1 Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA Secretaria da Agricultura Familiar – SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural – DATER CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE ENTIDADES EXECUTORAS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL COM JOVENS RURAIS CHAMADA PÚBLICA SAF/ATER N. 03/2012 Brasília, maio de 2012. 2 DILMA VANA ROUSSEFF Presidente de República MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA Vice-Presidente da República GILBERTO JOSÉ SPIER VARGAS Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário MÁRCIA DA SILVA QUADRADO Secretária-Executiva do MDA LAUDEMIR ANDRÉ MULLER Secretário da Agricultura Familiar ARGILEU MARTINS DA SILVA Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural 3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ...........................................................................................................................04 2. OBJETO .......................................................................................................................................04 3. HABILITAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS.............................................04 4. PÚBLICO BENEFICIÁRIO.......................................................................................................05 5. ÁREA GEOGRÁFICA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS ................................................05 6. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PARA A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS ....................14 6.1. 1ª Atividade: Visita – Diagnóstico ...........................................................................................14 6.2. 2ª Atividade: Intercâmbio.........................................................................................................15 6.3. 3ª Atividade: Reunião ...............................................................................................................16 6.4. 4ª Atividade: Visita ...................................................................................................................16 6.5. 5ª Atividade: Reunião ...............................................................................................................17 6.6. 6ª Atividade: Visita ...................................................................................................................18 6.7. 7ª Atividade: Visita ...................................................................................................................19 6.8. 8ª Atividade: Reunião de avaliação final ................................................................................19 7. PRAZO DE EXECUAÇÃO DOS SERVIÇOS .........................................................................20 8. VALOR DA CHAMADA PÚBLICA .........................................................................................20 8.1. Precificação dos serviços ..........................................................................................................21 9. QUALIFICAÇÃO E COMPOSIÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA ............................................35 9.1. Perfil da equipe técnica: .............................................................................................................35 9.2. Quantidade de Equipes Técnicas ................................................................................................35 10. METODOLOGIA PARA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ...................................................36 11. ENCAMINHAMENTO DAS PROPOSTAS ..........................................................................38 12. CRITÉRIOS OBJETIVOS PARA A SELEÇÃO DA ENTIDADE EXECUTORA ...........39 13. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS NO SITIO ELETRÔNICO DO MDA ...................39 14. VALIDADE DAS PROPOSTAS ..............................................................................................39 15. CASOS OMISSOS E SITUAÇÕES NÃO PREVISTAS .......................................................39 ANEXOS ..........................................................................................................................................40 4 1. INTRODUÇÃO A presente chamada pública de Número 03/2012, elaborada pelo Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural – DATER, da Secretaria da Agricultura Familiar – SAF, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA, apresenta as orientações para a contratação e execução de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) com jovens nos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Amapá, Pará, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul, cuja área de abrangência nestes respectivos Estados está definida por municípios, agrupados em regiões, organizadas em 13 (treze) lotes, atendendo a 10.010 (dez mil e dez) jovens rurais, de acordo com o estabelecido na Lei de ATER N. 12.188, de 11 de janeiro de 2010, que institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER) e estabelece as bases para a execução do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural - PRONATER. Essa chamada vem ao encontro das ações políticas demandadas pela juventude rural, por meio das organizações da agricultura familiar. Ela representa mais uma das ações estratégicas para contribuir com o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento rural sustentável, por meio do apoio à sucessão do jovem na unidade familiar produtiva, assegurando-lhe condições de acessar políticas públicas e criar oportunidades econômicas para a permanência no campo. A Lei de ATER caracteriza os serviços de ATER como um “serviço de educação não formal, de caráter continuado”, conforme o Art. 2º, I, compreendendo-se, portanto, a ATER como um processo inserido no contexto do desenvolvimento rural sustentável. Esta chamada prevê a contratação dos serviços continuados, organizados em etapas e selecionado por força do instrumento de contrato, conforme a referida Lei de ATER. 2. OBJETO Seleção de entidades executoras de serviços de ATER com jovens agricultores (as) familiares, por meio de atividades individuais e coletivas, visando fomentar projetos de geração de renda e o acesso às políticas públicas, como estratégia para contribuir na viabilização da sucessão e fortalecimento da agricultura familiar. 3. HABILITAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS Poderão participar desta Chamada Pública, Instituições Públicas e Privadas com ou sem fins lucrativos, devidamente credenciadas, na forma da Lei Nº. 12.188/2010, do Decreto Nº. 7.215/2010 e da Portaria MDA Nº. 35/2010. 5 4. PÚBLICO BENEFICIÁRIO Serão beneficiários do objeto dessa chamada pública 10010 (dez mil e dez) jovens oriundos da agricultora familiar1. Consideram-se jovens rurais, beneficiários nesta Chamada Pública, aqueles que tenham entre 15 e 29 anos2, conforme os critérios definidos nesta chamada. Não serão beneficiários ou beneficiárias desta Chamada Pública, os jovens rurais que já estão sendo atendidos por convênios, contratos de repasse e contratos administrativos de ATER, celebrados pelo Governo Federal, que estejam em execução com o MDA. 5. ÁREA GEOGRÁFICA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS Esta chamada apresenta 13 (treze) lotes, correspondentes a 13 Estados. Os lotes são organizados por regiões3, agrupando municípios próximos, conforme os quadros que seguem abaixo: Quadro n. 01 – Lote 01 – Paraná PARANÁ Região 1 Bom Jesus do Sul, Barracão, Manfrinopolis, Salgado Filho, Flor da Serra do Sul, Pinhal de São Bento Região 2 Dois Vizinhos , Verê, Boa Esperança do Iguaçu , Nova Prata do Iguaçu N º de Jovens 90 80 Região 3 Capanema, São Jorge do Oeste, São João e Planalto 80 Região 4 Santa Izabel do Oeste, Pérola do Oeste, Bela Vista da Caroba 70 Região 5 1 Considera-se agricultor familiar o definido pela Lei N. 11.326 de 24 de julho de 2006. A Declaração de Aptidão ao Pronaf é o instrumento que qualifica o agricultor familiar beneficiário da Lei de ATER e esta Chamada Pública prevê o atendimento aos jovens que atendam a esta normativa legal. 2 As políticas de juventude rural para a agricultura familiar como o PRONAF Crédito, o crédito fundiário do PNFC – Minha Primeira Terra, o PAA, a PNAE, entre outras, restringem o universo da juventude rural na agricultura familiar aos seguintes parâmetros: Idade de 15 a 29 anos para ações de ATER e de 16 a 29 anos para ações de acesso a Políticas Públicas como o PRONAF. Tais políticas colocam ainda como critérios para definir o conceito de jovem rural: ser filho ou filha de agricultor ou agricultora familiar nos critérios da Lei da Agricultura Familiar N. 11.326 de 24 de julho de 2006. Na agricultura familiar, o acesso a rendas não agrícolas, não impede o jovem de acessar políticas de apoio a juventude rural. O estado civil, casado ou solteiro, não exclui o jovem das políticas de apoio à juventude rural, desde que este jovem não seja proprietário de imóvel rural e mantenha vinculo com a unidade produtiva familiar do pai, mãe, sogro ou sogra. Tais políticas consideram plena igualdade de direitos em relação ao gênero, jovens do sexo feminino e ou do sexo masculino. 3 A região é uma área de incidência de jovens filhos e filhas de agricultores/as familiares, onde eles se organizam através da ação dos centros educativos em alternância. Estes centros são tomados aqui como referência para se atingir os/as jovens existentes nesta região identificada. Ou seja, os centros de alternância não são os beneficiários exclusivos do objeto desta chamada. 