e daqui em diante será qualitativa”.
Para o diretor de
Mercados Internacionais
do Lloyds, José Ribeiro
(foto), o protecionismo
de governos em relação
aos seus mercados é
uma barreira para o desenvolvimento e exposição para a indústria. “Temos vários países redigindo novas
regulações ou leis que impedem ou restringem o acesso a esses mercados por parte
de seguradores e resseguradores”.
Certificado internacional
A Classic Seguros agora pertence ao seleto grupo de empresas latino-americanas a receber a
certificação internacional conferida
pela Latin American Quality Institute
(LAQI) às empresas que se destacaram em 2011 por praticarem gestões
inovadoras e de qualidade. “A
Classic Seguros demonstrou uma
melhoria constante em sua capacidade de inovação e em seu compromisso com a garantia de um crescimento sustentável em sua região”,
ressaltou o CEO e presidente da
LAQI, Daniel Maximilian da Costa.
Diretor executivo da Classic,
Hélio Loreno (à dir.), recebeu o
troféu das mãos do presidente do
Latin American Quality Institute
(LAQI), Daniel Maximilian
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
15/12/2011, 10:51
DROPS DE SEGUROS E AFINS
twitter.com/revcobertura
[email protected]
Classic reinaugura
filial no Rio de Janeiro
São Paulo passa a sediar escritório da Zurich para América Latina
A Classic Seguros reinaugurou sua filial no Rio de Janeiro. O escritório ganhou
uma estrutura mais moderna e funcional
para atender os clientes e corretores parceiros com qualidade e conforto. “O novo
espaço garante ao corretor as condições
necessárias para desenvolver seu trabalho de forma mais eficaz. Buscamos também aprimorar o atendimento aos nossos
clientes que poderão usufruir de um ambiente bastante confortável nas instalações
da nossa filial”, ressalta o gestor comercial da Classic Seguros, Clécio Fontoura. O
escritório da Classic fica na Rua Sete de
Setembro, 55, sala 501, Centro, Rio de
Janeiro. Telefone: (21) 3553-5400.
C.A.S.A. em Belo Horizonte...
A capital mineira recebe a segunda
unidade do Centro Automotivo de Super
Atendimento (C.A.S.A. SulAmérica) do
Estado. O novo Centro reforça a estratégia da SulAmérica Seguros de ampliar os
serviços e benefícios oferecidos aos clientes do Seguro Auto SulAmérica de todo
o País. O C.A.S.A. atenderá no bairro de
Aparecida, zona noroeste da cidade.
...e no bairro do Tatuapé
A seguradora inaugurou uma filial comercial e um C.A.S.A SulAmérica no
bairro do Tatuapé. Esta é a segunda unidade da seguradora na região, que já
contava com uma filial e um C.A.S.A.
localizados no Shopping Aricanduva.
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A Zurich Seguros inaugurou em São
Paulo o novo escritório de sua Regional
de Seguros Gerais para a América Latina. Até então, a Regional da seguradora era localizada em Miami (EUA).
A mudança, anunciada no fim de 2010,
representa o forte comprometimento do
Grupo Zurich em expandir sua atuação
no mercado latino-americano, especialmente no brasileiro.
Segundo o CEO de Seguros Gerais
para a América Latina, Antonio Cássio
dos Santos, “tradicionalmente, a Zurich
é muito forte na Europa e EUA. Desde
2008, o Grupo vem intensificando seus
investimentos na região de forma a fortalecer sua posição. A transferência do
escritório regional é apenas uma das
ações previstas, que incluem também a
parceria com o Banco Santander, o reforço da equipe regional e o investimentos em tecnologia”.
Divulgação
ZAC em Vitória
A Zurich Seguros inaugurou uma unidade de atendimento
ao corretor de seguros em Vitória (ES), passando assim a contar com estruturas comerciais em todas as capitais do Sudeste. “A estratégia da Zurich é capilarizar ainda mais seus centros de negócios e unidades de atendimento com o objetivo de
chegar mais próximo de corretores e clientes finais, sejam
estes individuais ou empresariais”, comenta Marcus Vinicius
Martins, CEO de Autos e Seguros Gerais da Zurich Seguros.
CESCEBRASIL tem em novo
endereço em Porto Alegre
Localizado no Jardim Europa, bairro nobre de Porto Alegre (RS), o novo
escritório da CESCEBRASIL possui instalações modernas, fortalecendo a identidade da empresa na região Sul.
...e inaugura novo escritório em Fortaleza
Disposta a investir no Nordeste, a
CESCEBRASIL inaugurou novo escritório em Fortaleza. O empreendimento
será a oitava filial da empresa no País
e chega com a missão de suprir as de-
mandas crescentes da região, que cresceu 37,1% entre 2003 e 2010, desempenho superior à média nacional
(32,2%), segundo dados do Banco
Central.
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Mondial Assistance Brasil
conquista certificação PCI
A Mondial Assistance Brasil conquistou em outubro deste ano, o
renomado certificado PCI-DSS. Para
garantir a disponibilidade, integridade e confidencialidade dos dados de
cartão de crédito de seus clientes, a
Mondial Assistance Brasil foi em busca de uma das mais renomadas e difíceis certificações do setor de cartão
de pagamento. O PCI DSS (Payment
Card Industry – Data Security
Standard) é uma norma de segurança
criada para proteger a privacidade
dos consumidores e os dados de cartão de crédito informados no ponto
de venda, durante o trânsito desses
dados até o fim do processamento.
Trata-se do mais alto padrão internacional exigido para garantir esse tipo
de segurança. A utilização do certificado já é bastante difundida nos Estados Unidos e na Europa.
“Essa certificação
PCI DSS mostra o
compromisso da companhia com a segurança dos dados dos
nossos clientes, através dos mais altos padrões internacionais
de manuseio de dados dos cartões de crédito. Ela vai
nos permitir crescer mais, atendendo
as exigências de nossos clientes globais”, afirma Dan Assouline (foto),
diretor presidente da Mondial e CEO
para a região America Latina.
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Procura por pacote com serviços relacionados
ao auto cresce com a renda da população
Cresce no Brasil a procura dos consumidores por pacotes de assistência
24 horas independentes do seguro.
Essa tendência, que acompanha a estabilização econômica e a ascensão
das classes C e D, revigorou o mercado de Assistência 24 horas no Brasil e atraiu novos players, como a Ikê
Assistência do Brasil, empresa de origem mexicana que mantém atualmente em sua base 250 mil clientes de planos desse tipo.
“Boa parte da frota de veículos
circulante no País não possui seguro e
grande parte deste contingente começa a descobrir que pode ter serviços
como guincho, consertos de defeitos
automotivos ou em suas residências
por menos de R$ 20 ao mês com o plano de assistência 24 horas”, constata
Anderson Lagoa (foto), CEO da Ikê
Assistência do Brasil.
Lagoa lembra que até bem pouco tem-
po, os produtos de
assistência 24 horas
eram utilizados principalmente por clientes corporativos,
ou seja, empresas
com grandes frotas
que faziam seu próprio gerenciamento
de riscos ou bancos, montadoras e
operadoras de cartão de crédito que ofereciam estes benefícios como diferenciais para seus clientes. Estes pacotes
oferecem desde a disponibilização de
chaveiros e guinchos até o serviço de
babás ou uma segunda opinião médica.
“Hoje, percebemos um grande interesse
do cliente pessoa física, principalmente
pelo preço atraente em relação a uma
apólice de seguros completa e pela quantidade de serviços que o plano de assistência 24 horas oferece”, afirma.
Atendimento a denúncias de fraudes pela internet
A Tempo Assist lançou um canal de
denúncia de fraudes pela internet. Disponível para prestadores de serviço, clientes e beneficiários do Grupo Tempo
Assist, a ferramenta permite o relato de
qualquer comportamento ou fato prejudicial à companhia e aos serviços oferecidos, ou ainda que fira o Código de Ética e Conduta da empresa.
O canal aceita registros de modo anônimo ou identificado – este último voltado para os casos em que o relator concorde em ser contatado para esclarecimento de dúvidas sobre a situação relatada. As informações recebidas são tratadas com confidencialidade e acessadas
somente pelos profissionais envolvidos na
apuração e do Comitê de Ética.
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Dicas de Branding
para Corretores
A fila andou
Em maio escrevi sobre a estrutura de
um processo de ‘branding’. Era a verdade da época. Hoje, sete meses depois,
seu cliente conquistou status de consumidor e, portanto, ganhou outros pontos
para contato.
- Um site onde está exposta sua personalidade; as ações de que a empresa
participa; o que os funcionários pensam
da empresa e até fotos dos eventos internos para demonstrar como a empresa se relaciona com eles.
- Uma fan page, instrumento da rede
social com o objetivo de ofertar produtos, postar notícias que interessam a clientes, comunicar lançamentos de produtos, bem como ratificar seus diferenciais.
Então, quem estiver programando a
profissionalização da gestão de sua
corretora por meio da implementação
de ‘branding’, em busca de fidelização,
terá que juntar ao ‘molho’ estas ações.
Só assim encontrará formas de contato
que poderão alcançar o mais alto nível
de relacionamento com o público que
desejar. Boas Vendas!
* Donizetti Ferreira
é diretor de Marketing
da Company Design
Gráfico e Impressões
Especiais. Para mais
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Marca global
mais sustentável
em serviços
financeiros
As filiais da Allianz Seguros em Porto Alegre, Ribeirão Preto e São José do
Rio Preto, inauguradas este ano, já ganharam uma economia de cerca 30%
em energia elétrica. As unidades contam com a utilização de energia solar.
Além disso, foi adotado sistema para
aproveitamento de água da chuva e os
móveis são todos de madeira certificada. A companhia também instalou um
sistema de ar-condicionado e iluminação que permite reduzir o consumo.
Em paralelo com as ações no País,
o Grupo Allianz desponta como a marca global mais sustentável em serviços
financeiros. A seguradora aparece na
21ª posição geral no relatório Best Global Green Brands, que mostra as marcas mais sustentáveis do mundo, feito
pela consultoria Interbrand, líder mundial em avaliação de marcas. A classificação elevada da companhia é resultado do compromisso de longo prazo da
empresa com iniciativas ‘verdes’ e o
constante desenvolvimento e melhoria
de soluções sustentáveis.
Em cada lugar, um risco
Planejar e mitigar são as palavras de ordem para o presidente da
RSA Seguros, Thomas Batt (foto).
Ele é defensor da postura de que o
seguro tem de fazer parte de todo o
processo da instalação de uma empresa, sendo um importante instrumento de prevenção e o último item
a ser utilizado no processo de
gerenciamento de risco.
“Se o cliente vai construir uma
nova fábrica, queremos que ele nos
chame quando for desenhá-la, porque poderemos dar, junto com o corretor, sugestões de melhorias do ris-
co”, diz Batt, para
quem o empresário que fizer isso
estará na frente.
“O seguro deve
ser encarado
como aliado para
gerenciar o risco.
Precisamos sair
da inspeção e
focarmos
o
gerenciamento”,
acrescenta ele, sobre algo que avalia
como uma evolução da prestação de
serviço e da cultura do seguro.
