Newsletter Labialfarma
Newsletter n˚7
Tecnologia QNP™
Quantified Nitrogen Protection
QNP™ é uma tecnologia única que marca um incremento inigualável na
qualidade do produto final, com reflexos diretos na sua estabilidade,
validade e eficácia.
| Junho 2012
ÁCIDO LÁURICO E MONOLAURINA
O ácido láurico foi
inicialmente
descoberto, quando o
microbiologista Jon
Kabara estudava o
leite materno humano,
para determinar as
substâncias antivirais responsáveis pela
protecção dos recém-nascidos face a
infecções.
saiba mais
GARANTIA DA QUALIDADE NO
FABRICO DE PRODUTOS À
BASE DE PLANTAS
Ar
Azoto
QNP™
saiba mais
SelfCaps™: SILIMARINA
O pessoal deve ter a formação necessária
para permitir realizar testes de identificação e
de reconhecer adulterações, a presença do
crescimento bacteriano ou infestações e falta
da uniformidade nos fornecimentos das
plantas.
saiba mais
ÓLEO DE COCO VIRGEM PURO
A silimarina, princípio activo do
Silybum marianum L., é vulgarmente
conhecida em fitoterapia pela sua
acção
hepatoprotectora
e
antioxidante. A silimaria é uma mistura
de compostos, entre os quais a
silibina, que constitui o componente
mais activo. Estima-se que apenas
cerca de 20 % a 50 % da silimarina
administrada oralmente é absorvida
no tracto gastrointestinal, em virtude
da sua baixa solubilidade aquosa.
O Óleo de Coco
virgem puro é
prensado a frio,
não é submetido
ao processo de
refinação e desodorização, sendo extraído a
partir da polpa do coco fresco maduro por
processos físicos, passando pelas etapas de
trituração, prensagem e tripla filtração.
Assim, este óleo mantém intactos os seus
compostos activos.
saiba mais
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Tecnologia QNP™ - Quantified Nitrogen Protection.
A única tecnologia do mundo capaz de quantificar azoto numa cápsula.
Durante quanto tempo consegue manter a
qualidade do seu produto?
Ar
Azoto
QNP™
QNP™ é uma tecnologia única que marca um
incremento inigualável na qualidade do produto
final, com reflexos diretos na sua estabilidade,
validade e eficácia.
Porque é que que a tecnologia QNP é importante?
O contacto com o oxigénio é a principal causa da
degradação dos princípios ativos que estão sob
formas líquidas ou semissólidas, o que afeta
significativamente o seu perfil de eficácia e a sua
estabilidade a longo prazo.
Os óleos de peixe são um exemplo bastante
elucidativo das vantagens da tecnologia QNP.
Tratando-se de um ingrediente de natureza lipofílica,
apresenta uma elevada susceptibilidade à oxidação.
Além disso, óleos de peixe altamente concentrados
em ativos – por exemplo, Ómega 3 - representam, por
um lado, maior eficácia e, por outro lado, maior
susceptibilidade à degradação oxidativa. A injeção de
azoto através da tecnologia QNP™ permite garantir a
preservação, maximizar a estabilidade e extender a
validade do produto, além de manter as
características organoléticas finais (a oxidação rança
os óleos, conferindo-lhes mau aspeto e odor muito
intenso e desagradável).
Onde se pode aplicar a tecnologia QNP™?
UNiDOSPACK™
DUAlPACK™
FusionPACK™
Saquetas
Ampolas
Frascos
Cápsulas
Blisters
Em que consiste a tecnologia QNP™?
QNP™ - Quantified Nitrogen Protection – é uma
tecnologia
inteiramente
desenvolvida
pela
Labialfarma, SA que consiste na criação de uma
atmosfera protectora de azoto devidamente
doseada. Esta tecnologia diferencia-se da atmosfera
de azoto tradicional pois é a única que controla a
quantidade de azoto injetada, sendo a única que
oferece garantias de estabilidade, alargamento da
semi-vida
do
produto
e
preservação
das
características organoléticas.
