UNIVERSIDADE
Jorge
NivEL
TUIUTI DO PARANA
Luis Ferreira
de Lima
DA CAPACIDADE
ANAEROBICO
LATICA
CHUTE DE FUTEBOLlST.A ..
Curitiba
2006
E PRECISAo
DO
Jorge Luis Ferreira
de Lima
NivEL DA CAPACIDADE ANAEROBICO LATICA
CHUTE DE FUTEBOLISTA.
E PRECISAo
DO
Tee apresentada
ao curso de Educa-;:ao
Fisica
da
Faculdade
de
Ciencias
Biol6gicas
e da Salide da Universidade
Tuiuti
do
Parana,
como
requisito
parcial
para obten9ao
de grau
de
Licenciado
em Educa~ao Fisica.
Orientador:
Aladashvili
Curitiba
2006
Prof. Ooutor Gocha
TERMO
DE APROV A<;:AO
Jorge Luis Ferreir"!} de Lima
NivEL
DA CAPACIDADE
ANAER6BICO
LATICA
CHUTE DE FUTEBOLISTA
.
Estn monografia
roi julgad3
e nprovadn parn obten<;.!o do
Fisicn no curso de EduC;lif50
Fisicn da Fnculdnde
de
E PRECISAo
grall de Licenciado
Ciencins Biol6gicas
Universidade Tuiuti do Pnrnnii.
Curitiba, 7 de
r'
olilubro de 2006.
Prof" Dr. NEY DE LUCCA MECKTNG - Coordenador
\
\
g-
Titular da Disciplina de T.O.C.C.
DO
em
Educa~a:o
e da
Sallde da
SUMARIO
1.
Introdu~ao
1.1
Justificativa
1.2
Problema
1.3
Objetivos ..
1.3.1
Objetivo
1.3.2
Objetivos
2.
Revisao
2.1
Origem
..5
..
.
..
Especificos
..7
..
de Literatura
e evolu980
Capacidade
2.2.1
For9a .
2.2.2
Velocidade..
2.2.3
Flexibilidade
8
do futebol...
.
Fisica .
9
.
9
. .9
10
.
.
2.2.4
Resistencia
2 ..2.4.1
Tipos resistencia .
11
.
.
2..2.4.2
Resistencia
Aer6bico
2.2.4.3
Resistencia
Anaer6bica..
.
2.3
Treinamento
2.3.1
Genese.
2.3 ..2
Principio
cientifico
2.3.3
Principio
individualidade
Principio
7
..7
Geral ....
2 ..2.
2.3.4
7
.
.
12
.
13
.
13
.
16
14
.
.
16
.
do treinamento
biologica
adapta9iio
.
2.3.5
Principio
sobrecarga
..
2 ..3.6
Principio
da interdependencia
2.3.7
Princfpio
continuidade
2 .. 3.8
Principio
da especificidade
2.4
Periodiza98o
2.4.1
Plano de expectativa
2.4.2
Macrociclo tradicional
desportivo
.
17
.
.............. 18
.
...............................................19
.
volume
20
-intensidade
......... 22
23
do treinamento
.
.
esportivo
desportivo
e de Meeting ..
.
25
.
28
...............................
.
29
31
2.4.3
Divisao do Maeroeielo .
2.4.4
Periodo de Prepara9ao..
...33
...33
.
2. 4.4.1 Anteprojeto de treinamento ..
.
2.4.4.4 Periodo de Transi980 .
Subdivisao das fases periodos ....
2.6
Maeroeiclo .
35
... 36
2.4.4.3 Perioda de Competi98o .
2.5
35
.
2.4.4.2 Periodo Prepara9ao .
37
.
38
............... 39
.....40
2.6.1 Microeielo de Incorpora9ilo .
2.6.2 Mieroeielo Ordinaria ...
....41
2.6.3 Microeiclo de Choque .
....40
2.6.4 Microeielo de Recupera9ilo .
...40
2.6.5 Microeielo Pre Competitivo .
....42
.
2.6.6 .Mieroeielo Competitivo ..
2. 7Mesociclo
.41
.. .41
..
2.7.1Mesoeielo Estabilizador.
.
..42
.
2.7.2 Mesoeielo de Controle .
.42
..43
2.7.3 Mesoeielo Pre eompetitivo .
.
2.7.4 Mesoeielo Competitiv~ .
3.0
Metodologia.
.43
.
2.7.5 Mesoeielo Recuperativo.
.43
.
.44
....44
3.1 Popula9ilo ..
...44
3.2 Amostra ..
.
3.3 Instrumento ..
..45
.
3.4 Materias ....
..46
...47
3.5 Coletas Dados..
4.0 Apresenta9ilo e discussao dos dados .
5.0
Conclus8o.
Referencias Bibliografica ..
.
.48
.
60
.
61
LlSTA DE QUADRO
Lutica e precisao
Quadro 1
Quadro geml da Resistencia
Quadro 2
Quadro Geml dn media tempo, precisao batimento
Quadro 3 Defensores
per tempo
precisao e batimento cardiaco inicial e
final.
4 Quadrado 4 Meio campista por tempo precisao e batimento cardiaco inicial e
final.
5 Quadro5 Atacantes por tempo precisao e batimento cardiaco inicial e final.
6
Quadro 6 Compara~ao posi~o
7
Quadro 7 Do nivel de precisao
8
Quadro 8 resultado do teste de precisao
9
Quadro 9 mostra total de acerto por nivel total da percentagem de acerto e
percentagem de acerto por posi~o.
10 Quadro 10 nivel do tempo de execu~o do teste por posi~o
II
Quadro 11 nivel capacidade dos futebolista por posi~ao
RESUMO
NivEL
DA CAPACIDADE
ANAEROBICO
LATICA
E PRECISAO
DO CHUTE DE FUTEBOLISTA
lorge Luis FelTeira de Lima
Alitor:
Orientador:
Professor
DOlltor
Gocha
Aladashvilii
Curso de Educaf;ao Fisica
Universidade Tuiuti do Parana
e
Objetiva deste estuda fai verificar qual
anaer6bica
latica e precisao
a
de acesso do Paranaense, atraves
divisao
resistencia
e precisao
iniciar a campeonato.
19 a 30 anos
defensores,
resistencia
de
nao houve diferenc;a
ficaram
diferenc;a
meio
idade
lodos
teste foi realizado
profissionais,
e atacantes
defensores
precisao
532 casa 20
dois dias antes de
foi dividido
para comparar
e atacantes
em tres
e verificar
entre os grupo ja no nivel de precisao
Palavras chave: Resistencia.
que disputa
de urn teste especifico de
80 teste 19 atletas do sexo masculino
.
Estrada Dom Rodrigo
Campo Largo Parana
[email protected]
0
a nivel de capacidade
profissionais
de cada grupe. No nivel de capacidade
campistas
notavel
em futebolista
para futebolista
Submeteu-se
meio campistas
e precisao
do chute
de
grupos
as nivel de
anaer6bica
latica
as melhores
media
respectivamente
com
uma
1 INTRODUCAO
NivEL
DA CAPACIDADE
ANAER6BICO
LATICA
CHUTE DE FUTEBOL!STA
E PRECISAO
DO
1.1 JUSTIFICATIVA
o
Futebol nasceu na Inglaterra em dezembro de 1863 mas, como esporte
existe a seculos como conta seus historiadores na Grecia, China, Roma, Itillie e
hoje
0 esporte mals popular do mundo, jogado 200 milhoes pessoas, 190 paises
independe da genera
idade rar;a, nivel tecnico.
e
1
I
o futebol
Constituido The Internacional Football Association Board A"
Football Association" (Inglaterra) a" Scotish Football Association" a "Footaball
Association
of Wales», a ulrish Footaball Association"
footall Association" (FIFA), cllamadas em sucessivo
e a" Federation
.. associac;6es·,
interncional de
constituirao a
Board que tem com finalidade discutir e decidir modifica90es na regras de jogo.
A partida de futebol tem uma dura9ao de dois (2) tempos iguais de 45
minutos, com intervalo nao superior de 15 minutas entre as dais tempos. Neste
tempo 90 minutos os atletas executam
ar;Oes tecnicas, taticas e loco mota res de
lon9a dura<;aoe grandes intensidade, mais de 100 arranques de dist,mcia de
5 a 20 metros e 400 contatos fisicos.
E
0 objetivo de prepara~o
fisica, condicionar os futebolistas para suportar
esta grande carga exigida no jogo, sobre 0 pontos de vista organicos e
neuromuscular servindo de base para preparavao lecnica e tatica e direcionar 0
atleta auge da performance fisico -tecnico-tatico -psicol6gico de acordo com as
estrategia estabelecida dentro da competiyao.
Neste estudo pretendo verificar qual e 0 nivel de capacidade anaer6bica e
precisao do chute dos jogadores de futebol do campeonato divisao de acesso do
paranaense
antes de iniciar a competi~o.
Sabenda que a nivel de capacidade
aer6bica serve de plano de fundo au
base para anaer6bica ja que atrav8S de um chute, saito ou sprint se decide um joga
sendo esta capacidade imprescindivel para atletas de futebol
1.1 PROBLEMA
Qual e
0
de futebol
nivel da resistencia
durante
a periodo
Anaer6bica
Latica e precisao
chute
de jog adores
competitive.
OBJETIVOS
1.1 1 Objetivo
geral
Verificar nivel de resist~ncia anaerobica
futebol durante periodc competitivo.
1.1.2 Objetivos
latica e precisao
do chute de jogadores
especificos
•
Trayar
0
•
Avaliar
capacidade
perfil dos jogadores
•
Verificar
•
Avaliar
•
Comparar
a precisao
anaerobica
latica dos jog adores
do chute com
a nivel de capacidade
a nive! de precisllo
pe direita
anaer6bica
e esquerdo
latica par posi~o
de chute per posiyaO
de
2. REVISAO
DE LlTERATURA
2.2 ORIGEM
E EVOLUCAo
o futebol
volta de 1870.
Europa,
de
DO FUTEBOL
NO BRASIL
foi introduzido no Brasil pelos marinheiros
ingleses e holandeses
Existem
hev!am
ingleses
relatos de qLre p3dres jesuftas
erradicados
no
Brasil
e
ainda
de
trazido
par
0 jogc
marinheiros
de
varias
de
nacionalidades que organizavam algumas partidas.
Mas seu grande
divulgador
foi Charles
Miller, nascido
em 1874, no Bras, Zona
Leste de Sao Paulo. Sendo filho de pai ing!~s e mee brasileira,
Miller 8studou
na
Inglaterra entre 1884 e 1894 e na sua volta trouxe consigo dues bolas de couro, as
reg res e uniforms5 que posteriormente
jogos
de varzea
Companhia
o
do
Carma
(Bras)
de Gas !ocal, do London
jogo
associayao
foi
difundido
Mackenzie
Considerado
para
us ados para organizar
ingleses
e brasileiros
as primeiros
trabalhadores
da
Bank e da Sao Paulo Railway.
os
s6cios
do
s~o
Paulo
Athletic
Club
e da
College.
oficialmente
Club Rio Grande
fcram
entre
como
0
pela
Confedera~o
Brasileira
de
clube mais antigo criado especialmente
Futebol
para
0
0
Sport
fu!ebol em
24/06/1900.
Em
1901
e fundada
a primeira
entidade
Futebol onde no ana seguinte disputou-se
acontece
De
0
primeiro campeonato
1923
a 1963,
futebolistica,
a liga
a primeiro campeonato
Paulista
de
oficial. Em 1906
carioca.
as sele<;Oes
estaduais
se enfrentaram
no
Campeonato
8rasileiro.
As grandes
elitizadas
ligas, tanto no Rio de Janeiro quanta em Sao Paulo continuaram
ate pelo menos a metade
com a grande
difusao
que
0
de segunda
futebol
tomou
decada
no Brasil,
do SEkula XX. Entretanto,
popularizando-se,
as ligas
tiveram que aceitar times vindos da varzea em seus quadros.
o esporte
foi tanto,
havia
urn esporte
S9
popularizado
das elites.
de tal forma, que agora nao era, como nunca
Segundo
Sevcenko
(1994),
a cidade
de sao
Paulo
ficou ate
final dos anos 20 dividida entre tres agremia<;:6esarquinimigas,
0
Paulistano,
Palestra,
0
e
0
Corinthians.
Cada
final de Campeonato
era como
0
urna
guerra civil na cidade.
Com
tempo, os clubes de elite foram se desligando do futebol,
0
principalmente com a populariza~aOdo esporte. Hoje em dia, talvez
que era de elite e que ainda tern
0
unico clube
futebol como seu esporte principal seja
0
0
FluminenseFootball Club do Rio de Janeiro.
2.2 Capacidades
Fisicas
Todos os jogadores, independentemente de posi~o,
necessitam de
coordena,ao, for~a, velocidade, flexibilidade e acima de tudo resistencia aer6bia e
anaer6bia
e muscular
localizada,
que sao aperfeit;Oadas
com 0 treinamento
diario.
