ISSN 0079-4139
Agricultura,
Floresta e Pescas
F
tema
Estatísticas Agrícolas
Agrícolas
Estatísticas
2007
Ano de edição 2008
2
FICHA TÉCNICA
Título
Estatísticas Agrícolas 2008
Editor
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
Av. António José de Almeida
1000-043 Lisboa
Portugal
Telefone: 21 842 61 00
Fax: 21 844 04 01
Presidente do Conselho Directivo
Alda de Caetano Carvalho
Design, Composição e Impressão
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
Tiragem
400 exemplares
ISSN 0079-4139
ISBN 978-989-25-0014-0
Depósito Legal nº 90072/95
Periodicidade Anual
Preço: € 12,00 (IVA incluído)
O Quadro 2 da página 42 foi actualizado em 8-11-2010
O Quadro 17 da página 51 foi actualizado em 14-09-2009
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© INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2009 *
Estatísticas
Agrícolas
A reprodução
de 2008
quaisquer páginas desta obra é autorizada, excepto para fins comerciais, desde que
mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição, e a referência Lisboa-Portugal.
3
A publicação “Estatísticas Agrícolas 2007” apresenta a mesma estrutura da edição anterior. Salienta-se apenas
que o capítulo dedicado à Qualidade e Segurança Alimentar, foi complementado com informação da Autoridade
de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), relativa a acções de controlo e fiscalização. Todavia não se
divulga a informação relativa aos produtos tradicionais certificados por não ter sido enviada informação actualizada,
em tempo útil, pelo Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP) do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento
Rural e Pescas (MADRP). Informa-se igualmente que os dados estatísticos relativos à agricultura em modo de
produção biológico encontram-se desagregados segundo a antiga nomenclatura agrária, dada a impossibilidade
do GPP apurar esta informação de acordo com a nomenclatura agrária actualmente em vigor.
O Instituto Nacional de Estatística agradece a todos os que contribuíram para a concretização desta publicação,
em especial aos agricultores que responderam aos nossos inquéritos, bem como ao Gabinete de Planeamento
e Políticas do MADRP, à Direcção-Geral dos Recursos Florestais, à Direcção-Geral de Veterinária, ao Instituto
da Vinha e do Vinho, à Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, às Direcções Regionais de
Agricultura e Pescas, ao Serviço Regional de Estatística dos Açores, à Direcção Regional de Estatística da
Madeira e a todas as entidades que facultaram informação em tempo oportuno.
Acreditando que a crítica construtiva serve de estímulo para o aperfeiçoamento e a melhoria da qualidade do
trabalho estatístico, o INE agradece todas as sugestões formuladas pelos utilizadores que possam contribuir
para a valorização da informação sobre o sector agrícola.
Julho de 2008
Estatísticas Agrícolas 2007
NOTA INTRODUTÓRIA
4
RESUMO
A publicação “Estatísticas Agrícolas 2007” divulga um conjunto de informação relativa à agricultura, bem como a
alguns sectores da economia nacional relacionados com o sector agrícola.
Os 99 quadros divulgados incluem assuntos tão diversificados como a produção agrícola, apresentada através
dos temas: “Produção vegetal”, “Produção animal” e “Produção florestal”; a economia agrícola, analisada através
das “Contas económicas da agricultura”, “Contas económicas da silvicultura” e “Preços e índices de preços na
agricultura”; a Estrutura das explorações agrícolas e o Comércio internacional, entre outros temas. O primeiro
capítulo apresenta uma análise relativa à evolução em 2007 da produção e economia agrícola e às questões
ambientais relacionadas com a agricultura.
A estrutura desta publicação está orientada no sentido de proporcionar uma abordagem mais fácil da informação
estatística, recorrendo-se a uma análise sumária. Em termos de conteúdo e tendo em conta as necessidades
dos utilizadores, foi incluído um novo capítulo de informação relativa à Qualidade e Segurança Alimentar.
Como principais resultados de 2007, em comparação com 2006, salientam-se:
Em termos físicos
Campanha cerealífera: redução generalizada das superfícies
Decréscimo da produção frutícola
Quebra na produção de azeite (cerca de 1/3)
Carne de aves: recuperação do sector avícola e aumento da produção de carne de animais de capoeira, em cerca
de 10%
Carne de suíno: aumento da produção, em cerca de 6%
Carne de bovino: produção diminui cerca de 14%, reduzindo, em termos relativos, o peso do sector na produção
total de carnes
Leite de vaca: redução do volume de leite produzido
Aumento de 9% da área de Agricultura Biológica.
Em termos económicos
Variação positiva do índice de preços dos produtos agrícolas (+4,9%)
Acréscimo do índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura (+7,6%)
Aumento do índice de preços dos bens de investimento na agricultura (+1,9%)
Decréscimo do Valor Acrescentado Bruto a preços correntes na agricultura (-11,5%)
Diminuição do Rendimento Agrícola (-5,0%).
ABSTRACT
The purpose of this publication is to give an overview of the agriculture in 2007, as well as for some branches of
national economy related to this sector.
Basic results and findings related to the agriculture production are presented on chapters “Crop Production”,
“Animal production” and “Forestry production”; agriculture economy is described on “Economic accounts for
agriculture”, “Economic accounts for forestry” and “Agriculture price index”; and a wide range of data on Farm
structure holdings, Forestry, Environment and Food industry, are disseminated along 99 tables. The first chapter
presents an analysis on agricultural production, economy and agriculture and environment in 2007.
The structure of this publication enables an easier approach to statistical data, including a brief analysis. Focusing
on the user’s needs, we also include a new chapter concerning Food safety.
Some of the most important findings for 2007, comparing with 2006, show:
In production terms
Cereals season: big drop in areas
Decrease of fruit production
Olive oil: production drops around a third
Poultry meat: recovery of the poultry sector in 2007, with a production increase of 10%
Pig meat: Increase in production of 6%
Bovine meat: decrease in production of 14% reduces the weight of this sector in total meat production
Cow’s milk production reduces
Area of Organic Production raises 9%.
In economical terms
Increase in agricultural goods output price index (+ 4.9%)
Goods and services currently consumed in agriculture price index up by 7.6%
Goods and services contributing to agricultural investment price index rise 1.9%
Reduction of Gross Value Added at current prices on Agriculture (-11.5%)
Decrease in Agricultural Income (-5.0%).
Estatísticas Agrícolas 2007
SINAIS CONVENCIONAIS
…
Valor confidencial
x
Valor não disponível
ԥ
Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada
//
Não aplicável
Pe
Valor preliminar
Po
Valor provisório
Rc
Valor corrigido
Rv
Valor revisto
5
NOTA - Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas
c
=
Cabeças
CAE
=
Classificação das Actividades Económicas
CI
=
Consumo Intermédio
FBCF
=
Formação Bruta de Capital Fixo
g
=
Gramas
H
=
Sexo masculino
ha
=
Hectare
hl
=
Hectolitro
HM
=
Total dos dois sexos
kWh
=
Quilovátios-hora (Kilowatt-hora)
l
=
Litro
M
=
Sexo feminino
n. e.
=
Não especificado
nº
=
Número
NUTS
=
Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos
p
=
Peso
pc
=
Peso carcaça
pv
=
Peso vivo
s.a.
=
Substância activa
SAU
=
Superfície Agrícola Utilizada
t
=
Tonelada
unid.
=
Unidade
UTA
=
Unidade de Trabalho Ano
VAB
=
Valor Acrescentado Bruto
VLQPRD =
Vinho Licoroso de Qualidade Produzido em Região Determinada
VQPRD
Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada
=
Além destes sinais e siglas, são utilizados os símbolos do sistema métrico decimal.
Estatísticas Agrícolas 2007
SIGLAS
6
Índice
NOTA INTRODUTÓRIA ........................................................................................................................................................ 3
RESUMO/ABSTRACT .......................................................................................................................................................... 4
SINAIS CONVENCIONAIS/SIGLAS ...................................................................................................................................... 5
OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL ................................................................................................................................... 8
CONCEITOS ........................................................................................................................................................................ 9
ANÁLISE DE RESULTADOS
I - A Agricultura em 2007 ................................................................................................................................................ 23
QUADROS DE RESULTADOS
II - Produção vegetal
1 - Produção das principais culturas ................................................................................................................................ 41
2 - Produção das principais culturas por NUTS II ............................................................................................................ 42
3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma dos Açores ........................................................................ 43
4 - Produção de tabaco em rama por NUTS II ................................................................................................................. 44
5 - Batata-semente - Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades ................................................... 44
6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II ................................................................................ 45
7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas ........................................................... 45
8 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões determinadas ...................................................... 46
9 - Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas ................................................ 47
10 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II ................................................................................................... 48
11 - Produção de frutos ..................................................................................................................................................... 49
12 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II .......................................................................... 50
13 - Plantação de vinha por NUTS II ................................................................................................................................. 51
III - Produção animal
14 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã ........................................................................... 52
15 - Recolha, tratamento e transformação do leite .......................................................................................................... 52
16 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos ............................................................................................... 53
17 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2006 ................................................................................................................... 53
18 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2006 ..................................................................................................................... 54
19 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2006 ................................................................................................... 54
20 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2007(Po) ............................................................................................................ 55
21 - Efectivos suínos por NUTS II , em 2007(Po) ............................................................................................................. 55
22 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2007(Po) ............................................................................................ 56
23 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II ................................................. 56
24 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias ................................................ 57
25 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo, segundo as espécies e categorias ................................... 58
IV - Agricultura e ambiente
26 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas ........................................................................... 59
27 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias ........................................................................ 59
28 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies .......................................................................... 59
29 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias ............................................................ 60
30 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos ................................................................................................................ 60
31 - Balanço do azoto à superfície do solo ...................................................................................................................... 60
32 - Uso agrícola do solo e da água ................................................................................................................................ 60
V - Qualidade e Segurança Alimentar
33 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ...................................................................................... 61
34 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ........................................ 61
35 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal ........................................ 61
36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais ............................................................................................... 62
37 - Plano nacional de controlo de resíduos em produtos de origem animal ............................................................... 64
38 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes .. 65
39 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) .................................................... 65
40 - Campanha sanitária .................................................................................................................................................. 66
41 - Controlo oficial dos alimentos para animais ............................................................................................................ 66
VI - Contas económicas da agricultura
42 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) ................................................................................. 67
43 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços correntes (Base 2000) ................................................................................................................................ 67
Estatísticas Agrícolas 2007
44 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) .............................................................................. 68
45 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços constantes (Base 2000) ............................................................................................................................. 68
VII - Estruturas agrícolas
46 - Estrutura das explorações agrícolas ........................................................................................................................ 69
VIII - População
47 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura
segundo a situação na profissão .............................................................................................................................. 70
48 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) ........................................................................................................ 70
IX- Produção florestal
49 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II ............................................................................................ 71
50 - Quantidade removida de madeira ............................................................................................................................. 71
51 - Produção de produtos derivados da madeira .......................................................................................................... 72
52 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II .............................................................................. 72
53 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) ... 73
54 - Produção e preços de cortiça .................................................................................................................................... 73
55 - Preços médios de lenha, toros e rolaria ................................................................................................................... 73
56 - Ocorrências de incêndios florestais ......................................................................................................................... 73
57 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II ...................................................................................................... 74
58 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal ....................................................... 74
59 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal ........................................................... 75
X - Contas económicas da silvicultura
60 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2000) ................................................................................. 76
61- Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura,
a preços correntes (Base 2000) ................................................................................................................................ 76
XI - Comércio internacional
62 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade ............................. 77
XII - Preços e índices de preços na agricultura
63 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais ..................................................... 81
64 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais .................................... 82
65 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas .............................................................................................. 83
66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos ............................................................................... 84
67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia ..................................................... 84
68 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas ................................................. 84
69 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais .................................................... 85
70 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - máquinas e outros bens de equipamento ...................... 85
71 - Indice de preços de meios de produção na agricultura ........................................................................................... 86
XIII - Balanços de aprovisionamento
72 - Balanços de aprovisionamento das carnes ............................................................................................................. 87
73 - Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos .................................................................................... 88
74 - Balanços de aprovisionamento dos ovos ................................................................................................................. 88
75 - Balanços de aprovisionamento do vinho .................................................................................................................. 88
76 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) .................................................................................. 89
77 - Balanços de aprovisionamento do arroz .................................................................................................................. 90
78 - Balanços de aprovisionamento da batata ................................................................................................................ 90
79 - Balanços de aprovisionamento dos frutos ............................................................................................................... 91
80 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie - Balanços de mercado ................................................... 91
81 - Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas ....................................................................................... 92
82 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos ....................................................................... 92
83 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos .................................................................... 93
84 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados ........................................ 93
85 - Balanços de aprovisionamento do açúcar ............................................................................................................... 93
86 - Balanços de aprovisionamento do mel .................................................................................................................... 94
87 - Balanços de aprovisionamento dos melaços .......................................................................................................... 94
XIV - Balança alimentar portuguesa
88 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares ........................................................................................... 95
89 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas ................................................................................................................. 98
90 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente ................. 99
XV - Agro-indústria
91 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas .................................................................................... 102
92 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas ....................................................................................... 104
93 - Principais produtos produzidos - valor das vendas ................................................................................................ 106
94 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2004 ................................................................ 108
95 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2004 ................................................ 109
96 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2005 ................................................................ 111
97 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005 ................................................ 112
98 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida ......... 114
99 - Produção de alimentos compostos para animais ................................................................................................. 115
Estatísticas Agrícolas 2007
7
8
OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL
- Preços e índices de preços mensais no produtor de alguns produtos agrícolas (output);
- Preços e índices de preços mensais dos meios de produção na agricultura (input);
- Produção de azeite segundo o tipo de lagar e sistema de extracção;
- Produção de pintos do dia;
- Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por meses.
Estatísticas Agrícolas 2007
9
CONCEITOS
Agregado doméstico do produtor agrícola - Conjunto de pessoas que vivem habitualmente em comunhão de
mesa e de habitação ou em economia comum, ligados por relação familiar jurídica ou de facto. Inclui as pessoas
que não sendo parentes vivem, no entanto, com o produtor e o empregado que não execute trabalho agrícola e
que viva no alojamento do produtor. Exclui o assalariado agrícola que, não sendo parente do produtor, viva no seu
alojamento.
Adubos - Substância que pela sua natureza e pelo teor em um ou vários nutrientes se destina a melhorar as
produções agrícolas, por rapidamente disponibilizarem os nutrientes para as plantas.
Alimentação animal - Quantidades de produtos utilizados na alimentação animal directa e/ou consumidos na
fabricação de alimentos para animais (rações).
Ano agrícola - O período de tempo em que se realizam as operações culturais necessárias à produção agrícola
e que se inicia a 1 de Novembro do ano n-1 e termina em 31 de Outubro do ano n.
Áreas percorridas por incêndios florestais – Área com povoamentos florestais ou inculta, atingida por um
incêndio.
Armazenista - Agente económico cuja actividade principal consiste em comprar, armazenar e vender artigos
em grande quantidade.
Aves do dia - Aves com menos de 72 horas e que ainda não foram alimentadas e destinadas aos aviários de
produção e multiplicação.
Aviário de multiplicação - Aviário que se destina à produção de ovos para incubação destinados à produção
de aves de capoeira quer de rendimento (produção de ovos para consumo ou de carne) quer de multiplicação.
Em determinados períodos, os ovos postos nestes aviários podem ser desviados, em quantidade variável, para
consumo alimentar, por não interessar à produção do dia.
Azeites virgens - Azeites obtidos a partir do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros
processos físicos, em condições que não alterem o azeite, e que não tenham sofrido outros tratamentos além
da lavagem, da decantação, da centrifugação e da filtração, com exclusão dos azeites obtidos com solvente,
com adjuvantes de acção química ou bioquímica ou por processos de reesterificação e qualquer mistura com
óleos de outra natureza.
Balanço de aprovisionamento - Síntese de informação estatística, através da qual se quantificam, para um
dado produto ou agrupamento de produtos alimentares, todos os fluxos ocorridos ao nível da exploração agrícola
nacional e/ou ao nível do mercado. Equivale ao estabelecimento de um equilíbrio recursos/emprego em dados
físicos.
Bebidas à base de leite - Produtos líquidos que contenham, pelo menos 50% de produtos lácteos, incluindo
os produtos à base de soro de leite. Inclui o leite vitaminado, os leites achocolatados, o leitelho com aditivos ou
aromatizado, etc.
Bloco agrícola com acesso a caminhos públicos - Bloco da exploração com acesso directo a um caminho
público, que permita a circulação de máquinas e pessoas durante todo o ano (uma servidão não é um caminho
público).
Bloco de terra agrícola - Parte de uma exploração agrícola inteiramente rodeada de terras, ou outros elementos,
não pertencentes à exploração.
Bois – Bovinos machos castrados, que não sejam considerados vitelos.
Bovinos leves - Bovinos que apresentem cumulativamente, a dentição completa e peso vivo inferior ou igual a
300 kg.
Borrega coberta - Fêmea da espécie ovina coberta pela primeira vez.
Estatísticas Agrícolas 2007
Aparas e estilhas - Madeira que foi deliberadamente reduzida a pequenos pedaços durante a transformação de
outros produtos de madeira e é apropriada para a produção de pasta de madeira, painéis de partículas e de
fibras, para uso como combustível ou outro. Exclui as estilhas de madeira vindas directamente da floresta
porque já foram contabilizadas como madeira para triturar.
10
Cabra - Caprino fêmea que já pariu. Inclui as cabras de refugo.
Capitação - Consumo médio expresso em quilogramas ou litros/habitante, durante o período de referência,
tomando para base do seu cálculo a população residente no território a meio ou no fim do ano, consoante o
período de referência observado.
Capitação edível - Consumo humano médio da parte edível. A parte edível corresponde ao peso do produto que
pode ser integralmente utilizado como alimento, isto é, desprovido dos materiais que se rejeitam por inutilizáveis,
quer no momento da preparação do produto, antes ou durante as operações culinárias, quer no prato, ao ser
consumido. O valor da parte edível para muitos alimentos depende acentuadamente da técnica de aproveitamento
ou de hábitos e gostos alimentares.
Carcaça - Corpo de qualquer animal abatido após ter sido sangrado e preparado conforme a espécie.
Carne aprovada para consumo público - Carne que tenha sido inspeccionada e aprovada sem qualquer
limitação e que tenha sido marcada de acordo com a legislação em vigor.
Carvão vegetal - Madeira carbonizada por combustão parcial ou pela aplicação de calor a partir de fontes
externas. Inclui o carvão vegetal usado como combustível ou para outros usos, como por exemplo, agente
redutor na metalurgia ou como um meio de absorção ou filtração.
Chiba coberta - Fêmea nova coberta pela primeira vez, da espécie caprina.
Consociações anuais - Associações de várias espécies de leguminosas e gramíneas, só de gramíneas ou só
de leguminosas, para pastagem ou forragem.
Consumo aparente - Total de recursos disponíveis para serem utilizados no mercado interno (inclui eventuais
perdas e stocks).
Consumo de capital fixo - O consumo de capital fixo representa a depreciação verificada, no decurso do
período considerado, pelo capital fixo em resultado da utilização normal e da obsolescência previsível, incluindo
uma provisão para perdas de bens de capital fixo na sequência de prejuízo acidentais seguráveis.
Consumo humano - Emprego que corresponde às quantidades de produtos consumidos pela população
residente, quer sob a forma de produto primário, consumido nesse estado, quer sob a forma de produto
industrializado, convertido a primário, durante o período de referência.
Consumo intermédio - O consumo intermédio consiste no valor dos bens e serviços consumidos como elementos
de um processo de produção, excluindo os activos fixos, cujo consumo é registado como consumo de capital
fixo. Os bens e serviços podem ser transformados ou utilizados no processo produtivo.
Contas Económicas da Agricultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo
possível da actividade agrícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema
coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional sobre
o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da agricultura.
Contas Económicas da Silvicultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo
possível da actividade silvícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema
coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional sobre
o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da silvicultura.
Contraplacado - Placa de madeira constituída pela sobreposição de três, cinco ou mais folhas de madeira, e
pequena espessura, dispostas com as fibras cruzadas entre si, que se grudam e se submetem seguidamente
à pressão hidráulica em prensas.
Cortiça amadia - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que se
extrai cortiça (inclui a cortiça amadia, secundeira, bocados de amadia e refugo cru).
Cortiça de reprodução - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que
se extrai cortiça (inclui a cortiça secundeira e a amadia).
Cortiça secundeira - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez que se extrai cortiça.
Cortiça virgem - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a primeira vez que se extrai cortiça.
Estatísticas Agrícolas 2007
11
Culturas associadas - Duas ou mais culturas que ocupam simultaneamente a mesma área durante toda ou a
maior parte do seu ciclo vegetativo.
Culturas forrageiras - Culturas destinadas ao corte para dar ao gado e que são colhidas antes de completarem
o seu ciclo vegetativo (maturação), de modo a serem melhor digeridas pelos animais. Podem ser consumidas
pelo gado em verde, depois de conservadas como feno ou silagem ou secas ao sol ou desidratadas artificialmente.
Culturas hortícolas extensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou cultivadas
em parcelas destinadas que entram em rotação com outras culturas não hortícolas, não se sucedendo em geral
várias culturas hortícolas na mesma parcela no ano agrícola.
Culturas hortícolas intensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou cultivadas
em parcelas destinadas exclusivamente a culturas hortícolas, sucedendo-se também várias destas culturas na
mesma parcela durante o ano agrícola.
Culturas temporárias - Culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano (as anuais) e também as que são
ressemeadas com intervalos que não excedem cinco anos (morangos, espargos, prados temporários).
Cultura temporária principal - Cultura que proporciona maior rendimento sob o ponto de vista económico,
quando na mesma parcela de terreno se fazem sucessivamente várias culturas no mesmo ano agrícola. Por
convenção, sempre que exista uma associação de matas e florestas com culturas temporárias, estas últimas
serão as principais; na associação culturas temporárias e permanentes as primeiras são consideradas sempre
secundárias.
Culturas temporárias sucessivas - Culturas que se fazem sucessivamente na mesma parcela e no mesmo
ano agrícola. Uma delas é considerada a cultura principal e as outras são culturas secundárias.
Culturas sob-coberto - Culturas efectuadas em terra arável sob-coberto de culturas permanentes em compasso
regular e de matas e florestas em povoamento regular.
Culturas sob-coberto de matas e florestas - As culturas temporárias, pastagens permanentes e pousio sobcoberto de matas e florestas, que por convenção se consideram como culturas principais.
Dia de trabalho - O trabalho normalmente efectuado pela mão-de-obra agrícola a tempo completo, durante pelo
menos 8 horas diárias.
Distribuidor - Agente económico que exerce como actividade principal a distribuição de bens junto dos
consumidores finais.
Equídeos - Animais domésticos da espécie “Equs”, mais vulgarmente designados por cavalos. Esta designação
abrange também outras espécies como o burro e a zebra e cruzamentos como a “mula” e o “macho”.
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto - Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento
que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao rendimento de
factores as remunerações dos assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra, do
capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do rendimento
entre os factores de produção e o sector das administrações públicas.
Exploração agrícola - Unidade técnico-económica que utiliza mão-de-obra e factores de produção próprios e
que deve satisfazer obrigatoriamente às quatro condições seguintes: a) produzir um ou vários produtos agrícolas;
b) atingir ou ultrapassar uma certa dimensão (área, número de animais, etc.); c) estar submetida a uma gestão
única; d) Estar localizada num lugar determinado e identificável.
Fertilizante - Substância utilizada (adubos e/ou correctivos) com o objectivo de directa ou indirectamente
melhorar a nutrição das plantas.
Folheados - Finas folhas de madeira de espessura uniforme, descascadas, cortadas às fatias ou serradas.
Inclui madeira usada para o fabrico de material de construção laminado, mobília, contentores, etc..
Estatísticas Agrícolas 2007
Culturas permanentes - Culturas que ocupam a terra durante um longo período e fornecem repetidas colheitas,
não entrando em rotações culturais. Não incluem os prados e pastagens permanentes. No caso das árvores de
fruto só são considerados os povoamentos regulares, com densidade mínima de 100 árvores, ou de 45 no caso
de oliveiras, figueiras e frutos secos.
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Formação bruta de capital fixo - A formação bruta de capital fixo engloba as aquisições líquidas de cessões,
efectuadas por produtores residentes, de activos fixos durante um determinado período e determinadas mais
valias dos activos não produzidos obtidas através da actividade produtiva de unidades produtivas ou institucionais.
Os activos fixos são activos corpóreos ou incorpóreos resultantes de processos de produção, que são por sua
vez utilizados, de forma repetida ou continuada, em processos de produção por um período superior a um ano.
Forma de exploração - Forma jurídica pela qual o produtor dispõe da terra, determinando a relação existente
entre o(s) proprietário(s) das superfícies da exploração e o responsável económico e jurídico da exploração (o
produtor), que dela tem a fruição.
Fumigante de solo - Líquido volátil para combate de fungos, bactérias, insectos, nemátodos ou infestantes do
solo.
Fungicida - Substância ou preparado que destrói os fungos ou impede o seu desenvolvimento.
Gema (resina) - É um produto de secreção própria das resinosas, que serve para proteger e conservar estas
árvores. O pinheiro bravo é a espécie em que normalmente, entre nós, se pratica a resinagem.
Grau de auto-aprovisionamento - Coeficiente, traduzido em percentagem, dado pela razão entre a produção
interna (exclusivamente obtida a partir de matérias primas nacionais) e a utilização interna total; mede, para um
dado produto o grau de dependência de um território, relativamente ao exterior (necessidade de importação) ou
a sua capacidade de exportação.
Grossista - Agente económico que exerce a actividade económica no comércio por grosso.
Herbicidas - Produtos químicos, que, pela sua variedade e poder selectivo, actuam nas ervas daninhas procurando
não prejudicar o normal desenvolvimento das culturas.
Horta familiar - Superfície normalmente inferior a 20 ares, reservada à cultura de produtos tais como hortícolas,
frutos e flores destinados fundamentalmente ao auto consumo e não para venda.
Importador - Agente económico que compra directamente a terceiros mercadorias alimentares, provenientes
dos restantes Estados-membros e de países terceiros.
Incêndio florestal - Combustão não limitada no tempo nem no espaço e que atinge uma área florestal.
Industrial - Pessoa singular ou colectiva que pretenda explorar ou seja responsável pela exploração de um
estabelecimento industrial ou que nele exerça em seu próprio nome actividade industrial.
Insecticidas e acaricidas - Substâncias ou preparados usados para controlar e combater insectos e ácaros.
Intraconsumo - Conjunto de produtos agrícolas com origem na própria agricultura e aí utilizados como meios de
produção (ex.: sementes e plantas, alimentos para animais, ovos para incubação, etc.).
