,&(7±,QVWLWXWRGH&LrQFLDH7HFQRORJLD
Disciplina: LPP – Laboratório de Práticas de Programação
Docentes: Ecila Oliveira | Fabio Luís | Luciana Abiuzi | Sidinei Akira
3ULPHLUD$XOD
: . Apresent ação
: . Frase
: . Avisos
: . Sist em a de Avaliação
: . Bibliografias ( Básica e Com plem ent ar)
: . Em ent a
: . Obj et ivos Gerais
: . Obj et ivos Específicos
: . Cont eúdo Program át ico
$SUHVHQWDomR
Professores: Ecila Alves de Oliveira, Fabio Luís Pereira, Luciana Babberg Abiuzi e
Sidinei Akira Egashira
E- m ails: [email protected] .br, [email protected] .br, unip.fabio@gm ail.com
)UDVH
“ O m undo não est á am eaçado pelas pessoas m ás, m as sim por aquelas que perm it em
a m aldade.”
( Albert Einst ein)
$YLVRV
9Nom es que não const arem na list a de presença, favor anot ar na list a ent regue
à part e;
9Não ficar ent rando e saindo da sala de aula;
9Celular: ATENDER FORA DA SALA DE AULA! Deixar no m odo Vibração.
9Acesso aos m at eriais:
o
Na St op Print – Past a 75 – Prof. Akira
o
Na I nt ernet : www.com p.it a.br/ ~ abiuzi e www.noginfo.com .br
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6LVWHPDGH$YDOLDomR
Provas bim est rais e t rabalhos prát icos.
1RWDV
131[3 + 13 2 [3 + 3, + 4
= MF
10
%LEOLRJUDILD
%iVLFD
9Proffit t , Brian, Xht m l - Desenvolvim ent o Web,
; Edit ora: Makron Books
9Freem an, Elisabet h; Freem an, Eric ; Use a Cabeça! Ht m al com Css e Xht m l /
ALTA BOOKS
9Lem ary, Laura. Aprenda a criar páginas Web com HTML e XHTML em 21 dias.
Ed. Makron Books, 2002
9Zeldm an, Jeffrey. Proj et ando Web Sit es Com pat íveis. Ed. Cam pus, 2003
&RPSOHPHQWDU
9Valent ine, Chelsea. XHTML. Ed. Cam pus, 2001
9Silva, Osm ar J. HTML 4.0 e XHTML 1.0 - Dom ínio e Transição. Ed. Érica, 2001
9Macedo, Marcelo da Silva. Const ruindo Sit es Adot ando Padrões Web. Ed.
Ciência Moderna, 2004
(PHQWD
HTML e XHTML, de est rut ura e m arcação ut ilizados na sua com posição; CSS
( propriedades de form at ação do com as quais será possível desenvolver o design do
sit e) .
2EMHWLYRV*HUDLV
I m plem ent ar Web St andards com o a sem ânt ica do XML e XHTML e separação
ent re form at ação e cont eúdo. Usar folhas de est ilos em cascat a ( est ilos CSS) para criar
páginas m ais flexíveis, m ais leves, e cont rolar o seu aspect o gráfico com m aior
precisão e com m aior facilidade na correção de erros. Ao final dest e, o aluno ent enderá
os conceit os fundam ent ais do t rabalho com os Web St andards e será capaz de
im plem ent ar XHTML St rict válido, com boa part e da form at ação j á em CSS.
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2EMHWLYRV(VSHFtILFRV
Conhecer as linguagens XHTML e CSS visando seu uso na const rução de
aplicações Web.
&RQWH~GR3URJUDPiWLFR
0Ï'8/2
Tags( Marcas)
ƒ
Est rut ura das Tags
ƒ
Tipos de Tags
Est rut ura de um docum ent o.
ƒ
Reunindo os elem ent os do Docum ent o
ƒ
Est abelecendo o Tipo de Docum ent o
ƒ
Cont ênieres
Caract eres coloridos, links coloridos.
