UNIVER
NIVERSIDADE CANDIDO MENDES
NDES
PÓS--GRADUAÇÃO “LATO SENSU”
NSU”
AVM FACULDADE INTEGRADA
DA
OS DESAFIOS
FIOS DO ENFERMEIRO COMO EDUCA
DUCADOR NA
DOCÊNCIA SUPERIOR
SILVANA PEREIRA PINHEIRO
Orientador
Profª.
fª. ED
EDLA LUCIA TROCOLI XAVIER DA SILVA
SILV
RIO DE JANEIRO 2012
2
UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES
PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU”
AVM FACULDADE INTEGRADA
OS DESAFIOS DO ENFERMEIRO COMO EDUCADOR NA
DOCÊNCIA SUPERIOR
Apresentação de monografia à Universidade
Candido Mendes como requisito parcial para
obtenção do grau de Especialista em
Docência do Ensino Superior.
Silvana Pereira Pinheiro
3
AGRADECIMENTO
Agradeço a Deus por te me dado a oportunidade de
estar aqui concluindo mais uma etapa da minha vida.
E também aos meus Familiares e aos meus Amigos
do curso que me ajudaram a chegar até o final desta
etapa me incentivando a não desistir.
4
DEDICATÓRIA
“Dedico a minha Mãe, Eliziete (in memorian), por ter
me ensinado a lutar e nunca desistir dos meus
sonhos mesmo diante das dificuldades. Perseverar
para não parar no meio ter inteligência para terminar
e humildade para acreditar em mim.
5
METODOLOGIA
Para realizar este estudo buscou-se alcançar o conhecimento,
utilizando métodos para atingir o objetivo desejado. Método
científico é o conjunto de processos ou operações mentais que se
deve empregar na investigação. É a linha de raciocínio adotada no
processo de pesquisa. Os métodos que fornecem as bases lógicas
à investigação são: dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo, dialético
e
fenomenológico.
Considerando
a
complexidade
do
tema
estudado, a seleção foi realizada através de uma revisão
bibliográfica, de abordagem qualitativa com desígnio exploratório e
descritivo.
A revisão de literatura oferece meios para definir e
resolver não somente problemas
já conhecidos,como também
explorar novas áreas onde os problemas não se cristalizam
suficientemente. Quanto à técnica de seleção de dados foi realizado
um levantamento cujas fontes de pesquisa foram livros, bases de
dados virtuais. Com o objetivo de alcançar o proposto pela
pesquisa, foi realizada análise dos dados bibliográficos, pré-analise,
exploração de material, tratamento dos resultados obtidos, e
interpretação. Deste modo, primeiro realizou-se uma investigação
em acervos, selecionou-se o material retirado dos bancos de dados
virtuais, que após leituras cansativas dos mesmos, foi organizado
um ficha mento, contendo a identificação dos pesquisadores (nome;
titulo do trabalho; ano; fonte; metodologia do estudo; palavrachave), o tipo de publicação (artigo periódico; livro; monografia;
tese; e outros) e a área de conhecimento Enfermagem; Educação e
outros conteúdos concernentes às questões norteadoras. Por final,
6
depois de seguir todas as etapas a organização dos dados
buscou-se correlacioná-los com o tema da pesquisa, assim
respondendo as questões norteadoras.
7
RESUMO
Os Desafios Do Enfermeiro Como Educador Na Docência Superior, 2012. 30
páginas. Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como
requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Docência do Ensino
Superior.
A Docência superior tem refletido em um modelo pedagógico importante
na atuação do Enfermeiro como professor. Com as varias mudanças
curriculares e pedagógicas este trabalho tem como objetivo refletir os desafios
na pratica do docente Enfermeiro, agrupado as mudanças educacionais e sua
formação e contudo atender as novas ações educacionais. Trata-se de um
estudo bibliográfico. Relacionado ao uma analise minuciosa da literatura que
permite afirmar que o docente Enfermeiro estão preparados para levar o seu
conhecimento aos discentes de enfermagem e preparado para ministra todo
conteúdo
curricular
inerente
a
sua
formação.
Transpondo
todo
seu
conhecimento na grandeza do cuidado e assistência a saúde. Para formação
de enfermeiro o docente deve ter total conhecimento pratico e teórico para
ministrar de forma concisa suas aulas para que seus alunos consigam entender
todo o conteúdo curricular. Palavras–chaves: docência superior, Enfermagem,
educação em enfermagem.
8
SUMÁRIO
1-METODOLOGIA................................................................05
2 -INTRODUÇÃO...................................................................10
3.1-CAPITULO I - DOCÊNCIA NA ENFERMAGEM...............13
3.3-CAPITULO II - DIDÁTICA NA FORMAÇÃO SUPERIOR.19
3.3-CAPITULO Ill - ENSINO CENTRADO NO CUIDADO......26
4-CONCLUSÃO......................................................................33
REFERÊNCIAS......................................................................34
9
INTRODUÇÃO
Em meio às modificações dos modelos educacionais e a
necessidade de adaptação a essas transformações, o Curso de
Enfermagem, assim como os demais cursos da área da saúde,
enfrentam um problema: a maior parte dos professores não tem
formação pedagógica, dificilmente as abordagens da formação de
professores estendem- se a formação de professores universitários.
