ASSEMBLEIA DE FREGUESIA ACTA NÚMERO OITENTA E CINCO Aos catorze dias do mês de Dezembro de Dois Mil e Doze, pelas dezoito horas, reuniu a Assembleia de Freguesia de Alvoco das Várzeas, na sua sessão ordinária, na sala polivalente da Junta de Freguesia de Alvoco das Várzeas, estando presentes o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia, José Nunes Andrade, o segundo secretário, Luís Antero Neves Gonçalves e os vogais José Mário Andrade Nunes, Rosa Adriana Mendes de Jesus, Laura Maria Gouveia Brito e José Dias. A Assembleia de Freguesia teve o seu início com a leitura da acta número oitenta e quatro, datada de vinte e nove de Setembro de Dois Mil e Doze, a qual, depois de colocada à apreciação, discussão e votação, foi aprovada por maioria. O primeiro secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia não esteve presente, apresentando para o feito a devida justificação, sendo substituído pelo vogal José Manuel Figueiredo Mendes. Luís Antero Neves Gonçalves, segundo secretário desta mesa, respondeu ao teor da intervenção escrita do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, José Nunes Andrade, cujo teor se encontra exposto na acta número oitenta e quatro, de vinte e nove de Setembro de Dois Mil e Doze, criticando o mesmo pela forma pública com que este apresentou a respectiva intervenção acerca das faltas justificadas do segundo secretário. Reportando-se aos factos, Luís Antero Neves Gonçalves afirmou que faltou seis vezes e também que todas elas se encontram justificadas. Considerando as declarações do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia como altamente individualizadas e destinadas exclusivamente à sua pessoa, Luís Antero afirmou ainda que seria uma falta de responsabilidade da sua parte não justificar as faltas que cometeu, dizendo ainda que não pode estar à espera de uma convocatória para a Assembleia de Freguesia e só depois, com base nisso, tratar dos seus compromissos artísticos que, algumas vezes, coincidiram com a data da Assembleia de Freguesia, sendo que neste caso, afirma, nada mais há a fazer do que justificar a respectiva falta. Luís Antero considerou ainda lamentável e despropositada a declaração do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia dentro do órgão a que este preside. Mais afirmou ainda que, antes de o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia ter levado o assunto a este órgão, deveria ter contactado primeiro o segundo secretário para lhe dizer qual a sua pretensão ou, em alternativa, focar a matéria numa reunião do Partido Socialista, do qual os dois membros fazem parte. Trazer o assunto à Assembleia de Freguesia depois de as faltas estarem devidamente justificadas, é para o segundo secretário algo que não lhe parece correcto, até porque, continua, já anteriormente, por altura de uma quase inevitável perda de mandato do PSD na Assembleia de Freguesia, tinha sido votada e aprovada a possibilidade de os membros da Assembleia de Freguesia que tivessem que faltar justificadamente serem substituídos pelo vogal imediatamente a seguir. Luís Antero afirmou ainda que esteve, está e estará disponível para trabalhar, quer pelo PS, quer pela freguesia de Alvoco das Várzeas e que o espírito de servir que o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia afirma ter o vogal José Manuel Figueiredo Mendes, também o segundo secretário o tem e sempre teve, através da sua disponibilidade para trabalhar por Alvoco das Várzeas, tendo, neste âmbito, formas diferentes de o fazer e não abdicando desta mesma forma de acção, até porque não há outros na freguesia que o façam como ele o faz. Relativamente ao sacrifício pessoal que também foi apontado ao vogal José Manuel F. Mendes pelo Sr. Presidente da Mesa, Luís Antero afirmou que também ele faz o mesmo tipo de sacrifícios e que todos os restantes membros da Assembleia de Freguesia o fazem, sem excepção. O segundo secretário referiu-se ainda a um voto de louvor dedicado ao vogal José Manuel F. Mendes, presente na declaração atrás referida, afirmando Luís Antero que também agradece ao José Manuel, mas agradece também a todos os outros membros da