ƒ
Caract eres Coloridos
0Ï'8/2
TAGS DE BLOCOS
ƒ
Organização t ext o
ƒ
Est rut ura de docum ent o com Cabeçalhos
0Ï'8/2
I NCREMENTAÇÃO DE TEXTO
ƒ
Apresent ação básica de Text os
ƒ
Dim ensionam ent o de t ext o
ƒ
Aplicação de Quebras
HI PERTEXTO
ƒ
Âncora
ƒ
Hiperest rut ura
ƒ
Links para out ros docum ent os
0Ï'8/2
TRABALHANDO COM HI PERTEXTO
ƒ
Âncora
ƒ
Hiperest rut ura
ƒ
Links para out ros docum ent os
I MAGENS NA WEB
0Ï'8/2
CRI ANDO LI STAS
ƒ
List as Num eradas
ƒ
List as não- sequenciais
CRI ANDO TABELAS
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0Ï'8/2
Fram es
Form ulários
0Ï'8/2
PRI MEI RO CONTATO
A sint axe CSS
Agrupar select ores
Select ores de classe
Select or de id
Escrever com ent ários
A colocação dos elem ent os
Posicionam ent o absolut o e posicionam ent o relat ivo
0Ï'8/2
PORQUE É QUE DEVEMOS FORMATAR COM ESTI LOS?
ƒ
Vant agens dos est ilos CSS
ƒ
O " m ecanism o" de cascat a
ƒ
Porque é que a form at ação com est ilos é superior?
ƒ
Lim it ações dos browsers at uais
ESCRI TA E COMBI NAÇÃO DE ESTI LOS
ƒ
I nserir um a folha de est ilos int erna
ƒ
Definição de est ilos com o at ribut o st yle
ƒ
Folha de est ilos num arquivo ext erno
ƒ
Com o se com binam est ilos concorrent es
ƒ
Herança de est ilos ent re elem ent os
0Ï'8/2
DEFI NI R CORES EM CSS
ƒ
Form as de exprim ir cores
ƒ
Nom es de Cores
ƒ
Quat ro form as possíveis para definir cores
Propriedades dos fundos dos elem ent os ( background)
0Ï'8/2
UNI DADES DE MEDI DA
ƒ
Medição de dist âncias num a página HTML
Propriedades do t ext o
Cont rolar o t ipo de let ra
0Ï'8/2
As linhas de cont orno dos elem ent os ( border)
Cont rolar as m argens dos elem ent os
0Ï'8/2
Propriedades de " padding"
Cont role das dim ensões dos elem ent os
Posicionam ent o dos elem ent os
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0Ï'8/2
Form at ação de list as
Propriedades de classificação
0Ï'8/2
Pseudo- classes
ƒ
Sint axe
ƒ
Pseudo- classes para ligações
ƒ
A pseudo- classe : first - child
ƒ
A pseudo- classe : lang
ƒ
List a de pseudo- classes
0Ï'8/2
Pseudo- elem ent os
ƒ
Sint axe
ƒ
Um a form at ação especial para a prim eira linha
ƒ
O pseudo- elem ent o first - let t er
ƒ
Pseudo- elem ent os em classes css
ƒ
Vários pseudo- elem ent os
ƒ
Os pseudo- elem ent os : before e : aft er
ƒ
List a de pseudo- elem ent os
0Ï'8/2
Form ulário
ƒ
Funcionam ent o do elem ent o “ form ”
ƒ
I m ãs de m arcação
ƒ
Bot ões de rádio
ƒ
Caixas de verificação e área de t ext o
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,QWURGXomR±9LVmR*HUDO
Em 1994, para lidar com quest ões de padronização do am bient e Web, foi criado
o World Wide Web Consort ium ( W3C) . Essa organização t em com o obj et ivo guiar a
criação de padrões para a ut ilização em docum ent os Web. Esses padrões foram
concebidos para dar m aiores benefícios a um m aior núm ero possível de usuários e
assegurar a viabilidade ao longo do t em po de qualquer docum ent o publicadonaWeb.
A im plem ent ação dos padrões Web est á longe de ser unânim e. Mas, nos
últ im os anos, o suport e a esses padrões est á se t ornando m ais const ant e. Tem havido
m uit a discussão sobre a im port ância de usar as recom endações do W3C com o padrões
de fat o para a Web. São m uit as as vant agens obt idas com a adoção deles. O
crescim ent o da Web t em criado m uit os desafios que só podem ser respondidos com o
uso desses padrões. A adoção de padrões rem ove grande part e das dificuldades e dá
m aior dinam ism o ao desenvolvim ent o de sit es e/ ou qualquer out ro docum ent o Web,
perm it indo um m elhor com part ilham ent o das inform ações envolvidas.
