JORNAL DAS TRINCHEIRAS
N. 5
1932
Biblioteca Digital da Câmara dos Deputados
Centro de Documentação e Informação
Coordenação de Biblioteca
http://bd.camara.gov.br
"Dissemina os documentos digitais de interesse da atividade legislativa e da sociedade.”
111"
OROÃO DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA
II Redacção e administração: Rua João Búcc]a. 10 (Predio Pirapitinguy) ~ 4.° ando - salas 426-428
NUMERO 5
Este jormd é redigido- e
publicado pel" LIGA DE
DEFES.'\ PAl:""LI9TA PCI' ind{}
cumbencia
Commando
Supremo do Exercito CODStitucionali'lta.
"PAULISTAS"
Eu,
Eei..1S con\municados
•
nos artigos de sua. imprensa, o
li:o\'erno dicta.torlal, no inicio da
.a.ctual revoltl~ãof referia-se S~]~l ..
pre aos constitucionalistas
como sendo
"os ,'ebeldes de Hão
Paulo". Agora, passou a desl~nar-nos, de fôrma mais
b!'(,ve, apenas conlO "os pa.alisü.. ~'·.
BSlá cerlo.
to d., uma.. criatura que se bate
pela liberdade e morre por um
Ide","!.
O que nll.o está certo ê a miseria mental
de Q.uem neste
momento vem affirmar á fa~e
de S~o Paulo que 01;1 filhos d()
Norte que se batem
nas trincheiras ou que gemem feridos
nos hospltaes por amor do idea'
de Silo Paulo silo
"talvez em
maior numero que os paulistas".
O que revolta 11ão é a mentira contida. nesta affirmativa. 'l!l'
o espirito
que a ditou
pa... a
crIar dlstlncções, para
semea"
res~entimentos. para
estabelecer differenças, como se foss,
possi\'el haver differen<:as entre homens que deutro de uma
trincheira.
hombro a hombro.
fuzil em punho, se sacrificam
O ·,,-ocabulo nào pú<.l~ lnai'l,
hoje, ser usado conl a accep<.:ão,
restl'icht o limitada, dc ll1"ro
gentilico,
para exc!uSiyanle::lte
indicar os Que nasc~r·~\.]n nest:l.
terra s·]oriosa. _\.. sua significação a111plioll-se, alarg'oll-se, e~
tendeu-se,
para ablangel'
eUl
seu anl1Ji~o 111Uito nlais do (lU!
a simples desigllaç;,;'o de um accidentc de nascimento.
Alias, até parecc que a pa!a'
Yl'a j~l :i::iurgiu e se ionuQu pal'o:l i~lO. contl'rtl'iallà.o a~
O1'r,lrrias
regTas
qUI)
governuln
Soldado que voltas das linhas de frente
Cuidado com as perguntas que te fazem!
Nunca dês informações sobre o effectivo das nossas fo,ças, sobre a posição dos nossos contingentes, sobre os nossos recursos em
OH
armas, munições e homens.
.1
O~
Cl"~:lle:-;
d~
V. CT.
AS RATAZANAS DA DICTADURA
Apparatosa
aventura
ioUltar,
montada pela dlctadura li peloll
lados de Paraty, .caba de rUir por
$erra, revelando a cr1mlnosa Inconsolenel. dessa meia duzta de homens que se apoderou do ioverno
brasUelro e esti devorando o pala
com a fome apressada de ,atazanu.
M primeiras Tict1mas da estrate·
i1a prImarIa de Joio Alberto, 05
primeiros sacrUlcados pelos pIa··
nos da camarllha do Cattete a
arte
militar
dos
tenentes
gira em torno de dois postulados:
as munições foram feitas para serem gastas. os soldados foram feitos para fazerem gastar as munlç6es do Inimigo a
primeira
"chalr , canon" que os Trots1t1s
Uma indiscreção tua póde causar grandes desgraças e custar a
vida de muitos dos teus companheiros.
-unta.
Cuidado com as tuas palavras!
relis'Hio.
Panlista e qaenl pen~n Conl
S. Paulo. quem sellte com S.
Paulo, qU'.>:'" ,i\-e para S. Paulo, llucnl luorre por S. Paulo e
por tudo o quc S. J·.l11lo rt:-
E' a Liga de Defesa Paulista que te avisa.
pr"~cnta.
Á
.....
l:'l!el'1'a sem treguas
.~
~-.
c!onal declarou ao reg1men In!!·
tituido pela deturpaç;ão da Hevolução de 1930,
irroll1peu em
São Paulo por moti\'os que ,~
8ocio!ogja, a. !listoria e a tradi ..
çg o escla.receln.
'l'inha fatalmente de ser as~i1n e nenl po·"
outra f Ól'1l1 a. poderia SCI'. Não ~
e~te n0111
log-ar nenl hora
·.la
demonstral-o.
l1m maravilllo~a nnanin1ic1ad(ll.
a
que
estamos
assistindo.
a~tllliu ao al'11el1o da conscle;),-:ia iJ2.ciona]. Que Chan1aya
ás
arma~, toda a população do Estado, to<\a a grei
"paulista·...
liem d istinc<.:ão
entre os <'1'<1&
aQ.ul nasceranl e 03 que afJuj s&
radicaraln
:pelo alHO!" e pl~lo
trabalho.
"\-ier1l111 1113.iB. rara. a de!e!;~
da banueira que São Paulo "r·
gu·~u.
arreginlentaraln-se, ",?..:a,
60b a farda de nobrcs tradlçõell
do Eorercito Nacional, seja sob
a blusa singela do voluntarlc'.
filhos de todos os recantos do
Bras!!. Iterque em todos os )'.~
cantos desta terra ha. almas
ende pulsa, vibra. e gTita a C"l'lia pela liberdade.
Em torno do
cerne robu8~o
formado pel:>. gente de Sito 'Paulo congrel:'aram-se os
homens
a quem alenta. o Ideal de vl,er
num·a terra. livre e que têm o
aolmo
de offerecer a. vida, e
mais até do que a pr&prla vida. para
reallsar eSSe
Ideal.
Que Importa que tenham nase,~
do uns na Amazonia 10n&"lnQ.ua.
• outros no pampa. intermlno,
que uns tenham vindo do Nordeste com busto
e outros
,1<>
pantanal remoto?
S;;'o todos "paulistas".
Paulistas na accep<}ão social, polit!<:a. historlca que este vocabulo
tomou. Paulistas pela communldade de a.spirações e ideac~,
pela frl\.ternidade diante da Y;da e diante da morte.
A lil1~:H,g'em dictatoJ';;...1 esl;\
certa
*
O (jue nã.o está certo é o e~plrito D1eSQuÍnho (Jue
})rocnr.:1.
estaoelccer di3tincc(je~ 111isera ..
vei, nesta hora augusla e ~:t.
gr::tdc.. O que não está ccrto (,
a bi~hjJhotic..
a1deall que V:b
faze,·
estatjsi;ca~
"lla~ trillchcira~. nos hospltae~ de 8.11"
gue e nos postos lia COllunando·'
para
i'cgisl:ll'
<1ifl'erenCJu:-;
devidas :lO acas!> do nasclrnclI-
!l 08 dias passavam. Cunha
era
uma cidade encantada e m711tertoA uma noite cali:n.. suceed1a
um.. manhan chela de zunlc1Ol1 •
OIItronc1os: avl6es da ll1ctadura despelejavam ás ceias as suas grana~
platonlcas
e
tornavam
viagem
apressadamente. 1Il o silencio rtllnava. Mas o !nImICO estava &111;
dilU'lamente receblam-se notlclu
de suas offenslvae tremendas: band08 de pobrelJ fazendeiros vinham
trazer is autorIdades o testemunho das actlvidades Inimigas: casas saqueadas. iado desappareclc1o•
peloes esvaziados ..•
Depois. os canh6ee dictatorlae.
deram o ar de sua graça: !nstallacios confortavelmente a uma grande dlstancla do campo das operações. começaram a des;ejar sobra
.. cidade. destruindo tectos e hoepltaes. as "mechas" logo desmoraA.
lisadas.
E os à1as passavam ...
et)'mos da lins·ua. A deslgne"cla ist.a.·' nã.o serye, lHl11ca 3cr"
yiu, enl portuguez pa.ra. rOi.'lna:'
patl'oll~rnlicos e
gel1ti1ico~.
[n ..
dica.
OS partidarios
de Uma
idé-a,
'OH defensoref:l
de
doutrina,
por uma mesma. causa, por u1l1
mesmo IdeaL
Foi Infeliz o jornalista bisbilhoteiro que andou a correr
as linhas de frente para Inque··
rir do ca.mpanarlo a cuja sombra. tinham nascido os "pau·
listas" que l:l. estilo comba.ten·
do, e que de lã. voltou com uma.
affirmativa destinada a maguar
ou a insultar a gente de São
Paulo. E' triste verificar qu,)
ainda
nesta hora,
dentro da
S'uerl'a
em que estamos,
h ...
quem 11ão tenha. comprehendld)
que São Paulo,
como sempre.
aore os bral)os a todos os brasBeiros. porque, como sempre.
São Paulo está a se sacrifica,',
a. dar a sua. fortuna e a vida d.
seus filhos 'pelo bem de todo o
Br;",i1.
I1 28 de Agosto de 1932
o factor "Tempo"
~o 1'1'ineipio, a gente Re pr~·
occUP:·,\·;l. um ];loucc.: Quant'y
tempo durará isto? Ci;lCO d!as7
tres sonlanas? Uln nlez?". llj,
soore os capacetes de aco. o Svl
roda \.~ paCif"J1tC', suaAo, yaga ..
roso.
~o ar carregado, de l.un:l <1e~l
siuade superior á do sol tio
saturado era ~lIe de inquiet ... -
cõcs. de duvir1afoi e de
a
mergulhft.l'
Acaba do ser la:lcado um
vo bYU1no gUPJ'relr'J -
!l0-
uHerót.·!J
do Tune1", _ muslcn. de gduar<10 Silva Ii'i.lho, prhl1eiro~s3.n~:en
to ela La Companhia do Ratalhão B,.hia., e letra. de I,. 1>1 C·).
U~~la. nota
cOHl1no\'en f.e: .- a
letra. rlesse' hymI10 írtram a3 u ltlmas paJavl'as eS<.:l·lptll.s j>elo
soldado Lo Lir.o,
tomlHl<1o en.
comhat9' no cam.i'O d~ honr.1
:llls}af-;, -
:>, J;rande Lola ll .. fOl{o parcci:\.
í1tlCtuar no ccu. le\'~ o lenta,
con~o t11'11 (;orpo Coco n\llU li'Juhl:)
oleoso.
Depois, port1ue esaaH incerte ..
zas se fossem evapor.... ndo. " se
fos~e
ace:entuando de
calma
confjan~a a lIn,pldez d:l atmos.
phera, o 501, Jnenos }<:,ve j ..l ,
comecou a. cahlr rapldo; e, inais
J>psado ainda, a. rolar IigC'iro de'
ltOrlzonte a. horizonte: e. cad;l.
vez mais pesa.do, nla19 pesado
Se"lnpre,
"Heróes do Tunel"
(iC])reRSa
no abysmo 11ndo da r.oite. para
logo ....oltar á tona, pelo impllJso
da velocidade cl·escelltc. e logo
descambar de novo, nnnl r1J~';'
thmo acce1erado. n~ois ~ 1n!t\d
veloz, furiosamente \ vertiginoso... Até que, na precillltada
rotação, que riscava., bl'l1~ca. o
ar. o sol foi-se tClJ'na:ldo In,,;sl.e1. fugindo, pass:;,ndo Imperceptivehnente. Rumlndo ...
Desappareceu o Tempo. Hora~.
dias, selnanÁS,
mf'zes' tudo
isso a&"ora é igual. tudo ~e cqul.
para. tudo se confunde, tudo é
a mesma coisa para o lutador'
da Causa Santa. EU'! não precIsa "esperar"; elle nHo COTlllc.
ce o supplicio triste da esp ,.
"anl)a. Para elle. o dh da Victoria. já. che;:;,ou:
che~oll na·
quelle instante di\'ino em que
clIe :!<entiu, cum l:Illa superior e
Instinctlva convicção. em todos
os g]obu]os d(\ sen sangue. eu\
tol1a~ as fibra.s dos _~ens n1U:-;·
cuIos e ~n1 todas a!-! ·.1obras dn.
