ISSN 0377-225-X
2013
Edição 2014
Estatísticas da Pesca
e
Estatísticas
oficiais
2013
Edição 2014
Estatísticas da Pesca
FICHA TÉCNICA
Título
Estatísticas da Pesca 2013
Editor
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
Av. António José de Almeida
1000-043 Lisboa
Portugal
Telefone: 21 842 61 00
Fax: 21 842 63 64
Presidente do Conselho Diretivo
Alda de Caetano Carvalho
Design e Composição
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
ISSN 0377-225-X
ISBN 978-989-25-0263-2
Periodicidade anual
O INE, I.P. na Internet
www.ine.pt
© INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2014
A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que
mencionando o INE, I.P. como autor, o título da obra, o ano de edição e a referência Lisboa-Portugal.
3
INTRODUÇÃO
O Instituto Nacional de Estatística (INE) e a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços
Marítimos (DGRM), divulgam o anuário “Estatísticas da Pesca 2013”, no âmbito da sua articulação técnica
institucional tendo como objetivo a produção e divulgação das estatísticas oficiais da pesca.
A edição de 2013 apresenta uma vez mais aos utilizadores um retrato atual e o mais abrangente possível do
sector nacional da pesca. A publicação é composta por nove capítulos temáticos, tendo em cada um deles sido
incorporada a análise de resultados e os respetivos quadros de informação.
Com o objetivo de melhorar a qualidade da informação e antecipar novas necessidades de produção estatística
na área das pescas, serão bem acolhidas e agradecem-se todas as sugestões dos utilizadores.
Maio de 2014
INTRODUCTION
Statistics Portugal and Directorate General for Natural Resources, Safety and Maritime Services, present the
2013 Fishery Statistics compendium, within their technical cooperation aiming at the production and dissemination
of the official fishery statistics.
The 2013 edition provides once more to the users an updated picture and a wide scope of data concerning the
national fishery sector. This publication is organized into nine chapters, each one including a brief analysis of
the results and data tables.
Statistics Portugal and the General Directorate of Natural Resources, Safety and Maritime Services would like
to thank all those which made this publication possible, especially the Statistical Services of Azores and Madeira
regions, as well as all entities that have provided information on time.
With the purpose of continuing to improve the data quality and adjust to emerging user’s needs in fishery
statistics, all suggestions from users will be greatly appreciated and acknowledged.
May 2014
Estatísticas da Pesca 2013
O INE e a DGRM agradecem a todos os que tornaram possível a realização desta publicação, em especial aos
Serviços Regionais de Estatística das Regiões Autónomas dos Açores (SREA) e da Madeira (DREM), bem
como a todas as entidades que facultaram a informação em tempo oportuno.
4
ÍNDICE
INTRODUÇÃO/INTRODUCTION
PÁG. 3
SUMÁRIO EXECUTIVO/EXECUTIVE SUMMARY
PÁG. 5
SINAIS CONVENCIONAIS/SIGLAS
PÁG. 9
1 - POPULAÇÃO DA PESCA,
SINISTRALIDADE E
FORMAÇÃO - PÁG. 13
6 - INDÚSTRIA
TRANSFORMADORA DOS
PRODUTOS DA PESCA E
AQUICULTURA - PÁG. 77
2 - ESTRUTURAS DA PESCA PÁG. 23
7 - COMÉRCIO INTERNACIONAL
- PÁG. 83
3 - MERCADO DOS PRODUTOS
DA PESCA E ESTRUTURAS
ORGANIZATIVAS - PÁG. 33
8 - ECONOMIA DA PESCA PÁG. 93
4 - DESCARGAS E CAPTURAS PÁG. 45
9 - PRINCIPAIS STOCKS E
NÍVEIS DE EXPLORAÇÃO PÁG. 101
5 - AQUICULTURA E
SALICULTURA - PÁG. 69
10 - ANEXOS - PÁG. 109
Estatísticas da Pesca 2013
5
SUMÁRIO EXECUTIVO
Esta publicação apresenta um vasto conjunto de informação sobre as Pescas em Portugal, bem como sobre
alguns sectores da economia nacional relacionados.
Os dados estatísticos divulgados incidem sobre assuntos tão diversos como descargas e capturas de pescado,
mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas, frota de pesca, número de pescadores matriculados,
indústria transformadora da pesca e aquicultura, comércio internacional do sector da pesca e atividades
correlacionadas e dados relativos aos “stocks” e níveis de exploração.
A sua estrutura foi orientada no sentido de proporcionar uma leitura acessível da informação estatística,
recorrendo-se a uma análise sumária dos diversos temas.
POPULAÇÃO DA PESCA, SINISTRALIDADE E FORMAÇÃO
O número de pescadores matriculados em 2013 ascendeu a 16 797 indivíduos, tendo registado uma variação
positiva face ao ano anterior (1,4%), devido ao aumento de inscritos nos segmentos da pesca polivalente e do
arrasto.
Em 2013 tiveram autorização para operar 4 527 embarcações de pesca, menos 126 embarcações que em
2012. Foram atribuídas 22 560 licenças de pesca, o que corresponde a uma média de 5 artes/malhagens por
embarcação (-1,6% face a 2012).
Foram abatidas 93 embarcações (-123 embarcações em 2012). Relativamente a 2012 este valor corresponde
a menos 24% do número de unidades saídas, menos 85% em termos de capacidade abatida e uma redução
superior a 62% em termos de potência, o que se justifica pela diminuição de abates de embarcações de
grande porte.
MERCADO DOS PRODUTOS DA PESCA E ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS
O preço médio anual de descarga de pescado diminuiu de 1,81 €/kg em 2012 para 1,70€/kg em 2013.
O número de embarcações pertencentes a OP foi 1 546, correspondendo a 34,2% do total de embarcações
licenciadas em Portugal e um aumento de 21 unidades relativamente a 2012.
A sardinha e a cavala foram as principais espécies descarregadas pelas embarcações pertencentes às OP
(98,7% e 84,9% do total de capturas destas espécies em portos nacionais).
A quebra ocorrida nos montantes pagos às OP (-57,8%) foi sobretudo devida à redução significativa das
retiradas e das intervenções direcionadas para a sardinha, cuja captura sofreu fortes restrições introduzidas
pelos despachos nº 1520/2012 de 18 de janeiro e nº 7509/2012 de 31 de maio, adotadas na sequência da
avaliação desfavorável da situação deste recurso e da necessidade de assegurar a sustentabilidade da sua
exploração.
DESCARGAS E CAPTURAS
Em 2013 foram capturadas pela frota portuguesa 195 065 toneladas de pescado, um decréscimo de 1,2%
relativamente a 2012, apesar do aumento de 2,3% das capturas em pesqueiros externos que desta forma
recuperaram da redução verificada em 2012 (-12,2%).
O pescado fresco ou refrigerado, transacionado em lota atingiu 144 654 toneladas no valor de 253 148 mil
euros, correspondendo a um decréscimo de 4,4% em volume e de 10,0% em valor, relativamente a 2012.
Esta redução deveu-se sobretudo à menor captura de peixes marinhos (-7,3%), principalmente sardinha,
atuns e peixe-espada preto e crustáceos. No caso da sardinha, a diminuição significativa (-11,7%) resultou da
fixação, através dos Despachos nº 15351-A/2012, 7112-A/2013 e 12213/2013, de um limite de capturas de 36
mil toneladas, tendo em vista a gestão sustentável deste recurso.
Considerando o tipo de pesca, a modalidade do cerco foi preponderante em 2013 (46,8%), seguindo-se a
pesca polivalente (41,8%) e, por último, o arrasto (11,4%).
Estatísticas da Pesca 2013
ESTRUTURAS DA PESCA
6
AQUICULTURA E SALICULTURA
A atividade aquícola em 2012 produziu cerca de 10 mil toneladas de pescado (+12,2% que em 2011) gerando
uma receita de 53 659 mil euros, (-8,2% relativamente a 2011), o que se justifica pela redução dos preços
médios de venda de algumas espécies, nomeadamente da amêijoa. Estavam licenciados em aquicultura 1 492
estabelecimentos, menos 78 unidades em relação a 2011.
Em 2013 a produção de sal marinho no Continente foi 91 mil toneladas, (+2,9% em relação a 2012), tendo a
produção média anual por salina sido 2 173 toneladas, inferior em cerca de 12% ao valor atingido em 2012.
INDÚSTRIA TRANSFORMADORA DOS PRODUTOS DA PESCA E AQUICULTURA
Em 2012, a Indústria Transformadora da Pesca e Aquicultura apresentou uma produção de 212 mil toneladas.
O valor das vendas atingiu 784 milhões de euros, sendo que aproximadamente 62% da produção foi escoada
para o mercado interno.
Relativamente à estrutura da produção, os “congelados” continuaram a ser o grupo mais representativo em
2012 (49,9%), seguindo-se os “secos e salgados” (29,0%), que reforçaram o seu peso no ano em análise. O
grupo das “preparações e conservas” foi o que apresentou o menor peso (21,1%).
COMÉRCIO INTERNACIONAL
As importações de “produtos da pesca ou relacionados com esta atividade” atingiram um valor de 1 471
milhões de euros em 2013, o que corresponde a um decréscimo de 0,3% face ao ano anterior, principalmente
devido à redução registada nas importações de “Bacalhaus salgados e secos”. O principal grupo de produtos
importados continuou a ser os “Peixes congelados exceto filetes”, que em 2013 concentraram 22,7% do valor
global das importações.
Em 2013, Espanha permaneceu como o principal fornecedor de “produtos da pesca”, exceto no que respeita
aos “peixes secos, salgados e fumados”, em que o primeiro lugar foi ocupado pela Suécia.
As exportações de produtos da pesca atingiram um valor de 832 milhões de euros, o que representou um
aumento de 2,3% relativamente a 2012. Os “peixes congelados exceto filetes” foram os principais responsáveis
pelo aumento global registado nas exportações em 2013, com um acréscimo de 26,1%.
Espanha continuou a ser também o principal mercado de destino dos produtos da pesca nacionais, exceto nos
“peixes secos, salgados e fumados”, “preparações e conservas de peixe” e nos “crustáceos, moluscos em
conserva” em que esse lugar foi ocupado, respetivamente, por Brasil, França e Estados Unidos.
O saldo da balança comercial dos “produtos da pesca ou relacionados com esta atividade” registou uma
melhoria de 21 milhões de euros em 2013 face a 2012, em resultado da ligeira redução nas importações
(-0,3%) e do aumento nas exportações (+2,3%). O saldo manteve-se deficitário, no montante de 641
milhões de euros e a taxa de cobertura foi 56,4% (+1,3 p.p. face a 2012).
ECONOMIA DA PESCA
A dotação da União Europeia (UE) do programa operacional das pescas (PROMAR) para 2007-2013 é de 243
milhões de euros, prevendo-se um investimento no setor da pesca de cerca de 452 milhões de euros. Estas
dotações encontram-se distribuídas por eixos, regiões de objetivo ligado à convergência e não convergência,
Continente e Regiões Autónomas.
No fim de 2013 os compromissos assumidos em termos de projetos aprovados foram de 195 milhões de euros
de apoio comunitário (FEP), que permitirá um investimento no setor de cerca de 386 milhões de euros. A
execução do programa foi de 218 milhões de euros de investimento com uma comparticipação comunitária de
111 milhões de euros, representando 45% da dotação comunitária do programa.
PRINCIPAIS STOCKS E NÍVEIS DE EXPLORAÇÃO
O total das possibilidades de pesca atribuídas a Portugal aumentou 3,5% em 2013. Para esta tendência
concorreram os aumentos verificados nas quotas de bacalhau (+49,0%), de cantarilhos (15,8%), de pescada
(+15,0%), verdinho (+13,0%), de peixe-espada preto (7,0%) e de carapaus (3,4%).
Estatísticas da Pesca 2013
7
EXECUTIVE SUMMARY
This publication gives a vast group of information about fisheries in Portugal, as well as for some branches of
national economy related to this sector.
Data included are related to landings of fresh and chilled fishery products by ports, species and NUTS II,
market and structures, fishery activity, number of fishery workers, fish and aquaculture processing industry,
international trade and fish stocks.
The structure of this publication enables an easy approach of the statistical data, including brief analysis of the
several themes.
FISHERY POPULATION, ON THE JOB ACCIDENTS AND TRAINING
The number of registered fishermen stood at 16 797 with a variation in 2013 (+1.4%), due to the increase of
registers in the polyvalent and trawl fishing segments.
FISHERY STRUCTURES
The number of fishing licenses decreased by 1,6%, with a totalling 22 560, and corresponding to 5 arts per
vessel on average.
The fishing fleet lost 93 vessels in 2013 (-123 vessels in 2012). Comparing o this figure represented less 24% in
number of lost units, less 85% in capacity loss and a reduction of more than 62% in terms of engine power,
justified by a smaller loss of big capacity vessels, when compared with the previous year.
FISHERY PRODUCTS MARKET AND ORGANIZATIONAL STRUCTURES
Annual price of fish landed dropped from 1.81 €/kg in 2012 to 1.70 €/kg in 2013.
There were 1 546 vessels associated with Producer’s Organizations (PO), i.e. 34.2% of the total licensed fleet
and an effective gain of 21 units.
Sardine and mackerel were the main PO landings by vessels associated with PO, which carried, respectively,
around 98.7% and 84.9% of total landings in national ports for these two species.
The drop in payments to PO (-57.8%) was due to the significant reduction of retreats and interventions for
sardine, whose catches had strong restrictions introduced by dispatches nº 1520/2012 of 18 January and nº
7509/2012 de 31 of May, adopted after an evaluation of this resource situation, and the need to insure its
sustainability.
LANDINGS AND CATCHES
Fishery production (195 065 tonnes) decreased by 1.2% comparing with 2012, despite the raise of 2.3% for
catches in external waters witch recovered from the reduction occurred in 2012 (-12.2%). Fresh and chilled
fishery catches (144 654 tonnes) decreased in quantity (-4.4%) and value (-10.0%) towards 2012.
This reduction resulted mainly from the fall of sea fish catches (-7.3%). Catches of sardine had a significant
drop (-11.7%), that was due to the legislation on catches restrictions of the specie (36 thousand tonnes), for the
sustainable management of this resource.
Considering the catch volume by different segments in 2013, seine fishing prevailed (46.8%) followed by
polyvalent (41.8%) and trawl fishing (11.4%).
AQUACULTURE AND SEA SALT PRODUCTION
In 2012 aquaculture activity produced around 10 thousand tonnes of fish (+12.2% than in 2011) reaching a
total value of 53 659 thousand Euros, (-8.2% than in 2011), justified by the reduction of average sale prices of
some species, namely clams.
There were 1 492 licensed establishments for this activity, less 78 units than in 2011.
In 2013 sea salt production in the Mainland reached 91 thousand tonnes, +2.9% than in 2012; average production
by salt unit was 2 173 tonnes, less 12% when compared to 2012.
Estatísticas da Pesca 2013
In 2013, 4 527 fishing vessels were authorized to operate, meaning less 126 vessels than in 2012.
8
FISH AND AQUACULTURE PROCESSING INDUSTRY
In 2012 industrial production attained 212 thousand tonnes. Sales reached 784 million Euros, of which 62%
channelled to the internal market.
Frozen products achieved once more the largest quantity in total production (49.9%), followed by salted and
dry products (29.0%) and in the last position canned fish products (21.1%).
INTERNATIONAL TRADE
In 2013 imports reached 1 471 million Euros, corresponding to a decrease of 0.3% when compared with 2012,
mainly due to decrease in imports of “salted and dry codfish”. Spain is the main country of origin of fishery
products, except for “dried and salted fish”, where Sweden was once more the main provider.
Exports reached 832 million Euros, an increase of 2.3% towards 2012. “Frozen fish” exports increased by
26.1%, becoming the main group exported in 2013. Spain has also the main destination market of national fish
products, except for “dried and salted fish”, “canned fish” and “canned crustaceans and molluscs”, for which
the main receivers in 2013 were, respectively, Brazil, France and United States of America.
International trade balance of the fishery activity improved by 21 million Euros in 2013, due to the reduction of
imports and the increase of exports. However, a deficit of 641 million Euros still remained. The coverage rate of
56.4% represented an improvement of 1.3 p.p. when compared with 2012.
FISHERY ECONOMY
EU endowment for the Fisheries operational program 2007-2013 (PROMAR) is 243 million Euros, with the
investment forecasted in fisheries being 452 million Euros.
At the end of 2013, commitments in terms of approved projects were 195 million Euros of the European
Fisheries Fund (EFF), which will allow an investment in the sector of 386 million Euros.
The program execution was 218 million Euros of investment, with an EU contribution of 111 million Euros, i.e.
45% of the total endowment for the program.
MAIN STOCKS AND RESOURCES EXPLOITATION LEVELS
Overall fishing possibilities for Portugal in 2013 increased by 3,5%, mainly due to a raise in quota for codfish
(+49.0%), Atlantic red fish (+15.8%), hake (+15.0%), blue whiting (+13.0%), black scabbard fish (+7.0%) and
horse mackerel (+3.4%).
Estatísticas da Pesca 2013
9
…
Valor confidencial
x
Valor não disponível
ԥ
Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada
//
Não aplicável
Pe
Valor preliminar
Po
Valor provisório
Rc
Valor retificado
Rv
Valor revisto
Nota – Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas
SIGLAS
n.e. -
Não especificado
nº
-
Número
p
-
Peso
h
-
Hora
cv
-
Cavalo-vapor
kW
-
Kilowatt
GT
-
“Gross Tonnage”
TAB -
Tonelagem de arqueação bruta
Além destes sinais e siglas são utilizados os símbolos do sistema métrico decimal.
ICCAT - Comissão Internacional para a Conservação do Atum Atlântico
ICES - Conselho Internacional para a Exploração do Mar
NAFO - Organização da Pesca do Atlântico Noroeste
NEAFC - Comissão da Pesca do Atlântico Nordeste
CTOI - Comissão dos Atuns do Oceano Índico
Estatísticas da Pesca 2013
SINAIS CONVENCIONAIS
População
da pesca,
sinistralidade
e ffor
or
mação
ormação
13
1.1 - PESCADORES
A análise por segmento de pesca mostra que na atividade polivalente, que envolve cerca de 70% do total de
inscritos a nível nacional, o número de pescadores aumentou 0,8% (+90 inscritos). O arrasto registou igualmente
um acréscimo (+8,8%), que se traduziu em mais 106 indivíduos, sobretudo pelo maior número de matrículas
na região Norte e no Algarve. No segmento “Águas interiores não marítimas” destaca-se um aumento de 3,3 %
(+54 indivíduos), tendo a região Norte dado o maior contributo.
A pesca do cerco foi o único segmento que registou um ligeiro decréscimo (-0,6%), com menos 12 indivíduos
inscritos.
Figura 1.1
Relativamente à classe etária dos pescadores
matriculados, verifica-se que o grupo dos “35 a 54
anos” (59,7% do total) é predominante; os restantes
distribuem-se pelos grupos dos “16 a 34 anos”
(20,6%) e de “mais de 55 anos” (19,7%), sendo de
destacar o ligeiro aumento do peso do número de
pescadores no grupo etário mais jovem em relação
a 2012.
Na atividade “Águas Interiores não Marítimas”
predominam os pescadores pertencentes ao escalão
etário de “mais de 55 anos”, com 30,2% do total de
inscritos. Atualmente, é o segmento do arrasto que
envolve a maior percentagem de profissionais com
menos de 35 anos (22,8% do total destes
profissionais) seguido da pesca em “Águas
Interiores não Marítimas”, onde 22,6% do total de
pescadores pertence ao escalão “entre 16 e 34
anos”.
Figura 1.1 - Pescadores matriculados, em 31-XII,
segundo os segmentos de pesca (2012-2013)
Número
18 000
16 000
14 000
12 000
10 000
8 000
6 000
4 000
2 000
0
2012
2013
Total
Águas
Interiores
Arrasto
Cerco
Polivalente
O maior número de pescadores encontra-se matriculado na região Norte (25,8% do total nacional), que detém
também a maior percentagem de inscritos na pesca do cerco (46,7% do total deste segmento). O Centro
ocupa o segundo lugar, com 21,7% do total de pescadores inscritos, caracterizando-se por ser a região que
concentra 46,6% dos profissionais inscritos na pesca do arrasto e 51,3% dos inscritos em “Águas Interiores
não Marítimas”. Seguem-se os Açores e o Algarve que, em 2013 registaram 17,7% e 16,7% do total de
inscritos a nível nacional, respetivamente.
As atividades de apanha e pesca apeada, sem o auxilio de embarcação, são geralmente exercidas em
complementaridade com outras atividades económicas. Em 2013, nestas atividades estavam incluídos 1 142
apanhadores de animais marinhos e 251 pescadores apeados que operaram com redes de tresmalho-majoeiras,
para a pesca de espécies piscícolas demersais, com ganchorra de mão, para a pesca de bivalves, ou com
galheiro para a pesca de lampreia no Rio Cávado.
Figura 1.2
População da pesca, sinistralidade e formação
O número de pescadores matriculados compreende todos os indivíduos que, estando envolvidos na pesca
comercial, exerceram atividade neste sector, ainda que de forma sazonal ou a tempo parcial. Em 2013, em
resultado da obrigatoriedade de inscrição nas capitanias marítimas, registaram-se 16 797 pescadores, valor
superior a 2012 em 238 indivíduos. Todas as regiões registaram aumentos do número de profissionais inscritos
em relação ao ano anterior com exceção do Alentejo (que praticamente se manteve sem alteração).
14
Figura 1.2 - Número de pescadores apeados e
apanhadores licenciados, por NUTSII (2012-2013)
Norte
Centro
Em 2013 verificou-se um aumento do número de
licenciados, quer para a apanha de animais
marinhos (+8%), quer para pesca apeada (+5%),
em especial nas zonas Centro e Algarve, dentro
do número máximo de licenças passíveis de
serem atribuídas no âmbito do Regulamento da
Apanha.
Lisboa
Alentejo
Algarve
0
100
200
300
400
500
600
2012
2013
1.2 - SINISTRALIDADE
Em 2013 as estatísticas sobre a sinistralidade no sector da pesca, com origem nas mútuas de pescadores e
armadores, apontam para 12 mortes: 5 na faina da pesca e 7 em naufrágio, o que representa mais 11 vítimas
mortais que em 2012. O número de feridos foi ligeiramente inferior ao registado em 2012 (menos 28), assim
como o número de dias de incapacidade, resultando o cálculo do período médio em 30 dias/sinistro, indicador
inferior ao obtido no ano anterior em cerca de 3 dias.
1.3 - FORMAÇÃO
No âmbito da formação profissional nos sectores da pesca e aquicultura, indústria transformadora da pesca e
atividades marítimas em geral, o Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar (FOR-MAR) realizou
em 2013, através dos 4 núcleos regionais, que constituem 11 polos de formação situados junto dos principais
portos de pesca do Continente, 411 ações de formação, que envolveram 7 764 formandos. Este resultado
corresponde a mais do dobro do verificado em 2012, em consequência de um empenho acrescido e de um
maior envolvimento de todos os intervenientes, designadamente, profissionais, empresas e parceiros setoriais,
no desenvolvimento de atividades de formação e certificação na área das pescas e do mar. Acresce ainda
referir que a procura de formação nestes domínios aumentou atendendo a que as atividades integradas na
economia do mar se perspetivam com potencial de crescimento ao nível da empregabilidade. Paralelamente,
foi feito um relevante esforço na qualificação e atualização de competências dos profissionais deste setor nos
domínios da segurança marítima, tecnologias de informação e comunicação aplicadas à atividade marítima e
ao empreendedorismo.
As ações desenvolvidas centraram-se, essencialmente, em cursos para ingresso na atividade da pesca e em
cursos no âmbito da segurança marítima. O FOR-MAR dedicou maioritariamente as suas ações à pesca
propriamente dita, através da realização de vários cursos nomeadamente os de pescador, arrais de pesca e
marinheiro.
Paralelamente, em 2013 o FOR-MAR, examinou 657 profissionais, habilitando-os ao exercício da atividade no
sector e colaborou com as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, no âmbito da formação profissional.
Estatísticas da Pesca 2013
15
Quadro 1.1 - População residente e empregada, total e com atividade económica na pesca,
por NUTS II
Portugal
Unidade: nº
Da qual na pesca
Portugal
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
21 - I I I - 2011
Continente
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
21 - I I I - 2011
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
21 - I I I - 2011
Madeira
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
21 - I I I - 2011
População
Empregada (a)
Total
Patrões
Trabalhador
por conta
própria
Trabalhador
familiar não
remunerado
Trabalhador
por conta
de
outrem
Membro
ativo de
cooperativa
Outra
situação
8 441 312
8 889 392
8 611 125
9 833 014
9 867 147
10 356 117
10 562 178
3 196 482
3 315 639
3 163 855
3 848 727
4 129 709
4 650 947
4 361 187
45 965
46 749
36 920
32 623
26 840
16 048
13 156
1 062
1 026
365
1 227
1 900
2 572
2 092
7 072
5 489
5 445
6 217
4 719
1 778
1 746
1 161
817
430
428
225
78
78
36 281
39 390
30 155
24 147
19 702
11 524
9 091
x
x
x
x
178
28
26
389
27
525
604
116
68
123
7 856 913
8 292 975
8 074 975
9 336 760
9 375 926
9 869 343
10 047 621
3 689 682
2 327 755
2 821 876
757 302
451 006
3 005 110
3 126 245
2 988 170
3 679 467
3 947 640
4 450 711
4 150 252
1 501 883
940 211
1 223 276
298 691
186 191
39 710
40 166
32 510
28 742
23 278
13 837
10 802
3 315
3 204
1 803
438
2 042
999
916
355
1 117
1 676
2 234
1 734
437
434
395
108
360
5 544
4 217
4 400
5 212
4 177
1 614
1 596
118
406
298
131
643
883
721
355
354
164
60
56
13
12
18
3
10
31 903
34 285
27 090
21 481
16 973
9 840
7 295
2 721
2 314
1 056
194
1 010
x
x
x
x
176
26
18
6
8
4
0
0
381
27
310
578
112
63
103
20
30
32
2
19
317 409
327 480
285 015
243 410
237 795
241 763
246 772
108 243
107 124
86 615
77 820
84 036
94 728
102 127
4 242
3 967
2 870
2 144
2 137
1 392
1 715
24
103
10
31
153
236
302
909
1 073
910
830
476
137
137
116
90
65
55
52
17
21
3 185
2 701
1 675
1 221
1 452
999
1 233
x
x
x
x
2
2
8
8
0
210
7
2
1
14
266 990
268 937
251 135
252 844
253 426
245 011
267 785
83 129
82 270
89 070
91 440
98 033
105 508
108 808
2 013
2 616
1 540
1 737
1 425
819
639
39
7
0
79
71
102
56
619
199
135
175
66
27
13
162
6
10
19
9
1
1
1 193
2 404
1 390
1 445
1 277
685
563
x
x
x
x
x
0
0
0
0
5
19
2
4
6
Origem: Recenseamento Geral da População
(a) De 10 e mais anos, nos recenseamentos de 15-XII de 1960 e 1970; de 12 e mais anos nos de 16-III-1981 e 15-IV-1991; de 15 e mais anos, a partir do recenseamento de 12-III d
(b) População presente
Nota: Da população empregada, em 15-XII-1960, foram excluídas as pessoas desempregadas e as que se encontravam a prestar serviço militar.
Os dados de 1970 foram estimados a 20%.
População da pesca, sinistralidade e formação
NUTS II
População
residente
16
Quadro 1.2 - População residente e empregada na pesca, por nível de ensino, por NUTS II, em 2011
Portugal
NUTS II
Unidade: nº
Nível de ensino
Ensino básico
População
residente e
empregada na
pesca
Nenhum
13 156
10 802
3 315
3 204
1 803
438
2 042
1 715
639
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
1º ciclo
1 123
702
177
146
165
37
177
342
79
2º ciclo
5 435
4 368
1 436
1 142
673
229
888
731
336
3 640
3 081
1 074
994
438
91
484
435
124
3º ciclo
Ensino
secundário
1 964
1 733
448
604
306
49
326
160
71
Ensino pós
secundário
657
605
128
205
136
19
117
34
18
Ensino
superior
45
43
10
14
13
2
4
1
1
292
270
42
99
72
11
46
12
10
Origem: Recenseamento Geral da População 2011
Quadro 1.3 - População residente e empregada na pesca, por classes de idades, por NUTS II, em 2011
Portugal
NUTS II
Unidade: nº
População residente
e empregada na
pesca
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
13 156
10 802
3 315
3 204
1 803
438
2 042
1 715
639
Origem: Recenseamento Geral da População 2011
Estatísticas da Pesca 2013
Classes de idade
15 a 24
anos
25 a 34 anos
858
543
213
173
77
12
68
287
28
2 126
1 583
487
532
269
51
244
452
91
35 a 44 anos
3 503
2 827
949
848
449
93
488
483
193
45 a 54 anos
4 365
3 774
1 165
1 165
571
172
701
358
233
55 a 64 anos
2 022
1 806
467
431
359
90
459
123
93
65 ou mais
anos
282
269
34
55
78
20
82
12
1
Idade média
43,6
44,6
43,3
43,6
45,7
47,3
46,8
37,3
43,7
17
Quadro 1.4 - Pescadores matriculados, em 31-XII, segundo os segmentos de pesca, por NUTS II
Unidade: nº
Águas Interiores não Marítimas
Total Geral
NUTS II
Portugal
Entre 16 e 34
anos
Total Geral
2012
2013
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
16 559
16 797
13 397
4 333
3 651
1 944
670
2 799
2 966
434
Entre 35 e 54
anos
3 230
3 464
2 701
893
930
312
80
486
662
101
9 981
10 029
8 138
2 709
2 133
1 137
582
1 577
1 647
244
Mais de 55
anos
3 348
3 304
2 558
731
588
495
8
736
657
89
Entre 16 e 34 Entre 35 e 54
anos
anos
Total
1 626
1 680
1 680
448
862
149
0
221
0
0
Arrasto Costeiro
NUTS II
Portugal
Entre 16 e 34
anos
Total
2012
2013
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
979
1 084
1 084
308
388
96
46
246
0
0
333
380
380
85
237
19
0
39
0
0
213
234
234
62
89
18
16
49
0
0
Portugal
Entre 16 e 34
anos
Total
2012
2013
257
237
139
29
79
0
14
17
0
98
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
673
744
744
198
283
70
30
163
0
0
Mais de 55
anos
Portugal
2012
2013
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
6 786
6 417
4 243
859
749
992
477
1 166
2 052
122
130
112
72
15
45
0
2
10
0
40
Total
93
106
106
48
16
8
0
34
0
0
219
220
220
0
220
0
0
0
0
0
52
63
63
0
63
0
0
0
0
0
Mais de 55
anos
2012
2013
179
317
266
0
52
0
69
145
0
51
159
151
151
0
151
0
0
0
0
0
71
69
41
5
27
0
2
7
0
28
Total
Entre 16 e 34 Entre 35 e 54
anos
anos
1 770
1 778
1 723
913
337
207
0
266
0
55
315
322
317
134
108
28
0
47
0
5
3 901
3 647
2 509
445
419
536
451
658
1 076
62
Mais de 55
anos
1 629
1 554
989
252
146
282
2
307
545
20
Total
8
6
6
0
6
0
0
0
0
0
Mais de 55
anos
1 136
1 152
1 122
667
190
119
0
146
0
30
Entre 16 e 34 Entre 35 e 54
anos
anos
4 743
5 064
4 042
1 776
964
500
64
738
914
108
970
1 116
859
441
196
73
16
133
231
26
Polivalente Largo
Entre 16 e 34
Entre 35 e 54
anos
anos
Total
Mais de 55
anos
319
304
284
112
39
60
0
73
0
20
Polivalente Costeiro
Entre 35 e 54
anos
1 256
1 216
745
162
184
174
24
201
431
40
516
508
508
141
213
58
0
96
0
0
Cerco Costeiro
Entre 35 e 54
anos
56
56
26
9
7
0
10
0
0
30
Entre 16 e 34
anos
Total
777
792
792
222
412
72
0
86
0
0
Entre 16 e 34 Entre 35 e 54
anos
anos
Polivalente Local
NUTS II
Mais de 55
anos
Arrasto do Largo
Entre 35 e 54
anos
Cerco Local
NUTS II
2013
35
77
77
0
46
0
14
17
0
0
Mais de 55
anos
3 066
3 225
2 593
1 162
627
340
45
419
571
61
707
723
590
173
141
87
3
186
112
21
Mais de 55
anos
139
206
155
0
6
0
54
95
0
51
Para mais informação consulte:
Pescadores matriculados em 31 de Dezembro em portos nacionais (N.º) por Porto de registo
e Segmento de pesca; Anual
5
34
34
0
0
0
1
33
0
0
População da pesca, sinistralidade e formação
Portugal
18
Quadro 1.5 - Pescadores apeados e apanhadores licenciados, por Zona de Apanha e NUTS II
Unidade: nº
Continente
2012
NUTS II / Zonas de Apanha
Apanhadores de
Animais
Pescadores Apeados
Continente
Norte
Capitania de Caminha
Capitania de Leixões
Capitania de Póvoa de Varzim
Capitania de Viana do Castelo
Capitania de Vila do Conde
Capitania do Douro
Molhe Norte da Barra do Rio Cávado
Centro
Capitania de Aveiro
Capitania de Figueira da Foz
Capitania de Nazaré
Capitania de Peniche
Lisboa
Capitania de Cascais
Capitania de Lisboa
Capitania de Setúbal
Alentejo
Capitania de Sines
Algarve
Capitania de Faro
Capitania de Lagos
Capitania de Olhão
Capitania de Portimão
Capitania de Tavira
Capitania de Vila Real de Santo António
2013
239
46
0
0
0
0
0
22
24
120
31
58
31
0
9
0
7
2
4
4
60
7
4
18
1
2
28
Apanhadores de
Animais
Pescadores Apeados
1 057
50
2
12
8
20
7
1
0
391
222
1
52
116
298
52
60
186
30
30
288
64
86
107
18
11
2
251
44
0
0
0
0
0
20
24
130
37
61
32
0
8
0
6
2
1
1
68
7
5
21
1
4
30
1 142
47
2
13
7
17
6
2
0
423
255
1
49
118
321
58
78
185
38
38
313
72
83
121
23
11
3
Nota: A partir de 2011 os apanhadores podem ser licenciados para pesca apeada nos termos do artigo 5º da Portaria nº 1228/2010, de 6 de dezembro.