6 Enéas Marques, Nova Esperança do Sudoeste, Francisco Beltrão , Marmeleiro, Renascença, Realeza Região 6 Santo Antônio do Sudoeste, Pranchita, Pinhal de São Bento Região 7 Pato Branco , Bom Sucesso, Vitorino, Mariopolis, Clevelândia Região 8 Bituruna, Coronel Domingo Soares, Boa Vista da Aparecida Região 9 Cruz Machado, Vera Cruz do Oeste, Céu Azul, Diamante do Oeste, São Pedro do Iguaçu, Santa Tereza do Oeste Região 10 Chopinzinho, Saudade do Iguaçu, Candói Região 11 Coronel Vivida , Honório Serpa, Pinhão, Reserva do Iguaçu Região 12 Nova Laranjeiras , Guaraniaçu, Ibema, Diamante do Sul, Campo Bonito Região 13 Rio Bonito do Iguaçu, Três Barras do Paraná, Catanduvas Região 14 Paulo Frontim, Male, Paulo Freitas, São Mateus do Sul Antonio Olinto, São João do Triunfo Região 15 Sulina, São João, Laranjeiras do Sul, Saudades, Porto Barreiro, Pitanga, Nova Tebas Região 16 Figueira, Pirai do Sul, Sapopema, Curiúva, São Jerônimo da Serra, Congonhinhas, Nova Santa Bárbara, Ibaiti, Jundiaí do Sul, Região 17 Altônia, Santa Maria do Oeste, Palmital, Laranjal, Altamira, Goioxim, Turvo, Marquinho, Boa Ventura de São Roque Região 18 Grandes Rios, Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí, Iretama, Roncador, Ortigueira Região 19 Cândido de Abreu, Manoel Ribas, Jardim Alegre, Ivaiporã, Lidianópolis, Reserva, Tibagi, Embaú Região 20 Querência do Norte, Santa Cruz de Monte Castelo, São Jorge do Patrocínio Total 90 70 70 80 80 80 80 80 80 80 80 80 90 90 80 80 1.610 7 Quadro 02 – LOTE 02 – Rio Grande do Sul RIO GRANDE DO SUL Região 1 Frederico Westphalen , Seberi, Erval Seco, Irai, Pinheirinho do Vale, Rodeio Bonito, Caiçara , Taquaruçu do Sul , Pinhal, Vicente Dutra, Vista Alegre, Palmitinho, Cristal do Sul, Jaboticaba. Região 2 Alpestre, Planalto, Rio dos Índios, Nonoai, Ametista do Sul. Região 3 Catuípe, Ijui, Ajuricaba, Inhacorá, Augusto Pestana, Boa Vista do Cadeado, Jóia, Panambi, Coronel Barros, Nova Ramada, Condor Região 4 Santo Cristo , Santa Rosa, Campinas das Missões, Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Girua , Candido Godoi, São Paulo das Missões, Ubiritama, Tuparendi, Tucunduva, Novo Machado, Boa Vista do Buricá, Nova Candelária, Três de Maio, Alecrim, São Jose do Inhacorá Região 5 Barão de Cotegipe, Gaurama, Erechim, Viadutos, Charrua, Aratiba, Severiano de Almeida, Mariano Mouro, Tres Arroio, Erval Grande, São Valentin, Itatiba, Cruzaltense, Campinas do Sul, Jacutinga , Paulo Bento, Ponte Preta, Barra do Rio Azul Região 6 Santo Antonio das Missões, São Luis Gonzaga, Bossoroca, Garruchos, Itacurubi, São Nicolau, 16 de novembro, Pirapó, Roque Gonzalez, Porto Xavier Região 7 Santa Cruz do Sul, General Câmara, Gramado Xavier, Herveiras, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Boqueirão do Leão, Sinimbu, Vale do Sol, Venâncio Aires, Vera Cruz Total N º de Jovens 90 50 90 70 70 50 70 490 Quadro 03 – LOTE 03 – Santa Catarina SANTA CATARINA Região 1 Maravilha , Tigrinhos, São Miguel da Boa Vista, Romelândia, Santa Teresinha do Progresso, Flor do Sertão Região 2 Guaraciaba, Iporã do Oeste, Princesa, Barra Bonita, Tunapolis, São João do Oeste Região 3 Riqueza, Mondai, Caibi, Cunha Porã, Palmitos Região 4 Saudades, Cunhatai, Pinhalzinho, Nova Erechin, Modelo, Bom Jesus do Oeste, Serra Alta, Sul Brasil Região 5 N º de Jovens 70 70 70 90 8 Quilombo, Coronel Freitas, Jardinópolis, União do Oeste, Formosa do Sul, Irati, São Lourenço do Oeste, Xaxim, Lajeado Grande, Xanxerê, Abelardo Luz. Região 6 Galvão, Coronel Martins, Jupiá, Rio do Sul, Laurentino, Presidente Getúlio, Rio do Oeste, Atalanta, Capão do Lajeado, Aurora, Agronômica , São José do Cedro e Guarujá do Sul e Armazén , São Martinnho, Gravatal e São Bonifácio Região 7 São José do Serrito, Angelina, Rancho Queimado Região 8 São Francisco do Sul, Itapoá, Barra Velha, Barra do Sul, Arraquari Região 9 Laguna, Garopaba, Imbituba Região 10 Seara, Itá, Arvoredo, Arabutã, Xavantina, Paial, Serro Negro, Campo Belo do Sul, Anita Garibaldi Total 70 70 90 30 30 110 700 Quadro n. 04 - LOTE 04 – Espírito Santo ESPÍRITO SANTO Região 1 São Mateus N º de Jovens 70 Região 2 Nova Venécia, Vila Pavão, Ecoporanga 70 Região 3 Cachoeiro do Itapemirim, Jerônimo Monteiro, Itapemirim, Rio Novo do Sul, Vargem Alta, Marataízes, Piúma Região 4 Alfredo Chaves, Guarapari, Marechal Floriano Região 5 Iconha, Mimoso do Sul, Presidente Kennedy, Muqui Região 6 Jaguaré, Soretama, Rio Bananal, Aracruz 70 70 70 70 Região 7 Marilândia 70 Região 8 Linhares, Colatina Região 9 Santa Maria de Jetibá, Afonso Cláudio, Itarana, Santa Teresa Região 10 Anchieta, Domingos Martins, Vila Velha, Marechal Floriano, Cariacica, Vitória Região 11 Castelo, Venda Nova do Imigrante, Brejetuba, Munis Freire, Conceição do Castelo, Alegre 70 70 70 70 9 Região 12 São Gabriel da Palha, Vila Valério, Alto Rio Novo, São Domingos do Norte, Pancas, Águia Branca, São Roque do Canaã Região 13 Pinheiros, Pedro Canário, Conceição da Barra, Boa Esperança, Montanha, Ponto Belo, Murici Total 70 70 910 Quadro n. 05 – LOTE 05 – Minas Gerais MINAS GERAIS Região 1 N º de Jovens Cruzília, Baipendi, Aiuruoca, Minduri, São Tomé das Letras, são Bento 70 Abade, Ingaí, Madre de Deus de Minas, Luminárias. Região 2 Acaiaca, Abre Campo, Alvinópolis Caratinga, Caiana,Chalé, 100 Congonhas, Diogo de Vasconcelos, Ponte Nova, Mariana, Santa Bárbara Leste, Lajinha, Mutum, Piranga, São Pedro dos Ferros,Vermelho Novo Região 3 Sem Peixe, Barra Longa, Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado, São José 70 do Goiabal, Dom Silvério Região 4 Conceição de Ipanema, Manhuaçu, São João do Manhuaçu, Simonésia, 70 Santana do Manhuaçu, São José do mantimento, Santa Margarida. Região 5 Araponga, Ervália, Canaã, Jequeri, Miradouro, Amparo do Serra 140 Região 5 Itaobim, Ponto dos Volantes, Monte Formoso, Padre Paraíso, 110 Jequitinhonha, Pedra Azul, Cachoeira do Pajeú, Jordânia, Joaíma, Felixburgo, Almenara, Bandeira, Santo Antônio do Jacinto, Rubim, Palmópolis Região 6 Itinga, Coronel Murta, Rubelita 70 Região 7 Araçuaí, Virgem da Lapa, Berilo, Jenipapo de Minas, Chapada do Norte, Cel. Murta, Francisco Badaró, Região 8 Comercinho, Medina, Santa Cruz de Salinas Região 9 Veredinha, Turmalina, Minas Novas, Botumirim Região 10 São Francisco, Chapada Gaúcha, Januária, Pintópolis, Cônego Marinho Região 11 Natalândia, Buritizeiro, Brasilândia de Minas, Urucuia, Santa Fé, Unai, Dom Bosco Região 12 Taiobeiras, Rio Pardo de Minas, Vargem Grande do Rio Pardo, Indaiabira, São João do Paraíso, Fruta de Leite, Curral de Dentro, Santa 140 70 70 70 70 70 10 Cruz de Salinas, Ninheiras Total 1.120 Quadro n. 06 - LOTE 06 – Bahia BAHIA Região 1 Antônio Gonçalves, Pindobaçu N º de Jovens 70 Região 2 Itiúba Região 3 Monte Santo, Queimadas, Araci, São Domingos, Conceição do Coité, Serrinha, Retirolândia, Andorinha, Campo Formoso, Uauá, Cansanção Região 04 Alagoinhas, Inhambupe, Olindina, Aporá Região 05 Valente, Nova Fátima, Santa Luz Região 06 Sobradinho, Santo-Sé, Juazeiro, Casa Nova Região 07 Rio Real, Esplanada, Entre Rios, Acajutiba, Conde, Jandaíra, Itapicuru, Sátiro Dias, Sítio do Quinto Região 08 Ribeira do Pombal, Cipó, Tucano, Fátima, Banzaê, Cícero Dantas, Antas, Adustina, Heliópolis, Jeremoabo Região 09 Riacho de Santana Região 10 Caculé Região 11 Santana Região 12 Angical Região 13 Ruy Barbosa Região 14 Quixabeira Região 15 Boquira Região 16 Andaraí Região 17 Macaúbas Região 18 Itanhém, Ilhéus Total 70 210 140 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 1.470 11 Quadro n. 07 – LOTE 07 – Maranhão MARANHÃO Região 1 Anajatuba, Miranda do Norte, Santa Rita Região 2 Balsas Região 3 Bela Vista, Cantanhede Região 4 Capinzal, Lima Campos, Santo Antonio dos Lopes, Dom Pedro, Peritoró Região 5 Codó, Timbiras, Capinzal do Norte, Alto Alegre do Maranhão Região 6 Grajaú, Humberto de Campos, Lago da Pedra, Lago Grande do Maranhão, Bom Lugar Região 7 Lago do Rodrigues, Lago do Junco Região 8 Morros, Rosário, Icatu, Cachoeira Grande, Presidente Juscelino, Humberto de Campos, Paulo Ramos, Pio XII, Olho D’agua das Cunhãs Região 9 São Luis Gonzaga, Alto Alegre, Lago Verde, Bacabal Região 10 Sucupira do Norte, Fortaleza dos Nogueiras, Lima Campos, Mirador, Pastos Bons, Peritoró, Santo Antonio dos Lopes, São Domingos, São Felix de Balsas, Tocantins Região 11 Turiaçu, Turilandia, Vitorino Freire, Brejo de Areia, Altamira Região 12 Pindaré, Alto Alegre do Pindaré e Monção Região 13 Bom Jesus das Selvas, Buriti cupu, Bom Jardim e Zé Doca Região 14 Itapecurú, Chapadinha, Buriti, São Bernardo e Araioses Região 15 Imperatriz, Açailândia, Amarante, Sitio novo Região 16 São Luis, Barreirinhas, Paulinos Neves e Primeira Cruz Região 17 São João do Sóter, Codó, Caxias e Timon Total geral do lote 05 N º de Jovens 70 70 80 70 80 90 70 70 70 70 100 70 70 80 70 60 70 1.260 12 Quadro n. 08 – LOTE 08 - Piauí PIAUÍ Região 1 N º de Jovens Miguel Alves, Nossa Senhora dos Remédios 70 Região 2 Aroazes, Inhuma, Prata do Piauí, São Miguel da Baixa Grande, Santa 70 Cruz dos Milagres, Francinópolis, Novo Horizonte, Pimenteiras Região 3 Teresina, União, Altos, Castelo do Piauí, Miguel Leão, Luzilândia, Campo Maior, Valência, Demerval Lobão, Porto, Beneditino, Campo Largo, Esperantina, Lagoa do Sítio, Alto Longa Região 4 São Pedro do Piauí, Palmeirais, Angical Região 5 Colônia do Piauí, São João da Varjota Região 