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Receita Líquida da
Tempo Assist cresce 5,4%
A Tempo Assist
finalizou o terceiro trimestre de
2011 com receita
líquida de R$
272,3 milhões,
aumento de 5,4%
em relação ao segundo trimestre
do ano. Entre os
motivos para o
melhor desempenho estão maior volume de repasse dos custos médicos no segmento de Serviços de Saúde, o que implica em
um aumento de ‘fee’ no serviço
de
aluguel
de
rede;
renegociação de contratos e incremento do número de itens no
segmento Assistência e a expansão da base de beneficiários da
Seguradora de Saúde.
Entre julho e setembro, o ebitda
contábil da companhia subiu
24,8%, somando R$ 11,7 milhões.
O lucro líquido atingiu R$ 10,1 milhões no período, resultado 145%
superior ao verificado no 2T11.
“Os resultados são decorrência
dos esforços comerciais provenientes da nova política de expansão da Companhia”, explica Marcos Couto (foto), CEO da Tempo
Assist. “A conquista de novos contratos para as áreas de assistência e serviços de saúde, bem como
a revisão das estruturas comerciais e de gestão da unidade de
odontologia trazem perspectivas
muito animadoras para o ano de
2012”, concluiu Couto.
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Apólice via smartphone e tablet
Os segurados da Liberty
Seguros já podem ter acesso
via smartphone e tablet ao
menu “Meu Espaço”, uma
ferramenta locada no site
institucional da companhia por
meio da qual o segurado tem
acesso a todas informações
sobre suas apólices de seguro. O objetivo é permitir mais
agilidade e eficiência e reunir, em ambiente exclusivo,
todas as informações de interesse do
segurado, como download de manuais,
dados da apólice (vigência), serviços
adicionais contemplados na apólice, entre outras informações.
Por meio da ferramenta também é
possível visualizar os pagamentos realizados (assim como os que estão em aberto) e comunicar sinistro. “Queremos oferecer mais comodidade aos clientes para
que, em poucos cliques, ele
tenha acesso a todas as informações sobre o produto que
contratou”, afirma Adriana
Gomes (foto), diretora de
Marketing da Liberty.
Durante o desenvolvimento da ferramenta houve a preocupação em oferecer um
produto prático, completo e
seguro. “Nós temos uma preocupação muito grande com
relação à segurança da informação. Recentemente, conquistamos a
certificação Cybertrust Security –
Certified Enterprise, emitida pela Verizon,
que atesta que a companhia adota as melhores práticas para a proteção de dados
sigilosos, como as informações de clientes, por exemplo”, explica a diretora de
Tecnologia da Informação da Liberty,
Ana Lucia D’Amaral.
Jopema passa a integrar grupo Dekra
Após criteriosa avaliação junto aos
clientes, a Dekra Brasil – multinacional
de origem alemã - identificou como estratégica, promissora para seus planos
de expansão no País, a aquisição de
participação societária da
Jopema Reguladora de
Sinistros. A decisão pela
aquisição se deu pela forte presença da Jopema
nas principais praças brasileiras, grande conhecimento técnico e o
profissionalismo atestado
por seus clientes.
O acordo foi fechado
em 11 de novembro de
2011 e, com ele, a Dekra
Brasil passa a oferecer
em seu portfólio de produtos e serviços a regulação de sinistros
residenciais, empresariais e veiculares, tão importantes nos segmentos em
que atua. “A regulação de sinistro é
uma das competências importantes dentro do nosso mercado, e pretendemos
com esta aquisição
ofertar este serviço
a nossos clientes, a
exemplo do que já
ocorre nos mais de
50 países que atuamos”, comenta Marco de Lucca, presidente da Dekra Brasil (foto à esq.).
Revista Cobertura
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Case brasileiro na Conferência
Internacional de Microsseguos
O projeto de seguros para populações
de baixa renda da Zurich Seguros em
parceria com o Instituto Palmas (instituição pioneira no Brasil na área de
microcrédito), foi um dos cases apresentados durante a 7ª Conferência Internacional de Microsseguros, realizado em novembro, no Rio de Janeiro. No
evento, estiveram reunidos especialistas do mundo inteiro na área de
microsseguros, sendo que apenas três
palestrantes brasileiros fizeram parte da
programação.
No projeto apresentado, a Zurich
Seguros e o Instituto Palmas desenvolveram um seguro, denominado Palmas
Microsseguro, formatado especialmente para a população de menor renda.
Este produto oferece coberturas de
Vida, Assistência Funeral e Sorteio
(com sorteios mensais de R$ 5 mil), por
apenas R$ 35,00 a anuidade. Este projeto foi lançado de forma pioneira em
Fortaleza em novembro de 2010, e vem
sendo expandido para outras cidades por
meio da Rede Brasileira de Bancos Comunitários. Atualmente, ainda é oferecida uma versão simplificada do produto, o Palminhas, que sai por apenas R$
10 a anualidade.
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Shows com cobertura Berkley
Show de Eric Clapton, que se
apresentou no HSBC Arena, no Rio
de Janeiro (RJ), para um público
estimado em 24 mil pessoas
Outra apresentação de destaque foi
o show de Lulu Santos, que foi
realizado Ginásio de Esportes do
Tênis Clube de Campinas
A Berkley International Brasil foi a
responsável por segurar alguns dos
principais shows realizados no País durante o mês de outubro. O mais recente
foi a turnê de sete dias da cantora Sade
que veio ao Brasil pela primeira vez.
Foram contratadas garantias básicas do seguro para Eventos - Cancelamento do Evento; Não comparecimento (para qualquer um dos quatro
integrantes da banda); além de Responsabilidade Civil de Eventos; Imó-
veis (incêndio, danos elétricos, danos
por água e quebra de vidros); Instalação e Montagem; Produtos; Fornecimento de Bebidas e Alimentação;
Cruzada e Danos Morais.
Como garantias adicionais havia
Responsabilidade Civil - Bens de Terceiros e Empregador; Bens de Escritório Avançados; Equipamentos Diversos para Realização do Evento;
Marquises Temporárias e objetos
Cenográficos e Decoração.
Prêmios para corretores
A Renaseg premiará ao
final desse ano com uma
moto Honda Biz zero km
os três corretores parceiros que mais se destacaram nas comercializações
de produtos das seguradoras representadas pela assessoria em seguros
durante a campanha de produção
lançada em julho.
Serão premiados com uma moto
Honda Biz zero km os três corretores
que mais se destacaram nas produções das seguradoras Chubb, Zurich,
Tokio Marine, Marítima,
RSA, ACE, UBF, Berkley,
Excelsior,
Nobre,
SegurViaje, Mutual e
American Life durante
esse período.
Segundo os diretores da assessoria sediada no interior paulista Alberto E. Novais, Aldo R. Rinaldi e
Claudinei F. Santos –, a realização
da campanha é uma forma de retribuir o prestígio aos corretores e às
seguradoras representadas pelo
apoio e parceria. (Camila Alcova)
Revista Cobertura
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Você passa o ano cuidando dos planos de muitas pessoas
e, neste Natal, desejamos que você realize os seus.
As famílias reunidas ao redor da mesa, os sorrisos, a troca de presentes. O Natal é uma data
esperada por muitos, e é graças a você, que entende o quão é importante realizar seu objetivos,
que as pessoas se reúnem para compartilhar histórias e continuar a fazer planos, sempre bem
cuidados e com muita saúde.
UMA HOMENAGEM DA UNIMED PAULISTANA ÀQUELE QUE TORNA POSSÍVEL A REALIZAÇÃO
DOS PLANOS DE NATAL: O CORRETOR.
O nosso plano é fazer com que você viva o seu.
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NOBRE SEGURADORA performance
Tradição e inovação na
conquista de lideranças
Posicionada entre as 20 maiores seguradoras do Brasil, 11ª no ranking
das mais rentáveis e oitava entre as de menor índice de sinistralidade,
a Nobre Seguradora superou as expectativas de crescimento em 2011
S
egundo o diretor-presidente da Nobre, Pedro
Jorge de Almeida Albuquerque, a companhia
encerrará 2011 com quase R$ 0,5 bilhão em
faturamento e patrimônio líquido de aproximadamente R$ 60 milhões. “Diante deste resultado, projetamos crescimento de 20% para 2012 ou, ainda, um
percentual maior se contarmos com a possibilidade de aquisição de carteiras ou até mesmo de outra companhia”.
“A Companhia segue confiante em seus objetivos mantendo a sua capacidade econômico-financeira para operar em todo o território nacional e em todos os ramos de
seguros, ou seja, os ramos danos e pessoas”, acrescenta
o vice-presidente Emmanuel Wagner A. Albuquerque.
A Nobre é a primeira seguradora independente no
ranking nacional, não pertencente a bancos ou a capital
estrangeiro e opera com seguros tradicionais e exclusivos. No Brasil, é pioneira no seguro para profissionais
da área da saúde; é a maior seguradora independente no
seguro agrícola, e a única seguradora a disponibilizar seguro da franquia para automóveis, como produto. É ainda
especializada em soluções para Seguro de Vida, Residência,
Empresa, Garantia Contratual, Responsabilidade Civil Profissional para Engenheiros e Riscos de Engenharia, Aeronaves, entre outros.
No seguro de Responsabilidade Civil Transportador
Rodoviário e no Facultativo Complementar de Viagem
- o RC Ônibus e RC passageiros - a Nobre mantém a
liderança, mas continua sempre inovando em serviços e
tecnologias para aprimorar o atendimento a corretores
e clientes.
Outro seguro em que a Nobre mantém a liderança é o
Responsabilidade Civil Profissional para a área da saúde.
Neste segmento, possui uma importante parceria com a
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revistacobertura121..p65
Pedro Jorge de
Almeida Albuquerque,
diretor-presidente da
Nobre Seguradora
“Diante deste resultado, projetamos
crescimento de 20% para 2012”
Revista Cobertura
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15/12/2011, 10:51
Cláudio Amaral, diretor vicepresidente operacional
da Nobre Seguradora
Federação das Unimeds de São
Paulo - composta por 84
Unimeds Singulares espalhadas
pelo Estado, com 22 mil médicos
cooperados.
O seguro Agrícola é outra importante carteira, em que
a companhia é detentora de uma grande fatia de negócios
do mercado.
Seguindo os princípios corporativos para manutenção
do crescimento da companhia, Cláudio Amaral, diretor
vice-presidente operacional da seguradora, garante ser imprescindível o resseguro, seja pelo papel alavancador de
Luis Eduardo Almeida
Albuquerque, vice-presidente
da Nobre Segurtadora
negócios
ou
pela
homogeneização de carteiras. A
maioria dos tratados de resseguros
é
firmadas
com
resseguradores locais em
percentuais superiores a oferta preferencial mínima.
Outro ponto importante, conforme o vice-presidente
Luis Eduardo Almeida Albuquerque, é a tecnologia e
a capacitação de colaboradores. “Investimento em
pessoal e tecnologia foram fatores preponderantes
para melhoria no desempenho da área de sinistros da
companhia”.