Juros - Nos termos do instrumento financeiro acordado entre um mutuante e um mutuário, os juros são o
montante a pagar pelo segundo ao primeiro ao longo de um determinado período de tempo sem reduzir o
montante do capital em dívida.
Lagar de azeite - Estabelecimento industrial destinado à produção de azeite a partir das azeitonas.
Leguminosas secas para grão - Leguminosas cultivadas para colheita do grão após maturação completa,
quer se destinem à alimentação humana ou à alimentação animal.
Leguminosas secas para grão em cultura estreme para gado - Leguminosas secas para grão, tais como
ervilhas, favas, favarolas, ervilhacas e tremoços, em cultura estreme (sem mistura), para utilização na alimentação
animal.
Leite cru - Leite que não tenha sido aquecido a uma temperatura superior a 40ºC., nem submetido a um
tratamento de efeito equivalente.
Leite para consumo - Leite destinado ao consumo humano, cru ou submetido a um tratamento pelo calor
(pasteurizado, esterilizado e UHT).
Leite gordo ou inteiro - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento
pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor natural de matérias gordas seja igual
ou superior a 3,5% ou cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a 3,5% no mínimo.
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Leite meio gordo (ou parcialmente desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite,
pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de
matérias gordas tenha sido regulado a um valor que vai de 1,5% no mínimo a 1,8% no máximo.
Leite magro (ou desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um
tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de matérias gordas tenha
sido regulado a um valor que vai até 0,3 %, no máximo.
Leite fermentado (ou acidificado) - Leite caracterizado por ser um produto acidificado pelo ácido láctico e por
escassas quantidades de outros compostos orgânicos, igualmente ácidos, produzidos por bactérias típicas;
como consequência deste processo acidificação as proteínas do leite coagulam e precipitam-se dissociando-se
posteriormente em aminoácidos. As bactérias lácteas fermentam uma parte da lactose do leite produzindo
ácido, bem como outros açúcares.
Leites em pó - Produto pulverulento, obtido directamente, por eliminação da água do leite, do leite parcialmente
desnatado, do leite magro ou de uma mistura destes com ou sem nata e cujo teor de humidade seja inferior ou
igual a 5%, em massa, do produto final.
Leitões - Suínos machos e fêmeas com peso vivo inferior a 20 kg.
Lenha - Quantidade de madeira redonda removida para ser consumida nesse estado (para aquecimento, para
cozinhar) ou para ser utilizada como matéria prima para a obtenção de carvão.
Limite Máximo de Resíduos (LMR) - concentração máxima autorizada do resíduo de um pesticida no interior
e à superfície de géneros alimentícios ou de alimentos para animais.
Madeira para triturar (redonda e partida) - Madeira redonda em bruto, excepto toros, para a produção de
pasta, painéis de partículas ou de fibras. Esta madeira pode ser contabilizada com ou sem casca e pode estar
na forma de madeira redonda ou partida.
Madeira serrada - Madeira que foi produzida tanto com madeira redonda nacional ou importada, serrando
longitudinalmente ou por um processo de quebra da madeira com uma espessura superior a 5 mm (com pequenas
excepções). Inclui pranchas, travessas, vigas, tábuas, esteios, pedaços de madeira, ripas, caixotes e caixas.
Manteiga - Produto butiroso obtido exclusivamente do leite de vaca ou da sua nata, com ou sem adição de sal
e/ou culturas lácteas, apresentando-se sob a forma de uma emulsão sólida e maleável, com teor de matéria
gorda igual ou superior a 80 % e inferior a 90%, com teor de humidade máximo de 16% e de matéria seca
desengordurada de 2%. Inclui a manteiga com ervas, especiarias ou aromas.
Matadouro - Estabelecimento aprovado e licenciado pelas entidades competentes para a execução de abates
e preparação de carcaças das espécies (bovina, ovina, caprina, suína, equina, aves, leitões e espécies abrangidas
na designação de caça de criação) destinadas ao consumo público ou destinadas à indústria.
Matas e florestas - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo choupais, quer se trate
de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com espécies diversas), bem como
os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às necessidades da exploração
(com ou sem culturas sob coberto).
Matas e florestas sem culturas sob-coberto - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo
choupais, quer se trate de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com
espécies diversas), bem como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às
necessidades da exploração.
Mão-de-obra não familiar - Pessoas remuneradas pela exploração e ocupadas nos trabalhos agrícolas da
exploração, que não sejam nem o produtor nem membros da sua família.
Miudezas das aves - As vísceras das aves usadas como alimento, compreendendo a cabeça e as patas
quando separadas da carcaça.
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Leitelho - Sub-produto do fabrico da manteiga, obtido após batedura ou butirização em contínuo da nata e
separação da fracção gorda sólida, que embora possa ser utilizado na alimentação humana, é quase sempre
utilizado na alimentação de suínos ou de vitelos.
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Miudezas do gado abatido - As carnes frescas não incluídas na carcaça, mesmo quando estando presas a
esta pelas suas ligações naturais. Inclui a cabeça com ou sem língua, pulmões com a traqueia, coração,
diafragma, esófago, estômago, intestinos (tripa), fígado, baço, pâncreas, epiplons, mesentério, órgãos genitourinários, (excepto rins, verga e útero), extremidades locomotoras e cauda.
Modo de produção biológico - Modo de produção agrícola, sustentável, baseado na actividade biológica do
solo, alimentada pela incorporação de matéria orgânica, que constitui a base da fertilização, evitando o recurso
a produtos químicos de síntese e adubos facilmente solúveis, respeitando o bem-estar animal e os
encabeçamentos adequados, privilegiando estratégias preventivas na sanidade vegetal e animal. Procura-se,
desta forma, a obtenção de alimentos de qualidade, a sustentabilidade do ambiente, a valorização dos recursos
locais e a dignificação da actividade agrícola.
Nata - Produto obtido do leite através da concentração da sua matéria gorda e que apresenta um teor de matéria
gorda superior a 10% do peso do produto.
Nematodicida - Substância ou preparado usado para combater nemátodos.
Novilhas - Bovinos fêmeas não paridas, que não sejam considerados bovinos leves.
Novilhos - Bovinos machos inteiros, com idade inferior a 2 anos, que não sejam considerados bovinos leves.
Óleo - Gordura líquida extraída de substâncias animais, minerais e ou vegetais de numerosas espécies usadas
como alimento, matéria-prima industrial, combustível, lubrificante, etc.
Óleo mineral - Hidrocarboneto usado para combater insectos, ácaros e infestantes ou como adjuvante.
Ocorrência (de incêndio florestal) - Incêndio, queimada ou falso alarme que origina a mobilização de meios
dos bombeiros.
Outra madeira redonda industrial - Madeira redonda industrial (madeira em bruto) excepto toros para serrar
e folhear e/ou triturar. Inclui madeira redonda que será usada para estacas, postes, vedações, etc.
Outras vacas - Compreende as vacas aleitantes (incluindo as de refugo) e as vacas de trabalho.
Outros impostos sobre a produção - “Outros impostos sobre a produção” são todos os impostos em que as
empresas incorrem pelo facto de se dedicarem à produção, independentemente da quantidade ou do valor dos
bens e serviços produzidos ou vendidos. Podem ser devidos por terrenos, activos fixos ou mão-de-obra empregada
no processo de produção ou em certas actividades ou operações.
Outros subsídios à produção - Os “outros subsídios à produção” recebidos por unidades produtivas residentes
em consequência da sua actividade produtiva são subsídios não ligados à quantidade ou ao valor dos bens e
serviços produzidos ou vendidos.
Ovelha - Ovino fêmea que já pariu. Inclui-se no conceito as borregas destinadas à reprodução e as ovelhas de
refugo.
Ovos de incubação - Ovos produzidos pelas aves de capoeira e destinados a serem incubados.
Painel de fibras - Painel produzido a partir de fibras de madeira ou outros materiais lenhoso-celulósicos. Inclui
painéis de fibras que são pressionados para ser lisos e produtos de painéis de fibras moldados. Subdivide-se em
painel de fibras duras (densidade > 0,8 g/cm) e MDF (painel de fibras de média densidade - 0,5 < densidade <=
0,8 g/cm3).
Painel de partículas - Painel produzido a partir de pequenos pedaços de madeira ou outros materiais lenhosocelulósicos juntos por um aglutinante orgânico com um ou mais agentes (calor, pressão, humidade, etc.).
Papéis para embalagem - Inclui materiais para caixa, papéis para embalagem, outros papéis e cartões
principalmente para embalagem e outros papéis e cartões (para fins industriais e especiais).
Papéis para usos domésticos e sanitários - Incluem uma larga gama de tissues e outros papéis para a
higiene utilizados em casas de habitação ou instalações comerciais e industriais.
Papéis para usos gráficos - Inclui papel de jornal, papéis não revestidos de pasta mecânica, papéis não
revestidos de pasta química e papéis revestidos.
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Pasta de papel - Material fibroso preparado de rolaria para triturar, resíduos de madeira, partículas ou resíduos
por processo mecânico e/ou químico para produção de papel, cartão, painel de fibras ou outros processos
celulósicos. A unidade de reporte é a tonelada métrica em peso seco ao ar, isto é com 10% de humidade (90%
sdt).
Pastas químicas ao sulfato (ou kraft) - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente
pressurizado na presença de um licor de hidróxido de sódio (soda). Esta pasta pode ser branqueada ou crua. Os
usos finais são muito numerosos, sendo a pasta branqueada utilizada em particular para papéis de usos gráficos,
tissues e cartolinas. A pasta crua é utilizada geralmente para liner, para cartão canelado, papéis de embrulho,
papéis para embalagem (sacos), envelopes e outros papéis especiais não branqueados.
Pastas químicas ao sulfito - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente pressurizado
na presença de licor de bissulfito. Os usos finais incluem papel de jornal, papéis de escrita, tissues e papéis de
uso doméstico e sanitário. Esta pasta pode ser branqueada ou crua.
Peso limpo de carcaça - Peso em frio do corpo do animal de abate depois de esfolado, sangrado, eviscerado
e depois da ablação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do tarso,
da cabeça, da cauda, dos rins e das gorduras envolventes dos rins, assim como do úbere (ver peso limpo da
carcaça de cada espécie de gado abatido).
Peso limpo da carcaça dos bovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado, esfolado,
eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do
carpo e do tarso, da cabeça, da cauda, das gorduras envolventes dos rins e do úbere, bem como dos materiais
de risco específicos.
Peso limpo da carcaça dos caprinos e ovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado,
esfolado, eviscerado e depois de cortada a cabeça (separada ao nível das articulações occipito-atloidea), os pés
(cortados ao nível das articulações carpo-metacárpicas ou tarso-metatársicas), a cauda (cortada entre a 6ª e 7ª
vértebras caudais), o úbere e os órgãos genitais. Os rins e as gorduras envolventes dos rins fazem parte da
carcaça.
Peso limpo da carcaça dos suínos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado e eviscerado
e depois da separação dos órgãos genitais externos, dos rins, das gorduras envolventes rins e banha. O toucinho
do lombo, a cabeça, os pés e a cauda fazem parte da carcaça.
Peso limpo da carcaça dos equídeos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado, esfolado
e eviscerado, despojado da pele e de todos os órgãos internos com excepção dos rins e gordura envolvente,
depois de desprovidos da cabeça, extremidades locomotoras e cauda.
População agrícola familiar - Conjunto das pessoas que fazem parte do agregado doméstico do produtor
(singular), quer trabalhem ou não na exploração, bem como de outros membros da família que não pertencendo
ao agregado doméstico participam regularmente nos trabalhos agrícolas da exploração.
Porcas reprodutoras - Suínos fêmeas com um peso vivo igual ou superior a 50 kg e mais que já pariram e as
não paridas, mas destinadas à reprodução (excepto as porcas de refugo)
Porcos de engorda - Suínos machos e fêmeas não reprodutores com peso vivo igual ou superior a 20 kg.
Pousio - Terras incluídas no afolhamento ou rotação, trabalhadas ou não, não fornecendo colheitas durante toda
a campanha, tendo em vista o seu melhoramento. Podem apresentar-se sob as formas de: a) terras sem
qualquer cultura; b) terras com uma vegetação espontânea, em certos casos utilizada pelos animais ou enterrada;
c) terras semeadas tendo em vista a exclusiva produção de matéria verde para ser enterrada e aumentar a
fertilidade do solo.
Povoamento florestal - Áreas ocupadas por um conjunto de árvores florestais crescendo num dado local,
suficientemente homogéneas na composição específica, estrutura, idade, crescimento ou vigor, e cuja
percentagem de coberto é no mínimo de 10%, que ocupa uma área no mínimo de 0,5 ha e largura não inferior a
20 m.
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Pastagens permanentes - Conjunto de plantas, semeadas ou espontâneas, em geral herbáceas, destinadas
a serem comidas pelo gado no local em que vegetam, mas que acessoriamente podem ser cortadas em
determinados períodos do ano. Não estão incluídas numa rotação e ocupam o solo por um período superior a 5
anos.
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Prados temporários - Plantas herbáceas semeadas, destinadas a serem comidas pelo gado no local onde
vegetam, integradas numa rotação, ocupando o solo por um período geralmente não superior a 5 anos.
Acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano.
Preço base - Montante recebido pelo produtor através do comprador, por unidade de bem ou serviço produzido,
subtraindo-se os impostos a pagar sobre esse bem ou serviço e somando-lhe os subsídios a receber, relativo a
esse bem ou serviço.
Preço no produtor - Preço de compra ao agricultor/produtor ou preço de primeira venda pelo agricultor/produtor,
à saída da exploração agrícola/unidade produtiva, excluindo subsídios ao produto e incluindo prémios de qualidade
(sempre que existam) e impostos, excepto o IVA dedutível.
Prestadores de serviços – Pessoa singular ou colectiva que desenvolve operações a título oneroso, as quais
não constituem transmissões, aquisições intracomunitárias ou importações de bens. Inclui-se nesta rubrica a
restauração e a hotelaria.
Produção de leite - Inclui a totalidade do leite produzido: entregas à indústria, vendas directas e leite utilizado
na exploração agrícola (destinado à alimentação animal excepto o mamado directamente pelas crias,
autoconsumido e transformado em produtos lácteos).
Produção de madeira - Diz respeito ao volume sólido ou ao peso da produção total dos produtos. Inclui a
produção de produtos que podem ser imediatamente consumidos na produção de outro produto (pasta de papel,
que pode ser imediatamente convertida em papel como parte do processo contínuo). Exclui a produção de
folheados usados para a produção de contraplacados no mesmo país. A unidade de reporte é o metro cúbico
sólido sem casca (em volume) no caso da madeira serrada ou das aparas ou dos resíduos ou dos painéis de
madeira e toneladas métricas no caso do carvão, pasta e produtos de papel.
Produção indígena bruta (carnes) - Produção líquida acrescida do saldo do comércio internacional de animais
vivos (exportação - importação), convertido a peso carcaça.
Produção líquida (carnes) - Produção correspondente ao abate de animais realizado dentro do território nacional
e aprovado para consumo, para cujo cálculo não se entrou em linha de conta com a proveniência dos animais
abatidos (produzidos internamente ou importados).
Produção do ramo agrícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações
agrícolas (produção vegetal, produção animal, serviços agrícolas e actividades secundárias), incluindo os
intraconsumos.
Produção do ramo silvícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações
silvícolas (silvicultura, exploração florestal e actividades de serviços relacionados), incluindo os intraconsumos.
Produção utilizável - Quantidade disponível para a eventual utilização dentro e fora da agricultura, resultante
do processo de produção e durante o período de referência, após a dedução das perdas de colheita e de
transporte do campo para a exploração agrícola e das destruições efectuadas no próprio campo.
Produtor agrícola - Responsável jurídico e económico da exploração, isto é, a pessoa física ou moral por conta
e em nome do qual a exploração produz, retira os benefícios e suporta as perdas eventuais, tomando as
decisões de fundo relativas ao sistema de produção, investimentos, empréstimos, etc..
Produtor singular autónomo - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade
própria ou de pessoas do seu agregado doméstico na sua exploração, com ou sem recursos ao trabalho
assalariado.
Produtor singular empresário - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade
de pessoal assalariado na sua exploração.
Produtos fitofarmacêuticos - Substâncias que se destinam a proteger os vegetais ou os produtos vegetais
contra todos os organismos prejudiciais ou a impedir a sua acção. Ex.: acaricidas, insecticidas, fungicidas,
herbicidas, etc..
Quantidade de madeira removida - Toda a madeira removida com ou sem casca. É um agregado que inclui
a lenha, a madeira para serrar e folhear (toros) e para triturar (rolaria) e outras madeiras redondas industriais.
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Queijo - Produto fresco ou curado, de consistência variável, obtido por coagulação e dessoramento do leite ou
do leite (total ou parcialmente desnatado, mesmo que reconstituído), assim como da nata, do leitelho e a
mistura de alguns ou de todos estes produtos, (incluindo lactosoro), sem ou com adição de outros géneros
alimentícios.
Queijo fundido - Produto obtido a partir de um ou vários tipos de queijo, submetidos a fusão emulsionante,
sem ou com adição de outros géneros alimentícios, podendo ou não ser esterilizado. Inclui as preparações à
base de queijo fundido.
Ramo de actividade - Um ramo de actividade agrupa as unidades de actividade económica ao nível local que
exercem uma actividade económica idêntica ou similar. Ao nível mais pormenorizado de classificação, um ramo
de actividade compreende o conjunto das UAE locais inseridas numa mesma classe (4 dígitos) da NACE Rev.1
e que exercem, por conseguinte, a mesma actividade, tal como definida na NACE Rev.1.
Reacendimento - Reactivamento de um incêndio, depois de este ter sido considerado extinto. A fonte de calor
é proveniente do incêndio inicial. O reacendimento é considerado parte integrante do incêndio principal (a primeira
ignição observada não depende de qualquer outra área percorrida pelo incêndio).
Rendimento dos factores - Indicador económico que permite medir a remuneração de todos os factores de
produção que deram origem à Produção do Ramo. Esta variável é calculada subtraindo ao valor acrescentado
líquido a preços de base, os outros impostos sobre a produção e somando os outros subsídios à produção.
Rendimento empresarial líquido da agricultura - Saldo contabilístico obtido adicionando ao excedente
líquido de exploração os juros recebidos pelas unidades agrícolas constituídas em sociedade e deduzindo as
rendas (isto é, rendas de terrenos e parcerias) e os juros pagos. Mede a remuneração do trabalho não assalariado,
das terras pertencentes às unidades e do capital. È semelhante ao conceito, usado na contabilidade das
empresas, de lucro corrente antes da distribuição e dos impostos sobre o rendimento. Embora o rendimento
empresarial líquido não seja habitualmente calculado para os ramos de actividade, é geralmente possível calculálo para o ramo agrícola, pois pode se determinar a parte dos juros e das rendas ligada exclusivamente à
actividade agrícola (e às actividades secundárias não agrícolas).
Reses ou animais de talho - Animais domésticos, destinados à alimentação humana, das espécies bovina,
ovina, caprina, suína e equina, cujas carnes são vendidas sob a designação comercial, respectivamente de
vaca, vitela, vitelão e novilho, de carneiro ou borrego, de cabra ou cabrito, de porco ou leitão e de cavalo.
Retalhista - Agente económico que exerce como actividade principal o comércio a retalho.
Superfície agrícola utilizada (SAU) - Superfície da exploração que inclui: terras aráveis (limpa e sob-coberto
de matas e florestas), horta familiar, culturas permanentes e pastagens permanentes.
Superfície agrícola não utilizada - Superfície da exploração anteriormente utilizada como superfície agrícola,
mas que já o não é por razões económicas, sociais ou outras. Não entra em rotações culturais. Pode voltar a ser
utilizada com auxílio dos meios geralmente disponíveis na exploração.
Superfície irrigável - Superfície máxima da exploração que no decurso do ano agrícola, poderia, se necessário,
ser irrigada por meio de instalações técnicas próprias da exploração e por uma quantidade de água normalmente
disponível.
Superfície total da exploração - Soma da superfície agrícola utilizada, da superfície das matas e florestas
sem culturas sob-coberto, da superfície agrícola não utilizada e das outras superfícies da exploração.
Superfície agrícola utilizada por arrendamento fixo - Superfície agrícola utilizada de que a exploração
dispõe por um período superior a uma campanha agrícola, mediante o pagamento em dinheiro, em géneros, em
ambas as coisas ou em prestação de serviços, de um montante previamente fixado e independente dos resultados
da exploração. Este valor é fixado num contrato de arrendamento (escrito ou oral) celebrado entre o proprietário
da terra e o produtor o qual estabelece ainda a duração do período do uso e fruição da terra por este último.
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Remuneração dos assalariados - As remunerações dos assalariados definem-se como o total das remunerações,
em dinheiro ou em espécie, a pagar pelos empregadores aos assalariados como retribuição pelo trabalho
prestado por estes últimos no período de referência.
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Superfície agrícola utilizada por conta própria - Superfície agrícola utilizada que é propriedade do produtor.
Consideram-se também como exploradas por conta própria as terras cultivadas pelo produtor a título de usufrutuário,
superficiário ou outros título equivalentes, em que: a) usufrutuário é o beneficiário de um direito denominado
usufruto, que consiste no direito de converter em utilidade própria o uso ou o produto de um bem alheio, cabendolhe todos os frutos que o bem usufruído produzir; b) superficiário é o beneficiário de um direito de superfície, ou
seja o direito de uma pessoa ter propriedade de plantações feitas em terreno alheio, com autorização ou
consentimento do proprietário.
Soro de leite - Subproduto do fabrico do queijo ou da caseína através da acção dos ácidos, do coalho e/ou de
processos físico-químicos.
Tempo de actividade na exploração agrícola - Tempo consagrado aos trabalhos agrícolas e para-agrícolas
da exploração agrícola.
Terras aráveis - Terras cultivadas destinadas à produção vegetal, as terras retiradas da produção, ou que sejam
mantidas em boas condições agrícolas e ambientais nos termos artigo 5º do Regulamento (CE) nº 1782 / 2003,e
as terras ocupadas por estufas ou cobertas por estruturas fixas ou móveis.
Tempo completo de actividade na exploração - Tempo consagrado aos trabalhos de exploração que
corresponde a 240 dias de trabalho por ano (equivalente a 40 ou mais horas por semana, 240 dias ou mais por
ano, incluindo 1 mês de férias).
Toros para serrar e folhear (inclui dormentes para vias férreas) - Madeira redonda para serrar,
longitudinalmente, para o fabrico de madeira serrada ou de dormentes, para vias férreas ou para folhear
(principalmente pelo acto de descascar ou cortar às fatias) para a produção de folhas.
Trabalhador permanente - Assalariado que trabalha com regularidade na exploração ao longo do ano agrícola,
isto é, todos os dias, alguns dias por semana ou alguns dias por mês.
Transferências de capital - São transferências, em dinheiro ou em espécie, efectuadas pelas administrações
públicas ou pelo resto do mundo a unidades de produção, para lhes permitir financiar, na totalidade ou em parte,
o custo de aquisição de activos fixos ou indemnizar os proprietários de bens de capital que tenham sido destruídos
por actos de guerra, catástrofes naturais ou perdas excepcionais devidas a causas externas à unidade de
produção.
Transformação industrial - Quantidades de produtos utilizados na fabricação de um produto derivado alimentar,
para o qual existe um balanço específico.
Unidade de trabalho ano (UTA) - Unidade de medida equivalente ao trabalho de uma pessoa a tempo completo
realizado num ano medido em horas ( 1 UTA = 240 dias de trabalho a 8 horas por dia).
Utilização industrial - Emprego que inclui as quantidades de produtos utilizados pela indústria para fabricação
de outros não destinados à alimentação humana ou animal, nomeadamente os consumidos pela indústria dos
químicos, da cerveja, do álcool, etc.
Vaca - Bovino fêmea que já pariu.
Vaca leiteira - Bovino fêmeas que já tenha parido e cujo leite seja exclusiva ou principalmente vendido ou
consumido pela família do produtor (inclui as vacas leiteiras de refugo).
Valor acrescentado bruto (VAB) - Corresponde ao saldo da conta de produção, a qual inclui em recursos, a
produção, e em empregos, o consumo intermédio, antes da dedução do consumo de capital fixo. Tem significado
económico tanto para os sectores institucionais como para os ramos de actividade. O VAB é avaliado a preços
de base, ou seja, não inclui os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos.
Valor acrescentado líquido - Valor acrescentado bruto deduzido do consumo de capital fixo de bens de
equipamento, edifícios, construções e plantações.
Variação de existências - Diferença entre as existências no final do período de referência e o início do mesmo,
de produtos primários e de produtos transformados convertidos em produto primário, na posse do produtor
agrícola, do utilizador (indústria transformadora) e do comerciante grossista. Inclui as existências resultantes de
intervenção por razões de regularização do mercado e os stocks de segurança alimentar e exclui as existências
nos comerciantes retalhistas e nos consumidores finais.
Estatísticas Agrícolas 2007
19
Varrasco - Suíno macho reprodutor com mais de 50 kg de peso vivo, que efectue regularmente a cobrição.
Vendas (saídas da agricultura) - Emprego que compreende os quantitativos de produtos escoados para o
mercado pelos produtores agrícolas ou outros, com exclusão das quantidades usadas em autoconsumo, os
intraconsumos, as variações de existências e as perdas na exploração.
Vinho de mesa - Vinho não classificado como V.Q.P.R.D. (incluindo os obtidos por desclassificação de V.Q.P.R.D.
ou de vinho regional), com um título alcoométrico volúmico adquirido igual ou superior a 8,5% volume, desde que
este vinho resulte exclusivamente de uvas colhidas nas zonas vitícolas A e B, e igual ou superior a 9% volume
nas restantes zonas, bem como um título alcoométrico volúmico total igual ou inferior a 15% volume.
Vinho regional - Vinho de mesa com direito a indicação geográfica, produzido de acordo com as regras
definidas para a região de proveniência.
Vitelão - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de
documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, o dente primeiro molar que já apresente
qualquer sinal de gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade superior a 6 meses.
Volume de mão-de-obra-agrícola (VMOA) - Corresponde ao trabalho efectivamente aplicado na produção de
produtos agrícolas e das actividades não agrícolas não separáveis das unidades agrícolas que compõem o
ramo. Por definição, pode ser dividido em assalariado e não assalariado, e é expresso em unidades de trabalho
ano (UTA), correspondendo estas à prestação, medida em tempo de trabalho, de uma pessoa que efectua, a
tempo inteiro e durante todo o ano, actividades agrícolas numa unidade agrícola.
Estatísticas Agrícolas 2007
Vitela - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de
documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, a ausência de qualquer sinal de
gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade inferior a 6 meses, considerados bovinos
leves.
