Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Índice
Preâmbulo .....................................................................................................................................................5
Introdução .....................................................................................................................................................7
1.
Objetivos do Plano de Desenvolvimento do Currículo..........................................................................8
2.
Oferta Educativa e Formativa de Escola................................................................................................8
3.
Organização Escolar ........................................................................................................................... 14
4.
Organização Pedagógica..................................................................................................................... 18
5.
PDC - Operacionalização .................................................................................................................... 24
6.
Plano Anual de Atividades .................................................................................................................. 25
7.
Plano de Desenvolvimento do Currículo / Plano de Turma ............................................................... 26
8.
Avaliação ............................................................................................................................................ 27
9.
Cronograma ........................................................................................................................................ 28
10. Divulgação .......................................................................................................................................... 30
Considerações Finais .................................................................................................................................. 31
ANEXO 1 – Ensino Básico - Estrutura Curricular ....................................................................................... 33
ANEXO 2 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de Práticas Comerciais .................... 34
ANEXO 3 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de Eletricista de Instalações............ 35
ANEXO 4 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF Tipo 3: Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade 36
ANEXO 5 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 1 .............................................................................. 37
ANEXO 6 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 2 .............................................................................. 38
ANEXO 7 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico-Humanístico de Ciências e
Tecnologias ................................................................................................................................................. 39
ANEXO 8 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico-Humanístico de Ciências
Socioeconómicas ........................................................................................................................................ 40
ANEXO 9 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico Humanístico de Línguas e
Humanidades.............................................................................................................................................. 41
ANEXO 10 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico Humanístico de Artes Visuais .... 42
ANEXO 11 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Análise Laboratorial
43
ANEXO 12 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Apoio à Infância .. 44
ANEXO 13 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Comércio ............. 45
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ANEXO 14 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Comunicação,
Marketing, Relações Públicas e Publicidade .............................................................................................. 46
ANEXO 15 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Contabilidade ...... 47
ANEXO 16 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Gestão e
Programação de Sistemas Informáticos ..................................................................................................... 48
ANEXO 17 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Turismo ................ 49
ANEXO 18 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional Técnico de Vendas ................. 50
ANEXO 19 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A Nível 4 - Técnico de Ação
Educativa .................................................................................................................................................... 51
ANEXO 20 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A Nível 4 - Técnico de
Eletrónica, Automação e Computadores ................................................................................................... 52
ANEXO 21 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular - NEE..................................................................... 54
ANEXO 22 – Grupo de Recrutamento de Português e Francês - 300/320 ................................................. 55
ANEXO 23 – Grupo de Recrutamento de Inglês / Alemão - 330 ................................................................ 58
ANEXO 24 – Grupo de Recrutamento de História - 400............................................................................. 63
ANEXO 25 – Grupo de Recrutamento de Filosofia - 410 ............................................................................ 71
ANEXO 26 – Grupo de Recrutamento de Geografia - 420 ......................................................................... 76
ANEXO 27 – Grupo de Recrutamento de Economia - 430 / 533 ............................................................... 79
ANEXO 28 – Grupo de Recrutamento de Matemática - 500 ...................................................................... 85
ANEXO 29 – Grupo de Recrutamento de Física e Química - 510 ............................................................... 89
ANEXO 30 – Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia - 520 .......................................................... 91
ANEXO 31 – Grupo de Recrutamento de Eletrotecnia - 540 ...................................................................... 95
ANEXO 32 – Grupo de Recrutamento de Informática - 550..................................................................... 104
ANEXO 33 – Grupo de Recrutamento de Artes Visuais - 600................................................................... 106
ANEXO 34 – Grupo de Recrutamento de Educação Física - 620 .............................................................. 112
ANEXO 35 – Biblioteca Escolar ................................................................................................................. 118
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Preâmbulo
A revisão do anterior Projeto Curricular de Escola (PCE) teve início em maio de 2012 com uma equipa
nomeada pela diretora da escola e constituída pelas professoras Ana Cristina Barreto e Ana Branca
Assunção. O trabalho desta equipa foi inicialmente apoiado pela perita externa do projeto TEIP,
Professora Dra. Helena Peralta, que contribuiu para a definição e estruturação do PCE.
Em junho foi apresentado em conselho pedagógico um documento que delineava o que se pretendia
com a revisão do PCE e problematizava o tipo de documento a desenvolver. Após a aprovação do
conselho pedagógico esta proposta de trabalho foi apresentada aos departamentos disciplinares que a
discutiram e analisaram no sentido de concretizarem os contributos que lhes eram pedidos.
Em setembro de 2012 foi apresentada ao Conselho Pedagógico uma primeira proposta de organização
da revisão, já com sugestões e alterações resultantes da reflexão realizada pela equipa com a Dra.
Helena Peralta e com os grupos disciplinares.
Sabendo que o Projeto Curricular de Escola se operacionaliza e interliga com os Planos de Turma, as
Coordenadoras dos Diretores de Turma propuseram uma formação para os Diretores de Turma sobre
esse tema.
A 3 de outubro realizou-se a Ação de Formação para Diretores de Turma: Construção do Plano Curricular
de Turma com a formadora, Dra. Prazeres Casanova.
Durante os meses de novembro e dezembro os grupos disciplinares apresentaram e reformularam as
suas propostas, resultantes da reflexão e trabalho realizado internamente.
Em janeiro de 2013 o PCE ou Plano de Desenvolvimento do Currículo, de acordo com a nova legislação,
foi apresentado ao Conselho Pedagógico, que o apreciou e aprovou.
Este documento é complementado com os critérios gerais de avaliação e planificações a longo prazo de
acordo com as matrizes curriculares dos vários ciclos de ensino.
A escola disponibiliza a toda a comunidade educativa a consulta destes documentos através da sua
pagina na internet. http://www.esec-monte-caparica.com
A Diretora
Maria Manuela Dâmaso
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Introdução
O Plano de Desenvolvimento do Currículo (PDC) da Escola é um dispositivo central na reconstrução do
currículo nacional, que deve ser planeado, planificado e operacionalizado em planos de turma
aprovados pelos intervenientes educativos e que implicam um trabalho de diagnóstico, previsão,
realização e avaliação.
É em função do currículo nacional e com base nas prioridades de intervenção educativa definidas no
Projeto Educativo (PEE) que se desenha o Plano de Desenvolvimento do Currículo de Escola, no sentido
de dar resposta às necessidades, problemas e potencialidades dos diferentes agentes educativos. Ao
sistematizar um conjunto de estratégias de desenvolvimento do currículo nacional adequando-o à
realidade da escola, o PDC constitui o instrumento de referência na operacionalização dos objetivos
gerais expressos no PEE relativos ao desenvolvimento curricular.



Melhorar as Aprendizagens
Desenvolver Competências Pessoais e Sociais
Promover uma Cultura de Autoavaliação
O Plano de Desenvolvimento do Currículo, enquanto conjunto de linhas de ação definido no sentido de
consensualizar e estruturar as práticas curriculares de cada escola, deve responder às necessidades de
organização, contextualização e concretização curricular sentidas pelos professores.
A elaboração do Plano de Desenvolvimento do Currículo de Escola deve resultar das estruturas
intermédias e do consenso dos professores da escola, implicando que se tomem decisões sobre os
elementos inerentes ao próprio desenvolvimento curricular. Trata-se de um conjunto de decisões que
são fundamentais para a elaboração de propostas de intervenção didática, essenciais no
desenvolvimento das práticas educativas. Deste modo, o Plano de Desenvolvimento do Currículo é
entendido como um documento que explicita as intenções educativas e, em simultâneo, um elemento
de referência, um fator facilitador e um reforço da própria ação pedagógica. A lógica e a coerência
interna do Plano de Desenvolvimento do Currículo dependem da capacidade dos professores
construírem esse plano, tendo como ponto de partida referentes que são publicamente reconhecidos e
aceites pela comunidade educativa.
É no Plano de Desenvolvimento do Currículo de escola que se definem opções e intencionalidades
próprias, e concebem modos específicos de organização e gestão curricular capazes de adequar o
currículo nacional, conteúdos e objetivos, à singularidade do contexto da Escola.
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1. Objetivos do Plano de Desenvolvimento do Currículo
A escola define como aspetos prioritários do Plano de Desenvolvimento do Currículo os seguintes
objetivos:






Fazer a articulação entre os objetivos do Projeto Educativo de Escola com os Planos de
Turma
Adaptar o currículo nacional à realidade da escola e ao contexto de cada turma
Definir estratégias que contribuam para o sucesso educativo dos alunos
Promover a interdisciplinaridade e articulação curricular
Promover a reflexão e o trabalho em equipa entre as equipas pedagógicas
Contribuir para uma cultura de autoavaliação interna
2. Oferta Educativa e Formativa de Escola
A proposta de oferta educativa decorre da revisão curricular implementada a partir do ano letivo de
2004-2005 pelo Decreto-Lei N.º 74/2004, de 26 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 50/2011, de 8
de abril e pelos normativos legais criados posteriormente, sobretudo o Decreto-lei 139/2012, de 5 de
julho e a Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto.
Na presente proposta destaca-se a diversidade da oferta, quer ao nível dos cursos vocacionados para o
prosseguimento de estudos, quer dos cursos profissionais, na sua dupla perspetiva de inserção no
mercado de trabalho e do prosseguimento de estudos. Pretende-se dar resposta às motivações,
expectativas, aspirações dos alunos e potenciar a flexibilidade na construção de percursos formativos,
permitindo a reorientação do percurso escolar dos alunos e o reforço da autonomia da escola.
Ensino Básico
Ensino Básico Regular
CEF - Cursos de Educação e Formação
PIEF - Programa Integrado de Educação e Formação
Ensino Secundário
Cursos Científico-Humanísticos
7º, 8º e 9º
Técnico de Eletricista de Instalações
Técnico de Práticas Comerciais
Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade
2º e 3º ciclo
Tipo 2
Tipo 2
Tipo 3
Ciências e Tecnologias
Ciências Socio Económicas
Línguas e Humanidades
Artes Visuais
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Cursos Profissionais
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Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos
Técnico de Comércio
Técnico de Vendas
Técnico de Análise Laboratorial
Técnico de Apoio à Infância
Técnico de Contabilidade
Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade
Técnico de Turismo
Educação e Formação de Adultos
Cursos de Dupla Certificação
Técnico de Ação Educativa – Nível 4 (Secundário)
Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores - Nível 4
(Secundário)
Cursos de PPT – Português para Todos
ENSINO BÁSICO
O Ensino Básico constitui o segmento do sistema educativo responsável por garantir a todos os cidadãos
uma educação de base sólida e de qualidade, que lhes permita a integração na vida social de forma
equitativa, quer na prossecução de estudos, quer na futura inserção no tecido socioprofissional.
O 3.º Ciclo do Ensino Básico Regular reforça a abordagem disciplinar especializada, de modo a garantir
o aprofundamento e o rigor das diferentes aquisições do conhecimento científico e cultural. O diretor de
turma, em conjunto com o conselho de turma, é responsável pela gestão e articulação do currículo e
outras ofertas educativas existentes, tais como projetos e atividades de compensação e reforço
curricular.
Os programas curriculares das disciplinas do Ensino Básico podem se consultados em:
http://www.dgidc.min-edu.pt/ensinobasico/index.php?s=directorio&pid=3
As metas curriculares podem ser consultadas em:
http://www.dge.mec.pt/index.php?s=noticias&noticia=396
A aplicação do currículo nacional e das matrizes curriculares concretizam-se em Planos de Estudo
adaptados à realidade da escola que podem ser consultados no Anexo 1.
No Plano de Estudos do Ensino Básico a ESMC optou por oferecer na componente Oferta de Escola a
disciplina de Educação Tecnológica, uma disciplina de carácter artístico e tecnológico que reforça a
componente prática e criativa do currículo do Ensino Básico.
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Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
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Em relação à Oferta Complementar, tendo em conta que a Educação para a Cidadania é uma área
transversal a ser abordada nas várias áreas curriculares, a ESMC, no âmbito da sua autonomia e das
prioridades do seu Projeto Educativo, decidiu reforçar esta área com a disciplina de Formação Cívica, a
ser lecionada preferencialmente pelos diretores de turma.
Os Cursos de Educação e Formação (CEF) proporcionam um conjunto de ofertas diferenciadas que
permitem o cumprimento da escolaridade obrigatória e a obtenção de qualificações profissionais
devidamente certificadas tendo como objetivo o ingresso no mundo do trabalho. Os CEF são percursos
formativos organizados numa sequência de etapas de formação, consoante as habilitações de acesso.
Os programas curriculares das disciplinas das diferentes componentes dos cursos CEF podem ser
consultados em: http://www.anqep.gov.pt/default.aspx?access=1
A oferta formativa da escola inclui os seguintes cursos:
Técnico de Práticas Comerciais – Tipo 2 (Anexo 2)
Técnico de Eletricista de Instalações - Tipo 2 (Anexo 3)
Técnico de Apoio Familiar e à Comunidade - Tipo 3 (Anexo 4)
O Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF), explanado na Portaria n.º 272/2012, de 4 de
setembro, visa a promoção de respostas na área da inclusão social com vista a prevenir e combater as
situações indiciadas e/ou sinalizadas de crianças e jovens em risco de exclusão social. Este programa
implica uma abordagem integrada, compaginando a mobilização de medidas já existentes com medidas
específicas, nomeadamente socioeducativas e formativas, de prevenção e combate ao abandono,
absentismo e insucesso escolar implicando as redes sociais locais.
Este programa é desenvolvido em parceria com a Santa Casa da Misericórdia e a Segurança Social e tem
como objetivo proporcionar a aquisição de competências e qualificações básicas a jovens que, tendo
abandonado a escola sem obterem sucesso e estando ainda fora do mundo do trabalho, se encontram
em risco de exclusão social.
As turmas são acompanhadas por uma equipa pedagógica própria e as atividades realizadas têm como
base os objetivos e conteúdos do currículo nacional. Na área de Formação Vocacional os alunos são
preparados para o mundo do trabalho e para experiências em contexto de trabalho, de acordo com as
áreas do seu interesse.
Os currículos PIEF orientam-se pelos Programas do Ensino Básico e propõem-se atingir os objetivos
neles enunciados, oferecendo uma organização mais flexível e diversos dispositivos de colaboração
entre os docentes, destes com outros técnicos, e da escola com outros agentes da sociedade,
nomeadamente de cariz profissionalizante.
Os currículos PIEF constituem-se como homólogos dos Programas do Ensino Básico e é com base nas
suas metas que se realiza a certificação dos alunos.
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Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
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Os respetivos modelos de Desenho Curricular encontram-se em anexo.
PIEF 1 – Equivalência ao 2º Ciclo do ensino Básico (Anexo 5)
PIEF 2 – Equivalência ao 3º Ciclo do Ensino Básico (Anexo 6)
ENSINO SECUNDÁRIO
CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS
O Ensino Secundário, que é atualmente parte integrante da escolaridade obrigatória, está vocacionado
para a especialização das diferentes áreas e disciplinas do conhecimento e para a sua abordagem em
maior grau de profundidade, de acordo com as diferentes vias existentes.
Os Cursos Científico-humanísticos estão vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível
superior, universitário ou politécnico, e destinam-se a alunos que concluíram o Ensino Básico, 9º ano de
escolaridade ou equivalente. Os cursos têm a duração de três anos letivos e correspondem ao 10º, 11º e
12º anos de escolaridade.
A oferta educativa da escola inclui os quatro cursos existentes:
Ciências e Tecnologia (Anexo 7)
Ciências Socioeconómicas (Anexo 8)
Línguas e Humanidades (Anexo 9)
Artes Visuais (Anexo 10)
As disciplinas de Opção no 12º ano oferecidas pela escola têm em conta os interesses dos alunos e a
disponibilidade existente ao nível dos recursos humanos.
Os programas curriculares das disciplinas que constituem os diferentes cursos científico-humanísticos
podem ser consultados no seguinte endereço:
http://www.dgidc.min-edu.pt/ensinosecundario/index.php?s=directorio&pid=2
CURSOS PROFISSIONAIS
Os Cursos Profissionais estão vocacionados para a qualificação inicial dos alunos, privilegiando o
desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão e consequente inserção no mundo
do trabalho, em articulação com o sector empresarial local. Estes cursos permitem a conclusão do
ensino secundário, a obtenção de uma certificação profissional e ainda o prosseguimento de estudos,
uma vez cumpridos os requisitos previstos no regulamento de acesso ao ensino superior.
A oferta formativa da escola inclui os seguintes cursos:
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Técnico de Análise Laboratorial (Anexo 11)
Técnico de Apoio à Infância (Anexo 12)
Técnico de Comércio (Anexo 13)
Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade (Anexo 14)
Técnico de Contabilidade (Anexo 15)
Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (Anexo 16)
Técnico de Turismo (Anexo 17)
Técnico de Vendas (Anexo 18)
Os programas curriculares das disciplinas das diferentes componentes dos cursos profissionais podem
ser consultados em: http://www.anqep.gov.pt/default.aspx?access=1
EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS
Programa de Formação em Competências Básicas
O Programa de Formação em Competências Básicas visa a aquisição, por parte de adultos, de
competências básicas de leitura, escrita, cálculo e uso de tecnologias de informação e comunicação e a
sua posterior integração em cursos de educação e formação de adultos. Assim, a frequência de um
programa de formação em competências básicas é requisito para a frequência de um curso de educação
e formação de adultos.
Todas as informações referentes a este programa estão disponíveis em: www.anq.gov.pt
CURSOS DE DUPLA CERTIFICAÇÃO
Os Cursos de Dupla Certificação visam elevar os níveis de habilitação escolar e profissional da população
adulta, através de uma oferta integrada de educação e formação que potencie as suas condições de
empregabilidade e certifique as competências adquiridas ao longo da vida. Os destinatários são
candidatos com idade igual ou superior a 18 anos à data de início da formação, sem a qualificação
adequada para efeitos de inserção ou progressão no mercado de trabalho ou sem a conclusão do ensino
básico ou do ensino secundário. A frequência, com aproveitamento, de um curso de educação e
formação para adultos de dupla certificação, confere um certificado do 3.º ciclo do Ensino Básico e o
nível 2 de formação profissional, ou, um certificado do Ensino Secundário e o nível 3 de formação
profissional.
A escola oferece dois cursos de dupla certificação:
Técnico de Ação Educativa – Nível 4-Secundário (Anexo 19)
Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores - Nível 4-Secundário (Anexo 20)
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Estes cursos estão organizados de acordo com os referenciais de formação estabelecidos pela Agência
Nacional para a Qualificação (ANQ).
Os programas curriculares das disciplinas das diferentes componentes dos cursos podem ser
consultados em: www.anq.gov.pt
CURSOS DE PPT – PORTUGUÊS PARA TODOS
O PPT visa facultar aos cidadãos imigrantes, com idade igual ou superior a 18 anos e com situação
regularizada em Portugal, o acesso a um conjunto de conhecimentos indispensáveis a uma inserção de
pleno direito na sociedade portuguesa, promovendo a capacidade de expressão e compreensão da
língua portuguesa e o conhecimento dos direitos básicos de cidadania, bem como o acesso à cidadania
portuguesa.
Os referenciais de formação podem ser consultados em: www.anq.gov.pt
PLNM - PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM)
O Português Língua Não Materna é oferecido a alunos estrangeiros que frequentam o Ensino Básico ou
Secundário e que não dominam a língua portuguesa, com o objetivo de promover a integração plena
destes alunos.
Após uma avaliação diagnóstica os alunos são posicionados em níveis de proficiência: A1, A2, B1 e B2.
Em vez de frequentarem a disciplina de Português os alunos têm três blocos semanais de 90 minutos de
PLNM e no final de cada ciclo realizam o respetivo exame nacional.
As orientações para a implementação do Português Língua Não Materna estão disponíveis no endereço:
http://www.dgidc.min-edu.pt/outrosprojetos/index.php?s=directorio&pid=64.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
A Educação Especial rege-se pelo Decreto-Lei n.º 3/2008. Com a publicação da Lei n.º 85/2009 de 27 de
agosto, que estabelece o alargamento da escolaridade para 12 anos, a maioria dos alunos com currículo
específico individual (CEI) no Ensino Básico passa a desenvolver o Plano Individual de Transição (PIT) no
Ensino Secundário - Portaria 275- A/2012 de 11 de setembro.
No sentido de orientar as escolas na CEI e PIT, esta Portaria define uma matriz curricular (Anexo 21) a
implementar através de uma ação coordenada entre a escola secundária e as instituições parceiras.
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A docente da Educação Especial e a Psicóloga apoiam o aluno e a família contribuindo para uma melhor
integração do aluno.
As orientações de currículo e programas de Educação Especial estão disponíveis no endereço:
http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaoespecial/
3. Organização Escolar
Funcionamento da escola
A Escola funciona entre as 7h30 e as 23h45 de segunda-feira a sexta-feira e sábado em horário variável
de acordo com as necessidades.
O regime de funcionamento da escola é em turno único com a concentração das aulas
predominantemente no turno da manhã.
As aulas são organizadas em blocos de 90 minutos ou segmentos de 45 minutos.
As tardes de quarta-feira são preferencialmente reservadas para as reuniões dos órgãos de gestão e
administração da escola e dos grupos de recrutamento.
O Conselho Pedagógico reúne à terça-feira às 15 horas e o Conselho Geral à quinta-feira pelas 19 horas.
Critérios para a elaboração e constituição de turmas
Na formação de turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica e ser respeitada a
heterogeneidade dos alunos. Podem ser constituídos grupos uniformes de alunos ou outras formas de
organização dos grupos turma determinantes para o sucesso escolar, desde que devidamente
enquadrados e aprovados pelo Conselho Pedagógico.
O número de alunos por turma não pode ser inferior a 26 nem superior a 30 no 3º Ciclo do Ensino
Básico, no Ensino Secundário, nos Cursos Profissionais, nas turmas EFA de dupla certificação, nas turmas
de Competências Básicas e nas turmas de Português para falantes de outras línguas – PPT. Nas turmas
dos Cursos de Educação e Formação o limite máximo é 25 e o mínimo 20 alunos.
As turmas devem ter em geral um número equilibrado de rapazes e raparigas e no Ensino Básico devem
estar organizadas sempre que possível de acordo com o nível etário dos alunos.
No Ensino Básico o número de alunos para constituir a oferta de escola é 20 alunos.
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Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
No Ensino Secundário a abertura de disciplinas de opção está condicionada à existência de um número
mínimo de 20 alunos.
O desdobramento de turmas ou funcionamento de forma alternada depende de autorização superior ou
regulamentação própria.
As turmas dos anos sequenciais do Ensino Básico e Secundário podem funcionar com um número de
alunos inferior ao previsto, desde que se trate de assegurar a continuidade da turma. O funcionamento
destas turmas carece de autorização superior, com base em proposta apresentada pela Diretora depois
de consultado o Conselho Pedagógico.
No Ensino Básico é autorizado o desdobramento da turma nas seguintes situações:


na disciplina de Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais no 3º Ciclo, num tempo
correspondente a um máximo de 90 minutos, exclusivamente para a realização de trabalho
prático ou experimental, quando o número de alunos for superior a 20;
nas turmas CEF na componente técnica quando a turma for superior a 20 alunos.
No Ensino Secundário nos cursos científico-humanísticos é autorizado o desdobramento nas seguintes
situações:



no tempo correspondente a um tempo de lecionação de 90 minutos, quando o número de
alunos for superior a 20, nas disciplinas de Biologia, Física, Geologia, Química e Materiais e
Tecnologias;
na componente de formação específica dos cursos científico-humanísticos no tempo semanal de
135 minutos, quando o número de alunos for superior a 20, nas disciplinas de Desenho A,
Oficinas de Artes e Oficina Multimédia B;
na disciplina de Geometria Descritiva A da componente de formação específica dos cursos
científico-humanísticos no tempo semanal de 45 minutos quando o número de alunos for
superior a 24.
Nos Cursos Profissionais são permitidos desdobramentos nas seguintes situações:



nas disciplinas de carácter laboratorial na componente de formação científica, até um tempo
letivo de 90 minutos, sempre que o número de alunos for superior a 20;
nas disciplinas de língua estrangeira, até um tempo letivo de 90 minutos, sempre que a turma
for constituída por alunos com níveis diferentes de língua e for superior a 20 alunos;
na disciplina de língua estrangeira, na totalidade da carga horária semanal, independentemente
do número de alunos sempre que que na mesma turma existam alunos com línguas estrangeiras
diferentes;
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Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

2012/2013
nas disciplinas de carácter laboratorial, oficinal, informático ou artístico na componente de
formação técnica, na totalidade da carga horária semanal, quando o número de alunos for
superior a 13.
A Psicóloga Escolar comunicará aos professores responsáveis pela constituição das turmas a lista de
alunos com necessidades educativas especiais, com indicação das medidas do regime educativo especial
a adotar. Estas turmas poderão ser constituídas por 20 alunos e não poderão incluir mais de 2 alunos
com NEE, se a legislação em vigor assim o indicar, concretamente as disposições constantes na Portaria
n.º 275-A/2012 de 11 de setembro.
Os alunos provenientes de países estrangeiros que revelem dificuldades ao nível da língua portuguesa
deverão, sempre que possível, ser integrados na mesma turma a fim de facilitar a prestação do apoio
pedagógico previsto e a organização das aulas de PLNM.
Critérios para a elaboração dos horários dos alunos
A elaboração dos horários obedecerá, primordialmente, a critérios de ordem pedagógica. Qualquer
alteração a este princípio deverá ser devidamente justificada com base em argumentos de carácter
pedagógico.











os horários devem ter uma distribuição letiva equilibrada, pelos cinco dias da semana, de modo
a que não existam dias muito sobrecarregados;
na distribuição da carga letiva semanal deve evitar-se a existência de aulas isoladas e tempos
sem ocupação;
a mesma disciplina não deve ser lecionada em dias seguidos, nem estar marcada sempre ao
último tempo da manhã ou da tarde;
as disciplinas de Língua Estrangeira e de Educação Física não devem ser lecionadas em dias
seguidos;
nos dias com maior número de aulas os horários deverão ter uma distribuição que contemple
disciplinas de carácter teórico e prático;
no Ensino Regular o número de aulas curriculares não deve ultrapassar 4 blocos (8 tempos de 45
minutos) no mesmo dia;
nos Cursos CEF e Profissionais, sempre que sejam ultrapassados os 4 blocos diários (8 tempos de
45 minutos), as aulas teóricas devem alternar com aulas práticas;
o desdobramento das turmas em turnos deve ocorrer no mesmo dia;
as disciplinas sujeitas a Exame Nacional deverão, sempre que possível, ocupar o turno da
manhã;
o intervalo do almoço não poderá ser inferior a uma hora quando as atividades escolares
decorrem no período da manhã e da tarde;
as aulas de Educação Física só poderão iniciar-se uma hora (60 minutos) depois do período
definido para almoço;
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