Quando se fala em formação pedagógica se reflete em ensino
fundamental e ensino médio. A didática é de suprema importância
para os especialistas que se detém em um conteúdo. Os cursos de
pós - graduação compreende que formar especialistas na condução
de pesquisa perpetuando que para ser professora basta ter
conteúdo das disciplinas oferecidas.
Reis, Gomes e Rodrigues (2004, p.132) afirmam que
“Logo, eles ainda ‘ensinam a fazer’, como fizeram
com eles, e transmitem o conteúdo que receberam,
geralmente, da forma como receberam”.
O Enfermeiro segue a todo tempo o papel de educador,
assumindo todas as responsabilidades dos trabalhos educativos
pautados à enfermagem. Entretanto seguimos uma seqüência
educacional voltado ao conteúdo enraizado como especialista. O
que faz da docência superior um grande desafio.
Em diversas
aéreas cruzam o campo da docência do ensino superior como
decorrência natural de suas atividades e por razões e interesses
variados e, na maioria das vezes nunca se questionaram sobre o
que é ser professor. Dessa forma, atuam no ensino superior sem
10
terem sido preparados para o desempenho da docência. Pimenta e
Anastasiou (2005).
Neste sentido é necessário repensar o papel do docente
universitário Enfermeiro e como este profere sua prática pedagógica
no sentido de atender as novas funções que a educação
estabelece. Ao ponto de vista atual, O papel do professor
universitário deve ser revista a partir de três competências para a
docência no ensino superior: ser proporcional em uma área de
conhecimento; possuir domínio da área pedagógica e desempenhar
a dimensão política na prática da docência universitária. No que se
refere ao domínio dos conhecimentos básicos da ciência e
experiência profissional do campo.
A segunda envolve a esfera do conceito de metodologia e
aprendizagem, associado ao desenvolvimento cognitivo, afetivoemocional e de habilidades e Propriedade como a formação de
atitudes, abrindo espaços para a interação e a interdisciplinaridade.
A terceira abrange a discussão, com os alunos, dos
aspectos políticos e éticos e profissional do seu aprendizado na
sociedade, para que nela adquiram competência de se posicionar
como cidadãos e profissionais (MASETTO, 2001 apud REIS;
GOMES; RODRIGUES ,2004, p. 138).
Assim, buscamos através da revisão da literatura refletir sobre
a necessidade da formação pedagógica do Enfermeiro professor
em virtude da adequação desta formação as novas demandas
educacionais propostas pelas diretrizes curriculares do Curso de
Graduação em Enfermagem.
11
Em 2001, houve a manifestação de um grupo de
professores do Setor de Ciências Biológicas e da Saúde
interessados em discutir questões didáticas ligadas ao cotidiano da
prática pedagógica universitária, e assim, em parceria com um
grupo de professoras, foi idealizado o curso extensionista
“Revitalizando o ensinar-aprender na Universidade”.
Logo após, sugeriu a elas que as discussões não se
esgotassem, tendo em conta a repercussão positiva do curso. A
idéia desse Centro de Apoio Didático foi ampliada e tornou-se o
PRODEA – Programa Didático em Ação.
O programa tem oportunizado discussões interdisciplinares
envolvendo professores de diversas Instituições que participam dos
cursos, grupos de estudos, pesquisas e assessorias.
O PRODEA consolida-se como programa permanente, pois
sua repercussão, bastante positiva no meio universitário, com seus
avanços e recuos, aprova a sua validade. A proposta vem
ganhando novos rumos, ampliando suas áreas de atuação. O
desafio permanente é a inovação.
12
CAPITULO I- DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
A Enfermagem tem um papel importante na construção da
educação, o que leva o professor de enfermagem buscar novos
conhecimentos através da didática, mesmo sendo especialista,
mestre ou doutor precisa estar apto a novos conhecimentos e
tecnologias de ensino. O conhecimento da didática traz ao
professor a maneira correta de docência, o que poderia já estar
inserido na grade curricular do Enfermeiro e todas as graduações.
A educação em si, esta centralizada no desenvolvimento e
conhecimento, focalizando no aluno como um todo. Com as novas
políticas de certificação, acelerou o numero de profissionais
despreparados para sala de aula. O que implica completamente a
aprendizagem e entendimento em sala de aula. A educação atual
esta voltada politicamente na preparação de pesquisadores que
pesquisam suas teses e a defendem; porém não o prepara para o
campo como docente . O que dificulta muito sustentar a didática em
sala de aula.
O professor precisa usar de sua criatividade para sustentar a
atenção e manter o aluno interessado na matéria ministrada por ele.
