J O A N A MARIA FERREIRA ALBRECHT
Estudos sobre a Germinação de Mimosa SCabrella
Benth. ("Bracatinga") e Acacia mearnsii De
Wild ("Acácia-negra") em Função de
Tratamentos Pré-Germinativos
Dissertação submetida à consideração
da Comissão Examinadora, como requisito parcial na obtenção do Título de
"Mestre em Ciências - M Sc.", no Curso
de Pós-Graduação em Engenharia Florestal do Setor de Ciências Agrárias da
Universidade Federal do Paraná.
CURITIBA
1 9 8 1
JOANA MARIA FERREIRA A1BRECHT
ESTUDOS SOBRE"A GERMINAÇÃO DE SEMENTES.DE Mimosa s c a b r e l l a
Ben th.
(Bracatinga) E Acacia mearnsii De Wild
(Acácia-
n e g r a ) EM PUNÇÃO DE TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS
Dissertação submetida à conside
ração da Comissão Examinadora,
como r e q u i s i t o p a r c i a l na obten
ção de T i t u l o de "Mestre em Ciências-M. Sc .
no Curso de PosGraduação em Engenharia F l o r e s t a l do Setor de iCiências Agrár i a s da Universidade Federal do
Paraná.
'
CURITIBA
1981
Í.UkSC bí
- ^É.DUÁÇAG
I
L
i
!
P A R E C E R
Ds membros
pelo
tal
Coleaiado
para
sentada
tulo
do C u r s o
realizar
da
da
em E n g e n h a r i a
Dissertação
Flore_s
de M e s t r a d o
JoANA MARIA FERREIRA A L B R E C H T ,
(BRACATINGA)
E A C A M maaJuuU DE W I L D
FUNCAO DE TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS"
5
de M e s t r e
Engenharia
em C i ê n c i a s
Florestal
Federal
haver
pela
requisitos
Mestre
Florestais
do S e t o r
do P a r a n á ,
analisado
de p a r e c e r
os
designada
apre_
SOB
ti
O
"ESTUDOS* SOBRE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Múnosa scabAella.
BENTH-
dade
Examinadora
de P õ s - G r a a u a ç ã o
a arguição
p e l a • c a n d i d a ta
Comissão
o referido
necessários
em C i ê n c i a s
Ooservação: 0 c r i t é r i o
mesma
- Curso
Agrárias
grau
da
em
Universi^
S i L V I C U L T U R A > após
e arguido
receber
do
EM
de P õ s - G r a a u a ç ã o
Dissertação,
para
obtenção
Concentração
trabalho
"APROVAÇÃO"
para
de C i ê n c i a s
Areade
(ACAC I A L E G R A )
a candidata,
completando
o grau
são
assim
e o Diploma
Florestais.
de a v a l i a ç ã o
a partir
da
de novembro
dissertação
de
e defesa
1980 é a p e n a s
Curitiba,
14 de dezembro
de
1981
> U
P r o f es s o r r i r najxj o/' BYcrrícmet.ti ,
Primeiro
M.Sc
Examinador
Profe.sso/r Adson Ramos, M . S c
v
/ •
Segundo E x a m i n a d o r
Professor
Ma r i o -Tãlcao I n o u e ,
Presidente
de
APROVADA
ou NAO APROVADA.
- LiêZi-ft-
de
DR
Ao meu esposo,
aos meus f i l h o s ,
à minha mãe,
à memória de meu pai e
a meus irmãos
DEDICO
AGRADECIMENTO S '
À Fundação tSiiversidade Federal de Mato Grosso, na p e s soa do seu Magnífi co R e i t o r , Dr. Gabriel Novis Neves.
Ao Departamento de Engenharia F l o r e s t a l da Universidade
Federal de Mato Grosso, na pessoa
do P r o f e s s o r Marco
.Antônio
Pinto.
À Universidade Federal do Paraná, p e l a oportunidade con_
cedida em c o n c l u i r o Curso de Pós-graduaçãò em Engenharia F l o restal.
Ao P r o f e s s o r Mario Takao Hhoue,
p e l a orientação
deste
trabalho.
Aos P r o f e s s o r e s Reinout Jan de Hoogh, Luiz Doni Filho e
Henrique Soares Kohler, p e l a s v a l i o s a s
sugestões.
Aos colegas Zilda Langer e Paulo Contente de Barros, pe_
l a amizade e colaboração no' desenvolvimento deste trabalho.
Às s e c r e t á r i a s Rosangela B e n t i v o g l i o dos Santos e Maria
de Lourdes ,&a S i l v a Wos, p e l a amizade e colaboração.
Aos f u n c i o n á r i o s do Laboratório de S i l v i c u l t u r a ,
Elié-
zer S i l v a je Marli F e l i p e p e l o apoio na f a s e experimental.
À todos quantos/-direta ou indiretamente,
para a r e a l i z a ç ã o deste
trabalho.
"iv
contribuíram
BIOGRAFIA DO AUTOR
JOANA MARIA FERREIRA AIiBRECHT, f i l h a de Maria
Geralda
Guimarães F e r r e i r a e Antônio F e r r e i r a Coelho,•nasceu em
Viço-
sa, Minas Gerais, aos 23 de novembro de 1952.
Realizou os cursos primário, g i n a s i a l e normal em V i ç o sa.
Diplomou-se em Engenharia F l o r e s t a l em 1975, p e l a
Uni-
versidade Federal de Viçosa. Em março de 197-6 ingressou na Fun
dação Universidade Federal de Mato Grosso, exercendo as a t i v i dades de pesquisadora e p r o f e s s o r a , na Área de Ciências B i o l ó gicas.
I n i c i o u em 1978 o Curso de PÓs-Graduação em
Florestal,
Área de Concentração S i l v i c u l t u r a ,
Engenharia
do Setor de Ciên_
cias Agrárias da Universidade Federal do Paraná.
SUMÁRIO
Pagina
LISTA DE FIGURAS
viii
LISTA DE QUADROS
x
1.
INTRODUÇÃO . . .
1
2.
REVISÃO DE LITERATURA .
3
2.1.
Dormência: o c o r r ê n c i a e causa
3
2 : 1 . 1 . Impermeabilidade do . tegumento
5
2 . 1 . 2 . Embriões f i s i o l o g i c a m e n t e imaturos ou rudimentares
-
2.'1.3. I n i b i d o r e s da germinação
2-'2.
'
^
8
Métodos de quebra de dormência
9
2 . 2 . 1 . Métodos f í s i c o s para quebra de dormência
]_0
2 . 2 . 2 . E s t r a t i f i c a ç ã o a baixa temperatura
11
2 . 2 . 3 . Embebição em-água f r i a e quente . . . .
12
2 . 2 . 4 . Métodos químicos para quebra de dormência . . . .
^
3.
METODOLOGIA
-
l6
3.1.
Material de estudo
j .......... .
16
3.2.
Métodos usados nos experimentos .
3 . 2 . 1 . Tratamento s
"vi
^
17
Ml
vii
.^Pagina
3-2.2.
Sequencia.dos experimentos . . j.>
17
3-3.
Delineamento e s t a t í s t i c o - ...
21
4.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
23
4.1.
E f e i t o s da ação de ácidos e água f e r v e n t e
na
germinação de Bracatinga e Acácia-negra (Expe_
rimento i )
..................
23
4.1.1.
Comportamento da Bracatinga
25
4.1.2.
Comportamento da Acácia-negra
30
4.2.
E f e i t o s da ação de base e sal na
germinação
da Bracatinga e Acacia-negra (Experimento I I )
33
4.2.1.
Comportamento da Bracatinga
33
4.2.2.
Comportamento da Acácia-negra
37
4.3.
E f e i t o da ação de s a l , óxido e c o c a - ç o l a
germinação de Bracatinga e Acácia-negra.
na
(Ex-'
perimento I I I )
38
4.3.1.
Comportamento da Bracatinga
38
4.3.2.
Comportamento da - Acácia-negra
44
1
i
5.
CONCLUSÕES ..'...
45
6.
RECOMENDAÇÕES
4-6
7.
RESUMO
.'.
47
SUMMARY
49
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
51
APÊNDICE
54
I I ST A DE FIGURAS
P i gora
1
Pagina
Percentagem média de germinação de
sementes
%'
de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Benth.),
em
função do produto usado e do período de embe_
"bição (Experimento i )
2
.....
26
Percentagem acumulada de . germinação de semen
tes de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a
Ben t h . )
(Experimento i )
3
Percentagem média de germinação de
de Acácia-negra ( Ac ac i a ::me arn s i i De
sementes
Wild.),
em função do produto usado e do período.
4
de
embebição (Experimento i )
.
L
'
Percentagem acumulada de germinação de semen
i.
31
t
tes de Acácia-negra (Acacia mearnsii De Wild)
(Experimento i )
5
32
Percentagem média de germinação de
sementes
de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Ben th. )., con
siderando o produto usado e o período de embebição (Experimento I I )
"viii
35
ix
Figura
6;
.Página
Percentagem acumulada' dê. germinação de semen
tes de • Bracatinga (Mimosa .scabrella
(Experimento I I )
7
.;.....
36
Percentagem média de germinação de
de Acácia-negra (Acácia mearnsii De
considerando o produto usado e o
í
embebição (Experimento I I ) . . . .
8
Ben t h . )
sementes
Wild.),
período de~
39
Percentagem de germinação de sementes de Bra
catinga (Mimosa s c a b r e l l a Benth.). (Experimen
to I I I )
9
Percentagem média de germinação de
41
sementes
de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Benth. ) ,
em
função do .produto usado e do período de embe^
bição (.Experimento I I I )
10
Percentagem média de germinação de
de Acácia-negra (Acacia mearnsii De
42
sementes
Wild.),
em função do produto usado e do período
embebição (Experimento I I I )
de
- 43
L I S T A DE QUADROS
Quadro
1
Pagina
Tratamentos pré-germinativos usados noKExperimento I para sementes de Acácia-negra ( Aca
c i a .mearnsii De Wild. ) e Bracatinga
(Mimosa
s c a h r e l l a Ben th. )
2
18
Tratamentos pré-germinativos usados no Experimento I I para sementes de Acácia-negra
(A-
c a c i a mearnsii De Wild. ) e Bracatinga (Mimo- '
s a • s c a h r e l l a Benth.)
3
19
Tratamentos pré-germinati-vos usados no Experimento I I I para sementes de Acácia-negra (A
i
c a c i a mearnsiilpe Wild. ) e Bracatinga (Mimosa s c a h r e l l a Ben th. )
4
20
Médias .da percentagem de germinação de semen
t e s de Bracatinga (Mimosa s c a h r e l l a
Ben t h . )
e. úcácia-negra ( Acacia mearnsii :-"De
Wild. )
(Experimento I )
5
24
. Medias da percentagem de germinação de semen
t e s de Bracatinga (Mimosa s c a h r e l l a
e Acácia-negra (Acacia mearnsii De
(Experimento I I ' )
Ben th. )
Wild.)