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as horas de apoio devem constar no horário dos alunos e no horário dos professores;
todas as disciplinas com Exame Nacional têm horas de apoio marcadas nos horários no ano do
exame;
serão atribuídos apoios a outras disciplinas sempre que solicitados e depois de analisados pela
Direção e /ou Conselho de Turma;
nos Cursos Profissionais as horas de PAP devem estar marcadas nos horários dos alunos e dos
professores;
no Curso Profissional de Apoio à Infância (11º e 12º) a 4ª feira está destinada à FCT;
nos horários dos alunos do Ensino Básico serão marcadas horas para Sala de Estudo – a
frequência é facultativa, mas para os alunos interessados a inscrição é obrigatória;
a oferta de escola no 7º e 8º anos é Educação Tecnológica;
a oferta complementar no Ensino Básico é Formação Cívica, atribuída ao diretor de turma;
os horários dos alunos poderão ser alterados pontualmente para efeitos de substituição de
aulas resultantes da ausência do docente, após informação aos encarregados de educação.
Critérios para a distribuição de serviço docente
A duração do trabalho semanal dos docentes é de 35 horas, integra uma componente letiva e uma
componente não letiva e desenvolve-se em cinco dias de trabalho. Sempre que possível, tentar-se-á
concentrar a componente não letiva de trabalho individual num só dia, para que o docente possa fazer
uma gestão mais eficaz do seu trabalho. Esta componente não é marcada no horário.
No horário dos docentes não é permitida a distribuição de mais de 6 horas letivas consecutivas e não
devem ser ocupados mais de dois turnos por dia.
Considerando a especificidade de cada disciplina/curso a ocupação da componente não letiva
contemplará as seguintes situações: planificação de atividades em equipa; preparação de materiais para
as disciplinas de carácter experimental; preparação de materiais para as disciplinas dos cursos
profissionais; tutorias; apoios a alunos; sala de estudo; acompanhamento de alunos que tenham sido
enviados para fora da sala de aula devido a comportamentos inadequados; acompanhamento de alunos
na biblioteca escolar; desenvolvimento/concretização de projetos.
17
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
4. Organização Pedagógica
Objetivos
De acordo com o Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho, o Despacho nº 17169/2011, 23 de dezembro, a
Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, e o Despacho normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro, o
desenvolvimento do ensino em cada um dos seus níveis e das respetivas disciplinas é referenciado
pelos objetivos curriculares e conteúdos de cada programa oficial e pelas metas de aprendizagem de
cada disciplina e outras orientações definidas superiormente.
Ao definir os objetivos curriculares para cada ano de escolaridade os grupos disciplinares deverão ter
em atenção a articulação entre os vários anos de cada ciclo e entre o 3º ciclo do Ensino Básico e o
Ensino Secundário. Estes objetivos deverão ainda ser analisados nos departamentos curriculares,
grupos disciplinares e conselhos de turma.
Conteúdos
As várias disciplinas devem elaborar as respetivas planificações de médio-longo prazo tendo em conta a
articulação entre ciclos, quer ao nível disciplinar, quer ao nível interdisciplinar, de modo a clarificar
convergências entre os diferentes programas curriculares e promover um ensino integrador de
conhecimento. Na seleção, sequencialização e articulação de conteúdos, os grupos disciplinares e os
conselhos de turma devem ter em conta o contexto da escola e o grupo turma.
As planificações a longo prazo constituem um conjunto de documentos que articulam com o Projeto de
Desenvolvimento do Curriculo, concretamente com as matrizes curriculares anexas a este documento e
que podem ser consultadas pela comunidade educativa, através da página da escola na internet.
Devem ainda criar-se mecanismos adequados de cooperação e comunicação entre os docentes,
nomeadamente ao nível dos departamentos curriculares, grupos disciplinares e conselhos de turma.
Deste modo, aquando da elaboração dos horários, deve criar-se um espaço temporal para a realização
de reuniões.
Metodologias
É fundamental que o professor analise as propostas metodológicas existentes e avalie a sua
aplicabilidade ao contexto pedagógico tendo em conta as características do público-alvo, os recursos
disponíveis na escola, a carga horária, a dimensão das turmas e o nível geral de preparação dos alunos,
entre muitos outros aspectos.
É indispensável o recurso a práticas de ensino diferenciadas que respondam às diferenças de
motivações, interesses, necessidades e ritmos de aprendizagem existentes em cada turma. Do mesmo
modo, formas diversificadas de organização do trabalho – individual, pares, grupo, ou turma – serão
fatores importantes neste processo.
18
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
É necessário conciliar as várias concepções metodológicas e não privilegiar um determinado método de
ensino/aprendizagem. Pretende-se que o professor desenvolva um trabalho fundamentado em opções
metodológicas resultantes da reflexão e observação dos contextos específicos em que exerce a sua
atividade.
Avaliação
A avaliação das aprendizagens é regulada pelos normativos legais vigentes e realiza-se de acordo com os
critérios gerais de avaliação aprovados pelo Conselho Pedagógico da Escola, sob proposta dos diversos
grupos de recrutamento.
Os critérios gerais de avaliação constituem um conjunto de documentos que articulam com o Projeto de
Desenvolvimento do Curriculo, concretamente com as matrizes curriculares anexas a este documento e
que podem ser consultados pela comunidade educativa, através da página da escola na internet.
A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, avaliação
formativa e avaliação sumativa.
A avaliação diagnóstica permite a adoção de estratégias de diferenciação pedagógica e contribui para
elaborar o Plano de Turma facilitando a integração escolar do aluno, o apoio à orientação escolar e
vocacional e o reajustamento de estratégias. Pode ocorrer em qualquer momento do ano letivo,
devendo ser articulada com a avaliação formativa.
Nas três primeiras semanas de aulas deve realizar-se obrigatoriamente em todos os anos de
escolaridade, de acordo com os critérios definidos nos departamentos e grupos de recrutamento.
Os professores devem entregar ao diretor de turma a análise dos resultados desta avaliação, que faz
parte do Plano de Turma. É com base na avaliação diagnóstica que se vai construir o Plano de Turma, da
responsabilidade do conselho de turma, estabelecendo-se estratégias de diferenciação pedagógica, de
acordo com as dificuldades, os ritmos e os estilos de aprendizagem detetados.
A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação do Ensino Básico e Secundário e assume
um carácter contínuo e sistemático, desenvolvendo-se ao longo do ano letivo. Recolhe e trata
informação sobre o desempenho dos alunos e tem como objetivo a regulação do ensino e das
aprendizagens. Fornece aos professores, aos alunos e aos encarregados de educação informação sobre
as aprendizagens adquiridas e as atitudes evidenciadas pelos alunos, permitindo uma adequação
constante de estratégias, metodologias e recursos.
A avaliação sumativa realiza-se no final de cada período letivo, no final de cada ano letivo e de cada
ciclo, e utiliza a informação recolhida no âmbito da avaliação formativa, traduzindo-se numa escala de 1
a 5 no Ensino Básico, e de 0 a 20 no Ensino Secundário.
A avaliação sumativa é da responsabilidade do conselho de turma e traduz-se na formulação de um juízo
globalizante sobre as aprendizagens realizadas pelos alunos, tendo como base os critérios de avaliação
definidos pelos grupos disciplinares e aprovados pelo conselho pedagógico.
19
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Efeitos da Avaliação Sumativa: A avaliação sumativa realizada no 3º ciclo decide a progressão ou
retenção do aluno, expressa através das menções, respetivamente, de Transitou ou Não Transitou, no
final de cada ano e de Aprovado(a) ou Não Aprovado(a) no final de cada ciclo.
As decisões de transição e de progressão do aluno para o ano de escolaridade seguinte e para o ciclo
subsequente revestem caráter pedagógico e são tomadas sempre que o conselho de turma considere:
a) nos anos terminais de ciclo, que o aluno adquiriu os conhecimentos e desenvolveu as
capacidades necessárias para progredir com sucesso os seus estudos no ciclo subsequente.
b) nos anos não terminais de ciclo, que o aluno demonstra ter adquirido os conhecimentos e
desenvolvido as capacidades essenciais para transitar para o ano de escolaridade seguinte.
A retenção no 3º ciclo do Ensino Básico implica a repetição de todas as componentes do currículo do
respetivo ano de escolaridade.
Caso o aluno não adquira os conhecimentos predefinidos para um ano não terminal de ciclo que,
fundamentadamente, comprometam a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento das
capacidades definidas para esse ano de escolaridade, o conselho de turma pode a título excecional
determinar a retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade.
Por decisão do Conselho Pedagógico o referencial de escola estabelece que nos anos não terminais, 7º
e 8º anos, os alunos progridem com três níveis inferiores a três. Quando esta situação se verificar, o
conselho de turma terá de elaborar um relatório analítico onde são identificados os conhecimentos não
adquiridos e as capacidades não desenvolvidas pelo aluno, que devem ser tomadas em consideração na
elaboração do plano da turma em que o referido aluno venha a ser integrado no ano escolar
subsequente.
O conselho de turma pode, em casos excecionais, decidir a progressão do aluno fora do referencial de
escola, fundamentando a decisão que terá de ficar explanada na ata da reunião com propostas objetivas
sobre a recuperação do aluno.
No final do 3º ciclo do Ensino Básico o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado se
estiver numa das seguintes condições:
a) tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas áreas disciplinares ou disciplinas de
Português (ou PLNM) e de Matemática;
b) tiver obtido classificação inferior a 3 em três ou mais disciplinas.
Estas condições aplicam-se também aos alunos autopropostos do Ensino Básico nas provas de
equivalência à frequência.
A disciplina de Educação Moral e Religiosa e as disciplinas de oferta complementar
consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo.
não são
20
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Casos especiais de progressão
Um aluno que revele capacidade de aprendizagem excecional e um adequado grau de maturidade, a par
do desenvolvimento das capacidades previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais
rapidamente no Ensino Básico, beneficiando da transição de ano de escolaridade antes do final do ano
letivo, uma única vez, ao longo do 2.º e 3.º ciclos.
Um aluno retido num dos anos não terminais de ciclo que demonstre ter adquirido os conhecimentos e
desenvolvido as capacidades definidas para o final do respetivo ciclo poderá concluí-lo nos anos
previstos para a sua duração, através de uma progressão mais rápida, nos anos letivos subsequentes à
retenção.
Os casos especiais de progressão dependem de deliberação do conselho pedagógico, sob proposta do
do conselho de turma, depois de obtidos a concordância do encarregado de educação do aluno e os
pareceres do docente de educação especial ou do psicólogo.
Planos de Acompanhamento
O Plano de Trabalho de cada turma deverá contemplar atividades de promoção do sucesso escolar de
acordo com as dificuldades identificadas nos alunos da turma.
Aos alunos que revelem, em qualquer momento do seu percurso, dificuldades de aprendizagem em
qualquer disciplina ou área disciplinar é aplicado um plano de acompanhamento pedagógico, elaborado
pelo conselho de turma, contendo estratégias de recuperação que contribuam para colmatar as
dificuldades detetadas.
O Plano de Acompanhamento Pedagógico de Turma ou Individual (PAPI) é planificado, realizado e
avaliado, sempre que necessário, em articulação com outros técnicos de educação e em contacto
regular com os encarregados de educação.
Reorientação do percurso escolar
Sempre que se verifiquem retenções os alunos deverão ser acompanhados pelo serviço de orientação
escolar, de modo que possam ser propostas as medidas mais adequadas ao seu percurso escolar,
nomeadamente percursos curriculares alternativos, programas integrados de educação e formação,
cursos de educação e formação ou cursos vocacionais.
A avaliação sumativa no Ensino Secundário conduz à tomada de decisão, no âmbito da classificação e
da aprovação em cada disciplina ou módulo, quanto à progressão nas disciplinas não terminais, à
transição para o ano de escolaridade subsequente, à admissão à matrícula e à conclusão do nível
secundário de educação.
21
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
A classificação na disciplina de Educação Física é considerada para efeitos de conclusão do nível
secundário de educação mas não entra no apuramento da média final, exceto quando o aluno pretenda
prosseguir estudos nesta área.
A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão dos alunos.
Podem apresentar-se à realização de exames finais nacionais os alunos internos que, na avaliação
interna da disciplina a cujo exame se apresentam tenham obtido uma classificação igual ou superior a 8
valores no ano terminal e a 10 valores na classificação interna final. Esta é calculada através da média
aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações de cada um dos anos em que a disciplina
foi ministrada.
Aprovação, transição e progressão no Ensino Secundário
A aprovação do aluno em cada disciplina depende da obtenção de uma classificação final igual ou
superior a 10 valores.
Para efeitos do disposto no parágrafo anterior, a classificação de frequência no ano terminal das
disciplinas plurianuais não pode ser inferior a 8 valores.
A transição do aluno para o ano de escolaridade seguinte verifica -se sempre que a classificação anual
de frequência ou final de disciplina, consoante os casos, não seja inferior a 10 valores a mais que duas
disciplinas, sem prejuízo do seguinte:
a)
são consideradas as disciplinas constantes do plano de estudo a que o aluno tenha obtido
classificação inferior a 10 valores, as disciplinas em que o aluno foi excluído por faltas ou anulou
a matrícula;
b) na transição do 11.º ano para o 12.º ano são consideradas igualmente as disciplinas em que o
aluno não progrediu na transição do 10.º ano para o 11.º ano;
c) os alunos que transitam para o ano seguinte com classificações inferiores a 10 valores em uma
ou duas disciplinas, progridem nesta(s) disciplina(s) desde que a(s) classificação(ões) obtida(s)
não seja(m) inferior(es) a 8 valores, sem prejuízo do disposto na alínea seguinte;
d) os alunos não progridem em disciplinas em que tenham obtido classificação inferior a 10
valores em dois anos curriculares consecutivos.
A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão desde que
frequentada com assiduidade.
Os alunos excluídos por faltas na disciplina de Educação Moral e Religiosa realizam, no final do 10.º, 11.º
ou 12.º anos de escolaridade, consoante o ano em que se verificou a exclusão, uma prova especial de
avaliação, elaborada a nível de escola, de acordo com a natureza da disciplina de Educação Moral e
Religiosa, ficando o aluno aprovado quando obtém uma classificação igual ou superior a 10 valores.
Nas situações em que o aluno tenha procedido à substituição de disciplinas no seu plano de estudo, nos
termos legalmente previstos, as novas disciplinas passam a integrar o plano de estudo do aluno, sendo
consideradas para efeitos de transição de ano.
22
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
RECURSOS
ESTRUTURAS/PROGRAMAS DE APOIO ÀS APRENDIZAGENS












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






Oficina MaisAprendizagens (Ensino Básico) – TEIP
Reforço da disciplina de Físico-Química e Ciências Naturais, no Ensino Básico, para atividades
experimentais - TEIP
Mais aprendizagens no 10º ano (Matemática, Física e Química A, Português e História A) - TEIP
Apoios pedagógicos acrescidos a todas as disciplinas com exame nacional no Ensino Secundário
Reforços/desdobramento no Ensino Secundário
Apoios individualizados ou a pequenos grupos do Ensino Básico e Secundário
Acompanhamento de alunos do Ensino Secundário
Aulas de Recuperação de Módulos no Ensino Profissional
Reforço Francês/Alemão nos Cursos Profissionais de Comércio e Turismo
PLNM para alunos estrangeiros
Biblioteca
Sala de estudo para os alunos do Ensino Básico
Testes intermédios – Ensino Básico e Secundário
Provas de Expressão Oral – GAVE – Projeto de Avaliação da Expressão Oral de Inglês, 11º Ano
Clube de Espanhol
Parlamento Jovem – Ensino Básico e Secundário
PNL – Plano Nacional de Leitura http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt
Olimpíadas da Física e da Química
Olimpíadas da Matemática
Canguru da Matemática
ESTRUTURAS/PROGRAMAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E
SOCIAIS















Equipa Multi: Psicóloga, Assistente Social, Mediadora Social, Coordenador dos Tutores, Técnica
de Intervenção Local do PIEF
Projeto de Tutorias
Projeto – Quadro de Valor e de Excelência
Projeto Saúde em Meio Escolar e Educação Sexual
http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaosaude/
Desporto Escolar http://www.desportoescolar.min-edu.pt/default.aspx
Clube Desportivo – Centro de Formação de Atletismo da ESMC
Clube de Jornalismo – Jornal da escola – FAS (Formas de Aprender Sentindo)
Cursos de Verão – Artes e Informática
Jogos Matemáticos
Projeto Comenius – The More Difference, The More Tolerance
Clube de Arqueologia
Clube Ideias na Natureza
Clube de Proteção Civil
ECOSOL
Banco Alimentar
23
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
BIBLIOTECA ESCOLAR
A Biblioteca Escolar é um espaço privilegiado para a vivência da comunidade escolar, sendo um
instrumento primordial do desenvolvimento do currículo e um centro cultural e de desenvolvimento de
competências. Neste sentido, a biblioteca é um recurso de excelência para a promoção da literacia que
pode e deve ser feita em articulação com os professores das várias áreas curriculares, equipas de
projetos/programas e a comunidade educativa. (Anexo 35)
http://www.rbe.min-edu.pt/np4/home
5. PDC - Operacionalização
A operacionalização do Plano de Desenvolvimento do Currículo é a parte mais importante de todo o
projeto, na medida em que é neste ponto que os diversos grupos de recrutamento explicitam a forma
como organizam o processo de ensino / aprendizagem face ao contexto específico da escola. É aqui que
se definem as prioridades relativamente às aprendizagens a realizar, aos conteúdos a lecionar, às
metodologias a aplicar, às atividades a desenvolver, aos recursos/ instrumentos de trabalho a utilizar,
aos procedimentos/ instrumentos de avaliação a implementar e aos modos de organização de alunos,
professores e espaços escolares a adotar.
A forma como cada grupo/disciplina se situa face ao currículo nacional e aos alunos da escola deu corpo
aos documentos que refletem as suas opções curriculares tendo em conta os seguintes aspetos:




