CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA
FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
ROSEMEIRE ROSSIGALLI MERCADO
UM ESTUDO SOBRE OS CUSTOS INCIDENTES NO TRANSPORTE
RODOVIÁRIO DE CARGAS: APLICAÇÃO DE UM MODELO
LINS/SP
1º SEMESTRE/2014
CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA
FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
ROSEMEIRE ROSSIGALLI MERCADO
UM ESTUDO SOBRE OS CUSTOS INCIDENTES NO TRANSPORTE
RODOVIÁRIO DE CARGAS: APLICAÇÃO DE UM MODELO
Artigo Científico apresentado à Faculdade de Tecnologia
de Lins Prof. Antonio Seabra, para obtenção do Título de
Tecnólogo(a) em Logística.
Orientador: Prof. Dr. André Ricardo Ponce dos Santos
LINS/SP
1º SEMESTRE/2014
M553
Mercado, Rosemeire Rossigalli
Um estudo sobre os custos incidentes no transporte rodoviário de
cargas: aplicação de um modelo / Rosemeire Rossigalli Mercado. –
Lins, 2014.
17 f. : il.
Artigo (Trabalho de Conclusão de Curso de Tecnologia em
Logística) – Faculdade de Tecnologia de Lins Professor Antônio Seabra,
2014.
Orientador: Prof. Dr. André Ricardo Ponce dos Santos
1.Logística. 2.Transportes rodoviário. 3.Custos de transporte.
I.Santos, André Ricardo Ponce dos. II.Faculdade de Tecnologia de Lins
Prof. Antônio Seabra. III.Título.
CDD 658.78
Ficha elaboradora pela Biblioteca da Faculdade de Tecnologia de Lins
ROSEMEIRE ROSSIGALLI MERCADO
UM ESTUDO SOBRE OS CUSTOS INCIDENTES NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE
CARGAS: PROPOSTA DE UM MODELO
Artigo Científico apresentado à Faculdade de Tecnologia
de Lins Prof. Antonio Seabra, como parte dos requisitos
necessários para a obtenção do título de Tecnólogo(a)
em Logística sob orientação do Prof. Dr. André Ricardo
Ponce dos Santos.
Data de aprovação: ___/___/___
___________________________________
Prof. Dr. André Ricardo Ponce dos Santos
___________________________________
Profa. Me. Egiane Carla Camillo Alexandre
___________________________________
Prof. Me. Sandro da Silva Pinto
3
UM ESTUDO SOBRE OS CUSTOS INCIDENTES NO TRANSPORTE
RODOVIÁRIO DE CARGAS: APLICAÇÃO DE UM MODELO
Rosemeire Rossigalli Mercado ¹
André Ricardo Ponce dos Santos ²
¹ Acadêmica do Curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Lins
Prof. Antônio Seabra - Fatec, Lins-SP, Brasil.
² Docente do Curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Lins Prof.
Antônio Seabra - Fatec, Lins-SP, Brasil.
RESUMO
O transporte é considerado o componente mais custoso da logística, visto que o valor do
frete contempla em média dois terços do custo logístico. Sabe-se que o modal rodoviário
de cargas é o mais expressivo no Brasil, porque atinge praticamente todo território
nacional, possui a característica de transportar geralmente produtos semiacabados ou
acabados. Neste contexto, os gestores se esforçam para gerenciar e, quando possível,
minimizar os custos com esta atividade. É neste sentido que o objetivo do presente
trabalho é aplicar um modelo que permita a visualização da viabilidade econômica de
transporte rodoviário em uma empresa transportadora de cargas. Assim, foi realizado um
estudo teórico resgatando os principais conceitos logístico, modal rodoviário e sobre os
custos incidentes nesta atividade. De modo a permitir uma análise mais qualitativa, foi
realizado um estudo de caso em uma transportadora rodoviária de cargas de pequeno
porte. Com a realização da pesquisa, foi possível compreender que para uma boa gestão
de frota, o gestor deve ter conhecimento técnico de mercado de cada veículo da frota,
para saber a tonelagem permitida, como a média de cada caminhão e seus custos. Desta
maneira, o gestor terá uma visão mais ampla da empresa, para tomar futuras tomadas de
decisão.
Palavras chave: Logística. Transporte. Rodoviário. Custos de transporte.
ABSTRACT
Transport is considered the most costly component of logistics, since the freight comprises
on average two thirds of the logistics cost. It is known that the modal cargo road is the
most significant in Brazil, because it affects practically nationwide, has the characteristic of
transporting usually semi or finished products. In this context, managers strive to manage
and, when possible, minimize costs with this activity. It is in this sense that the objective of
this work is to apply a model that allows the visualization of the economic viability of road
transport in a cargo transportation company. Thus, a theoretical study was made, rescuing
the main logistical concepts, road transportation and about the costs incurred in this
activity. To allow a more qualitative analysis, a case study was conducted in a small road
cargo carrier. With the research, it was possible to understand that a good fleet
management, the manager must have technical knowledge of each vehicle in the fleet
market, to know the allowed tonnage, how is the average of each truck and its costs. Thus,
the manager will have a wider view of the company, to take future decision making.