6 Cajazeiras do Piauí Região 7 Oeiras Região 8 Santo Inácio Região 9 Eliseu Martins Região 10 Pedro II, Juazeiro do Piauí, Piripiri, Batalha, Lagoa do São Francisco, Singefredo Pacheco, Milton Brandão, Piracuruca Região 11 São João do Arraial Região 12 Cristino Castro, São Lourenço, São Raimundo Nonato Total 70 70 70 70 70 70 70 210 70 70 980 Quadro n. 09 – LOTE 09 - Rondônia RONDÔNIA Região 1 N º de Jovens Acrelândia 80 Região 2 N º de Jovens Ji-Paraná, Jaru, Nova União, Theobroma, Urupá, Vale do Anari, 280 Governador Jorge Teixeira, Presidente Médice, Ouro Preto, Vale do Paraíso, Machadinho, Novo Horizonte, Alto Paraíso, Monte Negro, Mirante da Serra, Cacaulândia, Teixeirópolis, Alvorada do Oeste Região 3 São Fco. do Guaporé, S.Miguel do Guaporé, Seringueiras, C. Marques Total 70 350 13 Quadro n. 10 – LOTE 10 – Amapá Amapá Região 1 Macapá, Porto Grande, Cutias, Itaubal, Laranjal do Jarí Região 2 Tartarugalzinho, Oiapoque, Pracuuba Região 3 Pedra Branca do Amaparí, Serra do Navio Região 4 Mazagão, Laranjal do Jarí, Santana Total N º de Jovens 70 70 70 70 280 Quadro n. 11 – LOTE 11 – Pará PARÁ Região 1 Altamira N º de Jovens 70 Região 2 Medicilândia 70 Região 3 Pacajá 70 Região 4 Placas Total 70 280 Quadro n. 12 – LOTE 12 – Goiás GOIÁS Região 4 Orizona, Pires do Rio, Luziânia, Vianópolis, Silvânia, Leopoldo de Bulhões Total N º de Jovens 280 280 Quadro n. 13 - LOTE 13 – Mato Grosso do Sul MATO GROSSO DO SUL Região 1 N º de Jovens Nova Alvorada do Sul, Anastácio, Belo Vista, Corumbá, Nioaque, Rio 130 Brilhante, Maracaju, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porá, Ribas do Rio Pardo, Tacuru, Terenos, Paranhos, Dois Irmãos do Buriti, Aral Moreira, Ladario, Aquidauana, Miranda, Jaraguary, Juty, Japorã, Sete Quedas, Mundo Novo, Iguatemi, Naviraí, Eldorado. Região 2 Sidrolândia 80 Região 3 Itaquiraí, 70 Total 280 14 6. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PARA A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS Para cumprir com o objeto desta Chamada de Pública, serão realizadas atividades individuais e coletivas a serem executadas pela entidade contratada. A descrição detalhada das atividades e o cronograma de execução estão nos Anexos I e II, respectivamente. Na execução de todas as atividades, os jovens do sexo feminino e do sexo masculino devem ser considerados (as) beneficiários (as) e iguais receptores (as) de todas as orientações. Todas as atividades exigirão a sistematização dos dados e elaboração de documentos em meio eletrônico, utilizando softwares e equipamentos eletrônicos indicados pelo MDA, quando for o caso. Todos os beneficiários (as) desta Chamada receberão os seguintes serviços: 6.1. 1ª Atividade: Visita - Diagnóstico Será realizado um diagnóstico de 4 h, sobre a realidade do jovem na Unidade Familiar Produtiva (UFP) 4para o levantamento de dados sobre a sucessão na propriedade familiar, focando aspectos de gênero e etnia, escolaridade, lazer, inclusão digital; os fatores que facilitam e que dificultam o acesso às políticas públicas, o apoio familiar ao projeto de vida no campo, entre outras especificações pertinentes em vista da implementação do Projeto Profissional do Jovem (PPJ).5 Com base nas necessidades latentes identificadas pelo diagnóstico, averiguar as potencialidades, os recursos existentes e as possibilidades de acesso às políticas públicas relativas ao campo da agricultura familiar, em especial o Pronaf Jovem, o PAA, a PNAE e o Crédito Fundiário, bem como outras políticas de inclusão, inclusive a inclusão digital e o acesso à internet. O diagnóstico deverá apontar a viabilidade de construção, implementação (na melhoria de uma atividade já desenvolvida pela família) ou e implantação do PPJ, podendo este ser de investimento na produção agropecuária; de beneficiamento, agregando valor aos produtos da agricultura familiar; de serviços, ou seja, projetos não agrícolas, conforme a realidade diagnosticada, oportunizando ao jovem e à jovem a geração de trabalho e renda no meio rural. Durante a execução do diagnóstico o (a) jovem deverá ser orientado (a) sobre a documentação necessária para o acesso às políticas públicas, sobretudo para conseguir o crédito do Pronaf Jovem. Será exigido o georreferenciamento (tomada de um ponto) da UFP. O jovem será motivado e mobilizado a participar de um processo de orientação e construção do seu projeto. O diagnóstico será feito com a participação da família. O (a) Agente de ATER deverá sensibilizar e envolver os pais no processo do diagnóstico com o (a) jovem. O número de diagnósticos irá variar de acordo com o lote, conforme o quadro n. 14 a seguir: 4 5 Toda vez que aparecer UPF, trata-se da propriedade pertencente à família do jovem. O conceito, as finalidades e a metodologia de elaboração do PPJ estão detalhados no Anexo I 15 Quadro n. 14 – Número de Diagnósticos Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 - MS Total Número de diagnósticos 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 10.010 6.2. 2ª Atividade: Intercâmbio Será realizado um intercâmbio com 4 h de duração, em uma ou mais UFP e em uma comunidade que tenha uma organização coletiva e expressiva da agricultura familiar (preferencialmente que tenha a participação efetiva dos e das jovens) que ofereçam, tanto a propriedade, quanto a comunidade, a vivência nos seguintes aspectos da diversificação da produção, agregação de valor aos produtos da agricultura familiar, gestão da propriedade e dos empreendimentos de beneficiamento e comercialização, organização social, inovações tecnológicas, experiências inovadoras, acesso ás políticas públicas. A experiência do intercâmbio deverá contribuir para a escolha do tema do PPJ, iniciado na atividade diagnóstico. Cada intercâmbio poderá se organizar com a participação mínima de 30 e a máxima de 50 jovens, de forma que todos e todas participem efetivamente da atividade. O número de intercâmbios remunerados irá variar de acordo com os lotes e as regiões, conforme o quadro n. 15, a seguir: Quadro n. 15 – Número de intercâmbios Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Número de jovens 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 Número de intercâmbios 46 14 20 26 32 42 36 28 10 16 Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 MS Total 280 280 280 280 10.010 8 8 8 8 286 6.3. 3ª Atividade: Reunião Esta Reunião de 4 h terá as finalidades de socializar o intercâmbio e iniciar um processo de formação continuada na área técnica de estruturação e elaboração do PPJ, abordando, entre outros aspectos a análise da viabilidade técnica, econômica, social e ambiental do Projeto de cada jovem. Este estudo terá como ponto de partida, a pesquisa realizada pelos jovens, previamente preparada e devidamente realizada e sistematizada para introduzir esta reunião. Convidar um representante do agente financeiro para falar da política de crédito Pronaf Jovem. Cada reunião poderá se organizar com a participação mínima de 30 e a máxima de 50 jovens, de forma que todos e todas participem efetivamente da atividade. O número de reuniões remuneradas irá variar de acordo com os lotes e as regiões, conforme o quadro, a seguir: Quadro n. 16. – Número de reuniões Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 MS Total Número de jovens 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 10.010 Número de reuniões 46 14 20 26 32 42 36 28 10 8 8 8 8 286 6.4. 4ª Atividade: Visita A visita de 4 h, na UFP da família do jovem, terá como objetivo a elaboração do PPJ, na perspectiva de poder acessar políticas públicas, incluindo, entre outras, o Pronaf jovem, o crédito fundiário para o Nossa Primeira Terra, o PAA, a PNAE. Esta orientação terá por base o diagnóstico realizado na primeira visita e a análise de viabilidade do Projeto na primeira reunião. Esta atividade contará com a participação da família na perspectiva de reforçar o trabalho de elaboração do projeto e de sua implementação efetiva depois, bem como a decisão sobre o financiamento, as fontes próprias da família e/ou as possibilidades reais de acesso ao crédito. 17 O produto da visita será o Projeto elaborado e encaminhado com os devidos objetivos e metas, cronogramas de execução, orçamentos, previsão de financiamento etc. O número de visitas remuneradas irá variar de acordo com o lote e as regiões, conforme o quadro a seguir: Quadro n. 17 – Número de Visitas técnicas Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 MS Total Número de visitas 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 10.010 6.5. 5ª Atividade: Reunião Esta reunião de 4 h, dará continuidade ao processo de formação sobre a elaboração técnica do PPJ, observando os aspectos socioambientais, técnicos, econômicos, bem como a definição de cronogramas de implantação, os orçamentos, monitoramento e gestão da implantação e/ou implementação do projeto. Esta segunda reunião terá ainda o objetivo de introduzir elementos básicos das políticas públicas da agricultura familiar, bem como as formas de acessar e beneficiar-se delas. Este estudo terá como ponto de partida, a pesquisa de campo, realizada pelos jovens, previamente preparada e devidamente sistematizada para introduzir esta reunião. A Reunião visará, também, implementar estratégicas de metodologias participativas para motivar a participação social do (a) jovem e a sua capacitação para a gestão, liderança mobilizadora, na perspectiva de se qualificarem como jovens multiplicadores junto a outros jovens em suas comunidades. Nesta perspectiva, contar com testemunhos de lideranças que atuam em organizações da agricultura familiar, em empreendimentos de economia solidária e prever a visita a uma organização produtiva com caráter coletivo nas proximidades do local onde acontece esta reunião, bem como a visita à sede do Banco mais próximo para tratar do Pronaf Jovem. Cada reunião poderá se organizar com a participação mínima de 30 e a máxima de 50 jovens, de forma que todos e todas participem efetivamente da atividade. 