Nobre implanta Sistema ERP
na plataforma Microsoft Windows Azure
O diretor vice-presidente da Nobre Seguradora,
Emmanuel Wagner A. Albuquerque, afirma que a Nobre Seguradora será pioneira na utilização da plataforma MS Windows Azure para implantar seu sistema
corporativo como SaaS - Software as a Service.
A escalabilidade, a segurança e a performance existentes na plataforma MS Windows Azure permitem atender aumentos de demanda decorrente do crescimento
da seguradora.
A versão do SIES ERP na plataforma Windows Azure,
oferece interface intuitiva com usuários, recursos de
segurança e confiabilidade, ferramentas para acessar
dados armazenados em cloud computing, suporte completo para processamento multi-instâncias e flexibilidade para acessar o sistema de qualquer dispositivo
móvel e de qualquer lugar através da internet.
A capacidade desta inovadora tecnologia permitirá
à Nobre Seguradora disponibilizar serviços para Corretores, Prestadores de serviços, Clientes e Parceiros
Comerciais em tablets, iPhone, celulares e outros dispositivos móveis conectados na internet.
Revista Cobertura
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Segundo Paulo Cezar Fonseca, diretor de Tecnologia
da Ampsoft Informática, empresa que desenvolve soluções em sistemas para o mercado segurador há mais de
20 anos, a Ampsoft como parceira ISV da Microsoft se
destaca como a única empresa brasileira que atualmente possui um ERP para Seguradoras na plataforma MS
Windows Azure. Ele ressalta ainda que como parceira
da Intel na modalidade Intel Premier Elite obteve todo o
suporte necessário para
otimizar o uso de recurso dos
processadores Intel na solução
SIES ERP utilizando multithreading e paralelismo.
Emmanuel Wagner
A. Albuquerque,
diretor vice-presidente da
Nobre Seguradora
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Prêmio Nobre Seguros 2011
O Troféu “Você faz um Brasil mais Nobre” é uma homenagem da Nobre Seguradora para seus produtores, segurados, funcionários e autoridades que, de alguma forma, contribuíram para a evolução do seguro. São trabalhos que priorizam a
modernização das formas de contratação, abrangência de
coberturas e adoção de medidas que
repercutiram direta ou indiretamente na redução de sinistros, nos resultados das corretoras, companhias seguradoras, resseguradoras, ou seja, em benefício para a sociedade brasileira. A seguir as fotos da premiação identificadas da esq. p/ dir.:
“Você faz um Brasil mais Nobre”
Luiz Carlos Montini, corretor; Cel.
Alfredo Vieira das Neves, presidente, e
Dr. Milton Cardoso Ferreira Souza,
diretor jurídico da Ass. de Aux. Mútuo
dos Oficiais da Polícia Militar
Frank Aguiar, vice-prefeito de São Bernardo
do Campo; Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque, diretor presidente da Nobre
Seguradora do Brasil S.A., e Campos
Machado, deputado estadual, presidente do
PTB-SP, secretário nacional do partido e líder
na Assembleia Legislativa de São Paulo
Campos Machado, deputado estadual, presidente do
PTB-SP e secretário nacional do partido; Pedro
Jorge de Almeida Albuquerque, diretor presidente da
Nobre Seguradora do Brasil S.A.; Solange de Fátima
Pessoa de Almeida Albuquerque, primeira dama da
Nobre, e José Benedito Pereira Fernandes,
secretário de Governo do Estado de São Paulo
Pedro Jorge de Almeida, Paulo
Miguel Jr., Marta Perez e Sérgio
Perez, representantes da Paluama
Corretora de Seguros
Ademar de Souza (Sucursal Florianópolis),
Carlos David Lobo Rezende (Sucursal Goiânia)
e Pedro Jorge de Almeida Albuquerque,
presidente da Nobre Seguradora
José Benedito Pereira Fernandes, Campos
Machado, Pedro Jorge de Almeida
Alburquerque e J.B Franco de Godoi
J. B. Franco de Godoi,
desembargador do Tribunal de
Justiça de São Paulo; Pedro
Jorge de Almeida Albuquerque e
Luis Eduardo Almeida
Albuquerque, vice-presidente da
Nobre Seguradora
José Rômulo da Silva, presidente
do Sincor-ES, e Osmar Bertacini,
presidente do CVG-SP
Pedro Jorge de Almeida Albuquerque;
Robert Bittar, presidente da Escola
Nacional de Seguros e vice-presidente da
Fenacor, e Altamir Dias,
diretor comercial da Nobre Seguradora
Paulo Cezar Fonseca,
diretor da Ampsoft
Informática Ltda., e
Marcos Vinícius de
Andrade, diretor de TI da
www.revistacobertura.com.br
Nobre Seguradora
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revistacobertura121..p65
Campos Machado, deputado
estadual, presidente do PTB-SP,
secretário nacional do partido e líder
na Assembleia Legislativa de São
Paulo, e Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque, diretor presidente da
Nobre Seguradora do Brasil S.A.
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Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Sérgio Augusto
Almeida Braga, empresário na
área de Transportes e diretor
presidente da Total Indústria
Canavieira S.A., e José Benedito
Pereira Fernandes, secretário de
Governo do Estado de São Paulo
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque, Janio Roberto
Frantz, vice-presidente da
Associação de Turismo do Rio
Grande do Sul e Misael de Lima,
diretor técnico da
Nobre Seguradora
15/12/2011, 10:51
Leonardo André Paixão,
presidente do IRB-Brasil
Re, e Solange de Fátima
Pessoa de Almeida
Albuquerque, primeira
dama da Nobre
Revista Cobertura
Corretoras Homenageadas
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque, Sérgio Linhares,
da Transeguro Corretora de
Seguros – Destaque RCO
Minas Gerais, e Regina
Drumond Ferreira
José de Sousa Barbosa, diretor comercial;
Pedro Jorge de Almeida Albuquerque; Ana
Paula Dias Cabral, da Única Administração
e Corretagem de Seguros – Destaque RC
Táxi (RJ), e Humberto Gustavo Sebastião,
diretor técnico
José de Sousa Barbosa; Pedro Jorge
de Almeida Albuquerque; Robson
Reginato Teixeira, da Bellco Corretora
de Seguros - Destaque Seguro Garantia
(SP); Priscila Oliveira Teixeira e
Marcello de Souza
Pedro Jorge de Almeida Albuquerque;
Ivanildo Júnior; Rosyane Cândido, da
Bertier Corretores de Seguros Destaque: Maior Corretora Parceira
RCF/RCO (Pernambuco), e Ernesto
Schibuola
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque, Liliana Valle, da
Sorella Consultoria e
Corretora de
Seguros - Destaque Líder
Produtos RCF/RCO
(Blumenau-SC), e
Sérgio Passold
Pedro Jorge de Almeida
Pedro Jorge de Almeida
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque, Jayr Riccetto, Albuquerque, Valmir Terentin, Albuquerque; Cláudio Fraga
da Silva, da Rodocor
da Terst Corretora de
da Versatilidade Corretora de
Corretora de Seguros Seguros - Destaque RC
Seguros - Destaque Seguro
Ônibus Fretamento/Turismo Homenagem pelos 50 anos de
Vida (SP), e Ademir
(SP), e José Flávio Soares atuação no Ramo de Seguros,
Jeronimo
e Cláudio Goulart Silva
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Francisco
Walmir de Sales, da Contigo
Corretagem e Administração
de Seguros - Destaque Maior
corretora parceira RCF/RCO
(Rio Grande do Norte), e
Daniel Robson Moreira
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Carlos Alberto
Dosea dos Santos, da Dosea
Corretora de Seguros Destaque Maior Corretora
Seguros RCF/RCO
(Sergipe), e Hodson
Menezes
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Alexandre da
Silva Galindo, da Belga
Consultores e Corretora de
Seguros - Destaque Maior
Corretora Parceira RCF/
RCO (Mato Grosso), e
Swdsky Stragevitch
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Robert
Kennedy Ramella, da
Jomani Corretora de
Seguros - Destaque Maior
Corretora Seguro Vida de
Santa Catarina, e Ademar de
Souza
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; José Maria
Coelho, da Coelho
Administração e Corretagem
de Seguros - Destaque RCO
(RJ), e Maria Arminda
Ribeiro
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Márcio Silva
Chaves, da York Brukan
Assessoria e Administração
de Seguros - Destaque
RCF/Vida Cooperativas
(SP), e José de Sousa
Barbosa
Pedro Jorge de Almeida
Pedro Jorge de Almeida
Albuquerque; Eugênio Tadeu
Albuquerque;
Cintra - Destaque Maior
Marta Perez, da Paluama
Corretora Seguro RCP Vitória/ Corretora de Seguros ES, e Albano Martins
Destaque Maior Corretora
D’Assunção
Produto APP Facultativo
Viagem (SP), e Claudio
Amaral Caldas
Colaboradores Homenageados
CATEGORIA “COMPROMETIMENTO”________________________________________________________________________ CATEGORIA “REVELAÇÃO”_________________
Roberto Dória Andréa Moscareli
Carla Benatte,
Leandro, Pereira, secretária coordenadora do
Administrador de da presidência, e Departamento de
Redes
Pedro Jorge de
Sinistro de
Almeida Pessoas, e Luis
Albuquerque Eduardo Almeida
de Albuquerque
Revista Cobertura
revistacobertura121..p65
Alex Silva
Marcos Jader Yoshida, Cláudio Amaral
Bianca Queiroz Robson Pereira
Sousa, analista
Francisco coordenador do Caldas e Fábio Juvino – auxiliar Lima, analista de
técnico pleno, e
Almeida,
Departamento Gomes Rocha, administrativo da
Sinistros RC
José de Sousa coordenador do de Resseguros, coordenador do
Central de Danos Materiais,
Barbosa Departamento de
e Humberto
Call Center
Atendimento e Felipe Coelho,
Faturamento de
Gustavo
Corretor/
gerente da
Riscos Pessoais,
Sebastião
Consumidor
Divisão de
e Marcos Vinícius
(CACC), e Misael Sinistros de RE
de Andrade
Lima
twitter.com/revcobertura
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Leonardo Faria
Palmeira,
auxiliar técnico
do Seguro
Agrícola, e
Misael de Lima
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AVIATION cenário
Por Karin Fuchs
Cresce
número de
acidentes
aéreos
126 registros até a segunda quinzena
de outubro deste ano, enquanto
em todo o ano de 2001 ocorreram 73 acidentes
N
a última década, quase dobrou o número de
acidentes aéreos no País. Segundo o Centro
de Investigação e Prevenção de Acidentes
Aeronáuticos (Cenipa), foram 126 registros até
a segunda quinzena de outubro deste ano, enquanto em todo o
ano de 2001 ocorreram 73 acidentes. Apesar deste aumento,
especialistas do mercado de seguros e resseguros preveem que
não necessariamente haverá alteração nos preços.
“Com o aumento do número de acidentes aéreos, o mercado poderá fazer algumas restrições para a aceitação do
risco e, consequentemente, ter alguma elevação na taxa do
seguro”, avalia Robert Hufnagel, diretor de Ramos Elementares da Chubb do Brasil Seguros.