20
Pesos e Medidas
Produtos
Animais de açougue
- Vitelos
- Novilhos
- Bois
- Vacas
- Novilhas
- Caprinos
- Equídeos
- Ovinos
- Suínos
Animais de capoeira
- Coelhos
- Frangos
- Galinhas
- Patos
- Perus
- Pombos
Diversos
- Azeite
- Azeitonas
- Ovos
- Vinho
Equivalência
(kg)
Unidade
unidade
»
»
»
»
»
»
»
»
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
155,0
313,3
352,3
263,9
251,5
6,1
171,8
10,2
63,6
unidade
»
»
»
»
»
(b)
(b)
(b)
(b)
(b)
(b)
1,8
1,0
1,7
1,7
5,6
0,3
Pesos e medidas
hectolitro
»
milhar
hectolitro
91,66
65,00
55,00
100,00
Produtos
Unidade
Leite inteiro de:
- Cabra
- Ovelha
- Vaca
Madeiras
- Azinho
- Castanho
- Choupo
- Criptoméria
- Eucalipto
- Faia
- Nogueira
- Pinheiro bravo
- Pinheiro manso
- Sobreiro
Caça
- Coelhos
»
- Lebres
»
- Perdizes
»
Equivalência
(kg)
litro
»
»
1,035
1,038
1,031
m3
»
»
»
»
»
»
»
»
»
1 070,00
580,00
470,20
270,00
800,00
720,00
680,00
530,00
580,00
803,00
unidade
»
»
»
»
»
(c)
(a)
(c)
(a)
(c)
(a)
(a) Peso limpo
(b) Peso vivo
(c) Peso sem tripas
Factores de Conversão
Produtos
Animais de açougue
- Bovinos
- Caprinos
- Equídeos
- Ovinos
- Suínos
Animais de capoeira
- Coelhos
- Galináceos
- Patos
- Perus
Caça
- Coelhos
- Lebres
- Perdizes
Cereais
- Arroz
- Centeio
- Cevada
- Milho
- Trigo
Frutas secas
- Amêndoa
- Amendoim
- Avelã
- Noz
Lacticínios
- Leite
- »
- »
- »
- »
- »
- »
Diversos
- Azeite
Unidade
- 1 kg de peso vivo
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 0,59 kg de peso limpo
- 0,40 kg de
»
»
- 0,55 kg de
»
»
- 0,40 kg de
»
»
- 0,75 kg de
»
»
- 1 kg de peso vivo
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 0,60 kg de peso limpo
- 0,75 kg de
»
»
- 0,70 kg de
»
»
- 0,75 kg de
»
»
- 1 kg de peso vivo
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 0,60 kg de peso limpo
- 0,60 kg de
»
»
- 0,80 kg de
»
»
- 1 kg de arroz em casca
- 1 kg em grão
- 1 kg
»
- 1 kg
»
- 1 kg
»
- 0,70 kg de arroz descascado
- 0,76 kg de farinha
- 0,66 kg de
»
- 0,91 kg de
»
- 0,80 kg de
»
- 1 kg de amêndoa em casca
- 1 kg » amendoim em casca
- 1 kg » avelã em casca
- 1 kg » noz em casca
- 0,225 kg de amêndoa descascada
- 0,73 kg » amendoim descascado
- 0,73 kg » avelã descascada
- 0,73 kg » noz descascada
Factores de conversão
- Azeitonas
- Cana sacarina
- Chá
- Cortiça
»
»
- Tabaco
»
Estatísticas Agrícolas 2007
Equivalência aproximada
- 1 l de leite de vaca
-1l » »
»
» desnatado
-1l » »
»
»
»
-1l » »
»
»
»
-1l » »
»
»
»
-1l » »
» ovelha
-1l » »
» cabra
- 0,12 kg de leite em pó
- 0,08 a 0,09 kg de leite em pó
- 0,36 kg de leite condensado a 65%
- 0,04 kg de manteiga
- 0,08 kg de queijo curado de vaca
- 0,14 a 0,17 kg de queijo curado de ovelha
- 0,12 kg de queijo curado de cabra
- 1 l de azeite virgem
- (100 - 2n+2) de azeite refinado
100
(n - grau de acidez)
- 0,16 l de azeite
- 0,07 kg de açucar
- 0,24 kg de chá
- 0,60 kg de granulado
- 0,36 kg de aglomerados de isolamento
- 0,80 kg de aglom. de revestimento e compostos
- 0,56 kg » tabaco verde (folha)
- 0,10 kg »
» seco
- 1 kg de azeitona
- 1 kg » cana sacarina
- 1 kg » folhas verdes
- 1 kg » cortiça
- 1 kg »
»
- 1 kg »
»
- 1 kg » tabaco verde (planta)
- 1 kg »
»
» (folha)
0,800
0,560
1,600
1,120
0,400
0,340
Análise de
Resultados
23
1 - A AGRICULTURA EM 2007
1.1 - Produção Vegetal
Em termos climáticos, o ano agrícola 2006/07 caracterizou-se por um Outono de grande instabilidade
meteorológica, com precipitações quase contínuas, por vezes intensas, acompanhadas de ventos fortes e
trovoadas. Alguns solos atingiram a saturação, verificando-se intensa escorrência para as linhas de água. Em
Dezembro as condições alteraram-se para céu limpo ou pouco nublado e as temperaturas desceram para os
valores típicos de Inverno. A Primavera iniciou-se seca, com temperaturas diurnas amenas verificando-se, no
entanto, acentuado arrefecimento nocturno. As precipitações, que ocorreram muitas vezes sob a forma de
granizo e trovoadas, foram inferiores à normal. A partir de Maio regressou a instabilidade, com a alternância
frequente de dias de sol e temperaturas próprias da época, com outros dias frios, acompanhados de intensa
pluviosidade e vento forte.
Figura 2
Figura 1
Temperatura (ano agrícola 2006/2007)
Precipitação (ano agrícola 2006/2007)
300
(mm)
ºC
30
250
25
200
150
20
100
15
50
10
0
Temperatura Média (Norte do Tejo)
Temperatura Média (Sul do Tejo)
Desvio da Normal (Norte do Tejo)
Desvio da Normal (Sul do Tejo)
Precipitação acumulada (Norte do Tejo)
Precipitação Acumulada (Sul do Tejo)
Desvio da Normal (Norte do Tejo)
Desvio da Normal (Sul do Tejo)
O Outono extremamente chuvoso, com precipitações quase ininterruptas até à primeira semana de Dezembro,
encharcou os solos agrícolas, sobretudo nas zonas de várzea, e obrigou à suspensão das sementeiras de
Outono/Inverno. Apesar da melhoria das condições meteorológicas ter permitido a retoma gradual dos trabalhos
de sementeira, o excesso de humidade determinou o decréscimo generalizado das áreas semeadas com cereais
de pragana.
No final da Primavera e durante o Verão, a ocorrência de temperaturas elevadas e muita humidade proporcionaram
as condições favoráveis ao aparecimento de problemas fitossanitários, designadamente doenças criptogâmicas,
com especial destaque para os intensos ataques de míldio, oídio e podridões nas vinhas, batatais, tomate para
a indústria e hortícolas. Nas fruteiras, nomeadamente nos pomares de pereiras foram a carepa (acidente fisiológico)
e a stenfiliose (doença das manchas castanhas) que causaram maiores preocupações. Esta situação levou ao
aumento da frequência dos tratamentos curativos e à consequente subida dos encargos, com reflexo negativo
no rendimento das culturas.
1.1.1 - Cereais de Outono-Inverno
As chuvas Outonais condicionaram as sementeiras e levaram à redução generalizada da superfície cerealífera,
com especial destaque para o trigo duro (-57%) e trigo mole (-47%), seguindo-se o triticale com um decréscimo
de 17% e a aveia de 14%; as áreas semeadas com cevada e centeio registaram quebras menos expressivas,
cerca de 8% e 5%, respectivamente.
Figura 3
Figura 4
Área de cereais de Outono/Inverno
Produção de cereais de Outono/Inverno
3
3
10 ha
350
10 t
600
300
500
250
400
200
300
150
200
100
100
50
0
0
2003
2004
Total Cereais (*)
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2003
2004
Total Cereais (*)
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
Análise de Resultados
Out-07
Set-07
Ago-07
Jul-07
Jun-07
Mai-07
Abr-07
Mar-07
Fev-07
Jan-07
Nov-06
Out-07
Set-07
Ago-07
Jul-07
Jun-07
Mai-07
Abr-07
Mar-07
Fev-07
Jan-07
-5
Dez-06
0
-150
Nov-06
-100
Dez-06
5
-50
24
Por outro lado, o prolongado encharcamento dos solos obrigou ao alargamento do período de sementeiras e
condicionou a aplicação de adubos azotados e herbicidas, promovendo assim um desenvolvimento muito
heterogéneo das searas. Esta situação conduziu a quebras de produtividade que viriam a ser agravadas, quer
pelas elevadas temperaturas e pelos ventos secos de Março, que determinaram avanços no estado fenológico
das culturas, quer pelas chuvas, queda de granizo e ventos fortes de Maio que contribuíram, para o ressurgimento
de algumas infestantes e para acama das searas.
Desta forma a campanha cerealífera 2006/07 saldou-se por quebras generalizadas de produção, quer relativamente
ao ano anterior, quer à média do último quinquénio, em consequência de decréscimos nas superfícies e nos
rendimentos unitários.
1.1.2 - Culturas de Primavera/Verão
Cereais de Primavera/Verão: Apesar do aumento da cotação, das disponibilidades hídricas e das boas
condições meteorológicas para a realização das sementeiras, a superfície de milho apenas registou um ligeiro
aumento (+2%), face a 2006. Em contrapartida, a superfície de arroz registou um aumento superior (+6%),
fixando-se nos 27 mil hectares.
Figura 6
Figura 5
Área de arroz
Área de milho
3
10 ha
160
103 ha
30
140
25
120
20
100
80
15
60
10
40
5
20
0
0
2003
2004
2005
Milho
2003
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2004
2005
Arroz
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
As searas apresentaram grande homogeneidade, com boas germinações e povoamentos uniformes. Ao contrário
do esperado, os atrasos no desenvolvimento vegetativo das culturas arvenses de Primavera, provocados pelo
Verão ameno, não afectaram as respectivas produtividades.
Figura7
Figura 8
Produção de milho
3
Produção de arroz
3
10 t
900
10 t
180
800
160
700
140
600
120
500
100
400
80
300
60
200
40
100
20
0
0
2003
2004
Milho
Estatísticas Agrícolas 2007
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2003
2004
Arroz
2005
2006
Med.quinq (2003-07)
2007
25
Culturas para a indústria: A transformação de tomate é a principal e a mais competitiva produção hortoindustrial, com 11 unidades industriais de transformação, cerca de 600 produtores agrupados em 29 organizações
e ocupando uma superfície de 14,8 mil hectares de regadio. A qualidade da produção nacional, fruto das excelentes
condições edafo-climáticas, aliada à total mecanização do processo e ao incremento da dimensão das explorações
daí decorrente, contribuíram para o desenvolvimento do sector. No entanto, o conhecimento da proposta de
desligamento das ajudas pelo sector, colocou a fileira perante um novo desafio que parece ter sido encarado
com confiança por parte dos produtores, uma vez que a superfície de tomate para indústria aumentou cerca de
14%, face a 2006.
Figura 9
Figura 10
Área de tomate para indústria
Produção de tomate para indústria
3
3
10 ha
14
10 t
1 400
12
1 200
10
1 000
8
800
6
600
4
400
2
200
2003
2004
Tomate para Indústria
2005
2003
2004
Tomate para Indústria
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
Apesar dos ataques de míldio, que nalgumas searas de tomate provocaram elevados prejuízos, as temperaturas
amenas, sem grandes ondas de calor, proporcionaram uma abundante floração e um bom vingamento dos
frutos, tendo sido determinantes para os elevados níveis de produtividade, que se situaram nos 83,5 mil kg/ha,
e rendimentos superiores aos obtidos nas duas últimas campanhas.
Em 2003, a União Europeia aprovou uma Directiva (2003/30/CE, de 8 de Maio) para promover a utilização de
biocombustíveis nos transportes, impondo a cada Estado Membro a integração de 5,75% de biocombustíveis
nos combustíveis automóveis fósseis convencionais em 2010, 8% em 2015 e 20% em 2020. O Governo português
aumentou esta fasquia para 10%, já em 2010. Paralelamente, foi também aprovada outra Directiva (2003/96/CE,
de 27 de Outubro) que permite aos Estados Membros estabelecer isenções e reduções fiscais nos biocombustíveis.
Neste sentido foram seleccionadas, numa primeira fase, seis empresas produtoras de biocombustíveis que
beneficiaram da isenção de imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) em 2007, ficando responsáveis pela produção
de 205 mil toneladas biocombustíveis.
Os biocombustíveis mais comuns são o biodiesel produzido a partir de oleaginosas (girassol, soja, colza,
palma) e o bioetanol produzido a partir de cereais (milho, trigo), beterraba sacarina e biomassa florestal.
Portugal, à semelhança de outros países, iniciou a produção de biocombustíveis pelo biodiesel, produzido a
partir de oleaginosas, matéria-prima para a qual o contributo da agricultura portuguesa continua a ser
tradicionalmente reduzido.
Apesar de nem todas as operadoras terem apostado na produção de girassol nacional, a área contratualizada
com os agricultores atingiu os 17,6 mil hectares, o que representa um aumento de 126%. O acompanhamento
técnico efectuado pelas operadoras junto dos produtores permitiu um acréscimo muito significativo na produtividade
do girassol, que atingiu os 800 kg/ha.
Figura 12
Figura 11
Produção de girassol
Área de girassol
3
3
10 ha
40
10 t
20
35
18
30
16
25
14
12
20
10
15
8
10
6
5
4
2
0
2003
2004
Girassol
2005
2006
Med.quinq (2003-07)
2007
0
2003
2004
Girassol
2005
2006
Med.quinq (2003-07)
2007
Análise de Resultados
0
0
26
Numa segunda fase, com a isenção do ISP para o bioetanol, o contributo da matéria-prima nacional poderá ser
substancialmente superior, com reflexos positivos na dinamização da actividade agrícola.
A Organização Comum de Mercados (OCM) do açúcar é regida, desde 1968, por regulamentos europeus, que
estabelecem as regras relativas aos preços, quotas e trocas comerciais com países terceiros. O actual objectivo
da Comissão é o de assegurar o equilíbrio do mercado através da redução da quota do açúcar em 6 milhões de
toneladas até à campanha 2009/2010. Em Portugal, a quota de 70 mil toneladas de açúcar atribuída à Sociedade
de Desenvolvimento Agro-Industrial (DAI) foi reduzida para 34,5 mil toneladas na actual campanha (2007-2008) e
para 15 mil toneladas na próxima. A redução da quota mas também a queda do preço e o Outono muito chuvoso
levaram a uma redução considerável da superfície de beterraba, que de acordo com a DAI, no Continente se
situou nos 2,5 mil hectares (-33%).
Figura 13
Figura 14
Área de beterraba sacarina
Produção de beterraba sacarina
3
3
10 ha
10
10 t
700
9
600
8
500
7
6
400
5
300
4
3
200
2
100
1
0
0
2003
2004
2005
2006
Beterraba Sacarina
2007
2003
2004
Beterraba Sacarina
Med.quinq (2003-07)
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
No entanto, devido às condições climatéricas e ao know-how adquirido pelos produtores, a produtividade atingiu
um valor recorde de 91,5 toneladas por hectare, o que se traduziu numa produção bruta de 235 mil toneladas de
beterraba e 34,5 mil toneladas de açúcar, precisamente a quota atribuída à DAI.
Batata: A produção de batata, cerca de 656,6 mil toneladas, registou, em virtude dos bons calibres, um aumento
de 7%, face à colheita transacta. No entanto, as intensas chuvas de Junho e Julho provocaram fortes ataques de
míldio que prejudicaram a qualidade, originando problemas de conservação e armazenamento dos tubérculos.
Em algumas regiões, a campanha de comercialização da batata iniciou-se com uma oferta abundante e uma
cotação inferior à esperada.
Figura 15
Figura 16
Área de batata
Produção de batata
103 t
900
3
10 ha
50
800
48
700
46
600
44
500
42
400
300
40
200
38
100
36
0
2003
2004
Batata
Estatísticas Agrícolas 2007
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2003
2004
Batata
2005
2006
Med.quinq (2003-07)
2007
27
1.1.3 Culturas Permanentes
Produção de Frutos Frescos: Os pomares de pêras tiveram, de um modo geral, um início de floração bastante
prometedor. Posteriormente, os ventos fortes, as elevadas precipitações mas principalmente a falta de horas de
calor, afectaram a frutificação, comprometendo assim as expectativas iniciais. Desta forma, a produção de pêra,
devido à diminuição dos calibres, registou uma quebra de 19% em relação à campanha anterior. A qualidade foi
prejudicada pelos ataques de stenfiliose, mas principalmente devido à carepa, importante problema fisiológico
que desvaloriza os frutos pela redução do tamanho, aspecto e deformação, embora melhore algumas características
que o mercado não aproveita, como a firmeza da polpa, acidez, teores de açúcar e aromas.
Na maçã os bons calibres compensaram, de certa forma, o menor número de frutos pelo que, e ao contrário do
inicialmente previsto, a produção não registou grandes alterações (-4%), face a 2006.
Nos pomares de cerejeiras as intensas chuvas, ocorridas durante toda a fase de maturação do fruto, afectaram
a produção, cuja quebra atingiu os 40%, e fendilharam uma parte significativa dos frutos, reduzindo assim a sua
capacidade de conservação e apresentação. Por estas razões, a colheita de 2007 foi uma das piores dos
últimos anos.
Figura 18
Figura 17
Produção de cereja
Produção de pêra
10 t
200
10 t
18
180
16
160
14
140
12
120
10
100
8
80
6
60
Análise de Resultados
3
3
4
40
2
20
0
0
2003
2004
Pêra
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2003
2004
Cereja
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
Produção de Citrinos: A colheita da laranja no Algarve, principal região produtora, é efectuada de forma escalonada
podendo, no entanto, distinguir-se 3 épocas: de Novembro a Março colhem-se as variedades tradicionais (New
Hall, Dalmau e Baía), de Março a Maio colhem-se as variedades Lane Late, Rhodes e Barnfield, muito apreciadas
pelo mercado devido às suas características (doces, de casca fina e pouco manchadas), mas ainda pouco
representativas, embora com muitos pomares novos; finalmente, de Maio a Setembro, é efectuada a colheita da
Valencia Late e D. João.
A produção de laranja em 2006/07 registou uma quebra na ordem dos 10%, para a qual contribuíram os elevados
teores de humidade durante a floração, que originaram uma queda anormal de flor. Também o stress e o consequente
enfraquecimento das laranjeiras, em resultado das dificuldades de escoamento ocorridas na campanha anterior
e que obrigaram à prolongada permanência das laranjas nas árvores, contribuíram para o mau vingamento do
fruto. De referir ainda que as variedades de Inverno (New Hall, Dalmau e Baía) apresentavam coloração verde,
tendo sido necessário recorrer ao processo de “desverdização”. Nas variedades de Verão os prejuízos causados
pela mosca-do-mediterrâneo foram, nalguns pomares, significativos.
28
Produção de Frutos de Casca Rija: Nos amendoais de Trás-os-Montes a ocorrência de geadas tardias,
intensa precipitação e granizo, foram determinantes para a quebra na produção nacional (-6%). Nos soutos
foram as baixas temperaturas de Agosto que, ao afectarem a floração da castanha, determinaram as fortes
quebras de produção (-29%).
Figura 19
Figura 20
Produção de amêndoa
Produção de castanha
3
3
10 t
30
10 t
35
25
30
25
20
20
15
15
10
10
5
5
0
0
2003
2004
2005
Amêndoa
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
2003
2004
Castanha
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
Vinha: A vinha foi das culturas mais afectadas pela ocorrência de variações térmicas e muita humidade que
proporcionaram as condições favoráveis para o aparecimento e proliferação de doenças criptogâmicas, míldio e
oídio, e acidentes fisiológicos, designadamente o desavinho (as flores não originam frutos) e, embora com
menor incidência, a bagoinha (no mesmo cacho aparecem, além de bagos normais, outros de dimensões
reduzidas, por vezes sem grainha e sem atingirem a maturação). Desta forma, a vindima de 2007 não foi das
melhores, registando-se por um lado, uma quebra na produção da uva para vinho na ordem dos 20%, que em
algumas regiões rondou os 50%, levando mesmo a que muitas adegas funcionassem muito abaixo das respectivas
capacidades e, por outro, ao aumento dos encargos resultantes dos inúmeros tratamentos fitossanitários
efectuados no combate ao míldio e oídio.
Apesar da quebra de produção e dos problemas
sanitários que ensombraram o ano vitícola, os mostos,
de um modo geral, apresentaram boa acidez, estrutura
e aroma agradável. Para a obtenção destas
características foi determinante o tempo seco durante
as vindimas, factor crítico de qualidade dos vinhos,
mas também a estação Outono-Inverno chuvosa, que
ao restabelecer as reservas de água do solo promoveu
o crescimento da videira e o aumento da área foliar,
facilitando desta forma o pleno uso da luminosidade
do Verão e a maturação equilibrada das uvas.
Figura 21
Produção de vinho
103 hl
8 000
7 000
6 000
5 000
4 000
3 000
2 000
1 000
0
Com excepção dos vinhos alentejanos que têm vindo
a conquistar novos mercados externos, as perspectivas
Vinho
Med.quinq (2003-07)
de comercialização dos vinhos não são as melhores.
A quebra de produção e a qualidade da vindima de 2007 são insuficientes para ultrapassar as dificuldades
estruturais do sector, designadamente a diminuição do consumo, o excesso de oferta, a produção ainda
significativa de vinho de menor qualidade e a difícil situação económica de muitas adegas cooperativas.
2003
2004
2005
2006
2007
A reforma da Organização Comum do Mercado (OCM) do vinho pretende contribuir para a resolução destes
problemas, através do estabelecimento de regras para a diminuição da oferta, disponibilizando incentivos ao
arranque em situações que o justifiquem (vinhas envelhecidas ou implantadas em áreas desfavoráveis para a
produção de vinho de qualidade e quando o potencial de produção é excessivo face ao consumo) e também de
medidas endereçadas à reestruturação da vinha no sentido de melhorar a qualidade da produção, sem reflexos
no aumento da oferta.
Estatísticas Agrícolas 2007
29
Olival: No olival as condições meteorológicas adversas na altura da floração e posteriormente o tempo quente
e seco que condicionou o enchimento dos frutos e provocou, aliado aos ventos fortes, a queda da azeitona,
determinaram quebras de produção na ordem dos 44%. Nalguns olivais tradicionais o estado sanitário da azeitona
não foi o melhor, evidenciando ataques de mosca e gafa. De referir ainda que o elevado rendimento industrial da
azeitona oleificada atenuou a quebra de produção, pelo que a produção de azeite situou-se nos 348 mil hectolitros
(-33%).
Figura 22
Produção de azeite
3
10 hl
600
500
400
300
200
100
0
2003
2004
Azeite
2005
2006
2007
Med.quinq (2003-07)
Análise de Resultados
O Programa de Desenvolvimento Regional (ProDeR)
2007-2013, reconhece o interesse económico, social
e ambiental do olival, considerando-o como uma das
fileiras prioritárias. Neste sentido foram estabelecidos
apoios para novas plantações e modernização do olival,
bem como para a transformação e promoção do azeite,
com o objectivo de aumentar fortemente a oferta,
suprindo assim as necessidades do consumo interno,
satisfeitas actualmente com 50% de importações. Já
nesta campanha, a entrada em produção de muitas
áreas de olival intensivo e super-intensivo certamente
que atenuaram as quebras verificadas no olival
tradicional, esperando-se aumentos da produção de
azeite nas próximas campanhas.
30
1.2 - Produção Animal
1.2.1 - Produção de Carne: bovino, suíno, ovino e caprino
Figura 23
Produção de carne de bovino e de suíno
Suíno
103 t
Bovino
103 t
130
120
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
400
350
300
250
200
150
100
50
0
2005
2006
Bovino
2007
Suíno
No ano 2007 e pelo segundo ano consecutivo,
registou-se um decréscimo significativo da produção
de carne de bovino (-13,5%), que não ultrapassou
as 92 mil toneladas. As quebras observaram-se quer
na carne de vitelo (-38,4%) quer na carne de animais
adultos (-7,3%). De facto, este sector que ainda não
havia ultrapassado as consequências da seca
ocorrida em 2005, vê a situação agravada em 2007
pelo aumento do custo dos factores de produção,
em particular da alimentação animal, o que, apesar
do desagravamento das condições climatéricas,
condicionou a disponibilidade de animais para abate
no mercado nacional.
A produção de carne de suíno teve um aumento de 5,5%, relativamente a 2006, com uma produção que rondou
as 386 mil toneladas. Apesar da subida significativa do preço dos alimentos compostos ter gerado instabilidade
no mercado da carne de suíno, a oferta de animais para abate no mercado nacional em 2007 foi superior do ano
anterior.
Figura 24
Produção de carne de ovino e caprino
Caprino
103 t
4,0
Ovino
3
10 t
24
22
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
3,5
3,0
2,5
No que diz respeito às carnes de ovino e caprino,
registaram-se, para o ano 2007, produções da ordem
das 24 mil toneladas e 1 700 toneladas,
respectivamente. Para a espécie ovina, esta produção
representou um aumento de 3,8%, face a 2006; no que
respeita aos caprinos, houve um aumento de 10,9%,
comparativamente ao ano anterior.
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
2005
2006
Ovino
2007
Caprino
O incremento dos abates nas espécies ovina e
particularmente nos caprinos, é também reflexo do
incentivo dado pelo regime de pagamentos à
comercialização dos animais, que ao promover a
formação de agrupamentos de produtores, facilita a
canalização da produção para o abate em matadouros.
1.2.2 - Produção de Carne de animais de capoeira
A produção total de animais de capoeira registou um aumento de 9,7% quando comparada com o ano transacto,
tendo ultrapassado as 315 mil toneladas.
Figura 25
Produção de carne de frango e peru
Peru
103 t
Frango
3
10 t
240
220
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
2005
2006
Frango
Estatísticas Agrícolas 2007
2007
Peru
A conjuntura em 2007 conheceu alguma
estabilização, após o período vivido em 2006, com a
crise da gripe aviária, o que permitiu ao sector retomar
o equilíbrio, com a consequente recuperação da
produção de carne de aves no ano em análise.
Assim, a produção de frango industrial em 2007,
teve, em relação ao ano 2006, uma subida de 10,2%,
com 231 mil toneladas produzidas.
A produção de carne de peru registou igualmente um
aumento (+6,1%), tendo sido produzidas quase 45
mil toneladas, tal como a carne de pato, que teve um
acréscimo assinalável (+9,4%), correspondente a uma
produção de cerca de 9 mil toneladas. De referir que,
face ao ano anterior, os patos abatidos eram
significativamente mais pesados, apresentando um
peso médio ao abate superior.