Keywords: Logistics. Transport. Transportation costs.
4
INTRODUÇÃO
As empresas não tinham percepção correta da logística, elas só visavam o lucro,
não se preocupavam com os custos do produto final. Conforme Ballou (2012) o conceito
de logística é agregar valor ao menor custo possível.
Conforme Ballou (2010), o transporte é considerado a parte mais cara do custo
logístico, o frete costuma ser dois terços do custo logístico. Temos cinco tipos de modais:
ferroviário, rodoviário, aéreo, aquaviário e dutoviário. Neste trabalho vai ser o focado o
modal rodoviário, que se caracterizam por caminhões, carretas e outros veículos.
Segundo Pereira (2010) esse modal é o mais utilizado no Brasil, onde deve ser
feito uma analise pra ver se ele é viável, quanto ao custo, não sendo uma boa opção
quando se trata de longas distâncias.
Conforme Ballou (2010) os custos do transporte rodoviário são calculados
conforme a distância, transporte porta-a-porta. E os dados do produto, peso e roteiros.
Sendo compensável transportar pelo peso, somente quando o frete é pago por toneladas.
O presente trabalho tem como objetivo aplicar uma ferramenta que permita aos
gestores a análise dos resultados obtidos pelos veículos utilizados pela empresa.
Para realizar este trabalho, será realizado um estudo teórico com vistas a resgatar
os principais conceitos aplicados à logística, ao modal rodoviário, assim como um estudo
de caso em uma empresa de transportes rodoviários situada no interior do estado de São
Paulo.
1 REVISÃO TEÓRICA SOBRE LOGÍSTICA
1.1 HISTÓRIA DA LOGÍSTICA
A história da logística se iniciou da sua utilização nas guerras, devido a sua
distância. Naquela época, os militares planejavam e se organizavam para se definir a
melhor rota a ser feita.
No Brasil a logística foi percebida e utilizada na Segunda Guerra Mundial, se
tornando fundamental para a organização e aplicação de todas as atividades logísticas.
Segundo Faria e Costa (2012) a logística tinha como foco o marketing e a logística
propriamente dita ficava dispersa. Já na década de 60 iniciou-se o controle do fluxo de
materiais e transporte.
Nessa época os custos passaram a ter uma atenção especial, os gestores estavam
preocupados com os custos logísticos, embora as empresas não tivessem muita noção
dos custos nas operações logísticas dentro da empresa.
Tudo iniciou quando as pessoas migraram para as cidades, assim, com o passar
dos dias passou a ter uma demanda maior. Os fornecedores tinham que atender os
varejistas, que por sua vez tinham que manter estoques maiores. As empresas não
tinham uma percepção correta sobre logística, seus esforços eram somente nos lucros,
não se preocupando tanto com os custos que resultaria em que o produto chegasse às
mãos do cliente com menor custo possível e de boa qualidade.
Embora já fosse analisado baixar os custos, não havia nada um modelo que
pudesse ser gerenciando os mesmos. Com o aumento dos itens nas empresas foi se
tornando cada vez mais difícil e complexo controlar todo estoque. Neste sentido, surge à
contribuição da tecnologia da informação, fato este que o computador passou a exercer
um grande avanço para controlar todo o estoque armazenado.
Com um melhor gerenciamento dos estoques os custos passaram a ser reduzidos,
visto que a TI - Tecnologia da Informação passava a apresentar em que local estava
ocorrendo problemas na área logística, se tornando muito mais fácil e eficiente resolverem
o problema analisado.
5
Conforme Oliveira e Farias (2010) na época de 1982 foi desenvolvido o primeiro
sistema da logística integrada, o JIT (Just in Time) e o Kanban, que foram oriundos do
Japão.
Segundo Faria e Costa (2012), na década de 80 até hoje o que teve importância
fundamental foi o conceito da Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain
managent- SCM).
Este conceito de SCM utiliza basicamente cinco estágios: fornecedor, fabricante,
atacadista, varejista e o cliente final (ele é o início da cadeia). É por meio da integração
desses estágios que se pode fazer uma análise de cada um, tentando diminuir custos e
agregar valor ao produto. Para isso, os estágios sempre devem estar em boa integração,
pois desta maneira ocorre à competitividade.
