INFORMATIVO SEMANAL AGL
Sumário
Matérias que saíram sobre a festa da AGL 2012...................................................................................... 3
O sul, porto alegre pag.15, 29 nov. 2012..................................................................................................... 3
Caderno dois, Ibirubá pag.13 dez 2012 ...................................................................................................... 3
RIO GRANDE DO SUL .............................................................................................................................. 4
Leite muda a realidade rural ....................................................................................................................... 4
PARANÁ ................................................................................................................................................. 6
Projeto muda a realidade rural ................................................................................................................... 6
BRASIL .................................................................................................................................................... 7
Laticínios investem em mão de obra e tecnologia contra a crise ................................................................. 7
Parceria em Extrema beneficiará produtores do Minas Leite ...................................................................... 9
Vigor planeja aquisições para entrar nos mercados do NE e do RS .............................................................10
MERCOSUL ............................................................................................................................................13
Preços/AR .................................................................................................................................................13
Uruguay: Aumenta participación de Uruguay en compras de leche en polvo de Brasil ...............................15
Uruguay: La Opypa del MGAP presentó ayer el estudio "Transmisión de precios en la cadena láctea" .......15
Perú: Ambicioso Proyecto Caprino en Tacna ..............................................................................................16
MUNDO.................................................................................................................................................20
Relatório da Comissão Europeia diz que cotas estão cada vez mais irrelevantes e prevê cenário positivo
para o setor de lácteos ..............................................................................................................................20
Queijos/Rússia ..........................................................................................................................................22
España volverá a pedir a Bruselas el mantenimiento de las cuotas de leche ..............................................22
Sigma aprueba fusión de Lácteos Finos Holdings .......................................................................................23
INFORMAÇÕES ......................................................................................................................................23
Queijo com baixo teor de sal é rico em ômega- 3 e ômega-6 .....................................................................23
Argentina: CONICET: Crean leche chocolatada probiótica ..........................................................................24
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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Leche de vaca transgénica contra las diarreas infantiles por rotavirus .......................................................27
A cebarse una picada: queso con sabor a yerba .........................................................................................28
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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Matérias que saíram sobre a festa da AGL 2012
O sul, porto alegre pag.15, 29 nov. 2012.
Caderno dois, Ibirubá pag.13 dez 2012
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RIO GRANDE DO SUL
Leite muda a realidade rural
Os investimentos das indústrias de laticínios na região estão refletindo diretamente e de forma positiva
dentro das propriedades rurais em municípios com base econômica agrícola, mas que encontram na bacia
leiteira uma alternativa para frear o êxodo rural.
Exemplos de que a atividade é rentável podem ser comprovados nos municípios de Chapada, Almirante
Tamandaré do Sul e Coqueiros do Sul, que juntos já produzem mais de 67 milhões de litros de leite por ano,
em aproximadamente 1,7 mil propriedades rurais. “Produzir leite se transformou em uma excelente fonte
alternativa de ganhos no meio rural, principalmente, nas pequenas propriedades”, disse o agrônomo da
Emater-RS de Almirante Tamandaré do Sul, Glênio Barros Kissmann.
Segundo ele, em números mais atuais a atividade deixa entre 35% e 49% de lucro, sendo restante custo de
produção que estão nos gastos com medicamentos e alimentação. De acordo com o agrônomo, o grande
incentivador da bacia leiteira é a garantia de uma renda mensal para a família dos trabalhadores.
Atualmente, a indústria vem pagando de R$ 0,70 a R$ 0,80 o litro de leite para o produtor. “É uma atividade
diferenciada das outras que garantem apenas uma entrada anual de dinheiro dentro da propriedade como,
por exemplo, os grãos ou fruticultura”, comenta o agrônomo. Conforme Kissmann, o leite na última década
tem tido participação muito importante em algumas mudanças que estão acontecendo no campo. “No
interior, a bacia leiteira funciona como uma empresa empregadora do perímetro urbano, que paga seu
funcionário a cada 30 dias”, salienta Kissmann.
Outro investimento, como o melhoramento genético dos rebanhos tem impulsionado os negócios, pois
existe ganho forte na produtividade diária de uma vaca. Nos rebanhos da região a média geral de
produtividade diária é de 12 litros de leite, mas tem casos em que uma única vaca chega a produzir por dia
até 27 litros do lácteo. A melhoria da genética e as boas pastagens têm contribuído para o aumento da
produtividade dos animais. A presença da indústria compradora bem próxima da matéria-prima garante
acesso fácil do produto, o que acaba reduzindo o custo operacional entre o campo e empresa compradora.
Para o agrônomo a proximidade da indústria sinaliza para a possiblidade de crescimento da atividade leiteira
na região. No município de Almirante Tamandaré do Sul, os números apontam para um plantel de três mil
animais em lactação em 280 propriedades rurais, que produzem pouco mais de 10 milhões de leite por ano.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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Já em Coqueiros do Sul são cerca de 400 produtores que possuem um plantel de quatro mil vacas que
produzem anualmente 15 milhões de litros de leite. Em Chapada a produção de leite já cruzou aos 43
milhões de litros de leite ao ano em 1.100 propriedades rurais, que possuem 10 mil animais em lactação.
Atividade mantém o homem no campo O incentivo ao cultivo de pastagens perenes vem garantindo
resultados positivos nas propriedades rurais produtoras de leite no município de Coqueiros do Sul, onde
predominam as áreas de pequenos agricultores integrados na agricultura familiar. Quem comemora o
avanço da bacia leiteira é o secretário Municipal da Agricultura, Leonir Wentz, que atribui os bons resultados
na sequência dos projetos voltados a produção de leite, que começou a conquistar espaço em 2001. “A
política pública destinada a incentivar a bacia leiteira vem dando certo há mais de uma década no município,
formado por uma população ligada ao campo”, salienta o secretário.
De acordo com ele, hoje o leite representa renda para mais de 400 famílias do meio rural que recebem
mensalmente ganhos vindos da atividade. O secretário aponta a bacia leiteira como um dos grandes
incentivadores para a permanência do trabalhador rural no seu meio. “O leite é a garantia de que a família
terá no final de cada 30 dias um salário, a exemplo do que ocorre com o trabalhador urbano. Isto é muito
positivo para a manutenção do homem no campo, reduzindo desta maneira o êxodo rural”, explica Wentz.
Segundo o secretário, mesmo o momento sendo de entressafra, o município continua produzindo uma
média de 1,1 milhão de litros de leite por mês. A quantidade significa um giro financeiro se aproximando dos
R$ 1 milhão mensais.
Wentz aponta para um dado importante que vem acontecendo na produção leiteira, que são os
investimentos no melhoramento genético do plantel leiteiro, que hoje está na casa das 4 mil vacas em
lactação. “Aqui o produtor interessado em melhorar o seu rebanho recebe do município gratuitamente o
sêmen, ficando para ele os serviços do inseminador que fica em, aproximadamente, R$ 25,00, dependendo
da distância que o profissional terá que percorrer para a realização da prestação do serviço. O secretário
estima que 90% das vacas têm prenhes por inseminação. Aponta que são poucos os produtores de leite que
utilizam o touro na reprodução. “Quem está pelo sistema antigo, utilizando o touro na cobertura é o tirador
de leite, pois produtor de leite investe no melhoramento genético, utilizando a inseminação” salienta. Outro
fator apontado como incentivador da atividade é a Patrulha Agrícola, que auxilia o produtor nas atividades.
Wentz lembra que a ajuda do poder público reduz o custo de produção aumentando os ganhos do agricultor.
