Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu - VIZIVALI
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
PEDAGOGIA
DOIS VIZINHOS – PR
2012
IDENTIFICAÇÃO DA IES
Diretora
Profª Me. Elizandra Fiorin Soares
Coordenador Pedagógico
Prof. Me. Ailson Teixeira
Coordenadora do Curso de Pedagogia
Profª. Me. Mariza Rotta
Secretária Acadêmica
Debora Castanha Derner
Financeiro e Recursos Humanos
Deliane Girardi
Auxiliar de Financeiro e Recursos Humanos
Rudinei Pires
Bibliotecário
Nilson Tibúrcio da Silva
Auxiliar de Biblioteca
Leticia Souza Silva
Comunicação e Marketing
Graziele Forest
TI
Jean Marcelo Bonassa
Auxiliar de TI
Renan Marek
Recepção
Brígida Gonçalves da Rosa
Administrativo
Camila Teresinha Parodi
Secretária das Coordenações
Vanessa Scalabrin
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO........................................................................................................04
1.1 TRAJETÓRIA DA FACULDADE VIZINHANÇA VALE DO IGUAÇU VIZIVALI.....................................................................................................................04
1.2 HISTÓRICO DO CURSO DE PEDAGOGIA.........................................................07
1.3 CONTEXTO DE INSERÇÃO - NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO................09
1.4 PERFIL DO CURSO.............................................................................................10
2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO................................................................................12
2.1 ADMINISTRADORA.............................................................................................12
2.2 MANTENEDORA..................................................................................................12
2.3 CURSO.................................................................................................................12
2.4 MODALIDADE DO CURSO..................................................................................12
2.5 TITULO ACADÊMICO CONFERIDO....................................................................12
2.6 MODALIDADE DE ENSINO.................................................................................12
2.7 REGIME DE MATRICULA....................................................................................12
2.8 PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO.......................................................................12
2.9 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO..............................................................13
2.10 NÚMEDO DE VAGAS........................................................................................13
2.11 TURNO DE FUNCIONAMENTO........................................................................13
2.12. LOCAL DE FUNCIONAMENTO........................................................................13
2.13 FORMAS DE ACESSO AO CURSO..................................................................13
2.14 COORDENAÇÃO DO CURSO...........................................................................13
2.14.1 Coordenadora do Curso de Pedagogia da Faculdade VIZIVALI...............14
3 CONCEPÇÃO DO CURSO.....................................................................................14
3.1 MISSÃO DO CURSO...........................................................................................14
3.2 CONCEPÇÃO TEÓRICO METODOLÓGICA.......................................................16
3.3 CONCEPÇÕES NORMATIVAS DO CURSO.......................................................20
4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA...........................................................................22
4.1 ATUAÇÃO DO COORDENADOR........................................................................22
4.2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE..............................................................24
4.3 COLEGIADO DE CURSO....................................................................................25
iii
4.4 CORPO DOCENTE..............................................................................................26
4.4.1 Plano de Cargos e Salários ...........................................................................28
4.4.2 Politicas de qualificação profissional ..........................................................29
5 APOIO E PARTICIPAÇÃO DISCENTE..................................................................30
5.1 PROGRAMA DE APOIO ACADÊMICO...............................................................30
5.2 PROGRAMA DE NIVELAMENTO........................................................................31
5.3 PROGRAMA DE FINANCIAMENTOS E DESCONTOS......................................31
5.4 SEGURO DE ASSISTÊNCIA AO ACADÊMICO..................................................31
5.5 PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM AGREMIAÇÕES E DIRETORIAS................32
5.6 CONDIÇÕES DE ACESSO A DISCENTES E OUTRAS PESSOAS COM
NECESSIDADES ESPECIAIS...................................................................................32
6 OBJETIVOS DO CURSO........................................................................................34
7 PERFIL DO EGRESSO...........................................................................................34
7.1 ÁREAS DE ATUAÇÃO.........................................................................................36
8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ESTRUTURAL DO CURSO..............37
8.1 EIXOS DE FORMAÇÃO DA ESTRUTURA CURRICULAR.............................37
8.2 ORGANIZAÇÃO DOS COMPONENTES CURRICULARES..................38
8.3 MATRIZ CURRICULAR...................................................................... ....39
8.4 DA CARGA HORÁRIA A DISTÂNCIA..................................................................42
8.5 EMENTÁRIO E REFERÊNCIAS DOS COMPONENTES CURRICULARES.....42
9 SISTEMAS DE AVALIAÇÃO..................................................................................67
9.1 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM..........68
9.2 AVALIAÇÃO DOCENTE......................................................................................69
9.3 AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO...............................................70
9.4 AVALIAÇÃO EXTERNA.......................................................................................70
9.5 AVALIAÇÃO INTERNA.......................................................................................71
10 ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO
10.1 CONCEPÇÃO DE EXTENSÃO..........................................................................76
10.2 ESTÁGIO SUPERVISIONADO..........................................................................77
iv
10.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC...........................................78
10.3.1 Eixos articuladores de pesquisa..................................................................78
10.4 ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS DE APROFUNDAMENTO.......................79
11 INSTALAÇÕES FÍSICAS......................................................................................81
11.1 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA..................................................................81
11.2 LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS....................81
11.3 BIBLIOTECA......................................................................................................82
REFERÊNCIAS..........................................................................................................83
ANEXOS
I - Regulamento do Estágio Supervisionado
II – Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
III - Regulamento das Atividades Teórico-Práticas de Aprofundamento.
4
1 INTRODUÇÃO
O Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia da Faculdade
Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI, mantida pela Fundação Faculdade
Vizinhança Vale do Iguaçu e administrada pelo Centro Pastoral, Educacional e
Assistencial “Dom Carlos” – CPEA. Além de atender as exigências legais
determinadas pela Resolução nº. 1 do CNE de 15 de maio de 2006 que define as
Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Pedagogia apresenta os
princípios gerais norteadores de uma proposta pedagógica coerente, consistente e
passível de execução.
Apresenta
uma
concepção
sócio/política/filosófica/epistemológica,
relacionada a um modelo emancipador de educação com o objetivo de desenvolver
sujeitos biopsicossociais e culturais emancipados e conscientes, para que estes
possam agir e interagir no contexto no qual estejam inseridos de forma autônoma,
visando o desenvolvimento de todas as potencialidades de forma única.
A Matriz Curricular proposta introduz inovações significativas por meio de um
rol de disciplinas e princípios norteadores que formarão o esteio para o
desenvolvimento dos saberes necessários para o desenvolvimento de uma prática
educativa e metodológica, que reconheça a historicidade do processo de produção
do conhecimento, preconizando-se que a concepção curricular seja articulada entre
a disciplinaridade e a interdisciplinaridade prevendo a socialização, significação e
contextualização dos conteúdos.
O Curso de Pedagogia da VIZIVALI desenvolve sua formação na proposta
de habilitar pedagogos docentes-gestores-pesquisadores, como profissionais da
educação, com perfil ético, com sólido domínio de conhecimentos teórico-práticos,
técnico-científicos e conscientes da sua responsabilidade social, com um corpo
docente qualificado, uma estrutura física adequada, uma biblioteca atual,
laboratórios de informática e toda a infraestrutura necessária para que o Curso de
Pedagogia da VIZIVALI torne-se um referencial local e regional de qualidade.
1.1 TRAJETÓRIA DA FACULDADE VIZINHANÇA VALE DO IGUAÇU - VIZIVALI
A Prefeitura Municipal de Dois Vizinhos – Pr, desde o inicio da década de 90,
por meio dos seus gestores demonstrou interesse na abertura de uma Instituição de
5
Ensino Superior no Município, período esse que contatou com o Centro Pastoral,
Educacional e Assistencial Dom Carlos – CPEA, que a décadas trabalha com ensino
superior na região Sudoeste do Paraná.
O processo de análise da implantação de uma Instituição de Ensino Superior
iniciou-se a partir desse contato com a designação de uma comissão para
elaboração do estudo de viabilidade e demanda socioeconômica e cultural da
região, levantando, a necessidade social de determinados cursos superiores, não só
no Município, mas em todos os municípios circunvizinhos.
Os levantamentos e indicadores apontados consubstanciaram a implantação
da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI de Dois Vizinhos, Estado do
Paraná, Instituição de Ensino Superior, criada pela Fundação Faculdade Vizinhança
Vale do Iguaçu – VIZIVALI e por força de convênio, administrada pelo Centro
Pastoral, Educacional e Assistencial “Dom Carlos” CPEA de Palmas - Pr, entidade
sem fins lucrativos, de caráter jurídico privado, de cunho pastoral, educacional e
assistencial, CNPJ 79.541.587/0001-04.
Pelo Ofício nº 275/99, o Prefeito Municipal de Dois Vizinhos, encaminhou para
análise o parecer do Conselho Estadual de Ensino, Carta Consulta da “Fundação
Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI”, para implantação dos cursos de:
Pedagogia, Letras: Português, Inglês, Espanhol e Bacharelado em Administração,
Habilitação em Gestão de Negócios, com funcionamento no período noturno.
A Fundação Vizinhança Vale do Iguaçu, foi criada pela Lei Municipal nº 896,
de 28 de abril de 1999, cujo Estatuto foi aprovado, na mesma data, pelo Decreto
Municipal nº 3809/99. A VIZIVALI foi criada com a finalidade de atuar no campo de
educação em todos os seus níveis.
A criação da VIZIVALI surgiu da necessidade de um polo gerador de
conhecimentos e tecnologias para contribuir com o desenvolvimento de Dois
Vizinhos. Nesse contexto constitui seu trabalho a partir da missão que compreende
“promover uma educação voltada à emancipação humana, inspirada em princípios
éticos e cristãos, construindo conhecimento científico e tecnológico socialmente
responsável”.
Nesse limiar cabe ressaltar que a Lei Municipal de criação da Fundação nº
896/99 prevê em seu artigo 3º, a possibilidade de firmar convênios com instituições
públicas e privadas para assegurar a implantação, instalação, funcionamento e
manutenção da Faculdade. Com o fito de atender os aspectos mencionados foi
6
firmado o convênio com o CPEA. Criada a Fundação e celebrados os convênios,
deu-se continuidade ao objetivo de implantar o ensino superior no Município.
Seguindo os trâmites e a Legislação Estadual vigente solicitou-se junto ao
Conselho Estadual de Educação do Paraná a autorização de funcionamento da
Faculdade, tendo sido aprovada a Carta Consulta com o Parecer favorável nº 143/99
– CEE, que deu origem à autorização dos cursos de Administração e Pedagogia.
O Corpo Docente atendeu aos requisitos mínimos exigidos, uma vez que
absorveu o corpo Docente do Centro Pastoral, Educacional e Assistencial Dom
Carlos – CPEA, garantido pelo acordo de cooperação material, técnico,
administrativo e financeiro celebrado entre a VIZIVALI e o CPEA.
As instalações físicas e os recursos materiais são satisfatórios estando
assegurados por dois convênios, firmados e assinados entre as partes, o primeiro
para o início de funcionamento, e o segundo pelo convênio de cessão do espaço
físico necessário para edificação pelo CPEA em terreno doado pela Prefeitura
Municipal de Dois Vizinhos, conforme Lei Municipal nº 925/99.
Os Recursos Financeiros são garantidos pelo Convênio celebrado entre a
VIZIVALI e o CPEA, constante no processo, juntamente com a planilha do Sistema
de Formação de Preços e Acompanhamento de Custos. As construções, as
instalações, os bens móveis, os equipamentos, entre outros, foram e são custeados
com recursos próprios do CPEA, entidade administradora, e são de sua propriedade.
No ano de 2000, teve início a obra da sede definitiva da VIZIVALI. No ano
seguinte, no dia 01 de março foi inaugurada a sede definitiva.
Nesse cenário o desenvolvimento dessa Instituição de ensino contou desde
1999 até a presente data com um rol de Diretores, que no decorrer de suas
atividades primaram pelas finalidades delineadas a uma Instituição de Ensino
Superior no país.
Diretores
Gestão
Thompson Eloi Schneider
31.12.1999 a 29.12.2003
Antonio Incott Junior
30.12.2003 a 30.03.2007
Paulo Fioravante Giareta
02.04.2007 a 26.08.2009
Paulo Fernando Diel
27.08.2009 a 21.08.2012
Elizandra Fiorin Soares
22.08.2012 em exercício
7
1.2 HISTÓRICO DO CURSO DE PEDAGOGIA
Reportando-se brevemente à trajetória dos Cursos de Pedagogia do Brasil,
lembramos que foram criados em 1939, pelo Decreto-lei nº 1.190, que organizou a
Faculdade Nacional de Filosofia, a Universidade do Brasil e instituiu os currículos
básicos do Ensino Superior.
Com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº
4.024/61 ficou definido pelo Conselho Federal de Educação os currículos mínimos
para os cursos superiores e, dentre eles, o de Pedagogia.
Em 1962, pelos Pareceres nº 251/62 e 292/62, o curso de Pedagogia teve sua
regulamentação definida.
Com a Reforma Universitária, definida na Lei nº 5.540/68, o curso
reconfigurado com a regulamentação dada pelo Parecer nº 252/69. incluíram-se as
habilitações que formariam os especialistas. Esse Parecer assegurou uma parte
comum e outra diversificada ao seu currículo e o encarregou de preparar
profissionais para a educação: Magistério das Disciplinas Pedagógicas do 2º Grau;
Orientação Educacional; Administração Escolar; Supervisão Escolar e Inspeção
Escolar. Novas habilitações surgiram e novas feições foram dadas à Pedagogia.
A exigência da Legislação em vigor e as mudanças advindas dos horizontes
de universalização, com a abertura de fronteiras entre países que põem em contato
culturas distintas, gerando novas formas de convivência social e de organização de
trabalho que estão a exigir uma demanda nova, surge a VIZIVALI e, neste cenário
urge que a educação regional e nacional seja repensada em todos os seus níveis:
governamental, social, científico e acadêmico.
Comprometida com a formação dos profissionais da educação e com a
educação de sua população, a administração municipal de Dois Vizinhos, região
Sudoeste do Paraná, abriu espaço em 1999 para a criação de uma Instituição de
Ensino Superior que resultou na Fundação Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu –
VIZIVALI.
Esse contexto abriu espaço para a criação do curso de pedagogia nessa
instituição, que obteve seu ato de reconhecimento pelo Decreto nº. 6.643/2002
CEE/PR. O Curso no decorrer de sua vigência passou pelas seguintes trajetórias:
O curso de Pedagogia, até a entrada da turma do vestibular de 2003, detinha
uma formação de cunho generalista. E por ocasião do reconhecimento, a comissão
8
verificadora recomendou a revisão da estrutura curricular propondo a organização do
curso com ênfase na formação do docente das Séries Iniciais ou da Educação
Infantil e Gestão do Trabalho Pedagógico, conforme Parecer nº 954/2002 p.02 da
Câmara de Educação Superior do Conselho Estadual de Educação.
Após discussão e análise do Parecer, e ouvidos os docentes do curso e
autoridades locais, a IES optou pela organização do curso de Pedagogia com
Licenciatura nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental e Gestão do Trabalho
Pedagógico. A decisão fundamentou-se na necessidade de atender a demanda local
e regional contemplando os planos de cargos e salários do Magistério Público
Municipal que priorizava a licenciatura a nível superior na atuação das Séries Iniciais
e a formação em Gestão Escolar para atuar na equipe pedagógica dos
estabelecimentos de educação formal infantil e fundamental além dos centros de
atendimento especial como creches, APAE e Casa da Paz.
No que tange a carga horária, na época, a matriz curricular foi estruturada em
2886 horas distribuídas em no mínimo 03 anos letivos; obedecidos os 200 dias
letivos/ano conforme indicação da Resolução CNE/CP 02, de 19 de fevereiro de
2002, que instituía
a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura de
graduação plena de formação de professores da Educação Básica em Nível
Superior, e que permitia formar o profissional em tempo reduzido ampliando as
condições de trabalho e a inserção do profissional habilitado.
Atualmente, e tendo em vista o disposto no art. 9° § 2º, alínea “e”, da Lei n°
4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei n° 9.131, de 25 de
novembro de 1995, no art. 62 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e com
fundamento no Parecer CNE/CP n° 05/2005, incluindo a emenda retificativa
constante do Parecer CNE/CP n° 3/2006, homologada pelo Senhor Ministro de
Estado da Educação, respectivamente, conforme despacho publicado no DOU de 15
de maio de 2006 e no DOU de 11 de abril de 2006 “[...] determina-se a elaboração
de NOVA matriz curricular obedecendo a carga mínima de 3.200 horas e
recomendação de 4 anos”. O Departamento de Supervisão de Ensino Superior por
meio do despacho do Diretor de 06 de julho de 2006 esclarece que:
as instituições que possuem curso de Pedagogia com uma ou mais
habilitações deverá ser elaborado novo projeto pedagógico a partir
das Diretrizes Curriculares Nacionais de formação comum para a
docência na Educação Básica contemplando áreas ou modalidades
9
de ensino que proporcionem aprofundamento de estudos, inclusive na
formação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e
orientação educacional para a Educação Básica [...] o
aprofundamento em uma dessas áreas ou modalidades de ensino
específico será comprovado, para os devidos fins, pelo histórico
escolar do egresso, não configurando de forma alguma uma
habilitação. (DOU, p. 8 em 10.06.2006).
Pelo exposto acima, o curso de Pedagogia da VIZIVALI ofertado a partir de
2008, obedece as estruturações legais hora mencionadas. A matriz curricular
elaborada em 04 anos prevê disciplinas e seminários que contemplem o núcleo de
estudos básicos, o núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos, e o,
núcleo de estudos integradores determinados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de Pedagogia.
1.3 CONTEXTO DE INSERÇÃO - NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO
A Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu - VIZIVALI, como centro gerador de
conhecimento na área de educação, tem o propósito de contribuir para o
desenvolvimento da sociedade por meio de suas atividades de ensino, de pesquisa
e de extensão. Nesse sentido, a formação do pedagogo docente-gestor apresentase como uma das ações de consolidação da VIZIVALI e de sua atuação na
formação do quadro de profissionais da Educação Básica do Estado e
particularmente da região Sudoeste do Paraná.
A importância do Curso oferecido evidencia-se por sua inserção local e
regional. Destaca-se a expressiva presença de egressos desse Curso exercendo a
docência em unidades escolares e não escolares das redes de ensino municipal,
estadual e privada, bem como exercendo funções de gestão em órgãos do sistema
municipal de ensino - Secretaria Municipal de Educação e Conselho Municipal de
Educação, na docência e coordenação de ensino da Rede Estadual do Paraná e no
apoio pedagógico junto aos Centros de Educação das Universidades Federais da
região Sudoeste do Paraná.
Essa linha de trabalho institucional que abarca a proposta do Curso de
Pedagogia atende a uma demanda oriunda dos Municípios de Dois Vizinhos, Boa
Esperança do Iguaçu, Cruzeiro do Iguaçu, Nova Esperança do Sudoeste, Nova
10
Prata do Iguaçu, Salto do Lontra, São Jorge D‟Oeste, Enéas Marques, Sulina,
Quedas do Iguaçu, São João, Chopinzinho e Verê.
O Centro Pastoral, Educacional e Assistencial “Dom Carlos” – CPEA, na
condição de administrador da VIZIVALI, objetiva que a mesma estruture-se para
oferecer um ensino que permaneça em sintonia com as reais demandas da
sociedade local e regional. E que preconiza a elevação global do nível de
escolaridade da população; a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis; a
redenção das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso e à
permanência, com sucesso, na educação pública, e a democratização da gestão do
ensino público, nos estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios de uma
participação efetiva dos profissionais da educação em todos os âmbitos.
1.4 PERFIL DO CURSO
A VIZIVALI está localizada na região Sudoeste do Paraná, que apresenta um
contexto geográfico e econômico preocupante, em face da localização regional que
apresenta as características naturais, as quais geram a dependência econômica do
setor primário. Nesse limiar o campo educacional apresenta-se como possibilidade
de busca de novos horizontes e de aprimorar saberes vinculados aos pressupostos
políticos e educacionais da região, que se constitui por uma ampla rede educacional,
mantidas pelos poderes municipais, estaduais, federais e por instituições privadas.
Partindo dessas conjeturas o Curso de Pedagogia, prima por um processo
educativo alicerçado na racionalidade comunicativa, que busca evidenciar:
a) Compromisso com os saberes e competências por meio de qualificação
técnico-científica resultante de uma sólida formação teórica.
b) Formação sócio-política no sentido de entender a educação na vida social
concreta.
c) Sólida formação filosófica que lhe permita uma dimensão antropológica,
filosófica e ética da educação atual.
d) Diferentes modos de organização do trabalho, possibilitando o exercício
das diferentes competências a serem desenvolvidas, envolvendo o
planejamento, execução e avaliação de atividades educativas.
11
e) A aplicação ao campo da educação, de contribuições oriundas do
conhecimento filosófico, histórico, antropológico, ambiental-ecológico,
psicológico, linguístico, sociológico, político, econômico e cultural.
