Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Índice Preâmbulo .....................................................................................................................................................5 Introdução .....................................................................................................................................................7 1. Objetivos do Plano de Desenvolvimento do Currículo..........................................................................8 2. Oferta Educativa e Formativa de Escola................................................................................................8 3. Organização Escolar ........................................................................................................................... 14 4. Organização Pedagógica..................................................................................................................... 18 5. PDC - Operacionalização .................................................................................................................... 24 6. Plano Anual de Atividades .................................................................................................................. 25 7. Plano de Desenvolvimento do Currículo / Plano de Turma ............................................................... 26 8. Avaliação ............................................................................................................................................ 27 9. Cronograma ........................................................................................................................................ 28 10. Divulgação .......................................................................................................................................... 30 Considerações Finais .................................................................................................................................. 31 ANEXO 1 – Ensino Básico - Estrutura Curricular ....................................................................................... 33 ANEXO 2 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de Práticas Comerciais .................... 34 ANEXO 3 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de Eletricista de Instalações............ 35 ANEXO 4 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF Tipo 3: Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade 36 ANEXO 5 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 1 .............................................................................. 37 ANEXO 6 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 2 .............................................................................. 38 ANEXO 7 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias ................................................................................................................................................. 39 ANEXO 8 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas ........................................................................................................................................ 40 ANEXO 9 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico Humanístico de Línguas e Humanidades.............................................................................................................................................. 41 ANEXO 10 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico Humanístico de Artes Visuais .... 42 ANEXO 11 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Análise Laboratorial 43 ANEXO 12 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Apoio à Infância .. 44 ANEXO 13 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Comércio ............. 45 2 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 14 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade .............................................................................................. 46 ANEXO 15 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Contabilidade ...... 47 ANEXO 16 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos ..................................................................................................... 48 ANEXO 17 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Turismo ................ 49 ANEXO 18 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Vendas ................. 50 ANEXO 19 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A Nível 4 - Técnico de Ação Educativa .................................................................................................................................................... 51 ANEXO 20 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A Nível 4 - Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores ................................................................................................... 52 ANEXO 21 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular - NEE..................................................................... 54 ANEXO 22 – Grupo de Recrutamento de Português e Francês - 300/320 ................................................. 55 ANEXO 23 – Grupo de Recrutamento de Inglês / Alemão - 330 ................................................................ 58 ANEXO 24 – Grupo de Recrutamento de História - 400............................................................................. 63 ANEXO 25 – Grupo de Recrutamento de Filosofia - 410 ............................................................................ 71 ANEXO 26 – Grupo de Recrutamento de Geografia - 420 ......................................................................... 76 ANEXO 27 – Grupo de Recrutamento de Economia - 430 / 533 ............................................................... 79 ANEXO 28 – Grupo de Recrutamento de Matemática - 500 ...................................................................... 85 ANEXO 29 – Grupo de Recrutamento de Física e Química - 510 ............................................................... 89 ANEXO 30 – Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia - 520 .......................................................... 91 ANEXO 31 – Grupo de Recrutamento de Eletrotecnia - 540 ...................................................................... 95 ANEXO 32 – Grupo de Recrutamento de Informática - 550..................................................................... 104 ANEXO 33 – Grupo de Recrutamento de Artes Visuais - 600................................................................... 106 ANEXO 34 – Grupo de Recrutamento de Educação Física - 620 .............................................................. 112 ANEXO 35 – Biblioteca Escolar ................................................................................................................. 118 3 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 4 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Preâmbulo A revisão do anterior Projeto Curricular de Escola (PCE) teve início em maio de 2012 com uma equipa nomeada pela diretora da escola e constituída pelas professoras Ana Cristina Barreto e Ana Branca Assunção. O trabalho desta equipa foi inicialmente apoiado pela perita externa do projeto TEIP, Professora Dra. Helena Peralta, que contribuiu para a definição e estruturação do PCE. Em junho foi apresentado em conselho pedagógico um documento que delineava o que se pretendia com a revisão do PCE e problematizava o tipo de documento a desenvolver. Após a aprovação do conselho pedagógico esta proposta de trabalho foi apresentada aos departamentos disciplinares que a discutiram e analisaram no sentido de concretizarem os contributos que lhes eram pedidos. Em setembro de 2012 foi apresentada ao Conselho Pedagógico uma primeira proposta de organização da revisão, já com sugestões e alterações resultantes da reflexão realizada pela equipa com a Dra. Helena Peralta e com os grupos disciplinares. Sabendo que o Projeto Curricular de Escola se operacionaliza e interliga com os Planos de Turma, as Coordenadoras dos Diretores de Turma propuseram uma formação para os Diretores de Turma sobre esse tema. A 3 de outubro realizou-se a Ação de Formação para Diretores de Turma: Construção do Plano Curricular de Turma com a formadora, Dra. Prazeres Casanova. Durante os meses de novembro e dezembro os grupos disciplinares apresentaram e reformularam as suas propostas, resultantes da reflexão e trabalho realizado internamente. Em janeiro de 2013 o PCE ou Plano de Desenvolvimento do Currículo, de acordo com a nova legislação, foi apresentado ao Conselho Pedagógico, que o apreciou e aprovou. Este documento é complementado com os critérios gerais de avaliação e planificações a longo prazo de acordo com as matrizes curriculares dos vários ciclos de ensino. A escola disponibiliza a toda a comunidade educativa a consulta destes documentos através da sua pagina na internet. http://www.esec-monte-caparica.com A Diretora Maria Manuela Dâmaso 5 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 6 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Introdução O Plano de Desenvolvimento do Currículo (PDC) da Escola é um dispositivo central na reconstrução do currículo nacional, que deve ser planeado, planificado e operacionalizado em planos de turma aprovados pelos intervenientes educativos e que implicam um trabalho de diagnóstico, previsão, realização e avaliação. É em função do currículo nacional e com base nas prioridades de intervenção educativa definidas no Projeto Educativo (PEE) que se desenha o Plano de Desenvolvimento do Currículo de Escola, no sentido de dar resposta às necessidades, problemas e potencialidades dos diferentes agentes educativos. Ao sistematizar um conjunto de estratégias de desenvolvimento do currículo nacional adequando-o à realidade da escola, o PDC constitui o instrumento de referência na operacionalização dos objetivos gerais expressos no PEE relativos ao desenvolvimento curricular. Melhorar as Aprendizagens Desenvolver Competências Pessoais e Sociais Promover uma Cultura de Autoavaliação O Plano de Desenvolvimento do Currículo, enquanto conjunto de linhas de ação definido no sentido de consensualizar e estruturar as práticas curriculares de cada escola, deve responder às necessidades de organização, contextualização e concretização curricular sentidas pelos professores. A elaboração do Plano de Desenvolvimento do Currículo de Escola deve resultar das estruturas intermédias e do consenso dos professores da escola, implicando que se tomem decisões sobre os elementos inerentes ao próprio desenvolvimento curricular. Trata-se de um conjunto de decisões que são fundamentais para a elaboração de propostas de intervenção didática, essenciais no desenvolvimento das práticas educativas. Deste modo, o Plano de Desenvolvimento do Currículo é entendido como um documento que explicita as intenções educativas e, em simultâneo, um elemento de referência, um fator facilitador e um reforço da própria ação pedagógica. A lógica e a coerência interna do Plano de Desenvolvimento do Currículo dependem da capacidade dos professores construírem esse plano, tendo como ponto de partida referentes que são publicamente reconhecidos e aceites pela comunidade educativa. É no Plano de Desenvolvimento do Currículo de escola que se definem opções e intencionalidades próprias, e concebem modos específicos de organização e gestão curricular capazes de adequar o currículo nacional, conteúdos e objetivos, à singularidade do contexto da Escola. 7 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 1. Objetivos do Plano de Desenvolvimento do Currículo A escola define como aspetos prioritários do Plano de Desenvolvimento do Currículo os seguintes objetivos: Fazer a articulação entre os objetivos do Projeto Educativo de Escola com os Planos de Turma Adaptar o currículo nacional à realidade da escola e ao contexto de cada turma Definir estratégias que contribuam para o sucesso educativo dos alunos Promover a interdisciplinaridade e articulação curricular Promover a reflexão e o trabalho em equipa entre as equipas pedagógicas Contribuir para uma cultura de autoavaliação interna 2. Oferta Educativa e Formativa de Escola A proposta de oferta educativa decorre da revisão curricular implementada a partir do ano letivo de 2004-2005 pelo Decreto-Lei N.º 74/2004, de 26 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 50/2011, de 8 de abril e pelos normativos legais criados posteriormente, sobretudo o Decreto-lei 139/2012, de 5 de julho e a Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto. Na presente proposta destaca-se a diversidade da oferta, quer ao nível dos cursos vocacionados para o prosseguimento de estudos, quer dos cursos profissionais, na sua dupla perspetiva de inserção no mercado de trabalho e do prosseguimento de estudos. Pretende-se dar resposta às motivações, expectativas, aspirações dos alunos e potenciar a flexibilidade na construção de percursos formativos, permitindo a reorientação do percurso escolar dos alunos e o reforço da autonomia da escola. Ensino Básico Ensino Básico Regular CEF - Cursos de Educação e Formação PIEF - Programa Integrado de Educação e Formação Ensino Secundário Cursos Científico-Humanísticos 7º, 8º e 9º Técnico de Eletricista de Instalações Técnico de Práticas Comerciais Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade 2º e 3º ciclo Tipo 2 Tipo 2 Tipo 3 Ciências e Tecnologias Ciências Socio Económicas Línguas e Humanidades Artes Visuais 8 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Cursos Profissionais 2012/2013 Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Técnico de Comércio Técnico de Vendas Técnico de Análise Laboratorial Técnico de Apoio à Infância Técnico de Contabilidade Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade Técnico de Turismo Educação e Formação de Adultos Cursos de Dupla Certificação Técnico de Ação Educativa – Nível 4 (Secundário) Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores - Nível 4 (Secundário) Cursos de PPT – Português para Todos ENSINO BÁSICO O Ensino Básico constitui o segmento do sistema educativo responsável por garantir a todos os cidadãos uma educação de base sólida e de qualidade, que lhes permita a integração na vida social de forma equitativa, quer na prossecução de estudos, quer na futura inserção no tecido socioprofissional. O 3.º Ciclo do Ensino Básico Regular reforça a abordagem disciplinar especializada, de modo a garantir o aprofundamento e o rigor das diferentes aquisições do conhecimento científico e cultural. O diretor de turma, em conjunto com o conselho de turma, é responsável pela gestão e articulação do currículo e outras ofertas educativas existentes, tais como projetos e atividades de compensação e reforço curricular. Os programas curriculares das disciplinas do Ensino Básico podem se consultados em: http://www.dgidc.min-edu.pt/ensinobasico/index.php?s=directorio&pid=3 As metas curriculares podem ser consultadas em: http://www.dge.mec.pt/index.php?s=noticias¬icia=396 A aplicação do currículo nacional e das matrizes curriculares concretizam-se em Planos de Estudo adaptados à realidade da escola que podem ser consultados no Anexo 1. No Plano de Estudos do Ensino Básico a ESMC optou por oferecer na componente Oferta de Escola a disciplina de Educação Tecnológica, uma disciplina de carácter artístico e tecnológico que reforça a componente prática e criativa do currículo do Ensino Básico. 9 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Em relação à Oferta Complementar, tendo em conta que a Educação para a Cidadania é uma área transversal a ser abordada nas várias áreas curriculares, a ESMC, no âmbito da sua autonomia e das prioridades do seu Projeto Educativo, decidiu reforçar esta área com a disciplina de Formação Cívica, a ser lecionada preferencialmente pelos diretores de turma. Os Cursos de Educação e Formação (CEF) proporcionam um conjunto de ofertas diferenciadas que permitem o cumprimento da escolaridade obrigatória e a obtenção de qualificações profissionais devidamente certificadas tendo como objetivo o ingresso no mundo do trabalho. Os CEF são percursos formativos organizados numa sequência de etapas de formação, consoante as habilitações de acesso. Os programas curriculares das disciplinas das diferentes componentes dos cursos CEF podem ser consultados em: http://www.anqep.gov.pt/default.aspx?access=1 A oferta formativa da escola inclui os seguintes cursos: Técnico de Práticas Comerciais – Tipo 2 (Anexo 2) Técnico de Eletricista de Instalações - Tipo 2 (Anexo 3) Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade - Tipo 3 (Anexo 4) O Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF), explanado na Portaria n.º 272/2012, de 4 de setembro, visa a promoção de respostas na área da inclusão social com vista a prevenir e combater as situações indiciadas e/ou sinalizadas de crianças e jovens em risco de exclusão social. Este programa implica uma abordagem integrada, compaginando a mobilização de medidas já existentes com medidas específicas, nomeadamente socioeducativas e formativas, de prevenção e combate ao abandono, absentismo e insucesso escolar implicando as redes sociais locais. Este programa é desenvolvido em parceria com a Santa Casa da Misericórdia e a Segurança Social e tem como objetivo proporcionar a aquisição de competências e qualificações básicas a jovens que, tendo abandonado a escola sem obterem sucesso e estando ainda fora do mundo do trabalho, se encontram em risco de exclusão social. As turmas são acompanhadas por uma equipa pedagógica própria e as atividades realizadas têm como base os objetivos e conteúdos do currículo nacional. Na área de Formação Vocacional os alunos são preparados para o mundo do trabalho e para experiências em contexto de trabalho, de acordo com as áreas do seu interesse. Os currículos PIEF orientam-se pelos Programas do Ensino Básico e propõem-se atingir os objetivos neles enunciados, oferecendo uma organização mais flexível e diversos dispositivos de colaboração entre os docentes, destes com outros técnicos, e da escola com outros agentes da sociedade, nomeadamente de cariz profissionalizante. Os currículos PIEF constituem-se como homólogos dos Programas do Ensino Básico e é com base nas suas metas que se realiza a certificação dos alunos. 10 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Os respetivos modelos de Desenho Curricular encontram-se em anexo. PIEF 1 – Equivalência ao 2º Ciclo do ensino Básico (Anexo 5) PIEF 2 – Equivalência ao 3º Ciclo do Ensino Básico (Anexo 6) ENSINO SECUNDÁRIO CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS O Ensino Secundário, que é atualmente parte integrante da escolaridade obrigatória, está vocacionado para a especialização das diferentes áreas e disciplinas do conhecimento e para a sua abordagem em maior grau de profundidade, de acordo com as diferentes vias existentes. Os Cursos Científico-humanísticos estão vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, universitário ou politécnico, e destinam-se a alunos que concluíram o Ensino Básico, 9º ano de escolaridade ou equivalente. Os cursos têm a duração de três anos letivos e correspondem ao 10º, 11º e 12º anos de escolaridade. A oferta educativa da escola inclui os quatro cursos existentes: Ciências e Tecnologia (Anexo 7) Ciências Socioeconómicas (Anexo 8) Línguas e Humanidades (Anexo 9) Artes Visuais (Anexo 10) As disciplinas de Opção no 12º ano oferecidas pela escola têm em conta os interesses dos alunos e a disponibilidade existente ao nível dos recursos humanos. Os programas curriculares das disciplinas que constituem os diferentes cursos científico-humanísticos podem ser consultados no seguinte endereço: http://www.dgidc.min-edu.pt/ensinosecundario/index.php?s=directorio&pid=2 CURSOS PROFISSIONAIS Os Cursos Profissionais estão vocacionados para a qualificação inicial dos alunos, privilegiando o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão e consequente inserção no mundo do trabalho, em articulação com o sector empresarial local. Estes cursos permitem a conclusão do ensino secundário, a obtenção de uma certificação profissional e ainda o prosseguimento de estudos, uma vez cumpridos os requisitos previstos no regulamento de acesso ao ensino superior. A oferta formativa da escola inclui os seguintes cursos: 11 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Técnico de Análise Laboratorial (Anexo 11) Técnico de Apoio à Infância (Anexo 12) Técnico de Comércio (Anexo 13) Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade (Anexo 14) Técnico de Contabilidade (Anexo 15) Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (Anexo 16) Técnico de Turismo (Anexo 17) Técnico de Vendas (Anexo 18) Os programas curriculares das disciplinas das diferentes componentes dos cursos profissionais podem ser consultados em: http://www.anqep.gov.pt/default.aspx?access=1 EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS Programa de Formação em Competências Básicas O Programa de Formação em Competências Básicas visa a aquisição, por parte de adultos, de competências básicas de leitura, escrita, cálculo e uso de tecnologias de informação e comunicação e a sua posterior integração em cursos de educação e formação de adultos. Assim, a frequência de um programa de formação em competências básicas é requisito para a frequência de um curso de educação e formação de adultos. Todas as informações referentes a este programa estão disponíveis em: www.anq.gov.pt CURSOS DE DUPLA CERTIFICAÇÃO Os Cursos de Dupla Certificação visam elevar os níveis de habilitação escolar e profissional da população adulta, através de uma oferta integrada de educação e formação que potencie as suas condições de empregabilidade e certifique as competências adquiridas ao longo da vida. Os destinatários são candidatos com idade igual ou superior a 18 anos à data de início da formação, sem a qualificação adequada para efeitos de inserção ou progressão no mercado de trabalho ou sem a conclusão do ensino básico ou do ensino secundário. A frequência, com aproveitamento, de um curso de educação e formação para adultos de dupla certificação, confere um certificado do 3.º ciclo do Ensino Básico e o nível 2 de formação profissional, ou, um certificado do Ensino Secundário e o nível 3 de formação profissional. A escola oferece dois cursos de dupla certificação: Técnico de Ação Educativa – Nível 4-Secundário (Anexo 19) Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores - Nível 4-Secundário (Anexo 20) 12 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Estes cursos estão organizados de acordo com os referenciais de formação estabelecidos pela Agência Nacional para a Qualificação (ANQ). Os programas curriculares das disciplinas das diferentes componentes dos cursos podem ser consultados em: www.anq.gov.pt CURSOS DE PPT – PORTUGUÊS PARA TODOS O PPT visa facultar aos cidadãos imigrantes, com idade igual ou superior a 18 anos e com situação regularizada em Portugal, o acesso a um conjunto de conhecimentos indispensáveis a uma inserção de pleno direito na sociedade portuguesa, promovendo a capacidade de expressão e compreensão da língua portuguesa e o conhecimento dos direitos básicos de cidadania, bem como o acesso à cidadania portuguesa. Os referenciais de formação podem ser consultados em: www.anq.gov.pt PLNM - PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) O Português Língua Não Materna é oferecido a alunos estrangeiros que frequentam o Ensino Básico ou Secundário e que não dominam a língua portuguesa, com o objetivo de promover a integração plena destes alunos. Após uma avaliação diagnóstica os alunos são posicionados em níveis de proficiência: A1, A2, B1 e B2. Em vez de frequentarem a disciplina de Português os alunos têm três blocos semanais de 90 minutos de PLNM e no final de cada ciclo realizam o respetivo exame nacional. As orientações para a implementação do Português Língua Não Materna estão disponíveis no endereço: http://www.dgidc.min-edu.pt/outrosprojetos/index.php?s=directorio&pid=64. EDUCAÇÃO ESPECIAL A Educação Especial rege-se pelo Decreto-Lei n.º 3/2008. Com a publicação da Lei n.º 85/2009 de 27 de agosto, que estabelece o alargamento da escolaridade para 12 anos, a maioria dos alunos com currículo específico individual (CEI) no Ensino Básico passa a desenvolver o Plano Individual de Transição (PIT) no Ensino Secundário - Portaria 275- A/2012 de 11 de setembro. No sentido de orientar as escolas na CEI e PIT, esta Portaria define uma matriz curricular (Anexo 21) a implementar através de uma ação coordenada entre a escola secundária e as instituições parceiras. 13 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 A docente da Educação Especial e a Psicóloga apoiam o aluno e a família contribuindo para uma melhor integração do aluno. As orientações de currículo e programas de Educação Especial estão disponíveis no endereço: http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaoespecial/ 3. Organização Escolar Funcionamento da escola A Escola funciona entre as 7h30 e as 23h45 de segunda-feira a sexta-feira e sábado em horário variável de acordo com as necessidades. O regime de funcionamento da escola é em turno único com a concentração das aulas predominantemente no turno da manhã. As aulas são organizadas em blocos de 90 minutos ou segmentos de 45 minutos. As tardes de quarta-feira são preferencialmente reservadas para as reuniões dos órgãos de gestão e administração da escola e dos grupos de recrutamento. O Conselho Pedagógico reúne à terça-feira às 15 horas e o Conselho Geral à quinta-feira pelas 19 horas. Critérios para a elaboração e constituição de turmas Na formação de turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica e ser respeitada a heterogeneidade dos alunos. Podem ser constituídos grupos uniformes de alunos ou outras formas de organização dos grupos turma determinantes para o sucesso escolar, desde que devidamente enquadrados e aprovados pelo Conselho Pedagógico. O número de alunos por turma não pode ser inferior a 26 nem superior a 30 no 3º Ciclo do Ensino Básico, no Ensino Secundário, nos Cursos Profissionais, nas turmas EFA de dupla certificação, nas turmas de Competências Básicas e nas turmas de Português para falantes de outras línguas – PPT. Nas turmas dos Cursos de Educação e Formação o limite máximo é 25 e o mínimo 20 alunos. As turmas devem ter em geral um número equilibrado de rapazes e raparigas e no Ensino Básico devem estar organizadas sempre que possível de acordo com o nível etário dos alunos. No Ensino Básico o número de alunos para constituir a oferta de escola é 20 alunos. 