1.2
CONCEITO DA LOGÍSTICA
Conforme Ballou (2012), a logística é a analise da gestão integrada, das áreas
tradicionais das finanças, marketing e produção. O conceito da logística é agregar valor
ao menor custo possível. Ela é o processo de planejar, implantar, e controlar o fluxo de
mercadorias, desde origem da matéria-prima ate o produto acabado.
Uma das atribuições da logística é otimizar esse percurso na movimentação de
bens ou na entrega dos serviços, no lugar certo fazendo com que o produto atenda a
condição desejada, ao menor custo.
Desta forma a logística acompanha todas as atividades de uma empresa ou de um
ciclo que se inicia com a matéria-prima até o consumidor final. Para que essa visão seja
acompanhada como um todo, a logística deve analisar alguns pontos essenciais e
fundamentais como: transporte, movimentação de estoque e processamento de pedidos.
Segundo Faria e Costa (2012) o objetivo da logística, é permitir que o cliente
receba o produto certo, no momento certo, com boas condições e tudo pelo menor custo.
Desta maneira, o principal foco da logística é deixar o cliente satisfeito. Para que
isso se torne possível ela tem que buscar estratégias, planejar e desenvolver sistemas.
Sob o ponto de vista de Bowersox, Closs e Cooper (2007) a logística tem a
responsabilidade de projetar, controlar o transporte, estoque (tanto produtos acabados ou
semiacabados), tudo pelo menor custo. Ela ajuda a obter vantagens competitivas, através
da competência logística, assim agregando valores.
2 TIPOS DE MODAIS DE TRANSPORTES
Conforme Ballou (2010), o transporte é considerado a parte mais cara do custo
logístico, o frete costuma ser dois terços do custo logístico. Há tempos atrás não era
possível pensar em obter um produto, que não fosse feito próximo a nós. Atualmente
existem cinco modais, que auxilia na melhor escolha do transporte, para que isso se torne
possível. De modo geral, os modais de transportes mais conhecidos são o Ferroviário,
Rodoviário, Aéreo e Aquaviário.
2.1 MODAL FERROVIÁRIO
Tem como característica o transporte de longo percurso e de pouca velocidade,
segundo Ballou (2010), transporta na maior parte matérias-primas (carvão, madeira,
produtos químicos) e produtos manufaturados de baixo custo, move cargas completas
maior parte das vezes, que fica mais barata do que as cargas fracionadas.
Na ótica de Hara (2011) a maior parte o custo é fixo, o Brasil tem 28.000 km de
ferrovias, sendo não utilizadas 6.000 km. O Brasil tem poucas ferrovias, quando
6
comparada com os Estados Unidos que tem 307.000 de ferrovias, esse modal vem
crescendo com acesso de ferrovias a portos.
Ballou (2012) indica este tipo de modal para viagens longas, pois 88% ele gasta de
tempo carregando e descarregando, atualmente esse transporte é feito por carga cheia
(igual ou maior a capacidade do vagão).
2.2 MODAL AÉREO
Tem como característica um transporte considerado muito caro, embora sua
velocidade seja muito rápida, principalmente em grandes distancias. Mas deixa a desejar
quando tem que fazer o transporte porta-a-porta.
Ballou (2010) chama a atenção quanto à vantagem deste modal, quando
relacionada a roubos, e a embalagem para transporte pode ser menos protetora ao
produto. Tem mais disponibilidade de aviões menores, transportando pessoas e cargas.
De acordo com Pereira (2010) esse transporte é indicado em cargas de alto valor e
perecíveis em situações de emergência, ideal para pequenos volumes e agilidade na
entrega. Tem o valor do frete mais alto quando comparado com os outros modais.
2.3 MODAL AQUAVIÁRIO
Neste modal, o transporte é indicado para grandes distâncias, é o mais lento e
necessita de outro como, por exemplo, o rodoviário, para obter um bom desempenho, ele
depende das condições climáticas.
Pode transportar cargas a granel, que não são muito caras, já aquelas cargas que
são transportados em contêiner são cargas de alto valor, principalmente quando são
cargas internacionais.
Ballou (2010) destaca que os custos e as perdas são relativamente baixos. Já suas
embalagens devem ser bem mais fortes, para que não ocorram danos ao produto durante
a carga e descarga. Faria e Costa (2012) contribuem afirmando que esse modal é muito
restrito quanto às rotas, é usado em grande distancias, porem muito lento.
Já Hara (2011) complementa que esse transporte movimenta cargas muito
grandes, fretes baixos para cargas pesadas, depende de condições climáticas.
Mais o principal problema enfrentado por esse modal é o lugar para atracar o navio,
como o porto de Santos está superlotado, e os navio passam dias esperando lugar para
se atracar.