~:U3. nln1a. quecontrn o BC'lll,
que dl~ rCJll'(;S~lIta, nada. 1)(Oc1-··
rol. o mal. que elle comb"t~.
O qne o soldado da. lei csC"
!azcndo, agora., ê apenas consolidar essa Victorio.. Custe o que
custar, dure quanto durar. Nã ')
Importa. Não intepessa. Para elle não existe o tempo' pois o
teulpo nã.o existe para :l inllnorta1idad~ dos her~es,
Para os soldados em
campanha
JOGOS
J,~
UISTR.\CÇüF;S
os <'lubs e onti'l"d~s e'~l)(,'rti
vas
de São Psnlo acolhoram
e001 nll.líta.
sj.'Jnpathi:A a. lcr~l.
bran~a
da Associac:io CllristRIt
de Moço" rel:ltivament& A criação d:lR cantinas esportivas qUi)
se propõe a orS'all~sar jogos eS"
portivos e rllstrac<.:õ~s vara O~
soldado," em' campanha.
A c;olIal:tora~ão dessas socie·
dades consiste no fornc',i111e'llto
de material QUo tiver disj)onlv~l ainda. ~U9 não eeja inteira.·
mente novo. lJastando Que ainda.
esteja em condlcõe, de ser ut!lisado.
E~ (l segui!lt! o ~1ateria.l eB ..
portI\'o que eR:á rec~blll1do a.
A. C. "L:
Bolas de
futebol; bolas da
tennis, .joC'o de xadrez, jogo de
damas. bola. de Bola ao Cesto.
bolas de plllC'ue-pon:;u,., peteca,
dardos, discos, pesos .e demais
material esportivo para 08 esl)Orte~ e jogos ("spc,t"tivo~ d~ fadI Jlnl'rOY:~:H";l'"
do Rio conseguiram para o ;manejo de suas ambIções, logo ao In:clar-se o movimento constitucIonalista, foi desbaratada ás portas tl~
Cunha por um grupo de civis.
Mas os deuses da 8elta outuor!!!,
ta têm uma sêde Insaclave1 da
sanlfUe ...
João Aloerto, esse Lenlne indljl:ena em man!:,as de camIsa, annunclava logo depois. aos quatro
ventos, uma nova offenslva contra a pacifica e tranquli!a cidadezinha serrana.
Cunha transformou-se numa praça de guerra: ab~iram-se trlncüelras. estradas foram criadas. e 1'elas do1>radas da serra Quebra Cangalhas toda uma caravana poeirenta de automovels levava cellulas
VIvas desse novo organismo em que
Silo Paulo se metamorphoseou na
defesa de seus Ideaes. Soldados.
voluntarlos e civis se Irmanaram
ao appello da caUSll sr.nta 6 nu
pegadas dos guen-elro~ lá Iam serra acima. medlcos, e!lfermetros. SILpadores. engenheIro". an: b:l1anclas...
A ordem do commando era uma
86: defender custe o que custar.
AfInal uns caIpiras trouxeram ..
&rande nova: na manhan selU1nte.
os 1nlml!:,os que haviam recebido
I:randes reforços li ordens termInantes do Rio. virIam. fosse como
tosse. tomar café em Cunha.
E na manhan S(lKuinte, 15 de
Agosto. Cunha teve a sua alvorada
de KUerra em grande estllo: as
&ranada8 choviam sobre a clc1ad.
numa sarabanda or&laca; • fuzilaria chicoteava as matas. a metralha coturava num crescendo asIiustador.
Quarenta e oito horas durou o.
offenslva tremenda: o oafé de
Cunha continuava sendo toc1o eU.
toma40 pelos soldados de nossu
trincheiras. _
O barulho ainda nAo havia 1;«minado. a o commando das Porças Constitucionalistas, com WIUl
manobra hablI e sUenclosa, 81100çava o plano de uma contra-oftensiva.
Emquanto o Inlm~o descansava
de seu esfol'o<> lnut1l. as tro:;JaA
paulistas Iam tomando novas po8106es. e um baIlo dia, I18ntln4ct
~1llIl&.~Gcu;p:a,.
Iad6! entre ·nclssas tttnenet.,. &Coe.ados pela nossa artllhar1a. todos
aqueUes pobres homens. ludibria408. forçados pela dlctadura. mal
abastecidos. mal exercitados. mal
commandados por chefes-cau4111108.
todas aQuellas vlctlmas das ratazanas do Cattete aban40navam _
terreno com armas e basaltens•..
Soldado d.as trincheiras: o ae<:tor
que defendes. com tua bravura •
espirlto de sacrUlclo. s6 uma d1!ferença tem sobre o sector de
Cunl,a: uma dlfferença geograpi:llca. Tudo mais 6 ~al: Igual a
causa aa~rada que defendes, Igual
• efflclencla do conunando, ~&l
o car'.nho de São Paulo. 19ual. em
proporç6es maIores ou menores. ..
Intensidade dos combates.
E Il;'»! é o Inlm1go que te eafrent.~ homeM trah1d08. hom_
liem cohesAo - a mentira nAo 01menta as vontades - homens q~
nio deterão por multo tempo •
marcha de tua vlctorla.
vlctor1&
que já caminha a teu lado. vi·
ctorla que será a proJec~o de teu
Ideal contra as ratazanas do Cattete.
SETE FILHOS NO
Ouro para a Victoria
"F~ONT"!
Prosegue COlll o n1esr:l0 enthuslasmo a camllanl,a 10 Our3
para o bem de São Paulo, scndO)
vultosos os donativos rcco1l1hlo.
noS cofres tios bancos encarre.
&"ados de sua l;uarda.· Uilharell
de pessoas de todas "aS cond.il:ües diariamente accorrem prea~
,mrosas a le\'ar o seu concúrs.
A cáusa de São P;;,ulo.
o capitão Dlonyslo BILtencom't
que. apesar de edada avançada, 70
annos, vem prestando bons servlÇM no policiamento civil da cIdade. tem' no "front" 7 filhos I
SAo elles: Clovis e PlInlo F. BUtencourt. Batalhãa Fernão Salles;
JoáD 1". Blttencourt. Batalhão 9 de
Julho; Alvaro F. Bittencourt. Cavallarla do ExercIto; Sancho F. Bittencourt. servindo como motorista;
Furqulm Blttencourt Filho. Batalhão Xir!rica; e José F. Bittencourt,
TIatalh;;" de A"agatnblt.
Desfile de escoteiros
Desfilou hontem á tardc !,clas
ruas da cidade sauuo.n.l':l as autoridades civis, eccles:a~ticas _
militares,
parte dos elcme'1toa
(tua tonna a Federaçã.o ,!os Ea..
(;oteiros de S~o Paulo
IEoy
~couts) e que ainda.' se ellCI)~\
tra1l1 nesta capital. •
A
rcfel'rda
Fedcr;.}~ã('.
fUllu3 ...
d:J ha vario~ ·anno~. ~-~ iiulef'en ..
t1elJte de qualquer
azn:::lnlaçrio
lia organisação locai, sendo
~
"el; unlco programma o do escolisl~O Internacional. que é' diri:l::ido pelo Bureau de Londres.
Inl:'laterra.
Os chefes e SUb-chefes de sua.
úopas estlo servind:l á ca.us1p.
coostitucionallsta. junto a.os 110s- .
pitaes de sangue da. Cruz Vermelha, no desempenho do n,en·
donado
vrocramm~
JOR!'·)AL DAS TRINCHEIRAS
=2
CRONACAS DA
A O.~M.l'A_;HA. DO õRO
F,f,l:. J:-lt'bc!mo un~ bU:e.:::.a. $i. "Gr..mJ"'w.a ú:> ê:'o" p'r.. \·,ttorlllo dt Z&n
~i1ziL~.
XI :',,·)10
{;.
óabe;..c.
* ..
êus
Mr~~:no Ui.a ~~Jc-~!I! •••
"I"14ttOO nn.aúl,) rl.t. 0:0 (Oh! tê...-\
G~ln~:':a
Ycú,\~· .. G:..·&.
c,) ~t&bl;tC'i·
1f'ej'~:fJ U:",l i6.·~o eLQ ~Ã_b?~:.·o P:.Q\.:f'b
e:.lf~' ·...1:0 De~l,.· d1 br:n.so til 0::04 i!·
.1~:~1o
gf;.~2t_-(:'i:-t'.
G.u
tarnanho tU
.. LC:\ rO!ih d1 ~,~t1.:~~'J: li. rú.rrt(~a1
:che..s L&·~t:.:i~ci':'~l·it. U1.·a P~l"tog:::t'';;a.
.:bl l:.10."f\ pigf..Ú'J CO l·t:lÜl~ sa!ó ii1
1.1Qi'b!~:'(>. Eleu
\!no t.=l"Eot;io con
S;~'jca ~t Õi'O; u ::.='ict.'o Ca"'&Eo Qeu
-:.r·~~. oJ~~:é;"e tii p~6t;.a llJt~:'lca ch:
a~:-tenceu
p'ro
Rodorfo
''-<'ntl-
niJ. <;.uano lIío fiz al;u1lir.. tlta do
"0 j.'igI10 tio
XJcc";
a. !.~f:.r~et&
Fl'a~f(Uel'a ci..J. non t~ni& l:iGci~l1lr..
:robta di ô::o n6 oi pre.t,& p'ra ú&..
4~eu una. bU!1ita. galllwl& carlgló Qj
moIta ~s-:lrr.l.8.ç!,; lO 6tL'O n:inho pa~ri~io c:111 tr·uia (lustros der~tl c:il
toro, r.~aI:<iô lL~r",q:a l.t" fll<e.tro j
'WU p·vo. gerc.".. n~a 110 ô;-o: lo dê
"me l~a";""&glia bt·.:Jr\~a cb.e
io Itz "
bllrtla. do Ducea lil Oa>:l... Q1.ÃlUlO
!llo >u::tÓ 61. ~ü"rra co p&~fOgU":ro,
'Jna J)f:.'lem"ha lii cohrl che 10
Hse;~~& :-.ô p·ra. at&Z? p!ca<i~g.:J.~ di
.ri
'·X'!L~U'''. 1 ~o &ne-~.io
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llv'S cereQ
eo goreçõ nes nló ~~ !(~"·OL(Ilo ela 1l~
b!1e :;ausa til ~&n Eaolo pela l~lJg~,
1 s~ "lN.tê ge.'<AO. coroo unoe ta1e
cl.!l n16nda. uno bf'i~tto s6 ll'ra i~
e~~"~ U!1A fffrtrt.a cunt'-no chl <lEU,
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P'!'A bB.i·
llOZ"~"!.t
li
nu
dé~l1
glur..
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LO lUO lnlif'ce"tl illt8.S f\t&,a! SI
ft\\~re cá a
lif. chi 6 mo~-;;o
utl!e Jl'ra UI'. Bealo, ""1. u nomine non tê' utEl~
Di: ôro p'l'Q Zan Baolc. p'rB .. &m~ Zen Bllolo. p'r... mispdA lstus
g!",..
·'·t~!lf~ti··
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~~~c."!)
ca"Jac!"E'~.
Bn:~n~ ~
~"'l.e
s-.ô Tt.:!-
..
CO:IU.n;NICA.TO
bOmb:ucilõ r. c\ttll b:l.Ol1.te di R!Pntto cc:1 t!cô lnscl>nllagUa.Pili-"~11lC!6 ü11& purçó di i'~!.;A)
~_f?!. chc stQ tt:ttos rr:.:n'to cun_€~t.o d1 tê bai'do ln n~tr2.b mõ,
I·cc!l.é 1';' mos stó se coml (, gml.'tantas dii\ i e.n<!a a-:-lstído "-I tant~ PEiCL.é IlOi':' tê rotba p'r!.. ?..l.:1f.-
1)"-
l:Fl-'ICaLE
1~ois
t.!.
1n,"E'i;~
:~ila
L.:.OÇO•.
t 'E~U, !l·ra. i' 11H ctnf'mf~ ül Dot ..
'tE', C'·,::.r,11ut, ter.:1es tf'.L:.to chl U~ S"\.l'r'C.&(!o né Quere
&.~~ln:t:
tUos có
V':'""'..lS
l'Ot~a
ln=íma
{",as
}!oiitl.·as
trot'i1a
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rebe-!"é.1
a~&n7.áro
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g,leInla p·r.. B&rr... úu Plaral·. A
tti"t!&l1l:ftrln
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k!ll&zamo~
o
('l~'1c;'"
l1.\.:~l&.