2.2.1 For~a
SegundoTubino (1990), for~ e a qualidadefisica que permite ao musculo ou
80
grupo
de
museu los produzir
urna tensae
e veneer
urna resistencia
na 8980
de
empurrar, traeionar au elevar.
Nas suas diversas formas de manifesta~o, a for~
diferentes
tipos
musculatura
de
acordo
envoi vida,
com
a fonna
diferenciamos
entre
de
for~a
pode ser dividida em
observ8g8o.
geral
Sob
e local;
0
sob
0
aspecto
de
aspecto
da
especificidadeda modalidadeesportiva, em for~ geral e especial; sob 0 aspecto do
tipo de trabalho muscular, em fOf9B dinamica
formas
de exigencia
for~; e sob
0
motora
envolvidas,
e estatica;
em forg8
sob 0 aspecto das principais
maxima,
rapida
e resist~ncia
de
aspecto da rela~o do peso corporal, em for~a absoluta e relativa
(WEINECK,2000).
Entende-se por for~ geral
grupos musculares
e foryalocal
0
nivel de for~ desenvolvido pelos principais
refere-se
a utiliza~ao
de musculos
isolados.
10
Em uma determinada
fan;:a desenvolvida
desenvolver
movimento
0
Segundo
modalidade
par
exigido
Weineck
esportiva 0 termo fon;a especifica
naquela
(2000),
e
for,a
1. Forl'8
exercer
estatica:
Eo a tensao
arbitrariamente,
refere~se
muscular
para
modalidade.
qualidade
opor ~se a uma resistencia.
grupo muscular
musculo au grupo
urn determinado
Passui
que
que
musculo
0
permite
um
musculo
ou
seis tipos distintos:
numa determinada
ou
grupo
0
posi9ao
muscular
contra
poce
uma resistEmcia
maxima estatica e resistemcia de for~
fixada e pode sar dividida em fon;a
eslatica.
2. Forl'8
que
dinamica:
e utilizada
A forl'8
dinamica
apresenta
no decorrer da seqO~ncia
uma forma
de manifestal'flo
de urn movimento,
subdividida
em
forc;a maxima, rapida e resistencia de ton;a.
3. Forl'8 explosiva
(potencia):
apresentar
predominancia
velocidade
com
(ex: levantamento
4. For<;a maxima:
neuromuscular
Eo a conjugal'flo
de
de for,a
for~
ou
e velocidade.
com
Pode se
preponderancia
de
olimpico).
Representa
a maior
fOf9B
disponivel
que
0
sistema
pode mobilizar atraves de uma contrac;ao maxima voluntaria.
S. Forya rapida:
E
a capacidade
do sistema neuromuscular
de movimentar
corpo ou parte do carpo au ainda objetos com uma velocidade
6. Resistencia
de for9a: e a capacidade
de forl'8.
de resistir
desempenho
prolongado
Os criterios
a intensidade
do estlmulo, e volume do estimulo.
a fadiga
0
maxima.
em condi,oes
para a resist~ncia
de for,a
de
sao
2.2.2 Velocidade
E
a
capacidade
neuromusculares
em seu encadeamento
de dural'flo
fisica
particular
que permite a execuyao
constituem
do
e
das
coordenac;:6es
rapida de gest05,
uma 56 e mesma agao de intensidade
apud TUBINO,
breve ou muito breve (FAUCONNIER
Ja para Dantas
muscula
de uma sucessao
(1998), velocidade
ea
capacidade
a agao no menor tempo passive! apresentando-se
fisica
que
maxima e
1990).
que permite
em duas formas:
realizar
11
1. Velocidade de reac;ao: Observada entre um estimulo e a resposta
correspondente (tiro e partida).
2. Velocidade de movimento: Eo expressa pela rapidez de execu9ao de uma
contrac;ao muscular.
Weineck (2000), considera a velocidade uma capacidade fundamental ao
desempenho,
tempo
a fim de que a atividade
au major
motora
possa
Tambem S8 considera
intensidade.
realizar
S8
no menor
a velocidade
como
perfedo
de
urn requisito
do condicionamento.
Dentre
as requisitos
da velocidade
convem notar as
num jogo de futebol,
capacidades secundarias como velocidade de percepc;ao, de antecipa98o, de
decisao,
de rea<;ao,
de movimento
com e sem bola,
assim
como a velocidade
de
a<;ao.
A velocidade do jogador de futebol
a
qual pertencem
rapidas,
nao somente
a velocidade
com bola,
0
e a capacidade
agir e reagir
0
verdadeiramente multipia,
rapido,
sprint e a parada,
as saidas
mas tambem
0
e as corridas
reconhecimento
e a utilizac;aorapida em certa situac;ao.
2.2.3 Flexibilidade
A palavra
flexibilidade
define
a capacidade
Para Goldthwait (1941), flexibilidade
mover-S8
com fluidez
em sua patencia
de curvar -se, flexivel.
e a capacidade
amplitude
de uma articulac;ao para
de movimento.
Segundo Halvorson (1989), flexibilidade Eo a capacidade de um musculo
relaxar e ceder a uma for98 de alongamento; e para (KINSER e COLBY, 1990),
capacidade
normal
para mover urna
sem estresse
A flexibilidade
par urna
excessive
articula~o atrav9S de uma amplitude
para urna unidade
e urn componente
restri9ao neurol6gica
ao
essencial
alongamento
ea
de movimento
musculotendinos8.
da aptidao
que
e
ffsica
produzida
e e influenciada
par
impulsos
proprioceptivos do fuso muscular. 0 aumento da flexibilidade melhora a efici'lncia do
movirnento,
reduz
a incidemcia
de distensao
muscular,
a habilidade geral em determinados esportes.
melhora
a postura
e melhora
12
Outra area de treinamento
e ados
sensoriais
fapido de urn musculo imediatamente
alongamento
mesma
que usa os impulsos neurol6gicos
pliometricos. Urn exercicio pliometrico
musculo.
Este
tipo de exercicio
tern
e aquele
seguido
S8
dos neur6nios
que envolve
par uma
mostrado
urn
contragao do
muito
efetivo
para
aumentar a produgao de potencia em atletas de varios esportes (volei, basquete,
corrida de velocidade etc.). Os pliometricos se baseiam nos conceitos
de
especificidade do treinamento, em que urn musculo treinado em altas velocidades
ira
melhorar nessas mesmas velocidades.
2.2.4 Resistencia
Conforme Foss & Keteyan (2000), entende-se como resistencia a capacidade
geral psicofisica de tolen;ncia
a capacidade
psiquica
representa
diminui9ao
a fadiga
de uma fapida
a capacidade
da intensidade
em sobrecarga de longa dura9ao, bem como
recuperagao
ap6s
de
poder
da atividade,
e par
estas sobrecargas.
superar
A resistencia
urn estimulo
que
exija
a
consequencia, retardar 0 quanta for
possivel a interrupc;:ao de uma sobrecarga.
Ja
a resistencia
ffsica
representa
a capacidade
de
resistir
a
fadiga
do
organismo como urn todo e de cada urn de seus sistemas isoladamente.
Segundo
os mesmos
autores,
a resistencia
pode ser dividida em diferentes
tipos de acordo com suas formas de manifesta90es e de interpreta9ao.
Sob a aspecto do metabolismo
e anaer6bia.
estatica.
Quanto
a
forma
muscular, diferencia-se
de trabalho
E quanta ao aspecto temporal,
muscular,
em
em resistencia
resist€mcia
tem-se a diferenciag80
aer6bia
dinamica
entre resistencia
e
de
curta, media e longa dura9ao (WEINECK, 2000).
Segundo Wei neck (2000), para
anaer6bia
rnodalidade
sao fundamentais.
0
A aer6bia
jogador de futebol as resistencias aer6bia e
ea
forma de resistencia
esportiva, e resistencia anaer6bia
manifestac;:ao para urn esporte, como
0
futebol.
enquadra-se
que independe
da
as formas especificas
de
13
Ainda,
formas
(DANTAS,
muscular
corpo
aD
suportar
e apresenta-se
urn
de tres
e
e
(RML):
de sse
de
no organismo.
observada
localizada
apresentar
au saja, urn long a tempo
global
a capacidade
e
caracteristica
grande,
na reallz8c;ao
de atividades
de
durac;8o.
Ocorre
grupo
a nivel
au
muscular
musculo
de
ou de
suportar
contra<;6es
A resistemcia
caracteriza
S8
pelo maior
solicita<;ao
aquela
principal
par conseqCIE§ncia, de pequena
muscular
como sendo
cuja
manifestaC;80
E
anaer6bia:
3. Resistemcia
desempenho
que permite
urn certa tempo
e urn volume
Ea
da atividade.
alta intensidade,
repetidas
aquela
pequena
2. Resistencia
grupo
fisica
durante
E
aer6bia:
uma intensidade
execuyao
capacidade
intensidade
1998):
1. Resistencia
2.2.4.1
ea
a resistencia
esforc;o de determinada
tempo
a capacidade
(VILLIGER,
'pela
capacidade
passlvel.
Pode-se
de urn sistema
de
manter
urn determinado
tambem
definir
essa propriedade
alta mente
de pendente
da intensidade
da
1995).
Tipos de resistencias
A resistencia
formas
de
pode
muscular,
difere-se
muscular,
em resistencia
resistencia
2.2.4.2
E
uma
de
e
em diferentes
interpreta<;ao.
aer6bia
dinamica
de for9a rapida,
tipos,
Sob
0
e anaer6bia;
e estatica;
de acordo
aspecto
Quanto
E quanto
do
a forma
as exigencias
com
suas
metabolismo
de trabalho
motoras
em
de sprint e de velocidade.
aer6bia
capacidade
long a
recupera9ao,evitando
de
em resistencia
de for~,
Resistencia
esfor90s
ser dividida
manifesta<;ao
relevada
dura<;iio,
a
pelo
sistema
resist indo
eficacia
motora.
a
muscular
fadiga
E
pel a
e
que
permite
permitindo
uma
adapta~o
do
realizar
rapida
sistema
14
cardiopulmonar
que
torna veneer a fadiga,
S8
esta pode ser considerada
urn limite
para baixa do rendimento ou sua perda total.(MATVEEV, 1997).
Cada movimento
isso pode
S8
base que tern
recair
0
ou atividade requer urna diferente
he. diferentes
dizer que
organismo
forma de
classes de resistencias.
resistencia, para
e
como
Qutras atividades
sem
A aer6bia,
para poder realizar posteriormente
que
imediatamente no esgotamento.
Mediante as diferentes situac;Oesque
aos poucos
0
corpo condiciona-se, espera-se que
va S8 superando a fadiga e 0 cans890 0 mais rapido passivel para poder
continuar com a atividade
ao ritmo desejado,
numa frequencia
cardiaca
abaixo de
180bpm conforme algumas variaveis.
Qualquer
esfon;o
efeitos que permitem
melhora
cardiaca,
repercute
no organismo,
e a
resistencia aercbia
a superar esses esfon;os de maneira
da capacidade
cardiaca,
aumento
diminui a frequ~ncia cardiaca,
do volume
mais favor8veis,
de sangue
a cada
produz
com a
sistole
maior numero de capilares em aC;ao quando
o mesculo esta em movimento (MATVEEV, 1997).
Segundo Foss & Keteyan (2000), de acordo com os processos de obten9ao
de energia, a resist~ncia Aer6bia:
- Resistencia
aer6bia:
requisitado para
0
E
0
equillbrio
entre
°
oxigemio
que
esta
a
ser
trabalho muscular e que e transportado pela circula9l!o ate
° musculo.
2.2.4.3 - Resistencia Anaer6bia
A resistencia
anaer6bia,
nos permite realizar esforc;os de curta durac;ao, mas
de intensidade elevada.
Segundo Foss & Keteyan (2000), de acordo com os processos de obten9ao
de energia, a resistencia anaer6bia:
- ResistEmcia anaer6bia: Onde ha falta de oxigenio e a energia e produzida
por meio de fermentac;ao. Existe duas variantes nesse processo: A resistencia
anaer6bia
alatica
(nos esfon;os
de pequena
duravao,
quando
a energia
e
obtida atraves da fosfocreatina, n1io se formando acido latico no sangue) e a
15
resistencia
anaer6bia
latica
8c;ucar de reserva
usa a
quantidades
batidas,
os
esfOfC;os sao mais prolongadas
0 glicogenio,
formando-se
e
S8
granctes
de acido latico no sangue).
A resistencia anaer6bia
intensidade
(quando
no musculo,
elevada,
e
aquele eslor90 de curta dura980, mas de
como par exemplo:
Saltos,
secos entre Qutros. Estes esfon;os
lanc;amentos,
arrancactas,
sao tao intensos que em breve
recaem em delict de oxig"mio, isto quer dizer que 0 oxigenio que gastamos
durante
0
fontes
e maior
esfon;o
Podemos
do que
nO$sa
distinguir duas classes
sangue possa mandaras
de resistencia
anaer6bia
ceiulas.
que proveem
de
diferentes:
ha
presenC;8 de
Anaer6bia
e que 0 tempo de atuageo e tao curto que neo da tempo para que
o acido
Aliltica: Como
a seu nome indica nao
Resistencia
acido latico,
tatico se acumule no sangue, sendo
seja em sua intensidade
maxima
que para issa
ou submaxima
0
esfon;o
num tempo
realizado
compreendido
entre 10 a 20 segundos aproximadamente.