-
"x
34
xi
Quadro
6
Pagina
.Medias da percentagem .de.; germinação de semen
tes de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a
•e Acácia-negra (Acacia mearnsii
(Experimento I I I )
7
"De
Benth.. )
Wild.)
..
40
Percentagem de sementes germinadas/dias
de-
germinação - e s p é c i e : Bracatinga (Mimosa sca
b r e l l a • Benth. ) (Experimento I')
8
.. .
Percentagem de sementes germinadas/dias • ". de
germinação - e s p é c i e : Acácia-negra
(Acacia
i
mgarnsii De Wild. ) (Experimento i )
- .
J
"9
Eesumo da "ANOVA" dos tratamentos
to i ) Espécie:
56
(Experimen.
Acácia-negra (Acacia mearnsii
De Wild. )
10
57
Resumo da "ANOVA" dos tratamentos (Experimen
to i ) Espécie: Bracatinga (Mimosa
scabrella
Benth. )
11
55
-57
Percentagem de sementes germinadas/dias
de
germinação - e s p é c i e : Bracatinga (Mimosa sca
b r e l l a Benth.) (Experimento I I )
T2
Percentagem de sementes germinadas/dias
germinação - e s p é c i e :
meárnsii De W i l d . )
13
^g
Acácia-negra
(Acacia
(Experimento I I )
Resumo da "ANOVA" dos tratamentos
de
.........
59
(Experimen
to I I ) Espécie: Acácia-negra (Acacia mearnsii
De Wild. )
14
Resumo da "ANOVA" dos tratamentos
60
(Experimen
to l i ) Espécie: Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a
Benth.)
60
xii
Quadro
15
Página
"Percentagem dè ^sementes germinadas/dias
-de
germinação - espécie:' Bracatinga - (Mimosa sca
"brella Benth. ) (Experimento I I I . )
16
61
Percentagem de sementes germinadas/dias
germinação - e s p é c i e : . Acácia-negra
de
( Acacia
mearnsii De W i l d . ) (Experimento I I I )
17
Resumo da "ANOVA" dos tratamentos
62
(Experimen
to I I I ) Espécie: Acácia-negra ( A c a c i a mearns i i Sc Wild. )
18
-
63
Resumo da "ANOVA" dos -tratamentos (Experimen
to I I I ) Espécie: Bracatinga
Benth.)
(Mimosascabrella
63
INTRODUÇÃO
Embora o emprego de tratamentos pré-germinativos em sementes venha sendo e f e t i v a d o na Dinamarca desde 1869, há neces
sidade de novas pesquisas sohre a m o r f o l o g i a e f i s i o l o g i a
sementes que constituem o p r i n c í p i o da
atividade
das
fisiológica
de um v e g e t a l adulto.
Tem-se dado muito ênfase à importância do .armazenamento para a preservação da v i a b i l i d a d e das sementes e a tratamentos
pré-germinativos quê visem uma germinação homogênea e
unifor-
me.
No Brasil, as-empresas e companhias f l o r e s t a i s j á começam a preocupar-se com a produção de sementes em escala comerc i a l e os /pesquisadores preocupam-se em d e s c o b r i r novas i n f o r mações a t r a v é s de estudos para um maior desenvolvimento
cientí
f i co .
A esses deverão i n t e r e s s a r estudos sobre a
viabilidade
de sementes, v i s t o que, sementes de algumas espécies não germi_
nam, s e j a por motivos de dormência ou p e l a perda.da) capacidade
germinativa.
Os tratamentos p r é - g e r m i n á t i v o s em sementes/visam e s t i mular os processos metabólicos que ocorrem durante o
período
germinativo, objetivando assim, a aceleração e a íuniformização
.2
da germinação.
A Acácia-negra (Acácia : mèarnsii De Wild) surgiu no cena
r i o econômico mundial no ano de 1968, quando f o i
transportada
de seu h a b i t a t n a t u r a l , a A u s t r á l i a , para a Á f r i c a do Sul,
mo planta de crescimento rápido e grande produtora de
co-
lenha,
-
apresentando casca com grande abundancia de tanino (GRANJA
12
).
Fornece também material para i n d ú s t r i a s de chapas, papel e cel u l o s e . Esta espécie v e g e t a em clima t r o p i c a l e temperado, não
se adaptando a condições de extrema variação e de geadas inten
sas, nem em terrenos excessivamente úmidos.
No B r a s i l ,
a Acácia-negra f o i introduzida com sucesso ,
visando, principalmente,
à obtenção de tanino, 0 Rio Grande do
Sul apresenta aproximadamente 150 mil hectares plantados,
des-
t a espécie que é considerada como uma das plantas mais lucrati_
vas,. graças ao t o t a l aproveitamento do v e g e t a l .
0 Brasil
arre-
cada anualmente cerca de s e i s milhões de dólares com a exporta
ção de tanino "para mais de 70 p a í s e s .
A Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Benth.). também é uma e s p é c i e de grande i n t e r e s s e comercial. Sua madeira é
utilizada
para a confecção de chapas e aglomerados, para a produção
de
c e l u l o s e e carvão v e g e t a l entre outros.
As sementes das duas espécies apresentam problemas
de
germinação devido a impermeabilidade do tegumento a água. Como
conseqüência tem-se demora e desuníformidade na germinação.
Em razão da escassez das informações d i s p o n í v e i s ,
tas vezes c o n t r a d i t ó r i a s ,
desejou-se, com o presente
trabalho,
i d e n t i f i c a r os problemas de germinação das sementes das
espécies, mediante ensaios sistemáticos u t i l i z a n d o
muiduas
produtos
químicos como tratamentos pré-germinativos, objetivando a aceleração e uniformização do processo
germinativo.
2.
REVISÃO DE LITERATURA
OCORRÊNCIA E CAUSA
Muitas sementes não germinam quando submetidas a condições naturais de temperatura, umidade e composição normal
da
atmosfera, dizendo-se assim,- que as sementes encontram-se
em
estado de dormência.
*
VEGIS
14
citado por KRAMER & KOZLOWSKI
, definiu
condi-
ção de dormência como aquela na qual a germinação normal.
diminuída; ainda que as condições externas
sejam
é
adequadas.
BONNER & GALSTOIf definem dormência como' sendo a suspensão tem
p o r á r i a do crescimento em t e c i d o s ou órgãos de plantas, quando
são atendidas todas as condições ordinariamente
consideradas
como necessárias para o seu crescimento.
10
GURGEL PILHO . se expressa da seguinte maneira: "Quando
o repouso do embrião é o f a t o r responsável por um retardamento
na germinação, c a r a c t e r i z a - s e a dormência".
KOLLER
citado por VILLIER£>
, refere-se. à
* "VEGIS, A- Formation o f the r e s t i n g
plants.
Experientiae, 12: 94-99, 195 6.
dormência
condition
in
-** KOLLER, D. P r e c o n d i t i o n i n g of germination in l e t t u c e
at time of f r u i t r i p e n i n g .
Amer. J. B o t . , 49: 841, 1962.
s>
.4
como sendo uzm termo vago e r e l a t i v o , porque os~mecanismos f í s i c o s ~e " f i s i o l ó g i c o s das -..sementes "variam „amplamente .de acordo
com a e s p é c i e .
20
Segundo STEIN e t a l .
,;• a dormência normalmente é o r e
sultado da interação das condições ambientais impostas e
das
propriedades h e r e d i t á r i a s das plantas. Contudo, em determinadas condições, podem predominar,as duas condições.
"Por exem-
p l o , o c a r á t e r h e r e d i t á r i o parece predominar em .Plnus
taeda
L . , cuja dormência pode v a r i a r de uma árvore para outra
determinado s í t i o ,
embora observações f e i t a s durante
em
quatro
anos tenham mostrado dormência em árvores i n d i v i d u a i s .
Semen-
tes de Pinus strobus L. são consideravelmente menos dormentes
no Norte que no Sul'dos Estados ünidos.
13
HARTMANN & KESTER
consideram dois t i p o s de
dormên-
cia:
a) a causada por f a t o r e s externos e,
b) a causada por f a t o r e s i n t e r n o s .
Referindo-se ao conceito r e s t r i t o de dormência,
atribuída
unicamente aos f a t o r e s i n t e r n o s , evidenciam a necessidade
englobar sob o teimo dormência o estado de repouso
dê
seminal,
decorrente das condições externas d e s f a v o r á v e i s .
A redução d r á s t i c a nas atividades f i s i o l ó g i c a s e o desenvolvimento de t e c i d o s p r o t e t o r e s externos provocam uma r e dução na hidratação do citoplasma caracterizando assim, a dor
mência das sementes. As sementes dormentes tornam-se mais r e Isistentes a ambientes d e s f a v o r á v e i s e . com maiores . p o s s i b i l i d a
21
ides de perpetuação da espécie (TOLEDO & MARCOS PILHO
).
A dormência que se apresenta i n s t a l a d a durante
lheita,
ou do completo desenvolvimento da semente é
a
co-
chamada
de dormência p r i m á r i a . A secagem a a l t a temperatura por exemplo pode i n d u z i r a dormência em sementes não
essencialmente
.5
i
"I r7
^dormentes, chamada de áormencia . secundária
(POPINIG-IS
).
HE
razão disso,- nem sempre é possí.yel p r e d i z e r á o c o r r ê n c i a natur a l da dormência de todas as espécies. A natureza da dormência
não pode ser prontamente deteimiriada. Para tanto há necessidade de uma a n á l i s e da l o c a l i z a ç ã o g e o g r á f i c a e c l i m á t i c a
espécies, "bem. como as.condições das sementes.
5 -'
,-
das
13
Alguns autores (CAMEIRO
HARTMANN & KESTER
KRAMER
14
16
19 ,
& KOZLOWSKI , MAYER & POLJAKOFF-MAYBER
e ROBERTS
(admitem
-que a dormência s e j a causada pelos seguintes f a t o r e s :
- BahriÕes rudimentares, que necessitam completar*
seu
desenvolvimento para que a semente se torne apta a germinar.
Ex.:
orquídeas.
- Tegumentos impermeáveis à água. Ex.: algumas. sementes
de leguminosas.
- Tegumentos que impedem a absorção de o x i g ê n i o e, possivelmente a eliminação de dioxido de carbono. Ex.:
. sementes
de gramíneas.- Tegumentos que oferecem r e s i s t ê n c i a mecânica.à
emer-
gência do embrião. Ex!.: espécies do gênero Prunus.
- Dormência do próprio embrião
ou de, algum, de: seus ó r -
gãos. Ex,: algumas espécies de Rosáceas.