Joseph Strickland, vice-presidente sênior, Underwriting
Contas Nacionais da Allianz Seguros complementa: “o raciocínio lógico é de que o número de acidentes que podem ocorrer numa área afeta as condições oferecidas pelas seguradoras. Mas, na verdade, as seguradoras olham também outros
fatores, como a diversificação da carteira.”
O que, de acordo com ele, significa dizer que se a companhia atua em diferentes áreas, existe a preocupação em desenvolver negócios nas que têm maior possibilidade de crescimento. “Assim, cria-se um mecanismo de compensação den30
30
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Mais capacidade e maior
concorrência garantem
manutenção de preços nos
mercados de seguro e resseguro
tro das linhas de negócio e entre diferentes linhas também.
Essa diversificação é que vai dar o spread, vai pulverizar os
riscos entre diferentes linhas, diferentes regiões ou períodos.
Um país pode ter um ano ruim, por exemplo, mas isso será
compensado por outros países onde isso não vai ocorrer.”
Para Humberto Marques Siqueira da Silva, diretor comercial da Bradesco Auto/RE, o que dita as regras é a concorrência. “Entendemos que não haverá aumento no custo do
seguro no Brasil, principalmente pela grande concorrência
do mercado”. Já na ponta do lápis, Marcia Regina Fonseca
Lima, da Coordenação de Riscos Aeronáuticos do IRB-Brasil Re, comenta que até julho deste ano, com base em dados
da Susep, o montante em prêmios segurados foi de R$ 164
milhões, enquanto o volume de sinistros segurados somou R$
82 milhões. “Considerando esses números, podemos concluir
que o mercado tem arrecadado mais prêmio, do que pagou
de sinistros no mesmo período.”
Critérios
Além dos diversos detalhes técnicos que são examinados
antes de aceitação de uma apólice, outros itens também são
considerados pela Allianz. “Como, por exemplo, a cultura da
Revista Cobertura
Cobertura
Revista
twitter.com/revcobertura
twitter.com/revcobertura
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Coberturas
segurança e a filosofia de
Para o executivo da
trabalho de cada cliente.
Allianz, sem dúvida o
Isso envolve não só o lado
foco deve ser na segutécnico diretamente ligado
rança. “Sabemos que
às aeronaves – como a openosso papel é focar as
ração e a manutenção –,
questões de segurança,
mas também inclui a aborseja na relação com os
dagem gerencial que o cliclientes, como com os
ente dispensa à atividade.
corretores, visando o auAlém do seguro obrigatório determinado pela Agência Na- mento dos níveis da seQuando a gente mantém um
diálogo aberto e muito pró- cional de Aviação Civil (Anac), o R.E.T.A (Responsabilidades gurança no Brasil. Ela é
ximo com o cliente, é possí- do Explorador ou Transportador Aéreo) que inclui cobertura um quesito vital, mas
vel avaliar esses itens”, des- de casco e para terceiros, as seguradoras oferecem produtos estamos atentos a muitos
mais sofisticados. A Allianz dispõe de coberturas como guer- outros elementos que
taca Strickland.
Em números, Hufnagel ra, despesas médicas, peças sobressalentes, danos morais e compõem o quadro geral
compara que o aumento da despesas com aeronave substituta e primeiros socorros. A da aviação, como
sinistralidade está direta- Chubb tem o seguro para o RC Hangar e a Bradesco Auto/ i n f r a e s t r u t u r a
mente relacionado ao cres- RE, com o Bradesco Seguro Aeronáutico, oferece condições aeroportuária de modo
cimento da frota. “Em 2010, especiais para as Garantias Casco e RC 2º Risco.
geral, operações dos aea sinistralidade da carteira
roportos, parqueamento
do mercado aeronáutico estava próxima a 67%, ante 54% no de aeronaves, radares, torres de controle, equipamentos,
ano anterior. “Isso se deve à queda de taxas, fruto da acirra- tecnologia, até o treinamento de pessoal”, pontua.
da concorrência, mais do que ao aumento do número de aciJá na Bradesco Auto/RE, além da análise criteriosa com
dentes. Se observarmos a estatística do Cenipa, o número base nas informações fornecidas através de questionário esrecorde de 125 acidentes pode ser explicado pelo aumento pecífico para cotação, tais como experiência do piloto, local
da frota.”
de hangaragem, rotinas de manutenção, inspeções prévias
Em comum, os executivos da Bradesco Auto/RE e da são feitas em todas as aeronaves, exceto nas que saíram de
Chubb comentam que os principais motivos dos acidentes fábrica (zero quilômetro).
são atribuídos a razões mecânicas e, principalmente, falha
humana. Na Chubb, por exemplo, é oferecido o curso CRM
Ajustes nos preços
(Gerenciamento de Recursos de Equipes) para os pilotos dos
segurados, com o objetivo de reduzir a incidência de falha
De acordo com Marcia Regina, do IRB-Brasil Re, dos
humana na operação da aeronave, uma maior eficácia na acidentes reportados pelo Cenipa neste ano, os sinistros redecisão da tripulação e a conscientização dos tripulantes so- presentam uma parcela de aproximadamente 20%. “Porém,
bre a sua responsabilidade nesse processo.
os impactos na carteira somente serão totalmente conheci-
Luciana Ribeiro, gerente de
Aeronáutico da Willis
Corretores de Seguros
Revista Cobertura
Cobertura
Revista
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Cristina Raposo, diretora
executiva da Willis
Corretora de Resseguro
Marcia Regina,
da coordenação de Riscos
Aeronaúticos do IRB-Brasil Re
[email protected]
[email protected]
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31
31
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AVIATION cenário
dos ao final do período”, antecipa.
Sobre os impactos nos preços, ela adianta
que a princípio não haverá, porque não se trata
de evento catastrófico como foi, por exemplo,
o atentado de 11 de setembro. “Mas, pontualmente e dependendo da severidade das perdas, poderão ocorrer ajustes de prêmios pela
experiência do operador, individualmente.”
O IRB-Brasil Re, que detém uma participação entre 60% e 70% das indenizações dos
riscos de acidentes aéreo, teve, nos últimos
anos, um crescimento médio de 20% de participação deste mercado. “O mercado de aviação está muito aquecido e quanto maior o
número de aeronaves, maior a demanda por
serviços ligados à atividade aeronáutica, incluindo o seguro. Porém, em um universo de
cerca de 12,5 mil aeronaves, pouco mais que
3 mil estão seguradas no País, o que é muito
pouco. Desse total de aeronaves seguradas,
menos de 10% são de aeronaves executivas”,
compara.
Na corretagem
Evolução da frota
Ano
Frota
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
10.055
10.067
10.253
10.393
10.536
10.646
10.858
11.296
11.896
12.310
*Fonte: Anuário da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG)
** Do total da frota de 2010, pouco mais de 500 são comerciais.
A grande maioria, mais de 11 mil são aeronaves particulares
Luciana Ribeiro, gerente de Aeronáutico da
Willis Corretores de Seguros, conta que em
função da grande concorrência no mercado
de seguros, observa-se uma importante queda de preços no
mercado brasileiro. Cristina Raposo, diretora executiva da
Willis Corretora de Resseguros, complementa, afirmando que
a queda no câmbio do dólar americano contra o real também
tem favorecido a contratação de seguros a preços inferiores,
bem como para a modernização da frota brasileira, “com
isso temos visto o investimento das empresas de aviação na
aquisição de novas aeronaves”, fator importante na determinação do custo do Seguro.
Como o cliente não está só em busca de preço, mas sim
Robert Hufnagel, diretor
de Ramos Elementares
da Chubb do
Brasil Seguros
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de bom atendimento e eficácia, quando ocorre um sinistro, a
corretora oferece um serviço completo reunindo as expertises
do seguro e do resseguro. “A Willis tem investido forte nesse
segmento - temos departamentos especializados atuando somente com aviação e trabalhamos completamente em parceria a parte de seguro e resseguro”, afirma Luciana.
Desta forma, a Willis no Brasil faz, não apenas a colocação local, mas também a dos excedentes junto aos
resseguradores, tanto no Brasil como no exterior. “Isso resulta em um atendimento melhor ao cliente em função de
Daniel Fraga,
presidente
da Dancor Seguros
Revista Cobertura
twitter.com/revcobertura
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Humberto Marques
Siqueira da Silva, diretor
comercial da Bradesco
Auto/RE
tempo, pois o retorno que temos é mais rápido, e evita que fim de ganharem mais confiança na sua subscrição”, sugere.
Já o cliente, comenta Fraga, precisa entender que o
haja algum gap de comunicação e cobertura. Esse é o granque está sendo proposto a uma seguradora é a transfede diferencial que oferecemos ao cliente.”
Não é esperado grande impacto nos resultados com os rência de um risco financeiro e, por isso, ele tem de rerecentes sinistros ocorridos com aeronaves de pequeno passar todas as informações possíveis a fim de obter a
porte, diz Luciana, pois apesar de terem sido vários casos, melhor condição financeira para o risco proposto. “Para
seus valores são irrelevantes se comparados com os de- que isso aconteça, é preciso demonstrar que os seus picorrentes dos acidentes aéreos que tivemos de grandes lotos estão bem treinados, participam dos cursos de atuproporções. Além disso, diz Cristina, por conta exatamen- alização do equipamento em que voam, que a manutente da capacidade disponível, há uma concorrência mais ção preventiva de sua aeronave está em dia, que as pisacirrada entre as seguradoras, resultando em preços mais tas utilizadas são pistas homologadas e com boas condicompetitivos e muitas vezes com redução, dependendo da ções de pouso e decolagem”, conclui.
experiência de cada operador.
Para validar o potencial de crescimento deste mercado, Daniel Fraga, presidente da Dancor Seguros,
que desde 1994 atua no ramo de seguros aeronáuticos, antecipa que o Ano Registros
crescimento médio da corretora tem
sido de 10% ao ano, em prêmios
73
emitidos. “A nossa carteira está bem 2001
diversificada, atendendo a todos os 2002
63
nichos do mercado de aviação e pos70
suímos uma maior produção nos se- 2003
guros das empresas de taxi aéreo.”
2004
63
Segundo ele, o maior desafio na
58
aceitação da apólice é convencer o 2005
subscritor da seguradora que o risco
2006
70
proposto é bom. “Ainda existem
muitos subscritores sem experiência 2007
102
no segmento, o que os leva a inse109
gurança no momento da aceitação. 2008
Outro motivo dessa insegurança é a 2009
113
falta de conhecimento nas operações
*Fonte: Centro de Investigação e
111
realizadas pelas empresas e a região 2010
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa)
em que a mesma atua. Os 2011**
** até 17 de outubro de 2011
126
subscritores deveriam visitar mais as
empresas junto com os corretores, a
Acidentes aéreos
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[email protected]
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Novas proteções
Para a MetLife, o
Brasil representa
um vasto campo de
oportunidades por
questões como crescimento econômico,
longevidade, maior
penetração na rede
bancária e ascensão das classes
emergentes. Por conta disso, a seguradora investirá em produtos
voltados a esse público.