Nesse limiar a base de formação do Curso ancora-se na história do
conhecimento relacionado à área de formação de profissionais e de pesquisadores
para a área de educação, que se incluem, no avanço do conhecimento e da
tecnologia, assim como nas demandas de democratização e de exigências de
qualidade do ensino pelos diferentes segmentos da sociedade brasileira.
E os direcionamentos curriculares aplicam-se à formação inicial para o
exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, nos cursos de nível médio na modalidade de Educação Profissional –
Curso de Formação Docente e na área de coordenação pedagógica dessas
modalidades e de ensino superior em outras áreas nas quais sejam previstos
conhecimentos pedagógicos. A formação oferecida abrange integradamente à
docência, a participação da gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino
em geral, a elaboração, a execução, o acompanhamento de programas e as
atividades educativas.
De um lado espera-se que contribuam para o periódico redimensionamento
das condições em que educadores e educandos participam dos atos pedagógicos
em que são implicados. De outro lado, espera-se que forneçam informações para
políticas destinadas à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental,
bem como à formação de professores. Políticas essas que busquem garantir, a
todos, o direito à educação de qualidade, em estabelecimentos devidamente
instalados e equipados, geridos por profissionais qualificados e valorizados.
Neste cenário os acadêmicos são desafiados a articular conhecimentos do
campo educacional com práticas profissionais e de pesquisa, estas sempre
planejadas e supervisionadas com a colaboração dos acadêmicos. Tais práticas
compreendem tanto o exercício da docência como o de diferentes funções do
trabalho pedagógico em escolas, o planejamento, a coordenação, a avaliação de
práticas educativas em espaços não escolares, a realização de pesquisas que
apoiem essas práticas. Nesta perspectiva, a consolidação da formação inicial terá
lugar no exercício da profissão que não pode prescindir da qualificação continuada.
Desta forma, a docência e a gestão, tanto em processos educativos escolares
como não escolares, não se confunde com a utilização de métodos e técnicas
12
pretensamente pedagógicos, descolados de realidades históricas específicas.
Constitui-se na congruência de conhecimentos oriundos de diferentes tradições
culturais e das ciências, bem como de valores, posturas e atitudes éticas, de
manifestações estéticas, lúdicas, laborais.
2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1 ADMINISTRADORA: Centro Pastoral, Educacional e Assistencial “Dom Carlos” –
CPEA.
-
Presidente: Dom José Antonio Peruzzo
-
Vice-Presidente: Renata Vasconcellos Bastos Fonseca
-
Endereço: R. Dr. Bernardo Ribeiro Vianna, 903 -Palmas – PR
-
Telefone: (46) 3263-1166
2.2 MANTENEDORA: Fundação Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI.
-
Presidente: Pe. Geraldo Macagnan
-
Diretora: Elizandra Fiorin Soares
-
Coordenador de Graduação e Extensão : Ailson Teixeira
-
Coordenadora de Pós-Graduação e Pesquisa: Roseméri Aparecida Back
-
Secretária: Débora Castanha Derner
-
Endereço: Rua Pedro Alvares Cabral, 905, Bairro São Francisco – Dois
VIZINHOS – PR
-
Telefone: (46) 3536-4438
2.3 CURSO: Pedagogia.
2.4 MODALIDADE DO CURSO: Licenciatura.
2.5 TITULO ACADÊMICO CONFERIDO: Licenciado em Pedagogia.
2.6 MODALIDADE DE ENSINO: Presencial
2.7 REGIME DE MATRICULA: Regime de crédito anual.
2.8 PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO: Tempo mínimo de duração: 04 anos
13
Tempo máximo de duração: 07 anos
2.9 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3.228 h.
2.10 NÚMEDO DE VAGAS: 80 vagas anuais.
2.11 TURNO DE FUNCIONAMENTO: Período noturno.
2.12. LOCAL DE FUNCIONAMENTO:
Faculdade
VIZIVALI
Vizinhança
Vale
do
Iguaçu-
Rua Pedro Alvares Cabral – 905 – CEP:
85660-000
Bairro São Francisco – Dois Vizinhos – Pr.
2.13 FORMAS DE ACESSO AO CURSO:
O acesso ao Curso de Pedagogia ocorrerá por meio das formas
previstas na Legislação Acadêmica da Faculdade Vizinhança Vale do
Iguaçu - VIZIVALI, de acordo com os tópicos que seguem:
 O acesso ocorrerá por meio de Concurso Vestibular, sendo
destinadas, inicialmente oitenta (80) vagas numa única entrada
anual;
 O acesso ocorrerá por meio de Transferência Voluntária, nas
modalidades previstas pela Legislação da IES.
 O acesso ocorrerá por meio do Reingresso, na modalidade Geral,
conforme previsto pela Legislação da IES e de acordo com a
quantidade de vagas determinadas pelo Colegiado do Curso.
 O acesso ocorrerá por meio da análise da nota do Enem e/ou
currículo escolar do Ensino Médio, conforme previsto na Legislação
interna da IES.
 O acesso às vagas excedentes poderá se destinar aos portadores
de diploma de nível superior, devidamente reconhecido, sem
concurso vestibular.
2.14 COORDENAÇÃO DO CURSO: Profa. Me. Mariza Rotta
14
A função de Coordenador de curso graduação é designada por meio de
portaria administrativa assinada pela Direção Geral da instituição, e é feita a partir da
escolha da própria Direção levando em consideração, perfil profissional, titulação,
experiência na área e dedicação a função. O tempo de exercício na função de
Coordenador tem validade de um ano, com possibilidade de renovação do exercício
a partir de nova portaria e novo período de mandato.
2.14.1 Coordenadora do Curso de Pedagogia da Faculdade VIZIVALI
É Mestre em Ciência Jurídica, na área de concentração em Direitos da
Personalidade, pelo Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. Pana linha de
pesquisa O acesso à justiça como direito da personalidade nas relações familiares:
aspectos civil e constitucional. Especialista em Supervisão Escolar pelo Centro
Pastoral e Educacional Dom Carlos – CPEA e Especialista em Direito Tributário pela
UNAMA. Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de
Palmas – FAFI e Graduada em Direito pela Faculdade Mater Dei de Pato Branco –
Pr. É presidente da Autoavaliação Institucional da VIZIVALI. Docente do Curso de
Pedagogia desde 2006, atuando nas áreas de didática, estágio, políticas
educacionais e planejamento e avaliação.
3 CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1 MISSÃO DO CURSO
O curso de Pedagogia da VIZIVALI tem como missão mediar à construção de
conhecimentos vitais por meio de ações pedagógicas escolares e não escolares,
que contribuam para a realização de uma sociedade e de um mundo sustentável e
biocêntrico.
Atuar de forma solidária e efetiva para o desenvolvimento integral do ser
humano por meio da construção e reconstrução do conhecimento, por meio do
desenvolvimento de habilidades e competências, de forma comprometida com a
qualidade e valores éticos será a razão do fazer pedagógico do curso.
Desse modo, para ser presença significativa e contextualizada, a VIZIVALI
oferece à comunidade acadêmica um ensino sério embasado em princípios
filosóficos humanísticos para o despertar de pessoas dignas, livres para pensar,
15
sentir e agir, com autonomia, sujeitos de suas realizações e cientes da necessidade
de estabelecer um diálogo sereno com as transformações culturais e tecnológicas
contemporâneas, valorizando as raízes culturais e a identidade
regional como traços essenciais no processo de compreensão global.
Os princípios norteadores definidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação (CNE/CP 009/2001) impõem desafios
às Instituições formadoras de profissionais da educação, que levam a perceber que
é preciso dialogar com as incertezas, colocar o conhecimento em movimento e
organizar os conhecimentos num processo de reflexão ação por meio de um
exercício de intercâmbio das ideias e conceitos, dando vida ao meio acadêmico,
fortalecido no conjunto de competências que se quer que o professor constitua no
curso. Projeta-se assim, um curso preocupado em construir competências e
habilidades
que
permitam
ao
sujeito
abrir
as
suas
próprias
trilhas,
instrumentalizando-o para atuar numa realidade em constantes mudanças
imprevisíveis.
Nesse cenário o curso de Pedagogia da VIZIVALI tem como ponto central das
suas ações:
I.
O conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de
promover a educação para e na cidadania.
II.
A docência como ação educativa e processo pedagógico metódico e
intencional articulada nos conhecimentos científicos e culturais.
III.
O planejamento, execução e avaliação de atividades educativas.
IV.
A gestão de processos educativos e sua organização no que tange a
administração, supervisão e orientação educacional, proporcionando o
funcionamento de sistemas e instituições de ensino.
V.
A pesquisa como postura investigativa, integrativa e propositiva em face de
realidades complexas com vistas a contribuir para a superação das diferentes
exclusões.
Elementos esses que encontram aporte nos fundamentos, objetivos,
princípios, condição de ensino e de aprendizagem estão embasadas nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para o curso de Graduação em Pedagogia (Resolução n° 01,
de 15 de maio de 2006).
16
3.2 CONCEPÇÃO TEÓRICO METODOLÓGICA
O curso de Pedagogia da VIZIVALI tem como base a docência na educação
infantil, nos anos iniciais do ensino fundamental e nos cursos de formação docente
cuja formação está articulada aos conhecimentos necessários ao exercício da
gestão educacional. Faces essas complementares de uma mesma e única
formação, que vem explicitada no Parecer CNE/CP Nº 5/2005, de 15 de maio de
2006, nos seguintes termos:
Busca-se a formação do educador-gestor, sobretudo respaldada na
construção histórica do curso de Pedagogia no Brasil e, particularmente, na história
do curso de Pedagogia da VIZIVALI, que em sua base de formação docente veio
alicerçando a formação do gestor educacional, inicialmente, compreendida no
currículo adotado para o curso na década de 1980, na figura do especialista em
educação, a saber: o administrador escolar, o supervisor escolar e o orientador
educacional, e mais recentemente, incorporada e conceituada como gestão
educacional na educação básica, terminologia adotada, inclusive, pela Resolução
CNE/CP nº 01/2006.
Nesse sentido, acredita-se que estará se invocando uma concepção de
Pedagogia como uma ciência da educação, que se situa na área das ciências
humanas e sociais, a partir da compreensão do homem como um ser biológico e
social, para se chegar à constituição do homem educador, visto como ser reflexivo
que aprende e ensina. Dessa forma, constitui-se na condição de formar a identidade
de um profissional que atua como professor na função de promover o ensino da
palavra escrita e falada, dos saberes matemáticos, geográficos, históricos, artísticos,
corporais e científicos e articula essa função a práxis do exercício da gestão
educacional.
Contexto esse que requer o domínio dos saberes do mundo, sobre aqueles
que edificam o homem como Ser participante e comprometido com a transformação
de sua comunidade e sociedade, em prol da promoção de justiça social em espaços
escolares e não escolares. Entende-se que a formação do licenciado em Pedagogia
fundamenta-se no trabalho pedagógico realizado em espaços escolares e não
escolares, que tem a docência como base. Nesta perspectiva, a docência é
compreendida como ação educativa e processo pedagógico metódico e intencional,
17
construído em relações sociais, étnico-raciais e produtivas, as quais influenciam
conceitos, princípios e objetivos da Pedagogia.
Desta forma, a docência, tanto em processos educativos escolares como
não escolares, não se confunde com a utilização de métodos e técnicas
pretensamente pedagógicos, descolados de realidades históricas específicas.
Constitui-se na confluência de conhecimentos oriundos de diferentes tradições
culturais e das ciências, bem como de valores, posturas e atitudes éticas, de
manifestações estéticas, lúdicas, laborais.
Assim compreendida a Pedagogia busca-se por meio desse projeto a
compatibilização na distribuição da sua carga horária, envolvida em proporções
regulares, contemplando os fundamentos da educação, compreendidos como
aqueles que envolvem os conhecimentos das Ciências Sociais como a Filosofia, a
Sociologia, a História da Educação, a Psicologia, a Política Educacional e a Didática,
mas que contemple a sua dimensão profissionalizante, concretizada nos
conhecimentos acerca de metodologias que se voltam para a prática docente. Desse
modo, cumpre destacar que os conhecimentos de caráter metodológico possuem em
si a dimensão teórica prática capaz de proporcionar uma ação e uma prática
pedagógica respaldada e consciente de seus efeitos e impactos na construção do
processo de aprendizagem.
A solidez na formação do pedagogo aqui proposta está amparada no conjunto
de saberes, conhecimentos e práticas direcionados para a área dos fundamentos da
educação, que historicamente vem caracterizando e construindo a identidade do
curso de Pedagogia no Brasil (SILVA, 1999).
Outro ponto nodal incorporado pelo currículo ora proposto constituiu-se na
garantia da base docente do curso, pensada a partir dos fundamentos da educação
e da inclusão social articulados com as práticas e especificidades para a formação
do educador infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. Acredita-se que ao
incorporar essas especificidades estará contribuindo para uma formação integral do
futuro professor que será capaz de construir sua prática tanto para a infância de 0 a
12 anos como para o jovem e o adulto, considerada em seus princípios de uma
educação continuada e não meramente compensatória.
Além desses eixos formativos, essa concepção de curso envolve outros
conhecimentos e saberes considerados inerente à edificação de uma sólida
formação do pedagogo, diante do contexto contemporâneo, que são: a pesquisa no
18
campo da educação, compreendida como um processo capaz de ser apreendido, a
partir de reflexões e vivências empíricas, inclusive presente em todos os momentos
do curso, se constituindo como um eixo geral de formação do pedagogo; a
tecnologia e a informática, conhecimento imprescindível, quando se tem por base a
existência de uma sociedade informacional (LOJKINE, 1995); as medidas e a
avaliação na educação brasileira, como fonte do resgate da integração da formação
do educador (professor) e do gestor educacional, ao interpretar gráficos, resultados
das avaliações em larga escala, atualmente utilizados de forma frequente, e a
produção de inferências e comparações entre os espaços universais e singulares
próprios ao lócus educacional a educação inclusiva e a linguagem brasileira de
sinais – LIBRAS, , com vistas a potencializar o papel inclusivo e equânime das
instituições educativas e assegurar a capacitação do pedagogo para identificar as
necessidades educacionais especiais de todos os educandos; a diversidade cultural,
por permitir a compreensão do conceito e a construção da alteridade e da identidade
do povo brasileiro. A partir da abordagem de multiculturalidade, que permeia este
projeto e segundo as disposições da Lei nº 11.645/2008, os componentes
curriculares de Sociologia Geral e da Educação, Fundamentos e Princípios da
Educação Inclusiva, Currículo e Ensino de História e Geografia abordam, de forma
transversal, o estudo do tema Relações Étnico-Raciais e da Inclusão Social,
sobretudo temas relacionados a diversos aspectos da história e da cultura que
caracterizam a formação da população brasileira, a partir dos grupos étnicos e
descendentes de afro-brasileiros e indígenas, dentre os quais o estudo da história da
África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura
negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional,
resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes
à história do Brasil.
A formação do docente gestor também se dá pela presença de
conhecimentos fundamentais como: gestão da educação, política educacional e a
organização da educação brasileira.
A concepção de estágio supervisionado envolve a formação para o
magistério na educação infantil, no ensino fundamental, no curso de formação
docente e de gestão educacional, área que estabelece: articulação do curso, tendo
como parâmetro fundante a legislação vigente para a área que prega os seguintes
ditames:
19
O estágio curricular supervisionado desenvolvido nas escolas de educação
básica deve ser vivenciado durante o decorrer do curso de pedagogia e com tempo
suficiente para abordar as diferentes dimensões da atuação profissional. Deve, de
acordo com o Regulamento próprio, se desenvolver a partir do início do segundo
ano do curso, sob a supervisão do professor de estágio e da escola de formação,
preferencialmente na condição de professores experientes. Para tanto, é preciso que
exista uma proposta de estágio planejada e avaliada conjuntamente pelo professor
de estágio do curso e das escolas campo de estágio, com objetivos e tarefas claras
e que as duas instituições assumam responsabilidades e se auxiliem mutuamente, o
que pressupõe relações formais entre instituições de ensino e unidades dos
sistemas de ensino. Esse tempo na escola deve ser diferente segundo os objetivos
de cada momento da formação. Destaca-se, que além de considerar os tempos e
espaços da e na escola, a proposta inclui um conjunto de saberes direcionados à
compreensão da educação em espaços não escolares como as associações civis,
ONGs, sindicatos, igrejas, casa abrigo entre outros ambientes educativos, que vêm
gradativamente incorporando a atuação do pedagogo.
O desenvolvimento de estágio em instâncias denominadas espaços
educativos informais prevê o respeitável drama de ter que se redefinir, pois a crise
social provoca confusão, angústia e desarticulação. Mas o grande objetivo
educacional primordial é que o homem deve ser pensado por meio das relações que
mantém com os outros homens na sociedade. Concebendo que toda ação educativa
é permeada por vários pressupostos: históricos, filosóficos, epistemológicos,
antropológicos, sociológicos, psicológicos, políticos, econômicos, pedagógicos que
refletem diferentes paradigmas educativos.
O Curso de Pedagogia da VIZIVALI redefine-se a partir de aspectos de
cunho abrangente e complexo, pois se entende que o principal instrumento de
trabalho, do pedagogo, é o próprio Ser humano e seu processo de desenvolvimento
biopsicossocial cultural, depende de uma gama de conhecimentos técnicos,
científicos, metodológicos e sistemáticos. Nesse limiar a proposta do Curso
relaciona-se com o modelo emancipador, onde a sociedade é concebida como um
todo complexo e multifacetado, resultante de heranças histórico culturais onde os
homens devem se inserir de forma interativa, consciente e autônoma.
Essa inserção sociocultural decorre da compreensão de que homens e
mulheres são seres políticos o que significa compreender que todos os atos
20
humanos são políticos por essência, já que a vida é feita de escolhas e de tomadas
de decisões, individualizadas a partir da experiência e da vivência social.
3.3 CONCEPÇÕES NORMATIVAS DO CURSO
O curso de Pedagogia tem como aporte legal os instrumentos normativos:
-
Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988.
-
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei n° 9.394/96.
-
Parecer n° 587/99 de 10.12.1999 do Conselho Estadual de Educação,
autoriza o funcionamento do Curso de Pedagogia da IES.
-
Decreto n° 1.705, de 27 de dezembro de 1999 do Governo do Estado do
Paraná autoriza o funcionamento do Curso de Pedagogia da IES.
-
Decreto nº. 6.643/2002 do Estado do Paraná que reconhece o curso de
Pedagogia, ministrado na VIZIVALI.
-
Decreto Estadual nº. 5.350/2005, autoriza alteração na matriz curricular.
-
Plano Nacional de Educação (Lei n° 10.172/2001), especialmente em seu
item IV, Magistério na Educação Básica, que define as diretrizes, os objetivos
e metas, relativos a formação profissional inicial para docentes da Educação
Básica.
-
Parecer CNE/CP n° 9/2001, que define as Diretrizes Curriculares nacionais
para Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso
de Licenciatura, de graduação plena.
-
Parecer CNE/CP n° 27/2001, que dá nova redação ao item 3.6, alínea “e”, do
Parecer CNE/CP n° 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
-
Resolução CNE/CEB n.º2, de 11 de setembro de 2001 - Institui Diretrizes
Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica
-
Parecer CNE/CP n° 28/2001 que dá nova redação ao Parecer CNE/CP n°
21/2001, estabelecendo a duração e carga horária dos cursos de Formação
de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura,
de graduação plena.
21
-
Resolução CNE/CP n° 1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena.
-
Resolução CNE/CP n° 2/2002, que institui a duração e a carga horária dos
cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da
Educação Básica, em nível superior.
-
Decreto n° 6.643 publicado no Diário Oficial do Paraná em 29.11.2002, do
Governo do Estado do Paraná reconhece o curso de Pedagogia da IES.
-
Lei Nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003, que altera a Lei Nº 9394/1996 para
incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática
“História e cultura Afro-brasileira” e dá outras providências.
-
Resolução n.º CNE/CP 1, de 17 de Junho de 2004. Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
-
Portaria Ministerial nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004. Regulamenta o art.
81 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
-
Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436,
de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
-
Parecer CNE/CP n° 5/2005 de 13 de dezembro de 2005 que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia.
-
Parecer n° 226/05, publicado no Diário Oficial do Paraná em 17.05.2005, do
Governo do Estado do Paraná autoriza apostilar no Diploma de Pedagogia, a
Habilitação em Gestão Escolar: Administração, Supervisão e Orientação
Educacional.
-
Decreto n° 5.350, publicado no Diário Oficial do Paraná em 14.09.2005, do
Governo do Estado do Paraná, autoriza a alteração na Matriz Curricular do
Curso de Pedagogia – Habilitações: Licenciatura nas Séries Iniciais do Ensino
Fundamental e Gestão do Trabalho Pedagógico.
-
Parecer CNE/CP n° 3/2006 de 03 de fevereiro de 2006 que reexamina o
parecer acima citado e Reexamina do Parecer CNE/CP nº 5/2005, que trata
das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia.
22
Resolução CNE n° 1/2006 de 15 de maio de 2006, publicada no Diário Oficial
-
da União n° 92 de 16 de maio de 2006, Seção 1, páginas 11 e 12, que
instituem as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Pedagogia.