2 . 1 . 1 . IMPERMEABILIDADE DO TEGUMENTO
A causa mais comum da dormência é a impermeabilidade do
tegumento à água, especialmente nas sementes de e s p é c i e s da f/k
m í l i a das leguminosae.. Em:muitos casos esse c a r á t e r tem
sido
considerado como um f a t o r g e n é t i c o , embora condições no
meio
possam i n f l u e n c i a r na percentagem de sementes de impermeáveis.
Às v e z e s o tegumento pode ser também impermeável
ao o x i g ê n i o ,
.6
como por exemplo em Praxinus pennsylvanica
(COX*, -citado' por
14
." • ' •
'
. KRAMER & • KOZLOWSKE ) . IM exemplo !clássico é o género... Xanthium,
na posição i n f e r i o r do f r u t o , a semente germina normalmente'
primeiro período v e g e t a t i v o ,
nó
ao passo que a superior se .mantém^
dormente até o segundo período,^por ser o.tegumento impermeável
ao o x i g ê n i o
(KRAMER & KOZLOWSKI14").
*•*
22.
VEGIS ., citado por VILLIERS
,
a c r e d i t a que a ma permea-
b i l i d a d e dos tegumentos das sementes e de outras estruturas env o l v e n t e s reduzam o fornecimento de oxigênio às zonas de c r e s c i
mento. Como conseqüência, ocorre a elevadas tempejraiburas,
uma
respiração anaeróbica, que provoca a redução de l i p í d i o s
substâncias i n i b i d o r a s ,
e
de
causadoras de dormência.
Tratamentos adequados de sementes provavelmente
outras t r o c a s , como na permeabilidade a gases,-na
induzem
sensibilida-
de à luz ou temperatura ou, possivelmente, na destruição ou r e moção de substâncias i n i b i d o r a s .
16
Estudos de MAYER & PO LJAKOFF-MAYER
mostraram que
tas sementes de leguminosas apresentam dormência em
ser a cobertura c o n s t i t u í d a por uma camada cerosa
mui-
razão
de
!impermeável.,
especialmente na subfamília P a p i l i o n o i d e a e .
22
HYDE
citado por VILLIERS , descreveu a estrutura do
•
h i l o de sementes de leguminosas e c i t o u uma válvula! com
ativi-
dade h i g r o s c ó p i c a , permitindo tanto a perda como a entrada
de
água" nas sementes.
. * 00X, L.G.
A p h y s i o l o g i c a l study o f embryo
i n the seed o f n a t i v e hardwoods and i r i s .
Ithaca,
v e r s i t y , 1942. D i s s e r t a t i o n
Ph.D.
* * VEGIS, A- - Dormancy i n higher p l a n t a s .
dormancy
Cornell Lfrii&mu.
Rev.
Plant P h y s i o l . , 15_: 185, 1964.
* * * HYDE, E.O.C. The .function of the hilum i n some
Pa-pilionaceae i n r e l a t i o n to the r i p e n i n g o f the seed. Ann. Bot.
l£k 241, . 1954.
.T
CROÇKER
citado por V I L 1 I E R S m e n c i o n o u que a remo-
-.ção ou'dani-ficação de p a r t e s do tegumento da. semente, ou -o ' au.mento da tensão de o x i g ê n i o no .meio ambiente ocasionam o
au-
mento da v e l o c i d a d e de r e s p i r a ç a o do embrião, em muitos ' t i p o s
de sementes', o que', frequentemente, r e s u l t a em
germinação.
I s t o se e x p l i c a como sendo consequência de o o x i g ê n i o
promo-
v e r o aumento da u t i l i z a ç ã o da e n e r g i a nos processos germinativos.
2.1.2.
EMBRIÕES EI SI0L0G-ICAMENTE IMATUROS 'OU'RUDIMENTARES
D e f i n e - s e como embrião imaturo ou rudimentar o que não
está anatomicamente estruturado por ocasião da maturação
semente e seu desprendimento da planta-mãe; às v e z e s ,
' da
aconte-
ce e s t a r o embrião morfologicamente maturo, embora f i s i o l o g i •
17
camente incapaz de germinar - (POPINIGIS*--' ) .
IVES
, citado por KRAMER & K0Z10V/SKI
, r e l a t a que
o
embrião imaturo requer um período de conservação em condições
f a v o r á v e i s para a t i n g i r determinada f a s e de
como acontece com o azevinho
( I l e x opaca).
desenvolvimento
As sementes.
que
apresentam embrião imaturo necessitam de um período de
tempo
para empreender t r o c a s no seu i n t e r i o r ,
aptas
o que as torna
a um desenvolvimento normal.. Essas t r o c a s podem envolver,
o
crescimento e o desenvolvimento r e a l do p r ó p r i o embrião, como
no caso das massas c e l u l a r e s i n d i f e r e n c i a d a s que formam o embrião de I l e x opaca.
tion.
* CROCKER, W. Role of seed coats i n delayed germinaBot. Gaz., 42_: 265,
1906.
* * IVES* S.A. Maturation and germination o f seeds
I l e x opaca.
Bot. Gaz., 7 6: 60-77,
1923.
of
.8
Por. outro .lado,- algumas, .«spécies têm embriões ^úe ..podem
ser d i f e r e n c i a d o s quando as ^sementes - são d-isp.ersad'ás,;7Íaas
' i f- r t'
' '
7se,
'
ocasionalmente, essas sementes s ao_ r e embe bi d as em agua, • o
em-
brião cresce,' aumentando
de tamanho antes da germinação.
22
VILHERS , considera que o crescimento do embrião :
fologicamente completo é mais rápido quando submetido a temperaturas' entre 18°C e 20°C. Sementes com embriões
morfologica-
mente incompletos
requerem,- muitas v e z e s , exposições a.^ baixas
'
temperaturas
(aproximadamente 5 OCC) durante v árr i o s meses.
-2.1.-3. INIBIDORES DE GERMINAÇÃO
São considerados i n i b i d o r e s de
germinação
substâncias
químicas, que i n t e r f e r e m no metabolismo das'sementes.
BONNER & GALSTON^ citam i n i b i d o r e s h i d r o s o l ú v e i s o c o r rendo sempre em sementes de espécies d e s é r t i c a s ,
assim, a sobrevivência das e s p é c i e s ,
assegurando
até la época de chuvas.
Compostos c i a n í d r i c o s , d i n i t r o g e n d l , f e n o r e t o ,
hidroxi-
lamina, lactonas insaturadas, especialmente o coumarim,
parasórbico,
aldeídos, ó l e o s e s s e n c i a i s ,
ácido
a l c a l ó i d e s são subs -
tâncias consideradas i n i b i d o r a s da germin'açâo. Os compostos ci
a n í d r i c o s ocorrem' s-obretrudo em sementes de Rosaceae,- ao ' passo
que complexos de amónia ocorrem comumente em c r u c í f e r a s i n i b i n
do a germinação' (MAYER & POLJAKOPE-MAYBER16 ) .
ROBERTS"^ mostrou que um t i p o de i n i b i ç ã o de germinação
ocorre quando as sementes são colocadas em
soluções
de
alta
pressão osmótica. Essa situação parece o c o r r e r em partes
de
f r u t o s , tecidos e no próprio embrião de sementes encontradas em
h a b i t a t s a l i n o s . A a l t a pressão osmótica pode ser causada p e l o
i
açúcar
e p o r ' s a i s inorgânicos,
como o c l o r e t o de sódio.
autor, comprovou também, que o manitol é um componente
Este
obtido
.22
no l a b o r a t ó r i o , - que causa a i n i b i ç ã o ,osmótica.
Segundo OLATO.YE & HALL*, citado por . HEYDRECKER12, a auxina, em a l t a concentração, provoca uma ação i n i b i d o r a na g e r minaç ão.
8
GALSTON & DAVIES mostraram que a incorporação, na
mente de uma quantidade c r í t i c a de um i n i b i d o r como oo
seácido
abscísico pode g a r a n t i r a i n a t i v i d a d e durante o i n v e r n o .
ácido é considerado um dos mais importantes
Este
inibidores,
por
exemplo, -em Eraxinus americana, e l e está presente em todos
os
t e c i d o s , mas a maior concentração é encontrada nã semente e no
pericarpo dos f r u t o s dormentes.
2.2. MÉTODOS DE QUEBRA DE DORMÊNCIA
• De modo g e r a l , os métodos de quebra de dormência
visam
a ativação do metabolismo das sementes:
a ) Tornando o tegumento permeável a água e/ou ao o x i g ê **
5v
nio (WORK & BOYD , c i t a d o s por CARNEIRO ) ;
b ) . Propiciando condições adequadas para i n í c i o das r e a ções bioquímicas que f a v o r e c e o desenvolvimento
8
(GALSTON & DAVIES ) .
dos
Na opinião de v á r i o s autores, como POPINIGIS
16
-POLJAKOEE-MAYBER
e VILLIERS
17
embriões
MAYER &
22 i
, o mecanismo a r t i f i c i a l de que
bra de dormência e o processo natural são parecidos, ouu
se-
•* OLATOYE, S.T. & HALL, M.A- I n t e r a c t i o n o f ethylene
and l i g h t on dormant weed seeds.
I n : HEYDEBECKER, W.
Seed
e c o l o g y . "London, The Pennsylvania State University P r e s s ,
p.
1-159. •
* * WORK, D.W. & BOYD Jr.
Using i n f r a r e d i r r a d i a t i o n to
decrease germination time and to increase percent
germination
i n various s p e c i e s to Western c o n i f e r t r e e s . Separata - .
de
"Transactions o f the Asae", 15 ( 4 ) : 760-762.
.10
para qualquer -tipo 'de clima, o f a t o r - q u e ameaça'á
espécie
c o n s t i t u i ' o'melhora/método p a r a - s u p e r á - l o , Na natureza, o umede_
-cimento ,e a dessedação, o congelamento e o descongèlámento
ou
a atividade dos microorganismos causam a permeabilidade dos te
gumentos de sementes de c e r t a s e s p é c i e s , permitindo a germinação.
2 . 2 . 1 . MÉTODOS FÍSICOS PÁRA QUEBRA DE DORMÊNCIA
POPINIGIS 17 , KRAMER & EOZLOWSKI14, TOLEDO & MARCOS F I 21
16
5
LHO , MAYER & POLJAKOFF-MAYBER , CARNEIRO e BONNER & GALSTON"^, indicam que a e s c a r i f i c a ç ã o para sementes que apresentam
tegumentos impermeáveis a t r a v é s dos seguintes métodos:
a ) Fricção das sementes contra uma superfície' 1 áspera;
b ) Rolamento de sementes em um tambor que contenha. cascalho languloso.
i
•
5
~
Segundo CARNEIRO , a e s c a r i f i c a ç a o tem
por
finalidade
aumentar a permeabilidade do tegumento, criando condições para
maior e mais rápida absorção de umidade.