Para mais informação consulte:
Pescadores apeados licenciados (N.º) por Local de registo (NUTS - 2002); Anual
Apanhadores de animais marinhos licenciados (N.º) por Local de registo (NUTS - 2002);
Anual
Quadro 1.6 - Vítimas de acidentes no trabalho e dias de incapacidade, segundo as causas,
por NUTS II
Portugal
Unidade: nº
Total
NUTS II
Portugal
Mortos
2012
2013
2012
2013
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Dias de
incapacidade
Feridos
1
12
1
11
4
6
1
0
0
0
1
0
0
2012
2013
2012
2013
Faina da pesca
1 088
1 060
1 013
975
548
173
127
16
111
54
51
21
34
Mortos
36 576
32 020
33 641
28 758
15 580
4 517
4 311
1 008
3 342
1 821
2 140
1 114
1 122
1
5
1
5
4
1
0
0
0
0
0
0
0
Naufrágio
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Origem: Mútuas dos Pescadores
Estatísticas da Pesca 2013
Mortos
2012
2013
2012
2013
2012
2013
2012
2013
0
7
0
6
0
5
1
0
0
0
1
0
0
4
2
2
2
0
2
0
0
0
1
0
1
0
1 022
914
955
843
449
155
119
15
105
50
37
17
34
33 738
27 252
31 107
24 482
12 196
4 072
4 044
998
3 172
1 684
1 648
947
1 122
Outras causas
Dias de
incapacidade
Feridos
Dias de
incapacidade
Feridos
Mortos
226
11
16
11
0
11
0
0
0
43
0
167
0
Dias de
incapacidade
Feridos
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
62
144
56
130
99
16
8
1
6
3
14
3
0
2 612
4 757
2 518
4 265
3 384
434
267
10
170
94
492
0
0
19
Quadro 1.7 - Movimento escolar, no Continente no âmbito do FOR-MAR
2013
Cursos
Cursos
Inscritos
Aprovados
Transita
para 2014
nº
2012
2013
Ajudante de Maquinista
Aquacultura e Pescas
Arrais de Pesca
Arrais de Pesca Local
Comunicações Marítimas
Condução e Manobra de Equipamentos de Carga e Descarga
Condução de Motores de potência igual ou inferior a 250 kW
Condução de Motores de potência igual ou inferior a 350 kW
Contramestre
Contramestre Pescador
Curso Básico de Prevenção e Combate a Incêndios
Diário Pesca Eletrónico
Eletricista
Eletromecânico de Refrigeração e Climatização
GMDSS A1 e A2
Iniciação ao Controlo da Qualidade Alimentar
Integração no Sistema de Aprendizagem
Língua Estrangeira
Língua Inglesa - Comunicações Maritimas
Língua Inglesa - Atividades Maritimas
Língua Inglesa - Atendimento
Maquinista Prático 2ª Classe
Marinheiro
Marinheiro de 2º Classe
Marinheiro de 2º Classe de Tráfego Local
Marinheiro Pescador
Mecânico de Bordo
Mestre Costeiro
Mestre Largo Pescador
Mestre de Tráfego Local
Observador de Radar
Operador Aquícola - Bivalves
Operador de Construção Naval - Introdução à Técnica de Fibra de Vidro
Operador de Peixaria
Pescador
Qualidade na Comercialização do Pescado
Rastreabilidade e Segurança Alimentar nas Pescas
Segurança e Sobrevivência no Mar
Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho a Bordo das Embarcações
Técnico Administrativo
Técnico de Aquacultura
Técnico de Construção Naval/Embarcações de Recreio
Técnico de Controlo da Qualidade Alimentar
Técnico de Controlo da Qualidade Alimentar
Técnico de Refrigeração e Climatização
Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho
Tecnologias de Informação e Comunicação
202
411
15
1
2
16
44
10
5
4
1
2
1
5
2
16
3
2
1
1
3
1
1
2
3
16
36
3
1
2
1
3
1
1
1
5
71
3
9
36
67
1
1
1
3
3
2
1
2
3744
7764
323
16
41
297
573
182
83
68
9
34
13
98
43
310
35
40
25
17
44
17
25
35
62
330
784
70
19
4
18
65
12
18
24
109
1528
32
173
429
1433
24
28
24
67
78
42
19
44
2951
6230
249
0
35
258
542
175
65
56
8
26
13
52
33
130
30
0
25
14
37
17
23
33
0
256
652
55
17
3
17
62
8
11
0
24
1228
32
168
417
1392
24
0
0
0
0
0
0
43
402
761
35
16
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
111
0
39
0
0
0
0
0
0
56
44
42
0
0
0
0
0
0
0
20
55
130
0
0
0
0
0
20
16
55
71
37
14
0
Taxa de
sucesso
%
Observações
(d)
79
80
77
0
85
87
95
96
78
82
89
76
100
53
77
42
86
0
100
82
84
100
92
94
0
78
83
79
89
75
94
95
67
61
0
22
80
100
97
97
97
100
0
0
0
0
0
0
98
Origem: FOR-MAR Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar
Corpo docente: 219 formadores externos (regime de prestação de serviços); 16 professores e formadores internos do quadro do FOR-MAR
(d) 1 - Educação e formação de adultos
2 - Sistema de aprendizagem
3 - Preparação para exame
4 - Formação modelar certificada
5 - Educação e formação de jovens
6 - Curso de Especialização Tecnológica
Notas: A diferença existente entre inscritos e aprovados é referente a um total de 169 reprovados, 604 desistentes e 761 formandos cujas ações de formação transitaram de ano.
Na formação englobada no sistema de aprendizagem não estão os formandos de anos sequenciais.
Não estão consideradas ações de formação interna.
Estão consideradas ações de formação em regime de prestação de serviços.
4
6
3
3
3
4
3
3
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
5
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
1
2
2
1
2
2
1
4
População da pesca, sinistralidade e formação
Continente
20
Quadro 1.8 - Exames Realizados
Portugal
Exames efetuados, ao abrigo dos DL 280/2001 de 23 de Outubro e
206/2005 de 28 de Novembro
2012
2013
Ajudante Maquinista
Arrais de Pesca
Arrais de Pesca Local
Certificado de Condução de Motores de potência igual ou inferior a 250 KW
Certificado de Condução de Motores de potência igual ou inferior a 350 KW
Eletricista
GMDSS A1 Ea2 nacional
Maquinista Prático de 1ª Classe
Mecânico de Bordo
Mestre Costeiro Pescador
Mestre do Largo Pescador
Mestre do Tráfego Local
Operador de Radiotelefonista da Classe A
Pescador
Segurança e Sobrevivência no Mar
Origem: FOR - MAR
1 - Exame de reconhecimento de equivalência
2 - Exame de avaliação de aptidão
3 - Exame para a obtenção de certificação
4 - Exame para levantamento de suspensão de inscrição marítima
Estatísticas da Pesca 2013
Total
436
657
1
53
300
77
79
1
20
6
1
8
14
64
18
8
7
Apto
nº
425
633
1
52
283
76
78
1
20
5
1
8
14
64
16
7
7
Não Apto
11
24
0
1
17
1
1
0
0
1
0
0
0
0
2
1
0
2013
Taxa de sucesso Observações
(d)
%
97
96
100
98
94
99
99
100
100
83
100
100
100
100
89
88
100
4
2
2
3
3
1
3
2
4
2
2
2
3
4
3
Estr
utur
as
Estrutur
uturas
da pesca
23
2 - ESTRUTURAS DA PESCA
Em 31 de dezembro de 2013 estavam registadas 8 232 embarcações na frota de pesca nacional, totalizando
uma arqueação bruta de 99 917 GT e uma potência propulsora de 366 279 kW. Face a 2012, estes valores
representam uma redução de 0,5% no número de embarcações, traduzida em menos 44 unidades, mantendo-se praticamente inalterada a arqueação bruta (GT) (+0,1%) e a potência global (kW) (0,0%).
A análise da frota registada, distribuída de acordo com os segmentos definidos no 4º “Programa de Orientação
Plurianual” (POP IV), revela uma prevalência das embarcações que operam com artes fixas e possuem um
comprimento de fora a fora inferior a 12 m (cerca de 90% do número total de embarcações registadas),
correspondendo a 12,3% do total da arqueação bruta e a 40,3% do total da potência.
Dos restantes segmentos, destaca-se o das embarcações com artes fixas de comprimento igual ou superior a
12 metros, que totaliza 523 embarcações (i.e. cerca de 6,4% do total), e que estão presentes tanto na frota do
Continente como nas das Regiões Autónomas.
A frota licenciada apresenta o mesmo tipo de estrutura da frota registada, sendo as embarcações com
comprimento fora a fora inferior a 12 metros que operam com artes fixas o segmento mais representativo em
termos de número (85,6%) e em potência propulsora (39,3%).
Em 2013 foram atribuídas 22 560 licenças de pesca, o que representa, em média, 5 artes/malhagens licenciadas
por embarcação.
A distribuição do número de artes licenciadas por
classes de comprimento das embarcações revela
que 85% das licenças são emitidas para
embarcações com comprimento inferior a 10
metros que operam principalmente com artes fixas
(redes, anzol e armadilhas). Estas artes continuam
a ser as mais representativas.
A frota de pesca encontra-se distribuída por 45
portos de registo (capitanias e delegações
marítimas), dos quais 32 estão situados no
Continente, 11 na Região Autónoma dos Açores
e 2 na Região Autónoma da Madeira.
Figura 2.1 - Licenças de pesca emitidas, por tipo de
arte (2012-2013)
Número
24 000
20 000
16 000
12 000
8 000
4 000
0
2012
2013
Total
Anzol
Armadilhas
Arrasto
Cerco
Redes
Outras
Artes
Estruturas da pesca
A frota licenciada em 2013 totalizou 4 527 embarcações, correspondendo a 83,4% do total da arqueação bruta
e a 82,3% do total da potência da frota registada em 31 de Dezembro de 2013. Em relação a 2012, a frota
licenciada registou uma redução do número de embarcações (-2,7%) e também da arqueação bruta (-1,3%) e
da potência (-1,5%).
24
Figura 2.2 - Número de embarcações por classes
de GT (2013)
>100 GT
51-100 GT
26-50 GT
5-25 GT
<5 GT
0
1 000
2 000
3 000
4 000
5 000
6 000
7 000
8 000
Figura 2.3 - Nº de embarcações segundo o tipo de
propulsão, por NUTS II (2013)
Número
2 000
1 800
1 600
1 400
1 200
1 000
800
600
400
200
0
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
embarcações com motor
embarcações sem motor
Em 2013, à semelhança do ano anterior, a Região
Centro detinha o maior número de embarcações
registadas (1 986) correspondentes a 24,2% do
número total de unidades. A análise da
capacidade da frota registada, em termos de
arqueação bruta, permite igualmente destacar a
região Centro, que representou 39,7% do total,
em resultado do maior número de registos de
embarcações de pesca do largo.
As pequenas embarcações, com arqueação bruta
inferior a 5 GT, representaram cerca de 84,1%
do número total de embarcações mas apenas
8,4% do total da arqueação bruta. As grandes
embarcações (mais de 100 GT) representaram
apenas 2,4% do número total de embarcações,
detendo cerca de 68,2% do total da arqueação
bruta.
A caracterização da frota em termos de
propulsão, mostra a existência de 80,9% de
embarcações motorizadas, percentagem
ligeiramente inferior à observada em 2012
(81,2%). Cerca de 19,1% da frota nacional em
2013 era composta por embarcações não
motorizadas, das quais 84,6% pertenciam à frota
registada no Continente. As regiões de Lisboa e
Centro detêm o maior número de embarcações
não motorizadas do Continente, respetivamente
29,1% e 23,8% do total de embarcações
registadas. Em contrapartida, o Norte é a região
que apresenta menor percentagem de
embarcações sem motor, apenas 8,4%. De referir
que nos Açores apenas 1,0% da frota desta
região não é motorizada.
O indicador de relação entre a potência do motor e a arqueação bruta das embarcações (kW/GT) manteve-se
idêntico face a 2012, com a Região Centro a registar o valor mais baixo (2,24) e o Algarve o mais elevado
(5,47).
Figura 2.4 - Fluxo das embarcações na frota de
pesca nacional (2012-2013)
Número
150
100
50
0
2012
Entradas
2013
Estatísticas da Pesca 2013
Saidas
No ano em análise, foram abatidas à frota de
pesca 93 embarcações o que, comparativamente
a 2012, corresponde aproximadamente a -24%
do número de unidades saídas. Em termos de
capacidade abatida, observa-se um decréscimo
de 85%, relativamente a 2012 e, em termos de
potência propulsora, houve um decréscimo de
62%, situação explicável pela diminuição de
abates de embarcações de grande porte. As
regiões que reduziram maior número de
embarcações, e registaram maiores decréscimos
na capacidade e potência da frota foram as de
Lisboa, Centro e Norte. Do total das embarcações
saídas da frota de pesca, 74,2% foram demolidas
em 2013.
25
No que respeita à entrada de embarcações na frota de pesca, em 2013 ocorreram 56 novos registos, o que
representa um acréscimo na ordem dos 6% face a 2012. Do total de embarcações entradas, 34 correspondem
a novas construções (60,7% do total), representando um acréscimo na ordem dos 42% relativamente ao ano
anterior. Em termos regionais, Lisboa contribuiu com cerca de 48% para o total de embarcações entradas a
nível nacional, seguindo-se a região Centro com 30,4% das embarcações. As Regiões Autónomas dos Açores
e da Madeira tiveram o menor número de novos registos de embarcações, apenas 1,8%. Na região do Alentejo
não se verificou qualquer entrada na frota de pesca.
Estruturas da pesca
Ainda no que se refere a novas entradas na frota, e em termos de arqueação bruta e potência propulsora,
verifica-se, face ao ano de 2012, um decréscimo de 50,8% e um aumento de 21,5%, respetivamente, tendo a
região de Lisboa representado 33,6% do total da capacidade entrada, seguida da região Norte com 18,5%. Ao
nível da potência propulsora verifica-se que a região de Lisboa concentra 47,0%, das novas entradas seguida
da região Centro com 22,1%. As entradas na frota das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores
representaram cerca de 16% do total da capacidade e 5,8% da potência propulsora.
26
Quadro 2.1 - Composição da frota de pesca, por NUTS I e segmento:
situação em 31 de Dezembro
NUTS I
Stocks
Artes
POPIV
2012
2013
Portugal
Continente (f)
CIEM IXa
CIEM VIIIc,IXa,IXb,X E CECAF
CIEM VIIIc,IXa,Ixb
CIEM IXa
Águas internacionais
Açores
CIEM X
CIEM X e águas internacionais
Madeira
CECAF
CECAF e águas internacionais
Demersais
Demersais
Demersais (+carapau)
Pequenos pelágicos (sardinha e outros)
Demersais e pelágicos
Artes fixas pequena pesca <12 m
Artes fixas >=12 m
Arrasto *
Cerco *
Polivalente, arrasto e anzol
MFL
4K1
4K2
4K3
4K4
4K5
Demersais
Demersais e pelágicos
Artes fixas pequena pesca <12 m
Artes fixas e palangres >= 12 m
4K9
4KA
Demersais
Demersais e pelágicos
Pelágicos
Artes fixas pequena pesca <12 m
Artes fixas >=12 m
Cerco
4K6
4K7
4K8
nº
8 276
8 232
7 013
6 357
359
82
176
39
783
662
121
436
390
43
3
GT(e)
99 836
99 917
85 935
9 493
17 057
14 993
6 882
37 510
10 074
2 283
7 790
3 909
465
3 308
136
POT(kw)
366 303
366 279
295 890
113 977
60 618
38 239
35 110
47 946
54 451
29 739
24 713
15 938
3 727
11 434
777
(e) Arqueação bruta de acordo com o Reg.(CEE) Nº 2930/86, de 22 de Setembro, alterado pelo Reg.(CE) Nº 3259/94, de 22 de Dezembro
(f) O segmento atual MFL corresponde à Frota Metropolitana de Portugal.
* Inclui embarcações provenientes dos segmentos 4K1 e 4K2, reclassificadas nestes segmentos.
Quadro 2.2 - Embarcações licenciadas, por NUTS I e segmento:
Licenças no ano de 2013
NUTS I
Stocks
Artes
POPIV
2012
2013
Portugal
Continente (f)
CIEM IXa
CIEM VIIIc,IXa,IXb,X E CECAF
CIEM VIIIc,IXa,Ixb
CIEM IXa
Águas internacionais
Açores
CIEM X
CIEM X e águas internacionais
Madeira
CECAF
CECAF e águas internacionais
Demersais
Demersais
Demersais (+carapau)
Pequenos pelágicos (sardinha e outros)
Demersais e pelágicos
Artes fixas pequena pesca <12 m
Artes fixas >=12 m
Arrasto
Cerco
Polivalente, arrasto e anzol
MFL
4K1
4K2
4K3
4K4
4K5
Demersais
Demersais e pelágicos
Artes fixas pequena pesca <12 m
Artes fixas e palangres >= 12 m
4K9
4KA
Demersais
Demersais e pelágicos
Pelágicos
Artes fixas pequena pesca <12 m
Artes fixas >=12 m
Cerco
4K6
4K7
4K8
nº
4 653
4 527
3 778
3 238
286
79
144
31
643
561
82
106
76
27
3
GT(e)
84 445
83 348
72 496
6 579
13 529
14 737
5 364
32 287
8 731
2 087
6 644
2 121
237
1 748
136
(e) Arqueação bruta de acordo com o Reg.(CEE) Nº 2930/86, de 22 de Setembro, alterado pelo Reg.(CE) Nº 3259/94, de 22 de Dezembro
(f) O segmento atual MFL corresponde à Frota Metropolitana de Portugal.
Para mais informação consulte:
Embarcações de pesca licenciadas com motor (N.º) da frota nacional por Porto de registo;
Anual
Capacidade das embarcações de pesca licenciadas com motor (GT) da frota nacional por
Porto de registo; Anual
Potência do motor das embarcações de pesca licenciadas (kW) da frota nacional por Porto
de registo; Anual
Embarcações de pesca licenciadas sem motor (N.º) da frota nacional por Porto de registo;
Anual
Capacidade das embarcações de pesca licenciadas sem motor (GT) da frota nacional por
Porto de registo; Anual
Estatísticas da Pesca 2013
POT(kw)
306 039
301 591
244 140
88 972
48 821
37 355
28 405
40 586
47 007
26 862
20 145
10 444
2 743
6 924
777
27
Quadro 2.3 - Embarcações por classes de GT e NUTS II
2013
Embarcações
NUTS II
Classes de GT
Total
GT (e)
nº
2012
2013
Portugal
8 276
8 232
6 927
829
159
118
199
7 013
1 375
1 989
1 648
194
1 807
783
436
Até 5 GT
De mais de 5 GT a 25 GT
De mais de 25 GT a 50 GT
De mais de 50 GT a 100 GT
De mais de 100 GT
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
com motor
nº
kW
99 836
99 917
8 352
9 140
5 533
8 747
68 145
85 935
22 733
39 631
8 883
1 928
12 759
10 074
3 909
366 303
366 279
114 427
67 715
28 473
32 903
122 761
295 890
82 439
88 816
45 219
9 663
69 752
54 451
15 938
6 716
6 659
5 357
828
158
117
199
5 682
1 260
1 516
1 168
154
1 584
775
202
Embarcações
com motor
GT (e)
2012
2013
Portugal
Até 5 GT
De mais de 5 GT a 25 GT
De mais de 25 GT a 50 GT
De mais de 50 GT a 100 GT
De mais de 100 GT
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
sem motor
kW
98 876
98 943
7 494
9 135
5 487
8 681
68 145
85 075
22 640
39 325
8 606
1 908
12 595
10 067
3 801
nº
366 303
366 279
114 427
67 715
28 473
32 903
122 761
295 890
82 439
88 816
45 219
9 663
69 752
54 451
15 938
GT (e)
1 560
1 573
1 570
1
1
1
0
1 331
115
473
480
40
223
8
234
(e) Arqueação bruta de acordo com o Reg (CEE) nº 2930/86, de 22 de Setembro, alterado pelo Reg (CE) nº 3259/94, de 22 de Dezembro
Para mais informação consulte:
Embarcações de pesca com motor (N.º) da frota nacional por Porto de registo; Anual
Capacidade das embarcações de pesca com motor (GT) da frota nacional por Porto de
registo; Anual
Potência do motor das embarcações de pesca (kW) da frota nacional por Porto de registo;
Anual
Embarcações de pesca sem motor (N.º) da frota nacional por Porto de registo; Anual
Capacidade das embarcações de pesca sem motor (GT) da frota nacional por Porto de
registo; Anual
960
974
858
5
45
66
0
860
93
305
277
20
164
7
108
Estruturas da pesca
NUTS II
Classes de GT
28
Quadro 2.4 - Embarcações entradas na frota de pesca portuguesa
2013
Total
NUTS II
nº
Portugal
GT (e)
2012
2013
53
56
54
5
17
27
0
5
1
1
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
kW
320
157
132
29
25
53
0
25
22
3
Novas construções (cont.)
GT (e)
kW
NUTS II
Portugal
2012
2013
73
133
111
29
18
43
0
21
22
0
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Novas construções
nº
nº
1 446
1 757
1 655
236
389
826
0
205
96
6
24
34
33
4
11
17
0
1
1
0
Outras entradas na frota de pesca
GT (e)
693
1 292
1 196
236
232
608
0
120
96
0
29
22
21
1
6
10
0
4
0
1
kW
247
25
22
1
7
10
0
4
0
3
754
465
459
0
157
217
0
85
0
6
(e) Arqueação bruta de acordo com o Reg (CEE) nº 2930/86, de 22 de Setembro, alterado pelo Reg (CE) nº 3259/94, de 22 de Dezembro
Quadro 2.5 - Embarcações saídas da frota de pesca portuguesa
2013
NUTS II
nº
2012
2013
Portugal
Total
GT (e)
123
93
89
20
24
30
3
12
1
3
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
NUTS II
Naufrágio
GT (e)
nº
2012
2013
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
kW
1 491
229
225
67
67
42
4
45
1
3
4
4
4
2
1
0
0
1
0
0
nº
5 216
1 946
1 919
456
567
581
19
295
6
21
kW
174
59
59
20
11
0
0
28
0
0
Embarcações demolidas
GT (e)
81
69
67
9
22
27
3
6
1
1
Saída
GT (e)
nº
840
312
312
82
112
0
0
118
0
0
38
20
18
9
1
3
0
5
0
2
(e) Arqueação bruta de acordo com o Reg (CEE) nº 2930/86, de 22 de Setembro, alterado pelo Reg (CE) nº 3259/94, de 22 de Dezembro
Estatísticas da Pesca 2013
kW
941
112
110
34
26
35
4
12
1
1
2 897
1 118
1 108
209
286
506
19
89
6
4
kW
376
58
56
12
31
8
0
5
0
2
1 479
516
499
166
169
76
0
88
0
17
29
Quadro 2.6 - Licenças de pesca emitidas, por tipo de arte e NUTS II,
segundo o comprimento fora a fora
Portugal
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Continente
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Norte
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Centro
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Lisboa
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Alentejo
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Algarve
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Açores
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
Madeira
<10 m
10 a <15 m
15 a < 24 m
24 a <40 m
>=40 m
2
Anzol
2012
2013
22 928
19 573
1 950
914
414
77
19 633
17 133
1 255
847
333
65
3 696
2 763
304
511
103
15
5 308
4 774
257
130
112
35
4 742
4 444
212
55
31
0
488
364
65
31
28
0
5 399
4 788
417
120
59
15
2 893
2 163
612
42
64
12
402
277
83
25
17
0
11 400
9 957
862
349
206
26
9 513
8 632
399
302
160
20
1 115
807
83
155
61
9
2 315
2 113
101
62
39
0
2 906
2 778
73
31
24
0
271
216
21
15
19
0
2 906
2 718
121
39
17
11
1 580
1 122
392
31
29
6
307
203
71
16
17
0
22 560
19 222
1 930
905
429
74
19 471
16 970
1 264
848
323
66
3 688
2 734
311
523
104
16
5 304
4 765
261
136
107
35
4 653
4 358
214
55
26
0
479
368
57
28
26
0
5 347
4 745
421
106
60
15
2 713
1 993
581
42
89
8
376
259
85
15
17
0
11 232
9 797
836
344
227
28
9 442
8 564
397
305
155
21
1 122
804
86
160
62
10
2 344
2 144
99
64
37
0
2 827
2 702
75
31
19
0
261
211
18
14
18
0
2 888
2 703
119
36
19
11
1 542
1 071
378
31
55
7
248
162
61
8
17
0
Armadilhas
2012
2013
3 157
2 548
418
176
11
4
2 635
2 129
327
170
5
4
685
487
69
126
2
1
494
403
68
21
2
0
572
519
45
7
1
0
78
66
11
1
0
0
806
654
134
15
0
3
469
379
84
0
6
0
53
40
7
6
0
0
3 127
2 517
420
174
11
5
2 647
2 132
335
170
5
5
699
493
72
130
2
2
492
400
68
22
2
0
574
522
44
7
1
0
81
70
10
1
0
0
801
647
141
10
0
3
432
348
78
0
6
0
48
37
7
4
0
0
Arrasto
2012
2013
870
614
62
28
122
44
865
614
62
28
122
39
128
75
24
3
22
4
521
426
3
2
55
35
94
72
18
2
2
0
11
0
3
4
4
0
111
41
14
17
39
0
5
0
0
0
0
5
0
0
0
0
0
0
850
601
63
26
122
38
850
601
63
26
122
38
125
73
23
3
23
3
517
422
5
0
55
35
91
68
19
2
2
0
11
0
3
4
4
0
106
38
13
17
38
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Cerco
2012
2013
305
84
94
79
48
0
208
58
59
70
21
0
54
11
14
24
5
0
51
18
10
12
11
0
15
3
6
6
0
0
13
0
6
4
3
0
75
26
23
24
2
0
94
26
35
6
27
0
3
0
0
3
0
0
294
82
90
78
44
0
206
59
59
69
19
0
61
17
13
25
6
0
50
16
11
14
9
0
16
4
6
6
0
0
9
0
5
2
2
0
70
22
24
22
2
0
85
23
31
6
25
0
3
0
0
3
0
0
Redes
2012
2013
6 771
5 966
493
282
27
3
6 026
5 330
392
277
25
2
1 633
1 302
114
203
13
1
1 673
1 570
65
33
5
0
1 145
1 063
69
9
4
0
114
81
24
7
2
0
1 461
1 314
120
25
1
1
745
636
101
5
2
1
0
0
0
0
0
0
6 576
5 778
488
282
25
3
5 922
5 227
394
277
22
2
1 601
1 267
117
205
11
1
1 633
1 526
68
35
4
0
1 130
1 048
69
9
4
0
115
85
21
7
2
0
1 443
1 301
119
21
1
1
654
551
94
5
3
1
0
0
0
0
0
0
Unidade:nº
Outras Artes
2012
2013
425
404
21
0
0
0
386
370
16
0
0
0
81
81
0
0
0
0
254
244
10
0
0
0
10
9
1
0
0
0
1
1
0
0
0
0
40
35
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
39
34
5
0
0
0
Nota: na NUTS II Norte foram contabilizadas as artes de redes das embarcações licenciadas pela Capitania do porto de Caminha para operar no Rio Minho, ao abrigo do
Regulamento de Pesca no Troço Internacional do Rio Minho.
481
447
33
1
0
0
404
387
16
1
0
0
80
80
0
0
0
0
268
257
10
1
0
0
15
14
1
0
0
0
2
2
0
0
0
0
39
34
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
77
60
17
0
0
0
Estruturas da pesca
NUTS II
Total
2012
2013
Mercado
dos
produtos
da pesca e
estr
utur
as
estrutur
uturas
or
ganiza
ti
vas
org
anizati
tiv
33
3 - MERCADO DOS PRODUTOS DA PESCA E ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS
Em 2013 estavam reconhecidas 15 organizações
de produtores (OP) dos produtos da pesca, das
quais 12 sediadas ao longo da costa continental.
O número de embarcações pertencentes a estas
OP em 2013 era 1 546, o que corresponde a 34%
do total de embarcações licenciadas em Portugal,
traduzindo um aumento de 21 unidades
relativamente a 2012. A região Norte foi a única
em que o número de embarcações diminuiu.
A análise das descargas provenientes das
embarcações aderentes de OP permite identificar
a pesca do cerco como o segmento mais
representativo destas estruturas. A sardinha e a
cavala foram as principais espécies de pescado
fresco descarregado, correspondendo,
respetivamente a 98,7% e 84,9,% do total de
capturas destas espécies descarregadas em portos
nacionais.
Figura 3.1 - Nº de associados do sector da pesca e
Nº de embarcações de Organizações de Produtores
(OPs)
(2012-2013)
Número
5 000
95
4 000
845
82
3 000
860
2 000
1 000
3 309
2 058
0
2012
2013
Nº de associados da indústria
Nº de associados da aquicultura
Nº de associados da pesca
Nº de embarcações associadas a OPs
O volume de descargas de pescado efetuado pelas OP registou um decréscimo de 3,3% face a 2012, sendo
de salientar a diminuição das descargas de sardinha (-10,9%) e o aumento das descargas de cavala (+2,6%)
e carapau (+7,3%).
Em 2013 registou-se um decréscimo de 57,8% nos montantes totais pagos às OP, sobretudo devido à diminuição
significativa das retiradas e das intervenções direcionadas para a sardinha, cuja captura sofreu fortes restrições
introduzidas pelos despachos n.º 1520/2012 de 18 Janeiro e n.º 7509/2012 de 31 de maio, adotadas na
sequência da avaliação desfavorável da situação deste recurso e da necessidade de assegurar a sustentabilidade
da sua exploração.
Os mecanismos de intervenção mais utilizados pelas OP na campanha de pesca de 2012 foram as
compensações, com base em retiradas definitivas (pescado não reintroduzido no circuito de consumo humano).
No âmbito dos mecanismos de intervenção da
Organização Comum de Mercado, verificou-se que
do total dos pagamentos feitos às OP, 8,3%
respeitaram a sardinha,29,0% a carapau e 62,5%
a outras espécies.
Em termos globais o preço médio anual de
descarga em 2013 registou, a nível nacional, uma
descida de 0,11€, o que significa um decréscimo
de 6,0% em relação a 2012, passando de 1,81 /kg
para 1,70€/kg.
Figura 3.2 - Preços médios anuais do pescado
descarregado fresco ou refrigerado, por NUTS I
(2011-2013)
Euros/kg
2,9
2,7
2,5
2,3
2,1
1,9
Esta descida reflete os menores preços registados
no Continente (-5,9%) e nos Açores (-13,4%), já
que a Madeira registou um aumento de 19,1% em
relação ao ano transato, principalmente devido ao
preço atingido pelo atum.
1,7
1,5
Portugal
2011
2012
Continente
Açores
Madeira
2013
A descida do preço médio dos “peixes marinhos” a nível nacional (-5,3%) foi determinante para este
resultado, nomeadamente de espécies como a cavala (-14,3%), o carapau (-30,7%) e os atuns (-6,4%).
Pelo contrário, o preço da sardinha registou um aumento de 10,1%.
Mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas
Figura 3.1
34
Esta evolução refletiu-se no índice de preços no consumidor (IPC) cuja taxa de variação média para o peixe
fresco ou refrigerado foi negativa em 2013 (-1,17%), enquanto em 2012 esta taxa tinha sido de 5,39%. A análise
por NUTSI do IPC para o peixe fresco ou refrigerado revela taxas de variações média negativas quer para o
Continente (-0,96%), quer para as regiões autónomas, com os Açores a registarem uma variação de -4,16% e a
Madeira de - 9,3%. A variação média negativa observada nos preços no consumidor na Madeira, quando comparada
com o aumento registado no preço médio anual de descarga indicia um decréscimo das margens de
comercialização.
O preço médio dos “moluscos” apresentou igualmente uma redução de 19,0%, devido essencialmente à
descida de preço registada nos polvos (-27,3%), choco (-14,8%) e lulas (-9,6%). O preço médio dos
“crustáceos“ registou um aumento significativo (+14,8%), devido aos elevados preços atingidos por espécies
como as gambas e os camarões.
De referir que a taxa de variação média do IPC para os crustáceos e moluscos frescos ou refrigerados foi em
2013 de -9,24%.
Figura 3.3 - Pescado descarregado (2011-2013)
103t
250
200
150
100
50
0
2011
Frescos
Congelados
Estatísticas da Pesca 2013
2012
2013
O volume total de pescado descarregado em 2013
aumentou 0,8% face a 2012, tendo sido
descarregadas, entre portos nacionais e não
nacionais, 193 211 toneladas (peso à descarga,
incluindo a totalidade das retiradas e rejeições).
Verificou-se um decréscimo de 1,3% nas descargas
de pescado fresco e refrigerado, o qual representou
mais de 84% do volume total de pescado
descarregado. A descarga de congelados registou
um aumento significativo (+13,7%) em relação a
2012.
Relativamente às descargas de pescado de
embarcações não nacionais em portos do Continente
em 2013, ainda que as mesmas tenham um peso
reduzido no total das descargas, registou-se um
decréscimo de 17,2%, face a 2012, sobretudo devido
ao menor volume de carapau e sardinha
descarregados.
35
Quadro 3.1 - Associações de profissionais da pesca, aquicultura,
mercados e indústria transformadora
Número de Associações
Portugal
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Continente
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Norte
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Centro
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Lisboa
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Alentejo
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Algarve
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Açores
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
Madeira
Indústria
Pesca
Aquicultura (g)
2013
Número de Associados
41
3
36
2
32
3
27
2
6
1
5
0
4
1
3
0
6
1
5
0
1
0
1
0
15
0
13
2
8
0
8
0
1
0
1
0
Número de Associações
4249
95
3309
845
3535
95
2595
845
753
17
736
0
211
18
193
0
735
60
675
0
73
0
73
0
1763
0
918
845
612
0
612
0
102
0
102
0
Número de Associados
31
3
26
2
23
3
18
2
6
1
5
0
3
1
2
0
5
1
4
0
1
0
1
0
8
0
6
2
7
0
7
0
1
0
1
0
3000
82
2058
860
2614
82
1672
860
694
21
673
0
194
15
179
0
408
46
362
0
79
0
79
0
1239
0
379
860
297
0
297
0
89
0
89
0
(g) Inclui Associações de Produtores de Bivalves, Mariscadores e Moluscos
Quadro 3.2 - Número de embarcações associadas a Organizações de Produtores, por NUTS II
segundo o local de registo (situação a 1 de Janeiro)
2012
NUTS II
Embarcações
Associadas
nº
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
1525
1342
661
468
73
0
140
98
85
2013
Percentagem do total de
embarcações licenciadas
Embarcações
Associadas
%
nº
33
35
77
41
10
0
14
14
75
Percentagem do total de
embarcações licenciadas
%
1546
1344
637
493
73
0
141
113
89
34
36
76
44
10
0
15
18
84
Mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas
2012
NUTS II
36
Quadro 3.3 - Descargas de pescado fresco ou refrigerado efetuadas pelas Organizações de
Produtores, por NUTS II, segundo as principais espécies
Espécies
Total
Sardinha
Cavala
Carapau
Verdinho
Sarda
Outras
Continente
2012 Rv
2013
2012 Rv
2013
2012 Rv
2013
2012 Rv
2013
2012 Rv
2013
2012 Rv
2013
2012 Rv
2013
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
t
101 994
98 671
30 670
27 314
30 873
31 677
12 920
13 858
1 837
1 842
255
186
25 438
23 794
28 371
23 126
12 962
9 980
4 308
4 424
3 635
2 891
572
593
155
46
6 740
5 192
33 254
33 174
8 908
6 864
8 155
9 460
5 587
6 275
206
194
84
124
10 316
10 259
18 315
20 120
2 529
2 432
8 988
11 407
1 644
1 839
58
27
4
8
5 093
4 407
6 604
7 400
3 436
4 005
1 754
2 268
379
401
712
388
4
ԥ
320
337
15 450
14 851
2 836
4 034
7 669
4 119
1 676
2 452
290
640
10
9
2 970
3 598
Quadro 3.4 - Valor pago às Organizações de Produtores, pelos mecanismos de intervenção,
segundo as espécies
Unidade: 1 000 euros
NUTS II Principais espécies
Portugal
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Continente
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Norte
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Centro
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Lisboa
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Alentejo
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Algarve
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Açores
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Madeira
Sardinha
Carapau
Outras espécies
Estatísticas da Pesca 2013
2012
2013
644
468
81
95
644
468
81
95
291
218
28
46
285
219
30
36
34
25
5
4
0
0
0
0
34
7
18
9
0
0
0
0
0
0
0
0
272
23
79
170
272
23
79
170
156
2
55
99
67
11
7
49
49
10
17
22
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
37
Quadro 3.5 - Preços médios anuais da pesca descarregada (h) (i)
Total
Águas salobra e doce
Enguias
Lampreia
Savel
Savelha
Trutas
Diversos
Peixes marinhos
Abroteas
Areeiro e carta
Atum e similares
Badejo
Besugo
Bica
Biqueirão
Boga
Cações
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Garoupas
Goraz
Imperador
Linguado e azevia
Pargos
Peixe-espada
Peixe-espada preto
Pescadas
Pregado
Raias
Robalos
Rodovalho
Ruivos
Salema
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Solhas
Tainhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Diversos
Crustáceos
Camarões
Caranguejos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Santola
Diversos
Moluscos
Ameijoas
Berbigão
Buzios
Choco
Conquilha
Longueirões
Lulas
Mexilhão
Ostras
Polvos
Potas
Diversos
Anim. aquátic. div.