4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
A
organização
acadêmico-administrativa
é
realizada
em
regime
de
colaboração pela Coordenação do Curso de Pedagogia, Coordenação de
Graduação, Direção da VIZIVALI, Colegiado de Curso e o Núcleo Docente
Estruturante- NDE.
4.1 ATUAÇÃO DO COORDENADOR
Cabe ao coordenador do curso zelar para que o Projeto Pedagógico de Curso
desenvolva-se de forma que atenda aos princípios norteadores da sua proposta.
Nesse cenário o Regimento Geral da VIZIVALI, em seu artigo 16 elenca os critérios
de nomeação do coordenador e no artigo 17 dispõem sobre as funções que compete
ao Coordenador de Curso.
Art. 16 – O Coordenador do Curso será designado pela Direção a partir de uma
lista tríplice apontada pelos professores do curso, devendo preencher pelo menos
uma das seguintes condições:
I – Ter a mesma graduação do curso;
II – Possuir título de Pós Graduação Stricto Sensu na área de abrangência do
curso;
III – Ministrar aula no curso a pelo menos um ano letivo.
§ 1º Em caso de vacância o cargo de coordenador de curso o Diretor fará nova
nomeação.
Art. 17º. Ao coordenador de Curso compete:
I – Desempenhar a gestão do curso, coordenando as atividades
administrativa, didático- pedagógicas e/ou outras;
II – coordenar a elaboração, execução e consolidação do Projeto
Pedagógico do curso.
III – Acompanhar as tarefas de ensino, pesquisa e extensão entre os
professores, conforme planos aprovados;
23
IV – orientar, coordenar e fiscalizar todas as atividades de ensino,
pesquisa,
extensão
e
assuntos
comunitários,
bem
como
os
estágios
supervisionados dos alunos, no âmbito do curso;
V – encaminhar para publicação, trabalhos didáticos e/ou artigos de
alunos;
VI – distribuir aos docentes as aulas das disciplinas do curso com a
anuência da coordenação de Ensino de Graduação;
VII – elaborar o horário dos docentes e das turmas do curso.
VIII – instruir os processos que devam ser submetidos à apreciação do
Colegiado de curso e do Conselho Superior da IES;
IX – promover, ao término de cada período letivo, à avaliação dos
programas e atividades realizadas pelo curso, encaminhando relatório à
Coordenação de Ensino de Graduação, Extensão e Assuntos Comunitários.
X – sugerir à Coordenação de Ensino de Graduação o estabelecimento de
convênios com atividades que ofereçam campo de aplicação às atividades de
curso;
XI – discutir com a Coordenação de Ensino de Graduação a possível
admissão, demissão ou afastamento de membros do Corpo Docente de seu
curso;
XII – responder pelo cumprimento da carga horária, do programa e do
sistema de avaliação das disciplinas;
XIII – convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso, com direito
a voto, inclusive o de qualidade;
XIV – exercer a ação disciplinar no âmbito do curso e responder por
abuso e omissão;
XV – colaborar com as Coordenações de outros cursos, em matérias de
interesse comum;
XVI – cumprir e fazer cumprir as normas estabelecidas no estatuto e no
presente Regimento Geral;
XVII – coordenar a discussão da proposição ou readequação da matriz
curricular com os docentes e Colegiado de Curso para posterior homologação
do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão para aprovação;
24
XVIII – deliberar sobre o aproveitamento de estudos e créditos cumpridos
por estudante, em outros cursos, bem como em casos de transferência,
levando-os ao colegiado do curso para homologação quando julgar necessário.
XIX – propor ao colegiado do curso, a compatibilização das ementas dos
programas das disciplinas do Curso.
XX – examinar e decidir, em primeira instância, os questionamentos
levantados pelo Corpo Docente ou Discente com referência ao Curso;
XXI – adotar as medidas necessárias para a realização de trabalhos
interdisciplinares definidas pelo Colegiado de Curso;
XXII – acompanhar, sistematicamente, o rendimento e frequência dos
acadêmicos;
XXIII – assistir os alunos em seus problemas educacionais e/ou outros
encaminhamentos, sempre que necessário, ao Setor de Apoio Acadêmico;
XXIV – propor à Coordenação de Ensino de Graduação programas de
nivelamentos para alunos com rendimento insatisfatório em conformidade com
as políticas institucionais;
XXV – acompanhar a efetivação das matrículas do Curso;
XXVI – propor a adoção continuada de medidas inovadoras, visando a
melhoria da qualidade de ensino do curso, buscando ainda assegurar sua
expansão e socialização dos conhecimentos construídos.
4.2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Curso de Pedagogia da VIZIVALI, regimenta o Núcleo Docente Estruturante
a partir da vigência da RESOLUÇÃO nº. 01, de 17 de junho de 2010, que estabelece
atribuições aos professores membros:
-
Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
-
Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
de ensino constantes no currículo;
-
Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do
mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;
-
Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos
de Graduação.
25
A composição do Núcleo Docente Estruturante pauta-se a partir dos requisitos
ora definidos:
-
Constituir-se por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente
do curso;
-
60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de
pós-graduação stricto sensu;
-
Assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a
assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso.
4.3 COLEGIADO DE CURSO
O Colegiado do Curso de Pedagogia faz parte da organização do curso
trazendo a representação de docentes e discentes para a administração e
organização dos processos formativos desenvolvidos para o curso e para as práticas
de ensino utilizadas por professores e vivenciadas pelos acadêmicos.
Os critérios de definição que envolve o Colegiado do Curso segue o disposto
no Regimento Institucional em seus:
Art. 13 – A organização e funcionamento dos colegiados de curso estão
submetidos à seguinte composição e atribuições;
Art. 14 - O colegiado de curso exercerá a coordenação didático - pedagógica e
administrativa do curso e terá os seguintes membros:
I – o coordenador de curso que assumirá a presidência;
II – dois professores mais diretamente voltados a formação profissional do
currículo pleno do curso considerado.
III – um professor integrante do corpo docente com formação voltada para
outras áreas;
IV – um representante discente do curso.
§ 1º – Aos membros do colegiado cujo mandato será de 2 (dois) anos, será
permitida a recondução, com exceção do representante discente.
§ 2º – O Colegiado de Curso reunir-se-à ordinariamente em plenário duas
vezes por ano e extraordinariamente sempre que convocado, pelo Coordenador do
Curso ou a pedido de pelo menos um terço de seus membros, sendo o quorum
mínimo para deliberações de metade mais um da totalidade de seus membros.
§ 3º – Das decisões do Colegiado caberá recurso com efeito suspensivo, no
prazo de 10 dias à Direção da IES.
26
§ 4º - Cada curso é administrado pelo Colegiado e pelo Coordenador do Curso.
Art. 15 – Compete ao colegiado de curso:
I – definir as diretrizes e metas prioritárias do curso;
II – participar ativamente da elaboração e consolidação do Projeto Pedagógico
do curso;
III – propor a organização ou reorganização da matriz curricular, fazendo
periodicamente a compatibilização das ementas e programas das disciplinas;
IV – elaborar normatizações necessárias ao bom andamento do curso;
V – avaliar a execução didático-pedagógica do curso e sugerir medidas
consideradas necessárias;
VI – emitir parecer sobre questões afetas ao corpo docente e discente do
curso;
VII – sugerir, na inclusão dos planos de ensino, o desenvolvimento de projetos
de iniciação científica, pesquisa e extensão.
Para organização do Colegiado do Curso de Pedagogia, tem-se a
participação or concour do Coordenador do Curso, de dois Professores
representantes dos Docentes com formação voltada para a área de formação que
são eleitos pelo seu respectivo grupo. E um professor com formação de área
contextualizada as especificidades do curso. E um representante de Alunos que são
eleitos pelo grupo dos Discentes.
O Colegiado do Curso de Pedagogia é reestruturado a cada dois anos.
Atualmente fazem parte Colegiado do Curso de Pedagogia:
-
Professor Me. Mariza Rotta (Coordenadora);
-
Professora Me. Elaine Maria Bonatto (área de formação específica);
-
Professora Esp. Anelize Herpich (área de formação específica);
-
Professor Me. Ailson Teixeira (área de formação contextualizada);
-
Karoline Mattei (Aluna - 4º ano de Pedagogia);
4.4 CORPO DOCENTE
O corpo Docente da Faculdade VIZIVALI é formado por Professores
Doutores, Mestres e Especialistas, com experiência na área de educação,
sociologia, filosofia, psicologia e biologia.
Atualmente o corpo docente do curso de Pedagogia conta com 10
professores, com a seguinte titulação: doutor, mestre e especialista.
27
Atualmente fazem parte do corpo docente do curso de
Pedagogia da
Faculdade VIZIVALI os Professores:
PROFESSOR
Ailson Teixeira
TITULAÇÃO
Mestre em Educação (PUCPR). Especialista em Ciência da
Religião pela Universidade
Estadual de Minas Gerais.
Graduado em Filosofia pela
Pontifícia Universidade Católica
de Minas Gerais
Anelize
Especialista em Psicopedagogia
Caroline
Institucional e Clínica pela
Herpich
VIZIVALI. Graduada em
Pedagogia - VIZIVALI.
Arlete Venturin
Mestre em Desenvolvimento
Regional - UTFPR. Graduada
em licenciatura plena em
biologia - Faculdades
Integradas De Palmas FACIPAL
Elaine Maria
Mestre em Educação PUC-PR.
Bonato
Especialista em Fundamentos
de Educação Especial – UFMS.
Graduada em Pedagogia.
Eliane
Mestre em Literatura – UFSC.
Aparecida Dutra
Especialista em Formação
Docente – VIZIVALI. Graduada
em Comunicação
Social/Jornalismo - UFSC.
Evandro Arlindo Mestrado em Teologia – PUC/
de Melo
PR
Especialista no ensino de
línguas, português e inglês, pela
Faculdade de Letras de
Paranavaí. Graduado em
Teologia - Studium Theologicum
Everton Marcos Doutor em Sociologia – UFPR.
Batistela
Mestre em Sociologia – UFPR.
Graduado em Filosofia –
UNIOESTE.
Mestre em Ciências Jurídicas
na área da Tutela Jurídica
Privada e Constitucional dos
Mariza Rotta
Direitos da Personalidade –
CESUMAR.
Especialista em Supervisão
Escolar – FAFI.
Especialista em Direito
EXPERIÊNCIAS
06 anos de ensino na
graduação, 02 anos na
pós graduação lato sensu,
18 anos de educação
básica.
03 anos de ensino na
graduação.
01 ano de ensino na
graduação, 07 anos de
educação básica.
09 anos de ensino na
graduação, 10 anos de
educação básica.
05 anos de ensino na
graduação.
01 ano na educação
básica; e 09 anos na
graduação.
12 anos de ensino na
graduação.
07 anos de ensino na
graduação, 04 anos na
pós graduação lato sensu,
12 anos de educação
básica.
28
Miriam
Benedetti
Romeu Carletto
Tributário – UNAMA. Graduada
Pedagogia Habilitação
Supervisão Escolar – FAFI e
Graduada em Direito - Mater
Dei.
Mestre em Ciências Sociais
(UEM). Especialista em Historia
das Religiões – UEM.
Graduada em Psicologia – UTP.
Mestre em Letras - Estudos
Linguísticos - pela Universidade
de Passo Fundo (UPF),
especialista em Metodologia e
Ensino de Língua Espanhola
pela Faculdade Vizinhança Vale
do Iguaçu, especialista em
Gestão Empresarial pelas
Faculdades de Palmas,
licenciado em Língua Espanhola
pela Universidade Federal do
Paraná (UFPR) e bacharel em
Administração pelo Centro
Federal de Educação
Tecnológica do Paraná
01 ano de ensino na
graduação, 01 ano de
ensino
técnico
profissionalizante.
07 anos de ensino na
graduação, 05 anos na
educação básica, 01 ano
na
pós-graduação lato
sensu.
4.4.1 Plano de cargos e salários
A VIZIVALI dispõe de política de cargos e salários aos docente e funcionários,
que vem sendo readequada de acordo com a legislação. O Plano de Carreira e
Cargos do Corpo Docente se refere a todas as questões relacionadas à
remuneração e carreira profissional. É o paradigma da gestão de recursos humanos.
O plano considera intrinsecamente fases que passam pela análise da função
desempenhada pelo servidor, a descrição das atribuições e responsabilidades da
função, a avaliação, a pesquisa atualizada dos salários no mercado e a política de
remuneração, a progressão e a promoção adotada.
O Plano de Carreira de Cargos da VIZIVALI, regula ainda as condições de
admissão, demissão, direitos e vantagens, regendo-se pela Consolidação das Leis
de Trabalho – CLT, com normatizações aprovadas pelo Conselho Superior e
homologadas pela administradora – CPEA, a quem cabe à contratação de pessoal.
O avanço na carreira se dá por titulação, tempo de serviço e merecimento,
conforme disciplinações contidas no Plano de Carreira e de Cargos da VIZIVALI.
Como o plano de carreiras estabelece tempos: parcial 20 horas e 30 horas e
integral 40 horas semanais, e considerando que alguns docentes atuam em outras
29
instituições ou empresas, foi deixado a critério destes docentes migrar ou não para o
plano. Ao optar pelo plano de carreira o funcionário ou docente deve passar por
processo seletivo e ser enquadrado de acordo com a produtividade e necessidade
da IES, em regimes parcial ou integral.
As normas de admissão, progressão e promoção na carreira, estão definidas
no plano de carreira e cargos e salários da IES.
4.4.2 Politicas de qualificação profissional
No Plano de Qualificação da VIZIVALI estão integradas as políticas gerais de
qualificação e aperfeiçoamento do corpo docente que são:
I – Incentivo à participação de professores em cursos de Pós Graduação, educação
continuada, eventos, produção científica e publicações.
II – Fomento à pesquisas, incrementando paralelamente os programas de iniciação
científica;
III – Estimulo à construção, geração, absorção e transmissão de novos
conhecimentos, fundamentais para a expansão institucional;
IV – Convênios com outras Universidades/Centros Universitários e Faculdades, com
vistas à cooperação, intercâmbios e permutas, com a finalidade de garantir a
qualidade do processo de ação pedagógica e gestora.
O Plano de Qualificação docente deverá ser elaborado anualmente baseado nas
necessidades e interesses docentes, cabendo à Coordenação de Pós Graduação e
Pesquisa o acompanhamento da sua operacionalização que seguirá as seguintes
etapas:
a) Os professores interessados deverão apresentar aos seus coordenadores o
pedido para saídas no que se refere a cursos de aperfeiçoamento e eventos e
a, proposição sobre o interesse em integrar-se em programas de mestrado ou
doutorado.
b) Os coordenadores de curso elaboram o plano de qualificação do seu curso,
contendo as prioridades e previsão de metas e atividades.
c) Os coordenadores emitirão seus pareceres sobre as solicitações após análise
criteriosa dos pedidos.
d) Os coordenadores encaminharão informações à coordenação de Pós
Graduação e Pesquisa, que analisará os pedidos, de acordo com os critérios
estabelecidos, interesse e disponibilidade de recursos da IES.
30
e) A coordenação encaminhará os pedidos e pareceres à Direção que por sua
vez os encaminhará para homologação do Conselho Superior.
A autorização para seu afastamento quando for o caso, deverá ter por base
critérios que levem em consideração o estabelecido no Plano de Carreira, no Plano
de Desenvolvimento Institucional, e especialmente o programa pretendido e o
desempenho profissional do candidato.
- Quanto ao Programa pretendido – Este deverá ser reconhecido conforme
legislação pertinente; ser da área vinculada aos interesses do docente e da IES;
ofertar serviços educacionais e de pesquisa relevantes.
- Quanto ao candidato - considerar os resultados obtidos na sua avaliação; a
produção acadêmica; o tempo de serviço na IES; o compromisso com os objetivos e
metas da Instituição; o comportamento ético e profissional; não prejudicando as
atividades pedagógicas do curso ao qual está vinculado.
No caso do docente ser autorizado a se afastar, desde que a IES tenha a
autorização para seu afastamento, não implicará na continuidade de remuneração
dos seus vencimentos.
O período de afastamento inicial será de até 2 anos, ficando sua prorrogação
a critério do Conselho Superior. No retorno do Docente à IES, este ficará sujeito à
carga horária disponível em sua área de atuação.
Os termos de compromisso com a Instituição, prazos de afastamento e
demais atribuições no que diz respeito a direitos e deveres dos docentes estão
claramente definidos no Plano de Qualificação Docente da Instituição, incluída a
condição de qualificação continuada de docentes para a disciplina Língua Brasileira
de Sinais – LIBRAS.
5 APOIO E PARTICIPAÇÃO DISCENTE
5.1 PROGRAMA DE APOIO ACADÊMICO
O Coordenador do Setor de Apoio Acadêmico designado pela direção, deverá:
I – orientar e acompanhar o discente nas questões referentes ao ensinoaprendizagem contribuindo com a sua adaptação ao ensino superior;
II – oferecer apoio didático-pedagógico aos coordenadores de curso e
docentes, na operacionalização das políticas institucionais e o engajamento do
corpo discente nestas políticas;
31
III – fazer um efetivo apoio psicopedagógico aos discentes, especialmente aos
que apresentam dificuldades, levantando possíveis causas e encaminhando-os,
caso seja necessário, para atendimento especializado.
IV – Oportunizar aos docentes o acesso online via sistema EVN de
informações acadêmicas.
5.2 PROGRAMA DE NIVELAMENTO
O Programa de Nivelamento se define como uma oferta de cursos de
estudos em caráter especial que visam o nivelamento e recuperação de
conhecimentos dos acadêmicos.
5.3 PROGRAMA DE FINANCIAMENTOS E DESCONTOS
A VIZIVALI, com base na Lei Municipal n° 985/01, disponibiliza bolsas de estudo
para cada curso. Entende-se por Bolsa de Estudo o financiamento educacional
parcial, oferecido pela Mantenedora Fundação Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu
– VIZIVALI, e/ou pela administradora Centro Pastoral, Educacional e Assistencial
Dom Carlos - CPEA, dentro dos critérios do regulamento que normatiza esta
questão.
A Faculdade é cadastrada no FIES – Financiamento Estudantil, programa esse
do Ministério da Educação – MEC, destinado a financiar a graduação no Ensino
Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua
formação, e que estejam regularmente matriculados em instituições não gratuitas.
Possui convênio com a Associação Comercial, Industrial de Dois Vizinhos –
ACIADV, assim aos acadêmicos que trabalham nas empresas conveniadas, são
concedidos descontos nas mensalidades.
5.4 SEGURO DE ASSISTÊNCIA AO ACADÊMICO
A VIZIVALI oferece ao corpo discente: estágios curriculares remunerados ou
não, por meio de convênios com empresas de toda a região, preparando-os para o
mercado de trabalho; participação em projetos de iniciação científica e extensão, sob
a orientação dos docentes das áreas afins e ainda, intercâmbio por meio de
convênios firmados com outras Instituições de Educação Superior Regionais e
Nacionais, possibilitando o conhecimento de outras realidades e principalmente, a
troca de experiências entre os alunos e as instituições.
32
O
atendimento
ao
corpo
discente
envolve
ainda
acompanhamento
psicopedagógico e programas de nivelamento para minimizar dificuldades de ensinoaprendizagem dos acadêmicos, política de dilação de prazo para pagamento das
mensalidade e programa de financiamento estudantil – FIES.
5.5 PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM AGREMIAÇÕES E DIRETORIAS
Em consonância com as disposições do art. 86 do Regimento Institucional
compete:
A representação discente nos órgãos colegiados da Faculdade é indicada pelo
Conselho de Representantes de Turma e/ou Diretório Acadêmico.
§ único: O Diretório Acadêmico rege-se por regulamentação própria, vistada
pelo órgão competente da IES.
5.6 CONDIÇÕES DE ACESSO A DISCENTES E OUTRAS PESSOAS COM
NECESSIDADES ESPECIAIS
Atenta ao disposto na legislação, quanto aos requisitos de acessibilidade de
pessoas portadoras de deficiências físicas às dependências da IES, esta
estabeleceu políticas que reconheçam as diversas necessidades dos alunos,
acomodando ritmos de aprendizagem e assegurando a todos uma educação de
qualidade, por meio de metodologia de ensino apropriados, arranjos educacionais,
uso de recursos diversificados e garantia de instalações físicas, equipamentos e
mobiliários à aqueles que tem problemas de acessibilidade.
a) Para os alunos portadores de deficiência física, fica assegurada a livre circulação
dos estudantes nos espaços de uso coletivo, com eliminação de barreiras
arquitetônicas, incluindo tapetes e retirada de raízes de árvores nos passeios de
acesso; banheiros adaptados ao uso de portadores de deficiência física; portas de
banheiros com símbolos e puxadores horizontais; banheiros com espaço suficiente
para permitir o acesso de cadeira de rodas; barras de apoio nas paredes dos
banheiros, rampas com corrimões, facilitando a circulação de cadeiras de rodas;
vagas demarcadas com estacionamentos para deficientes cadeirantes; rampas de
acesso ao prédio com inclinação suave e com pista tátil; calçadas com pista tátil
antiderrapante e guias de acesso rebaixadas; balcão de atendimento rebaixado;
rampa móvel de acesso ao palco do auditório.