18 O número máximo de reuniões remuneradas irá variar de acordo com os lotes e as regiões, conforme o quadro a seguir: Quadro n. 18 – Número de reuniões Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 MS Total Número de jovens 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 10.010 Número de reuniões 46 14 20 26 32 42 36 28 10 8 8 8 8 286 6.6. 6ª Atividade: Visita Esta visita de 4 h, na UFP da família do (da) jovem, terá o objetivo de monitorar e dar orientação técnica para o processo de implantação e implementação do PPJ, aferindo o acesso ao crédito, se for o caso, bem como outras políticas públicas, a capacidade de gestão do mesmo, o envolvimento e apoio efetivo da família, o acesso ao mercado quando for o caso, os avanços e dificuldades do (a) jovem, e buscando soluções para os problemas levantados, e as perspectivas de renda. O número de visitas remuneradas irá variar de acordo com o lote, conforme a O número máximo de visitas remuneradas irá variar de acordo com o lote, conforme o quadro a seguir: Quadro n. 19 – Número de Visitas técnicas Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 MS Número de visitas 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 19 Total 10.010 6.7. 7ª Atividade: Visita Esta visita de 4 h, na UFP da família do (da) jovem, terá o objetivo de monitorar e dar orientação técnica para a continuidade da execução do PPJ, orientando a gestão, o envolvimento e apoio efetivo da família, o acesso ao mercado quando for o caso, os avanços e dificuldades do (a) jovem, e buscando soluções para os problemas levantados, e as perspectivas de renda. O número de visitas remuneradas irá variar de acordo com o lote, conforme a O número máximo de visitas remuneradas irá variar de acordo com o lote, conforme o quadro a seguir: Quadro n. 20 – Número de Visitas técnicas Lote Lote 01 - PR Lote 02 - RS Lote 03 - SC Lote 04 - ES Lote 05 - MG Lote 06 - BA Lote 07 - MA Lote 08 - PI Lote 09 - RO Lote 10 - AP Lote 11 - PA Lote 12 - GO Lote 13 MS Total Número de visitas 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 10.010 6.8.8ª Atividade: Avaliação Final Esta reunião de 4 h terá a finalidade de socializar o PPJ de cada Jovem para a comunidade, envolvendo os parceiros em geral, sindicatos, organizações sociais dos agricultores familiares, agentes financeiros, poder público local etc., apresentando os resultados dos mesmos. Outra finalidade desta reunião será a de promover a Avaliação Final, apresentando os resultados alcançados, com base no monitoramento dos índices de qualidade da UFP, identificando em separado a contribuição do (a) jovem, utilizando modelo de formulário e orientações de avaliação fornecida pelo MDA. Cada reunião poderá se organizar com a participação mínima de 30 e a máxima de 50 jovens, de forma que todos e todas participem efetivamente da atividade. Esta avaliação deverá indicar os ajustes necessários e as justificativas para fundamentar a necessidade de continuidade do Projeto junto ao seguimento jovem. Cada avaliação poderá se organizar com a participação mínima de 30 e a máxima de 50 jovens, de forma que todos e todas participem efetivamente da atividade. 20 O número de avaliações remuneradas irá variar de acordo com os lotes e as regiões, conforme o quadro a seguir: Quadro n. 21 – Número de reuniões de avaliação Lote Lote 01 – PR Lote 02 – RS Lote 03 – SC Lote 04 – ES Lote 05 – MG Lote 06 – BA Lote 07 – MA Lote 08 – PI Lote 09 – RO Lote 10 – AP Lote 11 – PA Lote 12 – GO Lote 13 MS Total Número de jovens 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 350 280 280 280 280 10.010 Número de reuniões 46 14 20 26 32 42 36 28 10 8 8 8 8 286 7. PRAZO DE EXECUAÇÃO DOS SERVIÇOS O prazo de execução dos serviços será de 18 (dezoito) meses, podendo ser prorrogado nos termos do Art. 57, parágrafo 1º da Lei 8.666/93. 8. VALOR DA CHAMADA PÚBLICA O valor total da chamada pública é de R$ R$ R$ 14.574.418,76 (Quatorze Milhões, quinhentos e setenta e quatro Mil, quatrocentos e dezoito reais e setenta e seis centavos). Os valores para cada Lote estão discriminados no quadro n. 14, a seguir: Quadro n. 22 – Valor total de cada Lote Lote 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Total PR RS SC ES MG BA MA PI RO AP PA GO MS Valor R$ 2.2319.460,63 R$ 718.659,20 R$ 1.035.122,40 R$ 1.286.407,78 R$ 1.583.353,94 R$ 2.114.580,86 R$ 1.787.817,63 R$ 1.451.245,20 R$ 567.495,78 R$ 444.655,79 R$ 444.828,76 R$ 406.627,22 R$ 414.163,57 R$ 14.574.418,76 21 Os pagamentos ocorrerão a cada 30 dias, com valor proporcional aos serviços executados no referido período, mediante apresentação do relatório de execução dos serviços contratados, conforme Art. 23 da Lei 12.188/2010. 8.1. Precificação dos serviços O valor detalhado dos serviços encontra-se a seguir: 22 LOTE 01 – Paraná = 1.610 jovens beneficiários/as 23 LOTE 02 =- Rio Grande do Sul = 490 jovens beneficiários/as 24 LOTE 03 – Santa Catarina = 700 jovens beneficiários/as 25 LOTE 04 – Espírito Santo – 910 jovens beneficiários/as 26 LOTE 05 – MINAS GERAIS = 1.120 jovens beneficiários/as 27 LOTE 06 – BAHIA = 1.470 jovens beneficiários/as 28 LOTE 07 – MARANHÃO = 1.260 jovens beneficiários/as = 29 LOTE 08 – PIAUÍ = 980 jovens beneficiários/as 30 LOTE 09 – RONDÔNIA = 350 jovens beneficiários/as 31 LOTE 10 – AMAPÁ = 280 jovens beneficiários/as 32 LOTE 11 – PARÁ = 280 jovens beneficiários/as 33 LOTE 12 – GOIÁS = 280 jovens beneficiários/as 34 LOTE 13 – Mato Grosso do Sul = 280 jovens beneficiários/as 35 9. QUALIFICAÇÃO E COMPOSIÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA Para executar as atividades, serão necessárias equipes compostas por técnicos de nível médio e superior. Preferencialmente, equipe multidisciplinar, a fim de atender aos princípios da Lei 12.188/2010 e o contido no Art. 6º do Decreto n. 7. 215/2010. Qualquer alteração da equipe técnica apresentada deverá ser autorizada pelo contratante, mediante apresentação de currículos equivalentes ao perfil contratado, sendo vedada a modificação do quantitativo da equipe técnica ou da porcentagem de técnicas mulheres e técnicos jovens na equipe apresentada na proposta. Será exigida uma proporção de 01 (um) técnico de nível superior para cada grupo de 03 (três) técnicos de nível médio. 9.1. Perfil da equipe técnica: Ter experiência mínima de 01 (um) ano em trabalhos de ATER e/ou assessoria, trabalhos educativos com grupos ou movimentos de jovens rurais, atestada por organização ligada ao trabalho com a juventude, a nível local, regional ou Estadual. a) Formação, preferencial, de nível superior, nas áreas de Ciências Agrárias, Humanas ou Sociais, podendo ser de nível médio técnico em agropecuária ou áreas afins. b) Preferencialmente educadores/monitores e jovens formados nos Centros Educativos Familiares de Formação em Alternância – CEFFAs. c) Preferencialmente candidatos ou candidatas com experiência em elaboração e implantação de Projeto Profissional de jovem, conforme exigências das atividades planejadas nesta chamada. d) Preferencialmente ter experiência em abordagem de gênero com o mínimo de um ano. e) Preferencialmente ter experiência profissional na área dos municípios da Chamada, com o mínimo de um ano. Será contado como experiência o tempo de trabalho no CEFFA, o tempo de formação e/ou de trabalho realizado na propriedade familiar, atestado pelo Sindicato, pela Escola ou Associação. f) Preferencialmente residente em dos municípios da região de atuação. 9.2. Quantidade da Equipe Técnica O número mínimo de Técnicas e Técnicos por lote se apresentará conforme o quadro a seguir: Quadro n. 23 – Equipe técnica Lote Lote 01 (PR) Lote 02 (RS) Lote 03 (SC) Lote 04 (ES) Lote 05 (MG) Lote 06 (BA) Lote 07 (MA) Lote 08 (PI) Beneficiários 1.610 490 700 910 1.120 1.470 1.260 980 Equipe Técnica 23 7 10 13 16 21 18 14 36 Lote 09 (RO) Lote 10 (AP) Lote 11 (PA) Lote 12 (GO) Lote 13 (MS) Total 350 280 280 280 280 10.010 5 4 4 4 4 143 10. METODOLOGIA PARA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS A metodologia para a ação de ATER pública deve ter um caráter educativo, com ênfase na pedagogia da prática, promovendo o intercâmbio e a apropriação coletiva de saberes, bem como a geração de novos saberes e, a construção de processos de desenvolvimento sustentável com o foco na juventude rural, na igualdade e equidade de gênero e na adoção de tecnologias e equipamentos públicos voltados para a construção de um ambiente rural atraente para o (a) jovem continuar como agricultor(a) familiar ou como um profissional exercendo outra atividade não agrícola, mas permanecendo no meio ou na própria região, evitando a desagregação familiar, a masculinização e o envelhecimento do meio rural. As instituições de ATER, proponentes, deverão apresentar propostas que demonstrem conhecer a realidade dos (as) jovens camponeses, suas condições sociais, sua identidade, seus projetos, expectativas e sonhos. A proposta deverá basear-se e trazer elementos reflexivos sobre a condição juvenil no campo e como os jovens pensam o campo como