31
Também as “Outras carnes” (incluindo caça, pombos, coelhos e codornizes), mostraram uma recuperação em
2007, com um aumento de 7,4%, sobretudo devido a um maior nível de produção das carnes de coelho (+9,1%)
e de codorniz (+25,3%).
1.2.3 - Produção de Ovos de galinha para consumo alimentar e incubação
No entanto, a produção de ovos de galinha para
incubação teve uma recuperação assinalável, tendo
crescido cerca de 11% em 2007, o que se concretizou
numa produção de aproximadamente 20 mil toneladas,
como resultado da recuperação do sector de produção
de carne de aves, após a crise da gripe aviária em
2006.
Figura 26
Produção de ovos de galinha
Ovos para
consumo
3
10 t
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
Ovos para
incubação
3
10 t
22
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
2005
Ovos para consumo
2006
2007
Ovos para incubação
1.2.4 - Produção de Leite e Produtos lácteos
Em 2007 o volume de leite cru de vaca produzido foi de 1 909 milhões de litros, o que significa uma redução de
0,8%, relativamente ao ano transacto. Esta quebra de produção reflecte a tendência generalizada a nível da UE
em 2007, na origem da qual estiveram factores como a diminuição e desligamento das ajudas à produção, a
transferência de produtores de leite para os biocombustíveis e o aumento dos preços dos cereais, que elevou os
custos da alimentação animal.
Figura 28
Figura 27
Produção de queijos
Produção de leites
Leites de
ovelha e
cabra 106 l
120
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
Leite de
vaca
6
10 l
2 200
2 000
1 800
1 600
1 400
1 200
1 000
800
600
400
200
0
2005
Leite de ovelha
2006
Leite de cabra
2007
Leite de vaca
Queijos cabra
e mistura
3
10 t
5,0
4,5
4,0
3,5
3,0
2,5
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
Queijos
vaca e ovelha
3
10 t
60
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
2005
Queijo de vaca
Queijo de cabra
2006
2007
Queijo de ovelha
Queijo de mistura
No caso específico de Portugal, há ainda a acrescentar a desaceleração produtiva que se seguiu à ultrapassagem
de quota leiteira na campanha 2005-2006. Apesar do aumento da procura por parte da indústria, e da subida dos
preços à produção (sobretudo a partir de Abril/Maio de 2007), o recobro da produção de leite, que deu alguns
sinais de estar a ocorrer no último trimestre do ano, não foi atingido até ao final de 2007. Entre os motivos que
complicam o processo de recuperação, destacam-se as dificuldades com o licenciamento de explorações, o
aumento das despesas com a alimentação animal, as dificuldades de substituição dos efectivos leiteiros e a
não consagração do sector leiteiro como prioritário no acesso aos fundos estruturais do ProDeR 2007-2013.
Análise de Resultados
A produção de ovos de galinha para consumo pautouse pela estabilidade com uma produção próxima das
102 mil toneladas. O aumento significativo do preço
dos alimentos compostos, aliado à legislação da UE
no âmbito do bem estar animal, que impõe novas regras
relativamente às instalações das galinhas poedeiras
em baterias, e que deverá estar implementada em 2012,
faz com que o sector se encontre em reestruturação,
sem previsibilidade de, a curto prazo, promover
aumentos do efectivo em postura.
32
As produções de leite de ovelha e de cabra em 2007 foram de 92 milhões de litros e 27 milhões de litros,
respectivamente, o que, comparativamente a 2006, reflectem quebras de cerca de 4% para o leite de ovelha e
5% para o leite de cabra.
Em 2007 a produção total de queijo registou um aumento de cerca de 2%. O queijo de vaca teve um aumento de
5,3%, com cerca de 58 mil toneladas produzidas. Pelo contrário, as produções de queijos de ovelha, cabra e
mistura decresceram, tendo sido produzidas cerca de 15 mil, 1,6 mil e 4 mil toneladas, respectivamente.
A produção de manteiga em 2007 registou uma quebra de 3,5%, relativamente a 2006, tendo sido produzidas
27,7 mil toneladas.
Confirmando a tendência observada nos últimos anos em análise, a produção de leite para consumo (918 mil
toneladas) registou uma quebra de cerca de 4%, enquanto a produção de leites acidificados (incluindo iogurtes)
registou, uma vez mais, um aumento de cerca de 2%, com 108 mil toneladas produzidas em 2007.
Figura 29
Figura 30
Produção de leite para consumo e
de leites acidificados
Produção de manteiga
3
10 t
30
27
24
21
18
15
12
9
6
3
0
2005
2006
Manteiga
Estatísticas Agrícolas 2007
2007
Leite para
consumo
3
10 t
1000
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
Leites
acidificados
3
10 t
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
2005
Leites acidificados
2006
2007
Leite para consumo
33
1.3 - Agricultura e Ambiente
1.3.1 - Agricultura Biológica
Figura 31
2007
2006
2005
2004
Produtores
A implementação do Programa de Desenvolvimento Rural (ProDeR) - instrumento estratégico e financeiro de
apoio ao desenvolvimento rural do Continente, para o período 2007-2013 - vem trazer alterações significativas no
regime de ajudas e na tipologia das ocupações culturais. A agricultura biológica enquadra-se, no âmbito deste
programa, na medida “Valorização dos modos de produção” e na acção “Alteração dos modos de produção
agrícola”, que tem como principais objectivos a promoção de formas de exploração das terras agrícolas compatíveis
com a protecção e a melhoria do ambiente, da paisagem e dos recursos naturais e ainda a produção de bens
agrícolas reconhecidos pela qualidade associada aos serviços ambientais que incorporam.
Figura 32
Em termos regionais, o Alentejo continua a ser Distribuição regional segundo a ocupação da área
dominante neste modo de produção, com 60% da
em modo de produção biológico (2007)
área total do Continente, seguido da Beira Interior Entre-Douro e Minho
com 24%. As ocupações culturais predominantes
Trás-os-Montes
são as pastagens e plantas forrageiras que dominam
Beira Litoral
o panorama nacional, principalmente nas regiões
Beira Interior
do Alentejo (78%), Ribatejo e Oeste (73%), Entre
Ribatejo e Oeste
Douro e Minho (61%) e Beira Interior (55%). Apenas
Alentejo
a Beira Litoral e Trás-os-Montes não seguem esta
Algarve
tendência, sendo a vinha a principal cultura em
0%
20%
40%
60%
80%
100%
Culturas arvenses
Floresta
modo de produção biológico na Beira Litoral (10%)
Pastagens e plantas forrageiras
Olival
e o olival em Trás-os-Montes (46%).
Vinha
Fruticultura
Horticultura
Frutos secos
Plantas aromáticas
Pousio
A produção animal em modo de produção biológico,
aumentou 12% em 2007 face a 2006 e o número de
produtores passou de 616 para 786 neste período (+28%). Em termos regionais, a produção animal em modo de
produção biológico concentra-se sobretudo no Alentejo (68%) e na Beira Interior (19%), sendo os bovinos a
espécie dominante nas duas regiões, 83% e 65% respectivamente, seguidos dos ovinos com 12% e 33%. A
mesma tendência se observa a nível nacional, em que os bovinos representaram 78% da produção animal em
modo de produção biológico, seguidos dos ovinos com 16%.
Figura 34
Figura 33
Distribuição regional da produção animal
(Cabeças Normais)
em modo de produção biológico (2007)
80 000
900
70 000
800
60 000
700
600
50 000
500
40 000
400
30 000
300
20 000
200
10 000
100
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
N.º Produtores
CN
Evolução da produção animal em modo de
produção biológico (Cabeças Normais) e do
Número de Produtores
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
0
2002
2003
Cabeças Normais
2004
2005
Bovinos
2006
2007
Nº Produtores
0%
Bovinos
Suínos
20%
Caprinos
40%
Ovinos
60%
80%
Equídeos
100%
Aves
Análise de Resultados
Área
2003
2002
2001
2000
1999
1998
1997
1996
1995
1994
1993
Área (ha)
N.º Produtores
A crescente consciencialização dos consumidores pelos Evolução da área em modo de produção biológico
problemas da segurança alimentar e pelas questões
e do número de produtores
ambientais tem contribuído para o desenvolvimento da
250 000
2 500
agricultura biológica nos últimos anos. Embora
200 000
2 000
representando apenas cerca de 7 % da superfície agrícola
utilizada (SAU), a agricultura biológica constitui
150 000
1 500
presentemente, um dos mais dinâmicos sectores
agrícolas, para o qual não serão também alheios os
100 000
1 000
apoios envolvidos. Entre 1993 e 2007, o sector da
50 000
500
agricultura biológica desenvolveu-se a uma taxa média
de crescimento anual de cerca de 34 %. Desta forma e
para 2007, a área convertida a este modo de produção
já atingia os 233 475 ha, distribuída por 1 949 produtores.
34
1.4 - Qualidade e Segurança Alimentar
1.4.1 - Controlo e fiscalização da Segurança Alimentar
Figura 35
Distribuição das acções de controlo e fiscalização
por tipo de operador
3%
2% 0%
37%
48%
10%
Armazenistas
Importadores e Distribuidores
Prestadores de serviços
Retalhistas
Grossistas
Indústrias
Produtores
Em 2007, as acções de controlo e fiscalização na área alimentar levadas a cabo pela Autoridade de Segurança
Alimentar e Económica (ASAE)* cobriram 17 924 operadores. Na sequência destas acções foram encerrados
1 215 estabelecimentos, instaurados 286 processos-crime e aplicadas mais de 6 400 contra-ordenações,
tendo ainda sido efectuadas 157 detenções.
Os prestadores de serviços foram os operadores mais controlados e fiscalizados (48%), seguidos dos retalhistas
(37%) e dos produtores (10%).
Figura 36
Figura 37
Representatividade das sanções aplicadas
relativamente ao total de operadores controlados
Distribuição do valor dos produtos apreendidos por
tipo de operador
Retalhistas
5%
14%
Produtores
2%2%
Prestadores de serviços
Indústrias
37%
Importadores e Distribuidores
40%
Grossistas
Armazenistas
0%
Contra-ordenações
10%
Encerramentos
20%
30%
40%
Processos crime
50%
60%
Detenções
Armazenistas
Importadores Distribuidores
Prestadores de serviços
Retalhistas
Grossistas
Indústrias
Produtores
As sanções aplicadas aos operadores infractores foram, na sua maioria, constituídas por contra-ordenações
puníveis com coimas. Destaque para o sector industrial e para os prestadores de serviços, onde as penalizações
atingiram, respectivamente, 52% e 46% do universo controlado.
O valor total dos produtos apreendidos em 2007 ascendeu a 4,6 milhões de euros. De referir que a mercadoria
apreendida a produtores e prestadores de serviços totalizou 3,6 milhões de euros, cerca de 77% do total do valor
apreendido.
* A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) é a entidade nacional especializada na segurança alimentar e económica
que coordena o controlo oficial dos géneros alimentícios e que detém a responsabilidade pela avaliação e comunicação dos riscos
na cadeia alimentar, assim como pelo cumprimento das actividades económicas mediante a fiscalização e prevenção do cumprimento
da legislação reguladora. A ASAE actua em todo o território do Continente e nas Regiões Autónomas apenas no que diz respeito ao
sector vitivinícola e produtos vínicos.
Estatísticas Agrícolas 2007
35
1.5 - Preços na Agricultura
Em 2007, o índice de preços dos produtos agrícolas registou uma variação de 4,9%, em relação a 2006. Tal
subida ficou a dever-se às variações positivas, tanto no índice de preços da produção vegetal (+5,0%), como no
índice de preços da produção animal (+4,6%).
Figura 38
Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas
2000 = 100
130
125
120
115
110
105
100
95
90
2001
2002
2003
Produção de bens agrícolas
2004
2005
2006
Produção vegetal
2007
Produção animal
Os produtos que mais contribuíram para a evolução verificada no índice de preços dos produtos agrícolas foram,
sobretudo, os cereais (+38,0%), as plantas forrageiras (+35,6%), os ovos (+19,7%), o leite (+14,6%) e as aves
de capoeira (+13,6%), apesar das variações negativas observadas no azeite (-21,8%), nos suínos (-11%), na
batata (-6,3%), nas plantas industriais (-3,7%) e nos ovinos e caprinos (-3,1%).
Figura 39
Variação n/n-1 nos Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas
50
2000 = 100
40
30
20
10
Ovos
Leite
Animais de capoeira
Ovinos e caprinos
Suínos
Bovinos
Plantas e flores
Azeite
Vinhos
Hortícolas frescos
-30
Frutos
-20
Batatas
-10
Cereais
0
Em 2007, o índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura apresentou uma subida de
7,6%, quando comparado com o ano anterior. Para o mesmo período, o índice de preços dos bens de investimento
registou igualmente um aumento de 1,9%.
Análise de Resultados
2000
36
Figura 40
Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura
2000=100
130
125
120
115
110
105
100
95
90
85
2000
2001
2002
2003
2004
Bens e serviços de consumo corrente na agricultura
2005
2006
2007
Bens de investimento na agricultura
No índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura o aumento foi generalizado,
destacando-se, principalmente, a subida dos índices de preços das sementes e plantas (+15,7%), dos alimentos
para animais (+13,9%), da manutenção de materiais (+10,4%), dos adubos e correctivos (+10,3%) e da energia
e lubrificantes (+4,1%).
Figura 41
Variação n/n-1 nos Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura
Outros veículos
Tractores
Máq. Cultura
Motocultivadores
e outro mat. de
2 rodas
Outros bens e
serviços
Manutenção de
materiais
Despesas
veterinárias
Alimentos para
animais
Adubos e
correctivos
Energia e
lubrificantes
2000 = 100
Sementes e
plantas
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
-2
No índice de preços dos bens de investimento o aumento não foi generalizado nem tão significativo, sendo de
destacar o acréscimo ligeiro verificado no índice de preços dos tractores (+0,7%).
Estatísticas Agrícolas 2007
37
1.6 Rendimento da Actividade Agrícola
Gráfico 42
Produção do Ramo e Consumo Intermédio
(preços correntes )
6
10 Euros
7 000
6 000
5 000
4 000
3 000
2 000
1 000
0
Em 2007, o valor da Produção do Ramo Agrícola, a
preços base, diminuiu 2,2% face a 2006, como
consequência do decréscimo do valor da Produção
Vegetal (-5,5%) e acréscimo da Produção Animal
(+3,6%). O quadro meteorológico de 2007
Produção
Produção
Produção do
Consumo
caracterizou-se por condições desfavoráveis, que
Vegetal
Animal
Ramo Agrícola
Intermédio
prejudicaram as sementeiras e o desenvolvimento
2006
2007
da maioria das culturas, nomeadamente cereais,
pomares, azeitona e vinho. O terceiro ano de
vigência do Regime do Pagamento Único (RPU), com o progressivo desligamento da produção dos regimes de
apoio à agricultura, continuou a determinar um decréscimo das áreas de algumas arvenses e dos subsídios
directos à produção (com consequências directas nos preços de base). Os Cereais destacam-se como o grupo
onde se observou o maior acréscimo de preços base (+30,3%). Este aumento prende-se com a escassez de
oferta nos mercados internacionais, explicável pelas calamidades naturais verificadas em alguns grandes produtores
e pelo desvio de stocks de cereais para a produção de biocombustíveis.
Gráfico 43
Estrutura da Produção do Ramo Agrícola, a preços de base
(preços correntes )
%
100
90
Cereais
2,8
3,7
4,7
5,6
5,0
5,0
3,4
4,3
4,5
Plantas Forrageiras
6,0
Serviços e Act. secundárias
Restantes produtos animais
8,7
6,4
4,5
8,5
60
6,7
6,5
Restantes produtos vegetais
50
14,8
13,0
Suínos
10,8
11,6
Bovinos
14,3
12,7
80
70
40
30
20
10
Aves de Capoeira
Frutos
Leite
17,8
18,5
2006
2007
0
Vinho
Vegetais e Produtos Hortícolas
Os Vegetais e Produtos Hortícolas mantiveram-se como o grupo de maior peso relativo na produção, com os
Frutos e Vinho a ocupar as posições imediatas. Destaca-se o ganho de importância relativa das Aves de
Capoeira (+1,4pp), em detrimento do Vinho (-1,6pp).
Análise de Resultados
O rendimento associado à utilização de uma
Unidade de Trabalho Ano (UTA) em 2007, decresceu
em termos reais, 5,0% em relação ao ano anterior.
Como deflator utilizou-se a previsão do índice de
preços implícito no PIB nacional para 2007 (2,89%).
38
O Consumo Intermédio (CI) aumentou em 2007 (+4,1%, em valor). Este acréscimo foi determinado pela
evolução dos preços (+6,0%), uma vez que o volume observou um decréscimo de 2,1%. As principais razões
que explicam este comportamento foram o aumento do preço dos combustíveis (provocado pela contínua
instabilidade no mercado petrolífero) e, fundamentalmente, as perturbações sentidas na alimentação animal. A
evolução em volume da alimentação animal deveu-se, essencialmente, ao impulso na avicultura e ao facto de
muitos animais serem retidos nas explorações, devido à língua azul e à expectativa, por parte dos produtores,
de aumentos de preços na produção. A evolução dos preços foi consequência directa dos elevados custos das
matérias primas decorrentes da redução da oferta mundial de cereais e do aumento da procura, para alimentação,
ao nível das economias emergentes Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) e para combustíveis, por parte dos EUA
e UE.
Figura 44
Estrutura do Consumo Intermédio
(preços correntes )
%
100
Adubos e Correctivos
90
3,8
5,4
6,1
4,0
5,5
5,4
80
10,9
11,1
Sementes e Plantas
70
Serviços Agrícolas
60
34,8
39,6
50
Energia e Lubrificantes
40
30
Outros
20
39,2
34,2
10
Alimentos para Animais
0
2006
2007
Na sequência das razões apontadas, verificou-se em 2007, um aumento da importância relativa dos Alimentos
para animais na estrutura das despesas correntes (+5pp).
Gráfico 45
Subsídios, Remunerações, Rendas, Juros e REL
(preços correntes )
106 Euros
1 800
1 500
1 200
900
600
300
0
Outros
Remun.
Subsídios à
prod.
2006
Estatísticas Agrícolas 2007
Rendas
Juros a
pagar
2007
REL
Os Outros Subsídios à produção aumentaram
29,8% em 2007, comportamento explicado,
essencialmente, pelo aumento de 214% no RPU.
As Remunerações cresceram 0,6%, sendo a
sua evolução explicada pelo decréscimo do
Volume de Mão-de-Obra Agrícola Assalariado e
pelos aumentos salariais. As Rendas diminuíram
0,7%, em virtude do declínio de algumas culturas
arvenses, compensado pelo aumento das áreas
para arroz, tomate e girassol. Os Juros a pagar
aumentaram 22%, graças ao maior volume de
crédito concedido, uma vez que a taxa de juro se
manteve.
Quadros
estatísticos
41
II - PRODUÇÃO VEGETAL
Quadro 1
Produção das principais culturas
2005 - 2007
Anos
2005
Culturas
CULTURAS TEMPORÁRIAS
Cereais
Trigo mole
Trigo duro
Milho
Centeio
Triticale
Arroz
Aveia
Cevada
Leguminosas para grão
Feijão
Grão-de-bico
Batata
Batata
Beterraba sacarina
Beterraba sacarina
Culturas para a indústria
Tomate
Girassol
Tabaco
CULTURAS PERMANENTES
Laranja
Maçã
Pêra
Pêssego
Vinho (a)
Azeite (a)
Superfície
2006
ha
2007 (Po)
2005
Produção
2006
t
2007 (Po)
120 639
2 088
110 192
25 364
20 488
21 938
53 658
34 330
101 421
3 263
102 746
23 476
19 228
25 392
53 674
44 154
53 524
1 394
104 330
22 218
15 928
26 903
46 064
40 476
80 386
1 168
510 359
19 747
8 252
120 179
25 151
26 264
242 113
7 497
534 700
23 802
40 236
148 673
87 108
105 547
99 799
2 496
604 513
22 702
25 200
156 203
62 039
80 714
8 437
1 364
7 945
1 268
7 588
1 700
3 024
537
4 230
714
3 984
996
41 386
41 350
42 175
569 531
611 253
656 561
8 623
4 275
3 022
604 879
320 039
254 046
13 684
7 069
1 618
13 027
7 783
791
14 800
17 620
443
1 085 065
2 398
4 749
983 191
4 113
2 298
1 236 235
14 101
1 311
21 017
20 938
12 897
6 210
216 497
365 308
20 644
20 674
12 871
5 925
216 496
368 202
19 895
20 488
12 827
5 779
216 496
368 397
217 596
252 082
130 227
49 151
7 063 730
318 174
234 456
258 382
174 941
50 075
7 337 837
518 466
210 763
247 223
141 210
53 071
5 842 446
348 491
Nota: as produções de azeite e laranja correspondem às iniciadas no ano agrícola indicado e continuadas no ano seguinte.
(a) Produção - unidade: hl.
1 - Produção das principais culturas
Quadros estatísticos
Portugal
42
Quadro 2
Produção das principais culturas por NUTS II
Continente
2006
Milho de regadio
Superfície
Produção
ha
t
16 - Recolha de leite de vaca e produtos
lácteos obtidos
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Trigo
Superfície
Produção
ha
t
104 615
6 420
3 702
1 091
92 216
1 187
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Centeio
Superfície
Produção
ha
t
23 476
15 906
7 252
0
295
23
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
23 802
16 848
6 702
0
234
18
Feijão
Superfície
Produção
ha
t
7 635
3 269
4 132
41
115
78
Culturas
249 523
8 914
6 697
3 275
228 718
1 919
3 955
1 149
2 603
40
116
47
Tomate (indústria)
Superfície
Produção
ha
t
13 027
0
139
1 919
10 969
0
983 191
0
10 912
153 029
819 250
0
Trigo mole
Superfície
Produção
ha
t
101 352
6 420
3 659
1 051
89 067
1 155
242 026
8 914
6 610
3 173
221 458
1 872
Arroz
Superfície
Produção
ha
t
25 392
0
6 680
1 642
16 840
230
148 673
0
32 847
10 175
104 547
1 104
Grão-de-bico
Superfície
Produção
ha
t
1 268
93
344
5
765
61
714
60
218
5
393
38
Girassol
Superfície
Produção
ha
t
7 783
0
119
241
7 424
0
4 113
0
141
67
3 905
0
Milho
Superfície
Produção
ha
t
102 104
38 441
36 631
5 904
20 545
583
532 909
112 556 (Rc)
178 114 (Rc)
58 588 (Rc)
180 399 (Rc)
3 252 (Rc)
Aveia
Superfície
Produção
ha
t
53 674
4 814
6 977
727
39 811
1 345
87 108
2 761
6 301
576
75 977
1 494
Batata
Superfície
Produção
ha
t
39 099
16 128
17 426
2 280
2 559
706
Azeitona
para azeite
t
362 301
112 293
115 275
404
127 055
7 274
Nota: a produção de azeite corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte.
Valor rectificado em 08 -11-2010
553 960
177 653
273 093
40 576
52 232
10 407
Azeite
Produção
hl
518 466
182 042
148 892
953
176 669
9 910
92 129
34 071
31 250
5 871
20 447
490
519 815
107 074
170 721
58 514
180 373
3 133
Cevada
Superfície
Produção
ha
t
44 154
462
548
930
40 910
1 305
105 547
317
663
1 501
101 611
1 456
Batata de regadio
Superfície
Produção
ha
t
28 870
12 710
12 084
1 395
2 120
561
456 797
153 849
216 723
28 228
48 477
9 521
Vinho
Superfície
Produção
ha
hl
213 294
97 371
68 289
8 939
36 524
2 172
7 273 856
2 760 865
2 491 470
418 887
1 571 047
31 587
(continua)
17 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2007
Estatísticas Agrícolas 2007
43
Quadro 2
Produção das principais culturas por NUTS II (cont.)
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Ameixa
Superfície
Produção
ha
t
1 924
184
680
199
711
150
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
15 371
6 639
8 642
6
78
6
Laranja
Superfície
Produção
ha
t
20 043
949
2 146
845
3 330
12 773
226 704
7 765
14 567
9 986
26 917
167 468
Total de frutos secos (b)
Superfície
Produção
ha
t
49 860
3 497
27 644
4 545
9 666
4 508
Castanha
Superfície
Produção
ha
t
30 085
26 347
3 194
5
534
5
6 327
3 711
2 566
6
41
3
298 205
9 926
17 822
11 506
29 324
229 627
Pêssego
Superfície
Produção
ha
t
5 901
750
3 129
409
1 265
348
Culturas
19 468
1 216
7 907
1 676
6 705
1 965
Total de citrinos (a)
Superfície
Produção
ha
t
25 354
1 176
2 566
1 063
3 614
16 935
Cereja
Superfície
Produção
ha
t
71 702
51 047
5 975
102
1 579
13 000
47 997
38 383
5 764
91
2 262
1 497
Noz
Superfície
Produção
ha
t
30 542
26 279
3 295
3
960
5
3 157
1 621
848
81
536
71
4 443
1 682
1 366
69
1 187
139
Kiwi
Superfície
Produção
ha
t
1 296
1 009
272
3
9
3
12 526
10 314
2 126
32
32
22
Tangerina
Superfície
Produção
ha
t
4 152
134
95
75
197
3 651
254 421
95 936
146 123
2 196
9 991
175
Pêra
Superfície
Produção
ha
t
12 780
539
11 451
193
531
67
173 893
4 134
159 436
1 151
8 571
602
Avelã
Superfície
Produção
ha
t
12 572
10 233
877
18
91
1 354
Azeitona de mesa
Superfície
Produção
ha
t
11 219
4 973
2 536
28
3 298
384
20 391
6 653
12 683
275
761
20
58 168
1 113
738
593
1 905
53 820
Amêndoa
Superfície
Produção
ha
t
37 933
22 890
1 618
15
487
12 924
2006
Maçã
Superfície
Produção
ha
t
527
189
315
1
22
0
440
188
226
1
24
0
Uva de mesa
Superfície
Produção
ha
t
11 095
5 964
1 617
40
3 276
198
6 106
93
2 145
521
1 678
1 669
52 384
436
22 384
4 733
9 244
15 586
Nota: a produção de citrinos corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte.
(a) Inclui: laranja, limão, tângera, tangerina e toranja.
(b) Inclui: amêndoa, avelã, castanha e noz.
Quadro 3
Produção das principais culturas, na Região Autónoma dos Açores
Açores
2005 - 2007
Superfície
2006
ha
Anos
2005
2007 (Po)
2005
Produção
2006
t
2007 (Po)
3 - Produção das principais culturas, na
Região Autónoma dos Açores
Culturas
Batata cedo
Batata tarde
Beterraba sacarina
Chá
Milho grão
Milho forragem
Tabaco
Origem: Serviço Regional de Estatística dos Açores.