GURGEL F I L H O a u m e n t o u a velocidade de germinação de se_
mentes de Acácia e Flamboyant com o uso de e s c a r i f i c a ç ã o . 0 pe_
ríodo de germinação da Acácia f o i de 12 dias com 90f°. de germinação e o Flamboyant 10 d i a s com 1 0 0 d e
germinação.
15
LÊDO
, obteve, para a Orelha de negro a[ e f i c i ê n c i a com
e s c a r i f i c a ç ã o mecânica durante 9 segundos. Em Pinus
elliottii,
Pinus taeda, Pinus echinata e Pinus p a l u s t r i s , Ia e s c a r i f i c a ç ã o
.pode ser mais p r e j u d i c i a l que b e n e f i c a (CARNEIRO ) . A e s c a r i f i _
cação excessiva pode r e d u z i r e a t é mesmo d e s t r u i r completamente a capacidade
15 germinativa das sementes.
LÊDO
usou o f o g o , na t e n t a t i v a de abreviar a germina
ção do Guapuruvu, não oíbtendo,- entretanto,- resultados
satisfa-
.11
tórios,
t â l v e z em conseqüência da d i f i c u l d a d e de controlar;, o
f o g o para que, as .sementes recebessem 'intensidades iguais,
de
calor.
2.2.2.
ESTRATIFICAÇÃO A BAIXA TEMPERATURA
.Este método consiste em armazenar'as sementes em subs-
trato úmido a temperaturas , relativamente baixas, de 0°
a
10°C. É-empregado para sementes de diversas essencias f l o r e s tais,
ras,
como Pinaceae, as Junglandaceae e de espécies f r u t í f e como m a c i e i r a s , damasqueiro, pessegueiro,
outras.
cerejeira
e
21
TOLEDO E MARCOS PILHO
recomendam esse
tratamento
para sementes com tegumentos impermeáveis a gases e para
as
que apresentam embriões imaturos.
POPINIGI s 1 7 recomenda a colocaçao das sementes em subs
t r a t o que retenha água, p r o p i c i e aeração e não contenha!substâncias
tóxicas.
Os substratos mais usados são a r e i a e v e r m i c u l i t e ,
na
proporção de 1 p a r t e de semente para 1 a 3 partes do substraí
to. As sementes são umedecidas com água e colocadas em câmara
o
o
24
f r i g o r i f i c a em temperaturas de 1 C a 5 C. WAKELEY , demons trou que 3b. d i a s é um período . s a t i s f a t ó r i o , e que, para Pinus
elliottii
e Pinus p a l u s t r i s um período de 15 dias tem
bons r e s u l t a d o s . De 400 espécies f l o r e s t a i s
dado
aproximadamente
60 io requerem tratamentos pré-germina t i vos, os quais são consi
derados como indutores de trocas f i s i o l ó g i c a s , que ocorrem- na
3'
2
turalmente na natureza (BONNER & GALSTON •). WAREING e t ai"."
concluíram que, para Accer saccharum, trocas nos n í v e i s
de
g i b e r e l i n a e cotocininas ocorrem durante o período f r i o .
BONNER & GALSTON" referem-se ao tratamento de e s t r a t i -
.12
f i c a ç ã o .provocando • a destruição do i n i b i d o r que: oxsorre no
en
dosperma de sementes l a t e n t e s .
2 c 2. 3 . EMBEBIÇ,ÃO EM ^ÁGUA FRIA E-. QUENTE
A embebição em água quente é usada freqüentemente, para
sementes de leguminosas, como o Guapuruvu, o Flamboyant, a A l garoba, a Acácia, e outras,
aumentando consideravelmente a
ve-
locidade de germinação em algumas e s p é c i e s .
. 6 .
,
DEICHMANN recomenda que o volume de agua deve ser apro_
ximadamente> 4 a 5 vezes, maior que o das sementes, e que, a tem
o
,
ro
peratura deve v a r i a r de l o a 100 C, observando,- porem,- que de^
pendendo da e s p é c i e , serão d i f e r e n t e s os tempos e as temperatu
r as.
4
CARNEIRO
demonstrou para sementes de Bracatinga que
água quente é mais e f i c i e n t e que a água f r i a . - Para
a
a ~ Acáci^
negra, considerando o tempo de f e r v u r a , . combinado com d i f e r e n tes épocas de semeadura. • ABRÃO ácUEAS^ obtiveram melhores p e r centagens determinação com a.imersão das sementes por 10, 20,
30 e 40 minutos em água f e r v e n t e .
15
LÊDO
v e r i f i c o u que o tratamento mais e f i c i e n t e para o
Guapuruvu f o i a água f e r v e n t e , : enquanto que, este mesmo t r a t a mento é i n v i á v e l para a Orelha
- de... negro.
• .
17 - -
Segundo PORTER*, citado por POPINIGIS
, a
imersão
de
sementes de Acacia pycnantha, Acacia acuminata, Robinia h i s p i da, Robinia pseudoacacia e Robinia v i s c o s a em
durante cinco segundos causou a superação da
água
fervente
impermeabilidade
do tegumento, permitindo a germinação.
-* POSEER, R.H. Manual f o r seed t e c h n o l o g i s t .
Par Al-Kitab Press, 1959- 149 p.
Beirut,
.13
;Para sémen t e s ãe <Ceánotlms/spv.- a^embe-bi-ção: emfágua p r é aquecida a p o d e
toríiar-ò^tègumento/permeável
" (-POPINI-
G l í 7 ). '
• BONNER;& GALSTON^ citam tratamento com água
fervente
para as sementes de Algaroba.
Geralmente., quando se t r a t a do método de embebição
em
água f r i a , entande-se que esta apresenta temperatura ambiente.
Este tratamento, provavelmente, promove ,a l i x i v i a ç ã o dos i n i b i
dores da. germinação, jprovoca o rompimento do tegumento ou comp l e t a a embebição requerida para a germinação.
Muitas espécies podem ser completamente embebidas
em
!
água sem que h a j a ruptura dos tegumentos. Alguns
res,
pesquisado-
acreditam que a dormência das sementes embebidas se
deva
ao f a t o de o o x i g ê n i o não conseguir penetrar na semente,
atra-
v é s do tegumento, na quantidade e velocidade .necessárias a ger
minação ou de ;ser a saída do gás carbonico muito mais
•
^
2
que a entrada '. de o x i g ê n i o (BODEN'").
rápida
2 . 2 . 4 . MÉTODOS QUÍMICOS PARA QUEBRA DE DORMÊNCIA
Esses métodos consistem no emprego de substâncias,
que
atuam, sobre a semente com diversas f i n a l i d a d e s :
• a) r e g u l a r i z a r as membranas de controle da perme abi l i d a
de permitindo a saída de açúcar s o l ú v e l , . aminoácidos,
inorgânicos e
solutos
ácidos gordurentos, que podem i n f l u i r n e g a t i v a -
mente na germinação;
b) balancear* a entrada e saída de água e de 0^ e CO^;
c ) romper o tegumento.
21
~
TOLEDO & MARCOS PILHO
relatam que, embriões bem desen
v o l v i d o s , não germinam, em razão de um grau inadequado de a c i -
.14
dez. Nesse caso,- os autores indicam como a ""embebi cão :-,d'ag semen
t e s eia solução de ácido fraco,-, a baixa temperatura-.-"•
' '
. ' :
17 •
15
Diversos autores,- B O N N E R •& G A L S T O N , , P O P I N I G I S Í / ; , . L Ê D O
21
*
14 ' '
! '. •
TOLEDO & MARCOS FILHO
e KRAMER <T KOZLOWSKI, , recomendam, , o
,
' /
método de imersão em ácido s u l f ú r i c o concentrado p a r a ' superar
a impermeabilidade do tegumento. Este método consiste' s na imersão das sementes no ácido durante um determinado período,-
que
v a r i a de. acordo com a dureza do tegumento. Depois da'imersão ,
as sementes devem ser lavadas, em água corrente duraque; 10 minutos, para r e t i r a d a dos r e s í d u o s .
PORTER , citado por POPINIGIS 1 7 , c i t a algumas
espécies
para as quais o tratamento da semente com ácido s u l f ú r i c o concentrado surtiu e f e i t o , como, por exemplo, A l b i z i a a c l e ,
n i a pseudo-Acacia, Leucena glauca, Lathyrys h i r s i t u s .
16
MAYER & P0LJAK0FF- MAYBER
citam o a l c o o l como.;
mento e s p e c í f i c o para espécies da s u b - f a m í l i a
Robi-
trata-
Caesalpinoideae,
'O qual funciona como s o l v e n t e , destruindo.;.a camada de cera
do
tegumento.
19
ROBERTS
17
, POPINIGIS
!
16
, MAYER & POLJAKOFF-MAYBER
comendam soluções de n i t r a t o de p o t á s s i o ,
tiuréia,
re-
etileno
cio
r i d r i n a e ácido g i b e r é l i c o como tratamento s u b s t i t u t i v o s
luz.
da
17
Segundo POPINIGIS
, o. emprego de s.oluçaa
de
KNO^
a
0 , 2 ^ é e f i c a z pára quebrar a dormência de sementes de gramíneas e : de algumas ' h o r t a l i ç a s . Para as sementes de Prosops
juli-
f l o r a recomenda-se soluções 2,0^ de KNO^ 1,0$ de t i u r é i a duran
te 3 a 24 horas.
16
~
MAYER & POLJAKOFF-MAYBER
relatam que as germinações ,
das sementes de Lepidium virginienm', Eragotis cumula, . Popypo-gon mon-spelliesis e v á r i a s espécies de
*• PORTER,
R . H.
Op.
cit.
Agro t i s
e
Shorgum
.15
halepense, sãp estimuladas pelo KNO^, e ainda que, -a estimulação é dependente da concentração da solução.
GURGEL'FILHO10, obteve 84,0$ de germinação
em
sementes
de Poinciana r e g i a usando KNO- a 4,0$.
22
,•
VI11IERS " c i t a a t i u r é i a como estimulador de
germina-
ção de sementes de Praxinus sp durante o tratamento a frio.MAY
16
.V. > „ :
ER & POLJAKDFF-MAYBER
mencionam que, em sementes de pessego,
a t i u r é i a ."pode. s u b s t i t u i r o, tratamento de 'pós-ma tur ação,
sar, de ocasionar o crescimento de mudas anormais.
recomendam, para esta e s p é c i e ,
Os
ape-
autores
a-embebição das sementes por
:1
minuto em soluções de t i u r é i a de 0,5 a 3,0$.
22
DEUBER*, citado por VTLLIERS
, v e r i f i c o u que a imersão
de sementes em soluções de t i u r é i a a 3,0$ por 15
minutos
exposição, e posteriormente a vapores de 2 - c l o r o e t a n o l
e f i c i e n t e s na aceleração da germinação das'glandes de
de
foram
Que reus
rubra e Quercus v e l u t i n a .