Te:::l!!.J
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C
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1
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Ft;;,nctsco ft;; t~~
p2U ilt·· etcaôl In"... t"'-'t'nú&'
l\ w,-.... De!!
ra:;euda
t1remee
t:,t:0l:J g~eo (!l
l"2ÇQ 1 aL1a,l!aemOS p'r&. 5'toan;;a (lu
F'H.'r!o da & O'..lnh~ nu R. Grandl.
r'rcntl BÚlliin
Ea !>rEate MinUra é (l>ugl&. u
Glo!U{'lz gl.. t,l!nO O&mpllla. R!
Groro. Re.:-aaUBrB.
G,e.botlce.bRlo.
SaDws,
ecc.
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4tHonlcnlz1ilno l)crigúsQ". por
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~Prec}'g~1.-se de unl l:l')n~{'h"" P€lo \."'oluntariad~ Oicta.tor1Jl.
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."atia p?sso, o autl'Jnlo'·E-l
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t:~sta.
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Ge.ntos. aCR-
CO:l"UF'60
e!",1.
Viajf.'lll
obrigr..ão a
Xath.-iflaue! Atin2.1 cheb-araos
:... nlais J· •..;h.1ota das chia{les {laquelJ,,- regiiio: N.tá. " cincQ le·
:;uas 'le Parah:rbuna,
tI t .. e
r-út'"
8 11:1 ve~ se encontr~ a
muitos
ki!om"tros d,,_ estrada de ro<1a_
t:em Rio-S."o Paulo. A €,Lfkat:~Q é nova e a.grada":el. O elin1a.
ti~H,::.loso.
A
.populaç;1. 'J 5r':.dh!..
Xos t(inpOS n()rrúa~'i nã.o t€!U
1-..14;dil.."o
e 2. unit:~ 1>h':-l.rr.~~,:;~ ~~-~
tn'.. r ~~c..:r:r· ::e p;-~nl. out1.·~. . lo ....alitia..i e, por f;:.lta {ie clientes. Bast:1 ,,'('la aquellas criançR.~ rfJ~~~,j?. . ~
~ !oJi'as, ("o: 10 sõ se encoHtrn.!n
~T"P-un(Oios
<ie
"rnú:l'u's
f'H)U", 1)2. :.~ ('ol-~i.preh(:oG.(r ,:ue o
PQ . .; O l-c~pjra. S2.uÕe j)O,,' t0Ó Cj!i 05
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('orno {'Ol todé"'!. !J~:.:.·t.:".
tE.:.:h.nh_·rlo
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t{;i+}..ih·)n!co.
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n1~is
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a.ôl~.ntl.::.
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ll~.... SCira. fica o Bati·!"o
ln"tl Lgglorl1Erado de f·~S~..S.
r.il·Ç-f:·';:'.O
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(103
buna e ago1.·n.
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t:)fnt2.r-.se
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~-o
os -0.03'[ rO~'er~"
b!ai~:
r,.'
ros ",
~~'lt
p\)ép1 ar:"lê-
noit~.
"(.o}ra':~
U~ u: t.)
r..~Ol"2.m
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Ji.,.em r:ue oS seus
J;.TEos lancinantes
2·:-t:'\. irli>(es
{~'.~ C.
C'~
tas noites ;;ê!idas el!a as !lH.Sfia. <les;Jida. ést!ral1a no ci ',len-
Jo("aliüarlé~. y~
ir~~ ~l"lOYt~ is
€-T!1
c.inl, nUt5 as hora~ ~ã.o passanl.
O rc:og!o ~offre <ie ber! .. b~r!.
~a cadeia ha. uma louca. ,,'1&
ê a histol·ia triste da. chia,_te •
l~rn. nIna. ü.i.S í:lOÇe.S ltlais distincta~ fio l.)gr:u·. Uln dia enIo"!(!.:'l(;~eU f'. 11:10 p':,dt:ndo fi~ai" 1~ê'..
prr.,"Ori?.. re~tüen~ia. f-oi recoil::i·!a.
.?()
x~rll·e4..
Rasga a
t' ... tp.~r~
i.:,u-e lhe (l;~o. a rourn., \Jua!/p..H !::
r~I)SO
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pern?.~ ..
entl"am
('asa, 'Vão .(\,() jar-
tl~
yn1a R~lla. r;iHttub2.,
(---an1.l;un:&tuba. todo 1,··.1 lur~i
ros~r!Q ~!~
Drausio, não s.a.-
fazer (las
flue
ii(-s·~c. tl1,
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apen&a e~" t!.... e IIÓfie. se:n
lO.~e3.'l!Q&tie de &l.."ane....
disparar
autof.r.latlc&mente ..oito \-ez.es, O 801d&<l.o não de6"ta..... a POZItarl&. nt.o
à.el~&"' ti" 01l~.~ o Itl"O ..té a des('6!,&& eQ:-!lp!'!ta 00 penre, qu~ coumf"S:"'~lO::;
ter.'l olto b...lltS. Sobre o tuml-me-
a. 'rar..taa:t'Ir!
po~s pc::;a, nlcacs de
sete leiloe.
O~ technicos mHtt&r<s plogiamEl
~i:!W o Invento tio g~. C~t",dino e
, I>osslvel ~ue se Inicie T",ult.o b~e
n· o fa1rlco tie. "CR",blna Bl'.ndel·
t~'8:'he..Qo~&- all~o;t:nta.
foit sua le,-cL&
1'6.:;':":6",
CESTO HISTORlCO
Generaes presos e
generaes vigiados
l~r(),
)6-7-}!3~
n1.aio~·
j{C€j1tf.mcnte ch€,g:lWl... tio
Rio h!fo:"C.ou & unl ,esp~rtino ç't:e
na IH:.. G?&'1Gê. ó~" t?&Jls!crr,'f',üa
em pre~ti!o mllit&r. il< csoíi.o det1d03. além dos p~!slonel.ros <i1lS troptLii COil6~!tue!oal\l1sUls. 03 g-me:-aesSotero üe Mcne,,,,,,, FlJ:m!no Borba
e Panta!ei'.o Tt'lles. a:;s!m oomo numerosos ntt1c1&~s do E.,:crcito e <.:.S
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--
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....'ont.i.g{;-
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..ÚbjECtO: sobl"~ o b01'lb~nleio ~.
Si~., Paulo.
J'~stCldo
Pf"~SDa
:C~:'f;)·('ito.
co
ciencial. ~ Ao sr. c-hc!.c éo
~ ..:rn.)
I)l·o"·isorto
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chefe
~i.LiOl·
(10
gxe\~eito.
gov~rno.
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foi feita. pelo ~..,verno. de
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op<:r~~õcs r..1iHtaretJ. o borDb~H'
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e COnC(F'i"!<:{) pa?F. &.
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todos
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c.e fc.:!ft Eet.!-9,lhatiore.s e r~etrall1&
~o-as pt'5atia.s. A tropa, rian{io p:-o-
.A.r~ia!!.
Paa.r
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ln~~CtS
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con-
J)equ .... nos groanües he::-00s
}~}e~!.s
tie WZ{!.e.o.ES e.e H:pd!tias
L~ant('"
por
l""{,-
se jO~R:~I1
1.1üitare3 n~ct's.c;,&:"l&t;, tol <.i&.<:& pelo
conl!".cando o:"del.:l õe t..taque. o que
foi !'e!to c.C'oo:'::o &e ~Ui.:,lC·j
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("t4l.~~pa:n.E'~!.:.o-t
('a~l~~nc::.o".
o ci\.-n fiZ.
d~ üll'_ n~orro.
fie
De~ois
s'J!.
titJ~
CO!".~bBt~:
LO
~nln'L1go
o
na enccsta.
.. Oeli<':!I)Sa -~ Dela p. l~. <\. ":\.
-SlB Para'':(·". Pt:tO~ :;o!c.:~~iüg
C!.:. Constlt!ji~;lo
"~n:'iJe
e nrci.2.·. pr!o!' Y'oln.Htario~ f·:..tnir.stas. PclSS:1.-Ci:C El~
~~st.>
fi.Ct'~0
b::'fP"11!'1lt
Co:s~a.
NDl<:
Ijargento
Pt4J:l1',;t&. 6~·. Ple.'f-'io
rt'~·...lma
E1EJ o
i.PT1!ldQ
TO
:·.no~Of.e"
C
Pau..
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da I.{l.d ,
Acred tHE:.
lh.Q.
~"s
B.i;_!"}....l~~·B,E
Eoh:-!.l\ho. SN:'-,i.ndan(io R.
DA
súl·i:lõos:
()!l
CO!'.~1111!.!.'i.tlb.!'.!.te O~
SE.()
saudosa,
tcrl'a pauHsJ)lut'ee
.:(ue f~10 a% UH lia provri08 till"'os: pOl"{!ue tod.os S;~O irr.l~.I}S
j:!.i~:
cornUáK- C.o <.0.1.& ~9 D&ra 21 de
!_E06i..o. fir.'3 to:,:ae do tf'ner:.1.€ Sy}l:"iTIO. 110 spcto:- ce C"'l~l~a. fie dfSt.&:-~"E.!'il p,)r a.c::os é:~ b_~e."'·ura, J !~i~l
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op~ra,.!o
eSl:.irit
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P·'·&'G
!t\mo~.a.
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nlulhf'!"'
r .... l~!H~O,
rI'" é uno C"-ll~O b~rlo! lo,. popole.~6
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'Ç2Q !H 4 rChndo COTll a
de!icadc...
~.:l. do seu sentim{-tlto e a. for ..
ca {t·~ .l;ua :1.C~~':'. E~la é bc.nl a
1!.1n'~
a
hOL .~t:~
Os IlfilmS~ da
NATIVIDADE
Cr'~'''~3.
coronc:. I-\"ii.rl:;t!l1oefer. f'unu.::.Jo ...
1;4\ !'r()rt1 Sult~. 6tar.t~o~ in Xirir!c& " tr~!:; t':onlt'tro ti! ZI.ID Bswio.
r:ó chl ti
nostra
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Frcc.ti Sulc
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E&.-:':a
)" i"b
DE."·r.~DVRA
ln!=1g!mc9
A REVOLUÇÃO DESCOBRIU
Palavras de uma
senhora
t.1'~Õ
.a.
p:·!::ta con
liIlsca til ó~o I con áoÚl u'·'l:lh.nto
inlargifig&to,
~f-n'!b!.·2.l~::'R tI!\ JUt~
q'Uil:e. :.. . . ~~ha r..1 oinê!"c. chc io ~sa~..
rtnt C'u,·aréemen:!. !e.iz
.Uet ~no.
RETRAGUARDIA
llQ
to rft:~ti \-.2,
Ui,)
neste
gGneral
COll~Ol-d()
.
(1f)('un~€nto
'i~;::YSO
l;'rQ.go~o.
i"!t
.. te
P-t'ral João F.
Johc~on.
--
IJc-
JORNAL DAS TRINCHEIRA$
f~2. ce ln~ t-?~· ial de t·.)tlo:1. especi~,
Que, I.ie!a 5:ua 'Ti.lanti çlade, ?.. inu.B
NOTICIAS MILITARES
~~il
A~
OPl::R.\.Ç.. f $
Dia.
2~
"r~nde
3tILITAAES
de _~gosto - Dia sem
relevo nas
opcr;;.ções
E~C;'S~n11J.·;asf
Inilltares.
noo
.::omb~tes
t(l9
tlh:er.srrs.
tH~(!UC"
isolados em trenA's
V€ZCS
2.
lu·
ta se inccn<leia nunl scctor, 1~'1as
cede logo. Ha um"- e"pec,c d03
fa<1ign. 1005 dictatoriaes,
if"U~Hto cs r.ossos, firmes na. sua.
detensh;a, esperanl COUl anln~o
~s unb,::leu do inimig-o. Xo Sul
:'lnda
calmaria
I'..
se
justific,t,
r,lelhor. _~ v!<>!énta <'!tensi"a,
tlesoilcauoada no dir.
antel'1ol'
pt-lo ininlig-o. nos ccctores
do
I"undà.o, de Gl,apiara e Capão
Bonito. repeUida com energia
J)ela nossa "entc. ollril>ava naturalnl€iltc ao des:c2DBo ...
Dur.ante o óia, é o (;.ue úe
'·l.'..is ü:"1J)Qrt~ilte esta t!n~rta
relra regista, t5u~ge\n
ai&;'uns
a~H)cs Ininllgos sobre Guars.tlclít~e~á..