Ouriços
Outros produtos
Fígados
Óleos
Ovas
Portugal
2012
1,81
15,33
109,89
13,69
5,20
0,55
3,79
4,56
1,54
2,91
2,45
2,26
4,73
4,20
4,84
3,07
0,18
2,51
4,23
1,33
0,82
0,33
12,43
2,29
5,82
9,37
1,79
7,51
5,35
8,59
4,80
8,67
10,71
2,68
2,85
2,55
13,96
2,35
10,66
12,56
1,50
0,45
9,51
0,84
1,30
3,88
3,61
0,58
4,66
0,59
1,12
2,43
10,12
19,91
0,28
10,78
22,61
14,73
2,87
9,88
3,53
2,30
0,79
5,95
4,71
2,84
3,10
6,31
0,66
0,80
4,00
2,33
2,29
2,44
2,44
0,00
0,00
0,00
0,00
2013
1,70
10,50
97,18
11,26
3,89
0,71
3,19
3,47
1,46
2,98
2,49
2,11
4,41
3,78
5,07
3,11
0,24
2,74
3,96
0,92
0,76
0,28
12,04
2,08
5,46
9,17
1,48
7,40
5,31
8,07
5,26
8,30
11,30
1,91
2,86
2,35
14,22
2,12
9,50
11,26
1,56
0,49
10,72
1,32
1,43
3,96
3,30
0,58
4,64
0,43
2,07
2,31
11,62
21,30
0,29
14,15
20,66
13,03
2,14
10,89
2,86
2,42
0,84
5,01
4,01
2,77
3,35
5,70
0,79
0,76
2,91
1,90
2,28
1,01
1,01
0,00
0,00
0,00
0,00
Continente
2012
2013
1,68
15,33
109,89
13,69
5,20
0,55
3,79
4,56
1,36
3,01
2,45
3,81
4,72
4,20
4,84
3,07
0,13
3,72
3,55
1,33
0,47
0,31
14,15
2,59
5,82
9,39
1,79
7,51
1,50
10,65
12,39
8,67
13,47
6,19
2,80
2,55
13,96
2,49
10,66
12,56
1,50
0,44
9,61
0,84
1,30
3,92
3,61
0,56
4,68
0,59
1,11
2,60
10,10
19,92
0,28
10,78
20,83
14,73
2,84
9,90
3,49
2,30
0,79
6,00
4,71
2,84
3,10
6,82
0,66
0,80
4,00
2,33
1,99
2,44
2,44
0,00
0,00
0,00
0,00
1,58
10,50
97,18
11,26
3,89
0,71
3,19
3,47
1,30
2,88
2,49
4,02
4,40
3,78
5,07
3,11
0,19
3,86
3,32
0,92
0,48
0,27
13,91
2,52
5,46
9,18
1,48
7,40
2,18
10,34
10,44
8,30
12,88
4,71
2,80
2,35
14,22
2,26
9,50
11,26
1,57
0,47
10,99
1,32
1,43
3,99
3,30
0,56
4,66
0,43
1,23
2,33
11,61
21,31
0,29
14,15
18,09
13,03
2,14
11,26
2,79
2,42
0,84
5,04
4,01
2,77
3,35
8,35
0,79
0,76
2,90
1,89
2,06
1,01
1,01
0,00
0,00
0,00
0,00
Açores
2012
2,81
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2,75
2,85
0,00
2,19
5,86
3,57
0,00
0,00
0,78
1,62
4,67
0,00
2,44
1,33
11,54
1,63
0,00
0,00
0,00
0,00
5,52
8,21
4,41
0,00
8,64
2,35
2,36
2,29
0,00
0,81
0,00
0,00
0,74
0,86
7,78
0,00
1,76
3,08
0,00
1,69
1,85
0,00
1,53
2,10
14,63
1,83
0,60
0,00
28,37
0,00
3,31
9,22
5,70
17,55
0,00
1,92
0,00
0,00
0,00
5,53
0,00
0,00
7,65
0,00
6,44
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2013
Unidade: Euros/kg
Madeira
2012
2013
2,44
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2,34
3,07
0,00
1,74
4,79
3,72
0,00
0,00
1,19
1,87
4,32
0,00
1,43
1,30
10,95
1,37
0,00
0,00
0,00
0,00
5,41
7,77
4,73
0,00
8,73
1,47
2,06
2,32
0,00
0,73
0,00
0,00
0,59
1,03
7,21
0,00
2,82
2,88
0,00
1,93
1,50
0,00
1,54
2,30
12,60
3,81
0,00
0,00
27,77
0,00
2,71
4,83
4,82
15,02
0,00
1,83
0,00
0,00
0,00
4,72
0,00
0,00
5,49
0,00
5,65
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Para mais informação consulte:
Valor médio da pesca descarregada (€/ kg) por Porto de descarga e Espécie; Anual
2,20
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2,17
2,21
0,00
1,83
6,43
4,36
4,50
0,00
0,85
1,12
4,70
0,00
1,47
1,29
10,72
1,32
0,00
1,92
0,00
4,29
5,76
6,99
3,47
0,00
5,62
0,00
3,06
6,23
0,00
0,10
0,00
0,00
0,00
2,64
4,63
0,00
0,31
4,57
0,00
3,38
0,00
0,00
2,87
1,43
3,55
3,35
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
5,17
3,53
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
3,84
0,00
0,00
7,78
5,07
3,50
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2,62
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2,60
2,41
0,00
2,67
5,99
3,91
4,32
0,00
0,66
1,16
5,14
0,00
1,17
1,31
12,52
1,70
0,00
2,27
0,00
5,10
7,58
7,32
5,93
0,00
5,68
0,00
3,02
0,00
0,00
1,06
0,00
0,00
0,00
3,51
4,59
0,00
0,46
4,91
0,00
3,23
0,00
0,00
2,73
2,08
7,82
3,51
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
10,90
3,35
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2,48
0,00
0,00
6,99
3,29
3,38
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas
Principais espécies
38
Quadro 3.6 - Preços de retirada e preços médios à descarga,
por ano e segundo as espécies
2012
Espécie/Classificação
Sardinha
Sarda
Cavala
Biqueirão
Carapau
Congro
Faneca
Raia
Peixe Espada
Peixe Espada Preto
Pescada
Tamboril
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 5
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 5
Extra/A 1
Extra/A 2
Extra/A 3
Extra/A 4
Extra/A 5
Estatísticas da Pesca 2013
Média do preço de
retirada fixado
0,32
0,37
0,35
0,28
0,25
0,25
0,24
0,24
0,24
0,20
0,15
0,93
0,98
0,82
0,33
1,02
0,82
0,71
0,64
0,67
2,57
1,75
0,98
1,74
1,37
1,11
0,74
1,65
1,48
1,08
0,83
0,00
0,00
0,00
0,00
2,46
2,17
2,69
1,99
1,97
1,62
1,51
3,05
3,25
3,15
2,67
1,73
2013
Preço de 1.ª Venda
2,98
1,36
0,99
1,33
2,32
1,64
0,49
0,79
0,65
0,34
0,23
1,33
3,79
3,00
1,44
1,99
1,61
1,13
1,03
1,18
3,97
2,65
1,54
3,14
2,18
1,88
1,36
2,22
1,56
4,13
1,01
7,34
6,34
5,69
4,86
3,89
3,70
4,25
3,51
2,74
1,77
1,99
4,58
5,53
4,99
4,68
2,38
Média do preço de
retirada fixado
0,30
0,38
0,36
0,28
0,26
0,26
0,24
0,24
0,24
0,20
0,15
0,92
0,95
0,81
0,33
0,95
0,85
0,82
0,70
0,71
2,57
1,84
1,05
1,55
1,42
1,23
0,88
1,70
1,50
1,10
0,85
0,00
0,00
0,00
0,00
2,46
2,17
2,60
1,98
1,99
1,60
1,55
2,85
3,10
3,02
2,68
1,62
Preço de 1.ª Venda
3,07
1,55
1,03
0,89
2,29
2,09
0,78
1,07
0,71
0,29
0,22
1,19
4,20
2,48
3,11
1,97
1,47
1,13
0,96
0,51
3,87
2,55
1,51
2,92
2,00
1,70
1,08
3,10
1,53
3,87
0,98
5,48
3,82
1,95
1,78
3,78
3,84
4,62
3,63
2,45
1,80
1,93
4,68
6,21
5,19
4,01
2,06
39
Quadro 3.7 - Retiradas definitivas de pescado, por NUTS II, segundo as espécies
Principais
espécies
Total
1 000
t
Euros
Continente
1 000
t
Euros
Norte
1 000
t
Euros
Portugal
Centro
Lisboa
1 000
1 000
t
t
Euros
Euros
Alentejo
1 000
Euros
t
Algarve
1 000
Euros
t
t
Açores
1 000
Euros
Madeira
1 000
Euros
t
2012
2013
Carapau
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Pescada
Raias
Sarda
Sardinha
Biqueirão
Tamboril
531
3149
310
1284
6
35
31
0
899
564
1
20
296
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
531
3149
310
1284
6
35
31
0
899
564
1
20
296
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
171
1472
162
168
3
12
20
0
884
211
0
12
146
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
207
1660
148
1116
2
22
12
0
3
349
1
7
91
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
153
17
1
0
0
0
0
0
12
4
0
0
58
x
x
0
0
0
0
0
x
x
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Quadro 3.8 - Pescado rejeitado, por NUTS II e principais portos
Portos de descarga
Rejeições em terra
Por inspeção sanitária
(impróprio para consumo) (j)
t
Total
Por impossibilidade de
comercialização em lota (k)
Continente
2012
2013
Norte
Viana do Castelo
Póvoa do Varzim
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Vila Real de Santo António
Madeira
Madeira
507
764
103
ԥ
4
99
388
180
59
127
22
216
2
214
ԥ
50
50
6
2
1
ԥ
2
1
1
(j) Origem: Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
(k) Origem: Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).
19
30
1
ԥ
ԥ
1
24
11
13
ԥ
ԥ
4
0
4
0
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
1
1
488
734
102
ԥ
4
97
364
169
47
127
21
213
2
211
ԥ
50
50
5
2
1
0
2
0
0
Mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas
Total
40
Quadro 3.9 - Pescado descarregado (l)
Principais espécies e
apresentações
Total
Geral
t
Frescos
t
Total
Congelados
t
Portos Nacionais
Frescos
Congelados
t
t
Portos não Nacionais (m)
Frescos
Congelados
t
t
Total
2012
2013
Inteiros
Abróteas
Areeiro e Carta
Atum e Similares
Besugo
Biqueirão
Boga
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou Safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Goraz
Imperador
Linguado e Azevia
Peixe-espada
Peixe-espada preto
Pescada branca
Raias
Robalos
Ruivos
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Taínhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Outros Peixes
Amêijoas
Berbigão
Camarões
Caranguejos
Choco
Gambas
Lulas
Polvos
Potas
Outros Crustáceos e Moluscos
Eviscerados
Abróteas
Atum e Similares
Bacalhau
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou Safio
Faneca
Peixe-espada preto
Pescada branca
Raias
Sarda
Solhas
Tamboril
Verdinho
Outros Peixes
Outras Apresentações
Atum e Similares
Bacalhau
Cantarilhos
Carapau
Cavala
Raias
Sardinha
Outros
191 593
193 211
161 805
560
180
11 624
663
381
1 044
5 736
17 597
3 420
40 446
337
1 287
496
283
1 601
425
679
202
957
403
4 040
2 401
1 354
539
399
202
4 044
27 133
763
1 587
335
3 008
697
7 146
1 205
1 298
208
480
1 296
467
720
11 663
347
2 156
15 017
111
2 047
2 556
293
49
54
204
81
87
543
21
21
328
252
42
8 326
16 389
135
6 728
4 294
1 320
771
294
617
2 230
Nota: Peso à descarga
(l) Inclui a totalidade das retiradas e as rejeições
(m) Inclui as descargas em portos não nacionais e os transbordos
Estatísticas da Pesca 2013
164 360
162 258
154 915
545
180
11 615
663
381
1 044
562
17 596
3 420
40 428
335
1 287
496
283
1 601
423
679
202
957
403
4 037
2 401
1 354
539
399
202
4 044
27 132
763
1 587
335
3 008
697
5 719
1 205
1 298
121
477
1 292
459
720
11 661
329
2 035
3 555
61
32
0
293
49
54
203
81
87
543
13
21
ԥ
248
42
1 826
3 788
19
0
6
1 320
771
24
617
1 033
27 233
30 953
6 890
14
0
8
0
0
0
5 174
ԥ
0
18
2
ԥ
ԥ
0
ԥ
1
0
ԥ
0
0
2
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1 426
0
0
87
3
4
8
0
1
18
120
11 462
51
2 015
2 556
0
0
0
1
0
0
0
9
0
328
4
0
6 499
12 601
116
6 728
4 288
0
0
270
0
1 197
151 700
146 114
140 892
544
121
11 110
645
381
373
508
14 941
3 339
37 382
330
1 284
496
283
1 554
384
655
193
897
402
4 035
2 342
1 226
539
348
190
680
27 123
761
1 587
315
1 892
4
5 074
1 205
1 298
111
477
1 277
392
666
11 445
84
2 001
1 676
44
3
0
167
9
54
195
28
87
409
13
6
ԥ
217
1
442
3 546
11
0
6
1 317
770
24
617
802
6 633
10 397
2 157
0
0
2
0
0
0
1 669
0
0
18
1
0
0
0
ԥ
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
456
0
0
ԥ
0
0
8
0
1
0
1
2 784
37
56
1 800
0
0
0
1
0
0
0
4
0
35
ԥ
0
851
5 456
4
3 384
1 709
0
0
19
0
341
12 660
16 145
14 024
1
59
506
18
0
671
53
2 655
82
3 046
5
3
ԥ
0
47
40
25
8
60
1
2
59
128
ԥ
51
12
3 364
9
2
0
20
1 116
694
645
0
0
10
ԥ
16
67
54
216
245
34
1 879
17
30
0
126
40
ԥ
7
53
0
134
ԥ
15
0
31
41
1 385
242
8
0
ԥ
2
1
ԥ
0
231
20 600
20 556
4 733
14
0
7
0
0
0
3 505
ԥ
0
1
1
ԥ
ԥ
0
0
1
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
971
0
0
87
3
4
1
0
0
18
119
8 679
13
1 959
756
0
0
0
0
0
0
0
5
0
293
4
0
5 648
7 145
113
3 344
2 579
0
0
252
0
857
41
Quadro 3.10 - Descargas em portos nacionais, de embarcações comunitárias ou de Países
Terceiros
Principais
espécies
t
TOTAL
1 000 Euros
Países Comunitários
t
1 000 Euros
t
Países Terceiros
1 000 Euros
2012 (h)
2013 (h)
Águas salobra e doce
Enguias
Lampreia
Savel
Savelha
Trutas
Peixes marinhos
Abróteas
Areeiro e carta
Atum e similares
Badejo
Besugo
Bica
Biqueirão
Boga
Cachuchos
Cações
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou Safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Garoupas
Goraz
Imperador
Linguado e azevia
Pargos
Peixe-espada
Peixe-espada preto
Pescadas
Pregado
Raias
Robalos
Rodovalho
Ruivos
Salema
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Solhas
Tainhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Diversos
Crustáceos
Camarões
Caranguejos
Santola
Lagostas e lavagantes
Diversos
Moluscos
Ameijoas
Berbigão
Buzios
Choco
Conquilha
Longueirões
Lulas
Mexilhão
Ostras
Polvos
Potas
Anim. aquátic. div.
Ouriços
Outros produtos
Fígados
Óleos
Ovas
(h) Peixe fresco ou refrigerado
509
421
0
0
0
0
0
0
421
ԥ
0
ԥ
0
0
0
0
9
0
ԥ
ԥ
48
ԥ
189
1
1
0
0
0
ԥ
0
ԥ
9
0
ԥ
ԥ
1
ԥ
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
160
0
0
0
ԥ
0
ԥ
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
499
364
0
0
0
0
0
0
364
ԥ
0
ԥ
0
0
0
0
1
0
ԥ
2
24
ԥ
58
12
4
0
0
0
ԥ
0
1
57
0
ԥ
ԥ
2
1
0
0
1
0
0
0
0
0
192
0
0
0
ԥ
0
ԥ
8
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
509
421
0
0
0
0
0
0
421
ԥ
0
ԥ
0
0
0
0
9
0
ԥ
ԥ
48
ԥ
189
1
1
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0
0
ԥ
0
ԥ
9
0
ԥ
ԥ
1
ԥ
0
0
ԥ
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0
0
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0
160
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0
0
ԥ
0
ԥ
4
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0
0
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0
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0
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0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
499
364
0
0
0
0
0
0
364
ԥ
0
ԥ
0
0
0
0
1
0
ԥ
2
24
ԥ
58
12
4
0
0
0
ԥ
0
1
57
0
ԥ
ԥ
2
1
0
0
1
0
0
0
0
0
192
0
0
0
ԥ
0
ԥ
8
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0
0
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0
0
0
0
0
0
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0
0
0
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0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
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0
0
0
0
0
0
0
0
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0
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0
0
0
0
0
0
0
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0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas
Total
Descar
gas
Descarg
e ca
ptur
as
captur
pturas
45
4 - DESCARGAS E CAPTURAS
Figura 4.1
Do total capturado, 144 654 toneladas
corresponderam a pescado fresco ou refrigerado,
transacionado em lota, no valor de 253 148 mil euros,
o que representa um decréscimo de 4,4% em
volume e de 10,0% em valor, relativamente a 2012.
Figura 4.1 - Capturas nominais de pescado fresco
ou refrigerado, em portos nacionais (2011-2013)
103 t
210
180
106 Euros
300
270
240
150
210
120
180
150
90
120
60
90
60
30
30
A redução registada a nível nacional no ano em
0
0
2011
2012
2013
análise deveu-se à menor captura de peixes
Quantidade
Valor
marinhos (-7,3%), sobretudo de sardinha, atuns,
peixe espada preto, que registaram menores
volumes de captura (-11,7%, -7,8% e -15,5%, respetivamente). No caso da sardinha, esta diminuição significativa
resultou da fixação, através dos Despachos nº 15351-A/2012, 7112-A/2013 e 12213/2013, de um limite de
capturas de 36 mil toneladas, tendo em vista assegurar a gestão sustentável deste recurso.
Registaram-se ligeiros aumentos de outras espécies, nomeadamente de pescada (+5,9%) e de verdinho
(+2,5%) bem como de espécies capturadas pela frota do cerco, como o carapau (+3,0%) e a cavala (+0,5%).
Em 2013 os crustáceos apresentaram também um decréscimo relativamente ao ano anterior, quer em quantidade
(-24,1%) quer em valor (-16,0%), essencialmente devido à menor captura de gambas (-42,1%), recurso que
apresenta uma elevada variabilidade, e de lagostins (-29,8%).
No que diz respeito aos moluscos, verificou-se um aumento do volume de capturas (+21,1%) e um ligeiro
decréscimo do valor correspondente (-2,5%), que ficou a dever-se fundamentalmente à maior quantidade de
polvo (+33,8%) disponível em 2013.
A diminuição do volume de capturas a nível nacional resultou essencialmente do decréscimo da captura de
peixes marinhos no Continente, nomeadamente de sardinha (-11,7%), e da redução das capturas na Madeira,
pela menor disponibilidade de atuns, espécie relevante nesta Região Autónoma. Nos Açores, pelo contrário,
observou-se um aumento do volume de pesca em 2013 (+4,5%) devido principalmente à maior captura de
atuns e de carapau negrão em relação ao ano transato.
No Continente, registou-se uma diminuição de 4,3% no volume de capturas (126 521 toneladas), devido a uma
menor captura de peixes marinhos e de crustáceos, tendo o valor diminuído 9,9% sobretudo pela menor
valorização de espécies como o carapau, a cavala e o polvo.
Nas Regiões Autónomas assinala-se a descarga de 4 172 toneladas de pescado na Madeira, o que representa
um decréscimo significativo de 1 598 toneladas face a 2012 (-27,7%), resultante do menor volume de capturas
de atuns na região em 2013 (-48,9%). Nos Açores, as capturas fixaram-se nas 13 961 toneladas, o que
corresponde a um aumento de 4,5%. em relação a 2012, essencialmente devido ao maior volume de tunídeos
(+8,5%) e de carapau negrão (+27,2%) capturados.
Considerando o tipo de pesca no Continente, a modalidade do cerco assumiu, em 2013, a preponderância em
termos de quantidade de pescado descarregado fresco ou refrigerado (46,8%), seguindo-se a pesca polivalente
(41,8%) e por último o arrasto (11,4%).
As capturas provenientes da pesca polivalente não ultrapassaram as 60 464 toneladas, o que significa uma
diminuição de 14,0% do volume capturado por este segmento relativamente a 2012. Esta diminuição ficou a
dever-se às menores quantidades capturadas de peixes marinhos, nomeadamente de cavala, sardinha, carapau
e atuns.
Figura 4.2
Descargas e capturas
Em 2013 foram capturadas pela frota portuguesa
195 065 toneladas de pescado. A produção da
pesca nacional registou um decréscimo de 1,2%
relativamente a 2012, apesar do aumento (+2,3%)
das capturas em pesqueiros externos, que
recuperam assim da redução verificada em 2012.
46
Figura 4.2 - Capturas nominais de pescado fresco
ou refrigerado (%), por arte de pesca
2013
2012
Cerco
44,0%
Poliva
-lente
46,5%
Polivalente
41,8%
Cerco
46,8%
As capturas do cerco em 2013 tiveram um ligeiro
aumento de 1,6%, totalizando 67 670 toneladas,
devido, essencialmente, ao aumento da cavala em
relação ao ano anterior, que compensou as perdas
registadas nas capturas de sardinha e carapau.
As capturas da frota do arrasto registaram um
acréscimo de 14,3% o que corresponde a mais 2
064 toneladas face ao ano anterior (16 520
toneladas capturadas). Para este aumento
contribuiu o maior volume de peixes,
designadamente de carapau (+54,0%).
Arrasto
11,4%
Arrasto
9,6%
As descargas de peixe fresco ou refrigerado em
portos nacionais, proveniente de capturas
efetuadas em águas de Espanha decresceram
12,2% em 2013, passando de 243 para 213
toneladas, compostas essencialmente por peixes
como a raia, a pescada e o linguado, e por moluscos
como o polvo e o choco.
Figura 4.3 - Capturas nominais de pescado fresco Figura 4.3
ou refrigerado, por NUTS II (2013)
Na distribuição regional das capturas de pescado
fresco ou refrigerado foram as regiões do Centro
Quantidade
Valor
e Lisboa que assumiram a preponderância, com
Madeira
Madeira
4,3%
2,9%
Norte
Norte
28,3% e 19,4%, respetivamente, do total
Açores
Açores
13,6%
17,9%
13,4%
9,7%
descarregado em portos nacionais. Seguem-se as
regiões do Norte que com 17,9% diminuiu o seu
Algarve
15,7%
peso em relação a 2012, o Algarve (com 15,7%), e
os Açores (9,7%).
Algarve
22,4%
Alentejo
6,1%
Centro
25,9%
Centro
28,3%
Lisboa
19,4%
Estatísticas da Pesca 2013
Alentejo
5,2%
Lisboa
15,2%
Em termos do valor das capturas, manteve-se a
preponderância das regiões Centro, com 25,9%
do valor total e do Algarve com 22,4%, seguidos
pelas regiões de Lisboa (15,2%), Norte (13,6%) e
Açores (13,4%).
47
Quadro 4.1 - Capturas nominais segundo as espécies, por NUTS I
Principais
espécies
t
Portugal
1 000 Euros
Continente
t
1 000 Euros
t
Açores
1 000 Euros
t
2013
Madeira
1 000 Euros
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Enguias
Lampreia
Sável
Savelha
Truta
Diversos
Peixes marinhos
Abróteas
Areeiro e carta
Atum e similares
Badejo
Besugo
Bica
Biqueirão
Boga
Cações
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Garoupas
Goraz
Imperador
Linguado e azevia
Pargos
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Pregado
Raias
Robalos
Rodovalho
Ruivos
Salema
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Solhas
Tainhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Diversos
Crustáceos
Camarões
Caranguejos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Santola
Diversos
Moluscos
Ameijoas
Berbigão
Búzios
Choco
Conquilha
Longueirões
Lulas
Mexilhão
Ostras
Polvos
Potas
Diversos
Anim. aquátic. div.