Assembleia de Freguesia por a representarem dignamente. Na opinião do segundo secretário esta é mais uma prova da tendência individualizada e pessoal demonstrada pelo Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, o que o leva a crer, mais uma vez, que esta questão trazida a este órgão seja também altamente pessoal e contra o vogal Luís Antero Neves Gonçalves, o que não lhe parece correcto, tendo em conta que outros membros têm assento neste órgão, incluindo os representantes do PSD. O Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia interveio, dizendo que escutou com toda a tenção o explanado pelo vogal Luís Antero Neves Gonçalves e que não retira uma vírgula ao que disse e ao que escreveu sobre esta matéria, afirmando ainda que no mandato anterior esteve neste órgão como elemento da oposição, mas como tinha sido nomeado presidente da Associação Nacional de Especialistas da Força Aérea, que implicava muito trabalho no Porto, não podendo deste modo ser assíduo às reuniões da Assembleia de Freguesia, pediu a suspensão do seu mandato, tal como previsto legalmente. Segundo as palavras do Sr. Presidente da Mesa, não está em causa a justificação das faltas pelo vogal Luís Antero, mas sim a falta de assiduidade. Mais afirmou que a Assembleia de Freguesia é o local próprio para chamar a atenção e não pessoalmente. Entende que deve ser nos locais próprios que se devem discutir estas matérias e não noutro local qualquer. Realçou ainda que numa reunião do PS convocada pelo Sr. Secretário Coordenador, chamou igualmente a atenção para este caso. Ainda no período antes da ordem do dia, Luís Antero chamou a atenção para uma questão na Acta Nº 83, de vinte e três de Junho de Dois Mil e Doze, nomeadamente no tocante à intervenção daquele na Assembleia de Freguesia de Abril de Dois Mil e Doze, cujo assunto se reportava à abertura de servidão do prédio do Sr. Rui Moura, e onde constava uma afirmação do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia dizendo que, depois de ouvida a gravação que serviu de base à elaboração daquela acta, não se apercebeu da abstenção de Luís Antero sobre aquele assunto e que, na dúvida, tinha perguntado aos restantes membros da mesa se se lembravam da referida abstenção, tendo obtido da parte dos mesmos uma resposta negativa. O Segundo Secretário afirmou sentir-se incrédulo e surpreendido depois de ter lido esta explanação na referida acta e igualmente surpreendido pela posição tomada pelos restantes membros, relativamente à sua abstenção naquela matéria. Relembrou que a sua abstenção se prendeu com o facto de não concordar que, relativamente à matéria em causa, numa Assembleia de Freguesia se misturassem assuntos pessoais com assuntos de interesse público para a freguesia e que em nada dignificam o que este órgão representa, não compreendendo, de facto, como é que nenhum membro da Assembleia de Freguesia não se lembre da sua tomada de posição. Em resposta, o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, depois de se reportar à falta de qualidade do gravador normalmente usado nas reuniões deste órgão, afirmou que, de facto, não conseguiu perceber esta questão na gravação e que, na dúvida, colocou a mesma aos restantes membros da mesa, que também afirmaram não se terem apercebido da abstenção de Luís Antero. O Segundo Secretário tomou novamente da palavra para dizer que esta matéria poderia ter sido resolvida de outro modo, nomeadamente perguntando ao próprio se não se importaria de ouvir a referida gravação, na tentativa de esclarecer a dúvida levantada. Afirmou ainda que é o seu nome que está em causa, considerando esse facto grave, tendo sido a acta em causa aprovada e consequentemente disponível ao público. Luís Antero interveio novamente para deixar uma sugestão sobre futuros casos análogos, afirmando que, em caso de dúvida e antes de se redigir a acata definitiva, se tente encontrar o representante da Assembleia de Freguesia em causa nessa hipotética futura dúvida, para esclarecimento dos factos, observando que assim se salvaguarda positivamente o próprio nome da Assembleia de Freguesia. Não havendo mais qualquer resposta sobre o