Designadas com o recom endações ou especificações e, por vezes, referidas
com o padrões, HTML ( HyperText Markup Language) , XML ( eXt ensible Markup
Language) , XHTML ( eXt ensible HyperText Markup Language) , CSS ( Cascading St yle
Sheet s) , DOM ( Docum ent Obj ect Model) , ent re out ras linguagens e m et odologias,
est ão sendo desenvolvidas pelo W3C com diret ivas claras sobre o seu uso. Com eles,
será possível const ruir sit es acessíveis a um m aior núm ero de usuários e de
disposit ivos de visualização, m elhor est rut urados, com redução de cust os de produção
e com m aior facilidade de m anut enção.
Verem os a seguir algum as das várias vant agens da adoção dos padrões Web na
const rução de sit es:
9Liberdade: Perm it em t ot al liberdade de est rut uração e inovação por
serem de dom ínio público. I sso faz com que possam ser usados por
qualquer pessoa em qualquer sit uação, sem a necessidade de
aut orização ou de efet uar qualquer t ipo de pagam ent o por sua
ut ilização.
9Est abilidade: Significa que os sit es feit os com os padrões Web
perm anecerão com pat íveis. Ou sej a, em am bient es com suport e lim it ado
aos padrões vai se t er acesso com plet o ao cont eúdo do sit e. Em
cont rapart ida, esses m esm os sit es cont inuarão acessíveis no fut uro em
am bient es ainda a serem desenvolvidos.
9Acessibilidade: Significa perm it ir acesso às pessoas com algum t ipo de
deficiência ao cont eúdo do sit e e, t am bém , a possibilidade da sua
ut ilização em out ros am bient es que não o navegador padrão, evit ando a
duplicação de cont eúdo e facilit ando o acesso geral.
9Sim plicidade: Perm it em a ut ilização de um a est rut ura com um , a
elim inação de elem ent os desnecessários e a ut ilização das linguagens de
m arcação som ent e para a est rut uração dos docum ent os envolvidos, sem
que sej a especificada qualquer form a de apresent ação.
9Facilidade de criação e m anut enção: A separação do cont eúdo da
apresent ação facilit a a criação e m anut enção do sit e. Além de organizar
os docum ent os, perm it e que seu desenvolvedor preocupe- se som ent e
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com o cont eúdo. A apresent ação será desenvolvida ou m odificada em
separado, de acordo com a sit uação envolvida.
O W3C especifica quat ro caract eríst icas que devem ser aplicadas na criação de
um sit e para que seu cont eúdo at enda as especificações e sej a est rut urado
corret am ent e:
9O sit e deve facilit ar a navegação at ravés do seu cont eúdo, ou sej a, que
os elem ent os de sua int erface sej am operáveis por qualquer pessoa.
9O cont eúdo e os cont roles do sit e devem ser de fácil ident ificação e
aut o- explicat ivos.
9O cont eúdo do sit e deve ser percept ível a qualquer pessoa sej am quais
forem as condições de acesso.
9O sit e deve ut ilizar t ecnologias que o com pat ibilizem com os disposit ivos
de visualização at uais e fut uros e, assim , preservar a sua int egridade
t ecnológica.
2TXHp+70/"
A HTML ( HyperText Markup Language) surgiu em 1992 derivada de dois out ros
padrões: HyTim e e SGML.
9HyTim e ( Hyperm ediafTim e- based Docum ent St ruct uring Language) : É
um padrão para represent ação est rut urada de hiperm ídia e inform ação
baseada em t em po. Um docum ent o é vist o com o um conj unt o de
event os concorrent es dependent es de t em po, conect ados por hiperlinks.
É independent e dos padrões de processam ent o de t ext o em geral. Ele
fornece a base para a const rução de sist em as de hipert ext os
padronizados, consist indo em docum ent os que aplicam os padrões de
m aneira part icular.
9SGML ( St andard Generalized Markup Language) : Est e padrão foi criado
com o obj et ivo de const ruir um sist em a port ável ( independent e do
sist em a operacional e de form at os de arquivos) para o int ercâm bio e
m anipulação de docum ent os. Ele ut iliza um a m arcação generalizada que
não rest ringe os docum ent os a um a única aplicação, est ilo de
form at ação ou sist em a de processam ent o.