A tecnologia QNP™ consiste em 3 fases principais:
1. Determinação da quantidade de azoto a injetar,
tendo em conta o volume disponível e a natureza e
concentração dos ingredientes ativos, para garantir
a criação de uma atmosfera protetora eficaz;
2. Injeção controlada de azoto na quantidade
previamente determinada;
3. Doseamento final do azoto injectado para
confirmação da sua quantidade. Desta forma,
consegue-se a criação de uma atmosfera
protetora de azoto, devidamente quantificada, no
interior de cápsulas duras com enchimento
líquido, frascos, saquetas e ampolas e ainda nos
alvéolos dos blisteres.
2
Tecnologia QNP™ - Quantified Nitrogen Protection.
A única tecnologia do mundo capaz de quantificar azoto numa cápsula.
Índice de peróxidos com tecnologia QNP™ versus Índice de peróxidos com atmosfera tradicional
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Índice de peróxido (mEqO₂/Kg)
Índice de peróxido (mEqO₂/Kg)
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Tempo (meses)
Fig. 1 - Evolução do índice de peróxidos, em condições de estabilidade
normal (25ºC/60%HR), de um óleo EE de elevada concentração em EPA
(65/10) cheio em cápsulas duras LiqFillCaps™ com QNP™e do mesmo óleo
cheio em cápsulas duras tradicionais e com atmosfera tradicional.
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Tempo (meses)
Fig. 2 - Evolução do índice de peróxidos, em condições de estabilidade
acelerada (40ºC/75%HR), de um óleo EE de elevada concentração em EPA
(65/10) cheio em cápsulas duras LiqFillCaps™ com QNP™e do mesmo óleo
cheio em cápsulas duras tradicionais e com atmosfera tradicional.
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Atmosfera Tradicional
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Índice de anisidina
Índice de anisidina
Índice de anisidina com tecnologia QNP™ versus Índice de anisidina com atmosfera tradicional
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Tempo (meses)
Fig. 3 - Evolução do índice de anisidina, em condições de estabilidade normal
(25ºC/60%HR), de um óleo EE de elevada concentração em EPA (65/10)
cheio em cápsulas duras LiqFillCaps™ com QNP™e do mesmo óleo cheio
em cápsulas duras tradicionais e com atmosfera tradicional.
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Tempo (meses)
Fig. 4 - Evolução do índice de anisidina, em condições de estabilidade
acelerada (40ºC/75%HR), de um óleo EE de elevada concentração em EPA
(65/10) cheio em cápsulas duras LiqFillCaps™ com QNP™e do mesmo óleo
cheio em cápsulas duras tradicionais e com atmosfera tradicional.
Garantia de Qualidade no Fabrico de Produtos à Base de Plantas
Controlo de Qualidade
Ensaios
O pessoal deve ter a formação necessária para permitir
realizar testes de identificação e de reconhecer
adulterações, a presença do crescimento bacteriano ou
infestações e falta da uniformidade nos fornecimentos
das plantas. Além da diversidade química facilmente
nos deparamos com certas situações que tornam o seu
controlo mais complexo: escassez de literaturas oficiais
que contemplem métodos analíticos; ausência de
substâncias de referência / possuem custos
elevadíssimos; contaminação com outras espécies
facilmente obtidas da natureza ou de menor custo que
levam à adulteração química de difícil identificação.
Em geral, o controlo de qualidade baseia-se
em três importantes definições farmacopeicas:
1. IDENTIFICAÇÃO: O produto é o que deve ser?
2. PUREZA: Existem contaminantes, ou seja,
o que é que não deveria estar presente?
3. DOSEAMENTO: O teor das substâncias
activas está dentro dos limites definidos?
Amostragem
Uma vez que os materiais vegetais são um conjunto de
plantas individuais e/ou partes diferentes da mesma
planta e têm assim um elemento de heterogeneidade, a
amostragem deve ser realizada com cuidados
especiais pelo pessoal com a formação adequada. Uma
amostra da retenção é uma amostra representativa do
lote ou fornecimento que deve ser retida.
3
Ácido Láurico e Monolaurina
O ácido láurico foi inicialmente descoberto, quando o
microbiologista Jon Kabara estudava o leite materno
humano, para determinar as substâncias antivirais
responsáveis pela protecção dos recém-nascidos face
a infecções. No nosso organismo, o ácido láurico é
convertido em monolaurina (derivado monoglicérido).