GURGEL FILHO 10 pesquisou o e f e i t o da embebição sobre
a
germinação de sementes de Acacia mearnsii Wild., . ..-Dimorphandra
m o l l i s Benth., Foinciana r e g i a B o j . e Pterodon pubescens Benth.
nas soluções químicas: t i u r é i a 1,0 - 2,0 a 4,0$, com exposição
de 1 a 5 minutos; n i t r a t o de p o t á s s i o 1,0 - 2,0 a 4,0$, com ex
posição de 24 horas; ácido s u l f ú r i c o concentrado, com
exposi-
ção de 15, 30 e 60 minutos; e h i d r ó x i d o de sódio 4,0$,
durante
2 minutos. A espécie' que melhor correspondeu a esses tratamen—
t o s à exceção do ácido s u l f ú r i c o , f o i a —
Poiciana r e g i a B o j .
• i
7
~
~
FREITAS & CANDIDO
Guapuruvu
testaram a imersão de sementes
de
ef mamoeira no ácido s u l f ú r i c o concentrado e h i d r ó x i -
do de sódio a 4,0$ no tempo 20, 40 e 60 minutos. Os
resultados de germinação para as duas espécies, foram
melhores
obtidos
com a imersão em ácido s u l f ú r i c o .
* DEUBER, C.G. Chemical treatment to shorten the r e s t
period of red and black acorns.
J. F o r . , 30:674-9, 1932.
3. METODOLOGIA
Os experimentos foram conduzidos em laboratório,- nas de
pendências do Departamento de S i l v i c u l t u r a e Manejo
do
Curso
de Engenharia F l o r e s t a l da Universidade Federal do Paraná.
trabalho f o i precedido por uma f a s e preliminar,
0
com o o b j e t i v o
de escolher os melhores tratamentos,- que seriam empregados numa f a s e d e f i n i t i v a ,
assim como f a m i l i a r i z a r com
as
técnicas
adequadas a esses tratamentos.
3.1. MATERIAL DE ESTUDO
Foram u t i l i z a d a s
sementes de
Bracatinga
:
(Mimosa
s c a b r e l l a Benth. ) e de Acácia-negra (Acácia mearnsii De Wild. )
procedentes de I r a t i - P R ,
coletadas a 22/11/78. As sementes f o -
ram selecionadas, segundo a uniformidade dos seguintes
parâme-
t r o s : dimensão, coloração e sementes com isenção de-danos tegu
mentares causados por manuseio ou por ataque de i n s e t o s .
16
.17
3.2. MÉTODO S US ADO S NO S .".EXPEBI MENTOS
3.2.1., TRATAMENTOS
O experimento f o i d i v i d i d o , em t r ê s etapas, para f a c i l i
tar a análise dos r e s u l t a d o s . A primeira etapa constou 1 do' Expe
rimento I , . com 17 tratamentos (Quadro 1 ) ; a segunda, do Experi
mento I I ,
com 12 tratamentos (Quadro 2 ) , e a t e r c e i r a , ido Expe
rimento I I I , • c o m 13 tratamentos (Quadro 3 ) .
3.2.2.
-
SEQUÊNCIA DOS EXPEKE MENTOS
0 esquema g e r a l do trabalho f o i o. seguinte:
a ) As sementes foram separadas, colocadas em sacos p i á s
t i c o s e guardadas em câmara f r i a (3 a 5°C), até a
preparação
das concentrações dos produtos usados como tratamentos."
"b) As soluções químicas foram colocadas em f r a s c o s
vedados, para e v i t a r as a l t e r a ç õ e s causadas p e l a s '
"bem
condições
ambientais.
c ) As sementes foram colocadas em copos de "Becker"
em seguida, receberam a solução química. A proporção f o i
e,
de
dois volumes de solução para um de -semente. 0 tempo dê submersão das sementes em cada tratamento consta nos Quadros 1, 2
e
3.
Após 2 minutos de submersão, na solução de
hidróxido
de sódio, as sementes foram r e t i r a d a s , lavadas emm água d e s t i lada e secadas ao s o l . "Uma parte dessas sementes f o i
colocada
para germinar e a outra f o i imersa em n i t r a t o de p o t á s s i o para
c o n s t i t u i r os tratamentos, hidróxido de sódio + n i t r a t o de potássio .
.18
QUADRO 1 - Tratamentos p r é - g e r m i n a t i v o s usados.no Experimento I
para a Acacia-negra (Acacia, mearnsii De W i l d )
e
Eracatinga (Mimosa sca"brella Benth.)
Tratamento
Con c enlrr aç ão
{$> v o l . )
Período de
Embebição
Testemunha
-
Ácido oxálico
14
1 hora
Ácido o x á l i co
14
6 horas
Ácido l a t i co
comercial
1 hora
Ácido l á t i c o
comercial
6 horas
-
—
Ácido t a r t á r i co
14
1 hora
Ácido t a r t á r i c o
14
6 horas
Ácido c l o r í d r i c o
50
15 minutos
Ácido c l o r í d r i c o
50
30 minutos
Ácido f o s f ó r i c o
85
15 minutos
Ácido f o s f ó r i c o
85
30 minuto s
sulfúrico
Ácido
í
98
6 minuto s
Ácido s u l f ú r i co
98
12 minutos
Ácido n i t r i co
70
15 minutos
Ácido n í t r i c o
70
30 minutos
Água f e r v e n t e
-
hora
6 horas
Água f e r v e n t e
i
.19
QUADBO 2 - Tratamentos pr é-germinati vo s usados no Experimento
. Í I para a Aeácia-negra (Acacia mearnsii De V/ild.)e
Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Ben th..)
Tratamento
Concentração
($ v o l . )
Período de
Embebição
Testemunha
NaOH •
20
2 minutos
NaOH +. ENO-
20 + 0,5
2 minutos + 6 horas
NaOH + KNO
20 + 1,0
2 minutos + 6 horas
NaOH + KNO
20+1,5
2 minutos + 6 horas
NaOH. + KNO
20 + 0,5
2 minutos + 12
ho-
ras
NaOH + KNO 3
20+1,0
2 minutos + 12
ho-
ras
NaOH + KNOy
20 + 1,5
2 minutos + 12
ras
Tiureia
2
6 minutos
Ti u r é i a
5
6 minutos
Ti u r é i a
2
12 minutos
Ti u r é i a
5
12 minutos
ho-
100
QUADRO! 3 ~ Tratamentos pré-germinati vos usados no Experimento
Í I I para a Acácia-negra (Acacia mearnsii De W i l d . )
é. Bracatinga (Mimos a sca~brella Ben t h . )
Tratamento
Concentração
vol.)
Período de
Bahehição ;!
Testemunha
KNO3
KNO
3
KNO^
3
KNO^
m0
H2°2':
H2O2
ÍH2°2
HO
2 2
Coe a - c o l a
Co ca-cola
0,5
6 horas
1,0
6 horas
1,5
6 horas
0,5
12 horas
1,0
12 horas
1,5
12 horas
20
15 minuto s
20
30 minutos
40
15 minutos
40
30 minutos
comercial
comercial
6 horas ;
12 horas
•21
' Os tratamentos com h i d r ó x i d o d e sódio-e n i t r a t o ;dé po t á s s i o ' f o r a m considerados como sendo dois grupos: grupo: I
com
período de embebição de 6 horas, e grupo I I c o m período
embebição de 12 horas; a concentração de n i t r a t o de
de
potássio
f o i a mesma para os dois grupos. 0 hidróxido de sódio consti
tuiu a testemunha para esses dois grupos de tratamentos,
-
além
da testemunha propriamente d i t a . •
Após cada tratamento as . sementes foram lavadas com água
. corrente até que e s t i v e s s e m ' l i v r e s de resíduos da solução.
No caso da água f e r v e n t e , f o i u t i l i z a d o o método; p r e c o ~
1
nizado por ABRAO & DIAS .' As. sementes foram colocadas num copo
de "Becker" - com água d e s t i l a d a , levadas ao aquecedor, onde per
mane ceram até a t i n g i r a temperatura de e b u l i ç ã o . Bn
seguida,
foram r e t i r a d a s do aquecedor e postas para e s f r i a r durante
hora e 6 horas,
respectivamente.
Em seguida foram colocadas em placas de P e t r i ,
pel f i l t r o ,
1
sobre pa
e postas para g e m i n a r num germinador ítipo "CLEVE-
LAND 1000".'As condições dentro
da câmara
do gexminador
,
o
as seguintes:
foram
temperatura media de 27 C, umidade r e l a t i v a
de
90$ e f o t o p e r í o d o de 13 horas.
d ) A contagem do número de sementes germinadas f o i
fei-
ta diariamente. As plântuias que apresentavam r a d í c u l a com
1
cm de comprimento foram r e t i r a d a s da placa após a contagem.
e ) Completado os 21 dias de germinação as sementes
permaneceram no substrato foram submetidas ao t e s t e de
0 período de 21 dias f o i estabelecido através de
que
corte.
observações
v i suai s.
3.3. DELINEAMENTO ESTATÍSTICO
Poi u t i l i z a d o o delineamento em casualização
completa
.22
-empregando-se 16.800 sementes por e s p é c i e . Cada tratamento f o i repetido' 4 v e z e s , com .100 sementes.
Os'dados, em percentagem de • germinação foram transforma
dos em arco sendo
Para as comparações entre as médias f o i
usado o Teste de Tukey, ao n í v e l de ° C = 0,05.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
4.1. EFEITO DA AÇÃO DE ÁCIDOS E ÁGUA FERVENTE NA GERMINAÇÃO.DE
BRACATINGA E ACÁCIA-NEGRA (Experimento
l)
Os resultados deste experimento para sementes de Bracatinga e Acácia-negra .encontram-se no Quadro 4 e i l u s t r a d a s ' n a s
Figuras 1,. 2, 3 e 4. Os dados o r i g i n a i s de germinação
'
estão
contidos nos Quadros 7 e 8 do Apêndice,. e os resumos da"ANOVA"
; nos
Quadros 9 e 10 do Apêndice.
A f i n a l i d a d e "básica de cada tratamento f o i
permeabili-
zar o tegumento das sementes e a c e l e r a r o processo de germinação.
Os ácidos orgânicos foram usados para qúe f o s s e
vel
possí-
d e t e c t a r seu e f e i t o sobre as sementes, com base nas respos
tas dadas p e l a germinação.
Para os tratamentos com hidróxido de sódio mais n i t r a t o
de p o t á s s i o , formulou-se a hipótese de que as sementes
tas à base teriam o tegumento permeabilizado,
expos-
em razão do. seu
a l t o poder c o r r o s i v o , que f a v o r e c e a penetração do sal no
brião.