Ouriços
Outros produtos
Fígados
Óleos
Ovas
151 343
144 654
130
5
50
72
2
1
1
123 777
618
121
11 502
88
744
94
390
220
87
518
15 337
3 497
37 309
370
1 507
497
294
1 764
462
30
782
186
855
171
422
4 093
2 745
42
1 212
562
44
378
141
200
250
27 669
765
88
1 273
530
1 996
4
3 921
1 097
111
236
392
17
152
44
145
19 646
1 230
1 433
29
1 317
365
103
659
55
97
12 934
75
1 349
3
3
0
0
0
0
281 307
253 148
1 373
523
566
278
1
2
2
184 159
1 836
301
24 359
386
2 821
480
1 212
52
241
2 036
14 132
2 644
10 517
4 541
3 157
2 711
2 704
2 646
3 430
157
6 311
977
7 095
1 981
824
11 694
6 448
586
2 563
5 344
490
607
69
2 204
331
39 678
3 102
290
771
2 456
855
7
9 113
11 923
2 326
69
5 553
333
1 985
95
1 563
55 689
3 074
1 202
148
5 273
1 011
346
3 757
44
73
37 609
142
3 010
3
3
0
0
0
0
132 208
126 521
130
5
50
72
2
1
1
106 277
297
121
1 319
86
734
94
390
205
41
218
15 337
2 353
36 863
161
989
497
294
1 764
462
3
90
17
855
121
61
2 130
2 730
42
1 096
562
44
376
136
189
250
27 658
743
88
1 249
526
1 996
2
3 088
1087
111
236
392
13
152
44
139
19 023
1 230
1 433
29
1 317
365
103
180
55
97
12 910
75
1 230
3
3
0
0
0
0
231 018
208 195
1 373
523
566
278
1
2
2
142 203
858
301
5 173
377
2 785
479
1 212
39
155
734
14 132
1 121
9 935
2 251
2 448
2 711
2 704
2 646
3 430
6
929
182
7 095
1 560
293
5 957
6 414
586
2 480
5 344
490
606
64
2 123
331
39 670
3 035
290
726
2 450
855
2
7 222
11794
2 326
69
5 553
236
1 985
93
1 532
52 823
3 070
1 202
148
5 273
1 011
346
1 501
44
73
37 476
141
2 537
3
3
0
0
0
0
13 366
13 961
0
0
0
0
0
0
0
13 419
312
0
8 571
1
9
0
0
5
46
298
0
715
306
209
517
0
0
0
0
26
692
168
0
44
360
206
15
0
115
0
0
2
5
11
0
1
21
0
23
3
0
ԥ
737
10
ԥ
0
0
3
0
ԥ
6
532
ԥ
0
ԥ
0
0
0
476
0
0
24
0
31
0
0
0
0
0
0
37 613
34 033
0
0
0
0
0
0
0
31 343
958
0
14 890
7
35
0
0
6
85
1 288
0
1 021
399
2 286
707
0
0
0
0
138
5 380
794
0
386
531
425
34
0
84
0
0
1
5
78
0
3
61
0
45
5
0
ԥ
1 692
129
ԥ
0
0
97
0
1
30
2 560
4
0
ԥ
0
0
0
2 249
0
0
133
0
174
0
0
0
0
0
0
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Para mais informação consulte:
Capturas nominais de pescado (t) por Porto de descarga e Espécie; Anual
Capturas nominais de pescado (€) por Porto de descarga e Espécie; Anual
5 769
4 172
0
0
0
0
0
0
0
4 080
9
0
1 612
ԥ
ԥ
ԥ
0
10
1
3
0
429
140
ԥ
1
0
ԥ
0
ԥ
2
ԥ
ԥ
0
6
0
1 758
0
0
ԥ
0
0
0
ԥ
ԥ
0
10
1
0
ԥ
0
0
2
96
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
ԥ
91
0
0
0
0
0
0
3
0
0
ԥ
ԥ
89
0
0
0
0
0
0
12 676
10 920
0
0
0
0
0
0
0
10 613
21
0
4 296
2
1
ԥ
0
6
1
13
0
502
184
5
2
0
ԥ
0
ԥ
13
2
ԥ
0
34
0
5 312
0
0
ԥ
0
0
0
ԥ
2
0
4
6
0
ԥ
0
0
5
199
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
ԥ
307
0
0
0
0
0
0
7
0
0
ԥ
ԥ
299
0
0
0
0
0
0
Descargas e capturas
Total
48
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies
2013
Principais
espécies
t
Total
1 000 Euros
Continente
Norte
Viana do Castelo
Póvoa do Varzim
t
1 000 Euros
t
1 000 Euros
t
2 545
2 129
62
1 397
2
8
245
ԥ
84
106
100
33
0
3
67
29
78
0
380
9
3
250
9
0
ԥ
ԥ
9
661
0
ԥ
ԥ
661
ԥ
ԥ
0
26 173
21 456
23
19 805
61
38
2 557
71
4 558
160
373
55
ԥ
10
180
88
70
53
9 394
9
642
1 485
45
0
ԥ
ԥ
45
1 583
2
8
6
916
651
0
0
Matosinhos
1 000 Euros
Total
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
31 480
25 929
86
22 627
69
51
3 057
73
4 741
296
648
132
1
13
527
160
177
53
10 029
60
650
1 889
75
0
4
ԥ
72
3 141
2
9
7
2 467
657
ԥ
0
44 927
34 508
1 175
25 198
107
141
2 242
27
1 428
586
1 183
861
2
52
1 149
306
1 165
40
11 931
187
341
3 450
346
0
44
ԥ
302
7 790
2
31
54
6 085
1 618
ԥ
0
6 989
5 550
1 060
2 900
5
28
175
ԥ
33
191
212
207
0
10
192
51
494
0
430
30
7
835
36
0
2
ԥ
34
1 555
0
1
ԥ
1 553
1
ԥ
0
2 762
2 344
1
1 425
6
6
255
1
99
30
175
44
ԥ
ԥ
280
43
29
ԥ
255
43
5
154
21
0
3
0
18
897
0
ԥ
ԥ
890
6
0
0
5 395
4 259
2
2 381
5
17
191
ԥ
34
55
257
235
ԥ
ԥ
483
76
146
ԥ
285
116
2
479
145
0
40
0
105
1 731
0
1
1
1 717
12
0
0
32 542
24 700
113
19 918
97
96
1 876
27
1 362
340
714
419
2
42
474
180
525
40
11 217
41
331
2 136
166
0
3
ԥ
163
4 504
2
29
53
2 815
1 605
0
0
(continua)
49
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Principais
espécies
t
Total
1 000 Euros
t
Aveiro
1 000 Euros
Continente
Centro
Figueira da Foz
t
1 000 Euros
t
Nazaré
1 000 Euros
t
Peniche
1 000 Euros
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
42 655
40 941
43
34 583
725
242
7 693
1 057
10 458
415
1 060
242
49
6
1 290
498
178
173
6 908
99
270
3 220
275
ԥ
4
1
270
6 040
491
279
146
3 628
1 495
ԥ
0
77 302
65 522
189
49 727
3 227
916
7 741
581
3 268
1 176
1 321
1 687
243
20
3 193
1 219
2 049
253
8 005
482
154
14 192
789
1
82
42
663
14 817
1 665
975
1 151
9 259
1 767
ԥ
0
11 001
10 901
20
7 016
6
31
2 800
42
959
37
443
102
0
0
248
81
35
85
1 494
15
59
581
209
0
ԥ
ԥ
209
3 656
464
228
73
1 464
1 427
0
0
19 207
15 470
96
7 905
14
110
2 234
11
217
94
403
483
0
0
534
193
250
104
1 441
46
19
1 753
58
0
2
ԥ
55
7 411
1 456
789
581
2 926
1 659
0
0
11 582
11 819
17
11 051
11
17
1 329
34
5 612
18
232
45
ԥ
0
286
66
7
34
3 034
8
9
310
9
0
ԥ
0
9
742
0
7
26
688
20
0
0
13 213
9 476
55
7 540
13
52
1 294
10
1 202
44
290
237
ԥ
0
505
155
73
42
2 609
22
4
989
30
0
3
0
27
1 851
0
29
198
1 593
31
0
0
4 019
3 966
3
3 444
1
32
1 563
94
268
49
203
32
ԥ
0
438
110
21
18
216
8
33
358
7
0
1
ԥ
7
512
ԥ
12
35
450
14
0
0
8 896
7 706
5
5 869
3
115
1 768
37
66
138
285
291
2
0
1 130
239
237
33
252
41
16
1 216
98
0
19
3
77
1 734
ԥ
44
275
1 392
23
0
0
16 052
14 256
4
13 072
707
162
2 002
887
3 618
311
182
63
49
6
319
241
115
36
2 165
68
169
1 972
50
ԥ
3
1
46
1 129
28
31
12
1 025
34
ԥ
0
35 987
32 870
33
28 413
3 197
640
2 444
522
1 783
900
343
676
241
20
1 023
631
1 490
74
3 703
374
116
10 234
603
1
59
39
504
3 820
208
113
96
3 348
55
ԥ
0
(continua)
Descargas e capturas
Total
50
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Continente
Lisboa
Principais
espécies
t
Total
1 000 Euros
t
Cascais
1 000 Euros
t
Sesimbra
1 000 Euros
t
Setúbal
1 000 Euros
Total
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
25 540
28 061
1
24 941
299
96
2 302
370
13 950
89
35
220
6
2 110
463
255
134
14
2 522
123
32
1 922
46
ԥ
ԥ
ԥ
45
3 073
412
449
5
1 573
634
ԥ
0
41 294
38 433
9
29 124
1 494
396
2 028
162
3 180
246
75
2 159
28
5 884
1 045
503
1 354
21
3 662
484
10
6 393
403
1
7
6
390
8 896
710
1 859
54
5 324
949
ԥ
0
421
398
ԥ
192
ԥ
ԥ
10
0
ԥ
4
4
23
0
0
9
36
6
ԥ
65
ԥ
0
33
19
0
0
0
19
186
0
20
ԥ
163
3
ԥ
0
2 023
1 602
ԥ
736
ԥ
2
20
0
ԥ
11
6
252
0
0
15
70
69
ԥ
128
1
0
162
323
0
0
0
323
544
0
52
ԥ
486
5
ԥ
0
22 335
25 104
1
23 337
299
62
2 134
357
13 342
75
20
119
6
2 110
402
185
110
12
2 340
122
32
1 612
8
ԥ
ԥ
ԥ
7
1 758
226
193
5
1 278
56
ԥ
0
33 583
31 468
7
25 681
1 492
256
1 828
160
3 041
211
39
1 149
28
5 884
935
355
1 113
14
3 381
478
10
5 305
70
1
7
6
56
5 710
412
719
51
4 383
145
ԥ
0
2 784
2 560
ԥ
1 412
1
33
158
14
607
10
12
77
0
0
53
34
18
2
117
1
0
276
19
0
0
0
19
1 129
186
236
ԥ
132
575
ԥ
0
5 688
5 362
2
2 707
2
138
179
2
138
24
30
758
0
0
96
78
172
7
153
5
0
926
11
0
0
0
11
2 642
298
1 088
3
454
799
ԥ
0
(continua)
51
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Continente
Principais
espécies
t
Alentejo
Sines
1 000 Euros
t
Total
1 000 Euros
t
Algarve
Lagos
1 000 Euros
t
Portimão
1 000 Euros
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
8 942
8 877
ԥ
8 409
96
18
298
148
2 699
70
8
35
ԥ
0
83
46
22
ԥ
4 087
58
388
351
15
1
2
ԥ
12
453
35
81
ԥ
301
35
0
0
13 018
13 060
ԥ
11 508
131
81
218
26
617
149
18
268
ԥ
0
151
88
238
1
7 947
260
123
1 193
173
13
20
2
138
1 380
165
338
3
799
74
0
0
23 591
22 712
ԥ
15 717
130
326
1 987
705
5 015
119
12
226
5
0
367
138
51
10
4 112
186
656
1 672
676
391
3
151
131
6 316
289
500
21
4 941
565
3
0
54 477
56 672
ԥ
26 645
215
1 250
1 904
325
1 442
291
49
2 120
19
0
876
363
539
16
8 124
1 038
227
7 846
10 083
5 538
82
1 935
2 527
19 941
529
2 069
240
16 010
1 093
3
0
2 436
2 704
ԥ
1 885
3
72
448
66
243
54
6
59
2
0
36
56
21
1
173
110
76
458
27
0
3
0
25
792
1
66
6
695
24
ԥ
0
8 803
8 819
ԥ
5 784
13
285
476
33
94
140
21
529
6
0
92
141
262
1
324
586
22
2 758
328
0
76
0
252
2 707
4
287
67
2 259
90
1
0
4 171
5 463
ԥ
4 171
2
144
1 083
334
401
21
4
29
4
0
112
31
2
4
1 661
12
78
250
5
ԥ
ԥ
ԥ
5
1 285
3
58
3
1 212
9
2
0
10 244
11 955
ԥ
7 660
5
486
923
174
124
46
17
306
13
0
237
73
15
5
3 786
77
53
1 319
38
2
1
ԥ
35
4 254
32
238
30
3 925
29
3
0
(continua)
Descargas e capturas
Total
52
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Principais
espécies
t
Olhão
1 000 Euros
t
Continente
Algarve
Tavira
1 000 Euros
Vila Real de Santo António
t
1 000 Euros
Total
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
14 440
11 677
ԥ
8 833
125
101
432
305
4 370
39
2
113
0
0
146
37
25
4
2 278
25
1
832
2
ԥ
0
ԥ
2
2 842
264
306
12
1 763
497
0
0
17 808
20 100
ԥ
11 723
197
444
483
118
1 224
94
10
1 021
0
0
370
117
235
9
4 011
153
ԥ
3 237
3
ԥ
0
ԥ
3
8 374
449
1 259
140
5 708
818
0
0
1 000
1 412
0
82
ԥ
8
1
0
1
1
ԥ
16
0
0
7
8
1
ԥ
ԥ
ԥ
0
40
1
0
ԥ
0
ԥ
1 329
17
40
ԥ
1 261
11
0
0
4 101
4 847
0
466
ԥ
26
2
0
ԥ
2
ԥ
173
0
0
14
19
5
ԥ
ԥ
ԥ
0
223
5
0
3
0
2
4 376
37
163
1
4 099
75
0
0
1 545
1 456
0
746
ԥ
2
22
1
1
4
1
8
ԥ
0
67
6
2
ԥ
1
39
500
92
641
391
ԥ
151
100
68
4
29
ԥ
10
25
0
0
13 522
10 951
0
1 013
ԥ
9
21
1
ԥ
9
1
91
ԥ
0
163
12
21
ԥ
2
222
151
310
9 708
5 535
3
1 935
2 235
230
6
123
1
18
81
0
0
(continua)
53
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Principais
espécies
t
Total
1 000 Euros
t
Regiões Autónomas
Açores
S. Maria
S. Miguel
1 000 Euros
t
1 000 Euros
t
Terceira
1 000 Euros
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
13 366
13 961
0
13 419
8 571
9
0
715
306
517
0
0
360
206
15
115
0
0
1
3
0
2 600
10
0
3
0
7
532
ԥ
0
476
24
31
0
0
37 613
34 033
0
31 343
14 890
35
0
1 021
399
707
0
0
531
425
34
84
0
0
3
5
0
13 211
129
0
97
0
32
2 560
4
0
2 249
133
174
0
0
666
1 193
0
1 180
1 081
ԥ
0
6
ԥ
2
0
0
ԥ
0
ԥ
1
0
0
0
0
0
91
ԥ
0
0
0
ԥ
13
0
0
13
0
ԥ
0
0
1 602
2 138
0
2 088
1 729
ԥ
0
10
ԥ
2
0
0
ԥ
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
345
2
0
0
0
2
49
0
0
49
0
ԥ
0
0
6 307
5 914
0
5 531
2 887
8
0
523
251
330
0
0
348
5
9
83
0
0
1
2
0
1 084
3
0
1
0
2
379
0
0
363
16
ԥ
0
0
17 098
15 180
0
13 258
5 767
32
0
763
299
451
0
0
516
13
24
74
0
0
3
3
0
5 313
31
0
20
0
10
1 892
0
0
1 799
92
1
0
0
1 064
1 117
0
1 096
72
ԥ
0
120
46
122
0
0
9
108
4
24
0
0
ԥ
1
0
589
5
0
2
0
3
16
0
0
3
7
5
0
0
4 254
3 831
0
3 699
153
1
0
128
81
136
0
0
10
215
7
2
0
0
ԥ
1
0
2 965
56
0
45
0
11
76
0
0
9
38
28
0
0
(continua)
Descargas e capturas
Total
54
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Principais
espécies
t
Graciosa
1 000 Euros
Regiões Autónomas
Açores
S. Jorge
t
1 000 Euros
Pico
1 000 Euros
t
Total
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
123
170
0
134
ԥ
ԥ
0
1
2
4
0
0
ԥ
0
ԥ
1
0
0
0
ԥ
0
126
ԥ
0
ԥ
0
ԥ
35
0
0
34
ԥ
ԥ
0
0
704
1 124
0
983
ԥ
ԥ
0
2
4
5
0
0
ԥ
0
ԥ
ԥ
0
0
0
ԥ
0
970
8
0
8
0
ԥ
133
0
0
131
ԥ
2
0
0
284
293
0
266
166
ԥ
0
12
1
4
0
0
ԥ
0
ԥ
1
0
0
0
ԥ
0
82
1
0
1
0
1
26
ԥ
0
14
ԥ
11
0
0
834
721
0
579
252
ԥ
0
23
2
7
0
0
ԥ
0
ԥ
1
0
0
0
ԥ
0
293
21
0
19
0
2
120
4
0
53
1
62
0
0
2 283
3 825
0
3 777
3 574
ԥ
0
24
3
22
0
0
ԥ
3
ԥ
2
0
0
0
ԥ
0
148
1
0
ԥ
0
ԥ
47
0
0
35
ԥ
12
0
0
4 450
6 249
0
6 028
5 403
ԥ
0
52
6
57
0
0
ԥ
7
ԥ
1
0
0
0
ԥ
0
499
11
0
5
0
6
210
0
0
141
ԥ
69
0
0
(continua)
55
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Principais
espécies
Faial
t
1 000 Euros
Regiões Autónomas
Açores
Flores
t
1 000 Euros
Corvo
1 000 Euros
t
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
2 493
1 303
0
1 287
752
1
0
27
3
32
0
0
3
89
1
4
0
0
0
ԥ
0
375
ԥ
0
0
0
ԥ
16
0
0
14
ԥ
2
0
0
7 582
3 919
0
3 843
1 537
2
0
41
6
45
0
0
5
190
3
4
0
0
0
ԥ
0
2 010
ԥ
0
0
0
ԥ
76
0
0
65
1
10
0
0
109
127
0
126
39
ԥ
0
ԥ
ԥ
2
0
0
ԥ
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
85
0
0
0
0
0
1
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
813
722
0
718
49
ԥ
0
ԥ
ԥ
2
0
0
ԥ
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
666
0
0
0
0
0
4
0
0
2
ԥ
2
0
0
36
20
0
20
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
20
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
277
148
0
148
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
148
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
(continua)
Descargas e capturas
Total
56
Quadro 4.2 - Capturas nominais, por NUTS II e principais portos, segundo as espécies (cont.)
2013
Principais
espécies
Total
1 000 Euros
t
t
Regiões Autónomas
Madeira
Madeira
1 000 Euros
t
Porto Santo
1 000 Euros
Total
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Águas salobra e doce
Peixes marinhos
Atum e similares
Besugo
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Congro ou safio
Faneca
Linguado e azevia
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Raias
Robalos
Sarda
Sardinha
Tamboril
Verdinho
Diversos
Crustáceos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Diversos
Moluscos
Ameijoa
Choco
Lulas
Polvos
Diversos
Anim. aquátic. div.
Outros produtos
5 769
4 172
0
4 080
1 612
ԥ
0
429
140
1
0
0
0
1 758
0
ԥ
0
0
10
0
0
130
ԥ
0
0
0
ԥ
91
0
0
3
ԥ
89
0
0
12 676
10 920
0
10 613
4 296
1
0
502
184
2
0
0
0
5 312
0
ԥ
0
0
4
0
0
311
ԥ
0
0
0
ԥ
307
0
0
7
ԥ
300
0
0
5 742
4 154
0
4 062
1 599
ԥ
0
426
140
1
0
0
0
1 758
0
ԥ
0
0
10
0
0
129
ԥ
0
0
0
ԥ
91
0
0
3
ԥ
89
0
0
12 630
10 887
0
10 580
4 270
1
0
499
184
2
0
0
0
5 312
0
ԥ
0
0
4
0
0
307
ԥ
0
0
0
ԥ
307
0
0
7
ԥ
300
0
0
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Para mais informação consulte:
Capturas nominais de pescado (t) por Porto de descarga e Espécie; Anual
Capturas nominais de pescado (€) por Porto de descarga e Espécie; Anual
Estatísticas da Pesca 2013
27
18
0
18
12
0
0
4
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
46
33
0
33
26
0
0
3
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
57
Quadro 4.3 - Capturas nominais da pesca polivalente, por NUTS I, segundo as espécies
(pescado fresco ou refrigerado)
Principais
espécies
t
Portugal
1 000 Euros
Continente
t
1 000 Euros
t
Açores
1 000 Euros
t
2013
Madeira
1 000 Euros
2012 (i) (n)
2013 (i) (n)
Águas salobra e doce
Enguias
Lampreia
Sável
Savelha
Truta
Diversos
Peixes marinhos
Abróteas
Areeiro e carta
Atum e similares
Badejo
Besugo
Bica
Biqueirão
Boga
Cações
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Garoupas
Goraz
Imperador
Linguado e azevia
Pargos
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Pregado
Raias
Robalos
Rodovalho
Ruivos
Salema
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Solhas
Tainhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Diversos
Crustáceos
Camarões
Caranguejos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Santola
Diversos
Moluscos
Ameijoas
Berbigão
Búzios
Choco
Conquilha
Longueirões
Lulas
Mexilhão
Ostras
Polvos
Potas
Diversos
Anim. aquátic. div.
Ouriços
Outros produtos
Fígados
Óleos
Ovas
(i) Não inclui retiradas e rejeições
(n) Inclui capturas de pescadores apeados
70 301
60 464
129
5
50
71
2
1
1
41 003
612
27
11 323
79
354
81
23
65
81
482
2 116
1 257
4 292
370
1 482
493
256
1 290
321
30
751
186
803
153
397
4 093
1 930
38
949
552
39
265
123
158
24
666
536
87
430
415
19
4
3 351
456
13
235
ԥ
17
3
44
144
18 872
1 230
1 433
28
1 269
365
103
516
55
97
12 401
27
1 348
3
3
0
0
0
0
189 907
167 053
1 371
523
566
276
1
2
2
110 586
1 825
77
24 071
342
1 366
424
33
20
224
1 953
2 134
1 593
1 708
4 536
3 083
2 671
2 403
2 070
2 414
157
6 025
977
6 659
1 764
728
11 694
4 474
519
2 050
5 261
405
476
63
1 860
39
1 014
2 476
289
411
1 968
15
7
8 310
2 266
104
68
3
333
118
95
1 546
52 827
3 074
1 202
146
5 073
1 011
346
2 632
44
73
36 169
49
3 007
3
3
0
0
0
0
51 166
42 331
129
5
50
71
2
1
1
23 504
292
27
1 140
77
344
81
23
50
35
181
2 116
113
3 846
160
964
493
256
1 290
321
3
58
17
803
103
36
2 130
1 915
38
833
552
39
263
118
147
24
655
513
87
407
412
19
2
2 518
445
13
235
ԥ
13
3
44
138
18 249
1 230
1 433
28
1 269
365
103
37
55
97
12 377
26
1 229
3
3
0
0
0
0
139 618
122 101
1 371
523
566
276
1
2
2
68 629
846
77
4 885
333
1 330
424
33
8
138
652
2 134
70
1 126
2 245
2 375
2 671
2 402
2 070
2 414
6
643
182
6 659
1 343
197
5 957
4 440
519
1 966
5 261
405
475
57
1 780
39
1 007
2 409
289
366
1 962
15
2
6 419
2 137
104
68
3
236
118
93
1 515
49 960
3 070
1 202
146
5 073
1 011
346
376
44
73
36 036
49
2 534
3
3
0
0
0
0
13 366
13 961
0
0
0
0
0
0
0
13 419
312
0
8 571
1
9
0
0
5
46
298
0
715
306
209
517
0
0
0
0
26
692
168
0
44
360
206
15
0
115
0
0
2
5
11
0
1
21
0
23
3
0
ԥ
737
10
ԥ
0
0
3
0
ԥ
6
532
ԥ
0
ԥ
0
0
0
476
0
0
24
0
31
0
0
0
0
0
0
37 613
34 033
0
0
0
0
0
0
0
31 343
958
0
14 890
7
35
0
0
6
85
1 288
0
1 021
399
2 286
707
0
0
0
0
138
5 380
794
0
386
531
425
34
0
84
0
0
1
5
78
0
3
61
0
45
5
0
ԥ
1 692
129
ԥ
0
0
97
0
1
30
2 560
4
0
ԥ
0
0
0
2 249
0
0
133
0
174
0
0
0
0
0
0
5 769
4 172
0
0
0
0
0
0
0
4 080
9
0
1 612
ԥ
ԥ
ԥ
0
10
1
3
0
429
140
ԥ
1
0
ԥ
0
ԥ
2
ԥ
ԥ
0
6
0
1 758
0
0
ԥ
0
0
0
ԥ
ԥ
0
10
1
0
ԥ
0
0
2
96
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
ԥ
91
0
0
0
0
0
0
3
0
0
ԥ
ԥ
89
0
0
0
0
0
0
12 676
10 920
0
0
0
0
0
0
0
10 613
21
0
4 296
2
1
ԥ
0
6
1
13
0
502
184
5
2
0
ԥ
0
ԥ
13
2
ԥ
0
34
0
5 312
0
0
ԥ
0
0
0
ԥ
2
0
4
6
0
ԥ
0
0
5
199
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
ԥ
307
0
0
0
0
0
0
7
0
0
ԥ
ԥ
299
0
0
0
0
0
0
Descargas e capturas
Total
58
Quadro 4.4 - Capturas nominais da pesca polivalente, por NUTS II e principais portos
(pescado fresco ou refrigerado)
Total
Portos de descarga
Portugal
t
2012 (i)
2013 (i)
Portos de descarga
Portugal
2012 (i)
2013 (i)
Continente
Norte
Viana do Castelo
Póvoa do Varzim
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Tavira
Vila Real de S. António
(i) Não inclui retiradas e rejeições
(n) Inclui capturas de pescadores apeados
Estatísticas da Pesca 2013
1 000 Euros
70 301
60 464
42 331
6 892
1 590
1 986
3 315
13 282
5 374
1 574
1 308
5 026
10 990
322
8 988
1 679
1 213
1 213
9 954
2 223
1 675
4 527
1 412
118
Continente
Norte
Viana do Castelo
Póvoa do Varzim
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Tavira
Vila Real de S. António
Águas salobra e doce
t
1 000 Euros
189 907
167 053
122 101
17 632
5 108
3 928
8 596
38 796
9 661
3 167
3 827
22 142
29 046
1 454
22 749
4 844
3 989
3 989
32 637
8 361
5 800
12 996
4 847
634
t
Crustáceos
1 000 Euros
t
Moluscos
1 000 Euros
497
456
445
75
9
21
45
274
209
9
7
49
45
19
8
19
13
13
37
27
5
2
1
3
2 527
2 266
2 137
346
36
145
166
787
58
30
98
601
396
323
62
11
156
156
453
328
37
3
5
80
15 359
18 872
18 249
3 123
661
897
1 565
5 465
3 399
628
382
1 055
3 056
186
1 741
1 129
453
453
6 152
791
1 256
2 716
1 329
60
53 216
52 827
49 960
7 716
1 555
1 731
4 430
12 608
6 366
1 441
1 225
3 576
8 845
544
5 663
2 639
1 379
1 379
19 412
2 699
4 160
7 961
4 376
216
88
129
129
86
62
1
23
42
19
16
2
4
1
ԥ
1
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
1 385
1 371
1 371
1 175
1 060
2
113
187
95
54
5
33
9
ԥ
7
2
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
Animais aquáticos
t 1 000 Euros
1
3
3
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
0
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
3
ԥ
2
0
0
0
4
3
3
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
0
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
3
1
3
0
0
0
2013
Peixes marinhos
t
1 000 Euros
54 356
41 003
23 504
3 607
858
1 067
1 682
7 500
1 746
921
916
3 917
7 887
117
7 238
532
747
747
3 762
1 404
411
1 809
82
55
132 775
110 586
68 629
8 395
2 457
2 050
3 888
25 215
3 142
1 643
2 499
17 931
19 797
588
17 017
2 192
2 454
2 454
12 769
5 334
1 600
5 031
466
337
Outros Produtos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
(continua)
59
Quadro 4.4 - Capturas nominais da pesca polivalente, por NUTS II e principais portos
(pescado fresco ou refrigerado) (cont.)
Açores
2012 (i)
2013 (i)
Santa Maria
Vila do Porto
São Miguel
Ponta Delgada
Rabo de Peixe
Outros portos
Terceira
Praia da Vitoria
S. Mateus
Outros portos
Graciosa
Praia
Outros portos
São Jorge
Velas
Outros portos
Pico
Madalena
Lajes
S. João
Outros portos
Faial
Sª. Cruz do Faial - Horta
Outros portos
Flores
Lajes das Flores
Sª. Cruz das flores
Outros portos
Corvo
Vila Nova
Madeira
2012 (i)
2013 (i)
Madeira
Câmara de Lobos
Caniçal
Funchal
Outros portos
Porto Santo
Porto Santo
(i) Não inclui retiradas e rejeições
t
Total
1 000 Euros
13 366
13 961
1 193
1 193
5 914
4 837
1 076
0
1 117
639
477
0
170
170
0
293
293
0
3 825
3 825
0
0
0
1 303
1 303
0
127
0
127
0
20
20
5 769
4 172
4 154
1
1 443
2 633
77
18
18
37 613
34 033
2 138
2 138
15 180
12 210
2 970
0
3 831
2 197
1 634
0
1 124
1 124
0
721
721
0
6 249
6 249
0
0
0
3 919
3 919
0
722
0
722
0
148
148
12 676
10 920
10 887
4
3 809
6 810
263
33
33
Peixes marinhos
t
1 000 Euros
13 096
13 419
1 180
1 180
5 531
4 793
739
0
1 096
629
467
0
134
134
0
266
266
0
3 777
3 777
0
0
0
1 287
1 287
0
126
0
126
0
20
20
5 643
4 080
4 062
1
1 424
2 630
8
18
18
36 014
31 343
2 088
2 088
13 258
11 995
1 262
0
3 699
2 132
1 567
0
983
983
0
579
579
0
6 028
6 028
0
0
0
3 843
3 843
0
718
0
718
0
148
148
12 233
10 613
10 580
4
3 744
6 802
30
33
33
t
Crustáceos
1 000 Euros
7
10
ԥ
ԥ
3
2
1
0
5
1
3
0
ԥ
ԥ
0
1
1
0
1
1
0
0
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
ԥ
0
0
100
129
2
2
31
3
27
0
56
25
31
0
8
8
0
21
21
0
11
11
0
0
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
ԥ
0
0
t
2013
Moluscos
1 000 Euros
263
532
13
13
379
43
336
0
16
9
7
0
35
35
0
26
26
0
47
47
0
0
0
16
16
0
1
0
1
0
0
0
126
91
91
ԥ
19
3
69
0
0
1 498
2 560
49
49
1 892
211
1 681
0
76
40
35
0
133
133
0
120
120
0
210
210
0
0
0
76
76
0
4
0
4
0
0
0
443
307
307
ԥ
65
8
233
0
0
Descargas e capturas
Portos de descarga
60
Quadro 4.5 - Capturas nominais do arrasto costeiro e do cerco, segundo as espécies
(pescado fresco ou refrigerado)
2013
Portugal
Principais
espécies
Total
Águas salobra e doce
Enguias
Lampreia
Sável
Savelha
Truta
Diversos
Peixes marinhos
Abróteas
Areeiro e carta
Atum e similares
Badejo
Besugo
Bica
Biqueirão
Boga
Cações
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Garoupas
Goraz
Imperador
Linguado e azevia
Pargos
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Pregado
Raias
Robalos
Rodovalho
Ruivos
Salema
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Solhas
Tainhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Diversos
Crustáceos
Camarões
Caranguejos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Santola
Diversos
Moluscos
Ameijoas
Berbigão
Búzios
Choco
Conquilha
Longueirões
Lulas
Mexilhão
Ostras
Polvos
Potas
Diversos
Anim. aquátic. div.
Ouriços
Outros produtos
Fígados
Óleos
Ovas
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
t
2012 (i)
2013 (i)
Arrasto costeiro
1 000 Euros
14 456
16 520
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
15 117
4
94
1
8
321
8
3
1
6
36
7 776
1 345
760
ԥ
24
3
2
466
141
ԥ
31
ԥ
50
16
25
0
811
3
261
1
6
113
ԥ
42
204
43
37
ԥ
1
114
1 975
ԥ
382
641
98
ԥ
392
ԥ
150
ԥ
1
762
ԥ
0
1
43
0
ԥ
142
0
0
527
48
1
0
0
0
0
0
0
Cerco
t
36 224
31 104
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
18 634
8
225
2
44
1 140
28
5
1
17
82
8 101
672
266
5
72
28
19
568
1 016
ԥ
284
ԥ
421
199
95
0
1 953
66
509
6
85
131
ԥ
339
271
40
107
ԥ
ԥ
488
840
ԥ
504
9 657
2 222
ԥ
5 550
ԥ
1 867
ԥ
17
2 813
ԥ
0
2
179
0
ԥ
1 116
0
0
1 420
92
3
0
0
0
0
0
0
1 000 Euros
66 585
67 670
1
0
ԥ
1
ԥ
0
0
67 657
1
ԥ
178
0
68
5
364
154
ԥ
ԥ
5 445
895
32 257
ԥ
1
2
36
8
ԥ
0
ԥ
ԥ
2
2
0
0
5
ԥ
2
9
ԥ
ԥ
18
1
21
26 960
192
ԥ
842
ԥ
2
0
188
ԥ
0
ԥ
0
0
0
ԥ
0
12
0
0
0
5
0
0
1
0
0
6
0
0
0
0
0
0
0
0
55 176
54 991
2
0
ԥ
2
ԥ
0
0
54 939
4
ԥ
286
0
315
28
1 174
31
ԥ
ԥ
3 897
379
8 543
ԥ
2
13
282
9
ԥ
0
2
ԥ
15
17
0
0
21
1
5
78
ԥ
ԥ
7
5
21
38 624
519
1
360
ԥ
1
0
300
ԥ
0
ԥ
0
0
0
ԥ
0
50
0
0
0
21
0
0
9
0
0
20
0
0
0
0
0
0
0
0
61
Quadro 4.6 - Capturas nominais da pesca do arrasto costeiro, por NUTS II e principais portos
(pescado fresco ou refrigerado)
Portugal
t
2012 (i)
2013 (i)
Portos de descarga
Portugal
2012 (i)
2013 (i)
Continente
Norte
Viana do Castelo
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Vila Real de S. António
(i) Não inclui retiradas e rejeições
1 000 Euros
14 456
16 520
16 520
1 859
1 841
18
9 864
3 473
1 433
2 164
2 794
1 085
0
1 085
0
401
401
3 312
76
1 685
214
1 338
Continente
Norte
Viana do Castelo
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Vila Real de S. António
t
Crustáceos
1 000 Euros
949
641
641
0
0
0
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
1
0
1
0
2
2
639
0
ԥ
ԥ
638
Águas salobra e doce
t
1 000 Euros
11 662
9 657
9 657
0
0
0
2
ԥ
0
0
2
8
0
8
0
17
17
9 630
0
1
ԥ
9 628
36 224
31 104
31 104
1 971
1 898
73
14 135
4 137
2 040
3 473
4 484
1 582
0
1 582
0
161
161
13 255
22
2 224
691
10 317
t
Moluscos
1 000 Euros
862
762
762
18
0
18
572
254
114
130
74
16
0
16
0
ԥ
ԥ
157
0
28
120
8
3 868
2 813
2 813
73
0
73
2 200
1 037
410
510
244
47
0
47
0
ԥ
ԥ
493
0
94
385
13
2
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
ԥ
0
0
0
ԥ
0
ԥ
0
0
1
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0
ԥ
0
0
0
ԥ
0
ԥ
0
0
Animais aquáticos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2013
Peixes marinhos
t
1 000 Euros
12 644
15 117
15 117
1 841
1 841
0
9 292
3 219
1 319
2 034
2 719
1 068
0
1 068
0
399
399
2 517
76
1 656
93
691
20 692
18 634
18 634
1 898
1 898
0
11 933
3 100
1 630
2 964
4 238
1 527
0
1 527
0
144
144
3 133
22
2 129
306
676
Outros produtos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Descargas e capturas
Total
Portos de descarga
62
Quadro 4.7 - Capturas nominais da pesca do cerco, por NUTS II e principais portos
(pescado fresco ou refrigerado)
Total
Portos de descarga
Portugal
t
2012 (i)
2013 (i)
Continente
Norte
Viana do Castelo
Póvoa do Varzim
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Tavira
Vila Real de S. António
Portos de descarga
Portugal
2012 (i)
2013 (i)
Continente
Norte
Viana do Castelo
Póvoa do Varzim
Matosinhos
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Nazaré
Peniche
Lisboa
Cascais
Sesimbra
Setúbal
Alentejo
Sines
Algarve
Lagos
Portimão
Olhão
Tavira
Vila Real de S. António
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
1 000 Euros
66 585
67 670
67 670
17 178
539
358
16 281
17 795
2 054
8 812
494
6 436
15 987
75
15 031
881
7 263
7 263
9 446
406
2 104
6 937
0
0
t
Crustáceos
1 000 Euros
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
0
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
0
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
55 176
54 991
54 991
14 906
443
331
14 133
12 590
1 672
4 269
406
6 244
7 805
149
7 137
519
8 910
8 910
10 780
436
3 931
6 413
0
0
t
Moluscos
1 000 Euros
3
12
12
ԥ
0
ԥ
ԥ
3
3
ԥ
ԥ
0
1
0
ԥ
1
ԥ
ԥ
8
1
ԥ
6
0
0
2013
Peixes marinhos
t
1 000 Euros
Águas salobra e doce
t
1 000 Euros
24
50
50
ԥ
0
ԥ
ԥ
9
8
ԥ
ԥ
0
4
0
1
3
ԥ
ԥ
36
8
ԥ
28
0
0
1
1
1
ԥ
0
0
ԥ
1
ԥ
ԥ
0
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
ԥ
2
2
ԥ
0
0
ԥ
2
1
1
0
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
0
0
Animais aquáticos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
66 581
67 657
67 657
17 178
539
358
16 281
17 791
2 050
8 811
494
6 436
15 986
75
15 031
880
7 263
7 263
9 439
404
2 104
6 931
0
0
t
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
55 152
54 939
54 939
14 906
443
331
14 132
12 579
1 663
4 267
406
6 244
7 801
149
7 137
516
8 910
8 910
10 744
428
3 931
6 386
0
0
Outros produtos
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
63
Quadro 4.8 - Capturas nominais da pesca em águas não nacionais (Espanha e Marrocos) e
descarregada em portos nacionais, segundo as espécies (pescado fresco ou refrigerado)
Portugal
2013
2012 (i)
2013 (i)
Águas salobra e doce
Enguias
Salmão
Sável
Savelha
Truta
Diversos
Peixes marinhos
Abróteas
Areeiro e carta
Atum e similares
Badejo
Besugo
Bica
Biqueirão
Boga
Cações
Cantarilhos
Carapau
Carapau negrão
Cavala
Cherne
Congro ou safio
Corvinas
Dourada
Faneca
Galo negro
Garoupas
Goraz
Imperador
Linguado e azevia
Pargos
Peixe espada
Peixe espada preto
Pescadas
Pregado
Raias
Robalos
Rodovalho
Ruivos
Salema
Salmonetes
Sarda
Sardinha
Sargos
Solhas
Tainhas
Tamboril
Verdinho
Xaputa
Diversos
Crustáceos
Camarões
Caranguejos
Gambas
Lagostas e lavagantes
Lagostim
Santola
Diversos
Moluscos
Ameijoas
Berbigão
Búzios
Choco
Conquilha
Longueirões
Lulas
Mexilhão
Ostras
Polvos
Potas
Diversos
Anim. aquátic. div.
Ouriços
Outros produtos
Fígados
Óleos
Ovas
Total
(i) Não inclui retiradas e rejeições
t
Em águas de Espanha
1 000 Euros
243
213
0
0
0
0
0
0
0
95
1
ԥ
ԥ
0
2
1
0
0
ԥ
0
1
0
ԥ
ԥ
4
3
7
ԥ
ԥ
0
0
0
15
1
0
0
28
ԥ
9
ԥ
ԥ
ԥ
0
1
ԥ
1
2
ԥ
ԥ
2
0
0
13
ԥ
0
0
0
ԥ
0
ԥ
0
118
0
0
3
30
0
0
ԥ
0
0
85
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
t
1 174
864
0
0
0
0
0
0
0
424
2
ԥ
ԥ
0
12
7
0
0
ԥ
0
2
0
ԥ
3
9
21
40
1
ԥ
0
0
0
157
8
0
0
64
4
20
4
5
1
0
14
ԥ
2
8
1
ԥ
10
0
0
26
4
0
0
0
3
0
1
0
436
0
0
42
108
0
0
ԥ
0
0
286
0
ԥ
0
0
0
0
0
0
Em águas de Marrocos
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Descargas e capturas
Principais
espécies
64
Quadro 4.9 - Capturas nominais da pesca em águas de Espanha e descarregada
em portos nacionais
Total
Portos de descarga
Portugal
t
1 000 Euros
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
243
213
213
0
0
213
0
65
104
44
Continente
Lisboa
Sesimbra
Algarve
Lagos
Olhão
Tavira
Vila Real de S. António
Portos de descarga
Portugal
1 174
864
864
0
0
864
0
223
409
232
Crustáceos
1 000 Euros
t
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
1
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
0
0
ԥ
ԥ
Continente
Lisboa
Sesimbra
Algarve
Lagos
Olhão
Tavira
Vila Real de S. António
Águas salobra e doce
t
1 000 Euros
Moluscos
1 000 Euros
t
56
4
4
0
0
4
0
0
2
2
94
118
118
0
0
118
0
15
91
12
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Animais aquáticos
t
1 000 Euros
463
436
436
0
0
436
0
50
328
58
2013
Peixes marinhos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
147
95
95
0
0
95
0
50
12
32
655
424
424
0
0
424
0
173
79
172
Outros produtos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Quadro 4.10 - Capturas nominais da pesca em águas de Marrocos e descarregada em portos
nacionais
Total
Portos de descarga
Portugal
t
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Portos de descarga
Portugal
2012 (h) (i)
2013 (h) (i)
Continente
Centro
Peniche
Lisboa
Sesimbra
Algarve
Lagos
Olhão
Tavira
(h) Peixe fresco ou refrigerado
(i) Não inclui retiradas e rejeições
Estatísticas da Pesca 2013
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Continente
Centro
Peniche
Lisboa
Sesimbra
Algarve
Lagos
Olhão
Tavira
t
Crustáceos
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Águas salobra e doce
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
t
Moluscos
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Animais aquáticos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2013
Peixes marinhos
t
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
t
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Outros produtos
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
65
Quadro 4.11 - Capturas nominais por mês e área de pesca (divisão FAO)
Unidade: t
Áreas
jan
fev
mar
abr
mai
Peso à saída da água
jun
jul
ago
2012 14 122 13 451 15 564 12 561 18 677 15 882
2013 10 086 11 098 15 643 14 854 15 745 18 318
21 - ATLÂNTICO NOROESTE (NAFO) (o)
162 1 211 1 847 1 705 1 335 1 747
3L
32
157
273
199
49
378
3M
117
656 1 150 1 268
518
610
3N
14
74
149
94
178
243
3O
0
324
272
132
560
495
6H
0
0
2
11
29
21
27 - ATLÂNTICO NORDESTE (ICES)
9 526 8 747 13 187 11 679 13 058 15 282
IIa - Noruega
204
0 1 596
971
8
21
IIb - Svalbard
0
0
491
40
28
870
VIII - Norte de Espanha
379
740 4 333 1 272
184
167
IXa - Portugal Continental
8 444 7 183 6 127 8 746 11 084 11 908
Xa - Açores
496
701
612
650 1 743 2 267
XIVb - Divisão Nordeste da Gronelândia
ԥ
0
24
0
0
0
Outras
4
123
4
0
12
49
31 - ATLÂNTICO CENTRO-OCIDENTAL
23
44
0
12
0
0
34 - ATLÂNTICO CENTRO-ESTE (CECAF)
299
351
396
903
776
846
34.1.1 Divisão Costeira de Marrocos
7
1
11
6
16
10
34.1.2 Madeira
238
196
247
549
671
630
34.1.3 Divisão Costeira do Sara
12
0
1
19
6
0
34.2.0 Divisão Oceânica Norte
39
57
33
221
82
194
34.3.1 Divisão Costeira de Cabo-Verde
0
0
0
0
0
0
34.3.2 Divisão Insular de Cabo-Verde
1
0
2
0
1
0
34.3.3 Divisão Sherbro
0
36
59
36
0
0
34.3.4 Divisão Oeste do Golfo da Guiné
0
0
ԥ
ԥ
0
0
34.3.5 Divisão Centro do Golfo da Guiné
0
0
0
0
0
0
34.4.1 Divisão Sudoeste do Golfo da Guiné
0
ԥ
13
0
0
0
34.4.2 Divisão Oceânica Sudoeste
2
62
30
72
0
11
37 - MEDITERRÂNEO E MAR NEGRO
8
16
12
6
14
11
41 - ATLÂNTICO SUDOESTE
67
354
152
311
158
47
41.1.4 Divisão Oceânica Norte
0
1
0
60
21
47
41.2.3 Divisão Oceânica Central
0
11
0
60
18
0
41.2.4 Divisão Oceânica Central
67
136
59
0
31
0
41.3.1 Norte da Patagónia
0
186
66
189
40
0
41.3.3 Divisão Oceânica Sul
0
20
26
ԥ
48
0
Outras
0
0
1
1
0
0
47 - ATLÂNTICO SUDESTE
0
46
48
61
107
27
47.A.0 Divisão Tristão da Cunha
0
0
0
0
2
0
47.C.0 Divisão Stª Helena e Ascenção
0
0
0
ԥ
4
1
Outras
0
46
48
61
100
25
51 - ÍNDICO OESTE
0
188
1
178
297
359
57 - ÍNDICO ESTE
0
0
0
0
0
0
71 - PACÍFICO CENTRO OESTE
0
0
0
0
0
0
77 - PACÍFICO CENTRO ESTE
ԥ
101
0
0
0
0
81 - PACÍFICO SUDOESTE
0
40
0
0
0
0
Nota - Inclui as quantidades retiradas, rejeitadas e as descargas efectuadas em portos não nacionais.