Esta molécula apresenta propriedades anti-infecciosas
sobre diversos microorganismos, como bactérias,
fungos, vírus ou protozoários. Este efeito opera-se
através de 3 mecanismos possíveis:
Exacerbada fluidificação da membrana celular
bacteriana ou do envelope vírico;
Interferência com a formação de toxinas e a
transdução do sinal;
Estimulação do próprio sistema imunitário, através
do aumento da proliferação dos linfócitos T.
As suas grandes mais-valias são o facto de não
induzir qualquer tipo de resistência, nem afectar
negativamente nenhuma bactéria simbiótica com
o nosso organismo.
Daí que o ácido láurico tenha vindo a ser explorado
enquanto suplemento alimentar, sendo sobretudo
empregue como complemento de antibióticos (potencializa
a sua acção), imunoestimulante (em gripes, constipações,
onicomicoses, recidivas de herpes, etc.) e fonte energética
(para atletas e no Síndrome de Fadiga Crónica).
A monolaurina também é amplamente utilizada na
indústria cosmética, entrando na formulação de
desodorizantes,
sabonetes,
champôs
e
condicionadores, sobretudo como surfactante. Quando
aplicada topicamente, parece inibir eficazmente a
proliferação de certos microorganismos. Tanto o assim
é, que recentemente captou atenções, graças às suas
propriedades bactericidas sobre organismos Gram
positivos da microflora vaginal humana. Já foi
inclusivamente testada in vivo com interessantes e
promissores resultados, sem prejuízo dos lactobacilos.
Assim, enquanto gel de aplicação intra-vaginal, a
monolaurina inibiu eficazmente, em apenas 2 dias o
crescimento de Candida albicans e Gardnerella
vaginalis, reduzindo significativamente o número de
microorganismos. Desta forma, a monolaurina poderá
muito bem vir a ser reconhecida como o primeiro
agente que permite o controlo da candidíase
vulvovaginal e vaginose bacteriana.
De entre os diversos agentes patológicos sensíveis à
Monolaurina, destacam-se:
Citomegalovírus
Vírus Herpes simplex
Vírus sincicial
Vírus influenza
Vírus da Rubéola
Pneumovírus
Staphylococcus aureus
Neisseria gonorrhea
Listeria monocytogene
Helicobacter pylori
Chlamydia trachomatis
Streptococcus A,B, F & G
Aspergillus niger
Candida albicans
Várias espécies de tinha
O ácido láurico constitui uma excelente opção para o
reforço das defesas naturais e para combater uma
série de agentes patogénicos, daí que a sua
suplementação seja do maior interesse para o público
em geral, especialmente com a com a aproximação
das estações mais frias.
Sabia que...
O ácido láurico foi eleito a molécula do mês
em Abril do ano corrente, pela Universidade
de Bristol.
4
SelfCaps™: uma solução prática e efectiva para a
melhoria da biodisponibilidade oral da silimarina.
A silimarina, princípio activo do Silybum marianum L., é
vulgarmente conhecida em fitoterapia pela sua acção
hepatoprotectora e antioxidante. A silimaria é uma
mistura de compostos, entre os quais a silibina, que
constitui o componente mais activo. Estima-se que
apenas cerca de 20 % a 50 % da silimarina
administrada oralmente é absorvida no tracto
gastrointestinal, em virtude da sua baixa solubilidade
aquosa. Entre as diversas aproximações reportadas
na literatura científica para aumentar a sua
biodisponibilidade, o desenvolvimento de formulações
do tipo auto-microemulsificável (SMEDDS) tem
respondido com sucesso a esta necessidade
tecnológica.
Os valores de AUC e Cmáx resultantes da formulação
SMEDDS foram 3,6 e 7,1 vezes maiores que os
obtidos
com
a
formulação
comercializada,
respectivamente, enquanto que o Tmáx foi mais
pequeno do que o da cápsula convencional. Estes
resultados conduziram a uma biodisponibilidade
relativa de 360 % entre a formulação SMEDDS e o
Legalon®.
No estudo aqui apresentado, o perfil de dissolução e a
biodisponibilidade oral de uma formulação SMEDDS
foi avaliada e comparada com uma formulação
tradicional de silimarina existente no mercado
(Legalon® cápsulas duras, 140 mg). Os perfis de
dissolução mostraram um aumento significativo da
libertação de silibina das formulações SMEDDS,
comparativamente à cápsula de Legalon® (Fig.1).