33
Sem prejuízo da acessibilidade às demais dependências da infraestrutura
física, estas adaptações privilegiam o acesso dos deficientes à Biblioteca,
Laboratórios, salas de aulas e espaços de conveniência.
b) Para os alunos portadores de deficiência visual, proporcionará, caso seja
solicitada e conforme a legislação, sala de apoio, disponível desde o ingresso até a
conclusão do curso, contendo: Máquina de digitação de Braille, com impressora
Braille adaptada ao computador; acervo bibliográfico em fitas de áudio; gravador de
textos; acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille; espaços físicos, com
sinalizador de som nas portas. Para atendimento à alunos com visão sub-normal,
lupas e réguas de leitura; scaner acoplado ao computador.
c)Para os portadores de deficiência auditiva serão oportunizadas as condições
exigidas por lei, tais como interpretes de língua de sinais, especialmente quando da
realização de provas ou sua revisão para complementação da avaliação expressa,
em texto escrito, ou quando o aluno não tenha conseguido expressar seu real
conhecimento; flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando-se o
conteúdo semântico; materiais de informações aos professores, para que se
esclareça a especialidade linguística dos surdos.
d)Para os professores, alunos e funcionários portadores de deficiência ou com
mobilidade reduzida, quando for o caso, a Instituição pode proporcionar além de
ajuda técnica, programas de capacitação inclusiva, constando especialmente de:
 Informações sobre as características essenciais necessárias ao aprendizado
dos portadores de necessidades especiais.
 Cursos, seminários ou eventos similares, ministrados por especialistas;
 Cursos para o entendimento da linguagem dos sinais – LIBRAS.
a) Para a comunidade a IES, se propõem a oferta de: Campanhas de
sensibilização e de motivação para aceitação das diferenças; ações
integradas com entidades para o reconhecimento dos direitos dos portadores
de necessidades especiais; empenho junto a diferentes organismos para
oferta de estágios e empregos permanentes à portadores de necessidades
especiais; trabalhos de conscientização para coibir quaisquer tipo de
discriminação.
34
6 OBJETIVOS DO CURSO
O curso de Licenciatura em Pedagogia destina-se à formação de professores
para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do
Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de
Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas
quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.
As atividades docentes também compreendem participação na organização e
gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando:
- Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas
próprias do setor da Educação;
- Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos
e experiências educativas não-escolares;
- Produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo educacional,
em contextos escolares e não-escolares.
7 PERFIL DO EGRESSO
O curso de Pedagogia de acordo com a Resolução CNE/CP n° 1/2006 de 15
de maio de 2006, trata do campo teórico-investigativo da educação, do ensino, de
aprendizagens e do trabalho pedagógico que se realiza na práxis social, envolvendo
a docência. Compreende atividades pedagógicas inerentes a processos de ensino e
de aprendizagens, além daquelas próprias da gestão dos processos educativos em
ambientes escolares e não escolares, como também na produção e disseminação
de conhecimentos da área da educação, onde os processos de ensinar e de
aprender dar-se-ão,
entre professoras(es) e alunas(os) na relação do processo
ensino e aprendizagem. O que demonstra que o professor é agente de (re)
educação das relações sociais e étnico-raciais, de redimensionamentos das funções
pedagógicas e de gestão da escola.
Neste cenário o „perfil do graduado em Pedagogia’ deverá contemplar
consistente formação teórica, diversidade de conhecimentos e de práticas, que se
articulam ao longo do curso.
35
Assim sendo, o ‘campo de atuação’ do licenciado em Pedagogia deve ser
composto pelas seguintes dimensões:
- Docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental,
nas disciplinas pedagógicas do curso de Ensino Médio na modalidade Normal, assim
como em Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, além de em
outras áreas nas quais conhecimentos pedagógicos sejam previstos;
- Gestão educacional, entendida numa perspectiva democrática, que integre
as diversas atuações e funções do trabalho pedagógico e de processos educativos
escolares e não escolares, especialmente no que se refere ao planejamento, à
administração, à coordenação, ao acompanhamento, à avaliação de planos e de
projetos
pedagógicos,
bem
como
análise,
formulação,
implementação,
acompanhamento e avaliação de políticas públicas e institucionais na área de
educação;
- Produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo
educacional.
O Curso de Pedagogia desenvolvendo sua práxis pautada nesse limiar
contribui para a ‘formação do egresso’ apto a:
- Atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade
justa, equânime, igualitária;
- Compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a
contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física,
psicológica, intelectual, social;
- Fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do ensino
fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização
na idade própria;
- Trabalhar, em espaços formais e não formais, na promoção da
aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em
diversos níveis e modalidades do processo educativo;
- Reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,
emocionais e afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas;
- Relacionar as linguagens dos meios de comunicação aplicadas à educação,
nos processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de
informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens
significativas;
36
- Promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a
família e a comunidade;
-
Identificar
problemas
socioculturais
e
educacionais
com
postura
investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas
a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas,
culturais, religiosas, políticas e outras;
- Demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de
natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes
sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras;
- Desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área
educacional e as demais áreas do conhecimento;
- Participar da gestão das instituições em que atuem enquanto estudantes e
profissionais,
contribuindo
para
elaboração,
implementação,
coordenação,
acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;
- Participar da gestão das instituições em que atuem planejando, executando,
acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes
formais e não informais;
- Realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre
seus alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas
experiências não escolares;
7.1 ÁREAS DE ATUAÇÃO
O ‘campo de atuação’ do licenciado em Pedagogia é composto pelas
seguintes dimensões:
- Docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental,
nas disciplinas pedagógicas do curso de Ensino Médio na modalidade Normal, assim
como em Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, além de em
outras áreas nas quais conhecimentos pedagógicos sejam previstos;
- Gestão educacional, entendida numa perspectiva democrática, que integre
as diversas atuações e funções do trabalho pedagógico e de processos educativos
escolares e não escolares, especialmente no que se refere ao planejamento, à
administração, à coordenação, ao acompanhamento, à avaliação de planos e de
projetos
pedagógicos,
bem
como
análise,
formulação,
implementação,
37
acompanhamento e avaliação de políticas públicas e institucionais na área de
educação;
Produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo
educacional, nos diferentes espaços de atuação, envolvendo:
-
Na escola: Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, nos
cursos de Ensino Médio, nos cursos Normais, em cursos de Educação
Profissional na área de serviços e apoio escolar e onde se faça necessário
conhecimento pedagógico; em APAES, Escolas Especializadas, Escolas do
Campo, Escolas Indígenas, Escolas de Quilombo, Escolas Técnicas ou ainda,
como pesquisador, professor e gestor.
-
No setor público administrativo: em secretarias de educação e assessorias
pedagógicas, funções técnico/pedagógicos, equipes multidisciplinares, como
pesquisador.
-
Na empresa: como gestor, no treinamento e aperfeiçoamento profissional de
recursos humanos, equipes multidisciplinares e como pesquisador.
-
Nos hospitais: como assessores pedagógicos, no acompanhamento
pedagógico de internos, como recreadores e organizadores de brinquedoteca
e de oficinas pedagógicas como pesquisadores.
-
Nos movimentos e organizações sociais: sindicatos, associações de
bairros, igrejas, partidos políticos, conselhos tutelares, em organização não
governamentais, como organizadores de projetos populares e como
pesquisadores.
-
Nos meios de comunicação: programas educativos de TV, jornais, revistas e
rádio, como coordenador de programas de educação à distância, autor de
livros didáticos e paradidáticos, na produção de vídeos, CD rons, softwares
educativos e como pesquisadores.
8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ESTRUTURA DO CURSO
8.1 EIXOS DE FORMAÇÃO DA ESTRUTURA CURRICULAR
O curso de Pedagogia busca à articulação do conhecimento e o respeito
à diversidade nacional e a autonomia pedagógica, que pressupõem a
compreensão de elementos que compõem a formação teórico prática para o
exercício da docência, da gestão dos processos educativos escolares e não-
38
escolares, da produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo
educacional, com ênfase nos desafios da escola e segmentos possíveis de
atuação do pedagogo, com
compreensão das relações interdisciplinares
que permeiam as áreas do conhecimento em sistemas e unidades de ensino, e
em ambientes não-escolares.
Os núcleos centrais previstos nas diretrizes curriculares detêm
componentes curriculares que permite sua dinamização e articulação entre
as áreas de conhecimento ao longo dos quatros anos mínimos de
integralização
do
curso.
Os
eixos
de
formação,
formam-se
por
conhecimentos que se complementam, articulam e se concretizam em:
I - Núcleo de estudos básicos
II - Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos
III - Núcleo de estudos integradores
8.2 ORGANIZAÇÃO DOS COMPONENTES CURRICULARES
I - Núcleo de estudos básicos
 Leitura e produção de texto
 Sociologia
 Sociologia da educação
 Filosofia
 Filosofia da educação
 Cultura religiosa
 Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem (criança e adolescente)
 Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem - adulto e idoso
 Estatística aplicada á educação
 História da educação
 Fundamentos da didática
 Didática e teorias pedagógicas
 Psicopedagogia e teorias da aprendizagem
 Biologia educacional
 Tecnologia de informação e comunicação aplicadas a educação
 Escola, currículo e ensino
 Politicas públicas e legislação de ensino
 Educação especial e inclusiva
 Língua brasileira de sinais-libras
 Metodologia da pesquisa cientifica em educação
- Docência para Educação Infantil e Ensino Fundamental - Séries Iniciais
 Fundamentos teóricos metodológicos da Língua portuguesa e literatura
Infantil
 Fundamentos teóricos metodológico da alfabetização
39






Fundamentos teóricos metodológico da matemática
Fundamentos teóricos metodológico das ciências naturais
Fundamentos teóricos metodológico da história e geografia
Fundamentos teóricos metodológico da educação infantil
Fundamentos teóricos metodológico da arte
Fundamentos teóricos e metodológicos da educação física
- Gestão Escolar
 Planejamento e avaliação
 Gestão e organização da instituição educacional
 Gestão do trabalho pedagógico em supervisão
 Gestão do trabalho pedagógico em orientação escolar
- Temáticas interdisciplinares
 Educação de jovens e adultos
 Pedagogia social e das organizações
 Educação ambiental e sustentabilidade
 Pedagogia hospitalar
 Educação para os direitos humanos
II - Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos
 Estágio supervisionado curricular –observação e co - participação
 Estágio curricular supervisionado na docência infantil e anos iniciais
 Estágio curricular Supervisionado: docência e gestão
 Pesquisa educacional
 Seminário integrador - TCC
III - Núcleo de estudos integradores
As Atividades Teórico-Práticas de Aprofundamento - atende ao disposto da
Resolução CNE/CP nº 1/2006 – que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de Pedagogia perfazendo um total de 200 (duzentas) horas de
atividades, que devem ser desenvolvidas ao longo do Curso.
8.3 MATRIZ CURRICULAR
Disciplina
Leitura e produção de texto
História da educação
Sociologia
Psicologia do desenvolvimento e da
aprendizagem (criança e adolescente)
Fundamentos da didática
Carga Horária
Semanal
Carga Horária
Anual
Créd.
02
Prática
-
Teoria
68
Prática
-
04
02
02
-
136
68
68
-
02
-
68
-
40
Filosofia
Metodologia da pesquisa cient. em educação
Biologia educacional
Tecnologia de informação e comunicação
aplicadas a educação
Gestão e organização da instituição
educacional
SUB-TOTAL DO 1º ANO
TOTAL
Disciplina
Filosofia da educação
Didática e teorias pedagógicas
Sociologia da educação
Fundamentos teóricos metodológicos da
Língua portuguesa e literatura Infantil
Fundamentos teóricos metodológico da
alfabetização
Fundamentos teóricos metodológico da
matemática
Fundamentos teóricos metodológico das
ciências naturais
Fundamentos teóricos metodológico da
história e geografia
Fundamentos teóricos metodológico da
educação infantil
Estágio
supervisionado
curricular
–
observação e co - participação
Língua brasileira de sinais-libras
SUB-TOTAL DO 2º ANO
TOTAL
02
02
02
02
-
02
22
-
68
68
68
68
-
-
68
-
-
748
-
22
748
Carga Horária
Semanal
Carga Horária
Anual
Créd.
02
Prática
-
Teoria
68
Prática
-
02
02
02
-
68
68
68
-
02
-
68
-
02
-
68
-
68
-
02
02
-
68
-
02
-
68
-
02
02
68
68
02
22
02
24
68
748
68
816
41
Carga Horária
Semanal
Disciplina
Psicologia do desenvolvimento e da
aprendizagem - adulto e idoso
Politicas públicas e legislação de ensino
Educação especial e inclusiva
Fundamentos teóricos metodológico da arte
Fundamentos teóricos e metodológicos da
educação física
Planejamento e avaliação
Estatística aplicada á educação
Gestão do trabalho pedagógico em
orientação escolar
Estágio curricular supervisionado na
docência infantil e anos iniciais
Pesquisa educacional
Psicopedagogia e teorias da aprendizagem
SUBTOTAL DO 3º ANO
TOTAL
Disciplina
Educação de jovens e adultos
Pedagogia social e das organizações
Educação ambiental e sustentabilidade
Gestão do trabalho pedagógico em
supervisão
Pedagogia hospitalar
Escola, currículo e ensino
Educação para os direitos humanos
Estágio curricular Supervisionado: docência
e gestão
Seminário integrador - TCC
SUB-TOTAL DO 4º ANO
TOTAL
SUB-TOTAL GERAL
Atividades
teórico-práticas
aprofundamento
TOTAL GERAL DO CURSO
Créd.
02
Prática
-
Teoria
68
Prática
-
02
-
68
-
02
02
02
-
68
68
68
-
02
02
02
-
68
68
68
-
02
02
68
68
02
02
22
-
68
68
748
-
02
68
24
816
Carga Horária
Semanal
Carga Horária
Anual
Créd.
02
Cultura religiosa
Carga Horária
Anual
Prática
02
02
02
02
Teoria
68
Prática
68
68
68
68
02
02
02
02
01
02
01
20
04
24
68
68
68
68
68
612
34
136
748
3128
de
100
3.228
42
8.4 DA CARGA HORÁRIA A DISTÂNCIA
Podem ser utilizado no máximo até 20% da carga horária das disciplinas.
Sendo que as aulas deverão constar nos planos de ensino com data especificada, e
tipo de atividades dirigida aos alunos, sendo que deverá constar ainda na descrição
da avaliação do componente curricular. Para as disciplinas de linguagem, deverá ter
produção anexada junto a Portfolium de avaliação do referido componente curricular.
8.5 EMENTÁRIO E REFERÊNCIAS DOS COMPONENTES CURRICULARES
1º ANO
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
EMENTA: Linguística textual; a construção do sentido no texto; coerência, coesão,
argumentação e variantes linguísticas que compõem o texto escrito. A partir de
textos acadêmicos utilizar práticas e estratégias de leitura, produção de textos e de
reestruturação e reescrita de tais textos com o objetivo de levar à reflexão sobre a
escrita e autoria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRADE, Maria Margarida de. ANDRADE, Antônio Henriques. Língua portuguesa:
noções básicas para cursos superiores.6. ed. Ao Paulo: Atlas, 1999.
FARACO, Carlos Alberto. Prática de texto para estudantes universitários. Petrópolis,
RJ : Vozes, 2011.
LEFFA, Vilson J.. O ensino da leitura e produção textual. Pelotas: EDUCATUCPEL, 1999.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias
de produção textual. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar - gerenciando razão e emoção. São
Paulo, Ateliê Editorial, 2010.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coesão textual./ 21. ed. São Paulo: Contexto,
2007.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Desvendando os segredos do texto. 2ª. ed. – São
Paulo: Cortez, 2003.
MARTINS, Luciano. Escrever com criatividade. São Paulo: Contexto, 2011.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
EMENTA: Fundamentos históricos e as determinações políticas da educação:
estudo das condições históricas e pedagógicas em suas relações com o contexto
sócio-econômico do qual emergem e no qual se situam. História da educação no
43
Brasil no período colonial, no Império e na República. Educação contemporânea:
problemas e perspectivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia, História da Educação, São Paulo, Moderna, 2012.
MANACORDA, M. A., A história da educação: da antiguidade aos nossos dias.
São Paulo, Cortez, 2010.
RIBEIRO, Maria Luisa Santos, História da Educação Brasileira: A organização
escolar, Campinas, SP: Autores Associados, 2012.
VEIGA, CYNTHIA GREIVE. História da educação. São Paulo, Ática, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GADOTTI, Moacir, História das ideias pedagógicas, São Paulo: Ática, 2012.
LOMBARDI, José Claudinei, Globalização, pós-modernidade e educação: história,
filosofia e temas transversais, Campinas, São Paulo: Autores Associados:
HISTEDBR: Caçador-SC, UNC, 2009.
PILETTI , Claudino; PILETTI, Nelson. História da Educação - de Confúcio a Paulo Freire.
São Paulo: Editora contexto, 2012.
PONCE, Aníbal, Educação e Luta de Classes, São Paulo: Cortez, 2010.
SOCIOLOGIA
EMENTA: Desenvolvimento de fundamentações conceituais e teóricas. Estudo das
teorias gerais da Sociologia enquanto instrumentais para a análise e compreensão
dos problemas, particularmente dos processos sociais relacionados com os
problemas educacionais. Resgate da experiência pedagógica dos estudantes dando
caráter interdisciplinar a partir do estudo das teorias sociológicas (Karl Marx, Émile
Durkheim, Max Weber e Pierre Bourdieu) que permitam analisar o processo social,
ressaltando suas implicações para a questão educativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTILHO COSTA, Maria Cristina. Sociologia: introdução à ciência da
sociedade. São Paulo : Moderna, 2010.
GOMES, Candido Alberto. A educação em perspectiva sociológica. São Paulo :
EPU, 1994.
GUARESCHI, Pedrinho A. Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto
Alegre : Mundo Jovem, 2004.
KANTOR, Iris; MACIEL, Debora A.; SIMOES, Júlio Assis. A Escola Livre de Sociologia
e Política São Paulo: Ed. sociologia e politica, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. São Paulo : Atlas, 1995.
ENGUITA, Mariano Fernandez. Educar em tempos incertos. Porto Alegre: Artmed,
2004.
MEKSENAS, Paulo. Sociologia da educação. São Paulo : Loyola, 2010.
SAVATER, Fernando. O valor de educar. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM (CÇA E ADOL)
44
EMENTA: Teorias psicológicas (behaviorista, gestalt, psicanálise, psicogenética e
histórico cultural). Desenvolvimento humano: conceitos, princípios e determinantes.
Abordagens teóricas nas áreas cognitiva, emocional e social. A relação ensinoaprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologia: uma introdução ao estudo da Psicologia.
São Paulo: Saraiva, 2009.
BOCK, Ana Mercês Bahia. Fácil – Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2012.
GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da educação. Fundamentos teóricos e
aplicações a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
LURIA, LEONTIEV, VYGOTSKY E OUTROS. Psicologia e pedagogia, bases
psicológicas da aprendizagem. São Paulo: Ed. Centauro, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SHAFFER, David R. Psicologia do desenvolvimento infância e adolescência.
São Paulo: 2011.
_____________. Pensamento e Linguagem. SP. Martins Fontes. 2011.
BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologia: uma introdução ao estudo da Psicologia.
São Paulo: Saraiva, 2009.
PIAGET, Jean. Epistemologia genética. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
________. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2011.
FUNDAMENTOS DA DIDÁTICA
EMENTA: Pressupostos teóricos e retrospectiva histórica da Didática. Teóricos da
educação: Comênius, Rousseau, Herbart, Dewey. Tendências pedagógicas na
educação: Teorias Não-Críticas, Teorias Crítico-Reprodutivistas e Teorias Críticas.
Estudo das concepções teóricas determinantes na atualidade. Determinantes sóciohistóricos culturais da prática pedagógica escolar e o sentido de educar hoje. A
escola e sua função social. Desafios da prática docente. O educador e seu novo
perfil na contemporaneidade. Elementos do processo ensino aprendizagem na
perspectiva crítica e reflexiva. A reflexão e investigação sistemática em Didática
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. 7. ed. São Paulo: Ática,
2004.
GASPARIN. J. L. Uma didática para a pedagogia histórico crítica. Campinas:
Autores Associados, 2008.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2012.
SAVIANI, D. Escola e democracia. 41 ed. Campinas. Autores associados, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
POZO, Juan Ignacio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2009.
ROMANOWKI, J. P. Formação e profissionalização docente. 3 ed. Curitiba.
IBPEX, 2009.
45
TARDIF, M; LESSARD, C. O trabalho docente: elementos para uma teoria da
docência como profissão de interações humanas. Petrópolis, RJ: vozes, 2012.
VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino aprendizagem e
projeto político pedagógico. 16. ed. São Paulo: Libertad, 2006.
