JORNAL DA PRODUÇÃO DE LEITE - Convênio DPA/FUNARBE/UFV Ano XIX - Número 244 - Viçosa, MG - Julho de 2009 Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira da Região de Viçosa PDPL-RV participa da 80ª Semana do Fazendeiro Apresentação teórica do curso Como ganhar dinheiro com a atividade leiteira em épocas de crise Com o objetivo de difundir conhecimentos técnicos acerca da atividade leiteira aos participantes da 80ª Semana do Fazendeiro, o PDPL-RV ministrou, nos dias 16 e 17 de julho, cursos com os seguintes temas: Como Ganhar Dinheiro com a Atividade Leiteira em Épocas de Crise (ministrado pelo Zootecnista Christiano Nascif), Formação e Manejo de Capim Elefante para Corte (ministrado pelo Engenheiro Agrônomo Thiago Camacho), Controle de Endo e Ectoparasitas em Rebanhos Leiteiros (ministrado pelo Médico Veterinário Marcus Vinícius) e Criação de Bezerras Leiteiras (ministrado pelo Médico Veterinário Reginaldo Campos). Além dos cursos, realizou-se no dia 15 de julho, dois Dias de Campo na fazenda dos produtores Geraldo Aleixo e Antônio Maria, foram apresentadas suas propriedades com destaque no manejo nutricional e suas implicações nos custos de produção, evolução dos índices técnicos e econômicos ao longo dos 20 anos de participação de ambas no programa, bem como as particularidades de cada sistema de produção, familiar semi-intensivo e empresarial com sistema intensivo de produção com gado confinado em free-stall, respectivamente. Estes dois produtores foram homenageados no dia 14 de ju- PDPL-RV promove Curso sobre Conforto Animal Participantes do curso de Conforto Animal Nos dias 22 e 23 de julho, foi realizado um curso sobre conforto animal cuja parte teórica foi ministrada na UFV e a parte prática na fazenda Nô da Silva do proprietário Antônio Maria Silva Araújo situada no município de Cajuri-MG. O evento foi ministrado pelo Médico Veterinário Dr. Hernando Lopes consultor da ABS Glo- bal nos Estados Unidos e com a participação do Dr. Klaus Hanser de Freitas (zootecnista), gerente de produto zebu leite e Dr.Eduardo Lopes (médico veterinário) consultor técnico na região de Juiz de Fora. Contaram com a participação dos estagiários e técnicos do PDPL-RV, produtores assistidos pelo convênio e professores e técnicos da UFV. Durante o curso foram abordados temas relacionados à produção, metas reprodutivas do rebanho leiteiro e stresse térmico relacionado ao conforto animal. Foram destacados ainda os padrões ideais de instalações que proporcionam melhor desempenho e conforto na área de produção em uma fazenda. Com a realização do curso, os estagiários e produtores puderam ampliar o conhecimento sobre conforto animal e o impacto na produção e compreender melhor a importância das instalações para bovinocultura de leite. Cleriston Hudson de Souza Estudante de Med. Veterinária da Faculdade Pio Décimo Eliane Duarte Calil Estudante de Med. Veterinária da Univiçosa Apresentação do dia de campo na Fazenda Nó da Silva lho, durante o momento cultural, por sua excelência tecnológica e financeira obtidas ao longo de anos de trabalho e dedicação à atividade leiteira, podendo ser vistos como exemplos de sucesso crescente, junta- mente ao PDPL-RV com os desafios que surgem na pecuária leiteira. Diogo Farias Aidar Estudante de Med. Veterinária Produtores dos municípios: Onça do Pitangui, Itaúna, Pará de Minas, Patrocínio-MG e do Estado de Rondônia visitaram PDPL-RV Nos dias 16, 17 e 20 de julho os produtores assistidos pelo PDPL-RV, Sr. Geraldo Aleixo (Porto Firme), Sr. Sérgio Maciel (Coimbra), Sr. Paulo Cupertino (Ervália) e Sr. Antônio Maria (Cajuri), receberam com entusiasmo e presteza várias missões técnicas de produtores, que vieram em busca de conhecimento, que é praticado com todo sucesso nas propriedades acima citadas. Acompanhados por um técnico do PDPL-RV, visitaram as propriedades no dia 16 um grupo de produtores do Estado de Rondônia, dia 17 produtores que fazem