447
713
405
36
675
4 548
45
447
704
460
37
642
4 560
39
447
701
348
37
638
4 757
39
4 984
15 137
18 654
112
1 799
152 893
125
4 886
13 907
19 447
125
1 791
147 865
104
4 611
14 467
16 974
142
1 629
144 772
118
Quadros estatísticos
Continente
44
Quadro 4
Produção de tabaco em rama por NUTS II
Continente
2005 - 2007
Variedades
Total
Superfície
ha
NUTS II
Continente
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
Norte
Produção
kg
1 572
753
404
1
0
0
1 253
591
272
0
0
0
318
162
132
0
0
0
4 624 090
2 194 121
1 192 821
1 493
0
0
3 699 842
1 746 979
871 719
0
0
0
922 755
447 141
321 103
0
0
0
Tabaco
Virginia
Superfície
Produção
ha
kg
1 455
677
334
0
0
0
1 137
515
202
0
0
0
318
162
132
0
0
0
Burley
Superfície
ha
4 143 255
1 891 769
929 108
0
0
0
3 220 501
1 444 628
608 005
0
0
0
922 755
447 141
321 103
0
0
0
Produção
kg
117
76
70
1
0
0
116
76
70
0
0
0
0
0
0
0
0
0
480 835
302 352
263 713
1 493
0
0
479 342
302 352
263 713
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4 - Produção de tabaco em rama por NUTS II
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Quadro 5
Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades
Portugal
2005 - 2007
Variedades
Agricultores
multiplicadores
nº
Superfície
ha
NUTS I
Portugal
2005
2006
2007
2005
2006
2007
2005
2006
2007
Continente
29,81
x
x
12,00
21,56
46,51
17,81
x
x
Variedades
Total
Kennebec
t
46
x
x
33
16
22
13
x
x
468,26
x
x
138,56
333,07
x
329,70
x
x
39,83
x
x
34,43
14,72
9,58
5,40
x
x
5 - Batata-semente - Produção nacional
seleccionada e certificada, por variedades
Açores
Variedades
Arran Consul
t
Variedades
Desirée
NUTS I
Portugal
Continente
Açores
2005
2006
2007
2005
2006
2007
2005
2006
2007
380,23
x
x
104,13
0,35
0,83
276,10
x
x
Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
(a) Por opção do produtor e apesar de toda a batata ter sido aprovada não foi solicitada a sua certificação.
Estatísticas Agrícolas 2007
0,00
x
x
0,00
0,00
x
0,00
x
x
Maris Peer
13,20
x
x
0,00
318,00
(a)
2,40
x
x
Outras
35,00
x
x
0,00
0,00
x
0,00
x
x
45
Quadro 6
Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II
Portugal
Unidade: hl
2007 (Po)
Vinho de qualidade
VQPRD
Qualidade e cor
Total
VLQPRD
Tinto
e rosado
6 - Produção vinícola declarada, expressa em
mosto, por NUTS II
Total
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
5 842 446
5 791 290
2 068 829
1 599 772
519 519
1 575 790
27 379
11 997
39 159
Total
Branco
1 510 177
1 508 543
140 633
432 180
200 817
716 090
18 822
1 464
170
316 530
315 363
37 557
106 261
54 200
116 324
1 021
1 167
0
745 117
744 856
556 708
61 536
13 018
112 834
761
261
0
1 114 546
1 113 366
458 944
259 528
60 523
329 972
4 400
0
1 180
Vinho de mesa
Tinto
e rosado
1 193 647
1 193 180
103 077
325 919
146 617
599 766
17 801
297
170
Total
Branco
1 711 573
1 698 018
199 681
843 029
235 655
416 256
3 397
9 514
4 041
588 171
587 725
43 449
277 530
34 365
232 187
194
447
0
Tinto
e rosado
1 123 401
1 110 294
156 233
565 499
201 290
184 069
3 203
9 067
4 041
Quadros estatísticos
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
1 859 663
1 858 222
1 015 651
321 064
73 540
442 806
5 161
261
1 180
Vinho regional
Qualidade e cor
NUTS II
761 033
726 507
712 864
3 498
9 507
639
0
758
33 768
Branco
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
Quadro 7
Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas
Portugal
Unidade: hl
2007 (Po)
Vinho de qualidade
VQPRD
Qualidade e cor
Total
VLQPRD
Total
Regiões vitivinícolas
Portugal
Continente
Minho
Trás-os-Montes
Douro
Beiras
Ribatejo
Estremadura
Península de Setúbal
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
5 842 446
5 791 290
697 176
98 083
1 245 473
659 210
668 006
1 052 882
415 036
928 043
27 379
11 997
39 159
1 859 663
1 858 222
683 300
5 421
311 718
280 681
73 167
56 085
67 619
375 071
5 161
261
1 180
Vinho regional
Qualidade e cor
Regiões vitivinícolas
761 034
726 508
0
0
716 362
0
243
318
9 189
395
0
758
33 768
Total
Branco
Branco
745 117
744 856
490 793
1 420
51 631
64 189
23 114
14 789
7 228
90 932
761
261
0
Tinto
e rosado
1 114 546
1 113 366
192 507
4 001
260 087
216 491
50 053
41 296
60 391
284 139
4 400
0
1 180
Vinho de mesa
Tinto
e rosado
Total
Branco
Tinto
e rosado
7 - Produção vinícola declarada, expressa em
mosto, por Regiões vitivinícolas
Portugal
Continente
Minho
Trás-os-Montes
Douro
Beiras
Ribatejo
Estremadura
Península de Setúbal
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
1 510 254
1 508 620
11 700
26 151
99 340
114 227
173 832
311 576
204 810
548 162
18 822
1 464
170
316 530
315 363
5 859
7 284
20 781
35 837
58 478
72 768
53 436
59 900
1 021
1 167
0
1 193 724
1 193 257
5 842
18 867
78 559
78 390
115 354
238 808
151 374
488 262
17 801
297
170
1 711 495
1 697 941
2 176
66 511
118 054
264 301
420 764
684 904
133 419
4 415
3 397
9 514
4 041
588 171
587 725
1 247
14 088
25 512
53 424
234 478
243 790
14 660
331
194
447
0
1 123 324
1 110 216
929
52 423
92 541
210 877
186 286
441 114
118 759
4 085
3 203
9 067
4 041
46
Quadro 8
Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões determinadas
Portugal
Regiões
determinadas
Total
Alcobaça
Alenquer
Alentejo (b)
Arruda
Bairrada
Beira Interior (c)
Biscoitos
Bucelas
Carcavelos
Colares
Dão
Douro e Porto
Encostas de Aire
Graciosa
Lafões
Lagoa
Lagos
Lourinhã
Madeira
Óbidos
Ourém
Palmela
Pico
Portimão
Ribatejo (d)
Setúbal
Tavira
Távora - Varosa
Torres Vedras
Trás-os-montes (e)
Vinho Verde
TOTAL
5 678 899
7 326
272 596
806 431
31 640
248 551
123 647
498
9 348
496
632
238 193
1 245 473
39 509
883
2 073
20 554
3 695
23 434
39 159
236 816
7 140
286 145
10 481
2 047
665 116
114 188
430
37 424
417 471
90 080
697 422
Unidade: hl
VQPRD
VLQPRD
Tinto/
Branco
rosado
Branco
182 321
578 713
293
103
212
0
205
113
Tinto/
rosado
Vinho regional (a)
Tinto/
Branco
rosado
745 117
1 114 546
304 780
2 709
90 932
660
23 243
4 103
0
5 754
12 968
284 139
12 308
45 752
19 109
0
13 431
49 948
3 785
20 078
8 463
0
639
36
23 609
51 631
226
261
360
761
78
146 814
260 087
1 263
0
30
3 797
73
0
1 567
23 114
1 180
2 611
132
60 391
0
280
50 053
68
3 037
20 781
1 521
0
241
372
387
180
0
28 664
620
29 101
1 165
210
58 424
23 481
12 875
3 837
1 420
490 793
250
4 786
11 936
4 001
192 507
2007 (Po)
Vinho de mesa (a)
Tinto/
Branco
rosado
1 066 063
287
76 764
378 043
13 240
30 778
21 887
0
1 232
583 750
3 625
49 819
162
93
17 820
22 871
88
827
9 502
0
118 084
233
10 578
349
5
234 408
3 442
1 103 609
3 414
116 904
2 812
1 554
110 881
47 214
198
896
179
181
34 711
92 541
28 817
622
757
1 919
794
10 568
4 041
46 196
5 538
87 356
8 206
490
185 522
27 752
266
20 965
78 559
3 957
0
5
13 516
2 442
3 184
170
39 695
617
91 492
215
1 062
113 352
50 325
180
2 818
96 497
18 657
5 859
4
9 057
25 512
3 726
0
680
189
2 534
57 387
11 352
1 405
10 717
224 414
47 416
1 000
8 - Produção vinícola declarada, expressa
em mosto, por Regiões determinadas
172 548
543 814
0
0
0
33 768
7 228
0
546
243
8 275
0
0
915
0
3 694
23 400
7 234
5 859
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
(a) Inclui os vinhos licorosos.
(b) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira.
(c) Inclui as sub-regiões determinadas de Cova da Beira, Castelo Rodrigo e Pinhel.
(d) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar.
(e ) inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços
Estatísticas Agrícolas 2007
47
Quadro 9
Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas
Unidade: hl
Portugal
Espécies
vínicas
(a)
Regiões determinadas
2007 (Po)
Equivalência em vinho
(b)
Por espécies
Total
Total por
espécies
(em mosto)
9 - Produção vinícola declarada, por
espécies e em algumas Regiões
determinadas
Alcobaça
7 336
Vinho Regional
Vinho de Mesa
"
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
287
3 625
3 414
287
3 635
3 414
VLQPRD
"
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
293
103
90 932
284 139
49 948
378 043
162
2 812
376
129
90 932
284 139
49 948
378 043
162
2 821
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
23 243
45 752
20 078
30 778
17 820
110 881
23 243
45 752
20 078
30 778
17 820
110 890
VLQPRD
Vinho de Mesa
"
Branco
Branco
Tinto/rosado
212
88
198
238
88
198
VLQPRD
"
Vinho de Mesa
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
205
113
179
257
141
179
VLQPRD
"
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
172 548
543 814
51 631
260 087
20 781
78 559
25 512
92 541
221 643
690 043
51 631
260 087
20 781
78 559
25 512
92 541
VQPRD
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
73
387
2 442
794
73
393
2 442
794
VLQPRD
VQPRD
Vinho Regional
Vinho de Mesa
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Tinto/rosado
33 768
1 180
170
4 041
40 200
1 180
170
4 041
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
1 567
2 611
28 663
39 695
118 084
46 196
1 567
2 611
28 663
39 695
118 164
46 196
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
7 228
60 391
29 101
91 492
10 578
87 356
7 228
60 391
29 101
91 492
10 668
87 356
VLQPRD
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
546
1 165
215
349
8 206
614
1 165
215
349
8 206
Alentejo (c)
806 550
Bairrada
248 560
Biscoitos
524
Carcavelos
Douro e Porto
1 440 798
Lagos
3 701
Madeira
45 592
Óbidos
236 897
Palmela
286 235
Pico
10 549
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
(continua)
Nota - Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por espécies, em mosto (apresentado no quadro anterior) e o
equivalente em vinho.
(a) Os vinhos licorosos estão incluidos nos vinhos regional e de mesa.
(b) Inclui a adição de aguardentes.
(c) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira.
Quadros estatísticos
576
48
Quadro 9
Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas (cont.)
Unidade: hl
Portugal
Espécies
vínicas
(a)
Regiões determinadas
Total por
espécies
(em mosto)
2007 (Po)
Equivalência em vinho
(b)
Por espécies
Total
Ribatejo (d)
666 500
VLQPRD
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
243
23 114
50 053
58 424
113 352
234 408
185 522
327
23 114
50 053
58 424
113 352
235 660
185 569
VLQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
8 275
915
23 481
50 325
3 442
27 752
11 075
1 254
23 481
50 325
3 480
27 752
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
3 837
11 936
23 400
96 497
57 387
224 414
3 837
11 936
23 400
96 497
57 387
224 444
VQPRD
"
Vinho Regional
"
Vinho de Mesa
"
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
1 420
4 001
7 234
18 657
11 352
47 416
1 420
4 001
7 234
18 657
11 352
47 461
Setúbal
117 366
Torres Vedras
417 500
Trás-os-Montes (e)
90 125
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
Nota - Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por espécies, em mosto (apresentado no quadro anterior) e o
equivalente em vinho.
(a) Os vinhos licorosos estão incluidos nos vinhos regional e de mesa.
(b) Inclui a adição de aguardentes.
(d) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar.
(e) inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços
Quadro 10
Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II
Continente
2004-2007
NUTS II
Continente
Lagares em
laboração
Azeitona
oleificada
nº
t
2004
2005
2006
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
616
603
602
135
354
2
105
6
522
126
293
2
95
6
Azeite obtido
Por quintal de
azeitona
hl
300 699
203 909
362 301
111 270
123 833
1 274
119 203
6 721
201 550
59 398
44 421
211
91 777
5 742
0,17
0,16
0,14
0,16
0,12
0,11
0,15
0,15
0,17
0,18
0,15
0,13
0,18
0,15
Total
500 658
318 174
518 466
182 042
148 474
1 372
176 668
9 910
348 491
104 130
65 890
272
169 634
8 565
10 - Produção de azeite por graus de acidez
e NUTS II
2007 (Po)
Azeite obtido
Até 0,8o grau
NUTS II
De 0,9o a 2o
> 2o
hl
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
2004
2005
2006
2007 (Po)
275 645
229 864
257 824
146 909
45 335
8
65 066
506
250 300
86 081
40 994
0
123 109
116
Nota: colheita iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte.
Estatísticas Agrícolas 2007
202 293
81 402
194 047
32 661
72 073
828
82 506
5 978
75 981
16 936
20 793
272
35 666
2 315
22 720
6 908
66 596
2 472
31 066
536
29 096
3 425
22 211
1 114
4 103
0
10 859
6 134
49
Quadro 11
Produção de frutos
2005 - 2007
Anos
2005
Espécies
1. Produção das árvores de fruto
Frutos frescos, excepto citrinos (a)
Ameixa
Cereja
Damasco
Figo
Kiwi
Maçã
Pêra
Pêssego
Citrinos
Laranja
Limão
Tângera
Tangerina
Toranja
Frutos secos
Amêndoa
Avelã
Castanha
Noz
2. Azeitona de mesa
3. Uva de mesa
157 616
58 562
1 949
6 278
566
7 127
1 211
20 938
12 897
6 210
26 988
21 017
1 023
374
4 552
22
72 066
38 049
585
30 265
3 167
11 216
6 032
Superfície
2006
ha
155 636
57 631
1 969
6 350
568
7 047
1 307
20 674
12 871
5 925
26 135
20 644
979
265
4 219
29
71 870
37 933
527
30 253
3 157
11 219
6 125
11 - Produção de frutos
2007 (Po)
154 667
57 181
1 963
6 266
567
7 039
1 336
20 488
12 827
5 779
25 389
19 895
975
262
4 230
27
72 097
38 111
527
30 301
3 158
11 219
6 159
2005
Produção
2006
t
828 672
496 594
16 392
15 612
4 707
2 150
11 294
252 082
130 227
49 151
291 091
217 596
11 836
3 682
57 766
211
40 987
13 957
382
22 482
4 167
7 964
49 091
Nota: a superfície ocupada pelas árvores de fruto engloba os pomares em povoamento regular, assim como a correspondente à dos pés dispersos.
(a) Inclui: ameixa, cereja, damasco, diospiro, figo, kiwi, ginja, maçã, marmelo, nêspera, pêra, pêssego e romã.
902 235
546 230
19 711
15 561
4 954
3 172
12 545
258 382
174 941
50 075
307 664
234 456
11 266
2 717
58 938
288
48 341
12 572
440
30 886
4 443
11 095
52 486
2007 (Po)
817 520
498 245
19 811
9 389
4 957
3 152
12 259
247 223
141 210
53 071
280 956
210 763
11 504
2 825
55 562
302
38 319
11 806
420
21 990
4 103
8 277
43 087
Quadros estatísticos
Portugal
50
Quadro 12
Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II (a)
Continente
Unidade: nº pés
Espécies
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
Árvores
de
Fruto
1 717 055
488 969
830 700
88 266
170 974
138 146
29 956
Alfarrobeiras
Ameixieiras
52 340
510
1 087
193
3 779
46 771
3 395
95 506
20 196
37 493
8 545
24 692
4 580
1 455
Amendoeiras
Campanha 2006/2007
Aveleiras
77 018
60 882
9 091
1 717
3 417
1 911
1 139
3 936
1 252
1 699
280
604
101
22
Castanheiros
Cerejeiras
80 845
52 393
25 192
1 071
2 013
176
238
115 110
54 355
50 530
2 608
6 927
690
408
Espécies
Damasqueiros
Diospireiros
Figueiras
Gingeiras
Kiwis
Laranjeiras
Limoeiros
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
41 821
7 434
18 026
4 654
8 663
3 044
720
40 885
12 211
16 478
3 371
6 481
2 344
807
25 765
5 253
8 815
1 883
7 561
2 253
322
5 809
678
3 200
834
964
133
70
53 786
15 660
30 666
3 051
3 587
822
2 318
151 774
24 296
39 210
12 384
25 516
50 368
2 825
53 422
16 430
18 361
6 473
7 843
4 315
1 386
Espécies
Macieiras
Marmeleiros
Nespereiras
Nogueiras
Pereiras
Pessegueiros
Romãzeiras
NUTS II
12 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas
pelos viveiristas por NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
383 676
129 125
233 167
8 253
11 728
1 403
9 799
22 536
4 657
12 072
1 290
4 190
327
140
8 529
1 868
3 916
933
1 234
578
767
20 260
6 204
7 374
1 279
5 082
321
750
232 036
28 697
184 553
8 225
9 154
1 407
580
168 621
27 609
101 039
12 457
21 505
6 011
1 066
11 269
2 093
4 543
1 206
2 056
1 371
190
Espécies
Tangereiras
Tangerineiras
Torangeiras
Oliveiras
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
19 304
4 962
7 325
2 316
3 470
1 231
480
50 162
11 717
15 839
4 865
10 125
7 616
915
Nota: a campanha inicia-se em 1 de Novembro do ano n e termina em 1 de Agosto do ano n+1.
(a) Destino das árvores vendidas.
(b) Vendidas directamente a agricultores e não incluídas no total.
Estatísticas Agrícolas 2007
2 645
487
1 024
378
383
373
164
441 147
153 133
103 757
9 019
164 262
10 976
125 453
51
Quadro 13
Plantação de vinha por NUTS II
Continente
Unidade: ha
Vinhas para uva de mesa e passa
Replantações
Com
Sem
arranque prévio
arranque prévio
Vinhas
Vinhas novas
NUTS II
13 - Plantação de vinha por NUTS II
2005-2007
Transferências
Continente
2005
2006
2007
34,9
103,2
34,2
6,0
0,0
0,0
28,1
0,0
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
30,5
23,1
6,2
0,0
3,1
1,9
1,2
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
Vinhas para vinho
Replantações
Vinhas
Vinhas novas
Com
arranque prévio
NUTS II
Sem
arranque prévio
Transferências
2005
2006
2007
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho.
0,0
0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
4 550,2
3 021,8
3 923,5
1 736,9
998,2
291,7
879,4
17,3
64,0
110,6
153,6
39,4
21,8
0,0
92,3
0,0
0,0
0,0
0,0
129,0
-213,0
-36,8
116,1
4,7
Quadros estatísticos
Continente
52
III - PRODUÇÃO ANIMAL
Quadro 14
Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã
Portugal
Unidade: t (leite: 1 000 l)
Anos
2005
Produtos
1 - Carne (peso limpo)
De bovinos
Adultos
Vitelos
De ovinos
De caprinos
De suínos
Carne
Toucinho
De equídeos
De animais de capoeira
Frangos de carne (tipo industrial)
Peru
Pato
Outras carnes
(caça, coelhos, pombos, codornizes)
2 - Banha de porco
3 - Miudezas (a)
4 - Leite
De vaca
De ovelha
De cabra
5 - Queijo
De vaca
De ovelha
De cabra
De mistura
6 - Manteiga de vaca
7 - Ovos de galinha (total)
Para incubação
8 - Mel
9 - Cera
10 - Lã
2005 - 2007
2006
2007 (Po)
812 689
119 020
92 185
26 835
21 990
1 363
352 998
229 449
123 549
243
294 369
215 925
41 444
7 289
808 374
106 087
84 982
21 105
23 356
1 563
365 869
237 815
128 054
211
287 812
209 549
42 025
8 197
844 815
91 742
78 745
12 997
24 235
1 733
385 864
250 812
135 052
200
315 823
230 839
44 604
8 969
22 706
38 830
62 105
2 128 411
1 999 234
100 090
29 087
79 549
56 626
16 592
1 753
4 578
26 971
118 148
18 167
5 686
206
7 829
23 476
40 246
60 422
2 048 724
1 924 110
96 154
28 460
77 767
55 431
16 026
1 715
4 595
28 694
119 119
18 008
5 978
219
7 864
25 218
42 445
58 742
2 028 097
1 908 748
92 321
27 028
79 501
58 381
15 387
1 629
4 104
27 695
121 592
20 050
6 907
253
7 825
14 - Produções de carne, leite, queijo,
manteiga, ovos, mel, cera e lã
(a) Não inclui as miudezas dos animais de capoeira e de outras carnes, dado estarem compreendidas nas respectivas espécies animais.
Quadro 15
Recolha, tratamento e transformação do leite
Portugal
Unidade: t
Anos
Produtos
2005
2005 - 2007
2006
2007 (Po)
15 - Recolha, tratamento e transformação do
leite
1 - Recolha de leite
De vaca
2 - Produtos frescos
Leite para consumo
Leite cru
Leite gordo
UHT
Leite meio gordo
UHT
Leite magro
UHT
Nata para consumo
Iogurtes e outros leites acidificados
Com aditivos
Sem aditivos e outros leites acidificados
Bebidas à base de leite
Outros produtos frescos (inclui leitelho)
3 - Produtos fabricados
Leite em pó
Leite em pó gordo e meio gordo
Leite em pó magro
Manteiga
Queijo
Queijos curados
De vaca:
- pasta dura e extradura
- pasta semidura
- pasta mole
Outros queijos curados
Queijos frescos (inclui requeijão)
Queijo fundido
Soro
Soro líquido
Nota: Resultados do Inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite.
Estatísticas Agrícolas 2007
1 954 432
1 920 643
1 164 527
958 988
17
177 742
169 308
667 514
648 337
113 715
112 677
17 167
101 671
85 023
16 648
62 828
23 873
130 882
15 216
8 776
6 440
26 971
66 282
1 889 547
1 850 836
1 169 864
952 927
57
160 230
150 976
671 064
649 279
121 576
119 269
17 382
105 986
82 362
23 624
68 780
24 789
141 451
16 421
9 440
6 981
28 694
66 034
1 871 643
1 836 543
1 141 675
917 812
39
152 559
144 618
648 185
625 683
117 029
113 601
17 367
108 109
81 665
26 445
74 037
24 350
139 529
14 418
8 988
5 430
27 695
69 086
332
43 379
9 229
8 029
5 313
...
22 413
6 709
433
41 524
9 921
8 878
5 277
211
30 091
11 364
816
43 389
10 143
8 410
6 327
184
28 146
8 391
53
Quadro 16
Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos
Portugal
Unidade: t
2005 - 2007
16 - Recolha de leite de vaca e produtos
lácteos obtidos
Anos
2005
Produtos
2006
2007 (Po)
Recolha
Leite de vaca
Productos lácteos obtidos
Leite para consumo público
Nata para consumo
Leite em pó gordo e meio gordo
Leite em pó magro
Manteiga
Queijo de vaca
Iogurtes e outros leites acidificados
1 920 643
1 850 836
1 836 543
958 988
17 167
8 776
6 440
26 971
56 626
101 672
952 927
17 382
9 440
6 981
28 964
55 431
105 896
917 812
17 367
8 988
5 430
27 695
58 381
108 109
Quadros estatísticos
Nota: Resultados do Inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite
Quadro 17
Efectivos bovinos por NUTS II, em 2006
Portugal
Menos de 1 ano
Outros vitelos
Vitelos de
carne
Machos
Fêmeas
Efectivos
Total
Total
NUTS II
Unidade: 1 000 cabeças
De 1 ano a menos de 2
Machos
Fêmeas
reprodutoras
Outras
fêmeas
17 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2006
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
1 407
1 168
330
215
48
565
10
234
5
375
312
93
69
14
133
3
62
1
83
72
40
20
1
8
2
10
ԥ
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
156
125
32
25
6
62
1
31
ԥ
69
59
16
14
4
24
1
9
1
132
103
32
22
7
41
1
29
ԥ
14
12
4
3
1
5
ԥ
2
ԥ
De 2 anos e mais
Efectivos
NUTS II
136
115
20
24
6
64
ԥ
21
ԥ
Machos
31
28
6
4
1
17
ԥ
3
ԥ
Novilhas
ReproduOutras
toras
63
54
12
13
4
24
1
9
ԥ
Vacas
Total
4
4
2
1
ԥ
1
ԥ
ԥ
ԥ
718
596
167
89
17
319
4
120
2
Leiteiras
Outras
307
208
111
61
11
24
ԥ
99
1
411
388
56
28
6
295
4
22
1
54
suínos por
NUTS II,
em 2006
18 - EfectivosEfectivos
suínos
por
NUTS
II, em 2006
Quadro 18
Portugal
Efectivos
< 20 kg
Total
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2 295
2 218
156
1060
218
730
54
60
18
687
666
38
337
65
209
18
16
4
Varrascos
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Total
13
13
1
7
1
4
ԥ
ԥ
ԥ
564
548
32
264
58
182
12
14
1
722
691
68
294
67
245
16
23
8
446
428
37
199
40
141
10
15
4
Reprodutores = > 50 kg
Porcas
Cobertas
Pela 1ª
Total
Total
vez
Efectivos
NUTS II
20 kg
< 50 kg
Unidade: 1 000 cabeças
Porcos de engorda = > 50 kg
50 kg
80 kg
= > 110 kg
Total
< 80 kg
<110 kg
(a)
310
299
17
157
27
91
8
6
5
203
197
11
103
18
61
5
3
3
44
43
3
22
3
13
1
1
1
231
220
25
84
25
81
5
7
3
45
43
7
11
2
22
1
1
ԥ
Não cobertas
Jovens
107
102
6
54
9
30
2
3
2
34
32
3
17
3
9
1
1
1
(a) Inclui os reprodutores de refugo.