Caracterização da situação do grupo/ disciplina(s)
Aspetos considerados inibidores de uma ação mais eficaz
Aspetos facilitadores da ação
Estratégias de melhoria
Grupos de Recrutamento
300 Português / Francês
ANEXO 22
330 Inglês / Alemão
ANEXO 23
400 História
ANEXO 24
410 Filosofia
ANEXO 25
420 Geografia
ANEXO 26
430 Economia e Contabilidade
530 Secretariado
ANEXO 27
24
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
500 Matemática
ANEXO 28
510 Física e Química
ANEXO 29
520 Biologia e Geologia
ANEXO 30
540 Eletrotecnia
ANEXO 31
550 Informática
ANEXO 32
600 Artes Visuais
ANEXO 33
620 Educação Física
ANEXO 34
2012/2013
6. Plano Anual de Atividades
O Plano Anual de Atividades (PAA) caracteriza-se pelo conjunto das atividades a desenvolver ao longo
do ano letivo, em concordância com o disposto no Projeto Educativo de Escola, Plano de
Desenvolvimento do Currículo e nos diversos Planos de Turma, consubstanciado num documento
definidor das atividades propostas para cada ano letivo, onde são enunciados os objetivos, os
intervenientes, o local e tempo de realização e respetiva avaliação.
São incluídas no PAA todas aquelas atividades que decorrem para além do normal desenvolvimento das
aulas. O PAA deve surgir de propostas apresentadas pelos docentes, não docentes ou outros elementos
com representação nos órgãos da escola, e pelos alunos, nomeadamente através dos diretores de
turma, da Associação de Estudantes e da Associação de Pais.
As atividades devem envolver a comunidade educativa em geral e todas as propostas devem ser
apresentadas atempadamente, de preferência no início do ano letivo, de forma a serem analisadas e
aprovadas pelo Conselho Pedagógico e devidamente enquadradas no Plano.
Deste modo, as visitas de estudo estão sujeitas às normas constantes no Regulamento Interno e
compete ao Conselho Pedagógico a análise das propostas apresentadas e a sua aprovação, devendo ser
encaradas como complemento das atividades letivas. As visitas de estudo devem ter um carácter
preferencialmente interdisciplinar e de complemento dos conteúdos programáticos lecionados, indo ao
encontro das necessidades detetadas e enquadradas no Plano de cada turma.
Além das atividades já referidas a escola deve desenvolver outras, de carácter pontual, aproveitando
propostas concretas apresentadas por entidades exteriores à escola, ou em resposta a necessidades
específicas sentidas pelo seu corpo docente, não docente e discente. Incluem-se neste ponto a
organização de seminários, palestras, colóquios e exposições, promovidas e organizadas por qualquer
órgão ou elemento da escola, nomeadamente aquelas surgidas no âmbito dos planos de turma.
Incluem-se também nestas atividades a comemoração de datas específicas como Natal, Carnaval e
25
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Páscoa, feriados nacionais e outras efemérides, devendo valorizar-se a participação ativa dos alunos na
sua preparação e desenvolvimento.
O PAA engloba ainda a formação do pessoal docente e não docente, em resposta a necessidades
sentidas pelos mesmos.
7. Plano de Desenvolvimento do Currículo / Plano de Turma
O Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC tem como principal objetivo adequar as opções
curriculares definidas pela escola ao contexto de cada turma, operacionalizando as estratégias
educativas mais adequadas às características de cada turma, de modo a dar resposta à especificidade
dos alunos que a constituem.
Este instrumento deve fomentar o trabalho cooperativo entre os professores da turma, criar uma linha
de atuação comum a todos os professores e fomentar a articulação horizontal dos conteúdos e a
interdisciplinaridade.
A responsabilidade do Plano de Turma é do conselho de turma e tem a coordenação do diretor de
turma.
As linhas orientadoras para a construção do Plano de Turma incluem os seguintes pontos:
Organização do plano de turma
1. Caracterização da turma
1.1. Dados pessoais dos alunos – idade, género, nacionalidade, língua materna, percurso escolar,
problemas de saúde, NEE
1.2. Dados do agregado familiar – composição, residência, caracterização socioeconómica
(profissão/situação profissional), caracterização sociocultural (nível de escolaridade dos pais/
EE), apoio da ASE
1.3. Constituição do conselho de turma
2. Avaliação diagnóstica
2.1 Elaboração de um relatório síntese
2.2 Identificação de problemas
3. Identificação das prioridades educativas
3.1 Definição dos objetivos e metas a alcançar
3.2 Seleção e gestão dos conteúdos a desenvolver
3.3 Adoção das metodologias e estratégias a implementar
26
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
3.4 Apresentação de propostas de atividades para enriquecimento do currículo, extracurriculares e
de envolvimento da comunidade
4. Avaliação do Plano de Turma
4.1. Análise dos resultados escolares – avaliação interna e externa
4.2. Níveis de absentismo e abandono
4.3. Níveis de indisciplina
4.4. Reconhecimento do mérito e do valor
5. Apresentação de propostas para o Plano de Turma no ano seguinte
Anexos
Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual
8. Avaliação
A avaliação do Plano de Desenvolvimento do Currículo de Escola é um aspeto fundamental, na medida
em que constitui o mecanismo de autorregulação do próprio plano. Neste sentido, o foco da avaliação
do PDC deverá recair sobre os resultados finais em relação aos objetivos propostos. A aplicação e
desenvolvimento de cada elemento constitutivo do PDC deverão ser avaliados especificamente por cada
interveniente direto na sua realização, mas também genericamente pelos pares.
Ouvidos os conselhos de docentes e os departamentos curriculares, o conselho pedagógico determina
os aspetos prioritários que serão objeto de avaliação e define, em função da análise realizada, os
critérios de avaliação internos relativamente a cada elemento constitutivo do PDC. A avaliação dos
processos e condições de aprendizagem, bem como a análise dos resultados obtidos pelos alunos
permitirá avaliar o grau de adequação do PDC.
Uma comissão de coordenação pedagógica elabora os instrumentos de avaliação para a recolha de
dados para a avaliação do PDC, procede ao tratamento de informação e apresenta as conclusões.
As conclusões são ratificadas em conselho pedagógico que toma as decisões no sentido de alterar,
retificar, excluir ou melhorar aspetos referentes à construção e desenvolvimento do PDC.
27
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
9. Cronograma
2012
J
F M A
MAIO
JUNHO
Revisão do
PDC em
vigor
Apresentação
de proposta
de trabalho
ao CP e
Departamentos
JULHO
A
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
Trabalho nos
Departamentos
Apresentação de
propostas (cont.)
Tratamento da
informação
Apresentação da
proposta final
Apresentação de
propostas (1)
Recolha de
informação
Reformulação da
proposta de PDC
DEZEMBRO
Recolha de
informação
Desenvolvimento do Plano
Aprovação do Plano
(1) As propostas que os departamentos queiram ver implementadas no próximo ano letivo terão de ser apresentadas neste momento.
28
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
2013
J F
MA
ABR
Recolha de
informação
M
JUNHO
JULHO
Balanço dos
departamentos
Apresentação de
propostas de
alteração
Recolha de
informação
Implementação/Desenvolvimento do Plano
A
SETEMBRO
Tratamento da
informação
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
Recolha de
informação
Reformulação da
proposta de PDC
Avaliação/Aprovação
das alterações ao
Plano
Implementação/Desenvolvimento do Plano
29
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
10. Divulgação
Todos os membros da comunidade educativa – alunos, encarregados de educação e pessoal docente
e não docente – devem ter conhecimento deste documento e das diretivas aqui estabelecidas, e a
sua divulgação será realizada na página da Internet da Escola.
O documento será analisado e debatido nas várias estruturas pedagógicas, concretamente em
reunião de departamento e grupos disciplinares, conselhos de turma e conselhos de diretores de
turma.
Relativamente aos alunos ser-lhes-á fornecido, no início do ano letivo, um desdobrável com os
aspetos deste documento que mais diretamente lhes dizem respeito.
Será entregue uma cópia integral do Plano de Desenvolvimento do Currículo à Direção da Associação
de Pais e Encarregados de Educação, que é responsável pela sua divulgação, análise e debate junto
dos Encarregados de Educação.
Estará disponível na escola uma cópia integral do Plano de Desenvolvimento do Currículo, em
suporte papel, para consulta de eventuais interessados.
Poderão ainda ser organizadas sessões de divulgação e esclarecimento realizadas pelos órgãos de
gestão da escola, e destinadas a públicos-alvo específicos, caso seja considerado necessário, ou
solicitado por estes públicos-alvo.
30
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Considerações Finais
Este Plano de Desenvolvimento do Currículo, que foi apresentado e aprovado no Conselho
Pedagógico após análise e discussão nos Departamentos e Grupos Disciplinares, teve como base o
Projeto Curricular de Escola existente anteriormente.
Este documento tem subjacente uma noção de desenvolvimento curricular que nos remete para um
processo desenvolvido em várias fases, em contextos distintos e com a participação de vários
intervenientes, desempenhando os professores um papel fundamental. A implementação de
práticas colaborativas entre os professores é essencial, para que se operem mudanças no quotidiano
educativo, e implica novas responsabilidades nas deliberações. Neste processo são fundamentais, o
tempo, a prática de um trabalho reflexivo, e acima de tudo, a motivação para trabalhar em equipa.
O Projeto de Desenvolvimento do Currículo é um documento aberto e está em construção
permanente. É vital que essa construção seja amplamente participada e continuamente avaliada, a
fim de que as opções tomadas relativamente à organização e gestão do currículo estejam
efetivamente adequadas ao contexto da escola e possam produzir as alterações desejadas no
cumprimento dos objetivos enunciados no Projeto Educativo de Escola – “Subir ao Monte Descobrir
Horizontes”.
31
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXOS
32
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 1 – Ensino Básico - Estrutura Curricular
Ensino Básico - 3.º Ciclo
(7.º ao 9.º ano de escolaridade)
Áreas Curriculares Disciplinares /
Tempos Letivos
Áreas Curriculares Não Disciplinares
7.º Ano
Semanais
8.º Ano
9.º Ano
3 X 90
3,0 X 90
2,5 X 90
Língua Estrangeira I - Inglês
1,5 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
Língua Estrangeira II - Francês
1,5 X 90
1,5 X 90
1,5 X 90
História
1,0 X 90
1,0 X 90
1,5 X 90
Geografia
1,0 X 90
1,5 X 90
1,0 X 90
Matemática
3,0 X 90
3 X 90
2,5 X 90
Ciências Naturais (1)
1,0 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
Ciências Físico-Químicas (1)
1,0 X 90
1,0 X 90
1,5 X 90
1,0 X 90
Língua Portuguesa
Educação para a Cidadania
Línguas
Ciências Humanas
e Sociais
Matemática
Ciências Físicas e
Naturais
Tecnologias
Educação Artística (2)
Educação Física
Formação Pessoal e
Social
Introdução às Tecnologias de
Informação e Comunicação
Educação Tecnológica e TIC
---
---
0,5+0,5
0,5+0,5
Educação Visual
1,0 X 90
1,0 X 90
1,5 X 90
Educação Física
1,5 X 90
1,5 X 90
1,5 X 90
Educação Moral e Religiosa
0,5 X 90
0,5 X 90
0,5 X 90
17 ou
17 ou
17,5 ou
17,5 X 90
17,5 X 90
18,0 X 90
(0,5)
(0,5)
(0,5)
Total
Formação Cívica
(1) Funciona em desdobramento semanal entre Ciências Naturais e Físico-Química integrando, obrigatoriamente, atividades experimentais
e atividades de pesquisa adequadas à natureza das disciplinas.
33
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 2 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de
Práticas Comerciais
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
ÁREAS DE
COMPETÊNCIA
DISCIPLINAS
Língua Portuguesa
Línguas, Cultura e
Comunicação
Língua Estrangeira – Inglês
Tecnologias de Informação e Comunicação
Sociocultural
Cidadania e Mundo Atual
Cidadania e
Sociedade
Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho
Educação Física
Matemática Aplicada
Científica
Ciências Aplicadas
Actividades Económicas
Stocks e Merchandising
Tecnologias
Tecnologias
Específicas
Técnicas de Atendimento
Procedimentos Adm. Contexto Comercial
Serviço Pós-Venda
Prática
Contexto de
Trabalho (Estágio)
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
4 X 45
4 X 45
(96 h)
(96 h)
4 X 45
4 X 45
(96 h)
(96 h)
2 X 45
2 X 45
(48 h)
(48 h)
4 X 45
4 X 45
(96 h)
(96 h)
1 X 45
--(30 h)
2 X 45
2 X 45
(48 h)
(48 h)
4 X 45
4 X 45
(105 h)
(105 h)
2 X 45
3 X 45
(50 h)
(73 h)
4X 45
5 X 90
(110 h)
(92 h)
8 X 45
3 X 45
(181 h)
(48 h)
4 X 45
4 X 90
(110 h)
(92 h)
2 X 45
3 X 45
(44 h)
(91 h)
Formação em Contexto de Trabalho
---
210 h
Total de horas do curso - 2109 horas
(1018 h)
(881 h)
34
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 3 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF tipo 2: Técnico de
Eletricista de Instalações
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
ÁREAS DE
COMPETÊNCIA
DISCIPLINAS
Língua Portuguesa
Línguas, Cultura e
Comunicação
Língua Estrangeira – Inglês
Tecnologias de Informação e Comunicação
Sociocultural
Cidadania e Mundo Atual
Cidadania e
Sociedade
Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho
Educação Física
Matemática Aplicada
Científica
Ciências Aplicadas
Física e Química
Instalações Eléctricas de Iluminação e
Climatização
Tecnologias
Prática
Tecnologias
Específicas
Contexto de
Trabalho (Estágio)
Instalações Eléctricas de Força Motriz
Projecto Instalação e conservação de Infra
estruturas de telecomunicações em
edifícios
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
4 X 45
4 X 45
(96 h)
(96 h)
4 X 45
4 X 45
(96 h)
(96 h)
2 X 45
2 X 45
(48 h)
(48 h)
4 X 45
4 X 45
(96 h)
(96 h)
1 X 45
--(30 h)
2 X 45
2 X 45
(48 h)
(48 h)
4 X 45
4 X 45
(105 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
(61,5 h)
(61,5 h)
10 X 45
10 X 45
(234 h)
(234 h)
4 X 45
4 X 45
(75 h)
(75 h)
4 X 45
(75 h)
4 X 45
(75 h)
Formação em Contexto de Trabalho
---
210 h
Total de horas do curso - 2109 horas
(964,5 h)
(934,5 h)
35
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 4 – Ensino Básico - Estrutura Curricular CEF Tipo 3: Técnico de Apoio
Familiar e à Comunidade
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
ÁREAS DE
COMPETÊNCIA
DISCIPLINAS
Língua Portuguesa
Línguas, Cultura e
Comunicação
Língua Estrangeira – Inglês
Tecnologias de Informação e Comunicação
Sociocultural
Cidadania e Mundo Atual
Cidadania e
Sociedade
Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho
Educação Física
Matemática Aplicada
Científica
Ciências Aplicadas
Psicologia
Cuidados Humanos e de saúde Básicos
Tecnologias
Tecnologias
Específicas
Higienização e Conforto
Nutrição e Confeção de Refeições
Gestão de Comportamento
Prática
Contexto de
Trabalho (Estágio)
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2 X 45
(45 h)
2 X 45
(45 h)
1 X 45
(21 h)
1 X 45
(21 h)
2 X 45
(30 h)
2 X 45
(45 h)
2 X 45
(45 h)
2 X 45
(45 h)
6 X 45
(150 h)
6 X 45
(150 h)
12 X 45
(270 h)
5 X 45
(123 h)
Formação em Contexto de Trabalho
210 h
Total de horas do curso - 1200 horas
(1200 h)
36
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 5 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 1
(Equivalência ao 2º Ciclo do Ensino Básico)
MODELO DE DESENHO CURRICULAR
(DOMÍNIOS DE FORMAÇÃO / CARGA HORÁRIA SEMANAL)
Componentes de
Formação
Áreas de Competência
Domínios/Unidades de
Formação
Carga
Horária
Semanal (em
minutos)
Línguas Cultura e
Comunicação
Formação Sócio
cultural
Cidadania e sociedade
Matemática
Desporto
Tecnologias de Informação
Formação artística ou
Científica Tecnológica
Tecnologias Específicas
Formação Vocacional
Formação Vocacional
Área de Projeto
Área de Projeto
Viver em Português
Comunicar em Línguas
Estrangeiras
O Homem e o Ambiente
(Ciências Sociais)
O Homem e o Ambiente
(Ciências Naturais)
Matemática e Realidade
Educação Física
Tecnologias de Informação e
Comunicação
Educação Artística e Artes
Plásticas
De acordo com os recursos e
as ofertas de Escola
Área de Projeto
Total semanal
225
90
90
90
225
135
90
90
360
transversal
1395
37
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 6 – Ensino Básico - Estrutura Curricular PIEF 2
(Equivalência ao 3º Ciclo do Ensino Básico)
MODELO DE DESENHO CURRICULAR
(DOMÍNIOS DE FORMAÇÃO / CARGA HORÁRIA SEMANAL)
Componentes de
Formação
Áreas de Competência
Domínios/Unidades de
Formação
Carga
Horária
Semanal (em
minutos)
Línguas Cultura e
Comunicação
Formação Sócio
cultural
Formação artística ou
Científica Tecnológica
Cidadania e sociedade
Matemática
Desporto
Tecnologias de Informação
Formação Vocacional
Tecnologias Específicas
Formação Vocacional
Área de Projeto
Área de Projeto
Viver em Português
Comunicar em Línguas
Estrangeiras
Ciências Sociais
Ciências Naturais
Matemática e Realidade
Educação Física
Tecnologias de Informação e
Comunicação
Ciências Físicas e Naturais
De acordo com os recursos e
as ofertas de Escola
Área de Projeto
Total semanal
225
90
90
90
225
135
90
90
360
transversal
1395
38
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 7 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso CientíficoHumanístico de Ciências e Tecnologias
Disciplinas
Educação para a Cidadania
Geral
Específica
Tempos Letivos
Semanais
11.º Ano
2 X 90
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
Português
Língua Estrangeira I (Inglês)
Filosofia
Educação Física
Subtotal
10.º Ano
2 X 90
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
Matemática A
3,0 X 90
3 X 90
3 X 90
3,5 X 90
3,5 X 90
3,5 X 90
3,5 X 90
-----
-------
-------
2 X 90
2 X 90
2 X 90
---
---
2 X 90
10 X 90
10 X 90
11 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
18 a 19,5 X
90
18 a 19,0 X
90
17 a 18,0 X 90
Opção (a)
Física e Química A
Biologia e Geologia
Opção (b)
Biologia
Física
Química
Opção (c)
Psicologia B
Subtotal
Educação Moral e Religiosa
(d)
Total
12.º Ano
2 X 90
----2 X 90
4,0 X 90
(a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais;
(b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b)
(d) Católica ou de outra confissão religiosa.
39
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 8 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso CientíficoHumanístico de Ciências Socioeconómicas
Disciplinas
Educação para a Cidadania
Geral
Específica
Tempos Letivos
Semanais
11.º Ano
2 X 90
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
Português
Língua Estrangeira I (Inglês)
Filosofia
Educação Física
Subtotal
10.º Ano
2 X 90
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
Matemática A
3,0 X 90
3 X 90
3 X 90
3 X 90
3 X 90
3 X 90
3 X 90
-----
-------
-------
2 X 90
2 X 90
2 X 90
---
---
3,0 X 90
9 X 90
9 X 90
12 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
17 a 18,0 X
90
17 a 18,0 X
90
16 a 17,0 X 90
Opção (a)
Economia A
Geografia A
Opção (b)
Economia C
Geografia C
Língua Estrangeira I
(Inglês)
Opção (c)
Psicologia B
Subtotal
Educação Moral e Religiosa
(d)
Total
12.º Ano
2 X 90
----2 X 90
4,0 X 90
(a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais;
(b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b)
(d) Católica ou de outra confissão religiosa.
40
2012/2013
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
ANEXO 9 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico
Humanístico de Línguas e Humanidades
Ensino Secundário – Curso Científico-Humanístico de Línguas e Humanidades
(10.º ao 12.º ano de escolaridade)
Tempos Letivos
Semanais
Disciplinas
Geral
10.º Ano
11.º Ano
12.º Ano
Português
2 X 90
2 X 90
2 X 90
Língua Estrangeira I (Inglês)
2 X 90
2 X 90
---
Filosofia
2 X 90
2 X 90
---
Educação Física
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
8,0 X 90
4,0 X 90
3,0 X 90
3 X 90
3 X 90
Geografia A
3 X 90
3 X 90
Língua Estrangeira II -
3 X 90
3 X 90
Subtotal
Educação para a Cidadania
História A
Opção (a)
(Alemão)
---------
Específica
Opção (b)
Geografia C
---
---
Psicologia B
---
---
Língua Estrangeira I -
---
---
(Inglês)
---
---
9 X 90
9 X 90
9 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
17 a 18,0 X
17 a 18,0 X
90
90
Subtotal
Educação Moral e Religiosa
(d)
Total
2 X 90
2 X 90
2 X 90
13 a 14,0 X 90
(a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais;
(b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b)
41
2012/2013
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
ANEXO 10 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Científico
Humanístico de Artes Visuais
Disciplinas
Educação para a Cidadania
Geral
Específica
Tempos Letivos
Semanais
11.º Ano
2 X 90
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
Português
Língua Estrangeira I (Inglês)
Filosofia
Educação Física
Subtotal
10.º Ano
2 X 90
2 X 90
2 X 90
2 X 90
8,0 X 90
Desenho A
3,0 X 90
3 X 90
3 X 90
2,5 X 90
3 X 90
3 x 90
2,5 X 90
3 X 90
3 x 90
-----
-----
-----
2 X 90
2 X 90
11,5 X 90
11,5 X 90
7 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
1,0 X 90
19 a 20,0 X
90
19 a 20,0 X
90
11 a 12,0 X 90
Opção (a)
Geometria Descritiva A
Matemática B
História da Cultura e das
Artes
Opção (b)
Oficina de Artes
Aplicações de Informática
B
Subtotal
Educação Moral e Religiosa
(d)
Total
12.º Ano
2 X 90
----2 X 90
4,0 X 90
(a) O aluno escolhe duas disciplinas bienais;
(b) e (c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções b)
42
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 11 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Análise Laboratorial
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Física e Química
Química Aplicada
Tecnologia Química
Técnica
Qualidade, Segurança e Ambiente
Análises Químicas
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
5 X 45
(99 h)
(99 h)
(102 h)
4 X 45
5 X 45
--(90 h)
(110 h)
3 X 45
5 X 45
3 X 45
(64 h)
(144 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
4 X 45
(59 h)
(48 h)
(73 h)
4 X 45
2 X 45
--(95 h)
(35 h)
6 X 45
8 X 45
13 X 45
(158 h)
(196 h)
(266 h)
---
150 h
270 h
(970 h)
(1058 h)
(1072 h)
43
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 12 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Apoio à Infância
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Psicologia
Sociologia
Saúde Infantil
Expressão Plástica
Técnica
Expressão Corporal Dramática e Musical
Técnica Pedagógica e Intervenção Educativa
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
--(100 h)
(100 h)
3 X 45
5 X 45
--(66 h)
(134 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(78 h)
(81 h)
(81 h)
5 X 45
5 X 45
5 X 45
(120 h)
(120 h)
(120 h)
4 X 45
3 X 45
3 X 45
(80 h)
(80 h)
(80 h)
5 X 45
4 X 45
5 X 45
(120 h)
(100 h)
(120 h)
---
210 h
210 h
(1005 h)
(1061 h)
(1034 h)
44
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 13 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Comércio
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Economia
Comercializar e Vender
Organizar e Gerir Empresa
Técnica
Comunicar Ponto de Venda
Comunicar em Francês
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
5 X 45
(99 h)
(99 h)
(102 h)
4 X 45
4 X 45
--(100 h)
(100 h)
4 X 45
6 X 45
9 X 45
(102 h)
(168 h)
(210 h)
6 X 45
6 X 45
2X 45
(150 h)
(150 h)
(60 h)
2 X 45
3 X 45
5 X 45
(48 h)
(72 h)
(132 h)
4 X 45
----(90 h)
---
210 h
210 h
(969 h)
(1056 h)
(1072 h)
45
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 14 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Psicologia e Sociologia
História e Cultura das Artes
Marketing
Comunicação Publicidade e Criatividade
Técnica
Técnicas Práticas Comunicação e Relações
Públicas
Comunicação Gráfica e Audiovisuais
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
(100 h)
(100 h)
4 X 45
4 X 45
--(100 h)
(100 h)
4 X 45
4 X 45
4 X 45
(90 h)
(90 h)
(90 h)
3 X 45
3 X 45
4 X 45
(70 h)
(70 h)
(100 h)
3 X 45
3 X 45
4 X 45
(70 h)
(70 h)
(100 h)
6 X 45
6 X 45
7 X 45
(132 h)
(132 h)
(166 h)
---
210 h
210 h
(1010 h)
(1056 h)
(1072 h)
46
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 15 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Contabilidade
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Economia
Contabilidade Geral e Analítica
Direito das Organizações
Técnica
Calculo Financeiro e Estatística Aplicada
Organização e Gestão Empresarial
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
5 X 45
(99 h)
(99 h)
(102 h)
4 X 45
4 X 45
--(99 h)
(101 h)
8 X 45
7 X 45
11 X 45
(198 h)
(168 h)
(234 h)
4 X 45
3 X 45
3 X 45
(99 h)
(78 h)
(63 h)
2 X 45
3 X 45
--(54 h)
(66 h)
4 X 45
3 X 45
2 X 45
(96 h)
(78 h)
(46 h)
---
210 h
210 h
(969 h)
(1056 h)
(1072 h)
47
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 16 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Física e Química
Sistemas Operativos
Arquitetura de Computadores
Técnica
Redes de Comunicação
Programação e Sistemas de Informação
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
6 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
4 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
4 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
6 X 45
(99 h)
(99 h)
(102 h)
4 X 45
4 X 45
--(105 h)
(95 h)
6 X 45
----(144 h)
6 X 45
----(152 h)
4 X 45
6 X 45
--(102 h)
(150 h)
10 X 45
9 X 45
9 X 45
(252 h)
(216 h)
(164 h)
---
---
420 h
(1015 h)
(960 h)
(1072 h)
48
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 17 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Turismo
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Geografia
História e Cultura das Artes
Comunicar em Alemão
Turismo Informação e Animação Turística
Técnica
Técnicas de Comunicação em Acolhimento
Turístico
Operações Técnicas em Empresas
Turísticas
Formação em Contexto de Trabalho
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
--(102 h)
(98 h)
4 X 45
5 X 45
--(90 h)
(110 h)
4 X 45
3 X 45
--(105 h)
(75 h)
6 X 45
5 X 45
5 X 45
(142 h)
(132 h)
(126 h)
3 X 45
3 X 45
4 X 45
(72 h)
(72 h)
(96 h)
6 X 45
5 X 45
4 X 45
(144 h)
(123 h)
(93 h)
---
150 h
270 h
Total de horas do curso - 3100 horas
(967 h)
(1074 h)
(1072 h)
Extra do curso - Comunicar em Francês
2 X 45
(50 h)
---
---
49
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 18 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular: Curso Profissional
Técnico de Vendas
COMPONENTES
DE FORMAÇÃO
DISCIPLINAS / DOMÍNIOS
Português
Língua Estrangeira – Inglês
Sociocultural
Área de Integração
Educação Física
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática
Científica
Economia
Vender
Organizar e Gerir a Atividade
Técnica
Comunicar em Vendas
Comunicar em Francês
Formação em Contexto de Trabalho
Total de horas do curso - 3100 horas
CARGA HORÁRIA
1.º ANO
2.º ANO
3.º ANO
4 X 45
5 X 45
5 X 45
(105 h)
(110 h)
(105 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
3 X 45
3 X 45
3 X 45
(76 h)
(72 h)
(72 h)
2 X 45
2 X 45
2 X 45
(50 h)
(50 h)
(40 h)
4 X 45
----(100 h)
4 X 45
4 X 45
5 X 45
(99 h)
(99 h)
(102 h)
4 X 45
4 X 45
--(100 h)
(100 h)
8 X 45
8 X 45
4 X 45
(193 h)
(197 h)
(90 h)
2 X 45
4 X 45
5 X 45
(56 h)
(110 h)
(96 h)
4 X 45
4 X 45
4 X 45
(95 h)
(90 h)
(90 h)
4 X 45
----(90 h)
---
---
420 h
(969 h)
(1056 h)
(1072 h)
50
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 19 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A
Nível 4 - Técnico de Ação Educativa
Código
Designação
Formação
Duração
CP_1
Liberdade e responsabilidade democráticas
Base
50
CP_4
Processos identitários
Base
50
CP_5
Deontologia e princípios éticos
Base
50
STC_5
Redes de informação e comunicação
Base
50
STC_6
Modelos de urbanismo e mobilidade
Base
50
STC_7
Sociedade, tecnologia e ciência - fundamentos
Base
50
CLC_5
Cultura, comunicação e média
Base
50
CLC_6
Culturas de urbanismo e mobilidade
Base
50
CLC_7
Fundamentos de cultura língua e comunicação
Base
50
3270
Modelos psicológicos e fases do desenvolvimento da criança
Tecnológica
50
3271
Desenvolvimento da criança
Tecnológica
50
3272
Processo de comunicação e formas relacionais e pedagógicas da criança
Tecnológica
50
3273
Prevenção de doenças e de acidentes na infância
Tecnológica
50
3274
Primeiros socorros - tipos de acidentes e formas de actuação
Tecnológica
50
3244
Acompanhamento de crianças - técnicas de animação
Tecnológica
50
3275
Acompanhamento em creche e jardim de infância - técnicas pedagógicas
Tecnológica
50
3276
Modelos pedagógicos
Tecnológica
25
3277
Acompanhamento em creche e jardim de infância - áreas de conteúdo
Tecnológica
50
3278
Expressão plástica e musical
Tecnológica
50
3279
Expressão dramática, corporal, vocal e verbal
Tecnológica
50
3280
Espaços, materiais e equipamentos - creche e jardim de infância
Tecnológica
25
3281
Actividades pedagógicas do quotidiano da criança
Tecnológica
25
3282
Planificação de actividades pedagógicas e gestão do tempo
Tecnológica
50
3283
Evolução e desenvolvimento infantil
Tecnológica
50
3267
Saúde mental infantil
Tecnológica
25
3284
Higiene, saúde e segurança da criança
Tecnológica
25
3285
Técnicas de animação - comunicação e expressão não verbal
Tecnológica
50
3286
Técnicas de animação - expressão verbal
Tecnológica
50
3287
Planeamento e desenvolvimento de actividades de tempos livres
Tecnológica
50
3288
Planificação de actividades de tempos livres - higiene e saúde
Tecnológica
25
3289
Planificação de actividades de tempos livres - refeições
Tecnológica
25
3290
Crianças com necessidades específicas de educação (NEE)
Tecnológica
50
3291
Formas de intervenção precoce em crianças com NEE
Tecnológica
25
3292
Desenvolvimento sexual de crianças com NEE
Tecnológica
25
3293
Intervenção pedagógica em crianças com NEE
Tecnológica
50
3294
Actividades pedagógicas com crianças com NEE
Tecnológica
50
3295
Higienização e manutenção de materiais e equipamentos específicos
Tecnológica
50
CLC_3
CLC_LEI_ING
Saúde - língua e comunicação
Opcional
50
Inglês - Iniciação
Opcional
50
PRA - Portefólio Reflexivo de Aprendizagem Nº Horas: 85
Formação Prática em Contexto de Trabalho Nº Horas: 210
Total: 2020 horas
51
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 20 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular do Curso EFA - Tipo A
Nível 4 - Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores
Código
Designação
Formação
Duração
CP_1
Liberdade e responsabilidade democráticas
Opcional
50
CP_4
Processos identitários
Opcional
50
CP_5
Deontologia e princípios éticos
Opcional
50
STC_5
Redes de informação e comunicação
Opcional
50
STC_6
Modelos de urbanismo e mobilidade
Opcional
50
STC_7
Sociedade, tecnologia e ciência - fundamentos
Opcional
50
CLC_5
Cultura, comunicação e média
Opcional
50
CLC_6
Culturas de urbanismo e mobilidade
Opcional
50
CLC_7
Fundamentos de cultura língua e comunicação
Opcional
50
6007
Corrente contínua
Tecnológica
25
6008
Análise de circuitos em corrente contínua
Tecnológica
25
6009
Magnetismo e electromagnetismo - N3
Tecnológica
25
6010
Corrente alternada
Tecnológica
25
6011
Semicondutores
Tecnológica
25
6012
Transístor bipolar
Tecnológica
25
6013
Amplificadores com transístores
Tecnológica
25
6015
Transístor de efeito de campo
Tecnológica
25
6016
Amplificadores operacionais
Tecnológica
25
6017
Amplificadores operacionais - aplicações
Tecnológica
25
6018
Osciladores
Tecnológica
25
6021
Fontes de alimentação
Tecnológica
25
6024
Circuitos lógicos
Tecnológica
25
6025
Circuitos combinatórios
Tecnológica
25
6026
Circuitos sequenciais - assíncronos
Tecnológica
25
6051
Programação - algoritmia
Tecnológica
25
6052
Programação - iniciação
Tecnológica
25
6072
Microcontroladores - N3
Tecnológica
25
6040
Noções de Higiene e Segurança no Trabalho
Tecnológica
25
6075
Instalações eléctricas - generalidades
Tecnológica
25
6028
Tecnologia dos componentes electrónicos
Tecnológica
25
6029
Tecnologia e montagem de circuitos electrónicos
Tecnológica
25
6085
Instalações ITED - generalidades
Tecnológica
25
6086
Instalações ITED - aplicações - execução de instalação em moradia unifamiliar
Tecnológica
25
6087
Instalações ITED - fibras ópticas - aplicações
Tecnológica
25
6019
Electrónica de potência - dispositivos
Tecnológica
25
6039
Técnicas de manutenção
Tecnológica
25
6182
Introdução ao Hardware
Tecnológica
25
6071
Sensores e transdutores - N3
Tecnológica
25
6181
Controlo e regulação de processos
Tecnológica
25
6183
Sistemas operativos - N3
Tecnológica
25
6184
Microcomputadores - introdução
Tecnológica
25
6074
Dispositivos programáveis - memórias
Tecnológica
25
6054
Programação de alto nível - iniciação
Tecnológica
25
6186
Montagem de PC
Tecnológica
25
6127
Redes - comunicação de dados
Tecnológica
25
52
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
6129
Redes de computadores - instalação
Tecnológica
25
6187
Periféricos de PC
Tecnológica
25
6030
Projecto e montagem de um equipamento electrónico
Tecnológica
50
6109
Pneumática e Hidráulica - iniciação
Tecnológica
25
6116
Microrobótica
Tecnológica
25
6088
Instalações ITED - leitura, interpretação e execução de projectos de comunicações
Bolsa- Tecnológica
25
6020
Electrónica de potência - aplicações
Bolsa- Tecnológica
25
6032
Energia reactiva
Bolsa- Tecnológica
25
6076
Instalações eléctricas residenciais individuais - projecto
Bolsa- Tecnológica
25
6113
Robótica
Bolsa- Tecnológica
25
6130
Redes de computadores - configuração
Bolsa- Tecnológica
25
CLC_LEC_ING
Inglês - Continuação
Opcional
50
CLC_LEI_ING
Inglês - Iniciação
Opcional
50
PRA - Portefólio Reflexivo de Aprendizagem Nº Horas: 85
Formação Prática em Contexto de Trabalho Nº Horas: 210
Total: 2045 horas
53
2012/2013
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
ANEXO 21 – Ensino Secundário - Estrutura Curricular - NEE
Portaria nº 275 – A / 2012 de 11 de novembro
Responsabilidade
Componente do currículo
Escola
Instituição
Carga
horária
semanal
(horas)
Comunicação:
Português
Segunda Língua/Língua Estrangeira
(sensibilização)
Tecnologias de Informação e Comunicação
Matemática ( matemática para a vida)
Desenvolvimento pessoal, social e laboral:
Atividades socialmente úteis
Experiências laborais
Atividades de Expressão
Desporto e saúde:
Desporto
Bem -estar e qualidade de vida
Atividades de lazer e tempo livre
X
3
X
2
X
12
X
2
X
4
X
2
Organização do mundo laboral:
Higiene e segurança no trabalho
Conhecimento do mundo laboral
Competências socioprofissionais
Cidadania:
Cooperação e associativismo
Vivência democrática
Participação cívica
Solidariedade (voluntariado)
54
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 22 – Grupo de Recrutamento de Português e Francês - 300/320
Após uma reflexão sobre as práticas letivas e pedagógicas e uma análise conjunta dos resultados
obtidos nos anos anteriores, os professores do grupo apontaram fatores importantes para a gestão
do currículo nas suas disciplinas.
Aspetos considerados inibidores de uma ação eficaz
No Ensino Básico os professores têm em conta na sua prática letiva vários documentos orientadores
e recursos, a saber o Novo Programa de Português do Ensino Básico (promulgado em março de
2009), implementado no ano de 2011-2012 (no sétimo ano) os manuais adotados em junho de 2011
e junho de 2012 e as Metas Curriculares publicadas em agosto de 2012. No nono ano está ainda em
vigor o programa antigo, quer a nível dos conteúdos, quer a nível da terminologia linguística utilizada
nas aulas e nos recursos disponibilizados (programa de 1991 que surge no contexto da reforma do
ensino - Decreto-lei n.º 286/89 de 29 de agosto).
Os membros do grupo sentem que a nova terminologia linguística é pouco adequada à realidade da
língua portuguesa e dos alunos da escola.
Há uma distância científica que se faz sentir entre os alunos e os programas em vigor.
Dificuldades detetadas
- Discrepâncias entre os programas em vigor e as metas definidas pela entidade tutelar;
- Lacunas ao nível da visão cronológica da literatura que comprometem a aprendizagem;
- Alunos com heterogeneidade e de contextos sociais diversos, alguns sem perceção da história e da
cultura europeias;
- Vocabulário;
- Compreensão e interpretação de textos;
- Compreensão e produção oral;
- Estrutura e funcionamento da Língua;
- Produção escrita;
- Ausência de hábitos de trabalho e métodos de estudo;
- Fraca frequência dos apoios e complementos curriculares disponíveis na escola;
- Falta de empenho na realização das tarefas pedidas;
- Pouco rigor na apresentação, organização e produção escrita nos trabalhos de pesquisa;
- Fraca responsabilidade evidenciada pelos alunos em relação ao cumprimento das suas funções;
- Comportamentos perturbadores e inadequados;
- Falta de acompanhamento por parte dos Encarregados de Educação;
- Contexto social, cultural e económico em que a escola está inserida.
55
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Aspetos facilitadores da ação
Os professores já realizam uma gestão do currículo numa perspetiva alargada, tendo em conta o ciclo
e a sequencialidade dos planos literários, gramaticais, mas também nas dimensões da interpretação
textual e no domínio cognitivo.
Defendem uma articulação rigorosa entre os ciclos que permita uma continuidade do trabalho a nível
da abordagem e metodologias adotadas e dos conteúdos.
Realizam com os alunos diferentes tipos de leituras, diversas dinâmicas de escrita, diversos modos
de interagir, através da língua pátria e das diferentes linguagens étnicas presentes na nossa escola. É
também de referir no trabalho realizado com os alunos a construção de um pensamento adequado
aos nossos tempos, onde as línguas e as culturas viajam no oceano da globalização vigente e das
novas tecnologias.
A avaliação é realizada com base em critérios cientificamente definidos, que se refletem em toda a
prática letiva, nos apoios e nos reforços que todos os docentes do grupo realizam permanentemente
com os seus alunos. Fatores essenciais, pois de outra forma os professores não conseguiriam lecionar
a língua e cultura portugueses.
Medidas já implementadas e que devem continuar:
• Trabalho cooperativo entre professores do mesmo ano de escolaridade.
• Reuniões semanais conjuntas para planificação, organização de atividades e elaboração de
materiais. Estas reuniões permitem também uma reflexão conjunta de natureza pedagógica e a
troca de experiências e opiniões que enriquecem a prática letiva.
• Realização de matrizes de testes por ano de escolaridade.
• Elaboração de materiais de apoio e fichas de reforço para os alunos usarem de forma autónoma.
• Utilização dos equipamentos eletrónicos disponíveis na maior parte das salas de aula e que permite
um trabalho com recursos digitais variados como complemento do manual e motivadores para os
alunos.
• Diversificação de atividades com o objetivo de captar a atenção dos alunos e desenvolver a
concentração.
• Projeto “Turma Mais Aprendizagens” para as turmas do ensino básico, nas disciplinas de Português
e Francês.
• Desdobramento de um bloco nas turmas de 10º ano na disciplina de Português.
• Aumento da carga horária no 12º ano, com mais 45 minutos na disciplina de Português.
• Aulas de PLNM.
• Aulas de apoio para reforço das aprendizagens e consolidação dos conteúdos lecionados em aula
e para preparação de exames.
• Sala de estudo com a presença de professores dos vários níveis/ciclos de ensino.
56
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Propostas de melhoria
• Aumento de um bloco semanal no horário da disciplina de Português, em todo o ensino
Secundário;
• Diversificação de estratégias na sala de aula;
• Apresentação de diferentes métodos de estudo;
• Frequência das aulas de apoio e demais medidas disponibilizadas pela escola, como a tutoria e sala
de estudo;
• Incentivo à leitura;
• Orientação dos alunos na preparação de trabalhos de exposição oral;
• Realização de trabalhos de casa;
• Prática de leitura analítica e crítica de textos diversificados;
• Fichas de reforço e de exercícios de funcionamento da Língua;
• Produção escrita segundo modelos propostos;
• Utilização das tecnologias de informação e comunicação em contexto de sala de aula;
• Diferenciação pedagógica em sala de aula, sempre que possível;
• Maior responsabilização por parte dos alunos e Encarregados de Educação face ao percurso escolar
dos educandos; verificação por parte dos EE da posse dos materiais obrigatórios e das tarefas a
desenvolver;
• Mudança de comportamentos e atitudes face à escola e à aprendizagem;
• Maior empenho e participação nas tarefas de sala de aula;
• Aumento da responsabilidade no estudo autónomo diário, a realizar ao longo dos períodos;
• Melhoria de comportamento no sentido de facilitar a concentração na aula e consequentemente a
aprendizagem;
• Melhoria da assiduidade.
57
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 23 – Grupo de Recrutamento de Inglês / Alemão - 330
DIAGNÓSTICO
Após a análise dos resultados obtidos nos anos letivos de 2009/2010, 2010/2011 e 2011/2012
podemos constatar o seguinte:
ENSINO BÁSICO – Inglês
7º, 8º, 9º Anos