2.4 MODAL RODOVIÁRIO
Possui a característica de transportar geralmente produtos semiacabados ou
acabados. Uma de suas vantagens entre os outros, é o serviço porta-a-porta, sendo
impossível o ferroviário e o aéreo, na visão de Ballou (2010), fazer esse serviço que é
oferecido pelo rodoviário. Na maior parte presta serviço rápido e confiável, pode
transportar uma carga, sem necessitar completar sua capacidade de toneladas.
Segundo Pereira (2010) esse modal é o mais utilizado no Brasil, deve-se fazer uma
analise se ele é viável, tem o grande custo operacional e alto uso de óleo diesel, tem
grande competitividade, e consegue atender vários locais, na maior parte das vezes não é
viável, em longas distâncias.
Um ponto muito importante é o alto custo com o combustível, que na percepção de
Hara (2011), o combustível no Brasil é muito caro e de baixa qualidade quando
comparados com outros países.
7
Segundo Faria e Costa (2012) esse modal pode transportar cargas pequenas e
medias a longa distância ou curta, sendo mais flexível quando comparado com os outros
modais.
A vantagem deste modal é o único, que transporta em menor quantidade, apesar
de rodovias ruins, o estado que possui melhores rodovias é o estado de São Paulo,
embora seja cobrado um preço muito alto, os pedágios são considerados abusivos pelos
caminhoneiros.
2.4.1Tipos de Cargas
Segundo FIESP (2013), as cargas rodoviárias devem ser protegidas pela
embalagem de acordo com o transporte e o produto. Elas são classificadas:
• Carga geral: elas podem ser transportadas soltas (pode ocorrer o transporte de
várias formas, como: sacos, caixas, nesse caso acontecem muitas perdas, pelo fator de
se transportar partes pequenas); e unitizadas pode ser transportadas de maneira que a
movimentação é feita por mecanizados por uma única unidade.
• Carga a granel: esse tipo se dá a cargas soltas que não são possíveis serem
contadas e podem ser secas ou não.
• Carga frigorífica: são cargas perecíveis que necessitam de um congelamento.
• Carga perigosa: são cargas que possibilitam riscos as pessoas que transportam,
e aquelas que estão ao seu redor, como combustíveis.
• Neo-granel: é o transporte feito em lotes, por exemplo.
Os tipos de cargas são completa (TL), carga fracionada (LTL) e cargas especiais. A
TL são cargas com mais de ate 7.000 quilos, geralmente com um único destino,
barateando o frete. Já a LTL com menos de 7000 quilos, essa já com despesas mais
altas, não atingindo a capacidade da carreta. Ainda a de cargas especiais é a granel ou
pacotes, determinando um único produto, ela não concorre com a TL e nem com a LTL.
(BOWERSOX, CLOSS e COOPER, 2007).
Segundo Ballou (2012), as cargas granéis, minimizam os custos, pois transporta
em máxima quantidade, na maior distância, não é necessário embalagem, somente
depois se divide em menores quantidades. Esse transporte sofre menores danos, tem
menor custo em embalagem e armazenagem. Sendo indicada para grandes volumes.
Tabela 2.1 – Desempenho Médio em uma Variedade de Circunstâncias
Classificação relativa de transporte por custo e características de desempenho operacional
Modal de
transporte
b
Custo
1=maior
Ferroviário
Rodoviário
Aquaviário
Dutoviário
Aéreo
a
b
Características de desempenho
Tempo médio de entregac
1=mais rápido
3
2
5
4
1
3
2
5
4
1
variabilidade do tempo de entrega
d
Absoluta
1=maior
Percentual
1=menor
Perdas e danos
1=menor
4
3
5
2
1
3
2
4
1
5
5
4
2
1
3
Presume-se que o serviço esteja disponível
Custo por tonelada-milha
c velocidade porta-a-porta
d Taxa da variação absoluta do tempo de entrega em relação ao tempo médio de entrega
Fonte: BALLOU (2010, p.158)
a
8
3 O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
Para Freitas (2004), o transporte rodoviário de cargas, é aquele que é realizado
em estradas, por caminhões e carretas.
A logística é responsável pelo tipo de modal, prazos, estoque e frotas em linhas
gerais, o transporte de rodoviário de cargas é o deslocamento da matéria-prima ou
produto acabado de dois pontos geográficos. O transporte surge devido à necessidade do
cliente em adquirir algum produto ou bem.
De acordo com Mello (2000) esse transporte tem uma grande vantagem, por
realizar o serviço porta-a-porta, com boa flexibilidade, opção de escolha quando se refere
a rotas e a capacidade de cargas.
Conforme Lambert apud Macohin (2001), o transporte deve ser muito bem
administrado, para que a empresa satisfaça o cliente e obtenha retorno sobre seus
investimentos. Sendo assim, as estratégias de decisão eficazes e eficientes são
fundamentais tanto para os transportadores que fornecem os serviços como para os
embarcadores que usam.