Resistemcia Anaer6bia
Latica:
tempo compreendido entre 30
E
aquela
a
90 segundos aproximadamente, sem tempo
realizada
em esfon;os
intensos
num
para reCUpera9aOimediata do organismo, acontece a produyao de acido latico
que vai para
de
0
sangue, a partir desse momento
rendimento
necessitando
um
tempo
de
acontecem
descanso
efeitos negativos
ate
recome~r
a
atividade.
Matveev (1997), comenta que ao sa realizarem eslor90s acima de 180 bpm
esses sao considerados
Para
como anaer6bios.
urn born desenvolvimento
prograrna de treinamento
progressiv~,
fisico
deve-se
assimilando
levar
em considerac;lio
suas diferentes
facetas
urn
obtendo
as condi90es ideais da proposta evitando lesOes tanto musculares quanto cardiacas.
Segundo Matveev (1997), a resistencia
em geral e especifica,
e uma qualidade
que podemos dividir
sendo a primeira basica e universal a todas as artes marciais,
e a segunda, particular a especialidade escolhida , que dependera do tipo de
eslor90s (Irequencia e durayao dos treinamentos e competi90es, assim como a
intensidade do trabalho). Cada arte marciai utiliza determinados grupos musculares
16
com maior frequemcia,e sabre eles deve recair
especifica, sendo aqui denominada
Foss & Keteyan
Con forme comenla
prolongaf
esfon;:os
de alta intensidnde,
pesos. 0 aprimommento
principaimenle
vinIc p:ueccm
desc.,nso
realizadas
fisico,
Illl1SCtilos
scr as mais eficientes
costUl1lam
com intervalos
2.3 Treinarnento
localizada.
As
a resistencia
capacidade
anaer6bia.
uma d:ts mais extenuantes
de 27mmoliL.
di\
do treinamento
de
com
contnitil
e
repeti<;oes ~cima de dez e nbaixo de
csta faixa de repeti90es
s31lguinoo proximo
e n capacidade
anaer6bin
deitas mnis nlilfcantes
para eSlimular
par ,,(Ietas visando 0 apri11l0famenLO
muscular
a resistencin
treinados.
cunas, collstituem
desenvolvimento da resistencia
em rUIlr.;uo da maior
ocorre
ser de um :\ dais minutos,
com nivcis de lactato
realiz..ldo
2.3.1
dos
(2000),
6 lim das
desta qualidade
metab61ica
0
como resistrmcia
Os intervalos
principal mente
de
quando
rarmas de treinamento
Este treinamento
coslul1ln
ser
resiSl~l1ci" anaerobia.
desportivo.
Genese
o
treinamento desportivo apresentou atraves dos tempos, uma evoluyao
intima mente Iigada a historia
Pereira
da Costa
(1972)
dos jogos olirnpicos.
escalonou
este
desenvolvimento
de forma
bastante
coerente. Partindo da divisao em periodos, pode~se estabelecer a ordem
cronologica da evolu~o do treinamento desportivo e correlaciona-la com os
jogos olimpicos. Tal correspondimcia se ampara no fata de serem estes jogos,
por excelimcia, a vitrine onde os sucessos, ou fracassos de cada metodo ou
filosofia de treinamento s~o expostos ao mundo, caindo, assim, no conhecimento
publico.
Pode-se,
Periodo
pais, dividir a historia
da Arte
do treinamento
desportivo
nas seguintes
fases:
17
Da primeira Olimpiadas da Antiga Grecia (778 a. C.)
Ate a Olimpiada da era moderna (1896-atenas)
Periodo da Improvisa~lIo
Da primeria Olimpiadas da era Moderna (1896-Atenas)
Ate a VII Olimpiadas (1920- Antuerpia)
Periodo
do Empirismo
Das VII Olimpiadas (1920- Antuerpia)
Ate as XV Olimpiadas (1952-Helsinque)
Perfodo
Pre-cientifico
Das XV Olimpiadas (1952-Helsinque)
Ate as XVIII Olimpiadas (1964 T6quio)
Periodo
Cientifico
Das XVIII Olimpiadas (1964 T6quio)
Ate as XXII Olimpiadas (1980-Moscou)
Periodo Tecnol6gico
Das XXII Olimpiadas ( 1980-Moscou)
Ate as XXV Olimpiadas ( 1992-Barcelona)
Periodo do Marketing
A partir das XXV Olimpiadas (1992- Barcelona).
Durante os periodos
competj~es
Podemos
eram
compara-Ios
determinadas
da Arte e da Improvisa9110 os vencedores
aqueles
que
aos
artistas
que
majores
recursos
possuem
de
pessoais
nascenc;a
dons
das
jnatas.
para
atividades.
E no Periodo do Empirismo que
Passa-s8
possufam
a aeeitar,
como
0
enfoque sabre
indispensavel
para
0
sucessa desportivD a mudar.
S8
alcanyar a vitoria em urna
competi9iio de nivel elevado, um correto planejamento do treinamento. E nesta
fase que
S8
comeya a falar em "eseola de treinamento
W
,
E, tambem, ai que as as
treinadores e fisiologistas (como Lauri PihKala e Krummel) come98m a ser tllo
comentados quanta os atletas famosos.
No Periodo
Pre-cientifico,
0
Interaval-training.
Que havia sido desenvolvido
partir de uma boa base fisiologica, passa a imperar
a
absoluto. Slio criados
18
metodos de muscula9~o e sistema
de treinamento.
Neste
periodo
surgem
algumas contribuic;Oesimportantes que merecem ser ressaltadas:
Fisiologia do Esfor90
Estabelecimento de objetivos de treinamento
Proposi9lio de tabelas de trabalhos
Organiza98o e estrutura,ao de temporadas
Preponderancia da intensidade sabre
0
volume de treina.
2.3.2 Principios cientificos do treinamento desportivo
Sao seis principios
cientfficos do treinamento
Principio da individualidade biologica
Principio da adapta9l'l0
Principio da sobrecarga
Principia
da continuidade
Principia da interdependencia volume intensidade
Principia da especificidade
2.3.3 Principio da individualidade Biol6gica
Associa9ao
do gen6tipo
fen6tipo
aD
com
a masmo
experiencias
genotipo, como
diversas
durante
produz pessoas
totalmente
diferentes
par um capricho da natureza, venham a nascer
entre 5i. Masmo duas pessoas que,
e
0
observado ern gemeos
suas vidas,
univitelinos, terao
ocasionando a formayao
de indivfduos
diferentes.
o
Individuo
devera
ser sempre
consider ado
como
a junyao
do gen6tipo
fenotipo, dando origem ao somatoria da especificidades que 0 caracteriza9l'l0.
Gen6tipo
+ Fen6tipo
= Individuo
e do
19
Deve
S8
entender
gen6tipo
0
como a carga genetica
transmitida
a
pessoa
e que
determinara preponderantemente diversos fatores:
Composic;llo corporal
Biotipo
Altura
maxima esperada
Fory8 maxima passive I
Aptid6es
fisicas e intelectuais ( Potencialidades) como maior V02(
possivel percentual de tipos de fibras museulares, etc.}.
o fen6tipo,
enfeixando
tudo
e acrescido
que
0
QU
somado ao individuo
a partir do
nascimento, sera responsavel par Qutres caracteristicas:
Habilidade despcrtivas
Consumo Maximo de oxigimio que um individuo apresenta (V02 Max.)
Percentual
observavel real dos tipos de fibras museu lares
Pontecialidades
expresses
(altura
do individio,
maxima.
sua fora~
etc.).
2.3.4 Principio da Adaptac;llo
Para
que
este
princfpia
e
seja entendido
preciso
que
S8
compreenda
0
conceito da homeostas8.
e
Homeostase
0
estado
de equilibria
instavel
mantido
entre
as sistemas
constitutivQs do organismo vivo, e 0 existente entre este meio ambiente.
A homeostase
do cortex cerebral
pode ser rompida por fatores internos ( geralmente
) ou externas:
calor, frio ou
situac;6es inusitadas
oriundas
(provocando
emo90es ), variac;llo da pressao, estado fisico, traumatismo, etc.
Sempre
mecanisme
que
a
homeostase
compensatorio
e
perturbada
que procura restabelecer
estimulo provoca uma reayao
organismo
0
0
dispara
um
equilibrio quer dizer que todo
no organismo acarretando
uma resposta adequada.
Se, por exemplo, a temperatura baixar, de repente, violentamente ( estimulo),
o organisme
safrera
uma
vasa
canstriyaa
periferica
e
uma
esplenica, acompanhada de um aumento do metabolismo
vase
dilatayaa
( reac;llo ). Em
20
decorrencia
disto
de calor interne
seu corpo mantera
0
e pel a diminui~ao
Os estfmulos
provocarao
sua temperatura
do calor removido
uma resposta
estavel
atraves
de importflncia
pel a maior
produc;ao
da pele
diretamente
proporcional
a
sua intensidade.
Hussy
(1956),
citado
par Caldas
e Rocha
(1978)
relata
que
lOdos as estimulos
externos produzidio efeitos nos organismo e estabelece uma diferenciac;ao
entre intensidade
desses estimulos.
Hans Seyle (1956) concentra
fortes,denominados
uma adaptac;ao
adapta~ao
seus estudos
as stresses,
nos estimulos
que seriam as estimulos
ou danos no organismo
desencadeando
fortes
e muito
capazes
de provocar
uma Sindrome
de
Geral (SAG)
o stress
e causado
Fisico
urn incremento
da
a intensidade
proporcional
par urn aumento
secrec;ao da adrenalina
da atividade
ffsica, provocando
e da noradrenalina,
do esforc;o, sendo preponderante
diretamente
0 aurnento
da taxa
noradrenalina.
o stress
substancia
o stress
estressante
2.3.5
mental,
oriundo,
constatado
Segundo
C02,
provocado
DA
de
H20
integrarnente
do cortex
pela
de qualquer
bioquimicos]
angustia
cerebral,
urna preponderancia
e fox)
alta
os
Imediatamente
do organismo,
intensidade
organica
e H. A reposi~ao
durante
estressantes
ou por outro fator
observa-se,
da produc;ao
a exemplo
do
de adrenalina.
SOBRECARGA
(Mathews
energeticas
pela introduc;:ao no organismo
de agentes
pela ansiedade
via de regra,
ha urna recuperaC;8o
Urn treinamento
reservas
exemplos
no stress bioquimico,
PRINCiPIO
trabalho,
e provocado
Bioquimicos
qui mica. Alguns
provocara
e 0 8cUmuio
desta
primeiros
apas a aplica~o
visando
reservas
tres
a restabelecer
, normalmente
de acido
lalice
se faz a nivel
ou
cinco
minutos
de uma carga
a deplec;ao
e oulros
muscular,
de
de
a homeostase.
das
exsudatos
quase
que
recuperac;8o.
No
21
entanta,
em
nivel
orgimico,
somente
0
repouso
prolongado
e a
alimentaQ80
suficiente possibilitarao a reposi9lio total.
o
tempo
necessaria
para
recupera9~o e proporcional
a
a
intensidade
do
trabalho realizado. Se a carga nao for demasiadamente forte, a organismo sera
capaz de
ja
S8
com pen 58-la, quase totalmente, com qualro haras de repousa, quando que
prepara
para reeeber
urn novo desgaste,
(1969) chamau a este fen6meno
compostas
de urn periodo de recuperayl!o,
perdidas,
e de urn periodo de restaurat;ao
overdose
energetica.
o
aproveitamento
do
mais forte que
0
anterior.
de assimilayao compensat6ria,
no qual seriam recomposto
ampliada,
fenomeno
da
Hegadus
que seria
as energias
na qual seria assimilada
assirnilar;ao
compensat6ria
urna
au
supercompensa9lio que permite a aplicayao progressiva do principia da sobrecarga,
pode,
ainda
,sar
severamente
comprometido
por urn8
incorreta
disposiyao
das
cargas.
o
equilibrio entre carga aplicada e tempo de recupera9lio Eo que garantira a
existemcia da supercompensa~o de forma permanente.
Podem surgir dois problemas nessa area:
Primeira fase recuperayao
excessiva
para a compensaC;8o da carga aplica.
Segundo da recuperayao insuficiente para a compensayao da carga a ser aplicada.
No primeiro caso a aplicac;ao de uma nova carga de ocorre ap6s a fase maxima de
supercompensavao,
aumentando
um aumento
da capacidade
de trabalho inferior ao
possivel, au seja, desperdiyando uma parcela do treino anterior.
No segundo,
proporcionar
tender -se
a conduzir
ao organismo
0 atleta
a um estado
condic;oos de recuperac;ao
antes
de
strain
por nao
aplicaC;Bo da nova
carga.