“Estar na bacia leiteira vem se firmando cada vez mais como uma boa alternativa de renda, inclusive, dentro
das médias propriedades rurais do município, que tem sua base econômica nas atividades do campo”,
complementa. Fonte: Diário da Manhã
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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PARANÁ
Projeto muda a realidade rural
Os produtores assistidos pelo projeto "Leite no Arenito Caiuá" tiveram um crescimento de 50% na
produtividade desde que a iniciativa começou a ser colocada em prática, há sete meses. Os primeiros
resultados do projeto foram apresentados esta semana, durante dia de campo no sítio Santo Antônio, no
distrito de São Lourenço, em Cianorte. A meta do projeto é quadruplicar a produção de leite na região em
quatro anos.
A produção de leite é importante na região como geradora de renda para os agricultores familiares, mas a
produtividade é baixa, o que gera dificuldades de enquadramento dos produtores nas novas normas de
produção de leite definidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Foi a partir desse diagnóstico que o projeto Leite no Arenito Caiuá passou ser gerido pelo Fórum dos
Promotores do Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense, coordenado pela Secretaria da Agricultura e
do Abastecimento do Paraná e composto por outras 12 instituições públicas e privadas. O Fórum visa
incrementar a atividade rural em várias regiões do Estado.
O projeto Leite no Arenito Caiuá prevê a incorporação de tecnologia por meio de assistência técnica
sistêmica aos produtores, de forma a aproveitar todo o potencial de produção de leite na região. Atualmente
são 155 produtores de leite assistidos e a expectativa é que esse número triplique nos próximos dois anos.
"A integração de seis laticínios da região foi fundamental para o sucesso do empreendimento", disse o chefe
do núcleo da Seab em Cianorte, Francisco Cascardo Juníor. Estas organizações, assim como os produtores,
são apoiadas pelo Banco do Brasil, Senar e Sebrae, entidades que integram o Fórum dos Promotores do
Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense.
O Fórum vem implantando um modelo inovador de assistência técnica aos pequenos e médios produtores de
leite na região. O trabalho de acompanhamento das propriedades assistidas inclui elaboração de laudos
sobre a qualidade do leite, testes de solos, das pastagens, orientação para o manejo dos animais e sobre
higiene nos processos de produção, entre outras ações. A cada 30 dias, um dos técnicos visita a propriedade
para orientar o produtor a fazer as práticas necessárias à otimização do complexo sistema de produção de
leite.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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"O resultado é o aumento na quantidade e na qualidade do leite que está sendo enviado aos laticínios", disse
Cascardo. Segundo ele, os produtores assistidos estão otimistas e os laticínios também, porque estão
trabalhando com produto de mais qualidade.
De acordo com o diretor geral da Seab, Otamir Cesar Martins, entre os pontos fortes do projeto Leite no
Arenito Caiuá estão os indicadores claros de acompanhamento e de monitoramento.
O modelo de assistência técnica vem despertando o interesse da indústria e das prefeituras integrantes do
Território Entre Rios, pela perspectiva concreta de contribuir para o desenvolvimento sustentável da bacia
leiteira regional, a partir da melhoria do perfil produtivo desta exploração, especialmente nas unidades
familiares de produção.
O Fórum dos Promotores do Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense foi instituído pelo governador
Beto Richa, integra e complementa as ações e recursos das instituições públicas e privadas, para que o
agronegócio paranaense se torne referência em competitividade e sustentabilidade.
Entre as instituições participantes do Fórum estão a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, como
coordenadora, Emater, Iapar, Sebrae-PR, Faep/Senar, AguasParaná, Banco do Brasil, IAP, Ceasa-PR, Codapar,
Claspar, CPRA e Sescoop/PR. Fonte: Agência Estadual de Notícia
BRASIL
Laticínios investem em mão de obra e tecnologia contra a crise
A produção de leite no Brasil deve crescer 3% em 2013, sobre volume estimado em 33,3 bilhões de litros
neste ano, de acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), Jorge
Rubez.
A previsão positiva, após alta equivalente a 4,4% em 2012 - um ano crítico para o segmento, que sofre
elevação de custos e perda de demanda -, se deve à contratação de mão de obra e investimentos em
tecnologia, feitos por laticínios, além da venda de matrizes promovida por pecuaristas em busca de
capitalização.
"A cadeia produtiva está interligada: a produção sofreu com a alta dos insumos e a indústria não conseguiu
repassar essa elevação de custos ao consumidor. No entanto, os rebanhos estavam preparados para produzir
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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leite. Então, o produtor defendeu-se vendendo matrizes e os laticínios, contratando mão de obra", analisou
Rubez, em entrevista ao DCI.
No Estado de São Paulo, a indústria do leite registrou saldo de 5,8% da taxa de empregos, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Embora menor do que em 2011 (11%), esse índice
supera o de segmentos mais amplos, como o da indústria de transformação (2,9%), comércio (3%) e serviços
(4,2%).
Alinhada ao nível de contratações do próprio segmento, a Cooperativa de Laticínios de São José dos Campos
(Cooper), cujo quadro de funcionários era de 60 trabalhadores na fábrica, empregou mais dois laticinistas e
outros dois auxiliares técnicos neste ano (aumento de 6,6%).
Além disso, a empresa investiu R$ 500 mil na aquisição de dois equipamentos destinados a uma nova linha
de produto: leite em garrafa plástica. "[A diversificação] é uma forma de se obter mais lucro. Esse foi um ano
difícil", disse a técnica em Laticínios da Cooper, Sênia Silveira.
Os custos com alimentação da cooperativa subiram 60%, neste ano, puxados pela soja e o milho.
A Cooper capta 70 mil litros de leite por dia, em 31 municípios, e destina 10 mil destes para a fabricação de
derivados. Em janeiro de 2013, deve lançar novas sobremesas, seguindo a mesma estratégia de
diversificação.
Em Descalvados (SP), o dono da agroindústria Letti, que capta 50 mil litros diários e beneficia exclusivamente
o tipo A da bebida, Roberto Jank, investiu R$ 3 milhões em galpões, com capacidade para 400 vacas, e uma
ordenhadeira capaz de "trabalhar" 60 animais ao mesmo tempo.
"A produção é feita por 40 funcionários. As máquinas vão melhorando, mas minhas contratações são
estáveis", disse o empresário, que detém 1.500 cabeças de gado leiteiro e sofre alta de R$ 0,15 no custo da
alimentação sobre o litro de leite produzido (de R$ 0,80 para mais de R$ 1) neste ano.
Custos contra preço
A elevação dos custos de produção do leite, provocada pela disparada dos preços da soja e do milho no
mercado global, se contrapôs a uma menor demanda do produto no varejo, em 2012.
Em novembro, pagava-se 20% a mais para produzir um litro de leite, na média nacional, vendido a 0,1% a
menos (R$ 0,89, frete incluso) do que no mesmo mês de 2011, calcula o Centro Avançado de Economia
Aplicada (Cepea).
"Para dezembro, a expectativa é de aumento de produção, pois o produtor substituiu milho e farelo [soja]
por outros produtos. Mas não vemos perspectiva de melhora de preço a curto prazo", observou a
pesquisadora Aline Barrozo Ferro, do instituto.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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"O produtor tem que buscar alternativas de insumos, como o farelo de algodão e a polpa cítrica", propôs
Rubez. "E a melhor tecnologia, na fazenda, é a genética." Fonte: DCI
Parceria em Extrema beneficiará produtores do Minas Leite
Produtores de leite participantes do Programa Minas Leite, em Extrema, farão parte de projeto piloto para
melhorar a qualidade do rebanho leiteiro e a rentabilidade da atividade, no município. A iniciativa vai
envolver parceria entre o escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de
Minas Gerais (Emater-MG), a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando e a prefeitura municipal. Em
recente reunião, representantes destas três instituições fecharam acordo para o fornecimento gratuito de
doses de sêmen de touros da raça Girolando aos atendidos pelo Minas Leite.