O modal rodoviário de cargas é o mais expressivo no Brasil, porque atinge
praticamente todo território nacional, conforme Alvarenga e Novaes (2000).
Segundo Kato (2005), o valor do frete é muito baixo, se tornado um problema no
setor, pois impede o crescimento de outros modais, criando uma barreira quando se trata
da multimodalidade.
3.1 CUSTOS INCIDENTES NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
Para atingir o objetivo deste trabalho, é importante a correta interpretação dos
conceitos de Custos e Despesas, visto que são duas terminologias distintas.
Em linhas gerais, as Despesas são itens que reduzem o Patrimônio Líquido. De
acordo com Martins e Rocha (2010), despesa é uma expressão monetária de consumo de
bens e serviços utilizados para a geração de receitas. Para que o evento possa ser
considerado uma despesa, é necessário, que ocorra o consumo e objetivo operacional.
Deve utilizar um recurso econômico, objetivo operacional: é manter em atividade a
empresa como um todo de modo a gerar receita.
No tocante aos Custos, estes também são considerados como um gasto que
segundo Martins (2003), é um gasto de bem ou serviço, que é utilizado na produção de
outros bens ou serviços. Para que seja considerado um custo, é necessário a ocorrência
de consumo, a transformação de um recurso econômico e ter o objetivo de produzir
serviços ou produtos.
Os custos podem ser diretos ou indiretos. Conforme Martins e Rocha (2010) os
custos diretos são utilizados exclusivamente no projeto, desenvolvimento e produção de
um produto. São os elementos que fazem parte do produto final.
Segundo Leone e Leone (2010), os custos indiretos são caracterizados por não
serem facilmente identificados aos produtos. Como por exemplo, energia elétrica,
limpeza, seguro, aluguel e entre outros.
Os custos também podem ser fixos ou variáveis. Segundo Padoveze (2006), os
custos fixos são considerados, quando o seu valor não se altera com o volume da
produção da empresa.
A aplicação desses conceitos no transporte rodoviário torna-se extremamente
importante, pois segundo Ballou (2012), no Brasil os custos logísticos são equivalentes a
21% do PNB (Produto Nacional Bruto). Deste montante, 46% estão alocados no
transporte, 28% na armazenagem, 18% nos estoques e 6% na administração.
9
O custo com o transporte está relacionado com o tipo do serviço. Conforme
descrito anteriormente, existem custos fixos e variáveis. No caso dos custos fixos, cita-se
todos os gastos necessários à manutenção dos veículos, os salários e encargos dos
motoristas, assim como a instalação de terminais, equipamentos de transporte e
administrativo.
No caso dos custos variáveis, em linhas gerais são os gastos com combustíveis e
lubrificantes, pedágios e dependendo do método de custeio, até os pneus devem ser
considerados.
Segundo Ballou (2010), os custos do transporte rodoviário são calculados pela
origem e destino, e o transporte porta-a-porta. Levando em conta alguns aspectos
importantes tais como: produto, tamanho da carga, roteiros e outros fatores.
Para o transportador só é compensável carregar por peso quando se é pago o frete
por tonelada, a maioria das vezes, quando a distância é longa, esse tipo de frete não é
compensável, pois os custos são maiores, e o desgaste também. Para o transportador,
em viagens mais longas só é viável se a carga é leve, pois gera menos custos e desgaste
do caminhão.
Segundo Faria e Costa (2012), o custo transporte pode gerar competividade, porém
as empresas devem estar atentas, pois a função é diminuir custos. A empresa também
deve fazer uma boa análise de quando é viável ter frota própria ou terceirizar o transporte.
Pois quando são próprios, os custos são variáveis e fixos, já na terceirização são somente
variáveis. Independente da escolha, a empresa deve avaliar qual opção gera menos
custos. O transporte rodoviário é o que tem o custo fixo baixo.
Quadro 3.1 - Características dos principais modais de transporte.
Item/Modo
Rodoviário
Ferroviário
Aéreo
Dutoviário
Capacidade
Embarques
Aquaviário
Embarques
Embarques
Embarques
Embarques
do embarque médios
médios
menores
maiores
maiores
Velocidade
Média
Menor
Maior
Menor
Menor
Preço (para Médio
Menor
Maior
Menor
Menor
Mais lenta
Mais rápida
Lenta
Lenta
Mais caro
Menos caro
Mais caro
Mais caro
Baixo
Alto
Alto
Alto
Médio
Médio
Baixo
Alto
Baixo
Baixo
usuário)
Resposta do Média
serviço
Custo
de Médio
inventário
Custos
fixos
Custos
variáveis
Fonte: Faria e Costa (2012, p. 89).