(o) Inclui todas as capturas efetuadas na àrea 21.
20 661
24 847
2 541
184
2 357
0
0
0
21 475
0
0
261
18 176
3 038
0
0
1
377
10
296
8
64
0
0
0
0
0
0
0
2
365
0
19
249
34
60
3
12
0
0
12
72
0
0
0
0
21 887
21 738
1 550
294
555
112
590
0
19 111
0
800
253
15 105
2 926
0
27
0
446
9
297
121
19
ԥ
0
0
0
0
0
0
27
275
0
274
0
0
1
0
ԥ
0
ԥ
0
328
0
0
1
0
set
out
20 761
19 075
1 421
181
447
37
757
0
16 635
0
0
383
14 480
1 767
0
4
0
594
7
359
0
3
0
0
0
0
0
0
225
ԥ
1
0
0
0
0
1
0
200
2
0
198
155
69
0
0
0
19 232
18 010
1 582
193
419
163
807
0
15 102
852
23
331
12 904
950
0
42
0
408
7
376
0
0
0
0
0
0
0
0
24
11
290
0
44
178
0
68
0
ԥ
0
ԥ
0
275
85
4
5
249
2013
nov
dez
Total
15 891 8 824 197 512
15 358 10 294 195 065
1 724 1 033 17 858
221
102
2 263
554
2
8 652
257
322
1 642
693
606
5 238
0
0
63
12 995 8 440 165 237
0
0
3 651
0
0
2 252
208
219
8 732
11 838 7 534 133 527
949
674 16 773
0
0
25
0
13
276
0
0
81
247
384
6 027
ԥ
4
88
246
170
4 276
0
0
167
0
0
711
0
21
22
0
64
68
0
1
132
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
13
0
124
551
13
13
133
219
0
2 238
0
0
129
0
0
427
219
0
939
0
0
515
0
0
224
0
0
5
0
112
612
0
0
4
0
ԥ
6
0
112
602
160
314
2 326
0
0
154
0
0
4
0
0
107
0
0
289
Descargas e capturas
Portugal
66
Quadro 4.12 - Capturas nominais por mês, área de pesca (divisão FAO) e
espécies em pesqueiros externos
Portugal
Áreas
2012 Po
2013 Po
21 - ATLÂNTICO NOROESTE (NAFO)
Cantarilhos do Norte nep
Bacalhau-do-Atlântico
Alabote da Gronelândia
Raias nep
Solha americana
Outras
27 - ATLÂNTICO NORDESTE (ICES) (o)
27 - IIa - Noruega
Bacalhau-do-Atlântico
Peixe vermelho da fundura
Arinca
Outras
27 - IIb - Svalbard
Bacalhau-do-Atlântico
Arinca
Cantarilhos do Norte nep
Outras
27 - VIII - Norte do Golfo da Gasconha
Sarda
Carapau
Cavala
Outras
27 - XIVb - Divisão Nordeste da Gronelandia
Bacalhau-do-Atlântico
Outras
27 - Outras
34 - ATLÂNTICO CENTRO-ESTE (CECAF) (o)
Tintureira
Tubarão anequim
Espadarte
Atum albacora
Sardinelas
Outras
41 - ATLÂNTICO SUDOESTE
Tintureira
Tubarão anequim
Espadarte
Atum albacora
Atum patudo
Outras
47 - ATLÂNTICO SUDESTE
Tintureira
Cachucho
Veleiro
Espadarte
Tubarão anequim
Outras
51 - OCEANO ÍNDICO OESTE
Espadarte
Tintureira
Tubarão anequim
Camarão navalha
Atum patudo
Outras
57 - OCEANO ÍNDICO ESTE
Tintureira
Espadarte
Tubarão anequim
Atum patudo
Escolar-preto
Outras
OUTROS PESQUEIROS EXTERNOS
Espadim negro
Tintureira
Gamba da Madeira
Outras
(No
Unidade: t
Peso à saída da água
mai
jun
jul
ago
set
out
jan
fev
mar
abr
2 234
908
162
106
5
36
4
2
10
587
204
0
204
0
0
0
0
0
0
0
4 747
3 018
1 211
669
294
175
10
15
49
863
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8 126
8 657
1 847
710
622
416
11
36
52
6 448
1 596
1 575
0
15
7
491
448
31
7
4
3 345 3 794 3 712
4 910 2 247 3 513
1 705 1 335 1 747
757 895
741
609 245
475
291 108
338
4
14
62
8
10
46
37
63
85
2 284 232 1 107
971
8
21
934
7
14
0
0
0
19
ԥ
ԥ
18
ԥ
7
40
28
870
36
27
806
1
1
30
0
0
19
3
1
16
379
740
4 333
1 272
184
105
130
5
139
ԥ
0
ԥ
4
61
45
4
5
0
0
7
67
51
5
10
ԥ
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
31
0
19
2
10
473
69
22
177
0
0
0
123
155
101
4
22
17
0
12
354
291
39
19
ԥ
ԥ
4
46
25
0
5
5
5
6
188
82
85
6
0
2
12
0
0
0
0
0
0
0
201
68
51
16
66
2 493
323
640
877
24
24
ԥ
4
149
85
20
10
8
0
26
152
136
10
5
1
0
ԥ
48
0
38
0
0
0
10
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
12
0
0
4
8
336
472
9
456
0
0
0
0
354
171
56
45
19
0
63
311
253
11
12
15
12
8
61
0
51
0
0
0
10
178
11
6
1
85
1
74
0
0
0
0
0
0
0
18
0
9
0
9
0
99
0
85
0
0
0
12
105
12
30
14
5
0
43
158
121
10
4
1
4
18
107
22
22
13
5
2
43
297
119
93
12
9
2
62
0
0
0
0
0
0
0
14
0
0
13
1
2013
nov
dez
976
582
2 325 1 916
1 724 1 033
658
474
539
87
156
109
169
193
73
65
130
104
208
232
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3 648
3 410
1 550
746
584
135
9
46
29
1 080
0
0
0
0
0
800
790
3
0
7
2 990
3 320
1 421
864
413
70
8
21
45
1 239
852
0
852
0
0
0
0
0
0
0
2 412
2 928
1 582
927
383
170
9
40
52
396
0
0
0
0
0
23
0
0
0
23
167
261
253
383
331
208
219
8 732
0
124
0
43
0
0
0
49
215
45
46
19
20
0
85
47
4
ԥ
3
25
10
5
27
0
19
0
0
0
7
359
175
134
15
ԥ
11
23
0
0
0
0
0
0
0
11
0
0
11
0
0
157
42
62
0
0
0
0
81
30
6
15
7
0
22
365
320
26
11
2
2
4
12
0
0
0
0
0
12
72
33
19
6
0
ԥ
15
0
0
0
0
0
0
0
4
0
1
0
2
ԥ
55
26
173
0
0
0
27
149
ԥ
0
0
0
100
49
275
257
8
6
3
0
1
ԥ
0
0
0
0
0
ԥ
328
171
102
20
0
ԥ
34
0
0
0
0
0
0
0
28
0
1
19
9
ԥ
54
28
301
0
0
0
4
234
176
2
10
23
0
23
1
0
0
0
0
0
1
200
104
0
14
23
15
44
155
88
26
12
0
10
19
69
40
19
5
3
2
ԥ
ԥ
0
0
0
ԥ
0
82
32
218
0
0
0
42
32
11
ԥ
1
11
0
8
290
269
12
7
2
0
0
ԥ
0
0
0
0
0
ԥ
275
160
57
23
0
25
10
85
67
12
4
2
1
ԥ
269
124
82
9
54
0
64
0
143
0
0
0
0
ԥ
0
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
219
198
7
6
0
8
0
0
0
0
0
0
0
0
160
57
79
19
0
2
3
0
0
0
0
0
0
0
13
0
0
13
ԥ
0
51
0
167
0
0
0
13
214
173
1
4
4
0
31
0
0
0
0
0
0
0
112
90
0
4
2
11
4
314
186
77
19
0
16
15
0
0
0
0
0
0
0
13
0
0
13
0
3 406
1 681
803
2 840
25
24
1
276
1 750
851
170
146
115
100
369
2 238
1 900
128
83
49
37
42
612
241
131
36
35
33
137
2 326
1 081
680
133
95
70
268
154
106
31
9
5
3
ԥ
613
191
163
100
158
Nota - Inclui as quantidades retiradas, rejeitadas e as descargas efetuadas em portos não nacionais.
(o) Não estão contempladas as Divisões estatísticas correspondentes à ZEE nacional, Divisão IXa e Xa da área de pesca 27 e Divisão 34.1.2 da área de pesca 34.
Estatísticas da Pesca 2013
Total
2 992
3 337
2 541
1 798
555
121
2
44
22
261
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
39 559
40 488
17 858
9 346
4 810
2 124
494
405
678
14 937
3 651
2 530
1 055
35
31
2 252
2 106
66
27
53
Aquicultura
e
salicultura
69
5 - AQUICULTURA E SALICULTURA
Produção na Aquicultura
Figura 5.1
A produção em águas salobras e marinhas
continua a ser a mais importante, e reforçou o
seu peso em 2012, correspondendo a cerca de
95,4% da produção total. A produção de peixe em
águas salobras e marinhas representou 57,3%,
da qual 89,6% se refere dourada e pregado. Os
moluscos bivalves representaram 38,0% da
produção total, mantendo-se as amêijoas como a
espécie mais relevante.
O aumento na produção de peixes marinhos deveu-se essencialmente à maior produção de espécies
como o pregado, robalo e dourada, bem como de
linguados. Em águas doces ocorreu uma redução
da produção de truta, em cerca de 57%.
Figura 5.2
Figura 5.1 - Produção de aquicultura (2011-2012)
103 t
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
106 Euros
60
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
2011
2012
Quantidade
Valor
Figura 5.2 - Estabelecimentos de aquicultura, em
Portugal (2012)
Viveiros
90,9%
Em finais de 2012 existiam 1 492 estabelecimentos
licenciados para aquicultura, para águas doces,
salgadas e salobras, ou seja menos 78 unidades
em relação a 2011. Em termos de área total ocupada
pela atividade aquícola, assistiu-se a uma diminuição
de 7,3%, na sequência da revisão do licenciamento
de alguns estabelecimentos aquícolas,
nomeadamente de viveiros de bivalves.
Unidades de
reprodução
0,5%
Tanques
6,8%
Flutuantes
1,9%
A estrutura em termos de tipo de estabelecimentos manteve-seem 2012, com cerca de 91% de viveiros para
produção de moluscos bivalves, a maioria dos quais localizados na Ria Formosa. Os tanques para a produção
de peixe representaram 6,8% e as estruturas flutuantes (maioritariamente destinadas à produção de moluscos
bivalves) 1,9% do total dos estabelecimentos licenciados.
No que respeita aos regimes de exploração, a
produção de aquicultura em águas doces manteve-se exclusivamente intensiva. Na produção aquícola
em águas marinhas e salobras, 39,9% do volume
total provém do regime extensivo, utilizado sobretudo
para a cultura de bivalves, 49,4% provém do regime
intensivo e 10,7% do semi-intensivo.
Figura 5.3 - Produção de aquicultura por tipo de
água e regime (2012)
103 t
5,5
5,0
4,5
4,0
3,5
3,0
2,5
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
49,4%
39,9%
10,7%
100,0%
Águas doces
Extensivo
Águas Salobras e Marinhas
Intensivo
Semi-intensivo
Aquicultura e salicultura
Em 2012, a produção em aquicultura ascendeu a
10 317 toneladas e gerou uma receita de 54 milhões
de euros. Estes valores representaram um aumento
em quantidade (+12,2%) e um decréscimo em valor
(-8,2%) relativamente a 2011, justificado pela
redução dos preços médios de venda de algumas
espécies de moluscos, nomeadamente da amêijoa.
70
Produção de sal
Figura 5.4 - Produção de sal marinho, por NUTS II
(2012-2013)
103t
100
90
80
70
A costa atlântica portuguesa, compreendida entre
a Ria de Aveiro e a Foz do Guadiana, apresenta
condições potencialmente favoráveis para a
produção de sal marinho por evaporação solar,
especialmente o Sul, como é próprio de um país
que se estende em latitude.
Em termos de condições edafoclimáticas, é no
Algarve que se encontram reunidas as melhores
condições para a produção de sal marinho, tendo
este Salgado representado, em 2013, cerca de
95% da produção nacional.
60
50
40
30
20
10
0
Total
Norte
2012
2013
Estatísticas da Pesca 2013
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Em 2013, a produção de sal marinho no
Continente situou-se nas 91 mil toneladas,
registando um aumento 2,9% em relação a 2012.
A produção média anual por salina foi de 2 173
toneladas, ou seja inferior em cerca de 12% ao
valor atingido em 2012.
71
Quadro 5.1 - Estabelecimentos de aquicultura, em Portugal
2011 Rv
2012
Tipo de estabelecimento
Unidade de reprodução
Unidade de engorda
Tanque
Viveiro
Flutuante
Regime de exploração
Extensivo
Intensivo
Semi-intensivo
Estabelecimentos Ativos com Produção (p)
Total
2011 Rv
2012
Tipo de estabelecimento
Unidade de reprodução
Unidade de engorda
Tanque
Viveiro
Flutuante
Regime de exploração
Extensivo
Intensivo
Semi-intensivo
ha
1 568
1 492
1 707
1 583
37
20
57
9
1 531
1 472
1 651
1 574
7
1 485
101
1 356
28
6
1 577
795
520
263
4
16
15
0
1
4
5
4
0
1
3
1 469
86
1 356
27
2
1 572
791
520
262
1 398
33
61
864
185
534
0
20
0
0
9
0
1 398
13
61
864
176
534
1 476
1 432
1 214
1 250
13
7
27
3
1 463
1 425
1 187
1 247
2
1 430
67
1 349
14
ԥ
1 250
575
516
159
0
7
6
0
1
0
3
2
0
1
2
1 423
61
1 349
13
ԥ
1 247
572
516
158
1 376
16
40
780
127
343
0
7
0
0
3
0
1 376
9
40
780
124
343
(p) - Incluem-se todos os estabelecimentos que se encontram em laboração, mesmo que a sua atividade não contribua para a produção final, ex.: repovoamento
Para mais informação consulte:
Estabelecimentos de aquicultura (N.º) por Tipo de água (aquicultura) e Tipo de estabelecimento
(Aquicultura); Anual
Superfície (ha) dos estabelecimentos de aquicultura por Tipo de água (aquicultura) e Tipo de
estabelecimento (Aquicultura); Anual
Estabelecimentos de aquicultura ativos (N.º) por Tipo de água (aquicultura) e Tipo de
estabelecimento (Aquicultura); Anual
Superfície (ha) dos estabelecimentos de aquicultura ativos por Tipo de água (aquicultura) e
Tipo de estabelecimento (Aquicultura); Anual
Aquicultura e salicultura
nº
Licenciados
Total
Pisciculturas e molusciculturas
Águas doces
Águas salobras e marinhas
nº
ha
nº
ha
Total
Tipo de estabelecimento e regime de exploração
72
Quadro 5.2 - Produção de aquicultura em águas interiores e oceânicas por tipo de água e regime,
segundo as espécies
Portugal
Principais espécies
t
2011 Rv
2012
Portugal
Águas doces
Truta arco-íris
Truta comum
Águas salobras e marinhas
Peixes
Corvina legítima
Corvinas nep
Dourada
Enguia europeia
Linguado legítimo
Linguados nep
Pregado
Robalo baila
Robalo legítimo
Robalos nep
Sargo legítimo
Sargos nep
Taínhas
Moluscos e Crustáceos
Amêijoas (q)
Berbigão vulgar (q)
Camarinha (q)
Lambujinha
Longueirão
Mexilhões nep
Ostra japonesa
Ostra portuguesa
Ostras nep (q)
Total
1 000 Euros
9 194
10 317
479
479
0
9 839
5 915
5
6
895
1
45
ԥ
4 406
ԥ
531
25
ԥ
ԥ
ԥ
3 924
2 394
449
ԥ
4
4
338
338
188
210
58 432
53 659
1 418
1 418
0
52 241
29 396
54
22
4 752
5
593
1
20 374
1
3 404
185
1
2
1
22 845
20 227
301
2
6
11
154
885
778
480
Águas doces, salobras e marinhas
Extensivo
Intensivo
t
1 000 Euros
t
1 000 Euros
3 504
3 927
0
0
0
3 927
4
0
0
3
ԥ
ԥ
ԥ
0
0
ԥ
ԥ
ԥ
0
ԥ
3 923
2 394
449
ԥ
4
4
338
338
187
210
29 024
22 864
0
0
0
22 864
23
0
0
15
3
3
ԥ
0
0
1
ԥ
ԥ
0
ԥ
22 841
20 227
301
1
6
11
154
885
775
480
4 763
5 337
479
479
0
4 858
4 858
5
0
406
0
40
0
4 406
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
23 776
24 119
1 418
1 418
0
22 701
22 701
54
0
1 740
0
522
0
20 374
0
11
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Semi-intensivo
t
1 000 Euros
927
1 054
0
0
0
1 054
1 053
0
6
486
ԥ
5
ԥ
0
ԥ
530
25
ԥ
ԥ
ԥ
1
0
ԥ
ԥ
0
0
0
0
1
0
5 632
6 676
0
0
0
6 676
6 672
0
22
2 997
2
68
1
0
1
3 392
185
1
2
ԥ
4
0
ԥ
1
0
0
0
0
3
0
(q) Espécies de regime extensivo, produzidas em pisciculturas de tipo misto (extensivo e semi-intensivo) classificadas como semi-intensivas em função do regime de produção
predominante.
Para mais informação consulte:
Produção dos estabelecimentos de aquicultura (t) por Tipo de água (aquicultura), Regime de
exploração e Espécie (pesca e aquicultura); Anual
Produção dos estabelecimentos de aquicultura (€) por Tipo de água (aquicultura), Regime
de exploração e Espécie (pesca e aquicultura); Anual
Estatísticas da Pesca 2013
73
Quadro 5.3 - Produção de aquicultura em águas interiores e oceânicas, por NUTS II
Portugal
2012
Águas doces
NUTS II
t
2011 Rv
2012
Portugal
9 194
10 317
9 898
321
5 465
355
248
3 509
419
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Madeira
NUTS II
t
2011 Rv
2012
Portugal
NUTS II
t
2011 Rv
2012
t
2 597
1 418
1 082
825
257
0
0
0
336
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8 079
9 839
9 523
21
5 390
355
248
3 509
316
Águas salobras e marinhas
Intensivo
t
1 000 Euros
29 024
22 864
22 864
0
1 957
119
288
20 500
0
3 648
4 858
4 542
21
4 427
0
90
5
316
Extensivo
1 000 Euros
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Águas salobras e marinhas
Total
t
1 000 Euros
Semi-intensivo
t
1 000 Euros
2 597
1 418
1 082
825
257
0
0
0
336
Extensivo
1 000 Euros
Total
1 000 Euros
1 115
479
375
300
75
0
0
0
103
Águas doces
Intensivo
1 000 Euros
3 504
3 927
3 927
0
583
170
158
3 015
0
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Madeira
t
58 432
53 659
52 059
1 024
24 997
1 173
765
24 099
1 599
1 115
479
375
300
75
0
0
0
103
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Madeira
Portugal
1 000 Euros
t
21 179
22 701
21 438
200
20 708
0
477
54
1 263
55 835
52 241
50 978
200
24 740
1 173
765
24 099
1 263
Semi-intensivo
1 000 Euros
927
1 054
1 054
0
380
186
0
488
0
5 632
6 676
6 676
0
2 076
1 055
0
3 545
0
Quadro 5.4 - Vendas da aquicultura para o mercado nacional e internacional, por espécie
Portugal
Principais espécies
Total
t
2011 Rv
2012
Águas doces
Truta arco-íris
Truta comum
Águas salobras e marinhas
Peixes
Corvina legítima
Corvinas nep
Dourada
Enguia europeia
Linguado legítimo
Linguados nep
Pregado
Robalo baila
Robalo legítimo
Robalos nep
Sargo legítimo
Sargos nep
Taínhas
Moluscos e Crustáceos
Amêijoas (r)
Berbigão vulgar (r)
Camarinha
Lambujinha
Longueirão
Mexilhões nep (r)
Ostra japonesa
Ostra portuguesa
Ostras nep (r)
(r) quantidades estimadas
1000 Euros
7 929
10 217
469
469
ԥ
9 747
5 848
5
6
870
1
16
ԥ
4 391
ԥ
556
2
ԥ
ԥ
ԥ
3 899
2 394
449
ԥ
4
4
326
338
175
210
53 128
52 992
1 396
1 394
1
51 596
28 784
54
22
4 658
4
198
1
20 300
1
3 525
18
1
2
1
22 812
20 227
301
ԥ
6
11
145
886
755
480
Águas doces, salobras e marinhas
Nacional
t
1000 Euros
5 311
5 913
469
469
ԥ
5 444
1 604
5
6
860
1
16
ԥ
195
ԥ
519
2
ԥ
ԥ
ԥ
3 840
2 394
449
ԥ
4
4
326
280
175
209
37 781
33 133
1 396
1 394
1
31 738
9 133
54
22
4 594
4
197
1
936
ԥ
3 303
18
1
2
1
22 605
20 226
301
ԥ
6
11
145
681
755
478
t
Internacional
1000 Euros
2 619
4 303
0
0
0
4 303
4 244
0
0
10
0
ԥ
0
4 196
ԥ
37
0
ԥ
0
0
59
ԥ
0
0
0
0
0
58
ԥ
1
15 347
19 858
0
0
0
19 858
19 651
0
0
64
0
2
0
19 364
ԥ
222
0
ԥ
0
0
207
ԥ
0
0
0
0
0
204
ԥ
2
Aquicultura e salicultura
TOTAL
74
Quadro 5.5 - Repovoamento da aquicultura por origem das espécies,
expresso em número de indivíduos
Unidade: 1 000 indivíduos
Espécies
Total
2011
2012
Águas doces
Truta arco-íris
Truta comum
Águas salobras e marinhas
Peixes
Dourada
Linguado legítimo
Pregado
Robalo legítimo
Moluscos e Crustáceos
Amêijoas
Berbigão vulgar
Mexilhões
Ostras
Origem do repovoamento
Unidade de Reprodução
Captura em Meio Ambiente
Nacional
314 040
314 059
3 787
3 716
71
310 272
10 523
4 537
217
4 922
847
299 749
261 381
3 470
2 799
32 099
5 957
12 750
204
148
56
12 546
292
200
92
0
0
12 254
12 107
0
143
4
Comércio Internacional
Entradas
158 691
268 665
0
0
0
268 665
3
2
1
0
0
268 662
249 274
3 470
2 656
13 262
149 392
32 644
3 583
3 568
15
29 061
10 228
4 335
124
4 922
847
18 833
0
0
0
18 833
Para mais informação consulte:
Repovoamento aquícola (N.º) por Localização geográfica (NUTS - 2002), Origem do
repovoamento (aquicultura) e Espécie (pesca e aquicultura); Anual
Quadro 5.6 - Produção de sal marinho, por NUTS II e zona de salgado, no Continente
Salinas com atividade
nº
NUTS II /Zona de salgado
2012
2013
Norte
Centro
Aveiro
Figueira da Foz
Lisboa
Tejo
Sado
Alentejo
Tejo
Sado
Algarve
Algarve
Estatísticas da Pesca 2013
Área
ha
36
42
0
15
5
10
0
0
0
2
1
1
25
25
Produção
t
768
955
0
41
19
22
0
0
0
51
2
48
864
864
88 693
91 282
0
1 044
299
744
0
0
0
3 694
1 394
2 300
86 545
86 545
Indústria
tr
ansf
or
mador
a
transf
ansfor
ormador
madora
dos
produtos
da pesca e
aquicultura
77
1
6 - INDÚSTRIA TRANSFORMADORA DOS PRODUTOS DA PESCA E AQUICULTURA
Em relação à estrutura da produção, os
“congelados” continuaram a ser o grupo mais
representativo em 2012 (49,9%), seguido pelos
“secos e salgados” (29,0%), que reforçaram o seu
peso no ano em análise, constituindo as
“preparações e conservas” o grupo com menor
peso (21,1%).
Em 2012 foram produzidas 106 mil toneladas de
“congelados”, tendo o volume de produção mais
expressivo (em termos absolutos) correspondido
ao “bacalhau”, seguido dos “invertebrados
aquáticos”.
A produção de “secos e salgados” atingiu as 61
mil toneladas, tendo peso mais acentuado neste
grupo correspondido ao “bacalhau salgado seco”,
com uma produção de 50 mil toneladas.
As “preparações e conservas” atingiram 45 mil
toneladas e apresentaram como produções mais
significativas as “conservas de atum em outros óleos
vegetais” e as “conservas de sardinha em outros
óleos vegetais”.
1
Figura 6.1 - Quantidades Produzidas pela Indústria
Transformadora da pesca (2012)
Produtos
secos e
salgados
29,0%
Preparações
e conservas
21,1%
Produtos
congelados
49,9%
100%
80%
60%
40%
20%
0%
Produtos congelados
Bacalhau congelado
Bacalhau salgado seco
Sardinha
Outros
Produtos secos e
Preparações e
salgados
conservas
Invertebrados aquáticos
Atum
Cavala, cavalinha e sarda
A partir de 2012 (período de referência dos dados) o Inquérito Anual à Produção Industrial (IAPI) teve melhoria de cobertura e novo
processo de apuramento, motivos pelos quais os dados não são diretamente comparáveis com os anos anteriores.
Indústria transformadora dos produtos da pesca e aquicultura
A Indústria Transformadora da Pesca e Aquicultura
apresentou em 2012 uma produção conjunta de
“congelados”, “secos e salgados” e “preparações
e conservas” que totalizou 212 mil toneladas. Foram
vendidas 176 mil toneladas, isto é, cerca de 83%
da produção nacional. O valor das vendas foi 784
milhões de euros. De referir ainda que 62% da
produção foi escoada no mercado interno.
78
Quadro 6.1 - Número de empresas e pessoal ao serviço na indústria transformadora da pesca e
aquicultura, por NUTS II
NUTS II
Empresas
2010
Pessoal ao serviço
194
176
73
64
19
8
12
10
8
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Empresas
7 277
…
1 755
3 139
806
259
…
…
…
2011
Pessoal ao serviço
185
167
62
68
19
8
10
10
8
Empresas
7 314
…
1 778
3 308
760
221
…
…
…
Unidade: nº
2012
Pessoal ao serviço
180
163
61
66
20
6
10
10
7
6 823
…
1 585
3 353
697
75
…
…
…
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas.
Para mais informação consulte:
Empresas (N.º) por Localização geográfica (NUTS - 2002) e Atividade económica (Subclasse
- CAE Rev. 3); Anual
Pessoal ao serviço (N.º) das Empresas por Localização geográfica (NUTS - 2002) e Atividade
económica (Subclasse - CAE Rev. 3); Anual
Quadro 6.2 - Quantidades produzidas de produtos provenientes da pesca e aquicultura,
pela indústria transformadora 1
Portugal
Produtos Produzidos
Produtos congelados
Dos quais:
Invertebrados aquáticos (inclui lulas, potas, chocos, polvos, amêijoas, berbigão
e outros), congelados, secos, salgados ou em salmoura.
Pescada congelada
Filetes de peixe congelados
Sardinha congelada
Bacalhau congelado
Redfish congelado
Produtos secos e salgados
Dos quais:
Bacalhau salgado seco
Preparações e conservas
Das quais:
Preparações e conservas de sardinha em azeite
Preparações e conservas de sardinha em outros óleos vegetais
Preparações e conservas de sardinha em tomate
Preparações e conservas de atum em azeite
Preparações e conservas de atum em outros óleos vegetais
Preparações e conservas de cavala, cavalinha e sarda em azeite
Preparações e conservas de cavala, cavalinha e sarda em outros óleos
2010
2011
t
2012
109 052
103 998
105 892
11 192
9 256
4 667
20 628
25 478
6 398
60 267
9 440
9 175
4 364
14 829
30 780
5 103
58 649
14 823
7 477
3 731
7 669
27 161
4 029
61 411
50 713
42 190
50 042
44 267
50 049
44 700
6 981
5 928
5 094
2 965
9 846
1 538
1 014
5 619
7 424
4 649
3 198
11 132
1 786
824
4 549
5 458
2 802
3 003
10 467
1 814
763
(1)
A partir de 2012 (período de referencia dos dados) o Inquérito Anual à Produção Industrial (IAPI) teve melhoria de cobertura e novo processo de apuramento, motivos pelos
quais os dados não são diretamente comparáveis com os anos anteriores.
Para mais informação consulte:
Produtos produzidos na indústria por Tipo de produto (Por CAE Rev. 3); Anual
Estatísticas da Pesca 2013
79
Quadro 6.3 - Quantidades vendidas e valor das vendas de produtos provenientes da pesca e
aquicultura, pela indústria transformadora 1
Portugal
Produtos Congelados
Dos quais:
Invertebrados aquáticos (inclui lulas, potas, chocos, polvos, amêijoas, berbigão
e outros), congelados, secos, salgados ou em salmoura.
Pescada Congelada
Filetes de peixe congelados
Sardinha Congelada
Bacalhau congelado
Redfish congelado
Produtos secos e salgados
Dos quais:
Bacalhau salgado seco
Preparações e conservas
Das quais:
Preparações e conservas de sardinha em azeite
Preparações e conservas de sardinha em outros óleos vegetais
Preparações e conservas de sardinha em tomate
Preparações e conservas de atum em azeite
Preparações e conservas de atum em outros óleos vegetais
Preparações e conservas de cavala, cavalinha e sarda em azeite
Preparações e conservas de cavala, cavalinha e sarda em outros óleos
2011 Po
1 000
t
Euros
2012
1 000
Euros
t
90 530
310 704
84 246
338 927
85 602
329 949
8 278
8 967
3 758
20 264
16 496
6 395
45 017
30 342
29 256
13 381
27 939
108 761
16 849
241 526
7 016
8 997
3 513
14 530
21 438
5 072
43 987
30 406
31 098
14 188
21 243
142 206
17 682
255 789
7 322
7 249
3 060
7 414
18 726
4 037
47 406
37 035
25 799
13 340
12 868
121 726
14 466
258 951
36 700
40 671
207 952
176 637
36 434
46 864
226 558
200 045
38 434
42 808
218 652
194 725
6 174
5 673
4 684
3 052
10 109
1 496
1 032
27 035
17 579
13 744
26 043
42 043
10 150
3 387
5 585
7 531
5 077
3 489
12 500
1 766
850
22 158
22 058
17 977
23 738
53 739
12 243
3 200
4 293
5 299
2 965
2 945
11 459
1 803
670
21 242
20 231
11 585
20 572
54 396
13 432
2 910
(1)
A partir de 2012 (período de referencia dos dados) o Inquérito Anual à Produção Industrial (IAPI) teve melhoria de cobertura e novo processo de apuramento, motivos pelos
quais os dados não são diretamente comparáveis com os anos anteriores.
Para mais informação consulte:
Produtos produzidos na indústria por Tipo de produto (Por CAE Rev. 3); Anual
Quadro 6.4 - Volume de negócios e VAB da indústria transformadora da pesca e aquicultura,
por NUTS II
3
Unidade: 10 euros
NUTSII
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2010
Volume de Negócios
1 089 175
…
213 472
625 528
112 531
42 112
…
…
…
VABpm
2011
Volume de Negócios
154 855
…
33 726
79 794
16 586
5 412
…
…
…
1 131 578
…
172 367
716 731
108 100
30 574
…
…
…
VABpm
158 799
…
31 298
89 030
19 390
3 186
…
…
…
2012
Volume de Negócios
VABpm
1 077 971
…
165 058
681 930
98 916
6 046
…
…
…
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas.
Para mais informação consulte:
Volume de negócios (€) das empresas por Localização geográfica (NUTS - 2002) e Atividade
económica (Subclasse - CAE Rev. 3); Anual
Valor acrescentado bruto (€) das Empresas por Localização geográfica (NUTS - 2002) e
Atividade económica (Subclasse - CAE Rev. 3); Anual
143 654
…
28 176
85 001
15 553
931
…
…
…
Indústria transformadora dos produtos da pesca e aquicultura
2010 Po
1 000
t
Euros
Produtos Vendidos
Comércio
Inter
nacional
Internacional
83
7 - COMÉRCIO INTERNACIONAL
Figura 7.1
As importações de “produtos da pesca ou
relacionados com esta atividade” atingiram um valor
de 1 471 milhões de euros em 2013, o que
corresponde a um decréscimo de 0,3% face ao
ano anterior.