(:'()l'yeJau1 rou.:os sobre
()
eur.lpo
de.ix.l.r~"l
u.v!acão,
de
,,>:ohir sobt'e elle e.lgun,as bomlJ;.:.'S fll:e
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t'norrr..ç yiolEncb~~ (\U "~u?. . si to...
das as frentes. E' ~nl "':-unha,
~H~ Eli'li.terio, 61:.:.1 '-il1a Qlie-~r.:1.?..f~a, crü Síl'\-eiras e 'I'unnt"l, ElH
f1U:t.!'?i toc.o o Sul E' n:l (lireCC?.o üe S{' " .r ("$l: do nio Parti(\-.
E' ainda. t- 11 !\~;L:.to Gross'O.
So 8ectoL- de ~lcuter:o, ?...
ta. ~H'os~g\;ê ('viU o ni.(sr..iO
lll-
ar-
úo:l, \-e;.;pt;ra. Os <~!ct:;.tori2es
d(Sllcjalou t.-:{.:'hre nv:'5 af, "ar IR:!
el,)?
ulücad€'R <!n.s Pülici;':.~, do ~7Ql'tf",
e
dos
b2.t:tihilcs
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J.a('utlng~.
Mill~:C:, trcil1storllHula o..SShtl
t-rn.
;t'ontú de cOilc<::ntrc;.ç-).o. Dc- nO"'j..
fiO !ado (·stào copt1ng€'llt~'S ~1n.
in\.-i;.:'t~t. 1·'.
P., '\.-olnntRrio~ à-o
"9 tie Julho", .to Batf~lhàu E~ ..
vorth'o -e nu~.:s outras unidt:<Le~.
.At:tU2..
t .. n1l:,ic r,l
eSQü~drilhn.
ZQna
l'H\
tr~:::i
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~~-~ões.
constltucionalSst2.s f!ue !e"-a, e
ÍU(tuietat;d.o e p-erüa. c ?.. vuh,~tl~~
Ú~ h.o~les f:.U"-t'!"s,-l,.l'ias. As nf),SS&S
n~o
tr0.pê:..9
p(. íla.'5
;:ri"('u,;Hu
Sr!:2.r:;: t!'':l:chei!·~~.
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C'{)nth:i.U?~nl
r6·:i .i~n4.io ('OUl anin"!o il1(k~~ga.
~s
ie:T"esti,lr..~
ti:~to:ttc
t-;.:,\
Di:.. 3:> <i.e .t... go~to DCPOl9
relaUvan1cnte C'p.. lT:t.1a, f.i€ln acontcCí1!1ento &lgum
ue vtrlto, InCEndeia-se ue l!OVO
toda a frente sel. numa tcrrl.
....el ott~nslnl. dktr-.tol"ial.
Os
cOi1~titu~i(·!1alisté..H ne:t1(=lta.n~ o
.mbate dlll':wte o di::. to,"o' •
.não t.l(·fxanl Que o inimIgo co ...
;ha vantagcns. Luta fero;,. cm
que outra ve:,o; o inin1igo sacl'j4
fica os seus contingentes c faa
'JI'..)
~;a~to eno!'nle
de 1112_te!'ia.l
belllco, sem :,Jcan,;ar o qU& pr,,'
tE'ndc. ]~ ê CODl essll~ ott(-Ilsl ..
~:"'l viO)J{\ota~
,",oas sem .U"lto
'ipe o !Hh11Igo 1'.:. de E'S~ot~~'-se.
J~n(illa.nto nã.o se esgot:!.. ytr:J
Ch~gálldo noticias poz:tivas
de
«J~!e
e~se inilnigo
dictator!;::;l.
con:':posto de trop.us rc&;u~~rcs
IQU~ 66 CO:lSPUI'('::1l1 na.
cOln-jven~~2. de jagu!1':os c ('an~2.t"ci ..
I'OS de peor eSl)ccie, SU!)p.i'el:.1 os
:;,e~ultados
SU2.~
flue não coll'!.ern
n1ilitarcs.
n3.~
orren&i'Va&
{lur-c.nuo
;.:.s
}.'la.nlist::.~
ta7.:enU::::'$
<lo no,·te do P"ral,ã. Destroem
tuco. Ao que não podcm carre5ar na sua. tnda <te roulw, lan~m fOg-<),
lnutilb;am, ('omo se
tossem o vroprio sincte da dlctu<iura .. ,
:,liols o dia de hoje 11:<0 c"lebr'~ .
.r..pe:13.S as lnuteis offc-nsivas dos
.1l... t~torl::es na frente Sul. O in:,
l~!i:;v desfechou
té:filbenl
z..taf!UCS
"iolent!:>sh.'1os contra nó~.
no
~ortE', na linha ue C::COl'Ü" ll.
:\{ocúca. e no ~ector de Rlf:utc ..
~{n.8 Ya.6
rio.
sendo iS'l1ahllente
nestes
11'tE.li;.~
con1b&.t('s.
}I~'
especiahnente
{:'ente do- l~.o
}~al",lh"o .....uxiliar dc Silo Eorja e do 18.0 Batalhão Pl'ovlscrio, li.> Rio Grande <lo Sul. Dutre V3 seus comraandnntes está
l:r~l
irr';lão ve Getulio 'Vargas
U!l~::!,.
tropr'lo
te!t:.L
ga'U'cho~, COIil
de
.A.ft:rrn:!.-se t2.rl'!bcm que o
con~
manuante em chefe dos di"tator!aes. pe~~a. zona. (: ..Tuarp.:I
, Mt:.s apesa.r da nos82.
intcriorid2.ue. nnmerica. nos
ccis sl>etores em 'juestií.o. reJot'lIimos o Inimigo e lhe faze11'010 bêrias perda••
}l1rn Eleuterio, o ataqae
se
.lesenvoh·eu especialmente contra
no~sns
forcas
aC2ntonadas
n~ll proximidades do 1'10 S<.pu"ab~·. !,'l:<cmos dois prisioneiros,
" eapitüo Leopoldo Dica Coclho
.• um soldado do batalhií.o de
/Sito Borja. Foi de grande au.1110, para. nós, o trem bllnda010 que opera. l"esse sector, e (lue
ca.USOu numerosas bai=ras
ao
!n!mlJ;'o.
Na frente de C2ocondo a Moe4ca,
fomos
esplendidamente
auxiliados pcll1. 1i.2.
arma
de
.1:eTra. Os nossos aviões ade12ondo /lobre o 2.dversarlo. caulW.ram-Ihe pesadas perdas materlaei! e Indl"'l<!uaes.
8stes sectores de Oeste, "stao particularmente "lsaõos nes
ulthuO!l dias. Assi·m con:o, pretendcndo penetnw lia zona
de
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t::r:a no\-c Investtda ao ir..ün~
na IT': I!t( de 1.:'U:"'lHE.1, ê CO!Y'4
plet~.rúC'ntc: rechuss&un. ~,,-o
Sf!'"
ctor üe <':rc..COflt!E 2. !r!oeócc:-. n.o"p~
(-lnoate dos d~ctator!a€5, rna .;Hrc.t.·,;~o ue Seo José do Rio Par:;0.
<i.Q, ê rt:peiliclo, De ÇXrcs Laf;O:!OS,
<:hegnnl noticias de
tiln no.. .-o
ata'lt.c. hojc, das tropa~ da d,-
;~:.u~l~::n~l:~l~;~~~Cl~l~O~i: l~:~~~~:
go deixa,
(.111
nossas ll1D.OS,
hlC-
trr.. l~,.~t1ün .. s. }J:"isione:iros e cava...
Um'ia.
1:; cnl Cunha, f!na,lnlentc, no\."dó
• cstrol!dosa victorla do nosso
e~er,·ito. Depois tla üebandada 'lO
cHe. 21, Oc;) dict~torjÉ1es. rapiua ...
nHH1tc
rt.'cuper~dO!:t
e~n
Par~tr,
... :nha.111 nos <'a<'et~::'ll(!O com 0('
tClls.!vas ..-liarlas. na (:spcraflça d€*-nnuli.ar as nos.~a.s recenteS' coeflll!stas c€ territorlo e DOc:;J,:ões
ma Sf'!'ra.
_~ntc-hOntê!'n.
t~os
un~
rcto['.:;anora continlíeut&
en-l Parat.r. for ..
!1J_arCnl 1.11:'1 el;ercíto de n'!als Oi.1
ln<.no~ tres L1i.l hO!.llens. e a,':;lr..c~ranl sobre nQSsa~ i)Osicoes. Fo!
enti:.o quP. ucsfechâmos uma adr.1.1r2xel cont!'a-oiten~h-a• .r-abilu,e!ltc <'oncebiua e dlrl~id", pcll>
tenente-coronel MarIo ele .... breu.
O inttnigo. refor~ado, pr(\tendi::z.
en~'oh'e" a.~ nossa~
posi<;tee
..vaneaõas e cortar·nos a retaIruarêa.. !nas, coril ma.no~!"as ti: eextraortlinaria .precis~o, Clll (lUe
... sulientou a effleienelr. do 4.0
Eatalhã", ue Caçadores. do exercito,
contratacáraos
simult::t.neamente pelos 60ls flancos
"
Joell1, reta!!'uar<i:>. A surpresa, a
violencla e Inflexibilidade dessa
contra-ottensj~a desnorteou po,'
completo o InlllliAio. que a.cabou
em furiosa deblu:daõ". ~a dlrecC~o ün. sua t,j·~~ ele (")7ttt~ne, 'Parat~·. E as no~sas h'opas vlet,,·
).losas. com a 2.a COrtlI)an11;a do
~.o B. C.. attingiam e occupavam.
finalmente, o espigão do D;"lno
Mestre. o.ltura de ~randll impo.tancia e~tratc&,ica. que domina a
elltrl'.da de Parat~- a. Cunha.
As peruas õos dlctator!aes foram formldayeis. DeIxaram em
çil'»PO CErca de oltentl1, e dol~
l'lortl)~, ::lén'l ce g-ra.nd:s~;ili.la. co·
~on)
tIc~'cll,ba.rcado
t()l'ia(.~;
conSiõU1TI
1):a 26 de
f'; ......
).;';::,,_nde
,,"'ES
para
inlpor·t~ncia
millt~t·es.
-
r~rz.is
pa-
c.-A
êe!
~as
!1retendp.-t'aM •• ,
r..lj)põ)r~icErl'c:·nte E'r,'). uolB dias e!:t~~ !l:-'.. capital de 3f:.o Paulo,
_
l:'~€''ir~~,o já a.nnl:nct~"R.111 pelo ra~
G-!o, COlil noto:-!a
c indiseret.
~rcciplta';ã.o. a. tor.1&t1a ü:\ ~!<!2·
11.1~in'o
r..an
pontra. esss,. tor;;a
rio h.::.iH!!J;O, r.o Sul.
u!(\m das
de
t~inQB
l'('l'ulares Que
U. ~"'t;'Q. r. r€slstcDda ú,,<r'tviihv!33, dos Unh-ersitarios. cO Bür't~ ,~~'[o, uo.. Coluua::t. A<!'"-cto G.~
~c.
for,~a"
do
~
FIQri~no
n' &11'5
J>c.izotl).
uflid~ues
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B(;
l~ES
e'.!Tüu1,ar.t.l
t~e
I"ROllOçuJ-:!l
:~(l Ba.talh~o E.:;porti\-o. lor-ar:l
p;-o'~l·:)vldos, I. por a~t05 d-e bra-vnra os cabos .llR.!'!ucl :lfz.thir..s
~ F'albl). e os terct:iros sara'entos
l
'
"Ro-·~:es. Irac~-
!\-!LO
e
P~r!2..
~o
"U ce .Tulho" foi p1'o-
ta V..~a.1U'!"
Italo.
irnlão 410 C(l-
"li~,'!ü" i)Ugil!.~ta Hugo Halo. Já
,,:til,giu o po~to flê 1.0 tenente
v :"t"boil~ta Gou' ela, evnhecido
':o!L.~u*,:ro {lo C. A~ Ju\pentus, pro}.::!.J) ....~ido por netos de bravul':'., no
lJ..l:;.l!hiio l-;sportit~o. que actu~
';-1'11 Bleute:-io. Foi con1n1~ssion~do,
710
!'o:,to dE tt;!1c·nte-a.. iador
coa!lEr-ião
piloto civil e
ti'":~':.
venl
sCl·,·I:;os C!11 nos~2. 2Y~a,;;~O
A.DnES':;'F.!!
inforE12 a. "~""'oll~z.. tia
(c ~G aO corrente,
nz.