As doses de sêmen serão doadas pelos criadores de Girolando para os denominados "Rebanhos
Colaboradores", como parte de um programa de melhoramento genético, cujo principal objetivo é identificar
os animais que irão transmitir as melhores características aos seus descendentes. "O material portanto, será
utilizado para inseminar fêmeas das propriedades cadastradas como Rebanho Colaborador. É uma troca que
beneficia os dois lados: o produtor que cede a vaca tem a oportunidade de gerar uma boa matriz leiteira, e a
Associação dos Criadores de Girolando de validar o método que usa para melhorar o rebando", explica o
extensionista local e engenheiro agrônomo da Emater-MG, Hélio Farias Neto.
Sobre o porquê da escolha do público do Minas Leite para o início do projeto, o extensionista Hélio Farias
garante que não há restrições a outros participantes e explica que foi apenas para facilitar o trabalho. "O
Programa Minas Leite já trabalha com a organização da produção, privilegiando a gestão e qualidade. Como
se trata de uma experiência nova e os produtores do Minas Leite já estão familiarizados com as anotações,
optamos por iniciar o projeto assim, mas vamos agregar outros produtores", afirma.
De acordo informações da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, a melhor forma de conhecer o
valor genético de um reprodutor para produção de leite é o teste de progênie que avalia a produção de leite
das filhas dele. Para a entidade, o controle leiteiro é a principal ferramenta do teste, mas para fazê-lo é
necessário que alguns criadores tenham interesse em testar seus touros e outros em inseminar as matrizes
do rebanho. Segundo a entidade, para que uma fêmea faça parte do rebanho colaborador do teste de
progênie é necessário que o proprietário forneça os dados das progênies dos touros em teste aos técnicos do
programa, durante as visitas técnicas; realize a pesagem das bezerras e bezerros ao nascer; e faça o controle
leiteiro das filhas dos touros, na primeira lactação.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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Por isso, quem quiser participar do projeto do Rebanho Colaborador pode entrar em contato com a EmaterMG local ou com a Assessoria de Agricultura da Prefeitura de Extrema, na avenida Nicolau Cesarino, nº 4106,
Jardim Bela Vista ou por meio do telefone (35) 3435-6403. Falar com Hélio Farias (Emater-MG), Renato
Resende ou Antônio Carlos Severine ( assessores da Prefeitura Municipal).
Minas Leite: O Minas Leite é um programa da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Seapa), executado pela Emater-MG, que busca modernizar a cadeia produtiva de leite no Estado. Para tanto,
a Seapa e Emater-MG incentivam ações de organização; gestão dos recursos existentes nas propriedades
leiteiras; implantação de técnicas tais como a instalação de piquetes e manejo das pastagens em sistema
rotacionado; cuidados com a saúde e alimentação dos animais, além de melhoramento genético do plantel,
entre outros . Fonte: Emater de Minas Gerais
Vigor planeja aquisições para entrar nos mercados do NE e do RS
A fabricante de lácteos Vigor deverá entrar nos mercados da região Nordeste e do Rio Grande do Sul por
meio de aquisições, segundo o Gilberto Xandó, presidente da empresa, durante reunião com acionistas. Mas
isso deve demorar pelo menos cinco anos, disse o executivo, reafirmando que a Vigor não tem planos
imediatos de ir para essas áreas.
Nos próximos três anos, o objetivo da companhia é fortalecer a operação no Sudeste do país. “Temos muita
coisa com que nos divertir no mercado do Sudeste, para crescer de forma robusta no curto e médio prazo
nos Estados contíguos a São Paulo”.
A Vigor tem planos de ampliar o número de fábricas e de centros de distribuição nos Estados de São Paulo,
Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina. “Não precisamos de grandes
investimentos para ir ao Rio de Janeiro e Espírito Santo”, disse Xandó. “É [necessário apenas] mais
investimento em vendas e distribuição. As marcas da Vigor já estão presentes nesses Estados”, afirmou.
Segundo o executivo, a localização das fábricas e o sistema de coleta de leite permitem à Vigor expandir
atuação para fora de São Paulo. “Estamos bem-localizados em termos de bacias leiteiras.” Fonte: Valor
Econômico
Leite: produtores farão protestos em todo País contra importação
Será formalizado um manifesto contra a política de importação de lácteos do Uruguai e da Argentina
O relator da subcomissão do leite, o deputado Alceu Moreira, observa que o Brasil tem condições de
competir com os países vizinhos caso adote o modelo das grandes fazendas leiteiras.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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Os produtores de leite estão preparando para o próximo ano uma série de manifestações em todo País para
tentar convencer o governo a impor restrições ao crescimento das importações de lácteos do Uruguai e da
Argentina.
Alceu Moreira afirmou que “os limites diplomáticos se esgotaram, porque o governo se mantém insensível
ao problema provocado pelo aumento das importações de leite, que aviltam os preços e tornam inviável a
produção nacional, pois os criadores estão convivendo com a seca e alta de custo”. Moreira destacou que no
mês passado as importações de leite em pó atingiram 14 mil toneladas, que correspondem a volume diário
de 4 milhões de litros de leite.
A maior parte do leite em pó importado em novembro, cerca de 10 mil toneladas, veio do Uruguai. Moreira
lembra que os uruguaios só têm condições de exportar carnes e lácteos. Por isso, diz ele, “o governo
massacra os criadores de leite para beneficiar os setores industriais brasileiros que exportam para o mercado
uruguaio”. No caso dos lácteos da Argentina, o deputado afirmou que o sistema de cota está funcionando
bem, mas os argentinos estão relutantes em renovar o acordo.
O deputado questiona a competitividade dos países vizinhos, ao citar que os laticínios argentinos conseguem
colocar queijo mussarela no varejo na cidade de São Paulo a R$ 7/kg, sendo que no Brasil apenas produzir 1
quilo do derivado, que leva 10 litros de leite, o custo sairia a R$ 8/kg. Ele argumenta que a vantagem dos
outros países, além da maior produtividade dos rebanhos, se deve também aos impostos mais baixos pagos
pelos criadores. “Na Argentina o tributo do leite incide sobre o lucro, enquanto no Brasil é sobre o custo, na
teta da vaca”, diz ele.
Moreira observa que a matriz de produção de leite brasileira difere da dos países vizinhos. Na Argentina, 11
mil produtores produzem 12 bilhões de litros de leite. No Brasil são 1,350 milhão de produtores. Ele lembra
que historicamente nas colônias a produção de leite gerava uma receita mensal que ficava com a mulher.
“Até hoje muitas famílias no interior são mantidas com a renda do leite, que é o salário mensal”, diz o
deputado.
Ele observa que o Brasil tem condições de competir com os países vizinhos caso adote o modelo das grandes
fazendas leiteiras, que tem maior produtividade e menores custos. Entretanto, diz ele, se o governo pensar
que este é o caminho, milhares de pequenos produtores serão expulsos do campo. Fonte: Revista Globo
Rural
Produtividade do leite cresce 50% na região do Arenito Caiuá
Os produtores assistidos pelo projeto “Leite no Arenito Caiuá” tiveram um crescimento de 50% na
produtividade desde que a iniciativa começou a ser colocada em prática, há sete meses. Os primeiros
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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resultados do projeto foram apresentados na última semana, durante dia de campo no sítio Santo Antônio,
no distrito de São Lourenço, em Cianorte. A meta do projeto é quadruplicar a produção de leite na região em
quatro anos.
A produção de leite é importante na região como geradora de renda para os agricultores familiares, mas a
produtividade é baixa, o que gera dificuldades de enquadramento dos produtores nas novas normas de
produção de leite definidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Foi a partir desse diagnóstico que o projeto Leite no Arenito Caiuá passou ser gerido pelo Fórum dos
Promotores do Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense, coordenado pela Secretaria da Agricultura e
do Abastecimento do Paraná e composto por outras 12 instituições públicas e privadas. O Fórum visa
incrementar a atividade rural em várias regiões do Estado.