14 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 No Ensino Secundário a abertura de disciplinas de opção está condicionada à existência de um número mínimo de 20 alunos. O desdobramento de turmas ou funcionamento de forma alternada depende de autorização superior ou regulamentação própria. As turmas dos anos sequenciais do Ensino Básico e Secundário podem funcionar com um número de alunos inferior ao previsto, desde que se trate de assegurar a continuidade da turma. O funcionamento destas turmas carece de autorização superior, com base em proposta apresentada pela Diretora depois de consultado o Conselho Pedagógico. No Ensino Básico é autorizado o desdobramento da turma nas seguintes situações: na disciplina de Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais no 3º Ciclo, num tempo correspondente a um máximo de 90 minutos, exclusivamente para a realização de trabalho prático ou experimental, quando o número de alunos for superior a 20; nas turmas CEF na componente técnica quando a turma for superior a 20 alunos. No Ensino Secundário nos cursos científico-humanísticos é autorizado o desdobramento nas seguintes situações: no tempo correspondente a um tempo de lecionação de 90 minutos, quando o número de alunos for superior a 20, nas disciplinas de Biologia, Física, Geologia, Química e Materiais e Tecnologias; na componente de formação específica dos cursos científico-humanísticos no tempo semanal de 135 minutos, quando o número de alunos for superior a 20, nas disciplinas de Desenho A, Oficinas de Artes e Oficina Multimédia B; na disciplina de Geometria Descritiva A da componente de formação específica dos cursos científico-humanísticos no tempo semanal de 45 minutos quando o número de alunos for superior a 24. Nos Cursos Profissionais são permitidos desdobramentos nas seguintes situações: nas disciplinas de carácter laboratorial na componente de formação científica, até um tempo letivo de 90 minutos, sempre que o número de alunos for superior a 20; nas disciplinas de língua estrangeira, até um tempo letivo de 90 minutos, sempre que a turma for constituída por alunos com níveis diferentes de língua e for superior a 20 alunos; na disciplina de língua estrangeira, na totalidade da carga horária semanal, independentemente do número de alunos sempre que que na mesma turma existam alunos com línguas estrangeiras diferentes; 15 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 nas disciplinas de carácter laboratorial, oficinal, informático ou artístico na componente de formação técnica, na totalidade da carga horária semanal, quando o número de alunos for superior a 13. A Psicóloga Escolar comunicará aos professores responsáveis pela constituição das turmas a lista de alunos com necessidades educativas especiais, com indicação das medidas do regime educativo especial a adotar. Estas turmas poderão ser constituídas por 20 alunos e não poderão incluir mais de 2 alunos com NEE, se a legislação em vigor assim o indicar, concretamente as disposições constantes na Portaria n.º 275-A/2012 de 11 de setembro. Os alunos provenientes de países estrangeiros que revelem dificuldades ao nível da língua portuguesa deverão, sempre que possível, ser integrados na mesma turma a fim de facilitar a prestação do apoio pedagógico previsto e a organização das aulas de PLNM. Critérios para a elaboração dos horários dos alunos A elaboração dos horários obedecerá, primordialmente, a critérios de ordem pedagógica. Qualquer alteração a este princípio deverá ser devidamente justificada com base em argumentos de carácter pedagógico. os horários devem ter uma distribuição letiva equilibrada, pelos cinco dias da semana, de modo a que não existam dias muito sobrecarregados; na distribuição da carga letiva semanal deve evitar-se a existência de aulas isoladas e tempos sem ocupação; a mesma disciplina não deve ser lecionada em dias seguidos, nem estar marcada sempre ao último tempo da manhã ou da tarde; as disciplinas de Língua Estrangeira e de Educação Física não devem ser lecionadas em dias seguidos; nos dias com maior número de aulas os horários deverão ter uma distribuição que contemple disciplinas de carácter teórico e prático; no Ensino Regular o número de aulas curriculares não deve ultrapassar 4 blocos (8 tempos de 45 minutos) no mesmo dia; nos Cursos CEF e Profissionais, sempre que sejam ultrapassados os 4 blocos diários (8 tempos de 45 minutos), as aulas teóricas devem alternar com aulas práticas; o desdobramento das turmas em turnos deve ocorrer no mesmo dia; as disciplinas sujeitas a Exame Nacional deverão, sempre que possível, ocupar o turno da manhã; o intervalo do almoço não poderá ser inferior a uma hora quando as atividades escolares decorrem no período da manhã e da tarde; as aulas de Educação Física só poderão iniciar-se uma hora (60 minutos) depois do período definido para almoço; 16 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 as horas de apoio devem constar no horário dos alunos e no horário dos professores; todas as disciplinas com Exame Nacional têm horas de apoio marcadas nos horários no ano do exame; serão atribuídos apoios a outras disciplinas sempre que solicitados e depois de analisados pela Direção e /ou Conselho de Turma; nos Cursos Profissionais as horas de PAP devem estar marcadas nos horários dos alunos e dos professores; no Curso Profissional de Apoio à Infância (11º e 12º) a 4ª feira está destinada à FCT; nos horários dos alunos do Ensino Básico serão marcadas horas para Sala de Estudo – a frequência é facultativa, mas para os alunos interessados a inscrição é obrigatória; a oferta de escola no 7º e 8º anos é Educação Tecnológica; a oferta complementar no Ensino Básico é Formação Cívica, atribuída ao diretor de turma; os horários dos alunos poderão ser alterados pontualmente para efeitos de substituição de aulas resultantes da ausência do docente, após informação aos encarregados de educação. Critérios para a distribuição de serviço docente A duração do trabalho semanal dos docentes é de 35 horas, integra uma componente letiva e uma componente não letiva e desenvolve-se em cinco dias de trabalho. Sempre que possível, tentar-se-á concentrar a componente não letiva de trabalho individual num só dia, para que o docente possa fazer uma gestão mais eficaz do seu trabalho. Esta componente não é marcada no horário. No horário dos docentes não é permitida a distribuição de mais de 6 horas letivas consecutivas e não devem ser ocupados mais de dois turnos por dia. Considerando a especificidade de cada disciplina/curso a ocupação da componente não letiva contemplará as seguintes situações: planificação de atividades em equipa; preparação de materiais para as disciplinas de carácter experimental; preparação de materiais para as disciplinas dos cursos profissionais; tutorias; apoios a alunos; sala de estudo; acompanhamento de alunos que tenham sido enviados para fora da sala de aula devido a comportamentos inadequados; acompanhamento de alunos na biblioteca escolar; desenvolvimento/concretização de projetos. 17 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 4. Organização Pedagógica Objetivos De acordo com o Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho, o Despacho nº 17169/2011, 23 de dezembro, a Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, e o Despacho normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro, o desenvolvimento do ensino em cada um dos seus níveis e das respetivas disciplinas é referenciado pelos objetivos curriculares e conteúdos de cada programa oficial e pelas metas de aprendizagem de cada disciplina e outras orientações definidas superiormente. Ao definir os objetivos curriculares para cada ano de escolaridade os grupos disciplinares deverão ter em atenção a articulação entre os vários anos de cada ciclo e entre o 3º ciclo do Ensino Básico e o Ensino Secundário. Estes objetivos deverão ainda ser analisados nos departamentos curriculares, grupos disciplinares e conselhos de turma. Conteúdos As várias disciplinas devem elaborar as respetivas planificações de médio-longo prazo tendo em conta a articulação entre ciclos, quer ao nível disciplinar, quer ao nível interdisciplinar, de modo a clarificar convergências entre os diferentes programas curriculares e promover um ensino integrador de conhecimento. Na seleção, sequencialização e articulação de conteúdos, os grupos disciplinares e os conselhos de turma devem ter em conta o contexto da escola e o grupo turma. As planificações a longo prazo constituem um conjunto de documentos que articulam com o Projeto de Desenvolvimento do Curriculo, concretamente com as matrizes curriculares anexas a este documento e que podem ser consultadas pela comunidade educativa, através da página da escola na internet. Devem ainda criar-se mecanismos adequados de cooperação e comunicação entre os docentes, nomeadamente ao nível dos departamentos curriculares, grupos disciplinares e conselhos de turma. Deste modo, aquando da elaboração dos horários, deve criar-se um espaço temporal para a realização de reuniões. Metodologias É fundamental que o professor analise as propostas metodológicas existentes e avalie a sua aplicabilidade ao contexto pedagógico tendo em conta as características do público-alvo, os recursos disponíveis na escola, a carga horária, a dimensão das turmas e o nível geral de preparação dos alunos, entre muitos outros aspectos. É indispensável o recurso a práticas de ensino diferenciadas que respondam às diferenças de motivações, interesses, necessidades e ritmos de aprendizagem existentes em cada turma. Do mesmo modo, formas diversificadas de organização do trabalho – individual, pares, grupo, ou turma – serão fatores importantes neste processo. 18 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 É necessário conciliar as várias concepções metodológicas e não privilegiar um determinado método de ensino/aprendizagem. Pretende-se que o professor desenvolva um trabalho fundamentado em opções metodológicas resultantes da reflexão e observação dos contextos específicos em que exerce a sua atividade. Avaliação A avaliação das aprendizagens é regulada pelos normativos legais vigentes e realiza-se de acordo com os critérios gerais de avaliação aprovados pelo Conselho Pedagógico da Escola, sob proposta dos diversos grupos de recrutamento. Os critérios gerais de avaliação constituem um conjunto de documentos que articulam com o Projeto de Desenvolvimento do Curriculo, concretamente com as matrizes curriculares anexas a este documento e que podem ser consultados pela comunidade educativa, através da página da escola na internet. A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, avaliação formativa e avaliação sumativa. A avaliação diagnóstica permite a adoção de estratégias de diferenciação pedagógica e contribui para elaborar o Plano de Turma facilitando a integração escolar do aluno, o apoio à orientação escolar e vocacional e o reajustamento de estratégias. Pode ocorrer em qualquer momento do ano letivo, devendo ser articulada com a avaliação formativa. Nas três primeiras semanas de aulas deve realizar-se obrigatoriamente em todos os anos de escolaridade, de acordo com os critérios definidos nos departamentos e grupos de recrutamento. Os professores devem entregar ao diretor de turma a análise dos resultados desta avaliação, que faz parte do Plano de Turma. É com base na avaliação diagnóstica que se vai construir o Plano de Turma, da responsabilidade do conselho de turma, estabelecendo-se estratégias de diferenciação pedagógica, de acordo com as dificuldades, os ritmos e os estilos de aprendizagem detetados. A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação do Ensino Básico e Secundário e assume um carácter contínuo e sistemático, desenvolvendo-se ao longo do ano letivo. Recolhe e trata informação sobre o desempenho dos alunos e tem como objetivo a regulação do ensino e das aprendizagens. Fornece aos professores, aos alunos e aos encarregados de educação informação sobre as aprendizagens adquiridas e as atitudes evidenciadas pelos alunos, permitindo uma adequação constante de estratégias, metodologias e recursos. A avaliação sumativa realiza-se no final de cada período letivo, no final de cada ano letivo e de cada ciclo, e utiliza a informação recolhida no âmbito da avaliação formativa, traduzindo-se numa escala de 1 a 5 no Ensino Básico, e de 0 a 20 no Ensino Secundário. A avaliação sumativa é da responsabilidade do conselho de turma e traduz-se na formulação de um juízo globalizante sobre as aprendizagens realizadas pelos alunos, tendo como base os critérios de avaliação definidos pelos grupos disciplinares e aprovados pelo conselho pedagógico. 19 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Efeitos da Avaliação Sumativa: A avaliação sumativa realizada no 3º ciclo decide a progressão ou retenção do aluno, expressa através das menções, respetivamente, de Transitou ou Não Transitou, no final de cada ano e de Aprovado(a) ou Não Aprovado(a) no final de cada ciclo. As decisões de transição e de progressão do aluno para o ano de escolaridade seguinte e para o ciclo subsequente revestem caráter pedagógico e são tomadas sempre que o conselho de turma considere: a) nos anos terminais de ciclo, que o aluno adquiriu os conhecimentos e desenvolveu as capacidades necessárias para progredir com sucesso os seus estudos no ciclo subsequente. b) nos anos não terminais de ciclo, que o aluno demonstra ter adquirido os conhecimentos e desenvolvido as capacidades essenciais para transitar para o ano de escolaridade seguinte. A retenção no 3º ciclo do Ensino Básico implica a repetição de todas as componentes do currículo do respetivo ano de escolaridade. Caso o aluno não adquira os conhecimentos predefinidos para um ano não terminal de ciclo que, fundamentadamente, comprometam a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento das capacidades definidas para esse ano de escolaridade, o conselho de turma pode a título excecional determinar a retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade. Por decisão do Conselho Pedagógico o referencial de escola estabelece que nos anos não terminais, 7º e 8º anos, os alunos progridem com três níveis inferiores a três. Quando esta situação se verificar, o conselho de turma terá de elaborar um relatório analítico onde são identificados os conhecimentos não adquiridos e as capacidades não desenvolvidas pelo aluno, que devem ser tomadas em consideração na elaboração do plano da turma em que o referido aluno venha a ser integrado no ano escolar subsequente. O conselho de turma pode, em casos excecionais, decidir a progressão do aluno fora do referencial de escola, fundamentando a decisão que terá de ficar explanada na ata da reunião com propostas objetivas sobre a recuperação do aluno. No final do 3º ciclo do Ensino Básico o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado se estiver numa das seguintes condições: a) tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas áreas disciplinares ou disciplinas de Português (ou PLNM) e de Matemática; b) tiver obtido classificação inferior a 3 em três ou mais disciplinas. Estas condições aplicam-se também aos alunos autopropostos do Ensino Básico nas provas de equivalência à frequência. A disciplina de Educação Moral e Religiosa e as disciplinas de oferta complementar consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo. não são 20 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Casos especiais de progressão Um aluno que revele capacidade de aprendizagem excecional e um adequado grau de maturidade, a par do desenvolvimento das capacidades previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais rapidamente no Ensino Básico, beneficiando da transição de ano de escolaridade antes do final do ano letivo, uma única vez, ao longo do 2.º e 3.º ciclos. Um aluno retido num dos anos não terminais de ciclo que demonstre ter adquirido os conhecimentos e desenvolvido as capacidades definidas para o final do respetivo ciclo poderá concluí-lo nos anos previstos para a sua duração, através de uma progressão mais rápida, nos anos letivos subsequentes à retenção. Os casos especiais de progressão dependem de deliberação do conselho pedagógico, sob proposta do do conselho de turma, depois de obtidos a concordância do encarregado de educação do aluno e os pareceres do docente de educação especial ou do psicólogo. Planos de Acompanhamento O Plano de Trabalho de cada turma deverá contemplar atividades de promoção do sucesso escolar de acordo com as dificuldades identificadas nos alunos da turma. Aos alunos que revelem, em qualquer momento do seu percurso, dificuldades de aprendizagem em qualquer disciplina ou área disciplinar é aplicado um plano de acompanhamento pedagógico, elaborado pelo conselho de turma, contendo estratégias de recuperação que contribuam para colmatar as dificuldades detetadas. O Plano de Acompanhamento Pedagógico de Turma ou Individual (PAPI) é planificado, realizado e avaliado, sempre que necessário, em articulação com outros técnicos de educação e em contacto regular com os encarregados de educação. Reorientação do percurso escolar Sempre que se verifiquem retenções os alunos deverão ser acompanhados pelo serviço de orientação escolar, de modo que possam ser propostas as medidas mais adequadas ao seu percurso escolar, nomeadamente percursos curriculares alternativos, programas integrados de educação e formação, cursos de educação e formação ou cursos vocacionais. A avaliação sumativa no Ensino Secundário conduz à tomada de decisão, no âmbito da classificação e da aprovação em cada disciplina ou módulo, quanto à progressão nas disciplinas não terminais, à transição para o ano de escolaridade subsequente, à admissão à matrícula e à conclusão do nível secundário de educação. 21 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 A classificação na disciplina de Educação Física é considerada para efeitos de conclusão do nível secundário de educação mas não entra no apuramento da média final, exceto quando o aluno pretenda prosseguir estudos nesta área. A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão dos alunos. Podem apresentar-se à realização de exames finais nacionais os alunos internos que, na avaliação interna da disciplina a cujo exame se apresentam tenham obtido uma classificação igual ou superior a 8 valores no ano terminal e a 10 valores na classificação interna final. Esta é calculada através da média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações de cada um dos anos em que a disciplina foi ministrada. Aprovação, transição e progressão no Ensino Secundário A aprovação do aluno em cada disciplina depende da obtenção de uma classificação final igual ou superior a 10 valores. Para efeitos do disposto no parágrafo anterior, a classificação de frequência no ano terminal das disciplinas plurianuais não pode ser inferior a 8 valores. A transição do aluno para o ano de escolaridade seguinte verifica -se sempre que a classificação anual de frequência ou final de disciplina, consoante os casos, não seja inferior a 10 valores a mais que duas disciplinas, sem prejuízo do seguinte: a) são consideradas as disciplinas constantes do plano de estudo a que o aluno tenha obtido classificação inferior a 10 valores, as disciplinas em que o aluno foi excluído por faltas ou anulou a matrícula; b) na transição do 11.º ano para o 12.º ano são consideradas igualmente as disciplinas em que o aluno não progrediu na transição do 10.º ano para o 11.º ano; c) os alunos que transitam para o ano seguinte com classificações inferiores a 10 valores em uma ou duas disciplinas, progridem nesta(s) disciplina(s) desde que a(s) classificação(ões) obtida(s) não seja(m) inferior(es) a 8 valores, sem prejuízo do disposto na alínea seguinte; d) os alunos não progridem em disciplinas em que tenham obtido classificação inferior a 10 valores em dois anos curriculares consecutivos. A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão desde que frequentada com assiduidade. Os alunos excluídos por faltas na disciplina de Educação Moral e Religiosa realizam, no final do 10.º, 11.º ou 12.º anos de escolaridade, consoante o ano em que se verificou a exclusão, uma prova especial de avaliação, elaborada a nível de escola, de acordo com a natureza da disciplina de Educação Moral e Religiosa, ficando o aluno aprovado quando obtém uma classificação igual ou superior a 10 valores. Nas situações em que o aluno tenha procedido à substituição de disciplinas no seu plano de estudo, nos termos legalmente previstos, as novas disciplinas passam a integrar o plano de estudo do aluno, sendo consideradas para efeitos de transição de ano. 22 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 RECURSOS ESTRUTURAS/PROGRAMAS DE APOIO ÀS APRENDIZAGENS Oficina MaisAprendizagens (Ensino Básico) – TEIP Reforço da disciplina de Físico-Química e Ciências Naturais, no Ensino Básico, para atividades experimentais - TEIP Mais aprendizagens no 10º ano (Matemática, Física e Química A, Português e História A) - TEIP Apoios pedagógicos acrescidos a todas as disciplinas com exame nacional no Ensino Secundário Reforços/desdobramento no Ensino Secundário Apoios individualizados ou a pequenos grupos do Ensino Básico e Secundário Acompanhamento de alunos do Ensino Secundário Aulas de Recuperação de Módulos no Ensino Profissional Reforço Francês/Alemão nos Cursos Profissionais de Comércio e Turismo PLNM para alunos estrangeiros Biblioteca Sala de estudo para os alunos do Ensino Básico Testes intermédios – Ensino Básico e Secundário Provas de Expressão Oral – GAVE – Projeto de Avaliação da Expressão Oral de Inglês, 11º Ano Clube de Espanhol Parlamento Jovem – Ensino Básico e Secundário PNL – Plano Nacional de Leitura http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt Olimpíadas da Física e da Química Olimpíadas da Matemática Canguru da Matemática ESTRUTURAS/PROGRAMAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS Equipa Multi: Psicóloga, Assistente Social, Mediadora Social, Coordenador dos Tutores, Técnica de Intervenção Local do PIEF Projeto de Tutorias Projeto – Quadro de Valor e de Excelência Projeto Saúde em Meio Escolar e Educação Sexual http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaosaude/ Desporto Escolar http://www.desportoescolar.min-edu.pt/default.aspx Clube Desportivo – Centro de Formação de Atletismo da ESMC Clube de Jornalismo – Jornal da escola – FAS (Formas de Aprender Sentindo) Cursos de Verão – Artes e Informática Jogos Matemáticos Projeto Comenius – The More Difference, The More Tolerance Clube de Arqueologia Clube Ideias na Natureza Clube de Proteção Civil ECOSOL Banco Alimentar 23 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 BIBLIOTECA ESCOLAR A Biblioteca Escolar é um espaço privilegiado para a vivência da comunidade escolar, sendo um instrumento primordial do desenvolvimento do currículo e um centro cultural e de desenvolvimento de competências. Neste sentido, a biblioteca é um recurso de excelência para a promoção da literacia que pode e deve ser feita em articulação com os professores das várias áreas curriculares, equipas de projetos/programas e a comunidade educativa. (Anexo 35) http://www.rbe.min-edu.pt/np4/home 5. PDC - Operacionalização A operacionalização do Plano de Desenvolvimento do Currículo é a parte mais importante de todo o projeto, na medida em que é neste ponto que os diversos grupos de recrutamento explicitam a forma como organizam o processo de ensino / aprendizagem face ao contexto específico da escola. É aqui que se definem as prioridades relativamente às aprendizagens a realizar, aos conteúdos a lecionar, às metodologias a aplicar, às atividades a desenvolver, aos recursos/ instrumentos de trabalho a utilizar, aos procedimentos/ instrumentos de avaliação a implementar e aos modos de organização de alunos, professores e espaços escolares a adotar. A forma como cada grupo/disciplina se situa face ao currículo nacional e aos alunos da escola deu corpo aos documentos que refletem as suas opções curriculares tendo em conta os seguintes aspetos: Caracterização da situação do grupo/ disciplina(s) Aspetos considerados inibidores de uma ação mais eficaz Aspetos facilitadores da ação Estratégias de melhoria Grupos de Recrutamento 300 Português / Francês ANEXO 22 330 Inglês / Alemão ANEXO 23 400 História ANEXO 24 410 Filosofia ANEXO 25 420 Geografia ANEXO 26 430 Economia e Contabilidade 530 Secretariado ANEXO 27 24 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 500 Matemática ANEXO 28 510 Física e Química ANEXO 29 520 Biologia e Geologia ANEXO 30 540 Eletrotecnia ANEXO 31 550 Informática ANEXO 32 600 Artes Visuais ANEXO 33 620 Educação Física ANEXO 34 2012/2013 6. Plano Anual de Atividades O Plano Anual de Atividades (PAA) caracteriza-se pelo conjunto das atividades a desenvolver ao longo do ano letivo, em concordância com o disposto no Projeto Educativo de Escola, Plano de Desenvolvimento do Currículo e nos diversos Planos de Turma, consubstanciado num documento definidor das atividades propostas para cada ano letivo, onde são enunciados os objetivos, os intervenientes, o local e tempo de realização e respetiva avaliação. São incluídas no PAA todas aquelas atividades que decorrem para além do normal desenvolvimento das aulas. O PAA deve surgir de propostas apresentadas pelos docentes, não docentes ou outros elementos com representação nos órgãos da escola, e pelos alunos, nomeadamente através dos diretores de turma, da Associação de Estudantes e da Associação de Pais. As atividades devem envolver a comunidade educativa em geral e todas as propostas devem ser apresentadas atempadamente, de preferência no início do ano letivo, de forma a serem analisadas e aprovadas pelo Conselho Pedagógico e devidamente enquadradas no Plano. Deste modo, as visitas de estudo estão sujeitas às normas constantes no Regulamento Interno e compete ao Conselho Pedagógico a análise das propostas apresentadas e a sua aprovação, devendo ser encaradas como complemento das atividades letivas. As visitas de estudo devem ter um carácter preferencialmente interdisciplinar e de complemento dos conteúdos programáticos lecionados, indo ao encontro das necessidades detetadas e enquadradas no Plano de cada turma. Além das atividades já referidas a escola deve desenvolver outras, de carácter pontual, aproveitando propostas concretas apresentadas por entidades exteriores à escola, ou em resposta a necessidades específicas sentidas pelo seu corpo docente, não docente e discente. Incluem-se neste ponto a organização de seminários, palestras, colóquios e exposições, promovidas e organizadas por qualquer órgão ou elemento da escola, nomeadamente aquelas surgidas no âmbito dos planos de turma. Incluem-se também nestas atividades a comemoração de datas específicas como Natal, Carnaval e 25 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Páscoa, feriados nacionais e outras efemérides, devendo valorizar-se a participação ativa dos alunos na sua preparação e desenvolvimento. O PAA engloba ainda a formação do pessoal docente e não docente, em resposta a necessidades sentidas pelos mesmos. 