parte do Projeto Educampo das cidades de Onça do Pitangui, Pará de Minas e Itaúna e no dia 20 outro grupo do Educampo de Patrocínio-MG. Nesses dias de campo os produtores tiveram a oportunidade de conhecer os dados zootécnicos das propriedades, todo sistema de manejo, as áreas de produção de volumosos e ainda foram apresentados os principais indicadores técnicos e econômicos. Sempre no final de cada visita era reservado um espaço para perguntas e respostas. Todo o sucesso alcançado por esses profissionais do leite vem, sem dúvida, de muito trabalho além de mão-de-obra especializada, produção em escala, aliada sempre a inovações tecnológicas, sempre de olho no futuro sem tirar o pé do presente. Por esses motivos essas propriedades vêm atraindo produtores de diversas regiões do Brasil, com o intuito de ensinar e aprender um pouco mais sobre a pecuária leiteira. Valéria Resende Estudante de Agronomia 2 Ano XIX - Número 244 - Viçosa, MG - Julho de 2009 JPL - Convênio DPA/FUNARBE/UFV Como atribuir valor a mão-de-obra familiar A mão-de-obra no campo sempre foi uma questão de destaque na atividade leiteira. Produtor Geraldo Aleixo com seus filhos Sérgio (no centro) e José Luis No passado, contava-se principalmente com o auxilio familiar nas atividades rurais, mas esse perfil de mão-deobra tem modificado ao longo do tempo. Essa transferência ocorre principalmente devido a atração dos filhos por outras atividades nos cen- tros urbanos ou até mesmo no campo, o que interrompe a sucessão da família na atividade. Geraldo Aleixo, proprietário da Fazenda Água Limpa, assistida há 20 anos pelo PDPL-RV, encontrou não só a solução para tal questão, mas Publicação editada sob a responsabilidade do Coordenador do PDPL-RV: Prof. Sebastião Teixeira Gomes Jornalista Responsável: Mateus Lima (MTB 12.801/MG) Redação: Christiano Nascif Zootecnista Marcus Vinicius C. Moreira Med. Veterinário Reginaldo Campos de Oliveira Med. Veterinário Thiago Camacho Rodrigues Engenheiro Agrônomo Maristela Gomes Coelho Secretária Diagramação: Gustavo Alberto Coordenadora gráfica: Mara Regina G. A. de Freitas Impressão: Gráfica Tribuna (31) 3891 6110 Endereço do PDPL-RV: Subsolo do Edifício Arthur da Silva Bernardes, Campus da UFV, Cep: 36570-000, Viçosa - MG Telefax: (31) 3899 5250 E-mail: [email protected] www.ufv.br/pdpl ais. Como resultado, obtevese excelência de mão-deobra e garantia profissional dos filhos. Sabe-se que os resultados econômicos estão relacionados com o gerenciamento da propriedade. Assim, para manter o sucesso nos negócios a gestão não se encerrará na produção de leite, nos conhecimentos na área técnica, financeira, econômica, tributária e recursos humanos. Deve-se saber trabalhar e conviver com os membros da família que fazem parte da estrutura familiar e econômica da empresa. Para efeito de cálculo de custo de produção de leite, o custo da mão-de-obra familiar entra na composição do custo operacional total (COT), sendo que o valor atribuído a esta mão-de-obra familiar se baseia no custo de oportunidade deste fator de produção. Em resumo, o valor que deve entrar na composição do custo é o mesmo que o mercado remuneraria aquela mão-de-obra familiar naquela região e pela intensidade e qualidade da mesma. Em sistemas como de Sr. Geraldo, que depende exclusivamente da atividade leiteira como renda, a dedicação da família é fortemente atribuída ao seu êxito e a importância da mão-de-obra familiar ultrapassa a operacionalidade uma vez que traz segurança na atividade e mantém a união da família no campo. Carlos Tonelli Estudante de Zootecnia Valéria Resende Estudante de Agronomia DICAS DO ZOOTECNISTA JORNAL DA PRODUÇÃO DE LEITE Convênio DPA/FUNARBE/UFV também para garantia do futuro de seus filhos. Desde seu início na atividade, o próprio produtor ensinava seus filhos Sérgio e José Luiz, desde crianças, todo segredo da produção de leite, sendo esta a forma de incentivá-lo a dar prosseguimento