Esse s a l atuaria na promoção e aceleração das
metabólicas.
23
em-
reações
.24
QUADRO 4 - Médias da percentagem de germinação de sementes de
- Brac atinga (Mimo sa .gá a b r e l l a Ben t h . ) e Acácia-negra
(Acácia mearnsii De W i l d . ) (Experimento i )
Média da $ de Geiminaç ão
Tratamento
Testemunha
Brac atinga
Acácia-negra
5 6,25 bc
10,50 bc
Acido o x á l i c o
( 1 hora)
88,00 a
6, 00 bc
Ácido o x á l i c o
(6 horas)
41,00 cd
1,50 c
Ácido l á t i c o
( 1 hora)
92,50 a
5,75 bc'
Ácido l á t i c o
(6 horas)
88,75 a
1,75 c
Ácido t a r t á r i c o ( l hora)
92,25 a
5,75 bc
Ácido t a r t á r i c o ( 6 horas)
52,25 cd
3,75 c
Ácido c l o r í d r i co (15 min.)
. 74,75 ab -
6, 75 bc
Ácido c l o r í d r i c o ( 3 0 min.)
• 45,50 cd __
3, 75 ' c
Ácido f o s f ó r i c o ( 1 5 min.)
48,50 cd
. 7,25 bc
Ácido f o s f ó r i c o ( 3 0 min.)
82,50 a
: 7,00.- bc
Ácido s u l f ú r i c o ( 6 min.)
92,75 a
19,00 b
Ácido s u l f ú r i c o (12 min.)
88,00 a
8,25 bc
. 31,75 de
3,00 c
Ácido n í t r i c o
(15 min.,)
Ácido n í t r i c o
(30 min.)
48,50 cd
2,00 c
Água f e r v e n t e
(1 hora).
51,00 cd
87,25 a
Água f e r v e n t e
(6 horas)
11,00 e
96,25 a
.
'
* As médias seguidas da mesma l e t r a não d i f e r e m entre si pelo
Teste de Tukey ao n í v e l àèO^ - 0,05-
.25
De acordo/com os r e s u l t a d o s as sementes de . Bracatinga
e Acácia-negra^ responderam distintamente à germinação
quando
imersas nuiaa solução química durante um período determinado.
4 . 1 . 1 . ;. COMPO ET AMENTO DA BRACATINGA
V e r i f i c a - s e no Quadro 4 que, as percentagens médias de
germinação conseguidas com os tratamentos;ácido oxálico. ( 1 ho
ra),
ácido l á t i c o
(1 e 6 horas),
ácido'tartárico
(1 hora),
á-
cido f o s f ó r i c o ; (30 minutos), ácido s u l f ú r i c o (6 e-12 minutos)
não d i f e r i r a m s i g n i f i c a t i v a m e n t e da obtida com o ácido
drico
clorí-
(15 minutos), mas foram seuperiores a dos demais t r a t a -
mentos . '
•
Os tratamentos das sementes com ácido o x á l i c o
r a s ) , , ácido t a r t á r i c o
(6 h o r a s ) ,
ácido c l o r í d r i c o
to s ) , ácido . f o s f ó r i c o (15 minutos), ácido n í t r i c o
(6
(30
hominu-
(30 ' . m i n u -
t o s ) e água f e r v e n t e (1 h o r a ) proporcionaram germinação
esta-
tisticamente i g u a i s às da testemunha e das tratadas com ácido
nítrico
(15 minutos).
A imersão das sementes em água f e r v e n t e ,
segundo o mé-
todo proposto por ABRÃO & DIAS"'", f o i o tratamento mais p r e j u d i c i a l às sementes apesar deste não t e r d i f e r i d o do ácido n i t r i co (15 minuto sO.
.
Quando se comparou o e f e i t o isolado :do período de embe
bição das sementes nos ácidos observou-se que, a
germinação
decresce s i g n i f i c a t i v a m e n t e quando aumenta-se o tempo de
para s e i s horas de submersão para ácido/ o x á l i c o e
tartárico
e de 15 para 3Q minutos no ácido c l o r í d r i c o . Quanto ao
lático e sulfúrico
uma
naõ houve d i f e r e n ç a s de germinação
ácido
nos
dois tempos estudados. Com ácido n í t r i c o não houve d i f e r e n ç a s
Í
de germinação entre os tempos de 15 e 30 minutos de
embebi-
100%
M
t
0
1
A
D
E
90
80
70
60
0 30'
E
R 40
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10
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a
TRATAMENTOS
Figura 1. Percentagem média de germinação de sementes de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a
Benth. ) em função do. produto usado e do período de 'embebi çao (Experimento i )
OY
DIAS
— — — —
—
— j—'
Figura
—
DE
GERMINAÇÃO
Toitemunha
Adi!,, Oxálico ( I h)
Ácido Lático ( I h )
Xeido Tortdrleo ( I h )
H3PO4 { 3 0 min)
2. Percentagem acumulada de feim inação ae sementes de Bracatinga . (Mimosa
s c a b r e l l a Benth.) (Experimento l )
ro
.28
ção, no entanto sua açao f o i p r e j u d i c i a l às sementes.
Paxa o
ácido f o s f ó r i c o , v e r i f i c o u - s e que o aumento do período de''embebição de 15 para 30 minutos elevou a germinação, de
48,50^
para 82,5$. Desta forma, outros tempos de embebição devem ser
experimentados,
sendo que -para alguns ácidos este deve
ser
maior para outros menor.
No Quadro 7 (Apêndice) são apresentadas
as
percenta-
gens de sementes germinadas a cada d i a . Observa-se que o
r í o d o de embebição a que foram expostas as sementes,
pe-
acelerou
ou retardou o processo germinativo. Na Figura 2 estão apresen
tadas as percentagens acumuladas de germinação
obtidas
os tratamentos das sementes com ó- ácido o x á l i c o
( l h o r a ) , áci-
do 1 á t i c o
( 1 h o r a ) , ácido t a r t á r i c o
(1 hora),
(30 minutos) e ácido s u l f ú r i c o (6 minutos).
após
ácido f o s f ó r i c o
Com o á c i d o - o x á l i
co durante uma hora f o i . obtido 88,0$ de germinação, • sendo que
a maior percentagem de-germinação concentrada, de 23,5$,
foi
observada no t e r c e i r o dia.- 0 tratamento "com'ácido oxálico durante 6 horas f o i i n e f i c i e n t e ,
apresentando resultado
ao da testemunha. Observou-se que e s t e período de
não i n f l u e n c i o u na aceleração da germinação e a,
de sementes germinadas f i c o u dispersa até o décimo
igual
embebição
percentagem
terceiro
d i a de contagem (Quadro 7 - Apêndice).
Para.o-ácido l á t i c o e o ácido s u l f ú r i c o , os d i f e r e n t e s
períodos de embebição não acarretam d i f e r e n ç a s
significativas
nas respostas à germinação, podendo i n d i c a r portanto o uso de
período de exposição mais curto.
0 ácido s u l f ú r i c o mostrou ser também um tratamento
efi
c i e n t e ~.na e s c a r i f i c a ç ã o do tegumento das sementes. No entanto
a a ç ã o "deste ácido para superar a b a r r e i r a f í s i c a imposta pel o tegumento, tem sido muito d i s c u t i d a , p o i s às vezes,
mudas
o r i g i n á r i a s de sementes expostas a este tratamento não apre -
29
sentam "um desenvolvimento normal (VILLIERS
22
).
0 tempo de .imersão . das sementes no ácido" .sulfúrico de;
15
pende da dureza do tegumento destas, por exemplo, LÊDO' , íencontrou um tempo ótimo de duas horas de imersão para o Guapúru
vu,- enquanto que,- para a Bracatinga os de s e i s e doze
minutos
encontrados neste trabalho foram s u f i c i e n t e s .
0 ácido f o s f ó r i c o (15 minutos) proporcionou uma percentagem média de germinação i g u a l à testemunha, tornando-se máis
e f i c i e n t e no tempo 30 minutos. Isso pode ser v i s u a l i z a d o
na
Figura 2, onde se v e r i f i c a t e r havido uma aceleração no proces
so germinativo nos. primeiros dias de germinação.
Com base
no
f a t o de que o aumento no suprimento de f o s f a t o aumentou a e f i 22
c i ê n c i a do sistema enzimático r e s p i r a t ó r i o
(VILLIERS
~
) supõe-
se que,- o ácido f o s f ó r i c o atuou diretamente nas reações enzimá
t i c a s , acelerando a atividade r e s p i r a t ó r i a das sementes.
.0
ácido c l o r í d r i c o
(30 minutos) não apresentou
nenhuma
e f i c i ê n c i a , - obtendo-se germinação i g u a i s a da testemunha. Simi
larmente, respostas não s i g n i f i c a t i v a s à ação do ácido
clorí-
d r i c o , foram encontradas para sementes de Sucupira por
GURGEL
IT LHO 10 .
Os tratamentos que tinham por base os ácidos
influenciaram a germinação das sementes, propiciando
orgânicos
melhores
condições para a absorção de umidade, processos metabólicos
e
condicionamento o crescimento do embrião.
Esses resultados requerem mais pesquisas, • visando
a
aquisição âe conhecimentos mais profundos.
r
Para o tratamento com água f e r v e n t e constatou-se que a
metodologia usada não f o i adequada às sementes de Bracatinga ,
com* "base na observação, de que, as sementes aquecidas na
água
até a temperatura de ebulição cozinharam, perdendo sua capaci5
dade germinativa. Diversos autores como CARNEIRO e GURGEL P I -
.30
LHO " ,. citam a água f e r v e n t e comò tratamento para p e r m e a b i l i zar o tegumento de leguminosas, mostrando porém, outra método
l o g i a -que consiste em colocar as sementes diretamente na água
em temperatura de ebulição por um tempo determinado,
segundo
a r e s i s t ê n c i a da semente ao tratamento.
A ação do ácido n í t r i c o f o i p r e j u d i c i a l ,
v i s t o que
maioria das sementes apresentaram coloração avermelhada
o tratamento. Com i s s o ,
tâncias -de r e s e r v a "
4.1.2.
a
após
supõe-se t e r havido queima das subs -
das sementes.
COMPORTAMENTO DA ACÁCIA-NEGRA
De acordo com os resultados do Quadro 4 e
Eiguras
3
e 4, nas sementes de Acácia-negra, a dormência imposta
pela
impermeabilidade do tegumento se manifestou quase de
modo
absoluto, "-visto: as baixas médias de $ de > germinação da t e s t e munha e dos tratamentos químicos na quebra de dormência
das
sementes^ Observa-se também que os ácidos orgânicos e i n o r g â nicos não atenderam ao o b j e t i v o de a c e l e r a r a germinação.
