Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Instrumento de Avaliação
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA - Fontes de Consulta: Plano de
Desenvolvimento Institucional, Projeto Pedagógico do Curso, Diretrizes Curriculares
Nacionais, quando houver, e Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC.
1.1. *
Contexto educacional
Contexto educacional.
Como constatado nos dados apurados pelo INEP/MEC através da Sinopse Estatística da
Educação Superior (2002) e nos dados divulgados no relatório de Estatísticas dos Professores
do Brasil (2003), o Ministério da Educação, em 2003, demonstrou preocupação com o número
muito baixo de professores de Física e Química, e com a perspectiva futura de manutenção
desse quadro (Ibanez et. al. 2007). Em um quadro nacional, podemos verificar que existem
professores do ensino médio que ainda não têm licenciatura como formação. Em 1991, o
percentual de professores com licenciatura, que atuavam no ensino médio, era de 74,9 %. Em
2002, este percentual subiu para 79%. A demanda por licenciatura não é grande, mas tem
aumentado nos últimos anos. O número total de candidatos inscritos para cursos de formação
de professor de Física é de 12.596 para 3.233 vagas.
Analisando-se os dados da Estatística dos Professores do Brasil (2003), como mostra a tabela
5.1, pode-se fazer constatações relevantes. A demanda em 2002 era de 23.514 professores de
Física, isto apenas para o ensino médio. Considerando que os professores de Física deveriam
ocupar as vagas de Ciências de 6º a 9º ano do ensino fundamental na mesma proporção que
os professores de Química e de Biologia, somaríamos uma demanda de 55.231 professores de
Física. De 1990 a 2001, foram licenciados 7.216 professores de Física. A estimativa do Governo
é de licenciar mais 14.247 professores de Física até 2010. Pode-se perceber que a situação é
tão delicada que o número de professores de Física formados em 2010 já não seria suficiente
para atender a demanda em 2002, isto apenas para o ensino médio.
Neste contexto, o IFMG – Campus Ouro Preto, que é uma instituição pública de ensino técnico
- integrado e ensino profissional e tecnológico, têm o objetivo de passar a atuar no ensino
superior voltado às licenciaturas, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, visando
contribuir, não somente para a formação técnico-científica de profissionais para atuarem na
área, como também para o pleno exercício da cidadania.
A região Sudeste, mais especificamente a região que abrange a cidade de Ouro Preto e seus
municípios vizinhos, desempenha um papel fundamental no cenário da economia nacional,
pois concentra uma grande quantidade de recursos naturais. Como uma região de extração
mineral que vem se desenvolvendo e alcançando posição de destaque no país, a região
enfrenta o desafio de se desenvolver economicamente, sem agredir o meio ambiente e
absorver mão de obra especializada à aplicação de novas tecnologias para a extração dessas
riquezas naturais. Sendo assim, há a grande preocupação na formação de recursos humanos,
em particular a formação de professores que irão atuar na formação básica dos estudantes,
futuros profissionais, que ingressarão no mundo do trabalho e estarão em contato direto com
as inovações tecnológicas.
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Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
A consolidação dos Cursos de Licenciatura do IFMG – Campus Ouro Preto surge da necessidade
de implantar, desenvolver e fortalecer atividades de apoio contextualizadas com a realidade
local e/ou regional, com temas de pesquisa voltados para o ensino interdisciplinar, aplicados à
tecnologia e voltados para a sociedade, de forma a resultar numa visão crítica do ensino e da
realidade na sala de aula e, consequentemente, uma melhor formação de professores que
deverão atuar nas escolas de ensino fundamental e médio. Também é importante ressaltar
que o novo sistema federal de ensino técnico e tecnológico, que transforma os atuais CEFETs e
Escolas Técnicas em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - IFs, em processo
de implantação pelo Ministério da Educação, exige que vinte por cento das vagas destinadas
aos cursos superiores seja, preferencialmente, para os cursos voltados para a licenciatura.
1.2. *
Políticas institucionais no âmbito do curso
Políticas institucionais no âmbito do curso.
PESQUISA.
Cabe destacar que a política de pesquisa foi implementada no curso de Graduação em Física,
modalidade licenciatura considerando essencial o compromisso com a investigação e a
pesquisa, que deve ser constantemente reforçado e fortalecido de tal forma a criar condições
para o desenvolvimento de inovações científicas e curriculares. Ademais, as atividades de
pesquisa proporcionadas através dos projetos de iniciação científica conduz o licenciando,
desde o início de sua formação, a uma postura investigadora e reflexiva frente ao
conhecimento, além de o possibilitar desenvolver as habilidades requeridas para a resolução
de problemas no dia a dia, de tal forma a refletir no preparo de um profissional mais
capacitado e completo.
EXTENSÃO.
Destaca-se também que o Instituto Federa de Minas Gerais (IFMG) Campus Ouro Preto
acredita que a articulação entre a Instituição e a sociedade por meio da extensão é um
processo que permite a transferência para a sociedade dos conhecimentos desenvolvidos com
as atividades de ensino e pesquisa. Por outro lado, a captação das demandas e necessidades
da sociedade permite orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos. Esse
processo estabelece uma relação dinâmica entre a Instituição e seu contexto social.
ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL.
Já com relação a assistência estudantil dentre os programas disponibilizados que assistem aos
estudantes durante sua graduação, destacam-se:
a) Apoio psicopedagógico ao discente
O IFMG-OP disponibiliza aos seus alunos um serviço de apoio psicopedagógico, que se destina
à orientação acadêmica no que diz a respeito à vida escolar do discente como notas,
desempenho, trabalhos, provas e frequência; além de servir como atendimento específico
para orientar o corpo discente no que diz respeito a problemas de aprendizagem. Este serviço
é realizado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente.
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b) Acompanhamento dos Egressos
O IFMG-OP está implementando o Núcleo de Apoio ao Ex-aluno, responsável por estreitar o
relacionamento entre a Instituição e seus ex-alunos, desencadeando ações de aproximação,
contato direto e permanente, por meio de todas as formas de comunicação possíveis e viáveis.
Para a realização de suas atividades estão sendo adotadas algumas ações, tais como:
- elaboração de uma base dados, com informações atualizadas dos egressos;
- criação de um núcleo de ex-alunos, a fim de manter um diálogo constante com os mesmos,
oferecendo um espaço de debates sobre sua vida profissional e atuação social;
- disponibilização aos egressos de informações sobre eventos, cursos, atividades e
oportunidades oferecidas pelo IFMG-OP, a fim de promover um relacionamento contínuo
entre a Instituição e seus egressos.
Além disso, o Programa de Acompanhamento dos Egressos buscará viabilizar uma linha
permanente de estudos e análises sobre alunos egressos, a partir das informações coletadas,
objetivando avaliar a qualidade do ensino e adequação da formação do profissional às
necessidades do mercado de trabalho.
c) Bolsas Alimentação, Trabalho, Moradia e Transporte
O IFMG- campus Ouro Preto oferece diversas modalidades de bolsas que buscam auxiliar a
permanência de estudantes comprovadamente carentes na Instituição, seja eles da cidade de
Ouro Preto ou de outras cidades. Dentre tais bolsas, destacam-se a Bolsa Trabalho, onde o
estudante recebe um valor financeiro e executa atividades em algum setor da Instituição; a
Bolsa Alimentação, em que o estudante recebe o direito de se alimentar gratuitamente no
restaurante do Campus, a Bolsa Moradia, onde o estudante recebe alojamento sem qualquer
custo na Instituição ou recebe uma ajuda de custo para pagar o aluguel e a Bolsa Transporte,
que dá ao estudante o valor financeiro necessário para que ele possa se deslocar de sua casa
para a Instituição.
1.3. *
Objetivos do curso
Objetivos do curso.
OBJETIVO GERAL:
O curso de Graduação em Física, modalidade licenciatura proposto, tem como objetivo geral
formar profissionais qualificados para atuarem na Educação Básica e em outros espaços
educativos, formais ou informais, bem como capazes de prosseguirem seus estudos na pós–
graduação. Espera-se ainda possibilitar a formação de cidadãos com embasamento teóricometodológico, apoiado na vertente teórica: ciência-tecnologia e sociedade, visando a
construção de aprendizagens significativas, instrumentalizando o futuro professor para
posicionar-se de maneira crítica, criativa, responsável, construtiva e autônoma no processo
escolar e social.
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OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Os objetivos específicos do curso são:
• Possibilitar sólida formação científica e didático–pedagógica.
• Capacitar os alunos para desenvolver projetos educacionais, bem como experimentos e
modelos teóricos pertinentes à sua atuação.
• Construir ferramentas de valor pedagógico no domínio e uso da Matemática, Informática,
História e Filosofia das Ciências, e de disciplinas complementares à sua formação.
• Despertar no aluno o comportamento ético e o exercício coletivo de sua atividade, levando
em conta as relações com outros profissionais e outras áreas de conhecimento, tanto no
caráter interdisciplinar como multidisciplinar ou transdisciplinar.
• Formar graduados abertos ao diálogo, ao aperfeiçoamento contínuo e de perfil investigativo.
• Contribuir na conscientização do aluno quanto ao processo de construção das relações
homem– mundo presentes na vertente teórica “Ciência–Tecnologia–Sociedade”, na evolução
histórico transformadora do conhecimento científico e tecnológico.
1.4. *
Perfil profissional do egresso
Perfil profissional do egresso.
O perfil do professor a ser formado pelo IFMG – Campus Ouro Preto é o de um professoreducador-interdisciplinar que seja capaz de abordar e tratar problemas novos e tradicionais
estando sempre preocupado em buscar novas formas do saber científico e tecnológico.
Portanto, busca-se um profissional que se dedique preferencialmente à formação e à
disseminação do saber científico em diferentes instâncias sociais, seja através da atuação no
ensino escolar formal, seja através de novas formas de educação científica, como vídeos,
“software”, ou outros meios de comunicação e que utilize o instrumental (teórico e/ ou
experimental) da Física e em conexão com outras áreas do saber, como, por exemplo, Física
Médica, Biofísica, Química, Física Ambiental e incontáveis outros campos. O perfil do
profissional formando pode ser melhor definido pelas competências e habilidades indicadas a
seguir.
- Competências.
O profissional formado pelo atual IFMG – Campus Ouro Preto com o perfil de professor–
educador-interdisciplinar, deve apresentar as seguintes competências entre as quais se
destacam (PARECER CNE/CES 1.304/2001 - Diretrizes Nacionais Curriculares para os Cursos de
Física):
• Dominar princípios gerais e fundamentos da Física, estando familiarizado com suas áreas
clássicas e modernas.
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• Descrever e explicar fenômenos naturais, processos e equipamentos tecnológicos em termos
de conceitos, teorias e princípios físicos gerais.
• Diagnosticar, formular e encaminhar a solução de problemas físicos, experimentais ou
teóricos, práticos ou abstratos, fazendo uso dos instrumentos laboratoriais ou matemáticos
apropriados.
• Manter atualizada sua cultura científica geral e sua cultura técnica profissional específica,
dentre outros.
- Habilidades.
1 - Habilidades Gerais.
O profissional formado pelo IFMG - campus Ouro Preto com o perfil de professor–educadorinterdisciplinar, deve apresentar as seguintes habilidades gerais entre as quais se destacam
(PARECER CNE/CES 1.304/2001):
• Utilizar a matemática como uma linguagem para a expressão dos fenômenos naturais.
• Resolver problemas experimentais, desde seu reconhecimento e a realização de medições,
até à análise de resultados.
• Concentrar esforços e persistir na busca de soluções para problemas de solução elaborada e
demorada.
• Utilizar a linguagem científica na expressão de conceitos físicos, na descrição de
procedimentos de trabalhos científicos e na divulgação de seus resultados.
2 - Habilidades Específicas.
O profissional formado pelo atual IFMG – campus Ouro Preto com o perfil de professor–
educador-interdisciplinar, deve apresentar as seguintes habilidades específicas entre as quais
se destacam (PARECER CNE/CES 1.304/2001):
• Descrever e explicar, inclusive através de textos de caráter didático, fenômenos naturais,
processos e equipamentos em termos de idéias, conceitos, princípios, lei e teorias
fundamentais e gerais.
• Articular ensino e pesquisa na produção e difusão do conhecimento em ensino de Física e na
sua prática pedagógica.
• Estabelecer diálogo entre a área de física e as demais áreas do conhecimento no âmbito
educacional.
