MANUAL DE EMBALAGENS EXPORTAÇÃO “WORLD CAR”
Supply Chain Management
Operações de Fluxos Inter-Regionais
Betim, Brasil
Ano Jan/2015
Lista de Sigla
 IRF Operations
-
Operações de Fluxos Inter-Regionais;
 CKD
-
Completely Knocked Down (Exportação de componentes desmontados;)
 DUM
-
Data di ultima modifica (Data de última modificação da peça;)
 GA.FE.R
-
Gabbia di Ferro Ritornabile. (Grade de Ferro Retornável;)
 GMD
-
Gestão de Materiais Diretos;
 HT
-
Heat Treatment. (Tratamento Térmico;)
 KD
-
Kiln Drying. (Secagem de madeira em estufa;)
 LINTER
-
Linter de celulose VCI. (Placas de Celulose quimicamente tratadas;)
 MB
-
Metil Bromide. (Fumigação com Brometo de Metila;)
 OSB
-
Oriented Standard Board. (Aglomerado de partículas de madeira orientadas;)
 Q.E.
-
Quantidade por embalagem;
 V.C.I
-
Volatile Corrosion Inhibitors (Inibidor Volátil de Corrosão;)
 S.Q.E
-
Supply Quality Engineering. (Engenharia Qualidade Fornecedores;)
 PPI
-
Proposta Per Imballo. (Formulário Proposta Para Embalagem.)
Operações de Fluxos Inte-regionais
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2
Sumário
1-
INTRODUÇÃO
8-
2-
PREMISSAS
8.1
8.2
8.3
3-
MODALIDADE DE EXPORTAÇÃO
Exportação CKD
Exportação Peça a Peça
Procedimentos de Entregas
Locais de entregas
3.1
3.2
3.3
3.4
99.1
1010.1
44.1
4.2
4.3
4.4
IDENTIFICAÇÃO EXTERNAS DA EMBALAGEM
Identificação Padrão
Identificação Padrão
Descrição dos campos
Local para fixação da etiqueta identificação externa
1111.1
1212.1
55.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
5.7
IDENTIFICAÇÃO INTERNA DO PRODUTO
Etiqueta Padrão
Local para fixação da etiqueta identificação interno
Descrição dos campos
Layout
Layout
Packing list
Identificação Pallet
1313.2
1414.1
1566.1
6.2
6.3
6.4
6.5
6.6
77.1
7.2
7.3
7.4
7.5
7.6
GRADES DE MADEIRA
Especificações para construção - Estruturas
Especificações para construção - Materiais auxiliares
Especificações para construção - Fechamento
Pregação
Códigos de embalagens e dimensões para construção
Desenho técnico para construção - Grade 69451
CAIXAS DE MADEIRAS
Especificações para construção
Especificações para construção - Estrutura
Especificações para construção - Materiais auxiliares
Folha de construção da tampa das caixas para embalagens e materiais diversos
Códigos de embalagens e dimensões para construção
Desenho técnico para construção - Caixa 61451
Operações de Fluxos Inte-regionais
15.1
15.2
1616.1
17-
PALLET
Desenho para construção
Construção da embalagem
Pallet Madeira e caixas de papelões
GA.FE.R
Grade de Ferro Retornável – Propriedade FIAT
434-C
Caçamba de Ferro Retornável – Propriedade FIAT
KIT 40CKD
Embalagem Plástica Retornável Pallet/Caixas/Tampa – Propriedade FIAT
30F-CKD
Caixas de Plástico Retornáveis – Propriedade FIAT
CÓDIGOS DE EMBALAGENS
13.1
Dimensões Externas – Grades e Caixas Madeira “Padrões"
Dimensões externas - Caixas, grades e pallet "Especificas"
CLIENTE VENEZUELA
Caixas e Grades Madeira Com Fechamento Grampos Pinos/Travas
TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO
Tratamento da Madeira
Tratamento da Madeira
ESPECIFICAÇÕES DA MADEIRA/COMPENSADO
Nó / Cascas / Compensado
17.1
FORMULARIO DE APROVAÇÃO DE EMBALAGENS
PPI (Proposta Per Imballo)
18-
CONCLUSÃO
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3
1 - Introdução
 Atualmente a Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda possui duas modalidades de exportações Ckd e Peça-Peça:
 Exportação CKD: Exportação de peças atendendo programação por lotes pré-fixados pelos clientes;
 Exportação Peça a peça: Exportação peça a peça atendendo programação semanal;
 O manual de embalagens para exportação, específico da Supply Chain Management-Operações de Fluxos InterRegionais – Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda, foi revisto com o objetivo de aumentar a competitividade da
empresa e de seus fornecedores na exportação de autopeças para o abastecimento das linhas de montagem em
outros estabelecimentos FIAT, no âmbito mundial.
 Visa principalmente, através da padronização dimensional das embalagens, a otimização da cubagem dos
contêineres e caminhões, a padronização da identificação do material e a melhor solução de embalagem em relação
aos custos e garantir a confiabilidade dos produtos exportados.
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2 - Premissas
 É de inteira responsabilidade do fornecedor o acondicionamento e a proteção das peças no interno da embalagem, de
modo a garantir a integridade da mesma até o destino final;
 O fornecedor deve obedecer as quantidades estipuladas para cada item, a fim de saturar, da melhor forma possível, o
volume interno disponível na embalagem;
 O fornecedor deve ter atenção quanto à utilização de graxas e/ ou óleos nas estampagens de peças metálicas, pois
podem ocorrer oxidação devido incompatibilidade com o protetivo VCI utilizado para proteção corrosiva. Havendo
dúvida, requerer auxílio técnico junto ao fabricante/fornecedor do protetivo VCI;
 Na necessidade da adoção de uma quantidade mínima (Lote de produção) por embalagem, os valores deverão ser
concordados com a FIAT para que esta conciliação seja feita também com os clientes FIAT (Demais Clientes
produtivos);
 Cada volume deve conter, preferencialmente, um tipo de peça. Caso a programação contemple uma quantidade menor
que a prevista por embalagem (Q.E.), deverá ser utilizado outra embalagem padronizada, de menor tamanho, ou
poderá ser utilizada embalagem contendo mais de um item, desde que devidamente separados e identificados interno
e externamente.
