Curso: Bloco K e
Integração com a
Contabilidade de Custos
Instrutores:
Luciane C. Lagemann
Dalvio José Bertó
17 e 18 de Agosto de 2015
Curitiba - PR
INFORMAÇÕES FÍSICAS NO BLOCO K E NA
CONTABILIDADE DE CUSTOS
• Insumos de materiais diretos por produto
• Rendimentos em produção conjunta
• Quebra por produto
• Sub produto resultante ou resíduo recuperável
• Reunidas na Ficha Técnica por produto
• Quantidade produzida por item (produto) no mês
• Quantidades inventariadas em processo, semi pronto e
pronto
• Quantidades em poder de terceiros
INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DE CUSTOS
• Tempos de operações por produto/fase
• Processamento de terceiros
• Insumos Operacionais de Retrabalho
• Desperdício de operações ou quebra operacional
• Também coletadas na Ficha Técnica por produto
Fontes: Ordem de Produção e RFID
P3 – SPED UAI – BLOCO K
CONVÊNIO S/Nº DE 15 DE DEZEMBRO DE 1970
Art. 63. Os contribuintes e as pessoas obrigadas a
inscrição deverão manter, em cada um dos
estabelecimentos, os seguintes livros fiscais, de
conformidade com as operações que realizarem:
V - Registro de Controle da Produção e do Estoque,
modelo 3;
§ 4º O livro de Registro de Controle de Produção e do
Estoque será utilizado pelos estabelecimentos industriais ou
a eles equiparados pela legislação federal e pelos
atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigido de
estabelecimento de contribuintes de outros setores, com as
adaptações necessárias.
P3 – LIVRO OU CONTROLE/FICHA IMPRESSA
CONVÊNIO S/Nº DE 15 DE DEZEMBRO DE 1970
Art. 72. O livro Registro de Controle da Produção e do
Estoque, modelo 3, destina-se à escrituração dos
documentos fiscais e dos documentos de uso interno do
estabelecimento, correspondentes às entradas e às saídas, à
produção, bem como às quantidades referentes aos estoques
de mercadorias.
§ 7º O livro referido neste artigo poderá, a critério da autoridade
competente do Fisco estadual, ser substituído por fichas, as quais
deverão ser:
1. impressas com os mesmos elementos do livro substituído;
2. numeradas tipograficamente, observando-se, quanto à
numeração, o disposto no art. 10;
3. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou
pela Junta Comercial.
P3 – LIVRO OU CONTROLE/FICHA IMPRESSA
RICMS-RS – LIVRO II
Art. 164 - Os estabelecimentos que possuírem
controles quantitativos de mercadorias que permitam
perfeita apuração dos estoques permanentes,
poderão
utilizar,
independentemente
de
autorização prévia, estes controles em substituição
ao livro Registro de Controle da Produção e do
Estoque, desde que:
I - comuniquem essa opção, por escrito, à
Superintendência Regional da Receita Federal de sua
jurisdição e à Fiscalização de Tributos Estaduais,
anexando modelo dos formulários adotados;
P3 – LIVRO OU CONTROLE/FICHA IMPRESSA
Regulamento do IPI – RIPI
Art. 444.
Os contribuintes manterão, em cada
estabelecimento, conforme a natureza das operações
que realizarem, os seguintes livros fiscais:
III - Registro de Controle da Produção e do Estoque,
modelo 3;
§ 2o O livro Registro de Controle da Produção e do
Estoque será utilizado pelos estabelecimentos
industriais, e equiparados a industrial, e comerciantes
atacadistas, podendo, a critério da Secretaria da
Receita Federal do Brasil, ser exigido de outros
estabelecimentos, com as adaptações necessárias.
P3 – LIVRO OU CONTROLE/FICHA IMPRESSA
Regulamento do IPI – RIPI
Art. 466. O estabelecimento industrial, ou equiparado a industrial, e o
comercial atacadista, que possuir controle quantitativo de produtos
que permita perfeita apuração do estoque permanente, poderá
optar pela utilização desse controle, em substituição ao livro
Registro de Controle da Produção e do Estoque, observado o
seguinte:
I - o estabelecimento fica obrigado a apresentar, quando solicitado, aos
Fiscos federal e estadual, o controle substitutivo;
II - para a obtenção de dados destinados ao preenchimento do
documento de prestação de informações, o estabelecimento industrial,
ou a ele equiparado, poderá adaptar, aos seus modelos, colunas para
indicação do valor do produto e do imposto, tanto na entrada quanto
na saída; e
III - o formulário adotado fica dispensado de prévia autenticação.
LIVRO MODELO 3 – IN 86/2001 (Arquivo digital)
Instrução Normativa SRF nº 86 de 22/10/2001
Art. 1º As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de
processamento eletrônico de dados para registrar negócios
e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou
elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal, ficam
obrigadas a manter, à disposição da Secretaria da
Receita Federal (SRF), os respectivos arquivos digitais
e sistemas, pelo prazo decadencial previsto na legislação
tributária.
Art. 2º As pessoas jurídicas especificadas no art. 1º,
quando intimadas pelos Auditores-Fiscais da Receita
Federal, apresentarão, no prazo de vinte dias, os arquivos
digitais e sistemas contendo informações relativas aos
seus negócios e atividades econômicas ou financeiras.
LIVRO MODELO 3 – IN 86/2001 (Arquivo digital)
IN SRF nº 86/2001 – ADE COFIS 15/2001
Art. 1º As pessoas jurídicas de que trata o art. 1º da
Instrução Normativa SRF nº 86, de 2001, quando intimadas
por Auditor-Fiscal da Receita Federal (AFRF), deverão
apresentar, a partir de 1º de janeiro de 2002, os arquivos
digitais e sistemas contendo informações relativas aos seus
negócios e atividades econômicas ou financeiras,
observadas as orientações contidas no Anexo único.
§ 1º As informações de que trata o caput deverão ser
apresentadas em arquivos padronizados, no que se
refere a:
V - controle de estoque e registro de inventário;
VI - relação insumo/produto;
LIVRO MODELO 3 = BLOCO K (SPED)
AJUSTE SINIEF 17, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014
Cláusula primeira Fica alterado o § 7º da cláusula
terceira do Ajuste SINIEF 02/09, com a redação que se
segue:
“§ 7º A escrituração do Livro Registro de Controle
da Produção e do Estoque é obrigatória, a partir
de 1º de janeiro de 2016, para os estabelecimentos
industriais ou a eles equiparados pela legislação
federal e para os estabelecimentos atacadistas,
podendo, a critério do Fisco, ser exigida de
estabelecimento de contribuintes de outros
setores.”.
LIVRO MODELO 3 = BLOCO K (SPED)
AJUSTE SINIEF 02/09 – Instituiu a EFD (ICMS/IPI)
BLOCO DESCRIÇÃO
0
C
D
E
G
H
K
1
9
Abertura, Identificação e Referências
Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI)
Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS)
Apuração do ICMS e do IPI
Controle do Crédito de ICMS do Ativo Permanente –
CIAP – modelos “C” e “D” - Ato COTEPE 38/09
Inventário Físico
Controle de Produção e do Estoque
Outras Informações
Controle e Encerramento do Arquivo Digital
BLOCO K – POR ONDE COMEÇAR?