Isso parece um verdadeiro desafio diante de tantos alunos que
parecem estar em aula e nada entender o que esta sendo
ministrado. Essa diferença esta realmente na didática o que faz a
compreensão da maneira de ensinar, educar e levar o aluno a ter
interesse nas aulas.
“O papel da educação é formar esse
profissional e para isso, esta não se sustenta apenas
13
na instrução que o professor passa ao aluno, mas na
construção do conhecimento pelo aluno e no
desenvolvimento de novas Competências, como:
capacidade de inovar, criar o novo partir do
conhecido, adaptabilidade ao novo, criatividade,
autonomia, comunicação.” (MERCADO, 1999, p.30).
A educação tem um papel fundamental na construção do
futuro da enfermagem como pratica e cuidado, analisando o ser
humano como um todo. Assim preparando enfermeiros capacitados
para atuar na promoção, prevenção, tratamento e reabilitação dos
seus pacientes. Deste modo trabalhando na construção de
profissionais capazes de atuar na assistência, administração,
gestão, educares e pesquisadores. A educação em enfermagem
procura efetivar um processo de construção e formação que seja
voltada ao trabalho que desfaça a barreira entre a teoria e pratica
profissional.
Com o aparecimento do parecer 314/94 e da portaria do MEC
nº1721/94, que tratam o currículo mínimo para os cursos de
graduação em enfermagem em nível nacional, recomenda o estudo
voltado
para
semiologia
e
semiotécnica
da
enfermagem,
aperfeiçoou o contato precoce do aluno com a sociedade. O que
induziu a identificação das variáveis e os fatores que intervêm no
processo saúde-doença, determinando que efetivassem seu olhar
de uma maneira mais focal dos problemas de saúde.
Os novos currículos pedagógicos devem estar consolidados,
permanentemente com as mudanças na educação aprimorando-se
a cada dia ao conhecimento atual. A educação, especialmente as
demandas da educação em saúde, vem sendo reconduzida no
14
sentido de ampliar sua margem de alcance nos serviços. Pode-se
defini-la com uma disciplina que estabelece um campo de práticas
que acontecem no nível das relações sociais, normalmente
estruturadas pelos profissionais da saúde, entre si, com as
instituições
e
com
os
usuários
dessas
instituições,
no
desenvolvimento cotidiano das suas atividades (L’Abbate S.
Educação em saúde1994).
No entanto, ao observar os diferentes arranjos no âmbito da
saúde, no que tange a resolutividade e prevenção de danos, se faz
necessário questionar se a educação em saúde, diante de suas
proposições inovadoras, está sendo empreendida adequadamente.
Muitos profissionais da área da saúde têm abordado a questão da
educação em saúde com a população mais como “um ritual de
informações do que um encontro promotor à aprendizagem de
competência dos sujeitos com sua saúde”(Said FA. Dinâmicas
pedagógicas na perspectiva da educação em saúde. Curitiba (PR):
Do Autor; 2001. 94 p.:7).
O desenvolvimento da enfermagem em todos os países do
mundo está produzindo modelos de conhecimento com algumas
características em comum; Porém, algumas inovações em potencial
para a educação em enfermagem ainda continuam em níveis locais,
sem transmissão para fora das fronteiras dos países. A dialética
entre as diversidades culturais e costumes nacionais poderia ser
uma importante tentativa para melhorar os níveis de educação em
enfermagem na próxima década. Análises em vários locais e
culturas permitiram o aumento da generalização dos achados
científicos e, ao mesmo tempo, diminuiriam as diversidades
15
nacionais. Desse modo, a mudança dos achados de investigação
para a prática em diferentes lugares necessita ser mais bem
explorada. A Cooperação multinacional em pesquisa e educação
em enfermagem deveria ser uma das mais importantes metas para
o futuro próximo.
Todo este processo ainda vem sendo um desafio a cada dia
na formação profissional do Enfermeiro que embora saiba ministrar
aulas universitárias, embora se depare com a necessidade da
didática na grade curricular de especialista e até mesmo mestre.
Devemos
partir
do
princípio
que
os
docentes
são
responsáveis pela formação do futuro profissional.
Dessa forma, consideramos oportuna uma investigação a
respeito da prática pedagógica dos docentes de um Curso de
Graduação em Enfermagem, aprofundando o olhar na maneira
como exercem, um ensino que midiatize uma visão humana em
relação ao cuidar do outro.
Compete aos docentes questionar o seguinte: quais são as
características do processo ensino-aprendizagem no Curso de
Graduação em Enfermagem que nos aproxima de um cuidar
flexível, sensível, não unidimensional, não determinista, não prédeterminado.
As questões que envolvem o docente junto à equipe são
constituídas de profissionais com formação na área de saúde
,devendo eles terem responsabilidades técnicas e saber passar de
forma correta.
A formação multiprofissional também é importante para
formação de um trabalho integrado e participação de cada
16
elemento com seu conhecimento e competência, visam à
manutenção ou restabelimento da saúde do indivíduo.