O projeto Leite no Arenito Caiuá prevê a incorporação de tecnologia por meio de assistência técnica
sistêmica aos produtores, de forma a aproveitar todo o potencial de produção de leite na região. Atualmente
são 155 produtores de leite assistidos e a expectativa é que esse número triplique nos próximos dois anos.
“A integração de seis laticínios da região foi fundamental para o sucesso do empreendimento”, disse o chefe
do núcleo da Seab em Cianorte, Francisco Cascardo Juníor. Estas organizações, assim como os produtores,
são apoiadas pelo Banco do Brasil, Senar e Sebrae, entidades que integram o Fórum dos Promotores do
Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense.
O Fórum vem implantando um modelo inovador de assistência técnica aos pequenos e médios produtores de
leite na região. O trabalho de acompanhamento das propriedades assistidas inclui elaboração de laudos
sobre a qualidade do leite, testes de solos, das pastagens, orientação para o manejo dos animais e sobre
higiene nos processos de produção, entre outras ações. A cada 30 dias, um dos técnicos visita a propriedade
para orientar o produtor a fazer as práticas necessárias à otimização do complexo sistema de produção de
leite.
“O resultado é o aumento na quantidade e na qualidade do leite que está sendo enviado aos laticínios”, disse
Cascardo. Segundo ele, os produtores assistidos estão otimistas e os laticínios também, porque estão
trabalhando com produto de mais qualidade.
De acordo com o diretor geral da Seab, Otamir Cesar Martins, entre os pontos fortes do projeto Leite no
Arenito Caiuá estão os indicadores claros de acompanhamento e de monitoramento.
DIA DE CAMPO – O dia de campo no sítio Santo Antônio, de propriedade de Antônio Joaquim de Castro, teve
a participação de 65 produtores. O evento foi organizado pelo sistema Seab (núcleo regional da Seab, Iapar e
Emater), em parceria os laticínios Lactonorte, de Cianorte, e Vidativa, com indústria instalada no município
de Terra Boa.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
O modelo de assistência técnica personalizada, periódica e exclusiva apresentado demonstrou ótimos
resultados em termos de produtividade, qualidade do produto e de renda aos produtores rurais. Estes
aspectos fazem com que as recomendações técnicas sejam adotadas em sua plenitude pelos produtores
assistidos, com efeitos positivos.
O modelo de assistência técnica vem despertando o interesse da indústria e das prefeituras integrantes do
Território Entre Rios, pela perspectiva concreta de contribuir para o desenvolvimento sustentável da bacia
leiteira regional, a partir da melhoria do perfil produtivo desta exploração, especialmente nas unidades
familiares de produção.
O Fórum dos Promotores do Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense foi instituído pelo governador
Beto Richa, integra e complementa as ações e recursos das instituições públicas e privadas, para que o
agronegócio paranaense se torne referência em competitividade e sustentabilidade.
Entre as instituições participantes do Fórum estão a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, como
coordenadora, Emater, Iapar, Sebrae-PR, Faep/Senar, AguasParaná, Banco do Brasil, IAP, Ceasa-PR, Codapar,
Claspar, CPRA e Sescoop/PR Fonte: Agência Estadual de Notícias
MERCOSUL
Preços/AR
De acordo com levantamento feito pela Câmara dos Produtores de Leite da Bacia Oeste de Buenos Aires
(Caprolecoba), em novembro os produtores pequenos, médios e grandes, receberam, respectivamente, 1,53
pesos/litro; 1,56 pesos/litro, 1,60 pesos/litro. Em todos os casos o preço foi 3% maior que outubro de 2012, e
9% acima do valor pago pelas indústrias no mesmo mês de 2011. Esses mesmos índices de aumentos foram
observados no quilo da proteína (KPT). Os produtores pequenos, médios e grandes receberam 46,61
pesos/KPT; 47,54 pesos/KPT; e 48,67 pesos/LPT, respectivamente. O aumento verificado entre janeiro e
novembro desse ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, foi de 4,5%. Fonte: Infortambo
Argentina: La provincia apuesta al Plan Lechero Santafesino en 2013
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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“Estamos trabajando en forma conjunta con los productores lecheros, fundamentalmente para establecer
alguna mejora en el decreto que tiene vigencia, para fijar precios de referencia en la leche, que vamos a
cambiarlos de litros a referencia por sólidos, para que ya vaya coincidiendo con el sistema de liquidación
única de la Nación”, así confirmaba las tareas que hace casi un par de meses se vienen realizando en la
provincia por el Plan Lechero Santafesino, el ministro de la Producción Carlos Fascendini.
Este Diario lo había adelantado y ahora lentamente se conocen de manera oficial las intenciones de
fortalecer al sector desde la misma Santa Fe, basándose en el Decreto Binner, que había permitido un
ordenamiento básico que ahora deberá multiplicarse, sin imponerse a la Nación, pero sin seguir esperando
alternativas.
Fascendini sostuvo que uno de los pilares a desarrollar es “promocionar la incorporación de valor agregado
en las empresas, como es el tema de las leches funcionales, e incluso marchar hacia la formalización de
contratos, teniendo la posibilidad que esos acuerdos entre productores e industrias se puedan arbitrar a
través de un sistema que se está elaborando”, lo cual brindaría claridad a las transacciones, pero así también
al sistema de precios, con más previsibilidad.
Mientras tanto; y ya con algunos diálogos avanzados con inversores posibles, “a largo plazo se está
trabajando para poder contar con una planta de secado de leche que sirva, con la inversión de pequeños
empresarios y productores, para usar en tiempos en los que se presenten excedentes de producción, para
hacer stock y poder soportar los plazos más complejos”. Esta referencia se da para una estructura que pueda
procesar dos millones de litros diarios, cuya ubicación se podría dar a lo largo de la Ruta 70 y la cual
funcionaría a través de la participación de productores y pymes, con algo similar al sistema de “tiempo
compartido”, teniendo la opción de utilización, pero no la obligación de procesar materia prima de manera
constante.
“Se ha formado una comisión técnica que está a cargo, así que esperamos que en algún tiempo más se
tengan los resultados de cada una de las etapas, para poder ir implementándolos”, comentó sobre la tarea
que especialistas en la materia ya desarrollan a nivel provincial y en encuentros semanales.
De todos modos, el esperancino remarcó, “nosotros no superponemos esto con las medidas que ya tiene
activas o que pueda tomar la Nación. Este es un plan de trabajo propio de la provincia, para sus productores
y sus empresas, para que se pueda mejorar el sistema lechero y para tener mejores elementos que ayuden a
equilibrar los diferentes eslabones de la cadena láctea”. Hay una claridad y coherencia en esta tarea que
tiende a sustentar al sector por completo. “Vamos a trabajar para implementar estas medidas y nos
contactamos con productores e industrias, que son dos caras de la misma moneda, que es la producción
láctea y tenemos que tratar de trabajar para que todos tengan una rentabilidad razonable, que permita
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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seguir haciendo inversiones y que se pueda desarrollar la producción lechera. Me interesa mucho eso porque
tiene un altísimo valor agregado y desde el punto de vista, no sólo económico, sino social, es una producción
estratégica en la provincia y así tendría que ser vista desde la Nación”, afirmó.
EN EL OLVIDO
“Nosotros quisiéramos poder plantear esto ante el Consejo Federal Lechero, pero para eso debería haber
reuniones. La única de este año fue en marzo y a partir de allí no hubo más convocatorias”, aseguró el
Ministro.
