Internacionalização de empresas: uma revisão
Roberta de Fátima Batista
Bacharelanda em Ciências Contábeis pela FACSAL – Faculdade da Cidade de Santa Luzia
[email protected].
Recebido em 10/10/2012. Aprovado em 15/12/2012
Resumo
O objetivo desse estudo foi desenvolver uma revisão acerca do processo de
internacionalização de empresas brasileiras inseridas no contexto do mundo
corporativo. Nesse sentido, o estudo se justifica em compreender quais desafios às
empresas encontram para expandir seus negócios em países de cultura e costumes
distintos. Utilizando-se do método de pesquisa bibliográfica referendado pelos
principais autores desta área, conclui-se que o um dos grandes desafios das
empresas é contratar mão de obra qualificada para dar suporte a organização.
Observando-se também que para viabilizar o processo de internacionalização é
preciso o desenvolvimento dos planejamentos financeiros, estratégicos e de
marketing internacional.
Palavras-chave: Internacionalização, economia, mercado.
Abstract
The aim of this study is to develop knowledge about the internationalization process
of Brazilian companies within the context of the corporate world. In this sense, the
study is warranted to understand what challenges companies are to expand their
business in countries with different culture and customs. Using the method of
literature review endorsed by several authors, it is concluded that one of the great
challenges of companies is to hire skilled labor to support the organization. Noting
also that to facilitate the internationalization process is necessary to develop the
financial planning, strategic and international marketing.
Key words: Internationalization, economics, market.
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Introdução
Conforme identificado nos estudos realizados pela Fundação Dom Cabral
(Fundação Dom Cabral, 2002, p. 5) a internacionalização das empresas acontece
“[...] a partir de operações internacionais, seja por meio de exportação,
licenciamento, alianças estratégicas, aquisição de empresas em outros países ou
construção de subsidiárias próprias” que dão o aporte necessário para que haja a
integração dos sistemas financeiro tanto nacional quanto internacional.
No Brasil, a internacionalização de empresas é um processo em desenvolvimento
desde a década de 1970 respaldado pelo boom do Milagre Econômico e vem
afirmando nos últimos anos em razão principalmente da expansão das organizações
no sistema de globalização que apresenta três distintas vertentes: a financeira,
produtiva e a comercial.
Pode-se observar que cada uma dessas vertentes acaba por contribuir com um
aumento do investimento do capital das empresas brasileiras em países
estrangeiros e estimula o empresariado brasileiro a aderir aos mercados com
demanda por produtos e serviços que ofereçam bons resultados econômicofinanceiros.
No Brasil, são várias as empresas que trilharam caminho em busca dessa conquista,
só para citar alguns exemplos se pode apontar: Petrobrás, Gerdau, Camargo
Corrêa, Perdigão/Sadia, Aracruz, Odebrecht, Vale, Usiminas, Natura, Votorantim,
Andrade Gutierrez, Duas Rodas, CSN, Marisol dentre outras que buscam avançar
pela economia mundial (Fundação Dom Cabral, 2002). Nesse cenário, a expansão
da empresa se dá também pelo aumento da carteira de negócios internacionais
levando-as ao crescimento e o sucesso organizacional em nichos de mercados
altamente competitivos.
Nessa linha de pensamento, para melhor compreensão do processo, as hipóteses
aventadas no presente estudo sugerem analisar como as empresas lidam com os
desafios encontrados na internacionalização e como buscam solucionar tais
desafios. Tendo em vista responder essas indagações é preciso dialogar com alguns
autores que desenvolveram seus conceitos.
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Conceitos
A internacionalização de empresas pressupõe a capacidade administrativa dos
empresários para gerenciar os recursos de capital, material, financeiro e humanos
no mercado externo, cuja oportunidade de desenvolvimento está fundamentada na
abertura do mercado de capital que foi destrinchado com a globalização e
liberalização das economias mundiais.
A despeito disso, alguns conceitos pesquisados ajudam na definição do termo, tais
como os observados por Meyer (1996, p. 6) que “define a internacionalização como
o processo pelo qual uma empresa incrementa o nível das suas atividades de valor
acrescentado fora do país de origem.” O que ressalta a capacidade técnica de
trabalhar todas as possibilidades de investimento da empresa que está se inserindo
no mercado estrangeiro.