ao ganha pão da família. O produtor conseguiu demonstrar aos seus filhos que a atividade leiteira pode ser atrativa, lucrativa e promissora através de um sistema simples e funcional. Assim, não demorou muito para que os sucessores dominassem a atividade com competência e dedicação, evidenciado pelo atual sucesso da propriedade. Como pai e bom conhecedor de seus filhos, Sr. Geraldo trilhava seus caminhos, uma vez que enxergava o potencial de cada um, delegando as funções da atividade de acordo com as afinidades individu- Fase de Transição: Período Crítico na Criação de Bezerras A fase de transição caracteriza-se pelo período entre o desaleitamento e a recria, ou seja, é o tempo para a bezerra se adaptar as novas condições ambiental e nutricional para a fase seguinte. A duração dessa fase pode variar de acordo com o sistema de produção adotado, e também da disponibilidade de área para esse fim, mas as características dessa fase são as mesmas para qualquer sistema de criação adotado. Essa é uma fase onde ocorre um estresse muito acentuado nas bezerras devido a diversos fatores como: mudança na dieta que era basicamente líquida, passa de abrigo individual para coletivo, competição com outras bezerras, maior exposição a fatores predisponentes a doenças como pneumonia, diarréia e tristeza parasitária. Para diminuir o estresse das bezerras na fase de transição, algumas medidas poderão ser adotadas, como: Fazer o desaleitamento apenas quando a bezerra estiver consumindo diariamente de 600 a 800g de concentrado, para garantir no mínimo a exigência de mantença desse animal; Levar para o lote de transição apenas as bezerras sadias, caso contrário elas deverão permanecer na fase de cria até sua completa recuperação; O lote de transição deve apresentar volumoso e água de excelente qualidade, além de sal mineral à vontade se não fornecido forçadamente; O concentrado fornecido para essa fase deve conter metade da ração de cria e a outra metade da recria, para uma adaptação mais fácil; A área para o lote de transição deve ser de fácil visualização, bem drenada e com sombra; As bezerras desse lote devem ser bem homogêneas para evitar a competição entre elas; Portanto, seguindo essas recomendações na fase de transição às bezerras chegaram à fase de recria em melhores condições, para um maior desempenho em ganho de peso e também para suportar as novas condições dessa categoria. Aliado ao manejo correto nas fases de cria e recria o período de transição contribuirá de forma significativa no desempenho final das novilhas. Ronald Matos dos Santos Estudante de Zootecnia Ano XIX - Número 244 - Viçosa, MG - Julho de 2009 MOMENTO DO JPL - Convênio DPA/FUNARBE/UFV PRODUTOR José Geraldo Lisboa do, juntamente com a assistência do PDPL-RV, a propriedade alcance as metas previstas para o 3 próximo ano, como se pode verificar no quadro Metas/2009-2010. Fazenda Agropecuária Lisboa e Barros Produtor junto ao lote de novilhas A fazenda Agropecuária Lisboa e Barros, localizada no município de Paula Cândido-MG, de propriedade do Sr. José Geraldo Lisboa, recebe assistência do PDPL-RV à quase nove anos. No ano de 1996, quando ingressou no PDPL, a fazenda apresentava uma produção média de 128,75 L/dia. Sendo o seu auge de produção no ano de 2004 com uma produção de 1.110,45 L/dia, com 62 vacas em lactação. A partir dessa data a fazenda passou por uma reestruturação administrativa. Atualmente seu rebanho é composto por 18 vacas com grau de sangue variando de 1/2 HZ à PC, 2 novilhas em reprodução, 7 novilhas em fase de recria e 8 bezerras em aleitamento. A fazenda possui uma área de 51 ha, sendo 26 ha destinados à atividade leiteira, divididos em 11,4 ha de milho para silagem e grão, 2 ha para canavial, 0,6 ha para capineira, 11,4 ha para pastagem e 0,6 ha de benfeitorias. Os outros 25 ha são destinados à pecuária de corte e mata nativa (constituindo as reserva legal). A alimentação volumosa é à base de