FILOSOFIA
EMENTA: Evolução do pensamento filosófico; A reflexão filosófica como atitude
crítico-investigativa em educação; O modo filosófico de pensar; A construção e a
explicitação dos conceitos referentes às diversas escolas filosóficas dentro
concernentes à Educação. A filosofia e a partir de seus problemas: política, valores,
estética, metafísica, epistemologia, lógica e ciência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, M.L.de A. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna,
2012.
CABRAL, C.A. Filosofia. São Paulo: Editora Pillares, 2006;
MEIRA, Marly Ribeiro. Filosofia da criação: reflexões sobre o sentido do sensível.
2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2007.
OLIVEIRA, I.A.de. Filosofia da Educação: reflexões e debates. Petrópolis: Vozes,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARANHA, M.L. de A. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 2006.
________________. Temas de Filosofia. São Paulo: Moderna, 2012.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 25. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2008.
REZENDE, A. Curso de Filosofia: para professores e alunos dos cursos de
segundo grau e de graduação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010.
ROSSI, R. Introdução à Filosofia: história e sistemas. São Paulo; Editora Loyola,
2004.
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO
EMENTA: Perspectiva histórica da ciência: o processo de produção do
conhecimento elaborado. Questões epistemológicas, metodológicas e técnicas de
pesquisa. Construção de projeto de pesquisa. Artigo científico. Elaboração de
resumos, fichamento, resenhas, relatório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1985.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Cortez, 2012.
MATIAS, Pereira José. Manual de metodologia da pesquisa cientifica. São Paulo:
atlas, 2012.
46
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Metodologia da pesquisa educacional. 4. ed.
São Paulo: Cortez, 1997.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia científica. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2012.
RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed., rev. e
ampl São Paulo: Atlas, 2012.
BIOLOGIA EDUCACIONAL
EMENTA: Noções básicas de biologia humana. Bases biológicas do
desenvolvimento e crescimento humano, físico, humano e biológico da criança, do
adolescente, do adulto no processo de aprendizagem. Distúrbios sensoriais.
Nutrição e saúde. Doenças pré-escolares e escolares. Higiene física e mental. A
criança como agente de saúde. Sexualidade Humana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEZZI, Carlos Antônio. GOWDAK, Demétrio. SIMÕES, Neide de Mattos. Biologia
programa completo. FTD. 2010.
SANTOS, M.A. Biologia educacional. São Paulo: Ática, 1999.
FELDMAN R,D PAPALIA D. Desenvolvimento humano. 10 Edição Porto Alegre:
ARTMED, 2008.
SALZANO, Francisco M. Biologia, cultura e evolução. Porto Alegre: UFRGS, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOURA, E. Biologia Educacional. 01. ed. São Paulo: Moderna, 1996.
MOURA, E. Biologia Educacional: noções de Biologia aplicadas a educação.
Rio de Janeiro: Moderna, 1993.
WOLPERT, L. JESSEL, T. LAURENCE,P Princípios de biologia do
desenvolvimento. Porto Alegre: ARTMED, 2008.
GALISA. M. S., ESPERANÇA L. M. B., GAUDENCI N. de Sá. Nutrição conceitos
e aplicações. ED. M.Books . 2007.
TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO APLICADAS A EDUCAÇÃO
EMENTA: Revolução tecnológica das comunicações contemporâneas. Abordagens
interdisciplinares das tecnologias de comunicação e informação no ambiente
educativo. Internet e educação. Informática na educação. Práticas de informática no
processo de ensino-aprendizagem. Exploração de materiais tecnológicos, softwares
educacionais e suas aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERNANDES, Natal Lânia Roque. Professores e computadores: navegar é
preciso. São Paulo: Mediação editora, 2004
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 2012.
47
OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: dos planos e discursos à sala de
aula. Campinas, São Paulo: Papirus, 2005.
RAMOS, Edla Maria Faust (Org.) Informática na escola: um olhar multidisciplinar.
Fortaleza: Editora UFC, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Fernando J. Educação e Informática: os computadores na escola. São
Paulo: Scipione, 2012.
FREIRE, Fernanda Maria Pereira; PRADO, Maria Elisabete Brisola Brito. O
computador em sala de aula: articulando saberes. Campinas, SP: UNICAMP/NIED,
2011.
LITWIN, Edith (org.). Tecnologia educacional: política, histórias e propostas. Porto
Alegre:Artes Médicas, 2001.
VALENTE, J.A. Computadores e Conhecimento: REPENSANDO A EDUCAÇÃO".
Campinas: Gráfica da UNICAMP, 1993.
GESTÃO E ORGANIZAÇÃO DA INSTITUICÃO EDUCACIONAL
EMENTA: Abordagem da evolução histórica e dimensão político-metodológica das
relações do trabalho escolar. Gestão escolar democrática e suas implicações no
cotidiano escolar. O pedagógico e o administrativo na organização do espaço
escolar e não escolar. Órgãos colegiados e processos decisórios, intencionalidades
políticas do trabalho em relação ao Projeto Educativo na escola. Projeto político
pedagógico: conceituação, dimensões. Plano de Desenvolvimento Educacional PDE. O papel da avaliação institucional na organização do trabalho pedagógico.
Coordenação pedagógica no contexto histórico político social da educação brasileira
e no contexto atual: função e cotidiano. As relações interpessoais e institucionais na
comunidade escolar. Os processos de exclusão e inclusão na escola e suas bases
sociais. O cumprimento da função social das escola como organização educativa e
suas dimensões política, técnica, humana e cultural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HORA, D.L. da. Gestão educacional democrática. Campinas: Alínea e atmo &
alínea, 2010.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M.S. Educação Escolar : políticas,
estrutura e organização. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
LUCK, H. A. escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Petrópolis:
Vozes, 2012.
VICENTINI, Almir. Gestão escolar - dicas corporativas. São Paulo: PHORTE
EDITORA. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LUCK, Heloísa. Concepções e Processos Democráticos de Gestão Educacional.
Petrópolis. Vozes, 2012.
LUCK, Heloisa. gestão da cultura e do clima organizacional da escola. .
Petrópolis: Vozes, 2012.
PARO, V. H. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2011.
PINTO, Umberto de Andrade. Pedagogia Escolar coordenação Pedagógica e
Gestão Educacional. São Paulo: Cortez, 2011.
48
2ª ANO
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
EMENTA: Teorias do conhecimento. O processo da Educação. Processo
pedagógico. Fundamentos de Antropologia Filosófica. Pedagogia da essência e da
existência: prática pedagógica. Caracterização da reflexão e da prática filosófica.
Grandes temas e questões que mais diretamente incidem sobre o panorama
educacional: cultura, valores, experiências institucionais; método e conteúdo em
educação. Grandes tendências da história do pensamento (entre outras, o
essencialismo, o progressismo, o positivismo e o materialismo dialético) que mais
diretamente dizem respeito às ciências humanas e ao processo educacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, M. L. de A. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 2006.
BATTESTIN, Cláudia; GABRIEL, Fábio Antônio. Filosofia e educação: um diálogo
entre saberes na contemporaneidade. Rio de Janeiro: Ed. Multifoco, 2012.
CHIRALDELLI, Júnior Paulo. Comunicação e cultura - as ideias de Paulo Freire.
Brasília – DF. editora UNB, 2012.
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. Série Educação. Porto Alegre:
Globo, 2012.
LUCKESI, Carlos Luciano. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DURKHEIM, É. A evolução pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2002.
MONDIN, B. Curso de Filosofia. Vol. I, II e III. 2 Ed. São Paulo: Edições Paulinas,
2012.
NODARI, Paulo César Org. Filosofia contemporânea no Brasil A Conhecimento, política
e educação. São Paulo: Ed. Paulinas, 2012.
PILETTI, Claudino Piletti Nelson. Filosofia e história e da educação. São Paulo:
Ática, 2012.
DIDÁTICA E TEORIAS PEDAGÓGICAS
EMENTA: Formação de professores e os elementos sócio-pedagógicos do trabalho
docente. Os princípios unificadores do trabalho docente: Plano de ensino, plano de
unidade, plano de aula. Interdisciplinaridade e organização do trabalho escolar por
projetos integradores. A gestão da sala de aula e a organização das atividades
diárias. Teorias pedagógicas e sua repercussão na prática escolar: Teorias
associacionistas de condicionamento: Skinner; Teorias mediacionais: Ausebel,
Bruner, Piaget, Bandura, Rogers, Vygostsky, Wallon, Gagné.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
OLIVEIRA E ARAUJO, João Batista; CHADWICK Clifton B. Tecnologia Educaional
Teorias da Instrução. Petrópolis: Vozes, 1982.
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e Mestres – A nova cultura da aprendizagem.
Porto Alegre: Artmed editora, 2012.
49
GESSER, Verônica. Teóricos e teorias presenças na educação. Coleção plurais
educacionais Nº 9. UNIVALI, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AYRES, Antônio Tadeu. A prática pedagógica competente . Petrópolis , RJ:
Vozes, 2011.
DUARTE, N. Educação Escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. São
Paulo: Autores Associados, 2007.
MINGUET, P. A (org.) A construção do conhecimento na educação. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1998.
ILLERIS, Knud.. Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. São Paulo:
Artemd penso, 2012.
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
EMENTA: As relações educação e sociedade e educação e sociologia. Estudo das
concepções teóricas sobre a educação no discurso sociológico dos autores clássicos
das Ciências Sociais: Marx, Durkheim e Weber. Estudo das principais correntes
sociológicas atuais com destaque para a discussão do currículo relacionado com os
contextos sócio-culturais. As relações entre escola e sociedade e no conhecimento
escolar. Educação e ideologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUARESCHI, Pedrinho A. Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto
Alegre : Mundo Jovem, 2004.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo : Cortez, 2012.
DURKHEIM, Émile, Educação e sociologia. São Paulo: Vozes, 2011.
ALBERTO, Carlos Torres. Teoria crítica e sociologia política da educação. São
Paulo: Cortez, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. São Paulo : Atlas, 1995.
MEKSENAS, Paulo. Sociologia da educação. São Paulo : Loyola, 2010.
OLIVEIRA, Pércio Santos de. Introdução à Sociologia. São Paulo : Ática, 2008.
VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. São Paulo : Atlas, 2011.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA LINGUA PORTUGUESA E
LITERATURA INFANTIL
EMENTA: A estrutura cognitiva e o processo de conhecimento da língua portuguesa
na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental. Estudo dos
processos de desenvolvimento e aquisição da linguagem oral e gráfica na criança de
0 a 10 anos e suas respectivas metodologias. Aspectos sócio-históricos e
psicopedagógicos da linguagem. A formação social da mente através do processo
de desenvolvimento do pensamento. Metodologias específicas para auxiliar na
leitura e produção de textos. A Literatura Infantil no contexto geral e na escola
fundamental. Conteúdos estruturantes do ensino de Língua portuguesa.
50
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAMBERGER, R. Como incentivar o hábito da leitura. 7.ed. São Paulo: Ática,
2012.
BECHARA, E. Ensino da gramática: opressão? Liberdade? Séries princípios. 11.
ed. São Paulo: Ática, 2012.
FERREISA, Lucelena; SANGENIS, Anabelle L. C. C. Didática e Prática de Ensino de
Língua Portuguesa e Literatura. São Paulo:Lamparina, 2011.
NASPOLINI, Teresa. Tijolo por Tijolo Pratica de Ensino de Língua Portuguesa. São Paulo:
FTD, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CIPRO NETO, P; INFANTE, U. Gramática da Língua Portuguesa. 2.ed. São Paulo:
Scipione, 2012.
FARRACO, C. A. Prática de texto. Petrópolis: Vozes, 2008.
GERALDI, J. W. O texto na sala de aula. Assoeste Cascavel, Educativa. 2.ed. São
Paulo: Cortez, 2012.
MARSICO, M. T. Marcha criança: português. São Paulo: Scipione, 2011.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA ALFABETIZAÇÃO
EMENTA:
A alfabetização: sua importância como instrumento humano, concepções, natureza e
condicionantes do processo de alfabetização. Formação do alfabetizador. Relação
linguagem, cultura, sujeito e ensino da língua. A escrita como produção social.
Aquisição da leitura/escrita: métodos, processos e material didático. Variação
lingüística e oralidade. Diversidade de textos na alfabetização. Conteúdos
estruturantes do processo de alfabetização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, J.J. Alfabetização e Leitura. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1998.
FERREIRO, E. Reflexões sobre Alfabetização. 24.ed. SP: Cortez,2010.
SMOLKA, A. L.B. A criança na Fase Inicial da Escrita - a alfabetização como
Processo Discursivo. 6.ed. SP: Cortez/UNICAMP, 2012.
SOARES, M. Linguagem e Escola: Uma perspectiva social. SP: Ática, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREIRE, P. A importância do Ato de Ler:: em três artigos que se completam.
39.ed. SP: Cortez, 2012.
FREITAS, M T A . O pensamento de Vygotsky e Bakhtin no Brasil. 3.ed.
Campinas: Papirus, 2004.
TEBEROSKY, A. Aprendendo a Escrever. Perspectivas Psicológicas e implicações
Educacionais. 3.ed. SP: Ática, 2003.
VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente: desenvolvimento dos processos
psicológicos superiores. 6.ed. SP: Martins Fonte, 2007.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA MATEMÁTICA
51
EMENTA: Pressupostos teóricos sobre a aprendizagem da Matemática na
perspectiva de Kamii e Vergnaud. A estrutura cognitiva e o processo de
conhecimento da matemática na educação infantil e nas séries iniciais do ensino
fundamental. Objetivo e conteúdos programáticos da matemática e suas respectivas
metodologias previstos para a educação infantil e para as séries iniciais do ensino
fundamental. Planejamento, implementação e avaliação de projetos, atividades e
materiais de ensino específico da área da matemática. Conteúdos estruturantes do
ensino de matemática para educação básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Dione Lucchesi de. Metodologia do ensino da matemática. São
Paulo: Cortez, 2011. (Coleção magistério 2º grau. Série formação de professor.
PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influência francesa. 2.
ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
PANIZZA, Mabel. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais:
análise e propostas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
TOLEDO, Marília. Didática de Matemática: como dois e dois: a construção da
matemática. São Paulo: FTD, 1997- (Conteúdo e metodologia).
Fundamentos teóricos e metodológicos da matemática.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DANTE, L. R. Didática da resolução de problemas de matemática. 12.ed. São
Paulo: Ática, 2000.
KAMII, C. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Peaget
para a atuação junto a escolares. 27.ed. Campinas: Papirus, 2008.
MARSICO, M. T. Marcha criança: matemática. São Paulo: Scipione, 2011.
SMOLE, K. A matemática na Educação Infantil. Porto Alegre: Artes Médicas,
2000.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DAS CIÊNCIAS NATURAIS
EMENTA: Controvérsias metodológicas e condições externas geradoras dos
modelos clássicos da história do ensino de Ciências. Concepção de Ciência,
Ambiente, Educação e Sociedade subjacentes aos principais modelos de ensino de
Ciências. Papel do ensino de Ciências no nível fundamental e inter-Relações com os
demais componentes curriculares. Estudo dos objetivos e conteúdos previstos para
a educação básica e suas respectivas metodologias. Critérios de Avaliação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASTOLFI, J. P. A didática das ciências. Campinas: Papirus, 2008.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 2000.
MATOS, Dias Deborah; MATOS, Dias Juliana. Aprendendo na prática de ensino
de ciências por meio de jogos e atividades. São Paulo: Porto de ideias, 2011.
WEISSMANN, H (Org.). Didática das ciências Naturais. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANO, Marcio Rogerio De Oliveira. Reflexão e a pratica no ensino, v.5 - ciências.
São Paulo: EDGARD BLUCHER, 2011.
52
BETHLEM, Nilda. Explorando as ciências na escola primaria. Rio de janeiro.
Editora José Olympio.
CAMPOS, M. C. Didática de ciências: o ensino aprendizagem como investigação.
São Paulo: FTD, 1999.
DELEIZOCO, D.; ANGOTTI, J.A. Metodologia do Ensino de ciências. 2.ed. SP:
Cortez, 1999.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA HISTÓRIA DA E
GEOGRAFIA
EMENTA: Apreensão de elementos a fim de analisar criticamente a constituição do
processo histórico/geográfico e a atuação do homem como agente da história. A
compreensão e ordenação dos dados históricos/ geográficos e conhecimento dos
temas básicos a serem abordados na educação infantil e nas séries iniciais do
ensino fundamental. Apreensão de recursos que possibilitem a orientação, produção
e análise de trabalhos de cunho histórico e geográfico. Organização e escolha de
ferramentas que permitam, ao futuro professor, o manejo do conteúdo da história e
geografia da educação básica e suas respectivas metodologias. Critérios de
Avaliação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NUNES, S. do C. Concepções de mundo no Ensino de História. São Paulo,
Papirus, 1996.
QUEIROZ, T. D. Pedagogia da alegria: uma abordagem sociointeracionista: história
e geografia. São Paulo: Didática Paulista, 1999.
PENTEADO, H. D. Metodologia do ensino de história e geografia. São Paulo.
Cortez, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FONSECA, S. G. Didática e prática de ensino de História: experiências, reflexões
e aprendizagens. Campinas: Papirus, 2005.
MÁXIMO, E. L. Da teoria á prática: educação ambiental para crianças pequenas.
Porto: Porto Codex, 1998.
SILVA, M. História: o prazer em ensino e pesquisa. São Paulo: Brasiliense, 2012.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 2000.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
EMENTA:
Análise dos fundamentos políticos, econômicos e sociais da educação infantil.
Educadores que influenciaram a educação infantil: Comenius, Rousseau, Pestalozzi,
Froebel, Decroly, Herbart, Montessori, Dewey, Claparède, Piaget, Freinet, Vygotsky
e Wallon. Conceitos de infância, família e suas historicidades. Princípios de
qualidade na educação infantil. A organização dos espaços e tempos escolares nas
creches e pré-escolas. Proposta Pedagógica para a Educação Infantil. A
participação da família no processo educativo. Relação entre educação infantil e
ensino fundamental.
53
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JUNQUEIRA FILHO, G. Interdisciplinaridade na pré-escola. São Paulo: Pioneira,
2003.
LLEIXÁ, Teresa Arribas. Educação Infantil: desenvolvimento, currículo e
organização escolar. Porto Alegre: Artmed, 2004.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São
Paulo: Cortez, 2011. (Coleção Docência em Formação).
OLIVEIRA, Zilma de Moraes. A criança e seu desenvolvimento: perspectivas para
se discutir a educação infantil. São Paulo: CENTRO DE ESTUDOS EDUCAÇÃO E
SOCIEDADE, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HORN, M. da G. S. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços
na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes. Educação infantil: fundamentos e métodos. 2. ed.
São Paulo: Cortez Editora, 2011.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes. Educação infantil: muitos olhares. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2012.
ANGOTTI, Maristela. O trabalho docente na pré-escola. São Paulo: Pioneira,
2002.
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
PARTICIPAÇÃO
CURRICULAR:
OBSERVAÇÃO
E
CO-
EMENTA: Observação e participação do trabalho escolar na educação infantil,
ensino fundamental e Ensino Médio. Reflexão sobre a práxis pedagógica e a
atividade docente. Experiências de co-participação em instituições escolares e não
escolares. Avaliação das práticas de ensino observadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas. Práticas de ensino e estágio
supervisionado na formação de professores. AVERCAMP: 2007
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. São Paulo: Cortez, 2011.
LUCK, Heloisa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação
educacional. Rio de Janeiro: Petrópolis: Vozes, 2011.
PECONEZ, Stela C. Bertholo. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado. São
Paulo: Papirus, 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio científico e educativo. 8ª edição: São Paulo,
Cortez, 2011.
HORA. Dinair Leal da. Gestão democrática na escola: artes e ofícios da
participação coletiva. 9ª edição: Campinas: Papirus, 2004.
MAIA, Graziela Z. A. Administração e Supervisão Escolar: Questões para o Novo
Milênio. São Paulo: Thomson Learning, 2008.
RANGEL, Mary. Nove olhares para a Supervisão. 10 edição.São Paulo: Papirus,
2004
54
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
EMENTA:Retrospectiva histórica sobre os surdos, sua língua, sua cultura e sua
identidade. O ensino de Libras em contexto. Noção básica de aspectos lingüísticos
de Libras.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de libras: em atuação na educação infantil
e no ensino fundamental. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2010.
KOJIMA, Catarina Kiguti; SEGALA, Sueli Ramalho. Libras: língua brasileira de
sinais : a imagem do pensamento, volume 3. São Paulo: Editora Escala, 2008.
GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa? : crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua
Brasileira de Sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com
surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIDEROT, D. Língua de Sinais e Língua Portuguesa: em busca de um diálogo.
In: LODI, Ana; TESKE, Ottmar; LACERDA, Cristina (orgs). Letramento e minorias.
Porto Alegre: Mediação, 2010.
CAPOVILLA, F.C; RAPHAEL, W.D. lingual de Sinais Brasileira: dicionário
enciclopédico ilustrado trilíngue. São Paulo: Edusp-Fapesp-Vitae, 2004.