a disciplina de Inglês apresenta níveis de insucesso no final do 7º ano que se situam nos 11%; no 8º
ano nos 15,7% e no 9º ano nos 13,8%.
constatamos que nos três anos letivos em estudo o nível de insucesso aumenta do 7º para o 8º ano
(4,4%) e diminui do 8º para o 9º ano (1,9%).
a disciplina de Inglês apresenta níveis de insucesso no final do 3º ciclo do ensino básico que se situam
nos 14,4 %, sendo o 8º o ano o ano onde se regista uma percentagem de insucesso mais elevada –
15,7%.
a percentagem de níveis positivos mais elevada situa-se no nível 3 em todos os anos do ciclo;
a percentagem de níveis negativos mais elevada situa-se no nível 2 em todos os anos do ciclo;
as médias dos resultados dos testes intermédios realizados nos dois últimos anos letivos a nível de
escola foram 68% e 42% respetivamente;
houve uma variante de 3,8% no primeiro ano e uma variante de -16,2% no segundo ano relativamente
às médias nacionais.
Cursos de Educação e Formação
No final dos cursos de educação e formação os níveis de insucesso situam-se entre os 30% e os 40%.
As razões que podem explicar a situação existente nos CEF prendem-se com as características destes
formandos uma vez que:





apresentam níveis de reprovação repetida em anos anteriores;
evidenciam falta de pré –requisitos;
revelam atitudes e comportamentos inadequados;
apresentam atitudes de completa desmotivação;
não adquiriram hábitos de trabalho.
58
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ENSINO SECUNDÁRIO
Inglês – 10º e 11º Anos




a percentagem mais elevada de classificações negativas situa-se entre 0 e 7 valores no 10º ano e 8 e 9
valores no 11º ano;
a percentagem de classificações negativas é bastante mais baixa no 11º ano;
a percentagem mais elevada de classificações positivas situa-se maioritariamente entre os 10 e 13
valores tanto no 10º como no 11º anos;
a disciplina de Inglês apresenta níveis de insucesso no final do 10º ano que se situam nos 21%; no 11º
ano os níveis de insucesso baixam para os 8%.
Constatamos que a situação se altera positivamente do 10º para o 11º anos embora a percentagem de
classificações positivas continue a situar-se no intervalo mais baixo (10 – 13 valores).
As razões que podem explicar os resultados obtidos nestes anos de escolaridade são muitas vezes
anteriores a este ciclo, mas determinam em grande medida o sucesso dos alunos na disciplina,
nomeadamente a existência de:




alunos oriundos do Brasil e outros países em que o ensino da Língua Inglesa é inexistente ou muito
elementar;
alunos provenientes de outras escolas com uma classificação inflacionada;
alunos que reprovaram repetidamente ao longo do 3º ciclo;
alunos desmotivados e descrentes relativamente ao seu sucesso na disciplina;
e a própria mudança de ciclo.
Inglês – 12º Ano
No que diz respeito ao 12º ano a situação é qualitativamente diferente, uma vez que a maioria das
classificações se situa entre os 17 e os 20 valores, registando-se níveis de sucesso de 100 %. Tal
acontece porque a disciplina de Inglês é opcional neste ano de escolaridade.
A maioria dos alunos que escolhe a disciplina revela um bom nível de desempenho e motivação para
continuar a apostar num idioma que consideram importante para a sua futura vida profissional.
Alemão – 10º e 11º Anos



a percentagem mais elevada de classificações negativas situa-se entre os 7 e 9 valores;
a percentagem mais elevada de classificações positivas situa-se entre os 12 e os 15 valores;
a disciplina de Alemão é uma disciplina com sucesso tanto no 10ºAno como no 11ºAno, situando-se o
nível de insucesso nos 7%.
Analisando os dados estatísticos dos exames nacionais dos últimos três anos, concluímos que existe
uma diferença de cerca de 3-4 valores entre a classificação obtida no exame e a classificação interna
da disciplina. Esta diferença deve-se ao crescente grau de dificuldade dos exames nacionais nos dois
últimos anos.
59
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ENSINO PROFISSIONAL
Inglês – 10º, 11º e 12º Anos
A disciplina de Inglês nos cursos profissionais não apresenta níveis de insucesso muito elevados, no
entanto existe um número significativo de alunos com módulos em atraso, sobretudo os módulos
iniciais – módulos 2, 3 e 4 e a maioria das classificações obtidas nos módulos realizados situa-se no
intervalo mais baixo (10-13 valores).
A recuperação de módulos é feita em aulas que preparam os alunos para a realização de provas, o
que lhes permite a conclusão dos módulos em atraso.
A opção por este percurso deve-se ao facto de serem alunos que:




apresentam níveis de reprovação repetida no ensino regular;
evidenciam falta de pré –requisitos;
apresentam atitudes de completa desmotivação;
não adquiriram hábitos de trabalho.
OBJETIVOS
Face ao diagnóstico traçado é fundamental continuar a apostar no trabalho cooperativo, não só entre
os professores que lecionam o mesmo ano de escolaridade como também entre os professores dos
diferentes ciclos, por forma a operar a articulação entre ciclos que se tem revelado fundamental para
o sucesso dos alunos.
Deste modo, há que dar resposta à situação diagnosticada através de opões curriculares que se
expressem a nível da planificação, execução e avaliação do processo de ensino/aprendizagem para
que o desempenho dos alunos melhore de forma significativa.
É importante que a ação do grupo de recrutamento incida prioritariamente em determinados anos de
escolaridade, quer por serem mais estruturantes quer por também apresentarem piores resultados,
nomeadamente o 9º e 10º anos de Inglês.
Relativamente aos cursos de educação e formação e aos cursos profissionais é importante dar ênfase
ao domínio atitudinal por forma a conseguir operar as mudanças necessárias que melhorem o
desempenho dos alunos.
No que diz respeito ao 12º ano, uma vez que os resultados obtidos pelos alunos são muito bons, o
objetivo será continuar a apostar num trabalho dinâmico e motivador que leve um número maior de
alunos a escolher a disciplina.
60
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
OPERACIONALIZAÇÃO – Estratégias de melhoria
O diagnóstico realizado permite reconhecer aprendizagens mal consolidadas e identificar situações de
aprendizagem que evidenciam fragilidades, por vezes comuns nos dois ciclos de ensino considerados.
Esta situação aponta para a necessidade de intervenções pedagógicas concertadas entre os
professores dos vários anos de escolaridade, dando especial ênfase aos conteúdos linguísticos do
âmbito lexical e gramatical e às competências de compreensão e interpretação de texto.
Planificação







fazer uma gestão do programa em termos de ciclo;
planificar tendo em consideração o perfil do aluno no final de ciclo e a transição para o ciclo seguinte;
gerir os conteúdos ao longo dos anos do ciclo em vez de os tentar abordar numa perspetiva de
aprofundamento, tal como o programa o prevê;
decidir quais as competências que devem ser mais trabalhadas por ano;
reforçar a aprendizagem dos conteúdos considerados prioritários para cada ano dos ciclos;
diversificar o tipo de atividades, sobretudo nos níveis mais elementares, por forma a captar a atenção
e desenvolver a concentração dos alunos;
contemplar na planificação do 11ºAno de Alemão aulas de preparação para o exame no final do ano
letivo;
Execução












reforçar o conhecimento e o domínio do léxico, especialmente, no que se refere à identificação de
termos pertencentes a determinada área vocabular;
fazer um levantamento do vocabulário mais importante relativamente aos temas estudados: num
primeiro momento este trabalho será orientado pelo professor e posteriormente serão os alunos a
realizá-lo de forma autónoma;
aprender a utilizar o dicionário de forma autónoma e sistemática;
desenvolver estratégias de memorização de vocabulário e de expressões comuns nos níveis mais
elementares de Inglês e Alemão;
realizar atividades de alargamento/enriquecimento do vocabulário, de forma a que os alunos não
sejam apenas “expostos” a esse mesmo vocabulário, mas que tenham oportunidade de o utilizar e
dele se apropriarem;
reforçar o conhecimento e o domínio do léxico e a capacidade para estabelecer relações semânticas,
especialmente, no que se refere aos processos de sinonímia/paráfrase e de contextualização;
realizar sistematizações dos conteúdos gramaticais tendo em conta o nível dos alunos com mais
dificuldades (false beginners);
promover uma prática sistemática dos conteúdos gramaticais lecionados procurando consciencializar
os alunos que da correção linguística resulta a produção de sentido e que os recursos gramaticais
têm uma “função”;
criar rotinas no que se refere à utilização dos conteúdos mais básicos da língua mantendo-os ativos;
encontrar formas de registo e organização dos conteúdos lexicais e gramaticais em conjunto com os
alunos;
promover a elaboração individual de uma gramática com os conteúdos referentes ao 3º ciclo do
ensino básico, assim como a elaboração de um livro com o vocabulário mais significativo do ciclo.
reforçar o conhecimento e o domínio dos mecanismos que conferem coesão e coerência a um texto
utilização de diferentes conectores, de pronomes e de palavras da mesma área vocabular;
61
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC








2012/2013
explorar tipos de texto variados com o objetivo geral de melhorar as competências discursiva e lexical;
utilizar atividades variadas de compreensão/interpretação e de produção de texto que permitam o
enriquecimento dos recursos linguísticos dos alunos, no sentido de melhorar a utilização do contexto
para a interpretação de sentidos e a seleção de recursos lexicais;
realizar atividades de compreensão, da escrita e do oral, com vários objetivos: skimming e scanning de
diferentes tipos de textos; compreensão/interpretação de um texto e não apenas a recolha direta de
informação explícita;
desenvolver técnicas de leitura que ajudem os alunos na abordagem de textos;
promover a interação oral criando situações de comunicação, mais guiadas nos níveis mais
elementares, tornando-se progressivamente mais livres e autónomas nos níveis mais avançados;
orientar trabalhos de exposição oral desenvolvidos pelos alunos;
dedicar especial atenção à organização coerente/lógica das ideias ao nível do texto, do parágrafo e da
frase;
preparar a produção escrita através da construção conjunta de exemplos concretos.
Avaliação






continuar a apostar no valor formativo e regulador que a informação gerada por cada elemento de
avaliação proporciona, no imediato a cada professor e a cada aluno, mas também ao conjunto dos
professores do grupo de recrutamento;
utilizar os resultados no sentido da construção de processos de aprendizagem mais sólidos, ou seja,
gerindo de forma equilibrada as funções formativa e sumativa da avaliação;
realizar a análise conjunta da informação, que constitui uma ferramenta de revelante utilidade na
(re)definição de estratégias de intervenção didática enquadrando-as, necessariamente, nos contextos
particulares de cada turma;
aferir os critérios de avaliação das competências da produção oral;
utilizar vários instrumentos de avaliação que testem as diversas competências de forma mais
frequente e imediata;
realizar um teste global por período para aferir o desempenho dos alunos de todas as turmas do
mesmo ano.
Recursos





oferecer aulas de apoio educativo para os alunos que as desejem frequentar no sentido de minorar
algumas das dificuldades sentidas, sobretudo para os alunos com falta de pré-requisitos;
disponibilizar materiais de apoio que serão utilizados de forma autónoma pelos alunos como trabalho
extra;
criar um espaço onde os alunos possam desenvolver competências diversificadas, permitindo uma
aprendizagem mais significativa, aliciante e motivadora – Clube de Inglês;
dividir as turmas do 10º ano em turnos de nível.
oferecer aulas de preparação para a realização de provas de recuperação dos módulos em atraso dos
cursos profissionais.
Avaliação das estratégias de melhoria implementadas
A avaliação das mudanças operadas pela implementação das estratégias de melhoria implica uma
análise dos resultados obtidos pelos alunos nos elementos de avaliação aplicados pelo conjunto dos
professores que lecionam o mesmo ano. Esta ação requere a utilização de formas de registo
construídas para o efeito e um trabalho de análise de todos os intervenientes.
62
2012/2013
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
ANEXO 24 – Grupo de Recrutamento de História - 400
1. ANÁLISE DOS RESULTADOS
3º CICLO DO ENSINO BÁSICO
7º, 8º E 9º ANOS DE ESCOLARIDADE – DISCIPLINA DE HISTÓRIA
Relatórios de níveis obtidos no final do 3º período
P
3º P
3º P
3º P
3º P
3º P
3º P
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
Ano letivo
(Anos letivos 2010/2011 e 2011/2012)
3º P
Níveis
1
1
2
2
3
3
4
4
5
5
%<3
%<3
%>=3
%>=3
7º
0
0
6
8
11
25
5
9
3
8
24
16
76
84
8º
0
0
9
7
24
35
12
10
3
7
18,75
11,86
81,25
88,14
9º
1
1
14
4
29
37
11
11
3
9
25,86
8,06
74,14
91,94
Total
1
1
29
17
64
88
28
22
9
17
22,9
10,53
59,06
72,27
Médias globais por ano de escolaridade (em comparação com o ano letivo anterior) –
3º Ciclo:
Ano letivo 2011/2012
Ano letivo 2010/2011
Média
N.º Alunos
Média
N.º Alunos
7º Ano
3,2
25
3,34
50
8º Ano
3,19
48
3,29
59
9º Ano
3,02
58
3,37
62
As percentagens de insucesso são sempre inferiores a cinquenta por cento e as de
sucesso superiores a setenta por cento, com destaque para os resultados obtidos no final do
ano letivo 2010/2011, em que no oitavo ano o sucesso atingiu os 88,14 % e no nono
ultrapassaram mesmo os 90%.
As médias globais registam apenas ligeiras variações entre os anos de escolaridade
e os anos letivos em análise, situando-se no nível três (arredondadas por defeito ou por
excesso).
63
2012/2013
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
ENSINO SECUNDÁRIO
10º, 11º E 12º ANOS DE ESCOLARIDADE DO CURSO DE LÍNGUAS E
HUMANIDADES - Disciplina de História A
10º e 11º ANOS DE ESCOLARIDADE DO CURSO DE ARTES VISUAIS –
Disciplina de História e Cultura das Artes
Relatório de classificações obtidas no final do 3º Período
(Anos letivos 2010/2011 e 2011/2012)
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
17-20
17-20
%<10
%<10
%>=10
%>=10
10º
6
2
3
5
14
15
4
4
0
1
33,33
25,93
66,66
74,07
11º
2
1
2
4
13
14
4
5
0
1
19,05
20
80,95
80
12º
0
1
2
2
11
8
7
1
1
4
9,52
18,75
90,48
81,25
Total
8
4
7
11
38
37
15
10
1
6
21,74
22,06
78,26
77,94
2011/2012
27
21
21
69
10º Ano
11º Ano
12º Ano
Total
17-20
17-20
%>=10
14-16
%>=10
14-16
%<10
3º P
10-13
%<10
3º P
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
2011/2012
2010/2011
3º P
10-13
3º P
8-9
3º P
8-9
3º P
0-7
3º P
0-7
Class.
P
2010/2011
27
25
16
68
Disciplina de História da Cultura e das Artes (10º e 11º Anos):
2010/2011
2011/2012
Ano letivo
-
2011/2012
Class.
14-16
3º P
14-16
3º P
10-13
3º P
10-13
3º P
8-9
3º P
8-9
3º P
0-7
3º P
0-7
P
Disciplina de História A (10º, 11º e 12º Anos):
2010/2011
2011/2012
Ano letivo
-
10º
1
1
2
4
2
4
0
3
0
0
60
41,67
40
58,33
11º
0
0
0
1
3
4
1
0
1
0
0
20
100
80
Total
1
1
2
5
5
8
1
3
1
0
40
35,29
60
64,71
64
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2011/2012
5
5
10
10º Ano
11º Ano
Total
2012/2013
2010/2011
12
5
17
Médias globais por ano de escolaridade obtidas no ano letivo anterior – Ensino
Secundário:
Ano
Ano letivo 2011/2012
Disciplina
10º Ano
11º Ano
12º Ano
Média
N.º Alunos
História A
10,11
27
HCA
8,6
5
História A
11
21
HCA
13
5
História A
12,48
21
RESULTADOS DAS PROVAS DE EXAME E CIF
− DISCIPLINA DE HISTÓRIA A E HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES
N.º
MÉDIA
ALUNOS
CI
HISTÓRIA A
21
12,5
HCA
5
13
PROVA DE
N.º
EXAME
ALUNOS
N.º <10
12,4
21
12,3
4
TX
MÉDIA
REPROVAÇÃO
NACIONAL
2
9,5
11,8
-
-
10,9
(ESCOLA)
Na disciplina de História A, as percentagens de insucesso tendem a ser
progressivamente menores ao longo dos três anos do Ensino Secundário, tendo variado, no
ano letivo anterior, entre 33,33% (num universo de vinte e sete alunos) no décimo ano;
19,05% (num universo de vinte e um alunos) no décimo primeiro ano e 9,52% (num universo
de vinte e um alunos) no décimo segundo ano. Do mesmo modo, as médias globais tendem
a melhorar ao longo do percurso considerado, tendo-se situado nos 10,11 valores (no
décimo ano); nos 11 valores (no décimo primeiro ano) e nos 12,48 valores (no décimo
segundo ano).
Em termos comparativos, os resultados globais obtidos nos dois anos letivos em
análise, foram semelhantes, destacando-se apenas o caso do décimo segundo ano que
registou uma percentagem de insucesso próxima dos 20%, no ano letivo 2010/2011.
65
2012/2013
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
Na disciplina de História da Cultura e das Artes, regista-se uma melhoria bastante
acentuada na percentagem de insucesso, entre o décimo e o décimo primeiro anos de
escolaridade: 60% contra 20% (no mesmo universo de cinco alunos). Consequentemente,
as médias globais também registam uma melhoria considerável: 8,6 valores no décimo ano
e 12,8 valores no décimo primeiro ano, no ano letivo anterior.
Os resultados obtidos nos exames nacionais, não revelam discrepâncias
significativas: na disciplina de História A, a média da classificação interna foi de 12,5 e a
média do exame nacional de 12,4 (num total de vinte e um alunos), verificando-se um
diferença de apenas 0,1; na disciplina de História da Cultura e das Artes, a média da
classificação interna foi de 13 (em cinco alunos avaliados) e a média do exame nacional de
12,3 (em quatro alunos), perfazendo uma diferença de apenas 0,7.
Em relação às médias nacionais, 11,8 na disciplina de História A e 10,9 na disciplina
de História e Cultura das Artes, verifica-se que os resultados da escola superaram as
médias nacionais em 0.6 e em 1.4, respetivamente.
DISCIPLINA DE ÁREA DE INTEGRAÇÃO (CURSOS PROFISSIONAIS)
Ano / Módulos
N.º Alunos que concluíram os módulos
10º ANO
11º ANO
12º ANO
Módulos
Módulos
Módulos
1
2
3
4
5
6
31
30
20
18
42
40
N.º de anulações de matrícula
11
-
3
N.º de exclusões por faltas
2
-
1
Na disciplina de Área de Integração dos Cursos Profissionais, sobressai o elevado
abandono escolar no décimo ano (1º ano), com onze anulações de matrícula e duas
exclusões por faltas. Alguns destes alunos trabalham e acabam por não conseguir conciliar
a horário escolar com o do trabalho.
66
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
2. PONTOS CRÍTICOS – aspetos inibidores do processo de
ensino/aprendizagem
No Ensino Básico, as razões que justificam as percentagens de insucesso registadas
prendem-se, essencialmente, com dificuldades ao nível da concentração; com a falta de
métodos de estudo e hábitos de trabalho; do domínio da língua (tendo em conta que vários
alunos têm o português como língua não materna); na expressão oral e escrita (mesmo em
alunos de nacionalidade portuguesa); da interpretação de textos e da aplicação de
conhecimentos. Estas dificuldades refletem-se, naturalmente, de forma negativa nas
aptidões a desenvolver na área curricular disciplinar de História: tratamento da informação/
utilização de fontes, compreensão histórica e comunicação em História. Além disso,
verificam-se também diferentes ritmos de aprendizagem nos vários grupos-turma.
Os níveis de absentismo conducentes, por vezes, a situações de abandono escolar,
têm reflexos negativos nos resultados globais da Escola: três no sétimo; seis no oitavo e
quatro no nono ano de escolaridade.
A percentagem de insucesso registada no Ensino Secundário e as dificuldades
detetadas traduzem uma tendência que se tem verificado, de forma progressivamente mais
acentuada ao longo dos últimos anos, entre os alunos que optam pelo Curso de Línguas e
Humanidades. A “fuga à Matemática” surge, muitas vezes, como a principal razão da
escolha do Curso, associada a um desconhecimento relativamente ao grau de exigência
que a disciplina de História A comporta.
De um modo geral, os alunos revelam maiores dificuldades no domínio da
comunicação em História e do tratamento da informação/ utilização de fontes. Num outro
patamar, sobressai ainda a falta de concentração e de empenho no estudo e na realização
das tarefas propostas. O abandono escolar surge, de igual forma, como um problema neste
nível de ensino, particularmente no 10º ano de escolaridade.
A disciplina de História e Cultura das Artes (HCA) é uma disciplina da componente
específica em opção com a disciplina de Matemática B. A taxa de abandono escolar no 10º
ano do Curso de Artes Visuais é elevada, o mesmo acontecendo com a disciplina de HCA.
Por isso, o número de alunos admitido a exame é sempre muito reduzido, embora os
resultados sejam satisfatórios.
67
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Na disciplina de Área de Integração dos Cursos Profissionais de o principal problema
detetado é igualmente o elevado número de alunos que abandonam a escola no 10ºano.
Salienta-se que este problema é comum às diferentes disciplinas e cursos.
De um modo geral, os alunos que frequentam os Cursos Profissionais apresentam
grandes dificuldades ao nível da expressão escrita, um fraco grau de participação nas
atividades letivas e falta de pré-requisitos. A maioria destes alunos apresenta um percurso
escolar irregular ou muito irregular, com uma ou mais retenções em anos anteriores. Muitos
deles, oriundos de países estrangeiros e residentes em Portugal há relativamente pouco
tempo, revelam dificuldades no domínio da língua e de adaptação à realidade escolar. Além
disso, estão inseridos em contextos familiares desestruturados e evidenciam situações
socioeconómicas problemáticas.
3. PONTOS POSITIVOS – aspetos facilitadores do processo
ensino/aprendizagem
O Grupo 400 destaca como facilitadores de mais e melhores aprendizagens e de uma
ação mais eficaz dos professores, os aspetos:

O apoio de Português Língua Não Materna (PLNM) oferecido pela escola para
ajudar a colmatar as dificuldades inerentes aos alunos estrangeiros e
proporcionar-lhes melhores desempenhos globais, nomeadamente permitindolhes a realização de provas de exame específicas;

A sala de estudo, com a presença de professores de diferentes áreas
curriculares, a que os alunos podem recorrer voluntariamente para apoio ao
estudo e à realização dos trabalhos de casa;

Os equipamentos eletrónicos de projeção fixos nas salas de aula que
permitem
a
utilização
mais
diversificada
de
recursos
digitais
(filmes,
documentários, PowerPoints, visitas virtuais a museus, etc.) que complementam
o manual e são motivadores para a maioria dos alunos;

Os apoios semanais incluídos nos horários dos alunos e professores nas
disciplinas com Exame Nacional;
68
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

2012/2013
O desdobramento do 3º bloco semanal atribuído, pela primeira vez este ano,
à disciplina de História A do 10º ano, permitindo que um dos blocos semanais
seja frequentado apenas por metade da turma de cada vez e estando a revelarse uma estratégia adequada para a consolidação de aprendizagens e
personalização de atividades de reforço através da realização de exercícios;

O espaço de reunião semanal atribuído ao grupo, de 90 minutos, que tem
sido aproveitado para a reflexão conjunta sobre assuntos de natureza
pedagógica, planificação, preparação e desenvolvimento de ações individuais ou
do grupo para todo o ano, troca de ideias e sugestões relativas a estratégias e
recursos a utilizar em aula e preparação dos contributos do Grupo para as
solicitações dos diferentes órgãos e estruturas da escola.
4. PRIORIDADES E ESTRATÉGIAS DA AÇÃO DO GRUPO
Independentemente da disciplina lecionada pelo Grupo 400, as prioridades e os
objetivos definidos para todas valorizam a aquisição e o desenvolvimento das
aptidões a seguir definidas, que constituem o cerne do ensino/aprendizagem no
desenvolvimento de conteúdos e na ação pedagógica dos professores do Grupo:

Tratamento da Informação/Utilização de fontes variadas, pretendendo-se
que os alunos/formandos pesquisem de forma autónoma, selecionando a
informação adequada e analisando-a, dela retirando os conhecimentos
essenciais, praticando uma análise em fontes diversificadas;

Compreensão, contextualização e situação no espaço e no tempo,
identificando cronológica e espacialmente os acontecimentos, identificando a
multiplicidade de fatores que intervêm nos fenómenos históricos e nos fatos
da atualidade, identificando causas e consequências e relacionando aspetos
relevantes a nível local, nacional e global;
69
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

2012/2013
Comunicação oral e escrita, com correção linguística, utilizando os
conceitos específicos de forma adequada e expondo as suas ideias e
conhecimentos com clareza;

Formação
de
indivíduos
autónomos
e
pró-ativos,
informados,
responsáveis e intervenientes, solidários e dinâmicos para agir no mundo em
prol do seu desenvolvimento e da melhoria das suas condições e de outros.
5. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA
Detetadas nos alunos as dificuldades estruturais já enunciadas, os docentes do
Grupo 400 recorrem à utilização de estratégias e recursos diversificados, insistindo
também na responsabilização dos alunos pelas suas aprendizagens:

Fichas formativas para reforço, consolidação e/ou recuperação das
aprendizagens;

Momentos em aula de pesquisa, recolha de dados e análise/interpretação de
documentos diversos;

Treino das aptidões de comunicação oral e escrita, através da realização de
exercícios individuais e de grupo ou da resposta a perguntas direcionadas;

Reforço das relações interpessoais professor/aluno e aluno/aluno, a
capacidade de cooperação, trabalho colaborativo e a tolerância, através da
realização de trabalhos de grupo e sua apresentação à turma;

Fortalecimento da autoestima dos alunos com reforço positivo para as suas
ações e atitudes positivas em aula e em casa;

Apresentação oral de súmulas dos conteúdos lecionados na aula anterior;

Realização dos trabalhos de casa individuais e de grupo;

Verificação dos registos diários (turmas do EB);

Apresentação de trabalhos individuais e de grupo na turma.
70
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 25 – Grupo de Recrutamento de Filosofia - 410
1. Caracterização da situação do grupo / disciplina(s)
AVALIAÇÃO INTERNA
Filosofia
Parâmetro
2010
2011
2012
Média 2010 – 2012
79,82 %
84,92 % (+5,10 %)
65,49 % (-19,43 %)
76,74 %
92,47 %
86,36 %
68,89 % (-17,42%)
82, 57%
2012
Média 2010 – 2012
Média do 10.º ano (3.º P)
% de classificações
positivas (3.º P) e
variação em relação ao
ano anterior
Média do 11.º ano (3.º P)
% de classificações
positivas (3.º P) e
variação em relação ao
ano anterior
Parâmetro
2010
(-6,11%)
Psicologia B
2011
Média do 12.º ano (3.º P)
% de classificações
positivas (3.º P) e
variação em relação ao
ano anterior
94,64 %
93,48 %
(-1,16%) 100,00 % (36,52%)
96,04 %
71
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
AVALIAÇÃO EXTERNA
Teste intermédio de Filosofia – 11.º ano
Parâmetro*
2010
2011
Data
2012
Média 2010 –
2012
20.04.2012
 Total de
alunos: 39728
 Média: 10,7
valores
Resultados nacionais
(CTn)
Resultados na NUT III
(CTu)
O teste intermédio
do 11.º ano não
fazia parte do
elenco de testes
disponibilizados
pelo GAVE
O teste intermédio
do 11.º ano não
fazia parte do
elenco de testes
disponibilizados
pelo GAVE
Resultados na escola
(CTe)
 Média: [10,0 ;
10,5[
 Total de
alunos: 91
 Média: 9,7
valores
 Média CTe –
Média CTn = -1
valor
 Média CTe –
Média CTu < 0,8 valores
Não aplicável
*CT = Classificação do teste; NUT III considerada = Península de Setúbal
Exame nacional 714 – Filosofia – 10.º/11.º anos – 1.ª fase – alunos internos
Média 2010 –
Parâmetro**
2010
2011
2012
2012
Data
20.06.2012
Resultados nacionais
(CEn)
O exame nacional
714 não fazia parte
do elenco de provas
disponibilizadas
pelo GAVE
Resultados na escola
(CEe)
O exame nacional
714 não fazia parte
do elenco de provas
disponibilizadas
pelo GAVE
 Total de
alunos: 3972
 Média: 8,91
valores
 DP: 4,06
 Total de
alunos: 4
(todos p/
aprovação)
 Média: 13,0
valores
 Média CEe –
Média CEn =
+4,09 valores
Não aplicável
**CE = Classificação de exame
Júri Nacional de Exames, http://www.dgidc.min-edu.pt/jurinacionalexames/index.php?s=directorio&pid=4 (consultado
em novembro de.2012)
Gabinete de Avaliação Educacional, http://www.gave.min-edu.pt/np3/24.html (consultado em novembro de 2012)
72
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
2. Pontos críticos: aspetos considerados inibidores de uma ação mais eficaz
Filosofia
 Pré-requisitos não satisfeitos ao nível das competências básicas de leitura, conceptualização,
compreensão e expressão verbal
 Extensão do Programa, em particular no 10.º ano
 Desadequação do número de aulas previsto para algumas unidades didáticas
 Desadequação da ordem das unidades didáticas proposta pelo Programa
 Manuais incompatíveis com uma gestão mais flexível do Programa
Psicologia B

Extensão do programa incompatível com o número de aulas previstas
3. Pontos positivos: aspetos facilitadores da ação
Filosofia
 Recursos humanos qualificados e suficientes no GR410, colocados atempadamente
 Boa articulação entre os professores que lecionam os mesmos níveis
 Existência do documento Orientações para efeitos de avaliação sumativa externa das
aprendizagens na disciplina de Filosofia (homologado em novembro de 2011)
 Participação da escola no Projeto Testes Intermédios
 Reposição do exame nacional 714 FILOSOFIA
 Apoio oferecido aos alunos em ano de exame
Psicologia B

Disciplina de opção é potenciadora de maior motivação
73
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
4. Sugestões de alteração
Filosofia
Situação
1. Pré-requisitos não satisfeitos ao nível das
competências básicas de leitura,
conceptualização, compreensão e expressão
verbal
«[...] Os dados disponíveis permitem concluir
que muitas das dificuldades dos alunos estão
associadas a dificuldades no domínio da língua,
nomeadamente, de verbalização e de
discursividade. Os alunos revelam dificuldades
na composição de um texto escrito, na
exposição de ideias e na argumentação. Ao
mesmo tempo, verificam‐se fragilidades ao nível
da conceptualização, da problematização e da
argumentação [...]».
Fonte:
http://www.gave.minedu.pt/np3content/?newsId=24&
fileName=Rel_Nac_ProjTI_2011.pdf, p.41
Intervenção
 Realização sistemática de avaliação diagnóstica,
no 10.º e 11.º anos
 Ajustamento das estratégias didáticas e dos
recursos às características de cada grupo-turma
 Diversificação das atividades e instrumentos de
avaliação
 Reforço, face ao previsto no Programa, dos
tempos letivos destinados às unidades didáticas
em carência, a saber:
10.º ano
 Módulo inicial
 II.3.1. A dimensão ético-política – análise e
compreensão da experiência convivencial
11.º ano
2. Extensão do Programa, em particular no 10.º ano
3. Desadequação do número de aulas previsto para
algumas unidades didáticas
 III.1. Argumentação e lógica formal
 III.2. Argumentação e retórica
 III.3. Argumentação e filosofia
 IV.2. Estatuto do conhecimento científico
 Diminuição, face ao previsto no Programa, dos
tempos letivos destinados a outras unidades
didáticas por via de uma abordagem transversal
dos respetivos conteúdos. Em particular, visam-se
as unidades:
 II.4. Temas/problemas do mundo
contemporâneo (10.º ano)
 IV.3. Temas/problemas da cultura científicotecnológica (11.º ano)
74
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
4. Desadequação da ordem das unidades didáticas
proposta pelo Programa
5. Manuais incompatíveis com uma gestão mais
flexível do Programa
2012/2013
 Reordenação da lecionação de determinadas
unidades didáticas, nomeadamente:
 III – Racionalidade argumentativa e Filosofia
(do 11.º para o 10.º ano)
 II.3.2. – Dimensão estética ou II.3.3. –
Dimensão religiosa (do 10.º para o 11.º ano)
A reordenação prevista terá lugar se não
comprometer a participação no Projeto Testes
Intermédios
 Fornecimento aos alunos de todos os recursos
que compensem as lacunas existentes nos
manuais
Psicologia
Situação
Intervenção
 Realização sistemática de avaliação diagnóstica,
no 10.º e 11.º anos
1.
Pré-requisitos não satisfeitos ao nível das
competências básicas de leitura,
conceptualização, compreensão e expressão
verbal
 Ajustamento das estratégias didáticas e dos
recursos às características de cada grupo-turma
 Diversificação das atividades e instrumentos de
avaliação
4. Metas para 2013
Filosofia
 Percentagem de positivas mais próxima da percentagem média de positivas nos últimos 3 anos
 Percentagem média de positivas no 10.º ano (2010 – 2012): 76,74 %
 Percentagem média de positivas no 11.º ano (2010 – 2012): 82, 57 %
 Média das classificações do teste intermédio na escola (CTe) situada no intervalo em que se situa
a média das classificações do teste intermédio na NUT III da Península de Setúbal (CTu)
 Intervalo em que se situou a média do teste intermédio na NUT III, em 2012: [10,0 ; 10,5]
 Média das classificações do exame 714 na escola (CEe) superior à média das classificações do
exame a nível nacional (CEn), considerando os alunos internos que realizam a prova na 1.ª fase
 Média das classificações do exame 714, a nível nacional, em 2012: 8,91 valores
Psicologia B


Aumento do número de alunos inscritos
Maior articulação com instituições do ensino superior
75
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 26 – Grupo de Recrutamento de Geografia - 420
Com base na análise da evolução das classificações finais na disciplina de Geografia, ensino regular,
entre o ano letivo 2009/10 e 2011/12, podemos constatar alguns pontos positivos e negativos e
apontar algumas estratégias ou procedimentos pedagógicos de ensino aprendizagem de forma a
melhorar os resultados para os próximos anos letivos.
De referir que, o contexto social, cultural e económico da região onde estamos inseridos são fatores
que podem influenciar o nosso trabalho pois as respostas por parte das famílias são muitas vezes,
por natureza cultural, pouco colaborantes e ativos no acompanhamento dos seus educandos. A
escola e concretamente o grupo de docentes de Geografia, face a esta realidade, tem oferecido uma
docência com rigor e empenho, estando desperto e atuante em situações de conflitualidade
socioeconómica dos nossos alunos.
Evolução das classificações, no ensino básico superior ou igual a 3 e no ensino secundário científico
humanísticos igual ou superior a 10 valores.
Anos Letivos
2009/10
2010/11
2011/12
Média
7º ano
80%
80%
96%
85%
8º ano
91,40%
90,60%
86%
89,33%
9º ano
89,80%
91,80%
78%
86,53%
10º ano
76,10%
73%
77,50%
75,53%
11º ano
97,10%
88,80%
81,30%
89,07%
12º ano
100%
100%
100%
100%
No período em análise verificamos que a taxa de sucesso no ensino básico e secundário dos cursos
científico humanístico é elevada. Contudo é de salientar que no 10º ano a taxa de sucesso é a mais
reduzida, 75,53%.
As causas para estes valores prendem-se com a mudança de ciclo, onde o trabalho, comportamento,
empenho e dedicação é mais exigente. A opção por este percurso escolar implica uma organização
no trabalho mais rigorosa e uma postura de concentração e trabalho tanto em casa como na aula.
Estas premissas contribuem para o menor sucesso neste ano de escolaridade. A somar a estes
fatores há um conjunto de alunos estrangeiros, a maioria dos PALOP, que não reúnem
76
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
conhecimentos do território nacional (programa base de Geografia A) e também revelam muitas
dificuldades na compreensão da Língua Portuguesa.
Consideramos que as práticas pedagógicas devem prosseguir na mesma linha, com acento em:
 Trabalho de aula;

Trabalhos de casa;
 Utilização de fichas formativas para reforço, consolidação e/ou recuperação das
aprendizagens;

Utilização das tecnologias de informação e comunicação;

Visitas de estudo acompanhadas de trabalho de investigação;

Visualização de imagens representativas do nosso território e planeta (a disciplina de
Geografia tem como base de trabalho e de aprendizagem a observação, in loco – contexto
real – ou através de outros suportes, mapas murais e outros, fotografia, imagens de
satélite);
 A adaptação dos currículos às características das turmas de forma a criar melhores
ambientes de aprendizagem e sucesso;
 O reforço do trabalho em aula de apoio sobretudo a alunos com mais dificuldades e
particularmente no respeitante aos anos de exame nacional.
Os professores do grupo consideram ainda muito importante incentivar a ação colaborativa dos EE,
no sentido de reforçar as boas condutas na sala de aula e um maior acompanhamento diário dos
seus educandos.
Quanto ao ensino secundário profissional a análise possível foi menos exaustiva pelo facto de os
dados referentes às disciplinas lecionadas por professores de Geografia (Área de Integração,
Geografia e Turismo - Informação e Animação Turística) serem escassos.
No entanto, podemos referir que de um modo geral os alunos que frequentam assiduamente as
aulas apresentam um nível de sucesso muito elevado, pois os módulos são realizados numa
percentagem muito próxima dos 95%.
77
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Análise dos resultados do exame de Geografia A 1º Fase 2012
Comparação Exame e CIF a nível interno
Média CIF
11,8
Média Exame
10
Diferença
1,8
Comparação Exame e CIF a nível nacional e interno
Média Nacional
Média Escola
Diferença
Exame
10,3
10,0
0,3
CIF
13
11,8
1,2
Analisando a média dos resultados obtidos no exame por todos os alunos internos que o realizaram e
os resultados obtidos no exame face à CIF, podemos concluir que as diferenças observadas na
disciplina de geografia no presente ano lectivo 2011-2012, são pouco significativas assemelhando-se
mesmo, à média nacional.
Tendo em conta estes valores, consideramos que devemos dar continuidade ao nosso trabalho e
empenho, no sentido de melhorar ainda mais o resultado nos próximos anos letivos.
78
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 27 – Grupo de Recrutamento de Economia - 430 / 533
SITUAÇÃO DOS PROFESSORES DO GRUPO
O “grupo” 430+530 é composto por 11 docentes do quadro
Dois dos docentes estão de baixa por doença prolongada. Em sua substituição há dois professores
contratados.
Dos 11 docentes do quadro, há dois que estão este ano na escola por estarem na situação de
horários zero na sua escola.
Com menos de 20 anos de experiência profissional, só os dois professores contratados, que se
encontram a menos de 5 anos.
A média de experiência profissional dos professores do quadro é superior a 30 anos.
Grande parte dos professores já passou pelos mais variados cargos na escola, Assembleia de Escola,
Conselho Geral, Conselho Executivo, Conselho Pedagógico, Coordenação dos Diretores de Turma,
Coordenação dos Cursos Profissionais e dos cursos de Educação e Formação, Direção de Turma.
DISCIPLINAS LECIONADAS NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS E NO PRESENTE

























OGE: Organizar e Gerir a Empresa;
PACC: Práticas de Atendimento em Contexto Comercial;
SM: Stocks e Merchandising;
CPV: Comunicar no Ponto de Venda;
CV: Comercializar e Vender;
CMA: Cidadania e Mundo Atual;
TA: Técnicas de Atendimento;
SPV: Serviço Pós Venda;
OTET: Operações Técnicas em Empresas Turísticas;
TPCRP: Técnicas e Práticas de Comunicação e Relações Públicas;
TCAT: Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico; r
CMRPP: Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade;
AE: Atividades Económicas;
MARK: Marketing;
DO: Direito das Organizações;
AI: Área de Integração;
ECO: Economia;
ECO A: Economia A;
ECO C: Economia C;
SOC: Sociologia;
CONT: Contabilidade;
CFEA: Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada;
OGA: Organização e Gestão das Atividades;
V: Vender;
C Vendas: Comunicar em Vendas.
79
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
CURSOS LECIONADOS PELOS DOCENTES DO GRUPO










Curso de Socioeconómicas (10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade);
Curso Profissional de Técnico de Comércio (1.º, 2.º e 3.º ano);
Curso Profissional de Técnico de Contabilidade (no presente, só o 3.º ano);
Curso Profissional de Técnico de Vendas (no presente só o 1.º ano);
Curso Profissional de Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade
(2.º e 3.º ano);
Curso Profissional de Técnico de Apoio à Infância (2.º e 3.º ano);
Curso Profissional de Técnico de Turismo (1.º, 2.º e 3.º ano);
Curso de Educação e Formação de Práticas Técnico-Comerciais (no presente, só o 2.º ano);
Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, (2.º e 3.º
ano);
Curso Profissional de Técnico de Análises Laboratoriais, (2.º e 3.º ano).
PONTOS CRÍTICOS
A grande variedade de disciplinas lecionadas, é um dos aspetos que se reflete, por vezes, de modo
menos positivo na atividade de cada docente e na coordenação das atividades do grupo.
A maioria das disciplinas presentemente lecionadas pelo grupo tem conteúdos que os docentes
nunca tiveram na sua formação académica e na sua formação profissional.
As faltas por doença podem prejudicar a imagem do departamento.
As idades dos professores do quadro são elevadas e as expectativas na confiança da profissão podem
vir a reduzir-se.
PONTOS POSITIVOS
A experiência profissional.
A abertura e a capacidade de adaptação à mudança.
O pioneirismo na escola em matéria de Reformas, Cursos de Educação e Formação, Cursos
Profissionais, participação nos TEIP.
A variedade de disciplinas que cada professor lecionou ao longo da sua carreira.
Interesse e empenho profissional com participação relevante nas ações de formação, internas e
externas.
80
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Análise de Resultados e Propostas
Com base na análise da evolução das classificações finais na disciplina de Economia A, ensino regular,
entre os anos letivos de 2009/10 e 2011/12, podemos constatar alguns pontos positivos e negativos
e apontar algumas estratégias ou procedimentos pedagógicos de ensino aprendizagem com vista a
uma melhoria dos resultados para os próximos anos.
O contexto social, cultural e económico da região onde estamos inseridos, é uma problemática
condicionante dos resultados do nosso trabalho. Não é por acaso que a Escola tem projeto TEIP há
vários anos.
A somar a estes fatores as turmas de economia têm tido um conjunto de alunos estrangeiros, a
maioria oriundos dos PALOP, que revelam muitas dificuldades na compreensão da Língua Portuguesa
e que por isso mesmo frequentam o “Português Língua Não Materna”.
As estratégias pensadas e implementadas pelas várias estruturas educativas da Escola no sentido de
uma colaboração mais ativa e empenhada das famílias no acompanhamento dos seus educandos,
não têm tido grande sucesso. Contudo, essa colaboração é importante para conseguir patamares
mais elevados de sucesso.
O grupo de docentes de Economia A, tem colocado o seu empenho e dedicação na docência da
disciplina no sentido do sucesso dos seus alunos e numa melhoria dos resultados.
Evolução das classificações de Economia A ≥10 valores.
Anos Letivos
10.º ano 11.º ano
Média de exame
nacional
2009/10
58,8%
92,3%
11,6
2010/11
88,9%
86,7%
12
2011/12
69,6%
73,3%
10,6
No período em análise verificamos que a taxa de sucesso na disciplina de Economia A do curso de
ciências socioeconómicas é muito variável e revela uma tendência de melhoria do 10º ano para o
11.º ano.
Note-se que no período considerado, só há uma continuidade de professor. O docente da turma do
10.º ano, em 2010/11 foi o mesmo da turma do 11.º ano, em 2011/12. Nas outras situações o
docente da turma do 11.º ano não foi o mesmo da turma do 10.º ano.
81
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
As causas para os resultados menos bons no 10.º ano, prendem-se com a mudança de ciclo, mas
também com as estratégias adotadas pelo docente.
No ensino secundário, o trabalho, o comportamento, o empenho e a dedicação são mais exigentes,
implicando uma atenção cuidada do professor na relação com os alunos no sentido de que a
mudança de ciclo não se traduza num insucesso elevado.
O docente deve apostar simultaneamente no maior sucesso possível e em melhores resultados nos
exames nacionais. A aposta em grandes resultados no exame nacional não deve ser conseguida à
custa de uma elevada taxa de insucesso no 10.º ano de escolaridade.
Consideramos que as práticas pedagógicas devem prosseguir na mesma linha:
 Trabalho de aula;

Trabalhos de casa;
 Utilização de fichas formativas para reforço, consolidação e/ou recuperação das
aprendizagens;

Utilização das tecnologias de informação e comunicação;

Visitas de estudo acompanhadas de trabalho de investigação;

O reforço do trabalho em aula de apoio sobretudo a alunos com mais dificuldades e
particularmente no respeitante aos anos de exame nacional.
Os professores do grupo consideram ainda muito importante incentivar a ação colaborativa dos EE,
no sentido de reforçar as boas condutas na sala de aula e um maior acompanhamento diário dos
seus educandos.
82
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
EVOLUÇÃO DA MÉDIA DE EXAME NA ESCOLA E A NÍVEL NACIONAL EM ECONOMIA A
83
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANÁLISE DOS RESULTADOS DO EXAME DE ECONOMIA A - 2012
Comparação Exame e CIF a nível nacional e interno
Exame
CIF
Média Nacional
11,7
14
Diferença
(Exame-CIF)
-2,3
Média Escola
10,3
12,3
-2,0
-1,4
-1,7
Diferença
(Escola-Nacional)
Analisando a média dos resultados obtidos no exame por todos os alunos internos que o realizaram e
os resultados obtidos no exame face à nota da classificação interna final (CIF), podemos concluir que
as diferenças observadas na disciplina de Economia A no presente ano letivo 2011-2012, apresentam
menor desvio do que a mesma situação à escala nacional.
84
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 28 – Grupo de Recrutamento de Matemática - 500
Ano/
disciplina
Básico
Matemática
Aspetos inibidores de uma ação mais eficaz
Aspetos facilitadores/Estratégias de
melhoria

Elevado número de alunos;


Heterogeneidade no empenho na
realização das tarefas e na postura em
sala de aula;
Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
acompanhar os seus educandos nas
atividades escolares;

Frequência da sala de estudo para
realizar tarefas propostas pelo
professor;

Aplicação de sanções disciplinares
adequadas em tempo útil;

Responsabilização dos alunos sobre o
seu processo de aprendizagem
(encaminhamento para técnicos
especializados na resolução de
problemas de motivação e autoestima);

Turma + (7º, 8º e 9º anos);

Utilização diversificada de instrumentos
de avaliação;

Realização frequente de fichas de
avaliação;

Realização de matrizes para testes,
comuns, para o mesmo ano de
escolaridade;

Trabalho colaborativo entre os
professores que lecionam o mesmo ano
de escolaridade.