Quadro 19
Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2006
19 - Efectivos
ovinos e caprinos por NUTS II,
em 2006
Portugal
Efectivos
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Estatísticas Agrícolas 2007
Total
3 549
3 540
511
861
106
1 989
73
3
5
Ovinos
Ovelhas e
borregas
cobertas
2 253
2 247
371
580
76
1 164
56
3
3
Outros
ovinos
1 296
1 293
140
280
31
825
17
1
2
Unidade: 1 000 cabeças
Caprinos
Cabras e
Outros
chibas
caprinos
cobertas
Total
547
532
138
239
5
127
21
9
7
379
368
101
163
4
84
16
7
4
169
164
37
76
1
44
5
2
3
55
Efectivos
bovinos por NUTS
II, em
2007 (Po) II, em 2007
20 - Efectivos
bovinos
por
NUTS
Quadro 20
Portugal
Total
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Total
1 442
1 198
334
211
51
593
10
240
4
392
327
95
64
17
148
3
64
1
88
76
42
18
3
11
2
11
1
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
162
130
33
23
6
67
1
32
ԥ
72
61
17
15
7
22
1
10
1
136
106
33
21
5
47
1
29
ԥ
15
13
4
3
1
5
ԥ
2
ԥ
De 2 anos e mais
Efectivos
NUTS II
143
121
21
22
8
69
ԥ
22
ԥ
Unidade: 1 000 cabeças
De 1 ano a menos de 2
Fêmeas
Outras
Machos
reprodufêmeas
toras
Machos
31
27
6
3
1
17
ԥ
3
ԥ
Novilhas
ReproduOutras
toras
62
53
12
12
4
24
1
8
ԥ
Vacas
Total
5
4
1
1
ԥ
1
ԥ
1
ԥ
Leiteiras
Outras
730
607
167
91
16
330
4
122
1
306
206
112
60
9
24
ԥ
99
1
424
401
55
31
7
305
4
22
1
Quadro 21
Efectivos suínos por NUTS II , em 2007 (Po)
Portugal
Efectivos
< 20 kg
Total
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2 374
2 303
149
1 079
209
810
56
55
16
717
697
38
341
57
242
18
15
5
20 kg
< 50 kg
591
577
29
272
59
204
13
12
2
Unidade: 1 000 cabeças
Porcos de engorda = > 50 kg
50 kg
80 kg
= > 110 kg
Total
< 80 kg
<110 kg
(a)
747
719
65
305
70
262
17
22
6
465
450
36
210
42
151
11
13
2
235
223
23
86
25
85
5
9
2
21 - Efectivos suínos por NUTS II , em 2007
Efectivos
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
(a) Inclui os reprodutores de refugo.
Varrascos
12
12
1
5
1
5
ԥ
ԥ
ԥ
Total
308
299
16
156
22
98
7
6
3
Reprodutores = > 50 kg
Porcas
Cobertas
Pela 1ª
Total
Total
vez
200
196
10
100
15
65
5
2
2
43
41
3
23
3
13
1
1
ԥ
107
103
5
56
7
32
2
3
1
46
45
6
10
3
26
1
1
1
Não cobertas
Jovens
33
32
2
17
2
9
1
1
1
Quadros estatísticos
Efectivos
Menos de 1 ano
Outros vitelos
Vitelos de
carne
Machos
Fêmeas
56
Efectivos
ovinos e caprinos
por NUTS II, em 2007 por
(Po)
22 - Efectivos
ovinos
e caprinos
NUTS II,
em 2007
Quadro 22
Unidade: 1 000 cabeças
Caprinos
Cabras e
Outros
chibas
caprinos
cobertas
Portugal
Ovinos
Ovelhas e
borregas
cobertas
Efectivos
Total
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
3 356
3 350
505
807
94
1 879
64
3
4
Outros
ovinos
2 163
2 159
358
574
63
1 113
51
2
2
Total
1 193
1 191
147
233
31
766
13
ԥ
2
509
498
134
208
8
130
19
6
5
359
350
96
148
5
87
14
5
3
150
147
38
60
2
43
5
1
2
Quadro 23
Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II
2007
Portugal
Bovina
Vitelos
Espécies
Total de peso limpo
NUTS II
Total
c
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2005
2006
2007
2005
2006
2007
456 863
456 838
469 016
438 968
440 042
451 757
158 303
94 780
134 247
63 320
1 105
13 851
13 009
13 422
4 044
3 786
3 836
2005
2006
2007
2005
2006
2007
t
480 684
438 997
374 760
439 956
398 126
333 641
174 402
70 296
43 367
44 431
1 145
32 610
32 904
33 652
8 118
7 967
7 467
117 987
105 276
91 242
107 877
95 147
81 240
37 212
18 127
12 607
12 971
323
8 147
8 261
8 262
1 963
1 868
1 740
Adultos
c
t
166 429
136 477
91 479
161 480
131 610
87 317
70 042
10 372
2 669
4 097
137
4 945
4 862
4 062
4
5
100
25 802
20 294
12 497
24 948
19 460
11 873
9 205
1 613
409
625
21
854
833
609
ԥ
1
15
c
t
314 255
302 520
283 281
278 476
266 516
246 324
104 360
59 924
40 698
40 334
1 008
27 665
28 042
29 590
8 114
7 962
7 367
92 185
84 982
78 745
82 929
75 687
69 367
28 008
16 514
12 198
12 346
302
7 293
7 428
7 653
1 963
1 867
1 725
23 - Reses abatidas e aprovadas para
consumo, segundo as espécies, por NUTS II
Espécies
Ovina
NUTS II
c
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2005
2006
2007
2005
2006
2007
2005
2006
2007
2005
2006
2007
1 087 193
1 117 271
1 192 632
1 086 603
1 116 817
1 192 267
319 639
303 760
92 507
462 315
14 046
324
262
205
266
192
160
Caprina
t
11 085
11 775
12 530
11 076
11 768
12 525
2 569
2 970
1 116
5 701
170
5
4
3
4
3
2
Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária.
Estatísticas Agrícolas 2007
c
114 939
130 890
161 088
113 564
129 536
159 903
57 205
53 310
8 605
39 629
1 154
991
1 034
843
384
320
342
Suína
t
698
810
1 020
682
794
1 006
357
360
50
231
7
12
13
11
4
3
3
c
5 139 394
5 386 636
5 770 561
5 029 849
5 291 873
5 670 416
1 692 517
1 701 299
1 714 339
552 318
9 943
79 834
67 420
69 994
29 711
27 343
30 151
Equídea
t
326 850
338 767
364 023
319 090
332 123
356 786
118 097
73 304
120 424
44 354
605
5 687
4 732
5 146
2 073
1 913
2 091
c
1 413
1 222
1 248
1 413
1 222
1 248
494
104
283
367
0
0
0
0
0
0
0
t
243
211
200
243
211
200
68
19
50
63
0
0
0
0
0
0
0
57
abatidas e aprovadas
para consumo,e
segundo
as espécies e categoriaspara
24 - Reses
Reses
abatidas
aprovadas
consumo, segundo as espécies e categorias
Quadro 24
Portugal
2005 - 2007
Espécies e categorias
PORTUGAL
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
CONTINENTE
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
AÇORES
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
MADEIRA
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
2005
c
2006
t
c
2007
t
c
t
480 684
166 429
188 918
6 473
66 415
52 449
1 087 193
446 217
597 162
43 814
114 939
111 130
3 809
5 139 394
973 499
4 116 224
49 671
1 413
712
701
117 987
25 802
59 187
2 280
17 527
13 190
11 085
2 752
7 430
903
698
630
68
326 850
6 991
312 848
7 012
243
116
127
438 997
136 447
177 778
4 669
58 646
61 427
1 117 271
413 550
657 533
46 188
130 890
125 135
5 755
5 386 636
1 090 040
4 248 939
47 657
1 222
653
569
105 276
20 294
53 145
1 576
15 729
14 532
11 775
2 529
8 281
965
810
697
113
338 767
7 872
324 273
6 622
211
111
100
374 760
91 479
167 385
3 211
51 388
61 927
1 192 632
443 192
690 534
58 906
161 088
154 284
6 804
5 770 561
1 246 686
4 476 518
47 357
1 248
778
470
91 243
12 497
49 889
1 021
13 943
13 893
12 530
2 788
8 544
1 198
1 020
891
129
364 023
8 991
348 444
6 587
200
122
79
439 956
161 480
174 278
6 210
51 290
46 698
1 086 603
446 019
596 962
43 622
113 564
110 670
2 894
5 029 849
970 775
4 012 724
46 350
1 413
712
701
107 877
24 948
55 148
2 204
13 655
11 922
11 076
2 751
7 427
899
682
627
56
319 090
6 968
305 614
6 508
243
116
127
398 126
131 610
162 471
4 060
44 204
55 781
1 116 817
413 426
657 295
46 096
129 536
124 319
5 217
5 291 873
1 087 148
4 160 419
44 306
1 222
653
569
95 147
19 460
48 994
1 410
11 974
13 309
11 768
2 528
8 277
963
794
690
104
332 123
7 850
318 140
6 133
211
111
100
333 641
87 317
151 885
3 085
35 539
55 815
1 192 267
443 104
690 352
58 811
159 903
153 432
6 471
5 670 416
1 243 431
4 382 839
44 146
1 248
778
470
81 240
11 873
45 839
991
9 846
12 691
12 525
2 787
8 542
1 196
1 006
883
123
356 786
8 966
341 697
6 123
200
122
79
32 610
4 945
11 274
170
14 899
1 322
324
97
158
69
991
167
824
79 834
1 512
75 824
2 498
0
0
0
8 146
854
3 146
53
3 813
281
5
1
3
1
12
1
11
5 687
12
5 310
366
0
0
0
32 904
4 862
11 850
541
14 049
1 602
262
53
161
48
1 034
533
501
67 420
1 336
63 484
2 600
0
0
0
8 261
833
3 273
147
3 654
353
4
ԥ
3
1
13
5
8
4 732
9
4 347
375
0
0
0
33 652
4 062
12 483
94
15 253
1 760
205
33
103
69
843
565
278
69 994
1 492
66 135
2 367
0
0
0
8 262
609
3 299
22
3 948
385
3
ԥ
1
1
11
6
5
5 146
12
4 790
345
0
0
0
8 118
4
3 366
93
226
4 429
266
101
42
123
384
293
91
29 711
1 212
27 676
823
0
0
0
1 963
ԥ
893
23
59
988
4
1
1
2
4
2
2
2 073
11
1 924
139
0
0
0
7 967
5
3 457
68
393
4 044
192
71
77
44
320
283
37
27 343
1 556
25 036
751
0
0
0
1 868
1
878
20
101
869
3
1
1
1
3
2
1
1 913
13
1 786
114
0
0
0
7 467
100
3 017
32
596
3 722
160
55
79
26
342
287
55
30 151
1 763
27 544
844
0
0
0
1 740
15
751
9
149
816
2
ԥ
1
1
3
2
1
2 091
14
1 958
120
0
0
0
Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária.
Quadros estatísticos
Anos
58
e coelhos abatidos
e aprovados paraabatidos
consumo, segundo as
e categorias
25 Aves
- Aves
e coelhos
eespécies
aprovados
para consumo, segundo as espécies e
categorias
Quadro 25
Portugal
2005
Anos
Galináceos
Frangos de carne
Perus
Patos
Codornizes
Outras Aves (a)
Coelhos
c
164 815 653
159 727 868
3 913 697
3 100 455
9 322 363
7 195
5 528 004
Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária.
(a) Inclui: avestruzes, pintadas, gansos, pombos, faisões e perdizes
Estatísticas Agrícolas 2007
2006
t
206 592
198 290
36 899
6 800
1 117
36
6 554
c
158 537 916
154 192 372
3 793 523
3 075 889
8 188 432
6 467
5 928 026
t
201 214
193 411
37 417
7 649
981
37
7 101
c
2005 - 2007
2007 (Po)
t
172 780 949
167 677 428
3 973 737
3 198 449
10 217 423
495
6 630 341
222 802
213 138
39 713
8 368
1 229
18
8 055
59
IV - AGRICULTURA E AMBIENTE
Quadro 26
Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas
26 - Agricultura em modo de produção
biológico, por tipo de culturas
2005-2007
Continente
Cultura
Área
2006
ha
2005
Total
Culturas Arvenses
Floresta
Fruticultura
Frutos Secos
Horticultura
Olival
Pastagens
Plantas Aromáticas
Plantas Forrageiras
Pousio
Vinha
212 376
42 242
876
1 333
3 269
784
19 330
125 767
* 242 (Rv)
16 209
1 210
1 115
2007
215 028
41 588
785
1 007
3 449
883
19 342
130 087
84
15 347
1 277
1 179
Produtores
2006
nº
2005
1 479
462
20
286
290
268
831
594
37
128
94
218
233 475
38 432
3 758
1 242
5 548
960
18 409
148 569
75
11 966
2 495
2 021
2007
1 550
483
27
288
297
301
839
631
51
134
101
236
1 949
529
78
397
425
348
1041
846
54
174
197
404
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
* Dado actualizado em 16-03-2010
Quadro 27
Total
Culturas arvenses
Área Produtores Área Produtores
ha
nº
ha
nº
Culturas
Continente
233 475
Entre-Douro e Minho
1 804
Trás-os-Montes
12 041
Beira Litoral
427
Beira Interior
56 750
Ribatejo e Oeste
21 450
Alentejo
139 656
Algarve
1 347
1 949 38 432
173
45
502
275
71
22
461 18 486
138 4 538
569 14 974
35
92
529
25
46
8
225
22
199
4
Fruticultura
Horticultura
Área Produtores Área Produtores
ha
nº
ha
nº
Floresta
Área Produtores
ha
nº
3 758
39
176
0
209
481
2 721
132
Pastagens
Área Produtores
ha
nº
2007
Vinha
Área Produtores
ha
nº
78 148 569
6
1 016
12
2 262
1
21
14 30 858
3 11 850
40 102 223
2
339
Olival
Área Produtores
ha
nº
846 18 409
40
42
99 5 551
11
44
300 4 404
38
92
350 8 269
8
7
Frutos secos
Plantas aromáticas
Área Produtores Área Produtores
ha
nº
ha
nº
1 041
10
382
15
296
23
311
4
2 021
221
672
135
703
167
79
44
404
44
144
18
149
20
21
8
Plantas Forrageiras
Pousio
Produtores Área Produtores
nº
ha
nº
27 - Agricultura em modo de produção
biológico, por Regiões agrárias
Culturas
Continente
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
1 242
143
256
41
406
136
90
170
397
57
129
22
83
55
37
14
960
54
28
69
276
180
266
87
348
63
44
42
69
55
55
20
5 548
114
2 399
13
277
17
2 618
110
425
48
278
6
68
6
11
8
75
16
4
11
3
20
15
6
54
20
5
12
2
7
5
3
Área
ha
2 495
24
176
67
685
88
1 312
143
197
12
44
9
41
18
64
9
11 966
90
242
4
443
3 881
7 089
217
174
6
29
3
29
11
91
5
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Quadro 28
Produção animal em modo de produção biológico, por espécies
2005-2007
Continente
Espécies
2005
Efectivos
2006
2007
Produtores
2006
2005
2007
nº
28 - Produção animal em modo de produção
biológico, por espécies
Total
Bovinos
Suínos
Caprinos
Ovinos
Equídeos
Aves
Apicultura (nº de colmeias)
//
56 896
5 487
5 219
114 085
126
46 438
1 439
//
58 968
5 578
6 301
115 068
155
70 584
1 499
//
68 768
8 369
5 801
111 021
388
44 557
3 608
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
603
348
37
61
286
27
36
19
616
366
45
66
287
30
36
19
786
494
56
75
341
72
33
40
Quadros estatísticos
Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias
Continente
60
Quadro 29
Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias
Continente
Espécies
Total
Produtores
2007
Suínos
Caprinos
Efectivos
Produtores Efectivos
Produtores
Bovinos
Efectivos
Produtores
nº
Regiões agrárias
786
27
90
9
256
37
361
6
Continente
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
68 768
415
573
5
10 861
6 728
50 157
29
494
14
22
2
156
17
282
1
8 369
8
14
12
372
2 192
5 771
0
56
2
1
1
5
2
45
0
5 801
2 131
402
7
1 805
12
1 378
66
75
11
6
1
23
3
30
1
29 - Produção animal em modo de produção
biológico, por Regiões agrárias
Espécies
Ovinos
Efectivos
Produtores
Equídeos
Efectivos
Produtores
Apicultura
Colmeias
Produtores
nº
Regiões agrárias
Continente
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
Aves
Efectivos
Produtores
111 021
426
5 419
42
44 108
1 586
58 114
1 326
341
6
33
3
126
5
165
3
388
25
12
0
53
29
262
7
72
2
10
0
23
2
34
1
44 557
717
132
10 153
0
29 050
4 505
0
33
6
3
5
0
12
7
0
3 608
32
2 864
21
3
8
680
0
40
2
29
2
1
1
5
0
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Quadro 30
Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos
Portugal
Consumo aparente de fertilizantes inorgânicos azotados, fosfatados e potássicos na agricultura (a)
Azoto
Fósforo
Potássio
Total
Vendas de produtos fitofarmacêuticos, por tipo de função (b)
Fungicidas
- Enxofre
Herbicidas
Insecticidas e acaricidas
Óleo mineral
Fumigantes de solo
Outros (c)
Total de vendas
Vendas de produtos fitofarmacêuticos / Superfície agrícola utilizada
30
Fertilizantes
fitofarmacêuticos
e
2004 - 2006
2006
Unidade
2004
2005
t N
t P2O5
t K2O
t
125 844
119 433
74 903
320 180
98 791
93 608
62 491
254 890
76 939
83 484
53 059
213 482
t s.a.
t s.a.
t s.a.
t s.a.
t s.a.
t s.a.
t s.a.
t s.a.
kg s.a./ha
12 459
9 855
2 105
409
600
1 325
44
16 942
4,4
12 366
10 291
1 751
425
567
1 210
34
16 353
4,3
11 382
9 168
2 031
493
565
1 190
41
15 703
4,2
1,9
1,6
1,7
produtos
Vendas de produtos fitofarmacêuticos (excluindo enxofre) / Superfície agrícola utilizada
kg s.a./ha
(a) Inclui consumo de fertilizantes inorgânicos em áreas de desporto e lazer.
(b) Origem: Direcção-Geral de Protecção das Culturas.
(c) Inclui Moluscicidas, Reguladores de Crescimento, Rodenticidas e outros.
Quadro 31
Balanço do azoto à superfície do solo
Portugal
Unidade
2004
2005
2004 - 2006
2006
31 - Balanço do azoto à superfície do solo
Inputs (Fertilizantes inorgânicos, estrume animal, deposição atmosférica, fixação biológica)
Outputs (Culturas agrícolas)
Balanço (Inputs - Outputs)
Balanço (Inputs - Outputs) / Superfície agrícola utilizada
t N
t N
t N
kg N / ha
359 232
232 885
126 347
33
330 833
232 687
98 147
26
306 580
242 466
64 114
17
Quadro 32
Uso agrícola do solo e da água
Portugal
1989
Composição da Superfície Agrícola Utilizada
Terras aráveis
Culturas permanentes
Pastagens permanentes
Horta familiar
Total
Superfície irrigável / Superfície agrícola utilizada
58,6
19,7
20,9
0,8
100,0
21,9
1999
45,0
18,4
36,0
0,6
100,0
20,5
2003
39,6
20,3
39,5
0,6
100,0
17,7
32 - Uso agrícola do solo e da água
Origem: Recenseamento Geral da Agricultura - 1989 e 1999 e Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas - 2003, 2005 e 2007
Estatísticas Agrícolas 2007
2005
33,2
20,4
45,8
0,6
100,0
16,3
Unidade: %
2007
30,7
17,0
51,9
0,5
100,0
16,9
61
V - QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR
Quadro 33
Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar
33 - Acções de controlo e fiscalização de
Segurança Alimentar
Portugal
Operadores
Total
Armazenistas
Grossistas
Importadores Distribuidores
Indústrias
Prestadores de serviços
Produtores
Retalhistas
Encerramentos
17 924
573
52
336
87
8 432
1 769
6 675
Processos-crime
N.º
1 215
19
1
1
12
880
150
152
Contra-ordenações
286
17
0
6
10
157
34
62
Detenções
6 421
149
8
23
45
3 879
688
1 629
2007
Infracções
157
4
0
1
7
104
21
20
15 514
289
9
32
89
10 044
1 589
3 462
Origem: Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
Quadro 34
Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar
2007
34 - Produtos apreendidos nas acções de
controlo e fiscalização de Segurança
Alimentar
Peso
kg
Total
Armazenistas
Grossistas
Importadores Distribuidores
Indústrias
Prestadores de serviços
Produtores
Retalhistas
Volume
l
539 455
74 336
5 313
3 674
27 554
141 915
113 810
172 853
Quantidade
N.º
104 620
20 942
0
0
180
23 333
21 759
38 405
Valor
€
283 849
22 551
1 509
60 664
795
17 405
19 583
161 342
4 664 026
239 576
6 644
92 639
93 484
1 725 486
1 875 851
630 345
Origem: Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
Quadro 35
Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal
2005-2006
Portugal
Total de amostras
Produtos
2005
Total
Produtos de origem vegetal, incluindo frutos e vegetais
Cereais
Produtos transformados
Alimentos infantis
Produtos
904
776
71
37
20
2006
700
566
42
62
30
Amostras sem
resíduos
detectáveis
Origem das amostras
Outros Estados
Nacional
Membros
2005
2006
2005
2006
nº
692
588
53
34
17
540
437
15
59
29
152
134
15
0
3
120
96
24
0
0
Importações de
Países Terceiros
2005
2006
60
54
3
3
0
40
33
3
3
1
Amostras com resíduos em Amostras com resíduos em quantidade
quantidade ” LMR ou para
> LMR
os quais não existe LMR
2006
2005
2005
2006
Total Nacional Total Nacional
nº
35 - Plano nacional de controlo de resíduos
de pesticidas em produtos de origem vegetal
2005
Total
Produtos de origem vegetal, incluindo frutos e vegetais
Cereais
Produtos transformados
Alimentos infantis
Nota: LMR - Limite Máximo de Resíduos
Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
644
552
49
23
20
2006
547
437
28
53
29
234
203
17
14
0
120
97
14
9
0
26
21
5
0
0
23
19
4
0
0
33
32
0
0
1
24
24
0
0
0
Quadros estatísticos
Portugal
62
Quadro 36
Plano nacional de controlo de resíduos em animais
Continente
Unidade: nº de amostras
Total
2005
2006
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
2005-2006
Bovinos
2005
2006
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
não
não
não
não
analisadas
analisadas
analisadas
analisadas
conformes
conformes
conformes
conformes
4 399
697
141
2 707
36
0
0
33
3 046
383
89
1 369
22
0
0
19
2 278
429
86
1 606
22
0
0
22
977
175
51
673
10
0
0
10
824
3 173
1 626
234
83
50
191
154
125
204
100
292
104
10
7 572
0
21
21
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
57
527
2 685
1 320
258
188
54
218
79
106
107
72
193
90
0
5 731
1
86
4
0
23
1
0
0
0
0
0
58
0
0
108
157
781
440
59
5
0
41
30
51
41
37
52
25
0
3 059
0
2
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
24
78
652
375
44
12
0
38
16
54
32
30
26
25
0
1 629
0
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
11
36 - Plano nacional de controlo de resíduos
em animais
Suínos
2005
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
Ovinos e Caprinos
2006
2005
1215
177
50
798
10
0
0
8
1288
109
38
549
8
0
0
9
211
35
5
149
4
0
0
3
238
8
3
0
71
0
143
1263
717
63
7
0
140
61
61
62
53
51
48
0
2 478
0
9
9
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
19
56
1084
580
106
29
0
173
24
49
32
34
22
35
0
2 372
0
2
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
10
39
255
162
20
0
0
10
5
8
15
10
20
5
0
466
0
5
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
17
166
86
38
8
0
6
3
3
5
6
6
5
0
404
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
Equídeos
2005
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
2006
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
não
não
não
não
analisadas
analisadas
analisadas
analisadas
conformes
conformes
conformes
conformes
0
9
Aves
2006
2005
2006
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
não
não
não
não
analisadas
analisadas
analisadas
analisadas
conformes
conformes
conformes
conformes
1
0
0
0
0
0
0
0
5
3
0
1
0
0
0
0
586
44
0
141
0
0
0
0
491
75
0
67
1
0
0
0
1
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
99
7
1
1
0
1
5
0
0
0
79
5
0
104
0
58
0
0
0
0
0
0
0
0
0
58
0
0
58
401
532
236
56
53
45
0
41
5
50
0
25
21
0
1118
0
5
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5
349
568
233
58
120
54
0
24
0
33
2
24
20
0
1059
1
24
0
0
23
1
0
0
0
0
0
0
0
0
25
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2007
63
Quadro 36
Plano nacional de controlo de resíduos em animais (cont.)
Continente
Coelhos
2005
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
2006
2005
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
não
não
não
não
analisadas
analisadas
analisadas
analisadas
conformes
conformes
conformes
conformes
40
5
0
5
0
0
0
0
47
13
0
8
0
0
0
0
27
2
0
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
30
93
30
15
18
5
0
10
0
5
0
10
0
0
133
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
26
86
39
11
18
0
0
7
0
5
0
6
0
0
133
0
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
22
163
20
11
0
0
0
7
0
11
0
114
0
0
190
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
30
0
0
0
0
0
0
0
0
0
30
0
0
30
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Aquicultura
Compostos pesquisados
2005
Amostras analisadas
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
2006
Amostras não
conformes
Amostras analisadas
Amostras não
conformes
41
5
0
5
0
0
0
0
28
7
0
8
0
0
0
0
31
85
20
10
0
0
0
0
0
20
0
20
5
10
126
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
13
39
11
5
0
0
0
0
0
3
0
7
8
5
67
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
(a) Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - Regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal.
L.A.R. - Lactonas do Ácido Resorcílico, incluindo o zeranol.
Quadros estatísticos
Compostos pesquisados
Unidade: nº de amostras
Caça
2006
64
Quadro 37
Plano nacional de controlo de resíduos em produtos de origem animal
Continente
Unidade: nº de amostras
Leite de vaca
2005
2006
Total
2005
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
2006
2005-2006
Leite de ovelha e cabra
2006
2005
AmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmostras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
não
não
não
não
não
não
colhicolhicolhicolhicolhicolhiconforconforconforconforconforconfordas
das
das
das
das
das
mes
mes
mes
mes
mes
mes
106
0
355
0
76
0
205
0
0
0
16
0
106
815
486
35
0
0
36
116
38
52
52
0
891
0
7
7
0
0
0
0
0
0
0
0
0
9
355
1081
366
205
123
182
30
97
16
34
28
0
1016
0
4
0
1
3
0
0
0
0
0
0
0
3
76
399
194
35
0
0
36
33
22
27
52
0
433
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
205
699
197
205
0
182
30
24
10
26
25
0
475
0
1
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
109
109
0
0
0
0
0
0
0
0
0
121
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
16
27
24
0
0
0
0
0
0
0
3
0
109
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
37 - Plano nacional de controlo de resíduos
em produtos de origem animal
Ovos
2005
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
Mel
2006
2005
AmosAmosAmosAmostras
tras
tras
tras
não
não
colhicolhiconforconfordas
das
mes
mes
2006
Amostras não
conformes
Amostras
colhidas
Amostras
colhidas
Amostras não
conformes
20
0
123
0
10
0
11
0
20
192
131
0
0
0
0
61
0
0
0
0
212
0
7
7
0
0
0
0
0
0
0
0
0
7
123
309
123
0
123
0
0
63
0
0
0
0
432
0
3
0
0
3
0
0
0
0
0
0
0
3
10
115
52
0
0
0
0
22
16
25
0
0
125
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
11
46
22
0
0
0
0
10
6
8
0
0
57
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
(a) Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - Regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal.