A HTML, ent ão, é um a linguagem de m arcação que descreve a est rut ura, o
cont eúdo e a apresent ação de um docum ent o e sua relação com out ros docum ent os.
Com ela podem os represent ar um a inform ação e vinculá- la a out ros t ipos de recursos,
com o t ext o, áudio, vídeo, gráficos, ent re out ros, perm it indo que diferent es t ipos de
inform ação sej am exibidos de form a sim ult ânea e que esses recursos diferent es se
com plem ent em .
Os elem ent os que com põem a est rut ura de um docum ent o HTML são
denom inados de t ags As t ags são os elem ent os de m arcação da HTML. Um docum ent o
é com post o de dois t ipos de t ext o: as inform ações que serão exibidas e as t ags
( elem ent os de m arcação) que definirão com o os navegadores irão apresent ar as
inform ações cont idas nas páginas do sit e. Um a t ag é sem pre precedida de um caract er
" < " ( m enor que) e seguida por um caract er " > " ( m aior que) . Na m aioria das vezes,
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um a t ag possui um a t ag de fecham ent o, ou sej a, um a t ag indica o início de sua área
de abrangência, enquant o a sua correspondent e, a t ag de fecham ent o, indica onde
t erm ina a área de abrangência. A t ag de fecham ent o t em o m esm o nom e da t ag de
abert ura, precedido do caract er " / ' ( barra) . As t ags podem ser escrit as em m inúsculas
ou m aiúscula e exist em algum as t ags " solit árias" , ou sej a, sem um a t ag de
fecham ent o correspondent e.
Algum as t ags podem possuir at ribut os que definem suas caract eríst icas ou
propriedades.
Sem pre
incluídos
na
t ag
inicial,
ut ilizando
a
sint axe:
nom e_do_at ribut o= " valor" . Um a t ag pode t er vários at ribut os, separados por espaço
em branco. Não é obrigat ório, m as ext rem am ent e recom endável, que o valor de um
at ribut o venha sem pre delim it ado por aspas duplas.
2TXHp;0/"
A XML ( eXt ensible Markup Language) foi desenvolvida para solucionar
lim it ações da HTML, ela é um a linguagem de m arcação para descrição, capt ura,
processam ent o e publicação de inform ações em diferent es t ipos de m ídias, sendo,
t am bém , um subconj unt o da SGML.
O surgim ent o da XML, um a m et alinguagem orient ada para a descrição de
cont eúdos, fornece os m eios para int roduzir nos docum ent os inform ação específica
relacionada com o cont ext o em que os docum ent os são usados, com isso, facilit ando a
sua com preensão e t roca.
A XML é um m ét odo para est rut urar dados. São exem plos de dados
est rut urados os elem ent os de um a planilha, cadernet as de endereços, parâm et ros de
configuração, t ransações financeiras, desenhos t écnicos, ent re out ros. A XML é um
conj unt o de regras para a concepção de t ext os form at ados que perm it em est rut urar os
dados. Ela t orna sim ples para o com put ador gerar e ler dados, e garant ir que sua
est rut ura não sej a am bígua, evit ando os problem as m ais com uns em proj et os de
linguagens; ela é ext ensível, independent e de plat aform a e suport a int ernacionalização
e localização. I sso facilit a declarações m ais precisas do cont eúdo e result ados m ais
significat ivos de busca at ravés de m últ iplas plat aform as.
A XML pode ser vist a com o um aperfeiçoam ent o da HTML, porém não foi criada
para subst it uir t ot alm ent e a HTML m as, sim , com o um a m elhor t ent at iva para criação
e arm azenam ent o de inform ação, perm it indo um a m elhor est rut uração, int egração e
organização da inform ação arm azenada na Web. Em aplicações de dados que não
podem sim plesm ent e ser est rut uradas por m eio da HTML, a XML se dest aca pelas suas
qualidades, com o, por exem plo: aplicações que enviem dados at ravés da Web a
usuários que possuam diferent es t ipos de m ecanism os de exibição, aplicações que
exij am um a pesquisa det alhada ou m ediação ent re dois bancos sim ilares.