Conforme o CEO da seguradora
no Brasil, Mário Roberto Traverso
(foto), as proteções terão etapas de
compra, pagamento e administração
simplificadas. Além disso, a internet
será utilizada como atrativo a novos
segurados. (Camila Alcova)
Leia mais na Cobertura Digital http://migre.me/70jfX
Parceria com Banco do Brasil
no sistema Pamcard
A Pamcary e o Banco do Brasil, um
dos maiores bancos da América Latina,
firmaram parceria no segmento de pagamento eletrônico das operações de
transporte, por meio do cartão Pamcard,
emitido pelo Banco do Brasil. A opção
de carência de dez dias sem encargos
para pagamentos inerentes ao transporte
e o cartão internacional, aceito nos países que compõe o Mercosul, marcam a
entrada do Banco do Brasil no setor de
transporte rodoviário.
O Pamcard é uma solução eletrônica que reúne em um único sistema todos os pagamentos, permitindo à empresa maior controle da operação e do
fluxo de caixa, e dos custos por rota,
filial ou período.
Por Karin Fuchs
Catástrofes naturais,
o Brasil não está imune
Swiss Re estima que mais de 14 milhões
de brasileiros estão expostos a riscos
Mais de 14 milhões de brasileiros vivem em áreas de riscos,
como inundações repentinas
Nos últimos anos, o Brasil perdeu
mais de US$ 1,2 bilhão com enchentes e, segundo a Swiss Re, mais de 14
milhões de brasileiros vivem em áreas de riscos, de inundações repentinas. Segundo Fabio Corrias, gerente
de Soluções Corporativas da Swiss Re
para o Brasil e Cone Sul, apenas 3,1%
da população adquire seguro contra
alagamento.
Uma das dificuldades, diz ele, é a
contratação de coberturas adequadas.
“Os sinistros podem ser bem maiores
do que as estimativas de perdas cobertas. A forma mais simples de transferência de risco é do seguro para o resseguro, por isso é preciso saber quais
são as exposições dos ativos sujeitos a
riscos. É uma análise muito complexa.”
Corrias comenta também que muitos riscos não são aceitos ou pela localização, ou pela dificuldade de encontrar no mercado tradicional de seguros
coberturas para lucros cessantes decorrente de perdas com catástrofes.
“No México, por exemplo, a solução
encontrada pelo mercado é
paramétrica, com o desenvolvimento de
coberturas a partir da intensidade
eventos. Assim, o pagamento de indenizações é muito rápido. No Brasil, as
coberturas paramétricas podem ser
uma solução para fazer frente aos grandes prejuízos financeiros”, sugere.
Para isso, material não falta. “Para
inundações, por exemplo, o gatilho usado pode ser o índice pluviométrico”. O
que é preciso de fato ser feito, disse
Corrias durante a conferência
“Segurabilidade de projetos de
infraestrutura” realizada pela Swiss Re,
em maio, em São Paulo, é o mercado
segurador e ressegurador assumir a
responsabilidade e desenvolver produtos e sistemas para amenizar os impactos com catástrofes naturais.
“A Grande Jornada pelo Mundo dos Seguros”
Apresentação : Pedro Barbato Filho
Rádio Imprensa FM 102,5 MHz - Segundas-Feiras das 7h às 8h
34
www.pbfproducoes.com.br
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Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
Patrocínio: SINDSEG/SP - BRADESCOS SEGUROS S/A - SINCOR/SP - FUNENSEG - MARINHO DESPACHANTES - MAPFRE SEGUROS - PORTO SEGURO SEGUROS
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RESSEGURO 1º encontro de resseguros
Porto Maravilha
já conta com
a adesão de
20 empresas
do setor
O
Rio de Janeiro sediará
o Centro Nacional de
Resseguros. Estuda-se
que Porto Maravilha, localizado no centro da cidade, será um
grande centro de fechamento de negócios, região onde as empresas contarão
com pacotes de incentivos fiscais como
IPTU e ISS, com base na lei 5.128/2009.
“A ideia é reproduzir um pouco do que
já temos em Londres, que é concentrar
em um único local todo o entorno da atividade, que pode facilitar as transações
comerciais, reduzir custos e fazer da região do Porto um grande centro de fechamento de negócios”, disse a secretária da Fazenda da Prefeitura do Rio de
Janeiro, Eduarda de La Roque (foto).
“O nosso objetivo é fazer um centro
que tenha uma parceria privada entre
incorporadores, desenvolvedores imobiliários e o pool de investidores da área
de seguros, liderado pelos grandes
players – companhias de resseguros e
corretoras”, comentou Marcelo
Haddad, que está à frente do trabalho.
Segundo ele, dez empresas
Revista Cobertura
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CNSP libera
regulamentação do
microsseguro e de
autorreguladoras
Divulgação/Escola Nacional de Seguros
resseguradoras e dez corretoras já aderiram ao projeto de migrar para o Porto
Maravilha.
Olimpíadas
Sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o
Rio de Janeiro tornou-se o centro de debates sobre as oportunidades existentes
na região e em todo o Brasil , por isso é
importante estar próximo à cidade, conforme mensagem de Carlos Roberto
Osório, da prefeitura do Rio de Janeiro.
A aplicação da experiência de Londres para as Olimpíadas que serão realizadas em 2012 foi um dos pontos do I
Encontro de Resseguro promovido pela
ABER, Abecor-Re, CNseg e Escola
Nacional de Seguros no Rio de Janeiro
em outubro.
A abordagem dos riscos inerentes à
realização de eventos na cidade do Rio
de Janeiro contou com a apresentação
de Duncan Fraser, da JLT Re, para
quem o fundamental é o planejamento
e investimento em gerenciamento de riscos para evitar acidentes.
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) sancionou
em 29 de novembro, as novas regulamentações para o microsseguro
e para as entidades autorreguladoras
da corretagem de seguros. Em ambos os casos, os membros do Conselho aprovaram pequenas mudanças
em relação às propostas originais
apresentadas pela Susep, que editará atos complementares até o início
do próximo ano.
De acordo com a resolução, a
venda do microsseguro poderá ser
realizada por meios remotos, tais
como celulares e internet.
Qualquer seguradora ou corretor poderá atuar nesse segmento. No entanto, a norma prevê a
atuação de microsseguradoras
com capital inicial correspondente
a apenas 20% do valor exigido
atualmente das seguradoras tradicionais e de corretores de
microsseguro, formados pela Escola Nacional de Seguros.
Já quanto às autorreguladoras,
ficou definido que elas atuarão
como auxiliares da Susep, que poderá anular as decisões tomadas
pelas entidades, ampliando ou reduzindo o valor da multa e a pena
aplicada, se houver indícios de irregularidade.
Ficará a critério do corretor de
seguros escolher a autorreguladora
a qual ficará filiado. Apenas a entidade escolhida poderá julgar
eventuais atos irregulares cometidos pelo profissional.
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twitter.com/revcobertura
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EVENTOS resseguros
Sala de subscrição do Lloyds é
recriada no Rio de Janeiro
Encontro remonta história e a relação do desenvolvimento do mercado e também trouxe
um alerta sobre o fato de o 1º semestre deste ano ter tido custos elevados para o setor
“Underwriting Room” e Relíquias do Lloyd’s - Livro de Sinistros original de 1887 - “Lloyd’s Loss Book” com o registro
do naufrágio do navio brasileiro Vapor Bahia ocorrido naquele ano na costa de Pernambuco; Pequena réplica do
Lutine Bell, famoso sino que está pendurado na Tribuna do prédio do Lloyd’s em Londres, e Cópia das apólices de
seguro de casco marítimo do Titanic e de acidentes pessoais dos 4 Beatles
C
om uma ambientação inspirada na sua sala de
subscrição – Underwriting Room – em Londres, o Lloyds promoveu o 1º Encontro com o
Mercado, em outubro, no Rio de Janeiro. “É
uma forma de aproximar do mercado brasileiro um pouco da
tradição e história do Lloyds”, justificou o presidente no Brasil, Marco Castro (foto).
O evento que contou com uma explanação do presidente da
Itaú Seguros, Marcos Lisboa, sobre o resseguro e a economia.
“O mercado brasileiro mudou muito nos últimos quatro anos
com a abertura do resseguro e a instalação de resseguradores
no País. Agora, temos a necessidade de boas e estáveis regras, para que possamos diminuir os riscos adequadamente, já
que o mercado de resseguro garante estabilidade, segurança e
a gestão do riscos de nossas empresas”.
Antes da abertura do mercado de resseguro, o Lloyds atuava no Brasil como
retrocessionário do IRB-Brasil Re, e já há
cerca de três anos atua como ressegurador
admitido. Desde então, os números não param de crescer. Em 2007, o valor de prêmios
subscritos era de US$ 100 milhões. No ano
seguinte, o volume chegou a US$ 185 milhões e, em 2010, somou US$ 253 milhões.
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“Tivemos um crescimento expressivo e isso é fruto da proximidade do Lloyds ao mercado brasileiro, pois os vários sindicatos facilitam o desenvolvimento dos negócios no País, e
também do próprio crescimento do mercado brasileiro”, disse Castro.
Dos 84 sindicatos em Londres, cerca de 60 já subscrevem
riscos brasileiros. De acordo com o presidente, está prevista
a chegada de mais sindicatos ao País. Os negócios subscritos pelo Lloyds estão estimados em 32% em riscos de propriedades, 23% em riscos marítimos e 22% de energia, além
de seguro facultativo de linhas aéreas e aviação no geral.
Segundo o presidente, hoje, 58% dos negócios do Lloyds
no mundo são colocados através dos cinco maiores corretores internacionais. “Isso mostra a importância do corretor no
negócio do Lloyds. Somos um mercado fundamentalmente
de corretor”, afirmou.
Catástrofes
De acordo com o diretor de Mercados Internacionais, José
Ribeiro, o primeiro semestre de 2011 foi um período custoso
em termos de sinistros catastróficos. “Os sinistros da indústria
seguradora e resseguradora neste período foram mais do que
dez vezes a média do sinistro catastrófico dos últimos dez anos”.
Revista Cobertura
twitter.com/revcobertura
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PA R C E I R O S :
0
Resseguradores:
0
0
0
0
0
0
0
Seguradoras:
HSBC
Radio Nextel: 55*30*16251 - Radio Vivo: 55(11) 9570-3700
EVENTOS pelo mercado
Por Karin Fuchs
Regulação de sinistro alinhada
Especialista da matriz da Crawford vem ao Brasil para alinhar
critérios de colocação de risco com o mercado internacional
P
ara clientes e seguradoras, a
Crawford Brasil realizou um
encontro no início de novembro em São Paulo, com a presença de
Mike Skingsley, que tem mais de três
décadas de experiência em regulação
de sinistros. A vinda do especialista da
matriz da Crawford, em Londres, tem
como objetivo reforçar o conhecimento da equipe local, antecipou o presidente da reguladora de sinistros,
Ricardo Ortega.
“Há uma questão muito importante
na regulação de sinistros, que implica
na falta de semelhança na colocação
do risco por um regulador internacional e por um regulador brasileiro. O
nosso desafio é reforçar a parceria com
o mercado internacional de resseguros
e garantir que todas as recuperações
de sinistros sejam feitas da melhor forma possível”, afirmou o executivo.