7. Plano de Desenvolvimento do Currículo / Plano de Turma O Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC tem como principal objetivo adequar as opções curriculares definidas pela escola ao contexto de cada turma, operacionalizando as estratégias educativas mais adequadas às características de cada turma, de modo a dar resposta à especificidade dos alunos que a constituem. Este instrumento deve fomentar o trabalho cooperativo entre os professores da turma, criar uma linha de atuação comum a todos os professores e fomentar a articulação horizontal dos conteúdos e a interdisciplinaridade. A responsabilidade do Plano de Turma é do conselho de turma e tem a coordenação do diretor de turma. As linhas orientadoras para a construção do Plano de Turma incluem os seguintes pontos: Organização do plano de turma 1. Caracterização da turma 1.1. Dados pessoais dos alunos – idade, género, nacionalidade, língua materna, percurso escolar, problemas de saúde, NEE 1.2. Dados do agregado familiar – composição, residência, caracterização socioeconómica (profissão/situação profissional), caracterização sociocultural (nível de escolaridade dos pais/ EE), apoio da ASE 1.3. Constituição do conselho de turma 2. Avaliação diagnóstica 2.1 Elaboração de um relatório síntese 2.2 Identificação de problemas 3. Identificação das prioridades educativas 3.1 Definição dos objetivos e metas a alcançar 3.2 Seleção e gestão dos conteúdos a desenvolver 3.3 Adoção das metodologias e estratégias a implementar 26 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 3.4 Apresentação de propostas de atividades para enriquecimento do currículo, extracurriculares e de envolvimento da comunidade 4. Avaliação do Plano de Turma 4.1. Análise dos resultados escolares – avaliação interna e externa 4.2. Níveis de absentismo e abandono 4.3. Níveis de indisciplina 4.4. Reconhecimento do mérito e do valor 5. Apresentação de propostas para o Plano de Turma no ano seguinte Anexos Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual 8. Avaliação A avaliação do Plano de Desenvolvimento do Currículo de Escola é um aspeto fundamental, na medida em que constitui o mecanismo de autorregulação do próprio plano. Neste sentido, o foco da avaliação do PDC deverá recair sobre os resultados finais em relação aos objetivos propostos. A aplicação e desenvolvimento de cada elemento constitutivo do PDC deverão ser avaliados especificamente por cada interveniente direto na sua realização, mas também genericamente pelos pares. Ouvidos os conselhos de docentes e os departamentos curriculares, o conselho pedagógico determina os aspetos prioritários que serão objeto de avaliação e define, em função da análise realizada, os critérios de avaliação internos relativamente a cada elemento constitutivo do PDC. A avaliação dos processos e condições de aprendizagem, bem como a análise dos resultados obtidos pelos alunos permitirá avaliar o grau de adequação do PDC. Uma comissão de coordenação pedagógica elabora os instrumentos de avaliação para a recolha de dados para a avaliação do PDC, procede ao tratamento de informação e apresenta as conclusões. As conclusões são ratificadas em conselho pedagógico que toma as decisões no sentido de alterar, retificar, excluir ou melhorar aspetos referentes à construção e desenvolvimento do PDC. 27 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 9. Cronograma 2012 J F M A MAIO JUNHO Revisão do PDC em vigor Apresentação de proposta de trabalho ao CP e Departamentos JULHO A SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO Trabalho nos Departamentos Apresentação de propostas (cont.) Tratamento da informação Apresentação da proposta final Apresentação de propostas (1) Recolha de informação Reformulação da proposta de PDC DEZEMBRO Recolha de informação Desenvolvimento do Plano Aprovação do Plano (1) As propostas que os departamentos queiram ver implementadas no próximo ano letivo terão de ser apresentadas neste momento. 28 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 2013 J F MA ABR Recolha de informação M JUNHO JULHO Balanço dos departamentos Apresentação de propostas de alteração Recolha de informação Implementação/Desenvolvimento do Plano A SETEMBRO Tratamento da informação OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Recolha de informação Reformulação da proposta de PDC Avaliação/Aprovação das alterações ao Plano Implementação/Desenvolvimento do Plano 29 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 10. Divulgação Todos os membros da comunidade educativa – alunos, encarregados de educação e pessoal docente e não docente – devem ter conhecimento deste documento e das diretivas aqui estabelecidas, e a sua divulgação será realizada na página da Internet da Escola. O documento será analisado e debatido nas várias estruturas pedagógicas, concretamente em reunião de departamento e grupos disciplinares, conselhos de turma e conselhos de diretores de turma. Relativamente aos alunos ser-lhes-á fornecido, no início do ano letivo, um desdobrável com os aspetos deste documento que mais diretamente lhes dizem respeito. Será entregue uma cópia integral do Plano de Desenvolvimento do Currículo à Direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação, que é responsável pela sua divulgação, análise e debate junto dos Encarregados de Educação. Estará disponível na escola uma cópia integral do Plano de Desenvolvimento do Currículo, em suporte papel, para consulta de eventuais interessados. Poderão ainda ser organizadas sessões de divulgação e esclarecimento realizadas pelos órgãos de gestão da escola, e destinadas a públicos-alvo específicos, caso seja considerado necessário, ou solicitado por estes públicos-alvo. 30 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Considerações Finais Este Plano de Desenvolvimento do Currículo, que foi apresentado e aprovado no Conselho Pedagógico após análise e discussão nos Departamentos e Grupos Disciplinares, teve como base o Projeto Curricular de Escola existente anteriormente. Este documento tem subjacente uma noção de desenvolvimento curricular que nos remete para um processo desenvolvido em várias fases, em contextos distintos e com a participação de vários intervenientes, desempenhando os professores um papel fundamental. A implementação de práticas colaborativas entre os professores é essencial, para que se operem mudanças no quotidiano educativo, e implica novas responsabilidades nas deliberações. Neste processo são fundamentais, o tempo, a prática de um trabalho reflexivo, e acima de tudo, a motivação para trabalhar em equipa. O Projeto de Desenvolvimento do Currículo é um documento aberto e está em construção permanente. É vital que essa construção seja amplamente participada e continuamente avaliada, a fim de que as opções tomadas relativamente à organização e gestão do currículo estejam efetivamente adequadas ao contexto da escola e possam produzir as alterações desejadas no cumprimento dos objetivos enunciados no Projeto Educativo de Escola – “Subir ao Monte Descobrir Horizontes”. 31 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXOS 32 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 1 – Ensino Básico - Estrutura Curricular Ensino Básico - 3.º Ciclo (7.º ao 9.º ano de escolaridade) Áreas Curriculares Disciplinares / Tempos Letivos Áreas Curriculares Não Disciplinares 7.º Ano Semanais 8.º Ano 9.º Ano 3 X 90 3,0 X 90 2,5 X 90 Língua Estrangeira I - Inglês 1,5 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 Língua Estrangeira II - Francês 1,5 X 90 1,5 X 90 1,5 X 90 História 1,0 X 90 1,0 X 90 1,5 X 90 Geografia 1,0 X 90 1,5 X 90 1,0 X 90 Matemática 3,0 X 90 3 X 90 2,5 X 90 Ciências Naturais (1) 1,0 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 Ciências Físico-Químicas (1) 1,0 X 90 1,0 X 90 1,5 X 90 1,0 X 90 Língua Portuguesa Educação para a Cidadania Línguas Ciências Humanas e Sociais Matemática Ciências Físicas e Naturais Tecnologias Educação Artística (2) Educação Física Formação Pessoal e Social Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Educação Tecnológica e TIC --- --- 0,5+0,5 0,5+0,5 Educação Visual 1,0 X 90 1,0 X 90 1,5 X 90 Educação Física 1,5 X 90 1,5 X 90 1,5 X 90 Educação Moral e Religiosa 0,5 X 90 0,5 X 90 0,5 X 90 17 ou 17 ou 17,5 ou 17,5 X 90 17,5 X 90 18,0 X 90 (0,5) (0,5) (0,5) Total Formação Cívica (1) Funciona em desdobramento semanal entre Ciências Naturais e Físico-Química integrando, obrigatoriamente, atividades experimentais e atividades de pesquisa adequadas à natureza das disciplinas. 33 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 2 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de Práticas Comerciais COMPONENTES DE FORMAÇÃO ÁREAS DE COMPETÊNCIA DISCIPLINAS Língua Portuguesa Línguas, Cultura e Comunicação Língua Estrangeira – Inglês Tecnologias de Informação e Comunicação Sociocultural Cidadania e Mundo Atual Cidadania e Sociedade Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Educação Física Matemática Aplicada Científica Ciências Aplicadas Actividades Económicas Stocks e Merchandising Tecnologias Tecnologias Específicas Técnicas de Atendimento Procedimentos Adm. Contexto Comercial Serviço Pós-Venda Prática Contexto de Trabalho (Estágio) CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 4 X 45 4 X 45 (96 h) (96 h) 4 X 45 4 X 45 (96 h) (96 h) 2 X 45 2 X 45 (48 h) (48 h) 4 X 45 4 X 45 (96 h) (96 h) 1 X 45 --(30 h) 2 X 45 2 X 45 (48 h) (48 h) 4 X 45 4 X 45 (105 h) (105 h) 2 X 45 3 X 45 (50 h) (73 h) 4X 45 5 X 90 (110 h) (92 h) 8 X 45 3 X 45 (181 h) (48 h) 4 X 45 4 X 90 (110 h) (92 h) 2 X 45 3 X 45 (44 h) (91 h) Formação em Contexto de Trabalho --- 210 h Total de horas do curso - 2109 horas (1018 h) (881 h) 34 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 3 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de Eletricista de Instalações COMPONENTES DE FORMAÇÃO ÁREAS DE COMPETÊNCIA DISCIPLINAS Língua Portuguesa Línguas, Cultura e Comunicação Língua Estrangeira – Inglês Tecnologias de Informação e Comunicação Sociocultural Cidadania e Mundo Atual Cidadania e Sociedade Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Educação Física Matemática Aplicada Científica Ciências Aplicadas Física e Química Instalações Eléctricas de Iluminação e Climatização Tecnologias Prática Tecnologias Específicas Contexto de Trabalho (Estágio) Instalações Eléctricas de Força Motriz Projecto Instalação e conservação de Infra estruturas de telecomunicações em edifícios CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 4 X 45 4 X 45 (96 h) (96 h) 4 X 45 4 X 45 (96 h) (96 h) 2 X 45 2 X 45 (48 h) (48 h) 4 X 45 4 X 45 (96 h) (96 h) 1 X 45 --(30 h) 2 X 45 2 X 45 (48 h) (48 h) 4 X 45 4 X 45 (105 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 (61,5 h) (61,5 h) 10 X 45 10 X 45 (234 h) (234 h) 4 X 45 4 X 45 (75 h) (75 h) 4 X 45 (75 h) 4 X 45 (75 h) Formação em Contexto de Trabalho --- 210 h Total de horas do curso - 2109 horas (964,5 h) (934,5 h) 35 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 4 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF Tipo 3: Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade COMPONENTES DE FORMAÇÃO ÁREAS DE COMPETÊNCIA DISCIPLINAS Língua Portuguesa Línguas, Cultura e Comunicação Língua Estrangeira – Inglês Tecnologias de Informação e Comunicação Sociocultural Cidadania e Mundo Atual Cidadania e Sociedade Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Educação Física Matemática Aplicada Científica Ciências Aplicadas Psicologia Cuidados Humanos e de saúde Básicos Tecnologias Tecnologias Específicas Higienização e Conforto Nutrição e Confeção de Refeições Gestão de Comportamento Prática Contexto de Trabalho (Estágio) CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2 X 45 (45 h) 2 X 45 (45 h) 1 X 45 (21 h) 1 X 45 (21 h) 2 X 45 (30 h) 2 X 45 (45 h) 2 X 45 (45 h) 2 X 45 (45 h) 6 X 45 (150 h) 6 X 45 (150 h) 12 X 45 (270 h) 5 X 45 (123 h) Formação em Contexto de Trabalho 210 h Total de horas do curso - 1200 horas (1200 h) 36 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 5 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 1 (Equivalência ao 2º Ciclo do Ensino Básico) MODELO DE DESENHO CURRICULAR (DOMÍNIOS DE FORMAÇÃO / CARGA HORÁRIA SEMANAL) Componentes de Formação Áreas de Competência Domínios/Unidades de Formação Carga Horária Semanal (em minutos) Línguas Cultura e Comunicação Formação Sócio cultural Cidadania e sociedade Matemática Desporto Tecnologias de Informação Formação artística ou Científica Tecnológica Tecnologias Específicas Formação Vocacional Formação Vocacional Área de Projeto Área de Projeto Viver em Português Comunicar em Línguas Estrangeiras O Homem e o Ambiente (Ciências Sociais) O Homem e o Ambiente (Ciências Naturais) Matemática e Realidade Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Educação Artística e Artes Plásticas De acordo com os recursos e as ofertas de Escola Área de Projeto Total semanal 225 90 90 90 225 135 90 90 360 transversal 1395 37 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 6 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 2 (Equivalência ao 3º Ciclo do Ensino Básico) MODELO DE DESENHO CURRICULAR (DOMÍNIOS DE FORMAÇÃO / CARGA HORÁRIA SEMANAL) Componentes de Formação Áreas de Competência Domínios/Unidades de Formação Carga Horária Semanal (em minutos) Línguas Cultura e Comunicação Formação Sócio cultural Formação artística ou Científica Tecnológica Cidadania e sociedade Matemática Desporto Tecnologias de Informação Formação Vocacional Tecnologias Específicas Formação Vocacional Área de Projeto Área de Projeto Viver em Português Comunicar em Línguas Estrangeiras Ciências Sociais Ciências Naturais Matemática e Realidade Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Ciências Físicas e Naturais De acordo com os recursos e as ofertas de Escola Área de Projeto Total semanal 225 90 90 90 225 135 90 90 360 transversal 1395 38 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 7 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso CientíficoHumanístico de Ciências e Tecnologias Disciplinas Educação para a Cidadania Geral Específica Tempos Letivos Semanais 11.º Ano 2 X 90 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 Português Língua Estrangeira I (Inglês) Filosofia Educação Física Subtotal 10.º Ano 2 X 90 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 Matemática A 3,0 X 90 3 X 90 3 X 90 3,5 X 90 3,5 X 90 3,5 X 90 3,5 X 90 ----- ------- ------- 2 X 90 2 X 90 2 X 90 --- --- 2 X 90 10 X 90 10 X 90 11 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 18 a 19,5 X 90 18 a 19,0 X 90 17 a 18,0 X 90 Opção (a) Física e Química A Biologia e Geologia Opção (b) Biologia Física Química Opção (c) Psicologia B Subtotal Educação Moral e Religiosa (d) Total 12.º Ano 2 X 90 ----2 X 90 4,0 X 90 (a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais; (b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b) (d) Católica ou de outra confissão religiosa. 39 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 8 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso CientíficoHumanístico de Ciências Socioeconómicas Disciplinas Educação para a Cidadania Geral Específica Tempos Letivos Semanais 11.º Ano 2 X 90 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 Português Língua Estrangeira I (Inglês) Filosofia Educação Física Subtotal 10.º Ano 2 X 90 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 Matemática A 3,0 X 90 3 X 90 3 X 90 3 X 90 3 X 90 3 X 90 3 X 90 ----- ------- ------- 2 X 90 2 X 90 2 X 90 --- --- 3,0 X 90 9 X 90 9 X 90 12 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 17 a 18,0 X 90 17 a 18,0 X 90 16 a 17,0 X 90 Opção (a) Economia A Geografia A Opção (b) Economia C Geografia C Língua Estrangeira I (Inglês) Opção (c) Psicologia B Subtotal Educação Moral e Religiosa (d) Total 12.º Ano 2 X 90 ----2 X 90 4,0 X 90 (a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais; (b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b) (d) Católica ou de outra confissão religiosa. 40 2012/2013 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC ANEXO 9 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico Humanístico de Línguas e Humanidades Ensino Secundário – Curso Científico-Humanístico de Línguas e Humanidades (10.º ao 12.º ano de escolaridade) Tempos Letivos Semanais Disciplinas Geral 10.º Ano 11.º Ano 12.º Ano Português 2 X 90 2 X 90 2 X 90 Língua Estrangeira I (Inglês) 2 X 90 2 X 90 --- Filosofia 2 X 90 2 X 90 --- Educação Física 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 8,0 X 90 4,0 X 90 3,0 X 90 3 X 90 3 X 90 Geografia A 3 X 90 3 X 90 Língua Estrangeira II - 3 X 90 3 X 90 Subtotal Educação para a Cidadania História A Opção (a) (Alemão) --------- Específica Opção (b) Geografia C --- --- Psicologia B --- --- Língua Estrangeira I - --- --- (Inglês) --- --- 9 X 90 9 X 90 9 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 17 a 18,0 X 17 a 18,0 X 90 90 Subtotal Educação Moral e Religiosa (d) Total 2 X 90 2 X 90 2 X 90 13 a 14,0 X 90 (a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais; (b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b) 41 2012/2013 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC ANEXO 10 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico Humanístico de Artes Visuais Disciplinas Educação para a Cidadania Geral Específica Tempos Letivos Semanais 11.º Ano 2 X 90 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 Português Língua Estrangeira I (Inglês) Filosofia Educação Física Subtotal 10.º Ano 2 X 90 2 X 90 2 X 90 2 X 90 8,0 X 90 Desenho A 3,0 X 90 3 X 90 3 X 90 2,5 X 90 3 X 90 3 x 90 2,5 X 90 3 X 90 3 x 90 ----- ----- ----- 2 X 90 2 X 90 11,5 X 90 11,5 X 90 7 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 1,0 X 90 19 a 20,0 X 90 19 a 20,0 X 90 11 a 12,0 X 90 Opção (a) Geometria Descritiva A Matemática B História da Cultura e das Artes Opção (b) Oficina de Artes Aplicações de Informática B Subtotal Educação Moral e Religiosa (d) Total 12.º Ano 2 X 90 ----2 X 90 4,0 X 90 (a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais; (b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b) 42 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 11 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Análise Laboratorial COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Física e Química Química Aplicada Tecnologia Química Técnica Qualidade, Segurança e Ambiente Análises Químicas Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 5 X 45 (99 h) (99 h) (102 h) 4 X 45 5 X 45 --(90 h) (110 h) 3 X 45 5 X 45 3 X 45 (64 h) (144 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 4 X 45 (59 h) (48 h) (73 h) 4 X 45 2 X 45 --(95 h) (35 h) 6 X 45 8 X 45 13 X 45 (158 h) (196 h) (266 h) --- 150 h 270 h (970 h) (1058 h) (1072 h) 43 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 12 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Apoio à Infância COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Psicologia Sociologia Saúde Infantil Expressão Plástica Técnica Expressão Corporal Dramática e Musical Técnica Pedagógica e Intervenção Educativa Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 --(100 h) (100 h) 3 X 45 5 X 45 --(66 h) (134 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (78 h) (81 h) (81 h) 5 X 45 5 X 45 5 X 45 (120 h) (120 h) (120 h) 4 X 45 3 X 45 3 X 45 (80 h) (80 h) (80 h) 5 X 45 4 X 45 5 X 45 (120 h) (100 h) (120 h) --- 210 h 210 h (1005 h) (1061 h) (1034 h) 44 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 13 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Comércio COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Economia Comercializar e Vender Organizar e Gerir Empresa Técnica Comunicar Ponto de Venda Comunicar em Francês Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 5 X 45 (99 h) (99 h) (102 h) 4 X 45 4 X 45 --(100 h) (100 h) 4 X 45 6 X 45 9 X 45 (102 h) (168 h) (210 h) 6 X 45 6 X 45 2X 45 (150 h) (150 h) (60 h) 2 X 45 3 X 45 5 X 45 (48 h) (72 h) (132 h) 4 X 45 ----(90 h) --- 210 h 210 h (969 h) (1056 h) (1072 h) 45 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 14 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Psicologia e Sociologia História e Cultura das Artes Marketing Comunicação Publicidade e Criatividade Técnica Técnicas Práticas Comunicação e Relações Públicas Comunicação Gráfica e Audiovisuais Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 (100 h) (100 h) 4 X 45 4 X 45 --(100 h) (100 h) 4 X 45 4 X 45 4 X 45 (90 h) (90 h) (90 h) 3 X 45 3 X 45 4 X 45 (70 h) (70 h) (100 h) 3 X 45 3 X 45 4 X 45 (70 h) (70 h) (100 h) 6 X 45 6 X 45 7 X 45 (132 h) (132 h) (166 h) --- 210 h 210 h (1010 h) (1056 h) (1072 h) 46 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 15 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Contabilidade COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Economia Contabilidade Geral e Analítica Direito das Organizações Técnica Calculo Financeiro e Estatística Aplicada Organização e Gestão Empresarial Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 5 X 45 (99 h) (99 h) (102 h) 4 X 45 4 X 45 --(99 h) (101 h) 8 X 45 7 X 45 11 X 45 (198 h) (168 h) (234 h) 4 X 45 3 X 45 3 X 45 (99 h) (78 h) (63 h) 2 X 45 3 X 45 --(54 h) (66 h) 4 X 45 3 X 45 2 X 45 (96 h) (78 h) (46 h) --- 210 h 210 h (969 h) (1056 h) (1072 h) 47 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 16 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Física e Química Sistemas Operativos Arquitetura de Computadores Técnica Redes de Comunicação Programação e Sistemas de Informação Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 6 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 4 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 4 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 6 X 45 (99 h) (99 h) (102 h) 4 X 45 4 X 45 --(105 h) (95 h) 6 X 45 ----(144 h) 6 X 45 ----(152 h) 4 X 45 6 X 45 --(102 h) (150 h) 10 X 45 9 X 45 9 X 45 (252 h) (216 h) (164 h) --- --- 420 h (1015 h) (960 h) (1072 h) 48 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 17 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Turismo COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Geografia História e Cultura das Artes Comunicar em Alemão Turismo Informação e Animação Turística Técnica Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico Operações Técnicas em Empresas Turísticas Formação em Contexto de Trabalho CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 --(102 h) (98 h) 4 X 45 5 X 45 --(90 h) (110 h) 4 X 45 3 X 45 --(105 h) (75 h) 6 X 45 5 X 45 5 X 45 (142 h) (132 h) (126 h) 3 X 45 3 X 45 4 X 45 (72 h) (72 h) (96 h) 6 X 45 5 X 45 4 X 45 (144 h) (123 h) (93 h) --- 150 h 270 h Total de horas do curso - 3100 horas (967 h) (1074 h) (1072 h) Extra do curso - Comunicar em Francês 2 X 45 (50 h) --- --- 49 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 18 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Vendas COMPONENTES DE FORMAÇÃO DISCIPLINAS / DOMÍNIOS Português Língua Estrangeira – Inglês Sociocultural Área de Integração Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática Científica Economia Vender Organizar e Gerir a Atividade Técnica Comunicar em Vendas Comunicar em Francês Formação em Contexto de Trabalho Total de horas do curso - 3100 horas CARGA HORÁRIA 1.º ANO 2.º ANO 3.