assunto, tomou a palavra o vogal José Dias relativamente à passadeira do Sr. José Santos, dizendo que está novamente interrompida, passando a água de um lado para o outro, sugerindo a colocação de manilhas novas. Disse ainda que tinha também visitado as Almas do Terreirinho. O Sr. Presidente da Junta de Freguesia interveio, afirmando que a referida passadeira já tinha sido desentupida, mas que com o arrastar de muitas folhas através da corrente de água e havendo também algo no seu interior que possa estar a obstruir a normal passagem da água, entope com facilidade. Afirmou igualmente que é muito fácil vir à Assembleia de Freguesia mandar fazer obras, mas primeiramente tem que se perceber a forma como estas podem ser financiadas. Mais afirmou que esta situação irá ser resolvida, assim que houver possibilidade. O Sr. Presidente da Junta de Freguesia interrogou o Sr. José Dias acerca do que ele verificou nas Almas do Terreirinho, respondendo aquele que o local se encontra cheio de mimosas, interrogando ainda o Sr. Presidente da Junta de Freguesia acerca do restauro das referidas almas, ao que este respondeu que já vários contactos tinham sido realizados com vista à recuperação daquele património arquitectónico e religioso da freguesia, estando a Junta de Freguesia com vontade de o fazer, mas de forma responsável, uma vez que o referido restauro terá que ser realizado com alguma minúcia e técnica. Depois de terminada a ordem do dia, passou-se seguidamente ao Ponto I do Período da Ordem do Dia: Informação da Actividade e Situação Financeira da Freguesia. Tomou a palavra o Sr. Presidente da Junta de Freguesia para informar dos subsídios atribuídos, nomeadamente ao Jardim de Infância de Alvoco das Várzeas; informou também acerca da aprovação pela Câmara Municipal de Oliveira do Hospital do projecto para o futuro Centro de Saúde; da requalificação do estaleiro da freguesia; da organização do Magusto e Feirinha da Castanha, em parceria com a Liga dos Amigos de Alvoco das Várzeas; pavimentação do passeio em frente à escola e à Fonte da Nespereira; requalificação da Rua do Outeiro; reunião com a empresa Águas do Zêzere e Côa, na ETAR, com vista à resolução do problema do local das saídas de água residuais e requalificação do perímetro circundante da referida ETAR; informou também da presença da Junta de Freguesia no protesto, em Lisboa, pela lei da extinção de freguesias e também na marcha lenta de protesto pela não continuação da construção do IC6, demonstrando, desta forma, solidariedade pelas freguesias do concelho extintas e pela causa pública da nossa região; colocação de vários enfeites de Natal na freguesia; expediente normal da freguesia; a situação financeira da Junta de Freguesia à data de 06 de Dezembro apresenta um saldo positivo de quatro mil setecentos e quarenta e nove euros e trinta cêntimos. Passou-se seguidamente à discussão do Ponto II do Período da Ordem do Dia: Apreciação, Discussão e Votação das Propostas da Junta de Freguesia para as Grandes Opções do Plano para o Quadriénio Dois Mil e Dez-Dois Mil e Catorze e do Orçamento da Receita e da Despesa para o ano Dois Mil e Treze. Depois de abertas as inscrições para o Ponto II da Ordem do Dia, a vogal Rosa Adriana tomou da palavra, perguntando ao executivo da Junta de Freguesia se foi no dia um de Dezembro que aprovou o orçamento, uma vez que só consta das cópias entregues a assinatura do Sr. Presidente de Junta e não dos restantes dois membros; chamou a tenção para o tardio envio da documentação, ao que a Sra. Secretária da Junta de Freguesia, Rosa Marques, respondeu que a documentação foi entregue dentro dos prazos legalmente estabelecidos; Rosa Adriana fez questão de frisar, para que conste da presente acta, que foi a primeira vez que tal documentação foi entregue dentro dos prazos legais estabelecidos; chamou igualmente a atenção para o que já tinha feito em anos transactos, nomeadamente no tocante ao Direito de Oposição, perguntando de seguida ao Sr. Presidente da Junta de Freguesia se este sabia o que era o referido direito, obtendo resposta negativa da parte daquele; realçou que o orçamento é muito parecido ao do ano transacto, havendo uma diferença de mil setecentos e dezassete euros entre um ano e outro; olhando para as contas, perguntou ao executivo em que rubrica é que a Junta de Freguesia vai incluir o donativo dado pelo Sr. Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, ao que recebeu de resposta deste que o donativo passou a ser entregue directamente à Presidente da Liga dos Amigos de Alvoco das Várzeas, para que esta procedesse à compra do que quisesse e oferecesse a quem mais precisasse; prosseguiu-se com a discussão do Ponto II do período da ordem do dia; o vogal José Dias interveio, lendo uma declaração onde constavam várias recomendações à Junta de Freguesia, nomeadamente no tocante a algumas obras na freguesia, que considerava bem feitas, mas que careciam de continuação para a resolução dos problemas de forma definitiva, como por exemplo na Rua do Outeiro, onde a água continuava a vir ter às Escadarias ou na Rua da Arrifana, conhecida pelo nome de Baixa da Banheira, chamando a atenção do executivo dizendo que já vai sendo tempo de este dar mais atenção a esta rua, onde toda a água vai parar, para prejuízo de quem lá habita, afirmando ainda que o executivo da Junta de Freguesia, neste mandato, se esqueceu da existência do Povo de Baixo; referiu-se ainda ao Caminho do Modorno e ao Caminho da Moenda, projectados para as chamadas obras dos Cem Dias, mas que até ao momento nada foi feito, vindo aquele caminho já do tempo do Sr. José Morais da Cruz; referiu-se ainda aos fontanários públicos, afirmando que foi gasto dinheiro para os recolocar a funcionar, mas que agora a população se vê privada do uso de água nos mesmos; referiu-se ainda a um muro caído na Rua da Arrifana; pediu também ao executivo da Junta de Freguesia que rectificasse o caminho do Modorno até à estrada da ETAR. O Sr. Presidente da Junta de Freguesia interveio, dizendo que a Junta de Freguesia tem conhecimento dos problemas da Rua da Arrifana, considerando que a mesma tem que ser requalificada, sendo essa uma preocupação da Junta de Freguesia, assim como a requalificação do Largo da Amoreira; acrescentou ainda que este executivo tem feito muita rectificação em diversas ruas da freguesia, porque as mesmas com executivos anteriores ficaram inacabadas ou com problemas que agora têm que ser resolvidos, não podendo assim o dinheiro ser canalizado para outras matérias igualmente importantes para a freguesia de Alvoco das Várzeas; acrescentou ainda que também foram realizadas obras importantes do lado de baixo da estrada, como na Fonte da Nespereira e o Caminho da Moenda, por exemplo; relativamente à água dos fontanários, o Sr. Presidente da Junta de Freguesia referiu que só fechando a Fonte da Amoreira é que se consegue ter água nos fontanários, uma vez que é ali que toda a água vai ter, não ficando a mesma nas restantes fontes; mais referiu que quando a Rua da Lagoa for requalificada se tentará perceber onde é que a água de perde, uma vez que está previsto a colocação de novos tubos em substituição dos existentes; relativamente ao muro caído, referiu que efectivamente é da responsabilidade da Junta de Freguesia o seu arranjo e tal será feito. Colocado o Ponto II do Período da Ordem do Dia a votação, o mesmo foi aprovado por maioria no que diz respeito às Grandes Opções do Plano para o Quadriénio Dois Mil e Dez-Dois Mil e Catorze e por unanimidade em relação ao Orçamento da Receita e da Despesa para o ano Dois Mil e Treze. De seguida passou-se ao Ponto III da Ordem de Trabalhos: Discussão de Outros Assuntos de Interesse para a Freguesia. Em informação, o Presidente da Junta de Freguesia solicitou à Assembleia de Freguesia que desse a devida autonomia à Junta de Freguesia para, de acordo com a lei em vigor, se proceder a conversações juntamente com a vizinha freguesia de Vide, concelho de Seia, para a definição dos limites da nossa freguesia no lugar de Candam de Baixo, uma vez que existe uma contradição entre o que publicamente se considera o limite da freguesia pelas Finanças, em Candam de Baixo, e o que agora vem estipulado nos mapas de limitação de freguesias do Instituto Geográfico Português. Pronunciando-se