Observa-se assim como uma exigência na empresa que estar se internacionalizando
que além da percepção de mercado também se exige a elaboração de estratégias
criativas para mobilidade dos recursos que ajudarão a desenvolver os processos de
estruturação e modernização
Outro conceito é defendido é que o processo de internacionalização consiste em
uma extensão das estratégias de produtos-mercados e de integração vertical para
outros países o que pode exigir uma replicação total ou parcial da cadeia produtiva
(Freire, 1997).
Aqui convém ressaltar que, as cadeias produtivas resultam da divisão do trabalho e
interdependência dos agentes econômicos e sofrem pressões de competitividade
quando se amplia o mercado (Prochnik & Vaz, 2002).
Na dinâmica da competitividade vários fatores estão dispostos no mercado e,
requerem astúcia dos gestores para transformar em sucesso os desafios que se
apresentam especialmente, quando se trata dos recursos humanos para viabilização
dos negócios das subsidiárias no exterior.
Pode-se observar que a contratação de uma equipe que irá desenvolver as
atividades em outros países, “é vital ser capaz de ouvir, e ouvir cuidadosamente.
Você ouve e aprende como montar uma equipe de gestores com a mistura certa de
experiência e diversidade” (Agnelli, 2010, p. 115).
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Desafios
A internacionalização exige novos desafios às empresas e o setor de recrutamento é
um deles, não basta saber fazer um bom recrutamento no exterior, exige-se da
matriz recursos necessários para dar suporte a internacionalização e evitar erros
frequentes, como estipular um mesmo salário para executivos da matriz e de
posições da empresa no exterior ou fundamentar sentimentos de divergência em
relação aos direitos entre matriz e filial (Pigorini, 2007).
Assim toda estrutura pode ser comprometida, sendo importante a formação de
lideranças capacitadas para atuarem e direcionarem um programa compatível com
as necessidades que possam surgir e serem reparadas.
Dentre as empresas brasileiras que atuam no mercado externo, a Vale é
considerada a que melhor administra sua mão de obra, tendo em vista o seu
contingente de empregados (56,2 mil), sendo 22% fora do Brasil e em 30 países
(Gurgel, 2007).
Ainda nessa linha de considerações pode-se reforçar que a diferença entre o
fracasso e o sucesso num processo de internacionalização está na capacidade de
atrair e reter talentos, pois as empresas não competem somente por mercado, mas
pelos talentos humanos também (Gurgel, 2007).
As perspectivas das organizações fundamentam-se nas definições das estratégias
no momento de contratar os funcionários e na utilização dos recursos físicos e
financeiros, entretanto é nos recursos humanos que dá alma aos negócios,
principalmente ao levar em consideração as divergências de costumes e valores
culturais. Exige-se um alinhamento das diretrizes entre a matriz e as posições no
exterior observando as oportunidades e ameaças se fazem presentes.
Mediante a busca desse novo mercado a necessidade de tornar-se eficiente,
algumas empresas buscam soluções para que os funcionários estrangeiros
absorvam melhor os propósitos da empresa, criando cartilhas, apostilas, livros e
manuais que dão consistência ao espírito de funcionamento da organização.
Algumas soluções podem ser propostas, tais como: transferir temporariamente
alguns executivos da matriz para os países-alvo de aquisições ou mapear o
ambiente e as oportunidades de negócios do exterior e assim conhecer melhor a
cultura local (Pigorini, 2007).
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Deve-se considera a importância do gerenciamento dos recursos humanos, em um
mundo globalizado, visto que é um dos pontos mais críticos para uma empresa. É
este setor da empresa que abrange os agentes que estarão envolvidos com as
decisões e estratégias que podem decidir sobre a sobrevivência ou morte da
organização, por isso a relação necessita ser consistente (Magalhães & Rocha,
2002).
De modo geral, as empresas brasileiras são mais flexíveis em sua atuação, o
mesmo não aplica a outros países como Espanha e Itália que são bastante
agressivas em impor sua cultura. Assim, as empresas brasileiras apresentam uma
vantagem competitiva (Pigorini, 2007).
Entretanto existe um contraponto observado no processo de internacionalização das
empresas brasileiras. Delegar autonomia as equipe das subsidiárias, haja vista que
delegar pressupõe confiança nos recursos humanos contratados, não é um fator
bem conduzido pela direção das organizações brasileiras.