CORREA, M. Surdez e os fatores que acompanham o método auditivo mais
visual da linguagem oral. Rio de Janeiro: Ateneu, 2012.
SILVA, A. Avaliação audiológica de crianças do Ensino Fundamental. Brasil,
2002.
3ª ANO
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM (ADULTO E
IDOSO)
EMENTA: Adolescência e suas implicações. Maturidade e características
psicossociais do desenvolvimento do adulto e do idoso. Principais teorias do estudo
do desenvolvimento adulto e da velhice. Aspectos emocionais, sociais e cognitivos
do envelhecimento. Sociedade, cultura e velhice. A afetividade, o lazer e a
aprendizagem na terceira idade. A educação contemporânea e o processo de
desenvolvimento humano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, J. A. Psicodiagnóstico. São Paulo: Artmed, 2000.
GREGOIRE, J. Avaliando as aprendizagens: os aportes da Psicologia Cognitiva.
São Paulo: Artmed, 2000.
HUTZ, Cláudio Simon. Avanços e polêmicas em avaliação psicológica: em
homenagem a Jurema Alcides Cunha. 1. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.
OLSON, D. R; TORRENCE, N; COLS, E. Educação e desenvolvimento humano.
São Paulo: Artmed, 2012.
55
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZENHA, M. G. Construtivismo: de Piaget a Emilia Ferreiro. São Paulo: Ática,
2012.
ALENCAR, E. M. L. S. Psicologia e introdução aos princípios básicos do
comportamento. Petrópolis: Vozes, 2009.
EICHWALD, Loreni Pires dos Santos; SILVEIRA, Silvana Beduschi da. Afetividade
como propulsora da aprendizagem nas crianças de 3 a 6 anos. Maravilha, SC:
2006.
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever: perspectivas psicológicas e
implicações educacionais. 3. ed. São Paulo: Ática, 2003.
POLÍTICAS PÚBLICAS E LEGISLAÇÃO DE ENSINO
EMENTA: Estado, Política e Educação. Organismos Internacionais e a Influência
nas Políticas Educacionais Brasileira. Legislação de Ensino no Brasil. A Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Estrutura e funcionamento da educação
básica: impasses e perspectivas das políticas e programas atuais em relação à
educação. Educação nos diversos níveis e o contexto das transformações da
Sociedade Contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, M. L. A educação como política educacional. Campinas: Autores
Associados, 2004.
CUNHA, Da Célio; SOUSA, José Vieira; SILVA, Da Maria Abádia. Políticas
púbicas de educação na América Latina:
lições aprendidas e desafios.
Campinas, SP: Autores Associados, 2011.
EVANGELISTA, Olinda; MORAES, Maria Celia Marcondes de; SHIROMA, Eneida
Oto. Politica educacional. Rio de Janeiro. Ed. Lamparina, 2007
MENESES, João Gualberto de Carvalho. Educação básica: políticas, legislação e
gestão: leituras. São Paulo Cengage Learning, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Malu. Políticas educacionais e práticas pedagógicas: para além da
mercadorização do conhecimento. 2. ed. Campinas, SP: Editora Alinea, 2010.
BALL, Stephen J.; MAINARDES, Jefferson. Políticas educacionais: questões e
dilemas. São Paulo: Cortez, 2011
BIANCHETTI, R. Modelo neoliberal e políticas educacionais. São Paulo: Cortez,
1999.
CUNHA, L. A. Educação, Estado e democracia no Brasil. 3.ed. São Paulo: Cortez,
EDUFF, 2010.
EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
EMENTA: Análise do desenvolvimento histórico e do contexto da Educação Especial
no Brasil. Fundamentos da educação especial e da educação inclusiva. Bases
teóricas e as conseqüências metodológicas que têm caracterizado a educação
especial nas últimas décadas. A formação de professores para a Educação Especial:
interfaces da formação docente para Educação Inclusiva; A educação inclusiva e a
56
ação educativa: suportes necessários e estratégias de intervenção. Noções básicas
de BRAILLE, e outras línguas pertinentes a educação especial e inclusiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FONSECA, V. da. Educação Especial: programa de estimulação as ideias de
Fuerstein. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
KASSAR, M. C. M. Deficiência múltipla e educação no Brasil. Campinas: Autores
Associados, 1999.
MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação especial no Brasil: história e
políticas públicas. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
PASSOS, Arlei Ferreira. Educação especial: práticas de aprendizagem,
convivência e inclusão. São Paulo: Centauro, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRÉ, M. Pedagogia das diferenças na sala de aula. Campinas: Papirus, 1999.
SHIGUNOV NETO, A. Reflexões sobre a formação de professores. Campinas:
Pepirus, 2002.
SKLIAR, C. (Org.). Educação e Exclusão: abordagens sócio antropológicas em
educação especial. Porto Alegre: Mediação, 2001.
PADILHA, Anna Maria Lunardi. Praticas pedagógicas na educação especial.
Campinas: São Paulo: Ed Autores Associados, 2012
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA ARTE
EMENTA: histórico antropológico dos diferentes processos, manifestação e
compreensão de educação corpo e arte. Concepção da arte: conhecimento estético,
artístico contextualizado jogos e atividades relacionados à dança, teatro e música.
Conteúdos estruturantes do ensino de arte: elementos formais, composição,
movimentos, tempo e espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Ana Mãe. Ensino de arte. Ed. Perspectiva, 2008.
BARBOSA, Ana Mae; COUTINHO, Rejane Galvão. Arte/educação como mediação
cultural e social. São Paulo: Unesp, 2009.
BARBOSA, Ana Mae; CUNHA, Fernanda Pereira da. A abordagem triangular no
ensino das artes e culturas visuais. São Paulo: Cortez Editora, 2010.
FERRAZ, Maria Heloísa Correa de Toledo; FUSARI, Maria Felisminda de Rezende
e. Metodologia do ensino de arte: fundamentos e proposições. 2. ed., rev. e ampl.
São Paulo: Cortez, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos; WILSON, Brent; THISTLEWOOD, David;
BARBOSA,
Ana
Mae.
Arte/educação
contemporânea:
consonâncias
internacionais. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
BARBOSA, Ana Mae. John Dewey e o ensino da arte no Brasil. 6. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
EISNER, Elliot. Arte-educação: leitura no subsolo. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
FIGUEIREDO, Lenita Miranda de. História da arte para crianças. 11. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2011.
57
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLOGICOS DA EDUCAÇÃO FISICA
EMENTA: Objetivos, métodos e metodologia da Educação Física na educação
infantil nas séries iniciais do ensino fundamental. O lúdico e o brincar no
desenvolvimento humano. Aprendizagem em Educação Física. Planejamento,
execução e avaliação de projetos . Educação psicomotora. Desenvolvimento
psicomotor da criança: esquema corporal, equilíbrio, coordenação, estruturação
espaço-temporal, lateralidade e ritmo. Dança e cantigas de roda.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DE CERTAEU, M. A invenção do cotidiano: artes de fazer. São Paulo: Vozes,
1999.
MACHADO, M.M. O brinquedo: sucata e a criança, a importância do brincar.
Atividades e materiais. São Paulo: Loyola, 1995.
SANTOS, S. M. P. dos (Org.). Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. 5.ed
Petrópolis: Vozes, 2011.
SANTOS, S. M. P. dos (Org.). Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos.
9.ed Petrópolis: Vozes, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal do jogo. São Paulo: Ícone, 2005.
CATUNDA, Ricardo. Brincar, criar, vivenciar na escola. Rio de Janeiro: Sprint,
2005.
FERREIRA, Nilda Teves; COSTA, Vera Lúcia de Menezes. Esporte, jogo e
imaginário social. Rio de Janeiro: Shape, 2003.
RIZZI, Leonor; HAYDT, Regina Celia Cazaux. Atividades lúdicas na educação da
criança: subsídios praticas para o trabalho na pré-escola e nas series iniciais do
primeiro grau. 7. ed. São Paulo: Ática, 2012.
PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO
EMENTA: Os fundamentos teóricos do planejamento educacional. Os modelos de
planejamento e sua relação com a prática pedagógica. Tipos de planejamento.
Projeto político pedagógico e elementos construtivos. Os principais enfoques de
avaliação dos processos educacionais. Aspectos normativos da avaliação.
Instrumentos e critérios da avaliação. Recuperação Paralela e Adaptação Curricular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Celso. A avaliação da aprendizagem escolar. 5. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2012.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato
pedagógico . 1. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e
preposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
SILVEIRA, Ricardo Azambuja; FERREIRA FILHO, Raymundo Carlos Machado.
Ações institucionais de avaliação e disseminação de tecnologias
educacionais. 1. ed. Porto Alegre: JSM Comunicação, 2011.
58
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEPRESBITERIS, Léa. O desafio da avaliação da aprendizagem: dos
fundamentos a uma proposta inovadora. São Paulo: E.P.U., 2012.
DALMAS, Ângelo. Planejamento participativo na escola. São Paulo: Vozes, 2010.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino
aprendizagem. São Paulo: LIbertad, 2006.
PACHECO, Maria de F. A Avaliação da Aprendizagem na Escola da Ponte. São Paulo: Ed.
Walk, 2012.
ESTATISTICA APLICADA A EDUCAÇÃO
EMENTA: Ideias básicas da metodologia estatística como instrumento para
atividades pedagógicas. Conceitos e princípios da estatística, como ciência que se
preocupa com a organização, descrição, análise e interpretação dos dados
experimentais no meio educativo9. Aplicação da pesquisa estatística nas escolas de
Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUNCHAFT, G. Estatística sem mistério. Petrópolis: RJ: Vozes, 1999.
CRESPO, A.A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 1999..
FONSECA, J. S. e MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 1996.
LEVINE, David M. (Org.). Estatística - Teoria e Aplicações - Usando o Microsoft
Excel em Português. São Paulo: LTC, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FEIJOO, A.M.L.C. A pesquisa e a estatística na psicologia e na educação. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.
LEVINE, D. M. et all. Estatística: teoria e aplicação usando Microsoft excell em
português. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
SILVER, M. Estatística para administração. Trad. VIEIRA, Sonia. São Paulo: Atlas,
2000.
THURMAN, Paul W. Estatística. São Paulo: Saraiva, 2012.
GESTÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM ORIENTAÇÃO ESCOLAR
EMENTA: Orientação educacional na legislação educacional brasileira e nos
pressupostos teóricos. Papel e funções do orientação educacional com propostas
curriculares de organizações educativas formais e não formais. A organização do
trabalho pedagógico escolar e a especificidade de ação do OE nos componentes
curriculares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, N; GARCIA, R. L. (Org.). O fazer e o pensar dos supervisores e
orientadores educacionais. São Paulo: Loyola, 2006.
59
GIACAGLIA, L. R. A. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas e
instrumentos. São Paulo: Pioneira, 2010.
LÜCK, H. Planejamento em orientação educacional. Petrópolis: Vozes, 2011.
LUCK, Heloísa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional.
7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, M. M. Orientação profissional em grupos. Campinas: Editorial Psy,
1995.
GIACAGLIA, Lia Renata Angelini. Atividade para orientação vocacional. São
Paulo: Pioneira, 2000.
GRISNPUN, M. Z., P. S. (Org.). A prática dos orientadores educacionais. 2.ed.
São Paulo: Editora Cortez, 2012.
LUCK, H. Ação integrada: administração, supervisão e orientação educacional.
Petrópolis: Vozes, 20110.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM: DOCÊNCIA INFANTIL E ANOS
INICIAIS
EMENTA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO
INFANTIL: Reconhecimento do trabalho nas instituições de educação infantil, como
elemento e diagnóstico da realidade. Acompanhamento e participação das
atividades docentes. Realização de práticas em docência e projetos pedagógicos na
instituição escolar, estabelecendo relações entre a teoria e a prática pedagógica.
Análise preliminar sobre a prática na perspectiva da formação do professor
pesquisador.
EMENTA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DOCÊNCIA NOS ANOS INICIAIS:
Elaboração e desenvolvimento de projetos pedagógicos nos anos iniciais.
Experiências de docência em instituições escolares nos anos iniciais do ensino
fundamental, atendendo também, alunos com necessidades especiais incluídos.
Reflexão sobre a práxis pedagógica e a atividade docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIOS, Terezinha Azerêdo; PIMENTA, Selma Garrido. Compreender e ensinar: por
uma docência da melhor qualidade. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São
Paulo: Cortez, 2004.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria
e prática? São Paulo: Cortez, 2012.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 2 ed. Petrópolis:
Vozes, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SCHÖN, D. A. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, A. Os
professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1995.
MALGLAIVE, Gerard. Formação e saberes profissionais: entre a teoria e a prática.
In: CANÁRIO, Rui (Org.). Formação e situações de trabalho. Porto: Porto Editora,
1997.
60
LIMA, Maria Socorro Lucena. A hora da prática: reflexões sobre o estágio
supervisionado e ação docente. 2. ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2001.
MORAES, Agnes Iara Domingos. Estágio curricular obrigatório no curso de
Pedagogia: um instrumento de pesquisa. Marília, São Paulo, 2009a. (digitado)
PESQUISA EDUCACIONAL
EMENTA: Pesquisa em educação. Tipos e técnicas de pesquisa em educação.
Espaço interdisciplinar destinado a fazer a ponte entre a realidade do aluno e a
prática pedagógicas das escolas, visando a análise global e crítica da realidade
educacional. Debates com diversos profissionais buscando uma compreensão mais
ampla da prática pedagógica. Iniciação científica através de pesquisas exploratórias
na rede pública. Este espaço também deverá ser utilizado para a integração
horizontal das disciplinas dos semestres, cujos professores e alunos se reunirão
para debate dos temas geradores de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRE, M. O papel da pesquisa na informação na prática dos professores.
Campinas: Papirus, 2002.
ANDRÉ, M. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 2003.
DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2011.
FAZENDA, I. (org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
2011
LUDKE, M. O professor e a pesquisa. Campinas: Papirus, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAGNO, M. Pesquisa na escola, o que é como se faz. 4 ed. São Paulo: Loyola,
2010.
ESPÍRITO SANTO, R. C. do. Desejos na formação do educador. Campinas:
Papirus, 2002.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa individual. 5 ed. São Paulo: Atlas,
1999.
LUDKE, M. Pesquisa em educação: abordagem qualitativa. São Paulo: EPU, 1996.
PSICOPEDAGOGIA E TEORIA DA APRENDIZAGEM
EMENTA: Estudo das diferentes abordagens teóricas que fundamentam a prática do
psicopedagogia no âmbito da evolução histórico-social do pensamento científico. As
bases psiconeurológicas da aprendizagem. Fatores interferentes na aprendizagem
. Teorias da aprendizagem. Compreensão dos estados emocionais e vinculares e
suas implicações nos distúrbios de aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASSEDAS, E.; HUGUET, M. Dificuldades de aprendizagem e intervenção
psicopedagógica. São Paulo: Artmed, 2012.
BARONE, L. (et al) Psicopedagogia: teorias de aprendizagem. São Paulo: Ed.
Casa do Psicólogo, 2012.
BOSSA, N. A psicopedagogia no Brasil - contribuições a partir da prática 4 Edição. São Paulo: Ed. Wak,
2012.
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MUSZKAT, M.; RIZUTTI, S. O professor e a dislexia. São Paulo: Editora Cortez, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOSSA, N. A.; OLIVEIRA, V. M. B. Avaliação psicopedagógica da criança de
sete a onze anos – 11 edição. Petrópolis, RJ : Vozes, 2003.
COLL,C.et al. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto
Alegre: Artes Médicas, 2000.
FINI, L.; DIEHL, T.; BORUCHOVITCH, E.S.; FERNANDES, F. Dificuldades de
aprendizagem no contexto pedagógico. Petrópolis: Vozes, 2005.
FONSECA, V. da. Introdução as dificuldades de aprendizagem. Porto alegre:
Artes Médicas, 1995.
4º ANO
CULTURA RELIGIOSA
EMENTA: Fundamentos epistemológicos e pedagógicos do ensino religioso na
escola fundamental. Valores universais, éticos e religiosos. Concepção
interdisciplinares de homem e criança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FILORAMO, G. As ciências das religiões. 5 ed. São Paulo: Paulus, 2010.
HERVIEU-LÉGER. D. O peregrino e o convertido. A religião em movimento.
Petrópolis: Vozes, 2008. OBS: ESTA É A ULTIMA EDIÇAO DO LIVRO.
LÉVÊQUE, Pierre. Animais deuses e homens: o imaginário das primeiras religiões.
Lisboa: Edições 70, 1996.
MONDIN. B. Quem é Deus? Elementos de Teologia e Filosofia, São Paulo:
Paulus, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTINEIRA. A. A experiência de Deus na pós-modernidade. Petrópolis: Vozes,
1997.
ALBERT. S. As religiões hoje. 2 ed. São Paulo: Paulus, 2003.
PIAZZA, W. Religiões da humanidade. 2 ed. São Paulo: Loyola, 1991.
TEIXEIRA, F. As ciências da religião no Brasil. São Paulo; Paulinas, 2009.
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
EMENTA: Educação de jovens e adultos. Evolução histórica das concepções sobre
educação de jovens e adultos. Alfabetização, letramento e escolarização de jovens e
adultos. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Políticas
para a Educação de jovens e adultos. Formação do professor de educação de
jovens e adultos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MOURA, T. M. de M. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e
adultos: contribuições de Freire, Ferreira e Vygostky. Maceió: UFAL, 2006.
RIBEIRO, V. M. (org.) Educação de jovens e adultos: novos leitores, novas
leituras. São Paulo: Mercado de Letras, 2005.
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RIBEIRO, Vera Masagão (org) Educação de Jovens e Adultos: novos leitores,
novas leituras – Campinas- SP. Mercado de Letras, Ação Educativa, 2001.
MARTINS FILHO, Lourival José. Alfabetização de jovens e adultos: trajetórias de
esperança. Florianópolis: Insular, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBUQUERQUE, Eliana Borges de e LEAL, Telma Ferraz. Desafios Da Educação
De Jovens E Adultos. São Paulo: Autêntica, 2005.
ROMAO, Jose Eustaquio, GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos –
Teoria, Prática e Proposta. Cortez, 2011.
SILVA, Isabel de Oliveira e; Leão, Geraldo.
Educação e Seus Atores Experiências, Sentidos e Identidades - Col. Estudos Em Eja. Autentica Editora
2011.
SOUZA, Maria Antonia De. EDUCAÇAO DE JOVENS E ADULTOS. IBPEX, 2011.
PEDAGOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES
EMENTA: Conceito de organização. Valores sociais. Gestão administrativa de
pessoal. Fatores humanos na gestão. Relações pessoais e no trabalho. Liderança e
motivação. Gestão de conflitos e negociação. Relação interpessoais e competência
social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. O novo papel dos recursos
humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
CITELLI, Adilson. Comunicação e educação: a linguagem em movimento. 3. ed.
São Paulo: Senac, 2004.
LOPES, Izolda. PEDAGOGIA EMPRESARIAL - FORMAS E CONTEXTOS DE
ATUAÇÃO. Wak, 2010.
NOGARO, Arnaldo. A Responsabilidade da Pedagogia e do Pedagogo
(empresarial) frente à crise ética e humana. Rio de Janeiro: 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COLL, César; MARTÍN, Elena. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
HOLTZ, Maria Luiza Marisn. Pedagogia Empresarial. São Paulo: Revista Ampliada,
2006.
NASSARALLA, Iara; SOBRINHO, Francisco de Paula N. Pedagogia Institucional: Fatores
Humanos nas Organizações. Zit, 2010.
RIBEIRO, Amélia, ESCOTTO do Amaral. Pedagogia Empresarial: Atuação do
Pedagogo na Empresa. Wak, 2003.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
EMENTA: A crise das relações sociedade-natureza no mundo contemporâneo e os
problemas ambientais. Crescimento, desenvolvimento e impactos ambientais.
Especificidades destes impactos nos meios urbano e rural. A emergência da
problemática ambiental e as estratégias de confrontação: eco-desenvolvimento,
63
desenvolvimento sustentável, modernização ecológica, etnodesenvolvimento. Novos
modos de vida e redefinição de valores. Cultura e representações do meio ambiente.
Impactos teóricos e metodológicos da questão ambiental. Interfaces com os estudos
urbanos e rurais. Ecologia Política. Sociologia Ambiental. Inserção no cotidiano
escolar da Educação Básica. Programa de educação ambiental – PEA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPRA, F. As conexões ocultas-ciência para uma vida sustentável. São Paulo:
Cultrix, 2010.
GUTIÉRREZ, F. Ecopedagogia e cidadania planetária. São Paulo: Cortez: Instituto
Paulo Freire, 2008.
MERGULHÃO, M. C; VASAKI, B. N. G. Educando para a conservação da
natureza-sugestões de atividades em educação ambiental. São Paulo: EDUC,
1998.
MORIM, E. Os sete saberes para a educação do futuro. São Paulo: Cortez,
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUIMARÃES, M. A dimensão ambiental na educação. Campinas: Papirus, 2009.