espaço de possibilidades de vida. Como também deverá apresentar as estratégias com as quais se pretende atuar para envolver e inserir o (a) jovem nos processos de desenvolvimento rural sustentável atualmente desejável. Como articular ensino, pesquisa e extensão para uma relação dialógica, focando na problemática da juventude rural? A proposta deverá apresentar estratégias de como abordar a problemática relacional entre pais e filhos para enfrentar o tema da sucessão e do apoio efetivo da família às aspirações do (a) jovem. A ATER precisa prever ações com metodologias participativas, apropriadas para este público específico, que abordem o jovem e a sua família, numa perspectiva de sensibilização para que a mesma apóie e acompanhe o Projeto do (a) filho (a). A partir destas premissas, deverão ser privilegiadas atividades planejadas com metodologias participativas e técnicas que contemplem o protagonismo dos (as) jovens beneficiários (as), bem como estratégias de geração e socialização de saberes e de mobilização comunitária que possibilitem a participação dos (as) jovens como sujeitos situados (as) e atores socioprofissionais. Os (as) agentes de ATER, neste caso, precisam conhecer bem da psicologia da adolescência e juventude para compreender melhor e saber lidar com este público que deseja ser útil e entrar no mundo adulto. Em todas as atividades, em especial, nas visitas e na elaboração e implantação do Projeto Profissional, deverá haver especial preocupação com o público jovem feminino. Por isso, no diagnóstico, observar bem as tarefas assumidas por este público, como se dá a divisão do trabalho na família e onde a mulher está nesta divisão? Como ela participa como sujeito ativo, nas decisões e na execução dos trabalhos na UFP? A metodologia deverá procurar identificar, refletir e agir sobre as demais relações de desigualdades entre os jovens rurais, buscando o recorte étnico racial e geracional, potencializando 37 o desenvolvimento socioambiental, cultural e econômico, na promoção da igualdade e equidade de gênero, geração, raça e etnia. Com relação à juventude, sujeito desta chamada, a metodologia deverá incorporar a realidade deste seguimento no meio rural e o acesso às oportunidades, à inovação tecnológica, especialmente quando vinculada à agricultura familiar, uma vez que as juventudes rurais possuem especificidades que expressam os diferentes papéis que lhes são atribuídos, com isso, vislumbra-se estimular a implementação de projetos que contribuam com a participação destes jovens na gestão e no acesso às políticas públicas, bem como a inclusão digital e o acesso à internet. Para promover a equidade de gênero no seguimento das juventudes rurais, a metodologia deverá reconhecer e favorecer o protagonismo das mulheres jovens na produção, gestão, comercialização e acesso às políticas públicas, estimulando e apoiando processos de autoorganização das mulheres jovens, valorizando conhecimentos existentes, com foco na autonomia econômica das mulheres; reconhecendo-as como participantes ativas da economia, garantindo oportunidades e participação nas decisões; considerando os conteúdos demandados pelas próprias mulheres jovens. Neste aspecto, apoiar e estimular iniciativas empreendedoras não agrícolas entre as mulheres jovens. As atividades de ATER não devem reforçar o papel das mulheres jovens na unidade doméstica, para isso deverá promover o diálogo com as famílias (pais e mães) na perspectiva de garantir a sua participação efetiva neste trabalho. Para isso, deverá considerar horários flexíveis e adequados com as demais atividades exercidas pelas mulheres. Enfim, o projeto deverá apresentar os materiais didático-pedagógicos para incrementar as atividades propostas, tais como materiais gráficos e audiovisuais, folhetos, folder, livretos, cartazes, cartilhas, artigos, vídeos etc. Com base nestas orientações metodológicas, a proposta técnica a ser apresentada pela entidade, deverá descrever a metodologia que adotará em cada atividade, bem como o perfil do público jovem beneficiário, contendo de forma expressa a inclusão das jovens mulheres no desenvolvimento das atividades. A metodologia deverá estar teoricamente fundamentada, levando em conta os fundamentos teóricos, as orientações e procedimentos metodológicos preconizados pela Pnater. 38 11. ENCAMINHAMENTO DAS PROPOSTAS As propostas deverão ser enviadas atendendo ao previsto nesta chamada pública no prazo de até 30 dias a contar da data da publicação do extrato da presente Chamada Pública no Diário Oficial da União e no sitio eletrônico do MDA Deverão ser encaminhadas via SEDEX, ou entregues diretamente no protocolo do MDA, devidamente lacradas e identificadas, seguindo obrigatoriamente o modelo abaixo: CHAMDA PÚBLICA DE ATER N. 03/2012 ESTADO: ....................................... N. DO LOTE AO QUAL A PROPOSTA TÉCNICA CONCORRE: .......................... A/C SR. LAUDEMIR MÜLLER – SAF/MDA Setor Bancário Norte – SBN, Quadra 01 Edifício Palácio do Desenvolvimento , 6º andar, sala 603 Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural – DATER CEP 70057-900 – BRASÍLIA – DF As propostas somente serão abertas e analisadas após o 31º dia a contar da publicação do extrato da presente Chamada Pública no Diário Oficial da União e no sitio eletrônico do MDA. O roteiro obrigatório para a elaboração da proposta técnica está no Anexo III; Os esclarecimentos acerca desta Chamada Pública poderão ser feitos através dos contatos abaixo: Reginaldo Silveira de Lima DATER/SAF/MDA Telefone: (61) 2020 0782 E-mail: [email protected] João Batista Begnami – DATER/SAF/MDA E-mail: [email protected] Telefone: (61) 2020 – 0914 39 12. CRITÉRIOS OBJETIVOS PARA A SELEÇÃO DA ENTIDADE EXECUTORA Na seleção das propostas serão avaliadas: a) a experiência da entidade no trabalho específico com o público jovem do meio rural - Bloco 1); b) a qualidade da proposta técnica (Bloco 2); c) a experiência e composição da Equipe Técnica que executará o serviço contratado (Bloco 3). A classificação das entidades será feita de acordo com a pontuação obtida nos critérios objetivos apresentados no Anexo V. Será selecionada em primeiro lugar a proposta que obtiver a maior pontuação. Em caso de empate, serão considerados como critérios de desempate, na ordem: a) maior pontuação no bloco de avaliação 1 – Experiência da entidade na execução de atividades com o público jovem rural da agricultura familiar; b) maior pontuação no bloco de avaliação 2 – Proposta técnica; c) maior pontuação no bloco de avaliação 3 – Experiência e composição da equipe técnica executora dos serviços. Serão eliminadas a propostas que: a) obtiverem pontuação final menor que 40% do total de pontos; b) obtiverem resultado menor que 30% na pontuação de qualquer um dos blocos de critérios objetivos de avaliação; c) apresentarem composição da equipe técnica inferior aos limites mínimos exigidos nessa chamada pública; d) não obedecerem às exigências previstas nesta chamada pública. 13. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS NO SITIO ELETRÔNICO DO MDA O Resultado desta Chamada Pública será publicado no sitio eletrônico do MDA, em até 30 dias após o encerramento do recebimento das propostas. 14. VALIDADE DAS PROPOSTAS A administração poderá convocar a entidade executora selecionada em primeiro lugar para assinar o contrato dentro do prazo de validade da proposta, que será de 60 dias, a contar da data da divulgação do resultado da seleção de melhor proposta técnica apresentada. 15. CASOS OMISSOS E SITUAÇÕES NÃO PREVISTAS Para solucionar casos omissos e situações não previstas nesta Chamada Pública, deverá ser encaminhado expediente ao Diretor do DATER, para os devidos encaminhamentos e esclarecimentos. 40 ANEXO I DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CONTRATADAS 1. Visita para o Diagnóstico do (a) jovem na Unidade de Produção Familiar (UPF) Conjunto de procedimentos metodológicos participativos (conversas, entrevistas, caminhadas, calendários, fluxogramas, entre outros), que tem por objetivo identificar a realidade atual do jovem e da jovem na UFP de seus pais. A proposta deverá especificar metodologia, fundamentação teórica e os conteúdos a serem tratados no diagnóstico. Estes procedimentos devem ser executados por meio da primeira visita técnica, servindo para o planejamento das atividades seguintes. A metodologia também deverá partir da situação atual do (a) jovem em vista de identificar suas expectativas em relação à continuidade ou não no campo, seus sonhos, suas dificuldades e suas necessidades para clarear e objetivar seu projeto de vida. Realizado os procedimentos supracitados, adotar uma metodologia para sensibilizar e mobilizar o (a) jovem para a pesquisa da realidade e construção do Projeto Profissional do Jovem – PPJ. Este compreende um projeto de inserção social e profissional no meio rural, por meio de empreendimentos na área da produção agropecuária, ou da transformação de produtos da agricultura familiar, ou ainda um projeto na área de serviços, ligados a ATER, à informática no meio rural, mecânica agrícola em geral no meio rural, saúde, educação, turismo, comércio, lazer etc., todos focados na perspectiva de geração de trabalho e renda, para viabilizar a vida feliz e digna no meio rural. Cabe destacar que o Projeto poderá ser implantado ou implementado a partir desta ação. A implantação se refere a um projeto inédito e a implementação é relativa à melhoria, expansão etc. de um projeto já iniciado. Devem-se