º ANO 4 X 45 5 X 45 5 X 45 (105 h) (110 h) (105 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 3 X 45 3 X 45 3 X 45 (76 h) (72 h) (72 h) 2 X 45 2 X 45 2 X 45 (50 h) (50 h) (40 h) 4 X 45 ----(100 h) 4 X 45 4 X 45 5 X 45 (99 h) (99 h) (102 h) 4 X 45 4 X 45 --(100 h) (100 h) 8 X 45 8 X 45 4 X 45 (193 h) (197 h) (90 h) 2 X 45 4 X 45 5 X 45 (56 h) (110 h) (96 h) 4 X 45 4 X 45 4 X 45 (95 h) (90 h) (90 h) 4 X 45 ----(90 h) --- --- 420 h (969 h) (1056 h) (1072 h) 50 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 19 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A Nível 4 - Técnico de Ação Educativa Código Designação Formação Duração CP_1 Liberdade e responsabilidade democráticas Base 50 CP_4 Processos identitários Base 50 CP_5 Deontologia e princípios éticos Base 50 STC_5 Redes de informação e comunicação Base 50 STC_6 Modelos de urbanismo e mobilidade Base 50 STC_7 Sociedade, tecnologia e ciência - fundamentos Base 50 CLC_5 Cultura, comunicação e média Base 50 CLC_6 Culturas de urbanismo e mobilidade Base 50 CLC_7 Fundamentos de cultura língua e comunicação Base 50 3270 Modelos psicológicos e fases do desenvolvimento da criança Tecnológica 50 3271 Desenvolvimento da criança Tecnológica 50 3272 Processo de comunicação e formas relacionais e pedagógicas da criança Tecnológica 50 3273 Prevenção de doenças e de acidentes na infância Tecnológica 50 3274 Primeiros socorros - tipos de acidentes e formas de actuação Tecnológica 50 3244 Acompanhamento de crianças - técnicas de animação Tecnológica 50 3275 Acompanhamento em creche e jardim de infância - técnicas pedagógicas Tecnológica 50 3276 Modelos pedagógicos Tecnológica 25 3277 Acompanhamento em creche e jardim de infância - áreas de conteúdo Tecnológica 50 3278 Expressão plástica e musical Tecnológica 50 3279 Expressão dramática, corporal, vocal e verbal Tecnológica 50 3280 Espaços, materiais e equipamentos - creche e jardim de infância Tecnológica 25 3281 Actividades pedagógicas do quotidiano da criança Tecnológica 25 3282 Planificação de actividades pedagógicas e gestão do tempo Tecnológica 50 3283 Evolução e desenvolvimento infantil Tecnológica 50 3267 Saúde mental infantil Tecnológica 25 3284 Higiene, saúde e segurança da criança Tecnológica 25 3285 Técnicas de animação - comunicação e expressão não verbal Tecnológica 50 3286 Técnicas de animação - expressão verbal Tecnológica 50 3287 Planeamento e desenvolvimento de actividades de tempos livres Tecnológica 50 3288 Planificação de actividades de tempos livres - higiene e saúde Tecnológica 25 3289 Planificação de actividades de tempos livres - refeições Tecnológica 25 3290 Crianças com necessidades específicas de educação (NEE) Tecnológica 50 3291 Formas de intervenção precoce em crianças com NEE Tecnológica 25 3292 Desenvolvimento sexual de crianças com NEE Tecnológica 25 3293 Intervenção pedagógica em crianças com NEE Tecnológica 50 3294 Actividades pedagógicas com crianças com NEE Tecnológica 50 3295 Higienização e manutenção de materiais e equipamentos específicos Tecnológica 50 CLC_3 CLC_LEI_ING Saúde - língua e comunicação Opcional 50 Inglês - Iniciação Opcional 50 PRA - Portefólio Reflexivo de Aprendizagem Nº Horas: 85 Formação Prática em Contexto de Trabalho Nº Horas: 210 Total: 2020 horas 51 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 20 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A Nível 4 - Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores Código Designação Formação Duração CP_1 Liberdade e responsabilidade democráticas Opcional 50 CP_4 Processos identitários Opcional 50 CP_5 Deontologia e princípios éticos Opcional 50 STC_5 Redes de informação e comunicação Opcional 50 STC_6 Modelos de urbanismo e mobilidade Opcional 50 STC_7 Sociedade, tecnologia e ciência - fundamentos Opcional 50 CLC_5 Cultura, comunicação e média Opcional 50 CLC_6 Culturas de urbanismo e mobilidade Opcional 50 CLC_7 Fundamentos de cultura língua e comunicação Opcional 50 6007 Corrente contínua Tecnológica 25 6008 Análise de circuitos em corrente contínua Tecnológica 25 6009 Magnetismo e electromagnetismo - N3 Tecnológica 25 6010 Corrente alternada Tecnológica 25 6011 Semicondutores Tecnológica 25 6012 Transístor bipolar Tecnológica 25 6013 Amplificadores com transístores Tecnológica 25 6015 Transístor de efeito de campo Tecnológica 25 6016 Amplificadores operacionais Tecnológica 25 6017 Amplificadores operacionais - aplicações Tecnológica 25 6018 Osciladores Tecnológica 25 6021 Fontes de alimentação Tecnológica 25 6024 Circuitos lógicos Tecnológica 25 6025 Circuitos combinatórios Tecnológica 25 6026 Circuitos sequenciais - assíncronos Tecnológica 25 6051 Programação - algoritmia Tecnológica 25 6052 Programação - iniciação Tecnológica 25 6072 Microcontroladores - N3 Tecnológica 25 6040 Noções de Higiene e Segurança no Trabalho Tecnológica 25 6075 Instalações eléctricas - generalidades Tecnológica 25 6028 Tecnologia dos componentes electrónicos Tecnológica 25 6029 Tecnologia e montagem de circuitos electrónicos Tecnológica 25 6085 Instalações ITED - generalidades Tecnológica 25 6086 Instalações ITED - aplicações - execução de instalação em moradia unifamiliar Tecnológica 25 6087 Instalações ITED - fibras ópticas - aplicações Tecnológica 25 6019 Electrónica de potência - dispositivos Tecnológica 25 6039 Técnicas de manutenção Tecnológica 25 6182 Introdução ao Hardware Tecnológica 25 6071 Sensores e transdutores - N3 Tecnológica 25 6181 Controlo e regulação de processos Tecnológica 25 6183 Sistemas operativos - N3 Tecnológica 25 6184 Microcomputadores - introdução Tecnológica 25 6074 Dispositivos programáveis - memórias Tecnológica 25 6054 Programação de alto nível - iniciação Tecnológica 25 6186 Montagem de PC Tecnológica 25 6127 Redes - comunicação de dados Tecnológica 25 52 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 6129 Redes de computadores - instalação Tecnológica 25 6187 Periféricos de PC Tecnológica 25 6030 Projecto e montagem de um equipamento electrónico Tecnológica 50 6109 Pneumática e Hidráulica - iniciação Tecnológica 25 6116 Microrobótica Tecnológica 25 6088 Instalações ITED - leitura, interpretação e execução de projectos de comunicações Bolsa- Tecnológica 25 6020 Electrónica de potência - aplicações Bolsa- Tecnológica 25 6032 Energia reactiva Bolsa- Tecnológica 25 6076 Instalações eléctricas residenciais individuais - projecto Bolsa- Tecnológica 25 6113 Robótica Bolsa- Tecnológica 25 6130 Redes de computadores - configuração Bolsa- Tecnológica 25 CLC_LEC_ING Inglês - Continuação Opcional 50 CLC_LEI_ING Inglês - Iniciação Opcional 50 PRA - Portefólio Reflexivo de Aprendizagem Nº Horas: 85 Formação Prática em Contexto de Trabalho Nº Horas: 210 Total: 2045 horas 53 2012/2013 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC ANEXO 21 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular - NEE Portaria nº 275 – A / 2012 de 11 de novembro Responsabilidade Componente do currículo Escola Instituição Carga horária semanal (horas) Comunicação: Português Segunda Língua/Língua Estrangeira (sensibilização) Tecnologias de Informação e Comunicação Matemática ( matemática para a vida) Desenvolvimento pessoal, social e laboral: Atividades socialmente úteis Experiências laborais Atividades de Expressão Desporto e saúde: Desporto Bem -estar e qualidade de vida Atividades de lazer e tempo livre X 3 X 2 X 12 X 2 X 4 X 2 Organização do mundo laboral: Higiene e segurança no trabalho Conhecimento do mundo laboral Competências socioprofissionais Cidadania: Cooperação e associativismo Vivência democrática Participação cívica Solidariedade (voluntariado) 54 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 22 – Grupo de Recrutamento de Português e Francês - 300/320 Após uma reflexão sobre as práticas letivas e pedagógicas e uma análise conjunta dos resultados obtidos nos anos anteriores, os professores do grupo apontaram fatores importantes para a gestão do currículo nas suas disciplinas. Aspetos considerados inibidores de uma ação eficaz No Ensino Básico os professores têm em conta na sua prática letiva vários documentos orientadores e recursos, a saber o Novo Programa de Português do Ensino Básico (promulgado em março de 2009), implementado no ano de 2011-2012 (no sétimo ano) os manuais adotados em junho de 2011 e junho de 2012 e as Metas Curriculares publicadas em agosto de 2012. No nono ano está ainda em vigor o programa antigo, quer a nível dos conteúdos, quer a nível da terminologia linguística utilizada nas aulas e nos recursos disponibilizados (programa de 1991 que surge no contexto da reforma do ensino - Decreto-lei n.º 286/89 de 29 de agosto). Os membros do grupo sentem que a nova terminologia linguística é pouco adequada à realidade da língua portuguesa e dos alunos da escola. Há uma distância científica que se faz sentir entre os alunos e os programas em vigor. Dificuldades detetadas - Discrepâncias entre os programas em vigor e as metas definidas pela entidade tutelar; - Lacunas ao nível da visão cronológica da literatura que comprometem a aprendizagem; - Alunos com heterogeneidade e de contextos sociais diversos, alguns sem perceção da história e da cultura europeias; - Vocabulário; - Compreensão e interpretação de textos; - Compreensão e produção oral; - Estrutura e funcionamento da Língua; - Produção escrita; - Ausência de hábitos de trabalho e métodos de estudo; - Fraca frequência dos apoios e complementos curriculares disponíveis na escola; - Falta de empenho na realização das tarefas pedidas; - Pouco rigor na apresentação, organização e produção escrita nos trabalhos de pesquisa; - Fraca responsabilidade evidenciada pelos alunos em relação ao cumprimento das suas funções; - Comportamentos perturbadores e inadequados; - Falta de acompanhamento por parte dos Encarregados de Educação; - Contexto social, cultural e económico em que a escola está inserida. 55 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Aspetos facilitadores da ação Os professores já realizam uma gestão do currículo numa perspetiva alargada, tendo em conta o ciclo e a sequencialidade dos planos literários, gramaticais, mas também nas dimensões da interpretação textual e no domínio cognitivo. Defendem uma articulação rigorosa entre os ciclos que permita uma continuidade do trabalho a nível da abordagem e metodologias adotadas e dos conteúdos. Realizam com os alunos diferentes tipos de leituras, diversas dinâmicas de escrita, diversos modos de interagir, através da língua pátria e das diferentes linguagens étnicas presentes na nossa escola. É também de referir no trabalho realizado com os alunos a construção de um pensamento adequado aos nossos tempos, onde as línguas e as culturas viajam no oceano da globalização vigente e das novas tecnologias. A avaliação é realizada com base em critérios cientificamente definidos, que se refletem em toda a prática letiva, nos apoios e nos reforços que todos os docentes do grupo realizam permanentemente com os seus alunos. Fatores essenciais, pois de outra forma os professores não conseguiriam lecionar a língua e cultura portugueses. Medidas já implementadas e que devem continuar: • Trabalho cooperativo entre professores do mesmo ano de escolaridade. • Reuniões semanais conjuntas para planificação, organização de atividades e elaboração de materiais. Estas reuniões permitem também uma reflexão conjunta de natureza pedagógica e a troca de experiências e opiniões que enriquecem a prática letiva. • Realização de matrizes de testes por ano de escolaridade. • Elaboração de materiais de apoio e fichas de reforço para os alunos usarem de forma autónoma. • Utilização dos equipamentos eletrónicos disponíveis na maior parte das salas de aula e que permite um trabalho com recursos digitais variados como complemento do manual e motivadores para os alunos. • Diversificação de atividades com o objetivo de captar a atenção dos alunos e desenvolver a concentração. • Projeto “Turma Mais Aprendizagens” para as turmas do ensino básico, nas disciplinas de Português e Francês. • Desdobramento de um bloco nas turmas de 10º ano na disciplina de Português. • Aumento da carga horária no 12º ano, com mais 45 minutos na disciplina de Português. • Aulas de PLNM. • Aulas de apoio para reforço das aprendizagens e consolidação dos conteúdos lecionados em aula e para preparação de exames. • Sala de estudo com a presença de professores dos vários níveis/ciclos de ensino. 56 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Propostas de melhoria • Aumento de um bloco semanal no horário da disciplina de Português, em todo o ensino Secundário; • Diversificação de estratégias na sala de aula; • Apresentação de diferentes métodos de estudo; • Frequência das aulas de apoio e demais medidas disponibilizadas pela escola, como a tutoria e sala de estudo; • Incentivo à leitura; • Orientação dos alunos na preparação de trabalhos de exposição oral; • Realização de trabalhos de casa; • Prática de leitura analítica e crítica de textos diversificados; • Fichas de reforço e de exercícios de funcionamento da Língua; • Produção escrita segundo modelos propostos; • Utilização das tecnologias de informação e comunicação em contexto de sala de aula; • Diferenciação pedagógica em sala de aula, sempre que possível; • Maior responsabilização por parte dos alunos e Encarregados de Educação face ao percurso escolar dos educandos; verificação por parte dos EE da posse dos materiais obrigatórios e das tarefas a desenvolver; • Mudança de comportamentos e atitudes face à escola e à aprendizagem; • Maior empenho e participação nas tarefas de sala de aula; • Aumento da responsabilidade no estudo autónomo diário, a realizar ao longo dos períodos; • Melhoria de comportamento no sentido de facilitar a concentração na aula e consequentemente a aprendizagem; • Melhoria da assiduidade. 57 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 23 – Grupo de Recrutamento de Inglês / Alemão - 330 DIAGNÓSTICO Após a análise dos resultados obtidos nos anos letivos de 2009/2010, 2010/2011 e 2011/2012 podemos constatar o seguinte: ENSINO BÁSICO – Inglês 7º, 8º, 9º Anos a disciplina de Inglês apresenta níveis de insucesso no final do 7º ano que se situam nos 11%; no 8º ano nos 15,7% e no 9º ano nos 13,8%. constatamos que nos três anos letivos em estudo o nível de insucesso aumenta do 7º para o 8º ano (4,4%) e diminui do 8º para o 9º ano (1,9%). a disciplina de Inglês apresenta níveis de insucesso no final do 3º ciclo do ensino básico que se situam nos 14,4 %, sendo o 8º o ano o ano onde se regista uma percentagem de insucesso mais elevada – 15,7%. a percentagem de níveis positivos mais elevada situa-se no nível 3 em todos os anos do ciclo; a percentagem de níveis negativos mais elevada situa-se no nível 2 em todos os anos do ciclo; as médias dos resultados dos testes intermédios realizados nos dois últimos anos letivos a nível de escola foram 68% e 42% respetivamente; houve uma variante de 3,8% no primeiro ano e uma variante de -16,2% no segundo ano relativamente às médias nacionais. Cursos de Educação e Formação No final dos cursos de educação e formação os níveis de insucesso situam-se entre os 30% e os 40%. As razões que podem explicar a situação existente nos CEF prendem-se com as características destes formandos uma vez que: apresentam níveis de reprovação repetida em anos anteriores; evidenciam falta de pré –requisitos; revelam atitudes e comportamentos inadequados; apresentam atitudes de completa desmotivação; não adquiriram hábitos de trabalho. 58 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ENSINO SECUNDÁRIO Inglês – 10º e 11º Anos a percentagem mais elevada de classificações negativas situa-se entre 0 e 7 valores no 10º ano e 8 e 9 valores no 11º ano; a percentagem de classificações negativas é bastante mais baixa no 11º ano; a percentagem mais elevada de classificações positivas situa-se maioritariamente entre os 10 e 13 valores tanto no 10º como no 11º anos; a disciplina de Inglês apresenta níveis de insucesso no final do 10º ano que se situam nos 21%; no 11º ano os níveis de insucesso baixam para os 8%. Constatamos que a situação se altera positivamente do 10º para o 11º anos embora a percentagem de classificações positivas continue a situar-se no intervalo mais baixo (10 – 13 valores). As razões que podem explicar os resultados obtidos nestes anos de escolaridade são muitas vezes anteriores a este ciclo, mas determinam em grande medida o sucesso dos alunos na disciplina, nomeadamente a existência de: alunos oriundos do Brasil e outros países em que o ensino da Língua Inglesa é inexistente ou muito elementar; alunos provenientes de outras escolas com uma classificação inflacionada; alunos que reprovaram repetidamente ao longo do 3º ciclo; alunos desmotivados e descrentes relativamente ao seu sucesso na disciplina; e a própria mudança de ciclo. Inglês – 12º Ano No que diz respeito ao 12º ano a situação é qualitativamente diferente, uma vez que a maioria das classificações se situa entre os 17 e os 20 valores, registando-se níveis de sucesso de 100 %. Tal acontece porque a disciplina de Inglês é opcional neste ano de escolaridade. A maioria dos alunos que escolhe a disciplina revela um bom nível de desempenho e motivação para continuar a apostar num idioma que consideram importante para a sua futura vida profissional. Alemão – 10º e 11º Anos a percentagem mais elevada de classificações negativas situa-se entre os 7 e 9 valores; a percentagem mais elevada de classificações positivas situa-se entre os 12 e os 15 valores; a disciplina de Alemão é uma disciplina com sucesso tanto no 10ºAno como no 11ºAno, situando-se o nível de insucesso nos 7%. Analisando os dados estatísticos dos exames nacionais dos últimos três anos, concluímos que existe uma diferença de cerca de 3-4 valores entre a classificação obtida no exame e a classificação interna da disciplina. Esta diferença deve-se ao crescente grau de dificuldade dos exames nacionais nos dois últimos anos. 59 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ENSINO PROFISSIONAL Inglês – 10º, 11º e 12º Anos A disciplina de Inglês nos cursos profissionais não apresenta níveis de insucesso muito elevados, no entanto existe um número significativo de alunos com módulos em atraso, sobretudo os módulos iniciais – módulos 2, 3 e 4 e a maioria das classificações obtidas nos módulos realizados situa-se no intervalo mais baixo (10-13 valores). A recuperação de módulos é feita em aulas que preparam os alunos para a realização de provas, o que lhes permite a conclusão dos módulos em atraso. A opção por este percurso deve-se ao facto de serem alunos que: apresentam níveis de reprovação repetida no ensino regular; evidenciam falta de pré –requisitos; apresentam atitudes de completa desmotivação; não adquiriram hábitos de trabalho. OBJETIVOS Face ao diagnóstico traçado é fundamental continuar a apostar no trabalho cooperativo, não só entre os professores que lecionam o mesmo ano de escolaridade como também entre os professores dos diferentes ciclos, por forma a operar a articulação entre ciclos que se tem revelado fundamental para o sucesso dos alunos. Deste modo, há que dar resposta à situação diagnosticada através de opões curriculares que se expressem a nível da planificação, execução e avaliação do processo de ensino/aprendizagem para que o desempenho dos alunos melhore de forma significativa. É importante que a ação do grupo de recrutamento incida prioritariamente em determinados anos de escolaridade, quer por serem mais estruturantes quer por também apresentarem piores resultados, nomeadamente o 9º e 10º anos de Inglês. Relativamente aos cursos de educação e formação e aos cursos profissionais é importante dar ênfase ao domínio atitudinal por forma a conseguir operar as mudanças necessárias que melhorem o desempenho dos alunos. No que diz respeito ao 12º ano, uma vez que os resultados obtidos pelos alunos são muito bons, o objetivo será continuar a apostar num trabalho dinâmico e motivador que leve um número maior de alunos a escolher a disciplina. 60 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 OPERACIONALIZAÇÃO – Estratégias de melhoria O diagnóstico realizado permite reconhecer aprendizagens mal consolidadas e identificar situações de aprendizagem que evidenciam fragilidades, por vezes comuns nos dois ciclos de ensino considerados. Esta situação aponta para a necessidade de intervenções pedagógicas concertadas entre os professores dos vários anos de escolaridade, dando especial ênfase aos conteúdos linguísticos do âmbito lexical e gramatical e às competências de compreensão e interpretação de texto. Planificação fazer uma gestão do programa em termos de ciclo; planificar tendo em consideração o perfil do aluno no final de ciclo e a transição para o ciclo seguinte; gerir os conteúdos ao longo dos anos do ciclo em vez de os tentar abordar numa perspetiva de aprofundamento, tal como o programa o prevê; decidir quais as competências que devem ser mais trabalhadas por ano; reforçar a aprendizagem dos conteúdos considerados prioritários para cada ano dos ciclos; diversificar o tipo de atividades, sobretudo nos níveis mais elementares, por forma a captar a atenção e desenvolver a concentração dos alunos; contemplar na planificação do 11ºAno de Alemão aulas de preparação para o exame no final do ano letivo; Execução reforçar o conhecimento e o domínio do léxico, especialmente, no que se refere à identificação de termos pertencentes a determinada área vocabular; fazer um levantamento do vocabulário mais importante relativamente aos temas estudados: num primeiro momento este trabalho será orientado pelo professor e posteriormente serão os alunos a realizá-lo de forma autónoma; aprender a utilizar o dicionário de forma autónoma e sistemática; desenvolver estratégias de memorização de vocabulário e de expressões comuns nos níveis mais elementares de Inglês e Alemão; realizar atividades de alargamento/enriquecimento do vocabulário, de forma a que os alunos não sejam apenas “expostos” a esse mesmo vocabulário, mas que tenham oportunidade de o utilizar e dele se apropriarem; reforçar o conhecimento e o domínio do léxico e a capacidade para estabelecer relações semânticas, especialmente, no que se refere aos processos de sinonímia/paráfrase e de contextualização; realizar sistematizações dos conteúdos gramaticais tendo em conta o nível dos alunos com mais dificuldades (false beginners); promover uma prática sistemática dos conteúdos gramaticais lecionados procurando consciencializar os alunos que da correção linguística resulta a produção de sentido e que os recursos gramaticais têm uma “função”; criar rotinas no que se refere à utilização dos conteúdos mais básicos da língua mantendo-os ativos; encontrar formas de registo e organização dos conteúdos lexicais e gramaticais em conjunto com os alunos; promover a elaboração individual de uma gramática com os conteúdos referentes ao 3º ciclo do ensino básico, assim como a elaboração de um livro com o vocabulário mais significativo do ciclo. reforçar o conhecimento e o domínio dos mecanismos que conferem coesão e coerência a um texto utilização de diferentes conectores, de pronomes e de palavras da mesma área vocabular; 61 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 explorar tipos de texto variados com o objetivo geral de melhorar as competências discursiva e lexical; utilizar atividades variadas de compreensão/interpretação e de produção de texto que permitam o enriquecimento dos recursos linguísticos dos alunos, no sentido de melhorar a utilização do contexto para a interpretação de sentidos e a seleção de recursos lexicais; realizar atividades de compreensão, da escrita e do oral, com vários objetivos: skimming e scanning de diferentes tipos de textos; compreensão/interpretação de um texto e não apenas a recolha direta de informação explícita; desenvolver técnicas de leitura que ajudem os alunos na abordagem de textos; promover a interação oral criando situações de comunicação, mais guiadas nos níveis mais elementares, tornando-se progressivamente mais livres e autónomas nos níveis mais avançados; orientar trabalhos de exposição oral desenvolvidos pelos alunos; dedicar especial atenção à organização coerente/lógica das ideias ao nível do texto, do parágrafo e da frase; preparar a produção escrita através da construção conjunta de exemplos concretos. Avaliação continuar a apostar no valor formativo e regulador que a informação gerada por cada elemento de avaliação proporciona, no imediato a cada professor e a cada aluno, mas também ao conjunto dos professores do grupo de recrutamento; utilizar os resultados no sentido da construção de processos de aprendizagem mais sólidos, ou seja, gerindo de forma equilibrada as funções formativa e sumativa da avaliação; realizar a análise conjunta da informação, que constitui uma ferramenta de revelante utilidade na (re)definição de estratégias de intervenção didática enquadrando-as, necessariamente, nos contextos particulares de cada turma; aferir os critérios de avaliação das competências da produção oral; utilizar vários instrumentos de avaliação que testem as diversas competências de forma mais frequente e imediata; realizar um teste global por período para aferir o desempenho dos alunos de todas as turmas do mesmo ano. Recursos oferecer aulas de apoio educativo para os alunos que as desejem frequentar no sentido de minorar algumas das dificuldades sentidas, sobretudo para os alunos com falta de pré-requisitos; disponibilizar materiais de apoio que serão utilizados de forma autónoma pelos alunos como trabalho extra; criar um espaço onde os alunos possam desenvolver competências diversificadas, permitindo uma aprendizagem mais significativa, aliciante e motivadora – Clube de Inglês; dividir as turmas do 10º ano em turnos de nível. oferecer aulas de preparação para a realização de provas de recuperação dos módulos em atraso dos cursos profissionais. Avaliação das estratégias de melhoria implementadas A avaliação das mudanças operadas pela implementação das estratégias de melhoria implica uma análise dos resultados obtidos pelos alunos nos elementos de avaliação aplicados pelo conjunto dos professores que lecionam o mesmo ano. Esta ação requere a utilização de formas de registo construídas para o efeito e um trabalho de análise de todos os intervenientes. 62 2012/2013 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC ANEXO 24 – Grupo de Recrutamento de História - 400 1. ANÁLISE DOS RESULTADOS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 7º, 8º E 9º ANOS DE ESCOLARIDADE – DISCIPLINA DE HISTÓRIA Relatórios de níveis obtidos no final do 3º período P 3º P 3º P 3º P 3º P 3º P 3º P 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 Ano letivo (Anos letivos 2010/2011 e 2011/2012) 3º P Níveis 1 1 2 2 3 3 4 4 5 5 %<3 %<3 %>=3 %>=3 7º 0 0 6 8 11 25 5 9 3 8 24 16 76 84 8º 0 0 9 7 24 35 12 10 3 7 18,75 11,86 81,25 88,14 9º 1 1 14 4 29 37 11 11 3 9 25,86 8,06 74,14 91,94 Total 1 1 29 17 64 88 28 22 9 17 22,9 10,53 59,06 72,27 Médias globais por ano de escolaridade (em comparação com o ano letivo anterior) – 3º Ciclo: Ano letivo 2011/2012 Ano letivo 2010/2011 Média N.º Alunos Média N.º Alunos 7º Ano 3,2 25 3,34 50 8º Ano 3,19 48 3,29 59 9º Ano 3,02 58 3,37 62 As percentagens de insucesso são sempre inferiores a cinquenta por cento e as de sucesso superiores a setenta por cento, com destaque para os resultados obtidos no final do ano letivo 2010/2011, em que no oitavo ano o sucesso atingiu os 88,14 % e no nono ultrapassaram mesmo os 90%. As médias globais registam apenas ligeiras variações entre os anos de escolaridade e os anos letivos em análise, situando-se no nível três (arredondadas por defeito ou por excesso). 63 2012/2013 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC ENSINO SECUNDÁRIO 10º, 11º E 12º ANOS DE ESCOLARIDADE DO CURSO DE LÍNGUAS E HUMANIDADES - Disciplina de História A 10º e 11º ANOS DE ESCOLARIDADE DO CURSO DE ARTES VISUAIS – Disciplina de História e Cultura das Artes Relatório de classificações obtidas no final do 3º Período (Anos letivos 2010/2011 e 2011/2012) 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 17-20 17-20 %<10 %<10 %>=10 %>=10 10º 6 2 3 5 14 15 4 4 0 1 33,33 25,93 66,66 74,07 11º 2 1 2 4 13 14 4 5 0 1 19,05 20 80,95 80 12º 0 1 2 2 11 8 7 1 1 4 9,52 18,75 90,48 81,25 Total 8 4 7 11 38 37 15 10 1 6 21,74 22,06 78,26 77,94 2011/2012 27 21 21 69 10º Ano 11º Ano 12º Ano Total 17-20 17-20 %>=10 14-16 %>=10 14-16 %<10 3º P 10-13 %<10 3º P 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 2011/2012 2010/2011 3º P 10-13 3º P 8-9 3º P 8-9 3º P 0-7 3º P 0-7 Class. P 2010/2011 27 25 16 68 Disciplina de História da Cultura e das Artes (10º e 11º Anos): 2010/2011 2011/2012 Ano letivo - 2011/2012 Class. 