BLOCO K - CADASTROS
REGISTRO 0200: TABELA DE IDENTIFICAÇÃO DO ITEM
7
TIPO_ITEM
Tipo do item – Atividades Industriais,
Comerciais e Serviços:
00 – Mercadoria para Revenda;
01 – Matéria-Prima;
02 – Embalagem;
03 – Produto em Processo;
04 – Produto Acabado;
05 – Subproduto;
06 – Produto Intermediário;
07 – Material de Uso e Consumo;
08 – Ativo Imobilizado;
09 – Serviços;
10 – Outros insumos;
99 – Outras
Guia Prático - Enquadramentos Conceituais
00 - Mercadoria para revenda – produto adquirido para
comercialização;
01 – Matéria-prima: a mercadoria que componha,
física e/ou quimicamente, um produto em processo ou
produto acabado e que não seja oriunda do processo
produtivo.
A
mercadoria
recebida
para
industrialização é classificada como Tipo 01, pois não
decorre do processo produtivo, mesmo que no
processo de produção se produza mercadoria similar
classificada como Tipo 03;
Guia Prático - Enquadramentos Conceituais
03 – Produto em processo:
O produto que possua as seguintes características,
cumulativamente:
oriundo
do processo
produtivo;
e,
preponderantemente, consumido no processo produtivo. Dentre
os produtos em processo está incluído o produto resultante
caracterizado como retorno de produção. Um produto em
processo é caracterizado como retorno de produção quando é
resultante de uma fase de produção e é destinado, rotineira e
exclusivamente, a uma fase de produção anterior à qual o
mesmo foi gerado. No “retorno de produção”, o produto retorna
(é consumido) a uma fase de produção anterior à qual ele foi
gerado. Isso é uma excepcionalidade, pois o normal é o produto
em processo ser consumido em uma fase de produção posterior à
qual ele foi gerado, e acontece, portanto, em poucos processos
produtivos.
Guia Prático - Enquadramentos Conceituais
04 – Produto acabado: o produto que possua as
seguintes características, cumulativamente:
oriundo do processo produtivo; produto final
resultante do objeto da atividade econômica
do contribuinte; e pronto para ser
comercializado;
Guia Prático - Enquadramentos Conceituais
05 - Subproduto: o produto que possua as seguintes
características,
cumulativamente:
oriundo
do
processo produtivo e não é objeto da produção
principal do estabelecimento; tem aproveitamento
econômico; não se enquadre no conceito de produto
em processo (Tipo 03) ou de produto acabado (Tipo
04); (sucatas e resíduos)
06 – Produto intermediário - aquele que, embora não
se integrando ao novo produto, for consumido no
processo de industrialização;
FICHA TÉCNICA = CONSUMO ESPECÍFICO PADRONIZADO
Sempre que no cadastro de produtos – Registro
0200, existirem itens classificados nos códigos:
• 03 – Produto em Processo, ou
• 04 – Produto acabado,
deverão ser vinculadas a este registro as
informações relacionadas ao consumo padrão dos
insumos necessários a sua industrialização, bem
como, sua perda ou quebra padrão de acordo
com a estrutura do Registro 0210 – Consumo
Específico Padronizado.
CADASTRO DA FICHA TÉCNICA
Registro 0210 – Consumo Específico Padronizado
Nº
Campo
Descrição
Tipo
1
REG
Texto fixo contendo "0210"
C
COD_ITEM_CO Código do item componente/insumo
2
C
MP
(campo 02 do Registro 0200)
Quantidade
do
item
componente/insumo para se produzir
3
QTD_COMP
N
uma
unidade
do
item
composto/resultante
Perda/quebra normal percentual do
insumo/componente para se produzir
4
PERDA
N
uma
unidade
do
item
composto/resultante
Tam
4
Dec
-
60
-
-
6
-
4
*Devem ser vinculados tantos Registros 0210 quantos forem os
insumos necessários a produção do Produto Acabado ou em
Processo, tendo-se assim, o cadastro da estruturo dos produtos
industrializados (a receita do bolo).
*Registra o consumo esperado para produzir uma unidade do
produto resultante.
PERDA/QUEBRA NORMAL
PERGUNTAS E RESPOSTAS – BLOCO K
16.2.1.8 - No processo de produção do estabelecimento há um consumo
excessivo de matéria-prima em (tonelada) e seu resultante (produto acabado),
proporcionalmente, é muito baixo. Seguindo a regra do Bloco K, teríamos uma
perda de 80% a 88% para produzir uma unidade resultante em kg. Porém no
processo fabril não temos na estrutura de produto essa informação, pois
trabalhamos com rendimento. Como informar essa perda?
 Rendimento é quanto se obtém de produto resultante a partir do consumo
do insumo. Exemplo: a partir do consumo de 1.000 Kg de insumo obtenho
200 Kg de produto resultante. Dessa forma, o rendimento é de 20%.
 Perda normal é a quantidade que se perde de insumo para se obter uma
unidade do produto resultante. Exemplo: a partir do consumo de 1.000 Kg de
insumo, perde-se 800 kg. Dessa forma, a perda normal percentual é de 80%.
 Portanto, para se obter a perda normal percentual a partir da informação de
rendimento, basta aplicar a fórmula: (1 - rendimento / 100) x 100.
BLOCO K - Registros
Bloco
K
K
K
K
K
K
K
K
K
Descrição
Registro
Abertura do Bloco K
K001
Período de Apuração do
K100
ICMS/IPI
Estoque Escriturado
K200
Outras
Movimentações
K220
Internas entre Mercadorias
Itens Produzidos
K230
Insumos Consumidos
K235
Industrialização Efetuada
por Terceiros – Itens K250
Produzidos
Industrialização
em
Terceiros
–
Insumos K255
Consumidos
Encerramento do Bloco K K990
Nível
Ocorrência
1
1
Obrigatoriedade do
bloco (Todos os
contribuintes)
O
2
V
OC
3
1:N
OC
3
1:N
OC
3
4
1:N
1:N
OC
OC
3
1:N
OC
4
1:N
OC
1
1
O
K200 – Estoque Escriturado
Registro K200 – Estoque Escriturado
Nº Campo
Descrição
Tipo Tam Dec
1 REG
Texto fixo contendo "K200"
C
4
2 DT_EST
Data do estoque final
N
8
COD_ITE Código do item (campo 02 do Registro
3
C
60
M
0200)
4 QTD
Quantidade em estoque
N
3
Indicador do tipo de estoque:
0 = Estoque de propriedade do
informante e em seu poder;
5 IND_EST 1 = Estoque de propriedade do C
1
informante e em posse de terceiros;
2 = Estoque de propriedade de
terceiros e em posse do informante
Código do participante (campo 02 do
COD_PAR Registro 0150):
6
C
60
T
- proprietário/possuidor que não seja o
informante do arquivo
Estoque Final:
00 – Merc.
Revenda
01 – MP
02 – Embalagem
03 – Prod. em
Processo
04 – Prod. Acab.