!}or.tc 6.0 Jaguar}", seC'tor de Iga:r•.-':.:>a~;~, ~l:Jnl contlnbente tle ;:;3
:n-::t!eiI"os a.dhe-riü. " c"~usa coesU'5~~l..J.l~do
~';'Jit(o'9
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h--:.do,
c(',n~
p2..ra
arn~2.S
€
-b2g"a.-
,,(,n,,".
C.~PACETES
DE AÇO
•~ su1.JscriPf:~o PC'PUk&l'. aberta. PEle. Assecla..;úo Cvf>ull-e"ch<l <le 6íl.o
J?Aull.l para Co co~p-;"a de ('spacett'8
ue ti.ço. p!'O;'3'eguc nen1 f!tjnort'CW'lentos e F.6té. p:c·oxl!L1.& de attingir a
M!L E Ql}INllENTOS CONTOS DE
1:.E'18, ('ontdbulç~e 'tuc co!'~(·SpoD.M
<l~ & CEI~ :..nL C.*.PACETh"S!
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11:".
AnÇ.'usto
(\~l"ur~i:à()·l~·alot"
tU-
c!onallstll., nfo se t~m RJ)l'cado li, s<>ph!smas. âE'we os me.ls subtls r.c,
male gros.seiros. como tt'm p~'OC'pci1do 08 ~06<;c.S "'d\'~rsar1oc~ nB c.e!eS& G.~
Em utiliss!ma. çolhtborl!.cilo
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:ta=~l-e::' c:;:::~~r:~O~U~l'::::' C::ln:;'li,~=;.r:~.~ c::tt~~:c.:
con!tc!hos
C1C~~C()S .;to~ D05:iO~ 80!Cn..c10~. {Jue
of!'();}~!c.t!!"~ll'Og
t) reg!n:e cons:c1tuclonal, que coHoca to<ios no rfr'?sn:o ní't"c!." JoeÍ5 de Toleuo P1Z8.
Cn1
tf:rln1cnto,
"·A "ictona doa ncss.os l<i~e.€'s de,-e ir a:i-!:l (~~ cO.I:Se'iUei~e!i:'s u:i.:.~
t~.!'es. po':lttus e J".lFldi.cas; dCT'e att1nglr objt"ct!t'05 ~e more.l!tie<1e ~tJ
c!a!. Se nO$ bat~mo5 para l'ence: pelas t\~ma.&. pare ~·e5~6t:~·a!' & L-e~, bt:'wmo-nos r-ambem pua I'to6t.aSleI~ce. a.9 "t~ltu(\~ dll d.l'U!dlU1e Io.U!r-ll::!"
fln2.:,,~ü~r (!ue
.".k. ,,;1,0 t!e~-f !Icó!.l' od€scebcrto
o'.) Cl!.r.lj)e <le batc.H:a. e a im-
em tod&~ as {"'a!nad.as socws fi';.ie COn'lffi\tngam COmrHJ5CtJ e se ba!.em pO;'
um futuro de justas compem;aç6('s". -
i)vrt2.!1r:f2 des~a \·€co!nn1e~dét'.:ão
~ir.da .e .e:.e tra tar do Dê
eu Ja :~l~o.
t loa!or
O eOlllbc.tente,
Dr. l-'l'l!nc~o 01,(><"'10 "" E'rc!tF.:>.
("Ol)! C!E.rf'Z~ e IN: I 6t.tle. i: dlct. ..dnra tergl\"eorl5a. !6!sêe. e intl'lga.
C-ontlnú& a ar1t-.r. pelo ra<l10. que BO!llO!l separa:lst.a5. 4<ue erfe.:;'.E.mOI! p~l ..s Z'lltS de 8 . .PaUlO a sagrada I:llln~l!a do Btl1.~ll; ao mf'&l:(•
u.mpo. falsifica ediÇÔ('5 rte nossos Jl>I'nlle8. 08 seus Úl5CW'lIGdort'3. t!nJem·se oradores P6>lJ1stas, pa1'a. em estll,(Ot'S C!andm'lllM ce !'A.ho. 001'.'
p&lll.vrôes. a~d!r 08 bra:;lleltOll do noite, que, assim e~adn'l c trA!'
dos, vêm nlate.r _08 feus prop!los CQl1te...rrtt.neoe. -{!ue. areo~. EC bet.er.:1
1.0 ladO dos P/lUHstM, fIuC naC:a maIs GuerE'm. sento l!berter ... uaçéo <tI,
"m l(ot'erno que nos cobre de t'et'gonba. Emflm, tudo til» P<Ua. CO'"
ueRt1rlls e enlbust~. I1cSIJl"Utr ... ml\ t'UiltaCe c'.{)Ulora o noo,liI:ento recemp~.Ql eo Bras!).
rCEmqu&nto os conEtituclonaUste.s talar.ú &0 pe.13
prcC!~ando
c:t...~tnhar conl ur~1 pé !erhl0 e nao
J)od""uo m::.!s pôr o calçado por
certo Que SUj2.J'.t infalliyelmente
ç !et'ln1ei:to, com terr.a, c!sco c
cutras r.12terlas lnfect;d::.!!.
l5e
r:!o cobril' a parte attin~hla. expondo-se "- gra't'€9 compllcacões.
cOmo i~ O d!sS€ln09 anter~ol"men..
te. A mf!o q~e ajuda ~ trepar 0'1
e. "v anastar Do chrro poderá
.efípe).' os rnesri~OS lnconve!l~en
teso Dil:amo!!. de pas.'la,::crn, Que
os feMmentos da mão saram com
mu1to mais frrc!Huadc do q~e ()s
Tl!'nha coragemal1le~ti!.~defllzerll:.opal
. ... te.(.~t!ewbr~c.lI:()_
Timento de S. PauJ.o e Uato Grúsro. se o nio !!:;:~r. é 1l04<;ue r«~!& ..
del:an<!&tia de R'U' e::erctw".
A dictadul'a nRSCOU mentindo
-Romeiro.
t
Se o [erido nrio tivo" atkdura.
su~ dis])()s!J~~O,
preciS2. Cf;l}O::i
q,t~:l.clrado
t.;U
-eeguro C'ul'l ur:"a ~H:"'Za -t!e ~z;;.':'::
~.:.. do t~1.j..!~a!l!1o t!e t';-;.'a I!oen...u.
cill:~!O r..
toita ~D tt.v:'"x ~ {:_
~al!.1 ~t)l,l tl'CS'
t~
de fazeuda. do
rasgundo A
H ..tletO t;e tO. iJ~,'t:'~~
~'ts
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L"lUr.!}C'\.:a
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Rqr:('!les (:or:st&r.tcs tia eJ;.:;.10 de
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lli~pr,if::V6
"Nt\o ee COU.\"Enec nlIlgl'~('m, p~.. i~c.ipelrr:f"nt(" neste reor!!entü, cor,) {'-Ei"nas ÔCas, mas com te.ctoll. E os factos só os póc!em apr"se!!tll' ÜS fI"':
têm e!en!entos para lBSO. E' o 1!ue tem a<:ontec1l10 com 8. Pau!o e <> t;e')
a11!ado V..ato Crosso, no terr~no tia.a ldee.s. De!ené.endo e. <"-aliSa êCD!»it:::.-
ax-
Ver:'i!ly.
r:2.
u.
!Qnte iropm'& não I)o<ie:-1&nl b?ú:f-..r
UQueremo.s a nos9&. r:.utononl1a. <!UeN.ffiOS s~r t?'A-tad08 ~úm.6 o ~;.o (1~
J:~U1<lo8 UOllS08 1nnlkos e E'sse direIto. essenc!e.l. p.bsoluoo. lmpreserlp~t
l'el, n~ o acceltr.nl{)5 peol,,- magnanimidade. E'ventne.l (1~ que cccupa.;,'
o J)OCit'r, m2s o ex~lmos escr1pto na.s dlapos!ções intentit\'~1s tre t:;t:'.~
censt1;.u1çi{o em qye todos Ih:refllflJ1te col}aborero06". - Or. J'ü~ t!&!"!a
"'4te.:rer.
Conselhos medicos
aos combatentes
~oJ)éa,
l~
ICDe
crladol'f'9 de tllA!S mlltr&vUh&5.
LonC'!'. 1«In&8 c!af!\tl () intaneio Ü(9f'.i'tO de 1:.0!r.C!l5 t' <te iél~,·. LOq;f·.
lonee d~ul 1\9 te!Cpest",c1t's de llUl:lI.
A força ql.te "fie n-eliMndo es'..t'!l mil&tfres ~ 11.1&= coi5& l."npriJ!:,;Tel li lncorro.1pts-. romo as 1lO:T~ntes qu~ sunlt'm « ro;ND UlU! mont.anh&S.
O ceu e o mal", o lmmn,so bt'ijo <ie !q;o tio rol e o ne.u.st<l ÓCS ve-),,-W9, - fo.·mkl..,ela espre~ da Ill'lOIlúeza. <la torça e do reb~erlo, - l
que se allm~ntam CCom 6S 8'0.1.&8 eone!'Ji~s E.U'IlQ8. O~ OOr:t.W09 se.... Cl:Os. e
nrt'sWiIl <'ortant-n e a lan brancn das neb!lnM e:nri10;<iuram as;ruas ne.BCf" •.
tes; sobze ell&S Ubra-se o ...ÔO ue.s It1>UI&s e ron<lam, nos espaç.()ll &2lUES.
0<1 lll'llllu~ pensalJ',eontoll. O 5EU lel~o- cav&<io na rocha "1,& é paro e scnoro. Os lUlJOS elo Ser..}u)r poder:a.m '"Ír be:Jer ú", SUl'. ('()rrt'n~. um nc;:.cu!a.r oe labl03 ~9santc8•••
EU.. que 6E rlespenh& da altura dos ma!a beUos kl_s humanos. O
TUido dll.8 suas cataciup&s abala o põoanalto de I'lraUnJ.nga e rellôa pare
al~m dae eerr~. ~v.. do ne.s trOl:!lbt'taa de ~. Ás l5uts ondu I!rrll&u~,
fragmentos de astr06 e as ro!E'5 da "I'lctorla.
E' 1':lbr", e !Iammejante. E' toú& bOI eo pur),)tlra. Ji' saIlgt·.f: coare
Sangue e ouro para. o 1'f'sgate de. tem. de B. Paulo. sangue e 011:'0 1'E.::r..
a red~mpçio do Brasil". - Ministro <Ir. M&T.ll\el C~rlos.
Ú€ i;""cr:·a.
tuc!{)nali~tR, p2.~Stl.noÜo
gue!T& civil, S, Faulc 1:{.(Í.€; :f'f~~1i~!l.L:.
PELO RADlO
o
int1us-
re!-:iidente eni. S. Paulo, SI'".
!!..nnlpho ·;~lli€l"a, que
pres ...
ta!Jt.~o
Q.ft.
='1
•
Que,
t.,:;tnho de unl
um
COul
g'u€t'ra.,
um.
nO~..
Combate-~e
nll·:!5~
n!lin"losidadt: conl que. no iní-
cio
de coHocar gas& e aIl>odãoo cu
.m ultimo case um lco~tJ l~~lVv.
82...ber cnlbl'ulhar o cura.ti,,;,() CvDl
p.é\da,
_~...gcsto
C'~oJ'loso
not'~•.
..
d\cta-
v~
"'_"-o conlT!2t"nlOi..·&r o 50.° dia.
mais per!elta do <iue r"unca. IQ, sua Ini:!:>a!Il.e: té no
triumpl10 das nO§6Q/; "rU1a~. DE'pols da lI.!Te.nca"a da tot.e!!dMe liM to:,,ças regule.IT6, que ir.úm.(;(itat&1L.ente C'e.udalObO ~oltmtar1.&Co ~Ci.u:l!ou,
O::-ga.!',i5àmOS lr..odeI&rm~l1t-e tou06 O" ser\'lços d& ret&gl~rdA. E!1: ~"i
êe.. lnteli'.ffiOS 11 preperll<;ão toEChniea. que é um (lo!! U1il~s o:> rr'S1::'l'elçio pau!lsta. Es"..amos no "pog{;U do n0650 j)O(l€rlo m!l!tllr. p~f'p=
<lo-noB parll. a cttenal.... da \,lc:-tol·ie.. n, .cltando os olbes dE'8i";nbr,,,d~
para f'8SE cuxto e soberbo PI16~"<lo. encr.!'!t~os o f'.It\rro p~Q}:lr"o oom e.
irrE'd1.:ctlveI serenldaóe tios que se lança.ram numa pe!t'ja ri" Tin... <n
mort.e com plfna coo6Cienc!a do perigo. <lispost~ 11 luta. (·ore hH('~O
para nilo vi'Çt'r bem di.p:tklade".