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30
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Plasma conc. of Silybin, µg / ml
% Released
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Time, min
Fig. 1 - Perfis de dissolução da silibina da formulação auto-microemulsificável
(SMEDDS: ) e da cápsula convencional (Legalon® : ).
Após a administração oral da formulação SMEDDS em
ratos, a biodisponibilidade oral da silibina foi avaliada
através dos perfis plasmáticos de silibina obtidos e dos
parâmetros farmacocinéticos calculados, tais como a
área sob a curva da concentração de silibina versus
tempo, de zero até 24 horas (AUC), a concentração
máxima plasmática (Cmáx) e o tempo correspondente
(Tmáx).
0
0
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8
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16
20
24
Time, hrs
Fig. 2 - Perfis da concentração plasmática da silibina, após administração
oral a ratos da formulaçãoSMEDDS ( ) e do Legalon® ( ).
A melhoria da biodisponibilidade oral da silimarina
com formulações SelfCaps™ constitui assim mais
uma evidência do elevado potencial desta
tecnologia revolucionária, a qual continuará
certamente a surpreender o mercado farmacêutico
num futuro próximo.
5
Óleo de Coco Virgem Puro
O Óleo de Coco virgem puro é prensado a frio, não é
submetido ao processo de refinação e desodorização,
sendo extraído a partir da polpa do coco fresco maduro
por processos físicos, passando pelas etapas de
trituração, prensagem e tripla filtração. Assim, este
óleo mantém intactos os seus compostos activos. Tem
um ponto de fusão (temperatura à qual uma
substância passa do estado sólido ao estado líquido; é
um parâmetro característico de cada substância pura,
permitindo avaliar o seu grau de pureza) entre os 20 e
os 28ºC.
Propriedades das Cápsulas Moles de Óleo de
Coco Virgem Puro
Devido à elevada composição em Triglicéridos de
Cadeia Média, que penetrem rapidamente nas
células, logo são rapidamente convertidos no
corpo humano em energia. O Óleo de Coco
Virgem Puro tem acção termogénica, o que faz
com que o metabolismo corporal aumente e com
isso há um maior consumo de gordura. Este óleo
inibe também o apetite, logo a quantidade de
alimentos ingeridos durante as principais refeições
é reduzida. Assim, o Óleo de Coco Virgem Puro
ajuda a emagrecer e a perder gordura abdominal.
Reduz os níveis de glicémia (glicose no sangue) e
diminui a resistência à insulina, pois ao contrário
dos outros óleos poliinsaturados que dificultam a
entrada da insulina e nutrientes para dentro das
células, o óleo de coco “abre as membranas das
células”, permitindo que os níveis de glicose e de
insulina se normalizem.
Cápsulas Moles
A temperaturas inferiores a 20ºC, as cápsulas de Óleo
de Coco virgem puro apresentam-se brancas
opacas/turvas; a temperaturas superiores a 28ºC, as
cápsulas de Óleo de Coco virgem puro apresentam-se
com conteúdo oleoso translúcido. Estas alterações do
aspecto das cápsulas dependem da temperatura de
armazenamento. A variação do aspecto das cápsulas
não significa qualquer alteração/deterioração do seu
conteúdo, podendo as mesmas ser tomadas,
independentemente do seu conteúdo se apresentar
branco opaco ou oleoso translúcido.
Propriedades Cosméticas e Dermatológicas do
Óleo de Coco
O Óleo de Coco pode ser utilizado como hidratante
para o cabelo, podendo ser usado como
condicionador depois do banho) e mantém o
escalpe livre de caspa, pitiríase e piolhos, pois
mata os piolhos que se encontram activos.
Fortalece também o cabelo e promove o seu
crescimento.
Comprove a pureza das cápsulas contendo Óleo
de Coco
Coloque as cápsulas no frigorífico. Após alguns
minutos, poderá verificar que as mesmas estão
brancas opacas. Colocando uma cápsula na sua mão
fechada, durante alguns minutos, vai elevar
progressivamente a sua temperatura e o conteúdo
voltará a ser oleoso translúcido. Com este simples
teste conseguimos garantir que estamos perante um
Óleo de Coco puro virgem.