Interpretação e compreensão de
enunciados;

Ausência de hábitos de trabalho;

Comportamentos perturbadores ;

Aplicação de conceitos e resolução de
problemas;

Dificuldade na aplicação de conceitos e
resolução de problemas.
85
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

Falta de empenho na realização das
tarefas;

Interesses divergentes do escolar;

Falta de material (manual e caderno);


Básico CEF

2012/2013

Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
acompanhar os seus educandos nas
atividades escolares;

Responsabilização dos alunos sobre o
seu processo aprendizagem;
Falta de empenho;

Ausência de hábitos e métodos de
trabalho e de estudo;
Incentivar a participação dos alunos em
sala de aula;

Trabalho colaborativo entre os
professores que leccionam o mesmo
ano de escolaridade;

Aplicação de sanções disciplinares
adequadas em tempo útil;

Reforçar e diversificar as tarefas das
aulas bem como das formas de
avaliação;

Reforçar o controlo da realização dos
T.P.C.

Existência de pares pedagógicos;

Dialogar frequentemente com os alunos;

Selecionar tarefas essencialmente
práticas;

Reforçar e diversificar as tarefas das
aulas bem como das formas de
avaliação;
Comportamentos inadequados.
Matemática

Falta de motivação e interesse pelas
atividades letivas;

Ausência de hábitos de trabalho;

Baixa autoestima e ausência de
objetivos;

Aprendizagens anteriores não
consolidadas;

Grande heterogeneidade;

Exigência no cumprimento de regras;

Comportamentos e atitudes
inadequadas.

Aplicação de sanções disciplinares
adequadas em tempo útil.

Ausência de hábitos de trabalho;


Cálculo;
Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
acompanhar os seus educandos nas
atividades escolares;

Aplicação de conceitos;

Cursos

Resolução de problemas;
Responsabilização dos alunos sobre o
seu processo aprendizagem;
Profissionais

Assiduidade;


Progressão de ano, independentemente
do número de módulos em atraso (12º
ano);
Criar um bloco de
apoio/acompanhamento aos alunos
para esclarecimento de dúvidas e
recuperação de módulos em atraso;


Mudanças de cursos ao longo do 1º
período;
Responsabilização dos alunos pelo
processo aprendizagem;

Propor revisão dos critérios de
PIEF
86
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

Comportamento perturbador de alguns
alunos. Falta de material (manual,
caderno e calculadora)
2012/2013
progressão; Utilização diversificada de
instrumentos de avaliação;

Realização frequente de fichas de
avaliação;

Realização de matrizes para testes,
comuns, para o mesmo ano de
escolaridade;

Trabalho colaborativo entre os
professores que lecionam o mesmo ano
de escolaridade;

Reforçar e diversificar as tarefas das
aulas bem como das formas de
avaliação Reforçar o controlo da
realização dos T.P.C.;

Existência de um banco de livros para
empréstimo.
87
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
Secundário
Matemática A
e
Matemática B

Elevado número de alunos por turma;

Aprendizagens anteriores mal
consolidadas;

Interpretação e compreensão de
enunciados;

Cálculo;

Aplicação de conceitos;

2012/2013

Sensibilizar os E.E. para a necessidade da
existência de hábitos de trabalho e
postura adequada em sala de aula;

Responsabilizar os alunos pelo seu
processo aprendizagem;

Seleção de tarefas que permitam
consolidar o desempenho em cálculos
elementares, aplicação de conceitos e
resolução de problemas;
Resolução de problemas com várias
etapas e conexões entre conteúdos;


Resolução de problemas disponibilizados
pelo GAVE;
Falta de empenho e concentração na
realização de tarefas;


Elaboração de composições com a
interpretação de enunciados;
Falta de motivação para a área de
estudo em que se encontram;

Análise dos erros cometidos;

Ausência de hábitos de trabalho;


Incentivar a frequência da aula de
apoio/acompanhamento;
Comportamentos
inadequados/perturbadores;


Desdobramento de um bloco com o
docente da turma (10º,11º e 12º anos);
Falta de material (manual, caderno
diário e calculadora);


Falta de raciocínio geométrico;
Encaminhamento para técnicos
especializados na resolução de
problemas de motivação e autoestima;

Ausência de autonomia e iniciativa que
manifestam quando são postos perante
novas situações de aprendizagem;

Reforçar o controlo da realização dos
T.P.C.;


Reforçar a participação na sala de aula;
Falta de assiduidade às aulas de Apoio.

Resolução de fichas de trabalho em
grupo e individualmente promovendo o
trabalho autónomo;

Reforçar e diversificar as tarefas das
aulas bem como das formas de
avaliação;

Realização frequente de fichas de
avaliação;

Realização de matrizes para testes,
comuns, para o mesmo ano de
escolaridade;

Trabalho colaborativo entre os
professores que leccionam o mesmo ano
de escolaridade.
88
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 29 – Grupo de Recrutamento de Física e Química - 510
Grupo
510
Física e
Química
7º Ano
Caracterização da
situação da(s)
disciplina(s)
Insucesso
 2010
2011
Turma A - 3,90%
Turma B - 37,5%

2011
2012
Turma A – 32,00%
8º Ano
Insucesso
 2010
2011
Turma A – 4,17%
Turma B – 15,79%
Turma C - 31,25%

2011
2012
Turma A – 3,70%
Turma B - 47,62%
9º Ano
Insucesso
 2010
2011
Turma A – 13,04%
Turma B – 28,57%
Turma C - 33,33%

2011
2012
Turma A – 14,29%
Turma B – 71,43%
Turma C - 50,00%
Pontos críticos: aspetos
considerados inibidores de
uma ação mais eficaz
Pontos positivos:
aspetos facilitadores da
ação
 Não valorização da
“escola” e do
“direito” à
educação.
 Divisão das
turmas em
turnos
 Falta de hábitos de
trabalho
 Apoios e sala de
estudo
 Falta de prérequisitos que em
cada nível de
ensino são
atribuídos aos
níveis anteriores o
que indica que a
mudança na
educação terá de
ser profunda e
global.
 Programas
demasiado
extensos quando
comparados com
os tempos letivos
atribuídos.
 Falta de articulação
entre outras
disciplinas
(Geografia,
Ciências Naturais,
Matemática, etc.)
para uma gestão
mais eficaz dos
conteúdos
programáticos.
 Equipas
pedagógicas
que acreditem
e desenvolvam
um trabalho de
equipa:
planifiquem,
criem
instrumentos
de trabalho e
de avaliação,
partilhem
experiências,
discutam
estratégias, etc.
 Existência duma
sala de trabalho
para o grupo.
Sugestões de alteração
Maior envolvimento e
responsabilização dos
encarregados de
educação na vida
escolar dos filhos.
Focalizar o
sucesso/insucesso no
“querer” dos alunos e
não apenas no
trabalho desenvolvido
pelo professor.
Recusar o sucesso
estatístico e aumentar
a exigência e o rigor a
par do apoio e
disponibilidade para
quem quer aprender.
Cruzar os programas
de CN e de Geog. Com
os de CFQ no sentido
de otimizar a gestão
dos mesmos.
Desenvolver cada vez
mais o trabalho em
equipa com partilha de
materiais e ideias que
permitam melhorar o
resultado dos alunos e
a satisfação
profissional dos
professores.
 Assunção por parte
dos alunos,
baseado na sua
experiência
pessoal, que é
possível ter
sucesso sem
trabalho.
 “Confusão” entre
sucesso e “sucesso
estatístico”
89
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
10º Ano
Insucesso
 2010
2011
Turma A – 50,00%
Turma B – 35,71%
Turma C - 36,36%

2011
2012
Turma A – 29,41%
Turma B – 10,53%
Turma C – 35,71%
11º Ano
Insucesso
 2010
2011
Turma A – 25,00%
Turma B – 9,09%

2011
2012
Turma A – 15,38%
Turma B – 27,78%
12º Ano
Insucesso
 2010
2011
Turma A – 0,00%
Turma B – 16,67%
(1 aluno)

2011
2012
Turma A – 0,00%
Turma B – 0,00%
 Elevado número de
alunos por turma,
particularmente no
11º ano em que
não são
contabilizados os
alunos externos.
 Programas
demasiado
extensos no 10º e
no 11º ano em que
existe exame
nacional, sendo a
FQ A disciplina
específica para
muitos alunos.
 Não
desdobramento das
turmas do 11º ano
num dos blocos de
90 minutos, o que
acontece nas
turmas do 10º ano.
 Apoio ao 10º e
11º ano de
frequência
obrigatória
sempre que o
encarregado de
educação não
declara, por
escrito,
prescindir dos
mesmos.
 Aulas de
preparação
para exame.
 Equipas
pedagógicas
que planificam,
preparam aulas
experimentais e
elaboram
materiais de
trabalho e de
avaliação.
2012/2013
Desdobramento das
turmas de 10º e de 11º
ano em um dos blocos
de 90 minutos.
Desdobramento dos
apoios sempre que as
turmas tenham mais
de 20 alunos.
Aulas de apoio aos
alunos que estão no
12º ano com a
disciplina em atraso ou
que pretendem fazer
melhoria de nota.
Assim estes alunos não
integrariam as turmas
regulares que já por si
têm elevado número
de alunos.
Estas aulas já
existiram, com
sucesso, no ano de
2010-2011.
 Alunos do 10º ano,
naturalmente, com
mentalidade de
ensino básico
(referida
anteriormente) e
um programa de
ensino secundário
particularmente
exigente.
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O ENSINO PROFISSIONAL: O grupo considerou que devem ser dadas todas as condições aos
alunos para que aprendam e exigir-lhes que respondam estudando. A escola dá tudo para que os alunos tenham sucesso,
falta que eles queiram.
90
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 30 – Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia - 520
Ano/
Aspetos facilitadores/Estratégias de
melhoria
Aspetos inibidores de uma ação mais eficaz
disciplina

Aumento da carga horária semanal das
disciplinas proposta pelo M.E. que vem
permitir cumprir o programa das disciplinas;

Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
acompanhar os seus educandos nas
atividades escolares;
Dificuldade de concentração dos alunos no
trabalho da aula;


Frequência da sala de estudo para realizar
tarefas propostas pelo professor;
Dificuldades de Interpretação e
compreensão de enunciados;


Aplicação de sanções disciplinares
adequadas e em tempo útil;
Ausência de hábitos de trabalho;


Comportamentos perturbadores;

Falta de hábitos de trabalho dos alunos, no
estudo individual em casa.
Responsabilização dos alunos sobre o seu
processo de aprendizagem
(encaminhamento para técnicos
especializados na resolução de problemas de
motivação e autoestima);

Responsabilização dos E.E sobre os
comportamentos/atitudes dos seus
educandos em meio escolar e em sociedade;

Utilização diversificada de instrumentos de
avaliação;

Realização frequente de fichas de avaliação;

Encaminhamento para técnicos
especializados na resolução de problemas de
motivação e autoestima.

Elevado número de alunos por turma;

Não valorização da “escola”, como veículo
para boas expetativas de vida futura;

Heterogeneidade de perfis dos alunos no
empenho na realização das tarefas e na
postura em sala de aula;

Básico
Ciencias Naturais
(7º,8º,9º anos
)ensino regular
91
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Básico CEF

Baixa autoestima;

Ausência de expetativas de vida;
8ºano

Interesses divergentes do escolar;
Higiene , saúde, e

Aprendizagens anteriores não consolidadas;
segurança no

Ausência de hábitos e métodos de trabalho
e de estudo;

Falta de empenho na realização das tarefas
propostas;
Trabalho.
9º ano

Falta de material (manual e caderno);
Nutrição e

Comportamentos inadequados;
Confeção de

Elevado número de alunos e bastante
heterogéneos.
Refeições

Falta de motivação e interesse pelas
atividades letivas;

Ausência de hábitos de trabalho;
PIEF

Baixa autoestima e ausência de expetativas
de vida;
Nivel 1

Aprendizagens anteriores não consolidadas;

Nível 2

Reforçar a função do DT no
acompanhamento dos alunos e comunicação
aos EE;

Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
acompanhar os seus educandos nas
atividades escolares;

Responsabilização dos alunos sobre o seu
comportamento e o seu processo de
aprendizagem;

Incentivar a participação dos alunos em sala
de aula;

Aplicação de sanções disciplinares
adequadas em tempo útil;

Reforçar e diversificar as tarefas das aulas
bem como das formas de avaliação;

Reforçar o controlo da realização dos T.P.C.;

Reforçar o envolvimento da mediadora.

Dialogar frequentemente com os alunos;

Selecionar tarefas essencialmente
práticas;

Reforçar e diversificar as tarefas das
aulas bem como das formas de
avaliação;
Grande heterogeneidade;

Exigência no cumprimento de regras;

Comportamentos e atitudes inadequadas;


Avaliação de competências
(comportamento, pontualidade,
assiduidade) como sendo limitadas no
tempo, quando deveriam ser transversais
durante o curso para se poder atuar sempre.
Aplicação de sanções disciplinares
adequadas em tempo útil sempre que
possível.
92
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

Cursos
Não valorização da “escola” enquanto
veículo para construir um futuro;
Profissionais
(10º;11º;12º

Ausência de hábitos de trabalho e de
estudo;
anos)
2012/2013

Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
acompanhar os seus educandos nas
atividades escolares;

Responsabilização dos alunos sobre o seu
comportamento;

Responsabilização dos alunos pelo processo
aprendizagem;

Propor revisão dos critérios de progressão;

Progressão de ano, independentemente
do número de módulos em atraso;

Utilização diversificada de instrumentos de
avaliação;
Técnico de apoio

Falta de pontualidade dos alunos;

Realização frequente de fichas de trabalho;
á infância

Assiduidade irregular;

Reforçar e diversificar as tarefas das aula;

Comportamento perturbador de alguns
alunos;


Falta de material.
Realizar avaliação específica para
recuperação dos módulos em curso nos
casos de insucesso.
(Saúde)
93
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
Secundário

Elevado número de alunos por turma;

Aprendizagens anteriores mal
consolidadas;


Sensibilizar os E.E. para a necessidade de
os seus educandos adquirirem hábitos
de trabalho e postura adequada em sala
de aula;
Dificuldades de interpretação e
compreensão de enunciados;

Responsabilizar os alunos pelo seu
processo aprendizagem;

Falta de empenho e concentração na
realização de tarefas;

Resolução de exercícios ;

Falta de motivação para a área de
estudo em que se encontram;

Análise dos erros cometidos, na
resolução dos exercícios;

Incorreta identificação/escolha pelos
alunos da área de estudos a frequentar
no ensino secundário, principalmente
no 10º ano;

Incentivar a frequência da aula de apoio;

Encaminhamento para técnicos
especializados na resolução de
problemas de motivação e autoestima;

Reforçar a participação na sala de aula;

Resolução de fichas de trabalho em
grupo e individualmente promovendo o
trabalho autónomo;

Reforçar e diversificar as tarefas das
aulas bem como das formas de
avaliação;

Incutir nos alunos que só com trabalho
se consegue alcançar sucesso/objetivos;

Realização de matrizes para testes
(12ºano);

Trabalho colaborativo entre os
professores que lecionam o mesmo ano
de escolaridade.
Biologia e
Geologia

Ausência de hábitos de trabalho e de
método de estudo;

Comportamentos
inadequados/perturbadores;

Falta de material (reduzido nº de alunos,
principalmente no 1º período);

Dificuldades no raciocínio da aplicação
de conhecimentos face a novas
situações expostas;
(10º e 11º anos)

Ausência de autonomia e iniciativa que
manifestam quando são postos perante
novas situações de aprendizagem;

Falta de assiduidade às aulas de Apoio;