Do "Dtarlo de S. Paulo":
"Cremos que l5e aproldID&ll1 08 ultimO& mOffi{·r..t-os do &<:<;Hl:O .i'.tt.f'.OOrle.l. Ele começa a eMir de inarúçi!o, porque lhe falta o elernt'r.t-o ('f;!.lt'nclfiJ ll. vida e &O prt>stlg!o (ios go....·rnos rffi uma <k're.oe:'R('~e. - o
fopolo popular. As torçll.S d2.s armas constltuclonaU:5ti'"g be.tl'. r.o. (lU,"pos de batelha. os SOId&d08 que. por um :mal corep:'t't.e-nilléo l'lJ',l:?lto ce
dleclpUJ'.a e obediencl.& .. UD~ governo 1Hf'5aJ.. alll-Óll, <!e-fl'néebO a. d!c~f.
m.m e a torça Innnc!"rel da op!n!ão p;:bllel: ~ol..pe. &S bl:..""'" E're "-~ c;E~nt& o ~!1o a.!"t11'1ctal do uict.atior".
Da "Olõ7eta":
"D!Ante de mn gonmo de usurPt'dolt's qUf> condu';',aro. o j<e.;ê. (,.:.
ultimo desrau CÜl. tlffreoraItse.o;l:o. go~T!!.O que !~Z t..'& L~!l.tL"a ura p."'<:l:"l'&JlUna. cio l!OOpzusma
rt'Cureo de &r.'tua~i>o quo:;~. I:Qve=o 4llle
• o «'Scarneo IõUprereo. l ... dlbrtar.ilo quarenta mlih6es .:e bresHe:'Nl, üa
10 J)Õdc acloptar ou;ra liD5~eB1 SE'nbo o tia 11'& S&((I'8éa. uma ';';021 4jHl.o proprie Chrts~ um. d!a t<omou do aL.'O::r&Kue e f-J1P..usou ~io!eI:tE~('r.r~
€i: ':endll.h<ks ~ templo".
(;o "DIa..'"io <la l"otttc:
"A d!etadu'l'A nio consectÚi'á ~sen"fi'er Pl'l'll.Jlte. "- hiStoria a lC.a.t<:te'"..a do Dlovlmento cOl:lot1tuclona.llstl'. 1rrompldo fom S. PaUlO. De fe!çá0
n&c!on-.J.lsa. v1aantio objecti~os de o~dt'm ger&!. nllo lt:e tl!m~l1€ .. ~u:
dez& elvlea quaIquu In~alto c.cculto de t't!'O~10 regíona!1s~".
De "Platbl":
"Desde que B. PlI.u!o foi Ilrrast,E,(!O pela rUI'. de. A.lr.f1.:'glt"l'&. t:L1~s,,:;i
nhe.do. '·ilipendl&<io. ~ffendk"o eri!. Euaa traê.i~8 malE p\l..~, Q\!lllftut?
at;tltu.!e de repN'!!4tJla, por ma1s úE'~el('f;ante (;U€ !<l6Bt'. IX>Qe!1& s~r jU!lt!flcada f: el<Ccse.da.
Pois nem asa\m B. Pfl.U!O pf'r<ifu n linha ~U(l ,{'ID ~ntenoo <:f'ooe t1
r.olte hlstorlca dto NOI'e de Julho. Com a galhardia do C09:;ume rtoll~.
na I:m.E'l1ca. a tr&di<:~ da "guene ~n (:entellEs". JS tem, pe.ra w<.los (',
dE"tracto7>u, um €ú:r!so (1(' p:f(Í&dt" cgw tére t-.ac.tO ('omo B. htn,=~ t!(IS flecs
sollk.<loc.··.
dietatnrlaes
conservar a
~. P&~lo":
e€>!>:! 6<'tillRJlÇ-a
J)r-inc!peitl·{llte
Os
rtlr.'\.·I,:o a c~!.bo '.) jOVE'U esvot'tis 4
c a\.c'u-
tOClO
pela noltp.. som que
<;;,
t,
'Cr.~;t1hil.o
h101c.~tan..
Do "Correio de
(iUe UI!I
,,\'a\"~n1
de:>dc o dia SI,
PELA IMPRENSA
1.0
.1H.lO:; dict&torii!.cs, que o t'o~_~el"_
ra. os lados dp, ~1i nas. QueJ-f'111
e.lcan-:;ar ~rOof,-Y l'.fírinl. por Elf;\1redo... InJab'inu!u ..dcr..nçar ao
Hnll~.. t:r::oncG, enl Casa Branca,
\,ompoHlo n !!OSSo. frente
de
C;:.conce a ~jocú('a ... E a b",t2.iha conUnun. o dia
~)'I
Itb::d~ llarec(r~l.
::.~(nO,
("!.c Uf.l;J. noite
do
I)t··r('~pth·{;l
en1 toda a
J~O
),:aJs.
.
f
dimintii';~_o,
f-:r..Dca
blcr:.tf
?\·o ~"'cto:' <1~ QuclG7. f-':7Cil:O~
p:-o~lesso:; r..otavl<~ e ll'!:~ltt)ra.
f.l409 ~::. tr~.vroiin~r!"'~~:'f'litc a~. 1.~9~
f:;as po~1:~ti€S, cor4~ C. rttoi";:::~,-li'.. á()
1~~·.Jt"4'O CP..
Pc.l_:-(';\'a. f':'.lf t t:w
horl~&nt(:.
!nt~rios
uc ctt'€osiva, e de rE-s1,tio ~d~·€rs~.. rlo. esti:..o em
t~n('ia.
-..cl
nQ
OPINIõES QUE VALEM
As
da For-
cColltíng~il.tes
~ras
o d!a.
tor~,ns
l'l.;,-tes.
t!E'~apo::~r(.c~nU:p
de
rt~·:to
ça PubEc..l , '-Dl
,-~
".a;u(' o vvo c ()rr.erf;C€ cortth.:.te
ao au'\.-eT'sa.rio. ~as este recusa
O desafio, € rlll~la. lJ~ra (}o .:.\;orte,
ser re!aciona.do.
S;::.ta'·hJ.o da Liga de D~fE's>: PauH.!:!til, tia Lp~.iào !\~(';;ra. ao Eata.lbE:o D.ioC('~R:10. e o'Q.tras unida.deg.
...\. imvort.-:ncig. desta no,\'2. Tt\:"ti)rin, nQ so::ctor ú€' t.·'lnha, ('11eiH~
cOl~s~itu.:iol'!.alf!ota.
(lUe l'epou:'-:ep..as vi:.;:lnhf:..nças cc:
Guará.
G-os
~·3de
>..... s_ i_c' tropas. al~m do 4.0 B.
C. Jo ~:!.€rc!to. ~o !e!ts.s llesll:õ3.
}I~
on
~!ll.
r~?~fHl.:t
f.:f:o. •l~
..; cl.
O cur<:.t1t4) ';0 rdtl) ;:có\
:~it!.a.
I;t;),
:t.
t:t~! •.;~ •
.pf)~JUl)-~:"
l1!entc e:n co!:tacto cc!n
\l~rccta
~
J1(:::e.
JORNAL DAS TRINCHEIRAS
A VOZ DAS TRINCHEIRAS
"O que " verdade é que Vocila
qllando eu qulz me alistar me <1elxaram partir. escondendo os seus
receIos. me anImando mesmo, .tê
oom cnthuslasmo. porque sabiam
que era esse o meu dever. Mas no
fundo do seu pensamento, Voe"s
não 1l:nagina~anl os sustos pelos
quaes la'll passar. os l'ecelos dc' todos os dIas. a duração desta au,
i!mcla. a dureza da luta. Sem que·
rerem c"n!e5sar, Vocês
Imagina'Vam que este mo-;Im~uto seria uma
revoluçáozinba. que
se decidiria
dentro de poucos dias, Havia tanta gente que dizia que venceriamos sem dar um tiro! Lembro-ma
d~ F,., que sempr~ repetIa Isto lã
em casa,
"E agora VOCêB desperte.l'anl de
repente para ver que 1s~o 1I110 •
uma revoluçll.ozlnha, m8.3 é uma
lfllerr., guerra de verdade, exlgln.
do todos os sacrltlcl08 e trazenelo
todos os perigos da guerra. E den·
tro cio seu coraçll.o, f, proporçáo
que pass.vam oa dias. que chegavam as notlclall dos bombardeios
que temos sottrido. dos combates,
la crescendo um gi'an<::e ~celo \leIa
viela do seu unlco 111:10 homem
que aqui estll.. E Vocéll vão a POllto de se esquecer que representam
um veillo tronco paullsta e a mInha Uam§.ezlllha vem me pregar
uma mentira pIedosa. C1!.1:enc1o que
.,ú preciso de voltar para ~1I.0 Paulo e que posso traba!llar no CorreIo :Mllltar ou no Abastcclmento...
"Ma:nll.e, perdOe-me as palavras
duras que vou escre-,er: Você está
aconselhando seu t1l110 a commetter uma co,arúla.
"Os outros paes 'C a" out~as máe5
não são menos amorosos 9 es~re
mosos do que Vocês, Imagine SI'
todos começassem a cllamar p3.1'a
junto de sI os !Ilhos que aqui
estão. nestas trincheJras. a pl'ete=-to de I" trabalhar no CorreIo i\1i ..
lltar ou no AbastecImento". Já
nll.o bastam os que ahl estão?
"Contam que llouve um presidente llaullsta. creIo que o H.odrlgue,.
Alves, que 1ml dia respon<lc'ol ao
quem' lhe acollsclhava que fugIsse: "O meu logar é aquI". Esta
deveria ser a divisa de todos n6s
que voluntariamente, para cumprll'
o uosso dever de paullstas, vlemo9
para estRs trlncl1eiras. O ncsso 10gar é aquI.
Não quero saber se o !iillO de
dona X .•• e o de "seu" Z ... vo!taram para São Paulo. nem o que
E'stão fazendo. O meu logar ê aqul.
E aquI !,retendo !tcar"
Sobre a belligerancia
Nova "Mascotte"
E' fora <10 duvll1" que este
'na:;'no a~sumpto já. cstá perfei.
tamente esc\al'€cido pelos com·
lletentcs mes~rcs de direIto Intal'llucic.nal, coroado ainda pela
~abla lição do profess?r Reynaldo POl'cllat.
Em vlrtudo da situação
da
facto criada em Sã.o Paulo, O
::ovel'no da ltalia já fcz sentil'
ao Rio de Janeiro que a continua!}~v da luta impõe ao granda paiz amigo uma
attltude
compatlvel com a sItuação de
tacto aqui criada. Esta attltuda s6 pode ser a de reconheci.
mento da nOSSa condi!:(lo
de
belligel'antes, porque a autori·
dade do governo federal
nllo
n1can!:ll. Sã.o Paulo. A vida e o~
bens dos cstrangelros aqui re61dentes slio garantIdos
pelo
governo de São Paulo.
Se o consul deste ou daqueJle
pai:& pedir a prc.tecclio do governo federal para qualquer Inte-resse dos mesmos palzes em S.
paulo, o g'over:1o federal nií.o
poderá dar essa protercão, por-
"\. grande bel1eza. d3. revoluell.o constitucionalIsta continua
e continuará.
sen1pre con10
toda grando belleza a ser
motivo constante do novD.lJ, lindas, <lelicadas suggestõcs,
Ainda agora o sr.
_'\.lfre<1o
Colombo, que já tem presta<1o
á. grande causa
Inestlmaveis
lIervicos, acaba do ideallsar o
eo<ecut:_I' uma. Interessante
e
artlsta "mascotte": uns capa.
cetcs-dc-aço em miniatura, parR
BC1·en1 usados nas ]apêlas. São
de f:,1O acabamento artlstico •
trazen1, nos bordos,. a
Inscri..
peão; ';S. Paulo Invicto".