• Articular as atividades de ensino de Física na organização, planejamento, execução e
avaliação de propostas pedagógicas da escola.
3 - Área de Atuação.
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A área de atuação profissional é a docência na educação básica, nas séries finais do ensino
fundamental e em todas as séries do Ensino Médio. O Licenciado em Física poderá ainda,
dentre outras:
• Atuar no ensino não-formal, até agora pouco explorado, como ensino à distância.
• Educação especial (ensino de física para deficientes), centros e museus de ciências e
divulgação científica.
• Continuar sua formação acadêmica ingressando preferencialmente na Pós-Graduação em
Ensino de Física ou Educação.
• Produzir conhecimento na área de ensino de física voltado para ciência-tecnologiasociedade.
1.5. Estrutura curricular (Considerar como critério de análise também a pesquisa e a
*
extensão, caso estejam contempladas no PPC)
Estrutura Curricular.
A matriz curricular, assim como às cargas horárias e espaços curriculares foram organizadas
respeitando-se o disposto na Resolução CNE/CP Nº 01, de 18 de fevereiro de 2002: Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica. Ainda de acordo
com a Resolução CNE/CP Nº 02, de 19 de fevereiro de 2002, a carga horária para a organização
curricular dessa proposta pedagógica do curso de licenciatura em Física integralizou mais que
as 2800 (duas mil e quatrocentas) horas estabelecidas como mínimo conforme a Resolução
CSE/CNE Nº 02/2007. A estrutura do Curso de Graduação em Física, modalidade licenciatura
proposto pelo IFMG – Campus Ouro Preto, foi baseada na proposta de organização e
implantação de um Curso de Graduação em Física, modalidade licenciatura do CEFET-PR, onde
procurou-se distribuir às cargas horárias e os demais aspectos previstos nos diversos
dispositivos legais, nos assim denominados espaços curriculares. Tais espaços curriculares são
conjuntos de disciplinas que, pela similaridade dos campos de conhecimentos que aglutinam,
contemplam os aspectos considerados básicos na formação dos professores de Física, assim
agrupados:
I. Dos Conhecimentos básicos de Física;
II. Dos Conhecimentos básicos de Educação;
III. Dos Conhecimentos de Linguagem;
IV. Dos Conhecimentos complementares e/ou interdisciplinares de Física e de Educação;
V. Dos Conhecimentos Metodológicos;
VI. Do Estágio Curricular.
Compreendem o espaço curricular dos Conhecimentos Básicos de Física as disciplinas de
caráter específico de Física. Fazem parte do espaço curricular dos Conhecimentos Básicos de
Educação as disciplinas de caráter específico do campo da Educação. O espaço curricular dos
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Conhecimentos de Linguagem, por sua vez, é composto pelas disciplinas que desenvolvem as
diversas linguagens necessárias ao entendimento do específico da Física. Articulando esses
conhecimentos, organiza-se o espaço curricular dos Conhecimentos Complementares e/ou
Interdisciplinares composto por disciplinas oriundas de diversos campos de conhecimento,
mas que se inter-relacionam e enriquecem a formação do futuro professor. Em outro espaço
curricular, o dos Conhecimentos Metodológicos, encontram-se as disciplinas que, por
estabelecerem uma articulação entre os conhecimentos específicos de Física e de Educação,
conferirão ao aluno, futuro professor, as competências e habilidades para o exercício de suas
futuras atividades docentes junto a escolas de Ensino Médio e de Ensino Fundamental. Devese voltar uma maior atenção para esse espaço curricular, no sentido de buscar maneiras de
enfrentar o distanciamento entre o que se aprende por força de formação específica na
habilitação e o que deve ser ensinado em sala de aula, de forma a buscar ações que facilitem a
transposição entre o conhecimento presente no espaço curricular dos Conhecimentos Básicos
de Física e aqueles que devem ser desenvolvidos com seus futuros alunos de Ensino
Fundamental e Médio, que é uma das razões dessa formação profissional. Nesse sentido, esta
proposta prevê o desenvolvimento das disciplinas denominadas Projetos de Ensino em... ao
longo de praticamente todo o curso, articuladas com os programas de aprendizagem do
espaço curricular dos Conhecimentos Básicos de Física e com os conhecimentos específicos da
Educação.
Finalmente, distribuído a partir da segunda metade do curso, tem-se o espaço curricular do
Estágio Curricular. Em obediência à legislação, esta proposta colocará o aluno em contato com
a escola através de estágios de observação, co-participação e regência, em conformidade com
a Resolução CNE/CPI, de 18 de fevereiro de 2002. Iniciando pela observação dos aspectos de
gestão e organização da escola e de aspectos didáticos inerentes ao exercício da profissão,
evolui para o auxílio em atividades didáticas e culmina com a regência assistida em algumas
turmas.
1.6. *
Conteúdos curriculares
Conteúdos curriculares.
Visando-se sempre uma proposta inovadora de um curso de Graduação em Física, modalidade
licenciatura que busca um perfil de professor-educador-interdisciplinar, a base conceitual é
fundamental para que esse futuro profissional tenha segurança suficiente para lidar com
tópicos dessa área em sala de aula, estabelecendo correlações críticas entre a Física e outras
ciências, bem como entre a Física a sociedade e a tecnologia.
Além da base conceitual é também fundamental o embasamento pedagógico, o qual deve
garantir que o profissional tenha uma clara visão dos principais problemas do contexto
educacional, social e das principais técnicas didáticas que podem auxiliá-lo como elemento
propiciador da educação em Física aplicada à tecnologia e sociedade. Para isso, a estrutura do
curso, além da base conceitual, inclui aspectos relacionados às principais teorias de
aprendizagem, importantes epistemologias, bem como o estudo de técnicas de ensinoaprendizagem, incluindo a confecção de materiais didáticos e a própria prática de ensino.
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Procurou-se incorporar, a essa estrutura, na medida do possível, resultados de pesquisas da
área de educação em ciências. Há de se destacar, ainda, a existência de uma preocupação com
relação à Filosofia da Ciência e com os aspectos conceituais da Física, não meramente com o
formalismo matemático (o qual é também importante).
A organização dos conteúdos curriculares do Curso de Graduação em Física contemplam os
aspectos considerados básicos na formação dos professores de Física e estão assim agrupados:
I. dos Conhecimentos básicos de Física;
II. dos Conhecimentos básicos de Educação;
III. dos Conhecimentos de Linguagem;
IV. dos Conhecimentos complementares e/ou interdisciplinares de Física e de Educação;
V. dos Conhecimentos Metodológicos;
VI. do Estágio Curricular.
Compreendem o espaço curricular dos Conhecimentos Básicos de Física as disciplinas de
caráter específico de Física. Fazem parte do espaço curricular dos Conhecimentos Básicos de
Educação as disciplinas de caráter específico do campo da Educação. O espaço curricular dos
Conhecimentos de Linguagem, por sua vez, é composto pelas disciplinas que desenvolvem as
diversas linguagens necessárias ao entendimento do específico da Física. Articulando esses
conhecimentos, organiza-se o espaço curricular dos Conhecimentos Complementares e/ou
Interdisciplinares composto por disciplinas oriundas de diversos campos de conhecimento,
mas que se inter-relacionam e enriquecem a formação do futuro professor. Em outro espaço
curricular, o dos Conhecimentos Metodológicos, encontram-se as disciplinas que, por
estabelecerem uma articulação entre os conhecimentos específicos de Física e de Educação,
conferirão ao aluno, futuro professor, as competências e habilidades para o exercício de suas
futuras atividades docentes junto a escolas de Ensino Médio e de Ensino Fundamental. Devese voltar uma maior atenção para esse espaço curricular, no sentido de buscar maneiras de
enfrentar o distanciamento entre o que se aprende por força de formação específica na
habilitação e o que deve ser ensinado em sala de aula, de forma a buscar ações que facilitem a
transposição entre o conhecimento presente no espaço curricular dos Conhecimentos Básicos
de Física e aqueles que devem ser desenvolvidos com seus futuros alunos de Ensino
Fundamental e Médio, que é uma das razões dessa formação profissional. Nesse sentido, esta
proposta prevê o desenvolvimento das disciplinas denominadas Projetos de Ensino em... ao
longo de praticamente todo o curso, articuladas com os programas de aprendizagem do
espaço curricular dos Conhecimentos Básicos de Física e com os conhecimentos específicos da
Educação.
Finalmente, distribuído a partir da segunda metade do curso, tem-se o espaço curricular do
Estágio Curricular. Em obediência à legislação, esta proposta colocará o aluno em contato com
a escola através de estágios de observação, co-participação e regência.
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Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
1.7. *
Metodologia
Metodologia.
Metodologias empregadas para o desenvolvimento das atividades pedagógicas do curso:
Serão utilizados trabalhos em grupos e individuais, aulas expositivas, leituras de textos e
pesquisas em duplas com o auxílio do computador, organização de projetos de ensino,
produção de material didático aplicado e várias outras metodologias que venham melhorar a
construção do conhecimento serão propostas ao longo de todo o curso. Em consonância com
essas metodologias, serão estabelecidas metas, que serão alcançadas no decorrer do curso,
conforme mostra a Tabela 9.1.
Tabela 9.1- Sugestões de metas, ações, atividades e acompanhamento das propostas para o
curso de licenciatura de Física do IFMG – campus Ouro Preto. (Metas Ações Atividades
Acompanhamento):
1. Metas: Maior integração do Instituto com a comunidade.
Ações: Implantação de projetos de trabalho envolvendo discentes e docentes das licenciaturas
nas escolas públicas. Atividades: Prática de ensino, estágio supervisionado, trabalho de
conclusão de curso (monografia), atividades complementares, entre outras.
Acompanhamento: Realizar reuniões de planejamento e avaliação das ações com
professores(as) da rede básica, alunos(as) e professores(as) das licenciaturas referidas.
2. Metas: Produção de Materiais Didáticos e de divulgação científica.
Ações: Implementar experiências de baixo custo no Ensino de Ciências. - Criar oficinas para
desenvolvimento de experimentos de baixo custo.
Atividades: Levantar Práticas experimentais utilizadas em no dia a dia escolar. Definir
demandas teóricas e técnicas das experiências em ciências utilizadas nas escolas.
Acompanhamento: Produção de Kits de ensino de ciências pelos alunos “futuros professores”
com a ajuda dos docentes. Elaboração de apostilas contendo os roteiros e o embasamento
teórico dos experimentos construídos.
3. Metas: Adquirir bibliografia e softwares educativos.
Ações: Uso do Software no Ensino de Física.
Atividades: Desenvolver aplicações e animações de situações de ciências físicas.
Acompanhamento: Aplicabilidade dos programas em escolas de nível médio.
4. Metas: Produção de mídias educativas no contexto de educação.
Ações: Transmitir técnicas de ensino com o uso da multimídia.
Atividades: Produzir materiais didático-pedagógicos e multiplicar a informação técnicometodológica.
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Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Acompanhamento: Atender às necessidades de capacitação dos alunos “futuros professores”
no uso da tecnologia Educacional.
5. Metas: Realizar Seminários, Oficinas Pedagógicas, Palestras, Mini-Cursos.
Ações: Definir temas dos eventos e datas a serem realizados.
Atividades: Elaborar folder do evento e normas para publicação. Divulgar junto a Instituição e
Entidades parceiras e/ou publico alvo. Cuidar da elaboração dos ANAIS do evento.
Acompanhamento: Envolver a comunidade acadêmica local. Oportunizar a publicação da
produção gerada nos eventos.
6. Metas: Promover Encontros das Licenciaturas da Região.
Ações: Definir temas dos eventos e datas a serem realizados.
Atividades: Elaborar folder do evento e normas para publicação. Divulgar junto a Instituição e
Entidades parceiras e/ou público alvo.
Acompanhamento: Envolver a comunidade acadêmica local. Oportunizar a publicação da
produção gerada nos eventos.
7. Metas: Fortalecer Laboratório Didático-Pedagógico Multimídia.
Ações: Aquisição de novos equipamentos e softwares.
Atividades: Levantamento das necessidades do laboratório de multimídia com relação a
equipamentos.
Acompanhamento: Proporcionar ampliação das atividades oferecidas à comunidade
acadêmica e local.
1.8. Estágio curricular supervisionado NSA para cursos que não contemplam estágio no
*
PPC e que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou suas diretrizes não
preveem a obrigatoriedade de estágio supervisionado
Estágio curricular supervisionado.