A atuação do enfermeiro requer uma postura ética e
profissional, uma compreensão acerca do seu objeto de
trabalho, que é o próprio ser humano, semelhante a qualquer
um de nós e sujeitos a emoções e problemas idênticos aos
que vivem os enfermeiros. As relações entre as pessoas
acontecem
principalmente
através
da
comunicação.
A
maneira de falar entonação da voz, o uso adequado das
palavras,expressão facial,postura corporal trajes e adornos
são fatores que influenciam na comunicação.um ambiente
calmo e agradável facilita a comunicação e o relacionamento.
As relações interpessoais são favorecidas quando o indivíduo
sabe ouvir o outro com atenção isso faz que tenha uma
melhor percepção e consiga ser sensível ao sentimento ou
sofrimento do outro, sem preconceito e sem impor os seus
valores acerca do que o interlocutor manifesta. Outra
condição importante é estar disponível, ou seja, naquele
momento toda atenção estar voltada para o paciente com que
se fala. A empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar
do outro, é potro fator bastante significante para estabelecer
uma relação interpessoal que venha trazer confiança. Cabe o
enfermeiro desenvolver um trabalho de acordo com as
orientações da equipe de saúde; essa execução devera ser
realizada de maneira Mecânica, mas utilizando princípios
científicos, observação, rapidez de raciocínio e outros
instrumentos de trabalho.
17
Deve-se orientara o paciente antes de qualquer procedimento,
a fim de diminuir a ansiedade e receber dele a cooperação e
confiança, mas respeitando as funções de cada um.
O enfermeiro como integrante e responsável pela definição de
tarefas para o bom andamento do trabalho. Participação no
planejamento, execução e avaliação dos programas em saúde,
prescrição de medicamento que contém na instituição aprovada no
programa de saúde publica, planos assistências de saúde,
participação de reformas em unidades de internação; prevenção e
controle sistemático de danos, da infecção hospitalar; de doenças
transmissíveis
e
aquelas
que
fazem
parte
de
notificação
compulsória deve ser identificadas pelo mesmo, assistência de
enfermagem a gestante, parturiente e puerpera e educação em
saúde.
Cada membro da equipe deve utilizar conhecimentos atitudes
e habilidades que permitam um desempenho eficiente de sua
função. Empregam-se instrumentos, maior ou menor grau de
acordo com a complexidade da função de cada um dos membros
da equipe de enfermagem, enfermeiro, técnico de enfermagem e
auxiliar de enfermagem. Utiliza-se a observação através dos órgãos
dos sentidos (visão, audição, tato, olfato). Resolução dos problemas
observando deve-se defini-lo o e trazer a solução pratica ,submeter
essas soluções a uma apreciação e aplicar as soluções.
18
CAPITULO II - DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR
Muitas Instituições de Ensino Superior têm se dedicado,
há anos, a propor iniciativas voltadas para a formação continuada
de professores. No Brasil, o primeiro órgão voltado à assessoria
pedagógica do docente. Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(BERBEL, 1994).
A discussão sobre o desempenho da didática no
processo de ensino-aprendizagem se faz pensar em uma educação
aberta a todos e que respeite as particularidades humanas. Partindo
desse
desígnio,
transmissão
de
torna-se
necessária
conhecimentos
no
uma
modificação
âmbito
escolar,
na
uma
reformulação do ato educativo, procurando despertar à crítica dos
cidadãos em face à realidade.
A formação do docente universitário tem se concentrado
na sua crescente especialização dentro de uma área do saber. O
espectro de docentes universitário hoje tem alocado uma visão de
novos professores no mercado de trabalho, frente às novas
formulações pedagógicas e mudanças na educação.
De acordo com Vasconcelos (1998, p. 86), há “pouca
preocupação com o tema da formação pedagógica de mestres e
doutores oriundos dos diversos cursos de pós-graduação do país. A
graduação tem sido ‘alimentada’ por docentes titulados, entretanto,
sem a menor competência pedagógica. A constatação leva a um
questionamento acerca de uma conexão entre a crescente
especialização oferecida pelos cursos de pós-graduação e a
melhoria da qualidade docente dos professores universitários.
19
Em diferentes investigações, a linha encontrada entre a
produção científica dos professores e a avaliação que seus alunos p
tem sido muito baixa, finalizando as analogias entre produção
científica e a eficácia docente é insuficiente. São basicamente
independentes uma da outra.
Pimenta e Anastasiou (2002, p. 190-196) observam que a
formação atualmente oferecida aos pós - graduando separa-os de
qualquer
discussão
sobre
o
pedagógico,
desconsiderando,
inclusive, que os elementos-chave do processo de pesquisa
(sujeitos envolvidos, tempo, conhecimento, resultados e métodos)
não são os mesmos necessários à atividade de ensinar, e elaboram
uma
comparação
entre
as
características
dos
elementos
constituintes de cada atividade.