05 – Subproduto
06 Produto
Intermediário
10 – Outros
Insumos
REGISTRO H010: INVENTÁRIO
Nº
Campo
Descrição
01
REG
Texto fixo contendo "H010"
02
COD_ITEM
Código do item (campo 02 do Registro
0200)
03
UNID
Unidade do item
04
QTD
Quantidade do item
05
VL_UNIT
Valor unitário do item
06
VL_ITEM
Valor do item
07
IND_PROP
Indicador de propriedade/posse do
item:
0- Item de propriedade do informante e
em seu poder;
1- Item de propriedade do informante em
posse de terceiros;
Tipo
C
C
Tam
004
060
Dec
-
C
N
N
N
C
006
001*
03
06
02
-
060
-
-
-
-
-
09
2- Item de propriedade de terceiros em
posse do informante
COD_PART
Código do participante (campo 02 do C
Registro 0150):
- proprietário/possuidor que não seja o
informante do arquivo
TXT_COMPL Descrição complementar
C
10
COD_CTA
11
VL_ITEM_IR
08
Código da conta analítica contábil C
debitada/creditada
Valor do item pare efeitos do Imposto de
N
Renda.
-
02
BLOCO H - INVENTÁRIO
Guia Prático – Regras de Preenchimento
Campo 10 (COD_CTA) - Preenchimento: informar o
código da conta analítica contábil correspondente.
Deve ser a conta credora ou devedora principal,
podendo ser informada a conta sintética (nível acima
da conta analítica). Nas situações de um mesmo
código de item possuir mais de uma destinação deve
ser informada a conta referente ao item de maior
relevância. Este campo é obrigatório somente para
os perfis A e B.
BLOCO H - INVENTÁRIO
Guia Prático – Regras de Preenchimento
Campo 11 (VL_ITEM_IR) - Preenchimento: válido a partir de 01 de janeiro de
2015. É igual ao campo 06 – VL_ITEM com adições ou exclusões previstas no
RIR/99. Informar o valor do item utilizando os critérios previstos na legislação
do Imposto de Renda, especificamente artigos 292 a 297 do RIR/99 – Decreto
nº 3.000/99, por vezes discrepantes dos critérios previstos na legislação do
IPI/ICMS, conduzindo-se ao valor contábil dos estoques. Esse acréscimo é
autorizado pelo Convênio Sinief/1970, art. 63, § 12, como "Outras indicações".
Um exemplo de diferença entre as legislações é o valor do ICMS recuperável
mediante crédito na escrita fiscal do adquirente, que não integra o custo de
aquisição para efeito do Imposto de Renda. O montante desse imposto,
destacado em nota fiscal, deve ser excluído do valor dos estoques para efeito
do imposto de renda. Tratamento idêntico deve ser aplicado ao PIS-Pasep e à
Cofins não cumulativos, instituídos pelas Leis nºs 10.637/2002 e 10.833/2003,
respectivamente. Observe-se, porém, que as legislações do IPI e do ICMS não
contemplam essas exclusões. Trata-se dos valores para fins
fiscais não contemplando as informações da contabilidade societária.
ECF – Composição de Custo para IRPJ/CSLL
BLOCO K – Outras Movimentações Internas
Registro K220 – Outras Movimentações Internas entre Mercadorias
Nº Campo
Descrição
Tipo Tam Dec
1 REG
Texto fixo contendo "K220"
C
4
2 DT_MOV Data da movimentação interna
N
8
COD_ITE Código do item de origem (campo 02
3
C
60
M_ORI
do Registro 0200)
COD_ITE Código do item de destino (campo 02
4
C
60
M_DEST do Registro 0200)
5 QTD
Quantidade movimentada
N
17
3
As movimentações internas para o registro K220 são todas
aquelas movimentações não informadas nos registros K230
– Itens Produzidos – produção acabada e K235 – Itens
consumidos – consumo no processo produtivo.
K220 – Outras Movimentações Internas - Exemplos
16.4.1.2 - Quais são os exemplos de movimentações internas no
K220?
a) reclassificação de um produto em outro código em função do cliente a que
se destina. O contribuinte aponta a quantidade produzida de determinado
produto, por exemplo, código 1. Este produto, quando destinado a
determinado cliente recebe uma outra codificação, código 2. Neste caso há a
necessidade de controle do estoque por cliente. Assim o contribuinte deverá
fazer um registro K220 dando saída no estoque do produto 1 e entrada no
estoque do produto 2.
b) reclassificação de um produto em função do controle de qualidade – O
contribuinte aponta a quantidade produzida de determinado produto, por
exemplo, código 3. Este produto tem parte da produção rejeitada pelo
controle de qualidade. O produto não conforme terá um outro código, por
exemplo, 4. Através do registro K220 o contribuinte dá a saída no estoque do
produto 3 e entrada no estoque do produto 4. Posteriormente o produto 4,
não conforme, pode ser consumido no processo produtivo, pode ser
vendido como produto com defeito ou subproduto, etc.
Devolução/Retorno de Venda para
reprocessamento
16.6.1.10 – Quando ocorre a devolução de vendas em período
futuro (divergente do esperado), ora já informada como encerrada a
ordem de produção, podemos reabrir e efetuar as tratativas
complementares e fechar novamente a Ordem? Exemplo: Ordem
fechada em julho, em setembro recebemos a solicitação para
reabertura da ordem encerrada em julho para agregar insumos e
novamente será encerrada em setembro. Como informar no K200 e
K235?
Se o produto devolvido será reprocessado para se agregar
novos insumos, deve-se dar o mesmo tratamento de
controle de qualidade de produto acabado, onde os
produtos não conformes são reclassificados em outro
código (K220). Esse reprocesso deverá constar de outra
ordem de produção (K230).
K220 – Outras Movimentações Internas - Exemplos
16.4.1.3 - As movimentações internas indicadas no K220
podem resultar em novo item?
Sim. Como no exemplo da reclassificação de um produto
em outro, em função do controle de qualidade.
16.4.1.5 – As perdas de mercadorias ou insumos em
decorrência de obsolescência ou, ainda, em decorrência
de caso fortuito, deverão ser registradas no registro K220?
Não. Estes tipos de perdas deverão ser registrados no
bloco C, por meio de documento fiscal.
Estorno de créditos
adjudicados...
PRODUÇÃO PRÓPRIA
Poderá ser de
Registro K230 – Itens Produzidos
período
Nº Campo
Descrição
Tipo Tam Dec
anterior
1 REG
Texto fixo contendo "K230"
C
4
Ficará em
DT_INI_O Data de início da ordem de
2
N branco
8 caso
P
produção
a OP não
DT_FIN_O Data de conclusão da ordem de
3
N
8seja P
produção
concluída
no período
COD_DOC Código de identificação da ordem de
4
C
30
_OP
produção
COD_ITE Código do item produzido (campo
5
C
60
M
02 do Registro 0200)
6 QTD_ENC Quantidade de produção acabada
N
17
3
Visa informar a Produção Acabada – tipo de item = 04, e
Produto em Processo – tipo de item = 03, quando estiver
pronto para ser consumido em outra fase da produção.
Itens Produzidos - Observações
Deverá existir mesmo que a quantidade de produção
acabada seja igual a zero, nas situações em que exista
o consumo de item componente/insumo no registro
filho K235. Nessa situação a produção ficou em
elaboração. Essa produção em elaboração não é
quantificada, uma vez que a matéria não é mais um
insumo e nem é ainda um produto resultante.