.Mediante permls.qão especial que
1100 !ol concedida, reproduz1nlOS
a
IqUIr ~m
trecho de carta que re04tntemente tol receblda pela pl'Ode um doa nossos voluntarl08 que 6ll acha nu llnh,"" 11.
combate cio sector sul:
"Mamãe. :Recebi a sua cal'ta da
ante-hontem t<>d. cheia de l'eCom·
luendaç6es onde estou vendo o !leU
ororlnho e os seus culd.dos ••••••
~Ji.ltora
"A~ora. mamãe,· depo:S de 111e tllZ
dado todas. as noticias li meu re8~tto, preciso
de conversar com
Vocó a l'sspelto de 1ml assumpto
multo s~rlo. MJ.n.ba Mamãezinha,
creio que pell\ primeira vez na SUlI
vida Você mentiu ao seu tllilo,
me:ltlra mult-o piedosa, nascIda do
lleU amor por mim, mas que f'~.
tou perceben<1o, Não creio que a
minha presença se!a neceasarla em
Sf.o Paulo por causa <10 eataC:o de
pude <1e Papae, Isso não pode seI'
ycrda<1e.
que
sua
autoi'idade
nf.,v
attiu ..
ge Sã.o Paulo.
Logo, as naçúes estrantiell'a~,
reconhecendo essa sltuaç;ão <la
facto. s6 poderão fazel"o atra.
vés da figura jurldlca da bel.
ligerapc-ia. I~' o interesse dcllas
qu€' as CCJ1c."2 . . . i!'ú, até eSse POli"
to.
o que o Rio sente
Vem sendo profusamente distribuido no Rio este "H:;'mno a
Sã.o Paulo". letra e llluslca de
flUlua carioca";
Salve povo paulista bdoso,
Salve po\"o paulista altaneiro.
Que soubeste lutar, corajoso,
E com todo o 'lI~dor braslleil'o.
Côro
Eia, ayantc. C0111 fê, nl0ci<1aà.e!
Como é bel1a essa nova conquls(tal
Vamos todos cantar liberdade
Dan<1o vivas ao povo paulista!
amIgos
Vibre unida a na\;ão brasileira!
Trabalhando com ré, com ar<1or,
Seja o lemma da nossa bandeira
Llberdal\e, justlca e amor.
U,./I l5ubdito inglez. que
trilt'cheiras paulistas lnl.lj~
to dos seus melhore",
mal5
velhos
anl1g-os,
endereca-l:les.
por intermedlo <lo "Jornal 'las
Trí""l1elras".
estas
palaV:'as
cheias de
hUlllour" e (lo at!e-
Que jamais a conquIsta da gloria
~uEte o sangue dos nOSBOS ir.. .
(mãos.
80 Q.ueremos a paz na victoria.
S~m a
paz os triumphos
são
[vãos.
lla~
OI
cto
sll~"!~lleg;
ãO~
lneus
tant.os
anligos
nL:.:'I
trincheiras Ul!J. aora~o cordial e
os meus mclhorcs
desejos d,:;
ilUO e'SteJan1
"passando lJeln".
Kil.o
é permittido
a mim ter
ol>iniões sobre o n1ovinlento- Qua
se alastra;' porém, é permittiu')
continuar anlizades
p'reeiosas
teita~
n.estcR
q~~si
\"illtC
l'O~ •.•
O boidado está na moda.
Um, 'lue vem do "front": - bem
barbeado; boas cõres; a "culotte" e
os sapatos gasms mas limpos; sem
fantlOl'l'ona<ias: nem tacâu na clntUl'a nem escrlpturaçóes no boné.
Um amigo clv11. que o vê. abre
lmmensam~nte abertos:
os braços
.- Elltlio! Você!. ..
O abraço é apertlld<l, lon:;o. longo. As luas das barbas encontram·
se e roçam-se, Os olhos têm UIU
br11ho liquido de alegna. Trocam6e llnpressões anciosas, devoradas.
-
SI ha! Você -iem das trincheiras .•. Aposto que aInda nâo
~~~s ~,::l:::. ~:m~::~ce~::s c~~~
contos que o Xuxú emlttlu no Rio?
Quer vêr?
E o civil procura na algIbeira;
abre culdado~amente a carteira;
desfolha-a com lentidão, e apresenta a!lnal ao soldado, multo em
segredo, lIma pequena tolha dc papel tino, leve amarellado. E3pecie
de papel de seda... Uma folha de
certo papel multo utll, mas que
não serve para se escrever. nem
lmprimu', nem :azer embrulllOs .••
Pedidos de
infOlmações
!'~I1rjqY.a
tario
'1'" :.__ lTD -
Vol I . . "
151 do batalhão "Co;'o-
!I.
~:~!::tticsi~~.da
Luz". Su" mãe
Pa..choal Del Guerclo Xeto -
Voluntarlo
do
batalhão
"Com-
mandante Salgado". l.a conlpanllia, Sua !amília deseja 6aber onde se cn·-Ojll~·a.
"I"irg'111"
<10 do 1.°
n. 1.426.
Jordão e
IIe :"Iol'aell Soldabatalhiio <10 5,· n. 1.,
Está em Campos 'l')
bem de sa:ude.
Francisco de _\... si.. SolJ.." '_.
Soldado n. 1.614 dR C. III. G ':;'0
6.· n. I. Está bem de saud') e
pcde noticias
de sua famili:l.
enl Cachoeira.
'~iceDte Jlol·eil'D ])ht~ 801dado 11. 1 ~S5G õa 9.3. cOlnpanlIi::l
3.° batalhão. SU3 ln~e pc(h,·
110ticia:s.
~
_\.gostinho 'llanclni _
Soldado <1a ~.a companhia., 3.· batalhão 4.° TI. 1. St;a fu.rni1ia ped ~
llot:c:!au.
•Jofiu
VIVA
Nn,..chul"nto
_
2. 0
e;;3.T-
gento informa ao seu llae capo
.rosé Affons" do
NascImento
que está ben de saudc em com ..
p3.nhia dos sens bra\"os soldados.
:eraLn-
lha, nos serviços do Correio em
Soledadc. Está hem <le "aude,
:U:ekhiade.. 010", Santos - Sargento da Lcs·i:"o Ke;;TI. Avisa
a. tamii!a que se acha de licer,ça c~) S:Jo Paulo e 1.>e]~l de s~u
de.
Du",·". Uan~d
de Carvall."
Ca 1)0 da Ca\'allai'ia da Forca Pui)lic<l.
Sua familia pe'.t,)
O
noticia~.
FJstevaJU. DocaloR -
Solcla(i..)
~.a Ci:1. do 2.° ha talhão M 9
de Ji.l1ho'·. Sua í'a.rnilia pede no-
da
tida~.
s,,-
dlzen(lo-ee que, com uma pequena massa. de manobra. de 400
homens, õcrrotámos o Inimigo
em nUlnero da 2.500 que, ailesar de bem armados e municiados, foram tomados do pa'lieo
ante a surpresa e deban:lo'.1 :1a.
mais completa desordcI!l. dei:>.ando sobre o campo formidaveI ('(jpla de material (le torl:'l
a espec!e. ce!'C'a de 70 lTI..Ol"IOS,
entre os quacs alguns .1fficiaes.
Todo o merlto deste formid~vel
feito de"e cahir sobre ,)8 meu~
bra.vos conl:nlallõados que. após
longa~ e
pe!10~:H mal'cha~
por
asperrll110S
canlinhos, sUl'lJl'eü~
benderalll e ataCal'anl
inicli-
o Corroio ::'li1itar da :.\L ?or. D.
forneceu ao "'.Jornal das 'l'rincheiras" a ~·legui.nte relaçã(\, por
oJ'<1('m nlphabetica. de
carta'!
e.
<.lestinadas :J. soldados f'ujOf:
lnettentes
<:9
s~o
"':'€4
desconl1ecidos
êlegtiI1nt:ll'io~
nfú.
fOl~aH1
e
e1l4
contrados:
-'-
.A.ceaclo Orti'l, _'\...l hen1ar nnrcin. LBa!, _1 d. E"·ll 11 o Ron1ano, _~_lci..
(les Santo, Alcindo Oliveira Pitta, Aldo L".r,l.~. AlexandrE: Alv,''!
Alkimlni (teleg-r.),
Alexnndro
Alves Alldmini (c"rta). Alfredo l\farques, .Alva1'o 1\íoreira d'3
Albuquerque,
Amadcu
Peliro,
Anatolio Pel ..!;rini, André List&,
An~i)lo Stefanel1i
(~), Angelo
Z~lnotti, .Anna. "OH Rantos c Si! ..
vaI A!)paricio At'_dradc, Argenlirc~
_'\.lves
Silvestre, .4.I"!"J'G nào
Chancharulo, .<\.rnalc!o Lout'indt),
Ary :i.\Ionteiro
GalvV-.o Ar·tonio
A. ~{oraes. Antonio Al"cs Brilo. Antonio Enr~tcl,· Anton,o ,1e
CHIo ""eUo, Antonio J:'omingo~.
Antonio Gab~icl :Mirar.da. Antonio CriSl1oli, _~ntonio l\larCl'_l~f;,
Antonio Oliveira Valle. Antonio
Sant·Annll. \2), Antonio da. Silva.
Hello. Antonio AltneirIn. L.('me.
Antonio A.lnbrosio, Antonio ..;\r.:t..
l1ha,
A.ntonio
A'l_:l.lnba,
."-ngel.o
:'\10reUo. AIaov Jan~"zi, Albcrto
Cor~i, ..: \.1exandre Sa.lles, A..1varo
Viegas, Anastacio GinH~nes. Au...
lo Lacerda. Antonio Concoi\:ão
Godoy,- Antonio Francisco '1'0:':'..
res, Antonio Janu2.j:io d:l Silva,
.c\.ntouio Silvano, Antonio Purol ...
la, Anlonlo Anr.-ioletto, Antonio
Jc>sé GOUVf'a, Abreu, .\ntor.io Maríno, .o\ntonio
Fa.bliri, Antoni.o
1\f. Costa,
_t\.ntonio ~a::::cin1cnto
Moraes. Antonio 1\:IfI.gaa~i. A ntanio Pinheiro Junlo\·. A.1etlias
Barbosa Santo~,
A~chlc~ nOl':çalves .'\.lmcidu.. Att\Ho C",rna.valle, Adolpho Alvc~, Aureliano
30se Oliveira, A.nnita. TrH.\'assoCJ
(::), .\. dE'
<iu~d{'s,
Ans·e]n C:tt ...
tl, Arnal!lo
Alcmld,..
Ar1.·lanclo L~:nl0..
Oliveira,
Jl
Benedicto _\111araJ,
Benedicto
Pinlo
Filho, Benedi('to Alves
Oliveira, Belledicto ConGn, Moura. Benedicto Baptista Amaral,
Benedicto C'l.valcantl. Benedict')
D. Si! \'a (3). Eene(li~t'J l:il)e,,'o
1)'il110, Bencdlcto da F1ilv,~ :ll:t_
chado, BCl'edlcto
Sou ..", Sil.,~.,
Denedicto Phllarlelpllia, Betwdlcto Cabral, Benjamin, Benj:t111in ""Iachado d,.~ Co~:a, Bento
'roledo !\.toraes, J3enig:no Porrei ..
1:t, "B~lm!ro l:O::l·i h ues. R~1flninfJ
1'\ Carynlho.
Caio
li'oJ;nan(lü}:i
Pe~'cir:\,
(':J-
lni!lo C:O~11~:3, C'lrJofio Gonzaga
Davllla, CarloR Varella. Celestino
Geraldo JUlllo'"
Cfl'leRtino
(]ol1r,ahres 'rir.oco, C~llo Barbosa :1;1a.rtll1'l, Claudio G'~ll>', Clat:~
dio <1e Gouvêa, Columl)an<> Eppinghau~ dI'., Cal'los P.egi=I, Cio
rino
F!'an("isco Pallla,
CiCC1'0
Gonçal,"e~
Ahueirla,
Ch:lncnte
St:>bile, Cecilio I~austlno, Chri'iOstOr.lO ten(>Jlto:>, Cicero Oll'!eira
Silnl., Clarivaldo Smitt Vascon('ello~,
Ca!",(lli:l:~ Carüaso
~1 o·
rue.t..!.
1)[t·;ul
P511Lttt~.
]Ji.I."~,;t1
":'~og:u«
l'a (le _\rr 1.1aa, D0111ici:lHO Pass')~
ou I..uh~ Pasf'"os. DO~11ng()s Coe1110 ?.fad"iras.
Durval M"rt\ns,
D:1..rcy Cp.n1argo, DUl"val Ca.p.,
DorivaI Pereira
AlIlle!tla, Dufllingos
\Valdon1iro
Ju~.::tolÍ1}},
l)o~l1!ng·o;~ Paes na~Tof.