Com o a HTML, a XML t am bém usa t ags e at ribut os. Mas, enquant o o HTML
especifica o que cada t ag e at ribut o significam , e, às vezes, com o seu cont eúdo
aparecerá em um navegador, a XML usa as t ags apenas para delim it ar os t rechos de
dados, deixando sua int erpret ação com plet am ent e a cargo da aplicação que os lê.
Ut ilizando a XML podem os definir um sem núm ero de t ags, fornecendo um a est rut ura
para delim it ação de dados est rut urados, o que se const it ui em um a grande diferença
para a HTML, onde as t ags são ut ilizadas para det erm inação de int erface com o
usuário. Ent ão, a grande diferença ent re a HTML e a XML é que a HTML descreve a
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aparência e a ações em um docum ent o, enquant o a XML descreve o que cada t recho
de dados é ou represent a, ou sej a, ela descreve o cont eúdo do docum ent o.
2TXHp;+70/"
A XHTML ( eXt ensible HyperText Markup Language) é um a reform ulação da
versão 4.01 da HTML baseada na XML. Ela aproveit a as vant agens de um a linguagem
de descrição de cont eúdos com com pat ibilidade com quase t udo o que exist e hoj e na
Web, garant indo um a fácil t ransição. A XHTML suport a t odas as funcionalidades da
HTML 4.01 com a aplicação das regras m ais rígidas da sint axe do XML.
A XHTML t raz ainda grandes vant agens em t erm os de acessibilidade j á que é
um a linguagem independent e de disposit ivo. Levando em consideração o aum ent o das
plat aform as alt ernat ivas de acesso a I nt ernet , t ais com o, com put adores port át eis,
t elevisão, t elefones, agendas elet rônicas, ent re out ros, é fundam ent al a exist ência de
um a linguagem com t ais caract eríst icas.
Ao conceber a XHMTL, o consórcio W3C enfrent ou um desafio m aior: desenhar
a nova geração de linguagem de docum ent os Web, sem t ornar obsolet os os exist ent es,
m as criando um a linguagem que fosse independent e de disposit ivo.
Em t erm os de sint axe, a XHTML não é t ão t olerant e com o a HTML, pois ela
ut iliza as regras rígidas da XML na aplicação de t ags em um docum ent o.
Assim com o na HTML, os elem ent os que com põem a est rut ura de um
docum ent o XHTML são denom inados de t ag. Um a t ag é sem pre precedida de um
caract er " < " ( m enor que) e seguida por um caract er " > " ( m aior que) . Na XHTML t odas
as t ags possuem um a t ag de fecham ent o, que t em o m esm o nom e da t ag de abert ura,
precedido do caract er " / ' ( barra) . Obrigat oriam ent e, as t ags devem ser escrit as em
m inúsculas.
E de novo com o na HTML, algum as t ags podem possuir at ribut os que definem
suas caract eríst icas ou propriedades. Sem pre incluídos na t ag inicial, ut ilizando a
sint axe: nom e_do_at ribut o= " valor" . Um a t ag pode t er vários at ribut os, separados por
espaço em branco. É obrigat ório que o valor de um at ribut o venha sem pre delim it ado
por aspas duplas.
2TXHp&66"
O CSS ( Cascading St yle Sheet s) é um padrão de form at ação para docum ent os
HTML/ XHTML. Ele perm it e um a m aior versat ilidade no desenvolvim ent o de design para
sit es sem aum ent ar o seu t am anho. Basicam ent e, o CSS perm it e ao designer um
cont role m aior sobre os at ribut os t ipográficos de um sit e, com o t am anho e cor das
font es, espaçam ent o ent re linhas e caract eres, m argem do t ext o, ent re out ros.
I nt roduziu t am bém a ut ilização de layers, perm it indo a sobreposição de t ext o sobre
t ext o ou t ext o sobre im agens.
Com a ut ilização do CSS, passam os a t er a HTML/ XHTML preocupando- se
som ent e em est rut urar o docum ent o em blocos de inform ação ( t ít ulos, cabeçalhos,
parágrafos, et c) enquant o o CSS cont rola o design ( posicionam ent o, cores, font es,
et c) . Com CSS consegue- se, ent ão, separar o est ilo do cont eúdo.