Figura 7.1 - Comércio internacional de produtos da
pesca ou relacionados com esta atividade, em
valor (2012-2013)
106 Euros
1 600
1 400
1 200
1 000
800
600
400
200
0
Importação
2012
Exportação
2013
As importações de “Moluscos e invertebrados aquáticos, vivos, frescos, refrigerados, congelados” também
contribuíram significativamente para a redução global, tendo registado uma redução de 12,6%, em resultado
sobretudo da diminuição contabilizada nos “Chocos, potas e lulas, congelados, secos, salgados” (-15,8%),
que mais do que compensou o aumento verificado nos “Peixes frescos ou refrigerados, etc.” (+8,1%).
Em 2013, o peso dos “peixes secos, salgados, e fumados” atingiu os 19,7% (-1,5 p.p. face a 2012), pelo que
continuaram a ser o 2º principal grupo de produtos
importado. De salientar que os “bacalhaus salgados”
Figura 7.2 - Valor das Importações e Exportações
(secos e não secos) concentraram 10% do valor
por grupo de produtos (2013)
global da importação dos “produtos da pesca ou
relacionados com esta atividade”. O maior
Importações
Outros
Peixes
fornecedor deste grupo de produtos foi a Suécia,
20,7%
frescos ou
Moluscos
com um peso de 51,5% (-1,8 p.p. face a 2012),
refrigerados
(vivos,frescos
16,7%
seguida dos Países Baixos (peso de 12,6%).
refrig.,congel
Os “Peixes frescos ou refrigerados” reforçaram a
sua posição como 3º principal grupo de produtos
proveniente dos mercados externos no ano de 2013,
tendo atingido um peso de 16,7% (+1,3 p.p. face a
2012). As importações de “Peixes frescos ou
refrigerados” aumentaram 8,1% em relação ao ano
anterior. Nas importações deste grupo de produtos,
Espanha registou um peso de 55,2%, o que
representa uma redução relativamente ao ano
anterior (-2,8 p.p.), seguindo-se a Suécia com um
peso de 14,5% (+4,5 p.p.).
Em 2013, Espanha permaneceu como o principal
fornecedor de “produtos da pesca” a Portugal,
exceto no que respeita aos “peixes secos, salgados
e fumados” em que esse lugar foi ocupado pela
Suécia.
No ano de 2013, as exportações de “produtos da
pesca ou relacionados com esta atividade” atingiram
um valor de 832 milhões de euros, o que representa
um aumento de 2,3% relativamente a 2012.
ados)
10,7%
Preparações
e conservas
de peixe
9,7%
Peixes
congelados
22,6%
Peixes secos,
salgados e
fumados
19,7%
Exportações
Outros
20,9%
Moluscos
(vivos,frescos
refrig.,congela
dos)
15,0%
Preparações
e conservas
de peixe
24,8%
Peixes
frescos ou
refrigerados
13,4%
Peixes
congelados
17,6%
Peixes secos,
salgados e
fumados
8,3%
Comércio internacional
Esta evolução deveu-se principalmente à redução
registada nas importações de “Bacalhaus salgados
e secos” (taxa de variação anual de -14,4%). O
principal grupo de produtos proveniente dos
mercados externos continuou a ser os “Peixes
congelados exceto filetes”, que em 2013
concentraram 22,6% do valor global das importações
de “produtos da pesca ou relacionados com esta
atividade” (-0.7 p.p. face a 2012). Em termos dos
países parceiros, em 2013, Espanha foi o principal
fornecedor deste tipo de produtos a Portugal, com
um peso de 44,8% (+1,5 p.p. face a 2012) enquanto
os Países Baixos atingiram um peso de 16,7% (0,5 p.p. face a 2012).
84
Os “peixes congelados exceto filetes” foram os principais responsáveis pelo aumento global registado nas
exportações, com um acréscimo de 26,1%, ascendendo de 4º principal grupo exportado em 2012 para 2º em
2013, com um peso de 17,6% (+3,4 p.p. face a 2012). Em termos dos países parceiros, Espanha foi o
principal mercado de destino, com um peso de 60,1%, o que representa um aumento de 8,0 p.p. relativamente
ao ano anterior.
Em 2013, as exportações de “preparações, conservas de peixe e prep. de ovas de peixe ” também aumentaram
relativamente a 2012 (+15,3%), resultando num acréscimo do seu peso para 24,8% do valor global das
exportações dos “produtos da pesca ou relacionados com esta atividade” (+2,9 p.p. face a 2012), reforçando
assim a sua posição de liderança como principal grupo de produtos exportados. Os principais destinos deste
grupo de produtos foram a França e o Reino Unido (26,0% e 14,1%, respetivamente).
No ano de 2013, salienta-se ainda o aumento verificado nas exportações de “crustáceos, moluscos e outros
em conserva” (+56,7%), tendo atingido um peso de 1,4% (+0,5 p.p. face a 2012, ascendendo de 26º principal
grupo de produtos exportados em 2012 para 20º em 2013). Neste grupo de produtos, os Estados Unidos
lideraram como principal mercado de destino com um peso de 40,4%, seguindo-se a Espanha (peso de
29,0%).
Em sinal contrário, destaca-se a diminuição registada nas exportações de “peixes frescos ou refrigerados”,
com uma taxa de variação anual de -15,1% resultando num decréscimo do seu peso para 13,4% do valor
global das exportações de “produtos da pesca ou relacionados com esta atividade” em 2013 (-2,7 p.p. face a
2012), originando consequentemente uma descida de 2º para 4ºprincipal grupo de produtos exportados. Neste
grupo de produtos, Espanha liderou como principal mercado de destino com um peso de 77,2%.
Em termos dos países parceiros, Espanha continuou a ser o principal mercado de destino dos produtos da
pesca nacional, exceto nos “peixes secos, salgados e fumados”, “prep., conservas de peixe e prep. de ovas de
peixe” e nos “crustáceos, moluscos e outros em conserva” em que esse lugar foi ocupado, respetivamente, por
Brasil, França e Estados Unidos.
O saldo da balança comercial dos “produtos da pesca ou relacionados com esta atividade” registou uma
melhoria de 20 933 mil euros em 2013 face a 2012, em resultado da redução nas importações e do aumento
nas exportações. No entanto, o saldo continuou deficitário, no montante de 641 228 mil euros e a taxa de
cobertura foi 56,4% (+1,3 p.p. face a 2012).
Como tradicionalmente, os principais grupos de produtos da pesca apresentaram défices nas transações com
o exterior. A maior redução do défice relativamente ao ano anterior foi registada nos “peixes congelados exceto
filetes” (+40 801 mil euros), decorrente tanto da redução das importações como do aumento das exportações.
As transações de “Peixes secos, salgados, fumados” com o exterior continuaram a representar o maior saldo
negativo em 2013, tendo totalizado 221 797 mil euros mas ainda assim registou uma melhoria de 20 499 mil
euros face ao ano anterior.
O saldo das transações de “preparações, conservas de peixe e prep. de ovas de peixe” com o exterior foi o
único favorável a Portugal em 2013, correspondendo a um excedente de 62 810 mil euros. Esse excedente foi
contudo mais reduzido que o registado em 2012, em resultado fundamentalmente do aumento das importações,
que mais do que compensou o acréscimo que também se verificou nas exportações.
Nota:
Para simplificação da terminologia associada às estatísticas do Comércio Internacional é efetuada apenas a referência a “importações” e
“exportações”, sendo contudo identificado o mercado respetivo (Intra-UE, Extra-UE e Comércio Internacional, que congrega ambos os
mercados).
Estatísticas da Pesca 2013
85
Quadro 7.1 - Entradas de produtos da pesca ou relacionados com esta atividade (s)
Portugal
TOTAL
SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal
Capítulo 3 - Peixes , crustáceos e moluscos (t)
0301 - Peixes vivos
0301.11 e 0301.19 - Peixes ornamentais
0301.11.00 - De água doce
0301.19.00 - Do mar
0301.92 - Enguias
0302 - Peixes frescos ou refrigerados, etc.
0302.13, 0302.14 - Salmões
030251 - Bacalhaus
0302.43 - Sardinhas, sardinelas e espadilhas
0302.44 - Cavalas, cavalinhas e sardas
Outros
0303 - Peixes congelados exceto filetes, etc.
0303.63 - Bacalhaus
0303.66- Pescadas
0304 - Filetes de peixes e outras carnes de peix.,etc.
0305 - Peixes secos, salgados, fumados, etc.
0305.51 - Bacalhaus salgados e secos
0305.62 - Bacalhaus
0306 - Crustáceos, vivos, frescos, refrigerados, congelados etc.
0306.16 e 0306.17 - Camarões congelados
0307 - Moluscos e invert. aquáticos, vivos, frescos,refrig.,congelados etc.
0307.49 - Chocos, potas e lulas , congelados, secos, salgados
Capítulo 5 - Produtos de origem animal n. e.
0507.90.00 - Marfins, tartarugas, barbas, chifres, etc.
0508.00.00 - Coral e similares
0511.99.31+ 0511.99.39 - Esponjas naturais de origem animal
0511.91 - Peixes, crustáceos, moluscos etc., mortos
SECÇÃO II - Produtos do reino vegetal
Capítulo 13 - Sucos e extratos vegetais
1302.31.00 - Ágar - ágar
SECÇÃO III - Gorduras e óleos animais, etc.
Capítulo 15 - Gordur., óleos, de orig. anim. etc.
1504 - Gorduras e óleos de peixe ou mamiferos marinhos
1504.10 - Óleo de fígado de peixe
1504.20 - Gord. e óleos, exceto óleo de fígado
SECÇÃO IV- Produtos das ind. alimentares, etc.
Capítulo 16 - Preparados carne, peixe, etc.
1603 - Extratos e sucos de carne, peixes, etc.
1604 - Preparações, conservas de peixe e prep. de ovas de peixe
1604.14 - Atuns, bonitos listrados ou bonitos
1605 - Crust., moluscos e outros em conserva
Capítulo 23 - Resíduos das ind. alimentares
2301.20.00 - Farinha e pó de peixe, crustác. e moluscos
2309.90.10 - Prod. solúveis de peixe
SECÇÃO XI - Matérias têxteis e respect. obras
Capítulo 56 - Cordeis, cordas e cabos
5608.11 - Redes confecionadas para a pesca
SECÇÃO XIV - Pérolas naturais ou cultivadas, etc.
Capítulo 71 - Pérolas naturais ou cultivadas etc
7101 - Pérolas nat. ou cult., trabalhadas ou não
7116.10.00 - Obras de pérolas nat. ou cultivadas
SECÇÃO XVII - Material de transporte
Capítulo 89 - Embarcações e estrut. flutuantes
8902 - Barcos de pesca
SECÇÃO XX - Mercadorias e produtos diversos
Capítulo 95 - Artigos para desporto
9507 - Canas de pesca, carretos, anzóis e camaroeiros
Capítulo 96 - Obras diversas
9601.90.00 - Coral natural, trabalhado e suas obras
2012 Po
t
1 000 Euros
t
2013 Pe
1 000 Euros
442 353
1 475 640
472 020
1 470 770
395 093
775
43
34
9
114
70 704
8 976
2 935
1 327 171
14 386
2 085
1 266
820
1 147
227 499
38 345
12 427
421 399
629
40
30
10
153
71 848
7 185
4 335
1 289 452
14 444
2 169
1 193
976
1 479
245 964
40 332
13 561
11 445
16 661
9 889
13 445
1 562
41 350
146 146
44 630
22 765
27 365
64 865
30 639
25 242
30 477
25 625
54 760
19 186
1 812
142 187
343 901
117 073
60 014
88 873
314 351
166 963
112 999
157 669
130 907
180 491
50 912
2 106
42 981
159 197
50 286
22 716
31 372
72 225
30 485
32 525
27 098
22 076
59 031
18 511
2 558
150 126
333 269
101 000
59 343
92 363
290 682
142 846
113 095
154 920
127 227
157 810
42 868
28
625
15
1 756
6
293
164
690
ԥ
1 151
16
350
1
429
210
677
11
152
17
268
781
213
566
2 121
1 218
895
590
277
314
1 823
1 326
496
112
28 527
13 031
3 273
358
102 033
62 240
14 017
176
36 675
17 646
2 815
501
143 116
91 826
12 533
5 766
7 199
4 829
8 250
5 054
3 267
5 227
4 396
174
4 350
169
1 188
1
1
423
95
1
1
182
115
58
775
101
1 403
670
10 409
564
9 756
22
194
24
170
(s) O Capítulo 3 contempla somente produtos da pesca. Nos restantes capítulos foi realizada uma seleção somente dos produtos relacionados com esta atividade, permitindo que o total reflita, em
sentido estrito, o total das importações de produtos da pesca ou relacionados com esta atividade.
(t) O total do Capitulo 3 é ajustado, pelo que não corresponde à soma das posições
Nota: A informação relativa ao Comércio Intra-UE inclui uma componente de estimativas (de não respostas e de transações abaixo do limiar de assimilação
Comércio internacional
Código/Designação
86
Quadro 7.2 - Entradas de produtos da pesca, por principais países de origem
Portugal
Produtos/ Países
t
Capítulo 3 - Peixes , crustáceos e moluscos
0302 - Peixes frescos ou refrigerados, etc.
INTRA-UE
Espanha
Suécia
Grécia
EXTRA-UE
Mauritânia
Senegal
Marrocos
0303 - Peixes congelados exceto filetes, etc.
INTRA-UE
Espanha
Países Baixos
França
EXTRA-UE
África Do Sul
Estados Unidos
Marrocos
0305 - Peixes secos, salgados, fumados, etc.
INTRA-UE
Suécia
Países Baixos
Dinamarca
EXTRA-UE
China
Rússia
Islândia
0306 - Crustáceos, vivos, frescos, refrigerados, congelados etc.
INTRA-UE
Espanha
França
Reino Unido
EXTRA-UE
Índia
China
Moçambique
0307 - Moluscos e invert. aquáticos, vivos, frescos,refrig.,congelados etc.
INTRA-UE
Espanha
França
Países Baixos
EXTRA-UE
Índia
Marrocos
Vietname
Capítulo 16 - Preparados carne, peixe, etc.
1604 - Preparações, conservas de peixe e prep. de ovas de peixe
INTRA-UE
Espanha
Alemanha
França
EXTRA-UE
Indonésia
Equador
China
1605 - Crust., moluscos e outros em conserva
INTRA-UE
Espanha
Países Baixos
Irlanda
EXTRA-UE
Chile
Vietname
Bangladeche
2012 Po
1 000 Euros
t
2013 Pe
1 000 Euros
70 704
68 573
48 939
5 731
5 960
2 131
922
523
623
146 146
101 000
64 392
27 240
1 068
45 146
5 460
12 521
6 594
64 865
49 858
31 552
8 204
1 525
15 007
6 906
4 185
1 918
30 477
18 889
13 007
1 705
1 928
11 587
2 524
4 127
847
54 760
30 332
28 450
912
664
24 428
5 159
850
7 870
227 499
214 584
132 036
22 782
26 592
12 915
5 946
4 116
2 564
343 901
232 249
149 079
59 212
1 769
111 652
14 388
34 085
7 535
314 351
254 726
167 622
38 818
7 440
59 625
25 331
21 244
7 729
157 669
100 109
65 896
11 691
7 344
57 560
11 964
14 660
6 897
180 491
101 535
93 251
4 024
2 619
78 957
18 851
6 165
14 103
71 848
69 778
48 348
7 666
6 119
2 069
962
555
526
159 197
110 554
71 257
29 034
2 089
48 642
6 423
5 591
9 020
72 225
58 126
35 544
10 073
5 931
14 099
7 634
2 670
2 615
27 098
15 771
10 010
1 770
2 049
11 327
2 244
3 961
1 376
59 031
33 021
31 479
835
479
26 009
5 244
3 292
8 556
245 964
233 075
135 839
35 584
25 919
12 888
5 877
4 531
2 344
333 269
228 522
149 456
55 699
5 125
104 747
16 269
11 415
10 038
290 682
240 678
149 676
36 624
24 162
50 005
26 305
11 384
8 632
154 920
96 463
62 312
13 981
7 763
58 457
12 012
11 920
9 749
157 810
91 578
85 936
3 162
1 472
66 232
15 006
13 992
12 386
28 527
20 291
16 240
2 793
309
8 236
432
417
4 116
3 273
2 733
2 265
218
21
540
100
196
49
102 033
80 074
68 433
8 297
1 117
21 958
1 886
2 094
6 547
14 017
11 682
9 471
1 186
119
2 335
209
653
364
36 675
23 089
19 709
2 692
279
13 586
2 084
1 484
5 142
2 815
2 018
1 599
328
25
797
499
147
68
143 116
102 494
92 071
8 440
949
40 622
10 358
7 008
6 663
12 533
9 368
6 139
2 689
130
3 165
1 177
903
505
Para garantir a comparabilidade com o período homólogo, no ano 2012 e nos meses de janeiro a junho de 2013 os valores do novo Estado-membro da UE Croácia foram
deslocados do Comércio Extra-UE para o Comércio Intra-UE.
Nota: A informação relativa ao Comércio Intra-UE inclui uma componente de estimativas (de não respostas e de transações abaixo do limiar de assimilação).
Estatísticas da Pesca 2013
87
Quadro 7.3 - Saídas de produtos da pesca ou relacionados com esta atividade (s)
Portugal
TOTAL
SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal
Capítulo 3 - Peixes , crustáceos e moluscos (t)
0301 - Peixes vivos
0301.92 - Enguias
0302 - Peixes frescos ou refrigerados, etc
0302.43 - Sardinhas, sardinelas e espadilhas
0302.44 - Cavalas, cavalinhas e sardas
Outros *
0303 - Peixes congelados exceto filetes, etc.
0303.63 - Bacalhaus
0303.53 - Sardinhas
0303.54 - Cavalas, cavalinhas e sardas
0303.79 - Outros
0304 - Filetes de peixes e outras carnes de peixe, etc.
0304.84 - Filetes de espadartes "Xiphias gladius", congelados
0304.89 - Filetes de peixe, congelados (exceto de espadartes "Xiphias gladius" e de
marlongas "Dissostichus spp.")***
0305 - Peixes secos, salgados, fumados, etc.
0305.51 - Bacalhaus salgados e secos
0305.62 - Bacalhaus
0306 - Crustáceos, vivos, frescos, refrigerados, congelados etc.
0306.16 e 0306.17 - Camarões congelados
0306.26 e 03.06.27 - Camarões não congelados
0307 - Moluscos e invert. aquáticos, vivos, frescos,refrig.,congelados etc.
0307.51 - Polvos, vivos, frescos ou refrigerados
0307.59 - Polvos, congelados, secos, salgados
Capítulo 5 - Produt. de origem animal n. e.
0511.91 - Peixes, crustáceos, moluscos etc., mortos
e seus produtos impróprios para alimentação humana
Capítulo 13 - Sucos e extratos vegetais
1302.31.00 - Ágar - ágar
SECÇÃO III - Gorduras e óleos animais, etc.
Capítulo 15 - Gordur., óleos, de orig. anim. etc.
1504 - Gorduras e óleos de peixe ou mamiferos marinhos
1504.10 - Óleo de fígado de peixe
1504.20 - Gord. e óleos, exceto óleo de fígado
t
2012 Po
1 000 Euros
t
2013 Pe
1 000 Euros
251 463
813 479
272 176
831 789
174 174
809
24
50 683
6 408
14 786
19 315
50 511
4 677
5 026
15 699
25 108
15 658
5
587 212
7 180
860
130 686
9 124
10 537
65 440
115 702
30 357
8 120
8 718
68 506
63 187
34
192 054
918
10
44 553
6 335
13 035
19 437
65 972
4 884
4 128
21 949
35 011
18 623
2
581 825
4 496
236
110 900
8 875
8 101
65 793
145 870
27 041
7 342
12 095
99 391
70 736
16
3 186
12 449
2 405
9 801
12 370
9 364
1 251
12 598
10 857
801
31 545
2 752
9 601
72 056
58 806
5 847
68 952
51 124
9 605
129 451
13 674
62 691
14 233
11 246
1 142
9 843
8 146
517
37 911
4 593
14 683
68 885
57 897
4 314
56 685
37 897
8 448
124 252
16 166
57 248
12 930
842
16 934
1 076
159
3 745
176
3 377
1 003
407
516
4 036
3 426
463
1 196
584
612
4 302
3 767
535
8
42 558
16 337
8 432
8 175
2 108
26
178 650
71 535
43 933
40 679
7 588
ԥ
49 253
17 825
9 700
8 179
3 448
6
205 925
84 004
54 753
37 102
11 891
2 214
12 640
1 758
11 371
4 662
1 297
4 159
1 327
3 464
17 219
2 960
15 625
0
ԥ
0
12
0
ԥ
0
9
20
997
2
2
186
2 199
195
2 264
ԥ
2
ԥ
1
SECÇÃO IV- Produtos das ind. alimentares, etc.
Capítulo 16 - Preparados carne, peixe, etc.
1603 - Extratos e sucos de carne, peixes, etc.
1604 - Preparações, conservas de peixe e prep. de ovas de peixe
1604.13 - Sardinhas, sardinelas e espadilhas
1604.14 - Atuns, bonitos listrados ou bonitos
1604.15 - Cavalas, cavalinhas e sardas
1605 - Crust., moluscos e outros em conserva
Capítulo 23 - Resíduos das ind. alimentares
2301.20.00 - Farinha e pó de peixe, crustác. e moluscos
2309.90.10 - Prod. solúveis de peixe
SECÇÃO XI - Matérias têxteis e respect. obras
Capítulo 56 - Cordeis, cordas e cabos
5608.11 - Redes confecionadas para a pesca
SECÇÃO XIV - Pérolas naturais ou cultivadas, etc.
Capítulo 71 - Pérolas naturais ou cultivadas etc
7101 - Pérolas nat. ou cult., trabalhadas ou não
7116.10.00 - Obras de pérolas nat. ou cultivadas
SECÇÃO XVII - Material de transporte
Capítulo 89 - Embarcações e estrut. flutuantes
8902 - Barcos de pesca
SECÇÃO XX - Mercadorias e produtos diversos
Capítulo 95 - Artigos para desporto
9507 - Canas de pesca, carretos, anzóis e camaroeiros
Capítulo 96 - Obras diversas
9601.90.10 - Coral natural, trabalhado e suas obras
(s) O Capítulo 3 contempla somente produtos da pesca. Nos restantes capítulos foi realizada uma seleção somente dos produtos relacionados com esta atividade, permitindo
que o total reflita, em sentido estrito, o total das exportações de produtos da pesca ou relacionados com esta atividade.
Nota: A informação relativa ao Comércio Intra-UE inclui uma componente de estimativas (de não respostas e de transações abaixo do limiar de assimilação).
Comércio internacional
Código/Designação
88
Quadro 7.4 - Saídas de produtos da pesca, por principais países de destino
Portugal
Produtos/ Países
t
Capítulo 3 - Peixes , crustáceos e moluscos
0302 - Peixes frescos ou refrigerados, etc.
INTRA-UE
Espanha
Itália
França
EXTRA-UE
Estados Unidos
Angola
Japão
0303 - Peixes congelados exceto filetes, etc.
INTRA-UE
Espanha
França
Itália
EXTRA-UE
Brasil
Angola
Canadá
0305 - Peixes secos, salgados, fumados, etc.
INTRA-UE
França
Espanha
Luxemburgo
EXTRA-UE
Brasil
Angola
Congo
0306 - Crustáceos, vivos, frescos, refrigerados, congelados etc.
INTRA-UE
Espanha
Itália
França
EXTRA-UE
Angola
Suíça
Estados Unidos
0307 - Moluscos e invert. aquáticos, vivos, frescos,refrig.,congelados etc.
INTRA-UE
Espanha
Itália
França
EXTRA-UE
Estados Unidos
Suíça
Rússia
Capítulo 16 - Preparados carne, peixe, etc.
1604 - Prep., conservas de peixe e prep. de ovas de peixe
INTRA-UE
França
Reino Unido
Espanha
EXTRA-UE
Angola
Moçambique
Venezuela
1605 - Crust., moluscos e outros em conserva
INTRA-UE
Espanha
França
Alemanha
EXTRA-UE
Estados Unidos
Angola
Suíça
2012 Po
1 000 Euros
t
2013 Pe
1 000 Euros
50 683
49 940
47 700
1 711
285
743
273
118
ԥ
50 511
40 046
33 820
3 069
466
10 465
2 898
2 380
1 575
12 370
4 600
2 248
1 515
73
7 771
4 861
1 920
159
12 598
12 065
11 522
243
188
532
316
74
13
31 545
29 923
27 332
1 180
959
1 622
586
301
23
130 686
125 486
108 500
14 434
1 376
5 200
1 689
829
5
115 702
76 322
60 216
8 257
1 513
39 379
21 276
8 002
3 423
72 056
25 243
13 173
6 911
451
46 813
29 887
10 687
565
68 952
64 884
59 897
2 507
1 725
4 068
2 399
368
120
129 451
119 955
108 778
5 859
3 540
9 496
4 477
1 224
135
44 553
43 547
41 133
1 917
163
1 006
304
225
97
65 972
54 219
46 503
3 419
1 382
11 753
3 454
1 339
1 508
14 233
4 785
1 848
1 862
234
9 448
5 781
2 202
470
9 843
9 361
8 385
676
176
482
326
75
16
37 911
35 715
31 738
2 109
1 177
2 196
936
378
255
110 900
102 782
85 628
15 020
924
8 118
2 364
1 501
1 210
145 870
107 872
87 659
8 488
5 548
37 998
20 401
5 452
3 428
68 885
22 395
9 000
7 618
1 381
46 491
29 445
10 486
1 507
56 685
53 229
43 497
6 800
2 158
3 456
2 434
358
190
124 252
113 928
100 152
7 438
3 600
10 324
5 170
1 356
1 271
42 558
33 083
11 615
7 465
8 965
9 475
1 766
820
1 885
2 108
722
407
252
7
1 386
1 094
106
78
178 650
137 022
55 605
30 870
18 560
41 629
8 562
3 069
8 978
7 588
2 675
1 291
1 136
27
4 914
3 585
466
356
49 253
34 717
10 412
6 280
13 058
14 536
5 464
1 463
1 666
3 448
1 607
1 089
259
184
1 840
1 507
111
98
205 925
140 315
53 452
29 054
25 525
65 610
26 852
6 692
6 407
11 891
5 577
3 446
1 092
721
6 314
4 803
513
433
Para garantir a comparabilidade com o período homólogo, no ano 2012 e nos meses de janeiro a junho de 2013 os valores do novo Estado-membro da UE Croácia foram
deslocados do Comércio Extra-UE para o Comércio Intra-UE.
Nota: A informação relativa ao Comércio Intra-UE inclui uma componente de estimativas (de não respostas e de transações abaixo do limiar de assimilação).
Estatísticas da Pesca 2013
89
Quadro 7.5 - Saldo do comércio internacional de produtos da pesca ou relacionados
com esta atividade
Portugal
2012 Po
2013 Pe
Taxa de variação
%
1 000 Euros
TOTAL
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
Capítulo 3 - Peixes , crustáceos e moluscos
0302 - Peixes frescos ou refrigerados, etc.
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
0303 - Peixes congelados exceto filetes, etc.
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
0305 - Peixes secos, salgados, fumados, etc.
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
0306 - Crustáceos, vivos, frescos, refrigerados, congelados etc.
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
0307 - Moluscos e invert. aquáticos, vivos, frescos,refrig.,congelados etc.
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
Capítulo 16 - Preparados carne, peixe, etc.
1604 - Prep., conservas de peixe e prep. de ovas de peixe
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
1605 - Crust., moluscos e outros em conserva
Exportações
Importações
Saldo
Taxa de cobertura (%)
813 479
1 475 640
-662 161
55,1
831 789
1 470 770
-641 228
56,4
2,3
-0,3
130 686
227 499
-96 813
57,4
110 900
245 964
-135 064
45,1
-15,1
8,1
115 702
343 901
-228 199
33,6
145 870
333 269
-187 399
43,8
26,1
-3,1
72 056
314 351
-242 295
22,9
68 885
290 682
-221 797
23,7
-4,4
-7,5
68 952
157 669
-88 718
43,7
56 685
154 920
-98 235
36,6
-17,8
-1,7
129 451
180 491
-51 041
71,7
124 252
157 810
-33 558
78,7
-4,0
-12,6
178 650
102 033
76 618
175,1
205 925
143 116
62 810
143,9
15,3
40,3
7 588
14 017
-6 428
54,1
11 891
12 533
-642
94,9
56,7
-10,6
Nota: A informação relativa ao Comércio Intra-UE inclui uma componente de estimativas (de não respostas e de transações abaixo do limiar de assimilação).
//
//
//
//
//
//
//
//
Comércio internacional
Código/Designação
Economia
da pesca
93
8 - ECONOMIA DA PESCA
Programa de investimento no sector das pescas
O Programa Operacional Pescas 2007-2013, designado por PROMAR, é cofinanciado pelo Fundo Europeu
das Pescas (FEP). O seu objetivo é promover a competitividade e a sustentabilidade a prazo do sector,
apostando na inovação e na qualidade dos produtos, aproveitando melhor todas as possibilidades da pesca e
potencialidades da produção aquícola, com recurso a regimes de produção e exploração biológica e
ecologicamente sustentáveis e adaptando o esforço de pesca aos recursos disponíveis.
A gestão do PROMAR é efetuada no quadro de um único programa nacional, que abrange o Continente e as
Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
Os objetivos específicos são:
Melhorar a competitividade do sector pesqueiro
Reforçar, inovar e diversificar a produção aquícola
Criar mais valor e diversificar a indústria transformadora
Para alcançar estes objetivos, o PROMAR está estruturado de acordo com os seguintes eixos prioritários e
correspondentes medidas:
Eixo 1 – Adaptação do esforço de pesca
Objetivos
Melhorar as condições de trabalho e de operacionalidade das embarcações;
Adaptar o esforço de pesca aos recursos disponíveis;
Manter a coesão económica e social das populações piscatórias mais afetadas pela adaptação do esforço
de pesca;
Medidas:
Investimentos a bordo e seletividade
Pequena pesca costeira
Cessação definitiva das atividades de pesca
Cessação temporária das atividades de pesca
Compensações socioeconómicas
Eixo 2 – Aquicultura, Transformação e Comercialização dos Produtos da Pesca e Aquicultura
Objetivos
Aumentar a produção aquícola de forma sustentável com vista à aproximação das médias comunitárias;
Inovar e diversificar a produção da Indústria e da Aquicultura;
Melhorar a participação dos produtos da pesca e da aquicultura nos mercados externos
Medidas:
Investimentos produtivos na aquicultura
Transformação e comercialização dos produtos da pesca e aquicultura
Economia da pesca
Assegurar o desenvolvimento sustentável das zonas costeiras
94
Eixo 3 – Medidas de Interesse Geral
Objetivos
Melhorar as condições infraestruturais, técnicas e profissionais, organizativas e de conhecimento necessárias
ao desenvolvimento sustentável das atividades produtivas do setor da pesca e da aquicultura.
Medidas:
Ações coletivas
Proteção e desenvolvimento da fauna e da flora aquática
Portos de pesca, locais de desembarque e de abrigo
Desenvolvimento de novos mercados e campanhas promocionais
Projetos-piloto e transformação de embarcações de pesca
Eixo 4 – Desenvolvimento Sustentável das Zonas de Pesca
Objetivos
Assegurar o desenvolvimento sustentável das zonas costeiras mais dependentes da pesca;
Melhorar a qualidade de vida das comunidades piscatórias mais dependentes da pesca.
Medidas:
Desenvolvimento Sustentável das Zonas de Pesca
Eixo 5 – Assistência Técnica
Objetivos
Permitir a realização de todas as atividades que concorram para a preparação, gestão, controlo,
acompanhamento, avaliação, informação e divulgação do PROMAR, bem como as atividades destinadas a
reforçar a capacidade administrativa e técnica necessária para a sua execução
Medidas:
Assistência técnica
Figura 8.1
Figura 8.1 - PROMAR - Taxa de execução das
medidas, por eixos
(2013)
106 euros
400
70%
350
60%
300
50%
250
40%
200
30%
150
100
20%
50
10%
0
0%
05
04
03
02
01
Adaptação Invest. na Medidas de Desenvol. Assistência
aquicultura, interesse sustentavel Técnica
do
das zonas
geral
transf.
esforço de
de pesca
e comercial.
pesca
Valor Aprovado
dos prod. da
pesca
Taxa de execução (%)
Total
Estatísticas da Pesca 2013
A dotação da União Europeia (UE) do programa para
2007-2013 é de 243 milhões de euros, prevendo-se
um investimento no setor da pesca de cerca de 452
milhões de euros. Estas dotações encontram-se
distribuídas por eixos, regiões de objetivo ligado à
convergência e não convergência, Continente e
Regiões Autónomas.
No fim de 2013 os compromissos assumidos em
termos de projetos aprovados foram de 195 milhões
de euros de apoio comunitário (FEP), que permitirá
um investimento no setor de cerca 386 milhões de
euros.
A execução do programa foi de 218 milhões de euros
de investimento com uma comparticipação
comunitária de 111 milhões de euros, representando
45% da dotação comunitária do programa.