apresentar as estratégias de envolvimento de todos os integrantes da família, potencializando a participação na gestão familiar dos (as) jovens, as necessidades para suas atividades produtivas, considerando ainda as atividades desenvolvidas por estes (as) para o trabalho doméstico. Para efeito de diagnóstico podem ser realizadas a coleta e análise de amostras de solo, água e plantas; dados geo-referenciais; dados espaciais e/ou cartográficos; dados meteorológicos; e mapeamento georreferenciado das formas de uso e ocupação da terra das UFP, atendidas pelo Pronaf Sustentável. O MDA disponibiliza, quando for o caso, orientações metodológicas específicas para o desenvolvimento dos seus programas. Esta atividade inclui a sistematização dos dados e elaboração de documento em meio eletrônico, utilizando softwares e equipamentos eletrônicos indicados pelo MDA, quando for o caso. Será exigido o georreferenciamento (tomada de um ponto) da UFP. 41 2. Atividade Coletiva – Intercâmbio A atividade de intercambio devidamente planejada antes pelos agentes de ATER com os jovens e as jovens beneficiários (as), terá como objetivos: a) ver e vivenciar na prática, uma propriedade familiar diversificada, que tenha a experiência de agregar valor aos produtos, acesso ao mercado de forma organizada, com inovações tecnológicas e a participação do jovem e da mulher na produção e gestão; b) conhecer e vivenciar uma comunidade onde existem experiências de agroindustrialização, trabalhos coletivos envolvendo o beneficiamento e a comercialização, atividades não agrícolas, a assistência técnica e extensão rural e a presença de jovens e mulheres participando nos espaços das organizações, na gestão, nas decisões etc. e c) motivar o (a) Jovem a definir o tema do seu PPJ. A preparação prévia deverá prever e assegurar os recursos didáticos necessários e as orientações metodológicas adequadas para garantir uma observação participante e uma participação observante e os meios para o registro da vivência e a previsão de um espaço de socialização posterior ao intercâmbio. Registrar a experiência no Caderno de Campo. A socialização do intercâmbio é fundamental nesta experiência para aprofundar as visões de cada um (a) e gerar uma visão geral do grupo. Esta poderá ser feita ao final do intercâmbio, se houver tempo, ou na próxima atividade de reunião. Além da memória escrita, cuidar para organizar uma memória fotográfica e, se possível, filmar a atividade. Além do mais, deve ser assegurado o fornecimento de alimentação, transporte, alojamento etc. de forma a garantir a gratuidade, qualidade e acessibilidade à atividade. Esta atividade inclui a sistematização dos dados e elaboração de documento em meio eletrônico, utilizando softwares e equipamentos eletrônicos indicados pelo MDA, quando for o caso. 3. Elaboração do PPJ Conjunto de procedimentos metodológicos participativos (matrizes de planejamento, visão de futuro, identificação e priorização de problemas, definição da área e a temática ou temáticas do Projeto Profissional do Jovem - PPJ, entre outros) que tem por objetivo definir ações de curto, médio e longo prazo, para a elaboração do projeto em vista da qualificação de uma determinada produção, agregação de valor, diversificação da produção agropecuária, comercialização, infraestrutura, organização social, recuperação, regularização e licenciamento do uso dos recursos naturais, produção agroecológica, gestão da UFP, realização de diversas simulações de composição de atividades agropecuárias e não agropecuárias, considerando os fatores de produção disponíveis e as necessidades de novos investimentos, de tal forma que venham a proporcionar a melhoria da renda com sustentabilidade ambiental e contribuir para a sucessão do (a) jovem na propriedade familiar e fortalecer a agricultura familiar. O PPJ é um recurso pedagógico para a aprendizagem dos processos de elaboração de um Projeto. Mas é também uma estratégia de inserção socioprofissional em atividades produtivas, econômicas, agrícolas e não agrícolas. Ele visa gerar trabalho e renda e inovar no campo da agricultura familiar. Não se trata do Projeto de Vida, mas deverá constituir-se num meio de viabilizar o projeto de vida. O PPJ deve ser feito com base no diagnóstico da realidade do (a) jovem rural e de sua família e comunidade. Visa em primeiro lugar, desenvolver as capacidades de saber diagnosticar, construir um planejamento e elaborar um projeto. Ele é participativo porque envolve o (a) (s) jovem (em), a família e até a comunidade e organizações ligadas à agricultura familiar, se for o caso, em todos os processos da sua elaboração e execução. O Projeto poderá ser individual ou coletivo, envolvendo 42 mais jovens dentro da comunidade ou grupos de irmãos e irmãs que se disponha a trabalharem juntos, com base no diagnostico levantado. Desenvolver procedimentos metodológicos visando a autonomia e o protagonismo da juventude rural neste processo. Além de subsidiar a elaboração do PPJ, prever outros produtos específicos tais como: planos de manejo e uso dos recursos naturais, plano de conversão da agricultura tradicional para uma agricultura mais ecologizada e planos de regularização e recuperação ambiental etc. Estes planos devem ser elaborados de acordo com as regulamentações definidas pelos órgãos competentes. O PPJ deverá prever a implantação e/ou a implementação de um empreendimento agropecuário, com atividades produtivas ou de transformação de produtos da agricultura familiar, ou de serviços, bem como atividades não agrícolas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente sustentáveis, que valorizem a identidade do (a) jovem trabalhador (a) rural e contribua para gerar, ampliar renda e dirimir os processos de esvaziamento das áreas rurais. No caso das jovens, motivar para que elaborem projetos de empreendimentos que mais se aproximem da realidade cotidiana, se for o caso, conforme o diagnóstico, tais como: horticultura, criação de pequenos animais, melhoria do quintal doméstico familiar, das frutíferas, artesanatos, beneficiamentos de produtos etc. Geralmente, os projetos de empreendimentos femininos podem ir nesta direção citada, bem como centrar nos serviços e nas atividades não agrícolas. O PPJ pode também definir ações visando o acesso a programas específicos desenvolvidos pelo MDA e outros ministérios como o MDS. Enfim, prever nas atividades propostas, os passos metodológicos para a construção participativa do PPJ, envolvendo os itens que melhor possibilite a estruturação do seu texto: Diagnóstico com a contextualização do projeto, apresentando a realidade socioprofissional da família, os pontos fortes e os a melhorar; Definição do Projeto com as justificativas, objetivos e metas; Análise comercial dos produtos, dos serviços e do mercado, ou seja, um estudo da Viabilidade econômica; Estudo técnico sobre equipamentos e instalações; Estudo de impactos econômicos, sociais e ambientais, bem como da legislação ambiental, trabalhista, sanitária etc. Estudo econômico/financeiro sobre orçamentos, créditos, investimentos, rentabilidade (Custo-benefício) Planejamento com cronograma de atividades, cronograma físico-financeiro, indicadores de resultados e viabilidade; Os Resultados da implantação e/ou implementação, conclusões... Após escrito, o PPJ deverá ser implantado e/ou implementado. Este procedimento poderá ser nomeado de experimentação ou execução do Projeto. As visitas técnicas são fundamentais para monitorar e avaliar este processo. O (a) jovem ou o grupo deverá ter um caderno de campo para registrar o processa da execução. Isto facilita o monitoramento e a avaliação, bem como os ajustes necessários e a sistematização dos resultados. O processo da execução poderá servir de aprendizagem para outros jovens do grupo. Por isso, se houver condições, motivar para que os jovens se visitem mutuamente para trocarem experiências e se animarem com seus Projetos. O PPJ, depois de implantando e/ou implementado, deverá ser socializado para a comunidade, onde o (a) jovem apresenta seus objetivos, o estudo de viabilidade e, sobretudo, os resultados obtidos 43 com a sua implantação. Esta apresentação se dará, neste caso, na reunião final de avaliação deste Projeto da chamada pública. O vinculo em rede de organizações fortalece o Projeto do Jovem. Ou seja, o PPJ requer um processo de participação em organizações sociais para dar maior visibilidade e ou viabilidade ao Projeto. O PPJ é uma das possíveis estratégias para o jovem tornar-se o protagonista que se reconhece como sujeito, que conhece a própria realidade e se articula a partir de um projeto de vida seu e do coletivo. Este protagonismo se inicia na propriedade com o reconhecimento do seu projeto de vida pelos pais como uma transição para a sucessão familiar e ou um projeto em uma nova unidade de produção. Um Indicador de capital Social pode ser a quantificação da efetiva participação do jovem ou do grupo de jovens no associativismo formal e ou informal como a participação nos grupos da comunidade, nas cooperativas de crédito, de produção, associações, sindicatos e conselhos. Apesar da Constituição Federal assegurar a participação da sociedade civil organizada na elaboração de políticas públicas, apenas dois conselhos se ocupam diretamente da juventude no âmbito estadual: Conselho Municipal da Criança e do Adolescente e o Conselho Municipal de Educação. Entretanto, nestes e nos demais conselhos a juventude rural não se faz representar por