O fato pode estar relacionado à falta de conhecimento do mercado em questão ou
por serem, muitas vezes, empresas centralizadoras. Esse é um ponto que necessita
ser revisto pelos empresários brasileiros. “Por falta de políticas, as multinacionais
brasileiras delegam muito menos do que deveriam e, isso enfraquece suas
subsidiárias” (Teixeira, 2007, p. 125).
Outros aspectos importantes
Muito embora os recursos humanos sejam imprescindíveis em qualquer negócio,
outros aspectos também são fundamentais no processo de internacionalização das
empresas.
Inicialmente pode ser observada a política interna praticada pela organização
abrangendo sua cultura e valores e se estendendo para as práticas das políticas
públicas do país de origem dessa organização que influencia no processo de
crescimento econômico da nação e suas instituições.
No caso das empresas brasileiras a participação do Estado Federativo é
fundamental, haja vista a existência do Sistema Financeiro Brasileiro amparado por
instituições público-privado. São essas instituições que fazem a intermediação e
distribuição dos recursos no mercado (Assaf Neto, 2012), o que facilita as empresas
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expandirem-se internacionalmente. Nessa perspectiva o governo tem grande
responsabilidade:
O governo pode desempenhar um papel fundamental como incentivador,
facilitador e coordenador do processo de internacionalização de empresas
nacionais. O documento governamental Diretrizes de Política Industrial,
Tecnológica e de Comércio Exterior (Brasil, 2003) preconiza ações voltadas
para a inserção externa através de estímulo à criação de centros de
distribuição de empresas brasileiras no exterior e à sua internacionalização
(Xavier & Turolla, 2012, p. 10).
Para exemplificar, com base numa proposta de crescimento as empresas que
buscam novos mercados podem contar com programas de apoio de financiamento e
investimento como oferecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
e Social (BNDES).
Esta instituição federal busca promover as exportações brasileiras com instrumentos
financeiros de estímulos a pequenas, médias e grandes empresas que buscam
inserção no mercado internacional.
Indubitavelmente o programa contribui para uma maior participação das empresas
brasileiras no comércio internacional, entretanto ainda é considerado baixo quando
comparado às nações asiáticas e demais países da América Latina (Rosa &
Rhoden, 2007).
Cabe ressaltar, no entanto, que o processo de internacionalização de empresas não
deve ater-se apenas às atividades de exportação, uma vez que, o processo é bem
amplo podendo ser estendido a diversas atividades que compreendem a
participação das empresas no cenário internacional.
Destacando-se ainda as estratégias de internacionalização que envolve joint
ventures, trading company, a importação de produtos, compra e revenda de
tecnologia, os investimentos e exportações feitos diretamente no exterior, o
licenciamento de produtos e serviços, a abertura de franquias e, até mesmo a
contratação de representantes externos que atuarão no mercado (Buckley &
Casson, 2003).
Nesse enfoque um ponto primordial é o planejamento estratégico que pode ser
compreendido como a relação pretendida da organização com seu ambiente, a qual
deve implantar ações que permitam investimentos no mercado que resulte em
retorno financeiro positivo para a empresa (Maximiano, 2004).
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Cabe frisar que internacionalizar uma empresa não é algo simples, pelo contrário é
bastante complexo e caro. Traçar as estratégias de crescimento “é também
chamada de comportamento prospectivo, é a marca das empresas que
continuamente procuram novas oportunidades no mercado e fazem tentativas para
lidar com ameaças emergentes [...]” (Maximiano, 2004, p. 183).
Fato que, tornar uma empresa competitiva no mercado externo requer dos
executivos um amplo estudo da viabilidade do negócio levando em consideração à
complexidade dos aspectos culturais e socioeconômico da região em que a empresa
quer atuar.
Outro ponto crucial da internacionalização é a viabilidade financeira do negócio que
exige um acompanhamento sistemático e permanente de toda a atividade
relacionada à expansão e avaliação dos processos a serem implantados para prover
a empresa de recursos suficientes de caixa que garantem a maximização da sua
riqueza (Assaf Neto, 2009).
Nessa perspectiva é preciso considerar os fluxos de caixa como importante
instrumento de coordenação dos processos necessários que incidirão sobre os
cursos do negócio em curto, médio e longo prazo. Necessita-se, portanto de uma
análise do planejamento financeiro que envolverá a atuação da empresa no novo
mercado.