Para
que isso nao ocorra,
deve-se
maiores exigem maior tempo de recuperac;ao
tempo de compensac;ao.
ter sempre
em mente
e que cargas menores
que as cargas
exigem
Assim para toda reduyao da carga deve corresponder
reduc;ao da carga deve corresponder
supercompensac;ao
e insuficiente para
manifeste-.se
uma
uma reduC;8o do perrodo de recuperaC;ao e vice
versa.
Se 0 periodo de recuperayao
menor
que
0
fen6meno da
plena mente , nao se tera urn aproveitamento
22
6timo do treinamento
Ha, portanto,
uma
por se estar forc;ando
aUeta ah3m do adequado,
0
conduzido-o
a estafa.
assim
nova
um ponto correto
da curva de supercompensac;ao
para aplicay80
de
carga de trabalho.
Alem do intervalo
de recuperac;ao,
aplica se a principia
de sobrecarga
sabre:
Volume de treinamento
A intensidade
do treinamento
Tanto sabre a volume
o
quanta
sabre a intensidade.
volume, tambem chamado
total da carga de treinamento
quantidade
Par outro lado, a intensidade,
ou
a qualidade
somat6ria total da carga de treinamento
Normalmente,
e que
A aplicac;ao
componentes
do
expressa
0
somatorio
inicialmente
se sobrecarrega
principia
do treinamento
da
expressa
0
apenas
sobre
0
volume; 56 ap6s esta
a intensidade.
sobrecarga
e nao
de treinamento,
a que a aUeta esta submetido.
aplica-.se a sobrecarga
carga estar assimilada
de treinamento,
a que a atleta esta submetido.
deve
ser
realizada
na prepara9ao
em
fisica
todas
as
, preparac;ao
tecnica - tatica , preparaC;8o psicol6gica.
2.3.6
PRINCiPia
DA INTERDEPENDENCIA
Como ja foi vista
obter
uma melhora
0
da incidencia
Sera
de sobrecarga
dois criterios: qualidade fisica visada e
Qualidade
treinamento,
qualidade.
fisica
-INTENSIDADE
aumento das cargas de trabalho e uma imposic;ao para se
da performance.
estuda
fara par conta do volume e quando sera devido
A escolha
VOLUME
de utilizayao
uma grande ~nfase
0
agora,
quando
este aumento
se
intensidade.
na intensidade,
ou no volume,
respeitara
perfodo de treinamento.
por curto
sabre
a
espayo
de tempo
a intensidade
durante
a
do masmo em detrimento
requerem,
da
23
o
fen6meno
inverso
ocorre
com
as
qualidades
fisicas
de
emprego
prolongado.
Alem
de sse criterios,
que se encontra
curva
0
treinadar
no macrocicla.
do volume
de
devera observar em que fase e em que periodo
Durante
treinamento
a fase basica do periodo
tem
urna
grande
preparatario,
preponderancia
a
sabre
a
sabre
0
intensidade.
Ao iniciar
volume
0
periodo
especifico,
esta preponderancia
a intensidade
se acentua
adquire
durante
0
preponderancia
pedodo competitivo
e se inverte
no periodo de transi~o.
o jogo
de varia,i5es do volume e intensidade do trabalho, durante um periodo de
treinamento,
e que possibilitaria
ao treinador
forma fisica, num tempo determinada,
A obten,~o do peak durante as competi90es
ensinado,
pois ele
S8
levar 0 seu aUeta ao Maximo
coinddente
oj 0
da sua
com as competi<;:oes alva.
unico assunto que n~o pode ser
baseiam mais no feeling do treinador do que qualquer
par~metro fisiol6gico.
2.3.7 Principio da continuidade
Fai vista anteriarmente
de cargas crescente que
VaG
que a treinamento
desportivo
sendo, progressivamente
baseia-se
assimiladas
na aplicac;:ao
pelo organismo,
gra,as ao principios da acapta,ao. Pode,se esquematizar esta altern~ncia stress
crescente
e proporcional
Dais aspectos ressaltam,
recupera~o.
imediatamente
desse principio:
interruP9~o do
treinamento e a dura<;aodo periodo de treinamento.
A interrup,ao controlada do treinamento para fins de recupera,ao e benEificae
imprescindivel para
0
sucesso do programa
Ele pode varia de poucos minutos ate
48 horas, apas as quais ja havera urna diminuta perda no estado fisico, se
houver um novo estimulo, Num treinamento
seriamente
0
sucessa,
n~o
de alto nivel, isto pode comprometer
24
Cabe aqui explicar porque as 48horas sao consideradas como limite maximo
de repouso.
Segundo Matveev (1981) ensina que "a progressao pedag6gica do
treinamenta tem como regra geral come9sr
0
treina seguinte durante um estado de
recupera~ao da sessao anterior". Buscando qual e esse tempo medio de
recupera98o, verifiea-se que a repousa, a so no e a metabolismo da nutri<;8o fazem
restaura9Ao das reservas energeticas do organismo, em sua quase totalidade em
48horas, embora haja um fator exponencial da recupera~ao que ira se prolongar
ate doze dias.
o grande segredo do principio da continuidade e aplica~ao de nova carga de
trabalho durante
0
periodo de recupera~o ampliada, ou seja antes que
0
organismo, ao se recuperar, retorne a nivel de homeostase inicial.
Alem disso, deve-se fazer uma correta distribui~o temporal da aplica~o da
carga, pois num treinamento de alto nivel procura-se dar dais au tr~s dias de
estimulo crescente antes de propiciar um dia de recupera<;ao. Dessa forma,
consegue-se um efeito multiplicador do stress aplicado. 0 fen6meno da
supercompensat;ao, num contexto de treinamento total de alto nivel, nao ocorrera
foryosamente, apas uma serie de treinos sucessivos .
Costi!, Bowers e Branam (1981), estudando
0
efeito de corridas de longa
distancia sobre a glicog~nio muscular, em dias sucessivos observaram que no
segundo dia, a nivel de glicog~nio estava a 75% do nivel original, queda esta
acentuada para 50% no terceiro dia. Assim pode-se exigir um gau de stress que
fosse obtida num Gnico dia, provavelmente conduziria a aUeta a estafa.
o at leta
de alto nivel, que necessita treiner duas vezes par dia durante sels dias na
semana , esta sendo submetido a uma carga de trabalho que somente sera
assimilavel grayas
a supercompensa<;8o ocorrida apas uma serie de treinos.
De um modo geral, pode-se dizer que freqOencia semanais, ou treinamento
inferiores a tres dias alternados de trabalho por semana tornam in6cuo qualquer
treinamento de alto nivel, embora freqO~ncja maiores que doze sessOes por semana
por semana (distribuidas
strain.
na razao de duas por dia ) conduzam, inevitavelmente, ao
25
Pausas
maiores
um quadrado
Atletas
superiores
cargas
que 48 horas s6 serao reeomendadas
de nfveis inferiores
a 48 horas.
de trabalho
Nestes
no reinieio
, no entanto
do treinamento
atleta parou por uma semana,
z.ero", embora
alguns
vezes,
deve lembrar
de
pausas
da aplicag80
de
e de nao se utilizar da ultima carga,
ao perfodo
de interrupc;ao.
a carga aplicada
antes da interruP980
Caso a interruP980
"estaea
, fazem
easos, 0 treinador
mas sim da carga correspondente
uma semana
face ao surgimento
de sobretreinamento.
devera
Por exemplo,
58 0
ser de duas semanas
atras (
).
seja igual ou superior
a progressao
a quatro
subseqClencia
semanas
deve-se
seja mais rapida
partir da
que a observada
originalmente.
E
claro que ambos os casos,
qualidade
fisica visada.
uma permanencia
interruP980
a
tudo ira depender
A resistemcia
muito maior que a velocidade
aspecto
duragEio minima
biologica
e da
por exemplo,
ou fon;a maxima
tem
face a urna
a considerar,
e necessario
de propiciar
uma durag80
morfologicas
necessarias.
Passado
no principia
e0
de continuidade,
referente
a
do treinamento.
Para se obter os primeiros
visadas,
feedback
da individualidade
e a flexibilidade,
do treinamento
segundo
ffsicas
aer6bica
que permita
esse estagio
que Incenlivara
resultados
uma minima
ocorrer
pode ser bem observado
em sedentarios
vencer
da melhora
e
ira fornecer
que iniciarn a trabalho
do terceiro
com intuito
bioquirnicas
do all eta. Esse periodo
a barreira
das qualidade
nos exercicios,
as alteragoes
inicial , a constatagEio
a persistencia
aqueles
que conseguem
no desenvolvimenta
de persistemcia
do crilico
fisico.
mes incorporam
urn
inicial
Norrnalmente,
a exerdcio
com habita de vida.
o treinamento
minima
2.3.8
do periodo
Principia
de qualidade
de treinamento
da especificidade
ffsica especifica
necessita
para que os primeiros
de urna durag80
efeitos
se fagam sentir.
26
partir do surgimento
A
do conceito
clara mente enunciados
objetivos
de urn treinamento
pas sou a ser forma sistemica,
de preparay80
trabalho
a orienta9ao
total, quando
integrada
do treinamento
todo
e voltada
0
para
par meio dos metodos
de trabalhos veio, paulatinamente, perdendo a razao de ser. Hoje em dia, nos
grandes
centres
desportivQs
, esta forma de orientayao
do treinamento
foi total mente
abandonada em previsto da designagao da forma de trabalho pela qualidade fisica
que
S8
pretende
atingir.
Associando
segmento
ao do sistema
energetico
e ao do ge5to esportivo,
surgimento
de urn sexto principia
Especificidade,
o principio
deve
desportiva
de saber
na performance,
do treinamento
0
treinamento
corporal
ter-S9
desportivo:
do
ao do sistema
a0
a principia
aDs ja existentes.
impoes,
como ponto essencial,
sobre os requisitos
de qualidade
segmento
em adequar
e ao segmento
utilizados
cientifico
e aquele
ser montado
em termos
preponderante,
Apesar
energetico
que vern S8 somar
da especificidade
treinamento
a preocupa98o
este canceito
-S8
corporal
ffsicas
corporal
especfficos
interveniente,
e coordenac;oes
que as competic;oes
0
sistema
pSicomotoras
organismo
e capaz
que
0
da performance
energetico
utilizados.
de suportar
as
sobrecargas que Ihe foram. Especificamente adaptativa fosse tao restrita como se
apresenta
na realidade.
Ao se estudar
determinante
individuais
que e
Iniciar-se
a'pelo
energeticos
forma,
da especificidade
da individualidade
duas amplas
e os aspecto
estudo
e
a princfpio
dos aspecto
0
, de imediato
biol6gica
avulta
um fator
estabelecendo
limites
de transferencia.
a em
refletir -se
metab61ico
sistemas
Oessa
principio
principio
a esta capacidade
Este principio
os aspecto
0
0
sistema
categorias
de fundamentos
fisiol6gicos:
neuromusculares.
metab6licos
que tambem
compreenderao
dois
respirat6rio.
da espedfiddade
ira impor que
0
treinador,
dente
do
tempo de dura,ao da Performance e de sua intensidade, determine com precisao a
27
via energetica
preponderante.
outra qua\idade
o sistema
Conforme
a via utilizada,
treinamento
0
visara
uma ou
e mostrada.
fisica como
cardio-respiratorio
que
integrara
S8
sobre
a base bioquimica
da
bioenergetica.
Obviamente,
efeitos desejaveis
num programa
sabre
0
sua fun~ao transportadora
o principia
treinar
Sob
0
musculo
preconiza,
8squeletico
no entanto,
que
e 0 cardio-respiratorio
Tambem
ter-se
adequada
a performance
do gesto desportivo.
a dais
neuromusculares
componentes
pequena
subtipo
preponderantemente,
se presta
capacidade
os anaer6bicos
o segundo
principal mente,
espinhal
somente
nao
S8
~ lembra-se"
aer6bico
por sua grande
atuara
a sua
grande
dos aspectos
nervoso
que todos os gestos
desportivos
de um movimento
da aprendizagem
ensina
fica armazenado
no neocortex
utilizado,
nao e utilizado
padrao
que
de liga~o
fica cada vez mais " nitido'
se enfraquece
oxidativa
e pode
ate
a vontade
58
0
em intensos
e control
realizando
ado
bulbo e medula
durante
a
novas,
nas tao
e executa-lo.
conhecimento,
ou movimento,
sub forma de uma engrama
entre neuronios).
e "forte"
extinguir.
e
a do
glicolitica.
neuromusculares
ja assimilado
A psicalogia
e sempre
para realizac;ao
capacidade
em nivel de cerebra,
tenha que criar coordena9~es
num determinado
tern caracteristicas
neuromusculares
central
a
Assim a fibra do tipo I,
perfeitamente
capacidade
urna vez aprendido
que consiste
(I ell)
para
Por outro lado, a fibra do tipo II, principalmente
devido
componentes
da
motoras
para realizac;ao
ou anaer6bicos.
fibra glicolitica
pelo sistema
e pressup6es
performance,
habeis
dos para metros
de performance.
das unidades
aer6bicos
a esfon;os
glicolitica.
e a ('pica
lib, que
exercicios
diferenciadamente,
alem de
deve,
tipo de fibra muscular
0
e padr~o de recrutamento
que as tomam,
ou oxidativa,
os
que otimizam
do principia
Ja foi visto os dois tipos basicos de fibra muscular
de esfor90
S8
dentro
ira realizar, faze-los com mesmo tipo de atividade
S8
realiza~ao
pr6prias,
aer6bic8,
serao aqueles
de oxigenio.
ponto de vista dos aspecto
especificidade,.
da resistencia
cardio-respiratorio
da especificidade
a sistema
da prove que
de treinamento
sistema
0 engrama
ao passe que
aquele
(
que
que
28
Se urn ge5to desportivo for repetido com const~ncia,seu engrama ficara tlio
forte a ponto de permitir a execuylio do
rapida
compara~o pelo bulbo, entre
Assim a delesa
de um cruzado
5
g85tO
de forma reflexa, atraves de urna
reayOes neuromusculares
do boxe, de um ataque
e
0
engrama
na Iinha de quarta
na
esgrima, ou de urna cortada do v61ei dependerao tao somente de urna comando
disparado pelo cortex e
coordenado
S8 0
movimento acontecera de forma rapida e perfeita,
pelo cerebelo.