10
3.2 MODELO DE GESTÃO
Um modelo de gestão, segundo Santos (2006, p. 51) “ tem como objetivo subsidiar
as necessidades informacionais relativas à vida econômico-financeira da organização,
bem como as necessidades de avaliação dos administradores internos”.
Em outras palavras, este modelo se preocupa com as informações necessárias
para a gestão econômica e financeira da organização, tendo como apoio, todas as
informações operacionais da empresa.
Em sua grande maioria, os modelos de gestão geralmente estão voltados para
finalidades gerenciais, mais precisamente no apoio a tomadas de decisões. Por este
motivo, Santos (2011) enfatiza a importância da aplicação do conceito do método de
custo variável/direto que contempla a utilização da Margem de Contribuição.
Neste sentido, Horngren, Sundem e Stratton (2004) argumentam a vantagem do
custeio variável e do conceito de margem de contribuição em relação ao custeio por
absorção salientando a importância deste método para as tomadas de decisões.
Em linhas gerais, a Margem de Contribuição, segundo Padoveze (2006) é a
diferença entre a receita gerada e os custos e despesas totalmente variáveis. Martins e
Rocha (2010) destacam que a base conceitual da gestão de custos voltada à tomada de
decisões de rentabilidade deve ser formada pelos conceitos de custeio variável, margem
de contribuição de produtos, margem de contribuição de linhas e divisões e margem de
contribuição por fator limitativo de produção.
4 METODOLOGIA
Para atingir os objetivos deste artigo, será descrita a seguir a metodologia utilizada
para o desenvolvimento do trabalho, tal como o método de pesquisa. Conforme Chizotti
(2005), a pesquisa deve adotar métodos condizentes com o assunto a ser explorado.
4.1 MÉTODOS DE PESQUISA
Dentre vários métodos disponíveis, neste trabalho foi realizada uma pesquisa
bibliográfica com o objetivo de reunir os trabalhos científicos sobre os assuntos
pesquisados formando a matéria-prima da pesquisa bibliográfica.
Martins e Lintz (2007) explicam que a pesquisa bibliográfica tem como objetivo
explicar e discutir um assunto com base em referências teóricas, conhecendo e
analisando os conhecimentos científicos.
Com vistas a aprimorar a qualidade da pesquisa, foi realizado um estudo de caso
em uma empresa de transportes situada na cidade de Lins que atua no transporte
rodoviário de cargas.
O estudo de caso, segundo Yin (2005) é uma pesquisa empírica que investiga um
fenômeno contemporâneo dentro do seu contexto da vida real.
Para coletar os dados referentes à composição dos custos das operações de
transportes, foi realizado um questionário contemplando perguntas referentes às
operações de transporte e sobre o gerenciamento dos custos. Conforme apresentado nos
apêndices deste trabalho.
5 PROPOSTA DO MODELO
O modelo proposto neste artigo foi estruturado com base nas variáveis incidentes
nas operações realizadas por veículos de cargas, mais precisamente, caminhões e
carretas.
11
Como o objetivo é elaborar um Modelo que permita a análise dos resultados de um
modo mais preciso, foi criado uma Planilha de Gestão Econômica por Viagem que visa
apresentar os dados técnicos de cada veículo utilizado pela empresa conforme demonstra
a figura 5.1 a seguir:
GESTÃO ECONÔMICA POR VIAGEM
Veículo:
SCANIA 112 HS
Placas:
DADOS DA VIAGEM
Percurso:
Clementina
Responsável pela Viagem:
Data da Ida:
Data do Retorno:
28/10/2013
28/10/2013
até
Custo de Pedágios Ida:
Custo de Pedágios Volta:
Kilometros Percorridos:
Santos
A
1
-2012
Total (em Km)
600
Telefone:
Horário: 06:00
Horário: 15:00
Dias à Disposição do Veículo:
Valor do Combustível:
Viagem n.
ABC-1234
1
2,22 Média do Veículo (por Km Rodado):
570,00
2,14
MARGEM APLICADA
123%
]
600
Combustível Necessário (litros)
280,37
Despesas com Combustível:
622,43
Pedágios:
570,00
Diária do Motorista:
50,00
Depreciação:
24,62
VALOR DO SERVIÇO
MARGEM LÍQUIDA
2.825,51
1.558,47
Outros Custos
Total dos Custos Variáveis
1.267,05
Figura 5.1-Planilha de Gestão Econômica por Viagem
Fonte: Elaborada pelos Autores.
Conforme a figura acima foi considerada uma viagem realizada por um caminhão, cujo
percurso foi de Clementina-SP a Santos-SP. De modo geral, esse percurso compreende
600 quilômetros (trajeto de ida).