95
Quadro 8.1 - PROMAR, por eixos - 2007-2013
TOTAL
TOTAL
Previsto
457 681
324 484
246 485
246 485
77 999
366 425
239 399
180 630
180 630
58 769
Aprovado/Anual
386 052
257 566
194 588
194 588
62 979
Aprovado
Executado
218 048
144 386
110 982
110 982
33 404
48%
44%
45%
45%
43%
Executado/Previsto
01 - Adaptação do esforço de pesca
88 214
62 138
52 554
52 554
9 584
Previsto
61 699
44 094
38 182
38 182
5 911
Aprovado/Anual
69 037
51 928
44 788
44 788
7 140
Aprovado
Executado
51 362
39 177
34 396
34 396
4 780
58%
63%
65%
65%
50%
Executado/Previsto
02 - Investimentos na Aquicultura, transformação e comercialização dos produtos da pesca e aquicultura
227 987
128 126
93 520
93 520
34 606
Previsto
195 327
94 658
67 522
67 522
27 136
Aprovado/Anual
197 953
96 125
68 584
68 584
27 541
Aprovado
Executado
109 176
52 755
37 783
37 783
14 972
48%
41%
40%
40%
43%
Executado/Previsto
03 - Medidas de interesse geral
104 463
100 124
75 417
75 417
24 707
Previsto
84 638
79 154
59 226
59 226
19 927
Aprovado/Anual
90 911
85 002
63 276
63 276
21 725
Aprovado
Executado
48 946
45 041
33 394
33 394
11 647
47%
45%
44%
44%
47%
Executado/Previsto
04 - Desenvolvimentos sustentavel das zonas de pesca
Previsto
26 068
23 148
16 733
16 733
6 415
17 383
14 117
10 275
10 275
3 842
Aprovado/Anual
18 642
15 002
10 939
10 939
4 063
Aprovado
Executado
5 596
4 445
3 245
3 245
1 200
21%
19%
19%
19%
19%
Executado/Previsto
05 - Assistencia Técnica
Previsto
10 949
10 949
8 261
8 261
2 688
7 377
7 377
5 424
5 424
1 953
Aprovado/Anual
9 510
9 510
7 000
7 000
2 510
Aprovado
Executado
2 969
2 969
2 164
2 164
804
27%
27%
26%
26%
30%
Executado/Previsto
63 200
42 566
45 451
24 198
38%
2 982
1 531
1 553
202
7%
11 818
14 672
15 974
9 004
76%
133 196
127 026
128 486
73 662
55%
8 569
5 163
6 391
4 223
49%
0
0
0
0
0%
1 015
749
749
557
55%
26 076
17 606
17 109
12 186
47%
30 808
25 566
25 971
13 850
45%
0
0
0
0
0%
3 798
1 570
1 570
1 122
30%
99 861
100 669
101 828
56 420
56%
16 458
7 417
7 955
4 338
26%
1 793
785
785
42
2%
6 456
11 725
12 985
7 268
113%
4 339
5 485
5 909
3 905
90%
4 752
2 510
2 677
986
21%
1 189
747
768
160
13%
474
585
617
54
11%
2 921
3 267
3 640
1 151
39%
2 613
1 910
2 457
801
31%
0
0
0
0
0%
74
43
53
3
4%
0
0
0
0
0%
Siglas: FEP- Fundo Europeu para as Pescas
Notas:
(1) O Eixo "Adaptação do Esforço de Pesca" inclui as seguintes Medidas:
1.1) Cessação Definitiva Por Demolição
1.2) Cessações temporarias as atividades da pesca
1.3) Investimentos a bordo e seletividade
1.4) Pequena pesca
1.5) Compensações sócio-economicas
(2) O Eixo "Investimentos na aquicultura, transformação e comercialização dos produtos da pesca e aquicultura" inclui as seguintes Medidas:
2.1) Investimentos na aquicultura
2.2) Transformação e comercialização do produtos da pesca
(3) O Eixo "Medidas de interesse geral" inclui as seguintes Medidas:
3.1) Ações coletivas
3.3) Portos de Pesca, locais de desembarque e de abrigo
3.2)Protecção e desenvolvimento da fauna e flora aquatica
3.4) Desenvolvimentos de novos mercados e campanhas promocionais
3.5) Projetos piloto e transformação de navios de pesca
(4) O Eixo "Desenvolvimento Sustentavel das zonas de pesca" inclui as seguintes Medidas:
4.1) desenvolvimentos sustentavel das zonas de pesca
(5) O Eixo "Assistencia Técnica " inclui a seguinte Medida:
5.1) assistencia tecnica
Economia da pesca
Custo total
elegível
Unidade: 1 000 Euros
Despesas Públicas
Subvenções comunitárias
Contrapartida pública nacional
Sector
AdminisAdminisprivado
TOTAL
FEP
TOTAL
tração
tração
Outra
Central
Local
96
Quadro 8.2 - Contribuintes e matéria coletável; IRS e IRC da pesca
Declarações
IRS Sem contabilidade organizada (u)
1 - Com resultado positivo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas ( 05013 )
2 - Com resultado nulo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas ( 05013 )
3 - Com resultado negativo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas ( 05013 )
IRS Com contabilidade organizada (v)
1 - Com resultado positivo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas ( 05013 )
2 - Com resultado nulo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas ( 05013 )
3 - Com resultado negativo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas ( 05013 )
IRC (w)
1 - Com resultado positivo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas e de outros produtos do mar ( 05013 )
2 - Com resultado nulo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas e de outros produtos do mar ( 05013 )
3 - Com resultado negativo
Pesca ( 05010 )
Pesca marítima ( 05011 )
Pesca em águas interiores ( 05012 )
Apanha de algas e de outros produtos do mar ( 05013 )
Origem: Autoridade Tributária e Aduaneira (AT)
(u) Valores correspondentes ao anexo B (quadro 4 - quadro 9)
(v) Valores correspondentes ao anexo C do quadro 5 campos 501/503
(w) Valores correspondentes ao campo 346 do quadro 09 do modelo 22
Estatísticas da Pesca 2013
Contribuintes
nº
2011 (Rv)
2012
Matéria coletável
1 000 Euros
2011 (Rv)
2012
6
2 776
815
17
9
2 718
798
18
50
50 984
6 454
792
177
53 848
6 293
557
…
600
708
6
…
519
638
6
…
0
0
0
…
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
...
314
8
...
3
289
9
0
...
6 623
52
...
13
5 585
49
0
…
14
...
0
…
15
…
0
…
0
0
0
…
0
…
0
...
351
3
...
0
141
18
0
...
6 217
-12
...
0
2 173
21
0
0
512
0
3
0
480
,,,
…
0
15 092
0
7
0
9 902
,,,
…
0
286
0
...
0
246
0
,,,
0
0
0
…
0
0
0
,,,
0
177
...
0
0
192
,,,
…
0
-7 494
...
0
0
-11 443
,,,
…
97
Quadro 8.3 - Valor Acrescentado Bruto, Excedente Bruto de Exploração, a preços correntes, e
Volume de Emprego, do Ramo de Atividade da Pesca e Aquicultura
6
Portugal
Unidade: 10 Euros
Anos
Rubricas
2007
Produção de bens da pesca
Produção de serviços relacionados com a pesca e a aquicultura
Outros produtos e serviços
Produção do ramo da pesca (1 + 2 + 3)
Consumo intermédio
Valor acrescentado bruto (4 - 5)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Remuneração dos assalariados
Excedente bruto de exploração (6 - 7 + 8 - 9)
Volume de emprego da pesca (ETC*)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
2008
569,14
29,34
10,03
608,50
204,62
403,88
2,04
6,77
172,94
235,67
13,74
2009
593,08
31,60
10,74
635,42
223,46
411,97
2,78
7,32
172,69
243,81
13,89
2010
534,49
31,95
11,74
578,18
201,84
376,34
2,39
17,89
159,35
232,48
13,47
557,67
31,97
14,36
604,00
207,64
396,36
3,56
15,73
156,89
251,64
13,58
Quadro 8.4 - Valor Acrescentado Bruto, a preços constantes de 2006, do Ramo de Atividade da
Pesca e Aquicultura
6
Portugal
Unidade: 10 Euros
Anos
Rubricas
1
2
3
4
5
6
Produção de bens da pesca
Produção de serviços relacionados com a pesca e a aquicultura
Outros produtos e serviços
Produção do ramo da pesca (1 + 2 + 3)
Consumo intermédio
Valor acrescentado bruto (4 - 5)
2007
559,23
28,98
9,83
598,04
200,64
397,40
2008
590,39
31,07
10,17
631,63
206,37
425,25
2009
528,91
31,16
11,02
571,09
203,84
367,25
2010
574,72
32,54
13,54
620,80
202,58
418,22
Origem: Contas Nacionais Portuguesas (Base 2006)
Nota: de acordo com o Sistema Europeu de Contas (SEC 95) a produção é registada a preços de base, isto é, inclui subsídios sobre os produtos e exclui impostos sobre os
produtos, custos de transporte e margens comerciais.
Economia da pesca
Origem: Contas Nacionais Portuguesas (Base 2006)
Nota: de acordo com o Sistema Europeu de Contas (SEC 95) a produção é registada a preços de base, isto é, inclui subsídios sobre os produtos e exclui impostos sobre os
produtos, custos de transporte e margens comerciais.
Nota: ETC - Equivalente a tempo completo.
Principais
stoc
ks e
stocks
nív
eis de
níveis
exploração
101
9 - ESTADO DE STOCKS E POSSIBILIDADES DE PESCA
O estabelecimento de um Total Admissível de Captura (TAC) constitui uma medida de gestão das pescas que
visa limitar o volume global de capturas de um determinado stock a um nível prefixado. Esse TAC é depois
repartido em quotas de pesca pelos Estados-Membros, com base em chaves de repartição consolidadas
(princípio da estabilidade relativa).
Portugal dispõe de quotas de pesca para as espécies sujeitas a este tipo de medida em águas da União
Europeia e internacionais. Dispõe igualmente de possibilidades de pesca no âmbito de acordos celebrados
entre a União Europeia e Países Terceiros.
O total das possibilidades de pesca atribuídas a Portugal aumentou 3,5% em 2013. Para esta tendência
concorreram os aumentos verificados nas quotas de bacalhau (+49,0%), de cantarilhos (15,8%), de pescada
(+15,0%), verdinho (+13,0%), de peixe-espada preto (7,0%) e de carapaus (3,4%).
A União Europeia tem em vigor um plano de recuperação para os stocks de pescada do sul e de lagostim, que
determina uma redução anual nos dias de pesca. Neste contexto, as embarcações abrangidas pelo plano
puderam operar 140 dias no ano de 2013, sendo que os dias correspondentes às viagens na qual a pescada
representou menos de 4% não foram contabilizados para o esforço de pesca regulado.
O estado de exploração dos recursos capturados
pela frota em águas nacionais revela evolução
positiva, em particular no que se refere ao carapau,
areeiro, tamboril e pescada. Mantêm-se algumas
preocupações com o recurso lagostim, no que se
refere à unidade funcional da costa Norte, e à
sardinha, cuja abundância tem vindo a diminuir na
sequência de vários anos de maus recrutamentos.
Figura 9.1 - Nível de utilização das quotas de pesca
nacionais por Stock/Espécie/Zona
(2012-2013)
103 t
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
Águas
Comunitárias
Quota final 2012
Peixes de
Profundidade
Quota final 2013
Grandes
Migradores
Águas
Internacionais e
CE
% Utilização 12
% Utilização 13
Principais stocks e níveis de exploração
Para 2013, os Regulamentos (UE) n º 39 e 40/2013 do Conselho, fixaram as possibilidades de pesca aplicáveis
às unidades populacionais e aos navios da União Europeia e a sua repartição por Estado Membro.
102
Quadro 9.1 - Total Admissível de Captura (TAC) e quotas de pesca para os stocks explorados,
pela frota nacional
2013
Unidade: t
Distribuição de Quotas
Stocks
Espécie/Zona
TAC Total
Total
Àguas Comunitárias
Areeiros
Badejo
Biqueirão europeu
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Juliana
Lagostim
Linguados
Pescada branca
Raias
Sarda
Sarda
Sarda
Solha legítima
Tamboris
Verdinho comum
Peixes de Profundidade
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Goraz
Goraz
Goraz
Imperadores
Peixe-Espada preto
Peixe-Espada preto
Tubarões
Tubarões
Grandes Migradores
Atum patudo
Atum rabilho
Atum voador
Atum voador
Espadarte
Espadarte
Espadim azul
Espadim branco
Águas Internacionais e CE
Abrótea branca
Alabote da Gronelândia
Alabote do Atlântico
Arenque do Atlântico
Bacalhau do Atlântico
Bacalhau do Atlântico
Bacalhau do Atlântico
Camarão do Norte
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Carapaus
Maruca comum
Raias
Raias
Raias
Verdinho comum
Verdinho comum
Países
Terceiros
França R.Unido Alemanha Holanda Outros
Total
Comunitários
Portugal
Espanha
8C3411
9/3411
9/3411
4BC7D
09.
*08C.
08C.
*09.
X34PRT
341PRT
9/3411
9/3411
8CDE34
8C3411
89-C.
8C3411
*08B.
*8ABD.
8/3411
8C3411
8C3411
1 214
(n.f.)
8 778
37 950
30 000
(y)
25 011
(z)
(n.f.)
(n.f.)
282
246
1 072
14 144
3 800
(q.p.)
(x)
(x)
395
2 475
(n.f.)
1 214
0
8 778
34 045
30 000
112
25 011
111
0
0
282
246
1 072
14 144
3 800
27 554
2 315
6 889
395
2 475
11 369
37
0
4 580
34
22 238
112
2 214
111
0
0
9
184
669
4 224
1 168
4 694
395
1 174
66
410
2 274
1 121
0
4 198
301
7 762
0
22 409
0
0
0
273
62
403
9 051
1 175
22 709
1 907
5 677
66
2 063
9 095
56
0
0
1 344
0
0
388
0
0
0
0
0
0
869
1 441
151
13
38
263
2
0
0
0
0
3 855
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1 430
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
9 752
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
17 329
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3 905
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
*567891012*67809103X148910C34125678910-
21
267
54
62
780
1 022
312
3 700
3 674
0
0
21
267
54
62
780
1 022
312
3 700
3 674
0
0
1
10
36
13
166
1 004
203
3 659
3 674
0
0
19
242
0
49
614
9
70
12
0
0
0
1
15
9
0
0
0
19
29
0
0
0
0
0
9
0
0
9
10
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
10
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
ATLANT
AE045W
AN05N
AS05N
AN05N
AS05N
ATLANT
ATLANT
85 000
13 400
28 000
24 000
13 700
15 000
1 985
355
29 467
7 548
26 939
1 540
8 348
5 180
480
50
4 729
236
1 883
531
1 263
362
55
20
13 932
2 504
17 097
759
6 949
4 818
27
31
10 806
2 471
5 393
250
0
0
398
0
0
0
195
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2 337
2 371
0
136
0
0
0
0
391
0
0
0
0
0
0
N3NO.
N3LMNO
514GRN
1/2.
*C-CUB
1/2B.
N3M.
N3L.
*C-CUL
*C-CUM
1N2AB.
51214D
N3M.
N3LN.
N3O.
2A-146X14
*07D.
67AKXD
N3LNO.
1X14
*NZJM1
1 000
11 493
(n.f.)
(n.f.)
(n.f.)
986 000
14 113
8 600
(n.f.)
(n.f.)
(n.f.)
26 000
6 500
6 500
20 000
157 989
14 164
446
8 924
7 000
(n.f.)
(n.f.)
588
6 740
112
40 297
100
37 173
8 049
480
100
700
0
4 017
7 813
1 185
7 000
155 314
8 024
445
8 924
4 408
110 845
74 260
333
1 782
112
46
100
2 816
2 769
20
100
700
0
518
2 354
0
5 229
1 589
5
0
20
660
1 333
983
255
4 262
0
46
0
14 330
2 019
76
0
0
0
433
233
0
1 771
16 498
2 211
49
974
3 403
14 347
9 612
0
0
0
596
0
3 758
282
0
0
0
0
230
0
0
0
6 226
2 357
181
3 615
0
11 777
7 890
0
0
0
8 827
0
5 223
1 315
0
0
0
0
6
0
0
0
14 587
2 716
115
2 306
0
21 959
14 712
0
318
0
2 418
0
7 739
657
0
0
0
0
2 441
513
219
0
12 096
109
1
11
0
6 580
4 408
0
0
378
0
23 423
0
3 307
1 007
384
0
0
0
388
4 713
966
0
55 786
626
100
1 995
345
34 214
22 832
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4 941
0
0
0
0
0
1
0
0
0
48 532
0
0
3
0
20 635
13 825
(x) Limite máximo de captura na zona (Regulamento (UE) nº 40/2013).
(y) Até 5 % da quota da área 09. pode ser pescada na divisão VIIIc. Todavia, a utilização desta condição especial deve ser previamente notificada à Comissão (JAX/*08C).
(z) Até 5 % da quota da área 08C. pode ser pescada na subzona IX. Todavia, a utilização desta condição especial deve ser previamente notificada à Comissão (JAX/*09).
(n.f.) Não fixados (Regulamento (UE) nº 40/2013)
(q.p.) Quota provisória.
Estatísticas da Pesca 2013
103
Quadro 9.2 - Nível de utilização das quotas de pesca nacionais
Aguas Comunitárias
Areeiros
Badejo
Biqueirão
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Carapaus
Juliana
Lagostim
Linguados
Pescada branca
Raias
Sarda
Sarda
Sarda
Solha legítima
Tamboris
Verdinho comum
Peixes de Profundidade
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Goraz
Goraz
Goraz
Imperadores
Peixe-espada preto
Peixe-espada preto
Tubarões
Tubarões
Grandes Migradores
Atum patudo
Atum rabilho
Atum voador
Atum voador
Espadarte
Espadarte
Espadim azul
Espadim branco
Águas Internacionais e CE
Abrótea branca
Alabote da Gronelândia
Alabote da Gronelândia
Alabote do Atlântico
Arenque do Atlântico
Arinca
Bacalhau do Atlântico
Bacalhau do Atlântico
Bacalhau do Atlântico
Bacalhau do Atlântico
Camarão do Norte
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Cantarilhos
Carapaus
Maruca comum
Raias
Raias
Raias
Solha do Mar do Norte
Verdinho comum
Verdinho comum
Quota inicial
(t)
2012
Quota final
Captura
(t)
(t)
2013
Quota inicial Quota final Captura
% utilização
(t)
(t)
(t)
% utilização
8C3411
9/3411
9/3411
4BC7D
09.
*08C.
08C.
*09.
X34PRT
341PRT
9/3411
9/3411
8CDE34
8C3411
89-C.
8C3411
*08B.
*8ABD.
8/3411
8C3411
8C3411
37
588
4 362
41
22 831
1 142
2 214
111
3 072
1 229
9
205
669
3 673
1 298
5 051
424
1 263
66
547
2 009
192
588
2 074
1
22 758
1 017
1 091
111
3 072
1 229
9
205
669
4 020
1 322
5 472
526
153
65
934
2 497
164
88
800
0
18 229
326
1 024
0
563
359
2
177
431
2 631
1 123
5 473
0
0
72
812
2 385
85%
15%
39%
0%
80%
0
94%
0
18%
29%
20%
86%
64%
65%
85%
100%
0
0
110%
87%
96%
37
0
4 580
34
22 238
1 112
2 214
111
0
0
9
184
669
4 224
1 168
4 694
395
1 174
66
410
2 274
106
588
2 787
1
22 414
1 112
2 281
111
3 072
1 229
9
205
669
4 625
1 300
4 134
81
153
61
603
3 815
80
94
386
0
19 823
0
1 800
0
715
437
3
177
504
3 015
1 166
4 171
0
0
45
626
3 227
76%
16%
14%
0%
88%
0%
79%
0%
23%
36%
35%
86%
75%
65%
90%
101%
0%
0%
73%
104%
85%
891012*5670910*6783X148910C34121056789-
10
36
1
166
1 116
13
214
3 311
3 867
0
0
11
40
1
182
1 240
13
203
3 045
4 321
0
0
6
6
0
118
619
0
239
2 919
1 718
0
7
57%
16%
0
65%
50%
0
118%
96%
40%
0%
//
10
36
1
166
1 004
13
203
3 659
3 674
0
0
11
40
1
184
1 128
13
154
3 785
4 106
0
0
11
9
0
110
572
0
160
2 351
1 763
70
464
99%
22%
0%
59%
51%
1%
104%
62%
43%
//
//
ATLANT
AE045W
AN05N
AS05N
AN05N
AS05N
ATLANT
ATLANT
6 157
227
2 535
531
1 263
354
49
22
6 964
227
2 535
531
1 263
454
49
22
6 916
0
1 362
21
1 167
281
62
26
99%
0%
54%
4%
92%
62%
127%
119%
4 729
236
1 883
531
1 263
362
55
20
5 979
236
1 883
531
1 463
362
39
18
5 444
234
610
4
1 424
165
27
12
91%
99%
32%
1%
97%
46%
69%
67%
N3NO.
N3LMNO
*C-FRA
514GRN
1/2.
1N2AB.
1/2B.
1N2AB.
N3M.
*C-FRA
N3L.
1N2AB.
51214D.
N3M.
N3LN.
N3O.
*C-FRA
*C-CUL
*C-CUM
2A-146X14.
N3LNO.
67AKXD
*07D.
*C-FRA
1X14
*NZJM1
1 668
1 875
198
1 000
61
0
2 449
2 198
1 821
172
29
405
637
2 354
1 677
2 055
198
980
1
24
1 947
1 548
2 652
172
43
405
425
4 503
888
5 049
69
134
600
21
5
717
25
1
340
55
556
20
1 895
0
0
0
24
1 947
1 546
2 325
0
5
1
250
3 504
1 205
4 226
0
0
0
0
0
380
0
0
0
1
0
1%
92%
0%
0%
0%
100%
100%
100%
88%
0%
0
0%
59%
78%
136%
84%
0%
0%
0%
0
0%
53%
0%
0
0%
0%
0
333
1 782
//
112
46
0
2 816
0
2 769
//
20
0
518
2 354
0
5 229
//
100
700
1 589
5
660
20
//
//
1 333
983
285
2 120
//
125
6
34
2 118
2 534
4 487
//
8
392
1
6 397
1 071
5 302
//
0
0
23
6
700
23
//
//
116
983
83
2 121
//
0
0
34
2 117
2 530
4 474
//
0
9
1
3 602
1 101
4 965
//
0
0
0
0
360
0
//
//
5
0
29%
100%
//
0%
0%
99%
100%
100%
100%
//
0%
2%
100%
56%
103%
94%
//
0%
0%
0%
0%
51%
0%
//
//
0%
0%
5 229
69
134
600
1 589
5
802
22
1
340
763
519
Principais stocks e níveis de exploração
Stocks
Espécie / Zona
104
Quadro 9.3 - Estimativa de biomassa desovante e nível de recrutamento para cada stock
Stocks
Espécie / Zona
Águas Comunitárias
Sardinha (1) (ICES Div. VIIIc+IXa) (7)
Biomassa Idade 1+ (1000t)
Recrutamento - Idade 0 (milhões peixes)
Areeiro (L.whiffiagonis, Div VIIIc, IXa)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 1 (milhões peixes)
Areeiro 4 pintas (L.boscii, Div VIIIc, IXa)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 0 (milhões peixes)
Tamboril branco (Div. VIIIc, IXa) (8)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento (milhões peixes)
Tamboril preto (Div. VIIIc, IXa) (2)
Biomassa total / Bmsy
Recrutamento (milhões peixes)
Pescada (Div VIIIc, Ixa)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 0 (milhões peixes) (9)
Verdinho (ICESsub-áreas I-IX, XII,XIV)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 1 (milhões peixes)
Lagostim (UF 28+29) (3)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 2 (milhões lagostins)
Sarda (4)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 0 (milhões peixes)
Carapau (Div. IXa) (6)
Biomassa desovante (1000 t)
Recrutamento - Idade 0 (milhões peixes)
Águas Internacionais e CE
Palmeta NAFO Div. 3LMNO (5)
Biomassa explorável (1000 t)
Recrutamento - Idade 1 (milhões peixes)
2007 Rv
2008 Rv
2009 Rv
2010 Rv
2011
2012
2013
491
4877
370
6166
287
7762
241
3980
224
4361
185
5769
192
5446
0,704
2,297
0,628
1,286
0,605
1,694
0,761
8,509
1,254
3,946
1,513
1,955
1,345
2,601
4,851
29,299
5,637
30,788
5,398
75,683
6,647
29,383
7,018
26,657
7,575
31,269
8,287
26,724
6,372
0,602
6,535
ԥ
6,766
0,647
6,656
0,870
6,663
0,696
7,107
0,684
7,482
1,143
0,55
x
0,56
x
0,58
x
0,60
x
0,63
x
0,66
x
0,68
x
13,4
159,1
13,4
117,9
14,8
112,0
14,7
69,4
18,6
145,3
20,9
81,1
25,4
81,1
5045
4156
3802
5142
2920
5666
2908
18774
3021
27099
4164
21834
5532
13463
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
2488
4743
2755
4627
3112
3294
2973
4732
3040
3887
2677
3887
5560
3887
318,15
1497,0
294,68
2321,0
268,41
1838,0
247,76
2109,0
230,47
5864,0
222,19
2695,0
224,00
2695,0
94,276
74,520
100,613
60,512
96,652
98,229
90,370
122,659
x
x
x
x
x
x
Fonte: ICES e NAFO
(1) - Embora a Sardinha não tenha TAC/Quota, tem legislação nacional que tenta restringir o esforço de pesca.
(2)- As estimativas de biomassa são relativas ao ponto de referência Bmsy, não há estimativas de Recrutamento devido ao modelo matemático utilizado na avaliação deste
recurso.
(3) - Sem avaliação analítica; "benchmark" de revisão de métodos de avaliação programado para 2015.
(4) - Dados relativos ao stock do Atlântico Nordeste (Sul, Oeste e Mar do Norte).
(5) - Não houve uma estimativa independente da captura disponível para 2011 e 2012. A avaliação analítica não é por isso actualizada desde 2011 pelo Conselho Científico.
(6) - Recrutamento em 2012 e 2013 estimado como sendo a média geométrica período 1992-2011.
(7) - Biomassa desovante substituída por estimativa de Biomassa Idade 1+
(8) - Desde 2012 que o stock de Tamboril branco é avaliado por métodos analítcos. Recrutamento em 2013 é a média geométrica dos recrutamentos de 1980-2012.
(9) – Últimos dois anos substituídos pela média geométrica de 1989-2011.
Estatísticas da Pesca 2013
105
Quadro 9.4 - Possibilidade de pesca em acordos bilaterais e multilaterais
Cabo Verde
Comores
Costa do Marfim
Gabão
Guiné-Bissau
Madagascar
Mauritânia
Marrocos
Moçambique
Quiribati
S.Tomé e Princípe
Seicheles
ATLÂNTICO NORTE
Gronelândia
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Pesca do camarão
Palangre de superficie
Crustáceos (excepto lagosta e caranguejo) - cat.1
Lagosta com covos - cat.6
Arrasto/Pal.FundoPesc.Negra - cat.2 (aj)
Arrasto pelágico industrial - cat. 9
Palangre de superfície - cat.8 (aj)
Cefalópodes - cat. 5
Pesca artesanal norte/Palangreiros de fundo< 40
Pesca artesanal norte/Palangreiros de fundo ч 40
Pesca demersal/Palangreiros de fundo
Pelágica indústrial
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Palangre de superficie
Alabote do Atlântico
Cantarilhos
Noruega
Bacalhau
Cantarilho
Arinca
Paloco
Svalbard
Bacalhau
Camarão
NEAFC
Cantarilhos
NAFO
ICCAT
CTOI
Bacalhau (3M)
Camarão (3M)
Cantarilho (3M)
Cantarilho (3O)
Cantarilho (3LN)
Palmeta (3LMNO)
Raia (3LNO)
Abrótea (3NO)
Rabilho
Espadarte Norte
Espadarte Sul
Voador Norte
Voador Sul
Patudo
Espadim azul
Espadim branco
Espadarte
Tintureira
2012
Possibilidades
Utilização
9 navios
9 navios
5 navios
0
5 navios
0
negociações suspensas
4 navios
1 navios
1 066 TAB/mês 216,84 TAB/mês/
7 navios
2 navios
886 GT 1 navio (287 GT)
0
0
0
1 navio
0
parte de 250 000 t
1 navio
0
1 navio
1 navio
0
0
0
0
0
0
0
0
7 navios
1 navios
6 navios
0
3 navios
3 navios
5 navios
0
980 t (ak)
0
9 navios
1 547,7 t (ak)
405 t
50 t (ai)
40 t (ai)
9 navios
1 946,7 t (ak)
1 navio/92 dias
7 navios
424,7 t (ak)
13 navios
2 652,4 t (ak)
moratória
4 503,2 t (ak)
5 049 t (ak)
888,1 t (ai)
2 055,3 t (ak)
717 t (ak)
1 677 t (ak)
226,84 t
1 263 t
454,2 t
2 534,7 t
531,3 t
6 963,8 t (ak) *
45,3 t *
21,8 t
16 navios
16 navios
(ai) Obtenção de possibilidades de pesca ao abrigo do artigo 20º (nº5) do Regulamento(CE) nº2371/2002.
(aj) Acesso a licenciamento por disponibilização intra-comunitária.
(ak) Incluindo quotas obtidas ou cedidas ao abrigo do artigo 20º (nº5) do Regulamento (CE) nº2371/2002.
* Incluindo dedução de sobrepesca verificada em 2011.
** Novo acordo sem possibilidades de pesca para Portugal
0
0
2 navios
1546,3 t
1,3 t
23,9 t
8,2 t
2 navios
1947 t
0
3 navios
249,7 t
10 navios
2325,4 t
3504,2 t
4 225,5 t
1204,7 t
1894,9 t
379,5 t
19,5 t
223 t
1166,6 t
280,8 t
1362,2 t
20,5 t
6915,9 t
61,7 t
26,0 t
714,2 t
596,1 t
2013
Possibilidades
9 navios
3 navios
3 navios
**
2 navios
1 066 TAB/mês
5 navios
250 t
0
0
0
2 navios
0
7 navios
3 navios
4 navios
1555 t
7 navios
3 navios
3 navios
5 navios
125 t
0
9 navios
2533,81 t (ak)
392,49 t
34,4 t (ai)
16,7 t (ai)
9 navios
2118,14 t (ak)
1 navio/92 dias
7 navios
518 t
13 navios
4487,13 t (ak)
moratória
6397,0 t (ak)
5301,9 t (ak)
1070,98 t (ai)
2119,79 t (ak)
700 t (ak)
285 t (ak)
235,50 t
1463,1 t (ak)
361,82 t (ak)
1882,65 t
531,3 t
5979,24 t (ak)
38,83 t
18,30 t
20 navios
20 navios
Utilização
1 navios
0
0
0
0
5 navios
2 navios
0
0
0
2 navios
0
0
0
0
0
2 navios
0
0
0
0
0
3 navios
2530,0 t
9,1 t
34,0 t
17,0 t
3 navios
2117,0 t
0
0
518 t
10 navios
4474,23 t
3601,53 t
4965,42 t
1101,26 t
2120,98 t
360,22 t
82,72 t
234 t
1478,9 t
147,7 t
539,9 t
3,6 t
5448,3 t
28,4 t
12 t
1 380,37 t
97,71 t
Principais stocks e níveis de exploração
Acordos
Ane
xos
Anex
109
CONCEITOS E NOTAS EXPLICATIVAS
ÁGUAS INTERIORES: Todas as águas doces, lênticas ou correntes à superfície do solo e ainda as águas de
transição não submetidas à jurisdição da autoridade marítima.
APANHADOR DE ANIMAIS MARINHOS: Pessoa que exerce a atividade de apanha com fins comerciais,
mediante registo e licenciamento para o efeito.
AQUICULTURA EM ÁGUA DOCE (ÁGUAS DE TRANSIÇÃO): Cultura de organismos aquáticos em água
doce, nomeadamente água de rios e outros cursos de água, lagos, tanques e albufeiras em que a água tenha
uma salinidade constante insignificante.
AQUICULTURA EM ÁGUA MARINHA: Cultura de organismos aquáticos em água cujo grau de salinidade é
elevado e não está sujeito a variações significativas.
AQUICULTURA EM ÁGUA SALOBRA (ÁGUAS DE TRANSIÇÃO): Cultura de organismos aquáticos em água
cujo grau de salinidade é significativo embora não seja constantemente elevado. A salinidade pode estar sujeita
a variações consideráveis devido ao influxo de água doce ou do mar.
ARTE DE PESCA: Engenho utilizado para pescar.
ARMAÇÃO OU ARTE FIXA: Armadilha fixa, para a pesca do atum e da sardinha.
BIOMASSA DESOVANTE: Peso total de todos os indivíduos (machos e fêmeas) da população que contribuem
para a reprodução.
COMÉRCIO INTERNACIONAL: Conjunto do comércio intracomunitário e do comércio extracomunitário, ou
seja o conjunto das entradas e/ou saídas de mercadorias.
COMPRIMENTO DA EMBARCAÇÃO (FORA A FORA): Distância, em metros, medida em linha reta da
extremidade anterior da proa até à extremidade posterior da popa (do navio de pesca).
CONSUMO DE CAPITAL FIXO: Representa a depreciação verificada, no decurso do período considerado,
pelo capital fixo em resultado da utilização normal e da obsolescência previsível, incluindo uma provisão para
perdas de bens de capital fixo na sequência de prejuízos acidentais seguráveis.
CONSUMO INTERMÉDIO: Consiste no valor dos bens e serviços consumidos como elementos de um processo
de produção, excluindo os ativos fixos, cujo consumo é registado como consumo de capital fixo. Os bens e
serviços podem ser transformados ou utilizados no processo produtivo.
DIA DE PESCA: Unidade ou fração de 24 horas em que efetivamente o navio esteve a pescar, independentemente
do produto da pesca ser nulo. Pressupõe-se que foram usadas artes de pesca.
EMBARCAÇÃO DE PESCA: Embarcação capaz de utilizar artes de pesca.
ESTABELECIMENTO DE AQUICULTURA: Unidade onde se procede à cultura de organismos aquáticos,
pressupondo a intervenção humana no processo de produção (repovoamento, alimentação e proteção contra
predadores) e a existência de propriedade individual ou coletiva sobre o resultado da produção.
EXCEDENTE LÍQUIDO DE EXPLORAÇÃO ou RENDIMENTO MISTO: Saldo contabilístico que corresponde
ao rendimento que as unidades geram pela utilização dos seus ativos de produção. É obtido retirando ao
Rendimento de Fatores as Remunerações dos Assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o
rendimento da terra, do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a
distribuição do rendimento entre os fatores de produção e o setor das administrações públicas.
FAINA DA PESCA: Conjunto de atividades referentes à captura de pescado para consumo.
FLUTUANTE (AQUICULTURA): Unidade de engorda localizada na água, acima do fundo, constituída por
jangadas ou cordas, como por exemplo, jangadas para piscicultura, jangadas para moluscicultura ou cordas
em “long-lines”, etc.
Anexos
CAPTURA NOMINAL: Peso vivo correspondente aproximadamente à pesca descarregada. A sua determinação
faz-se normalmente pela aplicação de fatores de conversão.
110
FORÇA MOTRIZ: Capacidade do motor expressa em unidades de trabalho (cavalos-vapor ou kilowatts).
FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO: Engloba as aquisições líquidas de cessões, efetuadas por produtores
residentes, de ativos fixos durante um determinado período e determinadas mais-valias dos ativos não produzidos
obtidas através da atividade produtiva de unidades produtivas ou institucionais. Os ativos fixos são ativos
corpóreos ou incorpóreos resultantes de processos de produção, que são, por sua vez utilizados, de forma
repetida ou continuada, em processos de produção por um período superior a um ano. O cálculo desta
variável é importante, pois permite medir o esforço de investimento e de modernização da capacidade produtiva
do ramo.
FROTA DE ARRASTO: Embarcações especialmente armadas para a pesca por arrasto.
FROTA DE CERCO: Embarcações especialmente armadas para a pesca por cerco. Estas embarcações
atuam, normalmente, em regime de maré diária e relativamente perto da costa.
FROTA DE PESCA: Frota cujas embarcações são registadas e utilizadas para o exercício da atividade da
pesca comercial e o uso de artes, podendo ou não estar licenciadas, proceder a bordo à transformação do
pescado capturado e efetuar o transporte do mesmo e seus derivados.
FROTA DE PESCA LICENCIADA: Frota de pesca cujas embarcações têm autorização para operar com uma
determinada arte de pesca, numa zona específica e por um determinado período.
FROTA POLIVALENTE: Embarcações que estão equipadas para o uso alternativo de duas ou mais artes de
pesca, sem ser necessário fazer modificações significativas no arranjo do navio ou respetivo equipamento.
Neste segmento estão incluídas todas as embarcações da pesca local e todas as embarcações da frota
costeira que não efetuem, exclusivamente, a pesca por arrasto e a pesca por cerco.
GT: Arqueação Bruta de uma embarcação ou navio, ao abrigo da “Convenção Internacional sobre a Arqueação
dos Navios de 1969”, à qual Portugal aderiu pelo Decreto do Governo nº4/87, de 15 de Janeiro e transposta
para o direito interno pelo Decreto-Lei 245/94. A Arqueação Bruta representa a medida do volume total de uma
embarcação ou navio, determinada em conformidade com as disposições do D.L. 245/94. A Arqueação Bruta
“GT” também vem representada, na documentação oficial nacional, sem carácter internacional, com a sigla
“AB” (Arqueação Bruta, sendo a sigla GT a designação de Gross Tonnage).