Palavras mal traduzidas, mal interpretadas, também podem gerar diferenças
nos relatórios entre a regulamentação local com a do
mercado londrino,
que é muito tradicional, comprometendo o pagamento de sinistros.
“A vantagem da
Crawford é a sinergia no Brasil e no
exterior, o que resulta em ganho de eficiência, rapidez e excelência nos serviços. Para qualquer risco com colocação facultativa, a Crawford Brasil tem
uma equipe muito especializada”, destacou o executivo.
No encontro ele também esclareceu
que as informações somente são compartilhadas se estiverem completamente alinhadas. “O ressegurador tem que
ter confiança na Crawford, independentemente de quem for fazer a
regulação do sinistro. Por isso, estamos
com um forte trabalho de treinamento.
Mike Skingsley, da Crawford
Londres (à esq.), e Ricardo Ortega,
presidente da Crawford Brasil
Ninguém vai compartilhar informações
diferentes das que têm a seguradora.
Isso aconteceu no passado e não vai
se repetir.”
Por fim, ele comentou que um dos
passos já dado foi a criação de um protocolo com prazos e tarefas a serem
cumpridas, aprovados pela matriz em
Londres, de forma que a seguradora
consegue acompanhar todo o encaminhamento do sinistro.
Nova diretoria e novos projetos
Luis López Vázquez segue à frente da
diretoria eleita para o biênio 2011-2013
da Associação Paulista de Técnicos de
Seguro (APTS), também composta por
Carlos Antonio Barros de Moura, como
diretor secretário, e José M. Pedreira de
Freitas, diretor tesoureiro. Os profissionais das publicações especializadas em
seguros passaram a integrar o Conselho
Editorial da Revista da entidade.
Para 2012, as elevadas discussões
promovidas pela APTS podem ganhar novas proporções a partir de
projetos da nova diretoria, que cami38
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nha para a web 2.0, com a criação
de sua TV Corporativa. O objetivo é
ampliar o acesso ao conteúdo das
palestras do Meio-Dia aos associados que não podem comparecer aos
eventos. (Carol Rodrigues)
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
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Revista Cobertura
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COBERTURA brasil afora/especial
Por Karin Fuchs
Congresso de Corretores
movimenta Brasília
Em três dias, o XVII Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros
reuniu cerca de 4 mil profissionais e mais de 5 mil internautas
Fotos Paula Kossatz
Abertura
Painel Político
XVII Congresso Brasileiro de Corretores de
Seguros, realizado em Brasília (DF), em novembro, contou com cerca de 4 mil participantes e mais 5 mil internautas que acompanharam em tempo real os temas apresentados nos painéis,
workshops e talk shows.
Jorge Hilário Gouvêa Vieira, presidente da CNseg,
enalteceu a importância dos corretores. “Nós precisamos
desses profissionais para saber quais coberturas os clientes
necessitam para desenvolvermos produtos”.
Complementando, Luciano Portal Santanna, superintendente
da Susep, disse que os corretores têm um papel importante
no processo de contratação de seguros, pela função de zelar
pela imparcialidade e orientação dos consumidores. “Eles têm
uma atuação prestigiada pela Susep, tanto que estamos planejando fazer uma campanha publicitária para que os consumidores busquem contratações com os corretores”.
Na ocasião, Robert Bittar, presidente da Escola Nacional
de Seguros, aproveitou para anunciar uma novidade. “Nós
da Escola Nacional de Seguros preparamos um curso on-line
para os funcionários das corretoras de seguros, antevendo
que o crescimento do mercado será acentuado nos próximos
anos e não pode confrontar com mão de obra qualificada.
Corretor: o legítimo
O
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A garantia do corretor de seguros como o único intermediário legítimo dos contratos de seguros foi reforçada durante o Painel Político. Por isso, foram esmiuçados para os
profissionais os pontos do Projeto de Lei 8034/10, apensado
ao PL 3555/2004, que trata da Lei Geral de Seguros, referentes à corretagem. O projeto é claro ao distinguir as figuras entre o corretor e o agente de seguros, por reconhecer
que exercem diferentes papéis.
O jurista Marco Aurélio de Carvalho, que representou o
Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, reforçou que o
corretor autêntico é aquele que, dentre outras atribuições,
identifica o risco e recomenda a melhor modalidade que
atenda às necessidades do segurado e beneficiário. “O corretor habilitado na forma da lei é o único que faz jus à comissão da intermediação do seguro”, disse.
O deputado Moreira Mendes (PPS/RO), autor do PL
8034, ainda definiu os corretores como ‘cavaleiros da esperança’, por tornarem simples a complexidade dos contratos
para os segurados.
O papel dos corretores também foi destacado na exposição do deputado André Vargas (PT-PR), que ressaltou a
Revista Cobertura
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importante ação do setor de seguros no cenário econômico
do País. Ele também foi enfático ao dizer que o esforço
para que se tenha a lei é a simplificação dos papéis que já
são bem desempenhados. “O segmento está funcionando e
sólido, mas tem aperfeiçoamentos a serem feitos e um grande potencial para crescimento e garantia dos sonhos dos
brasileiros”.
Diogo Henrique Oliveira, secretário adjunto do Ministério
da Fazenda, ressaltou que o mercado de seguros seguirá a
reboque do crescimento do Brasil. “Os corretores continuarão tendo o papel fundamental que têm para a sociedade, de
fazer a conexão de um mundo árido e complexo às pessoas”.
Riscos Declináveis
Fatores como elaboração de relatórios com informações
relevantes, gerenciamento de risco e atuação conjunta do setor
para que riscos gravosos não influenciem riscos bons, além
da conscientização do segurado quanto ao investimento na
segurança de seus riscos foram explanados por seguradores
no painel sobre Riscos Declináveis.
O corretor Nelson Fontana frisou que a categoria compreende que há riscos inaceitáveis, mas é contrária às recusas
sistemáticas, sem justificativas.
Oportunidades
Autorregulação
Assunto recorrente já na abertura do evento, Armando
Vergílio dos Santos Júnior, presidente da Fenacor, destacou
a importância da autorregulação como forma de coibir a
pirataria. “Só é contrário quem não conhece esta ferramenta e o quanto ela pode beneficiar os corretores e, principalmente, o consumidor”.
Professor da Universidade de Coimbra (Portugal) e estudioso do tema autorregulação, Vital Moreira revelou que
o modelo considerado mais avançado do mundo é o de
Ontário. “Neste estado do Canadá, um conselho deliberativo
é composto por oito profissionais do setor e três leigos nomeados pelo governo que controlam o acesso à profissão.
Há um comitê de qualificação e registro, com poder de suspensão, um comitê de queixas e registros, com foco no consumidor, e um comitê disciplinar”, especificou.
Luciano Portal Santanna, superintendente da Susep, comentou que o modelo que está sendo adotado no País é o de
autorregulação supervisionada.
Em um mercado em plena expansão, as oportunidades aos
corretores são muitas além da diversificação da carteira de
produtos, como também novos segmentos como Cartão de
Crédito, Certificado Digital e Consórcios.
Diretor do Sincor-SP, Manuel Matos mencionou os resultados para quem trabalha com a Certificação Digital.
“Atualmente, 50 corretores de seguros atuam com autoridades de registros. Apenas neste ano, eles atenderam 200
mil novos clientes, o que gerou um crescimento de 25%
em suas receitas.”
Com foco no crescimento de seguro de pessoas, José
Luiz Ferreira da Silva, diretor executivo da Porto Seguro,
pontuou em números as oportunidades. “Seguros de pessoas teve um crescimento de 24,3% no primeiro semestre
deste ano, enquanto que para seguros gerais a alta foi de
12,5%”, comparou.
Ainda neste painel, Thomaz Cabral Menezes, presidente
da SulAmérica Seguros, abordou a questão da consolidação
do setor. “De acordo com a Fenacor, houve uma redução de
Painel Oportunidades
Painel Riscos Declináveis
Revista Cobertura
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COBERTURA brasil afora/especial
Painel Autorregulação
Painel Político
7,4 mil corretores no País. Seja por compras de companhias
com o objetivo de aumentar de tamanho; grandes que se juntaram e, o mais interessante, é que várias corretoras de diferentes portes se unirem, em diversos modelos de estrutura
societária para se tornarem um player maior. Talvez o maior
exemplo que temos é a Brasil Insurance”.
de consumidores traz a necessidade em desenvolver novos
produtos.
Visão que também é compartilhada por Marcio Serôa de
Araujo Coriolano, presidente da Fenasaúde, “há uma grande
oportunidade de crescimento dos segmentos de planos de
saúde e odontológico junto à população das classes C e D
que podem estar nas micro e pequenas empresas. É preciso
ampliar os canais de distribuição”.
Para Armando Vergílio dos Santos Júnior não há dúvidas
que o crescimento do mercado neste ano está diretamente
relacionado à expansão do seguro de pessoas. “E o nosso
objetivo é ter uma aproximação maior com a Fenaprevi no
desenvolvimento deste mercado.”
Especificamente sobre os trabalhos desenvolvidos pela
Fenseg, Jayme Brasil Garfinkel, presidente da entidade, destacou as lutas pelas criações do seguro popular de automóvel; da aceitação mais fácil de alguns riscos; e do fundo de
catástrofe na Comissão de Seguro Rural. “Junto com a
Fenacor, nós fizemos uma proposta para a regulamentação
do seguro popular de automóvel, que depende agora da aprovação do projeto de lei de regulamentação dos desmanches”.
Talk show com entidades
A dificuldade em atrair e reter talentos foi um dos tópicos
abordados por Robert Bittar, no último painel do Congresso.
“O mercado já está sentindo o custo em atrair e reter talentos e é uma preocupação da Escola Nacional de Seguros
formar mão de obra de qualificada”, disse.
Mercado que, por sinal, é extremamente saudável. “A realidade de solvência no Brasil é uma das melhores do mundo,
extremamente precisa. O mercado segurador brasileiro é
demasiadamente saudável e forte”, afirmou Patrick de
Larragoiti Lucas, vice-presidente da CNseg.
Marco Antonio Rossi, presidente da Fenaprevi, analisou
que o aumento da longevidade, bem como o da nova classe
O próximo
Congresso será
realizado entre os
dias 10 e 12 de
outubro de 2013,
no Rio de Janeiro.
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Revista Cobertura
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Congresso de Saúde é realizado pela 1ª vez
D
urante o I Congresso de
Saúde Suplementar, realizado simultaneamente
ao Congresso Brasileiro,
temas como a expansão do segmento
e o espaço que ainda há a ocupar, bem
como os desafios para atender uma demanda de consumidores que desejam
benefícios foram levadas ao público.
“A saúde suplementar vive um momento importante, não somente pelo crescimento, mas pela
competência em atender 46 milhões de usuários de planos
de saúde e 15 milhões de odontológicos”, disse Marcio Serôa
de Araujo Coriolano, presidente da Fenasaúde.