silagem de milho o ano todo para as vacas do lote 1 e, cana corrigida com uréia e sulfato de amônio no período da seca e capim elefante picado no período das águas, para as vacas do lote 2 e 3. O concentrado é fornecido misturado ao volumoso, e é produzido na propriedade, sendo utilizado um concentrado 24% PB para as vacas em lactação e um de 20% PB para as novilhas e bezerras. As vacas secas e novilhas gestantes são levadas ao pasto e recebem sal mineral à vontade. Trinta dias antes da data prevista ao parto, são levadas a um piquete de pré-parto, próximo ao curral, facilitando o acompanhamento do animal até o parto, além do fornecimento de uma ração balanceada e cana corrigida. Em torno de quinze dias antes do parto, passam a receber alimentação idêntica a das vacas em lactação. As bezerras ao nascerem, recebem imediatamente o colostro a vontade, corte e cura de umbigo e são criadas em abrigos contínuos até completarem 100 Kg. Nessa fase recebem leite (4 litros/dia) e concentrado a partir da primeira semana de vida, e água de boa qualidade. As novilhas em recria apresentam-se divididas em dois lotes, sendo a transição mantida em um piquete de coast-cross até completarem 150 Kg e o lote 2 em um piquete de Brachiaria decumbens recebendo cana corrigida e concentrado no cocho. As vacinas contra brucelose, raiva, carbúnculo, controle de ecto e endoparasitas e vermifugações são realizados de acordo com o calendário sanitário do PDPL-RV, e a vacinação contra febre aftosa segue o calendário do IMA. Atualmente o objetivo da fazenda é se reestruturar e é provável que com a dedicação e o trabalho do produtor, filhos e seu funcionário Eduar- Produtor junto ao lote de vacas em lactação Vista parcial da propriedade Cria de bezerras em abrigo contínuo Gasto com concentrado / RB leite Juliane Morais Estudante de Zootecnia Rafael Campos Estudante de Medicina Veterinária 4 Ano XIX - Número 244 - Viçosa, MG - Julho de 2009 JPL - Convênio DPA/FUNARBE/UFV 10 MAIORES PRODUÇÕES MÊS DE JUNHO/2009 Por que a indústria paga por qualidade? Desde a implantação da Instrução Normativa 51, que visa realizar o controle higiênico sanitário na cadeia produtiva do leite, o produtor tem ouvido falar com freqüência em qualidade do leite e técnicas para melhorar a mesma. Mesmo não sendo ainda uma realidade em nossa região, o pagamento por qualidade do leite adquirido do produtor por parte dos laticínios deixou de ser uma tendência e hoje é uma constante para aquelas indústrias que querem não só permanecer no mercado, mas também conquistar mais clientes. Quatro pontos importantes são trabalhados com o produtor com a finalidade de se fornecer um leite de qualidade para a indústria e por conseqüência ao consumidor final, são estes pontos, Contagem de Células Somáticas (CCS), Contagem Bactéria Total (CBT), resí- duo de antibióticos no leite e concentração de sólidos, principalmente proteína e gordura. Levando-se em consideração primeiramente o fator econômico, na tabela abaixo se pode notar a influência desses fatores no processamento do leite. Isso demonstra que o leite adquirido com baixa qualidade pelo laticínios irá implicar em perdas financeiras significativas pelo mesmo. Tendo se em consideração fatores sanitários, deve-se lembrar que o leite produzido nas fazendas e processado pelos laticínios é um alimento utilizado largamente na alimentação humana, desde bebês até idosos. Mais do que perdas na produção, seja por parte do produtor ou da indústria, levar a mesa do consumidor um alimento que não fará mal a sua saúde é uma obrigação de todos. PRODUTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cajuri Coimbra Visc. do Rio Branco Araponga Ervália Coimbra Coimbra Piranga Ubá Porto Firme Antônio Maria da Silva Araújo José Afonso Frederico Hermann Muller Paulo Frederico Danilo de Castro Sérgio H. V. Maciel Paulo Martiniano Cupertino Cristiano José da Silva Lana Ozanan Luiz Moreira Geraldo Aleixo