INSPECÇÃO SANITÁRIA: Ato médico-veterinário que visa verificar e assegurar o estado higieno-sanitário dos
produtos da pesca destinados ao consumo humano.
JUROS: Nos termos do instrumento financeiro acordado entre um mutuante e um mutuário, os juros são o
montante a pagar pelo segundo ao primeiro ao longo de um determinado período de tempo, sem reduzir o
montante do capital em dívida.
LICENÇA DE PESCA: Autorização para a prática da atividade de pesca com determinada arte durante
determinado período, local, e espécie.
LOTA: Infraestrutura, em terra, implantada na área de um porto de pesca ou em zona ribeirinha na sua
influência, que integre o local para a realização das operações de comercialização e outras operações que lhe
são inerentes ou complementares.
NÃO PESCADORES: Pessoal que não exerce a sua atividade diretamente na pesca.
NÚMERO DE DIAS DE PESCA: Número de dias completos (das 00.00 às 24.00 horas) em que o navio esteve
nos pesqueiros em atividade, descontando não só o tempo de trajeto de e para os portos e entre pesqueiros,
mas também o tempo perdido em atrasos provocados por condições meteorológicas desfavoráveis, por avarias
ou outros fatores.
NÚMERO DE DIAS DE PESQUEIRO: Número de dias completos (das 00.00 às 24.00 horas) em que o navio
esteve efetivamente nos pesqueiros independentemente dos motivos porque neles permaneceu (avaria, mau
tempo, etc.).
ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES: Toda a pessoa coletiva constituída por iniciativa dos produtores com o
objetivo de tomar as medidas apropriadas para assegurar o exercício racional das atividades da pesca e
melhorar as condições de venda da sua produção, promovendo, nomeadamente, a aplicação de planos de
captura, concentração da oferta, estabilização dos preços e o incentivo dos métodos que apoiem a pesca
sustentada, e que seja oficialmente reconhecida nos termos da legislação comunitária aplicável.
Estatísticas da Pesca 2013
111
OUTROS IMPOSTOS SOBRE A PRODUÇÃO: São todos os impostos em que as empresas incorrem pelo
facto de se dedicarem à produção, independentemente da quantidade ou do valor dos bens e serviços produzidos
ou vendidos. Podem ser devidos por terrenos, ativos fixos ou mão-de-obra empregada no processo de produção
ou em certas atividades ou operações.
OUTROS SUBSÍDIOS À PRODUÇÃO: Os “outros subsídios à produção” recebidos por unidades produtivas
residentes em consequência da sua atividade produtiva são subsídios não ligados à quantidade ou ao valor
dos bens e serviços produzidos ou vendidos
PESCA COM LINHA DE MÃO: Pesca efetuada com linha de mão.
PESCA COM REDES DE EMALHAR: Pesca efetuada com uma rede ou redes retangulares colocadas junto
do fundo em posição vertical (rede fundeada) podendo também ser mantida à superfície ou próximo desta por
meio de boias ou amarrada à embarcação (rede de deriva).
PESCA COSTEIRA: Pesca praticada no mar a distância mais ou menos significativa de terra (nas áreas
definidas no artigo 64 do Decreto Regulamentar nº 7/2000 de 30 de Maio), normalmente a várias horas ou até
dias de navegação do porto ou do fundeadouro e realizada pelas embarcações de pesca costeira.
PESCA DESCARREGADA: Peso do pescado e produtos de pesca descarregados. Representa o peso líquido
no momento da descarga do peixe e de outros produtos da pesca (interior ou eviscerados, cortados em filetes,
congelados, salgados, etc.).
PESCA LONGINQUA (OU DO LARGO): Pesca efetuada quase sempre a grande distância do porto de origem
(nas áreas definidas no artigo 65 do Decreto Regulamentar nº 7/2000 de 30 de Maio), praticada pelas
embarcações de pesca do largo (ex.: a pesca na NAFO, na Islândia, na Noruega, etc.).
PESCA POLIVALENTE: Pesca exercida utilizando artes diversificadas como por exemplo, aparelhos de anzol,
armadilhas, alcatruzes, ganchorra, redes camaroeiras e do pilado, xávegas e sacadas-toneiras.
PESCA POR ARRASTO: Pesca efetuada com estruturas rebocadas essencialmente constituídas por um
corpo cónico, prolongado anteriormente por “asas” e terminando num saco onde é retida a captura. Podem
atuar diretamente sobre o leito do mar (arrasto pelo fundo) ou entre este e a superfície (arrasto pelágico).
PESCA POR CERCO: Pesca efetuada com a utilização de ampla parede de rede, sempre longa e alta, que
largada de uma embarcação é manobrada de maneira a envolver o cardume e a fechar-se em forma de bolsa
pela parte inferior, de modo a reduzir a capacidade de fuga.
PESCADO FRESCO: Todo o produto da pesca, inteiro ou preparado que não tenha sofrido qualquer tratamento
destinado à sua conservação exceto a sua refrigeração.
PESCADO FRESCO REJEITADO: O pescado fresco considerado pelo inspetor sanitário impróprio para o
consumo humano.
PESCADO RETIRADO: Pescado cujo preço de venda atingiu um determinado preço limite, fixado anualmente
e variável em função da espécie, da frescura e do tamanho (abaixo do qual as organizações de produtores não
vendem os produtos fornecidos pelos seus membros) e ao qual foi dado um dos destinos previstos de forma a
não interferirem com a comercialização normal dos produtos em questão. O regime das retiradas é um mecanismo
que, em caso de excesso de oferta, permite evitar a degradação dos preços garantindo, através de uma
compensação financeira, um rendimento mínimo aos produtores.
PESCADOR APEADO: Pescador que é autorizado a utilizar as artes de pesca sem auxílio de embarcações no
exercício da sua atividade.
PESCADOR MATRICULADO: Profissional que exerce a atividade da pesca e se encontra inscrito numa
Capitania ou Delegação Marítima.
PESCADOR: Pessoa que exerce a sua atividade diretamente na pesca.
PESQUEIRO: Local onde ocorrem operações de pesca pelas boas condições para a atividade, tal como a
existência de razoáveis concentrações de pescado, tais como bancos de peixes ou de bivalves.
Anexos
PESCA LOCAL: Pesca realizada pelas embarcações de pesca local, nos rios, estuário dos rios, lagunas,
praias e orlas marítimas junto à terra e sempre próximo do local onde vara, fundeia, ou atraca a embarcação.
112
POPIV: Programa de Orientação Plurianual 1997-2001, prorrogado para 2002.
POPULAÇÃO EMPREGADA (CENSOS DA POPULAÇÃO): População com 15 ou mais anos que, na semana
de referência, se encontrava numa das seguintes situações:
• Tinha trabalhado durante pelo menos uma hora, mediante o pagamento de uma remuneração ou com vista a
um benefício ou ganho familiar em dinheiro ou em géneros;
• Tinha um emprego e não estava ao serviço, mas mantinha uma ligação formal com o seu emprego;
• Tinha uma empresa mas não estava temporariamente ao trabalho por uma razão específica.
Consideram-se como fazendo parte da população empregada:
a)
As pessoas que, na semana de referência, não trabalharam por motivos passageiros, tais como doença,
licença de maternidade, férias, acidentes de trabalho, redução de atividade por motivos técnicos, condições
climatéricas desfavoráveis ou outros motivos;
b)
Os trabalhadores familiares não remunerados se trabalharem, pelo menos, 15 horas na semana de
referência;
Apesar das recomendações internacionais não imporem qualquer limite de horas para se considerar trabalhador
familiar não remunerado (para além do ter trabalhado 1 hora), desde 1970 que os censos tem estabelecido o
limite das 15 horas trabalhadas.
A imposição deste limite teve como principal objetivo não considerar como população empregada as pessoas
que trabalharam ocasionalmente menos de 15 horas num estabelecimento ou empresa de um familiar. Assim,
no sentido de dar continuidade à série iniciada em 1970 e não aumentar “artificialmente” o universo da
população empregada será mantido o limite das 15 horas.
c)
As pessoas a frequentar formação profissional e que mantêm um vínculo com a entidade empregadora;
d)
Aprendizes e estagiários que recebem uma remuneração em dinheiro ou em géneros;
e)
Estudantes, domésticos, reformados ou em pré reforma que estejam, pelo menos, numa das situações
acima indicadas para a população empregada e que trabalharam na semana de referência.
POPULAÇÃO RESIDENTE (CENSOS DA POPULAÇÃO): Conjunto de pessoas que, independentemente de
estarem presentes ou ausentes num determinado alojamento no momento de observação, viveram no seu local
de residência habitual por um período contínuo de, pelo menos, 12 meses anteriores ao momento de observação,
ou que chegaram ao seu local de residência habitual durante o período correspondente aos 12 meses anteriores
ao momento de observação, com a intenção de aí permanecer por um período mínimo de um ano.
PORTO DE DESCARGA: Vide Zona de Descarga de Pesca.
PORTO DE REGISTO: Local (Capitania ou Delegação Marítima) onde a embarcação está registada.
POTÊNCIA (KW) - Potência mecânica desenvolvida pela instalação propulsora com a qual a embarcação está
equipada
PREÇO DE PRODUÇÃO: É o preço que os produtores recebem do adquirente de uma unidade de um bem ou
serviço produzido ou prestado, deduzido dos impostos a pagar relativamente a essa unidade, em consequência
da sua produção ou venda (ou seja, os impostos sobre os produtos), e acrescido de qualquer subsídio a
receber relativamente a essa unidade, em consequência da sua produção ou venda (ou seja, os subsídios aos
produtos). Não engloba despesas de transporte faturadas à parte pelo produtor, mas inclui as margens de
transporte cobradas pelo produtor na mesma fatura, mesmo que estejam incluídas numa rubrica autónoma
desta.
PRODUÇÃO: É constituída pelos produtos criados durante o período contabilístico. São abrangidos os seguintes
casos especiais: a) os bens e serviços fornecidos por uma unidade de atividade económica (UAE) local a
diversas UAE locais pertencentes à mesma unidade institucional; b) os bens produzidos por uma UAE local
que continuem integrados nas existências após o final do período em que são produzidos, independentemente
da sua utilização ulterior.
Estatísticas da Pesca 2013
113
PRODUÇÃO DO RAMO DA PESCA: É constituída pela soma da produção de bens da pesca, da produção de
serviços da pesca e dos bens e serviços produzidos no âmbito das atividades secundárias não-separáveis,
sendo avaliada a preços de base.
PROFISSÃO PRINCIPAL (CENSOS DA POPULAÇÃO): Profissão que o indivíduo ocupou mais tempo no
período de referência.
Foi utilizada a Classificação Portuguesa das Profissões mais recente - CPP 2010 - compatível com a
Classificação Internacional Tipo de Profissões (CITP 2008).
QUOTA: Parte do total autorizado de captura (TAC) repartido segundo critérios diferentes, tais como países,
regiões, frotas ou embarcações.
RAMO DE ATIVIDADE: Agrupa as unidades de atividade económica ao nível local que exercem uma atividade
económica idêntica ou similar. Ao nível mais pormenorizado de classificação, um ramo de atividade compreende
o conjunto das UAE locais inseridas numa mesma classe (4 dígitos) da NACE Rev.2 e que exercem, por
conseguinte, a mesma atividade, tal como definida na NACE Rev.2.
RAMO DE ATIVIDADE (CENSOS DA POPULAÇÃO): Tipo de produção ou a atividade económica desenvolvida
pelo estabelecimento (unidade local) onde a pessoa exerceu a sua profissão principal, na semana de referência.
O ramo de atividade económica foi classificado segundo a Classificação Portuguesa das Atividades Económicas
– CAERev3- mais recente, compatível com a Statistical Classification of Economic Activities in the European
Community (NACE).
REGIME EXTENSIVO (AQUICULTURA): Regime de aquicultura no qual a alimentação é exclusivamente
natural.
REGIME INTENSIVO (AQUICULTURA): Regime de aquicultura no qual a alimentação é predominantemente
artificial.
REGIME SEMI-INTENSIVO (AQUICULTURA): Regime de aquicultura no qual se associam ao alimento natural
suplementos de alimento artificial.
REMUNERAÇÕES DOS ASSALARIADOS: Definem-se como o total das remunerações, em dinheiro ou em
espécie (no caso específico da pesca: “caldeirada”), a pagar pelos empregadores aos empregados como
retribuição pelo trabalho prestado por estes últimos no período de referência.
RENDIMENTO DOS FATORES: Indicador económico que permite medir a remuneração de todos os fatores
de produção que deram origem à Produção do Ramo. Esta variável é calculada subtraindo ao Valor acrescentado
líquido os Outros impostos sobre a produção e adicionando os Outros subsídios à produção.
RENDIMENTO EMPRESARIAL LÍQUIDO DA PESCA: Saldo contabilístico obtido adicionando ao excedente
líquido de exploração os juros recebidos pelas unidades produtivas constituídas em sociedade e deduzindo as
rendas (e.g.: contratos de leasing e arrendamento de terras para aquicultura) e os juros pagos. Mede a
remuneração do trabalho não assalariado e do capital. É semelhante ao conceito, usado na contabilidade das
empresas, de lucro corrente antes da distribuição e dos impostos sobre o rendimento. Embora o rendimento
empresarial líquido não seja habitualmente calculado para os ramos de atividade, é geralmente possível calculálo para o ramo da pesca, pois pode se determinar a parte dos juros e das rendas ligada exclusivamente à
atividade da pesca (e às atividades secundárias não pesca).
SALGADO: Zona produtiva de sal marinho, localizada na orla costeira, nas margens dos rios ou em zonas
estuarinas, em terrenos essencialmente constituídos por aluviões fluvio-marinhos, argilosos, sujeitos à ação
das marés; pode ser localizado fora da orla costeira, produzindo sal marinho proveniente de fonte salina
subterrânea.
SALINA: Unidade produtiva de sal, resultante da evaporação da água do mar ou de salmouras subterrâneas
concentradas.
Anexos
RECRUTAMENTO: Número de indivíduos jovens de um dado Stock que, em cada ano, entram na área de
pesca (que nasceram num determinado ano para um determinado Stock).
114
STOCK OU UNIDADE POPULACIONAL: Conjunto de indivíduos de uma mesma população, que partilham
características biológicas e de comportamento e que reagem de uma forma relativamente homogénea à
exploração.
TANQUE (AQUICULTURA): Unidade de engorda localizada em terra, constituída por materiais diversos,
desde terra propriamente dita ao betão.
TONELAGEM DE ARQUEAÇÃO BRUTA (TAB): Volume interno total, do casco do navio e das super estruturas
(espaços relacionados ou destinados a carga, passageiros e tripulação, à navegação e T.S.F., paióis e tanques),
expresso em toneladas Moorsom ou de arqueação (iguais a 100 pés cúbicos ou 2,832 m3).
TOTAL AUTORIZADO DE CAPTURA (TAC): Medida de gestão que limita o total de captura de um recurso
pesqueiro numa área e período específicos.
TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL: Subdividem-se em Ajudas ao investimento e Outras transferências de
capital. São transferências, em dinheiro ou em espécie, efetuadas pelas administrações públicas ou pelo resto
do mundo a unidades de produção da pesca, para lhes permitir financiar, na totalidade ou em parte, o custo de
aquisição de ativos fixos, ou indemnizar os proprietários de bens de capital que tenham sido destruídos por
atos de guerra, outros acontecimentos políticos, catástrofes naturais ou perdas excecionais devidas a causas
externas à unidade de produção.
TRIPULANTE: Pessoal de bordo não classificado como pescador.
UNIDADE DE ENGORDA (AQUICULTURA): Instalação onde se promove o crescimento e engorda dos
espécimes.
UNIDADE DE REPRODUÇÃO (MATERNIDADE) (AQUICULTURA): Instalação onde se produzem ovos, larvas,
juvenis ou esporos.
VALOR ACRESCENTADO BRUTO: Valor bruto da produção deduzido do custo das matérias-primas e de
outros consumos no processo produtivo
VALOR ACRESCENTADO LÍQUIDO: Valor acrescentado bruto deduzido do consumo de capital fixo (de bens
de equipamento, edifícios, construções e plantações agrícolas).
VIVEIRO (AQUICULTURA): Unidade de engorda localizada no leito do mar, lago ou rio, como por exemplo:
viveiros de bivalves.
VOLUME DE EMPREGO DA PESCA: Trabalho efetivamente aplicado na produção de produtos da pesca e
das atividades não pesca não-separáveis das unidades produtivas da pesca que compõem o Ramo. Por
definição, pode ser dividido em Assalariado e Não-assalariado, expresso em Emprego equivalente a Tempo
Completo (ETC) correspondendo este à prestação, medida em tempo de trabalho, de uma pessoa que efetua,
a tempo inteiro e durante todo o ano, atividades da pesca numa unidade produtiva da pesca.
ZONA DE DESCARGA: Local da costa onde é descarregado o pescado capturado.
ZONA DE MATRÍCULA: Local onde a Capitania ou Delegação Marítima exerce a sua autoridade.
ZONA DE PESCA: Zona (área) onde se efetua a captura.
Estatísticas da Pesca 2013
115
OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL NÃO PUBLICADA
INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA:
- Número de pescadores matriculados (por segmento de pesca) nas Capitanias e Delegações Marítimas
Estas séries de dados ficarão disponíveis no Portal das Estatísticas Oficiais, cujo endereço é www.ine.pt.
DIREÇÃO GERAL DE RECURSOS NATURAIS, SEGURANÇA E SERVIÇOS MARÍTIMOS:
- Descargas no Continente
-Total anual de espécies e grupos de espécies por mês
-Total anual por delegação e por mês
- Comparação das estimativas de descarga referentes aos anos de 2012-2013
- por mês
- por delegação
- por delegação e posto de venda
- Descargas nas Regiões Autónomas
-por mês
- Espécies transacionadas em lota com maior significado
- totais
- por região
- por segmento de pesca
- por pesqueiro
- quotas de Pesca por Stock
- Capturas nominais efetuadas por pescadores apeados e apanhadores licenciados para as atividades de
apanha de animais marinhos
Estas séries de dados ficarão disponíveis no Portal da DGRM, cujo endereço é www.dgrm.min-agricultura.pt
Anexos
- por espécie e grupo de espécies
116
PORTOS DE DESCARGA
NUTS II
NORTE
PORTO PRINCIPAL
VIANA DO CASTELO
PÓVOA DO VARZIM
MATOSINHOS
CENTRO
AVEIRO
FIGUEIRA DA FOZ
NAZARÉ
PENICHE
LISBOA
CASCAIS
SESIMBRA
SETÚBAL
ALENTEJO
SINES
ALGARVE
LAGOS
PORTIMÃO
PORTOS
Viana do Castelo
Caminha
Esposende
V.Praia de Ancora
Ancora
Castelo do Neiva
Fão
Póvoa do Varzim
A-Ver-O-Mar
Caxinas
Vila Chã
Vila do Conde
Matosinhos
Leixões
Douro
Anjeiras
Afurada
Paramos
Areinho
Ouro
Ribeira
Aguda
Espinho
Valbom
Miramar
Aveiro
Miramar
Torreira
Mira
Furadouro
Esmoriz
Figueira da Foz
Buarcos
Gala
Leirosa
Nazaré
S.Martinho do Porto
Peniche
Porto das Barcas
Porto Dinheiro
Foz do Arelho
Cascais
Assenta
Ericeira
V. F. de Xira
Sesimbra
Costa da Caparica
Trafaria
Fonte da Telha
Barreiro
Montijo
Seixal
Alcochete
Setúbal
Faralhão
Gambia
Sines
Porto Covo
Vila Nova de Milfontes
Azenhas do Mar
Zambujeira
Almograve
Santo André
Carrasqueira
Lagos
Sagres
Carrapateira
Arrifana
Burgau
Salema
Praia da Luz
Meia Praia
Portimão
Carvoeiro
Praia da Oura
Albufeira
Alvor
Armação de Pêra
Benagil
Olhos d'água
Ferragudo
NUTS II
PORTO PRINCIPAL
OLHÃO
TAVIRA
V.R.Stº ANTÓNIO
AÇORES
S.MIGUEL
Stª MARIA
TERCEIRA
GRACIOSA
S.JORGE
FAIAL
PICO
FLORES
MADEIRA
CORVO
MADEIRA
PORTO SANTO
Nota: a desagregação geográfica dos Portos reporta-se à Nomenclatura de Unidades Territoriais para fins estatísticos (NUTS),
de acordo com o Decreto-lei nº 244/2002.
Estatísticas da Pesca 2013
PORTOS
Olhão
Fuzeta
Quarteira
Barreta
Faro
Tavira
Cabanas
Santa Luzia
V.R.Stº António
V.R.Stº António contrato
Cacela
Manta Rota
Monte Gordo
Torre d'Aires
Castro Marim
Mértola
Água de Pau
Capelas
Faial da Terra
Lagoa
Maia
Mosteiros
Nordeste
Povoação
Ponta Delgada
Porto Formoso
Rabo de Peixe
Ribeira Quente
V.Franca do Campo
Stª Maria
Biscoitos
Cinco Ribeiras
Porto Judeu
Porto Martins
Porto Pipas
Praia da Vitória
Silveira
S.Mateus
Vila Nova
Carapacho
Folga
Praia
Porto Afonso
Stª Cruz
Calheta
Manadas
Norte Grande
Topo
Urzelina
Velas
Castelo Branco
Salão
Stª Cruz
Varadouro
Calheta
Lajes
Monte Calhau
Madalena
Manhenha
Piedade
S.Caetano
Stª Cruz das Ribeiras
S.Amaro
S.João
S.Mateus
S.Roque
Fajã
Lajes
Ponta Delgada
Stª Cruz
Vila Nova
Funchal
Camara de Lobos
Ribeira Brava
Madalena do Mar
Cacela
Paúl do Mar
Porto Moniz
Caniçal
Machico
Santa Cruz
Porto Santo
117
FATORES DE CONVERSÃO
PRODUTO
UNIDADES
Bacalhau
Bacalhau
Bacalhau
Bacalhau
Pargo, Goraz, Cachucho, Besugo, Dourada,
Ruivo, Salmonete e Corvina
Peixe n. e.
Peixe n. e.
Peixe n. e.
Peixe n. e.
Peixe n. e.
Peixe n. e.
EQUIVALÊNCIA APROXIMADA
1 Kg de bacalhau fresco
1 Kg de bacalhau salgado verde
1 Kg de bacalhau fresco
1 Kg de bacalhau fresco
0,333 Kg de bacalhau salgado verde
0,700 Kg de bacalhau seco
0,233 Kg de bacalhau seco
0,714 kg de bacalhau descabeçado, eviscerado, congelado
1 Kg de peixe fresco
1 Kg de peixe fresco
1 Kg de peixe fresco
1 Kg de peixe fresco
1 Kg de peixe fresco
1 Kg de peixe fresco
1 Kg de peixe fresco
0,952 Kg de peixe descarregado
0,700 Kg de peixe em salmoura
0,800 Kg de peixe fumado
0,345 Kg de peixe seco
0,847 Kg de peixe salgado
2,222 Kg de peixe em conserva (lata de 1/4 club)
0,200 Kg de farinha de peixe
NOME ESPECIE
Abrótea-branca
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Abrótea-do-alto
Alabote da Gronelândia
Alabote da Gronelândia
Alabote da Gronelândia
Alabote da Gronelândia
Alabote do Atlântico
Alabote do Atlântico
Areeiro
Areeiro
Areeiro
Areeiro quatro manchas
Areeiro quatro manchas
Areeiro quatro manchas
Arenque
Arenque
Arinca
Arinca
Arinca
Arinca
Arinca
Arinca
Arinca
Arinca
Arreganhada
Atum patudo
Atum patudo
Atum patudo
Atum patudo
Atum voador
Atum voador
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Bacalhau-do-Atlântico
Badejo
Badejo
Barroso
Bolota
Cantarilho dos Mares do Norte
Cantarilho dos Mares do Norte
Cantarilho dos Mares do Norte
Cantarilho dos Mares do Norte
Cantarilho dos Mares do Norte
Cantarilho dos Mares do Norte
CONSERVAÇÃO
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
APRESENTAÇÃO
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Em filetes, com pele e espinhas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Filetes sem pele
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Em filetes, com pele e espinhas
Escalado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Filetes sem pele
Descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Filetes sem pele
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Corte Japonês sem cauda
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
COEFICIENTE
DE CONVERSÃO
PARA PEIXE
FRESCO
REGULAMENTO
1,4
1,12
1,4
1,11
1,4
1,08
1,4
1,39
1,08
1,1
1,3
1,06
1,06
2,5
1,06
1,06
2,5
1,12
1,19
2,7
3
1,17
1,46
2,6
2,6
1,17
1,46
1,7
1,25
1,29
1,1
1,29
1,23
1,11
2,95
1,63
1,17
1,7
2,6
2,6
1,38
1,17
1,7
2,6
2,6
1,18
1,18
1,7
1,14
1,9
3
1,19
1,8
1,78
3,37
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
(continua)
Anexos
TABELA DE COEFICIENTES DE CONVERSÃO PARA PEIXE FRESCO
118
TABELA DE COEFICIENTES DE CONVERSÃO PARA PEIXE FRESCO (cont.)
NOME ESPECIE
Cantarilho dos Mares do Norte
Cantarilhos do Norte nep
Cantarilhos do Norte nep
Cantarilhos do Norte nep
Cantarilhos do Norte nep
Cantarilhos do Norte nep
Cantarilhos do Norte nep
Cantarilhos do Norte nep
Carapau
Carapau
Carapau do Cunene
Carapau do Cunene
Carapau do Mediterrâneo
Carapau do Mediterrâneo
Carapau negrão
Carapau negrão
Carocho
Carta-do-Mediterrâneo
Carta-do-Mediterrâneo
Carta-do-Mediterrâneo
Cartas nep
Cartas nep
Cartas nep
Donzela-azul
Donzela-azul
Donzela-azul
Escamudo
Escamudo
Escamudo
Escamudo
Escamudo
Escamudo
Espadarte
Espadarte
Espadarte
Espadarte
Espadarte
Espadarte
Galhudo malhado
Galhudo malhado
Galhudo malhado
Galhudo malhado
Gata
Goraz
Goraz
Granadeiro
Granadeiro
Granadeiro
Granadeiro
Granadeiro
Granadeiro
Juliana
Juliana
Lagostim
Lagostim
Linguado da areia
Linguado legítimo
Linguados nep
Lixa
Lixa barbatana curta
Lixinhas da fundura nep
Maruca
Maruca
Maruca
Maruca
Maruca
Maruca
Maruca
Maruca
Peixe lobo
Peixe lobo
Peixe lobo riscado
Peixe lobo riscado
Peixe prata
Peixe prata
Peixe vermelho da fundura
Peixe vermelho da fundura
CONSERVAÇÃO
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
APRESENTAÇÃO
Eviscerado com cabeça
Corte Japonês sem cauda
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Em filetes, com pele e espinhas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Eviscerado com cabeça
Descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado, descabeçado e sem pele
Eviscerado com cabeça
Eviscerado, descabeçado e sem pele
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Rabos
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado e salgado
Filete
Eviscerado e descabeçado
Filete
Eviscerado e descabeçado
Filete
Eviscerado e descabeçado
Filete
Corte Japonês sem cauda
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
COEFICIENTE
DE CONVERSÃO
PARA PEIXE
FRESCO
REGULAMENTO
1,19
1,9
3
1,19
1,8
1,78
3,37
1,19
1,08
1,08
1,08
1,08
1,08
1,08
1,08
1,08
1,7
1,06
1,06
2,5
1,06
1,06
2,5
1,17
1,4
1,17
2,12
2,43
1,19
1,44
2,78
1,19
1,33
1,12
1,33
1,31
1,11
1,31
1,7
2,52
1,35
2,52
1,7
1,11
1,11
1,11
1,92
4
1,11
3,2
1,92
1,17
1,17
3
3
1,04
1,04
1,04
1,7
1,7
1,7
2,3
1,14
1,33
2,8
1,14
1,32
2,8
2,64
1,6
3
1,6
3
2,2
4
1,9
3
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
(continua)
Estatísticas da Pesca 2013
119
NOME ESPECIE
Peixe vermelho da fundura
Peixe vermelho da fundura
Peixe vermelho da fundura
Peixe vermelho da fundura
Peixe vermelho da fundura
Peixe-espada preto
Peixe-espada preto
Peixe-espada preto
Peixes lobo nep
Peixes lobo nep
Pescada branca
Pescada branca
Pescada branca
Pescada branca
Pregado
Pregado
Raia bicuda
Raia bicuda
Raia bicuda
Raia bicuda
Raia bicuda
Raia de Bigelow
Raia de Bigelow
Raia de Bigelow
Raia de Bigelow
Raia de Bigelow
Raia de dois olhos
Raia de dois olhos
Raia de dois olhos
Raia de dois olhos
Raia de quatro olhos
Raia de quatro olhos
Raia de quatro olhos
Raia de quatro olhos
Raia de quatro olhos
Raia de S. Pedro
Raia de S. Pedro
Raia de S. Pedro
Raia de S. Pedro
Raia de S. Pedro
Raia lenga
Raia lenga
Raia lenga
Raia lenga
Raia lenga
Raia manchada
Raia manchada
Raia manchada
Raia manchada
Raia pontuada
Raia pontuada
Raia pontuada
Raia pontuada
Raia repregada
Raia repregada
Raia repregada
Raia repregada
Raia repregada
Raias nep
Raias nep
Raias nep
Raias nep
Raias nep
Rodovalho
Sapata
Sapata preta
Sapata-áspera
Sapata-guilha
Sarda
Sarda
Solha americana
Solha da pedra
Solha da pedra
Solha do Mar do Norte
Solha escura do Mar do Norte
Solha escura do Mar do Norte
CONSERVAÇÃO
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Fresco
APRESENTAÇÃO
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Asas
Asas sem pele
Eviscerado com cabeça
Asas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado com cabeça
Eviscerado, descabeçado e sem pele
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
COEFICIENTE
DE CONVERSÃO
PARA PEIXE
FRESCO
REGULAMENTO
1,19
1,8
1,78
3,37
1,19
1,48
1,4
1,24
1,6
3
1,34
1,67
1,11
1,4
1,09
1,09
2,09
4
1,13
2,09
1,13
2,09
4
1,13
2,09
1,13
2,09
1,13
2,09
1,13
2,09
4
1,13
2,09
1,13
2,09
4
1,13
2,09
1,13
2,09
4
1,13
2,09
1,13
2,09
1,13
2,09
1,13
2,09
1,13
2,09
1,13
2,09
4
1,13
2,09
1,13
2,09
4
1,13
2,09
1,13
1,09
1,7
1,7
1,7
1,7
1,11
1,09
1,3
1,08
1,39
1,3
1,11
1,39
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
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Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
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Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
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Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
(continua)
Anexos
TABELA DE COEFICIENTES DE CONVERSÃO PARA PEIXE FRESCO (cont.)
120
TABELA DE COEFICIENTES DE CONVERSÃO PARA PEIXE FRESCO (cont.)
NOME ESPECIE
Solha legítima
Solha legítima
Solha legítima
Solha legítima
Solha limão
Solha limão
Solhão
Solhão
Tamboril
Tamboril
Tamboril
Tamboril
Tamboril
Tamboril
Tamboril
Tamboril africano
Tamboril africano
Tamboril africano
Tamboril africano
Tamboril africano
Tamboril africano
Tamboril africano
Tamboril americano
Tamboril americano
Tamboril americano
Tamboril americano
Tamboril americano
Tamboril americano
Tamboril americano
Tamboril preto
Tamboril preto
Tamboril preto
Tamboril preto
Tamboril preto
Tamboril preto
Tamboril preto
Tamboril-espinhoso
Tamboril-espinhoso
Tamboril-espinhoso
Tamboril-espinhoso
Tamboril-espinhoso
Tamboril-espinhoso
Tamboril-espinhoso
Tamboris
Tamboris
Tamboris
Tamboris
Tamboris
Tamboris
Tamboris
Tubarão da Gronelândia
Tubarão lusitano
Verdinho
Verdinho
Verdinho
Verdinho
Xara preta de natura
Estatísticas da Pesca 2013
CONSERVAÇÃO
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Fresco
Fresco
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Congelado
Fresco
Congelado
APRESENTAÇÃO
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filete
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado descabeçado e s. cauda
Eviscerado com cabeça
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Filetes sem pele
Rabos
Eviscerado com cabeça
Eviscerado e descabeçado
Rabos
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
Eviscerado com cabeça
Filetes sem pele
Surimi
Eviscerado com cabeça
Em filetes, sem pele e com espinhas finas
COEFICIENTE
DE CONVERSÃO
PARA PEIXE
FRESCO
REGULAMENTO
1,07
1,05
1,39
2,4
1,05
1,05
1,3
1,06
1,22
3,04
5,6
3
1,22
3
3
1,22
3,04
5,6
3
1,22
3
3
1,22
3,04
5,6
3
1,22
3
3
1,22
3,04
5,6
3
1,22
3
3
1,22
3,04
5,6
3
1,22
3
3
1,22
3,04
5,6
3
1,22
3
3
1,7
1,7
1,15
2,65
2,97
1,15
1,7
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
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Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
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Reg. (CE) 404/201 de 8 de Abril de 2011
Portaria n.º 615/2001, de 23 de Junho
121
PRINCIPAIS PORTOS DO CONTINENTE
CONTINENTE
(NUTS II)
Viana do Castelo
Norte
Póvoa do Varzim
Matosinhos
Aveiro
Anexos
Figueira da Foz
Centro
Nazaré
Peniche
Cascais
Lisboa
Setúbal
Sesimbra
Alentejo
Sines
Lagos
0
50
Km
Vila Real de
Santo António
Tavira
Olhão
Algarve
Portimão
NUT S II
122
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
Ilha do Corvo
Vila Nova (Corvo)
Ilha das Flores
Ilha Graciosa
Santa Cruz das Flores
Praia da Graciosa
Ilha Terceira
Ilha de São Jorge
Praia da Vitória
Ilha do Faial
Velas
Madalena (Pico)
Santa Cruz do Faial
(Horta)
Ilha de São Miguel
Ilha do Pico
Ponta Delgada
Ilha de Santa Maria
Vila do Porto
0
20 Km
Estatísticas da Pesca 2013
Mu nicípios
NU TS III
123
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
Ilha de Porto Santo
Porto Santo
Anexos
Ilha da Madeira
Funchal
Munic ípios
NUT S III
0
20 Km
124
ÁREAS DE PESCA (DIVISÃO FAO)
Estatísticas da Pesca 2013
125
Anexos
21 ATLÂNTICO NOROESTE (NAFO)
126
27 ATLÂNTICO NORDESTE (ICES)
Estatísticas da Pesca 2013
127
Anexos
31 ATLÂNTICO CENTRO-OCIDENTAL
128
34 ATLÂNTICO CENTRO-ESTE (CECAF)
Estatísticas da Pesca 2013
129
Anexos
37 MEDITERRÂNEO E MAR NEGRO
130
41 ATLÂNTICO SUDOESTE
Estatísticas da Pesca 2013
131
Anexos
47 ATLÂNTICO SUDESTE
132
51 OCEÂNO ÍNDICO OESTE
Estatísticas da Pesca 2013
133
Anexos
57 OCEÂNO ÍNDICO ESTE
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