Sobre as oportunidades ao corretor, Coriolano, que é presidente da Bradesco Saúde, ressaltou que principalmente nas
pequenas e médias empresas em que o nível de exigência é
menor, se comparado às grandes companhias que agregam
também serviços, o corretor pode trabalhar com o produto.
Apesar de muitas seguradoras não ofertarem mais planos
de saúde individuais, Paulo Barbanti, diretor presidente do
grupo Intermédica/Notredame, afirmou que esta lacuna está
sendo ocupada por outros players. “Quem tem serviço próprio, verticalizado, trabalha na prevenção de saúde consegue
ofertar, como é o caso de operadoras e cooperativas”, citou.
Na avaliação de Newton Pizzoti, diretor da Porto Seguro
Saúde, apesar da complexidade do produto, as operadoras
e seguradoras estão preparadas para capacitar os corretores, profissionais esses que são de total relevância na
comercialização de produtos, conforme a sua avaliação .
“Em média, 10% das pessoas têm sinistros por ano e, também em média, cada beneficiário tem 20 utilizações por ano,
o que requer a intermediação do corretor. Além disso, há a
questão do reajuste que também é importante para a operadora e seguradora ter um intermediário.”
No segmento de planos odontológicos, Randal Zanetti,
diretor presidente da OdontoPrev, analisou que dos 16 milhões de beneficiários, cerca de 2 milhões são de planos
empresariais. “A maior parcela é de individuais e o grande
potencial para este mercado está na classe C”, afirmou.
Cenário propício ao saúde
Atualmente, 146 milhões de brasileiros não possuem planos de saúde e odontológicos, fato que repreRevista Cobertura
revistacobertura121..p65
Painel teve participação dos corretores
que atuam no mercado de saúde
senta boas oportunidades de comercialização aos corretores. Outras questões favoráveis ao ramo são o
crescimento econômico e a maior especialização das
operadoras e seguradoras, na opinião de Farias Pereira de Souza, da PrevQuali.
Em relação à distribuição dos beneficiários do seguro saúde, Souza explica que a maior parte, 30 milhões, está concentrada na região sudeste, seguida da
região sul, com 6 milhões, e nordeste, com 5,8 milhões
de beneficiários.
Ele orienta que os profissionais do ramo mantenhamse informados sobre as constantes atualizações do setor,
como novos procedimentos. Além disso, a realidade do
segmento exige que os corretores tenham visão de responsabilidade compartilhada com seguradoras e operadoras, e exerçam papel consultivo junto aos segurados.
Eliezer Athias, da EV Corretora de Seguros, enxerga
boas oportunidades para corretores nos planos coletivos por adesão e coletivos empresariais. Em sua opinião, parcerias com administradoras de benefícios ou
até mesmo comercialização via administradoras também são bons nichos aos profissionais.
Àqueles que se interessam por essa comercialização,
Athias alerta que é necessário contar com advogados
especialistas no ramo de pessoas, contadores específicos, além de observar as atualizações impostas pela
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Leia mais na Cobertura Digital: Diante de desafios e oportunidades, XVII Congresso Brasileiro dos
Corretores de Seguros é encerrado em Brasília http://migre.me/6gdHO
[email protected]
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MERCADO
Portfólio diversificado em seguro garantia
M
uito além do que a Copa
do Mundo e as Olimpíadas, a Chubb Seguros projeta um crescimento considerável na linha
de negócios de seguro garantia no Brasil.
No ano de 2010, a companhia investiu forte nesta carteira com foco em grandes clientes, atingindo um crescimento de 200%.
Neste ano o incremento será na casa dos
40% o que, de acordo com Eduardo Viegas,
superintendente do Seguro Garantia da
Chubb no Brasil, é um resultado mais relevante do que o anterior, “pois estamos crescendo em cima de uma base maior do que
em 2010”, avaliou.
Para os próximos anos, a meta é
manter o crescimento nesses dois dígitos e ampliar a carteira de clientes. “A
nossa ideia é adotarmos uma política
para atendimento de clientes menores
e estamos investindo muito em sistemas,
pois entendemos que não teremos capacidade em atendê-los sem uma ferramenta de ponta”, antecipou.
Com 75% dos prêmios emitidos no
mercado norte-americano, Jim Altman,
Chief Underwriting Officer da Chubb,
retratou os impactos da crise no mer-
cado de garantia nos Estados Unidos.
“O governo está empenhado, mas ainda não conseguiu promover o crescimento do consumo. O que estamos prevendo é um incremento do seguro garantia em pequenos contratos; pode haver diminuição da capacidade e,
consequentemente, uma consolidação
das empresas (underwriting) que oferecem serviços para pequenas e médias construtoras. Nós da Chubb estamos
investindo em tecnologia, processos e
pessoas, e ampliando a nossa capacidade”, anunciou. (Karin Fuchs)
Quem é o culpado por sua vida e seus resultados?
N
osso mercado muitas vezes é visto por aqueles profissionais que
não conseguem resultados positivos
como um segmento ruim. Mas, de quem
é a culpa?
Segue um relato que merece reflexão para que se perceba exatamente
quem é o maior responsável por suas
vidas.
Certo dia, uma senhora ligou desesperada para o Corpo de Bombeiros da sua cidade para apagar o fogo
que começara repentinamente em sua
casa. Como a distância da sede do
Corpo de Bombeiros até a sua casa
era considerável, quando os Bombeiros chegaram, já era tarde demais. Só
havia restado um amontoado de madeira queimada e muita fumaça.
Ela, no âmago do seu desespero e
chorando muito, disse:
- Toda a minha vida estava nesta
casa, meus sonhos e meus projetos.
Tudo virou pó!
E, não contente, descarregou toda
a sua amargura.
- A culpa é desses bombeiros incompetentes e sem coração que demoraram uma vida para chegar até
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aqui. Eles são os culpados por não
ter sobrado nada da minha casa!
Então, um homem se aproximou daquela amargurada e triste senhora,
dizendo:
- Eu sou o eletricista que fez a instalação da sua casa, lembra?
Ela assentiu com a cabeça.
- A senhora lembra quando eu disse
que os fios que nós estávamos empregando na obra eram de má qualidade?
Outra vez ela concordou com o homem.
- E mesmo assim a senhora insistiu
que deveriam ser aqueles fios, porque isto no final da instalação lhe
traria uma economia de R$ 75. Pois
é, a economia de R$ 75 se tornou um
prejuízo de R$ 100 mil.
Moral da história: Quando algo de
ruim acontece com nossa vida, imediatamente começamos a culpar todo
mundo a nossa volta, mas, na grande maioria das vezes, os verdadeiros
culpados somos nós mesmos!
Se isto fizer sentido para você, tenha certeza que a vida é feita de escolhas e que seu sucesso depende de
sua ousadia e persistência. Então
nunca aponte para os outros, seja
por seus erros ou acertos, afinal, você
pode tudo que acreditar e nunca,
nunca diga que seus clientes e as seguradoras são culpados por seu
insucesso, pois tenha a crença que
seu resultado positivo também será
importante e positivo para seus parceiros e clientes!
Lembre-se sempre de nunca esquecer
que você é o resultado de suas escolhas
e de suas atitudes! A vida é feita de escolhas e qual a sua? Um corretor de sucesso ou de fracasso? Ótimas vendas e excelentes negócios!
José Alberto Souza Júnior é especialista na formação de líderes e equipes
de
alta
performance, presidente da Mitraseg
Corretora de Seguros
- focada 100% em seguros pessoais – e
vice-presidente da Câmara dos Corretores
de Seguros do Rio
Grande do Sul.
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
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BENEFÍCIOS seguros pessoais
Cresce número de beneficiários
de planos de saúde
Últimos dados da ANS mostram que
o número de vínculos de beneficiários
de planos de saúde cresceu 7,6%, entre junho de 2010 e junho de 2011. São
mais 3,3 milhões de novos vínculos,
totalizando 46.601.052. A taxa de cobertura de plano de saúde para a população atingiu 24,4%. O maior crescimento ocorreu nos planos coletivos,
com variação de 9,6%, enquanto os
planos individuais aumentaram 4,6%.
Novo Seguro para Viagens
A Porto Seguro lançou um novo seguro
para viagens nacionais
e internacionais, com
mais opções de planos
e coberturas. O novo
“Porto Seguro Viagem”
conta com 14 planos diferentes, para que o segurado escolha o que
melhor atende às suas necessidades;
oferece garantia para prejuízos causados pelo cancelamento ou interrupção
de viagens, bem como pelo extravio de
bagagens; e ainda cobre períodos de
longa permanência, entre 120 e 365 dias.
“A atividade turística cresce no Brasil e no mundo, o que gera a necessidade de desenvolver produtos e serviços
para que as pessoas viajem com segurança e comodidade”, comenta Fabio
Morita (foto), diretor de Vida e Previdência da Porto Seguro.
Totalcor no Society of Thoracic
O TotalCor é o primeiro hospital
internacional a integrar a base de
dados da Society of Thoracic
Surgeons (STS), renomada entidade internacional e fonte de consultas mundial para especialistas e
médicos.
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revistacobertura121..p65
Operadoras serão acreditadas pela ANS
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou em 7 de novembro deste
ano, a Resolução Normativa nº
277, que institui o Programa de
Acreditação de Operadoras de
Planos de Saúde. O Programa
é inédito no Brasil e inspirado
em modelos internacionais.
O objetivo é aumentar a qualidade da prestação dos serviços por meio de critérios de avaliação
que possibilitam a identificação e solução de problemas por parte das operadoras de planos de saúde com mais consistência, segurança e agilidade. Quanto mais eficiente for a operadora, tanto em aspectos de gestão quanto no
atendimento e na satisfação dos consumidores, melhor poderá ser percebida a qualidade dos serviços prestados.
Ou seja, além de incentivar a busca
pela eficiência, a norma busca oferecer informação capaz de dar ao consumidor maior percepção em relação
à qualidade de uma operadora de plano de saúde.
Segundo Leandro Fonseca, diretor
adjunto de Normas e Habilitação das
Operadoras, “a acreditação diminui algumas das imperfeições do mercado e
permite que as operadoras conheçam
melhor seu próprio negócio, identificando as soluções para os problemas com
mais segurança e agilidade, além de
possibilitar que os consumidores tenham uma melhor percepção das diferenças nos níveis de qualidade entre as
operadoras”.
OdontoPrev obtém
crescimento orgânico recorde
A OdontoPrev, maior operadora de
planos odontológicos na América Latina, obteve um crescimento de 19,4%
em número de beneficiários no terceiro trimestre, atingindo 5,4 milhões
de brasileiros, um acréscimo recorde
de 203 mil novos beneficiários em
relação ao trimestre anterior. A receita líquida atingiu R$ 214,7 milhões
no terceiro trimestre do ano, alta de
2,8% na comparação com o mesmo
período de 2010.
“Os resultados do terceiro trimestre
foram bastante consistentes: a Companhia cresceu forte organicamente, com
diversificação dos canais de distribuição junto a não só grandes
corporações, mas também visando a
implantação do benefício dental para
pequenas e médias empresas. Através
de racionalização de despesas conseguimos uma geração de caixa 25%
superior ao terceiro trimestre de
2010, demonstrando nossa busca contínua por
adição de valor”,
comentou o diretor de Relações
com Investidores
José
Roberto
Pacheco (foto).