Isto posto, percebe-se
que 0 aprimoramento
da habilidade
execuyao de todos os movimentos possfveis durante
0
tacnica
e a
treinamento, visando a
aquisiyao e refor<;odos engram as requerido pelo des porto considerado, tamarao
tanto mais tempo quanta mais completo ele for em termos neuromotores. Portanto
durante
0
treinamento, deve
S8
solicitar as mesmo grupos musculares que serao
executado na performance, bem como estimular,
0
Maximo possivel , os padr6es de
movimento necessario durante a realiza<;80 da competi<;ao.
2.4
PERIODIZACAo
DO TREINAMENTO
ESPORTIVO
Os principios do treinamentos total e da periodiza~o do treinamento forma os
responsaveis pela revoIUl;~oque aconteceu no esporte ap6s
0
inicio do periodo
cientifico.
De acordo com a treinamento total,o aUeta a ser encarado como ser sistemico,
biopsicossocial que necessita, para
0
seu treinamento, de uma equipe
multidisciplinar de especialistas. Somando-se a isto uma perfeita organiza~o do
tempo disponivel para treinamento atraves de estabelecimento de objetivos a serem
alcant;ados a curto, medio e longo prazo, e possivel se obter uma eficacia no
treinamento, inimaginavel nos perfodos anteriores.
L. Matveiv somou a esta contribui~o da fisiologia uma pratica corrente em
administra<;:Bo,
relerente
ao planejamento
da utiliza9~0
do tempo,
partindo
de uma
visao geral para uma minuciosa especificac;ao das atividade diarias. Dessa forma,
pode-se definir periodiza<;~ocomo:
29
e 0 planejamento geral e detalhado do tempo disponivel
"Periodiza~o
treinamento,
de acordo
respeitando-se
Os padr6es
com objetivos
05 princfpios
internacionais
de planejamento
plurianua!
cientificos
intermediarios
dos
perfeitamente
exercicios
desportivo.
de desempenho
desportivQ
impoem
do treinamento
conhecido
como
W
para
estabelecidos,
U
a obrigatoriedade
Palma
Expectativa~
Que podem ser apresentado de duas maneiras:
individualizado: acompanhando total a vida do atieta ante, durante e
depois da sua etapa de performance.
Objetiva desenvolver
as
potencialidade as potencialidades dos talentos esportivos de um pais.
Desportivo planeja
especifica.
0
treinamento de uma modalidade esportiva
Visa a escalonar
alcanyados
J
no tempo
as objetivQs
a serem
por urna massa critica de atletas que foi criada atraves
plano expectativa
do
individualizado.
2.4.1 PLANO DE EXPECTATIVA DESPORTIVO
Este plano de expectativa
critica de alletas,
tern objetivo planificar
de urna determinada
modalidade,
0 treinamento
visando
de urna massa
a alcanc;:ar
vit6rias
desportivas.
Normalmente,
0
plano de expectativa esportiva abrange
entre duas olimpfadas
(4 Anos);
no entanto,
o Canada, por exemplo, apartir
sete anos em ginastica
Olfmpicas,
sao comuns
0
periodo compreendido
os periodos
maiores.
de 1969 desenvolveu um plano de expectativa de
que permite
passar
de colocac;:llo insignificante
a
importantes resultado obtidos na Olimpiada de Montreal ( 1976). Podem ser citados
ainda nos pianos postos em execu~o pela antiga Uniao Sovietica a partir de 1952,
por Cuba e antiga Republica Democratica Alema ( Alemanha Oriental) a partir de
1964
e 0 que atualmente,
Infelizmente,
exemplo
0
esta em curso na China.
no Brasil pode
-se observar
que afora raras exce<;:oes- com par
que esta em curso desde 1978 no voleibol,
0
que ocorreu de 1969 a 1981
30
na ginastica Olimpica feminina e as tentativa atuais da nata~o e do judo - nao se
tem a menor preocupa9ao em realizar planejamento plurianual para
0
desporto de
alto nrvel. Pelo contrario, ano apes ana, convocam-se atletas e equipes poucas
semanas, ou meses, antes das competi<;6es, visando a urn treinamento integrado
tendo como respostas as jil conhecidos resultados desportivQs obtidos, inexpressivo
para urn pafs com urna densa populay8o jovem com
e a do Brasil.
Depois de toda Olimpiadas a justificativa e a mesma: somos um pais pobre e
y
nossa popula 8o
e mau
nutrida e com a
saude debilitada;
par
i550
n~o
conseguimos melhores c1assificac;:6es.
No entante,
S8
consideramos apenas a parcela da popula9~ocom urna faixa
de renda que permita nutri-se adequadamente e ter aces so a urn plano de saude,
teremos urn numero de pessoas muito superior
a popula98o de paises
como Cuba,
Bulgaria, Canada e Qutros que historicamente, obtilom um numero de medal has
Olimpicas superiores as nossas.
A fome e a falta de assist~ncia
medica s~o problema que devemos atacar
urgentemente como cidad~o, mais elas nao sao mais responsaveis do que a
incompetencia e a falta de urna consistente politica desportiva pelo nosso insucesso
no esporte internacional, principalmente nas modalidades individuals.
o plano de expectativa
esportiva ira abranger diversas temporadas, cada urna delas
constituidas de um, dos ou tres macrociclos.
o macrociclo e uma parte do plano de expectativas
desportivos que se
compoe dos periodos de treinos, competi,ao e recupera~o executadas dentro de
urna temporada, visando a levar
0
atleta, ou a equipe, a um nivel de
condicionarnento que os capacite a realizar as performances desejadas nas
competi~es
escolhida dentro de urn planejamento previa mente feito.
o objetivo de todo macrociclo e conduzir 0 atleta 80 peak que pode ser entendido
o peak e apice das formas fisicas tecnicas, tatica e psicologica, atingido por urn
atleta como resultado de um programa de treinamento.
Macrociclo tradicional: utilizados nos anos de olimpiadas, campeonatos mundiais au
tentativas de recorde. Eo tambem
0
tipo de periodiza9ao utilizada quando se da
maior prioridade ao treinamento do que a competi9aO.
31
Macrociclo
de Meeting:
Visa propiciar
ao aUeta a
par urn maior periodo
de tempo capacitando-o
condi¢es
boas performances,
de realizar
manutenc;ao do nivel competitiv~
a participar
podendo
de diversos
assim amealhar
Meetings
em
quanti as
maior
em premios.
2.4.2 macrociclo tradicional e de meeting.
o macrociclo
de alto rendimento
panamericanos,
tradicional
sera ultilizado
(este nas temporadas
etc.), de qualquer
modalidade
passive I de tempo destinado
maximo
dedicado
desportiva,
ao treinamento
iniciantes,
juvenis
campeonatos
porque
possibilita
em compara<;ao
pel os
mundiais
0
com
0
periodo
a competi9ao.
Sua consUtui9ao
sera definida
ciclos); pel a existencia,
atietas
pel os atletas
de olimpiadas,
por numero
de ciclos por temporada
DU nac, de transi96es
; pelo tipo do desporto
intermediarias;
e , principal mente,
(um, dois ou tres
pela faixa etafi8 dos
pelas qualidades
fisicas
intermitentes.
o tipo
quantidade
de qualidade
fisica dominante
de peaks que
S8
em um determinado
des porto indica,,;
pode abter par urn ana e,consequencia,
a
qual a duray30
ideal do macrociclo
Assim, os macrociclos podem ser:
Macrociclos
anuais
Macrociclos
semestrais
Macrociclos
quadrimestrais.
o macrociclo
resistencia
obteny8o
maratona,
anual
e recomendado
aer6bica
com qualidade
de urn unico peak
as corridas
Se as qualidades
maxima,
semestral.
Devido
0
grupo de desporto
par ana de treinamento.
preponderantes
Como exemplo
forem as resistencias
obter dois peaks por ano, fazendo
a mal
periodizaC;:8o empregada
y
organiza 8o
no futebol,
que requer
a
pois s6 sera possivel
a
tem-se
a
long as de ciclismo , etc.
de esqui, as provas
fisicas
poder-se-ao
para
flsica dominante
dos calendarios,
embera
anaer6bica
usc, portanto,
esse e tambem_o
sem que seja respeitado
e a forya
do macrociclo
0
tipo de
tempo
de
32
prepara9E10necessario. Por ultimo, existem os macrociC\os de periodiza9~0
quadrimeslral (Ires ciclos anuais) Que sao ulilizados por allelas inicianles, os quais
para sua formac;:tlonecessitam de maiores numeros de competic;:tlo,mais ainda n~o
tem uma imposi9E10de realizarem performances maxima, alam dispuserem de
menos tempo continuo para treinar, devido a problemas com perfodos letivos e de
ferias.
Esses macrocidos terao urna estrutura bastante fiexfvel , atendendo as
necessidades do lreinador.
Peaks acentuadas- duram de 10 a 15 dias e apresenta, uma performance rnarcante
Peaks exlensos- duram de 15 a 45 dias e apresenlam uma performance discrela.
Convem, ainda, esclarecer que a periodizac;:tlosera simples ou multi pia (
dupla ou lriple) em fun9Bo da exislencia, ou nao, de lransi9aO no meio de uma
temporada, como pode ser observado no seguintes exemplos de estrutura da
ternporadas de treinamento.
Como ja mencionado, a escolha de urna ou outra variante dependera, basicamente,
de diversos falores, denlre os quais se deslaca a qualidade fisica predominanle no
desporto.
No entanto, alguns sao melhor treinados se houver, em cada temporada, urna
allernancia dos lipos de macrociclos empregados.
A utiliza9~0
de temporadas com macrociclos variados, que consiste na
altern~ncia dos tipos da macrociclo variados, que consiste na alternancia do ciclos
anuais e semestrais, sera usada na periodiza9~o em dois casos distintos: nos
desporto fundamentados na velocidade e na forc;aexplosiva e naqueles desportos
em que se renova, periodicamente, 0 objetivo da especializa9~0.
Os desportos nos quais se utilizam, basicamente, a forya explosiva e a velocidade,
permit.ema obten98o de tres ou mais peaks p6 ano, e na periodiza~o
treinamento podem ser alternados os ciclos anuais e as semestrais.
do seu
33
Nos primeiros,
dar-se
nos ciclos semestrais
aperfeic;:oamento
da tecnica
o mesmo
objetivo
assimilar
a intensidade
utilizada,
ao passo que
do treinamento
e
0
utilizada.
em que se remova,
tais como a ginastica
a salta ornamental,
etc.
da performance
Nestes desportos,
para
periodicamente,
olimpica,
as novas series au as novas movimentos
aperfei,oamento
2.4.3
renovac;:ao da tecnica
sera sobre
ocorren3. nos desporto
da especializa~o,
desportiva,
a
~nfase
a enfase
a ginastica
a
ritmica
a cicio anual permite
e a cicio semestral
propicia
0
a competi,ao.
Divisao do macrociclo
Dependendo
dividido
do objetivo
em periodo
intermediario
homogeneo
durante
a ser alcanc;:ado,
os quais realizar-se-ao
0
rnacrociclo
tarefas
sera
e aplicar
-se
da mesma natureza.
o macrociclo
Segundo
de urn treinarnento
de prepara\'1io
Periodo
de competi\'1io
Periodo
transi9ao
Tubino
(1979), tendo em vista a realidade
Assim, a macrociclo
Periodo
brasileira
preconiza
I seria subdividido
em periodo
e este na seguintes
fases:
de Prepara\'1io
Nao se encontram
continuidade
desportiva
0 pre preparatorio.
mais um periodo:
2.4.4
de alto nivel tera periodos
Periodo
referencia
no processo
que sejam mantidas,
a este perfodo
de treinamento
sob controle
na literatura
internacional.
Par haver
ao longo dos anos, permitindo,
todas as variaveis
do treinamento
portanto,
e do atleta.