Assim:
Todo homem de empresa segue, em maior ou menor grau, os princípios
orçamentários quando prevê operações e receitas e quando planeja
programas de produção, créditos e vendas. [...] Orçar não é apenas
controle, não é apenas previsão. É uma análise exigente e rigorosa do
passado e um cálculo cuidadoso das prováveis e desejadas operações
futuras. O objetivo é colocar o julgamento deliberado, bem concebido e
astuto dos negócios em lugar do êxito acidental na administração do
empreendimento (Matz, Curry, & Frank, 1987, p. 120).
Complementa-se que os fluxos de caixa devem ser considerados quando se
determina o investimento inicial associado a um gasto de capital. Tais considerações
são imprescindíveis na expansão dos negócios, uma vez que, o processo de
internacionalização envolve aspectos macroeconômicos e políticos envolvendo a
organização na busca de seus objetivos. Considera-se assim que o planejamento
financeiro é instrumento fundamental para o direcionamento e coordenação das
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ações que visam tornar a empresa competitiva no mercado (Gitman & Madura,
2003).
Ainda nessa linha de raciocínio Assaf Neto e Silva (1997) reforçam a importância de
três pontos na internacionalização, os quais consistem: i) no planejamento
estratégico; ii) no planejamento financeiro e iii) no fluxo de caixa. Ressaltando-se
que o fluxo de caixa é determinante nos processos de tomada de decisão, tornandose fundamental para abrir perspectivas de novos investimentos internos e externos.
Logo, as decisões empresariais exigem racionalidade e isto significa uma
capacidade para selecionar os meios necessários que permitem atingir os objetivos
empresariais que se pretende atingir, ou seja, representa a adequação dos meios
aos fins desejados (Chiavenato, 2007).
Deve-se observar que “uma indústria torna-se global basicamente porque existe
vantagens econômicas (entre outras) em uma empresa competir de maneira
coordenada em muitos mercados nacionais” (Porter, 1986, p. 260).
Convém enfatizar a existência de diversas variáveis ambientais e que tais variáveis
estão intimamente ligadas a todo o processo que envolve as organizações de forma
direta ou indiretamente e que ditam as regras comportamentais da organização no
ambiente em que esteja atuando. É preciso observar o ambiente como algo que
influencia as decisões empresariais, haja vista que lá se concentram as forças
competitivas que atuam no mercado (Prahalad & Hamel, 2005).
Observa-se que num cenário global as variáveis ambientais detêm importante papel
no processo de internacionalização, porque vai de encontro à realidade da empresa
atuando num ambiente que pode apresentar características diversas e que, portanto,
exige um estudo minucioso da empresa que busca a sua entrada no mercado
externo.
Nesse sentido, não se pode privar da necessidade de se desenvolver um plano de
marketing internacional cujo objetivo deve facultar as decisões empresariais de
elementos que possibilitem a avaliação do ambiente de internacional, assim como as
decisões a serem tomadas que envolvem: i) a decisão sobre atuar no exterior; ii)
decisão sobre em quais mercados atuar; iii) decisão sobre como entrar no mercado;
iv) decisão sobre o programa de marketing e v) decisão sobre a organização
(SEBRAE/MG, 2005).
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Frisa-se, ainda que as estratégias de um plano de marketing permite o diagnóstico
organizacional e possibilitará a avaliação sobre adentrar ou não no novo mercado.
Logo, tais estratégias corroboram para definir “[...] as relações entre a empresa e o
seu meio ambiente" (Ansoff, 1977, p. 4).
Todo processo, no entanto, resulta da capacidade de avaliação e da leitura que se
faça do diagnóstico organizacional que identificará as ameaças e oportunidades do
mercado reforçando suas forças e fraquezas no contexto de tomada de decisão.
Considerações finais
Ao decidir pela internacionalização as empresas devem preparar o caminho da
contratação de seus recursos humanos, uma vez que elas buscam de maneira geral
celebrar o sucesso no mundo globalizado.
A conquista de mercado internacional está incorporada nas estratégias de
investimento futuros de empresas que almejam a diversificação e para isso a
imagem da empresa é o cartão postal dos stakeholders internos e externos, sendo
preciso adequar a cada realidade onde estejam inseridas.
Assim, é preciso contar também com a implantação de estratégias de planejamento,
os condicionantes financeiros e a identificação das múltiplas variáveis ambientais
que aliadas a um planejamento de marketing não devem ser negligenciadas quando
se pretende abrir novos caminhos no mercado corporativo.
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