Itens Produzidos - Observações
Quando a informação for por período de apuração (K100), o
K230 somente deve ser informado caso ocorra produção no
período, com o respectivo consumo de insumos no K235 para
se ter essa produção, uma vez que não se teria como
vincular a quantidade consumida de insumos com a
quantidade produzida do produto resultante envolvendo
mais de um período de apuração. Somente podemos ter
produção igual a zero no K230 quando a informação for
por ordem de produção e quando essa OP não for
concluída até a data final do período de apuração do K100
e quando houver o apontamento de consumo de insumos
no K235.
Itens Produzidos - Observações
16.5.1.4 – As ordens de produção que não forem
finalizadas no mês devem ser repetidas no mês seguinte e
assim sucessivamente até a finalização?
Sim. As ordens de produção que não forem finalizadas no
período de apuração devem informar a data de conclusão
da ordem de produção em branco, campo 03 – DT_FIN_OP
do registro K230. No período seguinte, e assim
sucessivamente, a ordem de produção deve ser informada
até que seja concluída e caso exista apontamento de
quantidade produzida (K230) e/ou quantidade consumida
de insumo (K235).
Itens Produzidos – Produto em Elaboração
x Produto em Processo
16.5.1.8 – Qual a diferença entre "produção em
elaboração" e "produto em processo? Como identificar no
registro K230?
Produção em elaboração: entenda-se por produção em
elaboração a quantidade de matéria que não é mais insumo
e ainda não se transformou em produto resultante, pois se
encontra em elaboração na fase de produção. Podemos ter
produção em elaboração tanto de produto em processo
quanto de produto acabado.
Obs.: OP não finalizada...
Itens Produzidos – Produto em Elaboração
x Produto em Processo
16.5.1.8 – Qual a diferença entre "produção em
elaboração" e "produto em processo? Como identificar no
registro K230?
Produto em processo: é o produto resultante de uma fase
de produção intermediária do processo produtivo e que será
consumido em uma fase posterior. Exemplo: numa siderurgia
integrada que fabrica aços longos (fio máquina), o gusa é um
produto em processo neste processo produtivo, pois não está
pronto para ser comercializado e será consumido em uma
fase de produção seguinte (aciaria).
Obs.: OP finalizada
Itens Produzidos - Produto em Elaboração
x Produto em Processo
16.5.1.8 – Qual a diferença entre "produção em elaboração" e
"produto em processo? Como identificar no registro K230?
A "produção em elaboração", seja de produto em processo ou produto
acabado, não é quantificada no registro K230, uma vez que não é
mais insumo e ainda não é produto resultante. O que indica a
existência de "produção em elaboração" é a ordem de produção não
pode ser concluída até a data de encerramento do período de
apuração, situação em que a data fim da ordem de produção ficará
em branco.
Nestes casos em que a ordem de produção não se encerrou, não há
necessidade de a quantidade de insumos ficar coerente com a
quantidade produzida do produto resultante. Essa coerência somente
será verificada quando do encerramento da ordem de produção.
Itens Produzidos – OP’s a serem informadas
No Registro K230 devem ser informadas:
a) as OP iniciadas e concluídas no período de apuração
(K100);
b) as OP iniciadas e não concluídas no período de apuração
(OP em que a produção ficou em elaboração), em que haja
informação de produção e/ou consumo de insumos (K235);
c) as OP iniciadas em período anterior e concluídas no
período de apuração;
d) as OP iniciadas em período anterior e não concluídas no
período de apuração, em que haja informação
de produção e/ou consumo de insumos (K235).
K235 – EFETIVO CONSUMO DE INSUMOS
Registro K235 – Insumos Consumidos
Nº Campo
Descrição
Tipo
Tam Dec
Validação
1 REG
Texto fixo contendo "K235"
CTipo de
4 Itemdeve ser igual:
Data de saída do estoque para
2 DT_SAÍDA
N00 – Revenda
8
alocação ao produto
3
COD_ITE
M
Código do item componente/insumo
(campo 02 do Registro 0200)
4
QTD
Quantidade consumida do item
5
Código do insumo que foi substituído,
COD_INS_
caso ocorra a substituição (campo 02
SUBST
do Registro 0210)
01 – MP
02 – Embalagem
C03 – PP
60
04 – PA
N05 – Subproduto
17
3
10 – Outros
Insumos
C
A quantidade consumida deve ser expressa, obrigatoriamente, na
unidade de medida de controle de estoque constante no campo
06 do registro 0200: UNID_INV.
60
-
BLOCO K
RESUMO/PRINCIPAIS REGISTROS
FICHA TÉCNICA – ESTRUTURA DE PRODUTOS – CONSUMO PADRÃO
0200 – Tabela de Identificação do Item
0210 – Consumo Específico Padronizado
CONTROLE DE ESTOQUE
K200 – Estoque Escriturado
PRODUÇÃO PRÓPRIA – ORDEM DE PRODUÇÃO
K230 – Itens Produzidos
K235 – Insumos Consumidos
PRODUÇÃO SOB ENCOMENDA
K250 – Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens Prod.
K255 – Industrialização em Terceiros – Insumos Consumidos
PENSANDO NA PRÁTICA
K235 – Insumos
Consumidos
Cadastro:
 OP
 PA ou PP
 Ficha
Técnica
0200 e K230
OP de Ração, Ração
Peletizada, Ração
Ensacada, Ração
NP Ensacada,...
Depois da Mistura –
eu tenho um PA ou
PP?
ESTRUTURA DE PRODUTO X OP
0200 RAÇÃO EXPERIMENTAL
REG INSUMO
0210 MILHO
0210 FARELO DE SOJA
0210 FARELO DE TRIGO
0210 FOSFATO BICALCICO
0210 SAL COMUM
0210 DL - METIONINA
0210 L - LISINA
0210 SUPL. VITAMÍNICO
0210 SUPL. MINERAL
0210 SACO RAÇÃO EX
QDADE
PERDA
0200 RAÇÃO EXPERIMENTAL EMBALADA
REG INSUMO
QDADE
0210 RAÇÃO EXPERIMENTAL
0210 SACO RAÇÃO EX
PERDA
PENSANDO NA PRÁTICA
OP de
PP
OP Queijo
Subproduto = Soro
K200 – Estoque, ou,
K235 – Consumo em
outra OP
Produto em
Elaboração... OP
zerada...
Definição OP
de PA
Queijo Inteiro
transferido para
fatiado – K220
SUBPRODUTOS
A geração de subproduto não caracteriza
produção conjunta e esta não será
apontada nos registros 0200/0210 e
K230/K235. Somente será informado o
subproduto quando houver estoque
(K200) ou o seu consumo no processo
produtivo (K235), caso exista.
PRODUÇÃO CONJUNTA
16.2.1.3 – Como informar a produção conjunta de N
produtos utilizando-se X insumos?