14-16 3º P 14-16 3º P 10-13 3º P 10-13 3º P 8-9 3º P 8-9 3º P 0-7 3º P 0-7 P Disciplina de História A (10º, 11º e 12º Anos): 2010/2011 2011/2012 Ano letivo - 10º 1 1 2 4 2 4 0 3 0 0 60 41,67 40 58,33 11º 0 0 0 1 3 4 1 0 1 0 0 20 100 80 Total 1 1 2 5 5 8 1 3 1 0 40 35,29 60 64,71 64 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2011/2012 5 5 10 10º Ano 11º Ano Total 2012/2013 2010/2011 12 5 17 Médias globais por ano de escolaridade obtidas no ano letivo anterior – Ensino Secundário: Ano Ano letivo 2011/2012 Disciplina 10º Ano 11º Ano 12º Ano Média N.º Alunos História A 10,11 27 HCA 8,6 5 História A 11 21 HCA 13 5 História A 12,48 21 RESULTADOS DAS PROVAS DE EXAME E CIF − DISCIPLINA DE HISTÓRIA A E HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES N.º MÉDIA ALUNOS CI HISTÓRIA A 21 12,5 HCA 5 13 PROVA DE N.º EXAME ALUNOS N.º <10 12,4 21 12,3 4 TX MÉDIA REPROVAÇÃO NACIONAL 2 9,5 11,8 - - 10,9 (ESCOLA) Na disciplina de História A, as percentagens de insucesso tendem a ser progressivamente menores ao longo dos três anos do Ensino Secundário, tendo variado, no ano letivo anterior, entre 33,33% (num universo de vinte e sete alunos) no décimo ano; 19,05% (num universo de vinte e um alunos) no décimo primeiro ano e 9,52% (num universo de vinte e um alunos) no décimo segundo ano. Do mesmo modo, as médias globais tendem a melhorar ao longo do percurso considerado, tendo-se situado nos 10,11 valores (no décimo ano); nos 11 valores (no décimo primeiro ano) e nos 12,48 valores (no décimo segundo ano). Em termos comparativos, os resultados globais obtidos nos dois anos letivos em análise, foram semelhantes, destacando-se apenas o caso do décimo segundo ano que registou uma percentagem de insucesso próxima dos 20%, no ano letivo 2010/2011. 65 2012/2013 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Na disciplina de História da Cultura e das Artes, regista-se uma melhoria bastante acentuada na percentagem de insucesso, entre o décimo e o décimo primeiro anos de escolaridade: 60% contra 20% (no mesmo universo de cinco alunos). Consequentemente, as médias globais também registam uma melhoria considerável: 8,6 valores no décimo ano e 12,8 valores no décimo primeiro ano, no ano letivo anterior. Os resultados obtidos nos exames nacionais, não revelam discrepâncias significativas: na disciplina de História A, a média da classificação interna foi de 12,5 e a média do exame nacional de 12,4 (num total de vinte e um alunos), verificando-se um diferença de apenas 0,1; na disciplina de História da Cultura e das Artes, a média da classificação interna foi de 13 (em cinco alunos avaliados) e a média do exame nacional de 12,3 (em quatro alunos), perfazendo uma diferença de apenas 0,7. Em relação às médias nacionais, 11,8 na disciplina de História A e 10,9 na disciplina de História e Cultura das Artes, verifica-se que os resultados da escola superaram as médias nacionais em 0.6 e em 1.4, respetivamente. DISCIPLINA DE ÁREA DE INTEGRAÇÃO (CURSOS PROFISSIONAIS) Ano / Módulos N.º Alunos que concluíram os módulos 10º ANO 11º ANO 12º ANO Módulos Módulos Módulos 1 2 3 4 5 6 31 30 20 18 42 40 N.º de anulações de matrícula 11 - 3 N.º de exclusões por faltas 2 - 1 Na disciplina de Área de Integração dos Cursos Profissionais, sobressai o elevado abandono escolar no décimo ano (1º ano), com onze anulações de matrícula e duas exclusões por faltas. Alguns destes alunos trabalham e acabam por não conseguir conciliar a horário escolar com o do trabalho. 66 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 2. PONTOS CRÍTICOS – aspetos inibidores do processo de ensino/aprendizagem No Ensino Básico, as razões que justificam as percentagens de insucesso registadas prendem-se, essencialmente, com dificuldades ao nível da concentração; com a falta de métodos de estudo e hábitos de trabalho; do domínio da língua (tendo em conta que vários alunos têm o português como língua não materna); na expressão oral e escrita (mesmo em alunos de nacionalidade portuguesa); da interpretação de textos e da aplicação de conhecimentos. Estas dificuldades refletem-se, naturalmente, de forma negativa nas aptidões a desenvolver na área curricular disciplinar de História: tratamento da informação/ utilização de fontes, compreensão histórica e comunicação em História. Além disso, verificam-se também diferentes ritmos de aprendizagem nos vários grupos-turma. Os níveis de absentismo conducentes, por vezes, a situações de abandono escolar, têm reflexos negativos nos resultados globais da Escola: três no sétimo; seis no oitavo e quatro no nono ano de escolaridade. A percentagem de insucesso registada no Ensino Secundário e as dificuldades detetadas traduzem uma tendência que se tem verificado, de forma progressivamente mais acentuada ao longo dos últimos anos, entre os alunos que optam pelo Curso de Línguas e Humanidades. A “fuga à Matemática” surge, muitas vezes, como a principal razão da escolha do Curso, associada a um desconhecimento relativamente ao grau de exigência que a disciplina de História A comporta. De um modo geral, os alunos revelam maiores dificuldades no domínio da comunicação em História e do tratamento da informação/ utilização de fontes. Num outro patamar, sobressai ainda a falta de concentração e de empenho no estudo e na realização das tarefas propostas. O abandono escolar surge, de igual forma, como um problema neste nível de ensino, particularmente no 10º ano de escolaridade. A disciplina de História e Cultura das Artes (HCA) é uma disciplina da componente específica em opção com a disciplina de Matemática B. A taxa de abandono escolar no 10º ano do Curso de Artes Visuais é elevada, o mesmo acontecendo com a disciplina de HCA. Por isso, o número de alunos admitido a exame é sempre muito reduzido, embora os resultados sejam satisfatórios. 67 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Na disciplina de Área de Integração dos Cursos Profissionais de o principal problema detetado é igualmente o elevado número de alunos que abandonam a escola no 10ºano. Salienta-se que este problema é comum às diferentes disciplinas e cursos. De um modo geral, os alunos que frequentam os Cursos Profissionais apresentam grandes dificuldades ao nível da expressão escrita, um fraco grau de participação nas atividades letivas e falta de pré-requisitos. A maioria destes alunos apresenta um percurso escolar irregular ou muito irregular, com uma ou mais retenções em anos anteriores. Muitos deles, oriundos de países estrangeiros e residentes em Portugal há relativamente pouco tempo, revelam dificuldades no domínio da língua e de adaptação à realidade escolar. Além disso, estão inseridos em contextos familiares desestruturados e evidenciam situações socioeconómicas problemáticas. 3. PONTOS POSITIVOS – aspetos facilitadores do processo ensino/aprendizagem O Grupo 400 destaca como facilitadores de mais e melhores aprendizagens e de uma ação mais eficaz dos professores, os aspetos: O apoio de Português Língua Não Materna (PLNM) oferecido pela escola para ajudar a colmatar as dificuldades inerentes aos alunos estrangeiros e proporcionar-lhes melhores desempenhos globais, nomeadamente permitindolhes a realização de provas de exame específicas; A sala de estudo, com a presença de professores de diferentes áreas curriculares, a que os alunos podem recorrer voluntariamente para apoio ao estudo e à realização dos trabalhos de casa; Os equipamentos eletrónicos de projeção fixos nas salas de aula que permitem a utilização mais diversificada de recursos digitais (filmes, documentários, PowerPoints, visitas virtuais a museus, etc.) que complementam o manual e são motivadores para a maioria dos alunos; Os apoios semanais incluídos nos horários dos alunos e professores nas disciplinas com Exame Nacional; 68 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 O desdobramento do 3º bloco semanal atribuído, pela primeira vez este ano, à disciplina de História A do 10º ano, permitindo que um dos blocos semanais seja frequentado apenas por metade da turma de cada vez e estando a revelarse uma estratégia adequada para a consolidação de aprendizagens e personalização de atividades de reforço através da realização de exercícios; O espaço de reunião semanal atribuído ao grupo, de 90 minutos, que tem sido aproveitado para a reflexão conjunta sobre assuntos de natureza pedagógica, planificação, preparação e desenvolvimento de ações individuais ou do grupo para todo o ano, troca de ideias e sugestões relativas a estratégias e recursos a utilizar em aula e preparação dos contributos do Grupo para as solicitações dos diferentes órgãos e estruturas da escola. 4. PRIORIDADES E ESTRATÉGIAS DA AÇÃO DO GRUPO Independentemente da disciplina lecionada pelo Grupo 400, as prioridades e os objetivos definidos para todas valorizam a aquisição e o desenvolvimento das aptidões a seguir definidas, que constituem o cerne do ensino/aprendizagem no desenvolvimento de conteúdos e na ação pedagógica dos professores do Grupo: Tratamento da Informação/Utilização de fontes variadas, pretendendo-se que os alunos/formandos pesquisem de forma autónoma, selecionando a informação adequada e analisando-a, dela retirando os conhecimentos essenciais, praticando uma análise em fontes diversificadas; Compreensão, contextualização e situação no espaço e no tempo, identificando cronológica e espacialmente os acontecimentos, identificando a multiplicidade de fatores que intervêm nos fenómenos históricos e nos fatos da atualidade, identificando causas e consequências e relacionando aspetos relevantes a nível local, nacional e global; 69 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Comunicação oral e escrita, com correção linguística, utilizando os conceitos específicos de forma adequada e expondo as suas ideias e conhecimentos com clareza; Formação de indivíduos autónomos e pró-ativos, informados, responsáveis e intervenientes, solidários e dinâmicos para agir no mundo em prol do seu desenvolvimento e da melhoria das suas condições e de outros. 5. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA Detetadas nos alunos as dificuldades estruturais já enunciadas, os docentes do Grupo 400 recorrem à utilização de estratégias e recursos diversificados, insistindo também na responsabilização dos alunos pelas suas aprendizagens: Fichas formativas para reforço, consolidação e/ou recuperação das aprendizagens; Momentos em aula de pesquisa, recolha de dados e análise/interpretação de documentos diversos; Treino das aptidões de comunicação oral e escrita, através da realização de exercícios individuais e de grupo ou da resposta a perguntas direcionadas; Reforço das relações interpessoais professor/aluno e aluno/aluno, a capacidade de cooperação, trabalho colaborativo e a tolerância, através da realização de trabalhos de grupo e sua apresentação à turma; Fortalecimento da autoestima dos alunos com reforço positivo para as suas ações e atitudes positivas em aula e em casa; Apresentação oral de súmulas dos conteúdos lecionados na aula anterior; Realização dos trabalhos de casa individuais e de grupo; Verificação dos registos diários (turmas do EB); Apresentação de trabalhos individuais e de grupo na turma. 70 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 25 – Grupo de Recrutamento de Filosofia - 410 1. Caracterização da situação do grupo / disciplina(s) AVALIAÇÃO INTERNA Filosofia Parâmetro 2010 2011 2012 Média 2010 – 2012 79,82 % 84,92 % (+5,10 %) 65,49 % (-19,43 %) 76,74 % 92,47 % 86,36 % 68,89 % (-17,42%) 82, 57% 2012 Média 2010 – 2012 Média do 10.º ano (3.º P) % de classificações positivas (3.º P) e variação em relação ao ano anterior Média do 11.º ano (3.º P) % de classificações positivas (3.º P) e variação em relação ao ano anterior Parâmetro 2010 (-6,11%) Psicologia B 2011 Média do 12.º ano (3.º P) % de classificações positivas (3.º P) e variação em relação ao ano anterior 94,64 % 93,48 % (-1,16%) 100,00 % (36,52%) 96,04 % 71 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 AVALIAÇÃO EXTERNA Teste intermédio de Filosofia – 11.º ano Parâmetro* 2010 2011 Data 2012 Média 2010 – 2012 20.04.2012 Total de alunos: 39728 Média: 10,7 valores Resultados nacionais (CTn) Resultados na NUT III (CTu) O teste intermédio do 11.º ano não fazia parte do elenco de testes disponibilizados pelo GAVE O teste intermédio do 11.º ano não fazia parte do elenco de testes disponibilizados pelo GAVE Resultados na escola (CTe) Média: [10,0 ; 10,5[ Total de alunos: 91 Média: 9,7 valores Média CTe – Média CTn = -1 valor Média CTe – Média CTu < 0,8 valores Não aplicável *CT = Classificação do teste; NUT III considerada = Península de Setúbal Exame nacional 714 – Filosofia – 10.º/11.º anos – 1.ª fase – alunos internos Média 2010 – Parâmetro** 2010 2011 2012 2012 Data 20.06.2012 Resultados nacionais (CEn) O exame nacional 714 não fazia parte do elenco de provas disponibilizadas pelo GAVE Resultados na escola (CEe) O exame nacional 714 não fazia parte do elenco de provas disponibilizadas pelo GAVE Total de alunos: 3972 Média: 8,91 valores DP: 4,06 Total de alunos: 4 (todos p/ aprovação) Média: 13,0 valores Média CEe – Média CEn = +4,09 valores Não aplicável **CE = Classificação de exame Júri Nacional de Exames, http://www.dgidc.min-edu.pt/jurinacionalexames/index.php?s=directorio&pid=4 (consultado em novembro de.2012) Gabinete de Avaliação Educacional, http://www.gave.min-edu.pt/np3/24.html (consultado em novembro de 2012) 72 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 2. Pontos críticos: aspetos considerados inibidores de uma ação mais eficaz Filosofia Pré-requisitos não satisfeitos ao nível das competências básicas de leitura, conceptualização, compreensão e expressão verbal Extensão do Programa, em particular no 10.º ano Desadequação do número de aulas previsto para algumas unidades didáticas Desadequação da ordem das unidades didáticas proposta pelo Programa Manuais incompatíveis com uma gestão mais flexível do Programa Psicologia B Extensão do programa incompatível com o número de aulas previstas 3. Pontos positivos: aspetos facilitadores da ação Filosofia Recursos humanos qualificados e suficientes no GR410, colocados atempadamente Boa articulação entre os professores que lecionam os mesmos níveis Existência do documento Orientações para efeitos de avaliação sumativa externa das aprendizagens na disciplina de Filosofia (homologado em novembro de 2011) Participação da escola no Projeto Testes Intermédios Reposição do exame nacional 714 FILOSOFIA Apoio oferecido aos alunos em ano de exame Psicologia B Disciplina de opção é potenciadora de maior motivação 73 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 4. Sugestões de alteração Filosofia Situação 1. Pré-requisitos não satisfeitos ao nível das competências básicas de leitura, conceptualização, compreensão e expressão verbal «[...] Os dados disponíveis permitem concluir que muitas das dificuldades dos alunos estão associadas a dificuldades no domínio da língua, nomeadamente, de verbalização e de discursividade. Os alunos revelam dificuldades na composição de um texto escrito, na exposição de ideias e na argumentação. Ao mesmo tempo, verificam‐se fragilidades ao nível da conceptualização, da problematização e da argumentação [...]». Fonte: http://www.gave.minedu.pt/np3content/?newsId=24& fileName=Rel_Nac_ProjTI_2011.pdf, p.41 Intervenção Realização sistemática de avaliação diagnóstica, no 10.º e 11.º anos Ajustamento das estratégias didáticas e dos recursos às características de cada grupo-turma Diversificação das atividades e instrumentos de avaliação Reforço, face ao previsto no Programa, dos tempos letivos destinados às unidades didáticas em carência, a saber: 10.º ano Módulo inicial II.3.1. A dimensão ético-política – análise e compreensão da experiência convivencial 11.º ano 2. Extensão do Programa, em particular no 10.º ano 3. Desadequação do número de aulas previsto para algumas unidades didáticas III.1. Argumentação e lógica formal III.2. Argumentação e retórica III.3. Argumentação e filosofia IV.2. Estatuto do conhecimento científico Diminuição, face ao previsto no Programa, dos tempos letivos destinados a outras unidades didáticas por via de uma abordagem transversal dos respetivos conteúdos. Em particular, visam-se as unidades: II.4. Temas/problemas do mundo contemporâneo (10.º ano) IV.3. Temas/problemas da cultura científicotecnológica (11.º ano) 74 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 4. Desadequação da ordem das unidades didáticas proposta pelo Programa 5. Manuais incompatíveis com uma gestão mais flexível do Programa 2012/2013 Reordenação da lecionação de determinadas unidades didáticas, nomeadamente: III – Racionalidade argumentativa e Filosofia (do 11.º para o 10.º ano) II.3.2. – Dimensão estética ou II.3.3. – Dimensão religiosa (do 10.º para o 11.º ano) A reordenação prevista terá lugar se não comprometer a participação no Projeto Testes Intermédios Fornecimento aos alunos de todos os recursos que compensem as lacunas existentes nos manuais Psicologia Situação Intervenção Realização sistemática de avaliação diagnóstica, no 10.º e 11.º anos 1. Pré-requisitos não satisfeitos ao nível das competências básicas de leitura, conceptualização, compreensão e expressão verbal Ajustamento das estratégias didáticas e dos recursos às características de cada grupo-turma Diversificação das atividades e instrumentos de avaliação 4. Metas para 2013 Filosofia Percentagem de positivas mais próxima da percentagem média de positivas nos últimos 3 anos Percentagem média de positivas no 10.º ano (2010 – 2012): 76,74 % Percentagem média de positivas no 11.º ano (2010 – 2012): 82, 57 % Média das classificações do teste intermédio na escola (CTe) situada no intervalo em que se situa a média das classificações do teste intermédio na NUT III da Península de Setúbal (CTu) Intervalo em que se situou a média do teste intermédio na NUT III, em 2012: [10,0 ; 10,5] Média das classificações do exame 714 na escola (CEe) superior à média das classificações do exame a nível nacional (CEn), considerando os alunos internos que realizam a prova na 1.ª fase Média das classificações do exame 714, a nível nacional, em 2012: 8,91 valores Psicologia B Aumento do número de alunos inscritos Maior articulação com instituições do ensino superior 75 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 26 – Grupo de Recrutamento de Geografia - 420 Com base na análise da evolução das classificações finais na disciplina de Geografia, ensino regular, entre o ano letivo 2009/10 e 2011/12, podemos constatar alguns pontos positivos e negativos e apontar algumas estratégias ou procedimentos pedagógicos de ensino aprendizagem de forma a melhorar os resultados para os próximos anos letivos. De referir que, o contexto social, cultural e económico da região onde estamos inseridos são fatores que podem influenciar o nosso trabalho pois as respostas por parte das famílias são muitas vezes, por natureza cultural, pouco colaborantes e ativos no acompanhamento dos seus educandos. A escola e concretamente o grupo de docentes de Geografia, face a esta realidade, tem oferecido uma docência com rigor e empenho, estando desperto e atuante em situações de conflitualidade socioeconómica dos nossos alunos. Evolução das classificações, no ensino básico superior ou igual a 3 e no ensino secundário científico humanísticos igual ou superior a 10 valores. Anos Letivos 2009/10 2010/11 2011/12 Média 7º ano 80% 80% 96% 85% 8º ano 91,40% 90,60% 86% 89,33% 9º ano 89,80% 91,80% 78% 86,53% 10º ano 76,10% 73% 77,50% 75,53% 11º ano 97,10% 88,80% 81,30% 89,07% 12º ano 100% 100% 100% 100% No período em análise verificamos que a taxa de sucesso no ensino básico e secundário dos cursos científico humanístico é elevada. Contudo é de salientar que no 10º ano a taxa de sucesso é a mais reduzida, 75,53%. As causas para estes valores prendem-se com a mudança de ciclo, onde o trabalho, comportamento, empenho e dedicação é mais exigente. A opção por este percurso escolar implica uma organização no trabalho mais rigorosa e uma postura de concentração e trabalho tanto em casa como na aula. Estas premissas contribuem para o menor sucesso neste ano de escolaridade. A somar a estes fatores há um conjunto de alunos estrangeiros, a maioria dos PALOP, que não reúnem 76 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 conhecimentos do território nacional (programa base de Geografia A) e também revelam muitas dificuldades na compreensão da Língua Portuguesa. Consideramos que as práticas pedagógicas devem prosseguir na mesma linha, com acento em: Trabalho de aula; Trabalhos de casa; Utilização de fichas formativas para reforço, consolidação e/ou recuperação das aprendizagens; Utilização das tecnologias de informação e comunicação; Visitas de estudo acompanhadas de trabalho de investigação; Visualização de imagens representativas do nosso território e planeta (a disciplina de Geografia tem como base de trabalho e de aprendizagem a observação, in loco – contexto real – ou através de outros suportes, mapas murais e outros, fotografia, imagens de satélite); A adaptação dos currículos às características das turmas de forma a criar melhores ambientes de aprendizagem e sucesso; O reforço do trabalho em aula de apoio sobretudo a alunos com mais dificuldades e particularmente no respeitante aos anos de exame nacional. Os professores do grupo consideram ainda muito importante incentivar a ação colaborativa dos EE, no sentido de reforçar as boas condutas na sala de aula e um maior acompanhamento diário dos seus educandos. Quanto ao ensino secundário profissional a análise possível foi menos exaustiva pelo facto de os dados referentes às disciplinas lecionadas por professores de Geografia (Área de Integração, Geografia e Turismo - Informação e Animação Turística) serem escassos. No entanto, podemos referir que de um modo geral os alunos que frequentam assiduamente as aulas apresentam um nível de sucesso muito elevado, pois os módulos são realizados numa percentagem muito próxima dos 95%. 77 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Análise dos resultados do exame de Geografia A 1º Fase 2012 Comparação Exame e CIF a nível interno Média CIF 11,8 Média Exame 10 Diferença 1,8 Comparação Exame e CIF a nível nacional e interno Média Nacional Média Escola Diferença Exame 10,3 10,0 0,3 CIF 13 11,8 1,2 Analisando a média dos resultados obtidos no exame por todos os alunos internos que o realizaram e os resultados obtidos no exame face à CIF, podemos concluir que as diferenças observadas na disciplina de geografia no presente ano lectivo 2011-2012, são pouco significativas assemelhando-se mesmo, à média nacional. Tendo em conta estes valores, consideramos que devemos dar continuidade ao nosso trabalho e empenho, no sentido de melhorar ainda mais o resultado nos próximos anos letivos. 78 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 27 – Grupo de Recrutamento de Economia - 430 / 533 SITUAÇÃO DOS PROFESSORES DO GRUPO O “grupo” 430+530 é composto por 11 docentes do quadro Dois dos docentes estão de baixa por doença prolongada. Em sua substituição há dois professores contratados. Dos 11 docentes do quadro, há dois que estão este ano na escola por estarem na situação de horários zero na sua escola. Com menos de 20 anos de experiência profissional, só os dois professores contratados, que se encontram a menos de 5 anos. A média de experiência profissional dos professores do quadro é superior a 30 anos. Grande parte dos professores já passou pelos mais variados cargos na escola, Assembleia de Escola, Conselho Geral, Conselho Executivo, Conselho Pedagógico, Coordenação dos Diretores de Turma, Coordenação dos Cursos Profissionais e dos cursos de Educação e Formação, Direção de Turma. DISCIPLINAS LECIONADAS NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS E NO PRESENTE OGE: Organizar e Gerir a Empresa; PACC: Práticas de Atendimento em Contexto Comercial; SM: Stocks e Merchandising; CPV: Comunicar no Ponto de Venda; CV: Comercializar e Vender; CMA: Cidadania e Mundo Atual; TA: Técnicas de Atendimento; SPV: Serviço Pós Venda; OTET: Operações Técnicas em Empresas Turísticas; TPCRP: Técnicas e Práticas de Comunicação e Relações Públicas; TCAT: Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico; r CMRPP: Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade; AE: Atividades Económicas; MARK: Marketing; DO: Direito das Organizações; AI: Área de Integração; ECO: Economia; ECO A: Economia A; ECO C: Economia C; SOC: Sociologia; CONT: Contabilidade; CFEA: Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada; OGA: Organização e Gestão das Atividades; V: Vender; C Vendas: Comunicar em Vendas. 79 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 CURSOS LECIONADOS PELOS DOCENTES DO GRUPO Curso de Socioeconómicas (10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade); Curso Profissional de Técnico de Comércio (1.º, 2.º e 3.º ano); Curso Profissional de Técnico de Contabilidade (no presente, só o 3.º ano); Curso Profissional de Técnico de Vendas (no presente só o 1.º ano); Curso Profissional de Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade (2.º e 3.º ano); Curso Profissional de Técnico de Apoio à Infância (2.º e 3.º ano); Curso Profissional de Técnico de Turismo (1.º, 2.º e 3.º ano); Curso de Educação e Formação de Práticas Técnico-Comerciais (no presente, só o 2.º ano); Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, (2.º e 3.º ano); Curso Profissional de Técnico de Análises Laboratoriais, (2.º e 3.