Distribuído a partir da segunda metade do curso, tem-se o espaço curricular do Estágio
Curricular. Em obediência à legislação, esta proposta colocará o aluno em contato com a
escola através de estágios de observação, co-participação e regência, em conformidade com a
Resolução CNE/CP Nº 01, de 18 de fevereiro de 2002. Iniciando pela observação dos aspectos
de gestão e organização da escola e de aspectos didáticos inerentes ao exercício da profissão,
evolui para o auxílio em atividades didáticas e culmina com a regência assistida em algumas
turmas. Dessa forma, pretende-se que o aluno tome contato com o seu futuro local de
trabalho, vivencie o seu contexto e exerça a experiência da docência assistida onde possa por
em prática alguns dos projetos de ensino desenvolvidos durante o curso (Garcia et al, 2005 ).
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Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
A seguir, apresenta-se uma pequena parte (devido ao diminuto espaço para resposta) das
condições que se dá a prática profissional no âmbito do curso, bem como as normas para sua
realização no ambiente interno ou externo.
MANUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
No Manual do Estágio Curricular Supervisionado são apresentadas a caracterização do Estágio
Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física, modalidade licenciatura do IFMGOP, suas diretrizes legais e estrutura organizativa de cada uma das quatro etapas do estágio,
que deverá ser realizado a partir da segunda metade do Curso de Graduação em Física,
modalidade licenciatura. Apresenta, ainda, todos os procedimentos e documentos necessários
para a realização do mesmo. Ressalta-se que ao estudante cabe buscar, junto ao professor
orientador do estágio, orientações antes de preencher qualquer destes documentos e antes de
iniciar o estágio.
As orientações contidas neste Manual poderão ser modificadas sempre que se fizer necessário,
após discussões e encaminhamentos pela coordenação do estágio e do Curso de Graduação
em Física, modalidade licenciatura.
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Regulamenta o estágio curricular obrigatório, no âmbito do Curso de Graduação em Física,
modalidade Licenciatura do IFMG-Campus Ouro Preto.
CAPÍTULO I
DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado é uma etapa obrigatória dos cursos de Formação
de Professores de acordo com as Resoluções CNE/CP nº 01/2002 e CNE/CP nº 02/2002.
Art. 2º O Estágio Curricular Supervisionado no Curso de Graduação em Física, modalidade
Licenciatura do IFMG-Campus Ouro Preto tem por finalidade:
I. Complementar o processo ensino-aprendizagem instituído no decorrer do curso;
II. Estabelecer a relação teoria-prática de modo a vivenciar situações concretas que favoreçam
o aprimoramento da prática profissional;
III. Conhecer, integrar e atuar na realidade escolar visando à tomada de decisão com vistas à
melhoria da educação básica.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES DAS PARTES
Seção I
Das Atribuições do Professor Orientador Titular do IFMG-Campus Ouro Preto
Art. 3o Cabe ao Professor Orientador de Estágio Supervisionado:
11
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
I. Definir com os discentes estagiários, as linhas de ação do estágio, através de uma proposta
em busca de um ensino de qualidade;
II. Entregar aos discentes a carta de apresentação de estagiário, após a assinatura do diretor da
escola, às escolas, devidamente preenchida e assinada (modelo proposto pelo professor);
III. Cobrar do discente que apresente no prazo de até 15 (quinze) dias a declaração de aceite
por parte da Instituição Concedente (Anexo II);
IV. Dar atendimento individual e coletivo aos discentes, em horários previamente acertados,
orientando-os nas atividades do estágio;
V. Acompanhar, de acordo com a necessidade, o estagiário nos campos de estágio, através de
visitas, encontros para verificação dos planejamentos, contatos com as escolas de estágio. O
acompanhamento dos estagiários deverá ser partilhado com os professores do curso;
VI. Organizar e Coordenar as normas e os processos de Avaliação de Estágio.
1.9. Atividades complementares NSA para cursos que não contemplam atividades
*
complementares no PPC e que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou
suas diretrizes não preveem a obrigatoriedade de atividades complementares
Atividades complementares.
Em conformidade com o regulamento das atividades complementares para o Curso de
Graduação em Licenciatura em Física do IFMG-Campus Ouro Preto, apresenta-se a seguir a
regulamentação das atividades no âmbito do curso:
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O aluno que ingressar no curso de Graduação em Física, modalidade licenciatura do IFMG –
campus Ouro Preto deverá obrigatoriamente cumprir as Atividades de conhecimentos
complementares (inciso IV da Resolução 2/2002) que equivalem ao total das 240 h previstas,
as quais poderão ser realizadas a partir do primeiro semestre de matrícula no curso. Para o
cumprimento dessas atividades deve-se observar a compatibilidade entre a mesma e o nível
de estudos do aluno, sendo possível serem realizadas inclusive durante as férias escolares,
desde que respeitado este regulamento. Em caso de alunos provenientes de outro
curso/instituição, serão aceitas as atividades complementares que se totalizem num tempo
máximo de até 120 horas, sendo essas analisadas pelo colegiado.
As atividades complementares são entendidas aqui como atividades de cunho acadêmico,
científico e culturais que deverão ser desenvolvidas pelos licenciandos ao longo de sua
formação, sendo assim cursadas obedecendo a seguinte distribuição em carga horária mínima
para cada modalidade em questão: 30 horas de atividades de cunho acadêmico, 30 horas de
atividades de cunho cultural e 30 horas de atividades de cunho científico. Assim sendo, essas
atividades complementares são reconhecidas como forma de incentivar uma maior
participação na vida universitária através de sua inserção em outros espaços acadêmicos
como, por exemplo, participações em encontros, conferências, escolas de verão e outros.
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Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Tem, assim, o objetivo de possibilitar que o aluno faça escolhas e aprofundamentos segundo
seus interesses e aptidões. Todo aluno do Curso de Graduação em Física, modalidade
licenciatura terá um portifólio contendo comprovantes destas atividades. O aproveitamento e
a carga horária serão atribuídos pelo colegiado do curso em reunião, uma vez reconhecido a
validade da solicitação.
As atividades complementares que podem ser reconhecidas para efeito de aproveitamento
carga-horária conforme decisão estabelecida em colegiado em 07/2010 são as seguintes:
AC 1- Atividades de iniciação à docência e à pesquisa
- Exercício de monitoria.
- Participação em pesquisa e projetos institucionais.
- Participação em programas de iniciação científica e tecnológica.
- Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou alunos de
Mestrado e/ou Doutorado.
AC 2 – Congressos, seminários e conferências
- Congressos, seminários, conferências assistidos.
- Minicursos, oficinas e palestras (como ouvinte ou ministrantes).
- Eventos (acadêmicos ou culturais), mostras, exposições assistidas.
AC 3 - Publicações
- Artigos publicados em revistas com parecerista.
- Artigos publicados em revistas sem parecerista.
- Monografias não curriculares;
- Apresentação de trabalhos em eventos científicos (painel ou exposição oral).
- Participação em concursos (com ou sem premiação), visita orientada, mostras e exposições.
AC 4 – Vivência Profissional Complementar
- Realização de estágios não curriculares em área afim do curso.
- Participação em projetos sociais.
AC 5 – Atividades de Extensão
- Cursos à distância em área afim ao curso.
- Disciplinas cursadas em programas de extensão em área afim ao curso.
- Outras atividades de extensão.
13
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
AC 6 - Outras atividades
Outras atividades que são consideradas relevantes para a formação dos alunos desde que
sejam reconhecidas e aprovadas pelo colegiado.
1.10. Trabalho de conclusão de curso (TCC) NSA para cursos que não contemplam TCC
*
no PPC e que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou suas diretrizes não
preveem a obrigatoriedade de TCC
Trabalho de conclusão de curso (TCC).
Em conformidade com o regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para o Curso
de Graduação de Licenciatura em Física do IFMG-Campus Ouro Preto, apresenta-se a seguir a
regulamentação normativa para o desenvolvimento do mesmo no âmbito do curso:
REGULAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O aluno que ingressar no curso de Física modalidade licenciatura do IFMG – campus Ouro
Preto deverá obrigatoriamente desenvolver um trabalho de conclusão de curso que está
incluído na matriz do curso a partir do 7º período na forma de uma disciplina denominada
Trabalho de Conclusão de Curso I e II (TCCI e TCCII). Portanto, essas disciplinas serão
regulamentadas de acordo com a descrição abaixo. Somente os alunos regularmente
matriculados no 7º período e que a carga horária totaliza 1925 h em disciplinas devidamente
aprovadas, poderão se matricular na disciplina TCCI. No entanto, o início do desenvolvimento
desse trabalho se dará no 6º período. A coordenação do curso juntamente com os professores
das disciplinas TCCI e TCCII propiciarão condições para que sejam definidos os temas dos
projetos de TCC, direcionando os alunos às áreas e orientadores de interesse dos estudantes.
O professor orientador escolhido pelos estudantes deverá assinar um termo de aceite e ser
aprovado pelo colegiado do curso.
Os alunos que estiverem cursando a disciplina TTCI farão uma exposição do pré-projeto para a
turma, na presença do professor da disciplina, bem como do possível professor orientador.
Neste momento os professores presentes avaliarão a possibilidade de execução da proposta
apresentada. Durante a disciplina TCCI os alunos deverão iniciar a execução do trabalho de
conclusão de curso. Ao fim da disciplina TCCI os alunos apresentarão a versão final do projeto
para uma banca, que será composta por 3 membros: um aluno do curso de Física, um
professor orientador e o professor da disciplina TCCI. Caso o professor da disciplina de TCCI
seja o orientador outro professor será convidado pelo orientador para compor a banca.
Os alunos que estiverem cursando a disciplina TCCII apresentarão o resultado final do seu
trabalho de conclusão de curso. Este trabalho será apresentado ao fim da disciplina TCCII, a
uma banca composta por 3 membros (1 orientador, 2 professores convidados pelo orientador
em concordância com o aluno, sendo pelo menos um professor externo à instituição), tendo
como pontuação mínima 60% das médias das notas e nota superior a 60% com no mínimo dois
membros da banca. Necessariamente, os membros escolhidos para compor a banca deverão
ser aprovados pelo colegiado do curso de Física.
14
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
O trabalho cujo o escopo será definida pelo respectivo orientador, tem como requisitos de
julgamento:
- Clareza na exposição;
- Relevância científica;
- Coerência entre a temática, desenvolvimento e conclusão;
- Domínio do conteúdo;
- Correção Gramatical;
- Adequação às normas da ABNT.
1.11. *
Apoio ao discente
Apoio ao discente.
As atividades de apoio ao discente que são desenvolvidas no âmbito da instituição e do Curso
de Graduação em Física modalidade licenciatura do IFMG-OP encontram-se abaixo indicadas:
- Cursos de Extensão:
Cursos que têm como requisito algum nível de escolaridade, como parte do processo de
educação continuada, e que não se caracterizam como atividades regulares do ensino formal
de graduação;
- Eventos:
Compreendem atividades de curta duração, como palestras, seminários, congressos, semana
da Física entre outras modalidades;
- Programas de ação contínua:
Compreendem o conjunto de atividades implementadas continuamente, que têm como
objetivos o desenvolvimento da comunidade, a integração social e a integração com
instituições de ensino;
- Bolsas de extensão:
Conquistadas por projetos junto ao Programa Interno de Bolsas de Extensão (PIBEX) e junto ao
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência (PIBID/2011) financiada pela CAPES.
É importante ressaltar que o Curso de Graduação em Física tem por finalidade desenvolver, de
forma harmônica e planejada, a educação superior, promovendo a formação e o
aperfeiçoamento acadêmico, social, científico e tecnológico dos recursos humanos sempre
aliados a pesquisa e extensão. Assim sendo, no contexto do Curso de Graduação em Física do
IFMG-OP, a extensão está vinculada, em especial, às Atividades Complementares e aos
Projetos de Extensão com o oferecimento da Bolsa de Extensão, a PIBEX.