Para o caso de produção conjunta, onde o consumo de uma
mesma matéria-prima gera mais de um produto resultante,
devem ser informadas as quantidades de consumo de
matéria-prima para cada produto resultante. Considerando
como exemplo uma matéria-prima "A", em quilos, gerando 03
produtos resultantes: "B", "C" e "D", devem ser informados:
"X" quilos da matéria-prima "A" para se produzir o produto
resultante "B";
"Y" quilos da matéria-prima "A" para se produzir o produto
resultante "C“, e,
"Z" quilos da matéria-prima "A" para se produzir o produto
resultante "D".
PRODUÇÃO CONJUNTA
EXEMPLO PETRÓLEO
100 lt (petróleo) / 85 lt (produtos resultantes) = 1,176471 lt
PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS
16.3.1.3 – ... Como informar os produtos classificados como 06
– Produtos intermediários que integram ao novo produto?
Deverão ser considerados no Registro K200?
Para fins de escrituração fiscal digital do RCPE, devemos nos
ater ao conceito definido no Guia Prático da EFD ICMS/IPI que
diz que produto intermediário – tipo 06 é aquele que, embora
não se integrando ao novo produto, for consumido no processo
de industrialização. O que diferencia o produto intermediário
– tipo 06 da matéria-prima – tipo 01 e da embalagem – tipo 02
é exatamente por ele não compor o produto resultante.
Portanto, não deve ser escriturado nos Registros
0210/K235/K255. Entretanto, poderá ser escriturado no
Registro K200
INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA
Registro K250 – Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens
Produzidos
Nº Campo
Descrição
Tipo Tam Dec
1 REG
Texto fixo contendo "K250"
C
4
Data
do
reconhecimento
da
2 DT_PROD
N
8
produção ocorrida no terceiro
COD_ITE Código do item produzido (campo
3
C
60
M
02 do Registro 0200)
4 QTD
Quantidade produzida
N
17
3
Na industrialização efetuada por terceiros devem ser informados
a quantidade produzida (K250) e o respectivo consumo de
insumos próprios no registro K255. Não deve ser informada a
mão de obra ou insumos de terceiros
INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA
Registro K255 – Industrialização em Terceiros – Insumos
Nº Campo
Descrição
Tipo Tam Dec
1 REG
Texto fixo contendo "K255"
C
4
Data do reconhecimento do consumo
do insumo referente ao produto
2 DT_CONS
N
8
informado no campo 04 do Registro
K250
COD_ITE Código do insumo (campo 02 do
3
C
60
M
Registro 0200)
4 QTD
Quantidade de consumo do insumo.
N
17
3
Código do insumo que foi substituído,
COD_INS_
5
caso ocorra asubstituição (campo 02 do C
60
SUBST
Registro 0210)
Informar a quantidade de consumo do insumo que foi remetido
para ser industrializado em terceiro, vinculado ao produto
resultante informado no campo COD_ITEM do Registro K250.
Industrialização por Encomenda – Ficha Técnica
16.2.2.7 – Nas industrializações efetuadas
por terceiros devo informar a lista técnica
do terceiro no registro 0210?
Não. Somente devem ser considerados
produtos e insumos de propriedade do
informante (registros 0200 e 0210).
REMESSA E RETORNO DE INSUMOS X
INSUMOS CONSUMIDOS
Perguntas e Respostas – Questão 16.7.1.2
Não há como efetuar o vínculo direto do "envio do insumo"
com o "consumo – K255" e do "retorno do produto resultante"
com a "produção – K250".
As quantidades de consumo e produção a serem informadas
nos registros mencionados devem ser obtidas pelas empresas
por meio das seguintes equações:
Consumo do Insumo/Embalagem – K255 = EIT (Estoque Inicial
em Terceiro) + SPT (Saída para Terceiro) – EOT (Entrada Oriunda
de Terceiro) – EFT (Estoque Final em Terceiro)
Produção do Produto Resultante – K250 = EFT (Estoque Final
em Terceiro) + EOT (Entrada Oriunda de Terceiro) – EIT (Estoque
Inicial em Terceiro)
INDUSTRIALIZAÇÃO PARA TERCEIROS
16.5.1.12 – Quando recebo mercadoria para
industrialização por encomenda, preciso informar
no bloco K e registro 0210 ou deixamos a cargo do
encomendante esta informação?
Nesse caso o informante é o industrializador, que
deverá prestar as informações de: quantidade
produzida (K230) e insumos consumidos (K235),
o consumo específico padronizado (0200/0210) e
a quantidade em estoque, caso exista (K200).
Cuidado com os subprodutos
gerados na industrialização
por encomenda..
QUEM VAI FAZER O BLOCO K?
Retificação e
multas...
CUSTOS NAS COOPERATIVAS
1.2 A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DE CUSTOS
• Ênfase na integração com a Contabilidade, para
aproveitamento pleno de geração de dados que
atendem ao Bloco K;
• O sistema de custos ajuda a Instituição a se
organizar para o ECF;
• Possibilita a segregação de
cooperados e não cooperados.
custos
de
atos
1.3 GESTÃO DOS CUSTOS SETORIAIS
• A setorização tem como objetivos e benefícios:
• O comprometimento das diversas áreas para a
redução dos custos;
1.3 GESTÃO DOS CUSTOS SETORIAIS
• A análise e a avaliação da viabilidade de realização
de certos serviços usando os recursos internos ou
terceirizados;
• Avaliar os custos relacionados aos atos não
cooperativos; avaliar estoques de produtos
semifabricados e prontos.
• Constituir-se em base para a estruturação e
acompanhamento orçamentário.
1.4 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO SETORIAL
A avaliação do desempenho setorial tem
normalmente como objetivos e benefícios:
• O desenvolvimento de ações gerenciais visando à
redução
ou
eliminação
de
desempenhos
insatisfatórios;
• O direcionamento de esforços gerenciais em
setores com bom desempenho;
• O estabelecimento de metas de desempenho
setorial;
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS VÁRIOS
SEGMENTOS DE CLIENTES
A avaliação do desempenho dos segmentos de clientes
tem normalmente como objetivos e benefícios:
• A identificação
dos
segmentos
de
melhor
desempenho, visando a ampliação de sua
participação;
• A avaliação do desempenho de segmentos de baixo
desempenho, com vistas à renegociação das
condições e eventual desaceleração de tais grupos de
clientes.
AVALIAÇÃO DA PERFORMANCE DO FORNECEDOR
A avaliação de desempenho no segmento do
comércio pode ser ampliada por fornecedor
em Unidades de Negócios de Supermercados
em Cooperativas.
1.5 AVALIAÇÃO DOS CUSTOS UNITÁRIOS DE BENS E
SERVIÇOS
• Focaliza o desempenho (receita, custos, margens)
na dimensão individual de serviços e bens ou
mercadorias.
• A avaliação dos custos unitários tem normalmente
como objetivos e benefícios a serem atingidos:
• Possibilitar o cálculo do preço (valor) de cada um
dos produtos processados ou até mesmo adquiridos
de terceiros;
1.5 AVALIAÇÃO DOS CUSTOS UNITÁRIOS DE BENS E
SERVIÇOS
• Possibilitar o conhecimento do resultado de
serviços e produtos quando os preços destes já
estão previamente estabelecidos;
• Permitir renegociação de preços ou negociação
dentro de condições compatíveis e viáveis.