Em particular o trabalho é realizado individualmente; capaz de
existir momentos de trabalho em grupo, mas o pós - graduando, em
geral, trabalha apenas ligado a seu orientador.
O professor está constantemente envolvido com outros
sujeitos: seus pares institucionais (chefias e colegas docentes),
alunos, comunidade etc.
Habitualmente é previsto em grupos, conforme a formação da
idéia e comporta alterações relevantes, submetendo-se a certa
flexibilidade.
O método de ensino em particular tem de se adequar período
letivo, não havendo flexibilidade, constituindo-se um permanente
desafio a adequação temporal dos cronogramas curriculares.
O ensino deve ajustar-se a novas elaborações e modernas
sínteses aos professores e aos alunos, ampliando a herança
20
cultural e propiciando ao aluno uma inquietação qualitativamente
superior dos quadros teóricos e da própria realidade.
Os conhecimentos de natureza em composições provisórias
geradoras de novas propostas de trabalho. Aborda, em geral, do
trabalho com o conhecimento já existente e sistematizado, a ser
“apropriado” pelo aluno sob a orientação do professor.
A didática para assumir um papel significativo na formação do
educador não poderá reduzir e voltar-se somente ao ensino de
meios e mecanismos pelos quais desenvolvem um processo de
ensino-aprendizagem, e sim, deverá ser um modo crítico de
desenvolver uma prática educativa forjadora de um projeto histórico,
que não será feito tão somente pelo educador, mas, por ele
conjuntamente com o educando e outros membros dos diversos
setores da sociedade.
Deve considerar o papel crítico do ensino superior, a
importância de sua disciplina nesse papel, a relação existente entre
sua disciplina e as demais para que não seja repetitiva e
desmotivada, contribuindo assim efetivamente para a construção de
novos seres humanos e profissionais comprometidos mundo sócio e
economicamente do mesmo modo justo e inclusivo
A didática necessita se enquadrar como mecanismo de
tradução prática, no exercício educativo, de decisões filosóficopolíticas e epistemológicas de uma concepção histórica de
desenvolvimento da sociedade. Ao desempenhar seu papel
característico estará apresentando-se como um organismo tradutor
de posturas teóricas em práticas educativas.
21
Os métodos avaliativos instituem uma autoridade do
professor no papel de educador, qualificando seus métodos de
forma
que
o
educando
tenha
seus
princípios
individuais
respeitados, nem sempre a realidade é igual para todos no que diz
respeito ao contexto social.
Deste modo, é imprescindível redesenhar o educador,
tornando-o um indivíduo compromissado com um patrono de uma
idéia mais igualitária, pois sabe que o estudante na escola pública
nada mais é que o povo na escola. Este novo educador seria
aquele que enfrenta a educação como uma problematização, que
apóiem homens a sua própria vida como um desafio a ser vivido,
buscando a transformação.
A Pedagogia Tradicional Preparação intelectual e moral
dos alunos para assumir seu papel na sociedade
Conhecimento
valores sociais acumulados através dos tempos e repassados aos
alunos como verdades absolutas.
Exposição e demonstração verbal da matéria e/ou por
meios de modelos. Autoridade do professor que exige atitude
receptiva do aluno. São receptiva e mecânica, sem se considerar as
características próprias de cada idade. Nas escolas que adotam
filosofias clássicas ou científicas. A escola deve adequar às
necessidades individuais ao meio social. São estabelecidas a partir
das experiências vividas pelos alunos frente às situações
problemas. Por meio de experiências, pesquisas e método de
solução de problemas.
O professor é auxiliador no desenvolvimento livre do
aluno. É baseada na motivação e na estimulação de problemas.
22
As novas tendências pedagógicas leva a uma escola liberal
renovada não-diretiva (Escola Nova)
Formação
de
atitudes.
Baseia-se na busca do conhecimento pelos próprios alunos.
Método baseado na facilitação da aprendizagem
Educação
centralizada no aluno e o professor é quem garantirá um
relacionamento de respeito. Aprender é modificar as percepções da
realidade.
Tendência Liberal e tecnicista modeladora do comportamento
humano através de técnicas específicas. São elementos ordenados
numa seqüência lógica e psicológica. Procedimento e técnicas para
a transmissão e recepção de informações. Relação objetiva onde o
professor transmite informação o aluno vai fixá-las. Aprende
baseado no desempenho.
Visão progressista e libertadora leva professores e
alunos a atingir um nível de consciência da realidade em que vivem
na busca da transformação social. Matérias geradoras de grupos de
discussão que promove no homem o despertar do pensamento. A
relação é de igual para igual, horizontal para resolução da situação
problema.
Tendência Progressista "crítico social dos conteúdos” ou
"histórico-crítica" promove uma comunicação dos conteúdos.
Conteúdos
culturais
universais
que
são
incorporados
pela
humanidade frente à realidade social. O método parte de uma
relação direta da experiência do aluno confrontada com o saber
sistematizado.