 O fornecedor deve efetuar autocontrole nas peças no momento da embalagem para identificar qualquer tipo de
anomalia, garantindo a eficiência do fluxo de exportação. As embalagens poderão ser auditadas através do Operador
Logístico / FIAT, antes do efetivo envio ao cliente importador, objetivando prever eventuais reclamações, e/ou como
simples auditoria;
 As embalagens devem suportar sobreposições, movimentações de carga e descarga nos meios de transporte e
perfeito empilhamento.
 Demais orientações estão descritas neste manual.
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3 – Modalidades de Exportações
3.1 - Exportação CKD
 Modalidade de exportação que atende uma programação por lote, o qual é composto por um agrupamento de
desenhos, com quantidades múltiplas de 24, 48, 96 ou 500 peças.
 Essa programação é semanal e enviada aos fornecedores através do Sistema DI2S, sendo disponibilizada para os
fornecedores na quinta-feira precedente à semana executiva.
 Para essa modalidade, o fornecedor deve entregar as peças em caçambas, contenitores, embalagens de papelão,
tubulares e/ou rack (Situação idêntica ao modo utilizado para abastecer a produção FIASA), sendo, em seguida,
embaladas pelo Operador Logístico da Fiat.
 O fornecedor poderá entregar as peças em caixas e grades de madeiras, desde que as mesmas estejam seguindo os
múltiplos acima e que as embalagens fiquem saturadas e otimizadas.
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3 – Modalidades de Exportações
3.2 - Exportação Peça a Peça
 Modalidade
de
exportação
que
atende
também
uma
programação semanal, a qual é enviada aos fornecedores
através do Sistema DI2S separada por mercado.
 Essa programação é válida para os clientes indicados no
quadro ao lado , sendo disponibilizada da mesma forma que a
Exportação CKD.
 Nesta modalidade, o fornecedor deve entregar as peças já
embaladas, prontas para exportação.
Operações de Fluxos Inte-regionais
It Código Clientes
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
121
123
129
141
143
145
146
147
153
155
158
162
165
183
184
834
860
M29
M58
Itália
Itália
Turquia
Itália
Itália
Itália
Itália
Itália
Itália
Itália
Polônia
Argentina
Argentina
Índia
Índia
México
Venezuela
Turquia
Polônia
Estabelecimentos
Mirafiori Mecanica
Termoli
Tofas Turk Otomobil AS ( Turquia )
Mirafiori Carroceria
Rivolta Carroceria
Cassino Carroceria
Pomigliano Carroceria
Termini Imerese
Melfi
Arese Carroceria
Fiat Auto Poland Tychy Kar
Fiat Auto Argentina ( Carroceria )
Fiat Auto Argentina ( Powertrain )
India Carroceria
India Powertrain
Chrysler Group LLC
Chrysler Group LLC
Turk Otomobil
Fiat Auto Poland Tychy Kar
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3 – Modalidades de Exportações
3.3 Procedimentos de entregas

Para Materiais Buy.
 O material deve ser entregue embalado, separados por mercado e, no campo dados adicionais da Nota Fiscal, deve
ser mencionado o Mercado de Destino, o qual é sempre o mesmo das programações recebidas pelo fornecedor no
DI2S com seu respectivo desenho/programa.

Para Materiais Buy Conta-Industrialização (Conta-Trabalho).
 O material também deve ser entregue embalado conforme os padrões, separados por Mercado e no campo dados
adicionais da Danfe deve ser mencionado o Mercado de Destino, que, neste caso, será indicado pelos
programadores da GMD FIAT. As quantidades recebidas pelo fornecedor através do programa, referem-se a
quantidade total (exportação + produção FIASA). Portanto, através do follow-up FIASA, será detalhada a quantidade
exclusiva de Exportação.
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3 – Modalidades de Exportações
3.4 Locais de entregas
 Os itens/embalagens devem serem faturados para Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda, CNPJ 16.701.716/000156 e entregues na Filial CKD FIAT, endereço: Rod. BR 381 Fernão Dias – Km 484 - B. Distrito Ind. Jardim Piemont
Norte – Betim-MG. Cep: 32689898
Nota:
 O fornecedor, para acobertar o transporte deve também emitir uma Nota Fiscal de remessa para a Filial CKD Fiat CNPJ 16.701.716/0017-13 e citar no
campo “Dados Complementares” o número da N.F. de faturamento (venda).
 Para os itens em regime de conta-trabalho, referente aos
Fornecedores Sediados fora de Minas Gerais, o
faturamento tanto dos itens como das embalagens devem ser para Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda., CNPJ
16.701.716/0001-56 e entregues também na fábrica Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda, endereço: Avenida
Contorno - Nº 3455 - B. Paulo Camilo - Betim .
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4 – Identificação Externa da Embalagem
4.1 – Identificação Padrão
 Atenção! Não preencher os campos “5” e “6”
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4 – Identificação Externa da Embalagem
4.2 – Identificação Padrão
 Exemplo de preenchimento
 Etiqueta padrão tipo B preenchida conforme o Capitulato Fiat 9.01105 deve ser fixada na parte externa do Pallet,
Caixas de Madeira, Grades de madeira em Ângulo de 90°.