Estatísticas Agrícolas 2007
65
Quadro 38
Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não
conformes
Continente
2005-2006
Processos de contraordenação
2005
2006
Amostras não conformes
2005
2006
Compostos e Origem
nº
Beta-agonistas
Bovinos
Exploração em vida
Matadouro
Suínos
Matadouro
Ovinos
Exploração em vida
Matadouro
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. 2377/90
Aves
Exploração em vida
Anti-helmínticos
Leite de vaca
Exploração
Anti-coccídeos
Aves
Matadouro
Ovos
Centro de classificação
Inibidores microbianos
Bovinos
Matadouro
Suínos
Matadouro
Ovinos
Matadouro
Aves
Matadouro
Coelhos
Matadouro
Ovos
Centro de classificação
Metais pesados
Equídeos
Total
33
22
3
19
8
8
3
1
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
31
2
2
9
9
5
5
8
8
0
0
7
7
0
0
64
24
11
2
9
13
13
0
0
0
1
1
1
1
1
1
56
37
37
19
19
11
1
1
2
2
0
0
6
1
1
1
1
1
2
2
95
22
15
x
x
4
4
3
x
x
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
27
2
2
8
8
3
3
7
7
0
0
7
7
0
0
49
16
9
x
x
7
7
0
0
0
1
1
1
1
1
1
26
23
23
3
3
6
1
1
2
2
0
0
1
1
1
1
1
1
2
2
52
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
Quadro 39
Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB)
Portugal
Direcções Regionais
Lisboa e Vale do
Centro
Tejo
Unidade: cabeças de bovinos
Regiões Autónomas
1990-2007
Total
39 - Distribuição anual de animais com
Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB)
Anos
Norte
1990-2006
2007
Total
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
688
5
693
276
3
279
23
2
25
Alentejo
42
4
46
Algarve
Açores
0
0
0
Madeira
6
0
6
0
0
0
1 035
14
1 049
Quadros estatísticos
38 - Plano nacional de controlo de resíduos
- acções de seguimento após detecção de
amostras não conformes
66
Quadro 40
Campanha sanitária
Portugal
Unidade: cabeças
Controlos Efectuados
Zoonoses
Brucelose Bovina
Continente
Norte
Centro
Lisboa e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Brucelose Ovina e Caprina
Continente
2004
2005
2006
2007
804 248
810 894
802 541
798 657
217 558
109 749
72 428
391 883
7 039
274 065
0
2 433
2 545
1 575
1 083
321
46
47
669
0
886
0
3 086
3 669
2 476
1 717
714
131
54
817
1
1 449
0
2 854 802
2 803 269
2 724 512
2 673 748
457 102
679 909
250 363
1 218 099
68 275
3 332
0
15 924
15 967
11 452
11 020
2 607
630
2 340
4 336
1 107
0
0
18 895
20 574
13 229
11 211
2 346
1 267
2 459
3 946
1 193
0
0
40 - Campanha sanitária
2004
2005
2006
2007
Norte
Centro
Lisboa e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2004-2007
Animais Abatidos
Casos Positivos
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
Quadro 41
Controlo oficial dos alimentos para animais
Portugal
Controlo técnico e
documental
2005
2006
2005-2006
Amostras não
conformes
2005
2006
41 - Controlo oficial dos alimentos para
animais
Operadores Registados
Tipo de Operador
2005
2006
Controlo Físico
2005
2006
nº
Produtores de matérias-primas
Produtores de aditivos e pré-misturas
Indústria de alimentos compostos para animais
Importadores
Intermediários e distribuidores
Explorações pecuárias (inclui auto-produtores)
Outros
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
Estatísticas Agrícolas 2007
0
28
104
116
374
80
0
0
28
104
116
374
80
0
0
0
118
0
1
424
0
0
29
83
0
0
227
0
29
0
874
27
118
762
0
0
17
419
7
78
641
0
0
0
45
0
0
27
0
0
0
11
0
0
7
0
67
VI - CONTAS ECONÓMICAS DA AGRICULTURA
Quadro 42
Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000)
42 - Produção
do ramo agrícola, a preços
correntes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Anos
Produtos
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Cereais
Plantas industriais
Plantas forrageiras
Vegetais e produtos hortícolas
Batatas
Frutos
Vinho
Azeite
Outros produtos vegetais
Produção vegetal (1 a 9)
Animais,
dos quais:
11.1 Bovinos
11.2 Suinos
11.3 Aves de Capoeira
12 Produtos animais,
dos quais:
12.1 Leite
13 Produção animal (11 + 12)
14 Produção de serviços agrícolas
15 Produção de actividades secundárias não separáveis
16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15)
2005
2005 - 2007
2006
2007 (a)
167,85
83,31
182,87
1 158,45
69,26
829,35
950,03
143,59
12,27
3 596,98
1 754,41
189,19
71,71
248,70
1 203,46
131,22
1 003,06
965,80
124,39
12,76
3 950,28
1 662,56
226,00
63,77
281,72
1 226,50
128,07
861,47
840,10
94,03
9,59
3 731,25
1 696,81
626,04
525,77
334,66
857,09
455,76
590,71
339,18
833,60
431,83
564,39
426,38
889,24
764,48
2 611,50
267,35
34,99
6 510,82
729,96
2 496,16
283,33
37,04
6 766,82
766,61
2 586,05
262,25
37,07
6 616,62
Quadros estatísticos
Portugal
(a) Rendimento Agrícola 2007: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2008.
Quadro 43
Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços correntes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Rubricas
16
17
17.1
17.2
17.3
17.4
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Produção do ramo agrícola a preços de base
Consumo intermédio,
dos quais:
Energia e lubrificantes
Adubos e correctivos do solo
Produtos fitossanitários
Alimentos para animais
Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17)
Consumo de capital fixo
Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Rendimento dos factores (20 - 21 + 22)
Remuneração dos assalariados
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24)
Rendas a pagar
Juros a pagar
Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27)
Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível)
Transferências de capital
2005
2005 - 2007
2006
2007 (a)
6 510,82
4 050,48
6 766,82
4 041,15
6 616,62
4 204,80
412,02
136,39
85,90
1 505,70
2 460,34
703,25
1 757,09
3,94
563,94
2 317,09
569,05
1 748,04
51,81
201,96
1 494,27
771,86
252,16
440,47
152,01
91,89
1 382,21
2 725,67
712,73
2 012,94
4,73
516,06
2 524,27
575,09
1 949,18
57,05
191,55
1 700,58
772,08
216,93
465,52
169,28
96,70
1 648,05
2 411,82
701,95
1 709,87
4,21
670,09
2 375,75
578,56
1 797,19
56,66
233,62
1 506,91
x
x
43 - Valor acrescentado bruto, rendimento e
formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços correntes (Base 2000)
(a) Rendimento Agrícola 2007: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2008.
68
Quadro 44
Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Produtos
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Cereais
Plantas industriais
Plantas forrageiras
Vegetais e produtos hortícolas
Batatas
Frutos
Vinho
Azeite
Outros produtos vegetais
Produção vegetal (1 a 9)
Animais,
dos quais:
11.1 Bovinos
11.2 Suinos
11.3 Aves de Capoeira
12 Produtos animais,
dos quais:
12.1 Leite
13 Produção animal (11 + 12)
14 Produção de serviços agrícolas
15 Produção de actividades secundárias não separáveis
16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15)
2005
2005 - 2007
2006
2007 (a)
180,54
91,79
162,30
1 043,19
112,23
855,09
1 044,41
84,21
6,92
3 580,68
1 713,52
271,46
85,07
197,64
1 051,25
120,85
1 029,25
1 104,87
63,60
7,23
3 931,22
1 671,99
238,71
83,71
191,51
1 046,40
125,90
856,50
918,04
63,35
7,21
3 531,33
1 580,12
527,72
585,38
333,32
786,52
467,33
608,84
326,02
762,10
385,55
653,29
360,90
755,75
697,63
2 500,04
236,33
35,61
6 352,66
671,65
2 434,09
243,22
37,08
6 645,61
665,07
2 335,87
225,34
36,10
6 128,64
44 - Produção do ramo agrícola, a preços
constantes (Base 2000)
(a) Rendimento Agrícola 2007: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2008.
Quadro 45
Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços constantes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Rubricas
16
17
17.1
17.2
17.3
17.4
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Produção do ramo agrícola a preços de base
Consumo intermédio,
dos quais:
Energia e lubrificantes
Adubos e correctivos do solo
Produtos fitossanitários
Alimentos para animais
Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17)
Consumo de capital fixo
Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Rendimento dos factores (20 - 21 + 22)
Remuneração dos assalariados
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24)
Rendas a pagar
Juros a pagar
Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27)
Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível)
Transferências de capital
2005
2005 - 2007
2006
2007 (a)
6 352,66
3 967,61
6 645,61
3 942,04
6 128,64
3 847,87
362,54
123,75
93,45
1 464,77
2 385,05
617,53
1 767,52
//
//
//
//
//
//
//
//
691,93
//
364,56
129,07
97,54
1 323,14
2 703,57
612,67
2 090,90
//
//
//
//
//
//
//
//
675,50
//
376,99
130,36
101,55
1 380,56
2 280,77
605,93
1 674,84
//
//
//
//
//
//
//
//
x
//
45 - Valor acrescentado bruto, rendimento e
formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços constantes (Base 2000)
(a) Rendimento Agrícola 2006: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2007.
Estatísticas Agrícolas 2007
69
VII - ESTRUTURAS AGRÍCOLAS
Quadro 46
Estrutura das explorações agrícolas
46 - Estrutura das explorações agrícolas
Portugal
2007
Rubricas
Superfície total
Superfície Agrícola Utilizada (SAU)
SAU média por exploração
Forma de exploração da SAU
Conta própria
Arrendamento
Outras formas
Matas e florestas sem cult. sob-coberto
Superfície agrícola não utilizada
Outras superfícies
Superfície irrigável
Superfície regada
Utilização das terras
Cereais para grão
Leguminosas secas para grão
Prados temporários e cult. forrageiras
Batata
Culturas industriais
Culturas hortícolas extensivas
Culturas hortícolas intensivas
Flores e plantas ornamentais
Pousio
Horta familiar
Frutos frescos
Citrinos
Frutos sub-tropicais
Frutos secos
Olival
Vinha
Prados e pastagens permanentes
Natureza jurídica
Singular autónomo
Singular empresário
Sociedades
Baldios e outras formas
Produtor agrícola singular
Produtores
Sexo
Homens
Mulheres
Idade
< 35 anos
35 a < 45 anos
45 a < 55 anos
55 a < 65 anos
> = 65 anos
Nível de instrução
Nenhum
Básico
Secundário
Superior
Tempo de trabalho agrícola
> 0 a < 50 %
> = 50 % a < 100 %
Tempo completo
Actividade exterior remunerada
Principal
Secundária
Origem: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas - 2007
Explorações
nº
Superfície
ha
275 100
274 210
4 408 521
3 472 985
12,6
257 590
38 477
21 876
132 384
56 233
185 966
170 534
150 710
2 447 403
808 045
217 538
721 875
136 409
77 251
587 613
421 525
102 341
27 796
91 919
82 446
2 188
8 456
20 859
1 593
52 912
182 043
38 834
30 569
8 643
39 570
113 319
145 347
84 012
296 260
14 863
362 586
20 279
17 065
20 882
14 875
1 768
325 080
18 411
37 014
18 603
2 529
69 033
292 179
174 566
1 823 588
257 040
11 542
5 057
1 461
1 781 993
723 923
740 264
226 806
Nº de individuos
268 582
197 364
71 218
5 173
20 394
45 792
67 588
129 634
68 263
184 144
7 096
9 080
130 451
82 053
56 078
62 267
5 316
Quadros estatísticos
Ano
70
VIII - POPULAÇÃO
residente e activa com profissão,
total e na agricultura,
animal, caça
e
47População
- População
residente
e produção
activa
com
silvicultura segundo a situação na profissão
profissão, total e na agricultura, produção
animal, caça e silvicultura segundo a
situação na profissão
Quadro 47
Portugal
NUTS II
Portugal
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
Continente
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
Madeira
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
População
residente
Activa
com
profissão
de 15 e
mais anos
(a)
Unidade: nº de pessoas
Da qual na agricultura, produção animal, caça e silvicultura
TrabalhaTrabalhaTrabalhaMembro
dor
dor
dor
activo de
Outra
Empregador
familiar não por conta
por conta
cooperasituação
remunede
própria
tiva
rado
outrem
Total
8 441 312
8 889 392
9 611 125
9 833 014
9 862 540
10 356 117
3 196 482
3 315 639
3 163 855
3 828 264
4 127 570
4 650 947
1 523 118
1 398 265
965 930
705 252
418 778
215 598
141 069
78 647
18 180
8 518
25 222
51 442
290 570
293 963
353 990
350 317
209 626
54 488
172 389
185 195
108 400
81 483
42 722
15 377
914 311
839 621
480 360
256 415
138 358
92 586
//
//
//
7 705
1 340
248
4 779
839
5 000
814
1 460
1 457
7 856 913
8 292 975
8 074 975
9 336 760
9 371 319
9 869 343
3 687 293
2 348 397
2 661 850
776 585
395 218
3 005 110
3 126 245
2 988 170
3 659 954
3 945 501
4 450 711
1 656 103
1 006 373
1 284 673
323 167
180 395
1 413 200
1 297 283
895 260
664 681
390 046
197 766
74 780
64 688
12 235
38 089
7 974
136 714
76 270
17 100
7 961
24 129
47 608
20 715
16 470
2 588
6 099
1 736
269 123
275 168
328 985
329 603
193 265
47 631
19 306
19 168
1 470
5 322
2 365
158 483
174 584
99 555
77 613
40 494
14 107
7 308
5 754
201
597
247
844 383
770 447
444 750
241 050
129 423
86 777
26 855
22 715
7 860
25 777
3 570
//
//
//
7 670
1 323
236
50
40
14
131
1
4 497
814
4 870
784
1 412
1 407
546
541
102
163
55
317 409
327 480
285 015
243 410
237 795
241 763
108 243
107 124
86 615
77 342
84 036
94 728
65 454
60 159
40 220
22 310
14 137
9 763
3 427
1 888
555
363
720
1 999
12 661
12 618
14 800
10 636
7 277
3 669
8 120
6 858
3 760
2 189
1 134
429
41 056
38 774
21 050
9 107
4 965
3 636
//
//
//
10
16
8
190
21
55
5
25
22
266 990
268 937
251 135
252 844
253 426
245 011
83 129
82 270
89 070
90 968
98 033
105 508
44 464
40 823
30 450
18 261
14 595
8 069
928
489
525
194
373
1 835
8 786
6 177
10 205
10 078
9 084
3 188
5 786
3 753
5 085
1 681
1 144
841
28 872
30 400
14 560
6 258
3 970
2 173
//
//
//
25
1
4
92
4
75
25
23
28
Origem: Recenseamento Geral da População.
Nota: Da população activa, em 15-XII-1960, foram excluidas as pessoas desempregadas e as que se encontravam a prestar serviço militar.
Os dados de 1970 foram estimados a 20%.
(a) De 10 e mais anos, nos recenseamentos de 15-XII de 1960 e 1970; de 12 e mais anos nos recenseamentos de 16-III-1991 e 15-IV-1991.
(b) População presente.
Quadro 48
Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000)
(preços correntes)
48 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base
2000)
Portugal
Rubricas
Volume de mão-de-obra agrícola - total
Volume de mão-de-obra agrícola não assalariada
Volume de mão-de-obra agrícola assalariada
Origem: Contas Económicas da Agricultura
Estatísticas Agrícolas 2007
2000
502,85
435,55
67,30
2001
Unidade: 1 000 UTA
2002
2003
506,20
438,39
67,81
479,66
415,26
64,40
478,80
413,39
65,41
2004
452,96
387,04
65,92
2005
423,22
362,73
60,49
2000 - 2006
2006
414,73
355,39
59,34
71
IX - PRODUÇÃO FLORESTAL
Quadro 49
Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II
Portugal
Unidade: 1 000 ha
49 - Superfície florestal segundo as espécies,
por NUTS II
Povoamentos florestais
Espécies
NUTS II
1995
2005
Portugal
3 381,4 3 444,7
Continente (a) 3 349,4 3 412,7
Norte
667,5 618,7
Centro
993,7 973,7
Lisboa
435,0 460,5
Alentejo
1 144,4 1 222,4
Algarve
108,9 137,4
Açores (b)
21,0
21,0
Madeira (b)
11,0
11,0
Total de
povoamentos
florestais
1995
2005
3 233,1 3 168,9
3 201,1 3 136,9
603,5 520,2
947,6 849,6
416,5 434,2
1 136,0 1 201,0
97,5 131,9
21,0
21,0
11,0
11,0
Espécies
Azinheira
NUTS II
Portugal
Continente (a)
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores (b)
Madeira (b)
1995
461,7
461,7
20,4
31,8
3,1
397,8
8,6
0,0
0,0
Pinheiro
Bravo
1995
983,1
976,1
245,6
569,7
95,4
59,5
6,0
1,0
6,0
Manso
2005
717,4
710,4
192,6
409,7
66,5
38,0
3,6
1,0
6,0
1995
77,7
77,7
0,3
1,0
14,5
52,9
9,0
0,0
0,0
2005
83,9
83,9
0,2
1,5
24,7
51,5
6,0
0,0
0,0
Sobreiro
1995
712,8
712,8
21,3
27,9
139,8
483,9
39,9
0,0
0,0
2005
736,7
736,7
10,0
15,2
155,9
527,2
28,4
0,0
0,0
Carvalho
Eucalipto
1995
675,1
672,1
143,1
227,0
142,9
130,5
28,6
1,0
2,0
2005
649,8
646,8
121,9
258,4
144,6
108,1
13,8
1,0
2,0
1995
131,0
131,0
61,5
58,0
9,0
2,4
0,0
0,0
0,0
Castanheiro
2005
1995 2005
118,0 41,4 29,2
118,0 40,4 28,2
71,3 33,7 24,5
6,2
3,2
40,8
0,2
0,0
1,6
4,2
0,1
0,5
0,1
0,2
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
1,0
1,0
Outras
Povoamentos florestais
Áreas
Áreas de
áreas
Outras
ardidas de
Outras
Área de
corte raso
arborizadas
Resinosas Folhosas formações povoamentos povoamentos
2005
1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005
388,4 28,4 15,1 122,0 116,9
x 18,1
x 295,4 79,3 213,4
27,5 41,1 41,5 21,3
388,4 27,4 14,1 102,0 96,9
x 18,1
x 295,4 79,3 213,4
27,5 41,1 41,5 21,3
8,5 56,3 40,7
x
0,4
x
41,6 45,4
85,5
0,2
4,2 18,4
8,8
8,5 21,3
4,3
3,9 21,7 22,5
x
0,8
x
63,6 20,9 101,1
15,1 16,7 10,1
6,3
30,0
1,5
0,3 10,1 9,5
x
4,0
x
26,4
6,9
15,5
8,7
7,8
2,9
3,0
0,7
0,3
0,3
8,5 9,1
x 11,4
x 115,5
2,5
8,5
3,5 10,5
2,3
2,4
335,2
0,0
1,1
5,4 15,1
x
1,5
x
48,3
3,6
2,8
0,0
1,9
7,8
0,8
14,0
0,0
0,0
0,0 19,0 19,0
x
0,0
x
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
1,0
1,0
1,0 1,0
x
0,0
x
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
(a) Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais - Inventário Florestal Nacional (IFN)
(b) Dados estimados.
Quadro 50
Quantidade removida de madeira
3
Unidade: 1 000 m sem casca
Portugal
Anos
Madeira removida
Madeira removida
Total
Coníferas
Folhosas
Lenha (b)
Total
Coníferas
Folhosas
Madeira redonda industrial
(madeira em bruto)
Total
Coníferas
Folhosas
Toros
Total
Coníferas
Folhosas
Rolaria
Total
Coníferas
Folhosas
Outras madeiras redondas industriais
2004
2004 - 2006
2005 (Po)
2006 (Po)
10 869
4 177
6 692
10 746
3 468
7 278
10 805
3 701
7 104
600
200
400
600
200
400
600
200
400
10 269
3 977
6 292
10 146
3 268
6 878
10 205
3 501
6 704
2 246
2 194
52
2 483
2 369
114
2 510
2 396
114
7 843
1 633
6 210
180
7 483
749
6 733
180
7 514
955
6 559
180
50 - Quantidade removida de madeira
Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais.
(a) Lenha sem casca, podendo ter como destinos o consumo como tal e/ou a produção de carvão vegetal.
Quadros estatísticos
Total
72
Produçãode
de produtos
derivados da madeira
51 - Produção
produtos
derivados da
madeira
Quadro 51
Portugal
2004 - 2006
Anos
Unidade
Produtos derivados
Carvão
Aparas e estilhas e resíduos de madeira
Madeira serrada
Painéis de madeira
Folheados
Painéis de fibras
Fibras duras
MDF
Painéis de partículas
Contraplacados
Coníferas
Folhosas
Pastas químicas
Ao sulfato crua
Ao sulfato branqueda
Ao sulfito crua
Ao sulfito branqueda
Papel reciclado
Papéis e cartão
Destinos:
usos gráficos
usos domésticos e sanitários
embalagem
outros papéis e cartões
2004 (Po)
2005 (Po)
2006 (Po)
1 000 t
3
1 000 m
3
1 000 m
3
1 000 m
1 000 m3
3
1 000 m
"
"
3
1 000 m
1 000 m3
"
"
1 000 t
"
"
"
"
1 000 t
1 000 t
20
1 734
1 100
1 322
24
396
70
326
875
21
2
19
1 949
286
1 555
0
108
296
1 674
19
652
1 097
1 306
30
405
75
330
850
21
5
16
1 990
324
1 561
0
105
597
1 570
19
722
1 115
1 306
30
405
75
330
850
21
5
16
2 065
338
1 617
0
110
744
1 644
"
"
"
"
1 093
81
491
9
1 038
77
435
20
1 045
75
494
30
Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais ; Associação da Indústria Papeleira (CELPA); Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP)
Quadro 52
Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II
Continente
2005 - 2007
Rubricas
Quantidade
t
Anos
Continente
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
2005
2006
2007 (Po)
Gema nacional entrada nas fábricas (a)
Valor
1 000 Euros
4 644
5 145
4 886
405
609
837
3 443
3 413
3 240
156
237
103
641
886
705
0
0
0
2 832
3 712
3 459
254
435
588
2 078
2 488
2 303
93
166
72
407
624
495
0
0
0
Preço médio
Euros / kg
0,61
0,72
0,71
0,63
0,71
0,70
0,60
0,73
0,71
0,60
0,70
0,70
0,64
0,70
0,70
0,00
0,00
0,00
52 - Produção de gema nacional entrada nas
fábricas, por NUTS II
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
(a) Gema contabilizada à entrada da fábrica.
Estatísticas Agrícolas 2007
73
Quadro 53
Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação
(colofónias de gema e aguarrás)
53 - Gema nacional laborada e produção
resultante da primeira transformação
(colofónias de gema e aguarrás)
Continente
Anos
2005
2006
2007(Po)
2005 - 2007
Aguarrás
Colofónias de gema
t
Gema nacional laborada (a) (b)
Rubricas
4 945
4 549
4 233
3 753
3 480
3 202
874
670
586
(a) A diferença entre a gema entrada e a laborada corresponde à diferença de existências de gema entre o final e o início do ano.
(b) O somatório das colunas "Colofónias de gema" e "Aguarrás" não corresponde à coluna "Gema nacional laborada", devido à existências de perdas no processo de laboração
da gema nacional.
Quadro 54
Produção e preços de cortiça
Produção
Total (a)
2005 - 2007
Preço médio
Amadia no mato (b)
Amadia e
secundeira (a)
Virgem (a)
54 - Produção e preços de cortiça
Anos
103 t
2005
2006
2007
100
x
x
15
x
x
Euros / kg
85
x
x
2,34
2,21
x
Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais.
(a) Produção estimada.
(b) Fonte: SICOP - Sistema de Informação de Cotações de Produtos Florestais na Produção (preço médio ponderado)- Projecto descontinuado em 2007
Quadro 55
Preços médios de lenha, toros e rolaria
55 - Preços médios de lenha, toros e rolaria
Portugal
2005 - 2007
Toros
Rolaria
(com destino à serração)
(com destino à trituração)
(b)
(b)
Resinosas
Folhosas
Resinosas
Folhosas
Euros / m3 sem casca
Rubricas
Lenha
(a)
Anos
Euros / 100 kg
2005
2006 (Po)
2007 (Po)
1,16
2,37
x
48,40
60,81
x
44,74
36,52
x
26,20
20,83
x
26,21
15,52
x
(a) Lenha sem casca, podendo ter como destinos o consumo como tal e/ou a produção de carvão vegetal.
(b) Fonte: SICOP - Sistema de Informação de Cotações de Produtos Florestais na Produção (preço médio ponderado)- Projecto descontinuado em 2007
Quadro 56
Ocorrências de incêndios florestais
Continente
56 - Ocorrências de incêndios florestais
Anos
Nº/Área
Número
Área ( ha )
Povoamentos florestais
Matos
Área (ha) / Número
Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais.
2005
2006
35 699
338 262
213 517
124 745
9,48
2005 -2007
2007 (Po)
19 929
75 510
36 323
39 187
3,79
19 024
31 491
9 678
21 813
1,66
Quadros estatísticos
Continente
74
Quadro 57
Ocorrênciasde
de incêndios
florestais por NUTS
II
57 - Ocorrências
incêndios
florestais
por
NUTS II
Continente
2006-2007
Área
Povoamentos
florestais
ha
Nº/Área
Número
Total
NUTS II
Continente
2006
2007 (Po)
2006
2007 (Po)
2006
2007 (Po)
2006
2007 (Po)
2006
2007 (Po)
2006
2007 (Po)
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
19 929
19 024
11 548
11 182
4 813
4 556
2 107
1 896
739
740
722
650
75 510
31 491
42 595
14 340
21 897
11 827
504
896
10 336
4 178
179
250
Matos
36 323
9 678
17 210
3 705
10 263
3 189
83
201
8 762
2 579
6
3
39 187
21 813
25 385
10 635
11 634
8 638
421
695
1 574
1 599
173
247
Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais.