1.6 AVALIAÇÃO DE ESTOQUES DE PRODUTOS
SEMIFABRICADOS E PRONTOS
Consiste em avaliar os estoques de produtos em fase
de fabricação e produtos prontos, para com tais
dados efetuar as devidas contabilizações desses
valores, bem como especialmente avaliar o montante
de CPV
1.6 AVALIAÇÃO DE ESTOQUES DE PRODUTOS
SEMIFABRICADOS E PRONTOS
A avaliação de estoques é objeto de preocupação e
interesse direto da Cooperativa para com isso
também evidenciar o montante de tais custos nos
atos não cooperados.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
• Qual é o conceito adequado para o termo custos?
• Dispêndio : termo consagrado no Cooperativismo.
• Qual é a diferença entre custos e gastos?
• Quanto à propriedade de identificação direta dos
custos por produto e serviço, podemos identificar
quais grupos de custos?
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
• Qual é a importância de conhecer esses grupos de
custos, em termos de operacionalização,
dificuldade de cálculo e precisão nos cálculos?
• Procedimentos genéricos de apropriação conforme
o grupo de custos.
• Presença de custos logísticos e de distribuição.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
• Integração de custos ou investimentos de
propriedade industrial, custos financeiros, custos
de atendimento ao cliente. Impacto de custos de
assistência técnica, revisões, etc:
• Como se pode denominar os custos que se
modificam (aumentam ou diminuem) conforme o
volume de atendimentos? Como se denominam os
custos que se mantêm inalterados em relação ao
volume de atendimento?
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
O termo “custos” na verdade se desdobra para
efeitos de apropriação em Custos e Despesas,
assim como no meio cooperativo tal termo( custos)
em algumas operações é mais conhecido e adotado
como dispêndios. Nas áreas fins, que utilizam
insumos e geram o montante de CPV se localizam
os Custos; nas áreas de apoio, administrativas e
comerciais, corresponde a natureza de Despesas.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
O conceito
”custos” indica a geração de
sacrifícios de recursos para realizar algum
serviço, ou seja, processar algum atendimento
de serviço ou processamento de produto.
Usualmente as despesas estão associadas ao
funcionamento da Instituição, enquanto os
custos estão ligados à existência em si de cada
produto ou aos atos que geram transações
diretas de negócios, comercialização.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
• Os gastos em geral estão listados, controlados ou associados
à noção de fluxo financeiro, enquanto os componentes de
custos estão vinculados à geração de atividades que visam a
proporcionar os atendimentos aos clientes. Tais componentes
são gerados num ambiente ou ciclo interno de produção,
atividade ou mais corretamente: ciclo econômico.
• No ciclo econômico, que visa à determinação do resultado ou
sobra no conceito cooperativo (ingresso menos dispêndios),
os eventos financeiros tanto para receber como para pagar
não são coincidentes, podendo ter prazos diferentes de
ocorrência.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
Custos Diretos x Custos Indiretos
Custos Variáveis x Custos Fixos
Quanto às propriedades dos custos, pode-se afirmar que
há custos identificados, mensurados mais facilmente
com o serviço executado ou com os produtos
processados. Nos exemplos acima já citados há muitas
demonstrações de tais custos, que podem ser
denominados simplesmente como custos diretos.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
Quanto maior o número ou o montante de valores
associados diretamente a um produto final, pode-se
imaginar que maior é a exatidão nos cálculos e
consequentemente até maior a facilidade de
aceitação do valor ou do referido “sacrifício” em
determinada área geradora do mesmo.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
O oposto de custos diretos está constituído por um
conjunto muito extenso de custos indiretos,
caracterizados pela propriedade de não identificação
direta em cada produto, bem, serviço ou
atendimento. Tal grupo de custos (indiretos), em
geral, existe para dar suporte ao funcionamento da
estrutura da empresa, sendo também por isso muitas
vezes denominados : custos estruturais.
2 CONCEITUAÇÕES RELEVANTES
Sistema ABC :
Um dos principais contributos do Custeio por
Atividade é aumentar o interesse por tornar mais
elevada a presença de custos diretos, transformando
parcelas indiretas em custos diretos.
3 CONSEQÜÊNCIAS PRÁTICAS DA EXISTÊNCIA
DE CUSTOS INDIRETOS
• Embora os custos indiretos não sejam identificados
por produtos, bens e serviços, é possível avaliar o
montante de tais custos por setores. Disso resulta
o termo custos estruturais setoriais.
• Habitualmente essa avaliação por setor é expressa
em um conceito ou componente mais refinado: o
Centro de Custos: um verdadeiro ícone de
avaliação de custos.
4 PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
O conjunto de centros de custos de uma empresa é denominado
Plano de Centros de Custos.
4.1.1 Centros de Custos de Apoio:
Nesse grupo estão enquadrados os Centros prestadores internos de
serviço de apoio às áreas.
4.1.2 Centros de Custos Diretos:
Há diferentes alternativas de Centros Diretos conforme o ramo de
atividade. No segmento industrial, nesse caso, encontram-se as
diversas fases de produção como possíveis centros de custos
próprios.
Plano de Centros de Custos
Cooperativa Laticínios Exemplar
5
10
15
20
25
30
35
Centros de Custos de Apoio
Serviços Gerais
Gestão de Pessoas
Suprimento
CPD
Manutenção
Tratamento de Efluentes
Gerente de Produção
Plano de Centros de Custos
Cooperativa Laticínios Exemplar
Centro de Custos de Logística
105 Frota de Captação
155 Frota de Distribuição
175 Transporte de Administração
Plano de Centros de Custos
Cooperativa Laticínios Exemplar
Centros de Atividades de Produção
205 Unidade de Ração
Laticínio
255
305
310
315
320
325
335
340
345
350
355
355
360
375
380
Refrigeração, Resfriamento e Classificação de Leite
Leite Pasteurizado
Longa Vida
Salga e Secagem de Queijo
Fabricação de Queijo
Embalagem de Queijo
Beneficiamento de Soro
Processamento de Bebida Láctea
Embalagem de Bebida Láctea
Processamento de Doce de Leite
Embalagem de Doce de Leite
Processamento de Doce de Leite
Iorgurte
Fabricação de Ricota
Embalagem de Ricota
Plano de Centros de Custos
Cooperativa Laticínios Exemplar
Centros da Atividade Comercial
505 Vendas
510 Relacionamento com terceirizados
515 Faturamento e Expedição
Centros da Atividade Administrativa
905 Atendimento ao Cooperado
910 Financeiro – Contábil
915 Jurídico
990 Diretoria
4 PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
4.3.1 - A atividade de Logística está dividida em Frota
de Captação e Frota de Distribuição.
• Num estágio mais avançado de cálculo, qual a
sugestão possível de avaliação de custos para as duas
frotas?
• Que alternativa se pode imaginar para refinar o
processamento de tal custo por cliente, negócio?
4 PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
4.3.2 – No Plano de Centros de Custos em geral
a Fabricação é complementada pela Embalagem,
como dois Centros de Custos diferenciados para
uma mesma linha de produtos. Sendo operações
complementares, qual é a possível razão para ter
dois Centros? Não poderia ter um Centro único
para as duas fases?
4 PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
4.3.3
– Na linha de Queijo há três
Centros de Custos. Não é um excesso de
Centros para uma mesma linha? O que
pode determinar esse detalhamento?