PONTO DE RECEBIMENTO
ESTABELECIMENTO DE DESTINO
CKD - FILIAL
FIAT ARGENTINA
NÚMERO DA NOTA FISCAL
NOME DO FORNECEDOR
LLLLLLLLLLLLLLL
111111111
PESO LIQUIDO
PESO BRUTO
..........
..........
QUAT. CAIXAS PALETE
1111
DESENHO
12121563
QUANTIDADE TOTAL DE PEÇAS
1010
DENOMINAÇÃO DO PRODUTO
BBBBBBBBBBBBBBB
DATA DE EXPEDIÇÃO
CÓDIGO FORNECEDOR
00/00/0000
DATA DE MODIFICAÇÃO
DATA PRODUÇÃO
111111111
NÚMERO DA SCHEDA (S) / (M)
101010101 SIM OU M
00/00/0000
00/00/0000
NÚMERO DO LOTE DE PRODUÇÃO
111111111
Nota:
 No Pallet fixar embaixo do Strech, nas caixas e grades de madeira em saco plástico apropriada para proteção e
conservação das informações.
 Em caso de embalar mais de uma desenho na única embalagem, é permitido utilizar a mesma etiqueta basta
configurar o formato do formulário e posicionar os números de desenhos e quantidades de peças.
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4 – Identificação Externa da Embalagem
4.3 - Descrição dos campos
1
Estabelecimento de destino
2
Ponto de recebimento
3
Número nota fiscal
4
Razão social do fornecedor
5
Peso líquido (Kg) – Não preencher
6
Peso bruto(Kg) – Não preencher
7
Quantidade embalagem do lote – Não preencher
8
Numero desenho Fiat
9
Quantidade de peças na embalagem
 10 Denominação do produto
 11 Código do fornecedor
 12 Código da embalagem fornecido pelo IRF
 13 Data de produção ou expedição
 14 Data da última modificação do produto (DUM)
 15 Código de barras
 16 Número lote de produção
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4 – Identificação Externa da Embalagem
4.4 - Local para fixação da ficha de Identificação Externa
 Toda embalagem deve ser identificada externamente, com no mínimo
Grade Madeira Padrão
duas Fichas de Identificação do produto (Tipo B - Capitulado FIAT nº
9.01105) devidamente preenchidas e fixadas na parte lateral e frontal
da embalagem.
 Essas identificações devem ser protegidas com envelopes plásticos
transparentes para conservação das informações contidas nas
etiquetas.
 Caso seja utilizado grampos para fixação, aplicá-los na parte
Caixa Madeira Padrão
perimetral dos envelopes plásticos.
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5 – Identificação Interna do Produto
5.1 – Etiqueta Padrão
 Todo item, no interno da embalagem, deve ser identificado com
RAZÃO SOCIAL FORNECEDOR
uma etiqueta (conforme modelo ao lado) devidamente preenchida.
11
1
Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda S.A
DATA
CÓDIGO FORNECEDOR
2
Nota:
DENOMINAÇÃO DO PRODUTO
Nº DOC. FISCAL (BAM)
3
 As caixas de papelão, sacos plásticos acondicionados dentro da
caixa de madeira, pallet, caçambas deverão conter afixado na parte
12
13
DESENHO
4
externa da mesma, etiqueta de identificação como o exemplo ao
lado, conforme previsto na norma Fiat 9.01105.
CÓDIGO DA EMBALAGEM
DATA PRODUÇÃO DO LOTE
5
Nº DO LOTE
14
QUANT. DO LOTE
QUANT. DA EMBALAGEM
20
6
CLASSE FUNCIONAL
15
INDICA. SUPLEM.
VÍNCULO
16
21
7
TIPO VEÍCULO
PONTO DE ENTREGA
17
8
EMBARQUE CONTROL.
DUM
LOTE SOB DESVIO
22
9
ALMOXARIFADO
18
LOCALIZAÇÃO
LINHA
10
19
100 mm
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5 – Identificação Interna do Produto
5.2 - Local Fixação da Etiqueta de Identificação Interno
 Todos os materiais enviados em embalagens padronizadas para as
exportações CKD devem ser identificados com a etiqueta padrão
Etiqueta A
tipo A.
 As Caixas e Grades de madeiras devem possuir uma etiqueta em
Código de Barras Padrão Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda da
(SIP) tipo A.
 A etiqueta autocolante deverá ficar solta no interno da embalagem
com
todos
os
campos
preenchidos
conforme
as
Etiqueta A
normas
especificadas.
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5 – Identificação Interna do Produto
5.3 - Descrição dos campos






















1 Logotipo Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda destino do material;
2 Data de expedição;
3 Denominação breve que identifica o produto;
4 Número do desenho Fiat de identificação do produto ou peça (11 campos alfa numéricos).Código de barras desenho produto
Fiat (Código quantidade de peças (05 campos), Código Fiat da embalagem que veio com as peças (03 campos alfa numéricos) e
código do fornecedor.
5 Data de fabricação do componente;
6 Número do lote de fabricação das peças (Numero determinado pelo fornecedor para indicar o lote homogêneo de produção);
7 Classe funcional – obtida no desenho Fiat;
8 Tipo de veículo;
9 Embarque controlado (S/N);
10 Reservado para a localização de armazenamento no almoxarifado.(Não preencher);
11 Logotipo fornecedor (Nome ou Sigla);
12 Código do fornecedor;
13 Número do documento fiscal (BAM – Bolla di accompagnemento materiale);
14 Número código da embalagem (03 campos alfa numéricos) – para exportação manter os três;
15 Quantidades de peças contidas na embalagem (05 campos alfa numéricas);
16 Indicação suplementar. Poderá, ou não, ser usado o símbolo;
17 Ponto de entrega do material na fábrica;
18 Dum (data última modificada);
19 Reservado para a localização da peça na linha de montagem (não preencher);
20 Quantidades de peças produzidas no lote;
21 Vínculo: Exigências normativas quanto à segurança (V,W,K,N) (Ver documentação técnica do componente);
22 Lote sob desvio (S/N).
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5 – Identificação Interna do Produto
5.4 - Layout
Utilizada em embalagens
de maior dimensão:
ETIQUETA TIPO 1
-Caçambas
-Tubulares
-Paletes
-Etc.
