Tecnologia VoIP
Carlos Corrêa, CISSP
ccorrea@unimedrj.com.br
Introdução

No primeiro encontro de Federações, uma
série de temas foram eleitos para discussão
em grupos de trabalho

Um dos grupos formados se debruçaria
sobre a questão da tecnologia VoIP no plano
nacional
Cenário

Duas das federações participantes do GT
VoIP já haviam feito uso de tecnologias do
gênero

A Central Nacional Unimed se interessou
pelo trabalho e se dispôs a participar da
discussão
Desafio

Encontrar uma solução VoIP para uso na
Unirede-BR

Especificá-la
Soluções disponíveis

Existem inúmeras soluções proprietárias
para implementação de tecnologia VoIP

Elas geralmente estão relacionadas a
fabricantes específicos de PABX e nem
sempre oferecem interoperabilidade
Soluções disponíveis

As soluções também abraçam todo tipo de
orçamento!

Neste contexto, optar por um equipamento,
marca ou fornecedor não constituiria um
padrão!
Abordagem proposta

Especificar características de operação
indispensáveis à interoperabilidade de
sistemas VoIP

Especificar o nível mínimo de serviço
(qualidade) necessário para a operação
Componentes VoIP

Protocolo – “língua” falada pelos
equipamentos VoIP

Codec – mecanismos de codificação e
compressão de voz
Que protocolos e codecs...

Podem oferecer total interoperabilidade entre
soluções VoIP?

Podem oferecer qualidade de voz e
desempenho suficientemente bons para
comunicação?
Protocolos disponíveis

SIP

H.323

IAX
SIP

Padronizado em uma RFC (3261)

Não trabalha com NAT

Possui conexões diferentes para
transferência de mídia e controle
SIP

Extremamente popular
H.323

Desenvolvido por um organismo
internacional de telecomunicações

Aberto e muito popular

Capaz de operar em NATs com
redirecionamento de portas
IAX

Desenvolvido pelos criadores do software
livre Asterisk

Multiplexa várias chamadas, oferecendo
economia de banda

Trabalha com NAT
IAX

Tem popularidade reduzida
Recomendação

Preferencialmente SIP para comunicação
entre equipamentos VoIP e PABX

Indiferente no caso de utilização de outros
protocolos (apenas entre equipamentos
internos e o PABX local)
Recomendação

Homologação de H.323 e IAX para conexão
entre PABX’s da Unirede-BR

Não-obrigatoriedade do suporte a protocolos
proprietários
Codecs...

G.711

G.729

Speex/iLBC

GSM
G.711

Codificação básica da telefonia convencional

Leve, mas de grande utilização de banda:
64kbps por canal
G.729

Codec proprietário, exige duas licenças de
US$ 10,00 para cada canal estabelecido
entre dois servidores

Exponencialmente falando, o custo é bem
elevado

Tem utilização de banda excelente (8Kbps)
Speex/iLBC

Codecs escritos por iniciativas de software
livre

De boa qualidade sonora (Speex)

Processamento custoso. Os mais complexos
entre os citados.
GSM

Livre do pagamento de royalties

Boa utilização de banda (13Kbps)

Boa qualidade de voz

Baixo custo de processamento
Recomendação

Liberdade para escolha de codecs na
comunicação entre PABX’s e clientes locais

Homologação do codec GSM para tráfego
de voz na Unirede-BR, com restrição a
outros mecanismos
Cenário hipotético
Qualquer protocolo ou codec
Qualquer protocolo ou codec
Rede B
Rede A
Unirede-BR
Exclusivamente
protocolos H.323 e IAX
+ codec GSM
Rede C
Qualquer protocolo ou codec
Benefícios

Facilidade de integração

Liberdade de escolha de plataformas

Baixa utilização de rede
Fatores críticos de sucesso

Padronização da Unirede-BR

Respeito a esta padronização

Necessidade de consideração da banda
necessária no momento da instalação de
links
Recomendação de banda

32Kbps por canal de voz utilizado no
estabelecimento de comunicação entre
PABX’s via Unirede-BR
Informações adicionais

A Cisco se mostrou interessada em
apresentar solução VoIP ao grupo

É possível demonstrar agora uma solução
funcional dentro da especificação, caso
vocês estejam interessados
Obrigado!
Carlos Corrêa, CISSP
ccorrea@unimedrj.com.br
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