Esto demuestra que además de la negación de las crisis, hay una intención manifiesta de la Subsecretaría de
Lechería de no reunir a los ministros del área de todo el país para debatir las necesidades, las realidades y los
criterios a aplicar para cada cuenca y para el sector a nivel global en cuanto a la Argentina se refiere. Fuente:
Diario la Opinion
Uruguay: Aumenta participación de Uruguay en compras de leche en polvo de
Brasil
Uruguay fue responsable por el 70% de las importaciones de leche en polvo de Brasil en noviembre –que
correspondieron a 14,400 toneladas, 80% más que en octubre-, con lo cual continuó siendo el primer
abastecedor del producto.
En octubre Uruguay concentró el 58% de las compras brasileñas. El segundo abastecedor del producto en
noviembre fue Argentina con el 29%, y Chile con el 1%.
Uruguay: La Opypa del MGAP presentó ayer el estudio "Transmisión de precios en
la cadena láctea"
El informe explica que tanto esa mejora en los precios como el mercado externo están vinculados con
mayores precios al productor. Añade que esta circunstancia implica un crecimiento en la “capacidad
instalada industrial”. “Al estar los industriales al final del proceso productivo y más cerca de la demanda final,
poseen mayor información proveniente del mercado y por lo tanto los movimientos de sus precios marcan el
sentido del precio captado por el productor”, indica el estudio de la Opypa.
La lechería registró grandes números en 2011 cuando otros sectores de producción sufrieron algunos
vaivenes, asevera el informe. “Si comparamos la variación anual con respecto a 2010, la tasa de crecimiento
en volumen remitido fue de 19%”, se afirma. Las exportaciones el año pasado “marcaron un récord” al llegar
a casi US$ 700 millones, “valor cinco veces superior al registrado en 2002”.
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El reporte dice que la propia estructura de la cadena y los márgenes industriales inciden en el
comportamiento del precio al productor y en su relación con el precio de la industria. “Al existir un gran
número de productores y una demanda concentrada en pocas industrias procesadoras determinan una
estructura en el que hace que el precio al productor esté fuertemente ligado a los precios internacionales. En
tiempos de auge (…) los productores responden con una mayor remisión a planta como consecuencia de la
incorporación de concentrados y granos en las dietas”.
Opypa señala que mediante la oferta y la demanda se define una paleta de precios sobre la cual la industria
nacional está sujeta. “En contextos donde la oferta presiona sobre la demanda de leche a nivel mundial, la
industria logra menores precios de venta de sus productos y en consecuencia un menor precio por la materia
prima”. Fonte: El Observador
Perú: Ambicioso Proyecto Caprino en Tacna
La ganadería sigue siendo una de las actividades económicas del departamento de Tacna en las que destaca
la provincia Jorge Basadre, en especial su capital Locumba, que resalta por su innovación tecnológica y
vanguardia genética de los animales. Hace más de un año y medio un ambicioso proyecto tiene por finalidad
mejorar e impulsar la crianza de caprinos.
El responsable del Proyecto Mejoramiento de la Producción Caprina de la Municipalidad Provincial de Jorge
Basadre, Marcos Neira Huamaní, indicó que al iniciar el proyecto la mayoría de los capricultores del valle de
Locumba se mostró reacia a mejorar genéticamente su ganado.
Muchos de los ganaderos de esta zona por más de un siglo habían criado su ganado de la manera tradicional,
tal y como lo aprendieron de sus padres y estos de los suyos, y así sucesivamente, narró Neira.
Poco a poco los ganaderos de esta zona comprendieron y comprobaron a través de resultados palpables los
beneficios de cruzar genéticamente a su ganado caprino criollo con la raza europea Saanen, cuya
característica principal es ser productora de leche.
El proyecto trajo, a fines del 2010, 17 sementales de cabras Saanen al valle de Locumba, que fueron cruzadas
con hembras criollas del sector y que a la fecha han procreado en granja y campo 400 crías cruzadas, de las
cuales el 50% es hembra. “A través del nacimiento de las primeras cabras cruzadas los ganaderos del lugar
han podido convencerse de las bondades de esta nueva raza”, manifestó.
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Por ejemplo, con el recambio generacional de la raza se ha logrado incrementar en un 70% la producción de
leche. Para que la gente se dé una idea, una cabra criolla puede generar entre 15 a 18 litros por mes, en
cambio un caprino cruzado con la raza Saanen produce entre 25 a 30 litros”, explicó el profesional.
Extensa Granja
Este proyecto se desarrolla en una extensa granja ubicada en el sector de Conostoco, en el distrito de
Locumba, que es utilizada para la inseminación dirigida y artificial del ganado caprino. Las cabras criollas en
celo son fecundadas por los sementales Saanen por el lapso de un mes y medio, esto para asegurar que
todas las hembras salgan preñadas. En este establo también existe un ambiente destinado al acopio de leche
de cabra y a la elaboración de quesos, yogur, pastas y otros derivados.
La médico veterinaria Jessica Sánchez Larrañaga, encargada de la granja, monitorea a diario el
comportamiento de ambas razas de cabras. “En el proceso de reproducción encerramos en un mismo corral
entre 10 a 15 hembras con un solo macho para estimularlas, anotó.
Además de esta reproducción de cabras mejoradas de manera dirigida, también se hacen inseminaciones in
vitro (inyección de semen) debido a que este proyecto importa semen de cabras Saanen puras de Europa, lo
que permite tener una mejora genética de los caprinos del lugar.
Beneficios: La leche de cabra se caracteriza por tener bastantes cualidades y una de ellas es tener un efecto
nutricional beneficioso, es muy recomendable además el consumo por parte de las personas que son
intolerantes a la lactosa.
La calidad nutricional de esta leche permite fortalecer la inmunidad de las personas ayudándoles a
recuperarse rápidamente de diversas enfermedades o convertirse en un suplemento natural completo muy
buscado y consumido por pacientes que padecen deficiencias nutricionales. “La leche de los caprinos, aparte
del rico valor nutricional que aporta a su consumidor, también tiene un efecto terapéutico.
Los grandes países desarrollados están elaborando leche maternizada a base de la leche de cabra y están
desplazando el uso de la proveniente de vacunos”, anotó Neira.
Productos Lácteos: Gracias a un viaje hecho a Uruguay, país sudamericano potencia en producción de leche,
un grupo de capricultores ha aprendido, a través de capacitaciones y talleres, a producir nuevas variedades
de quesos especiales con la finalidad de mostrar a un mediano plazo productos con valor agregado y con
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características particulares que les permitan diferenciarlos de otros productos que actualmente se
encuentran en el mercado.
Quesos especiales en crema o pasta ácida, de mostaza, frutados o encurtidos en aceite de oliva, pimienta y
laurel; todos estos productos, que tienen ingredientes nativos de la zona, se ofertarán hacia la comunidad
con la particularidad de que en su envase tendrán la marca Locumba. Actualmente los capricultores
expenden el medio kilo de queso a S/.5, mientras que el litro de leche está en S/. 2,5.
Tiempo: Los beneficios para los capricultores son diversos; por ejemplo, estos nuevos ejemplares de cabras
mejoradas tienen gran velocidad de crecimiento y peso, es decir que en cuatro meses ganan entre 18 a 20
kilos pudiendo ser comercializados en un tiempo reducido; además, a nivel reproductivo estos ejemplares
pueden reproducirse a partir de los 7 meses y su ciclo de celo les permite procrear hasta dos veces por año,
lo que no pasa con las criollas, aseguró por su parte el alcalde de la provincia de Jorge Basadre, José Luis
Málaga Cutipé.