15
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
- Assistência Estudantil:
Dentre os programas disponibilizados que assistem aos estudantes durante sua graduação,
destacam-se:
a) Apoio psicopedagógico ao discente
O IFMG-OP disponibiliza aos seus alunos um serviço de apoio psicopedagógico, que se destina
à orientação acadêmica no que diz a respeito à vida escolar do discente como notas,
desempenho, trabalhos, provas e frequência; além de servir como atendimento específico
para orientar o corpo discente no que diz respeito a problemas de aprendizagem. Este serviço
é realizado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente.
b) Acompanhamento dos Egressos
O IFMG-OP está implementando o Núcleo de Apoio ao Ex-aluno, responsável por estreitar o
relacionamento entre a Instituição e seus ex-alunos, desencadeando ações de aproximação,
contato direto e permanente, por meio de todas as formas de comunicação possíveis e viáveis.
Para a realização de suas atividades estão sendo adotadas algumas ações, tais como:
- elaboração de uma base dados, com informações atualizadas dos egressos;
- criação de um núcleo de ex-alunos, a fim de manter um diálogo constante com os mesmos,
oferecendo um espaço de debates sobre sua vida profissional e atuação social;
- disponibilização aos egressos de informações sobre eventos, cursos, atividades e
oportunidades oferecidas pelo IFMG-OP, a fim de promover um relacionamento contínuo
entre a Instituição e seus egressos.
Além disso, o Programa de Acompanhamento dos Egressos buscará viabilizar uma linha
permanente de estudos e análises sobre alunos egressos, a partir das informações coletadas,
objetivando avaliar a qualidade do ensino e adequação da formação do profissional às
necessidades do mercado de trabalho.
c) Bolsas Alimentação, Trabalho, Moradia e Transporte
O IFMG- campus Ouro Preto oferece diversas modalidades de bolsas que buscam auxiliar a
permanência de estudantes comprovadamente carentes na Instituição, seja eles da cidade de
Ouro Preto ou de outras cidades. Dentre tais bolsas, destacam-se a Bolsa Trabalho, onde o
estudante recebe um valor financeiro e executa atividades em algum setor da Instituição; a
Bolsa Alimentação, em que o estudante recebe o direito de se alimentar gratuitamente no
restaurante do Campus, a Bolsa Moradia, onde o estudante recebe alojamento sem qualquer
custo na Instituição ou recebe uma ajuda de custo para pagar o aluguel e a Bolsa Transporte,
que dá ao estudante o valor financeiro necessário para que ele possa se deslocar de sua casa
para a Instituição.
1.12. *
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
16
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso.
Para avaliação do Curso de Graduação em Licenciatura em Física do IFMG-Campus Ouuro
Preto é proposto ações e procedimentos que irão contribuir para a avaliação geral do Curso de
Licenciatura:
1. Participação dos diferentes processos avaliativos que impliquem na avaliação do curso tanto
internamente pela Instituição, como externamente por órgãos governamentais.
2. Certificar a capacidade profissional de forma coletiva além da individual.
3. Avaliar não apenas o conhecimento adquirido, mas também as competências profissionais.
4. Diagnosticar o uso funcional e contextualizado dos conhecimentos.
Ressalta-se também as ações decorrentes dos processos de avaliação do curso o papel do
Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Licenciatura em Física do IFMG - Campus Ouro
Preto que é um órgão consultivo de coordenação didática integrante da Administração
superior responsável pela concepção do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Física
e tem por finalidade elaborar, implantar, implementar, atualizar e complementar a política de
ensino, pesquisa e extensão bem como acompanhar a sua execução, ressalvada a competência
dos conselhos superiores. Dentre as atribuições do Núcleo Docente Estruturante estão:
a) elaborar o projeto Pedagógico do Curso;
b) estabelecer o perfil profissional do egresso e os objetivos gerais do curso;
c) atualizar periodicamente o PPC;
d) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado;
e) fixar as diretrizes gerais dos programas das disciplinas do Curso e suas respectivas ementas,
recomendando ao Coordenador do Curso modificações dos programas para fins de
compatibilização;
f) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do Curso;
g) elaborar p currículo pleno do Curso e suas alterações, para aprovação pelos órgãos
competentes;
h) promover a integração horizontal e vertical do Curso, respeitando os eixos estabelecidos
pelo Projeto Pedagógico;
i) auxiliar os Núcleos de Pesquisa nas fixação das linhas básicas de pesquisa do Curso;
j) acompanhar as atividades do corpo docente;
k) emitir pareceres sobre a política de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do curso;
l) propor ao coordenador providências necessárias à melhoria qualitativa do ensino, com
acompanhamento contínuo de avaliação;
17
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
m) recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao
Curso;
n) assessorar o Coordenador em outras atividades especiais;
o) sugerir providências de ordem didática, científica e administrativa;
p) zelar pela integração curricular e interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
q) contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso;
r) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino;
s) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão;
t) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
1.13. Atividades de tutoria NSA para cursos presenciais. Obrigatório para cursos a
*
distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total
do curso na modalidade a distância, conforme Portaria 4.059 de 10 de dezembro
de 2004
NSA (NÃO SE APLICA)
1.14.
*
Tecnologias de informação e comunicação – TICs - no processo ensinoaprendizagem
Tecnologias de informação e comunicação – TICs - no processo ensino-aprendizagem.
A seguir apresentam-se as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) utilizadas no
desenvolvimento do Curso de Licenciatura em Física do IFMG Campus Ouro Preto.
A disciplina de caráter presencial: novas tecnologias aplicadas no ensino de Física (onde o
professor leciona utilizando alguns softwares de simulação, por meio do SITE PHET (Sotware
de simulação) - da Universidade do Colorado que é disponibilizado para o uso didático e
pedagógico
online
e
off-line
traduzido
para
o
português.
Acesso:
http://phet.colorado.edu/pt_BR).
Temos também um site que foi criado há aproximadamente um ano, pelo aluno bolsista da
prof.ª Elisângela Silva Pinto, aluno Bruno, o site é: http://sites.ouropreto.ifmg.edu.br/fisica.
Além disso, em nossos eventos, há a criação de sites, tal como ocorreu no ultimo evento
"Semana do prodocência no IFMG: licenciaturas em Física e Matemática em foco
http://sites.ouropreto.ifmg.edu.br/prodocencia2013.
Ademais, a partir do próprio sistema de Controle Acadêmico “Qualidata” os professores
podem disponibilizar na área dos alunos arquivos, documentos que são utilizados na sala de
aula via Internet, onde alunos, professores e coordenadores, de forma totalmente amigável,
têm possibilidade de maximizar o uso de informações “on-line” como, por exemplo, horário de
18
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
aula, questionários discentes, consulta de boletins, históricos, calendários e material de aula,
etc.
1.15. Material didático institucional NSA para cursos presenciais que não contemplam
*
material didático institucional no PPC, obrigatório para cursos a distância (Para
fins de autorização, considerar o material didático disponibilizado para o primeiro
ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
NSA
1.16. Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes NSA para cursos
*
presenciais que não contemplam mecanismos de interação entre docentes, tutores
e estudantes no PPC, obrigatório para cursos a distância
NSA
1.17. * Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem.
As concepções de Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem para o Curso de Licenciatura
em Física do IFMG - Campus Ouro Preto são descritas a seguir:
A avaliação será contínua, formativa, participativa através dos mais variados instrumentos
avaliativos como:
1. Auto-avaliação (o estudante observa e descreve seu desenvolvimento e dificuldades).
2. Testes e provas de diferentes formatos (desafiadores, relâmpagos, cumulativas, com
avaliação aleatória).
3. Mapas conceituais (organização pictórica dos conceitos, exemplos e conexões percebidos
pelos estudantes sobre um determinado assunto).
4. Trabalhos em grupo ou coletivos.
5. Atividades de culminância (projetos, monografias, seminários, exposições, Feira de Ciências,
coletâneas de trabalhos, etc.).
A escolha dos instrumentos avaliativos e o cronograma das avaliações são de livre escolha ao
professor de cada disciplina, devendo ser exposta e discutida junto aos alunos no início de
cada semestre letivo, atentando ao respectivo calendário escolar e deve constar no plano de
ensino de cada disciplina, sendo exigido o mínimo de 60% (sessenta por cento) de
aproveitamento e 3 avaliações por disciplina.
Propõem-se ainda formas de articulação entre as disciplinas e atividades complementares sob
a responsabilidade da coordenação de curso, diversas ações serão empreendidas de forma a
articular atividades acadêmico-científico-culturais, contempladas no inciso IV das Diretrizes
Curriculares. Dentre as várias formas de articulação, os alunos deverão ser incentivados a:
19
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
1. Participar de “Encontros Periódicos da Graduação” – série de seminários e atividades
culturais apresentadas por alunos dos cursos de graduação;
2. Participar de programas de conferências ministradas por profissionais de várias áreas
buscando a articulação da Física com outras ciências e com a tecnologia;
3. Ministrar cursos básicos introdutórios de Física e Matemática (no nível do Ensino Médio)
que contribuam para diminuir o alto índice de evasão dos alunos da Física;
4. Frequentar congressos de iniciação científica;
5. Produzir textos para-didáticos;
6. Envolver-se com técnicas modernas de comunicação;
7. Aprimorar as relações interpessoais, desenvolvendo trabalhos em equipe;
8. Participar do processo de redação de textos científicos.
1.18. Número de vagas (Para os cursos de Medicina, considerar também como critério
*
de análise: disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital,
ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de
alunos equivalente à matricula total prevista para o curso; a previsão de 5 ou mais
leitos na(s) unidade(s) hospitalar(es) própria(s) ou conveniada(s) para cada vaga
oferecida no vestibular do curso, resultando em um egresso treinado em urgência
e emergência; atendimento primário e secundário capaz de diagnosticar e tratar as
principais doenças e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados)
Número de vagas.
Número de vagas
Total de vagas anuais
40 (quarenta) vagas
1.19. Integração com as redes públicas de ensino Obrigatório para as Licenciaturas,
*
NSA para os demais que não contemplam integração com as redes públicas de
ensino no PPC
Integração com as redes públicas de ensino.
As ações desenvolvidas no Curso de Licenciatura em Física do IFMG - Campus Ouro Preto que
permitem a integração com a rede pública de ensino é realizado tanto por meio de convênios,
os quais são firmados com o objetivo de se permitir a realização dos estágios. Além disso, essa
integração se dá por meio do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica)IFMG - Física- Ouro Preto, onde temos atualmente 14 alunos bolsistas, que atuam na Escola
Estadual de Ouro Preto (8 alunos bolsistas) e Escola Estadual Desembargador Horácio Andrade
(6 alunos bolsistas). O PIBID- IFMG- Física- Campus Ouro Preto já está em seu 3º ano de
atuação nestas escolas.
20
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
1.20. Integração com o sistema local e regional de saúde e o SUS Obrigatório para o
*
curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam integração
com o sistema local e regional de saúde e o SUS no PPC
NSA
1.21. Ensino na área de saúde Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os
*
demais cursos
NSA
1.22. Atividades práticas de ensino Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os
*
demais cursos
NSA
21
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
2. CORPO DOCENTE E TUTORIAL - Fontes de consulta: Projeto Pedagógico do Curso,
Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC e Documentação Comprobatória.
2.1. *
Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE
Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Licenciatura em Física é composto por cinco
docentes do curso, contratados em tempo integral, que respondem mais diretamente pela
concepção, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso.
Portaria nº 015-B de 16 de junho de 2011
CAPÍTULO II - DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art. 3º - São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
a) elaborar o projeto Pedagógico do Curso;
b) estabelecer o perfil profissional do egresso e os objetivos gerais do curso;
c) atualizar periodicamente o PPC;
d) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado;
e) fixar as diretrizes gerais dos programas das disciplinas do Curso e suas respectivas ementas,
recomendando ao Coordenador do Curso modificações dos programas para fins de
compatibilização;
f) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do Curso;
g) elaborar p currículo pleno do Curso e suas alterações, para aprovação pelos órgãos
competentes;
h) promover a integração horizontal e vertical do Curso, respeitando os eixos estabelecidos
pelo Projeto Pedagógico;
i) auxiliar os Núcleos de Pesquisa nas fixação das linhas básicas de pesquisa do Curso;
j) acompanhar as atividades do corpo docente;
k) emitir pareceres sobre a política de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do curso;
l) propor ao coordenador providências necessárias à melhoria qualitativa do ensino, com
acompanhamento contínuo de avaliação;
m) recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao
Curso;
n) assessorar o Coordenador em outras atividades especiais;
o) sugerir providências de ordem didática, científica e administrativa;
22
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
p) zelar pela integração curricular e interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
q) contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso;
r) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino;
s) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão;
t) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
CAPÍTULO V - DAS REUNIÕES
Art. 10 - O Núcleo Docente Estruturante – NDE do Curso Superior de Física, Modalidade
Licenciatura, reúne-se, ordinariamente, pelo menos duas vezes por semestre e,
extraordinariamente, sempre que convocado pelo Coordenador ou por 2/3 dos seus membros.