143mm
100mm
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5 – Identificação Interna do Produto
5.5 - Layout
Utilizada em embalagens
de menor dimensão:
ETIQUETA TIPO 2
-Vasquetas
-Saco Plásticos
-Caixa de papelão
-Etc.
95mm
75mm
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5 – Identificação Itens Multi-Desenhos – Packing List
5.6 – Packing list
 Os itens de exportações multi-desenhos entregues em caixas
PACKING LIST
Logo Fornecedor
Cliente :
de papelões, sacos plásticos
em variadas quantidades
e
Cod. Mercado :
Data :
Fornecedor :
Cód. Fornecedor :
acondicionadas em pallets de madeira, caçambas retornáveis e
outros devem serem identificadas internamente com a etiqueta
padrão (SIP).
 Com relação a identificação externa é necessário a utilização e
preenchimento do Packing list
formulário exemplo ao lado ,
controle padronizado para os itens entregues conforme fotos
abaixo.
Item
Desenho
Quantidade Peças
Total Volume
Operações de Fluxos Inte-regionais
Volume
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
-
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5 – Identificação Interna do Produto
5.7 - Identificação Pallet
 Todos os materiais enviados em pallet devem serem identificados
com a etiqueta tipo A em Código de Barras, e para a etiqueta B
seria opcional o uso de código de barras .
Etiqueta B
 O Pallet deve possuir uma etiqueta padrão Fiat Chrysler Automóveis
Brasil Ltda tipo B, indicando a quantidade total do material
transportado e deve ser colocada em 90º e de fácil visualização.
Etiqueta A
 Cada caixa de papelão possui uma etiqueta Sip tipo A em código de
Barras Padrão Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda com todos os
campos preenchidos indicando a quantidade de material em cada
caixa de papelão.
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6 – Grades de Madeira
6.1 - Especificações para construção – Estrutura
 As grades de madeira devem ser sempre priorizadas como opção do tipo de embalagem a ser utilizada na
exportação de componentes automotivos.
 A umidade das madeiras utilizadas para confecção das embalagens deve ser controlada e estar compreendida entre
12% a 18%.
 A régua inferior da base será montada na lateral das grades assim facilitando assim o manuseio, armazenamento e
principalmente o travamento nas carretas;.
 O compensado colocado no fundo da grade não pode ter emendas inferior a 1/3 do fundo
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6 – Grades de Madeira
6.2 - Especificações para Construção – Material Auxiliar
 Caso necessário, revestir o interno da grade com material protetivo
adequado ao tipo de peça;
 Protetores V.C.I. ( Inibidores Voláteis de corrosão) devem ser isentos (ou
no máximo com 1%) de nitrito; Revestir o interno da grade com plástico
de polietileno (preto ou transparente, não reciclado) e forrar o fundo e as
laterais com papelão resistente.
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6 – Grades de Madeira
6.3 - Especificações para Construção – Fechamento
 Concluir o fechamento da grade com plástico/lona na parte superior da embalagem fixando com fitas adesivas assim
não possibilitando infiltração de agua. Após o fechamento inserir internamente (capuz de lona / plástico) mínimo 20cm
nas laterais interna, tornando hermética a proteção.
 Colocar a tampa (Compensado naval de 6mm) na embalagem devidamente lonada e vedada na parte superior e não
utilizar pregação no compensado da tampa fechamento apenas com as fitas de arquear;
 Arquear com fita (Não metálica) no sentido longitudinal e duas fitas no sentido transversal.
 Manter sempre o emparelhamento das madeiras para fabricação das embalagens padrões.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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6 – Grades de Madeira
6.4 - Pregações
 As pregações das réguas nas partes superiores e inferiores pontos de fixação e
travamento das laterais e cabeçotes das grades, devem serem fixadas com três
pregos conforme fotos abaixo.
 O objetivo é manter as réguas bastante reforçadas para evitar o despregamento
durante as movimentações e expedições das exportações.
 Para união com pregos entre madeira de pinus, deverá ser utilizado
exclusivamente o prego anelado.
 Prego anelado:
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6 – Grades de Madeira
6.5 - Códigos de embalagens e dimensões Para Construção
 Em tabela com desenho 69451 detalhado no próximo slide.
Dimensões Externas Para Construção (mm)
R
S
T
69451
1200
970
699
69461*
1460
1120
699
1150
745
699
69481*
2250
1120
699
69491*
1450
1100
990
69471*
Vários
Grades Madeiras
Tipo Código Embalador
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6 – Grades de Madeira
6.6 - Desenho Técnico Construção – Grade 69451
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7 – Caixas de Madeira
7.1 - Especificações para construção
 As caixas de madeira devem ser utilizadas somente quando não for viável a substituição por grades de madeira ou
metálicas retornáveis devido as especificações de cada produto.
 Especificações Básicas:
 Utilização de compensado naval (colagem fenólica), OSB (ou similar) com espessura 6mm. Necessário resistência
a umidade.
 Na construção da tampa da caixa deve ser utilizada uma folha de plástico transparente Resistente 300 Horas de
exposição UV, espessura 0,200 mm, entre a chapa de compensado e a estrutura da própria tampa, para evitar a
penetração de água ( verificar folha de construção – página 30 ) e para tanto deve resistir, no mínimo 6 meses,
exposto às ações da intempérie, não devendo apresentar rachaduras / trincas / apodrecimento / cascas.