Redução da carga horária semanal da
disciplina no 12ºano.
Biologia
(12º ano)
2012/2013
94
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 31 – Grupo de Recrutamento de Eletrotecnia - 540
CURSO EFA PROFISSIONAL
523080-TÉCNICO DE ELECTRÓNICA DE COMPUTADORES
FORMAÇÃO TECNOLÓGICA – ELETRÓNICA
DIAGNÓSTICO
Analisados os referenciais de formação propostos para esta componente tecnológica, constatou-se
que os conteúdos requerem bases sólidas de matemática e a sua complexidade pressupõe alunos com
capacidades acima da média.
Como é do conhecimento geral, os formandos que frequentam estes cursos são trabalhadores
estudantes, muitas vezes sem estudar há vários anos ou que terminaram o processo RVCC que lhes
deu a certificação do 9º ano.
Posto isto, os formadores desta componente tecnológica consideraram que deveriam ser feitos ajustes
ao programa proposto, de modo a torná-lo mais adequado a este tipo de alunos, e evitar o mais
possível o abandono tão comum nestes cursos.
Para que o diagnóstico se tornasse mais correto, foi efetuado no início da formação um Teste
Diagnóstico de matemática aplicada à eletrónica, com os conceitos matemáticos considerados
fundamentais para o desenvolvimento dos módulos de Eletrónica.
Como resultado do referido teste constatou-se o seguinte:
Os formandos não conseguem resolver equações simples nem sistemas de equações, fundamental
para circulação em malhas elétricas, leis de kirchoff, etc. Também não têm bases para substituir
valores em equações mais ou menos complexas, e chegar a resultados concretos. Esta competência
está presente em todo o Referencial proposto para a eletrónica.
50% dos formandos sabe calcular percentagens e aplicar em situações concretas.
Os formandos apenas conseguem fazer reduções simples de unidades de medida. Os seus
conhecimentos situam-se, de um modo geral, nos 25% daquilo que seria o desejável.
20% dos formandos sabe interpretar gráficos, competência fundamental para ler caraterísticas de
componentes, respostas de circuitos, etc.
Os formandos não têm conhecimentos de trigonometria e cálculo vetorial. Apenas 15% sabem aplicar
o Teorema de Pitágoras. Estas competências são fundamentais em todos os estudos de corrente
alternada.
95
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Analisadas estas conclusões, e ouvidos os próprios alunos, os formadores da componente tecnológica
de eletrónica consideraram ser importante fazer algumas adaptações dos Referenciais a este grupo de
alunos, o que aliás está de acordo com as orientações da ANQ.
Sendo assim:
A formação deverá ser conduzida o mais possível para trabalhos de carácter prático, e sempre que
possível, de acordo com as preferências dos formandos.
Os conceitos teóricos implícitos nos diferentes módulos deverão aparecer à medida que são
necessários para os trabalhos. Para tal, poderá ser necessário alterar a ordem proposta para os
módulos/unidades de competência, e também a sequência dos respetivos conteúdos.
Todos estes conceitos teóricos deverão ser introduzidos de um modo simples, adaptado aos seus
conhecimentos, e com o objetivo de levar o formando a entender o porquê de certos comportamentos
físicos.
Com estas medidas, pretende-se ir ao encontro das expetativas dos alunos, dando-lhes uma maior
motivação e reduzindo assim a probabilidade de abandono, tão comum neste tipo de cursos.
Estas medidas vão ao encontro das orientações da ANQ num aspeto considerado muito importante, a
adaptação dos percursos aos perfis dos formandos (Abertura e Flexibilidade)
OPÇÕES CURRICULARES DO EFA PROFISSIONAL DE ELETRÓNICA AUTOMAÇÂO
E COMPUTADORES – FORMAÇÃO TÉCNICA
PARTE I - Diagnóstico
No ano letivo de 2008/2009 criaram-se na Escola os cursos EFA em horário noturno, tendo-se dado
início ao curso de Eletrónica de Computadores de dupla certificação.
Numa primeira abordagem foi imediatamente detetada uma evidente falta de bases matemáticas
deste tipo de formandos, para dar resposta aos conteúdos sugeridos pelos referenciais da ANQ,
respeitantes às áreas tecnológicas. Com efeito, estamos perante alunos que terminaram o 9º ano no
processo RVCC ou que já não estudam há muitos anos.
Perante isto todos estes cursos têm sido orientados para a realização de pequenos trabalhos práticos,
e os módulos adaptados a estas situações, reduzindo apenas ao essencial as aulas teóricas evitando
tanto quanto possível o aprofundamento matemático.
Para clarificar esta situação, todos os anos no início de cada curso é efetuado um teste diagnóstico de
Matemática Aplicada à Eletrónica, cujas conclusões se apresentam no ANEXO I – DIAGNÓSTICO. De
96
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
referir que estas conclusões referem-se ao que se tem registado em termos médios desde o início até
agora.
Este diagnóstico, como se pode verificar, deu origem às opções curriculares e estratégias adotadas.
PARTE II - A Turma “2 em 1”
Face aos abandonos sempre frequentes neste tipo de cursos (lembremos que o horário ocupa todos as
noites de 2ª a 6ª feira das 19.00 às 23.30 e que a maioria dos formandos trabalha de dia, o que torna a
situação bastante dura), e sempre tendo em conta uma gestão eficaz de meios técnicos e humanos
(formadores), pensou-se em juntar esta turma com a que iniciasse em 2009/2010.
Para isso foi elaborada uma planificação na qual aos três anos do curso foram atribuídos módulos
correspondentes a três grupos programáticos mais ou menos independentes. Um ano com Eletrónica
Analógica, outro ano com Eletrónica Digital e outro (final) de Projeto.
Sendo assim, a turma que entrou no 2º ano realizou os módulos de Eletrónica Digital juntamente com
os da 1ª turma que já tinham realizado Eletrónica Analógica no ano anterior.
De salientar que esta situação foi dada a conhecer à ANQ pela Direção da Escola, tendo os elementos
presentes da ANQ registado com apreço este projeto.
PARTE III - A Turma “3 em 1”
A partir do 3º ano de existência deste curso EFA profissional, com a decisão de abertura de uma nova
turma todos os anos, ficámos a trabalhar sempre com 3 turmas. Para continuarmos a trabalhar nos
mesmos moldes teve que se fazer uma nova adaptação de modo a juntar as 3 turmas numa só, com
uma só equipa de professores.
Assim, em termos de conteúdos, a turma finalista executará sempre os módulos que faltam com
elaboração de trabalhos de projeto, enquanto as outras duas turmas se agrupam alternando os
módulos correspondentes a Eletrónica Analógica, ou Eletrónica Digital conforme o ano.
Assim, nos últimos anos, a nossa estratégia e metodologia para os 3 cursos de EFA profissional de
Eletrónica, Automação e Computadores (1º, 2º e 3º ano), tem sido juntá-los num só grupo/turma, com
uma única equipa de professores, dando assim uma resposta de racionalização de recursos humanos e
de espaços face ao elevado número de desistências comuns no ensino noturno de adultos.
Para que tal estratégia resulte é necessário cumprir com rigor a metodologia que se segue:
Os módulos da área tecnológica são agrupados em 3 grupos A, B e C, um por cada ano letivo. Assim, o
curso que entrar num determinado ano faz o grupo A juntamente com o curso que iniciou no ano
anterior, enquanto o curso do 3º ano faz o grupo C (fundamentalmente projetos). No ano seguinte o
curso que entrar faz o grupo B juntamente com o curso que vai para o 2º ano, e assim sucessivamente.
97
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Relativamente à componente de base, fazem todos no ano “x”, CP1+STC5+CLC5 (base 1), no ano
“x+1”, CP4+STC7+CLC7 (base 2), no ano “x+2”, CP5+STC6+CLC6 (base 3), repetindo-se tudo de 3 em 3
anos, o que permite também aqui juntar os 3 cursos num só grupo/turma. Os 2 módulos de Língua
estrangeira (L1 e L2) acontecem em 2 dos 3 anos.
Segue-se um quadro resumo do funcionamento descrito:
...
Curso 2008
2008/2009
2009/2010
2010/2011
A+base1
B+base2+L1
C+base3+L2
B+base2+L1
A+base3+L2
C+base1
A+base3+L2
B+base1
C+base2+L1
...
B+base1
A+base2+L1
...
A+base2+L1
...
Curso 2009
Curso 2010
Curso 2011
2011/2012
Curso 2012
...
...
...
...
2012/2013
...
...
...
...
...
Vantagens:
1- Considerando uma média de desistências de 50 % em cada curso, e abrindo todos os anos um curso
com uma média de 15 alunos, teremos à partida de cada ano um grupo/turma com cerca de 30
alunos, terminando todos os anos com um grupo/turma de cerca de 22/23 alunos, sendo que 7/8
conluiem nesse ano.
2- Consegue-se o funcionamento de 3 cursos com uma só equipa de professores.
3- É possível abrir um curso todos os anos sem aumento de recursos humanos dando assim resposta a
uma área profissional que além de deficitária se encontra em franca remodelação devido a
evolução tecnológica de que tem sido alvo. De outro modo seria difícil, devido ao tipo de
instalações necessárias, neste momento agravadas pelo facto de a nossa escola se encontrar em
obras.
PARTE IV - A alteração aos programas – Novas Opções Curriculares
Até ao final do ano letivo 2011/2012, a maior dificuldade para pôr em prática esta turma “3 em 1”
prendeu-se com a alteração que foi feita ao curso (2010/2011) na sua vertente tecnológica. Esta
passou a ter um total de horas inferior, 1200 horas em vez de 1650. Além disso os módulos passaram
a ser de 25 horas, tendo um novo código atribuído. Por essa razão, no ANEXO II respeitante às
planificações 2011/2012, aparecem módulos 14 e módulos 60.
Estas alterações exigiram mais um conjunto de adaptações por parte dos Moderadores dos Cursos,
de modo aos formandos não serem afetados. Assim a turma que entrou esse ano passou a não ter
aulas à 6ª feira. Em todas os outros dias que, em termos de conteúdos, está agrupada com a turma
do 2º ano, foram adaptados os módulos (2 módulos de 25 horas = 1 módulo de 50 horas com
conteúdos idênticos).
98
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Com base nestas opções curriculares, elaboraram-se os quadros com as planificações globais de
Eletrónica (ANEXO II e ANEXO III).
PARTE V – As Novas orientações de 2012
Com as novas orientações do Ministério, deixámos de poder abrir uma turma com menos de 26
formandos. Isto impediu-nos de continuar a juntar as 3 turmas e obrigou-nos a nova alteração de
metodologia.
Foi aberta uma nova turma com 26 formandos iniciais, mas que face ao número de alunos já não
juntou com as anteriores. Ficámos assim com duas turmas, uma de 1º ano e outra de 2º + 3º, com
duas equipas de professores, apesar das dificuldades em termos de instalações/contentores.
No entanto, as opções curriculares mantêm-se assim como a estratégia. As turmas do 1º e 2º ano
continuam a ter os mesmos módulos, pela mesma ordem, embora com professores diferentes.
99
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Distribuição das UFCDS pelos vários anos (2011/2012) Formação Tecnológica – Eletrónica
3º Ano
Feitas
2009/2010
2010/2011
1431; 1432; 1433
1436; 1437; 1438
1449
2º Ano
A Fazer
2011/2012
1439; 1440; 1442
1443; 1444; 1446
1447
Feitas
2010/2011
6007; 6008; 6009
6010; 6011; 6012
6021; 6028; 6029
6032;6088
1434; 1435
1441; 1445
1448; 1450
A Fazer
2011/2012
6024; 6025; 6026
6018; 6040;6016
6017; 6019; 6020
6013; 6015
2011/2012
6024
6025
6026
6018
6040
6016
6017
6019
6020
6013
6015
1º Ano
A Fazer
Conteúdos
Circuitos Lógicos
Circuitos combinatórios
Circuitos sequenciais assíncronos
Osciladores
Noções de higiene e segurança no trabalho
Amplificadores operacionais
Amplificadores operacionais - aplicações
Eletrónica de potência - dispositivos
Eletrónica de potência – aplicações
Amplificadores com transístores
Transístores de efeito de campo
1434 – Desenho Esquemático
1435 – Circuitos Elétricos – Montagem e ensaio
1441 – Circuitos Osciladores
1445 – Amplificadores com Transístores de Efeito de Campo e tecnologia dos circuitos
integrados
1448 – Projeto de execução de módulos eletrónicos – planeamento
1450 – Projeto de execução de módulos eletrónico; Montagem e ensaios
Nota: Considera-se que foi o módulo (6028) lecionado no ano transacto
100
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Distribuição das UFCDS pelos vários anos (2012/2013)
Formação Tecnológica - Eletrónica
3º Ano
Feitas
2010/2011
6007; 6008; 6009
6010; 6011; 6012
6021; 6028; 6029
6032;6088
2011/2012
6024; 6025; 6026
6018; 6040;6016
6017; 6019; 6020
6013; 6015
2º Ano
A Fazer
2012/2013
6071;6075
6076; 6085
6086; 6087
6109; 6181
6030 (*)
6071 – Sensores e transdutores
6075 - Instalações elétricas – Generalidades
6076 – Instalações elétricas, residenciais individuais
6085 - Instalações ITED – Generalidades
6086 - Instalações ITED – Aplicações – Execução de Instalação
6087 - Instalações ITED – Fibra ótica - Aplicações
Feitas
2010/2011
6024; 6025; 6026
6018; 6040; 6075
6085; 6086; 6087
6013; 6015
A Fazer
2012/2013
6007; 6008; 6009
6010; 6011; 6012
6021; 6028; 6029
6032;6088
1º Ano
A Fazer
2012/2013
6007
6008
6009
6010
6011
6012
6021
6028
6029
6032
6088
Conteúdos
Corrente Continua
Analise de circuitos em corrente continua
Magnetismo e eletromagnetismo
Corrente alternada
Semicondutores
Transístor Bipolar
Fontes Alimentação
Tecnologia dos componentes eletrónico
Tecnologia de montagem de circuitos Elétricos
Energia Reativa
Instalações ITED – Comunicações satélite
6109 – Pneumática e hidráulica – Iniciação
6181 – Controlo e regulação de processos
6030 – Projeto e montagem de um equipamento eletrónico
Nota: (*) Módulo com 50 horas
101
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
REFLEXÃO SOBRE CEF (estratégias/metodologias a considerar)
Em primeiro lugar devemos fazer uma caracterização da população alvo deste tipo de cursos, para depois
montarmos a estratégia adequada a esses grupos de trabalho. Ora segundo a experiência adquirida por esta Escola
nos últimos 10 anos, os alunos que se inscrevem nestes cursos têm as seguintes características:
-
Têm atrás de si um insucesso escolar continuado, o que os leva a um corte total relativamente ao sistema
da Escola dita normal.
-
Têm frequentemente problemas sociais e familiares graves.
-
Não estão habituados a cumprir regras, tanto na Escola como em casa ou na vida.
-
Com percursos escolares de insucesso e de absentismo às atividades letivas.
-
Vêm para o curso em busca de algo de diferente e que lhes permita concluir o 9º ano (ou outros).
Para colmatar cada um destes pontos, serão necessários programas flexíveis e mais virados para a prática e até para
os gostos pessoais destes alunos, bem como uma equipa pedagógica que seja coerente no aplicar das regras e que
também se debruce sobre os problemas pessoais de cada um.
Posto isto, colocamos em seguida algumas premissas que se consideram fundamentais para o funcionamento
adequado destes cursos.
1- A Equipa Pedagógica é muito importante. Deve ser homogénea e coerente a fazer cumprir regras de
postura logo de início. Também é importante explicar aos alunos/formandos o porquê das regras impostas,
sempre numa perspetiva do mundo do trabalho e da vida. Por exemplo, se eu digo que devem tirar o boné
quando entram, não é só para impor a minha autoridade, mas porque é uma situação a que se devem
habituar para não serem prejudicados numa entrevista ou outra situação profissional.
2- Combate ao insucesso escolar, tentamos acima de tudo motivar os alunos recorrendo a um ensino
preferencialmente prático/experimental, totalmente diferente do currículo dito regular.
Privilegiamos uma aprendizagem mais diferenciada ao nível do saber-fazer, onde as aulas de execução
prática nos permitem chegar mais "perto" dos alunos/formandos.
Envolvemos o grupo/turma numa aprendizagem cooperativa, em que os alunos com mais facilidade e
destreza prática ajudam os seus colegas com mais dificuldades, criando-se desta forma "ambientes
integradores e de partilha de conhecimentos".
Fomentamos o espírito crítico e de reflexão perante os problemas técnicos que surgem e o modo como os
poderemos resolver.
Transmitimos aos nossos alunos/formandos todos os valores essenciais de vivência em sociedade, mas
também aprendemos com eles todas as dificuldades, frustrações e revoltas do seu dia-a-dia.
102
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
3- Assiduidade e Pontualidade são duas das normas mais importantes deste curso. Os atrasos e as faltas
devem sempre ser justificados ao Diretor de Curso e ou DT e ao próprio Formador da disciplina em causa,
do mesmo modo que no mundo do trabalho terão que ser justificadas ao patrão. Todas as justificações são
entregues por escrito ao DC. Esta obrigatoriedade de justificação faz parte de um dos objectivos mais
importantes destes cursos: torná-los responsáveis.
4- Aulas Extras ou Trabalhos de Compensação – Prevê a legislação estas modalidades como forma de
compensar algumas faltas em excesso (os formandos são obrigados a estar presentes em 90% das horas
previstas para cada disciplina). É aqui que vai ser importante a análise das justificações ou não das faltas.
Penso que um aluno que tenha faltado sem qualquer justificação e tenha excedido o limite não deveria ter
direito a continuar. Isto é muito difícil de pôr em prática porque todos nós temos a tendência a dar mais
uma oportunidade e tentar salvar o aluno e o próprio sistema quase obriga a isso.
5- Contacto com os Encarregados de Educação – Com alunos deste tipo, alguns de 18 ou 19 anos de idade, é
costume privilegiar o contacto e o diálogo com os próprios alunos. Os EE são sem dúvida importantes
quando conseguem chegar até eles, o que muitas vezes não acontece. Sem pôr de parte, como é óbvio, o
contacto com os EE, tentamos fundamentalmente adquirir a confiança dos alunos/formandos. A questão
que se põe é que em certas circunstâncias, e depois de adquirir a confiança de alguém a quem eu posso
ajudar, não perderei a sua confiança se falar com os pais? É claro que estamos a falar de situações
especiais, mas será mais um problema para nós nos debruçarmos de futuro, se queremos fazer passar a
mensagem de que estes cursos são mesmo diferentes da Escola dita normal.
6- Programas – Aqui está algo que consideramos estar completamente desajustado para estes cursos. Tanto
os programas como a distribuição horária não têm em conta a realidade. Os programas da área
Tecnológica, pelo seu aprofundamento teórico não são com certeza feitos para alunos deste tipo. Penso
que na área científica, por exemplo a Matemática deverá ser aplicada a cada curso e não ser igual para o
eletricista, administrativo ou jardineiro. Mais uma vez caberá a nós, professores, darmos a volta à situação,
adaptar os programas ao curso e tipo de alunos e sermos flexíveis ao ponto de os ajustarmos durante o
curso sempre que isso dê uma motivação maior aos formandos, mesmo com prejuízo do cumprimento
integral da planificação inicial.
7- Disciplina – Relativamente a este assunto ele não pode ser abordado só ao nível dos cursos CEF e ou
Profissionais, apesar de a taxa de incidência ser significativa. Terá de ser analisado de uma forma global e
em termos estratégicos ser uniforme e sem desvios.
8- De qualquer das formas as situações de indisciplina, desvios comportamentais, consumos de substâncias
ilícitas, que muitas vezes nos criam conflitos em sala de aula são por norma ultrapassados com estratégias
de diálogo e de mediação familiar, envolvendo os seus Encarregados de Educação, chamando-os à escola
para reuniões conjuntas com os seus filhos, quando possível.
Nestas reuniões confrontamos os Pais com os comportamentos dos seus educandos, tentando chegar a
uma concertação apaziguadora que permita uma mudança de atitude do aluno/formando.
103
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 32 – Grupo de Recrutamento de Informática - 550
Disciplina
Pontos Críticos identificados
TIC – 10º
ano


Alunos oriundos de outros
países que nunca trabalharam
com um computador;
Excesso de alunos na turma
que conduz a grupos de 2 ou 3
alunos por computador.
Sugestões de alteração



Apoio sempre que possível mais
individualizado a estes alunos;
Juntar elementos que tenham mais
facilidades de compreensão e de apreensão
dos conteúdos programáticos com estes
alunos, aquando da realização das tarefas
práticas em ambiente aula;
Divisão da disciplina em turnos.
SO – 11º
ano

Em módulos teóricos nota-se
uma maior desmotivação e
desinteresse por parte dos
alunos.

Fazer uma alteração da abordagem
pedagógica dos conteúdos para uma vertente
mais prática com ênfase na auto aprendizagem.
PSI – 10º
ano

Falta de bases a matemática;

Reforço positivo;

Falta de organização e método
de estudo;


Dificuldade na interpretação
dos problemas solicitados;
Juntar os alunos com mais dificuldades aos
elementos que revelem facilidade na
compreensão dos conteúdos
programáticos/resolução dos programas
solicitados;

Falta de raciocínio lógico;


Os alunos provenientes dos
PALOP revelam muitas
dificuldades em perceber o
que lhes é transmitido.
Repetição exaustiva dos
problemas/programas onde sinta que os
alunos têm dificuldades, por forma a que os
alunos compreendam definitivamente os
conteúdos programáticos em questão;

Obrigar os alunos a estudar os
manuais;Mandar trabalhos de casa.
Desmotivação dos alunos em
módulos de carácter mais
teórico;
Dificuldades na interpretação
do enunciado dos problemas;
Falta de hábitos de trabalho
em sala de aula e de estudo.

Introdução de software de simulação nas
unidades mais teóricas;
Introdução de pequenas fichas de trabalho,
após a exposição dos conteúdos, para
consolidação da matéria;
Proposta de trabalhos de grupo.
Dificuldades na recolha e
tratamento de informação em
trabalhos de pesquisa na
Internet;
Falta de hábitos de trabalho
em casa;
Dificuldades na aquisição e
aplicação de conhecimentos
nalguns módulos.

Redes –
11º/12º ano



AC – 10º
ano







Realização de trabalhos de pesquisa em que
é fornecido um reduzido conjunto de fontes;
Realização de TPCs;
Realização de mais testes de avaliação que
incidem sobre menos conteúdos.
104
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
API-B – 12º
ano



PSI – 11º
ano


Dificuldades na aquisição e
aplicação dos conhecimentos
de programação;
Falta de empenho na
realização das atividades na
sala de aula;
Dificuldades na aquisição e
aplicação de conhecimentos
nalgumas unidades.

Alunos com muitos módulos
de PSI do 10º ano em atraso;
Alunos com poucos hábitos de
trabalho em casa (falta de
estudo);






PSI – 12º
ano


Alunos desmotivados face aos
conteúdos de alguns módulos;
Alunos com muitos módulos
em atraso.


2012/2013
Realização de atividades práticas de
programação na sala de aula e em casa;
Elaboração do portefólio de todas as
atividades realizadas na sala de aula;
Realização de mais testes de avaliação que
incidem sobre menos conteúdos.
Barrar a progressão para o 11º ano aos
alunos com mais de 5 módulos em atraso;
Criar planos de recuperação, no 10º ano para
os alunos que não progridem nos módulos;
Aulas de apoio, no 10º e 11º anos, com o
objetivo da recuperar aprendizagens;
Orientar o estudo dos alunos com mais
dificuldades, propondo trabalhos
suplementares e de conclusão fora das aulas
Selecionar módulos de opção relacionados
com a animação gráfica e tratamento de
imagem;
Impedir a progressão para o 12º ano dos
alunos com mais de 6 módulos em atraso em
PSI.
105
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 33 – Grupo de Recrutamento de Artes Visuais - 600
Introdução
As
Artes
Visuais
são
fundamentais
numa
escola,
por
apresentarem
elementos
“diferenciadores” com os quais a instituição pode contar, inserida num mundo onde a cultura
visual se apresenta em importância crescente.
A leitura e a crítica das imagens que nos rodeiam são parte de uma educação visual que
privilegia o individuo como ser crítico e independente. Saber ver ou criticar, pesquisar,
organizar e desenvolver a expressão criativa.
As distintas abordagens e saberes que são proporcionadas aos alunos, desde a fotografia às
criações tridimensionais, ou a outras técnicas no âmbito das artes plásticas, a História da
Cultura e das Artes ou outras disciplinas de caráter prático ou teórico, compreendem saberes
essenciais no processo de “construção” do cidadão como peça fundamental numa sociedade
que se quer humanizada.
O desenvolvimento da criatividade e o poder crítico são ampliados e a pesquisa é incentivada
como modo de aumentar conhecimentos.
Com base nos pressupostos do curriculum de Artes Visuais pretende-se organizar um conjunto
de atividades e saberes de modo a sensibilizar os alunos como público para as indústrias
criativas e para os aspetos histórico/ artísticos ligados ao nosso património, como forma de
desenvolver atitudes e valores.
A autonomia do aluno é uma meta a atingir, a melhor forma de entrar no mundo profissional ou
no prosseguimento de estudos superiores.
As estratégias implementadas no ensino das Artes Visuais na escola são pensadas de modo a
que o aluno acabe o ensino secundário portador de um conjunto de conhecimentos para a vida,
que o diferencie e defina a sua personalidade.
106
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Ensino Básico
Artes Visuais e Ed.
Sucesso/
Estratégias de
Observações
Tecnológica - 7º 8º 9º
Insucesso
melhoria
Relevantes
Dificuldades no saber estar /
saber fazer pelo facto de
existirem, por parte dos alunos,
dificuldades
ao
nível
da
concentração.
2012/2013
Responsabilização
dos encarregados de
educação pela falta
de materiais dos
educandos,
utilizando os meios
disponíveis:
Caderneta do aluno
e diretor de turma.
Ed. Tecnológica
7º ano - 65% Positivas
35% Negativas
Desinteresse pela apresentação
dos materiais necessários ao
trabalho nas disciplinas.
8º Ano – 86% Positivas
14% Negativas
Ed. Visual
Os equipamentos degradados e
em falta, sobretudo devido à
situação da escola no que se
refere às suas obras de
intervenção.
7º ano - 57% Positivas
43% Negativas
Exigir o
cumprimento de
prazos de entrega de
trabalhos/exercícios.
8º Ano – 88% Positivas
12% Negativas
9º Ano – 100% Positivas
Grande heterogeneidade de
alunos nas disciplinas no que
respeita às competências no
domínio das artes visuais.
Alteração da planta
da sala de aula,
quando tal for
exequível.
Grande dificuldade
de armazenamento
dos materiais dos
alunos devido à
falta de condições
para tal, pelo
facto da escola se
encontrar em
obras de
renovação dos
espaços.
0% Negativas
Proceder a
avaliações sumativas
ou qualitativas das
diferentes fases dos
trabalhos /exercícios
ao longo de todo o
período escolar.
Pouca valorização atribuída às
disciplinas
no
âmbito
do
Currículo Nacional do Ensino
Básico.
107
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Ensino Secundário Profissional
Expressão Plástica
Comunicação Gráfica e
Audiovisual
Sucesso/
Estratégias de
Observações
Insucesso
melhoria
Relevantes
As turmas dos Cursos
Profissionais, cujos
conteúdos são
organizados por
módulos, apresentam
algumas dificuldades
na compreensão das
matérias dadas. O
insucesso apresentado
reflete a falta de
hábitos de trabalho
dos alunos e o
facilitismo com que
muitos dos alunos
encaram este tipo de
escolaridade. Desta
forma, os alunos não
investem o suficiente
na consolidação de
alguns módulos.
Verifica-se que os
módulos que
apresentam maior
sucesso são os que
refletem uma maior
componente prática.
Proceder a uma
criteriosa seleção
dos alunos a
ingressar nos cursos
profissionais, de
acordo com as suas
aptidões, vocações e
interesses.
Os
equipamentos
degradados e
em falta,
sobretudo
devido à
situação da
escola no que
se refere às
suas obras de
intervenção,
existindo
problemas ao
nível dos
espaços para
arquivo e
armazenamento
de materiais,
equipamentos e
trabalhos;
Comunicação, Marketing,
Relações Públicas e
Publicidade
Grande heterogeneidade dos
alunos que ingressam nos cursos
por alternativa e não por
opção.
Consequentemente,
desconhecem
o
conteúdo
curricular dos cursos e das
respetivas disciplinas.
O
pouco
empenho
e
intervenção dos alunos na
aquisição e apresentação de
conhecimentos pelo facto de
estes considerarem que estes
cursos
apresentam
maior
facilidade
ao
nível
das
aprendizagens.
Os materiais apresentados para
trabalho em sala de aula nem
sempre são adquiridos pelos
alunos, o que dificulta a
aquisição das aprendizagens e o
desenvolvimento dos objetivos
previstos nas disciplinas.
Grande parte
dos
alunos
consideraram ser função da
escola o fornecimento dos
materiais necessários para as
disciplinas.
Esclarecer
previamente os
alunos acerca dos
curricula dos cursos
Obrigatoriedade no
cumprimento dos
conteúdos
curriculares em
prazos estipulados
para o efeito.
Obrigatoriedade de
aquisição dos
materiais/equipamentos necessários
às disciplinas dos
cursos.
Proceder a
avaliações
sumativas ou
qualitativas das
diferentes fases dos
trabalhos/
exercícios ao longo
de todo o período
escolar.
Desajuste dos
conteúdos
curriculares dos
cursos ao número
de horas a lecionar
nos diferentes
módulos.
Repetição de
conteúdos nos
diferentes módulos
/ disciplinas dos
diferentes cursos.
108
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Ensino Secundário Cientifico Humanístico
Desenho A e Oficina de Artes
Grande
heterogeneidade
no
desenvolvimento das aprendizagens da
disciplina
relativamente
às
competências no domínio das artes
visuais, pelo facto de muitos alunos
procurarem o curso por alternativa e
não por opção.
Os equipamentos degradados e em
falta, sobretudo devido à situação da
escola no que se refere às suas obras
de intervenção, existindo problemas
ao nível dos espaços para arquivo e
armazenamento
de
materiais,
equipamentos e trabalhos.
Os materiais apresentados para
trabalho em sala de aula nem sempre
são adquiridos pelos alunos, o que
dificulta
a
aquisição
das
aprendizagens e o desenvolvimento
dos
objetivos
previstos
nas
disciplinas.
Os projetos organizados pelo grupo,
como forma de motivação, baseiamse em conteúdos programáticos que
os alunos devem assimilar tendo em
vista
as
aprendizagens
que
contemplam as metas do secundário.
As visitas de estudo ou aulas de
desenho no exterior, funcionam como
meio de acrescentar conhecimentos
in loco, aos alunos e desenvolver a
curiosidade pelo meio envolvente.
Sucesso/
Estratégias de
Observações
Insucesso
melhoria
Relevantes
As estratégias a
adotar passam pela
obrigatoriedade no
cumprimento dos
conteúdos
curriculares em
prazos estipulados
para o efeito.
Grande dificuldade
de armazenamento
dos materiais dos
alunos devido à
falta de condições
para tal, pelo
facto da escola se
encontrar em
obras de
renovação dos
espaços.
Desenho A
2012/2013
(1º Período)
10º Ano E
100% - Sucesso
0% - Insucesso
11º Ano E
100% - Sucesso
0% - Insucesso
12º Ano E
100% - Sucesso
0% - Insucesso
Exames Nacionais
2011
CIF 15
Reprovações 1%
2012
CIF 15
Reprovações 0%
Oficina de
Artes
2012/2013
(1º Período)
12º Ano E
100% - Sucesso
0% - Insucesso
Fomentar a
autonomia e o
pensamento crítico
dos alunos.
Proceder a
avaliações sumativas
ou qualitativas das
diferentes fases dos
trabalhos /exercícios
ao longo de todo o
período escolar.
Em Desenho A, os
alunos deverão
realizar provas tipo
de exames nacionais
ao longo do ciclo da
disciplina.
Falta de
equipamentos e
programas
informáticos
específicos para as
Artes Visuais
Os resultados
desta disciplina
têm sido bons e
nos exames as
notas refletem o
trabalho
executado durante
o ano letivo.
Frequência dos
apoios escolares
semanais da
disciplina,
disponibilizados pela
escola e marcados
nos horários
escolares.
Os eventos / exposições em que
participam pretendem contribuir
para desenvolver o gosto e fruição
pelas atividades culturais em especial
109
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
as artísticas.
Na disciplina de Desenho A realizamse com alguma frequência testes de
exame de anos anteriores para a
preparação do exame final obrigatório
da disciplina.
Falta de assiduidade aos apoios
escolares semanais da disciplina.
Geometria Descritiva A
Os alunos apresentam falta de
competências básicas nos domínios
da expressão gráfica, do rigor de
execução gráfico, da apropriação
espacial e da compreensão dos
conteúdos e matérias da disciplina.
Sucesso/
Estratégias de
Obs.
Insucesso
melhoria
Relevantes
2012/2013
(1º Período)
10º Ano
74% - Sucesso
26% - Insucesso
11º Ano
Manifesta ausência de hábitos e
métodos regulares de trabalho,
assim como uma significativa e
contínua
incapacidade
de
concentração,
empenho
e
envolvimento nas atividades letivas.
53% - Sucesso
47% - Insucesso
Exames Nacionais
2010/11 (1ª Fase)
CIF
Apresentam
dificuldades
na
interpretação e compreensão dos
enunciados dos exercícios. Apesar
das dificuldades na utilização da
linguagem técnica e específica da
disciplina, também fazem uma má
utilização da Língua Portuguesa.
Exame
13,43
7,71
Reprovações
16%
2011/12 (1ª Fase)
CIF
A diversificação das estratégias
aplicadas em sala de aula procuram
visar a melhoria das classificações e a
ultrapassagem de dificuldades, bem
como a preparação o exame final
obrigatório da disciplina.
Falta
de
assiduidade
aos
apoios
Exame
14,33
7,89
Reprovações 15%
Incentivar e valorizar
os hábitos e métodos
de trabalho.
Promover o
desenvolvimento da
visualização
espacial.
Estimular a
elaboração de
sínteses acerca dos
conteúdos e
matérias lecionadas.
Diversificar as
aprendizagens nas
temáticas mais
complexas.
Favorecer o ensino
pela descoberta e
recorrer a atividades
que permitam a
integração dos temas
na realidade e o
desenvolvimento da
linguagem específica
da disciplina.
Reforçar a
autoavaliação.
Fomentar a
autonomia e o
pensamento crítico
dos alunos.
Frequência aos
apoios escolares
110
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
escolares semanais da disciplina.
2012/2013
semanais da
disciplina,
disponibilizados pela
escola e marcados
nos horários
escolares.
Responsabilizar os
encarregados de
educação pela falta
de materiais dos
educandos,
utilizando os meios
disponíveis, bem
como pelo
incumprimento das
tarefas propostas
para casa e ausência
aos apoios escolares
da disciplina.
111
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 34 – Grupo de Recrutamento de Educação Física - 620
Situação de partida
Caracterização do Grupo de Recrutamento de Educação Física