º ano). PONTOS CRÍTICOS A grande variedade de disciplinas lecionadas, é um dos aspetos que se reflete, por vezes, de modo menos positivo na atividade de cada docente e na coordenação das atividades do grupo. A maioria das disciplinas presentemente lecionadas pelo grupo tem conteúdos que os docentes nunca tiveram na sua formação académica e na sua formação profissional. As faltas por doença podem prejudicar a imagem do departamento. As idades dos professores do quadro são elevadas e as expectativas na confiança da profissão podem vir a reduzir-se. PONTOS POSITIVOS A experiência profissional. A abertura e a capacidade de adaptação à mudança. O pioneirismo na escola em matéria de Reformas, Cursos de Educação e Formação, Cursos Profissionais, participação nos TEIP. A variedade de disciplinas que cada professor lecionou ao longo da sua carreira. Interesse e empenho profissional com participação relevante nas ações de formação, internas e externas. 80 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Análise de Resultados e Propostas Com base na análise da evolução das classificações finais na disciplina de Economia A, ensino regular, entre os anos letivos de 2009/10 e 2011/12, podemos constatar alguns pontos positivos e negativos e apontar algumas estratégias ou procedimentos pedagógicos de ensino aprendizagem com vista a uma melhoria dos resultados para os próximos anos. O contexto social, cultural e económico da região onde estamos inseridos, é uma problemática condicionante dos resultados do nosso trabalho. Não é por acaso que a Escola tem projeto TEIP há vários anos. A somar a estes fatores as turmas de economia têm tido um conjunto de alunos estrangeiros, a maioria oriundos dos PALOP, que revelam muitas dificuldades na compreensão da Língua Portuguesa e que por isso mesmo frequentam o “Português Língua Não Materna”. As estratégias pensadas e implementadas pelas várias estruturas educativas da Escola no sentido de uma colaboração mais ativa e empenhada das famílias no acompanhamento dos seus educandos, não têm tido grande sucesso. Contudo, essa colaboração é importante para conseguir patamares mais elevados de sucesso. O grupo de docentes de Economia A, tem colocado o seu empenho e dedicação na docência da disciplina no sentido do sucesso dos seus alunos e numa melhoria dos resultados. Evolução das classificações de Economia A ≥10 valores. Anos Letivos 10.º ano 11.º ano Média de exame nacional 2009/10 58,8% 92,3% 11,6 2010/11 88,9% 86,7% 12 2011/12 69,6% 73,3% 10,6 No período em análise verificamos que a taxa de sucesso na disciplina de Economia A do curso de ciências socioeconómicas é muito variável e revela uma tendência de melhoria do 10º ano para o 11.º ano. Note-se que no período considerado, só há uma continuidade de professor. O docente da turma do 10.º ano, em 2010/11 foi o mesmo da turma do 11.º ano, em 2011/12. Nas outras situações o docente da turma do 11.º ano não foi o mesmo da turma do 10.º ano. 81 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 As causas para os resultados menos bons no 10.º ano, prendem-se com a mudança de ciclo, mas também com as estratégias adotadas pelo docente. No ensino secundário, o trabalho, o comportamento, o empenho e a dedicação são mais exigentes, implicando uma atenção cuidada do professor na relação com os alunos no sentido de que a mudança de ciclo não se traduza num insucesso elevado. O docente deve apostar simultaneamente no maior sucesso possível e em melhores resultados nos exames nacionais. A aposta em grandes resultados no exame nacional não deve ser conseguida à custa de uma elevada taxa de insucesso no 10.º ano de escolaridade. Consideramos que as práticas pedagógicas devem prosseguir na mesma linha: Trabalho de aula; Trabalhos de casa; Utilização de fichas formativas para reforço, consolidação e/ou recuperação das aprendizagens; Utilização das tecnologias de informação e comunicação; Visitas de estudo acompanhadas de trabalho de investigação; O reforço do trabalho em aula de apoio sobretudo a alunos com mais dificuldades e particularmente no respeitante aos anos de exame nacional. Os professores do grupo consideram ainda muito importante incentivar a ação colaborativa dos EE, no sentido de reforçar as boas condutas na sala de aula e um maior acompanhamento diário dos seus educandos. 82 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 EVOLUÇÃO DA MÉDIA DE EXAME NA ESCOLA E A NÍVEL NACIONAL EM ECONOMIA A 83 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO EXAME DE ECONOMIA A - 2012 Comparação Exame e CIF a nível nacional e interno Exame CIF Média Nacional 11,7 14 Diferença (Exame-CIF) -2,3 Média Escola 10,3 12,3 -2,0 -1,4 -1,7 Diferença (Escola-Nacional) Analisando a média dos resultados obtidos no exame por todos os alunos internos que o realizaram e os resultados obtidos no exame face à nota da classificação interna final (CIF), podemos concluir que as diferenças observadas na disciplina de Economia A no presente ano letivo 2011-2012, apresentam menor desvio do que a mesma situação à escala nacional. 84 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 28 – Grupo de Recrutamento de Matemática - 500 Ano/ disciplina Básico Matemática Aspetos inibidores de uma ação mais eficaz Aspetos facilitadores/Estratégias de melhoria Elevado número de alunos; Heterogeneidade no empenho na realização das tarefas e na postura em sala de aula; Sensibilizar os E.E. para a necessidade de acompanhar os seus educandos nas atividades escolares; Frequência da sala de estudo para realizar tarefas propostas pelo professor; Aplicação de sanções disciplinares adequadas em tempo útil; Responsabilização dos alunos sobre o seu processo de aprendizagem (encaminhamento para técnicos especializados na resolução de problemas de motivação e autoestima); Turma + (7º, 8º e 9º anos); Utilização diversificada de instrumentos de avaliação; Realização frequente de fichas de avaliação; Realização de matrizes para testes, comuns, para o mesmo ano de escolaridade; Trabalho colaborativo entre os professores que lecionam o mesmo ano de escolaridade. Interpretação e compreensão de enunciados; Ausência de hábitos de trabalho; Comportamentos perturbadores ; Aplicação de conceitos e resolução de problemas; Dificuldade na aplicação de conceitos e resolução de problemas. 85 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Falta de empenho na realização das tarefas; Interesses divergentes do escolar; Falta de material (manual e caderno); Básico CEF 2012/2013 Sensibilizar os E.E. para a necessidade de acompanhar os seus educandos nas atividades escolares; Responsabilização dos alunos sobre o seu processo aprendizagem; Falta de empenho; Ausência de hábitos e métodos de trabalho e de estudo; Incentivar a participação dos alunos em sala de aula; Trabalho colaborativo entre os professores que leccionam o mesmo ano de escolaridade; Aplicação de sanções disciplinares adequadas em tempo útil; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação; Reforçar o controlo da realização dos T.P.C. Existência de pares pedagógicos; Dialogar frequentemente com os alunos; Selecionar tarefas essencialmente práticas; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação; Comportamentos inadequados. Matemática Falta de motivação e interesse pelas atividades letivas; Ausência de hábitos de trabalho; Baixa autoestima e ausência de objetivos; Aprendizagens anteriores não consolidadas; Grande heterogeneidade; Exigência no cumprimento de regras; Comportamentos e atitudes inadequadas. Aplicação de sanções disciplinares adequadas em tempo útil. Ausência de hábitos de trabalho; Cálculo; Sensibilizar os E.E. para a necessidade de acompanhar os seus educandos nas atividades escolares; Aplicação de conceitos; Cursos Resolução de problemas; Responsabilização dos alunos sobre o seu processo aprendizagem; Profissionais Assiduidade; Progressão de ano, independentemente do número de módulos em atraso (12º ano); Criar um bloco de apoio/acompanhamento aos alunos para esclarecimento de dúvidas e recuperação de módulos em atraso; Mudanças de cursos ao longo do 1º período; Responsabilização dos alunos pelo processo aprendizagem; Propor revisão dos critérios de PIEF 86 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Comportamento perturbador de alguns alunos. Falta de material (manual, caderno e calculadora) 2012/2013 progressão; Utilização diversificada de instrumentos de avaliação; Realização frequente de fichas de avaliação; Realização de matrizes para testes, comuns, para o mesmo ano de escolaridade; Trabalho colaborativo entre os professores que lecionam o mesmo ano de escolaridade; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação Reforçar o controlo da realização dos T.P.C.; Existência de um banco de livros para empréstimo. 87 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Secundário Matemática A e Matemática B Elevado número de alunos por turma; Aprendizagens anteriores mal consolidadas; Interpretação e compreensão de enunciados; Cálculo; Aplicação de conceitos; 2012/2013 Sensibilizar os E.E. para a necessidade da existência de hábitos de trabalho e postura adequada em sala de aula; Responsabilizar os alunos pelo seu processo aprendizagem; Seleção de tarefas que permitam consolidar o desempenho em cálculos elementares, aplicação de conceitos e resolução de problemas; Resolução de problemas com várias etapas e conexões entre conteúdos; Resolução de problemas disponibilizados pelo GAVE; Falta de empenho e concentração na realização de tarefas; Elaboração de composições com a interpretação de enunciados; Falta de motivação para a área de estudo em que se encontram; Análise dos erros cometidos; Ausência de hábitos de trabalho; Incentivar a frequência da aula de apoio/acompanhamento; Comportamentos inadequados/perturbadores; Desdobramento de um bloco com o docente da turma (10º,11º e 12º anos); Falta de material (manual, caderno diário e calculadora); Falta de raciocínio geométrico; Encaminhamento para técnicos especializados na resolução de problemas de motivação e autoestima; Ausência de autonomia e iniciativa que manifestam quando são postos perante novas situações de aprendizagem; Reforçar o controlo da realização dos T.P.C.; Reforçar a participação na sala de aula; Falta de assiduidade às aulas de Apoio. Resolução de fichas de trabalho em grupo e individualmente promovendo o trabalho autónomo; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação; Realização frequente de fichas de avaliação; Realização de matrizes para testes, comuns, para o mesmo ano de escolaridade; Trabalho colaborativo entre os professores que leccionam o mesmo ano de escolaridade. 88 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 29 – Grupo de Recrutamento de Física e Química - 510 Grupo 510 Física e Química 7º Ano Caracterização da situação da(s) disciplina(s) Insucesso 2010 2011 Turma A - 3,90% Turma B - 37,5% 2011 2012 Turma A – 32,00% 8º Ano Insucesso 2010 2011 Turma A – 4,17% Turma B – 15,79% Turma C - 31,25% 2011 2012 Turma A – 3,70% Turma B - 47,62% 9º Ano Insucesso 2010 2011 Turma A – 13,04% Turma B – 28,57% Turma C - 33,33% 2011 2012 Turma A – 14,29% Turma B – 71,43% Turma C - 50,00% Pontos críticos: aspetos considerados inibidores de uma ação mais eficaz Pontos positivos: aspetos facilitadores da ação Não valorização da “escola” e do “direito” à educação. Divisão das turmas em turnos Falta de hábitos de trabalho Apoios e sala de estudo Falta de prérequisitos que em cada nível de ensino são atribuídos aos níveis anteriores o que indica que a mudança na educação terá de ser profunda e global. Programas demasiado extensos quando comparados com os tempos letivos atribuídos. Falta de articulação entre outras disciplinas (Geografia, Ciências Naturais, Matemática, etc.) para uma gestão mais eficaz dos conteúdos programáticos. Equipas pedagógicas que acreditem e desenvolvam um trabalho de equipa: planifiquem, criem instrumentos de trabalho e de avaliação, partilhem experiências, discutam estratégias, etc. Existência duma sala de trabalho para o grupo. Sugestões de alteração Maior envolvimento e responsabilização dos encarregados de educação na vida escolar dos filhos. Focalizar o sucesso/insucesso no “querer” dos alunos e não apenas no trabalho desenvolvido pelo professor. Recusar o sucesso estatístico e aumentar a exigência e o rigor a par do apoio e disponibilidade para quem quer aprender. Cruzar os programas de CN e de Geog. Com os de CFQ no sentido de otimizar a gestão dos mesmos. Desenvolver cada vez mais o trabalho em equipa com partilha de materiais e ideias que permitam melhorar o resultado dos alunos e a satisfação profissional dos professores. Assunção por parte dos alunos, baseado na sua experiência pessoal, que é possível ter sucesso sem trabalho. “Confusão” entre sucesso e “sucesso estatístico” 89 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 10º Ano Insucesso 2010 2011 Turma A – 50,00% Turma B – 35,71% Turma C - 36,36% 2011 2012 Turma A – 29,41% Turma B – 10,53% Turma C – 35,71% 11º Ano Insucesso 2010 2011 Turma A – 25,00% Turma B – 9,09% 2011 2012 Turma A – 15,38% Turma B – 27,78% 12º Ano Insucesso 2010 2011 Turma A – 0,00% Turma B – 16,67% (1 aluno) 2011 2012 Turma A – 0,00% Turma B – 0,00% Elevado número de alunos por turma, particularmente no 11º ano em que não são contabilizados os alunos externos. Programas demasiado extensos no 10º e no 11º ano em que existe exame nacional, sendo a FQ A disciplina específica para muitos alunos. Não desdobramento das turmas do 11º ano num dos blocos de 90 minutos, o que acontece nas turmas do 10º ano. Apoio ao 10º e 11º ano de frequência obrigatória sempre que o encarregado de educação não declara, por escrito, prescindir dos mesmos. Aulas de preparação para exame. Equipas pedagógicas que planificam, preparam aulas experimentais e elaboram materiais de trabalho e de avaliação. 2012/2013 Desdobramento das turmas de 10º e de 11º ano em um dos blocos de 90 minutos. Desdobramento dos apoios sempre que as turmas tenham mais de 20 alunos. Aulas de apoio aos alunos que estão no 12º ano com a disciplina em atraso ou que pretendem fazer melhoria de nota. Assim estes alunos não integrariam as turmas regulares que já por si têm elevado número de alunos. Estas aulas já existiram, com sucesso, no ano de 2010-2011. Alunos do 10º ano, naturalmente, com mentalidade de ensino básico (referida anteriormente) e um programa de ensino secundário particularmente exigente. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O ENSINO PROFISSIONAL: O grupo considerou que devem ser dadas todas as condições aos alunos para que aprendam e exigir-lhes que respondam estudando. A escola dá tudo para que os alunos tenham sucesso, falta que eles queiram. 90 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 30 – Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia - 520 Ano/ Aspetos facilitadores/Estratégias de melhoria Aspetos inibidores de uma ação mais eficaz disciplina Aumento da carga horária semanal das disciplinas proposta pelo M.E. que vem permitir cumprir o programa das disciplinas; Sensibilizar os E.E. para a necessidade de acompanhar os seus educandos nas atividades escolares; Dificuldade de concentração dos alunos no trabalho da aula; Frequência da sala de estudo para realizar tarefas propostas pelo professor; Dificuldades de Interpretação e compreensão de enunciados; Aplicação de sanções disciplinares adequadas e em tempo útil; Ausência de hábitos de trabalho; Comportamentos perturbadores; Falta de hábitos de trabalho dos alunos, no estudo individual em casa. Responsabilização dos alunos sobre o seu processo de aprendizagem (encaminhamento para técnicos especializados na resolução de problemas de motivação e autoestima); Responsabilização dos E.E sobre os comportamentos/atitudes dos seus educandos em meio escolar e em sociedade; Utilização diversificada de instrumentos de avaliação; Realização frequente de fichas de avaliação; Encaminhamento para técnicos especializados na resolução de problemas de motivação e autoestima. Elevado número de alunos por turma; Não valorização da “escola”, como veículo para boas expetativas de vida futura; Heterogeneidade de perfis dos alunos no empenho na realização das tarefas e na postura em sala de aula; Básico Ciencias Naturais (7º,8º,9º anos )ensino regular 91 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Básico CEF Baixa autoestima; Ausência de expetativas de vida; 8ºano Interesses divergentes do escolar; Higiene , saúde, e Aprendizagens anteriores não consolidadas; segurança no Ausência de hábitos e métodos de trabalho e de estudo; Falta de empenho na realização das tarefas propostas; Trabalho. 9º ano Falta de material (manual e caderno); Nutrição e Comportamentos inadequados; Confeção de Elevado número de alunos e bastante heterogéneos. Refeições Falta de motivação e interesse pelas atividades letivas; Ausência de hábitos de trabalho; PIEF Baixa autoestima e ausência de expetativas de vida; Nivel 1 Aprendizagens anteriores não consolidadas; Nível 2 Reforçar a função do DT no acompanhamento dos alunos e comunicação aos EE; Sensibilizar os E.E. para a necessidade de acompanhar os seus educandos nas atividades escolares; Responsabilização dos alunos sobre o seu comportamento e o seu processo de aprendizagem; Incentivar a participação dos alunos em sala de aula; Aplicação de sanções disciplinares adequadas em tempo útil; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação; Reforçar o controlo da realização dos T.P.C.; Reforçar o envolvimento da mediadora. Dialogar frequentemente com os alunos; Selecionar tarefas essencialmente práticas; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação; Grande heterogeneidade; Exigência no cumprimento de regras; Comportamentos e atitudes inadequadas; Avaliação de competências (comportamento, pontualidade, assiduidade) como sendo limitadas no tempo, quando deveriam ser transversais durante o curso para se poder atuar sempre. Aplicação de sanções disciplinares adequadas em tempo útil sempre que possível. 92 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Cursos Não valorização da “escola” enquanto veículo para construir um futuro; Profissionais (10º;11º;12º Ausência de hábitos de trabalho e de estudo; anos) 2012/2013 Sensibilizar os E.E. para a necessidade de acompanhar os seus educandos nas atividades escolares; Responsabilização dos alunos sobre o seu comportamento; Responsabilização dos alunos pelo processo aprendizagem; Propor revisão dos critérios de progressão; Progressão de ano, independentemente do número de módulos em atraso; Utilização diversificada de instrumentos de avaliação; Técnico de apoio Falta de pontualidade dos alunos; Realização frequente de fichas de trabalho; á infância Assiduidade irregular; Reforçar e diversificar as tarefas das aula; Comportamento perturbador de alguns alunos; Falta de material. Realizar avaliação específica para recuperação dos módulos em curso nos casos de insucesso. (Saúde) 93 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC Secundário Elevado número de alunos por turma; Aprendizagens anteriores mal consolidadas; Sensibilizar os E.E. para a necessidade de os seus educandos adquirirem hábitos de trabalho e postura adequada em sala de aula; Dificuldades de interpretação e compreensão de enunciados; Responsabilizar os alunos pelo seu processo aprendizagem; Falta de empenho e concentração na realização de tarefas; Resolução de exercícios ; Falta de motivação para a área de estudo em que se encontram; Análise dos erros cometidos, na resolução dos exercícios; Incorreta identificação/escolha pelos alunos da área de estudos a frequentar no ensino secundário, principalmente no 10º ano; Incentivar a frequência da aula de apoio; Encaminhamento para técnicos especializados na resolução de problemas de motivação e autoestima; Reforçar a participação na sala de aula; Resolução de fichas de trabalho em grupo e individualmente promovendo o trabalho autónomo; Reforçar e diversificar as tarefas das aulas bem como das formas de avaliação; Incutir nos alunos que só com trabalho se consegue alcançar sucesso/objetivos; Realização de matrizes para testes (12ºano); Trabalho colaborativo entre os professores que lecionam o mesmo ano de escolaridade. Biologia e Geologia Ausência de hábitos de trabalho e de método de estudo; Comportamentos inadequados/perturbadores; Falta de material (reduzido nº de alunos, principalmente no 1º período); Dificuldades no raciocínio da aplicação de conhecimentos face a novas situações expostas; (10º e 11º anos) Ausência de autonomia e iniciativa que manifestam quando são postos perante novas situações de aprendizagem; Falta de assiduidade às aulas de Apoio; Redução da carga horária semanal da disciplina no 12ºano. Biologia (12º ano) 2012/2013 94 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 31 – Grupo de Recrutamento de Eletrotecnia - 540 CURSO EFA PROFISSIONAL 523080-TÉCNICO DE ELECTRÓNICA DE COMPUTADORES FORMAÇÃO TECNOLÓGICA – ELETRÓNICA DIAGNÓSTICO Analisados os referenciais de formação propostos para esta componente tecnológica, constatou-se que os conteúdos requerem bases sólidas de matemática e a sua complexidade pressupõe alunos com capacidades acima da média. Como é do conhecimento geral, os formandos que frequentam estes cursos são trabalhadores estudantes, muitas vezes sem estudar há vários anos ou que terminaram o processo RVCC que lhes deu a certificação do 9º ano. Posto isto, os formadores desta componente tecnológica consideraram que deveriam ser feitos ajustes ao programa proposto, de modo a torná-lo mais adequado a este tipo de alunos, e evitar o mais possível o abandono tão comum nestes cursos. Para que o diagnóstico se tornasse mais correto, foi efetuado no início da formação um Teste Diagnóstico de matemática aplicada à eletrónica, com os conceitos matemáticos considerados fundamentais para o desenvolvimento dos módulos de Eletrónica. Como resultado do referido teste constatou-se o seguinte: Os formandos não conseguem resolver equações simples nem sistemas de equações, fundamental para circulação em malhas elétricas, leis de kirchoff, etc. Também não têm bases para substituir valores em equações mais ou menos complexas, e chegar a resultados concretos. Esta competência está presente em todo o Referencial proposto para a eletrónica. 50% dos formandos sabe calcular percentagens e aplicar em situações concretas. Os formandos apenas conseguem fazer reduções simples de unidades de medida. Os seus conhecimentos situam-se, de um modo geral, nos 25% daquilo que seria o desejável. 20% dos formandos sabe interpretar gráficos, competência fundamental para ler caraterísticas de componentes, respostas de circuitos, etc. Os formandos não têm conhecimentos de trigonometria e cálculo vetorial. Apenas 15% sabem aplicar o Teorema de Pitágoras. Estas competências são fundamentais em todos os estudos de corrente alternada. 95 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Analisadas estas conclusões, e ouvidos os próprios alunos, os formadores da componente tecnológica de eletrónica consideraram ser importante fazer algumas adaptações dos Referenciais a este grupo de alunos, o que aliás está de acordo com as orientações da ANQ. Sendo assim: A formação deverá ser conduzida o mais possível para trabalhos de carácter prático, e sempre que possível, de acordo com as preferências dos formandos. Os conceitos teóricos implícitos nos diferentes módulos deverão aparecer à medida que são necessários para os trabalhos. Para tal, poderá ser necessário alterar a ordem proposta para os módulos/unidades de competência, e também a sequência dos respetivos conteúdos. Todos estes conceitos teóricos deverão ser introduzidos de um modo simples, adaptado aos seus conhecimentos, e com o objetivo de levar o formando a entender o porquê de certos comportamentos físicos. Com estas medidas, pretende-se ir ao encontro das expetativas dos alunos, dando-lhes uma maior motivação e reduzindo assim a probabilidade de abandono, tão comum neste tipo de cursos. Estas medidas vão ao encontro das orientações da ANQ num aspeto considerado muito importante, a adaptação dos percursos aos perfis dos formandos (Abertura e Flexibilidade) OPÇÕES CURRICULARES DO EFA PROFISSIONAL DE ELETRÓNICA AUTOMAÇÂO E COMPUTADORES – FORMAÇÃO TÉCNICA PARTE I - Diagnóstico No ano letivo de 2008/2009 criaram-se na Escola os cursos EFA em horário noturno, tendo-se dado início ao curso de Eletrónica de Computadores de dupla certificação. Numa primeira abordagem foi imediatamente detetada uma evidente falta de bases matemáticas deste tipo de formandos, para dar resposta aos conteúdos sugeridos pelos referenciais da ANQ, respeitantes às áreas tecnológicas. Com efeito, estamos perante alunos que terminaram o 9º ano no processo RVCC ou que já não estudam há muitos anos. Perante isto todos estes cursos têm sido orientados para a realização de pequenos trabalhos práticos, e os módulos adaptados a estas situações, reduzindo apenas ao essencial as aulas teóricas evitando tanto quanto possível o aprofundamento matemático. Para clarificar esta situação, todos os anos no início de cada curso é efetuado um teste diagnóstico de Matemática Aplicada à Eletrónica, cujas conclusões se apresentam no ANEXO I – DIAGNÓSTICO. De 96 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 referir que estas conclusões referem-se ao que se tem registado em termos médios desde o início até agora. Este diagnóstico, como se pode verificar, deu origem às opções curriculares e estratégias adotadas. PARTE II - A Turma “2 em 1” Face aos abandonos sempre frequentes neste tipo de cursos (lembremos que o horário ocupa todos as noites de 2ª a 6ª feira das 19.00 às 23.30 e que a maioria dos formandos trabalha de dia, o que torna a situação bastante dura), e sempre tendo em conta uma gestão eficaz de meios técnicos e humanos (formadores), pensou-se em juntar esta turma com a que iniciasse em 2009/2010. Para isso foi elaborada uma planificação na qual aos três anos do curso foram atribuídos módulos correspondentes a três grupos programáticos mais ou menos independentes. Um ano com Eletrónica Analógica, outro ano com Eletrónica Digital e outro (final) de Projeto. Sendo assim, a turma que entrou no 2º ano realizou os módulos de Eletrónica Digital juntamente com os da 1ª turma que já tinham realizado Eletrónica Analógica no ano anterior. De salientar que esta situação foi dada a conhecer à ANQ pela Direção da Escola, tendo os elementos presentes da ANQ registado com apreço este projeto. PARTE III - A Turma “3 em 1” A partir do 3º ano de existência deste curso EFA profissional, com a decisão de abertura de uma nova turma todos os anos, ficámos a trabalhar sempre com 3 turmas. Para continuarmos a trabalhar nos mesmos moldes teve que se fazer uma nova adaptação de modo a juntar as 3 turmas numa só, com uma só equipa de professores. Assim, em termos de conteúdos, a turma finalista executará sempre os módulos que faltam com elaboração de trabalhos de projeto, enquanto as outras duas turmas se agrupam alternando os módulos correspondentes a Eletrónica Analógica, ou Eletrónica Digital conforme o ano. Assim, nos últimos anos, a nossa estratégia e metodologia para os 3 cursos de EFA profissional de Eletrónica, Automação e Computadores (1º, 2º e 3º ano), tem sido juntá-los num só grupo/turma, com uma única equipa de professores, dando assim uma resposta de racionalização de recursos humanos e de espaços face ao elevado número de desistências comuns no ensino noturno de adultos. Para que tal estratégia resulte é necessário cumprir com rigor a metodologia que se segue: Os módulos da área tecnológica são agrupados em 3 grupos A, B e C, um por cada ano letivo. Assim, o curso que entrar num determinado ano faz o grupo A juntamente com o curso que iniciou no ano anterior, enquanto o curso do 3º ano faz o grupo C (fundamentalmente projetos). No ano seguinte o curso que entrar faz o grupo B juntamente com o curso que vai para o 2º ano, e assim sucessivamente. 