 A umidade da madeira utilizada para confecção da embalagem deve ser controlada e estar compreendida entre 12%
a 18%.
 Protetores V.C.I. (Inibidores Voláteis de Corrosão) devem ser isentos ( ou no máximo com 1%) de nitrito e devem
atender os requisitos das Normas Fiat 9.56150/00;9.56151/00.
 Quando o cabeçote for menor 1100 mm a régua inferior da base será montada na lateral da grade assim facilitando o
manuseio e armazenamento.
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7 – Caixas de Madeira
7.2 - Especificações para construção - Estrutura
 Montar as partes laterais da embalagem, pregando os cabeçotes e as laterais
ao fundo;
 Quando necessário, forrar o interno da embalagem com papel VCI ou plástico
VCI. Outros inibidores de corrosão (sache VCI, linter VCI ou espuma a base
de VCI) utilizados na embalagem, deverão ser fixados na parte interna da
mesma de modo a não ter contato direto com as peças.
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7 – Caixas de Madeira
7.3 - Especificações para construção – Materiais Auxiliares
 As peças que possam sofrer problemas de oxidação, devem ser
embaladas em sacos plásticos VCI, sacos de papel VCI ou caixas
de papelão forradas com produto a base de VCI.
 Concluir o fechamento na parte superior da embalagem com o
plástico ou papel VCI, tornando hermética; Encaixar a tampa da
caixa e não fixá-la com pregos.
 Arquear a embalagem com uma fita no sentido longitudinal e duas
fitas no sentido transversal em seguida efetuar o fechamento do
chapéu plástico fixando nas laterais da embalagem com
grampos.
 Fotos exemplos ao lado:
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7 – Caixas de Madeira
7.4 - Folha de Construção da Tampa das Caixas para Embalagem Materiais Diversos
 1º - Fixar a parte estrutural no compensado com grampos conforme figura abaixo;
 2º - Fixar o compensado comum de 4 mm sobre a parte estrutural (os pregos ou grampos utilizados devem ser bem
rebatidos, evitando saliências que possam perfurar / rasgar o plástico de proteção);
 3º - Sobrepor o plástico de proteção (filme de polietileno), na chapa de compensado comum de 4 mm, o qual deve
exceder 120 mm em todo o contorno do compensado/embalagem;
 4º - Sobrepor o compensado naval externo de 6 mm sobre o plástico e fixando com o cintamento de fitas poliéster.
4º
3º
2º
1º
Operações de Fluxos Inte-regionais
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30
7 – Caixas de Madeira Padrão Exportação
7.5 - Códigos de Embalagens e Dimensões Para Construção
 Em tabela com desenho 61451 detalhado no próximo slide.
Código
61451
61461*
61471*
61481*
61491*
61711
61721
Dimensões Externas Para Construção (mm)
R
S
T
1150
1450
1100
2200
1450
950
1100
725
1100
1100
609
609
609
609
990
Vide Desenho Próprio
Vide Desenho Próprio - Tabela 61711
* EMBALADOR: Existem varios no mercado que conhecem os padrões de exportações.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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7 – Caixas de Madeira Padrão
7.6 - Desenho Técnico para Construção – 61451
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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32
8 – Pallet Padrão
8.1 - Desenho para construção
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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33
8 – Pallet
8.2 - Construção Embalagem
 Componentes para a montagem da embalagem:






Fitas de arquear;
Plásticos filme utilizar três voltas na embalagem ;
Cantoneiras resistentes para empilhamento Verticais e Horizontais;
Capuz de plástico/lona proteção;
Identificação interna e externa conforme norma Fiat;
Pallet fumigado.
.
Nota:
 Não utilizar fitas de arquear com travamento manual, pois durante as movimentações perdem a pressão e as caixas de
papelão se deslocam do pallet.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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34
8 – Pallet
8.3 - Caixa de Papelão / Pallet Madeira
 Todos os materiais enviados devem ser identificados com as
etiquetas tipo A e B conforme norma Fiat .
 As caixas de papelão devem possuir uma etiqueta em código de
Barras Padrão Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda , tipo B lado
externo indicando a quantidade total do material transportado e deve
Etiqueta B
ser colocada em 90º da embalagem e de fácil visualização em sacola
plástica apropriada ou autocolante a prova d'água.
 As Caixas de papelão devem possuir uma etiqueta em Código de
Barras Padrão Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda , Sip tipo A solta
no interno da embalagem
conforme norma Fiat.
Operações de Fluxos Inte-regionais
com todos os campos preenchidos
Etiqueta A
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9 – Ga.fe.r
9.1 - Grade de Ferro Retornável – Propriedade FIAT
 Embalagem metálica desmontável e retornável, de propriedade da FIAT , utilizada para envio e recebimento de peças
entre os estabelecimentos FIAT;
 As peças são recebidas de alguns fornecedores já embaladas em caixas de papelão ou sacos plásticos e,
posteriormente, acondicionadas no Ga.fe.r pelo operador logístico.
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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36
10 – 434C
10.1 - Caçamba de Ferro Retornável – Propriedade FIAT
 Embalagem metálica desmontável e retornável, de propriedade da FIAT, utilizada para envio e recebimento de peças
entre os estabelecimentos FIASA E FAASA.
 As peças são embaladas em caixas de papelão ou sacos plásticos por alguns fornecedores ou pelo operador
logístico FIAT e acondicionados nas caçambas. No fechamento, após a utilização da lona é acrescentado uma folha
plástica na parte superior (Capuz de lona) para evitar a infiltração de águas. Possui características construtivas para
garantir proteção e dimensões otimizadas* para melhor saturação das carretas.