As sementes submetidas ao tratamento com água f e r v e n t e
nos tempos de uma e s e i s horas de embebição
87,25$ e 96,25$ de germinação, respectivamente.
apresentaram
Observou-se
que,'o i n í c i o desta se deu no stegundo dia, i n t e n s i f i c a n d o - se
nos dias subsequentes. 0 período germina t i vo f o i
completado
ao décimo t e r c e i r o dia (Quadro 8 - Apêndice). Para e s t a mesma
espécie, .GURGEL PILHO13", usou um tempo de exposição de um minuto conseguindo apenas 64,00$ de germinaçao quinze d i a s após
a semeadura. Através destes dados, v e r i f i c o u - s e o maior tempo
de exposição dá às sementes melhor condição para o i n í c i o
processo germina t i v o .
do
100
90
M
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D
I
A
80
70
D
E
60
3
E
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20
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TRATAMENTOS
Figura 3 * Percentagem média' de geminação de sementes de ' Acácia-negra (Ácacia
• mearnsii De Wi-ld.) em função do produto usado, e do período de embebi ç ao (Experimento i )
M
—
—
A'gU0 F » r v « n t »
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F«rv«nt»
Xcldo Sulftlrleo
— — — — — —
(6h*)
( I h )
(12 min)
T«tt«munJie
Figura- 4. • Percentagem acumulada de germinação de sementes de Acácia-negra
. mearnsii De Wild.. ) '(Experimento i )
(Acacia
u»
f\3
.33
4.2. EFEITO. DA AÇÃO DE BASE E. SAI NA GERMINAÇÃO DE BRACATINGA
E ;ACÃCIA-NEGRA (Experimento
II)
Nos-Quadros 5 encontram-se os resultados deste
'experi-
mento os quais estão representados graficamente nas Figuras
5
e 6. Os dados; o r i g i n a i s estão contidos nos Quadros 11 e 12
do
Apêndice, e o resumo da ANOVA nos Quadros 13 e 14 do Apêndice.
4. 2.1.-COMPORTAMENTO DA BRACATINGA
De acordo com o Quadro 5 alguns tratamentos foram a l t a mente ' s a t i s f a t ó r i o s e outros foram p r e j u d i c i a i s
ao
processo
i
germinativo. Os tratamentos que melhores r e s u l t a d o s apresenta-
ram foram o hidróxido de sódio dois minutos, h i d r ó x i d o de
só-
dio 2 minutos mais o n i t r a t o de potássio 1,5$ (12 h o r a s ) e h i dróxido de sódio 2'minutos mais . n i t r a t o de p o t á s s i o 1,0$
r '
~
'
h o r a s ) , apesar deste ultimo nao t e r d i f e r i d o
(12
significativamen-
te do tratamento com hidróxido de sódio 2 minutos mais,initrato
de potássio 0, 5$ (12 h o r a s ) . Os demais tratamentos apresenta ram resultados semelhantes ou i n f e r i o r e s a testemunha.!
As sementes tratadas com hidróxido de sódio 20,Q$
por
1
d o i s minutos .cuja ação permitiu a permeabilizaçao do tegumento
apresentou uma média de 88,0$'; de geiminação,__num período
de
18
s e i s dias (Quadro 11 - Apêndice). Ao contrário REIS constatou
que este produto f o i p r e j u d i c i a l à germinação das sementes
de
Sucupira, ocasionando menor percentagem de germinação,- enquanto que*} FREITAS & CÂNDIDO
usando-o em concentração
durante duas,! quatro e s e i s horas em sementes de
também, não obtiveram resultados s a t i s f a t ó r i o s .
de
4,0$
Guapuruvu,
As
vantagens
do hidróxido de sódio são de f á c i l aquisiçao e baixo custo. Seu
inconveniente
é que e x i g e , cuidados no manuseio,
sendo
in-
.34
iQ.ILftDE0Í5 - Medias de percentagem" de germinação de sementes
de
Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Benth.) e Acácia-negra
(Acacia .mearnsii De Wild. ) (Experimento I I )
Médias da $ de Germinação
—:
:
1;
•Bracatinga
Acácia-negra
Tratamento
1
Testemunha
i
NaOH 2 'min.
88, 00 a .
NaOH 2 jmin. + ENO3 0,5$ (6 h ò r a s )
28, 25 e
3, 75 c
NaOH 2 Jmin. + KNO^ 1,0$ (6 h o r a s )
54, 25 C
3, 75 c
NaOH 2 (min. + KNO3 .1,5$ (6 h o r a s )
. 28, 56 e
10, 25 hc
NaOH 2 ímin. + KNO^ 0,5$ (12 h o r a s )
74, 00 b
18, 75 ah
NaOH 2 jmin. + KN03 1, o$ (12 h o r a s )
85, 75 ah
8, 50 hc
NaOH 2 ;min. + -KNO3 1,5$. (12 h o r a s )
93, 75 a
26, 75 a 6, 25 C -
44, 25 cd
6, 50 hc
22, 75 a
T i u r é i a 2, 0$
(6 m i n . )
43, 25 cd
T i u r é i a 2,0$
(12 m i n . )
6, 50 f
2, 75 C
T i u r é i a 5, 0$
(6 m i n . )
40, 75 de
3, 25 C
T i u r é i a 5, 0$
(12 min.)
2, 25 f
o, 25 c
* As médias seguidas da mesma l e t r a não difprem entre si
Teste de Tukey ao n í v e l de£><^_= 0,05.
pelo
100
M
É
90
D
I
A
D
80
70
E
G
60
E
R
M
60
A
40
I
N
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30
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20
10
c
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T R A T A M E N T O S
Pigura 5. Percentagem de germinação de sementes de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a
rim^to li)"18
and°
°
Pr0dUt
°
USad°
8
0
Período
de
emfbeMçao (Expe-
Kjj.
Tettomunho
Na OH 2' •
•
No OH 2' + KN0 3
0 . 5 % { 6 ht)
Na OH 2' +KNO3
1.0%
(6hn)
No OH 2' + K N 0 i j
1 . 3 % te h t )
— o — N o OH 2' + K N O 3
0.5%|(l2h»)
NoOH i '
+ KN05W%
(12 h»)
.0—0.0- NoOH 2' + KN0 3 1.9% (12 ha)
Figura 6. Percentagem acumulada^de germinação de sementes de Bràcatinga (Mimosa s c a b r e l l a
Ben tia.) (Experimento l i ) "
kxj
cr\
dispensável o. uso de luvas.
0s> tratamentos hidróxido de sódio 2 minutos mais n i t r a to de potássio 5 0,5$ e hidróxido de sódio 2 minutos mais n i t r a to de potássio '.1,5$ no período de. "embebi ção de 6 horas apresen
taram resultados i n f e r i o r e s ao da testemunha, mostrando uma i n
t e r f e r e n c i a n e g a t i v a no processo germinação das sementes.
Com
o uso de hidróxido de sódio 2 minutos mais n i t r a t o de potássio
\
1,0$ no tempo de 6 horas foram obtidos resultados i g u a i s ao da
testemunha.
Nas sementes tratadas com hidróxido de sódio 2
minutos
mais n i t r a t o de potássio nas r e s p e c t i v a s concentrações 1,0$
e
1,5$ observou-se que, quando se aumentava o tempo de embebicão
de 6 para : 12 horas, aumentava-se também a percentagem e a rapidez de germinação (Quadro 5 ) .
Constatou-se, também,
através
das curvas i m p l í c i t a s na Figura 6 que o número de sementes ger
minadas por d i a i n t e n s i f i c o u - s e entre o segundo e o
quarto
d i a , tendo completado o período germinativo no sexto d i a . -:'
Os resultados dos tratamentos com a t i u r é i a nas concentrações 2,0$ e 5,0$ nos r e s p e c t i v o s períodos de embebição s e i s
minutos e doze minutos não proporcionaram boas
percentagens
de germinação.
4.2.2.
COMPORTAMENTO DA ACÁCIA-NEGRA
Os resultados do Quadro 5 e representados
graficamente
na Pigura 7 mostram que os tratamentos não foram e f i c a z e s para
superar a dormência das sementes. I s s o se deve,
provavelmente,
às condições do tegumento r e s i s t e n t e a abrasão química,
consti
tuindo uma /b arre i r a mecânica às soluções químicas.
0 hidróxido de sódio (20,0$) durante dois minutos,
vocou uma'reação e s c a r i f i cante p a r c i a l no tegumento, em
prorela-
ção a testemunha, com uma percentagem de germinação 22,75$. Es-
.38
se tratamento . f o i o que apresentou melhores• r e s u l t a d o s ,
mas
nao alcançou uma media de .germinaçao que j u s t i f i q u e seu emprego na p r á t i c a , I para as sementes da. espécie, quando
comparado
com os melhores tratamentos do Experimento l/V
A t i u r é i a 2,0$ e 5,0$, nos tempos de'exposição s e i s minutos. e doze
hi_liiu~gos
entre os resultados,
. 'i
nao mostraram d i f e r e n ç a s
significativas
sendo e s t e s , i g u a i s ao da testemunha. Com
i
i s t o , ohservou-se que nao houve i n f l u e n c i a
•
entre as d i s t i n t a s
concentrações nos períodos de embebição.
4.3. EFEITO .DA AÇÃO DE SAI, ÓXIDO. E COCA-COLA NA GERMINAÇÃO DA
BRACATINGA E ACÁCIA-NEGRA (Experimento
III)
Os r e s u l t a d o s deste experimento encontram-se no
Quadro
6 e estão representados graficamente nas Eiguras 8, 9 e 10. Os
dados o r i g i n a i s estão contidos nos Quadros 15, e 16 do Apêndice. Os resumos das "ANOVA" encontram-se nos Quadros 17 e„ 18 do
Apêndice.
4 . 3 . 1 . COMPORTAMENTO DA BRACATINGA
Através dos resultados (Quadro 6 ) , ohservou-se que
:
'
I
•
a
testemunha e os tratamentos com n i t r a t o de potássio 1 , 0 $ , e n i t r a t o de potássio 1,5$ no tempo de exposição de s e i s . horas;
coca-cola no tempo de exposição s e i s horas-e doze horas;
água
/
oxigenada 20,0$ por 15 e 30 minutos, não d i f e r i r a m no comporta
iaento para a promoção da germinação mais acelerada e uniforme.
A água oxigenada não apresentou resultados
satisfató-
r i o s . Esperava-se que acelerasse a germinação, contribuindo pa
ra a hidratação e manutenção de melhor e q u i l í b r i o nas
gasosas permitindo com isso melhores condições para.'
trocas
germina-
Figura 7. Percentagem média de germinação de sementes de Acácia-negra (Acacia
mearnsii De Wild.)> considerando o produto usado 'e o período de embebição (Experimento I I )
.40
QUADRO 6 - Médias dá-percentagem de germinação de sementes de
Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a Ben th. ) e Acácia^-negra
( Acaci a mearnsii De.. Wild. ) (Experimento I I I ) 1 .