§ 1º - A convocação de todos os seus membros é feita pelo Presidente do NDE mediante aviso
com pelo menos 48 (quarenta e oito) horas de antecedência a hora marcada para o meio da
sessão e sempre que possível com a pauta da reunião.
§ 2º O Núcleo Docente Estruturante do Curso Superior de Geografia – Modalidade
Licenciatura, funciona, normalmente, com a presença da maioria simples de seus membros.
§ 3º - O Núcleo Docente Estruturante do Curso Superior de Geografia – Modalidade
Licenciatura, poderá solicitar junto à Diretoria de Graduação o pessoal técnico necessário para
auxiliar suas atividades.
Art. 11 – Todo membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso Superior de Geografia,
Modalidade Licenciatura tem direito a voz e voto, cabendo ao Presidente o voto de qualidade
quando houver empate.
Art. 12 – Serão observados, nas votações, os seguintes procedimentos:
a) em todos os casos a votação é em aberto;
b) qualquer membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Geografia Modalidade
Licenciatura, pode fazer consignar em ata expressamente o seu voto;
c) nenhum membro do Núcleo Docente Estruturante deve votar ou deliberar em assuntos que
lhe interessem pessoalmente;
d) não são admitidos votos por procuração.
Portaria nº 015-A de 16 de junho de 2011
Membros do Núcleo Docente Estruturante:
Gislayne Elisana Gonçalves (Presidente);
Édio da Costa Júnior;
23
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Elisângela Silva Pinto;
Fernando César Teixeira Resende;
Denise Conceição das Graças Ziviani /Portaria Nº 043 de 08 outubro de 2013.
2.2. *
Atuação do (a) coordenador (a)
Atuação do(a) coordenador(a).
Ações desenvolvidas no âmbito da coordenação do curso:
O Coordenador do Curso desempenha um papel integrador e organizador na implantação da
matriz curricular, planejada conjuntamente com o corpo docente, buscando integrar o
conhecimento das várias áreas. Para a implementação e execução da matriz curricular, o
Coordenador trabalha com os professores, através de reuniões semanais no final de cada
semestre, com o intuito de discutir os conteúdos abordados e os que serão trabalhados no
próximo período letivo, estabelecendo a metodologia e o cronograma com base na articulação
dos conteúdos.
- Cabe ao Coordenador:
. Analisar ou indicar um docente/banca responsável para analisar as solicitações dos alunos
(aproveitamento de disciplinas, aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores);
. Organizar um quadro de disciplinas equivalentes no mesmo curso, em cursos diferentes e no
mesmo nível de ensino.
- Faz parte das atribuições do coordenador quanto ao Colegiado:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II - representar o Colegiado em reuniões da Diretoria de Ensino e de outros órgãos
competentes;
III - executar as deliberações do Colegiado;
IV - comunicar aos órgãos competentes quaisquer irregularidades no funcionamento do curso
e sugerir as correções necessárias;
V - designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser submetida ao Colegiado;
VI - encaminhar a Diretoria de Ensino cópia das atas das reuniões do Colegiado em até 03
(três) dias úteis;
VII - articular o Colegiado com os outros órgãos e setores da instituição;
VIII - decidir sobre matéria de urgência ad referendum do Colegiado;
Parágrafo único. O Coordenador de Curso, além do voto comum, terá o voto de qualidade nos
casos de empate.
24
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
- Faz parte das atribuições do coordenador quanto ao NDE:
I - convocar e presidir as reuniões;
II - contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
III - zelar pela interdisciplinaridade e pela integração curricular das diferentes atividades de
ensino constantes no projeto pedagógico do curso;
IV - indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho afinadas com
as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
V - zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
2.3. Experiência do (a) coordenador (a) do curso em cursos a distância (Indicador
*
específico para cursos a distância)
NSA
2.4. Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a)
*
coordenador (a)
Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do(a) coordenador(a).
Coordenadora: Gislayne Elisana Gonçalves.
Formação acadêmica/Titulação:
Possui graduação em Licenciatura em Física pela Universidade do Oeste de Minas (2000),
especialização em Ensino de Física pela Universidade do Oeste de Minas (2001), mestrado em
Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Ouro Preto (2007), doutora em
Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Ouro Preto, no qual desenvolveu o
projeto "Condutividade alternada de Polianilina Embebida com Nanopartículas de Óxido de
Estanho e Indio", visando a aplicação como HTL (hole transport Layer) em dispositivos
poliméricos eletrônicos emissores de Luz (PLEDs) e/ou sensores químicos/bioquímicos. Exerce
o cargo de professora de ensino técnico e tecnológico e o cargo de coordenadora do curso de
Física, modalidade licenciatura do Instituto Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
campus Ouro Preto (IFMG-OP). Atualmente, ministra as disciplinas "Projetos para o Ensino de
Física I", "Projetos para o Ensino de Física V" e a disciplina "Física Aplicada ao Meio Ambiente",
"A Física dos Polímeros" para o curso de Física, modalidade licenciatura. Coordena os projetos
interdisciplinares desenvolvidos pelos alunos do curso e exerce a função de coordenadora de
área do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência) ,edital CAPES e
coordenadora do curso de Física.
Experiência Profissional
25
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Experiência profissional de magistério superior: desde setembro de 2006 e de gestão
acadêmica como coordenadora de área de Física desde janeiro de 2007 e desde abril de 2010
como coordenadora de área e curso de Física até então.
Atuação Profissional
Instituto Federal de Minas Gerais - campus Ouro Preto, IFMG, Brasil.
Vínculo institucional
2011 - 2013
Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Professor da Rede Federal de Ensino,
Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Instituto Federal de Minas Gerais campus Ouro Preto, IFMG-OP, Brasil.
Vínculo institucional
2011 - 2011
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor da Rede Federal de Ensino, Carga
horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Instituto Federal Minas Gerais, IFMG, Brasil.
Vínculo institucional
2009 - 2009
Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Professor da Rede Federal de Ensino,
Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Instituto Federal de Educaçao Tecnológica de Ouro Preto, IFMG OURO PRETO, Brasil.
Vínculo institucional
2006 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de ensino técnico e
tecnológico, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
05/2012 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Governo Federal, .
Linhas de pesquisa
Preparação e caracterização de filmes poliméricos para aplicação em sensores bioquímicos.
02/2010 - Atual
26
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Direção e administração, Governo Federal, .
Cargo ou função
Coordenadora do curso de Física, modalidade licenciatura..
02/2010 - Atual
Ensino, Física, modalidade licenciatua, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Projetos para o Ensino de Física I; Projetos para o Ensino de Física II; Projetos para o Ensino de
Física III; Projetos para o Ensino de Física IV e V; Física Aplicada ao Meio Ambiente; Física
Aplicada ao Corpo Humano; A Física dos Polímeros.
02/2010 - Atual
Ensino, Física, modalidade licenciatua, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Coordenação de projetos interdisciplinares desenvolvidos nas aulas da disciplina Projetos para
o Ensino de Física. Preparação de kits experimentais utilizando materiais alternativos e/ou de
baixo custo.
02/2007 - 10/2013
Ensino, Gestão da qualidade, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Biofísica
03/2006 - 09/2006
Ensino, Gestão da qualidade, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Física aplicada ao corpo Humano.
Serviço Social da Industria, SESI, Brasil.
Vínculo institucional
2.5. Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso NSA para cursos a distância,
*
obrigatório para cursos presenciais
Regime de trabalho do(a) coordenador(a) do curso.
Coordenadora do curso: Gislayne Elisana Gonçalves
27
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Instituto Federal de Minas Gerais, IFMG, Brasil.
Vínculo Institucional
2006 - Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de ensino
técnico e tecnológico, Carga horária: 40h, Regime: Dedicação exclusiva.
A coordenadora do Curso de Licenciatura em Física é uma docente com vínculo de trabalho
estatutário, titulação de Doutorada em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de
Ouro Preto (UFOP) e regime de trabalho integral com dedicação exclusiva.
2.6. Carga horária de coordenação de curso NSA para cursos presenciais, obrigatório
*
para cursos a distância
NSA
2.7. Titulação do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os
*
docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos,
se bacharelados/licenciaturas)
Titulação do corpo docente do curso.
Afonso Ligório de Oliveira - Mestre em Engenharia (Métodos numéricos)
Ana Elisa Costa Novais - Mestre em Linguística Aplicada
Carlito Arlindo dos Santos Balbino - Mestre em Estatística
Cássio Luiz Vidigal - Mestre em Educação Matemática
Clarissa Fernandes das Dores - Graduada em Licenciatura Letras (Libras)
Cláudia Maria Pignataro Oshiro - Mestre em Engenharia dos Materiais
Cláudio Aguiar Vita - Especialista em Educação
Denise Conceição das Graças Ziviani - Doutora em Educação
Edio da Costa Junior - Doutor em Geofísica Espacial
Eliana Aparecida Gonsaga - Mestre em Educação
Elisângela Silva Pinto - Doutora em Ciências
Fernando César Teixeira Resende - Mestre em Engenharia dos Materiais
Fernando Jesus de Oliveira - Mestre em Física (Teoria Quântica de Campos)
Gislayne Elisana Gonçalves - Doutora em Engenharia de Materiais
Gislene Aparecida Santiago - Doutora em Engenharia de Materiais
Gláucia do Carmo Xavier - Mestre em Educação
28
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Guilherme Guimarães Leonel - Mestre em Ciências Sociais
Gustavo Fechus Monteiro - Especialista em Revisão de Textos
João Bosco Rios - Mestre em Educação, Cultura e Organizações Sociais.
João Nepomuceno Veiga de Souza - Mestre em Engenharia de Materiais
Joelma Aparecida dos Santos Xavier - Mestre em Ciências da Religião
Júlio César Rodrigues Fontenelle - Doutor em Ecologia
Juracélio Ferreira Lopes - Mestre em Matemática
Leonardo Soares Barbosa - Mestre em História
Luciana Marcelino de Oliveira - Mestre em Estatística
Luellerson Carlos Ferreira - Mestre em Física e Química dos Materiais
Luiz Henrique de Lacerda Abrahão - Mestre em Lógica e Filosofia da Ciência
Marcio André dos Santos - Licenciado e Bacharel em Matemática
Marcos Moraes Calazans - Mestre em Educação
Marcus Vinícius Duarte Silva - Mestre em Educação (Ensino de Ciências)
Marília Costa de Faria - Mestre em Matemática
Matheus Tonani Marques Pereira - Graduado em Filosofia
Míriam Conceição de Souza Testasicca - Doutora em Ciências Farmacêuticas
Nathália Luiz de Freitas - Mestre em Letras (Estudos da Linguagem)
Neuber Silva Ferreira - Mestre em Educação Matemática
Neuza Evangelista Pereira Rocha - Doutora em Engenharia de Materiais
Paulo Raimundo Pinto - Doutor em Engenharia Agrícola (Instrumentação e Controle
Eletrônicos)
Renard de Jesus Taveira Lana - Mestre em Engenharia Ambiental
Sueli Campos Paiva - Mestre em Letras
Walquíria Silva Lúcio - Mestre em Educação
2.8. Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores (Para fins de
*
autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se
CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores.
29
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
40 docentes lecionaram no curso
09 docentes com Doutorado
Percentual de doutores (9 / 40 = 22,5%)
2.9. Regime de trabalho do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar
*
os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos,
se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise
passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 50% Conceito 2 –
maior ou igual a 50% e menor que 60% Conceito 3 – maior ou igual a 60% e menor
que 70% Conceito 4 – maior ou igual a 70% e menor que 80% Conceito 5 – maior
ou igual a 80%)
Regime de trabalho do corpo docente do curso.