PEDRINI, A. de G. Educação ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. 3
ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
PENTEADO, H. D. Meio ambiente e formação de professores. 3. ed. São Paulo:
Cortez, 2010.
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. 3 ed. São
Paulo: Global, 2012.
GESTÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM SUPERVISÃO
EMENTA: Supervisão escolar no contexto brasileiro e paranaense. Estratégias da
ação supervisora. A ação supervisora/gestora no planejamento curricular e avaliação
do currículo. Função Supervisora. Construção de proposta de ação-supervisora para
Educação Básica. Reuniões Pedagógicas com ênfase no aspecto formação
continuada. Conselho de classe. Regimento Interno Escolar. Diários de Classe.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALARCÂO, ISABEL. Escola reflexiva e supervisão. Portugal. PORTO EDITORA,
2001.
ALVES, NILDA. Educação e Supervisão. São Paulo: Cortez, 2011.
FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Supervisão educacional para uma escola de
qualidade da formação a ação. São Paulo: Cortez, 2010.
GIANCATERINO, ROBERTO. Supervisão escolar e gestão democrática um elo
para o sucesso escolar. Rio de Janeiro. WAK, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREIRE, WENDEL; RANGEL, MARY. Supervisão escolar avanços de conceitos
e processos. Rio de Janeiro. WAK, 2010.
LÜCK, Heloísa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação
educacional. 26.ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
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RANGEL, MARY. Supervisão e Gestão na Escola Conceitos e Práticas de
Mediação. Campinas. Papirus, 2009.
RANGEL, MARY. Supervisão educacional para uma escola de qualidade: da
formação à ação. São Paulo Cortez, 2002.
PEDAGOGIA HOSPITALAR
EMENTA: O pedagogo como profissional da educação e da saúde. O hospital como
ambiente terapêutico e educacional: sua história, finalidade, evolução e objetivos. O
adoecer e seus significado psicológico. O domicílio como ambiente terapêutico. O
paciente, o pedagogo e a família. Legislação referente a orientação pedagógica de
classes hospitalares. Organização e estruturação da classe hospitalar. Práticas
organizativas metodológicas e de espaços e tempos hospitalares. Brinquedoteca
hospitalar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSIS, W. Classe hospitalar: um olhar pedagógico singular. São Paulo: Phorte,
2009. - TEM NA BIBLIOTECA – ACRESCENTEI NA BÁSICA
MATOS, E. L. M.; MUGIATTI, M. M. T. F. Pedagogia Hospitalar: a humanização
integrando educação e saúde. 5. edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011 – TEM NA
BIBLIOTECA – ACRESCENTEI NA BÁSICA
MATOS, E. L. M.; LUPION, P. (orgs.) Teoria e prática na pedagogia hospitalar:
novos cenários, novos desafios. 2 ed, Curitiba: Ed. Champagnat, 2011- comprar
JUSTI, Eliane Martins Quadrelli; FONSECA, Eneida Simões da; SOUZA, Luciane do
Rocio dos Santos de. Pedagogia e escolarização no hospital. Curitiba: Ibpex,
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
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de 1990. São Paulo, 1995.
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Educação Especial. Conselho Nacional de Educação. Disponível em:
http://www.mec.gov.br
______. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes
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______. Classe hospitalar e atendimento pedagógico domiciliar: estratégias e
orientações, MEC, 2002.
PARANÁ. Resolução 2527/2007. Institui o Serviço de Atendimento à Rede de
Escolarização Hospitalar - SAREH no Estado do Paraná
ESCOLA, CURRÍCULO E ENSINO
EMENTA: História curricular. Conceitos e diferentes dimensões do currículo. Teorias
do desenvolvimento curricular; modelos de desenvolvimento curricular; currículo
hegemônico; avaliação curricular, paradigmas contemporâneos e currículo;
neoliberalismo, globalização, ética, interdisciplinaridade, multiculturalismo, novos
mapas culturais.
65
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARROYO, M. Currículo, Território em Disputa. São Paulo: Editora Vozes, 2012
LIBÂNEO, José Carlos Temas de Pedagogia Diálogos Entre Didática e Currículo.
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GAIGER, Paulo José Germany (org.). Currículo e Projeto Pedagógico, Estágio e
Formação Continuada. Pelotas, RS: Egufpel, 2010.
REGO, C. Currículo e politica educacional. Petrópolis: Ed. Vozes, 2011 comprar
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCIA, Regina Leite; BARBOSA, Antônio Flavio (org). Currículo e
contemporaneidade. . São Paulo: Cortez, 2012
ALVES, Nilda. Criar currículo no cotidiano. São Paulo: Cortez, 2012.
SILVA, Monica Ribeiro da. Currículo e Competências a Formação Administrada. São
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MOREIRA, A. F. B.; SILVA, T. T; Currículo, Cultura e Sociedade. 10 edição. São
Paulo: Ed. Cortez, 2011.
EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS
EMENTA: Compreensão histórica dos direitos humanos; suporte conceitual e
discussão de princípios didáticos para a educação em Direitos Humanos. Direitos
Humanos e a Constituição Brasileira de 1988. As Declarações Internacionais.
Aspectos filosóficos, políticos e sociais. Evolução Histórica das legislações sociais. O
Estatuto da Criança e do Adolescente: aspecto pedagógicos e educativos. A lei
Orgânica de Assistência Social. O Conselho Tutelar e suas especificidades.
Intervenções pedagógicas e educativas com crianças e adolescentes em situação
de risco. A ação do pedagogo como mediador social. Direitos das minorias:
mulheres, idosos, indígenas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARENDT, H. A condição humana. 11 Ed. Rio de Janeiro: Forense-Universitária,
2010.
RUDOLFO, Fernanda Mambrini. Dupla face dos direitos fundamentais, a
aplicação dos princípios da proibição de proteção. São Paulo. Editora: KBR
EBOOK, 2012
SARLET, Ingo Wolfgang. Eficácia dos direitos fundamentais. 9 Ed. Rio de
Janeiro. Editora: Livraria do Advogado, 2012
JUNIOR, Tercio Sampaio F. Filosofia, sociedade e direitos humanos. 1 edição.
Editora: Manole. São Paulo. 2012
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HUNT, Lynn. Invenção dos direitos humanos. Editora: Companhia das letras. São
Paulo. 2012
KRAMER, S. BAZILIO, LUIZ C. Infância, educação e direitos humanos. 1 Edição.
São Paulo. Editora: Cortez, 2011
PIOVESAN, Flavia. Direitos Humanos e Justiça Internacional. 13 Edição. São
Paulo Editora: Saraiva, 2012
66
MOURA, Suely D. de O. Educação em direitos humanos Um pouco da teoria e
prática. 1 edição.São Paulo. Editora: Suely Dantas, 2011
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO: DOCÊNCIA E GESTÃO
EMENTA: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NAS DISCIPLINAS
PEDAGÓGICAS DO ENSINO MÉDIO: Elaboração e desenvolvimento de projetos
pedagógicos nas escolas de Ensino Médio, com vistas à formação docente.
Observação e participação do trabalho escolar no Ensino Médio. Reflexão sobre a
práxis pedagógica e a atividade docente. Experiências de docência em instituições
escolares nas matérias pedagógicas do Ensino Médio e/ou na modalidade normal,
incluindo os alunos com necessidades especiais matriculados. Avaliação da prática
de ensino. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM GESTÃO
EDUCACIONAL: Observação, organização e planejamento da prática pedagógica
contextualizada na educação básica. Observação, participação na organização do
trabalho escolar: linguagem, tempo, espaço, indivíduo e organização. Práticas e
estágio em supervisão escolar e práticas e estágio em Orientação Educacional.
Praticas em instituições não escolares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, E.; OLIVEIRA, D. A. Crise da Escola e Políticas Educativas. Belo
Horizonte: Autêntica, 2009.
GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e educação. Campinas, SP: Autores
Associados, 2012.
LUCE, Maria Beatriz e MEDEIROS, Isabel Letícia Pedroso. Gestão escolar
democrática: concepções e vivências. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 2006.
SILVA, Edileuza F. da; Veiga, Ilma Passos Alencastro. A escola mudou: que mude
a formação de professores. São Paulo: Papirus, 2010.
VEIGA, Ilma Passos. Profissão docente: novos sentidos e novas perspectivas. São
Paulo: Papirus, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Marisa Vorraber (Org.). A escola tem futuro? 2. ed. Rio de Janeiro (RJ):
Lamparina, 2007.
FORQUIN, Jean-Claude. Escola e Cultura: as bases sociais e epistemológicas do
conhecimento escolar. Trad. Guacira Lopes Louro. Porto Alegre, RS : Artes Médicas,
1993.
FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Cortez, 2012.
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem.
Trad.: Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SEMINARIOS INTEGRADORES/TCC
São tempos e espaços curriculares capazes de promover e exigir dos futuros
professores atuações diferenciadas com percursos variados e diferentes modos de
organização do trabalho possibilitando o exercício das diferentes competências num
trabalho teórico – prático, colaborativo e de interação que vislumbrará temas atuais e
de interesse que não são contemplados pelas demais disciplinas do curso.
67
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas,
2011.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas,
2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Cientifica
Ciência e Conhecimento Cientifico. Métodos. São Paulo: Atlas, 2011.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho
Científico. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCONI, M. A..; LAKATOS, E.M. Técnicas de Pesquisa. São Paulo: Editora
Atlas, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica. São
Paulo: Atlas, 2007.
POUPART, Jean; et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e
metodológicos. Tradução de Ana Cristina Arantes Nasser. 2. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2010.
ROTTA, M.; ONOFRE, S. B. Orientações práticas para trabalhos acadêmicos.
Francisco Beltrão: Grafisul, 2011.
9 SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação é considerada como um dispositivo de formação que
proporciona indicadores para a superação das deficiências do processo ensinoaprendizagem e para analise do processo formativo desenhado por alunos e
professores ao longo dos encontros de aula de cada componente curricular. É,
portanto, um processo de reflexão sobre os conhecimentos, as habilidades, os
valores e atitudes do docente e do discente.
As diferentes técnicas ou instrumentos de avaliação, em especial as práticas
avaliativas reflexivas, a autoavaliação, a avaliação coletiva, serão consideradas, pois
desempenham, de acordo com Hoffmann (1993), um papel significativo para o
currículo e para a formação de professores proporcionando informações sobre o
processo de modo contínuo, dialógico e aberto de aprendizagem.
A avaliação aqui apresentada tem como referência as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação de Professores da Educação Básica, Resolução CNE/CP
nº 001, de 18 de fevereiro de 2002.
Como referência avaliativa do processo ensino-aprendizagem, defende-se a
concepção processual. Prevê-se que a avaliação seja o exercício reflexivo e
mediador da qualificação profissional para que o profissional formado por este curso
possa fazer a transposição didática de uma avaliação que não objetiva apenas o
68
exercício tradicional da memorização, sinônimo de ansiedade, medo e punição. Mas
que esteja em consonância com a concepção de currículo integrativo, de projeto
coletivo, interdisciplinar e multicultural através da reflexão consciente do que, do
como e do quando avaliar e, essencialmente, de quem são os sujeitos avaliados e
avaliadores, suas concepções e vivências e, enfim, por que avaliar.
Avalia-se a área de conhecimento, as habilidades as atitudes e os valores
emergentes do processo de formação do professor em formação, bem como a
capacidade de comunicação, de resolução de problemas e a habilidade para
ensinar.
Os métodos avaliativos não dialógicos como testes escritos com formatação
variada, realização de pesquisas, aulas, relatórios e outros, constituir-se-ão em
instrumentos avaliativos, porém não deverão superar os métodos reflexivos.
O professor, a IES e o acadêmico, além do conhecimento, são objetos de
avaliação para garantir o redimensionamento do processo de ensino, o
desenvolvimento e a flexibilização do currículo, visando a consistente formação do
Licenciado em Pedagogia.
9.1 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A avaliação faz parte de um processo formativo, para fins de diagnóstico da
aprendizagem e para compreensão do trabalho desenvolvido por docentes e
discentes. A organização das avaliações do processo ensino-aprendizagem do
curso utiliza-se das normativas regimentais da Instituição que se constitui de notas
representadas numericamente por valores de intervalo de zero (0) a dez (10).
O resultado da avaliação será calculado por meio de notas obtidas nas
diferentes formas avaliativas em bimestres e em exame final. Sendo que o Professor
poderá realizar:
-
No máximo duas avaliações em forma de provas. Considerando que uma é
realizada na semana de provas bimestrais conforme calendário acadêmico;
-
No máximo três trabalhos que tenham definições e critérios feitos pelo
Professor em coerência com o plano de ensino da disciplina, e que sejam
apresentados de forma clara aos acadêmicos.
MB= Média dos Trabalhos + Média das Avaliações
2
69
O aluno que ao longo dos quatro bimestres alcançar média igual ou superior a
sete (7,0) ficará dispensado do exame final na disciplina, sendo esta a média
aritmética simples obtida nos quatro bimestres.
Deverá prestar exame final na disciplina o acadêmico que obtiver nota de
quatro (4,0) a seis vírgula nove (6,9), obtidas na média aritmética anual.
Resultado final do processo de verificação da aprendizagem:
Média aritmética simples dos quatro bimestres:
Média aritmética simples dos quatro bimestres:
NF = (1ºNB + 2ºNB + 3ºNB + 4ºNB)
4
Nota final cinco (5,0) a dez (10,0) = aprovado.
Nota final de zero (0) a quatro vírgula nove (4,9) = reprovado
ou em
dependência na disciplina.
As siglas adotadas nas fórmulas de cálculo da média têm as seguintes
correspondências:
-
NF = nota final;
-
NB = nota bimestral;
-
MB = média bimestral;
-
NEF = nota do exame final.
Para aprovação será ainda levada em consideração a frequência do
acadêmico que deverá ser de, no mínimo, setenta e cinco por cento (75%) em cada
disciplina do curso. Ficará impedido de prestar exame final o aluno que não obtiver o
mínimo de frequência exigida.
9.2 AVALIAÇÃO DOCENTE
A avaliação do Docente é parte importante do processo formativo do curso de
Pedagogia da Faculdade VIZIVALI e é realizada anualmente por meio do processo
que compreende a Autoavaliação Institucional, realizada por discentes que avaliam
cada professor de acordo com sua respectiva disciplina e se autoavaliam como
acadêmicos no requisito desempenho e envolvimento com as atividades do curso.
Para avaliar o trabalho realizado pelo corpo docente do curso de Pedagogia,
cumpre-se a exigência institucional da apresentação dos planos de ensino, contendo
70
ementa, objetivos, conteúdos, metodologias, critérios de avaliação e bibliografia
básica pelos professores, ao coordenador do curso, à secretaria acadêmica e ao
acadêmico para que se efetive o acompanhamento do processo centrado em
aspectos fundamentais para a identificação do perfil do formado pretendido.
9.3 AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
O Curso de Pedagogia realiza a cada dois anos o Fórum Pedagógico – o
evento tem como objeto de estudo o Projeto Pedagógico de Curso. O Fórum
acontece no auditório da Instituição. A estrutura de discussão e exposição é dividida
em três momentos, que conta a participação e organização de acadêmicos de todas
as turmas do curso, egressos e professores.
O Fórum Pedagógico traz para discussão um olhar reflexivo sobre a
Organização do Curso de Pedagogia que oferece formação para o exercício
integrado e indissociável da docência, da gestão dos processos educativos
escolares e não-escolares, da produção e difusão do conhecimento científico e
tecnológico do campo educacional. A partir da organização curricular que
pressupões estudos sobre:
- Núcleo de estudos básicos - que, sem perder de vista a diversidade e a
multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da literatura
pertinente e de realidades educacionais, de reflexão e ações críticas.
- Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos - voltado às áreas de
atuação profissional priorizadas pelos projetos pedagógicos das instituições e que,
atende a diferentes demandas sociais.
- Núcleo de estudos integradores - que proporcionará enriquecimento curricular.
Dados esses que quando coletados são analisados junto ao colegiado de
Curso, servindo de base para propor novos direcionamentos ao projeto
pedagógico do curso.
9.4 AVALIAÇÃO EXTERNA
A avaliação externa é composta pelos mecanismos de avaliação do MEC,
instituídos pela lei nº. 10.861/2004 que regulamenta a Avaliação Institucional.
Processo esse que organiza de forma a integrar os múltiplos instrumentos que a
compõem com base em uma concepção contextualizada, de respeito à identidade e
71
à heterogeneidade institucional. Essa nuance inclui a proposta do Sinaes que
compreende um sistema de avaliação institucional global e integrada das atividades
acadêmicas, compostos por processos complementares, que em específico para o
Curso de Pedagogia ocorre por meio: Avaliação do Desempenho dos Estudantes –
Enade e indiretamente pela sociedade onde estarão atuando os profissionais
formados pela Instituição.
9.5 AVALIAÇÃO INTERNA
O processo que compreende a trajetória do desenvolvimento da Avaliação
Institucional da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI, por meio da
AUTOAVALIAÇÃO - mediante um trabalho de construção coletiva, pauta-se nas
atividades concomitantes às funções fim da instituição considerando o seu contexto
sociocultural e pedagógico.
Iniciou em 2009, com a avaliação de aspectos institucionais que envolve os
departamentos ciências sociais aplicadas, linguística, letras e artes, ciências
humanas, ciências exatas e da terra, agrupados segundo seus campos de ensino e
pesquisa, o corpo docente e administrativo e a sociedade civil.
Os indicadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, instituído pela Lei n° 10.861/04, orientam o delineamento dos critérios e
princípios definidos para obtenção das informações Institucionais, que contribui para
a análise reflexiva e debate rumo à construção de uma identidade institucional, bem
como fornecer subsídios para a propositura de decisões pela Comissão Própria da
Avaliação - CPA, que contribua para a viabilização de um projeto de Institucional não
apenas técnico cientifico, mas de aspectos de gestão e de relações de inserção
social, considerando que Avaliação Institucional tem como eixo norteador o estudo
da efetividade da ação Institucional como um todo, definido coletivamente entre seus
pares.
Em face da multiplicidade de fatos, ideias e formas de trabalho
desencadeadas no decorrer do processo avaliatório, é necessário baliza-los pela
relevância que detêm diante da descrição contemplada pelo critérios que definem a
avaliação institucional e que perpassa o todo da Instituição, tendo por objeto de
analise valorativa as suas ‘atividades finalísticas’ na perspectiva científica e
pedagógica formadora, responsabilidade social da IES, políticas de pessoal, de
72
carreira, de aperfeiçoamento, de condições de trabalho, Infraestrutura física e
recursos de apoio. Neste mesmo limiar, considera os elementos que fazem parte
dos ‘procedimentos organizativos e operacionais das instituições’ que contempla a
missão e o plano de desenvolvimento institucional, a comunicação com a sociedade,
a organização e gestão da instituição, o planejamento e avaliação, as políticas de
atendimento aos estudantes e a sustentabilidade financeira.
Para delimitar o campo destas abordagens por meio do trabalho coletivo que
envolve diferentes segmentos Institucionais em meio a um processo coletivo e
democrático que vem ocorrendo de forma descritiva e valorativa que implica em
análises quantitativas e qualitativas, que propicia a tomada de decisões rumo ao
aperfeiçoamento de seus programas e do desempenho de suas funções,
envolvendo atividades específica de caráter contínuo e cíclico incorporando métodos
e incorporando diversas fases e operações.
Nesta linha sequencial pauta-se na interpretação valorativa que analisa a
realidade do contexto a partir do valor representado na seletividade de dados
colhidos que expressa padrões e expectativas conscientes e intencionalmente
ordenado com os fins da avaliação institucional, o que permite a CPA determinar o
valor relativo das informações em sua totalidade. O que ocasiona a capacidade de
organizar-se na busca do processo de definição da identidade Institucional, que abre
espaço para a reflexão, a discussão e o debate dos participantes sobre o
desempenho e a produção acadêmica, o que culmina no apontamento de rumos
coerentes com os fins Institucionais e na propositura de ações e projetos que
viabiliza o aperfeiçoamento dos diferentes segmentos. Nesse limiar a avaliação tem
caráter formativo que agrega as bases quantitativa e qualitativa que por meio dos
dados e analises gera a autoconsciência Institucional, das demandas sociopolíticas,
bem
como
estimula
comportamentos
individuais
e
relações
interpessoais
identificados com os propósitos e programas, que considera a Instituição na sua
totalidade sociocultural, educacional, ética e científica.
Nesse clima que envolve dados e analises, apoiados na concepção de
autonomia Institucional, percebe-se a pluralidade de comportamentos que se
manifestam na trama de relações marcadas por diferentes compreensões e práticas
característicos do meio acadêmico. No entanto, é imprescindível visualizar que
essas diferenças explicam as contribuições legítimas e significativas para
implementação de princípios e requisitos norteadores da avaliação e dos
73
mecanismos que viabilizam a sua realização. Princípios esse que atendem ao perfil
da avaliação institucional que pressupõe a construção contínua e permanente do
seu processo, que se altera à medida que acumula informação confiável, que
possibilita rever dados menos significativos.