El burgomaestre señaló que este proyecto culminará el próximo año y dejarán a cargo de los criadores de
cabras la granja de reproducción, recría y producción en Conostoco, sin embargo aseguró que se iniciará un
proyecto destinado a impulsar la producción de productos derivados de la leche de cabra a otros países,
brindándoles de manera integral un impulso enorme a los capricultores de este extenso valle para mejorar su
ganado y darles oportunidad de trabajar de manera unida con miras a la exportación de productos peruanos
de vanguardia.
Datos: El proyecto de mejoramiento caprino tiene una duración de tres años. Inició en enero de 2010 con un
presupuesto de más de S/. 2 millones de soles en beneficio de más de 45 capricultores del valle de Locumba.
El proyecto culminará el 2013 con la entrega progresiva de la granja de Conostoco a los ganaderos, a
mediados de marzo. Fuente: Peru Lactea
Venezuela: Precios de la materia prima limitan al sector lácteo
La distorsión en los precios afecta la compra de la leche fresca. La producción industrial de alimentos
derivados de la leche, como quesos, leche UHT y pasteurizada, se ha visto limitada por falta de materia prima
y por los precios en que se cotizan en el mercado.
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Recientemente, los gremio de ganaderos afines al Gobierno nacional, como Confagan y Fegaven, aseguraron
que la producción de leche registró un crecimiento de 7% durante 2012, cifras que coinciden con las
ofrecidas por el Ministerio de Agricultura y Tierras (MAT) en el balance de producción del primer semestre de
este año.
De acuerdo con esas estimaciones, habría en el campo disponibles 77 mil 815 litros de leche cruda más que
en 2011, pues la producción nacional de leche habría pasado de 1,11 millones de litros en 2011 a 1,18
millones de litros este año.
Sin embargo, las distintas asociaciones de productores de rubros derivados de la leche han reportado que no
hubo suficiente materia prima durante el año para elevar la producción, salvo el pico estacional que se
registró en la época de invierno.
Además, el precio de la materia prima tampoco permite que las empresas puedan aumentar la recepción de
leche cruda para procesar. Los precios de los quesos y la leche líquida se mantienen congelados, por lo que
no pueden pagar hasta Bs 5,5 por litro, que cuesta la leche cruda, aunque está regulada en Bs 3,5 el litro.
Esta situación se viene registrando en los últimos años como consecuencia de la distorsión que genera el
control de precios. Mientras los costos de producción suben constantemente, los precios pasan, por lo
menos, un año sin ajuste.
De acuerdo con las estimaciones de Confagan, los costos de producción durante este año subieron 64,29%,
impulsados principalmente por el alza en el precio del alimento balanceado para animales, que subió 119%
durante 2012.
Contra la pared
El procesamiento de leche pasteurizada está estancado en 1 millón 200 mil litros diarios desde hace tres
años, porque no hay suficiente leche.
Asoprole declaró la semana pasada que están pagando unos Bs 4,8 por el litro de leche cruda, mientras que
la leche pasteurizada (900 mililitros) está regulada en Bs 5,83, por lo que pierden entre 8% y 9% por cada
litros que procesan.
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La producción de leche de larga duración (UHT) también está limitada por la falta de materia prima, el
control de precios y, además, porque el mercado está abarrotado de producto importado y le resta mercado
a la producción nacional.
Por su parte, Aniquesos ha manifestado que se requieren garantías de materia prima y nuevos precios para
que pueda crecer la producción nacional que, según las estimaciones del gremio, se redujo 40% durante este
año.
Las industrias han tenido que disminuir la recepción de leche, con lo cual la producción se ha desviado hacia
las queseras artesanales, cuyos precios no están regulados. Fonte: El Universal
MUNDO
Relatório da Comissão Europeia diz que cotas estão cada vez mais irrelevantes
e prevê cenário positivo para o setor de lácteos
As previsões de médio e longo prazo para o setor de lácteos são favoráveis, acompanhando o crescimento
populacional e o apetite por dietas ocidentalizadas nas economias emergentes. Isso, entretanto, não previne
as flutuações de mercado de curto prazo, de acordo com um novo relatório da Comissão Europeia divulgado
dia 10 de dezembro.
A evolução da produção de leite versus cotas de produção na UE e a tendência de baixa nos preços da cota
mostram que as mudanças após a remoção do sistema de cotas do bloco europeu ocorrerão de forma suave,
segundo a Comissão Europeia. Isso porque na vasta maioria dos Estados Membros da UE, as cotas não são
mais relevantes para limitar a produção e o preço da cota (pago pelos que excedem seu limite) já chegou a
zero ou está próximo a isso.
Ano após ano, as cotas de produção de leite estão se tornando cada vez menos relevantes, já que a produção
real está ficando abaixo dos tetos na maioria dos Estados Membros. No ano de 2010-11, somente cinco
Estados Membros excederam sua cota de produção, embora a produção total na UE tenha ficado 6% menor
que a cota. De acordo com as notificações recebidas pelos Estados Membros, o ano de 2011-12 deverá
terminar com uma produção aproximadamente 4,7% menor e somente seis países excederão suas cotas. O
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número de Estados Membros que excedem suas cotas continua limitado e a produção excedente representa
menos de 0,2% de todo o leite produzido.
Com as cotas de produção de leite se tornando cada vez menos relevantes, a oferta de leite na
UE pode responder melhor às oportunidades de mercado, a resposta dos produtores aos sinais de preços
será menos distorcida e ganhos de eficiência podem ser obtidos através de reestruturação.
A Comissão Europeia acha que não é necessária mudança no atual sistema, que vem garantindo segurança
aos produtores de leite europeus desde 2008 e está fornecendo eficiência em garantir uma eliminação
progressiva rumo a um ambiente livre de cotas de produção.
Fonte: Comissão Europeia.
Algumas preocupações estão sendo levantadas em áreas rurais onde a produção de leite está tendo um
papel central. A inclusão do setor de leite no chamado "novos desafios" dentro da Política Agrícola Comum
(PAC) está dando mais suporte aos produtores de leite em preparação ao fim das cotas. As reformas
propostas da PAC contêm instrumentos que podem mitigar os impactos potenciais. Além disso, a Comissão
especialistas que farão análises sobre os futuros desenvolvimentos no setor leiteiro a partir de 2015 e
reportará ao Parlamento Europeu e ao Conselho em 30 de junho de 2014 quais serão as provisões do Milk
Package, avaliando, em particular, os efeitos sobre os produtores de leite e sobre a produção de leite. Fonte:
Comissão Europeia
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Queijos/Rússia
Este ano o orçamento russo para a produção de 460.000 toneladas de queijo cresceu 12%, em relação a
2011. O faturamento do setor subiu mais de 19%, de 45,8 bilhões de rublos em 2011, para 51,3 bilhões de
rublos. Muito do crescimento é resultado de investimentos do governo, que injetou mais de 100 bilhões de
rublos no desenvolvimento da indústria de laticínios nos últimos oito anos. O governo espera que a indústria
cresça 25%, para 576 mil toneladas, para acompanhar o aumento do consumo que cresceu 4% ao ano de
2009 para cá. E, apesar da produção, a Rússia ainda importa boa parte do queijo que consome. Em 2011
foram 218 mil toneladas, e este ano deverá atingir 202 mil. Grande parte desse queijo é procedente da
Ucrânia. A adesão da Rússia à OMC deverá reduzir as importações devido à alíquota alfandegária de 15% que
incidirá sobre todos os queijos. Fonte: The Dairy Site
España volverá a pedir a Bruselas el mantenimiento de las cuotas de leche
Ante los problemas que está habiendo en el mercado de la leche comunitarioEspaña reiterará su petición en
favor del mantenimiento del sistema europeo de cuotas de leche, cuyo fin está previsto para 2015, dijo el
ministro de Agricultura, Alimentación y Medio Ambiente, Miguel Arias Cañete, quien indicó, a su llegada a un
Consejo europeo de Agricultura, que España cree que la Unión Europea (UE) “debería hacer una reflexión
profunda sobre la idoneidad o no de suprimir las cuotas en el sector lácteo, sobre todo viendo los problemas
que está habiendo en el mercado de la leche comunitario, y los planes de expansión de producción que
algunos Estados miembros han anunciado”. Arias Cañete subrayó que el Gobierno español “seguirá
insistiendo en el mantenimiento de las cuotas del sector del azúcar y lácteo, a lo largo de las discusiones de
la reforma de la Política Agrícola Común” (PAC).