Afonso Ligório de Oliveira - 40 horas com DE
Ana Elisa Costa Novais - 40 horas com DE
Carlito Arlindo dos Santos Balbino - 40 horas com DE
Cássio Luiz Vidigal - 40 horas com DE
Clarissa Fernandes das Dores - 20 horas Parcial
Cláudia Maria Pignataro Oshiro - 40 horas com DE
Cláudio Aguiar Vita - 40 horas com DE
Denise Conceição das Graças Ziviani - 40 horas com DE
Edio da Costa Junior - 40 horas com DE
Eliana Aparecida Gonsaga - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato encerrado
em 03/03/2012)
Elisângela Silva Pinto 40 horas com DE
Fernando César Teixeira Resende - 40 horas com DE
Fernando Jesus de Oliveira - 40 horas com DE
Gislayne Elisana Gonçalves - 40 horas com DE
Gislene Aparecida Santiago - 40 horas com DE
Gláucia do Carmo Xavier - 40 horas com DE
Guilherme Guimarães Leonel - 40 horas com DE
Gustavo Fechus Monteiro - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato rescindido
em 30/12/2013)
30
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
João Bosco Rios - 40 horas com DE
João Nepomuceno Veiga de Souza - 40 horas com DE
Joelma Aparecida dos Santos Xavier - Temporário/40 horas
Júlio César Rodrigues Fontenelle - 40 horas com DE
Juracélio Ferreira Lopes - 40 horas com DE
Leonardo Soares Barbosa - Substituto/40 horas
Luciana Marcelino de Oliveira - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato
encerrado em 05/07/2011)
Luellerson Carlos Ferreira - Substituto/40 horas
Luiz Henrique de Lacerda Abrahão - 40 horas com DE
Marcio André dos Santos - 40 horas com DE
Marcos Moraes Calazans - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato encerrado
em 04/04/2014)
Marcus Vinícius Duarte Silva - 40 horas com DE
Marília Costa de Faria - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato encerrado em
31/12/2012)
Matheus Tonani Marques Pereira - Substituto/40 horas
Míriam Conceição de Souza Testasicca - 40 horas com DE
Nathália Luiz de Freitas - Temporário/40 horas (não atua mais no curso/contrato rescindido em
22/07/2011)
Neuber Silva Ferreira - 40 horas com DE
Neuza Evangelista Pereira Rocha - 40 horas com DE
Paulo Raimundo Pinto - 40 horas com DE
Renard de Jesus Taveira Lana - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato
encerrado em 18/03/2014)
Sueli Campos Paiva - 40 horas com DE
Walquíria Silva Lúcio - Substituto/40 horas (não atua mais no curso/contrato rescindido em
21/05/2013)
2.10. Experiência profissional do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os
*
docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos,
31
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
se
bacharelados/licenciaturas)
NSA
para
egressos
de
cursos
de
licenciatura
(Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar
da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos
Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos
Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos
Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos
Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)
NSA
2.11. Experiência no exercício da docência na educação básica (para fins de autorização,
*
considerar os docentes previstos para os dois primeiros anos do curso)
Obrigatório para cursos de licenciatura, NSA para os demais
Experiência no exercício da docência na educação básica.
Afonso Ligório de Oliveira - Experiência na Educação Básica - 14 anos (2000 a 2014)
Ana Elisa Costa Novais - Experiência na Educação Básica - 15 anos (1998 a 2013)
Carlito Arlindo dos Santos Balbino - Experiência na Educação Básica - 01 ano (2013 a 2014)
Cássio Luiz Vidigal - Experiência na Educação Básica - 12 anos (2002 a 2014)
Clarissa Fernandes das Dores - Experiência na Educação Básica - 02 anos e 4 meses (2011 a
2014)
Cláudia Maria Pignataro Oshiro - Experiência na Educação Básica - 24 anos (1989 a 2014)
Cláudio Aguiar Vita - Experiência na Educação Básica - 25 anos (1989 a 2014)
Denise Conceição das Graças Ziviani - Experiência na Educação Básica - 23 anos (1991 a 2014)
Edio da Costa Junior - Experiência na Educação Básica - 04 anos (2010 a 2014)
Eliana Aparecida Gonsaga - Experiência na Educação Básica - 03 anos (2005; 2009 a 2010)
Elisângela Silva Pinto - Experiência na Educação Básica - 03 anos (2009 a 2012)
Fernando César Teixeira Resende - Experiência na Educação Básica - 28 anos (1986 a 2014)
Fernando Jesus de Oliveira - Experiência na Educação Básica - 15 anos (1999 a 2014)
Gislayne Elisana Gonçalves - Experiência na Educação Básica - 14 anos (2000 a 2014)
Gislene Aparecida Santiago - Experiência na Educação Básica - 20 anos (1994 a 2014)
Gláucia do Carmo Xavier - Experiência na Educação Básica - 15 anos (1999 a 2014)
Guilherme Guimarães Leonel - Experiência na Educação Básica - 10 anos (2004 a 2014)
Gustavo Fechus Monteiro - Experiência na Educação Básica - 04 anos (2010 a 2014)
João Bosco Rios - Experiência na Educação Básica - 31 anos (1983 a 2014)
João Nepomuceno Veiga de Souza - Experiência na Educação Básica - 28 anos (1986 a 2014)
32
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Joelma Aparecida dos Santos Xavier - Experiência na Educação Básica - 11 anos (2003 a 2014)
Júlio César Rodrigues Fontenelle - Experiência na Educação Básica - 21 anos (1993 a 2014)
Juracélio Ferreira Lopes - Experiência na Educação Básica - 19 anos (1995 a 2014)
Leonardo Soares Barbosa - Experiência na Educação Básica - 06 anos (2005 a 2007; 2010 a
2014)
Luciana Marcelino de Oliveira - Experiência na Educação Básica - 05 anos (2009 a 2014)
Luellerson Carlos Ferreira - Experiência na Educação Básica - 09 meses (2013 a 2014)
Luiz Henrique de Lacerda Abrahão - Experiência na Educação Básica - 04 anos (2009 a 2014)
Marcio André dos Santos - Experiência na Educação Básica - 08 anos (2006 a 2014)
Marcos Moraes Calazans - Experiência na Educação Básica - 05 anos (2005 a 2010)
Marcus Vinícius Duarte Silva - Experiência na Educação Básica - 12 anos (2002 a 2014)
Marília Costa de Faria - Experiência na Educação Básica - 05 anos (1976 a 1977; 2010 a 2012)
Matheus Tonani Marques Pereira - Experiência na Educação Básica - 01 ano (2013 a 2014)
Míriam Conceição de Souza Testasicca - Experiência na Educação Básica - 04 anos (2010 a
2014)
Nathália Luiz de Freitas - Experiência na Educação Básica - 05 meses (2011)
Neuber Silva Ferreira - Experiência na Educação Básica - 16 anos (1998 a 2013)
Neuza Evangelista Pereira Rocha - Experiência na Educação Básica - 29 anos (1985 a 2014)
Paulo Raimundo Pinto - Experiência na Educação Básica - 20 anos (1994 a 2014)
Renard de Jesus Taveira Lana - Experiência na Educação Básica - 03 anos e 5 meses (2011 a
2014)
Sueli Campos Paiva - Experiência na Educação Básica - 19 anos (1991 a 2010)
Walquíria Silva Lúcio - Experiência na Educação Básica - 15 anos (1999 a 2014)
2.12. Experiência de magistério superior do corpo docente
(Para fins de autorização,
*
considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois
primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os
critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que
40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que
50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que
60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que
70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo
menos, 5 anos)
Experiência de magistério superior do corpo docente.
33
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Afonso Ligório de Oliveira - Experiência de Magistério Superior - 15 anos (2009 a 2014)
Ana Elisa Costa Novais - Experiência de Magistério Superior - 04 anos (2008 a 2012)
Carlito Arlindo dos Santos Balbino - Experiência de Magistério Superior - 08 anos (2006 a 2014)
Cássio Luiz Vidigal - Experiência de Magistério Superior - 04 anos (2009 a 2012)
Clarissa Fernandes das Dores - Experiência de Magistério Superior - 08 anos (2007 a 2014)
Cláudia Maria Pignataro Oshiro - Experiência de Magistério Superior - 06 meses (2012)
Cláudio Aguiar Vita - Experiência de Magistério Superior - 10 anos (2004 a 2014)
Denise Conceição das Graças Ziviani - Experiência de Magistério Superior - 04 anos (2003; 2011
a 2014)
Edio da Costa Junior - Experiência de Magistério Superior - 03 anos (2011 a 2014)
Eliana Aparecida Gonsaga - Experiência de Magistério Superior - 02 anos (2010 a 2012)
Elisângela Silva Pinto - Experiência de Magistério Superior - 04 anos (2010 a 2014)
Fernando César Teixeira Resende - Experiência de Magistério Superior - 1,5 anos (2010 a 2012)
Fernando Jesus de Oliveira - Experiência de Magistério Superior - 09 anos (2005 a 2014)
Gislayne Elisana Gonçalves - Experiência de Magistério Superior - 08 anos (2006 a 2014)
Gislene Aparecida Santiago - Experiência de Magistério Superior - 02 anos (2011a 2013)
Gláucia do Carmo Xavier - Experiência de Magistério Superior - 05 anos (2008 a 2012)
Guilherme Guimarães Leonel - Experiência de Magistério Superior - 05 anos (2009 a 2014)
Gustavo Fechus Monteiro - Experiência de Magistério Superior -01 ano (2013 a 2014)
João Bosco Rios - Experiência de Magistério Superior - 06 anos (2008 a 2014)
João Nepomuceno Veiga de Souza - Experiência de Magistério Superior - 01 ano (2013 a 2014)
Joelma Aparecida dos Santos Xavier - Experiência de Magistério Superior - 01 ano (2013 a
2014)
Júlio César Rodrigues Fontenelle - Experiência de Magistério Superior - 15 anos (1999 a 2014)
Juracélio Ferreira Lopes - Experiência de Magistério Superior - 05 anos (2005 a 2007; 2010 a
2013)
Leonardo Soares Barbosa - Experiência de Magistério Superior - 01 ano (2013 a 2014)
Luciana Marcelino de Oliveira - Experiência de Magistério Superior - 03 anos (2009 a
2011/2014)
34
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
Luellerson Carlos Ferreira - Experiência de Magistério Superior - 2,5 anos (2010 a 2011; 2012 a
2014)
Luiz Henrique de Lacerda Abrahão - Experiência de Magistério Superior - 08 anos (2006 a 2014)
Marcio André dos Santos - Experiência de Magistério Superior - 02 anos (2011 - 2013)
Marcos Moraes Calazans - Experiência de Magistério Superior - 02 anos (2012 a 2013)
Marcus Vinícius Duarte Silva - Experiência de Magistério Superior - 03 anos (2011 a 2014)
Marília Costa de Faria - Experiência de Magistério Superior - 35 anos (1978 a 2013)
Matheus Tonani Marques Pereira - Experiência de Magistério Superior - 01 ano (2013 a 2014)
Míriam Conceição de Souza Testasicca - Experiência de Magistério Superior - 03 anos (2011 a
2014)
Nathália Luiz de Freitas - Experiência de Magistério Superior Neuber Silva Ferreira - Experiência de Magistério Superior - 03 anos (2011 a 2014)
Neuza Evangelista Pereira Rocha - Experiência de Magistério Superior - 10 anos (2004 a 2014)
Paulo Raimundo Pinto - Experiência de Magistério Superior - 1,5 anos (2013 a 2014)
Renard de Jesus Taveira Lana - Experiência de Magistério Superior - 02 anos (2012 a 2013)
Sueli Campos Paiva - Experiência de Magistério Superior - 01 ano (2008; 2010)
Walquíria Silva Lúcio - Experiência de Magistério Superior - 01 ano (2012 a 2013)
2.13. Relação entre o número de docentes e o número de estudantes NSA para cursos
*
presenciais, obrigatório para cursos a distância (relação entre o número de
docentes e o número de estudantes equivalente 40h em dedicação à EAD)
NSA
2.14. *
Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente.
De acordo com a Portaria Nº 016-B de 28 de outubro de 2010 que aprova o Regimento do
Colegiado do Curso de Graduação em Física, modalidade Licenciatura do IFMG - Campus Ouro
Preto, apresenta-se a seguir:
PORTARIA Nº 016-B DE 28 DE OUTUBRO DE 2010
REGIMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA, MODALIDADE
LICENCIATURA
Art. 1º - O Colegiado do curso será constituído por oito membros, assim distribuídos:
35
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
I – Pelo coordenador do curso, que é o membro nato do Colegiado;
II – Por dois docentes lotados na área, indicados e eleitos por seus pares;
III – Por dois docentes que atuam no Curso.