J":dl1arrlo Taya.l'es d~ I\'ratto~, El..
::dra. nalles, Er~li1io Ch.aVp.R, Eri~leu
l-1.odrigue:;
Souza,
Ernest.o
~~i:;~~i~;t~~~;sáo]';;g~~;.~!~e"SN:
(}-~jb.. Pt·eto),
liJuc1idcs dl'
Eucl i <1fls
I"'ai"'"::l,
d~
E:..l!~elljo
Bapti~ta. da
Silya, Burico .~..rais Sarac1ias dI'.
("tel.), Ezidio Argcnto,. ::r.::~dqnl~l
Cion(a:vcR, Eurique Sn.s~o, Est~
nisla.n r~ugel, guc1idcs Earllosit,
l!;rnani Caln!10R , ~loy St::ln[rh(\~'
11n1, Ernesto Fichtt~r, F:~~P.\'~: 1-'
tar
Oliv(·!:r.:l,
Calnp()S,
MartinS.
O COZINHEIRO: -
Í1'elisbert,'
li"cli.ciu Sa!:tia:ro,
Al"oõ:::, I~'(;l'llan(1inho Zalniti, 1"01'
nanoo Gandra, Fernandf) e Bento Paes <1e Campos Mello, F;>r. de gl\.. ôpa, fáizi<> ., truffé",
Feijão com cl\l'nc-secea' para qu"tt'!)!
l~ra.ncisco GCl'on:o'!"t\o de .A'-anjo,
Francisco nlarinho de ~:uslnào..
FI aJ)cisco
U.lbel1·o
Noroi1l\:1.,
Fr9TIcisco
Andrade, Frn.!..1cisco
'lO.
S. Leite, Francisco Freita.s
;';Po!,;râo, li')·.ancisco .i\Iarin, ],'ran...
ch;co Assis C,~sat', Fuedn. Abra ..
hã.o, J,'lorin<1o
l':~l[3.I. Floripl)s
Pai:,c,o,
Gabl'ipl ::>a.au, Gentil _f:.on1allo
Vaz,
Geraldo
F'erreira Piilto
(tel.), Gcrvasio Araujo. Greg(••
rio AplJa.ricio da Silva (2). Gald;na I". :'\1aciel, Geraldo l\lessill.~
Ferreira,
Galdillo· Rodrig ue::;,
<;ncrino Fa"';rln1, Gusta.vo ~.:)ae~
Barro~
Filho J
Geraldo
PircR,
Gllllh<'1'me BIa:<zoll (3).
11
n"roll1o Alves da Gl'a~a. Hei~'
tor Mirand", Silva, IJermogenes
;1086 d" f;ih'a. HEson Gomes da
~ilva.
J
F.
•• cb.~o·~~E~~~:.~~éC:vi:~ar::~:~·~
C'os que, tomados
de
lK:.nic(),
fugiram abrindo
caminho aos
denodados soldados da !dl. nulU
ralo maior de seis kllometrolJ.
Vi,,& o Brasil integ-rad, lia leI!
VIva. São Paulo
Integrado no
Brasil, com o mais Justo m,)!lvo de 6eu orculllo. - Tenellte M
coronel Mario Abreu, commandante".
_o\. esse telegramma <> 11"0'
vernador do Estado deu a se·
lI"uinte "esposta:
"Tenente-coronel i\lario _\.1>reu
Commungando com o bravo
commandante
e
seus
bra\'os
&01dad08
do mesmo patrlo~lco
enthusla.smo pela brilhante "i·
ctoria conquistada hoje no' sector de C:unha,
em
nome do
Brasil
Constitucional e parti.
cularmente em nome do Estado de São Paulo, envio-Ih.; os
mais
effuslvos
cumprImentos
peia maneira
verdadeirame!lte
herolea com que se 1IOrtar:ll11
esses denodados defensores d",
I,<! I, cobrindo ainda uma \"ez rIo)
gloria as victoriosas armas d ...
Constitulçã<>, ViVa o Brasil il\tegrado n:~ Lei! VIva São Paulo InteS'I'ado no Brasil." - l'edro de Toledo, govcl'nador de
São Paulo",
CARTAS RETIDAS
]~ugD.l'<.1 I.C'.. ; y
('~.', 1~Jnllln:ln
1\LJri3, Eduardo _l~.JYes flOR Santo~.
all.'!O'J
na 'sua terra hospitaleira.
UfanO-111C em ter lnli::::niuacle
eonl os que tão Yal('n[e~·!.ler~t~
80nbcraljl C1H!1pl'ir o Que· para
e!les fOI o seu dever, !\.cceitc!ll
os nleus sinCttT09 para bens l'e ..
la m:lneira com flUE' ftzcranl U"J
.organtsaç;õe~
t.:tnto civis eo;r~')
nlilitarcs.
E a todo3 ·\"ós. ClU~ reconhecerem a alcunha com 'lHe
nl3
bapttsa~tes.
lla lantos allno,',
'JJn abra!;.) de coração do .- JêC:t l·ngle"l·'.
Transmittido pelo tenente-corc>nel :1I1arlo Abreu, recebeu o
governador dr. Pedro de Tolo·
do o seguinte telegl'amma
bre a auspiciosa vietoria das
forcas constitucionalistas 110 "ector de Cunha:
aNa pessoa
respeitavel
d~
vossa
exceliencia, congratulo·
me com o glorioso Estado de
São Paulo, ·pela. grallde vlct );'ia
Que al-caneã.mos sobo"o aa forcas dlctatorlaes que operavam
Iõobre Cunha. Comprehen<ler-se-i<
a amplitude <1este brilhantc fcito
aquI na cIdade? Ha novl·
.Joil4J B:tptisla Pl:r_A -
Reine 8em\lre a justi~a lIa lei.
Que o Brasil seja um s6 cora[C1l.0!
Seja semjJre Jesu~ nosso Rei
Que nbcncôa esta granõe !\a~ão'
VIVA S. PA.'GLOl
BRASIL!
E
dadcs'!
III
IV
MBifo" legitimo, nem· cebol:ada '" lisboeta ou pl!nentad"
:\
balJianu, peçu Ilcenca para, der_·
tI'O C'a neutralidade qu~ so!llo~
10i'!:ados a oh"er\'ar.
offer~(;er
Cinco hora·s da tarde, na capital
paulL%a. Praça do Patriarcha. MovImento. Grande ll1' de guel'l'a e·m
tu<1o e em todos: - as menInas
lindas, que passam, trazem, em
vez de boina, um "!llbl" bem escocez, bordado com os symbolos
de .a. Paulo; os homens de edade
apressam-se, gra,es,
com lacos
azues no braço ou placas polldas
- da pollcla DO peito; os automovels,
beDl poUCc.s. levam, no "para-brlsa". cartazes indicadores do departamento a que servem; as vltrluas exblbem fardas. equipamentos,
l:landelras. colsas de campanha; os
alto-!..lantes apregOam os ultlmos
commulllcado.. o!flclaes das glorias
constltuclonal!stas, ou cantam as
1l0ta~ !lrmes <los hymn06 guerrel-
<10
II
Um amigo aos·
O communicado de uma g~ande victoria
Os bonus do Xuxú
~~:~.g~~ l;;:~f~n~:~o~ay;;~~~a;l~~
dn<1o de Gaspal'i. Fl'andsco BelIel1icto
ll.'lrIano de
01iveit·ll.,
I
Cguaeio AI\'esde Araujo
J
JaCOll\O Berna.rdcs~ Ja.r.rne 13aptista, Jordi1.o AlcxanGre David
(2), Jordão B. Chavcs, JovolL1o
BuerJo de Calnargo, Julio Baena
Silva, Julio Moreira, Jayme Martins
Oliveira,
Juv.:nal
Coi:ta.
Santo~, Jorge Fa1lstlno, Juvenal
Pinto, Juran4yr M. Assaol, Joaqul;tl Alv!38 Ba.stos,
Joaquim
Santos Ribelro, Joaquim SOÚ.~'\
~'cixeira, JoaQ.uin1 Moreira Pln.
to. JoaquIm A. Siqueira (l'allit?lO), Joaquin1 Pautozeo Oliveira.,
Júaquiln Borges Rodrigues, João
de Almeida, Joüo AUgU,3t) da.
Costa, João B. de Olivdra GarcIa Junior. João Baptista Caparuto (2 cartas), João Candido
Pedro. João Falchlone (~). João
]i'raT'.cisco ce I . . uccn3., João Cos ..
mo ele _1.ndra(lc,
João
.\Ia.rin~,
João
Nicolau
Sobrinllo,
João
Qaeles, JoJ:o Reverendo
Vidal,
J(\ão Ribeiro, João Rug-a, João
de Sou:<a Ollyeira, Joã) ";cente
Ferreira, João Castro uos ~aH ..
tOR ou Oswaldo ::\Iotta (\"
Iclra
O.), João A\"es, João Al\'es (~),
João c~lvc~ Moraes. J"ão ~Iol'e·
g-a. João ,\[athi",s Barkes, Jo:;'o
I'edro Lima Gutierres, .João _'\.ntonJo Silva. Joã.o Bar>t1st~ Carvalho, João Ablllo Gomes, João
Tavares ""rello. João R. Filho,
José Al\'es Souza. José Amol'Í:n,
José
Antonio dc Sá (2" .rosé
Begato, Jos~ Bordão, José Bruno P~droso, José Bueno, ~o:-;ê
Clemente Pereira, José Edurtl-do
da
Silva:, José Elesbão
!leis,
José
l·"'ari~t
Nogueira.,
Jose
ll'a ..
sano, José Il'ontana, José If;"naelo, José :ar. Sant'Anna,
Jo~é
:àfarin. l\fancilha. Jos6 Ma,ia do
Prac1o, José Matheus Corr&",
José
Muller.
.Tosé de OUvei','a.
Silva, José R~unon
:Õlal:contle~,
José
Soares"
José de S-:lu7.a
Campos. José Ribeiro da Costa,
Jos6 . Alves Bueno, Jos6 Corl~>;.
José )fal'io, José Matheus F illl 'J,
José Pinto Ollvelra, José da ;;ll"a Pinto, Jos6 Custo di o da Sll\'a,
.Tosf1o Goules Oliveira• .Jo~é :;'1"10rentino Rosa (2), Jos6 Al)U'chro
Mendes. José Caboclo (tenente),
José Paulo, da Sllva, Jos6 (;al.
lego :r.rartlns, Jos~ Maria Card,,··
so Mello. José -AtlS'usto MoreIra.
Hamos. José Benedicto Ro:'Il'('S,
.José Getulio Corrêa, Jos6 Sallt(,S
Duarte• .rosé Vancochl, José Er-
:;~;~o ~g~~~~de~~SéJo;irn~~~~l~
Salles, .Io('l Carlos Borg,,~, Johiano l\Iol'elra, Jovino Mattos,
Ju\'elHlI ·Kogueira. Juveual }'o_
mares. Jorge Barros (1 pacote),
.Turana Barbosa, Jorge I:iaf.raziuo Silva, Julio Abraleã.o Silva,
Juvenal Barbosa; Joã.o Di"'" San-
j~~'o :\~~~~ue;~'~~~~, J~l~·(~:~
~:il~ ~~:~~.~l~~CS'.G~~~l~O,I:aN~~~~
Paula Lima, Joã.() l~ozeno, João
Al·thur riaggeno,
João
Gallo,
João Santos (2), Joaquim Leon-
cio Filho, João Baptista (le AIlHcida.
J,
T..ang'lobúrti Soares, !'~al1delillo
8icudo. I~eolino ~Ialachia...:t, Lino
(Fal'gento). Lüiz MOllt<,iro. Luiz
Porte r, Luiz Passo!;' 011 Dcocledano Passos Iv. letra 'D), Lau·
g:ls~a~in~:-e~~lI~oau~:;,~~~)BNa{;I~:
La7.aro
Pereira
Olivt::lr:t,
Ludgero
Oliveira,
Lui:<
Antnunes
Leitf',
Luiz
C3.gtro
Azcvedo (2), Luiz Lemf', Lui:<
Lopes ~liranda.J Luiz 1\iahnone,
Lui?
Santos.
Laurindo
Dias
AlmeIda. Lucio Leme Silva, T.eo<1.01'0 Fastlno. Leonardo Gomes
(2 impressos), Luiz Ricettl.
(lO,
(Termlnl'. 110 nUluero seS\tlnte)..