El comisario europeo de Agricultura, Dacian Ciolos, tiene previsto exponer a los ministros el segundo informe
del Ejecutivo comunitario sobre la evolución de la situación del mercado de la leche y las condiciones para
una transición progresiva hacia la supresión del sistema de cuotas.
El documento señala que la supresión paulatina va bien encaminada, ya que, en la gran mayoría de los
Estados miembros de la UE las cuotas ya no son pertinentes para limitar la producción.
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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Sigma aprueba fusión de Lácteos Finos Holdings
La compañía de comestibles informó que tomará los derechos y obligaciones de esta unidad de negocios.El
conglomerado Sigma Alimentos aprobó la fusión por incorporación de la sociedad subsidiaria Lacteos Finos
Holdings New Zealand Limited con la empresa mexicana.
La compañía de comestibles informó que tomará los derechos y obligaciones de esta unidad de negocios, y
se constituirá en causahabiente a título universal de todos los derechos, bienes, obligaciones, activos y
pasivos, salvo aquéllos que se extingan al momento de la fusión.
Asimismo, indicó que no será necesario aumentar el capital social de Sigma Alimentos, ya que ésta es titular
del 100% de las acciones representativas del capital social de Lacteos Finos Holdings New Zealand Limited.
La compañía precisó que se cancelarán los títulos que amparan la totalidad de las acciones que integran el
capital social de la subsidiaria, las cuales se extinguirán al momento de causar efectos la fusión respectiva.
Fonte: El financiero
INFORMAÇÕES
Queijo com baixo teor de sal é rico em ômega- 3 e ômega-6
Cientistas espanhóis criaram um novo tipo de queijo com baixo teor de sal.
Mas sua principal vantagem é que a gordura animal foi substituída por gordura vegetal, livre de colesterol.
Melhor ainda, a gordura é rica nos ácidos graxos ômega-3 e ômega-6.
Queijo sem sal: A redução do sódio foi obtida através da substituição do cloreto de sódio (sal comum) por
cloreto de potássio.
Para dar ao produto final o sabor salgado característico dos queijos, em vez da salga tradicional, que é feita
durante a produção do queijo, os pesquisadores da Fundação Tecnalia desenvolveram um novo processo de
salga que é feito depois que o queijo já está seco.
Este novo processo permite que o sabor salgado característico seja incorporado e, ao mesmo tempo, permite
que a quantidade de sal adicionada ao queijo seja controlada com maior precisão.
Sem nata: Para obter um produto que, além do seu valor nutricional, fosse saudável, a nata - a parte
gordurosa do leite - foi substituída por uma gordura vegetal rica em ômega-3 e ômega-6, elementos que,
além de não possuir colesterol, têm inúmeros benefícios à saúde.
O resultado é um queijo inovador com uma fórmula nutricional equilibrada, adequado especialmente para
idosos e indivíduos com hipertensão.
A nova formulação do queijo está sendo licenciada para as empresas Quesos Ibar e
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Gomiztegi. Fonte: Diário da Saúde
Queijo Artesanal (IN 57)
Revisar a Instrução Normativa nº 57 e estabelecer o marco regulatório para a produção e comercialização de
produtos artesanais fazem parte das discussões permanentes dos integrantes do Grupo de Trabalho (GT)
constituído para este fim. O secretário de Defesa Agropecuária (SDA), Enio Marques, destacou a importância
de buscar entendimentos e clareza sobre a produção de queijos artesanais. Disse que o Mapa está
empenhado a alcançar uma situação desejável, considerando as limitações das regras existentes. Ele acredita
que é necessário ajustar a legislação para reconhecer o queijo artesanal como patrimônio público e com
regras bem definidas.
Segundo Ênio Marques, no momento se trabalhará numa proposta de transição, atendendo
emergencialmente a necessidade de comercialização dos queijos que já são tradicionalmente produzidos e
que atenda as garantias mínimas para a segurança do produto e seja viável para os produtores. O Ministério
esclarece que o GT discute apenas a produção do queijo artesanal, tendo como base a utilização de leite cru.
Considerando as garantias e controles que esse tipo de produto demanda, tal produção se justifica pela
importância da proteção e preservação do patrimônio cultural associado à referida produção (preservação
do saber-fazer). Soma-se a isso, a proteção dos consumidores e dos próprios produtores contra a usurpação
do nome geográfico, muitas vezes indiscriminadamente utilizado. Fonte: Mapa
Argentina: CONICET: Crean leche chocolatada probiótica
En 2007, surgió un héroe amigable para los niños del Noroeste argentino: el Yogurito. Sus cualidades casi
mágicas permiten reducir en un 50 ciento la incidencia de las infecciones intestinales y respiratorias, a solo
una semana de comenzar a consumirlo. Pero, el Yogurito tiene una debilidad, no soporta la temperatura
ambiente, por lo que debe ser resguardado en una cadena de frío.
Debido a ello, este titán no puede llegar a las escuelas ubicadas en la zona de montaña, porque se hace muy
dificultoso su transporte a diario y hay escuelas que no poseen heladeras adecuadas para poder almacenarlo.
Así, el Yogurito precisaba de un súper amigo que los investigadores del Centro de Referencia en Lactobacilos
(CERELA-CONICET) también se encargaron de desarrollar.
En efecto, los científicos tomaron el elemento X que hace poderoso al Yogurito: la bacteria Lactobacillus
rhamnosus CRL 1505 e iniciaron estudios para desecarla y luego incorporarla en un alimento de fácil
conservación y que también forma parte del desayuno de los escolares. La directora del CERELA, la doctora
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Graciela Font, comentó que el desafío fue “lograr el secado de la cepa y así poder agregarla en la leche
chocolatada, para extender sus beneficios a las escuelas de difícil acceso, hasta donde no era posible
transportar el Yogurito”.
Sobre el desarrollo de la versión deshidratada del probiótico (Biosec), la doctora Susana Álvarez, responsable
del laboratorio de Bioquímica y Clínica Experimental del CERELA, valoró que “al lograr un producto de fácil
conservación, es posible entregarlo en las zonas de montaña del Noroeste argentino y ésta es otra estrategia
para estar más cerca de cumplir el sueño de llegar a todas las escuelas del país”.
Al igual que en el Yogurito, el microorganismo deshidratado y suspendido en la leche chocolatada caliente
previene cerca del 50 por ciento de las infecciones intestinales y respiratorias, a partir de los pocos días de
comenzar a recibirlo.
La científica Martha Nuñez, a cargo del laboratorio Experimental de Alimentos del CERELA detalló que “esta
bacteria puede soportar una temperatura de 60º C durante más de 20 minutos, por lo que no pierde su
viabilidad ni su efecto probiótico en el tiempo en que los chicos reciben el desayuno”.
Núñez estuvo a cargo de establecer la dosificación que era necesaria para asegurar la misma efectividad de la
cepa en la leche chocolatada que en el Yogurito. “Con poner una cucharadita del microorganismo desecado
en 10 litros de leche chocolatada nos aseguramos que el niño reciba la misma concentración de la bacteria
probiótica”, comentó.