Um grupo de professores homogéneo com formação de reconhecida qualidade;
Composto por professores com diferentes percursos de desenvolvimento profissional, o que
constitui um importante requisito para a formação intra grupo;
Globalmente apresenta um bom clima quanto ao relacionamento interpessoal;
Aproveitamento diminuto dos desempenhos de cada profissional no sentido da otimização do
desempenho do grupo.
Constrangimentos





A descontinuidade, e mesmo contradição relativamente às orientações (pedagógico burocráticas)
definidas pelos diferentes níveis da hierarquia contribuem para a insegurança e frustração dos
profissionais e comprometem o seu desenvolvimento profissional;
A sobrecarga burocrática que tem sido colocada nos diferentes domínios da avaliação desvia os
profissionais da sua principal função (conduzir de forma proficiente o processo ensino
aprendizagem);
O facto de não haver um fim à vista para a conclusão das obras da escola gera um enorme
desalento nos profissionais que ainda acreditam na importância da sua função e tem um forte
impacto na degradação das relações interpessoais no seio da comunidade escolar. A educação
física é fortemente afetada por esta realidade.
A permanente rotatividade dos professores contratados obriga a uma sobrecarga de trabalho dos
professores com responsabilidade de gestão pedagógica intermédia, o que, ano após ano, conduz
a algum desgaste. Quando um jovem professor, finalmente, assimilou uma determinada forma de
intervir no processo educativo parte para outra realidade educativa.
As características da população escolar são também, naturalmente, um constrangimento para o
sucesso. Destacamos a excessiva concentração de alunos problemáticos na nossa escola, o menor
gosto pelo movimento resultante do seu estilo de vida e consequente baixa literacia motora.
Análise dos dados da avaliação dos últimos anos



Resultados globais bons. Não são conhecidos casos de alunos que não tenham concluído o ensino
secundário devido ao insucesso na disciplina de educação física.
Situações pontuais de Insucesso devidamente identificadas, com alguma incidência no ensino
básico e particularmente nos cursos profissionais e nos módulos teóricos.
Ainda assim um número significativo de alunos apresenta alguns défices, particularmente no
âmbito da condição física.
112
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Razões que podem explicar a situação




O sucesso pode ser explicado fundamentalmente pela conjugação de dois fatores, o
desempenho/esforço dos professores e a pressão social para o sucesso na disciplina, motivada
em parte pela pouca importância dada à mesma por uma parte significativa da nossa sociedade.
Não são conhecidos casos de alunos que não tenham concluído o ensino secundário devido ao
insucesso na disciplina de educação física.
Insucesso baixo e coincidente com o insucesso desses alunos nas outras disciplinas,
particularmente no ensino básico.
Situações pontuais devidamente identificadas e relacionadas com a colocação tardia de
professores e substituição repetida no decorrer do mesmo ano letivo e ainda com turmas
específicas dos Cursos Profissionais, em que o insucesso (número de módulos não concluídos) é
generalizado a todas as disciplinas.
Situações anómalas em determinadas turmas dos cursos profissionais, relativas aos módulos
teóricos, justificável em parte pela recusa e/ou incapacidade de realização de trabalhos
individuais de forma autónoma (ainda que com todas as indicações dadas pelos respetivos
professores).
Objetivos



Dar continuidade e um maior enfase aos projetos no âmbito do Desporto Escolar, pois estes
tornaram-se num importante fator da vitalidade da nossa escola. Tendo contribuído
significativamente para enriquecer a cultura física de um significativo número de alunos e, de
alguma forma, projetado positivamente a imagem da nossa escola no exterior.
Independentemente das questões relacionadas com a avaliação final quantitativa pretende-se
melhorar a prestação motora dos alunos nas diferentes modalidades desportivas abordadas nas
aulas e em particular a sua condição física. Por esta via queremos que todos os alunos, ou um
número próximo do total, se posicionem na chamada “Zona Saudável”.
Promover a criação de hábitos de vida saudável, através do fomento do gosto pelas atividades
físicas e desportivas, como forma de combater o sedentarismo, o consumo de álcool, tabaco e
outras substâncias, que estão cada vez mais enraizadas na população jovem.
Estratégias para a melhoria
De carácter geral:


Promover uma estratégia concertada em conjunto com toda a comunidade escolar e local, no
sentido de pressionar as entidades competentes, com vista à conclusão urgente das obras;
Conjugar todos os esforços no sentido de delinear uma estratégia com vista a conseguir captar
uma população escolar mais equilibrada nos planos sócio- económico e cultural;
113
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC



2012/2013
Contribuir de forma séria e empenhada na tomada de posições que possam influenciar o
Ministério da Educação no sentido de substituir/reformular o atual modelo de formação e de
avaliação de professores por um modelo justo, funcional, que favoreça a cooperação e promova
os aspetos saudáveis que a competição pode despoletar.
Não sobrecarregar os professores com tarefas pouco efetivas que assentam em modelos
pedagógicos de eficácia não comprovada
Reequacionar a política de reequipamento e aquisição de outros materiais, de forma a
contemplar as efetivas necessidades dos diferentes grupos de recrutamento e da escola em geral.
De carácter específico:






Nas aulas de educação física centrar mais as preocupações na melhoria da condição física e no
combate à obesidade;
Operacionalizar e dignificar a formação dos professores no plano intra grupo;
Melhorar a adequação das unidades didáticas de referência (elaboradas em função do currículo
nacional e da realidade global da escola) à realidade específica de cada turma;
Tentar ganhar os alunos “resistentes” à disciplina de educação física através de alterações
curriculares (ajustamento do grau de exigência técnica) sem descurar as metas da disciplina, bem
como da criação de um clima de empatia que desenvolva a autoconfiança do aluno quanto às
suas capacidades;
Reforçar a importância do cumprimento das regras no espaço de aula bem como a da
pontualidade. Ser exigente quanto às atitudes dos alunos;
Ter uma preocupação constante com o tempo de prática dos alunos e com o dispêndio
energético.
Recursos



Melhoria dos espaços envolventes e criação de espaços destinados à prática informal de
atividades de caracter desportivo.
Instalações - melhorar a qualidade dos espaços de aula e sua polivalência; melhorar a qualidade
dos espaços comuns (balneários, gabinetes, arrecadações, etc.).
Equipamentos – aquisição de alguns equipamentos e material de desgaste rápido e ainda a
recuperação de algum do equipamento existente.
Avaliação

Propomos a criação de um modelo integrado de avaliação que contemple não só os diferentes
grupos disciplinares como também as restantes estruturas existentes na escola. Esta avaliação
deverá assentar em alguns dos pressupostos que se seguem:
o Avaliação contínua com balanços parcelares.
o Simples e eficiente (atingir os objetivos propostos com o menor custo possível,
nomeadamente em termos temporais).
114
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Plano Curricular do Grupo de Recrutamento
Níveis de Conteúdos por Ano de Escolaridade
7ºAno
8º Ano
9º Ano
10º Ano
11º Ano
12º Ano
MATÉRIAS NUCLEARES
Basquetebol
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Voleibol
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Badmington
Introdutório
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
Elementar
Atletismo
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
+ parte
Elementar
Introdutório
Elementar
Elementar
Elementar +
parte Avançado
Elementar + parte
Avançado
Dança *
Introdutório
Introdutório
Introdutório
Introdutório
ou
Elementar
Introdutório ou
Elementar
Introdutório ou
Elementar
Corfebol
Introdutório
Corrida de
Orientação
Introdutório
Judo
Introdutório
Rugby
Adaptado
Introdutório
Introdutório
ou
Elementar
Introdutório
ou
Elementar
Introdutório
ou
Elementar
Introdutório
ou
Elementar
MATÉRIAS ALTERNATIVAS
Introdutório
Introdutório
Introdutório ou
ou
ou
Elementar
Elementar
Elementar
Introdutório
Introdutório
Introdutório
ou
ou
ou Elementar
Elementar
Elementar
Introdutório
Introdutório
Introdutório
ou
ou
ou Elementar
Elementar
Elementar
Introdutório
Introdutório
Introdutório
ou
ou
ou Elementar
Elementar
Elementar
Andebol
Futebol
Ginástica Solo
Ginástica
Aparelhos
( Conforme as
danças)
Introdutório ou
Elementar
Introdutório ou
Elementar
Introdutório ou
Elementar
Introdutório ou
Elementar
115
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
3º Ciclo do Ensino Básico
Matérias de Ensino por Ano de Escolaridade
7º Ano
8º Ano
Matérias Nucleares
9ºAno
Voleibol
Andebol
Futebol
Basquetebol
Ginástica
Atletismo
Badmington
Dança
Voleibol
Voleibol
Andebol
Andebol
Futebol
Futebol
Basquetebol
Basquetebol
Ginástica
Ginástica
Atletismo
Atletismo
Badmington
Badmington
Dança
Dança
Condição Física
Uma Matéria Alternativa - Corfebol, Râguebi, Judo ou
Corrida de Orientação
Ensino Secundário
Matérias de Ensino por Ano de Escolaridade
10º Ano
11º Ano
12ºAno
Matérias Nucleares
Voleibol
Andebol
Futebol
Basquetebol
Ginástica
Atletismo
Badmington
Dança
Andebol
Basquetebol
Ginástica ou
Atletismo
Badmington
Dança
Alternativa
Voleibol
Futebol
Ginástica ou
Atletismo
Badmington
Dança
Alternativa
Condição Física
*1 ou 2 Matérias Alternativas - Corfebol,
Râguebi, Judo ou Corrida de Orientação
*Nos casos em que se optar por dar duas matérias alternativas, em
termos formais, conta apenas como uma matéria para efeitos da
avaliação final dos alunos.
116
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Estrutura Modular dos Cursos Profissionais
10º Ano
11º Ano
12º Ano
Jogos Colectivos
M1- Basquetebol
M6- Voleibol
M11-Futebol/Andebol
Módulos – 1,6,11
Elementar
Elementar
Elementar
7 Blocos
7 Blocos
7 Blocos
Ginástica
M2-Ginástica 1
M7-Ginástica 2
M12-Ginástica 3
Módulos – 2,7,12
Solo - Introd.
Solo - Elementar
Acrobática
1 Aparelho
1 Aparelho (outro)
Introdução
Mini-Trampolim
Plinto/Trave
Introdução
Introdução
7 Blocos
7 Blocos
Outras Modalidades
M3-Atletismo
M8-Badmington
Módulos – 3,8
Elementar
Elementar
7 Blocos
7 Blocos
5 Blocos
Natureza
M13-Act. Natureza
Módulo - 13
C. Orientação
Elementar
4 Blocos
Dança
M4-Dança 1
M9-Dança 2
M-14Dança 3
Módulos – 4,9,14
Introdução
Introdução (outra)
Elementar ou Introdução
4 Blocos
4 Blocos
(outra)
4 Blocos
Conhecimentos
M5
M10
M15
Teóricos
Obj. 1,2,3 do P.N.
Obj. 4,5 do P.N.
Obj. 6,7 do P.N.
Módulos – 5,10,15
3 Blocos
3 Blocos
3 Blocos
Aptidão Física
M16 *
M16 *
M16 *
Módulo – 16
5 Blocos
5 Blocos
5 Blocos
NOTA: Os professores, em função da avaliação das respetivas turmas, podem optar por em cada uma das
matérias dar mais um, ou menos um bloco de aulas, desde que cumpram o total, previstos para cada um
dos anos (10º e 11º - 33 blocos; 12º - 28 blocos).
* Módulo Trianual mas que só é objeto de avaliação formal no 12º ano.
117
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
ANEXO 35 – Biblioteca Escolar
O modelo de biblioteca escolar estabelecido pela Rede de Bibliotecas Escolares em que a biblioteca (BE)
da ESMC se integra desde 2000 confere a esta um papel muito central na vida da escola. A biblioteca e os
outros órgãos são desafiados a interagir no sentido de promoverem uma formação de melhor qualidade,
mais consentânea com as exigências que se colocam aos cidadãos na sociedade do conhecimento e da
informação.
A biblioteca tem como missão servir o currículo mas, cada vez mais, também é desafiada para outras
ações / inter (in) venções, sendo responsável por parte significativa do currículo oculto. Deste modo,
desempenha um papel importante no aprofundar do currículo e em atividades extracurriculares que
potenciem o conhecimento, o estudo e a criatividade.
Além disso, procura favorecer com o seu trabalho o desenvolvimento nos alunos, de um leque de valores
e de atitudes indispensáveis à cidadania e à aprendizagem ao longo da vida. Se conseguirmos contribuir
um pouco para o “aprender a aprender”, para a valorização da nossa cultura e da cultura do outro,
estaremos a ajudar a criar cidadãos potencialmente mais responsáveis, livres e felizes.
Sensibilizar a comunidade educativa para a mais-valia da utilização da biblioteca e mobilizá-la para uma
maior interação são também objetivos importantes da sua ação.
Neste documento, através dos vários domínios de intervenção do modelo das bibliotecas escolares,
explicita-se de que forma se pode concretizar a ação da biblioteca na escola e a sua relação com os
diferentes programas e disciplinas.
Domínio A
Apoio ao Desenvolvimento Curricular
Articulação Curricular da BE com as estruturas de Coordenação Educativa e os Docentes
A biblioteca colabora e está aberta a maior colaboração com:





o Conselho Pedagógico de forma a integrar-se no projeto educativo, no regulamento interno, nos
planos de atividades e, através dele, interagir e comunicar com as outras estruturas da escola.
os departamentos curriculares/grupos disciplinares para conhecer os diferentes currículos e
programas, de forma a apoiar e integrar as suas planificações.
o Conselho de Diretores de Turma, os Diretores de Turma, o Grupo de Coordenação dos Cursos
Profissionais, de forma a apoiar e integrar os seus planos e projetos.
os responsáveis de apoios educativos e especializados de forma a apoiar a sua ação de diversas
formas.
os docentes, no âmbito das suas atividades letivas e não letivas, desenvolvidas de forma autónoma ou
em parceria com a BE.
118
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC

2012/2013
os diferentes Planos e Projetos de nível nacional e internacional: Projetos de TIC, Plano Nacional de
Leitura, Projeto Educação para a Saúde em Meio Escolar, Centro Novas Oportunidades, Projeto
Comenius, PIEF, TEIP e outros que surjam e a escola intervenha.
Esta colaboração e abertura efetua-se através:








da identificação de necessidades documentais que se tentam suprir, avaliação do acervo,
identificação de listagens bibliográficas ou informacionais específicas, contributos para o DIIGO,
desenvolvimento de atividades que motivem, projetem ou divulguem as atividades de âmbito
curricular ou relacionadas e também dos projetos.
do trabalho com os docentes, na concretização das atividades curriculares desenvolvidas nos espaços
ou com recursos da BE. A BE acolhe e desenvolve atividades curriculares no seu espaço principal ou
em sala de aula.
do fornecimento de material de apoio à realização da atividade de sala de aula: obras de referência,
obras específicas em diferentes suportes, computadores portáteis e outros materiais.
do incentivo ao empréstimo domiciliário (a alunos e docentes ).
disponibilização do blogue da biblioteca aos docentes para o potenciaram na suas atividades
curriculares; nele se disponibiliza o DIIGO (ferramenta de recursos da internet por temas/assuntos),
guiões, tutoriais, e outros materiais que os docentes queiram incluir, etc. Também se disponibiliza o
catálogo bibliográfico, fundamental à gestão da informação a obter e que a biblioteca tem vindo a
ampliar intensivamente.
da promoção e dinamização do clube de jornalismo, produzindo o jornal da escola, foto e vídeoreportagem, incentivando a participação de todas as disciplinas, projetos e setores da escola.
da promoção e apoio a atividades com forte ligação ao currículo (semanas das disciplinas na
biblioteca), exposição de trabalhos em diversos suportes, comemorações (Dias das Línguas Europeia,
das Bibliotecas, da Língua Materna, da Mulher, da Europa, da Poesia, da Diversidade Cultural, o Natal,
etc.), desenvolvimento de temas (Mês dos Afetos, Semana da Leitura - o Mar), promoção e/ou
realização de concursos (Faça lá um Poema, Eu escrevo-Ler o Mar, outros do PNL / RBE / CMA /
outros), comunidade de leitores “Leitura e Companhia”- com sessões de leitura /reflexões sobre
leituras / encontros com escritores.
do apoio à produção de materiais/instrumentos que facilitam o desenvolvimento de atividades do
currículo (listas bibliográficas, maletas pedagógicas, guiões de pesquisa, dossiês temáticos, fichas de
leitura).
Esta colaboração e abertura concretizam-se:


pela presença da Professora Bibliotecária (PB) no Conselho Pedagógico, pela presença da PB ou
outros elementos da Equipa nas reuniões de Departamento e /ou Grupo, Conselhos de Diretores de
Turma / Conselhos de Turma / Coordenação de Cursos Profissionais /reuniões de outros órgãos, pela
interação em contexto individual / informal com os docentes.
pelo contributo e interligação com o currículo potenciados pelos professores da equipa e
colaboradores da Biblioteca.
119
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
Promoção das literacias da Informação, Tecnológica e Digital














A BE organiza atividades de formação de utilizadores e apoia, no dia-a-dia, os utilizadores, tanto
individualmente como em grupo.
A BE organiza atividades de literacia da informação em articulação com professores/turmas.
Têm sido disponibilizadas na BE, por elementos da equipa de Apoio Informático Pedagógico e
Técnico - EAIPT, sessões sobre literacia digital e horas de atendimento aos utilizadores para
retirar dúvidas nesse âmbito.
Promoção junto dos professores de formação no âmbito da literacia estatística.
A BE apoia diariamente o desenvolvimento de competências em TIC dos seus utilizadores.
A BE acolhe a semana das disciplinas de Informática.
A BE divulga e promove atividades e formação sobre a utilização segura da Internet, tanto
para alunos como para professores e pais (ações da CMA).
A BE desenvolve ação pró-ativa no sentido de sensibilizar para as questões da literacia da
informação e da necessidade de reflexão/adoção de modelos de pesquisa. Disponibiliza no
blogue os modelos divulgados no site da RBE e sensibiliza para a importância do DIIGO que
pode e deve ser ampliado com a colaboração dos professores e das diferentes áreas
curriculares.
Promovem-se, apoiam-se e divulgam-se ações de educação para os media e
iniciativas/atividades que solicitam a utilização de atividades de pesquisa e produção da
informação através das TIC (jornal, vídeo e fotoreportagem, produção,
exposição/divulgação/projeção de trabalhos das disciplinas, participação no Dia dos Media).
Disponibilização do serviço de fornecimento dos computadores portáteis à escola,
viabilizando a utilização das TIC no contexto de sala de aula a toda a escola.
Disponibilização do parque informático fixo e acesso à Internet, com um elevado índice de
utilização (turmas e individual).
Aumento progressivo e intensivo do catálogo informatizado, com atualizações regulares junto
da RBE para disponibilização on-line atualizada.
No seu blogue “Bib + no Monte”, a BE disponibiliza o catálogo bibliográfico, o DIIGO, acesso
a guiões de pesquisa e tutoriais. Pretende-se que o blogue venha a constituir-se uma
importante ferramenta pedagógica e interativa, ao serviço da escola, na promoção das
diferentes literacias e das aprendizagens em geral.
A BE utiliza o e-mail para comunicar com os utilizadores, tem favorecido a disseminação de
utilização do e-mail institucional junto dos professores e de outras ferramentas da internet.
Domínio B
Leitura e Literacia
Sendo a leitura uma competência transversal a todo o currículo, o trabalho da biblioteca na promoção da
leitura e estímulo à leitura junto da comunidade educativa concretiza-se:

procurando disponibilizar uma coleção variada, adequada ao currículo e também aos
interesses e outras necessidades dos utilizadores;
gostos,
120
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC







2012/2013
procurando divulgar a coleção e incentivar o seu uso através do boletim “Novidades na Bib”, do
blogue, de mostras, de listagens específicas a projetos ou conteúdos;
no desenvolvimento de ações formativas que ajudem a desenvolver as competências na área da
leitura, da escrita e de outras literacias (comunidade de leitores, maratonas de leitura, encontros
com escritores, mostras bibliográficas, sugestões de leituras no blogue; atividades do clube do
jornalismo – jornal, blogue, vídeo e fotorreportagem; ateliers de escrita criativa e outros);
na promoção da leitura presencial, colaborando nas escolhas dos alunos, nomeadamente nos
“contratos de leitura” de Português e no incentivo ao empréstimo domiciliário;
pela forte implicação na conceção e organização das ações do PNL, procurando a articulação com as
atividades de sala de aula.
no incentivo à leitura informativa, apostando na aquisição desse tipo de documentação e procurando
desenvolver atividades/ações que articulem com os departamentos curriculares a esse nível.
no incentivo à leitura em ambientes digitais, através da internet, do blogue da biblioteca, na
disponibilização de acesso a bibliotecas digitais através do DIIGO.
na reflexão que procura suscitar na escola sobre a importância do desenvolvimento da leitura e
diferentes literacias.
Domínio C
Projetos, parcerias e atividades livres e de abertura à comunidade escolar
Apoio a atividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular


A biblioteca apoia as atividades livres de leitura, pesquisa, estudo e execução de trabalhos escolares
que os alunos realizam fora do horário letivo e dos contextos formais de aprendizagem.
Os alunos encontram na biblioteca um conjunto de possibilidade e propostas de atividades em que
podem ocupar os seus tempos livres de forma construtiva, criativa e enriquecedora e que lhes
permite desenvolver competências variadas e de cidadania, o gosto pelas artes, cultura, ciência
(leitura, filmes, jogos, clube de jornalismo, “alunos monitores”). Por outro lado, podem usufruir de
um programa de animação cultural com certa regularidade, consistência e muitos desafios.
Projetos e Parcerias

A biblioteca desenvolve o seu trabalho procurando ter iniciativa e/ou estar implicada em projetos de
parceria na comunidade educativa. Destaca as parcerias com alguns grupos disciplinares, com o
Centro de Formação AlmadaForma (nomeadamente no âmbito do Projeto ALREP- Almada Referencial
do ensino do Português-Língua, Cultura e Cidadania), com o Centro Novas Oportunidades -CNO.

Como já foi referido a biblioteca está fortemente implicada nas ações do Plano Nacional de Leitura e
aberta à colaboração com outros Projetos, concretamente: Comenius, Jogos Matemáticos, Projeto de
Saúde em Meio Escolar, Clube de Jornalismo, USALMA e outros.

O trabalho estabelecido com as outras bibliotecas escolares no âmbito de CIBE (Coordenação
Interconcelhia para as Bibliotecas Escolares /RBE), do SABE (Serviços de Apoio às Bibliotecas
Escolares) e da própria Biblioteca Municipal e Câmara Municipal beneficia o trabalho da biblioteca e
121
Plano de Desenvolvimento do Currículo da ESMC
2012/2013
dos serviços prestados, cria desafios e propostas de atividades, fortalecendo laços e contextualizando
a ação da biblioteca e da escola no seu meio.
Domínio D
Gestão da Biblioteca
(este domínio é mais instrumental/logístico; facilita a compreensão dos principais aspetos que facilitam
ou dificultam a ação da biblioteca)
Integração com a Escola




A integração da Professora Bibliotecária no Conselho Pedagógico cria condições facilitadoras de
articulação da biblioteca com a escola.
Os documentos estruturantes da escola comtemplam a BE e o seu contributo na promoção do
sucesso escolar e como um polo de dinamização cultural da escola.
A biblioteca funciona no período diurno mas ainda não conseguiu condições de abertura à noite, num
horário contínuo, apesar de serem prestados alguns serviços.
A biblioteca implementa um sistema de autoavaliação contínuo, segundo o Modelo de Avaliação para
as Bibliotecas escolares. Os utilizadores e os órgão de gestão e administração são envolvidos nesta
avaliação. Os resultados são divulgados aos diferentes órgãos.
Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços


A biblioteca possui uma equipa liderada pela professora bibliotecária e um grupo de três professores
com o apoio de uma assistente operacional. Um grupo de professores colaboradores e voluntários
(professores aposentados e os alunos monitores) apoiam a prestação do serviço. No entanto, a
dificuldade com que a escola se debate em relação ao número de assistentes operacionais dificulta a
ação da biblioteca.
A BE tem sofrido alguns constrangimentos ao nível das instalações e equipamentos, resultantes das
obras da Parque Escolar e do facto da escola ter sido retirada do Plano Tecnológico de Educação-PTE.
Deste modo, ficou sem a sala anexa à Biblioteca o tem um parque informático deficiente o que tem
afetado o desenvolvimento das atividades de pesquisa em contexto de turma e o trabalho ao nível
das literacias da informação, tecnológica e digital.
Gestão da coleção/informação

Existe uma política documental interna. A coleção tem vindo a ser atualizada e adaptada às
necessidades dos utilizadores e do currículo. O catálogo informatizado tem vindo a ser ampliado e
está acessível on line. Procura-se a divulgação da coleção a sua utilização, tanto em contexto livre
como nas práticas de ensino-aprendizagem.
122
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