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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11 – Kit 40Ckd
11.1 - Embalagem Plástica Retornável Pallet/Caixas/Tampa – Propriedade FIAT
 Embalagens Plásticas desmontáveis e retornáveis, de propriedade da FIAT , utilizada para envio e recebimento de
peças entre os estabelecimentos FIASA E FAASA.
 As peças são embaladas em caixas de papelão, sacos plásticos ou alocadas diretamente nas caixas plásticas
considerando a máxima capacidade, por alguns fornecedores ou operador logístico FIAT. Após o fechamento do kit e
a identificação padrão conforme o item 8.2, arqueamento nos quatros lados, plásticos (Strech) nas partes laterais para
evitar a infiltração de água.
 As embalagens possuem características construtivas para garantir proteção, otimização para as peças e dimensões
para melhor saturação das carretas.
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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12 – 30F Ckd
12.1 - Caixas de Plástico Retornáveis – Propriedade FIAT
 Embalagem plástica desmontável e retornável, de propriedade da FIAT, utilizada para envio e recebimento de peças
entre os estabelecimentos FIASA E FAASA.
 As peças são embaladas em caixas de papelão ou sacos plásticos pelos fornecedores ou pelo operador logístico
FIAT e acondicionados na embalagem. No fechamento após a utilização da lona é acrescentado uma folha plástica
na parte superior (Capuz de lona) para evitar a infiltração de água. Possui características construtivas para garantir
proteção e dimensões otimizadas* para melhor saturação das carretas.
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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13 – Códigos de Embalagens Padrões
13.1 - Dimensões Externas – Grades e Caixas de Madeira
Modelos de Caixas de Madeira (Padrão).
Código
Dimensões Externas (mm)
Embalagem
Comprimento
Largura
Altura
Fiat
.
951
61451
61461
61471
61481
61491
61711
61721
800
1150
1450
1100
2200
1450
275
550
600
950
1100
725
1100
1100
240
360
550
725
725
725
725
1100
245
370
Volume ( m3)
264
792
1156
578
1755
1755
16
73
.
Modelos de Grades de Madeira ( Padrão ).
Código
Dimensões Externas (mm)
Embalagem
Comprimento
Largura
Altura
Fiat
69451
69461
69471
69481
69491
1200
1460
1150
2250
1450
970
1120
745
1120
1100
725
725
725
725
1100
Volume ( m3)
844
1186
621
1827
1755
* EMBALADOR: Existem vários no mercado que conhecem os padrões de embalagens exportações.
Operações de Fluxos Inte-regionais
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13 – Códigos de Embalagens Específicas
13.2 - Dimensões Externas – Caixas , Grades e Pallet
Dimensionais Externos
It Código
.
Fornecedores
Códgo
Descrição
Comp. Larg. Altura
3
M
Dimensionais Externos
It Código
Fornecedores
Códgo
Descrição
Comp. Larg. Altura
3
M
1
1018
MAGNETI MARELLI
908
CAIXA DE MADEIRA
1,144
1,124
0,750
0,964
27
66996
PILKINGTON BRAS
934
GRADE DE MADEIRA
1,437
0,755
0,910
0,987
2
1020
TEKSID ALUMINIO
974
CAIXA DE MADEIRA
1,100
0,810
0,785
0,699
28
66996
PILKINGTON BRAS
939
GRADE DE MADEIRA
0,990
0,755
0,750
0,561
3
1032
DENSO MAQ.ROTAN
946
CAIXA DE MADEIRA
1,240
1,040
0,840
1,083
29
70100
SILA DO BRASIL
928
GRADE DE MADEIRA
1,600
1,100
0,780
1,373
4
11800
AETHRA COMPONEN
971
CAIXA DE MADEIRA
1,760
1,200
1,390
2,936
30
1034
ILUMINACAO AUT
901
PALETE DE MADEIRA
1,360
1,080
1,080
1,586
5
17208
INJEPLASTIC INJ
866
CAIXA DE MADEIRA
2,200
0,950
0,800
1,672
31
1036
FIAT AUTOMOV
910
PALETE DE MADEIRA
0,820
0,630
0,340
0,176
6
18208
BEHR BRASIL LTD
882
CAIXA DE MADEIRA
1,490
1,190
0,750
1,330
32
12280
ITALSPEED AUTOM
5001
PALETE DE MADEIRA
1,200
1,200
2,050
2,952
7
18500
AUTOMOTIVA USIM
915
CAIXA DE MADEIRA
1,600
1,100
0,740
1,302
33
17621
BROSE DO BRASIL
913
PALETE DE MADEIRA
1,000
0,600
0,600
0,360
8
24116
CHRIS CINTOS DE
925
CAIXA DE MADEIRA
1,450
1,150
0,770
1,284
34
23050
FAGERDALA BRASI
902
PALETE DE MADEIRA
1,335
1,050
2,000
2,804
9
43200
FORMTAP INDUST
952
CAIXA DE MADEIRA
1,710
1,450
0,740
1,835
35
23450
ADLER PTI S/A
893
PALETE DE MADEIRA
1,180
0,780
1,000
0,920
10
43200
FORMTAP INDUST
5010
CAIXA DE MADEIRA
1,550
1,150
0,750
1,337
36
23450
ADLER PTI S/A
894
PALETE DE MADEIRA
1,140
1,100
0,995
1,248
11
43200
FORMTAP INDUST
969
CAIXA DE MADEIRA
1,620
1,260
0,740
1,510
37
23481
HBA HUTCHINSON
877
PALETE DE MADEIRA
1,140
0,475
0,640
0,347
12
45747
LEAR DO BRA IND
930
CAIXA DE MADEIRA
2,400
1,205
1,370