Con el objetivo de que este probiótico llegue a todo el país en el menor tiempo posible, la doctora Susana
Álvarez observó que “comercializar los productos hubiera sido, aparentemente, la manera más fácil y rápida,
pero la intención es que el Estado lo distribuya gratuitamente y así llegue a quienes no podrían pagar su
precio si estuviera en las góndolas de los supermercados”.
Solamente en Tucumán, provincia en que está radicado el CERELA, cerca de 100 mil chicos reciben el
Yogurito y otros 100 mil la leche chocolatada con la suspensión del probiótico en polvo.
Su distribución también ha comenzado en San Juan y Santiago del Estero. Asimismo, con la supervisión del
INTI, se construye con celeridad una planta lechera en Chaco, que también producirá el yogur probiótico,
para extender el beneficio a escolares del Noreste del país.
El ministro de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva, Lino Barañao, destacó al Yogurito como un caso
emblemático: “Es un desarrollo que realizó el CONICET, y que, a través de la coordinación del ministerio de
Desarrollo Social, del ministerio de Trabajo y el aprovechamiento del aporte de las cooperativas, permitió
llegar a los comedores escolares con un producto que mejora notablemente la salud de los chicos, que es
una cuestión prioritaria”. En este sentido, la presidenta del CONICET Marta Rovira subrayó: “Para mí es un
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orgullo el Yogurito y el Biosec, que ya se están repartiendo en varias provincias y seguirán avanzando en su
distribución en la medida en que más regiones se interesen”.
Los súperamigos del Yogurito y la leche chocolatada probiótica
La directora Graciela Font anticipó que, prontamente, el CERELA buscará incorporar la cepa Lactobacillus
rhamnosus CRL 1505 en postres o jugos de frutas. Si bien la distribución de este probiótico se mantuvo
dentro del ámbito de programas sociales, ya en una segunda etapa, que podría comenzar en el 2012 o 2013,
el CONICET establecería acuerdos con empresas para que también puedan incorporar la bacteria probiótica
en diversos productos. Al respecto, la doctora Font analizó que “así se lograría cubrir otro aspecto social,
porque los beneficios también estarían al alcance de los ancianos, embarazadas y familias en general”.
Sobre su capacidad para reducir infecciones intestinales y respiratorias, la investigadora Álvarez aseguró que
“a partir de la primera semana de ingerir la leche chocolatada o el Yogurito, ya se puede notar el efecto
probiótico”. Su alta efectividad fue demostrada en un estudio clínico realizado en el 2007. En ese momento,
se observaron las infecciones respiratorias e intestinales en un grupo de 300 niños que asistían a comedores
infantiles. A la mitad de ellos se le dio Yogurito, y a la otra mitad se les administró un placebo, es decir, un
yogur exactamente igual, pero que no tenía incorporado el Lactobacilus rhamnosus CRL 1505.
Los resultados fueron elocuentes: “Se pudo observar que los chicos que no recibieron el Yogurito sufrieron
entre un 40 y un 50 por ciento más de infecciones intestinales o respiratorias”, precisó Álvarez.
En el 2012, el Yogurito también será producido en el Chaco
A mediados del año próximo, abrirá una planta lechera en la localidad chaqueña de Villa Ángela, que
procesará 10 mil litros de leche diarios y también el Yogurito, de manera que este alimento comenzará a ser
entregado a los niños de las escuelas del Noreste del país.
La construcción de esta usina láctea cuenta con la supervisión del INTI, que participó en el diseño de la
estrategia para reactivar la actividad de los productores locales que fueron abandonados durante la
expansión de las políticas neoliberales y que, a partir del año próximo, tendrán asegurada la venta de la leche
cruda.
El director de INTI Lácteos, Roberto Castañeda, comentó que “en el Chaco había dos usinas lácteas, las cuales
fueron compradas por grandes grupos económicos, que las cerraron y se apoderaron del mercado, haciendo
que los productores de la provincia quedaran relegados, porque nadie les iba a comprar”.
Por su parte, el coordinador de la Unidad Operativa NEA del INTI, Remigio Colcombet, agregó que “aquellas
dos plantas lecheras funcionaban a pleno y abastecían a todo Chaco, e incluso zonas de Corrientes y
Formosa”.
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Luego de aquel desmantelamiento, la planta de Villa Ángela producirá leche pasteurizada, queso, cremas y
también el Yogurito, con el objetivo de expandir su distribución a los chicos de las escuelas y hospitales del
Noreste de la Argentina. Fonte: Agencia CTyS
Leche de vaca transgénica contra las diarreas infantiles por rotavirus
Investigadores argentinos han descubierto una novedosa manera de combatir el rotavirus humano,
enfermedad diarreica que afecta principalmente a niños menores de cinco años. Se trataría de conseguir la
presencia de anticuerpos VHH en la leche de vaca, con lo que se obtendría una alternativa contra la
enfermedad, un 100% efectiva y de bajo costo.
Actualmente, en el mercado existen dos vacunas disponibles compuestas por el virus vivo atenuado que son
altamente eficaces para la reducción de la diarrea y de la mortalidad. El problema es que la capa superficial
del virus, contra la cual se suelen generar las vacunas, cambia constantemente año a año y de especie a
especie, tal como el virus de la influenza. Por ejemplo, las cepas de rotavirus grupo A detectadas hasta el
momento poseen 35 variantes de las proyecciones que sobresalen en su capa externa, y más de 20 de la
superficie de esa capa, por lo que para lograr vacunas efectivas se desarrollan formulaciones multivalentes
que inducen anticuerpos contra los serotipos más comunes que afectan a humanos. Estas vacunas
recombinantes y atenuadas son muy costosas y no incluyen los serotipos raros que circulan en algunos países
de Sudamérica, África y Asia.
Los investigadores del Instituto argentino de Investigación Agraria (INTA) han comprobado que los
anticuerpos VHH no se limitan a atacar la parte externa del virus, sino que, de alguna manera, estos
anticuerpos atacaban “su corazón”. Los VHH son unas moléculas derivadas de los anticuerpos de los
camélidos, que son las más pequeñas que existen en la naturaleza capaces de reconocer a otra y de
neutralizarla. Además, resisten ambientes muy ácidos (como el del estómago) y altas temperaturas como las
utilizadas durante la pasteurización.
Los investigadores del INTA están desarrollando una vaca transgénica que en su leche exprese estos
nanoanticuerpos. Esta leche se podría pasteurizar y dársela a un bebé para protegerlo, por ejemplo, contra la
diarrea por Rotavirus. Fuente: Agrodigital
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A cebarse una picada: queso con sabor a yerba
La presentación fue realizada en el Mercado Concentrador de Posadas. Se trata de un producto con clara
identidad misionera. Expectativa por su comercialización.
Presentaron el primer queso argentino con sabor a yerba mate. Fue exhibido en Posadas agregándole valor a
dos productos que se elaboran en la provincia de Misiones.
La presentación fue realizada ayer en el Mercado Concentrador de Posadas donde el presidente de la
Asociación Ruta de la Yerba Mate, Alejandro Gruber, recordó que también “existen quesos saborizados con
vino, wisky y oréganos".
“En una vinoteca de nuestra región había queso de cabra italiano pero no un queso misionero. Ahora se nos
abre un mercado nuevo y, a la vez, los productores tamberos tendrán posibilidades de agregar valor en su
producción pese a que tengan pocas hectáreas", afirmó.
En tanto, el chef Iván Ortega, destacó que “en Misiones no sólo estamos produciendo un queso con
identidad misionera, sino también nacional porque la yerba mate es la infusión que nos caracteriza”.
Por su parte, el presidente del Instituto de Fomento Agropecuario e Industrial (IFAI), Ricardo Maciel, destacó
el carácter "innovador" del producto. Fuente: Télam
Alegre, 21 de Dezembro de 2012.
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