23
Papel do aluno como participador e do professor como
mediador entre o saber e o aluno. Baseadas nas estruturas
cognitivas já estrutura nos alunos.
INTERDISCIPLINARIDADE
• Que se entende por interdisciplinaridade?
•
Como se dá nossa relação com o mundo social, natural e
cultural?
• Esta relação se dá fragmentada, de tal modo que cada
fenômeno observado ou vivido é entendido ou percebido
como fato isolado? Ou essa relação se dá de forma global,
entendendo que cada fenômeno observado ou vivido está
inserido numa rede de relações que lhe dá sentido e
significado?
•
Enfim como se dá o conhecimento?
• E como se realiza um fazer docente pautado no conceito de
interdisciplinaridade?
INTERDISCIPLINARIDADE
É a integração de dois ou mais componentes curriculares na
construção do conhecimento. A interdisciplinaridade surge como
uma
das
respostas
à
necessidade
de
uma
reconciliação
epistemológica, processo necessário devido à fragmentação dos
conhecimentos ocorrido com a revolução industrial e a necessidade
de mão de obra especializada. A interdisciplinaridade buscou
conciliar o conceito pertencente às diversas áreas do conhecimento
24
a fim de promover avanços como a produção de novos
conhecimentos ou mesmo, novas subáreas.
Com o processo de especialização do saber, a
interdisciplinaridade mostrou-se como uma das respostas para os
problemas provocados pela excessiva compartimentalização do
conhecimento. No final do séc. XX surge à necessidade de
mudanças nos métodos de ensino, buscando viabilizar práticas
interdisciplinares.
25
CAPITULO Ill - ENSINO CENTRADO NO CUIDADO
Partindo no principio o binômio saúde - doença é um processo
dinâmico e dependente de relações estabelecidas no âmbito da
sociedade,e inquestionável a existência do setor saúde no
comovente a resolução dos problemas da população.
Existem fatores determinantes na influência da saúde e bem
estar do ser humano que não depende somente de um problema
social,
mas
também
de
um
questão
sócio
política,econômicas,ambientais,culturais,corpotamentais
biológicas
que
visem
a
melhoria
e
condições
e
de
vida
e;conseqüentemente demandem medidas abrangentes para a
promoção de saúde da população.
As condições de vida do ser humano não podem ser
atribuídas somente como uma responsabilidade exclusiva do setor
de saúde e dever do estado, pois, as condições de integridade
física precisam estar presentes em cada individuo. Neste aspecto
a saúde visa bem estar físico como: paz ,habitação,educação,renda
,ecossistema estável, justiça social,equidade,alimentação,além da
participação efetiva do governo,dos diversos setores e segmentos
da sociedade,inclusive organizações não governamentais.
A constituição federal em vigor afirma o direito à saúde de
todo cidadão e o acesso a universalidade e igualitário ao sistema
publico de saúde (SUS). A grande maioria da população depende
do sistema de saúde oferecida pelo sistema único de saúde, em
26
diversos níveis de atendimento, que se encontram organizado
segundo a sua complexidade.
Serviços primário de saúde são oferecidos pelas unidades
básicas de saúde que são denominados por centros de saúde,
postos de saúde, PSF, unidades de pronto atendimento. Serviços
secundários hospital geral, ambulatórios especializados. E o serviço
terciário que são os hospitais especializados e universitários. De
maneira geral as instituições de saúde desenvolvem um trabalho
com ação de maneira preventiva,curativa e de reabilitação.
O resultado hoje do nível atual e tecnológico, cientifico e
administrativo tem por resultado um caráter mais dinâmico dos
serviços de saúde. Através de diagnostico precoce nas doenças e
agilidade
na
aplicação
do
tratamento
clinico
cirúrgico
e
procedimentos especiais. Estes fatores contribuem para melhor
desempenho no pacientes na fase de recuperação e reabilitação.
Como conseqüência tem uma conseqüência, pode-se perceber a
redução nas internações e permanência de pacientes na rede
hospitalar e diminui os gastos com internações. Exercer funções
educativas e de pesquisa através da educação sanitária e praticas
de saúde publica, visando o paciente a família e a comunidade. Ao
ponto de vista de formação e aperfeiçoamento dos profissionais de
saúde,o hospital exerce um papel fundamental ,pois é onde se
coloca em pratica os conhecimentos e inovação técnico- científico,
nas diversas áreas do campo de saúde.
Ao promover a saúde da população e através do cuidado
intensivo voltado a o paciente, surge o fundamento do cuidado onde
o paciente tem direito de receber todas as explicações necessárias
27
de seu diagnóstico e tratamento a qual será exercido durante sua
permanência no hospital. Os clientes hospitalizados estão no
reconhecimento da individualidade da experiência humana do
sofrimento, por sua permanência e de algum modo, pela
dependência do outro, pois estará à mercê de outras pessoas que
prestarão assistência. Esta atitude pessoal do prestador face ao
outro e suas necessidades: Preocupação, compromisso, respeito,
sensibilidade e urbanidade.