3,962
38
24180
VALEO SISTEMAS
881
PALETE DE MADEIRA
1,200
0,800
1,340
1,286
13
51625
MAHLE METAL LEV
884
CAIXA DE MADEIRA
0,980
0,730
0,565
0,404
39
25004
JTEKT AUTOMOTIV
871
PALETE DE MADEIRA
1,440
1,100
0,938
1,486
14
60643
PLASCAR INDUSTR
955
CAIXA DE MADEIRA
2,250
1,900
1,150
4,916
40
28468
MANGELS INDU
887
PALETE DE MADEIRA
1,350
1,170
1,950
3,080
15
61105
TRW-II
863
CAIXA DE MADEIRA
1,070
0,970
1,100
1,142
41
30971
DANA
883
PALETE DE MADEIRA
0,950
0,950
0,710
0,641
16
70930
SKF DO BRASIL L
886
CAIXA DE MADEIRA
0,810
0,600
0,740
0,360
42
31000
ELETROMECANICA
895
PALETE DE MADEIRA
1,100
1,100
1,106
1,338
17
55080
DENSO DO BRASIL
3002
CAIXA DE PAPELÃO
1,150
0,890
0,734
0,751
43
31000
ELETROMECANICA
896
PALETE DE MADEIRA
1,100
1,100
1,380
1,670
18
1020
TEKSID ALUMINIO
1001
GRADE DE MADEIRA
1,120
1,120
0,765
0,960
44
31000
ELETROMECANICA
897
PALETE DE MADEIRA
1,100
1,100
0,940
1,137
19
10397
AETHRA I
973
GRADE DE MADEIRA
2,160
1,100
2,120
5,037
45
31000
ELETROMECANICA
898
PALETE DE MADEIRA
1,100
1,100
1,117
1,352
20
10397
AETHRA SISTEMAS
984
GRADE DE MADEIRA
2,270
1,840
1,140
4,762
46
35050
FICOSA DO BRASI
899
PALETE DE MADEIRA
1,140
0,950
0,990
1,072
21
17208
INJEPLASTIC INJ
862
GRADE DE MADEIRA
2,250
1,100
1,450
3,589
47
43200
FORMTAP INDUST
865
PALETE DE MADEIRA
1,800
1,180
1,140
2,421
22
24149
IOCHPE-MAXION S
957
GRADE DE MADEIRA
1,200
1,090
2,120
2,773
48
59684
TAKATA-PETRI S.
888
PALETE DE MADEIRA
1,000
1,200
1,000
1,200
23
52030
MINAS PLASTIC I
996
GRADE DE MADEIRA
2,250
1,100
1,500
3,713
49
64680
BOSCH CAMPIN
885
PALETE DE MADEIRA
1,130
0,960
0,990
1,074
24
54000
CMP COMPONENTES
861
GRADE DE MADEIRA
2,430
1,390
1,500
5,067
50
71106
VALEO SISTEMAS
918
PALETE DE MADEIRA
1,300
1,100
1,050
1,502
25
54000
CMP COMPONENTES
867
GRADE DE MADEIRA
1,460
1,120
0,540
0,883
51
72958
SUMIDENSO DO BR
900
PALETE DE MADEIRA
1,100
1,090
1,080
1,295
26
54000
CMP COMPONENTES
919
GRADE DE MADEIRA
2,280
1,450
2,510
8,298
52
78550
ZANINI INDUST.A
892
PALETE DE MADEIRA
1,300
1,100
1,470
2,102
Operações de Fluxos Inte-regionais
28/1/2015
41
14 – Cliente Venezuela
14.1 - Caixas e Grades Madeira Com Fechamento Grampos Pinos / Travas
 As embalagens de madeira para as exportações do cliente Venezuela – 860 devem ter
o fechamento e travamentos com “grampos, Pinos, Travas ”etc. em uma lateral das
caixas ou grades (Facilitando a abertura e manuseio das peças devido as normas e
exigências do cliente).
 As identificações e dimensionais das embalagens seguem conforme os padrões
especificados no manual.
 Exemplos de varias embalagens com fechamento diferentes.
.
Operações de Fluxos Inte-regionais
28/1/2015
42
15 – Tratamento Fitossanitário
15.1 - Tratamento da Madeira
 Em conformidade com as normas internacionais regulamentadas pela NIMF nº 15 (Norma Internacional para
Tratamento Fitossanitário) a Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda e seus fornecedores deverão adotar as medidas de
controle de pragas florestais. Portanto, seguem orientações parciais sobre o tema em evidência.
 As exportações de peças utilizando madeira maciça em bruto nas embalagens, assim entendida, que não sofreu
processamento e nem foi submetida a tratamento, deverão atender aos tratamentos internacionalmente reconhecidos
e que podem ser utilizados são:
 HT - Heat Treatment (Tratamento Térmico)
 KD - Kiln Drying (Secagem de madeira em estufa)
 Estão isentas das exigências de certificação, as embalagens e suportes confeccionadas na sua totalidade com
derivados da madeira, sejam estes suficientemente industrializados ou processados, a exemplo de compensados,
aglomerados de partículas ou de fibras orientadas, contraplacados, folhas, painéis, chapas, pranchas e outras peças
de madeira que no processo de fabricação tenham sido submetidos ao calor, colagem e pressão ou uma combinação
dos mesmos.
Operações de Fluxos Inte-regionais
28/1/2015
43
15 – Tratamento Fitossanitário
15.2 - Tratamento da Madeira
 As embalagens tratadas deverão ser identificadas com a marca da IPPC
(International Plant Protection Convention) ou (Convenção Internacional para
proteção dos Vegetais) reconhecida internacionalmente sem exigências de
requerimentos adicionais para sua internalização nos países membros
signatários da OMC dos quais a Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda. mantém
relações comerciais: África do Sul, Argentina, China, Índia, Itália ,Venezuela
e Turquia.