34
o periodo de pre-preparar;f!:o serviria para iniciar-se corretamente,
urn
programa plurianual de treinamento atraves do levantamento
dos fatores
influenciadores:
mobilizayao de
recursos
disponiveis,
avaliag30
dos allelas,
recursos, etc, etc.
Este periodo e subdividido em tr~s fases:
2. 4.4.1 Anteprojeto de treinamento
Na fase do anteprojeto
tarefa a
S8
executada
e
de treinamento
torna~se a cantata com a realidade da
com as objetivos a atingir. E tambem, nessa fase serao
reunidas todas as informag6es necessarias
a mantagem
do plano de treinamento.
Diagn6tico
E a fase de realiz8r;aO dos teste tecnicos , fisicos, pSicol6gicos e medicos com as
atietas. 2.4.4 Periodo de Prepara9aO
2.4.4.2 Periodo Prepara.,ao
E a epoca em que atieta sera elevada a condi,aa competitiva na temporada
cansiderada. Se seguira a fase de planejamento do periado pre-preparat6ria e visa a
incrementar
0
niveJ de
profidencia tecnico- tatica ,(isiea
a realiz89aO de performance
Dividir-se
a duas
e psicologica
para permitir
maximas na competic;oes programadas.
fases:
Fase basica- prepara~o geral.
Fase especifica
-Preparayao
especifica.
A dura.,ao desta fase dura de acordo com
0
tipo de periadiza~o escolhida,
com as peculiaridades da madalidades, e do calendario desportiva considerada. No
35
deve~sesempre ter em mente que, por mais exiguo que seja
entanto,
treinamento
adiantara
, deve-se ter um periodo preparatorio
subdividir um periodo preparat6rio
e outro competitiv~,
0
tempo para
mas n~o
inferior a tres meses em rases basica
especifica.
Durante a fase basica,
boa base lisica
ao desporto
e t';cnica.
em treinamento,
lastre fisiologico
Juntamente
esforyo primordial do treinamento
0
Neste fase sao trabalhadas
complementada
a formaytio
corporal
fisicas
ligadas
e aumentado
0
do atleta.
com este alicerce flsico sao construidas
tecnico-tatico
e a criac;.ao de uma
as qualidades
e psicol6gico coadjuvadas
as bases do desenvolvimento
par urn con stante acompanhamento
medico
-desportivo.
o principio
treinamento
da sobrecarga
e aplicada,
embora nao S8 dava esquecer
com enfase,
sobre 0 volume do
do incremento da intensidade.
Em principio, nao havera competic;6es para os aUetas ao longo desta fase. Deve-se
ter sempre
em vista
disputa encarando-8
e modificar
objetivo
pedagogico
caso se queira
participar
como urn meio auxiliar na prepara<;ao.
0 treinamento
com
0
fim de preparar
0
de alguma
0 que nao se deve fazer
aU eta para apresentar
resultados
neste fase.
E na
basica,
fase especifica
sera erguida
Inicialmente,
que, aproveitando
a construytio
sera feita uma transferencia
psicologicas
adquiridas
treinamento.
Em seguida, irse-a aperfei90ando
especificidades,
intensidade
submetido
para as necessidades
da qualidades
pela necessidade
da predominancia
sera reduzido , ao
pas so que
No geral, 0 allela passa a ser
superior
a aplicada
no periodo
entre volume e intensidade
a intensidade
basi co.
e explicada
0
atieta esta submetido,
ao mesmo tempo
que
que a
Dessa forma, pode-se buscar 0 ponto exato
de equilibrio entre essas dues variaveis fazendo
a qual
em
essas
de se preservar a aUeta de urn estado de sobretreinarnento,
adviria, se fosse aumentada
volume se manteria em niveis elevados.
trabalho,
na fase
flsicas, tecnicas e
do desporto
e incrementando
quando 0 volume de treinamento
a uma carga total de trabalho
construida
almejada.
especificas
sofrera um aumento considen3vel.
Essa alternancia
certamente
as fundavoes
da forma atletica
sempre com que a carga total de
seja crescente.
36
Quadro 1
Caracteristica
Fase
Predomina
0
volume sabre a intensidade
Enfase sabre preparayao fisica
Componente geral do treinamento
Visa prepara para
Basica
0
treinamento
Atieta n~o apresenta condiyao competitiva
Dura aproximadamente
0
dobro da especifica
Pradomina a intensidade sabre a volume
Enfase sobre a preparac;ao tecnico-tatica
Trabalho com alto grau de especializayao
Especifica
Visa a preparar para a competit;2iD
Atieta apresenta condiyao competitiva incipiente
2.4.4.3 Periodo de Competiyao
Desde a fase especifica do periodo preparat6rio, as competi~Oes ja fazem parte
integramente do ca!endario do treinamento. Neste periodo no entento, elas perdem
a caracteristicas de meres auxiliares para passarem a
E neste
peri ado que
as atletas, atingindo
0
PeaK,
$8r 0
objetivo.
realizarao
na competiyao-alvo
a sua Performance maxima. J
A carga de traba!ho apliceda Eo reduzida de 20 a 30%, sendo incrementada a
prepara~ilo tecnica em detrimento da preparayao fisica. No trabalho tecnico e tatico
visar-se
a (duvida
almejando, a manuten980 dos niveis obtidos no periodo anterior.
Nessa fase, nenhuma alterayao pode ser introduzida na performance. As
prepara980 tecnica-tat!ca, psicol6giC8 e flsica estao completas , e qualquer tentativa
de mudan~ , alem de nilo ser aproveitavel devido a exigOidade de tempo,
comprometera as estruturas anteriores.
37
sera sobre a forma~o
A ~nfase do treinamento
especifica
tera urna presenC;8
que
complement a par urna discreta participa9~o da prepara9~o gera!.
quase absoluta,
Uma periodiza\'iio adequada assegurara que
forma desportiva
ate
atleta se mantenha no apice de sua
0
perfodo competitivD,
final do
0
passando,
apes este, para urn
periodo prolongado de recuperagAo.
2.4.4.4 Periodo de TransigAo
o peri octo de
Hsica e mental
transiryao destina-S8
ap6s os
a proporcionar
aos atlete
extremo13 esforc;:os a que S8 submeteu
urna
recuperaC;8o
nas competic;6es
que
no periodo anterior.
Sua dura,80 sera em torno de um mes.O periodo de transi~8o e pe~a fundamental
para
carater plurianual do " Plano de Expectativas· Se ao terminG de cada
0
macrociclo
seguinte,
os alletas
ter-se-ia
que as atingidos
ficassem
em urn perIedo
de retamar
0
treinamento
de ferias,
no inicio do macrococlo
em nfl/eis extremamente
mais baixos
no epice do cicio anterior.
A manutengAo de um nivel adequado de preparagAo se faz nao s6 na parte
fisica como tambem
na psicologica,
embora
esta manuten9aa
seja obtida
par meio
de trabalho executados, na quase totalidade , com utilizagAo de atividade
generalizadas
em detrimento
Fisialogicamente,
explica-se,
das espedficas.
com facilidade,
par que
e necessaria
durante
0 periodo
de transi~ao utilizar-se uma intensidade bastante baixa de trabalho fisico para que 0
at leta desfrute
desfrutada
de uma recupera<;:Ao
nos periodos
Quando
aplicar
se fala no principio
urn novo estimulo
Baseado
neste principio,
competitivo,
deve-se
de alternancia,
rendimento
antes
bem mais completa
da sobrecarga,
mostram-se
da total recupera9aO
durante
fazer
de estimulos
crescente.
metab61ica
do que a
anteriores.
a carga
todo
0
periodo
de traba!ho
e de repousos,
as vantagens
de se
do esfor90
anterior.
metab6lica
preparat6rio
oscilar dentro
que permita
e
0
periodo
de urn processo
ao aUeta a
dclicD
obten9~ode
38
No en tanto, apesar
de haver dias e mesmo
microcicios
estressantes,
aUeta
0
de alto nivel sera mantido sob um discreto estado de permanente desgaste
psicol6gico
e frsiol6gico.
Alem disso,
enorme volume de atividades especificas
0
realizadas
na fase
especilica do perioco preparatorio e no periodo de competi~ao lez com que
passasse
a maior parte de seu tempo executando
as mesmas
tarefas
aperfei~oando os mesmo movimentos por muitos tempo. Se durante
transi~ao nao se mudar
Minibiryao
rela980
reativa"
0
com graves
e para sua motivat;ao.
Para
S8
prejuizQs
prevenir
0
0 periodo de transi9aO, deve-s8
durante
atleta
0
periodo de
tipo de atividade executada, surgir" um quadro de
au seja, 0 aUeta desenvolvera
ao desporto,
0
e
urna saturay80
pSicol6gica
para a sua capacidade
surgimento
orientar
deste fen6meno
0 atleta
em
de aprendizagem
para realizar
e que,
Dutro tipo de
desporto dilerente daquela que normalmente treina.
Para auxiliar no relaxamento do nivel de prontidao (Arousal) do sistema
nervoso
central,
trabalho
durante
ano
praia ou a urn bosque
perfodo
em regioes
de transiyao
sistema
me rnontanhosas
bem conduzido
acelera9~o do ritmo de treinamento
Embora
variar-s8 0 ambiente
do allet8.
e executado dentro de urn ginasio, ele
e vice e versa, Ha excelente resultados
de transic;ao passados
Um
e importante
tambem
0
0
uma
a urna
period 05
elevada.
express iva
no reinicio de urn novo macrociclo.
n~o haja uma interruP9<3o do treinamento,
de treino a que
obtidos em
com altitude
permitira
Assim ,S8 0
pode ser levado
atleta se submetia,
os efeitos
mas sim uma quebra
desse
repouso
do
ativo, tanto
sobre a parte fisiologica quanto sobre a parte pSicologica, propiciarao um
comportamento
da curva de
resist~ncia
80
treinamento.
2.5 Subdivisao das lases e periodos
A periodizac;flo
sobrecarga
do treinamento
e da interdepend€mcia
fundamenta-se
volume-intensidade.
nos princfpios
cientificos
da
39
2.6 Macrociclo
o microciclo e a
fases de estimulo
o fenomeno,
cria as
supercompensao,
Atendendo
microciclo
e de
menor fra980
de treinamento.
Combinando
condic;6es necessaria para que ocorra 0 fen6meno da
melhorando
0
a imposiyAo
puramente
que conjugasse
desta maneira
do processo
recuperac;~o, cria as condic;6es necessarias para que ocorra
nivel de
condicionamento do aUeta.
fisiologicas
poder-se
ia tazer urn
tres dias de estimulo para urn de recuperayao
a microciclo
teri8 quatro,
oito ou doze dias. No entanto
influencia psicologica e social do meio sabre
ativa>
, devido
a
0 alleta, microciclo coincidira com a
seman a civil.
Segundo
microciclos,
Zakharov
utilizados
e Gomes
(1992)
relata ram a existencia
de seis tipos de
no des porto de Alto Rendimento.
Incorporac;ao
Ordinaria
Choque
Recuperayljo
Pre-competitiv~
CompetitivD
2.6.1 Microciclo
]Tem
de Incorporayljo
com objet iva possibilitar
transi980
para uma realidade
muito fortes.
2.6.2
Microciclo
Ordinario
a passagem
gradual
de treino. Caracteriza-se
do atleta de uma situa980
por apresentar
estimulos
nao
40
E. 0 mais comumente encontrado no treinamento. Visa provocar as
adaptag.6es organicas desejaveis, capazes de incrementar
0
nivel de
condicionamento do aUeta.
Caracteriza-se par apresentar, na fase de estimulo, aplicac;ao de cargas
moderadas homogeneas, durante os seus tres dias de duraryao buscando abter
0
efeito de treinamento pela sucessao acumulada de esfon;os.
2.6.3 Microciclo de Choque
Este tipo de microciclo caracteriza
mesociclo. Este apice pode ser volume
0
apice da aplicayao da carga num
S8 0
meso for da fase basica
DU
de
intensidade no case de estar localizado na fase especifica.
Par representar urna incrivel sobrecarga para
0
aUata 56 deve ser aplicado, em
perfaita harmonia com a periodiz8C;:80,para encontra-Io convenientemente
preparando e possibilitar que a carga utilizado va sa harmonizar com
0
nival de
assimilayao obtido.
o microciclo de choque
possui duas estrutura distintas:
Para utiliza~o no pertodo de preparayao
2.6.4 Microciclo de Recuperayao
Eo
0
microcilclo nao qual ocorre a restaurayao ampliada da homeostase do
atleta e quando ale acumula reservas para fazer frente as futuras exigencias do
treinamento.
Caracteriza-se per apresentar estimulos reduzidos e um numero maior de dias de
repouso, possibilitando uma adequada recuperar;:ao metab61ica ativa.
41
2.6.5 Microciclo Pr., Competitiv~
Tern par objetivo fazer a transferencia,
obtidas
com
a treinamento
em situayao ideal, das valencias
para as necessidades
Procura adaptar e ambientar
0
de performance
da competi<;ao.
atleta as condi<;6esclimaticas, geografica e horarias
da competi9ao e, por isso tera estrutura91io determinada pelo tipo da mesma.