O cuidado com o outro gera na assistência atitudes
necessária e educativa para uma melhor qualidade do serviço a ser
exercido, como por exemplo, a sistematização da assistência o que
faz
uma
grande
diferença
pela
pessoa
hospitalizada.
A
sistematização da assistência envolve o paciente como um todo,
proporcionado um ambiente confortável e com segurança. O
enfermeiro é o profissional que mais permanece ao lado do
pacientes durante sua internação. Diante deste fato é o profissional
que tem melhor oportunidade para minimizar o sofrimento do
paciente hospitalizado. Os desconfortos e à ajuda a alcançar um
estado eficaz em que o doente experimenta tranqüilidade face ao
presente e ao futuro; pode ser auto - administrado quando o cliente
encontra modos de aliviar o desconforto, e a dor sem inserção de
fármacos. O cuidado é aquele que aumenta a percepção de
controle sobre a vida e as circunstâncias de ajudar amenizar o
sofrimento, aquele que facilita a percepção de normalidade de vida,
mesmo durante a hospitalização.
28
A construção do cuidado passa pelo fornecimento de
necessidades humanas básicas através de medidas preventivas e
de alivio são importantes na integridade física do ser humano.
Estabelece a proximidade física e afetiva, pela comunicação
com respeito e compromisso no que diz respeito ao próximo.
Outro fator importante no cuidado e o dialogo entre o paciente
e o profissional d que ira dirigir- se ao mesmo. O profissional deve
chamá-lo pelo nome, identificando- se e falando sua qualificação
profissional para que assim ele possa através de uma conversação
informal levar segurança e conforto.
O cuidado é alicerçado no aumento do conhecimento e
sentido de reconhecimento do cliente, na diminuição das respostas
e recursos, e na diminuição das agressões pelo que o contorna.
As
teorias
educativas
tradicionais
e
as
práticas
de
enfermagem destacam seus pontos de vista e dimensões,
percebida como estratégia para mudança de comportamentos
errôneos evidenciando atitudes mais saudáveis na população. Com
isto modificando algumas atitudes que possam de alguma forma
promover saúde através de mudanças de hábitos de vida.
Enfoques que permeiam a educação em saúde em seu
aspecto primordial e abrangente como instrumento das ações
educativas na qual a se propõe a alcançar.
O enfermeiro utiliza métodos educativos como instrumento
nas práticas cotidianas do enfermeiro atuante na assistência de
enfermagem. Dentre suas funções em destaque como educador,
apontando algumas implicações em sua prática considerada como
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parte do processo de trabalho em saúde, e treinamento
especializado de sua equipe através de educação continuada.
A educação e saúde no Brasil possuem dois pressupostos, no
qual o primeiro refere-se às medidas preventivas e curativas que
visam a obtenção da saúde e o enfrentamento das doenças; o
segundo, às estratégias da promoção da saúde objetiva a
construção social da saúde e do bem estar. O pressuposto das
estratégias preventivas e curativas de enfrentar a doença e de obter
saúde é coerente com os princípios que regem as atuais culturas e
sociedades, pois são baseadas na produção incessante e sempre
renovadas de variados serviços que se fundamentam na tecnologia
e na ciência oferecidos para o consumo das pessoas que
freqüentam o serviço publico (GUEDES; SILVA; FREITAS, 2004).
A promoção da saúde entendida como processo participativo
da comunidade e no contexto de sua vida habitual, pois a
participação da população e importante, pois este é o propósito de
levar conhecimento as pessoas sob risco de adoecer, quando
demonstra a obtenção das condições de vida da população,entre
outros propósitos, eliminar ou minimizar a ocorrência dinâmica de
morbidades decorrentes da ausência destas condições. Deste
modo atinge as causas e não apenas evita a manifestação de tais
agravos.
Prevenção pode ser considerada como toda e qualquer
medida tomada antes do surgimento de condição mórbida ou de um
seu conjunto, vistas a uma situação que não ocorra com pessoas
ou coletividades ou, pelo menos, se vier a ocorrer, que isso se dê
de forma menos grave ou mais branda.
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Para entender a importância da educação em saúde a
historicidade da Estratégia da saúde da família. O cenário da saúde
pública no país ao longo do tempo tem sofrido uma série de
transformação de cunho político e social culminando com a
constituição de 1988, onde a Constituição Federal implementou a
saúde como direito de todos. Antes, o atendimento era oferecido
pelo Estado a quem tinha vínculo empregatício e carteira assinada.
Outras pessoas tinham acesso à saúde, não como um direito,
mas como um favor. Com a criação do Sistema Único de Saúde –
SUS surgem alguns princípios básicos de atendimento á saúde:
universalidade, equidade, integralidade, hierarquização e controle
social. Todos os cidadãos, na teoria, passam a ter acesso à saúde.