IV – Por um representante dos estudantes, regularmente matriculado no Curso Licenciatura
em Física, indicado pelos seus pares.
Parágrafo Único – O representante discente tem direito a um suplente.
V – Por um representante da área pedagógica;
VI – Por um representante da Diretoria de Graduação, Pesquisa e Pós-Graduação, indicado
pelo Diretor.
Parágrafo Único: Este colegiado, para validade de suas reuniões e deliberações, deverá ter
obrigatoriamente a presença da maioria absoluta (cinco) de seus membros, sendo dentre
esses no mínimo três docentes que atuam no Curso, dispensando desta forma a indicação de
suplência.
Art. 2º - O mandato dos membros do Colegiado será de dois anos, podendo ser prorrogado por
igual período por deliberação do próprio Colegiado.
Art. 3º - A Presidência do Colegiado do Curso de Graduação de Licenciatura em Física será
exercida pelo coordenador do respectivo Curso, com direito a voto ordinário e voto de
qualidade para situações de desempate.
Art. 4º - O Colegiado se reunirá sempre que necessário.
Parágrafo Único – A convocação das reuniões deverá ser feita com antecedência mínima de 48
horas.
Art. 5º - Compete ao Colegiado do Curso de Licenciatura em Física:
I – manifestar-se sobre os assuntos referentes às atividades da coordenação e sobre a política
e planejamento de ensino, pesquisa e extensão do Curso;
II – manifestar-se sobre a duração do Curso, suas competências, certificações, pré-requisitos e
demais componentes curriculares;
III – elaborar, com base nos elementos sugeridos pelos docentes, o plano didático, indicando a
extensão de cada disciplina do currículo, estabelecendo a carga horária a ser cumprida,
deliberando sobre a pertinência de unidades curriculares;
IV – deliberar sobre os requerimentos de dispensa de disciplina e aproveitamento de estudos
dos alunos, bem como requerimento de transferência ou reintegração ao Curso;
V – decidir sobre recursos e representações de alunos e professores relativos ao Curso;
36
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
VII – opinar e decidir sobre sugestões de docentes, alunos, setores administrativos e setores
comunitários que envolvam assuntos de interesse do Curso;
VIII – opinar e deliberar sobre outras matérias que lhe forem atribuídas, bem como sobre
casos omissos que se situem na esfera de sua competência.
Art. 6º - As decisões do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física deverão ter fundamento
nas normas gerais, no Estatuto e no Regimento Interno do IFMG – Instituto Federal de Minas
Gerais – Campus Ouro Preto.
Portaria nº 044 de 07 de outubro de 2013
Membros do Núcleo Docente Estruturante:
Gislayne Elisana Gonçalves (Presidente);
Édio da Costa Júnior (membro);
Elisângela Silva Pinto (membro);
Juracélio Ferreira Lopes (membro);
Talita Valadares (membro);
Denise Conceição das Graças Ziviani (membro);
Afonso Ligório de Oliveira (membro).
2.15. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica (Para fins de autorização,
*
considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois
primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
Produção científica, cultural, artística ou tecnológica.
Considerando a formação previamente explicitada, deve-se pensar numa organização
curricular que englobe novas dinâmicas e espaços formativos, para garantir que a formação,
pelo licenciando, ocorra de maneira articulada à construção das competências/habilidades
requeridas para seu exercício profissional.
Assim sendo, tendo em vista a formação do licenciando, a partir do perfil anteriormente
descrito e com as competências e habilidades listadas, é necessário conectar um conjunto
diversificado de atividades curriculares de maneira a propiciar a compreensão rigorosa dos
métodos envolvidos na produção e comunicação dos conhecimentos da física e o
enfrentamento competente das questões relacionadas à sua disseminação e dos processos de
aprendizagem, articulando no desenvolvimento do currículo, o ensino, a pesquisa e a
extensão.
Pesquisa
As atividades de pesquisa proporcionadas através dos projetos de iniciação científica conduz o
licenciando, desde o início de sua formação, a uma postura investigadora e reflexiva frente ao
37
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
conhecimento, além de o possibilitar desenvolver as habilidades requeridas para a resolução
de problemas no dia a dia, de tal forma a refletir no preparo de um profissional mais
capacitado e completo.
Para tal, a realização das atividades de pesquisa no Curso de Graduação em Física, modalidade
licenciatura do IFMG-OP é incentivada por meio de diversos mecanismos institucionais. Assim
sendo, pode-se citar que a Instituição promove e incentiva a apresentação de produção
científica e de resultados em eventos científicos e periódicos. Além disso, a Instituição oferece
também subsídios para viabilizar a execução dos projetos de pesquisa apresentados pelos
docentes, como transporte e apoio logístico para realização de eventos e visitas técnicas.
Para o corpo discente, o IFMG-OP oferece bolsas de iniciação científica e bolsas de iniciação
tecnológica (PIBIC E PIBITI). Além das bolsas oferecidas pela própria Instituição, os alunos
poderão ser beneficiados com bolsas destinadas por órgãos de fomento com os quais o IFMGOP tenha convênio.
Entre as atividades oferecidas de extensão pode-se citar:
- Eventos: compreendem atividades de curta duração, como palestras, seminários, congressos,
semana da Física entre outras modalidades;
- Programas de ação contínua: compreendem o conjunto de atividades implementadas
continuamente, que têm como objetivos o desenvolvimento da comunidade, a integração
social e a integração com instituições de ensino;
- Bolsas de extensão conquistadas por projetos junto ao Programa Interno de Bolsas de
Extensão (PIBEX) e junto ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência
(PIBID/2011) financiada pela CAPES.
É importante ressaltar que o Curso de Graduação em Física tem por finalidade desenvolver, de
forma harmônica e planejada, a educação superior, promovendo a formação e o
aperfeiçoamento acadêmico, social, científico e tecnológico dos recursos humanos sempre
aliados a pesquisa e extensão. Assim sendo, no contexto do Curso de Graduação em Física do
IFMG-OP, a extensão está vinculada, em especial, às Atividades Complementares e aos
Projetos de Extensão com o oferecimento da Bolsa de Extensão, a PIBEX.
Além disso, desde o primeiro semestre de funcionamento do curso, o curso promove a
SEMANA DA FÍSICA e atualmente, para a promoção desta semana contamos com o auxílio
financeiro do PRODOCÊNCIA, projeto financiado pela CAPES, que é coordenado pelo prof.
Marcus Duarte. Nesta semana, há a apresentação de trabalhos, mini-cursos, palestras, a partir
de pesquisadores convidados, apresentação cultural, artística por parte dos alunos do curso de
Física.
2.16. Titulação e formação do corpo de tutores do curso (Para fins de autorização,
*
considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois
primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) NSA para cursos presenciais.
Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até
20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria
38
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
4.059/2004
NSA
2.17. Experiência do corpo de tutores em educação a distância (Para fins de autorização,
*
considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois
primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) NSA para cursos presenciais.
Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até
20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria
4.059/2004
NSA
2.18. Relação docentes e tutores - presenciais e a distância - por estudante NSA para
*
cursos presenciais. Obrigatório para cursos a distância e presenciais,
reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade
a distância, conforme Portaria 4.059/2004
NSA
2.19. Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médica
*
para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos
Obrigatório
NSA
2.20. Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente
*
Medicina, NSA para os demais cursos
Obrigatório para o curso de
NSA
39
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
3. INFRAESTRUTURA - Fontes de Consulta: Projeto Pedagógico do Curso, Diretrizes
Curriculares Nacionais, quando houver, Formulário Eletrônico preenchido pela IES no eMEC e Documentação Comprobatória.
3.1. Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI (Para fins de
*
autorização, considerar os gabinetes de trabalho para os docentes em tempo
integral do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se
bacharelados/licenciaturas)
Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral - TI.
O curso de Graduação em Física, conta com os laboratórios de ensino e sala de professores,
sediado em prédio próprio, cuja sala de professores abriga estações de trabalho individuais
(mesas) equipadas, cada uma, com computador também de uso individual. Essa sala dispõe de
armários para uso coletivo e guardados individuais, 3 data-show, uma câmera fotográfica, um
notebook, também é dotada de uma pequena copa e banheiros (feminino e masculino).
3.2. * Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos.
Sala de Coordenação do Curso, com estação de trabalho, equipamentos de informática e um
armário.
3.3. Sala de professores (Para fins de autorização, considerar a sala de professores
*
implantada para os docentes do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros
anos, se bacharelados/licenciaturas) NSA para IES que possui gabinetes de
trabalho para 100% dos docentes do curso
Sala de professores.
Dentre a infra-estrutura disponível para a realização do curso tem-se:
- sala de permanência para os docentes com estações de trabalho e computadores individuais;
- sala de coordenação do Curso, com estação de trabalho, equipamentos de informática e
armário.
- Uma pequena copa;
- Dois banheiros (feminino e masculino).
Além disso, existem 3 data-shows, uma máquina fotográfica e um notebook que ficam a
disposição dos professores para serem usados tanto em aulas teóricas, quanto em aulas
práticas.
- Já se encontra em confecção o projeto arquitetônico que prevê a ampliação do pavilhão de
Física (prédio do curso de Física) e a inclusão de uma sala de professores com gabinetes
separados, de tal forma, a comportar de 2 a 3 professores por estação de trabalho separadas
por divisórias.
40
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
3.4. Salas de aula (Para fins de autorização, considerar as salas de aula implantadas
*
para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se
bacharelados/licenciaturas)
Salas de aula.
- As salas de aula teórica das turmas do primeiro, terceiro, quinto e sétimo período do Curso
de Licenciatura em Física do IFMG Campus Ouro Preto são localizadas no Pavilhão Central e
Pavilhão de Física.
- O projeto arquitetônico de ampliação do pavilhão de Física já se encontra em andamento,
onde haverá um aumento de dois laboratórios (um de pesquisa e outro de projetos para o
ensino de Física) e a inclusão de 4 salas de aula para as aulas teóricas. Além da previsão de
reforma do pavilhão antigo.
- No prédio onde atualmente se lecionam as aulas de laboratório de Física e as aulas da
disciplina de Projetos para o Ensino de Física I, II, III, IV e V, conta com 4 laboratórios, sendo
um laboratório de informática, um de eletricidade e magnetismo e Termologia, outro de
Projetos para o Ensino de Física e finalmente um de mecânica, ondas, óptica, física moderna.
3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática (Para fins de autorização,
*
considerar os laboratórios de informática implantados para o primeiro ano do curso,
se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
Acesso dos alunos a equipamentos de informática.
No prédio onde se lecionam as aulas de laboratório do curso de Física, conta com um
laboratório de informática, onde se encontram 15 computadores e uma impressora, em que os
alunos têm acesso.
3.6. Bibliografia básica (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia
*
básica disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se
bacharelados/licenciaturas) Nos cursos que possuem acervo virtual (pelo menos 1
título virtual por unidade curricular), a proporção de alunos por exemplar físico
passam a figurar da seguinte maneira para os conceitos 3, 4 e 5: Conceito 3 – 13 a
19 vagas anuais Conceito 4 – de 6 a 13 vagas anuais Conceito 5 – menos de 6 vagas
anuais)
Bibliografia básica.
- FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Prentice-Hall, vol. 1.
- STEWART. J. Cálculo. Cengage Learning, vol. 1.
- HOWARD, A. Cálculo. Bookman. vol. 1.
- AQUINO, R. Gramática Objetiva da Lingua Portuguesa. Ed. Elsevier, 1ª ed., 2006.
- ZILBERKNOP, L. S. Português instrumental, Ed. Atlas, 29º ed., 2010.
- CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2005.
- BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica. Makron Books, 2ª ed.
41
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
- LEHMAN, C. H. Geometria Analítica. Globo.
- LEITHOLD, L. Cálculo com geometria analítica. Harbra, vol.1.
- BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas, vol. 1,
Livros Técnicos e Científicos, 2006.
- AGOSTINHO, O. L. et alii. Tolerância, Ajustes, Desvios e Análise de Dimensões. São Paulo:
Edgard Blucher, 1977.
- ALBERTAZZI, A. G. Jr; SOUSA, A.R. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Ed.
Manole.
- STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. Makron Books.
- BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica. Makron Books, 2ª ed.
- LEHMAN, C. H. Geometria Analítica. Globo.
- ROCHA, J. F. M. Origens e Evolução das Idéias da Física. Salvador: EDUFBA, 2002.