O cenário da avaliação institucional requer que a CPA, concebida como
agregadora
de
forças
de
diferentes
segmentos
Institucionais
e
sociais
instrumentalize o debate interno sobre a qualidade, subsidiando o processo
decisório que envolve compromissos individuais e coletivos.
Nessa trajetória a CPA, acompanha os diferentes momentos que envolvem a
avaliação que enseja: a formulação dos questionamentos que é lançado na
plataforma virtual que será acessado por acadêmicos e docentes para avaliar
aspectos institucionais, de ordem estrutural, legal, de desempenho acadêmico e
docente; para os membros do corpo administrativo para avaliar os aspectos
institucionais e desempenho administrativo; a avaliação direcionada para a
comunidade externa é feita por formulário manual que é entregue as diferentes
segmentos da sociedade.
A partir desse processo, são realizadas reuniões com a CPA, para analises e
apontamento de estratégias que serão levadas ao conhecimento dos diferentes
segmentos institucionais em reuniões específicas e coletivas, que norteia-se
primeiramente pela analise dos resultados colhidos, seguido de debates coletivos
que viabiliza a propositura de parâmetros que contribui no desenvolvimento do
relatório final que serve de indicativo para decisões dos diversos segmentos
institucionais e para analise do MEC.
A
CPA
como
membro
ativo
dos
direcionamentos
que
envolve
o
desenvolvimento da avaliação institucional prima pelos requisitos que vela pela
observação dos princípios da universalidade, totalidade, igualdade, especificidade,
periodicidade, racionalidade, transparência, integração, retribuição e cumulatividade.
O que visa atingir os objetivos fundamentais do processo avaliatório que envolvem a
avaliação institucional da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI , que
pressupõe:

Buscar informações que permitam uma visão global dos processos sociais,
pedagógicos e científicos envolvidos nas atividades acadêmicas, de modo a
identificar os problemas e suas causas, as possibilidades e as potencialidades
74
da Instituição no cumprimento de sua missão social, melhorando suas
condições de atuação e fortalecendo-a;

Sensibilizar e mobilizar a Comunidade Acadêmica para o conceito da
autoavaliação e sua prática educativa como elemento para gerar, nos
membros da comunidade acadêmica, autoconsciência de suas qualidades,
problemas e desafios para o presente e o futuro, estabelecendo mecanismos
institucionalizados e participativos para criar uma cultura de busca da
qualidade do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão;
Com vistas ao alcance das referidas metas, as comunidades interna e externa
são mobilizadas, por meio de estratégias, definidas em três etapas distintas:
Etapa preparação - envolve principalmente a comunidade interna, inclusive os
gestores. Dessa fase resultou a Constituição da CPA, por meio da Portaria nº
02/2010. Outra ação de grande importância dessa etapa foi a sensibilização da
comunidade interna quanto à nova proposta de auto avaliação integrada aos
princípios do SINAES. Em face desses pressupostos os membros da CPA
participaram de estudos internos, bem como toda a comunidade acadêmica, por
meio da realização de seminários específicos e discussões. Após está fase de
estudos, a CPA coordena a elaboração da proposta de auto - avaliação.
A CPA, ao organizar a proposta de autoavaliação, com base nos
pressupostos do SINAES, procura envolver todas as pessoas que direta ou
indiretamente integram a instituição, comunidade interna e externa. Está participação
ocorre no Fórum Permanente de Avaliação Institucional da VIZIVALI organizados
com tal finalidade, dando base para a elaboração coletiva das planilhas e roteiros
que servem de aporte para o recolhimento dos dados no decorrer da aplicação da
avaliação institucional.
Etapa desenvolvimento - consiste na operacionalização da proposta definida pela
comunidade acadêmica. Momento que efetiva-se as atividades:

Levantamento de dados e informações pela CPA, mediante análise de
relatórios, de documentos oficiais.

Preenchimento de tabelas com dados quantitativos para fundamentar a
avaliação das várias dimensões.

Coleta de pareceres avaliativos na comunidade interna: diferentes segmentos
da comunidade acadêmica participaram da autoavaliação institucional
75
respondendo aos questionários ou se manifestando nos seminários
avaliativos.
Etapa consolidação - pode – se afirmar que o processo de avaliação institucional
atinge realmente o seu ciclo, ou se consolida, neste momento, o da elaboração do
relatório, divulgação e análise dos resultados obtidos. Este relatório, ora
apresentado a toda a comunidade, e de responsabilidade da CPA, está pautado em
uma série de documentos produzidos na instituição, especificados nas planilhas
avaliativas, bem como nos resultados dos questionários preenchidos pela
comunidade acadêmica.
Tendo em vista a estreita articulação que deverá ocorrer entre os dados
ponderados que servirá como principal fonte de informação para a avaliação
externa, optou-se por estabelecer nas planilhas avaliativas a escala numérica
adotada pelos avaliadores externos e prevista no artigo 3º § 3º da Lei nº 10.861/04.
Escala está que compõe-se de cinco níveis: Nível 1: insatisfatório: média
quantitativa para fins de analise do MEC: 1,0 a 1,4; Nível 2: bem pouco satisfatório:
média quantitativa para fins de analise do MEC: 1,7 a 2,4; Nível 3: parcialmente
satisfatório: média quantitativa para fins de analise do MEC: 2,7 a 3,4; Nível 4: em
grande parte satisfatório: média quantitativa para fins de analise do MEC: 3,7 a 4,4;
Nível 5: plenamente satisfatório: média quantitativa para fins de analise do MEC: 4,7
a 5,0
A CPA tem clareza que o processo de autoavaliação não se encerra com a
finalização do relatório. E sim, que posteriormente, sirva de base para a instituição
planejar-se, visando atingir patamares diferenciados na qualidade acadêmica e
pertinência social.
No decorrer da analise e interpretação avaliativa dos indicadores, a CPA
analisa a articulação, coerência, consonância, adequação, integração, intensidade,
consistência, pertinência, consolidação direcionamentos em prol de uma construção
coletiva e a institucionalização do conjunto de projetos e práticas constitutivas da
identidade dessa Instituição.
10 ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO
Pedagogia da VIZIVALI considera como componentes essenciais as
atividades de extensão, estágio supervisionado, as atividades teórico-práticas de
76
aprofundamento e o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC como eixo fundamental
da formação do pedagogo. As políticas internas desses componentes curriculares
são explicitadas a seguir:
10.1 ATIVIDADES DE EXTENSÃO
A extensão prevê uma dimensão transdisciplinar que assumirá o trabalho
disciplinar como ponto de partida para indicação dos temas. O desenvolvimento das
proposta será assegurada ao acadêmico que envolver-se em projetos de extensão,
com diferentes naturezas pedagógicas, propostas essas planejadas e estruturadas
pelas coordenações de curso, coordenação de extensão ou corpo docente. As
atividades serão desenvolvidas em parceria com os professores e também sob a
orientação dos professores.
Os projetos integrantes serão espaço de articulação entre as concepções
epistemológicas e a necessidade social diagnosticada nas diferentes comunidades
de onde provem os acadêmicos e no meio ao qual se encontra inserida a instituição.
As ações envolve atividades de assessorias, palestras, oficinas, minicursos,
atendimento pedagógico hospitalar e ambiental e pesquisas em processo de
formação pedagógica e humana em ambientes escolares e não escolares.
A Semana de Acadêmica desenvolvida pelo curso ocorre em parceria com os
cursos de licenciatura da instituição anualmente. É uma evento regional envolve
acadêmicos, professores e comunidade em geral. Trabalha-se oficinas, palestras,
minicursos, conferências sempre resultantes de um tema eleito no início do ano
letivo que contemple abordagens atuais do processo político educacional do país.
O Curso de Pedagogia da VIZIVALI tem na extensão um de seus marcos
formadores. A parceria com o curso de Letras: Habilitação em Inglês e Espanhol
permite a participação efetiva dos futuros pedagogos no Vizilínguas ampliando sua
formação na língua materna e produção textual além da inserção nas línguas
estrangeiras nível I, II e III. E em cursos de Libras.
O curso é parceiro do evento de Iniciação Científica – SIC, oportunidade em
que acadêmicos, professores da IES e de IES convidadas apresentam suas
produções científicas por meio de painéis, comunicações e minicursos.
77
10.2 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
As disciplinações do Estágio Curricular Supervisionado estão previstas em
Regulamento próprio (anexo I) e obedecem as determinações aprovadas por
ocasião do Reconhecimento do Curso pelo Decreto Estadual 7056/2010.
- O estágio supervisionado está regulamentado pela VIZIVAL e possui carga
horária de 408 horas, ou seja, carga horária acima do mínimo estabelecida pela
Resolução do CNE/CP nº 1/2006, que é de 300 horas.
O disposto atende ao principio maior que se refere ao zelo pelo cumprimento
da carga horária de estágio supervisionado, estabelecido na Resolução do CNE/CP
nº 1/2006, bem como ao disposto referente a carga horária contemplada no artigo 1º
inciso II da Resolução 02/2002 do CNE.
Ainda quanto ao atendimento da Resolução 2/2002 do Conselho Nacional de
Educação, que em termos de Estágio Curricular Supervisionado institui o seu início a
partir da segunda metade do curso, a organização curricular do curso de Pedagogia
da VIZIVALI, se pauta na concomitância do trabalho entre teoria e prática,
disciplinando a oferta de estágio a partir do 2º ano do curso, assegurando desta
forma, maior interação entre os fundamentos teóricos e práticos, indo de encontro ao
que recomendam as atuais práticas educativas, oportunizando assim resultados
mais otimizados e seguindo o que preconizam as DCNs aprovadas pela Resolução
CNE/CP 1/2006.
A partir da concepção do pedagogo-docente a gestão educacional é
desenvolvida como parte integrante e articuladora nos momentos dos estágios, na
medida em que prevê ações integradas de gestão e docência quer nos espaços
formais como não formais, tanto na dimensão da educação infantil como na
dimensão do anos iniciais do ensino fundamental.
Para a realização do Estágio Supervisionado a VIZIVALI acreditando na
importância da interação entre instituição formadora e instituições de educação
básica, desenvolve convênios e parcerias com as principais redes de educação
básica do município que são a Secretaria Municipal de Educação dos Municípios da
região e a Secretaria Estadual de Educação do Paraná por meio de seus Núcleos
Regionais de Educação - NRE, ainda há convênios com escolas e instituições da
rede privada de ensino que se destacam no cenário local.
78
A Coordenação do Curso junto com o Colegiado do Curso e o professor
supervisor de estágio são os responsáveis pela condução do estágio no curso de
Pedagogia, desenvolvendo ações de acompanhamento, supervisão, execução e
avaliação, e implementando as políticas institucionais, conforme previsto no
Regimento Interno da VIZIVALI.
10.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O TCC representa o espaço curricular destinado à pesquisa de temas
relacionados à formação do pedagogo, que requer do acadêmico pesquisador o
desenvolvimento de um projeto de pesquisa que culminará na produção de um
artigo ou um relatório de pesquisa desenvolvido pelo acadêmico de forma individual
ou em dupla sob a orientação de um professor da Instituição. Os parâmetros para o
desenvolvimento da pesquisa e orientações consta no Regulamento do Trabalho de
Conclusão de Curso - TCC (anexo II).
10.3.1 Eixos articuladores de pesquisa
A proposta de pesquisa como prática investigativa é parte integrante da
formação dos profissionais da educação. O curso de Pedagogia por meio do
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (anexo II) estabelece eixos
de investigação que articula a prática de inserção na realidade, como exercício
teórico e prático para a produção de conhecimentos, a partir dos eixos articuladores
que se definem a linha de discussão dos docentes do curso.
A prática investigativa do Curso de Pedagogia da VIZIVALI priorizará três
eixos articuladores:
Eixo 1. formação dos Profissionais da Educação Básica: Está voltado para as
questões relacionadas à formação docente, a formação dos gestores, a formação
das equipes de apoio pedagógico e administrativo na perspectiva de fortalecer a
Educação Básica privilegiando estudos do cotidiano e suas implicações teóricas,
além das políticas educacionais relativas ao tema.
O desenvolvimento da iniciação cientifica nesse eixo, articula-se com a
orientação dos Docentes:
Mariza Rotta
Ailson Teixeira
79
Eixo 2. Educação e Sociedade: O eixo procura incentivar pesquisas que tratem da
interconexão educação e sociedade na perspectiva da compreensão de saberes que
se configurem em conhecimentos sustentadores de um processo de construção de
uma cultura voltada para o desenvolvimento social. Envolve, temas de educação e
saúde, educação ambiental, ecopedagogia e sustentabilidade, estudos da vida
urbana e rural.
O desenvolvimento da iniciação cientifica nesse eixo, articula-se com a
orientação dos Docentes:
Everton M. Batistela
Evandro Mello
Miriam C. Benedeti
Arlete Venturim
Anelize C. Herpich
Eixo 3. Escola e Currículo: O eixo procura analisar o currículo sob o enfoque de
sua dimensão cultural, política e social; as práticas pedagógicas inseridas no
cotidiano escolar e da sala de aula; as metodologias específicas; a transversalidade
na educação; e organização do trabalho pedagógico e da instituição escolar no
tempo e no espaço.
O desenvolvimento da iniciação cientifica nesse eixo, articula-se com a
orientação dos Docentes:
Adenilson Marcos da Silva Eliane Aparecida Dutra
Elaine M. Bonato
10.4 ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS DE APROFUNDAMENTO
As Atividades Teórico-Práticas de Aprofundamento - atende ao disposto da
Resolução CNE/CP nº 1/2006 – que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de Pedagogia perfazendo um total de 200 (duzentas) horas de
atividades, que devem ser desenvolvidas ao longo do Curso. As atividades devem
concentrar-se nas áreas de formação a docência e gestão em instituições escolares
e não escolares, as quais serão validadas mediante pedido encaminhado pelo
acadêmico à Coordenação de Curso, que analisa com o Colegiado do Curso, os
documentos juntados pelos acadêmicos, conforme determina o Regulamento1
(anexo III), que determina a adequação das atividades teórico-práticas de
aprofundamento, dispostas na estrutura abaixo destacada:
1
Regulamento das atividades teórico práticas de aprofundamento do Curso de Pedagogia Renovação do reconhecimento pelo Decreto nº 7.056/10 – diário oficial do Pr.
80
Atividades teóricopráticas de
aprofundamento
Projeto de iniciação à
pesquisa
- Artigo
- Pôster
- Capítulo de livro
Projetos de Extensão
- Pedagogia Hospitalar
(Cadastrados na
Coordenação de Extensão
– VIZIVALI)
Módulos Temáticos
- Curso de formação
específica
Eventos
Seminários de iniciação
científica (participação ou
organização)
Descrição/ carga horária
máxima de validação
Congressos (participação
ou organização)
* 80 h (interno) / 40 h
(externo)
Palestras, Conferências e
Debates (participação ou
organização)
Disciplinas de cursos
compatíveis à sua
formação
- Disciplinas de Pós –
graduação
Projetos de atividades
comunitárias
(participação ou
organização)
- De caráter esportivo,
cultural e
entretenimento
voluntariado
Monitoria e assessoria
em educação
- Atividades de apoio à
escola
* 10 h
* 05 h
20 h
* 40 h (10 h anuais)
40 h
Documentos a serem
apresentados
Cópia do material
publicado onde conste
ISSN ou ISBN
Certificado emitido pela
Coordenação de Extensão
Certificado emitido
pela organização do
evento.
* 40 h (interno) / 40 h
(externo)
Certificado de participação
ou execução.
20 h
30 h
Declaração ou certificado
emitido pela
Coordenação de
Extensão.
30 h
Declaração da instituição,
em papel
timbrado, com a carga
horária cumprida.
30h
Declaração da instituição,
em papel
timbrado, com a carga
horária cumprida.
Especificações:
- O acadêmico deve observar a carga horária limite de cada área, dado que a intenção é a
diversidade de formação.
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- (* - asterisco): representa a obrigatoriedade da atividade assim como da carga horária
contemplada.
11 INSTALAÇÕES FÍSICAS
Parte das instalações físicas à disposição do curso são de uso comum da
Faculdade, dentre as quais cita-se: biblioteca, auditório, centro de documentação,
rede de telecomunicações, salas de aula, salas administrativas, sala de professores
e laboratórios, as salas de aula utilizadas pelo curso de Pedagogia são providas de
ventiladores e ar condicionado e equipada com aparelho multimídia, projetadas para
um melhor aproveitamento da aula. Além destas, o Curso de Pedagogia faz uso
constante desses espaços:
11.1 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
O Curso de Pedagogia utiliza um laboratório de informática, com equipamento
que viabiliza o trabalho individualizado para acesso a pesquisas e desenvolvimento
de atividades orientadas pelos professores nas suas respectivas disciplinas. Além
dos 30 computadores, o laboratório dispõe de quadro branco, aparelho multimídia e
acesso a WI-FI.
11.2 LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
O laboratório pedagógico destina-se ao desenvolvimento das práticas
pedagógicas e elaboração de material pedagógico. As aplicações práticas e as
produções de recursos didáticos e materiais pedagógicos devem ser propícios para
o enriquecimento das práticas do trabalho pedagógico, tais como: construção de
brinquedos utilizando materiais de sucata, jogos variados, maquetes, material de
contagem, confecção de mapas, gráficos e outros. Nas atividades laboratoriais,
incluem-se as aplicações práticas: construções de textos, desenho, técnicas de
pintura, modelagem, escultura, leitura de obras de arte, jogos e brincadeiras, rodas
cantadas, explorações de sons e repertórios musicais, danças.
82
11.3 BIBLIOTECA
A Biblioteca, para atender às necessidades dos acadêmicos e professores,
tem recebido acompanhamento constante, para adequar-se ao processo de
inovação pedagógica que os cursos vem passando periodicamente, em prol da
melhoria dos serviços oferecidos a seus usuários.
A Biblioteca dispõe de instalações climatizadas, assoalho em taco, com
acesso para pessoas com necessidades especiais, excelente iluminação e acústica,
divididas em:
a) Instalações para o acervo - A área destinada ao acervo é de 350.m2, com serviços
antimofo e fungos, divisórias e estantes metálicas.
b) Instalações para estudos individuais - A área destinada aos estudos individuais é
de 5,40.m2, com mesas e cadeiras.
c) Instalações para estudos em grupos - A área destinada aos estudos em grupo é
de 50,76 m2, com mesas e cadeiras para estudo.
d) Acesso à internet - em suas dependências por meio da rede sem fio (Wi-Fi).
Dispõe de Biblioteca VIRTUAL, que constitui a consulta, por parte do usuário, de
todo o acervo documental da bibliotecas, que pode ser acessada de qualquer parte
via internet.
e) Composição do Acervo – para composição do acervo estabelece-se alguns
critérios de seleção, observados os seguintes aspectos: assunto, cliente, documento
e preço. Para a formação do acervo do sistema, o processo passa por uma
cuidadosa seleção, e indicação do corpo docente. Contudo, é feito um trabalho
conjunto entre docentes e bibliotecário que permita a adequada formação de uma
coleção que atenda a linha pedagógica da Instituição, a fim de que todos os Cursos
sejam contemplados. O Acervo da biblioteca conta com os seguintes suportes
informacionais: Bibliográficos (Livros, obras de referência, obras raras); Periódicos
(Revistas, jornais, relatórios, anuários, diários oficiais); Materiais Especiais
(Monografias, dissertações, teses, folhetos, mapas, fitas de vídeos, CD - rom, CD music, DVD, disquetes, slides, textos);
f)Divulgação das Novas Aquisições - é realizada por meio de alertas bibliográficos.
São enviados alertas eletrônicos por e-mail para os Coordenadores de cursos para
serem compartilhados com o corpo docente, e também por consulta direta no site da
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biblioteca http://www.vizivali.edu.br para o corpo discente e exposição na biblioteca
das obras adquiridas.
REFERÊNCIAS
BEHRENS, M. A. O paradigma emergente e a prática pedagógica. 2 ed. Curitiba:
Champagnat, 2000.
Brasil. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Pedagogia. Brasília:
MEC, 2006.
DEMO, P. Educar pela pesquisa. 5 ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2002.
FORGRAD – Fórum de Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras. O
currículo como expressão do projeto pedagógico: um processo flexível. Rio de
Janeiro, 2000.
IMBERNÓN, F. (org.). A educação no século XXI – os desafios do futuro
imediato. São Paulo: Artes Médicas Sul, 2000.
LOJKINE, Jean. A revolução informacional. Trad. José Paulo Netto. São Paulo:
Cortez, 1995.
SÀCRISTAN, Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed. Porto
Alegre: ArtMed, 1998.
SILVA, Carmem Silvia Bissolli da. Curso de Pedagogia no Brasil: história e
identidade. Campinas: Autores Associados, 1999.
XI ENDIPE. Anais. Igualdade e diversidade na educação. Goiânia, 2002.
_________. Didáticas e práticas de ensino: interfaces com diferentes saberes e
lugares formativos. Goiânia: Alternativa, 2002.
_________. Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e
formação de professores. Goiânia: Alternativa, 2002.
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