grupos e/ ou entidades de jovens. Nos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural e ou Territorial, bem como no próprio CEDRAF e CONDRAF os jovens devem ter seus espaços de representação para propor e conquistar políticas publicas para o fortalecimento da juventude rural.” O MDA disponibilizará, quando for o caso, orientações metodológicas específicas para o desenvolvimento dos seus programas. Esta atividade inclui a sistematização dos dados e elaboração de documento em meio eletrônico, utilizando softwares e equipamentos eletrônicos indicados pelo MDA, quando for o caso. 4. Visita Técnica ao (à) jovem na Unidade de Produção Familiar As visitas técnicas devem ser planejadas pelos agentes de Ater ao (à) jovem, na UFP de seus pais. Tem por objetivos: motivar e facilitar o processo de elaboração técnica do PPJ; implantar ou implementar e acompanhar o processo de execução do PPJ, seja nos aspectos da gestão, do monitoramento, avaliação, registros sistematizados dos resultados; informar e orientar sobre quais são e como acessar as políticas públicas de apoio (Pronaf Jovem, o Pronaf em geral, o Programa Nossa Primeira Terra, o PAA, o PNAE etc); dar assessoria aos sistemas produtivos, aos processos de transformação e comercialização - incluindo a logística de entrega de produtos, o gerenciamento da UFP e a organização social, levando sempre em conta a participação do(a) jovem; Motivar projetos não agrícolas ou comunitários que podem ser implementados em outros espaços de uso coletivo da comunidade. As visitas técnicas servem para aferir a renda e identificar as necessidades de formação, qualificação em vista de ajustar e aprimorar o empreendimento e garantir a sua continuidade e consolidação. Deve-se problematizar sobre situações concretas considerando as esferas social, produtiva, econômica, ambiental e da infra-estrutura, e construir soluções, de forma conjunta (agentes de Ater e os integrantes da unidade familiar juntamente com o (a) jovem beneficiário (a). Deve-se considerar as especificidades raciais e étnicas. 44 Como parte da problematização e construção de soluções devem-se apontar os aspectos das desigualdades de gênero, na renda agrícola, na gestão econômica familiar, na valorização do trabalho das mulheres, na definição da produção e no acesso a infraestrutura produtiva e a mercados, por parte dos (as) jovens. As visitas podem, também, orientar o acesso a programas específicos desenvolvidos pelo MDA e outros ministérios, voltados para a agricultura familiar e a juventude rural. Esta atividade inclui a sistematização dos dados e elaboração de documento em meio eletrônico, utilizando softwares e equipamentos eletrônicos indicados pelo MDA, quando for o caso. 5. Atividade Coletiva – Reunião Atividade coletiva, de caráter educativo, de curta duração, planejada pelos agentes de ATER com os (as) jovens beneficiários (as) desta chamada, visando socializar os avanços e buscar soluções conjuntas para o processo de elaboração e implantação do PPJ de cada jovem. Esta atividade visa também implementar um percurso de formação continuada na área técnica de estruturação e elaboração do PPJ, abordando, entre outros aspectos, a análise da viabilidade técnica, econômica, social e ambiental do Projeto de cada jovem. Este processo será realizado de forma participativa, envolvendo os jovens e suas famílias e os processos ação-reflexão-ação ou prática-teoria-prática, onde, para cada aspecto ou item do projeto, a abordagem levará em conta, a realidade multidimensional de cada jovem, como ponto de partida e de chegada. Para tanto, os (as) jovens serão motivados a organizarem de forma participativa os roteiros que irão orientar as pesquisas sobre a realidade para contextualizarem o processo de elaboração do Projeto (Planos de Estudo). Esta atividade visa ainda socializar os projetos entre os jovens, em vista de discutir e viabilizar arranjos produtivos locais: organização coletiva da produção, do beneficiamento da produção, acesso a mercados etc. As reuniões visam também o aprofundamento de temas como: protagonismo juvenil, associativismo e cooperativismo, acesso à terra, agregação de valor, acesso a mercados, políticas públicas, desenvolvimento rural e pesqueiro, igualdade de gênero e geração, atividade econômicas rentáveis não agrícolas, Crédito, educação contextualizada, formação cidadã, inclusão digital, lazer no meio rural etc., e encaminhar propostas concretas para a continuidade do debate e da efetivação de propostas de organização de grupos de interesses, formal ou informal para que como cidadãos de direitos possam conquistar, de forma organizada, os espaços de representação política, acessar e propor políticas públicas de interesse da juventude rural. Deve-se promover um olhar direcionado e adequado para avaliar as atividades dirigidas para as jovens mulheres, previstas no Projeto, considerando o contexto de desigualdade de gênero no seu desenvolvimento, como também avaliar a participação destas nas demais atividades previstas na chamada. Deve-se promover a problematização de situações concretas, considerando as esferas social, produtiva, econômica, ambiental e de infraestrutura, e construir soluções, de forma conjunta, com os participantes. Nas reuniões será estratégico trazer agentes de desenvolvimento ligados ao setor financeiro para falar do crédito Pronaf Jovem. Bem como convidar outros parceiros ligados ao poder público local, regional, às ONGs, movimentos sociais etc. para potencializar e tratar as informações necessárias para enriquecer este serviço e fazer com que se chegue aos objetivos propostos nesta chamada. 45 A reunião final visa a socialização do PPJ de cada Jovem para a comunidade, os parceiros em geral, sindicatos, organizações sociais dos agricultores familiares, agentes financeiros, poder público local etc., apresentando os resultados dos mesmos. Além do mais, a reunião final terá um espaço para a avaliação final do Projeto de ATER com a Juventude. Para a participação efetiva dos (a) jovens, deverá ser assegurado o fornecimento de materiais didaticopedagogicos adequados, que facilitem o diálogo dos saberes e das experiências do público participante. Para tanto, o Projeto deverá apresentar os materiais gráficos e audiovisuais, folhetos, folders, livretos, cartazes, cartilhas, vídeos etc. que pretende utilizar. Prever ainda a alimentação, transporte, alojamento e atividades de recreação, de forma a garantir a gratuidade, qualidade, acessibilidade e a continuidade ao Projeto. Esta atividade inclui a sistematização dos dados e elaboração de documento em meio eletrônico, utilizando softwares e equipamentos eletrônicos indicados pelo MDA, quando for o caso. Organizar uma lista de presença para cada atividade grupal, incluindo um Certificado final para as reuniões e o intercâmbio. 46 ANEXO II CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Maio Junho Janeiro Julho/agosto Seleção dos Projetos e publicação dos resultados Chamada Pública Fevereiro Março 3ª atividade: Reunião – 4h Abril 4ª atividade: Visita Técnica 2014 Janeiro Fevereiro 8ª atividade: Avaliação final 2012 Setembro Outubro Assinatura do contrato Maio junho 2013 Julho 5ª atividade Reunião Novembro 1ª atividade Diagnóstico - Agosto Setembro 6ª atividade Visita Técnica Novembro Dezembro 2ª atividade: Intercâmbio Outubro novembro 7ª Atividade: Visita técnica Dezembro 47 ANEXO III ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA Os componentes da proposta técnica devem estar articulados aos itens previstos no Anexo V desta chamada pública. Somente serão aceitas propostas encadernadas* contendo: a) Cópia eletrônica da proposta, gravada em CD ou DVD, em formato .pdf e .doc; b) Numeração das páginas; c) Cópias dos comprovantes das informações apresentadas onde couber; d) Obediência aos itens, numeração e sequencia solicitados no quadro abaixo: Item Detalhamento 1. IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA Numero da Chamada e Lote (apenas 01 lote por proposta) 2. IDENTIFICAÇÃO DO PROPONETE 2.1 Nome da entidade 2.2 CNPJ 2.3 Endereço 2.4 Nº do credenciamento no SIATER; entidade credenciadora; UF do credenciamento. 3. APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA 3.1 Apresentação do contexto geral em que esta proposta se insere, e identificação do problema a ser enfrentado. 3.2 Situar a realidade, as condições juvenis, público desta chamada, no contexto onde a proposta se insere. 3.3 Apontar caminhos para o enfrentamento dos problemas identificados 4. ATIVIDADES Descrição detalhada da forma de execução de cada uma das atividades, com apresentação da metodologia teórica e prática de execução, considerando as definições do Anexo I. 5. METODOLOGIA Aprofundamento e sustentação da metodologia com fundamentos teóricos, conforme o bloco II do Anexo V 6. CRONOGRAMA DE Considerando o Anexo II e a tabela de custos do lote, apresentar a EXECUÇÃO FÍSICA E distribuição mensal do número de atividades que será realizado e o valor FINANCEIRA correspondente. 48 7. MONITORAMENTO Descrição da estratégia a ser adotada pela entidade para o E AVALIAÇÃO acompanhamento e avaliação das atividades executadas 8. RESULTADOS ESPERADOS Descrição dos resultados esperados desagregados por sexo, após a execução das atividades, especialmente em relação à qualidade de vida e renda dos(as) jovens beneficiários(as). 9. CURRÍCULO DA ENTIDADE 9.1 Apresentação de um histórico objetivo da entidade com as experiências solicitadas no bloco 1 do anexo V. Incluir tabela com as informações e, em sequencia, as cópias dos respectivos comprovantes solicitados. 