- RONAN, C. A. História Ilustrada da Ciência, vol. I, II, III e IV, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro,
1987.
- BORNHEIM, G. Os filósofos pré-socráticos, São Paulo, Cultrix, 1967.
- FEYERABEND, P. Contra o Método. 3ªed. São Paulo: UNESP, 2007.
- LAKATOS, I. História da Ciência e suas Reconstruções Racionais e outros ensaios. Lisboa:
Edições 70, 1998.
- KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001.
- GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4a.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
- Científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e
trabalhos científicos. 7a.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
- MARTINS, G. de A.; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de
conclusão de curso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
- HOWARD, A. Cálculo. Bookman, vol. 1 e 2.
-STWART. J. Cálculo. Cengage Learning, vol. 1 e 2.
- FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Prentice-Hall, vol 1 e 2.
- ANTON, H; RORRES, I. Álgebra Linear com Aplicações. 8ª Edição, Artmed Editora, Porto
Alegre, 2001.
- BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo, Harbra, 1984.
- LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. 3a ed. , Makron Books, São Paulo, SP. 1994.
42
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
- STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo, McGraw-Hill,
1987.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, 8a ed., vol. 1, Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009.
- TIPLER, A. P; MOSCA, G. Física: para cientistas e engenheiros. 6a ed., vol. 1, Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009.
- NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4a ed., vol. 1, São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
- CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; Speziali, N. L. Física Experimental Básica na Universidade. 2a ed.,
Belo Horizonte: UFMG, 2008.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, 8a ed., vol. 1, Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009.
- TIPLER, A. P; MOSCA, G. Física: para cientistas e engenheiros. 6a ed., vol. 1, Ed. Livros
Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2009.
- ROCHA, J. F. M. Origens e Evolução das Idéias da Física. Salvador: EDUFBA, 2002.
- BURTT, E. As Bases Metafísicas da Ciência Moderna. Brasília: Editora UnB, 1991.
- FEYNMAN, R. P. Física em Seis Lições. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
- GASPAR, A. Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental, 1ª ed., Ed. Ática, 2005, p.1130.
- NICOLAU, G. F.; PENTEADO, P. C.; TOLEDO, P.; TORRES, C. M. Física Ciência e Tecnologia. São
Paulo: Ed. Moderna, 2001.
Obs: Devido ao espaço reduzido do campo (4.000) caracteres, não foi possível elencar todas as
bibliografia básica do curso e, nem tampouco, as regras da ABNT.
3.7. Bibliografia complementar (Para fins de autorização, considerar o acervo da
*
bibliografia complementar disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois
primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
Bibliografia complementar.
- ÁVILA, G.S.S. Cálculo. LTC, vol.1.
- GUIDORIZZI, H. Um Curso de Cálculo, LTC, vol. 1.
- SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica. McGraw-Hill Ltda, São Paulo, vol. 1.
- ROMANO, R. - Cálculo Diferencial e Integral Atlas, São Paulo, 1981.
- AYRES, F. - Cálculo Diferencial e Integral Ed. McGraw Hill do Brasil, São Paulo, 1981.
43
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
- ALMEIDA, Antônio Fernando de. Português básico para cursos superiores. 2ª ed. São Paulo,
Atlas,
1990.
- BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. São Paulo, Nacional, s/d. BLIKSTEIN,
Izidoro.
Técnicas de comunicação escrita. São Paulo, Ática, s/d. Série Princípios, 12.
- BOAVENTURA, Edvaldo. Como ordenar idéias. São Paulo, Ática, s/d. Série Princípios, 128.
- LIBERATO, Y.; FULGÊNCIO, L. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro.
Contexto, 1ª ed., 2007.
- GUIMARÃES, E. A articulação do texto. Ática, 3ª ed., 1993.
- STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. Makron Books.
- JULIANELLI, J. R. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. Ciência Moderna.
- WINTERLE, P.; STEINBRUCH, A. Geometria Analítica – Um tratamento vetorial, Rio de Janeiro:
MacGraw- Hill, 1987;
- CAROLI, A.; CALLIOLI, C.A; FEITOSA, M.O. Matrizes, Vetores e Geometria Analítica, 9 ed, São
Paulo: Nobel, 1978;
- BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica - Um Tratamento Vetorial, Rio de Janeiro:
McGraw-Hill, 1987;
- VAZ, J.; GUIMARÃES, M. S. Metrologia – uma ciência transdisciplinar, Rio de Janeiro, 2002.
- CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S., SPEZIALI, N. L. Física Experimental Básica na Universidade. 2a ed,
Belo Horizonte: UFMG, 2008.
- SCHNAIDER. C A.; COMPAIN, L. Metrologia de Taller. Bilbao, Urmo, 1974.
- Guia de Incerteza de Medição do INMETRO (INMETRO, 110 p., 1997).
- Glossário de Termos em Metrologia (INMETRO).
- ZBAR, Basic Electricity: A Text–Lab Manual. 6a ed., McGraw–Hill, 1997.
- IEZZI - Fundamentos de Matemática Elementar, vol 7
- BOLDRINI, J. L / COSTA, S. I. R ./ RIBEIRO, V. L. F. F / WETZLER, H. G. - Álgebra Linear. - Ed.
Harbra 1980.
- NATHAN, M. S. - Vetores e Matrizes. Livros Técnicos e Científicos - Editora S.A. 1988.
- LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. Harbra, vol.1.
- JULIANELLI, J. R. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. Ciência Moderna.
44
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
- CROMBIE, A.C. Historia de la ciencia: de San Agustin a Galileo - Siglos V - XII. Madrid, Alianza
Editorial, 1974.
- KOYRÉ, A. Do Mundo Fechado ao Universo Infinito. Rio de Janeiro: Forense - universitária,
1979.
- KOYRÉ, A. Estudos de História do Pensamento Científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, Brasília: Ed. Unb, 1982.
- PIRES, A. S. T. Evolução das Idéias da Física. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2008.
- SILVA, C. C. (Org.) Estudos de História e Filosofia das Ciências: Subsídios para Aplicação no
Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006.
- POPPER, K. R. Conjecturas e Refutações. Brasília: UnB, 1974.
- COLLINS, H.; PRINCH, T. O GOLEM – o que você deveria saber sobre ciência. São Paulo:
UNESP, 2003.
- CHALMERS, A. O que é Ciência, afinal? Tradução de Raul Fiker. São Paulo: Editora Brasiliense,
1993.
- HAHN, H; NEURATH, O; CARNAP, R. A concepção cientifica do mundo – O Círculo de Viena. In:
Cadernos de História e Filosofia da Ciência 10. 1986.
- LOSSE, J. Introdução Histórica à Filosofia da Ciência. Tradução de Borisas Cimbleris. Belo
Horizonte-Rio de Janeiro: Editora Itatiaia, 2000.
- ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do trabalho Científico: elaboração de
trabalhos na graduação. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
- AZEVEDO, I. B.. O prazer da produção científica: Descubra como é fácil e agradável elaborar
trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2001.
- LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6.ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
Obs: Devido ao espaço reduzido do campo (4.000) caracteres, não foi possível elencar todas as
bibliografia básica do curso e, nem tampouco, as regras da ABNT.
3.8. Periódicos especializados (Para fins de autorização, considerar os periódicos
*
relativos às áreas do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se
bacharelados/licenciaturas. Para fins de autorização, os critérios de análise passam
a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 3 títulos Conceito 2 – maior
ou igual a 3 e menor que 6 Conceito 3 – maior ou igual a 6 e menor que 9 Conceito 4
– maior ou igual a 9 e menor que 12 Conceito 5 – maior ou igual a 12)
Periódicos especializados.
Entre os Periódicos especializados encontra-se o Portal de periódicos da CAPES, da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), é uma biblioteca
virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da
45
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
produção científica internacional onde constam vários portais que podem ser pesquisados. Ele
conta com um acervo de mais de 37 mil títulos com texto completo, 130 bases referenciais, 12
bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de
referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.
3.9. Laboratórios didáticos especializados: quantidade NSA para cursos que não utilizam
*
laboratórios especializados (Para fins de autorização, considerar os laboratórios
didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois
primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Para cursos a distância, verificar os
laboratórios especializados da sede e dos polos Para Pedagogia é obrigatório
verificar a brinquedoteca
Laboratórios didáticos especializados: quantidade.
No prédio onde se lecionam as aulas de laboratório do curso de Física, conta com um
laboratório de informática, onde se encontram 15 computadores e uma impressora, em que os
alunos têm acesso.
3 laboratórios de ensino:
- um laboratório de ensino eletricidade/magnetismo e Física Moderna dotado com
equipamentos altamente especializados, com sensores de aquisição de dados e interface com
computadores e software para aquisição de dados, de forma a abranger 4 kits de cada tema
abordado pela eletricidade e magnetismo e 2 kits de cada tema abordado pela Física moderna.
- um laboratório de ensino de mecânica, óptica e ondas: equipamentos altamente
especializados, com sensores de aquisição de dados e interface com computadores e software
de aquisição de dados, de forma a abranger 4 kits de cada tema abordado pela mecânica,
óptica e ondas.
- um laboratório de projetos para o ensino de Física: onde se desenvolve as aulas práticas por
meio de construção de dispositivos utilizando material de baixo custo e/ou alternativo fruto de
reciclagem. Além disso, é onde se criam e se discutem os projetos interdisciplinares
juntamente com os alunos do curso de Física matriculados na disciplina de projetos para o
ensino de Física I, II, III, IV e V.
3.10. Laboratórios didáticos especializados: qualidade NSA para cursos que não utilizam
*
laboratórios especializados (Para fins de autorização, considerar os laboratórios
didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou
dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Para cursos a distância,
verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos Para Pedagogia é
obrigatório verificar a brinquedoteca
Laboratórios didáticos especializados: qualidade.
Laboratórios equipados com equipamentos fornecidos pela maior empresa do seguimento em
nosso país. Possuem os kits necessários à formação de profissionais da educação e alguns kits
adicionais, contribuindo à formação extracurricular. Todos os kits contam com sensores,
interface computacional e software de aquisição de dados, sendo assim como estes kits são
46
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
assistidos por computador, permitem ao aluno o desenvolvimento de habilidades
computacionais.
Os laboratórios contam com 4 desktops exclusivos às aulas experimentais. Ao todo são 15
desktops, 03 datashows e 01 impressora multifunção laser a disposição dos alunos para o uso
desde a aquisição de dados à impressão dos relatórios.
3.11. Laboratórios didáticos especializados: serviços NSA para cursos que não utilizam
*
laboratórios especializados (Para fins de autorização, considerar os laboratórios
didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou
dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
Para cursos a distância,
verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos Para Pedagogia é
obrigatório verificar a brinquedoteca
Laboratórios didáticos especializados: serviços.
Além do planejamento e execução de aulas práticas e projetos interdisciplinares, os alunos
contam com o apoio dos técnicos de laboratório e T.I., estagiários e pessoal de limpeza,
quando necessário.
3.12. Sistema de controle de produção e distribuição de material didático
*
(logística) NSA para cursos presenciais, obrigatório para cursos a distância
NSA
3.13. Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades básicas
Obrigatório para cursos de
*
direito (presencial e a distância), NSA para os demais cursos
NSA
3.14. Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades de arbitragem, negociação e
*
mediação Obrigatório para cursos de direito (presencial e a distância), NSA para
os demais cursos
NSA
3.15. Unidades hospitalares de ensino e complexo assistencial Obrigatório para o curso
*
de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam unidades
hospitalares de ensino e complexo assistencial no PPC
NSA
3.16. Sistema de referência e contrarreferência
*
NSA para os demais cursos
Obrigatório para o curso de Medicina,
NSA
3.17. Biotérios Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que
*
não contemplam biotério no PPC
47
Instrumento de Avaliação do Curso de Licenciatura em Física
NSA
3.18. Laboratórios de ensino Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais
*
cursos que não contemplam laboratórios de ensino no PPC
NSA
3.19. Laboratórios de habilidades Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os
*
demais cursos que não contemplam laboratórios de habilidades no PPC
NSA
3.20. Protocolos de experimentos Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os
*
demais cursos que não contemplam protocolos de experimentos no PPC
NSA
3.21. Comitê de ética em pesquisa Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os
*
demais cursos que não contemplam comitê de ética em pesquisa no PPC
NSA
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1 Contexto educacional. Como constatado nos dados apurados