Percebe-se que a planilha contempla a informação sobre o diesel que foi utilizado,
tendo o valor de R$2,22 por litro. Já no caso do veículo, o caminhão analisado consome
uma média de 2,14 quilômetros por litro. Neste caso, o gasto total com combustível foi de
280,37 litros, o que equivale a R$ 622,43.
Já os custos com pedágios, foram utilizados um software de roteirização gratuito do
Sistema Via Fácil que apontou o custo do pedágio em R$ 570,00. Outro dado relevante é
o valor que é pago ao motorista como diária (para fins de alimentação) que é de R$ 50,00.
Para o cálculo da depreciação, foi considerada uma taxa de depreciação de 10%
(conforme utilizada pelo mercado) que foi aplicada sobre o valor do veículo, que neste
caso foi de R$ 80.000,00. Deste resultado, dividiu-se por 365 (equivalente ao número de
dias por ano) e multiplicado pela quantidade de dias que o veículo será utilizado nesta
viagem (no exemplo ilustrado utilizou-se 1 dia), finalizando com o valor de R$ 24,62. Ao
todo, o custo variável da viagem foi de R$1.267,05.
12
Com base neste valor, a empresa aplicará um percentual de Margem de
Agregação que neste caso foi de 123% que resultou no total de R$ 2.825,51, onde obteve
uma margem liquida de R$1.558,47.
5.1 RESUMO GERAL MENSAL
No final do período, o gestor terá a sua disposição o resultado gerado por cada
veículo da frota. Na figura 5.2 a seguir, é apresentada a consolidação das viagens
realizadas pelo Veículo Scania - 112 - HS.
RESUMO GERAL MENSAL
Veículo:
SCANIA 112 HS
Kilometros Percorridos:
2.470
Combustível Necessário (litros)
1.049,24
Despesas com Combustível:
2.329,32
Pedágios:
1.653,20
Diária do Motorista:
350,00
Depreciação:
172,31
Outros Custos
Total dos Custos Variáveis
Placas:
VALOR DO SERVIÇO
MARGEM LÍQUIDA
ABC-1234
9.769,56
5.264,73
4.504,83
Figura 5.2 - Planilha de Resumo Geral Mensal por Veículo
Fonte: Elaborado pelos Autores.
De acordo com a Figura 5.2, o veículo Scania 112-HS percorreu durante o mês o
total de 2.470 quilômetros e, consumiu no mesmo período o total de R$ 4.504,83 em
custos Diretos/Variáveis o que resultou em uma Margem Líquida de 5.264,73.
Essas informações são consideradas impróprias para a Gestão de Resultados, pois
não consideram os Custos Fixos que a empresa obteve no mesmo período. Diante deste
contexto, foi necessário elaborar um modelo de Consolidação das informações que
permitirá ao gestor, obter uma visão global das operações da empresa transportadora.
5.2 CONSOLIDAÇÕES DAS INFORMAÇÕES
Uma vez finalizado o período do gerenciamento (geralmente mensal), é possível
identificar quais foram os resultados obtidos por cada veículo que compõe a frota. É
importante ressaltar que o gestor deve ter conhecimento técnico e de mercado de cada
veículo, pois são informações extremamente relevantes para que se possa identificar o
valor de mercado do veículo, assim como as características técnicas como tonelagem
permitida e média de consumo de combustível.
A figura 5.3 a seguir apresenta a consolidação de todas as operações realizadas
pelos veículos na empresa.
13
Descrição
Quantidade de Quilometros Percorridos
Receita Operacional de serviços
SCANIA 112 HS MERCEDES 1630
2.470
1.930
0,00
0,00
0
0
9.769,56
100%
5.125,14
100%
0,00
100%
0,00
100%
Custos com Combustíveis
2.329,32
24%
1.765,64
34%
0,00
####
0,00
####
Custos com Pedágios
1.653,20
17%
825,00
16%
0,00
####
0,00
####
Custos com Diárias dos Motoristas
350,00
4%
100,00
2%
0,00
####
0,00
####
Outras Custos Diretos
172,31
2%
49,23
1%
0,00
####
0,00
####
5.264,73
54%
2.385,27
47%
0,00
####
0,00
####
Custos Diretos
Margem de Contribuição por veículo
RECEITA OPERACIONAL TOTAL
14.894,69
100%
CUSTOS DIRETOS TOTAIS
7.244,70
49%
MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO TOTAL
7.649,99
51%
Custos Fixos
4.762,40
32%
0,00
0%
2.887,59
19%
Despesas Fixas
MARGEM OPERACIONAL TOTAL
Figura 5.3 - Modelo de Gestão de Resultados Consolidado
Fonte: Elaborado pelos Autores.
Na figura acima, foram considerados os 2 veículos que a empresa utiliza em suas
atividades. No modelo proposto, é possível perceber que os veículos tiveram operações
bem diferentes, ou seja, o veículo Scania 112-HS percorreu 2.470 quilometro e obteve
uma Margem de Contribuição de 54%, que corresponde a 5.264,73.