Como sugestao
pode-s8
apresentar
competic;oes curtas au duradouras
urna estrutura de microciclo
Microciclo
pre competitivo
urn modele
, embora
baseada
do microciclo
enfatize
para ser utlizado
se a preferencia
em
par formular
na forma da competi~o.
para competi<;8o
duradoura.
Microciclo pre-competitivo para competi91io curta.
2.6.6.Microciclo Competitiv~
N~o pas sui estrutura predeterminada.
competi<;ao
e que
A performance
buscando
estipularao
passa
0 regulamento
como serao ordenadas
a ter prioridade
absoluta
e a fcram da
as atividades
e todas as
do cicio.
8c;oes serao realizadas
a eficacia maxima.
2.7 Mesocicio
E 0 elemento estrutural
do trabalho executado.
da periodiza9ao que possibilita a homogeneiza9ao
42
Segundo
zakharove
Gomes
(1992).
existem
sete tipos de microciclos.
Incorpora98o
Basico
Estabilizador
Controle
Pre Competitivo
Recuperativo
Mesociclo
E
de incorporaC;8o
utilizacto no inicio do periodo
passagem
de preparaC;8o,
do aUeta da sitU8C;80 de repouso
visando
a possibilitar
ativa para a de treinamento,
a
como
mostra
Convem
efetivamente
esclarecer
utilizadas
•as percentagens
mesociclo
de participayao
sao, exclusivamente
Mesociclo
Eo
que as percentagem
para prescrever
dos dias da semana
a carga de trabalho
de cada microcicio
1
urn parametro
sao
do micrcicio
do atleta.
Por outro lado
no total de carga utilizada
no
de controle.
Basico
emprego
mesociclos
no miolo das fases
basicos
quantos
a carga
do organismo
basics e especifica.
forem
Far-se,
entao,
tantos
passive is. Visa a propiciar
a adaptaC;80
dois microciclos
de mesma
fisiologica
aplicada.
Mesociclo basica da fase basica
Mesociclo
basico fase especifica
2.7.1 Mesociclo
Estabilizador
Este mesociclo,
aplica9ao
de carga,
que foram obtidas
fase basica
par possuir
e apto
a consolidar,
nos mesociclos
e da fase especffica.
2.7.2 Mesociclo
de Controle
estabilizar
anterior.
ordinarios
e fixar
Per este motivo
as adapta90es
e utilizado
grau de
organicas
no final da
43
E
sempre
treinamento
performance
Convem
colocado
alcanc;ado
ap6s a meso estabilizador
e possibilitar
para indicar
a transferencia
0
grau de
do condicionamento
obtido para
competitiva.
ressaltar
que
0
primeiro
microcido
treinamento
para niveis mais elevados
tao utilizado
com a finalidade
de choque
deve visar a
de intensidade,
de desenvolvimento,
ao passo que
pas sag em do
0
segundo
mas sim com a de controle,
nao
para
competir.
2.7.3 Mesociclo Pre competitiv~
Eo empregado
antes de competiyao
muito importantes
qualificac;.a.o. Procura,
atraves
relativamente
de recuperarrao,
crescimento
amplos
da aplicayao
do condicionamento
massiva
provocar
e apenas
de carga
urna quebra
do atleta conduzindo-o
para alletas
importantes
de alta
e period os
na razao de
patamares
mais elevados
de performance.
2.7.4
Mesociclo
Competitivo
Nao possui estrutura
subordinam
as necessidades
2.7.5 Mesociclo
E
no periodo
e psicol6gica
Especial
atent;ao
demasiadamente
comprometer
pOis as exigencias
da periodizac;:.ao se
de performance.
Recuperativo
utilizado
metab61ica
preestabelecida,
transi9~o,visando a propiciar a recuperayao
por meio de uma
recupera9~oativa.
deve ser dada para nao se provocar
acentuada
0
de
adequadas,
da carga de treinamento
grau de preparayao
do allet
utilizada,
uma diminuiyao
de forma
a nao
44
3. METODOLOGIA
3.1 TIPO DE PESQUISA
Esse trabalho
se caracteriza
como sendo
pesquisa
do tipo
descritiva,
comparativa segundo 2002 Thomas e Nelson.
3.2 POPULACAO
A popula~ao desse trabalho foi com jog adores de futebol profissional do
sexo masculino Sport Club Dinamo situado na cidade Almirante Tamandare.
3.3AMOSTRA
Tendo como amostra 19 atietas profissionais das posi~ao defensores,
atacantes,
meio campistas,
sexo masculino, idade 18 a 31 anos, todos alivQ que
disputava a divis~o de acesso do campeonato paranaense " Segunda Divisao
N
•
45
3.4INSTRUMENTOS
Teste especifico de resist~ncia lAtica e precisao
do livro de treinadores
de futebol
autor
do chute para jogadores de futebol
A.N ROMANECO,
O.N DJUS , M.E
DOGADIN
Condul'ao da bola
Chute aogol
Corrida
sem bola
Descric;::!Io do teste
sao
colocados
2 cones no
cantos superior
da grande
area direito e
esquerdo, urn no bandeira da baliza, 2 bolas na meia lua de escanteio
esquerdo e
direito. E duas bolas no centro de campo.
Desenvolvimento
direito com a
0 teste sera iniciado ap6s aquecimento, na meia lua da escanteio
conduc;::io da bola ate 0 canto superior da grande area e chutara a
46
bola com
pe direito
do escanteio
canto esquerdo
esquerdo e apanhara
sem parar e percorrera
na direyao
e chutara no canto direito do gal com 0
pe esquerdo,
do escanteio
bola e faz a condu98o
direito e pega a segunda
grande area e chutara
no canto
ate meia lua do escant8io
canto superior esquerdo
pe esquerdo,
grande area
meio apanhara
ate
0
a segunda
e chutara
centro e
e vai nova mente
da baliza com
e pegars.
da grande area
percorrera
e chutara
esquerdo
esquerdo
da meia lua
conduzira ate piCD da grande area
Qutra bola de
apanhara
0
ate meia lua
ate canto superior da
pe direito
bola
fez a
e percorrera
conduc;:~oate
no canto direito da baliza, com 0
a bola conduz
no canto direito da baliza com 0
pe esquerdo
ate
centc
voltam
da
ate 0
a segunda bola chutara no canto esquerdo com pe direito.
3.4 Materias
Um campo de futebol com medidas oficiais.
Tres cones de 1 (um) metro de altura
6 Bolas da marca penalty modelo
Um Cron6metro Marcar edfort
Modelo stainl ess
Um frequencimentro Marca Apolar modelo FS1
Uma caneta
Uma prancheta
3.5 Coleta de Dados
Este teste foi aplicado no dia 13/05/06
no Campo do Esporte Clube Operario
Pilarzinho Curitiba
Onde sao colocados
duas bolas na meia lua do escanteio
mais duas bola no centro do campo e dois come no encontro da
grande area, um cone no centro da Baliza,
cron6metro
o
seguida
frequencimentro
dos dois lados ,
canto superior da
no torax
do futebolista
na mao do Professor.
futebolista
fez
um aquecimento
e verificado
sua
freqO~ncia cardfaca inicial, apos posiciona na bandeirinha
de escanteio
ao sinal do professor executa
de
0
aproximadamente
teste.
15
minutos
em
47
3.5 Limitayiio
Com
0
teste foi feito
antes do treinos alguns atletas nao chegaram 30
minutos antes para execuyiio do teste, s6 tinha urn dia para fazer
comissao
tecnica a pesquisa
Nao tinha controle
ficou limitada em 19 atletas
sabre
0
treino
escolhido
0
teste junto a
aleatoriamente.
48
4
Apresenta9ao
Quadro
e discussao
dos Dados
1 Teste de resistencia
pOSig80, tempo,
precisao
latica e precisao
cardiaco
Tempo
direito
esquerdo Total
AC
AC
pe
Chute
N°~19
Posi~ao
do chute para futebolista,
batimento
ER
inicial e final.
Chute
po
ER
Acerto
Acerto
Inicial Final
nr~1
1jJ'~1
Volante
1'28"
130
160
Atacante
1'26"
130
175
Meia Esq.
1'30"
120
170
Atacante
1'24"
124
166
Atacante
1'27"
115
190
Meia Dir
1'25"
130
170
MeiaDir
1'28"
121
185
LateralOir
1'41"
121
192
9
Meia Esq.
1'33"
135
195
10
Atacante
1'47"
II
Zagueiro
12
13
14
131
197
1'40"
118
178
Meia Dir
1'40"
123
170
Meia Esq.
1'36"
125
172
Zagueiro
1'36"
100
173
1'36"
IS
Meia
IG
Atacante
1'38"
17
Lateral Esq
1'22"
18
Zagueiro
1'34"
19
Lateral Esq
1'34"
TOTAL
25'.25"
AC-Accrto
0
esC].
ER~Erro
0
T
36
-l-
21
IT1
29
28
4
65
117
172
116
168
110
174
123
151
120
177
2309
3335
por
49
50
Podemos observar que no quadro 1 algumas caracteristicas diferentes entre
resultados obtidas no teste que
0
menor tempo de execu920 toi 1mim 22 seg
conseguido par lateral esquerdo, com uma freqOencia cardiaca 174bpm, e pior
tempo de execu980 foi de 1 mim e 47 seg conseguido par centroavante, com uma
freqOencia de 197bpm sendo a maior batimento cardiaco par minuto obtido entre as
atletas.
A precisao do chute com pe direito foi obtida tres marcar de 100% au seja tres
acerto sendo dais meio campistas e urn lateral esquerdo, onze aUetas certaram dois
chutes
5
end
0
seis meies campos, dais centroavantes, dais zagueiros e urn
lateral e apenas urn aHeta naD obteve nenhuma marea urn centroavante.
Precisao do chute com pe esquerdo tres atletas obterao a marcar de 100'A.
au seja tres acertos sendo 2 meio campo, um lateral, Sete atletas acertaram dais
chutes tres centroavante, dais meio campo, urn zagueiro, urn lateral, seis atletas
acertaram urn chute sendo quatro meio campo, urn centroavante, urn zagueiro, e
tres atletas nao obteve nenhum acerto sendo urn meio campo, urn zagueiro, urn
centroavante.
Somente urn aUeta obteve 100% na precis~o
do chute com
0
pe esquerdo e
direito, sendo meio de campo.
No batimento cardiaco inicial dos atletas menor fai 100bpm par urn zagueiro maiar
de 135bpm par meio campo, batimento final, menor 151 atingido par um zagueiro,
maior 197 atingido par atacante.
Quadro 2
Geral da Media do tempo, da precisao e batimento em valores e
porcentagem
51
Chute pe
Chute pe
Tempo
N°19
Final
BPM
BPM
ER
AC
ER
AC
Inicial
esquerdo
Direito
mim
total
25,25
36
21
29
28
2309
3335
X Media
1,32
1,89
1,10
1,52
1,47
121,5
175,5
-
63.15
36.84
50.87
49.12
%
AC-
Acerto
ER-Erros
Podemos
execu980
observar
% pe esquerdo
cardiaco
cardiaco
urn nivel aceitavel
1,32 no tempo de
com media
1,89 ou 63.15
segundo
e uma media
121.5 bpm,
175.5 bpm.
revis~o de literatura para aquecimento
a
e para
latica.
3 Defensores
por tempo
precisao
Chute pe
N06
aritmetica
inicial de total 2309bpm
num total 3335 media
trabalho resistencia
Quadro
uma media
de acerto foi com pe direito
de 1,52 ou 50.87%
o batimento
batimento
Mostra
que obterao
e que maior numero
Tempo
mim
Direito
AC
ER
e batimento
cardf8co
Chute pe
Total
esquerdo
Acerto
AC
E
inicial e final.
Inicial
Final
BPM
BPM
8
1'41"
2
1
2
1
4
121
192
11
1'40"
2
1
0
3
2
118
178
14
1'36"
1
2
1
2
2
100
173
17
1'22"
3
0
2
1
5
110
174
18
1'34"
2
1
2
1
4
123
151
19
1'34"
1
2
3
a
4
120
177
11
7
10
692
1045
38.64
55.55%
44.4%
26.37%
31.33%
1.33
115.3
174.1
Total
8'Or
Total %
61.11%
8
%
Media
AC-
acerto
1.34
ER-erro
1.83
1.16
1.66
52
o
quadro
que maior
esquerdo
dos defensores
numero
media
mostra
de acerta
do tempo
media
1.83
de execu~o
1.34
au 61.11 % e 0 pe
1.66 au 55.55%.
Menor tempo conseguinda
de 1min 41seg,
que a media
fo; com pe direita
entre os defensores
total do tempo
8mim
07seg
foi de 1 mim e 225eg
que representa
uma media
e maior
de tempo
1mim 34 seg.
Batimento
115.3bpm
cardiaco
representa
174.1 representa
Quadrado
de inicial
26.37
%
uma
soma
total
de 692bpm
soma
media
de
total de 1045 media
31.33%.
precis~oe batimento cardiaco inicial e final.