sobre esta matéria, Luís Antero referiu que, em nome do superior interesse público para a freguesia de Alvoco das Várzeas, esta proposta deveria ser aprovada por unanimidade. Colocada a votação, a proposta foi aprovada por unanimidade. Outra proposta da Junta de Freguesia foi colocada em cima da mesa neste Ponto III da Ordem de Trabalhos, solicitando à Assembleia de Freguesia a votação da proposta de agraciamento a pessoas e entidades que prestam relevante serviço à freguesia de Alvoco das Várzeas, seja instituída uma Medalha de Distinção, sendo essa pessoa e entidade sempre aprovada em Assembleia de Freguesia, por proposta da Junta de Freguesia. Colocada esta proposta a votação, a mesma foi aprovada por unanimidade. Uma outra proposta de atribuição de Medalha de Distinção por serviços relevantes prestados à Junta de Freguesia foi ainda submetida, pelo executivo da Junta de Freguesia de Alvoco das Várzeas, a conhecimento e aprovação pela Assembleia de Freguesia, aos seguintes cidadãos: Engº. Sales, residente na Lousã, e ao alvocense Sr. Fernando Gonçalves Andrade, pelo desempenho e dedicação demonstrados relativamente à migração do sistema de televisão analógico para o actual digital, TDT, e manutenção do posto emissor de televisão instalado no limite da freguesia de Alvoco das Várzeas. A vogal Rosa Adriana, interveio dizendo que seria também justo que esta Medalha de Distinção fosse igualmente oferecida ao Sr. António Lopes, residente em Unhais da Serra, pela cedência do terreno onde será construído o novo Centro de Saúde de Alvoco das Várzeas, o que foi aceite pelo executivo da Junta de Freguesia, frisando este que esta matéria tinha sido já discutida na última reunião ordinária da Assembleia de Freguesia e que era intenção da Junta de Freguesia prestar o devido reconhecimento pelo acto altruísta praticado pelo Sr. António Lopes. O segundo secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia, Luís Antero, também interveio nesta matéria, afirmando que já há dois anos atrás tinha proposto em sede de Assembleia de Freguesia a produção de uma obra de arte em escultura, no futuro miradouro da freguesia, em homenagem aos alvocenses falecidos e a todos os alvocenses em geral, que considera serem todos merecedores de reconhecimento. Posta a votação a proposta de atribuição da Medalha de Distinção aos cidadãos acima mencionados, a mesma foi aprovada por unanimidade. A proposta da vogal Rosa Adriana, relativamente ao mesmo assunto, mas referente ao Sr. António Lopes, foi igualmente aprovada por unanimidade. Terminado o período da ordem do dia, o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia abriu as inscrições para a intervenção do público presente. Luís Antero pediu a palavra para, no âmbito do seu compromisso com o actual executivo da Junta de Freguesia para a produção de alguma da programação cultural da freguesia de Alvoco das Várzeas, dar conhecimento e apelar à participação popular na terceira edição da iniciativa Tradição e Transmissão – A Cultura Popular de Alvoco das Várzeas, contando com a presença do Grupo de Cantares Tradicionais As Cotovias do Alvoco, do Grupo de Cantares Feminino Da Nossa Aldeia, da Tuna da Associação Progressiva de Santo António do Alva, para além de uma peça de teatro levada a cena pelo grupo da Catequese da Paróquia de Alvoco das Várzeas, subordinada ao tema Os Resineiros da Freguesia de Alvoco das Várzeas, com base em recolhas populares, referindo ainda que a organização deste evento, tal como em anos anteriores, é sua, mas sob o nome da plataforma web de recolha do património acústico da freguesia, Sons de Alvoco, com o apoio da Junta de Freguesia de Alvoco das Várzeas e das Catequistas da Paróquia de Alvoco das Várzeas. Depois de inscrito, o Sr. José Pais tomou da palavra para referir o mau aspecto em que se encontram as grades da ponte nova, ao Açude da Volta, sugerindo à Junta de Freguesia a sua pintura, respondendo o Sr. Presidente da Junta de Freguesia que, efectivamente, as referidas grades têm que ser pintadas. Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia deu por terminada a sessão pelas vinte horas e quinze minutos.