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
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Site explica conceitos de previdência com linguagem simples
A SulAmérica lançou o
Previdência Sem Blá Blá Blá,
plataforma virtual que reúne
explicações sobre previdência
privada para possíveis segurados com linguagem
simplificada.
Para aliar os conceitos do
produto ao fácil entendimento, estão disponíveis no site
(previdenciasemblablabla.com.br)
vídeos de interação entre blogueiros e o
consultor em previdência e professor do
Instituto Superior de Administração e
Economia da Fundação Getúlio Vargas
(ISAE-FGV), Renato Follador. Além disso, o site esclarece questões como
VGBL e PGBL, formas de tributação,
fundos de investimentos, entre outras.
“Sabemos do desafio que é falar de
previdência sem que restem dúvidas ou
questionamentos sobre o assunto. Este
Mongeral amplia
cobertura para DIT
canal transforma a previdência em um
assunto de fácil compreensão, utilizando as ferramentas da internet mais usadas atualmente”, destaca o vice-presidente de Seguros e Pessoas e Previdência da SulAmérica, Renato Russo.
Os corretores contam com uma página de conteúdo e vídeos no Portal
do Corretor, e podem fazer o
download dos vídeos explicativos para
mostrar aos clientes.
Falta preparo para a aposentadoria
Cerca de 60%
dos brasileiros, na
faixa dos 60 anos
de idade, não tem
poupança para a
aposentadoria.
Quando se trata de
investimentos, mais
de 15% dos entrevistados classificaram as aplicações
em ações como algo arriscado. Por
outro lado, 21% viram a ausência
de poupança privada como algo
igualmente arriscado. Isso mostra
que a maioria das pessoas compreende que não se preparar para a
chegada de uma idade mais avançada também é uma ameaça às metas da aposentadoria. Essas são algumas das constatações da segunda parte da pesquisa “O Futuro da
Aposentadoria” – A importância da
Revista Cobertura
revistacobertura121..p65
família, divulgada
pelo HSBC.
Em sua sexta
edição, este é o
mais amplo estudo
global sobre atitude e expectativa
em relação ao envelhecimento. Neste ano, foram entrevistadas mais de
17 mil pessoas de 17 países, com idades entre 30 e 60 anos, sendo 1027
brasileiros. Entre os destaques, o levantamento revela que 39% das
mulheres brasileiras tendem a dizer
que compartilham as decisões financeiras com os parceiros. Em
contrapartida, 55% dos homens afirmam que são responsáveis pela tomada de decisão em relação ao planejamento financeiro, tanto no curto quanto no longo prazo.
A Mongeral Aegon remodelou
sua linha de seguros para Diária
por Incapacidade Temporária
(DIT). O DIT garante o pagamento de uma quantia por dia de
afastamento do trabalho, causado por acidente ou doença. O
valor da diária é calculado de
acordo com a renda informada
pelo contratante. A expectativa
da seguradora é aumentar em
20% as vendas com a nova linha
e ser mais competitiva entre pessoas de alta renda. Entre os 600
mil clientes da Mongeral Aegon,
15% possuem este tipo de seguro.
Além do acréscimo das coberturas e da inclusão de doenças
conhecidas como “do trabalho”,
como Lesão por Esforço
Repetitivo (LER), Doenças
Osteomusculares Relacionadas
ao Trabalho (DORT) e hérnias, a
linha oferece renda mensal coberta, de até R$ 20 mil. O DIT é um
plano muito adquirido por profissionais liberais.
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Visão 4.0 para
envolver colaboradores
Chubb
A Chubb do Brasil
contratou o advogado Fernando Gonçalves, que passa a
responder pela carteira de linhas financeiras. Gonçalves possui oito anos
de experiência em direito empresarial. É formado em direito pela Universidade Paulista e pós-graduado em
direito tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET).
Chubb I
Já o administrador
Bruno Amici, que também passou a compor a equipe de
D&O, possui cinco
anos de atuação no
mercado de seguros, resseguros e, em
especial, na carteira de D&O. Ele é
formado pela Fundação Escola de Comércio de Álvares Penteado (FECAP)
e pós-graduado em finanças
corporativas pela Fundação Instituto
de Administração (FIA).
A seguradora fundada por
Thomas Chubb em 1882, em Nova
Iorque (EUA), iniciou um ciclo no
Brasil denominado Visão 4.0. Segundo Acacio Queiroz (foto), presidente e CEO da seguradora, a nomenclatura consiste em um programa de
engajamento dos colaboradores. “O
treinamento tem como objetivo trazer o funcionário para dentro da
cultura da empresa, e também atua
na formação de profissionais para
auxiliar na otimização de resultados”, disse.
Com planos de atingir 10% de crescimento nos resultados em 2011 e repeti-lo em 2012, Queiroz indica que a
companhia está focada em automatizar
e melhorar a produtividade.
Desde sua fundação, a Chubb
foca o aprimoramento de serviço.
Isso tem como base o princípio de
que a fidelidade do cliente está relacionada à experiência que ele tem
com os produtos e serviços da em-
experiência na área de contratos de
Resseguros e longa experiência internacional com passagens pela XL
Latin America, tendo colaborado ativamente em quatro períodos de renovações do mercado argentino.
GBOEX/divulgação
GBOEX
JLT
O Grupo JLT contratou Bruno Motta
para o cargo de
vice-presidente na
área de Contratos
da JLT Re no Brasil.
Formado em Economia pela PUC-RJ
e também em Engenharia de Produção, Motta tem mais de 15 anos de
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revistacobertura121..p65
Antonio Carlos
Lorençatto Carneiro
assumiu o cargo de
presidente do Conselho
do
Grupo
GBOEX, onde permanecerá até 2013.
A posse foi na matriz da empresa em
Porto Alegre em Sessão Plenária do
CD. O novo presidente possui
mestrado e doutorado na carreira
presa. Por isso, segue o mesmo padrão de atendimento da emissão da
apólice à regulação do sinistro. “É
o princípio do atendimento bom, rápido e eficiente. Mantemos o foco
em atender o cliente naquilo que
atinge o seu emocional. Por isso, um
dano, mesmo que seja exagerado,
a Chubb indeniza”, acrescenta o
vice-presidente da seguradora,
Sidney Munhoz.
militar e é bacharel em Relações Públicas pela UNISINOS.
AxisMed
José Antônio Diniz
assumiu a diretoria
de Relacionamento
com o Mercado da
AxisMed, empresa de
Gerenciamento de
Doentes Crônicos (GDC) no Brasil.
Com especialização nas áreas de administração de sistemas de saúde e
hospitalar e mestrado em saúde pública, o executivo já foi presidente
da UNIDAS, diretor executivo da
CASSI e diretor comercial da Tempo
Assist/CRC.
Revista Cobertura
www.revistacobertura.com.br
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Manter a exposição positiva de sua marca na imprensa
é resultado seguro.
Comunicação
é
Sobrevivência
É no campo editorial, com matérias
jornalísticas isentas de qualquer
privilégio, que se consolida
a imagem corporativa.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
ASSESSORIA DE IMPRENSA
GESTÃO DE IMAGEM
ENDOMARKETING
TV CORPORATIVA
MEDIA TRAINING
PESQUISAS
vídeos
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11 5631- 0281 www.oficinadotexto.net
artigo
* Adilson Neri Pereira
Inversão de culpa e desonestidade
O
automóvel ocupa um lugar especial no coração dos brasileiros. Fica ao lado do seu
time, do cachorro, dos filhos, um pouquinho
atrás da esposa, um pouquinho à frente do
marido. Criou-se até um cheiro especial: cheiro de
carro novo. Há um código de ética e um código próprio de regras especiais, recheados de interpretações machistas:
1. Proibido bater a porta no carro ao lado, na garagem.
2. Ninguém pode encostar, seja para namorar ou
descansar.
3. Riscos na lataria são imperdoáveis.
4. Carro, mulher e escova de dentes não se empresta.
5. Carros dirigidos por mulheres não ultrapassam homens.
6. Carros velhos não podem ultrapassar carros
novos.
7. Mulheres não sabem dirigir.
8. Dar luz alta para ultrapassar é o mesmo que
chamar para a briga.
9. A velocidade máxima nas estradas é a velocidade mínima.
10. Luz amarela é sinal para acelerar e passar
logo o cruzamento.
11. Faixa de pedestres é o lugar para atropelar
os incautos.
12. Serei gentil no trânsito, desde que não queiram passar na minha frente.
13. A preferência não é de quem está à direita; é
sempre minha.
Há outros artigos nesse código especial e a maioria desrespeita leis de convivência, argumentos lógicos, regras de trânsito e mesmo de comportamento.
- Foi sem querer. O carro da frente parou, eu me
distraí e bati na traseira. Não tive culpa!
- Culpa coisa nenhuma! Tava amarelo, o otário
não aproveitou. Parou no cruzamento. Não teve outro jeito, bati. Dei ré e bati de novo, de novo e de
novo.
- Bati, sim. Mas ele estacionou em lugar proibido.
Se não estivesse ao lado da guia rebaixada eu não
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ia sentir essa vontade louca de bater no carro dele.
A falta de vontade e a ação “sem querer” não eliminam a responsabilidade do causador do acidente. A culpa se apresenta mesmo quando o agente não
teve intenção.
- Meu senhor, a luz amarela indica atenção. É uma
recomendação para parar o automóvel, caso não tenha iniciado o cruzamento. Se houve colisão em tal
circunstância a responsabilidade cabe a quem bateu atrás.
- Não importa que o senhor esteja sem seguro e
que tenha pago a franquia do motorista que seguia
à frente.
- Culpa é algo que independe da existência de uma
apólice. A negligência que o levou a trafegar próximo ao carro da frente, a imprudência que o fez
acelerar onde não devia e a imperícia que o fez substituir o freio pelo acelerador são os fatores que formam sua responsabilidade.
Lido com ressarcimento de sinistros de automóveis
e a coisa mais comum é o acerto para recebimento
da franquia:
- Diga que foi culpado. A seguradora pagará o
nosso prejuízo. Eu lhe pago a franquia.
Esses sujeitos não se julgam desonestos. Falam
sobre o assunto com a maior desfaçatez. Dizem isso
na frente dos filhos, sem qualquer cerimônia, sem
esconder, como a coisa mais natural do mundo.
O acerto em torno da confissão de culpa e
assunção da franquia é uma fraude comum e raramente computada como tal, por difícil comprovar. A
averiguação cuidadosa das reclamações implicaria
em atrasos no atendimento aos clientes que agiram
honestamente.
Sua superação depende da internalização do comportamento ético, aquilo que eu
faço mesmo quando ninguém está
olhando. Quando a esperteza der
lugar à honestidade, inversões de
culpa para recebimento do seguro
deixarão de ser uma realidade.
* Adilson Neri Pereira - diretor
da Pereira Advocacia, empresa especializada em seguros
Revista Cobertura
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Coberturas - Revista Cobertura