4 Meio campista par tempo
N'
Tempo
Chute pe
Chute pe
ACERTO
Inicia
Final
8
mim
direito
esquerdo
TOTAL
I
BPM
ER
AC
ER
AC
BPM
1
1'28"
2
1
0
3
2
130
160
3
1'30"
3
0
2
1
5
120
170
6
1'25"
2
1
3
0
5
130
170
7
1'28"
2
1
1
2
3
121
185
9
1'33"
2
1
1
2
3
135
195
12
1'40'
2
1
1
2
3
123
170
13
1'36"
2
1
1
2
3
125
172
15
1'36"
3
0
3
0
6
117
172
Total
10'56"
18
6
12
12
1001
1224
42.10%
75%
25%
50%
50%
1.32
2.25
0.75
1.50
1.50
125.1
174.2
Total
%
Media
AC
acerto
o menor
40seg,
teve
soma total bpm, e final
ER
30
erro
tempo entre as meio campistas foi de 1 mim 255eg e maior 1mim e
tendo uma media aritmetica
1.32 seg.
Podemos observar urn media alta no acerto com pe direito entre os meio
campistas
de 2.25 au 75% e com pe esquerdo
com media
1.50 au 50%
53
Batimento cardiaco inicial obteve a menor marca de 117bpm
135bpm
a soma inicial lotal de 1001 media de 125.1 bpm
1224bpm
media de 174.2bp
Quadro 5 Atacantes
N'5
Tempo
par tempo
precisao
e batimento
cardiaco
Chute pe
Chute pe
Acerto
direito
esquerdo
total
mim
AC
ER
AC
inicial e final.
Inidal
Final
BPM
BPM
ER
2
1'26"
1
2
1
2
2
130
175
4
1'24"
2
1
2
1
4
124
166
5
1'27"
2
1
2
1
4
115
190
10
1'47"
1
2
0
3
1
131
197
16
1'38"
0
3
2
1
2
116
6.62
6
9
7
8
13
616
40%
60%
46.66%
53.36%
1,2
1.5
1,4
total
Total%
Media
1,32
-
168
896
123.2
1.6
179.2
-
AC-ACERTO
ER-ERRO
Observamos
6'62",
e maior de
e final soma total de
menor tempo de execu9ao
foi 1'24" e maior
1'47" tempo
total de
media de 1'32"
Precisao
do chute mostra
com
pe esquerdo
final
0
Batimento
6 acertos
com pe direito
media de 1,2 ou 40%,
jil
7 acertos 1,4 ou 46,66%
cardiaco
menor de 166bpm
inicial
0
menor
e maior 197bpm
116bpm
e maior
131 bpm, media
123.2
media com uma media de 179bpm
54
Quadro
6 Compara9B.O
media de acerto,
entre defensores,
tempo e batimento
meio campistas
Tempo
Acerto
Acerto
min
Pe
pe
Direito
~
centroavantes
por
inicial e final cardfaco
Media
Total
Acerto
BPMi
BPMf
Esquerdo
Defensores
1.34
1.83
1.66
3,49
115,3
174,1
Meio Campistas
1.32
2.25
1.50
3,75
125,1
174.2
Atacantes
1.32
1.2
1.4
2,6
123.2
179,2
1,32
1,89
1,52
3,41
121,5
175,5
Geral
GRAFICO
I DE
CAi\II'ISTAS
CO~IPARA(f\O
E ATACANTES
I~NTRE
POR
1,5
IF == I-
o
~
=
I--r=
== -
-
•F
-
L-
TEMPO
ACERTO
PE
DIREITO
Q Geral
Observa
• Defensores
ACERTO
e atacantes
mostra que as atacantes
0 Meio
campistas
e a maior para defensores
meio campistas
com pe direito as atacantes
PE
ESQUERDO
que nesta tabela que menor media do tempo
para meio campistas
precisao
MElD
I'H.ECISAO.
-
r-
0,5
DEFENSORES.
OA
F
2,5
2
MEDIA
sao mais rapidos
0 Atacantes
de execu9ao
foi 1'32"
com media de 1'34"
que as defensores,
Na
tern um media mais baixa de 1.2 em segundo
55
lugar os defensores
meio c~mpistas
time de futebol
esperanrya
com media de 1.83, primeiro
tinha a melhor
lugar com media
com atacantes
de 2.25 galas
pe dire ito, 0 pre'.cLJpante
precis17lo !"fo corn
com uma media mllito
baixa ja deles
lue
para urn
parte maior
de gal.
Na precisao
1.4, a segunda
do pe esquerdo
as atacantes
tiveram
pior marear foi dos meio eampistas
a pier marca
com media
com media
de
de 1.50 e a melhor
media com os defensores
o
quadro
desempenho
como com
pe
fundamental
Quadro
de cornpararyao
alcanryado
da posi9ao
demonstra
no teste de precisao
direito, foi uma grande
para born desempenho
ja
surpresa
que
0
baixo
tanto com pe esquerdo
que preeis~o
no chute
e
dos atacantes.
7 Do nivel de precisao
Tecnica
do chute no gal e precisao
Excelente
-
Born Satisfat6rio
8
Resultado
--
5-6 acertos
4 acertos
- 3 acerto
Ruim - 2 e
Quadro
claramente
pelos atacantes
1 acerto
do teste de precisao
Defensores=6
Nivel
Excelente
%
5,26
Bam
Satisfat6ria
Ruim
3
0
2
15,78
0
10,52
Born
Satisfat6ria
Meio carnpistas=8
Nivel
Excelente
3
0
4
15,78
0
21,05
Excelente
Born
Satisfat6ria
%
R,,;m
5,26
Atacantes=5
Nivel
%
0
2
°
10,52
Ruim
0
3
°
15,78
56
Total=19
Nivel
Excelente
Born
Satisfatoria
Ruim
Total
4
5
4
6
%
21,05
26,3
21,05
31,56
Grafico 2 da precisao do chute par posi9ao e nivel alcan9ado
par quantidade atleta por posi9ao.
Defensores
Meio
Atacantes
campistas
10
Excelenle • Born 0 Satisfalorio
0
Ruim
I
No analise do desempenho dos atletas segundo teste podemos observar que 4
atletas alcan9aram
0
nlvel de
excel~ncja sando 1 defensor
seja 25% e 75% respectivamente.
E nenhum aUeta atacante
e 3 meio campistas,
au
obteve esta nivel
No nivel born, 5 atletas alcan9aram esta marca sao 3 defensores e 2
atacantes,
au seja 60% defensores
pontuaram
no nivel born.
e 40% atacantes.
Ja os meio campistas nao
No urn ultimo nivel 0 satisfat6rio 4 atletas alcanc;:aram, sando todos meio
campistas ou seja 100%.
Sem classifica9iio 6 atletas, sendo 2 defensares, 1meio campistas e 3
atacantes
au seja
33.33%
defensores
e 16.33%
meio campistas
e 50% ataeantes.
57
Quadro
9 mostra
total de acerlo
per nivel total da percentagem
de acerlo
e
percentagem de acerto per posi9ao.
Nivel
Excelente
Born
Satisfatoria
Ruim
Total
4
5
4
6
Total%.
21,05
26,3
21,05
31,57
OF
25
60
0
33,33
Me
75
0
100
16,67
AT
0
40
0
50
DF=Defensores
MC= Meio Campista
AT =Atacantes
Grafico 3 precisao por percentagem de acerto por posiyao e nivel alcanyado.
1~~k---------1
~~~------~~
60
50
40
30
20
10
o
Defensores
Meio Campistas
I[] Excelente
Quadro
• Born 0 Satisfat6rio 0 Ruim
10 nivel do tempo de execu,ao
NIVEL
Atacantes
do teste por posi,ao
DO TEMPO
DE EXECU<;AO
60·
Excelente
61" a 62"
Bom
Satisfatorio
Ruim
62.1 64
>64"
I
58
Quadro
11 nivel capacidade
dos futebolista
por posiyao
Oefensores=6
Nivel
Excelente
%
Bom
Satisfat6ria
Ruim
0
0
0
6
0
0
0
100
Meio campistas=8
Nivel
Excelente
%
Bom
Satisfat6ria
Ruim
0
0
0
8
0
0
0
100
Atacantes=5
Nivel
Bom
Excelente
%
Satisfatoria
Ruim
0
0
0
5
0
0
0
100
Total=19
Nivel
Grafico
Excelente
Bom
Ruim
0
0
0
19
%
0
0
0
100
4 do nivel capacidade
-
8
7
Satisfat6ria
Total
I
latica do futebolista.
-
F
r-
6
4
3
2
I
~
Oefensores
Meio campista
10 Excelente
• Bom
Atacantes
0 Satis/atorie
0 Ruim
I
59
o Quadro
10 e 0 grafico mostra que nenhum atleta atcan90u marcar de excelente,
born au satisfat6rio
campistas
teste.
e
todos forma classificado
5 atacantes
nao atingiram
0
com ruim . Ou seja 6 defensores
tempo
minima
execut;ao estabelecido
8 meio
pelo
60
5.Conclusao
o nivel de capacidade anaer6bica
latica dos jogadores divisao de acesso do
paranaense esta a baixo do alto nivel , que a diferenga entre os defensores, meio
campistas e atacantes nac foi significativas, Na precisBo do chute entre as pes
direito e esquerda maior media fai com
os meio campistas
0
pe direito. Ja na compara<;Bo par posi<;ao
obterao a maior media tanto com
pe esquerdo
defensores superaram os atacantes na precisao do chute com
0
e com
direito
pe direito
as
e
esquerdo.
No nivel de precisao proposto pelos autores do teste os futebotista da
divisao de acesso apenas 4 conseguiram nivel de excelente, 5 Born, 4 satisfat6rio
6 naD obtiveram fndice de classiftc8<;BO dos quais 3 sao atacantes.
Chegando
a seguinte
conclusao que as meio campistas tern a melhor
precisBo em compara~o com defensores e atacantes precisao do nivel do teste
proposto as meio campistas alcanc;aram
0
alto nivel, ja os atacantes deixaram a
desejar com urn baixo rendimento.
Na frequencia cardiaca nao houve diferen9a significativa na media geral, pela
posi9ao que todos estavam dentro da frequ;mcia cardiaca proposto pela literatura
para
0
trabalho de resistencia latica no inicio do aquecimento e no final do trabalho.
Para
0
desenvolvimento da resistencia latica e precisao do chute que sao
imprescindivel para futebolista de alto nivel as equ[pes da segunda divi~o
tenha
que programar seus treinos fazer um pre temporada. Respeitando os principios
fisiol6gicos do treinamento desportivo.
61
Referencias
AIRES,
Bibliogritficas
M. M. Fisiologia.
BADILLO,
aplicada
ao al/o rendimenlo
BARROS,
desportivo.
BERNE,
especiais
Guanabara
°
N.
exercicio:
e preventivos.
G. R. Fisiolerapia
E. E. e STUMPF.
nas Lesoes
prepara,ao
Rio de Janeiro:
do Voleibol.
de (orr;a
2001.
(isioI6gica,
sao Paulo: Atheneu,
a bioquimica.
Inlrodu,ao
1999.
do Ireil1amenlo
sao Paulo: Artmed,
R. M. e LEVY, M. N. Fisiologia.
CHIAPPA,
Koogan,
E. G. FUl1damel1los
T. L. N. e GHORAYEB,
medica, aspectos
CONN,
Rio de Janeiro:
J. J. G. e AYESTARAN,
Guanabara
sao Paulo:
sao Paulo:
avalia,ao
1999.
Koogan,
1990.
Robe, 2001.
Edgard
Blucher,
1984.
DANTAS,
E. H. M. Flexibilidade,
a/ongamel110
e nexionamenlo.
Rio de Janeiro:
Shape,1999.
DINTIMAN,
G.; WARD,
B. e TELLEZ,
T. Velocidades
para aJlelas. sao Paulo: Manole,
1999.
FARINATII,
W. D. Fisiologia
Janeiro:
P. T. e MONTEIRO,
Sprint,
FRISSELLI,
de Janeiro:
M. Fulebol:
e FOSS. Bases (isiol6gicas
Guanabara
Koogan,
M. A. Fulebol: prepara,ao
Palestra
Sport,
GOMES,
TUBINO,
n'l
(uncional. Rio de
1996.
J. Fulebol
Tolal.
°
da educB,ao
de (ulebolislas
lreinamenlo
A. C. Fulebol: prepara,ao
G. Melodologia
leoria e prtJ/ica. sao Paulo;
Phorte,
1999.
(isica e dos desportos.
Rio
1995.
GODIK,
WEINECK,
e avaliB,ao
programa
1992.
A. e MANTOVANI,
FOX; BOWERS
nos esportes:
cientifica
de alto l1ivel. Rio de Janeiro:
(isico no (ulebol. sao Paulo:
(isica. Londrina:
Treinamento
do lreinamenlo
desportivo.
Phorte,2000.
Desportivl),1999.
sao
Paulo:
Ibrasa,
1990.
MATVEEV,
1997.
L. P. Treino Oesportivo:
Melodologia
e planejamenlo.
Guarulhos:
Phorte,
Download

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA Jorge Luis - TCC On-line