97 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Relativamente à componente de base, fazem todos no ano “x”, CP1+STC5+CLC5 (base 1), no ano “x+1”, CP4+STC7+CLC7 (base 2), no ano “x+2”, CP5+STC6+CLC6 (base 3), repetindo-se tudo de 3 em 3 anos, o que permite também aqui juntar os 3 cursos num só grupo/turma. Os 2 módulos de Língua estrangeira (L1 e L2) acontecem em 2 dos 3 anos. Segue-se um quadro resumo do funcionamento descrito: ... Curso 2008 2008/2009 2009/2010 2010/2011 A+base1 B+base2+L1 C+base3+L2 B+base2+L1 A+base3+L2 C+base1 A+base3+L2 B+base1 C+base2+L1 ... B+base1 A+base2+L1 ... A+base2+L1 ... Curso 2009 Curso 2010 Curso 2011 2011/2012 Curso 2012 ... ... ... ... 2012/2013 ... ... ... ... ... Vantagens: 1- Considerando uma média de desistências de 50 % em cada curso, e abrindo todos os anos um curso com uma média de 15 alunos, teremos à partida de cada ano um grupo/turma com cerca de 30 alunos, terminando todos os anos com um grupo/turma de cerca de 22/23 alunos, sendo que 7/8 conluiem nesse ano. 2- Consegue-se o funcionamento de 3 cursos com uma só equipa de professores. 3- É possível abrir um curso todos os anos sem aumento de recursos humanos dando assim resposta a uma área profissional que além de deficitária se encontra em franca remodelação devido a evolução tecnológica de que tem sido alvo. De outro modo seria difícil, devido ao tipo de instalações necessárias, neste momento agravadas pelo facto de a nossa escola se encontrar em obras. PARTE IV - A alteração aos programas – Novas Opções Curriculares Até ao final do ano letivo 2011/2012, a maior dificuldade para pôr em prática esta turma “3 em 1” prendeu-se com a alteração que foi feita ao curso (2010/2011) na sua vertente tecnológica. Esta passou a ter um total de horas inferior, 1200 horas em vez de 1650. Além disso os módulos passaram a ser de 25 horas, tendo um novo código atribuído. Por essa razão, no ANEXO II respeitante às planificações 2011/2012, aparecem módulos 14 e módulos 60. Estas alterações exigiram mais um conjunto de adaptações por parte dos Moderadores dos Cursos, de modo aos formandos não serem afetados. Assim a turma que entrou esse ano passou a não ter aulas à 6ª feira. Em todas os outros dias que, em termos de conteúdos, está agrupada com a turma do 2º ano, foram adaptados os módulos (2 módulos de 25 horas = 1 módulo de 50 horas com conteúdos idênticos). 98 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Com base nestas opções curriculares, elaboraram-se os quadros com as planificações globais de Eletrónica (ANEXO II e ANEXO III). PARTE V – As Novas orientações de 2012 Com as novas orientações do Ministério, deixámos de poder abrir uma turma com menos de 26 formandos. Isto impediu-nos de continuar a juntar as 3 turmas e obrigou-nos a nova alteração de metodologia. Foi aberta uma nova turma com 26 formandos iniciais, mas que face ao número de alunos já não juntou com as anteriores. Ficámos assim com duas turmas, uma de 1º ano e outra de 2º + 3º, com duas equipas de professores, apesar das dificuldades em termos de instalações/contentores. No entanto, as opções curriculares mantêm-se assim como a estratégia. As turmas do 1º e 2º ano continuam a ter os mesmos módulos, pela mesma ordem, embora com professores diferentes. 99 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Distribuição das UFCDS pelos vários anos (2011/2012) Formação Tecnológica – Eletrónica 3º Ano Feitas 2009/2010 2010/2011 1431; 1432; 1433 1436; 1437; 1438 1449 2º Ano A Fazer 2011/2012 1439; 1440; 1442 1443; 1444; 1446 1447 Feitas 2010/2011 6007; 6008; 6009 6010; 6011; 6012 6021; 6028; 6029 6032;6088 1434; 1435 1441; 1445 1448; 1450 A Fazer 2011/2012 6024; 6025; 6026 6018; 6040;6016 6017; 6019; 6020 6013; 6015 2011/2012 6024 6025 6026 6018 6040 6016 6017 6019 6020 6013 6015 1º Ano A Fazer Conteúdos Circuitos Lógicos Circuitos combinatórios Circuitos sequenciais assíncronos Osciladores Noções de higiene e segurança no trabalho Amplificadores operacionais Amplificadores operacionais - aplicações Eletrónica de potência - dispositivos Eletrónica de potência – aplicações Amplificadores com transístores Transístores de efeito de campo 1434 – Desenho Esquemático 1435 – Circuitos Elétricos – Montagem e ensaio 1441 – Circuitos Osciladores 1445 – Amplificadores com Transístores de Efeito de Campo e tecnologia dos circuitos integrados 1448 – Projeto de execução de módulos eletrónicos – planeamento 1450 – Projeto de execução de módulos eletrónico; Montagem e ensaios Nota: Considera-se que foi o módulo (6028) lecionado no ano transacto 100 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Distribuição das UFCDS pelos vários anos (2012/2013) Formação Tecnológica - Eletrónica 3º Ano Feitas 2010/2011 6007; 6008; 6009 6010; 6011; 6012 6021; 6028; 6029 6032;6088 2011/2012 6024; 6025; 6026 6018; 6040;6016 6017; 6019; 6020 6013; 6015 2º Ano A Fazer 2012/2013 6071;6075 6076; 6085 6086; 6087 6109; 6181 6030 (*) 6071 – Sensores e transdutores 6075 - Instalações elétricas – Generalidades 6076 – Instalações elétricas, residenciais individuais 6085 - Instalações ITED – Generalidades 6086 - Instalações ITED – Aplicações – Execução de Instalação 6087 - Instalações ITED – Fibra ótica - Aplicações Feitas 2010/2011 6024; 6025; 6026 6018; 6040; 6075 6085; 6086; 6087 6013; 6015 A Fazer 2012/2013 6007; 6008; 6009 6010; 6011; 6012 6021; 6028; 6029 6032;6088 1º Ano A Fazer 2012/2013 6007 6008 6009 6010 6011 6012 6021 6028 6029 6032 6088 Conteúdos Corrente Continua Analise de circuitos em corrente continua Magnetismo e eletromagnetismo Corrente alternada Semicondutores Transístor Bipolar Fontes Alimentação Tecnologia dos componentes eletrónico Tecnologia de montagem de circuitos Elétricos Energia Reativa Instalações ITED – Comunicações satélite 6109 – Pneumática e hidráulica – Iniciação 6181 – Controlo e regulação de processos 6030 – Projeto e montagem de um equipamento eletrónico Nota: (*) Módulo com 50 horas 101 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 REFLEXÃO SOBRE CEF (estratégias/metodologias a considerar) Em primeiro lugar devemos fazer uma caracterização da população alvo deste tipo de cursos, para depois montarmos a estratégia adequada a esses grupos de trabalho. Ora segundo a experiência adquirida por esta Escola nos últimos 10 anos, os alunos que se inscrevem nestes cursos têm as seguintes características: - Têm atrás de si um insucesso escolar continuado, o que os leva a um corte total relativamente ao sistema da Escola dita normal. - Têm frequentemente problemas sociais e familiares graves. - Não estão habituados a cumprir regras, tanto na Escola como em casa ou na vida. - Com percursos escolares de insucesso e de absentismo às atividades letivas. - Vêm para o curso em busca de algo de diferente e que lhes permita concluir o 9º ano (ou outros). Para colmatar cada um destes pontos, serão necessários programas flexíveis e mais virados para a prática e até para os gostos pessoais destes alunos, bem como uma equipa pedagógica que seja coerente no aplicar das regras e que também se debruce sobre os problemas pessoais de cada um. Posto isto, colocamos em seguida algumas premissas que se consideram fundamentais para o funcionamento adequado destes cursos. 1- A Equipa Pedagógica é muito importante. Deve ser homogénea e coerente a fazer cumprir regras de postura logo de início. Também é importante explicar aos alunos/formandos o porquê das regras impostas, sempre numa perspetiva do mundo do trabalho e da vida. Por exemplo, se eu digo que devem tirar o boné quando entram, não é só para impor a minha autoridade, mas porque é uma situação a que se devem habituar para não serem prejudicados numa entrevista ou outra situação profissional. 2- Combate ao insucesso escolar, tentamos acima de tudo motivar os alunos recorrendo a um ensino preferencialmente prático/experimental, totalmente diferente do currículo dito regular. Privilegiamos uma aprendizagem mais diferenciada ao nível do saber-fazer, onde as aulas de execução prática nos permitem chegar mais "perto" dos alunos/formandos. Envolvemos o grupo/turma numa aprendizagem cooperativa, em que os alunos com mais facilidade e destreza prática ajudam os seus colegas com mais dificuldades, criando-se desta forma "ambientes integradores e de partilha de conhecimentos". Fomentamos o espírito crítico e de reflexão perante os problemas técnicos que surgem e o modo como os poderemos resolver. Transmitimos aos nossos alunos/formandos todos os valores essenciais de vivência em sociedade, mas também aprendemos com eles todas as dificuldades, frustrações e revoltas do seu dia-a-dia. 102 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 3- Assiduidade e Pontualidade são duas das normas mais importantes deste curso. Os atrasos e as faltas devem sempre ser justificados ao Diretor de Curso e ou DT e ao próprio Formador da disciplina em causa, do mesmo modo que no mundo do trabalho terão que ser justificadas ao patrão. Todas as justificações são entregues por escrito ao DC. Esta obrigatoriedade de justificação faz parte de um dos objectivos mais importantes destes cursos: torná-los responsáveis. 4- Aulas Extras ou Trabalhos de Compensação – Prevê a legislação estas modalidades como forma de compensar algumas faltas em excesso (os formandos são obrigados a estar presentes em 90% das horas previstas para cada disciplina). É aqui que vai ser importante a análise das justificações ou não das faltas. Penso que um aluno que tenha faltado sem qualquer justificação e tenha excedido o limite não deveria ter direito a continuar. Isto é muito difícil de pôr em prática porque todos nós temos a tendência a dar mais uma oportunidade e tentar salvar o aluno e o próprio sistema quase obriga a isso. 5- Contacto com os Encarregados de Educação – Com alunos deste tipo, alguns de 18 ou 19 anos de idade, é costume privilegiar o contacto e o diálogo com os próprios alunos. Os EE são sem dúvida importantes quando conseguem chegar até eles, o que muitas vezes não acontece. Sem pôr de parte, como é óbvio, o contacto com os EE, tentamos fundamentalmente adquirir a confiança dos alunos/formandos. A questão que se põe é que em certas circunstâncias, e depois de adquirir a confiança de alguém a quem eu posso ajudar, não perderei a sua confiança se falar com os pais? É claro que estamos a falar de situações especiais, mas será mais um problema para nós nos debruçarmos de futuro, se queremos fazer passar a mensagem de que estes cursos são mesmo diferentes da Escola dita normal. 6- Programas – Aqui está algo que consideramos estar completamente desajustado para estes cursos. Tanto os programas como a distribuição horária não têm em conta a realidade. Os programas da área Tecnológica, pelo seu aprofundamento teórico não são com certeza feitos para alunos deste tipo. Penso que na área científica, por exemplo a Matemática deverá ser aplicada a cada curso e não ser igual para o eletricista, administrativo ou jardineiro. Mais uma vez caberá a nós, professores, darmos a volta à situação, adaptar os programas ao curso e tipo de alunos e sermos flexíveis ao ponto de os ajustarmos durante o curso sempre que isso dê uma motivação maior aos formandos, mesmo com prejuízo do cumprimento integral da planificação inicial. 7- Disciplina – Relativamente a este assunto ele não pode ser abordado só ao nível dos cursos CEF e ou Profissionais, apesar de a taxa de incidência ser significativa. Terá de ser analisado de uma forma global e em termos estratégicos ser uniforme e sem desvios. 8- De qualquer das formas as situações de indisciplina, desvios comportamentais, consumos de substâncias ilícitas, que muitas vezes nos criam conflitos em sala de aula são por norma ultrapassados com estratégias de diálogo e de mediação familiar, envolvendo os seus Encarregados de Educação, chamando-os à escola para reuniões conjuntas com os seus filhos, quando possível. Nestas reuniões confrontamos os Pais com os comportamentos dos seus educandos, tentando chegar a uma concertação apaziguadora que permita uma mudança de atitude do aluno/formando. 103 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 32 – Grupo de Recrutamento de Informática - 550 Disciplina Pontos Críticos identificados TIC – 10º ano Alunos oriundos de outros países que nunca trabalharam com um computador; Excesso de alunos na turma que conduz a grupos de 2 ou 3 alunos por computador. Sugestões de alteração Apoio sempre que possível mais individualizado a estes alunos; Juntar elementos que tenham mais facilidades de compreensão e de apreensão dos conteúdos programáticos com estes alunos, aquando da realização das tarefas práticas em ambiente aula; Divisão da disciplina em turnos. SO – 11º ano Em módulos teóricos nota-se uma maior desmotivação e desinteresse por parte dos alunos. Fazer uma alteração da abordagem pedagógica dos conteúdos para uma vertente mais prática com ênfase na auto aprendizagem. PSI – 10º ano Falta de bases a matemática; Reforço positivo; Falta de organização e método de estudo; Dificuldade na interpretação dos problemas solicitados; Juntar os alunos com mais dificuldades aos elementos que revelem facilidade na compreensão dos conteúdos programáticos/resolução dos programas solicitados; Falta de raciocínio lógico; Os alunos provenientes dos PALOP revelam muitas dificuldades em perceber o que lhes é transmitido. Repetição exaustiva dos problemas/programas onde sinta que os alunos têm dificuldades, por forma a que os alunos compreendam definitivamente os conteúdos programáticos em questão; Obrigar os alunos a estudar os manuais;Mandar trabalhos de casa. Desmotivação dos alunos em módulos de carácter mais teórico; Dificuldades na interpretação do enunciado dos problemas; Falta de hábitos de trabalho em sala de aula e de estudo. Introdução de software de simulação nas unidades mais teóricas; Introdução de pequenas fichas de trabalho, após a exposição dos conteúdos, para consolidação da matéria; Proposta de trabalhos de grupo. Dificuldades na recolha e tratamento de informação em trabalhos de pesquisa na Internet; Falta de hábitos de trabalho em casa; Dificuldades na aquisição e aplicação de conhecimentos nalguns módulos. Redes – 11º/12º ano AC – 10º ano Realização de trabalhos de pesquisa em que é fornecido um reduzido conjunto de fontes; Realização de TPCs; Realização de mais testes de avaliação que incidem sobre menos conteúdos. 104 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC API-B – 12º ano PSI – 11º ano Dificuldades na aquisição e aplicação dos conhecimentos de programação; Falta de empenho na realização das atividades na sala de aula; Dificuldades na aquisição e aplicação de conhecimentos nalgumas unidades. Alunos com muitos módulos de PSI do 10º ano em atraso; Alunos com poucos hábitos de trabalho em casa (falta de estudo); PSI – 12º ano Alunos desmotivados face aos conteúdos de alguns módulos; Alunos com muitos módulos em atraso. 2012/2013 Realização de atividades práticas de programação na sala de aula e em casa; Elaboração do portefólio de todas as atividades realizadas na sala de aula; Realização de mais testes de avaliação que incidem sobre menos conteúdos. Barrar a progressão para o 11º ano aos alunos com mais de 5 módulos em atraso; Criar planos de recuperação, no 10º ano para os alunos que não progridem nos módulos; Aulas de apoio, no 10º e 11º anos, com o objetivo da recuperar aprendizagens; Orientar o estudo dos alunos com mais dificuldades, propondo trabalhos suplementares e de conclusão fora das aulas Selecionar módulos de opção relacionados com a animação gráfica e tratamento de imagem; Impedir a progressão para o 12º ano dos alunos com mais de 6 módulos em atraso em PSI. 105 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 33 – Grupo de Recrutamento de Artes Visuais - 600 Introdução As Artes Visuais são fundamentais numa escola, por apresentarem elementos “diferenciadores” com os quais a instituição pode contar, inserida num mundo onde a cultura visual se apresenta em importância crescente. A leitura e a crítica das imagens que nos rodeiam são parte de uma educação visual que privilegia o individuo como ser crítico e independente. Saber ver ou criticar, pesquisar, organizar e desenvolver a expressão criativa. As distintas abordagens e saberes que são proporcionadas aos alunos, desde a fotografia às criações tridimensionais, ou a outras técnicas no âmbito das artes plásticas, a História da Cultura e das Artes ou outras disciplinas de caráter prático ou teórico, compreendem saberes essenciais no processo de “construção” do cidadão como peça fundamental numa sociedade que se quer humanizada. O desenvolvimento da criatividade e o poder crítico são ampliados e a pesquisa é incentivada como modo de aumentar conhecimentos. Com base nos pressupostos do curriculum de Artes Visuais pretende-se organizar um conjunto de atividades e saberes de modo a sensibilizar os alunos como público para as indústrias criativas e para os aspetos histórico/ artísticos ligados ao nosso património, como forma de desenvolver atitudes e valores. A autonomia do aluno é uma meta a atingir, a melhor forma de entrar no mundo profissional ou no prosseguimento de estudos superiores. As estratégias implementadas no ensino das Artes Visuais na escola são pensadas de modo a que o aluno acabe o ensino secundário portador de um conjunto de conhecimentos para a vida, que o diferencie e defina a sua personalidade. 106 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Ensino Básico Artes Visuais e Ed. Sucesso/ Estratégias de Observações Tecnológica - 7º 8º 9º Insucesso melhoria Relevantes Dificuldades no saber estar / saber fazer pelo facto de existirem, por parte dos alunos, dificuldades ao nível da concentração. 2012/2013 Responsabilização dos encarregados de educação pela falta de materiais dos educandos, utilizando os meios disponíveis: Caderneta do aluno e diretor de turma. Ed. Tecnológica 7º ano - 65% Positivas 35% Negativas Desinteresse pela apresentação dos materiais necessários ao trabalho nas disciplinas. 8º Ano – 86% Positivas 14% Negativas Ed. Visual Os equipamentos degradados e em falta, sobretudo devido à situação da escola no que se refere às suas obras de intervenção. 7º ano - 57% Positivas 43% Negativas Exigir o cumprimento de prazos de entrega de trabalhos/exercícios. 8º Ano – 88% Positivas 12% Negativas 9º Ano – 100% Positivas Grande heterogeneidade de alunos nas disciplinas no que respeita às competências no domínio das artes visuais. Alteração da planta da sala de aula, quando tal for exequível. Grande dificuldade de armazenamento dos materiais dos alunos devido à falta de condições para tal, pelo facto da escola se encontrar em obras de renovação dos espaços. 0% Negativas Proceder a avaliações sumativas ou qualitativas das diferentes fases dos trabalhos /exercícios ao longo de todo o período escolar. Pouca valorização atribuída às disciplinas no âmbito do Currículo Nacional do Ensino Básico. 107 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Ensino Secundário Profissional Expressão Plástica Comunicação Gráfica e Audiovisual Sucesso/ Estratégias de Observações Insucesso melhoria Relevantes As turmas dos Cursos Profissionais, cujos conteúdos são organizados por módulos, apresentam algumas dificuldades na compreensão das matérias dadas. O insucesso apresentado reflete a falta de hábitos de trabalho dos alunos e o facilitismo com que muitos dos alunos encaram este tipo de escolaridade. Desta forma, os alunos não investem o suficiente na consolidação de alguns módulos. Verifica-se que os módulos que apresentam maior sucesso são os que refletem uma maior componente prática. Proceder a uma criteriosa seleção dos alunos a ingressar nos cursos profissionais, de acordo com as suas aptidões, vocações e interesses. Os equipamentos degradados e em falta, sobretudo devido à situação da escola no que se refere às suas obras de intervenção, existindo problemas ao nível dos espaços para arquivo e armazenamento de materiais, equipamentos e trabalhos; Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade Grande heterogeneidade dos alunos que ingressam nos cursos por alternativa e não por opção. Consequentemente, desconhecem o conteúdo curricular dos cursos e das respetivas disciplinas. O pouco empenho e intervenção dos alunos na aquisição e apresentação de conhecimentos pelo facto de estes considerarem que estes cursos apresentam maior facilidade ao nível das aprendizagens. Os materiais apresentados para trabalho em sala de aula nem sempre são adquiridos pelos alunos, o que dificulta a aquisição das aprendizagens e o desenvolvimento dos objetivos previstos nas disciplinas. Grande parte dos alunos consideraram ser função da escola o fornecimento dos materiais necessários para as disciplinas. Esclarecer previamente os alunos acerca dos curricula dos cursos Obrigatoriedade no cumprimento dos conteúdos curriculares em prazos estipulados para o efeito. Obrigatoriedade de aquisição dos materiais/equipamentos necessários às disciplinas dos cursos. Proceder a avaliações sumativas ou qualitativas das diferentes fases dos trabalhos/ exercícios ao longo de todo o período escolar. Desajuste dos conteúdos curriculares dos cursos ao número de horas a lecionar nos diferentes módulos. Repetição de conteúdos nos diferentes módulos / disciplinas dos diferentes cursos. 108 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Ensino Secundário Cientifico Humanístico Desenho A e Oficina de Artes Grande heterogeneidade no desenvolvimento das aprendizagens da disciplina relativamente às competências no domínio das artes visuais, pelo facto de muitos alunos procurarem o curso por alternativa e não por opção. Os equipamentos degradados e em falta, sobretudo devido à situação da escola no que se refere às suas obras de intervenção, existindo problemas ao nível dos espaços para arquivo e armazenamento de materiais, equipamentos e trabalhos. Os materiais apresentados para trabalho em sala de aula nem sempre são adquiridos pelos alunos, o que dificulta a aquisição das aprendizagens e o desenvolvimento dos objetivos previstos nas disciplinas. Os projetos organizados pelo grupo, como forma de motivação, baseiamse em conteúdos programáticos que os alunos devem assimilar tendo em vista as aprendizagens que contemplam as metas do secundário. As visitas de estudo ou aulas de desenho no exterior, funcionam como meio de acrescentar conhecimentos in loco, aos alunos e desenvolver a curiosidade pelo meio envolvente. Sucesso/ Estratégias de Observações Insucesso melhoria Relevantes As estratégias a adotar passam pela obrigatoriedade no cumprimento dos conteúdos curriculares em prazos estipulados para o efeito. Grande dificuldade de armazenamento dos materiais dos alunos devido à falta de condições para tal, pelo facto da escola se encontrar em obras de renovação dos espaços. Desenho A 2012/2013 (1º Período) 10º Ano E 100% - Sucesso 0% - Insucesso 11º Ano E 100% - Sucesso 0% - Insucesso 12º Ano E 100% - Sucesso 0% - Insucesso Exames Nacionais 2011 CIF 15 Reprovações 1% 2012 CIF 15 Reprovações 0% Oficina de Artes 2012/2013 (1º Período) 12º Ano E 100% - Sucesso 0% - Insucesso Fomentar a autonomia e o pensamento crítico dos alunos. Proceder a avaliações sumativas ou qualitativas das diferentes fases dos trabalhos /exercícios ao longo de todo o período escolar. Em Desenho A, os alunos deverão realizar provas tipo de exames nacionais ao longo do ciclo da disciplina. Falta de equipamentos e programas informáticos específicos para as Artes Visuais Os resultados desta disciplina têm sido bons e nos exames as notas refletem o trabalho executado durante o ano letivo. Frequência dos apoios escolares semanais da disciplina, disponibilizados pela escola e marcados nos horários escolares. Os eventos / exposições em que participam pretendem contribuir para desenvolver o gosto e fruição pelas atividades culturais em especial 109 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 as artísticas. Na disciplina de Desenho A realizamse com alguma frequência testes de exame de anos anteriores para a preparação do exame final obrigatório da disciplina. Falta de assiduidade aos apoios escolares semanais da disciplina. Geometria Descritiva A Os alunos apresentam falta de competências básicas nos domínios da expressão gráfica, do rigor de execução gráfico, da apropriação espacial e da compreensão dos conteúdos e matérias da disciplina. Sucesso/ Estratégias de Obs. Insucesso melhoria Relevantes 2012/2013 (1º Período) 10º Ano 74% - Sucesso 26% - Insucesso 11º Ano Manifesta ausência de hábitos e métodos regulares de trabalho, assim como uma significativa e contínua incapacidade de concentração, empenho e envolvimento nas atividades letivas. 