9.2 Apresentação da Estrutura Física e operacional da entidade que será utilizada na execução do contrato, conforme o bloco III do Anexo V. Incluir tabela com as informações e, em sequencia, as cópias dos respectivos comprovantes. 10. DESCRIÇÃO DO PERFIL DOS(AS) TÉCNICOS(AS) 10.1 Apresentação do perfil da equipe técnica que executará as atividades de campo, obedecendo ao modelo do Anexo IV Obs: A entidade proponente deverá apresentar o perfil dos técnicos que comporão a equipe, observando os critérios estabelecidos na chamada. A contratação da entidade vencedora não se efetivará sem o aval do MDA, onde serão exigidos profissionais que atendam ao perfil informado pela entidade participante. Profissionais de apoio e escritório não devem entrar na composição da equipe técnica. *Solicitamos que a encadernação seja feita sem espiral Todas as informações declaradas na proposta técnica serão conferidas através dos documentos comprobatórios originais, no momento da contratação. 49 ANEXO IV Formulário para apresentação da equipe técnica, conforme o número previsto para o lote e o perfil solicitado na chamada: Técnico N.: ..................... Especificar na Proposta Técnica, o perfil de cada técnico/a a (Identificar o/a técnico/a por um ser contratado/a pela entidade. Lembrando a obrigatoriedade número e não por nome) de seguir este perfil na hora de contratar a equipe para a execução das atividades previstas no contrato. ITEM CRITÉRIO / perfil 1.Experiência do Técnico a ser contratado/a 1.1. Tempo de experiência de ATER com jovens rurais* 1.2. Tempo de experiência de trabalho com mulheres 2.Moradia do/a técnico/a Residência em município da área da chamada* 3.Local de formação e experiência 3.1.Formação em unidades de ensino no território da chamada e/ou na área de projeto profissional do/a Centros Familiares de Formação por Alternância – CEFFAs* jovem 3.2. Tempo de experiência com o Projeto Profissional do Jovem (número de projetos elaborados e acompanhados, número de projetos implantados)* 4.Composição da Equipe Técnica 4.1. Formação do Técnico: nível de ensino, médio ou superior, tipo de formação, tempo de formado.* 4.2. Sexo: 4.3. Faixa etária (se jovem, idade entre 18 a 29 anos e se adulto, idade igual ou acima de 30 anos)* * OBSERVAÇÃO: 1. A documentação a ser enviada para concorrer à chamada não precisa seguir com os meios de verificação proposto no Bloco 3 do anexo V. 2. A comprovação com documentos será obrigatória somente para a entidade vencedora. 3. O envio da documentação comprobatória terá de seguir rigorosamente o perfil apresentado de cada técnico na Proposta Técnica. 4. Os documentos comprobatórios serão enviados ao MDA, pela entidade vencedora, antes da assinatura do contrato. O contrato poderá não se efetivar, caso a documentação comprobatória não corresponda às informações prestadas na Proposta Técnica. 5. Os documentos comprobatórios de cada técnico/as virão obrigatoriamente acompanhados do currículo. 50 ANEXO V – Critérios de pontuação Bloco 1 - Experiência da Entidade em ATER nos últimos 5 anos TEMA CRITÉRIO VARIÁVEL Experiência da instituição em ATER Nº. de projetos de ATER executados com recursos Nº. de projetos de ATER executados do Governo federal, estadual ou outros organismos com recursos públicos ou privados nacionais e internacionais. Experiência da Instituição com organização, formação e inserção socioprofissional de jovens no meio rural e acesso a políticas públicas Qde Valor por unidade 1 10 2a4 Igual a 5 ou acima 3 evento s Pontuaçã Pontuação Meios de o total máxima total comprovação 10 30 30 60 60 100 300 300 250 Nº. de eventos de formação e organização de jovens Número de eventos realizados com carga horária mínima de 200 horas/ano e com e um mínimo de 30 jovens por evento. Numero de projetos de inserção profissional escrito pelos jovens e orientado pela entidade No. de projetos escritos pelos jovens, sob a orientação técnica da instituição formadora comprovando formação técnica deste para inserirse profissionalmente. 200 1 200 Experiência em implantação e acompanhamento de projetos protagonizados pelo jovem na propriedade familiar Nº. de projetos implementados e acompanhados regularmente, através de visitas aos jovens em suas famílias. 50 1 50 Total de pontos do Bloco 1 100 Extrato do DOU ou declaração do órgão contratante ou cópia do Projeto Técnico aprovado Cópia de inscrição e/ou matrícula ou certificado dado pela Instituição executora. Declaração da instituição formadora Declaração assinada pelo jovem, o pai e/ou a mãe e/ou responsável e do responsável da entidade. 650 51 Bloco 2 - Proposta Técnica ITEM Estrutura Física CRITÉRIO Estrutura de apoio para a realização das atividades VARIÁVEL No. de escritórios na área de realização das atividades 10 10 Entre 3e5 30 30 Acima 50 de 5 50 Até 2 10 10 Entre 3e5 30 30 Acima 50 de 5 50 40 40 Nível de consistência baixo Igual ou acima de 5 Igual ou acima de 6 % Nível de Consistência médio Nº. de computadores disponíveis Nº. de GPS Demonstração de conhecimento da realidade rural local e das condições juvenis no campo, fundamentadas em fontes primárias (dados do IBGE, DIEESE etc) e das fontes literárias (Livros, artigos, documentários etc.). Citar as pedagogias que fundamentam as abordagens de ATER, devidamente referenciadas. Demonstração de compreensão, capacidade de atendimento aos princípios instituídos na Política Nacional de Ater Valor por Pontuaç Pontuação Meios de unidade/peso ão total máxima total comprovação Até 2 Nº. de veículos disponíveis para a realização das atividades, inclusive motos Fundamentação TeóricoMetodológica Qde 250 Documento do escritório em nome da entidade ou contrato de locação ou contrato de comodato/ parceria Cópia dos documentos do veículo em nome da entidade ou contrato de locação ou contrato de comodato/ parceria Nota fiscal ou contrato de locação 30 30 Até 40% 0 % De 41 a 50% 40 Nível de consistência alto % Acima de 60% 60 Adota até 30% dos princípios da PNATER % Até 30% 0 Adota de 31% a 60% inclusive dos princípios da PNATEER % De 31 a 60% 40 Nota fiscal ou contrato de locação 400 Pertinência das referenciais devidamente citadas na proposta Pertinência das referenciais devidamente citados na proposta 52 Elaboração da proposta é baseada em diagnóstico participativo. Monitoramento e Avaliação Demonstração de meios de monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas Apresenta mais de 60% dos princípios da PNATER na proposta. Nível de consistência baixo % 60 % Acima de 60% Até 40% dos beneficiários De 41 a 50% dos beneficiários Acima de 60% dos beneficiários Até 40% Nível de Consistência médio % Nível de consistência alto % Nível de consistência baixo Nível de Consistência médio % De 41 a 60% 40 Nível de consistência alto % Acima de 60% 60 % 0 Lista de presença com assinatura dos beneficiários ou ateste com assinatura de cada jovem interessado(a) na proposta. 40 60 0 Cópia do sistema se tiver Cópia do modelo de planilha e relatório Total de pontos do bloco 2 650 Bloco 3 – Perfil da equipe técnica a ser contratada ITEM 1. Experiência dos Técnicos a serem contratados CRITÉRIO 1.1. Experiência de ATER com jovens rurais VARIÁVEL Qde Valor por unidade/ peso 30 Todos os técnicos apresentados possuem 100% experiência profissional, mínima de um ano com juventude rural 1.2. Experiência de ATER com Todos os técnicos possuem experiência profissional 100% Igual ou mulheres mínima de um ano de trabalho com mulheres na superior a 30% área da chamada dos técnicos 2. Moradia Residência em município da área da Todos os técnicos residem em um dos municípios 100% 20 chamada da chamada 3. Local de formação 3.1. Formação em unidades de ensino % de técnicos formados em unidade de ensino na % Até 20 % e experiência na área no território da chamada e/ou Centros área da chamada e/ou Centros Familiares de de projeto Familiares de Formação por Formação por Alternância – CEFFAs De 21 a 40 % profissional do Alternância – CEFFAs Pontuaç Pontuação Meios de ão total máxima total comprovação* 30 30 20 5 15 200 1.1. Contrato de Trabalho ou declaração da entidade 1.2. Declaração da entidade 2. Comprovante de endereço 3.1. Cópia do diploma ou declaração. 53 jovem 3.2. Experiência com o Projeto Profissional do Jovem 4.Multidisciplinarida Formação dos Técnicos de da Equipe 5.Composição da Equipe 5.1. Relação Técnico sexo feminino /Técnico total * Acima de 40% 30 Tem Projeto Elaborado % Até 20% 10 Tem projeto elaborado e implantado % Acima de 30% 60 % de técnicos das Ciências Agrárias e afins % 60 60 % de técnicos da área de ciências sociais, humanas e afins Relação até 30% de técnicos do sexo feminino % 40 40 % Até 30% 0 Relação entre 31 e 40% % De 31% a 40% 40 Relação acima de 40% % Acima de 40% 60 % % Até 20% Entre 21% e 30% Acima de 40% 0 40 5.2. Relação Técnico jovem /Técnico Relação até 20% de técnicos jovens total * Relação entre 21 e 30% Relação acima de 40% TOTAL BLOCO 3 TOTAL DA PROPOSTA (1= 650 + 2 = 650 + 3 = 500 ) % 3.2. Declaração da instituição onde elaborou o Projeto 100 4.Cópia do diploma ou declaração. Currículo dos técnicos 5.1. Currículo e cópia da identidade 100 100 5.2.Cópia da identidade para comprovar idade entre 18 e 29 anos 60 500 1.800 * Observação: Os meios de comprovação solicitados neste bloco 3, serão obrigatórios somente para a entidade vencedora desta chamada pública e será condição para a efetivação da contratação.