4 PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
4.3.4 - Havendo um montante expressivo de custos na
área de produção e de apoio, não se poderiam diluir
diretamente os custos da administração entre tais
setores produtivos, sem a necessidade de constituir
Centros Administrativos? Atento à legislação, qual seria
o fator determinante para criar Centros na área
administrativa?
4.3.5 - Em qual Centro de Custos é indicado alocar
alguns custos de atendimento aos profissionais externos
de fiscalização?
4 PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
4.3.7 - Unidade de Ração tem como principais
fases a Mistura e Moagem. Por que não ter dois
Centros de Custos?
5 APROPRIAÇÃO DE CUSTOS INDIRETOS
POR CENTRO DE CUSTOS
• Cada centro de custos, em princípio, pode conter custos
estruturais de materiais, pessoal, serviços, utilidades e
depreciação. Para alguns componentes de custos, a
identificação de cada parcela é processada facilmente ou
exclusivamente num determinado centro. Como exemplo, temse o montante de remunerações de colaboradores que
trabalham especificamente num determinado centro.
• Há custos comuns a diversas áreas, como é o caso da energia
elétrica. O termo “comum” assume o sentido de participação
conjunta,
podendo
também
ser
denominado
custo
compartilhado.
5 APROPRIAÇÃO DE CUSTOS INDIRETOS
POR CENTRO DE CUSTOS
Custos específicos
+ Custos compartilhados
(=) Custos Estruturais Próprios.
6.2 Custos de Pessoal
Formados por:
• Remunerações (referente horas normais e horas
extras),
• Encargos da Previdência Social suportados pela
Cooperativa
• Provisão de Décimo Terceiro, Provisão de Férias,
• FGTS normal do mês,
• Multa de FGTS aplicável nos Centros em que há
demissões sem justa causa
• Benefícios como: Vale Alimentação e Plano de
Saúde
6.3 Custos de Serviços e Utilidades
• Constituído por diversas contas, esse é o Mapa 2 Custos Estruturais de Serviços e Utilidades,
integrado por custos específicos e compartilhados.
Podem ser considerados específicos: despesas de
viagem, publicidade, feiras e eventos, celular de
uso individualizado pelo Gerente, e outros
colaboradores.
• Há custos compartilhados, como : energia elétrica,
seguro, água, IPVA, IPTU, treinamentos (quando
atingem a mais de um Centro ao mesmo tempo em
determinado momento/curso ou evento).
6.3 Custos de Serviços e Utilidades
• A conta de energia elétrica é compartilhada com
base na potência instalada, levantada junto aos
documentos de aquisição de bens imobilizados, ou
mediante consulta ao fornecedor do mesmo, ou
por apontamentos da Manutenção.
• Além da potência instalada, cabe combinar os
dados relacionados à utilização.
6.3 Custos de Serviços e Utilidades
• A água é compartilhada entre os Centros com base
em percentual de consumo, medido a partir de
experiência, conhecimento das áreas envolvidas.
• O seguro dos bens é mais um item de custos que
deve ser compartilhado entre os Centros. O
critério de diluição é em função do montante de
depreciação.
6.4 Custos de Materiais Auxiliares ou Indiretos
• Mediante o registro em Requisição de Materiais do
Centro de Custos ocasionador do consumo.
• Ponderação de Quantidade requisitada x custo
unitário do respectivo material auxiliar.
6.5 Depreciação
Atividades integrantes da avaliação da depreciação dos bens
por Centro:
• Identificação dos bens imobilizados por conta no respectivo
Centro em que estiver enquadrado;
• Conciliação físico-contábil; a avaliação do custo mensal de
depreciação em si de cada bem.
• Centro resulta da soma dos custos individualizados de todos
bens nele localizados.
6.7 Repasse de custos de áreas de apoio para
atividades fim
Para que os custos de cada uma dessas áreas de
apoio possam integrar as atividades finais, é
necessário que se adote um critério de distribuição. A
escolha de tais critérios procura respeitar a relação
de causa e efeito, isto é: visa a encontrar o
direcionador mais justo possível.
Exemplos de critérios de repasses de CC Apoio
• O rateio de Serviços Gerais é possível mediante o
relacionamento dos custos desse Centro de Apoio em função
dos metros quadrados dos demais centros (área em si).
• Para Gestão de Pessoas, naturalmente o critério de
distribuição é o número de colaboradores enquadrados nos
Centros Diretos.
• O número de terminais existentes em cada Centro constitui a
base de rateio para o CPD ou TI.
Avaliação de Custos Operacionais Finais por Centro
• Tal montante por CC corresponde aos seus
custos estruturais próprios + parcelas de
rateios que cada CC repassou para as
atividades fim e administrativas.
• O
montante de Custos Estruturais da
instituição é o mesmo que está distribuído
entre os CC da atividade fim e administrativos,
ou seja o montante de custos operacionais
finais .
7 Avaliação de custos operacionais sobre objetos
custeáveis
Para que os custos operacionais finais de cada uma
das áreas fins sejam apropriados entre os produtos
executados, é necessário avaliar o custo operacional
unitário da “produção “em cada centro, ou seja: do
montante de serviços prestados, a partir da
especificação ou escolha da unidade que melhor
expressa o grau de complexidade, dificuldade na
execução de tais produtos.
7 Avaliação de custos operacionais sobre objetos
custeáveis
Nos mais diferentes segmentos empresariais, há
diferentes insumos operacionais, ressaltando-se
entre esses: kg processados no CC 315 - Salga e
Secagem de Queijo. Considera-se desse modo que a
dificuldade de processamento é diretamente
proporcional ao peso da massa de queijo em fase de
produção. Em outras palavras, a intensidade de
trabalho de homens e máquinas é a mesma nos
produtos dessa fase.
7 Avaliação de custos operacionais sobre objetos
custeáveis
A unidade tempo (horas no caso, como também
poderia constar como minutos, havendo uma natural
conversão entre essas duas unidades afins) é adotada
sempre que o volume de serviço é diferente de uma
atividade ou operação para outra no mesmo Centro
de Custos.
7 Avaliação de custos operacionais sobre objetos
custeáveis
• O tempo de trabalho em cada Ordem de Produção
varia na dependência direta do volume processado
de um certo produto e no seu grau inerente de
complexidade.
• Quando se adotam unidades físicas constantes,
pode- se com isso deduzir que o trabalho é o
mesmo em termos de complexidade entre os
diferentes serviços executados.
7 Avaliação de custos operacionais sobre objetos
custeáveis
Avaliação de custo operacional unitário por Centro
Direto
• Feitas as devidas escolhas em cada Centro, e
também pensando-se na necessidade de captura
de dados para medir o volume mensal de trabalho
nos diversos serviços, é necessário avaliar em cada
centro o custo operacional unitário.
• Custo Operacional Final de determinado CC
Direto / ∑ Insumos Operacionais do Centro.