A maioria das loções e cremes são constituídas
predominantemente por água, sendo rapidamente
absorvidas pela pele seca e com rugas. Assim que
a água entra na pele, o tecido é expandido,
atenuando as rugas e tornando a pele mais macia.
No entanto este efeito é temporário, pois a água é
rapidamente absorvida e levada para a corrente
sanguínea e a pele volta a ficar com rugas e seca.
Já o Óleo de Coco, sendo hidratante e emoliente,
previne as rugas e a pele seca, pois faz com que
os nutrientes do sangue cheguem até à pele.
6
Sistema Vigia
Zelamos pela Saúde e Bem-estar do consumidor
O VIGIA esclarece as suas dúvidas
O Sistema VIGIA é um serviço de apoio ao
consumidor e aos profissionais de saúde, que tem
como
objetivo
esclarecer
qualquer
dúvida
relativamente à toma de suplementos alimentares
integrados no sistema.
VIGIA vem de Vigilância de Suplementos Alimentares,
uma vez que acompanha, aconselha e vigia aos seus
consumidores.
O Núcleo VIGIA pode ajudá-lo em qualquer dúvida
que possa surgir sobre um produto integrado no
VIGIA, como por exemplo:
Como se toma o produto,
Avaliar se o suplemento alimentar interage com
algum medicamento que a pessoa possa estar a
tomar,
Se pode fazer mal a alguma doença que a
pessoa tenha,
Analisar se alguma reação estranha que sentiu
está relacionada com a toma do produto,
Que outras medidas pode adotar, que
potencializem a ação do produto,
Entre outras.
O VIGIA protege e apoia a sua saúde
O VIGIA disponibiliza-lhe informação, permitindo-lhe
tirar o maior partido da toma dos suplementos
alimentares integrados.
Com o VIGIA, as pessoas que comprem, ou
pretendem comprar, produtos integrados no Sistema,
têm ao dispor uma equipa especializada – Núcleo
VIGIA, constituída por farmacêuticos e médicos,
capazes de responder às suas dúvidas.
Os produtos VIGIA são fáceis de identificar
Os produtos VIGIA contêm o logo
VIGIA na embalagem do produto e o
número de telefone.
Quando encontrar este símbolo numa
embalagem, é um produto VIGIA.
O VIGIA pode ser contactado por qualquer pessoa
Qualquer pessoa que compre, ou pretenda comprar,
um Suplemento Alimentar que contenha o logo VIGIA,
pode entrar em contato com o Núcleo VIGIA através
do telefone, e-mail ou notificação online, no site do
VIGIA, e esclarecer as suas questões.
Contactos VIGIA
Número azul 808201070, disponível aos dias
úteis das 8h30 às 17h30.
E-mail: [email protected]
www.vigia.labialfarma.com
7
Sugestão Wellcare: Chá Noz Pecan
®
Origem da Casca de NOZ PECAN:
Pomares de Nogueiras Pecan (Carya illinoinensis),
localizados no coração da Amazónia.
Usos Tradicionais da Casca de NOZ PECAN:
A casca de Noz Pecan é extensamente usada na
medicina tradicional, onde as reconhecidas virtudes
como purificador do sangue, lhe permitem ser uma
ajuda preciosa em variadas situações, tais como:
Cálculos de vesícula
Obstipação
Emagrecimento
Fumadores (eliminação da nicotina)
Colesterol
Stress
Processamento da Casca de NOZ PECAN:
As Nozes Pecan sofrem um controlo intensivo desde a
sua recolha, até às análises físicas e microbiológicas
que garantem uma matéria prima de alta qualidade. O
seu armazenamento em embalagens em vácuo,
conservadas em câmaras com temperatura e
humidade
controlada,
permitem
manter
as
características naturais o mais próximas possíveis do
que encontramos directamente na natureza.
Evidência Clínica da Casca de NOZ PECAN:
O grande conteúdo de compostos fenólicos na casca
de Noz Pecan, é explicativo do alto poder antioxidante
detectado em estudos científicos, mesmo quando
comparados com elevadas concentrações de
tocoferois (Vitamina E). Esta actividade estende-se ao
efeito protector observado ao nível do chá da casca de
Noz Pecan na toxicidade induzida por ciclosfamida em
múltiplos órgãos.