No caso do veículo Mercedes LS 1630, foram percorridos 1.930 quilometro e sua
Margem de Contribuição foi de apenas 47%, ou seja, R$ 2.385,27.
Sabe-se que a Margem de Contribuição considera apenas os custos
diretos/variáveis, neste sentido, a diferença apresentada entre os dois veículos diz
respeito à aplicação da Margem Agregada (70%) que foi aplicada sobre uma viagem
realizada pelo Veículo Mercedes LS 1630 quando comparado ao veículo Scania 112-HS
que teve a Margem Agregada de 120% em todas suas viagens.
Neste sentido, o modelo permite identificar as variações que ocorrem entre os
veículos, cabendo ao gestor, gerenciá-las da melhor forma possível, com vistas a
maximizar os resultados gerados pelos veículos.
Depois de identificada a Margem de Contribuição Total, foram alocados todos os
Custos e Despesas Fixas do período que neste exemplo equivalem a Custos com
Seguros, Lubrificantes e despesas como Energia Elétrica, Telefone, Água e Esgoto,
Retirada do proprietário e outras despesas de pequeno valor.
Por fim, é apresentada a Margem Operacional Total que apresentou o percentual
de 19%, ou seja, R$ 2.887,59 considerando todos os gastos relativos ao período.
6 CONCLUSÃO
Nesta pesquisa, foi abordada uma empresa de transporte, pelo qual foi analisado
um estudo sobre algumas viagens realizadas. Conforme descrito anteriormente, foi
elaborado um questionário para a coleta dos dados referente aos percursos, sendo
14
possível uma avaliação de todos os custos.
Com o modelo apresentado, o gestor passa a obter informações sobre os custos
de cada caminhão isoladamente, e, por conseguinte, uma visão mais ampla de toda
empresa.
Uma das características do modelo apresentado é a não consideração das
despesas fixas da empresa como custo dos caminhões, visto que se utilizou o conceito da
Margem de Contribuição. Com a utilização deste conceito, foram desconsiderados todos
os valores que não possuíam nenhuma relação direta com o serviço de transporte
prestado.
Ao mesmo tempo, é importante ressaltar que o gestor deve ter um conhecimento
técnico e de mercado de cada veículo da frota, para que ele possa saber a tonelagem
permitida, como a média de cada caminhão, e seus custos.
Com base nas informações obtidas, os 2 veículos que a empresa possui, tiveram
operações diferentes, a margem de contribuição, quando comparadas foi muito distinta,
sendo que o Scania 112HS teve a margem em 120% em todas as viagens realizadas, já o
outro veiculo uma Mercedes 1630, obteve 70%. Desta maneira, é possível identificar as
variações que ocorre entre os veículos.
Como o objetivo de um modelo de gestão é subsidiar futuras tomadas de decisão,
este modelo contempla informações que auxiliarão os gestores em possíveis aquisições
futuras de veículos, assim como futuras reestruturações operacionais, como, por exemplo,
o aumento da infraestrutura para atendimento a um número maior de veículos.
Por fim, torna-se extremamente relevante para futuras pesquisas, o levantamento
de possíveis variáveis e informações que não foram contempladas neste trabalho.
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16
APÊNDICE A- QUESTIONÁRIO RESPONDIDO PELO GESTOR DE TRANSPORTE
I
IDENTIFICAÇÃO
Empresa: ______________________________________________
Localização: ____________________________________________
Ramo de atividade: ______________________________________
II
ASPECTOS A SEREM OBSERVADOS
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Constituição da empresa.
Instalações e Infraestrutura.
Funcionamento da empresa.
Trajeto a ser Percorrido
Médio do Veículo
Valor do Veículo
Quilometragem da Viagem
Quantas toneladas o Veículo Transporta
Valor Recebido pelo Frete
17
APÊNDICE B- ROTEIRO DE ENTREVISTA COM O PROPRIETÁRIO DA EMPRESA
I
IDENTIFICAÇÃO
Empresa: ______________________________________________
Localização: ____________________________________________
Ramo de atividade: ______________________________________
II
1
PERGUNTAS ESPECÍFICAS
Qual a quilometragem percorrida de cada veículo por mês da empresa?
2
Quantos dias cada motorista usou em cada viagem?
_______________________________________________________________________
3
Qual a média em litros consumidos em cada veículo da empresa?
______________________________________________________________________
4
Qual o valor de cada veículo da frota?
_______________________________________________________________________
5
Quantas toneladas cada veículo da empresa transporta?
_______________________________________________________________________
6
Qual valor recebido pelo frete de cada veículo da empresa?
_______________________________________________________________________
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