Quadro 7.1 APROPRIAÇÃO DOS CUSTOS
OPERACIONAIS DO CC 180
Produtos
Tempo/máquina de
execução dos
produtos no centro
Apropriação dos
custos operacionais
R$
A
250 h/máquina
25.000,00
B
150 h/máquina
15.000,00
C
200 h/máquina
20.000,00
D
500 h/máquina
50.000,00
M
400 h/máquina
40.000,00
TOTAL
1.500 h/máquina
150.000,00
Avaliação de custos operacionais sobre objetos
custeáveis
• Na sequência, a apropriação por produto
executado,
pressupõe
a
identificação
ou
mensuração dos insumos operacionais necessários
em cada Centro do fluxo do produto.
• O montante de custos operacionais apropriados a
cada serviço é resultante da ponderação entre os
respectivos insumos operacionais por Centro pelo
correspondente custo operacional unitário de cada
CC.
Modelos de Cálculo de Custos de Produtos
Produto : Queijo Minas caixa de 32 unidades de 330 g
A) Custos de Materiais Diretos
Descrição
Quantidade Custo unit. Custo Total
Caixa de papelão Minas Padrão
1
0,88
Fita adesiva transparente
0,00055
Sacola queijo Minas
32
8,52
Fermento Congelado...
0,00992
1,06
Cloreto de Cálcio
0,04064
0,07
Nitrato de Sódio
0,0304
0,31
Maxiren 1800 Granulante
0,00128
0,37
Leite in natura
101,376
85,16
Custo Total de Material Direto
96,37
Modelos de Cálculo de Custos de Produtos
Produto : Queijo Minas caixa de 32 unidades de 330 g
Modelos de Cálculo de Custos de Produtos
Produto : Manteiga Cx.24 unidades de 500 gr
Produto : Manteiga Cx.24 unidades de 500 gr
Descrição
Quantidade Custo unit. Custo Total
Creme de Leite
12
30,06
Manteiga em Bloco
6
60,3
Caixa de papelão manteiga 500
1
1,39
Fita adesiva transparente
0,00041
Tampa de alumínio PE CO
24
0,78
Pote de manteiga
24
5,08
Tampa para Manteiga
24
1,71
Sal Refinado
0,24
0,05
Corante Natural
0,00288
0,01
Custo Total de Material Direto
99,38
B) Custos Operacionais
Detalhamento dos Centros
Fabricação de Manteiga
Embalagem de Manteiga
Total Custos Operacionais
Insumo
Custo Unitário
Custo Total
0,061248
0,78
0,026208
0,32
1,1
C) A+B= Custo Industrial do produto Manteiga....................... 100,48
Modelos de Cálculo de Custos de Produtos
Produto : Leite Pasteurizado 1 cx. de 10 litros
A) Custos de Materiais Diretos
Descrição
Quantidade Custo unit. Custo Total
Saco plástico para leite
1
0,26
Filme para leite tipo C 1 litro
0,002778
0,03
Leite in natura
10
8,4
Custo Total de Material Direto
8,69
B) Custos Operacionais
Detalhamento dos Centros
Beneficiamento de Leite
Embalagem Leite Pasteurizado
Total Custos Operacionais
Insumo
Custo Unit. Custo Total
0,001124
0,09
0,003019
0,03
0,12
C) A + B = Custo Industrial do Leite Pasteurizado...........
8,81
Derivados
kg resultantes Preço de venda por kg em $
A
3.500
7,45
B
4.500
5,75
C
2.000
6,10
D
8.000
6,40
E
1.700
7,90
Quebra
300
Nada
Kg
Preço de Ponderação Apropriação de
Custo unitário
Derivados
resultantes venda por kg
R$
custos R$
diferenciado por kg R$
A
3.500
7,45
26.075,00
20.247,79
5,79
B
4.500
5,75
25.875,00
20.092,41
4,46
C
2.000
6,10
12.200,00
9.473,52
4,74
D
8.000
6,40
51.200,00
39.757,72
4,97
E
1.700
7,90
13.430,00
10.428,63
6,13
Quebra
300
Nada
–
–
–
128.780,00 100.000,00
–
Quadro 7.2
COEFICIENTES DE EQUIVALÊNCIA
Quadro 7.3
PERDAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO.
Centro de custos
110
120
130
140
150
Quantidade
inicial
1.360
1.340
1.340
1.336
1.330
Quantidade final 1.340 1.340 1.336 1.330 1.325
113
Quadro 9.1 COMPOSIÇÃO DE INSUMOS OPERACIONAIS POR
PRODUTO/CENTRO E APROPRIAÇÃO
114
Quadro 9.2 — POSIÇÃO DE ESTOQUES POR FASE
Quadro 9.2.1 — POSIÇÃO DE ESTOQUES POR FASE
Quadro 9.3 MOVIMENTAÇÃO FÍSICA DOS PRODUTOS PRONTOS EM PEÇAS
PRODUTOS
ESTOQUE
INICIAL
PRODUÇÃO
FINAL BOA NO
MÊS
VENDAS
NO MÊS
ESTOQUE
FINAL
E
1.000
3.000
1.800
2.200
F
———
3.000
500
2.500
G
———
4.000
3.700
300
H
———
———
———
———
I
———
6.000
4.500
1.500
J
———
800
100
700
117
Quadro 9.4 — APROPRIAÇÃO DO PRODUTO H POR FASE (CC)
118
Quadro 9.5 — Valorização dos estoques e produtos concluídos (F)
Situações
Custos das fases
CC 10
Materiais diretos
Custos operacionais
40.000,00
4.000,00
44.000,00
CC 10
CC 11
Nada
4.000 peças
17.600,00
CC 12
CC 13
2.000 peças 1.000 peças
Produtos
concluídos
3.000 peças
8.800,00
4.400,00
13.200,00
333,33
166,67
500,00
312,50
937,50
4.879,17
1.634,40
16.271,90
CC 11
Custos operacionais
1.000,00
CC 12
Custos operacionais
1.250,00
CC 13
Custos operacionais
1.634,40
47.884,40
17.600,00
9.133,33
119
Quadro 9.6.1 Custos das fases em estoques de J e valorização das
entradas na expedição
121
Classe: materiais diretos
122
O estoque final resulta da ponderação de peças em
estoque de cada produto pelo respectivo custo unitário de
produtos prontos, a saber:
123
Na Contabilidade
R$
Estoque inicial semifabricados
23.000,00
+ Consumo de materiais diretos
111.250,00
+ Custo operacional
– Valor de imobilizações próprias e serviços para terceiros
54.990,00
1.155,00
– Estoque final de semi fabricados
89.963,61
= Valor da produção acabada no mês
98.121,39
Estoque inicial de produtos prontos
10.777,00
+ Produção de produtos acabados
98.121,39
– Estoque final de produtos prontos
54.343,78
= Custo de produtos vendidos
54.554,61
Valor das entradas no
Unidades vendidas
controle de
no mês
estoques($)
Produtos
Unidades acabadas
no mês
E
3.000
36.423,00
1.800
F
3.000
16.271,90
500
G
4.000
18.372,60
3.700
4,59315
16.994,65
I
6.000
16.362,00
4.500
2,72700
12.271,50
J
800
10.691,89
100
13,36486
1.336,48
98.121,39
Custo unitário ($)
11,800
5,4329666
Custo dos produtos
vendidos ($)
21.240,00
2.716,48
54.554,61
Atenciosamente!
Luciane C. Lagemann
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