Gonçalves 10 MAIORES PRODUTIVIDADES MÊS DE JUNHO/2009 Município PRODUTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Antônio Maria da Silva Araújo Ozanan Luiz Moreira Sérgio H. V. Maciel Paulo Frederico José Afonso Frederico Danilo de Castro Antônio Carlos Reis Paulo Martiniano Cupertino Adilson Aparecido Stanciole Lopes Cristiano José da Silva Lana Cajuri Ubá Coimbra Araponga Coimbra Ervália Piranga Coimbra São Miguel do Anta Piranga Produtividade por Vacas em Lactação 27,08 23,23 19,66 18,56 16,82 17,33 13,49 13,78 14,05 12,96 PRODUTOR Município Adilson Aparecido Stanciole Lopes Antônio Carlos Reis 2 Paulo Frederico 3 Cristiano José da Silva Lana 4 Paulo Melo de Lima 5 Sérgio H. V. Maciel Antônio Maria Silva Araújo 6 José Afonso Frederico - Fazenda Chácara 7 Herman Muller Fazenda Santa Rosa 8 Geraldo Aleixo Gonçalves 9 Alvimar Teixeira Carvalho 10 Samuel Fernandes Rino *Levando-se em consideração queijo mussarela 2 Levando-se em consideração queijo minas frescal 3 Gilles & Lawrence, 1985 (New Zealand) 4 Considerando apenas fração de caseína UFC (mil/mL) São Miguel do Anta Piranga Araponga Piranga Ervália Coimbra Cajuri Coimbra Visc. Rio Branco Porto Firme Teixeiras Divinésia 27 29 29 37 38 64 95 95 164 202 224 237 10 MELHORES LEITES EM CCS (Contagem de Células Somáticas) JUNHO/2009 Abdias Garcia Machado Estudante de Ciência e Tecnologia de Laticínios Formandos do PDPL-RV Julho/2009 Neste mês de julho, quatro egressos do PDPL-RV colaram grau e já foram absorvidos pelo mercado de trabalho. Assim, o PDPL-RV continua atingindo seu objetivo de capacitar profissionais contribuindo com o crescimento e profissionalização da pecuária leiteira. PRODUTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Município Marcos Geraldo dos Santos Geraldo Aleixo Gonçalves Paulo Melo de Lima Antonio Carlos Reis Ozanan Luiz Moreira Luciano Teixeira Sena Antônio Maria da Silva Araújo Henrique Normando L. Esteves Adilson Aparecido Stanciole Lopes Herman Muller - Fazenda Santa Rosa São Geraldo Porto Firme Ervália Piranga Ubá Ervália Cajuri São Geraldo São Miguel do Anta Visc. do Rio Branco R E C E I TA Torta de Frango Com Queijo Cremoso Ingredientes Pedro Gontijo Álvares Agronomia Produtividade por Vaca Total 23,38 21,68 15,73 14,07 13,26 11,08 10,02 9,92 9,37 9,30 10 MELHORES ANÁLISES TOTAIS DE BACTÉRIAS DE JUNHO/2009 1 Gustavo Henriques Soares Zootecnia Produção Total no mês 97.500 48.935 44.648 40.100 28.595 25.948 22.320 21.773 19.509 14.400 Município Mateus Teixeira da Costa Zootecnia Rafael de Fillipo Gori Zootecnia Massa: - 600g de farinha de trigo - 500g de margarina - 1 ovo - 1 pitada de sal - 1 gema para pincelar Recheio: - 1kg de peito de frango com osso - 1 litro de água para o cozimento do frango - 3 cubos de caldo de galinha - 2 colheres (sopa) de óleo - 1 cebola - 2 dentes de alho - 4 colheres (sopa) de massa de tomate - Sal a gosto - 150g de farinha de trigo - 250ml de água para dissolver a farinha (aproximadamente) - 100g de queijo cremoso Modo de preparo Massa: Coloque a farinha numa vasilha, acrescente a margarina, os ovos e o sal. Misture até dar o ponto. Forre um refratário (25 cm x 30 cm) com uma parte da massa e recheie até a borda. Com a outra parte, cubra a torta. Pincele com CCS (mil/mL) 215 320 356 403 448 507 523 592 606 643 gema de ovo e asse em forno alto (250ºC) por 30 a 40 minutos. Recheio: Leve os peitos de frango para a panela de pressão com a água e o tablete de caldo de frango. Deixe por 20 minutos na pressão.Escorra e reserve o caldo do cozimento. Desfie o frango. Numa panela, coloque o óleo, doure a cebola e o alho. Junte o peito desfiado, a massa de tomate e o caldo reservado. Acerte o sal e deixe ferver por uns 3 minutos aproximadamente. Engrosse com a farinha de trigo dissolvida na água, misture, deixe ferver e desligue o fogo. Por último, coloque o queijo cremoso, misture para derreter e utilize o recheio. Fonte: www.maisvoce.globo.com