Médias da $ de Germinação
Tratamento
Bracatinga
Acaci a-negra
Testemunha
71,50 abe
KRO-, 0,5$ (6 horas)
43,00 ef
KNO-, 1,0$ (6 horas)
65,00 bed
KNO^ 1,5$ (6 horas)
j
77,00 ab
9,25 b
33,25 gh
7,00 b
17,75 h
3,50 b
34,50 g
3,75 b
83,50 a
8,75 b
72,25 abe
9,50 b
73,25 abe
7,25 b
49,25 def
10,00 b
67,75 abe
8,75 b
56,75 ede
19,75 a
KNO^ 0,5$ (12 horas)
(12 horas)
K2TCL
j> 1 - .
KNO^ 1,5$ (12 horas)
Coca-cola (6 horas)
Coca-cola (12 h o r a s )
H 0 2 20,0$(15 m i n . )
H 0 2 40,0$(15 m i n . )
H 2°2
H °2
-)
40,0$(30 m i n . )
min
3,25 b
'5,50 b
10,00 b
* As médias; seguidas da mesma l e t r a não diferem entre si
t e s t e de iTukey ao n í v e l de 0<^ = 0,05 .
pelo
100
T«tt«munho
KNO3
1.5%
Há 02 20 %
•—«—•—1—• Coca-Cola
( 6 h»)
(15 min)
(6 hs)
Figura 8. Percentagem de germinação-de sementes de Bracatinga. (Mimosa s c a b r e l l a Ben th. )
(Experimento ' I I I )
H)0
Ê
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o
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K
T H A T A M t N T O S
Figura 9. Percentagem média de germinação de sementes de Bracatinga (Mimosa s c a b r e l l a
Ben t h . ) em função do produto usado e do períâdo de embebição.'(Experimento Í I I )
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Figura 10. Percentagem media <Je geminação de sementes de Acáoia-neara
S g g a á i D e Wild >, em função do produto usado e do p e S
ilrSíf
Dição (Experimento T i l ) -
i>j
.44
cão. Desses tratamentos, apenas,
a água oxigenada^ 4 0 $ , q u i n z e
minutos mostrou média i n f e r i o r à testemunha, atuando de.manei^
ra p r e j u d i c i a l sobre as sementes.
0 tratamento pré-germina t i vo com coca-cola^seis e
doze
horas apresentaram comportamento semelhante à testemunha,
ob-
tendo-se percentagem de germinação de até 83,50$. I s t o l e v a
a
c r e r que, este tratamento pode ser p r á t i c o e econômico para pe
quenos l o t e s de sementes, tornando-se oneroso para grandes l o /
t e s em razão do a l t o preço do produto.
4.3.2.
COMPORTAMENTO DA ACÁCIA-NEGRA
Observa-se no .Quadro 6, que a germinação obtida após
o
tratamento das sementes com água oxigenada 40$ durante 30 minu
tos f o i a que propiciou melhor percentagem de
germinação
(19,75$). Os demais tratamentos apresentaram germinação-
seme-
lhantes a da testemunha.
Comparando-se estes resultados com os do experimento
I
v e r i f i c a - s e que e s t e s produtos não foram e f i c i e n t e s para super a r a impermeabilidade das sementes de Acácia-negra.
I
Outros trabalhos poderão ser r e a l i z a d o s para v e r i f i c a r
se melhores.percentagens de germinação poderão ser
obtidas
aumentando-se o tempo de imersão das sementes em água oxigenada a 40,0$.'
5. CONCLUSÕES
De acordo com os resultados obtidos v e r i f i c o u - s e que os
melhores tratamentos para a Bracatinga para a
permeabilização
do tegumento foram: ácido o x á l i c o durante uma hora; ácido
láti
co, durante uma hora e s e i s horas; ácido t a r t á r i c o durante uma
hora e
s e i s horas: ácido ' s u l f ú r i c o s e i s minutos e doze
tos; ácido f o s f ó r i c o , durante 30 minutos; hidróxido de
minusódio,
durante dois minutos; hidroxido de sodio dois minutos mais n i t r a t o de p o t á s s i o 1,5$ e 1,0$ durante doze horas; coca-cola durante 6
e-12 horas; água oxigenada 20,0$ durante 15 minutos;
n i t r a t o de potássio 1,5$ durante 6 horas.
Para a Acácia-negra, o único tratamento que
bom resultado f o i a agua f e r v e n t e ,
demonstrou
durante uma hora e s e i s ho-
ras. Os demais tratamentos não são recomendáveis para
especi e .
45
essa
6.
RECOMENDAÇÕES
Devem ser f e i t a s novas pesquisas no sentido de dosar a
concentração dos produtos químicos ou o período de
embebição
para os tratamentos que. mostraram i n e f i c i e n t e s para a germina
ção das sementes de
Bracatinga.
Em v i s t a da p r a t i c i d a d e do método de imersão em
' água
quente, recomenda-se também, novos experimentos variando tempo de imersão e temperatura da água.
4-6
7. RESUMO
Este trabalho f o i inspirado na.necessidade de descobrir
para as espécies trabalhadas novos t i p o s de tratamentos químicos p r é - g e r m i n a t i v o s ,
que tenham como f i n a l i d a d e básica a ace-
leração da germinação.
Foram efetuados tratamentos químicos para v e r i f i c a r
a
i n f l u ê n c i a da concentração e do período de embebição sobre
a
germinação das sementes das seguintes e s p é c i e s :
Bracatinga
(Mimosa scabre11a Benth.) e Acácia-negra (Acacia mearnsii
De
Wild.).
Os tratamentos usados foram os seguintes:
- Com período de embebição de 1 hora e 6 horas;
oxálico
cial);
(14,0$);
ácido t a r t á r i c o ( 1 4 , 0 $ ) ; ácido l á t i c o
água f e r v e n t e ; n i t r a t o de potássio
(0,5$);
ácido
(comer-
(1,0$)
e
1,5$) e c o c a - c o l a ;
- Com período de embebição de 15 e ?0 minutos: água o x i genada. (20, 0$) e (40,0$);' ácido n í t r i c o
/
drico (50,0$) e ácido fo/sfórico
( 7 0 , 0 $ ) : ácido c l o r í
(85,0^):
- Com período de embebição de 6 e 12 minutos:
(2,0$)
e . (5, 0$)
e á c i do
s u l x u r i co
47
-
(98,0$);
tiuréia
.48
- Com período de embebição de 2 minutos apenas, o hidró'
xido de sódio
(20,0$).
V e r i f i c o u - s e que os melhores tratamentos para a Bráca t i n g a , foram: ácido o x á l i c o , durante 1 hora; ácido l á t i c o ,
rante 1 hora e 6 horas; ácido t a r t á r i c o ,
rídrico,
du-
durante 1 hora e ' c l o - -
15 minutos; ácido s u l f ú r i c o durante 6 minutos e 12 mi-
nutos; ácido f o s f ó r i c o , durante 30 minutos; hidróxido de
só-
dio, durante 2 minutos-; hidróxido de sódio 2 minutos mais
ni-
trato de potássio 1,5$ e 1,0$ durante 12 horas, coca-cola . du-,
rante 6 e 12 horas; água oxigenada 20,0$ durante 15 minutos
;
n i t r a t o de potássio 1,5$ diirante 6 horas.
Para a- Acácia-negra, o único tratamento que
demonstrou
bom resultado f o i a água f e r v e n t e , durante 1 hora e 6 horas. Os
demais tratamentos não são recomendáveis para essa e s p é c i e .
SUMMARY
The purpose of t h i s work was to i n v e s t i g a t e new
types
of pre-germinative chemical treatments to speed up the process
of
germination.
D i f f e r e n t chemical treatments were performed to
study
the i n f l u e n c e of the concentration and t h e i r soak time
upon
the germination of seeds of the f o l l o w i n g s p e c i e s :
- Bracatinga (Mimosa, s c a b r e l l a Benth. ) and Acacia-negra
(Acacia mearnsii De W i l d . )
The f o l l o w i n g treatments were used:
a) Soak time of one and s i x hours: o x a l i c acid
(14,0$), t a r t a r i c acid s o l u t i o n (14,0$), l a c t i c acid
al c o n c e n t r a t i o n ) ,
b o i l i n g water, potassium n i t r a t e
(0,5$, 1,0$ and 1 , 5 $ ) ,
solution
(commercisolution
coca-cola solution.
t>) Soak time of 15 and 30 minutes: 20,0 and 40,0$ hydro
gen peroxide s o l u t i o n , 70,0$ n i t r i c j acid s o l u t i o n ; 50,0$ hydro
.chloric acid s o l u t i o n and 85,0$ phosphoric acid s o l u t i o n .
c ) Soak time 6 and 12 minutes: 2 and 5$ thiourea solu tion and 98,0$ s u l f u r i c acid s o l u t i o n .
d.) Soak time of 2 minutes:' 20,0$ sodium hydroxide
tion.
49
solu-
.50
Resuits i n d i c a t e d that the "best treatments f o r Bracatin
ga were: o x a l i c acid over one hour'-period, l a c t i c acid
over
one hour period _and s i x hour period, t a r t a r i c acid over
one
hour and c h o r i d r i c acid over f i f ten' minutes, s u l f u r i c
acid
over 6 minutes and 12 minutes period; phosphoric acid over
minutes p e r i o d ;
sodium hydroxide over
droxide two minutes with
two minutes; sodium hy-
1,5$, 1,0$ potassium n i t r a t e
tion over'12 hours p e r i o d ;
30
solu-
coca-cola solution over 6 and
12
hours: 20,0$ hydrogen peroxide solution over 15 minutes;
1,5$
n i t r a t e potassium over 6 hours.
For Acacia the treatment using h o i l i n g water over
one
and s i x hours p e r i o d of time was the only one wich showed good
r e s u l t s . Therefore the other treatments performed are not re commended f o r t h i s
species.
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Espécie: Bracatinga
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Médio
E
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Tratamento
16
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Erro
51
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Total
67
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Percentagem de sementes germinadas/dias de germinação de sementes de Bracatinga (Mimosa- sc a r r e l i a Ben th.
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QUADRO 14 - Resumo da ANOVA dos tratamentos (Experimento
Especie: Bracatinga
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Quadrado s
Quadrado
Médio
Eonte de *
v a r i aç ão
G.L.
Tratamento
11
20320,08
1847,28
Erro
36
1061,70
29,49
Total
47
21381,80
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JADRO 16 -' Percentagem de sementes germinadas/dias de germinação de sementes de Acácia-negra (Acacia meamsii De Wil
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ALBRECHT, JOANA MARIA FERREIRA - UFPR