Categorização de Restaurantes:
Um balanço do projeto-piloto.
Categorização de restaurantes:
visão
das empresas
A visãoadas
empresas
Luís Henrique Vendramini
Elaboração: GT - Tec da ANR
Apresentação: Luís Henrique Vendramini
Índice
•
•
•
•
•
Potencial de ganhos
A visão das empresas
Comparativo – Previsto x Real
Registros importantes
Pontos para reflexão
Potencial de ganhos
• Incentivo à busca das melhores
práticas e à profissionalização das
empresas e do setor como um todo;
• Padronização das informações entre
as Vigilâncias Sanitárias;
Potencial de ganhos
• Uniformização dos critérios de
avaliação e de sua aplicação pelas
autoridades fiscalizadoras em todas
as regiões do país;
• Redução da informalidade no setor.
A visão das empresas
• Realização de consulta/audiência pública
para democratizar e aperfeiçoar o
projeto, considerando:
• extensão territorial;
• diversidade cultural;
• diferenças de poder aquisitivo.
A visão das empresas
Aspectos positivos
– Compartilhamento de dados pelas
autoridades:
• acesso às informações;
• cartilha explicativa;
• divulgação prévia do check list.
– Comprometimento das Vigilâncias
Sanitárias;
A visão das empresas
Aspectos positivos (continuação)
– Comprometimento do setor empresarial
• Workshops regionais organizados pela ANR
com apoio das Visas;
• Mobilização dos empresários para
adequação dos pontos de atendimento.
Comparativo-Previsto x Real
• Impossibilidade de aperfeiçoar o projeto
pela não realização de
consulta/audiência pública;
• Envolvimento do setor regulado no
desenvolvimento do projeto – menor do
que o desejável.
Comparativo-Previsto x Real
• Quanto ao cumprimento da metodologia
definida (alguns casos, alguns municípios)
– Quantidade de visitas abaixo da prevista;
– Não houve aplicação do check list na 1ª visita
(informando as não conformidades para
adequação);
– Houve aplicação do check list, mas não foi
deixada uma cópia para o estabelecimento;
Comparativo-Previsto x Real
– Não houve orientação
visitas, faltou diálogo;
durante
algumas
– Tempo
insuficiente
para
adequações
estruturais entre a primeira e a segunda
visitas;
– Tempo diferente de inspeção (de 20’ a 3 h)
para estabelecimentos com o mesmo perfil;
Comparativo-Previsto x Real
– Não houve inspeção do local, apenas
solicitação de documentos;
– Solicitação de documentos com critérios
diferentes para estabelecimentos com o
mesmo perfil;
– Check list versus nível de exigência dos
fiscais;
Registros importantes
• Inclusão de estabelecimentos após
divulgação da lista do primeiro ciclo;
• Legislações regionais x legislação federal
(utilizada como referência na categorização),
gerando conflitos de procedimentos.
• Caso exemplar
– Abertura para esclarecimento dos itens
apontados no check list (Barueri – SP).
Registros importantes
• Os selos foram colados pelos próprios
restaurantes (muitos casos);
• Alguns estabelecimentos retiraram o selo
quando foram categorizados como C;
• Os restaurantes e suas equipes
categorizados como A se sentiram
valorizados.
Pontos para reflexão
• O que realmente é importante para o
consumidor?
• É conveniente categorizar restaurantes
antes de consolidar processos que
garantam segurança alimentar?
• Haveria recursos (humanos e financeiros)
suficientes para as Visas assumirem
tarefas adicionais?
Pontos para reflexão
• Treinamento dos fiscais?
• Como seria superada a complexidade da
divulgação do projeto para 200 milhões
de consumidores?
• Qual seria a abrangência quanto aos tipos
de estabelecimento?
Pontos para reflexão
• Dada a complexidade do projeto, como
seria sua ampliação? Por região ou
nacional?
• Como evitar as dificuldades e erros
observados no projeto de Nova York?
Obrigado!
São Paulo, 07 de Agosto de 2014
Download

Categorização de Restaurantes: Um balanço do projeto