 A gravação da marca internacional na embalagem, pallets, suportes ou material
para acomodação deverá ser feita com a utilização de tinta indelével em todos
os lados da caixa e grade e que seja visível , de outra cor que não a vermelha
ou outro processo que garanta a persistência da marca. Atualmente não é
necessário a emissão dos Certificados. A identificação deve ser indelével ou
utilizar o sistema de marcação através de baixo relevo (Queima);
 O espaço preenchido por XX – 000 – YY deverá conter, nesta sequência:
 A sigla do país , de acordo com as normas I.S.O
 A codificação (número do credenciamento) da empresa que realizou o
tratamento.
 Tipo de tratamento que a embalagem, suporte ou material de acomodação foi
submetido.
Operações de Fluxos Inte-regionais
28/1/2015
44
16 – Especificações da Madeira / Compensando
16.1 – Nó / Casca / Compensado
 Para as construções das embalagens de exportação CKD, é preciso seguir as normas e procedimentos e
características do material utilizado assim evitar problemas de quebras durantes as expedições das embalagens.
 Abaixo seguem exemplos de irregularidades no material das construções de embalagens padrões que não podem
acontecer durantes as entregas.:
 Não aceitável
 Nó vazado
 Aceitável
.
.
.
 Não aceitável
 Compensado com cola branca
pigmentado
.
 Não aceitável
 Casca
 É tolerável desde que o tamanho máximo
de cada nó ou a soma deles não ultrapasse
30% da largura da peça e que não exista
.
mais de 7 unidades por peça.
Defeito Natural.
.
 Compensado com cola fenólica
 Não aceitável
 Compensado com cola branca
.
 Não aceitável
 Furo Bicho Coró
Operações de Fluxos Inte-regionais
28/1/2015
45
17 – Formulário de Aprovação Embalagens
17.1 - PPI (Proposta Per Imballo)
Portuques
PORTUGUÊS
Portuques
Italiano
PORTUGUÊS
PROGRESSIVO
ESPAÑOL
PORT UGUÊS
IT ALIANO
ENGLISH
Nº
APROVAÇÃO DE EMBALAGENS EXPORTAÇÃO
DADOS COMPLEMENTARES PEÇAS
 As embalagens utilizadas nas exportações deverão ter a
DESENHO:
EMBALAGEM:
aprovação consensada entre Fiat, fornecedores e clientes e
documentadas conforme formulário ao lado.
DENOMINAÇÃO:
FORNECEDOR:
CODIGO:
MADEIRA
PAPELÃO
RETORN.
DIMENSÕES EX T. ( C x L x A )
TIPOLOGIA PEÇA:
MATERIAIS AUX .:
PESO PEÇA:
P. POLIB.
VCI
ISOM.
CLIENTE
COD. EMBAL.:
QTDE:
TARA CX :
OSB:
RECLAMO ( MERCADOS )
Sim
Não
Sim
Não
Outros
Sim
Não
P.WORLD CAR:
DADOS COMPLEMENTARES FORNECEDOR
CONTATO:
TELEFONE:
E-MAIL:
FAX :
SETOR:
DATA :
INSERIR FOTOGRAFIAS EMBALAGEM ATUAL ( Fornecedor )
 O relatório deverá ser preenchido após as aprovações
técnicas das embalagens como melhorias, desenvolvimentos
de novos modelos, e enviado para a logística FIAT que
Neste campo inserir f oto da embalagem antes
de ser f echada, mostrando a disposição das
peças na embalagem primária. Evidenciar
detalhes da embalagem no campo descrição.
Neste campo inserir f oto da embalagem antes de
ser f echada mostrando disposição das peças na
embalagem secundária. Exemplo: A distribuição
das peças nas caixas de papelão.
Neste campo inserir f oto da embalagem
f echada pronta para expedição.
DESCRIÇÃO:
posteriormente será encaminhado para os clientes para a
INSERIR FOTOGRAFIAS EMBALAGEM PROPOSTA ( Fiasa )
aprovação final.
Neste campo inserir f oto da embalagem antes
de ser f echada, mostrando a disposição das
peças na embalagem primária. Evidenciar
detalhes da embalagem no campo descrição.
Neste campo inserir f oto da embalagem antes de
ser f echada mostrando disposição das peças na
embalagem secundária. Exemplo: A distribuição
das peças nas caixas de papelão.
Neste campo inserir f oto da embalagem
f echada pronta para expedição.
Observações:
DESCRIÇÃO:
Data Prevista Atuação ===>>>
EMBALAGEM APROVADA ?
Data Efetiva Atuação ===>>>
SIM
NÃO
RESPONSÁVEIS AVALIAÇÃO
Operações de Fluxos Inte-regionais
SUPPLY CHAIN MANAGEMENT - IRF
CONTATO:
ASSINATURA
DATA
FORNECEDOR:
CONTATO:
ASSINATURA
DATA
POLO CLIENTE:
CONTATO:
ASSINATURA
DATA
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46
18 – Conclusão
 As informações contidas neste manual devem possibilitar um melhor entendimento quanto à padronização e auxiliar
os fornecedores na escolha da melhor embalagem a ser utilizada na exportação, proporcionando desta forma,
vantagens econômicas para cliente e fornecedor, além de otimizar o transporte e manuseio.
 Os fornecedores têm inteira liberdade para sugerir e propor a utilização de novas embalagens alternativas.
 A Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda não produz embalagens para exportação.
Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda
Supply Chain Management
Operações de Fluxos Inter-Regionais
Teumar Ferreira de Almeida
Claudio Moreira
Tel.: (31) 2123 - 3530
Tel.: (31) 2123 - 6294
E-mail: [email protected]
E-mail: [email protected]
.
Operações
de Fluxos Inte-regionais
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47
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MANUAL DE EMBALAGENS EXPORTAÇÃO