53% - Sucesso 47% - Insucesso Exames Nacionais 2010/11 (1ª Fase) CIF Apresentam dificuldades na interpretação e compreensão dos enunciados dos exercícios. Apesar das dificuldades na utilização da linguagem técnica e específica da disciplina, também fazem uma má utilização da Língua Portuguesa. Exame 13,43 7,71 Reprovações 16% 2011/12 (1ª Fase) CIF A diversificação das estratégias aplicadas em sala de aula procuram visar a melhoria das classificações e a ultrapassagem de dificuldades, bem como a preparação o exame final obrigatório da disciplina. Falta de assiduidade aos apoios Exame 14,33 7,89 Reprovações 15% Incentivar e valorizar os hábitos e métodos de trabalho. Promover o desenvolvimento da visualização espacial. Estimular a elaboração de sínteses acerca dos conteúdos e matérias lecionadas. Diversificar as aprendizagens nas temáticas mais complexas. Favorecer o ensino pela descoberta e recorrer a atividades que permitam a integração dos temas na realidade e o desenvolvimento da linguagem específica da disciplina. Reforçar a autoavaliação. Fomentar a autonomia e o pensamento crítico dos alunos. Frequência aos apoios escolares 110 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC escolares semanais da disciplina. 2012/2013 semanais da disciplina, disponibilizados pela escola e marcados nos horários escolares. Responsabilizar os encarregados de educação pela falta de materiais dos educandos, utilizando os meios disponíveis, bem como pelo incumprimento das tarefas propostas para casa e ausência aos apoios escolares da disciplina. 111 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 34 – Grupo de Recrutamento de Educação Física - 620 Situação de partida Caracterização do Grupo de Recrutamento de Educação Física Um grupo de professores homogéneo com formação de reconhecida qualidade; Composto por professores com diferentes percursos de desenvolvimento profissional, o que constitui um importante requisito para a formação intra grupo; Globalmente apresenta um bom clima quanto ao relacionamento interpessoal; Aproveitamento diminuto dos desempenhos de cada profissional no sentido da otimização do desempenho do grupo. Constrangimentos A descontinuidade, e mesmo contradição relativamente às orientações (pedagógico burocráticas) definidas pelos diferentes níveis da hierarquia contribuem para a insegurança e frustração dos profissionais e comprometem o seu desenvolvimento profissional; A sobrecarga burocrática que tem sido colocada nos diferentes domínios da avaliação desvia os profissionais da sua principal função (conduzir de forma proficiente o processo ensino aprendizagem); O facto de não haver um fim à vista para a conclusão das obras da escola gera um enorme desalento nos profissionais que ainda acreditam na importância da sua função e tem um forte impacto na degradação das relações interpessoais no seio da comunidade escolar. A educação física é fortemente afetada por esta realidade. A permanente rotatividade dos professores contratados obriga a uma sobrecarga de trabalho dos professores com responsabilidade de gestão pedagógica intermédia, o que, ano após ano, conduz a algum desgaste. Quando um jovem professor, finalmente, assimilou uma determinada forma de intervir no processo educativo parte para outra realidade educativa. As características da população escolar são também, naturalmente, um constrangimento para o sucesso. Destacamos a excessiva concentração de alunos problemáticos na nossa escola, o menor gosto pelo movimento resultante do seu estilo de vida e consequente baixa literacia motora. Análise dos dados da avaliação dos últimos anos Resultados globais bons. Não são conhecidos casos de alunos que não tenham concluído o ensino secundário devido ao insucesso na disciplina de educação física. Situações pontuais de Insucesso devidamente identificadas, com alguma incidência no ensino básico e particularmente nos cursos profissionais e nos módulos teóricos. Ainda assim um número significativo de alunos apresenta alguns défices, particularmente no âmbito da condição física. 112 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Razões que podem explicar a situação O sucesso pode ser explicado fundamentalmente pela conjugação de dois fatores, o desempenho/esforço dos professores e a pressão social para o sucesso na disciplina, motivada em parte pela pouca importância dada à mesma por uma parte significativa da nossa sociedade. Não são conhecidos casos de alunos que não tenham concluído o ensino secundário devido ao insucesso na disciplina de educação física. Insucesso baixo e coincidente com o insucesso desses alunos nas outras disciplinas, particularmente no ensino básico. Situações pontuais devidamente identificadas e relacionadas com a colocação tardia de professores e substituição repetida no decorrer do mesmo ano letivo e ainda com turmas específicas dos Cursos Profissionais, em que o insucesso (número de módulos não concluídos) é generalizado a todas as disciplinas. Situações anómalas em determinadas turmas dos cursos profissionais, relativas aos módulos teóricos, justificável em parte pela recusa e/ou incapacidade de realização de trabalhos individuais de forma autónoma (ainda que com todas as indicações dadas pelos respetivos professores). Objetivos Dar continuidade e um maior enfase aos projetos no âmbito do Desporto Escolar, pois estes tornaram-se num importante fator da vitalidade da nossa escola. Tendo contribuído significativamente para enriquecer a cultura física de um significativo número de alunos e, de alguma forma, projetado positivamente a imagem da nossa escola no exterior. Independentemente das questões relacionadas com a avaliação final quantitativa pretende-se melhorar a prestação motora dos alunos nas diferentes modalidades desportivas abordadas nas aulas e em particular a sua condição física. Por esta via queremos que todos os alunos, ou um número próximo do total, se posicionem na chamada “Zona Saudável”. Promover a criação de hábitos de vida saudável, através do fomento do gosto pelas atividades físicas e desportivas, como forma de combater o sedentarismo, o consumo de álcool, tabaco e outras substâncias, que estão cada vez mais enraizadas na população jovem. Estratégias para a melhoria De carácter geral: Promover uma estratégia concertada em conjunto com toda a comunidade escolar e local, no sentido de pressionar as entidades competentes, com vista à conclusão urgente das obras; Conjugar todos os esforços no sentido de delinear uma estratégia com vista a conseguir captar uma população escolar mais equilibrada nos planos sócio- económico e cultural; 113 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Contribuir de forma séria e empenhada na tomada de posições que possam influenciar o Ministério da Educação no sentido de substituir/reformular o atual modelo de formação e de avaliação de professores por um modelo justo, funcional, que favoreça a cooperação e promova os aspetos saudáveis que a competição pode despoletar. Não sobrecarregar os professores com tarefas pouco efetivas que assentam em modelos pedagógicos de eficácia não comprovada Reequacionar a política de reequipamento e aquisição de outros materiais, de forma a contemplar as efetivas necessidades dos diferentes grupos de recrutamento e da escola em geral. De carácter específico: Nas aulas de educação física centrar mais as preocupações na melhoria da condição física e no combate à obesidade; Operacionalizar e dignificar a formação dos professores no plano intra grupo; Melhorar a adequação das unidades didáticas de referência (elaboradas em função do currículo nacional e da realidade global da escola) à realidade específica de cada turma; Tentar ganhar os alunos “resistentes” à disciplina de educação física através de alterações curriculares (ajustamento do grau de exigência técnica) sem descurar as metas da disciplina, bem como da criação de um clima de empatia que desenvolva a autoconfiança do aluno quanto às suas capacidades; Reforçar a importância do cumprimento das regras no espaço de aula bem como a da pontualidade. Ser exigente quanto às atitudes dos alunos; Ter uma preocupação constante com o tempo de prática dos alunos e com o dispêndio energético. Recursos Melhoria dos espaços envolventes e criação de espaços destinados à prática informal de atividades de caracter desportivo. Instalações - melhorar a qualidade dos espaços de aula e sua polivalência; melhorar a qualidade dos espaços comuns (balneários, gabinetes, arrecadações, etc.). Equipamentos – aquisição de alguns equipamentos e material de desgaste rápido e ainda a recuperação de algum do equipamento existente. Avaliação Propomos a criação de um modelo integrado de avaliação que contemple não só os diferentes grupos disciplinares como também as restantes estruturas existentes na escola. Esta avaliação deverá assentar em alguns dos pressupostos que se seguem: o Avaliação contínua com balanços parcelares. o Simples e eficiente (atingir os objetivos propostos com o menor custo possível, nomeadamente em termos temporais). 114 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Plano Curricular do Grupo de Recrutamento Níveis de Conteúdos por Ano de Escolaridade 7ºAno 8º Ano 9º Ano 10º Ano 11º Ano 12º Ano MATÉRIAS NUCLEARES Basquetebol Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Voleibol Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Badmington Introdutório Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório Elementar Atletismo Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório + parte Elementar Introdutório Elementar Elementar Elementar + parte Avançado Elementar + parte Avançado Dança * Introdutório Introdutório Introdutório Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar Corfebol Introdutório Corrida de Orientação Introdutório Judo Introdutório Rugby Adaptado Introdutório Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar MATÉRIAS ALTERNATIVAS Introdutório Introdutório Introdutório ou ou ou Elementar Elementar Elementar Introdutório Introdutório Introdutório ou ou ou Elementar Elementar Elementar Introdutório Introdutório Introdutório ou ou ou Elementar Elementar Elementar Introdutório Introdutório Introdutório ou ou ou Elementar Elementar Elementar Andebol Futebol Ginástica Solo Ginástica Aparelhos ( Conforme as danças) Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar Introdutório ou Elementar 115 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 3º Ciclo do Ensino Básico Matérias de Ensino por Ano de Escolaridade 7º Ano 8º Ano Matérias Nucleares 9ºAno Voleibol Andebol Futebol Basquetebol Ginástica Atletismo Badmington Dança Voleibol Voleibol Andebol Andebol Futebol Futebol Basquetebol Basquetebol Ginástica Ginástica Atletismo Atletismo Badmington Badmington Dança Dança Condição Física Uma Matéria Alternativa - Corfebol, Râguebi, Judo ou Corrida de Orientação Ensino Secundário Matérias de Ensino por Ano de Escolaridade 10º Ano 11º Ano 12ºAno Matérias Nucleares Voleibol Andebol Futebol Basquetebol Ginástica Atletismo Badmington Dança Andebol Basquetebol Ginástica ou Atletismo Badmington Dança Alternativa Voleibol Futebol Ginástica ou Atletismo Badmington Dança Alternativa Condição Física *1 ou 2 Matérias Alternativas - Corfebol, Râguebi, Judo ou Corrida de Orientação *Nos casos em que se optar por dar duas matérias alternativas, em termos formais, conta apenas como uma matéria para efeitos da avaliação final dos alunos. 116 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Estrutura Modular dos Cursos Profissionais 10º Ano 11º Ano 12º Ano Jogos Colectivos M1- Basquetebol M6- Voleibol M11-Futebol/Andebol Módulos – 1,6,11 Elementar Elementar Elementar 7 Blocos 7 Blocos 7 Blocos Ginástica M2-Ginástica 1 M7-Ginástica 2 M12-Ginástica 3 Módulos – 2,7,12 Solo - Introd. Solo - Elementar Acrobática 1 Aparelho 1 Aparelho (outro) Introdução Mini-Trampolim Plinto/Trave Introdução Introdução 7 Blocos 7 Blocos Outras Modalidades M3-Atletismo M8-Badmington Módulos – 3,8 Elementar Elementar 7 Blocos 7 Blocos 5 Blocos Natureza M13-Act. Natureza Módulo - 13 C. Orientação Elementar 4 Blocos Dança M4-Dança 1 M9-Dança 2 M-14Dança 3 Módulos – 4,9,14 Introdução Introdução (outra) Elementar ou Introdução 4 Blocos 4 Blocos (outra) 4 Blocos Conhecimentos M5 M10 M15 Teóricos Obj. 1,2,3 do P.N. Obj. 4,5 do P.N. Obj. 6,7 do P.N. Módulos – 5,10,15 3 Blocos 3 Blocos 3 Blocos Aptidão Física M16 * M16 * M16 * Módulo – 16 5 Blocos 5 Blocos 5 Blocos NOTA: Os professores, em função da avaliação das respetivas turmas, podem optar por em cada uma das matérias dar mais um, ou menos um bloco de aulas, desde que cumpram o total, previstos para cada um dos anos (10º e 11º - 33 blocos; 12º - 28 blocos). * Módulo Trianual mas que só é objeto de avaliação formal no 12º ano. 117 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 ANEXO 35 – Biblioteca Escolar O modelo de biblioteca escolar estabelecido pela Rede de Bibliotecas Escolares em que a biblioteca (BE) da ESMC se integra desde 2000 confere a esta um papel muito central na vida da escola. A biblioteca e os outros órgãos são desafiados a interagir no sentido de promoverem uma formação de melhor qualidade, mais consentânea com as exigências que se colocam aos cidadãos na sociedade do conhecimento e da informação. A biblioteca tem como missão servir o currículo mas, cada vez mais, também é desafiada para outras ações / inter (in) venções, sendo responsável por parte significativa do currículo oculto. Deste modo, desempenha um papel importante no aprofundar do currículo e em atividades extracurriculares que potenciem o conhecimento, o estudo e a criatividade. Além disso, procura favorecer com o seu trabalho o desenvolvimento nos alunos, de um leque de valores e de atitudes indispensáveis à cidadania e à aprendizagem ao longo da vida. Se conseguirmos contribuir um pouco para o “aprender a aprender”, para a valorização da nossa cultura e da cultura do outro, estaremos a ajudar a criar cidadãos potencialmente mais responsáveis, livres e felizes. Sensibilizar a comunidade educativa para a mais-valia da utilização da biblioteca e mobilizá-la para uma maior interação são também objetivos importantes da sua ação. Neste documento, através dos vários domínios de intervenção do modelo das bibliotecas escolares, explicita-se de que forma se pode concretizar a ação da biblioteca na escola e a sua relação com os diferentes programas e disciplinas. Domínio A Apoio ao Desenvolvimento Curricular Articulação Curricular da BE com as estruturas de Coordenação Educativa e os Docentes A biblioteca colabora e está aberta a maior colaboração com: o Conselho Pedagógico de forma a integrar-se no projeto educativo, no regulamento interno, nos planos de atividades e, através dele, interagir e comunicar com as outras estruturas da escola. os departamentos curriculares/grupos disciplinares para conhecer os diferentes currículos e programas, de forma a apoiar e integrar as suas planificações. o Conselho de Diretores de Turma, os Diretores de Turma, o Grupo de Coordenação dos Cursos Profissionais, de forma a apoiar e integrar os seus planos e projetos. os responsáveis de apoios educativos e especializados de forma a apoiar a sua ação de diversas formas. os docentes, no âmbito das suas atividades letivas e não letivas, desenvolvidas de forma autónoma ou em parceria com a BE. 118 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 os diferentes Planos e Projetos de nível nacional e internacional: Projetos de TIC, Plano Nacional de Leitura, Projeto Educação para a Saúde em Meio Escolar, Centro Novas Oportunidades, Projeto Comenius, PIEF, TEIP e outros que surjam e a escola intervenha. Esta colaboração e abertura efetua-se através: da identificação de necessidades documentais que se tentam suprir, avaliação do acervo, identificação de listagens bibliográficas ou informacionais específicas, contributos para o DIIGO, desenvolvimento de atividades que motivem, projetem ou divulguem as atividades de âmbito curricular ou relacionadas e também dos projetos. do trabalho com os docentes, na concretização das atividades curriculares desenvolvidas nos espaços ou com recursos da BE. A BE acolhe e desenvolve atividades curriculares no seu espaço principal ou em sala de aula. do fornecimento de material de apoio à realização da atividade de sala de aula: obras de referência, obras específicas em diferentes suportes, computadores portáteis e outros materiais. do incentivo ao empréstimo domiciliário (a alunos e docentes ). disponibilização do blogue da biblioteca aos docentes para o potenciaram na suas atividades curriculares; nele se disponibiliza o DIIGO (ferramenta de recursos da internet por temas/assuntos), guiões, tutoriais, e outros materiais que os docentes queiram incluir, etc. Também se disponibiliza o catálogo bibliográfico, fundamental à gestão da informação a obter e que a biblioteca tem vindo a ampliar intensivamente. da promoção e dinamização do clube de jornalismo, produzindo o jornal da escola, foto e vídeoreportagem, incentivando a participação de todas as disciplinas, projetos e setores da escola. da promoção e apoio a atividades com forte ligação ao currículo (semanas das disciplinas na biblioteca), exposição de trabalhos em diversos suportes, comemorações (Dias das Línguas Europeia, das Bibliotecas, da Língua Materna, da Mulher, da Europa, da Poesia, da Diversidade Cultural, o Natal, etc.), desenvolvimento de temas (Mês dos Afetos, Semana da Leitura - o Mar), promoção e/ou realização de concursos (Faça lá um Poema, Eu escrevo-Ler o Mar, outros do PNL / RBE / CMA / outros), comunidade de leitores “Leitura e Companhia”- com sessões de leitura /reflexões sobre leituras / encontros com escritores. do apoio à produção de materiais/instrumentos que facilitam o desenvolvimento de atividades do currículo (listas bibliográficas, maletas pedagógicas, guiões de pesquisa, dossiês temáticos, fichas de leitura). Esta colaboração e abertura concretizam-se: pela presença da Professora Bibliotecária (PB) no Conselho Pedagógico, pela presença da PB ou outros elementos da Equipa nas reuniões de Departamento e /ou Grupo, Conselhos de Diretores de Turma / Conselhos de Turma / Coordenação de Cursos Profissionais /reuniões de outros órgãos, pela interação em contexto individual / informal com os docentes. pelo contributo e interligação com o currículo potenciados pelos professores da equipa e colaboradores da Biblioteca. 119 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 Promoção das literacias da Informação, Tecnológica e Digital A BE organiza atividades de formação de utilizadores e apoia, no dia-a-dia, os utilizadores, tanto individualmente como em grupo. A BE organiza atividades de literacia da informação em articulação com professores/turmas. Têm sido disponibilizadas na BE, por elementos da equipa de Apoio Informático Pedagógico e Técnico - EAIPT, sessões sobre literacia digital e horas de atendimento aos utilizadores para retirar dúvidas nesse âmbito. Promoção junto dos professores de formação no âmbito da literacia estatística. A BE apoia diariamente o desenvolvimento de competências em TIC dos seus utilizadores. A BE acolhe a semana das disciplinas de Informática. A BE divulga e promove atividades e formação sobre a utilização segura da Internet, tanto para alunos como para professores e pais (ações da CMA). A BE desenvolve ação pró-ativa no sentido de sensibilizar para as questões da literacia da informação e da necessidade de reflexão/adoção de modelos de pesquisa. Disponibiliza no blogue os modelos divulgados no site da RBE e sensibiliza para a importância do DIIGO que pode e deve ser ampliado com a colaboração dos professores e das diferentes áreas curriculares. Promovem-se, apoiam-se e divulgam-se ações de educação para os media e iniciativas/atividades que solicitam a utilização de atividades de pesquisa e produção da informação através das TIC (jornal, vídeo e fotoreportagem, produção, exposição/divulgação/projeção de trabalhos das disciplinas, participação no Dia dos Media). Disponibilização do serviço de fornecimento dos computadores portáteis à escola, viabilizando a utilização das TIC no contexto de sala de aula a toda a escola. Disponibilização do parque informático fixo e acesso à Internet, com um elevado índice de utilização (turmas e individual). Aumento progressivo e intensivo do catálogo informatizado, com atualizações regulares junto da RBE para disponibilização on-line atualizada. No seu blogue “Bib + no Monte”, a BE disponibiliza o catálogo bibliográfico, o DIIGO, acesso a guiões de pesquisa e tutoriais. Pretende-se que o blogue venha a constituir-se uma importante ferramenta pedagógica e interativa, ao serviço da escola, na promoção das diferentes literacias e das aprendizagens em geral. A BE utiliza o e-mail para comunicar com os utilizadores, tem favorecido a disseminação de utilização do e-mail institucional junto dos professores e de outras ferramentas da internet. Domínio B Leitura e Literacia Sendo a leitura uma competência transversal a todo o currículo, o trabalho da biblioteca na promoção da leitura e estímulo à leitura junto da comunidade educativa concretiza-se: procurando disponibilizar uma coleção variada, adequada ao currículo e também aos interesses e outras necessidades dos utilizadores; gostos, 120 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 procurando divulgar a coleção e incentivar o seu uso através do boletim “Novidades na Bib”, do blogue, de mostras, de listagens específicas a projetos ou conteúdos; no desenvolvimento de ações formativas que ajudem a desenvolver as competências na área da leitura, da escrita e de outras literacias (comunidade de leitores, maratonas de leitura, encontros com escritores, mostras bibliográficas, sugestões de leituras no blogue; atividades do clube do jornalismo – jornal, blogue, vídeo e fotorreportagem; ateliers de escrita criativa e outros); na promoção da leitura presencial, colaborando nas escolhas dos alunos, nomeadamente nos “contratos de leitura” de Português e no incentivo ao empréstimo domiciliário; pela forte implicação na conceção e organização das ações do PNL, procurando a articulação com as atividades de sala de aula. no incentivo à leitura informativa, apostando na aquisição desse tipo de documentação e procurando desenvolver atividades/ações que articulem com os departamentos curriculares a esse nível. no incentivo à leitura em ambientes digitais, através da internet, do blogue da biblioteca, na disponibilização de acesso a bibliotecas digitais através do DIIGO. na reflexão que procura suscitar na escola sobre a importância do desenvolvimento da leitura e diferentes literacias. Domínio C Projetos, parcerias e atividades livres e de abertura à comunidade escolar Apoio a atividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular A biblioteca apoia as atividades livres de leitura, pesquisa, estudo e execução de trabalhos escolares que os alunos realizam fora do horário letivo e dos contextos formais de aprendizagem. Os alunos encontram na biblioteca um conjunto de possibilidade e propostas de atividades em que podem ocupar os seus tempos livres de forma construtiva, criativa e enriquecedora e que lhes permite desenvolver competências variadas e de cidadania, o gosto pelas artes, cultura, ciência (leitura, filmes, jogos, clube de jornalismo, “alunos monitores”). Por outro lado, podem usufruir de um programa de animação cultural com certa regularidade, consistência e muitos desafios. Projetos e Parcerias A biblioteca desenvolve o seu trabalho procurando ter iniciativa e/ou estar implicada em projetos de parceria na comunidade educativa. Destaca as parcerias com alguns grupos disciplinares, com o Centro de Formação AlmadaForma (nomeadamente no âmbito do Projeto ALREP- Almada Referencial do ensino do Português-Língua, Cultura e Cidadania), com o Centro Novas Oportunidades -CNO. Como já foi referido a biblioteca está fortemente implicada nas ações do Plano Nacional de Leitura e aberta à colaboração com outros Projetos, concretamente: Comenius, Jogos Matemáticos, Projeto de Saúde em Meio Escolar, Clube de Jornalismo, USALMA e outros. O trabalho estabelecido com as outras bibliotecas escolares no âmbito de CIBE (Coordenação Interconcelhia para as Bibliotecas Escolares /RBE), do SABE (Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares) e da própria Biblioteca Municipal e Câmara Municipal beneficia o trabalho da biblioteca e 121 Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC 2012/2013 dos serviços prestados, cria desafios e propostas de atividades, fortalecendo laços e contextualizando a ação da biblioteca e da escola no seu meio. Domínio D Gestão da Biblioteca (este domínio é mais instrumental/logístico; facilita a compreensão dos principais aspetos que facilitam ou dificultam a ação da biblioteca) Integração com a Escola A integração da Professora Bibliotecária no Conselho Pedagógico cria condições facilitadoras de articulação da biblioteca com a escola. Os documentos estruturantes da escola comtemplam a BE e o seu contributo na promoção do sucesso escolar e como um polo de dinamização cultural da escola. A biblioteca funciona no período diurno mas ainda não conseguiu condições de abertura à noite, num horário contínuo, apesar de serem prestados alguns serviços. A biblioteca implementa um sistema de autoavaliação contínuo, segundo o Modelo de Avaliação para as Bibliotecas escolares. Os utilizadores e os órgão de gestão e administração são envolvidos nesta avaliação. Os resultados são divulgados aos diferentes órgãos. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços A biblioteca possui uma equipa liderada pela professora bibliotecária e um grupo de três professores com o apoio de uma assistente operacional. Um grupo de professores colaboradores e voluntários (professores aposentados e os alunos monitores) apoiam a prestação do serviço. No entanto, a dificuldade com que a escola se debate em relação ao número de assistentes operacionais dificulta a ação da biblioteca. A BE tem sofrido alguns constrangimentos ao nível das instalações e equipamentos, resultantes das obras da Parque Escolar e do facto da escola ter sido retirada do Plano Tecnológico de Educação-PTE. Deste modo, ficou sem a sala anexa à Biblioteca o tem um parque informático deficiente o que tem afetado o desenvolvimento das atividades de pesquisa em contexto de turma e o trabalho ao nível das literacias da informação, tecnológica e digital. Gestão da coleção/informação Existe uma política documental interna. A coleção tem vindo a ser atualizada e adaptada às necessidades dos utilizadores e do currículo. O catálogo informatizado tem vindo a ser ampliado e está acessível on line. Procura-se a divulgação da coleção a sua utilização, tanto em contexto livre como nas práticas de ensino-aprendizagem. 122