São criados os centros de atenção básica.
Com o principal propósito de reorganizar a prática da atenção
à saúde em novas bases e substituir o modelo tradicional, levando a
saúde para mais perto da família e, com isso, melhorando a
qualidade de vida dos brasileiros. As unidades básicas de saúde
priorizam as ações de prevenção, promoção e recuperação da
saúde das pessoas, de forma integral e continua. Através de uns
maiores investimentos nas unidades básicas de saúde, tem
diminuído nas estatísticas do país a cronicidade das doenças, ou
seja, os agravos.
Quando se fala em educação em saúde na maioria das vezes,
as pessoas têm idéia de cuidados pessoais que sejam para evitar
doenças, parecendo que a saúde em se revela em um problema
individual podendo ser resolvido apenas pela educação das
pessoas.
31
A educação em saúde é vista como uma maneira de se
conseguir mudança de algumas peculiaridades individuais por a
falta de higiene, alimentação, pobreza, enfim, a não o adesão aos
cuidados preventivos importantes e necessários para a promoção
em saúde, segundo Lima (1996).
A educação em saúde de acordo com o modelo clássico pode
ser chamada também de preventiva, segue os desígnios da antiga
saúde pública. Este modelo demonstra e objetiva a prevenção de
enfermidades situadas em sua abordagem na mudança individual,
seguindo o foco embasado nos princípios da ideologia do
individualismo e do behaviorismo (OLIVEIRA apud SOUZA, 2005).
Através
de
estratégias
educativas
pretendem
mudar
comportamentos individuais, seguindo uma pedagogia de ensino
bancário, no qual o “professor” detém todo o conhecimento que
será “depositado” nos educandos, ou seja, estudam de forma
passiva.
Este método dificulta da consciência crítica desse sujeito,
pois, parte da hipótese de que o sujeito nada sabe e que é preciso
preencher espaços vazios da sua mente, depositando nesta os
conhecimentos que se julgam importantes, sem que haja uma
atitude questionadora e crítica, destaca Souza (2005).
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CONCLUSÃO
Para formação do Enfermeiro docente necessita ter total
conhecimento pratico e teórico para ministrar de forma concisa suas
aulas fazendo que seus alunos consigam entender todo o conteúdo
curricular.
Analisando a importância da idéia na direção da formação e
atuação do docente é que apresentamos eixos norteadores dos
métodos de formação, tendo conhecimento que a formação
reflexiva engloba tanto atitudes como os saberes e competências
que ajustem condições para que o profissional Enfermeiro seja
capaz de cumprir um papel ativo na elaboração de objetivos,
estratégias, avaliações.
Práticas que procedam do conhecimento teórico dos
professores, por meio de um ensino reflexivo que nos estimule o
desejo de aprender e de ensinar levando em consideração as
responsabilidades do professor em sua prática. Perceptibilidade de
estabelecer parâmetros de ações contextualizadas e críticas
permanentemente.
Destaque conclusivo de contribuição na expectativa de
concentração na formação inicial de professores no aprendizado da
docência superior. A refletividade se introduz como um dos
elementos de formação inicial ou continuada, compreendida como
um processo articulado de reflexão que começa com a prática e
posteriormente traduza uma obra concreta, transmitindo uma nova
reflexão e uma pratica diferenciada.
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BIBLIOGRAFIA
1. L’Abbate S. Educação em saúde: uma Nova
abordagem.Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro 1994
out/dez;10(4):481-90.
2. MERCADO, L. P. L. Formação continuada de professores e
novas tecnologias. Maceió.Maceió: Edufal, 1999.
3. Indicadores de Qualidade do Projeto do curso. (SEGUNDO
PORTARIA MEC Nº 877/97 E ART. 4º/PORTARIA MEC Nº
1721/94 DE 15/12/94).
4. PIMENTA, S. G.; ANASTASIOU, L. G. C. Docência no
ensino superior. 2ª ed. SP: Cortez, 2005.
5. REIS, S.M.A.; GOMES, V.L.; RODRIGUES, M.M. A docência
nos cursos superiores na área da saúde. Ícone Educação,
Uberlândia, n.1/2, v.10, p.131-144, jan./dez.
6. Said FA. Dinâmicas pedagógicas na perspectiva da
educação em saúde. Curitiba (PR): Do Autor; 2001.
34
INDICE
FOLHA DE ROSTO.........................................................02
AGRADECIMENTO..........................................................03
DEDICATÓRIA.................................................................04
METODOLOGIA.............................................................. 05
RESUMO..........................................................................07
ABSTRACT__________________...... 08
SUMÁRIO.........................................................................09
INTRODUÇÃO .................................................................10
CAPITULO I- DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR..........12
CAPITULO II - DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR..........19
CAPITULO Ill - ENSINO CENTRADO NO CUIDADO.........26
CONCLUSÃO.....................................................................33
BIBLIOGRAFIA ..................................................................34
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