Características Organolépticas:
Odor e Sabor: Característico de Casca de Noz Pecan
Cor: Caramelo a Castanho claro
Modo de preparação e toma:
Colocar 2 a 3 saquetas em infusão, sempre em água
acabada de ferver e esperar 5 minutos antes de
beber. Tomar abundantemente ao longo do dia.
Apresentação:
Saquetas de infusão com 1,5 g de Casca de Noz
Pecan em caixas individuais de 10 a 20 unidades –
Ref.: CH02834.
Está interessado?
Contacte:
WELLCARE
Tel. +351 231 927 590
Fax. +351 231 929 165
[email protected]
www.wellcare.pt
8
Publicidade e Alegações de Saúde em Suplementos Alimentares
O número cada vez maior de suplementos alimentares
rotulados e publicitados exigiu a implementação de regras
que visam harmonizar a utilização de alegações de saúde
a nível europeu e, desta forma, assegurar um nível
elevado de proteção dos consumidores.
Neste contexto, surge o Regulamento nº 1924/2006 (CE)
da Comissão de 20 de Dezembro de 2006 relativo a
alegações nutricionais e de saúde sobre os alimentos,
que vem complementar os princípios gerais
estabelecidos na Directiva 2000/13/CE.
Este regulamento aplica-se a todas as alegações de
saúde feitas em comunicações comerciais, ao nível da
rotulagem, apresentação e publicidade dos suplementos
alimentares disponíveis para o consumidor final, e só
deverão ser autorizadas alegações para utilização na
Comunidade depois de realizada uma avaliação
científica, ao mais elevado nível, pela Autoridade
Europeia para a Segurança dos Alimentos.
A veracidade das alegações é verificada quando a
substância alvo da dita alegação se encontre presente no
produto final em quantidade capaz de produzir o efeito
nutricional ou fisiológico alegado, pressupondo-se que a
substância é assimilável pelo organismo.
Cabe à Comissão Europeia a responsabilidade de
disponibilizar e actualizar a lista com todas as alegações
de saúde que vão sendo autorizadas.
A publicação recente do Regulamento (UE) nº
432/2012 da Comissão de 16 de Maio de 2012
estabelece a lista de alegações de saúde permitidas,
referente a alimentos que não mencionam a redução do
risco de doença ou de desenvolvimento e saúde das
crianças.
A lista das alegações permitidas, incluídas neste
Regulamento, inclui a redação de cada alegação, as
condições específicas de utilização e, se aplicável, as
restrições da utilização em conformidade com os
pareceres da Autoridade.
Relativamente às alegações de saúde em produtos
contendo substâncias vegetais ou elaborados à base de
plantas, geralmente designadas substâncias «botânicas»,
e sobre as quais a Comissão identificou um certo número
de alegações transmitidas para avaliação, a Autoridade
ainda não concluiu a avaliação científica, pelo que a
inclusão na lista de alegações permitidas ainda se
encontra em análise.
O departamento dos Assuntos Regulamentares da
Labialfarma
é
responsável
por
analisar
detalhadamente as alegações de saúde utilizadas nas
rotulagens dos produtos e verificar se estão em
conformidade com os Regulamentos actuais.
A LABIALFARMA agradece os seus comentários
Contacte-nos para mais informações ou envie-nos as suas sugestões.
Edição:
Revisão:
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Catarina Roxo - Mestre em Ciências Farmacêuticas
Cláudia Barroso - Farmacêutica Especialista em Indústria Farmacêutica
Daniela Ferraz - Mestre em Ciências Farmacêuticas, Pós Graduada em Gestão de Marketing Farmacêutico
Diana Machado – Mestre em Ciências Farmacêuticas
Filipa Queiroz - Mestre em Ciências Farmacêuticas
Inês Gonçalves - Mestre em Ciências Farmacêuticas, Pós Graduada em Gestão de Marketing Farmacêutico
Marcelino Carvalho – Licenciado em Farmácia
Melânia Maduro - Mestre em Ciências Farmacêuticas
Pedro Laranjo - Licenciado em Biologia
Ricardo Deus – Mestre em Ciências Farmacêuticas
Sílvia Cruz – Mestre em Ciências Farmacêuticas
Tânia Soares - Licenciada em Fitofarmácia e Plantas Aromáticas e Medicinais
Rui Cruz - Licenciado em Biologia
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