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Ant eriorm ent e, ut ilizando um a boa com binação de t ags HTML ( ausent es na
XHTML) , podíam os criar sit es int eressant es sob o pont o de vist a do designo Ent ret ant o,
as possibilidades que elas ofereciam eram bast ant e lim it adas se com paradas às
oferecidas pelo CSS. Propriedades de CSS podem ser aplicadas a t odas e quaisquer
t ags, m odificando seus at ribut os.
Com t udo isso, obt êm - se as seguint es vant agens ut ilizando o CSS:
9Diferent es e sofist icados est ilos podem ser aplicados ao m esm o
docum ent o, perm it indo que o aut or redirecione seu cont eúdo para novos
form at os.
9A criação e m anut enção do design ficam m ais fáceis, pois é m uit o m ais
sim ples m odificar a página de est ilo do que t odos os docum ent os
HTML/ XHTML.
9Prevalece a consist ência do sit e, pois a uniform idade do arranj o é um
aspect o im port ant e do desenho do sit e, e o CSS pode garant ir que t odos
os docum ent os t enham o m esm o desenho e arranj o.
9A linguagem CSS é sim ples, vist o que apenas descreve um est ilo, não se
preocupando com fat ores específicos da HTML/ XHTML
A definição de est ilos é classificada com relação a sua abrangência e pode ser
aplicada de t rês form as diferent es: local, incorporada e ext erna.
9Local: Modifica os at ribut os de um a única t ag específica, em um
det erm inado pont o de um docum ent o.
9I ncorporada: Define um m odelo- padrão de CSS que será aplicado a t odo
um docum ent o. Dessa form a, t udo o que vier no cont eúdo de um
docum ent o obedecerá aos com andos CSS est ipulados um a única vez.
9Ext erna: Define um único m odelo de CSS para ser aplicado a m últ iplos
docum ent os. Para t ant o, devem os const ruir um m odelo de est ilos e
salvá- lo em um arquivo separado. Esse m odelo pode ser aplicado a
qualquer docum ent o, apenas referindo- se ao arquivo criado.
2TXHp'20"
O DOM ( Docum ent Obj ect Model) é um a int erface de program ação de
aplicat ivos para docum ent os HTML, XHTML e XML. É a definição da est rut ura lógica dos
docum ent os e o m eio pelo qual um docum ent o é acessado e m anipulado. Na
especificação DOM, o t erm o " docum ent o" é ut ilizado no seu sent ido m ais am plo. A XML
é usada com o o m eio de represent ação de m uit os t ipos diferent es de inform ação que
podem ser arm azenados em sist em as diversos e m uit os seriam t radicionalm ent e
considerados com o inform ação no lugar de docum ent os. Assim m esm o, a XML
apresent a essas inform ações com o docum ent os e o DOM pode ser ut ilizado para o
gerenciam ent o dessas inform ações.
Com o DOM, os program adores podem criar docum ent os, navegar pela sua
est rut ura e adicionar, m odificar ou apagar elem ent os e cont eúdo. Tudo o que sej a
encont rado em um docum ent o HTML, XHTML ou XML pode ser acessado, alt erado,
apagado ou adicionado por m eio de qualquer linguagem que est ej a disponível nos
navegadores, t ais com o: Java, JavaScript , ECMAScript , JScript e VBScript .
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O seu obj et ivo é o de proporcionar um a int erface de program ação- padrão que
possa ser ut ilizada em um núm ero am plo de am bient es e aplicat ivos.
No DOM, os docum ent os possuem um a est rut ura lógica, denom inada m odelo de
est rut ura. Ele não especifica quais docum ent os necessit am ser im plem ent ados e nem
especifica com o os relacionam ent os ent re os obj et os são im plem ent ados. O DOM é um
m odelo lógico que pode ser im plem ent ado de qualquer form a convenient e. Um a
propriedade im port ant e é o isom orfism o est rut ural: se duas im plem ent ações quaisquer
de DOM forem ut ilizadas para criar um a represent ação de um m esm o docum ent o, elas
irão criar um m esm o m odelo de est rut ura com exat am ent e os m esm os obj et os e
relacionam ent os.
Font e: Macedo, Marcelo da Silva. Const ruindo Sit es Adot ando Padrões Web. Ed. Ciência Moderna, 2004.
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Introdução - Professor Marcelo Nogueira