Quadro 58
Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal
Portugal
Anos
Designação
3800 - Total de produtos resinosos
Dos quais:
382201 Colofónias de gema
3810 Resinas de coníferas
1400 + 4600 + 9400 - Total de mobiliário, construções de madeira e
div. de vime
Dos quais:
94060020 - Construções pré fabricadas de madeira
4400 - Total de Madeira
Dos quais:
443202 Toros de folhosas tropicais
443203 Toros de folhosas temperadas
Das quais:
44039930
Eucaliptos
4453 Madeira serrada de folhosas temperadas
4495 Obras de carpintaria para construção
Das quais:
449502
Painéis tipo mosaico, para soalhos
4482
Painéis de fibras
4470
Madeira perfilada (tacos, baguetes e cercaduras)
Das quais:
447203
Tacos e frisos para soalhos
4481
Painéis de partículas
4452
Madeira serrada de folhosas tropicais
4500 - Total de Cortiça
Dos quais:
4511 Cortiça natural ou simplesmente preparada
4512 Cortiça natural sem crosta
4521+4522
Rolhas em cortiça natural
4700 - Total de pastas de madeiras
Das quais:
4730 Pastas químicas à soda ou ao sulfato
Das quais:
473201
Branqueadas e semi-branqueadas de coníferas
473202
Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas
4800 - Total de papel e cartão
t
2006 (Pe)
1 000 Euros
t
2006 - 2007
2007 (Pe)
1 000 Euros
60 832
52 191
54 082
38 280
50 870
5 898
44 960
3 810
43 290
5 088
30 500
3 437
91 514
222 996
116 167
258 152
3 451
869 968
7 089
481 503
2 711
1 416 837
4 943
605 473
92 205
156 997
33 619
38 079
78 297
454 068
29 658
64 946
40 181
119 444
34 368
3 700
79 631
53 776
305 596
136 925
45 562
25 331
94 828
67 711
7 813
108 224
13 064
16 770
47 861
16 633
8 856
145 379
14 192
18 394
67 816
18 189
2 703
46 524
56 282
62 845
4 575
15 505
32 321
124 183
3 557
57 130
64 018
65 496
5 053
22 293
41 244
125 780
45 650
11 536
1 919
75 013
60 702
28 573
17 410
31 382
55 468
4 662
1 555
88 778
80 035
16 214
14 186
42 769
63 210
28 261
80 334
40 511
50 689
8 039
941 710
23 252
3 754
956 094
63 632
10 058
1 037 969
34 044
4 573
1 050 470
58 - Entrada dos principais produtos do
sector florestal
Estatísticas Agrícolas 2007
75
Quadro 59
Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal
Portugal
Anos
2006 (Pe)
1 000 Euros
2006 - 2007
2007 (Pe)
1 000 Euros
Designação
t
3800 - Total de produtos resinosos
Do qual:
382201 Colofónias de gema
32 226
40 610
28 732
35 739
9 476
11 313
7 754
9 011
1400 + 4600 + 9400 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de vime
49 304
206 336
56 095
256 250
1 536
3 058 011
3 201
586 834
1 168
3 368 393
3 187
707 853
Dos quais:
94060020 - Construções pré fabricadas de madeira
4400 - Total de madeira
Dos quais:
4451 Madeira serrada de coníferas
4482 Paineís de fibras
Dos quais:
448201
MDF
4481
Paíneis de partículas
4461 Folhas para contraplacados de coniferas
4495 Obras de carpintaria para construção
Dos quais:
449501
Portas e respectivos caixilhos, alizares e soleira
449502
Painéis tipo mosaico para soalhos
443203
Toros de folhosas temperadas
Das quais:
44039930
Eucaliptos
4498 Outras obras de madeira
4492 Embalagens de madeira
4500 - Total de cortiça
Dos quais:
4521+4522 Rolhas em cortiça natural
4511 Cortiça natural ou simplesmente preparada
53101+453102 Outras rolhas (vinhos, espumantes e outros)
4700 - Total de pastas de madeiras
Dos quais:
4732 Pastas químicas à soda ou ao sulfato branq/semi-branq.
Das quais:
473202
Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas
4800 - Total de papel e cartão
t
407 337
367 166
62 402
123 657
475 213
366 870
80 873
144 413
297 419
334 152
17 471
91 253
102 536
81 976
8 237
122 617
327 891
327 459
20 032
106 337
130 766
95 239
9 860
150 984
41 847
35 174
1 453 901
62 156
47 280
70 338
56 514
31 969
1 609 921
85 729
46 164
84 713
1 447 371
3 780
80 431
164 827
69 140
9 873
24 398
827 773
1 606 110
6 339
88 249
159 983
83 990
16 388
28 356
841 082
18 111
36 836
21 575
1 313 089
405 982
41 680
162 202
470 036
17 210
37 531
21 700
1 431 638
420 036
52 751
160 274
499 411
841 814
368 260
868 045
381 228
841 814
1 417 741
368 260
1 034 796
868 045
1 469 089
381 228
1 109 427
Quadros estatísticos
59 - Saída dos principais produtos do sector
florestal
76
X - CONTAS ECONÓMICAS DA SILVICULTURA
Quadro 60
Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2000)
60 - Produção
do ramo silvícola, a preços
correntes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Produtos
1
1.1
1.2
1.3
2
2.1
2.2
2.3
3
4
Madeira de resinosas para fins industriais
Madeira de resinosas para serrar
Madeira de resinosas para triturar
Outra madeira de resinosas
Madeira de folhosas para fins industriais
Madeira de folhosas para serrar
Madeira de folhosas para triturar
Outra madeira de folhosas
Lenha
Outros produtos,
dos quais:
4.1
Cortiça
4.2
Florestação e reflorestação
5
Produção de bens silvícolas (1 + 2 + 3 + 4)
6
Produção de serviços silvícolas
7
Produção do ramo silvícola a preços de base (5 + 6)
2004
2005
2004 - 2006
2006
138,04
85,65
48,01
4,38
260,15
5,26
253,92
0,97
9,81
296,03
115,45
64,24
47,07
4,14
259,58
3,94
254,73
0,91
8,13
331,46
111,75
70,79
36,67
4,29
248,79
2,21
245,84
0,74
11,46
345,4
230,95
58,99
704,03
30,79
734,82
255,32
67,78
714,62
43,92
758,54
275,33
62,69
717,40
42,95
760,35
Quadro 61
Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura,
a preços correntes (Base 2000)
61 - Valor acrescentado bruto, rendimento e
formação bruta de capital fixo na silvicultura,
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Rubricas
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
Produção do ramo silvícola a preços de base
Consumo intermédio
Valor acrescentado bruto a preços de base (7 - 8)
Consumo de capital fixo
Valor acrescentado líquido a preços de base (9 - 10)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Rendimento dos factores (11 - 12 + 13)
Remuneração dos assalariados
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (14 - 15)
Rendas
Juros a pagar
Juros a receber
Rendimento empresarial líquido (16-17-18+19)
Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível)
Transferências de capital
2004
2005
734,82
102,53
632,29
74,23
558,06
0,43
7,92
565,55
77,50
488,05
4,87
7,81
7,01
482,38
89,06
32,34
a preços correntes (Base 2000)
Estatísticas Agrícolas 2007
2004 - 2006
2006
758,54
116,35
642,19
74,98
567,21
0,41
9,12
575,92
81,74
494,18
4,27
11,73
4,84
483,02
89,29
30,66
760,35
115,35
645,00
75,01
569,99
0,52
3,95
573,42
85,02
488,40
4,32
12,04
4,62
476,66
92,24
42,16
77
XI - COMÉRCIO INTERNACIONAL
Quadro 62
Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade
Portugal
2007 (a)
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
t
Entrada
1 000 Euros
Saída
t
1 000 Euros
SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal
Capítulo 1 - Animais vivos
0101 - Gado cavalar
0102 - Gado bovino
0103 - Gado suíno
0104 - Ovinos e caprinos
0105 - Aves de capoeira
Capítulo 2 - Carne e miudezas, comestíveis
0201 - Carne de bovino (fresca ou refrigerada)
0202 - Carne de bovino (congelada)
0203 - Carne de suíno
0204 - Carne de ovino e caprino
0206 - Miudezas comestíveis diversas
0207 - Carne e miudezas - aves
0208 - Outras carnes e miudezas
0209 - Toucinho e outras gorduras
0210 - Carne e miudezas em conserva
Capítulo 4 - Leite e lacticínios; ovos; mel
04(01 e 02) - Leite e natas
0403 - Leitelho, leites acidificados, etc.
0404 - Soro de leite
0405 - Manteiga
0406 - Queijo e requeijão
04(07e 08) - Ovos e gemas
0409 - Mel natural
Capítulo 5 - Produtos de origem animal
0504 - Tripas, bexigas e buchos
SECÇÃO II - Produtos do reino vegetal
Capítulo 6 - Plantas vivas
0601 - Bolbos e tubérculos
0602 - Outras plantas vivas
0603 - Flores e seus botões
Capítulo 7 - Prod. hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestiveis
0701 - Batatas
0701.10.00 - Batata-semente
0702 - Tomates (frescos ou refrigerados)
0703 - Cebolas e alhos
0704 - Couves, couve-flor, etc.
0705 - Alface e chicórias
0706.10.00 - Cenouras e nabos
0709.90.(31 e 39) e 0710.80.10 - Azeitonas
0711.20 - Azeitonas de conserva
0713 - Legumes de vagem secos
0713.20 - Grão-de-bico
0713.(31, 32, 33 e 39) - Feijão (seco)
0713.50 - Favas
0714 - Raízes (mandioca, outras)
0714.20 - Batatas-doces
Capítulo 8 - Frutas; cascas de citrinos; melões
0802.11 - Amêndoas com casca
0802.12 - Amêndoas sem casca
0802.21 - Avelãs com casca
0802.22 - Avelãs sem casca
0802.31 - Nozes com casca
0802.32 - Nozes sem casca
0802.40 - Castanhas
0802.90.50 - Pinhões
0803 - Bananas
0804.20.10 - Figos frescos
0804.20.90 - Figos secos
0804.30 - Ananases
0805 - Citrinos, frescos ou secos
0805.10 - Laranjas
0806.10 - Uvas frescas
0806.20 - Uvas secas
0807 - Melões e melancias
0808.10 - Maçãs
0808.20 - Pêras e marmelos
0808.20.90 - Marmelos
0809.20 - Cerejas
0809.30 - Pêssegos
0809.40 - Ameixas e abrunhos
0810.10 - Morangos frescos
0810.50 - Kiwis
0813.10 - Damascos secos
0813.20 - Ameixas secas
(a) Dados preliminares
73
3 746
94 832
741
257
384
10 750
105 737
2 412
16 259
101
5 174
7 906
1 145
2 319
294
7 932
10 082
3 108
10 643
76 929
17 842
135 409
6 810
8 120
27 961
2 776
1 555
5 606
275 430
78 309
236 975
24 958
9 287
57 419
8 391
3 037
31 624
514
140
8 260
657
3 598
8 424
101
98
3 007
1 361
669
15 797
1 476
1 688
11 521
352
138
14 979
117 994
136 257
7 344
8 116
37 531
14 619
1 492
112 359
147 045
10 622
28 558
125 095
21 554
3 214
225 936
5 709
14 848
16 174
4 726
13 138
1 357
128 665
6 832
10 314
44 783
18 274
16 303
2 574
18 373
26 361
7 413
24 857
3 432
23 195
3 542
8 597
37 389
18 612
296
13 070
1 144
1 059
22 968
4 462
300 977
53 882
31 142
52 503
9 843
2 290
39 801
1 786
6 116
65 627
13 913
40 914
3 060
54 203
751
85 803
26 936
23 895
28 987
6 144
2 728
10 804
1 629
4 822
36 699
9 273
29 929
862
6 321
473
32 624
4 974
101 859
4 265
10 991
5 924
7 312
438
1 123
16 544
2 778
10 206
35
186
34
17 209
2 982
15 773
2 616
6 588
9 121
2 867
603
612
12 859
2 826
8 042
50
176
26
45
1 364
37
161
1 649
1 177
1 449
213
154 275
159
1 456
59 685
74 550
44 294
26 416
213
68 123
85 698
19 216
282
1 297
35 160
5 610
9 018
10 455
270
796
158
5 416
150
880
3 612
5 394
1 967
1 020
79 755
239
3 278
34 956
34 194
19 197
28 978
32 906
36 944
56 638
13 650
182
23 894
23 894
4 379
119 032
10 942
642
1 735
986
294
3
8
78
17
7 774
335
29 584
46
72
11 617
27 882
22 461
1 033
113
2 580
8 560
49 602
258
31
853
4 526
2 731
2 965
5
41
605
1 426
14
70
302
182
14 844
5 843
19 794
48
294
8 576
13 895
10 302
1 565
272
1 598
5 248
34 333
189
130
755
3 888
6 354
2 952
27
185
(continua)
Quadros estatísticos
62 - Entrada e saída dos principais produtos
da agricultura ou relacionados com esta
actividade
78
Quadro 62
Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade (cont.)
Portugal
2007 (a)
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
t
Entrada
1 000 Euros
Capítulo 9 - Café, chá e especiarias
0901 - Café
51 227
0902 - Chá
757
0904 - Pimenta e pimentos - secos ou em pó
994
0906 - Canela - casca e flores
328
0908 - Noz-moscada
43
Capítulo 10 - Cereais
1001 - Trigo
1 241 770
1001.10 - Trigo duro
131 765
1002 - Centeio
19 576
1003 - Cevada
207 432
1004 - Aveia
11 227
1005 - Milho
1 730 718
1006 - Arroz
98 386
1006.10 - Arroz paddy
6 001
1006.20 - Arroz descascado
74 397
1006.30 - Arroz semibranqueado ou branqueado
15 272
1006.40 - Trincas de arroz
2 716
1007 - Sorgo
24 038
1008 - Outros cereais
23 111
1008.30 - Alpista
4 041
1008.90.10 - Triticale
270
Capítulo 11 - Produtos de moagem, malte, etc.
1101 - Farinha de trigo
33 399
1101.00.11 - Farinha de trigo duro
17 270
1102.10 - Farinha de centeio
2 941
1102.20 - Farinha de milho
6 136
1102.90 - Outras farinhas (cevada, aveia)
19 745
1102.90.50 - Farinha de arroz
133
1103 - Sêmolas de cereais
16 758
1104 - Grãos de cereais (descascados, pelados, etc.)
6 343
1105 - Farinha e flocos de batata
2 576
1107 - Malte
19 010
1108 - Amidos e féculas
6 390
Capítulo 12 - Sement. e frut. oleaginosos; plant. industriais
1201 - Soja
1 261 790
1202 - Amendoim não torrado
8 370
1204 - Sementes de linho
2 055
1206 - Sementes de girassol
60 962
1207.20 - Sementes de algodão
5 124
1209.10 - Sementes de beterraba sacarina
10
1212.191- Beterraba sacarina
1 864
1212.99.30 - Alfarroba (incluindo sementes)
9
SECÇÃO III - Gord. e óleos animais ou vegetais
Capítulo 15 - Gord. e óleos animais ou vegetais
1501 - Banha e gorduras de aves
2 732
1502 - Gorduras de bovinos, ovinos ou caprinos
1 248
1507 - Óleo de soja
11 207
1508 - Óleo de amendoim
617
1509 - Azeite
70 156
1509.10 - Azeite virgem
43 028
1511 - Óleo de palma
41 116
28 231
1512 - Óleo de girassol, cártamo ou algodão
1517.10 - Margarina (excepto margarina líquida)
12 093
1521 - Cera vegetal
114
SECÇÃO IV - Produtos das indústrias alimentares; bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres; tabaco
Capítulo 16 - Preparações de carne, peixe, etc.
1601 - Enchidos e produtos semelhantes
10 684
1602 - Conservas de carne, miudezas ou sangue
16 573
Capítulo 17 - Produtos de confeitaria
1701 - Açucar de cana ou beterraba e sacar., sólido
500 335
1701.11 - Açucar de cana
489 131
1703.10 - Melaços de cana
36 911
Capítulo 18 - Cacau e suas preparações
1801 - Cacau em bruto
103
1804 - Manteiga de cacau
339
1805 - Cacau em pó, sem açucar
2 201
1806 - Chocolate e outros preparados com cacau
41 829
Capítulo 19 - Preparações de cereais, farinhas, etc.
1902 - Massas alimentícias
21 383
1903 - Tapioca e seus sucedâneos
40
1904 - Produtos à base de cereais
25 393
(a) Dados preliminares
Estatísticas Agrícolas 2007
Saída
t
1 000 Euros
107 354
4 115
3 904
850
365
7 251
66
90
34
3
26 601
871
512
209
46
241 653
29 270
3 705
37 904
2 201
292 269
31 938
1 973
21 541
7 646
778
4 197
5 873
1 526
113
69 812
213
77
20 853
1 504
98 969
17 333
40
345
2 832
14 115
824
6 228
10
1 356
12 305
67
14
3 575
247
19 766
5 718
35
201
1 948
3 534
208
1 271
7
250
9 098
4 479
766
2 818
5 033
88
3 692
1 827
3 739
7 042
4 081
25 742
298
222
1 762
10 069
4 874
4 449
1 204
92
3 823
1 423
8 076
168
74
773
3 503
2 691
1 000
327
236
1 930
636
320 090
6 026
709
21 253
1 149
378
73
6
15 231
24
18
114
ԥ
//
814
660
4 130
23
30
76
ԥ
//
398
160
1 608
214
8 418
555
177 417
109 415
23 805
21 214
11 809
368
653
1 995
64 696
445
31 494
16 935
109
8 373
1 206
2
402
960
45 542
378
110 743
56 455
71
6 433
1 864
5
31 582
50 100
28 007
7 241
49 897
18 984
221 958
213 848
3 154
210 080
33
10 028
114 554
29
1 235
97
809
2 802
158 768
//
1
41
2 089
//
4
157
8 784
25 975
29
69 460
12 400
4
2 318
8 072
8
4 348
(continua)
79
Quadro 62
Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade (cont.)
Portugal
2007 (a)
Secções da Nomenclatura Combinada
Capítulo 20 - Preparações de prod. hortícolas
2001 - Prod. hortícolas, conservados em vinagre
2001.90.65 - Azeitonas em vinagre
2002 - Tomates, conservados sem vinagre
2005 - Hortícolas preparados, não congelados
2005.70 - Azeitonas
2008 - Frutas conservadas
Capítulo 21 - Preparações alimentícias diversas
2103 - Preparados para molhos e temperos
2104 - Preparados para caldos e sopas
Capítulo 22 - Bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres
2203 - Cerveja de malte
2204 - Vinhos de uvas frescas, mosto
2204.10 - Espumantes e espumosos
Em recipiente não superior a 2 litros
2204.21 - Vinho em recipiente não superior a 2 litros
2204.21.32 - Vinho verde branco
2204.21.69 - Vinho do Dão, Bairrada e Douro, tintos
2204.21.78 - Vinho do Alentejo / outros, tintos
Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol.
2204.21.89 - Vinho do Porto
2204.21.91 - Vinho da Madeira e moscatel de Setúbal
Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol.
2204.21.95 - Vinho do Porto
2204.21.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal
Outros vinhos
2204.29 - Outros vinhos
Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol.
2204.29.89 - Vinho do Porto
2204.29.91 - V. da Mad. e mosc. de Setúbal
Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol.
2204.29.95 - Vinho do Porto
2204.29.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal
2204.30 - Outros mostos de uvas (amuados)
2205 - Vermutes
2206.00 - Outras bebidas fermentadas
2208.20 - Aguardentes de vinho ou de bagaço
2209 - Vinagres
Capítulo 23 - Resíduos e desperd. ind. aliment., etc.
2302 - Sêmeas, farelos e outros resíduos
2304 - Bagaços de soja
2306 - Bagaços de óleos vegetais
Capítulo 24 - Tabaco
2401 - Tabaco não manufacturado
SECÇÃO V - Produtos minerais
Capítulo 25 - Enxofre
2503 - Enxofre
SECÇÃO VI - Produtos das indústrias químicas
Capítulo 28 - Produtos químicos inorgânicos
2833.25 - Sulfato de cobre
Capítulo 31 - Adubos
3102 - Adubos azotados
3103 - Adubos fosfatados
3104 - Adubos potássicos
31(01 e 05) - Outros adubos
Capítulo 32 - Extractos tanantes, taninos, etc.
3201 - Extractos tanantes de origem vegetal
3202 - Corantes de origem vegetal ou animal
Capítulo 38 - Prod. diversos indúst. químicas
3805.10.10 - Essências de terebentina
3805.10.30 - Essências de pinheiro
3806.10 - Essências de resina
3808.91 - Insecticidas
3808.92 - Fungicidas
3808.93 - Herbicidas
3808.90.10 - Rodenticidas
SECÇÃO VII - Plástico, borracha e suas obras
Capítulo 40 - Borracha e sua obras
4001 - Borracha natural
SECÇÃO VIII - Peles, couros, peles com pêlo, etc.
Capítulo 41 - Peles e couros
4101 - Peles em bruto de bovinos
4102 - Peles em bruto de ovinos
4103 - Outras peles em bruto
(a) Dados preliminares
(b) Unidade: hl
t
Entrada
1 000 Euros
Saída
t
1 000 Euros
2 532
395
11 938
30 822
5 520
40 008
3 920
533
7 320
28 029
5 851
42 123
1 001
625
182 016
39 655
21 517
17 226
1 540
879
104 517
49 838
23 459
26 642
16 342
7 224
26 593
15 155
27 102
8 353
23 866
18 653
(b)
243 360
1 276 404
54 235
16 960
63 238
18 661
(b)
2 060 197
3 421 559
8 397
126 793
597 197
3 549
324 131
699
7
203
14 753
154
62
877
1 996 581
125 442
85 574
39 717
545 068
26 618
22 895
8 363
8
//
5
//
10 259
7 607
969
2 806
90
3
54
3
797 119
13 146
331 729
7 480
860 633
20 070
1 414 435
48 538
//
36
//
8
13
41
9
10
ԥ
//
23 453
68 028
40 717
814 100
54 443
ԥ
//
1 672
21 509
7 637
10 253
2 024
5 148
50
2 209
11 518
285
10 807
35 000
1 408
8
41
5 965
33
4 963
1 440
26 097
123 946
106 124
6 741
27 998
14 548
9 114
155 435
17 134
1 388
35 930
1 777
6 411
25 177
7 015
10 984
3 233
1 967
15 410
1 595
2 549
4 609
6
17
206 149
5 675
57 452
93 513
43 401
941
11 761
50 144
223 914
14 225
80
134 297
40 752
1 211
30
29 514
1 174
613
1 846
2 727
78
//
261
//
271
1
43 387
5 081
7 004
3 860
2 124
266
5
30 533
27 805
27 494
18 110
5 748
2 056
//
7 794
1 081
3 366
2 046
153
2 036
//
9 066
5 354
11 878
9 547
603
31 446
52 854
103
239
10 448
2 029
421
17 666
5 605
1 271
4 415
617
258
6 314
1 464
251
(continua)
Quadros estatísticos
Entrada/Saída
80
Quadro 62
Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade (cont.)
Portugal
2007 (a)
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
SECÇÃO IX - Madeira, carvão vegetal; cortiça
Capítulo 44 - Madeira; carvão vegetal
4401 - Lenha em qualquer estado
4402 - Carvão vegetal
4403 - Madeira em bruto
Capítulo 45 - Cortiça e suas obras
4501 - Cortiça em bruto
4502 - Cortiça natural
4503 - Obras de cortiça natural
SECÇÃO XI - Matérias têxteis e suas obras
Capítulo 51 - Lã, pêlos finos ou grossos
5101 - Lã não cardada nem penteada
5102 - Pêlos finos ou grosseiros não cardados
Capítulo 52 - Algodão
5201 - Algodão não cardado nem penteado
5202 - Desperdícios de algodão
Capítulo 53 - Outras fibras têxteis vegetais
5301 - Linho em bruto
SECÇÃO XV- Metais comuns e suas obras
Capítulo 82 - Ferramentas, artigos de cutelaria
8201 - Ferramentas manuais para agricultura
8201.10 - Pás
8201.20 - Forquilhas e forcados
8201.30 - Enxadas, sachos, etc.
8201.40 - Machados e ferramentas semelhantes de gume
SECÇÃO XVI - Máquinas e aparelhos diversos
Capítulo 84 - Máquinas e aparelhos diversos
8432 - Máquinas agrícolas - preparação do solo
8432.10 - Arados e charruas
8432.30 - Semeadores e plantadores
8433 - Máquinas agrícolas - colheita ou debulha
8433.20.10 - Motoceifeiras
8433.51 - Ceifeiras-debulhadoras
8434 - Máquinas ordenhar - lacticínios
8435 - Prensas, esmagadores - fabrico de vinho
8436 - Outras máquinas - agric., avicul., silvicultura
8437 - Máquinas - peneiração, limpeza de cereais
SECÇÃO XVII - Material de transporte
Capítulo 87 - Tractores e outros veículos
8701.10 - Motocultores
8701.90 - Tractores agrícolas e florestais, rodas
8716.20 - Reboques para usos agrícolas
(a) Dados preliminares
Estatísticas Agrícolas 2007
t
Entrada
1 000 Euros
Saída
t
1 000 Euros
46 160
25 757
490 842
3 607
7 709
87 477
207 513
2 339
1 721 132
19 866
981
99 278
54 018
4 662
2 710
79 385
16 214
20 047
37 530
2 693
18 332
52 747
11 495
430 056
13 591
46
14 220
1 115
5 710
37
5 936
1 721
59 404
6 739
63 122
3 253
431
11 518
1 003
3 334
217
457
12
71
1 148
314
18
251
70
4 930
499
49
1 490
218
1 131
42
35
176
21
5 304
118
473
785
91
5 239
271
176
3 097
30
117
2 209
398
2 459
205
25 559
1 113
1 222
22 270
227
768
13 819
4 582
15 989
2 309
4 527
310
58
173
6
35
105
92
1 874
72
14 040
1 230
552
1 163
29
190
1 615
789
2 666
829
231
16 755
331
1 747
102 900
1 390
20
3 289
1 234
177
8 783
2 499
81
XII - PREÇOS E ÍNDICES DE PREÇOS NA AGRICULTURA
Quadro 63
Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais
Continente
2005 - 2007
Anos
Produtos vegetais
Unidade
2005
2007
2006
Cereais (Incluindo Sementes)
Trigo mole
Trigo duro
Centeio
Cevada para malte
Aveia
Milho
Arroz
Outros cereais
Batata de consumo
Batata primor
Batata de conservação
Beterraba sacarina
Beterraba: qualidade standard a 16% de sacarose
Frutos frescos e de casca rija
Maçãs
Pêras
Pêssegos
Morangos
Uvas de mesa
Laranjas
Tangerinas
Limões
Melão
Melancia
Noz
Avelã
Amêndoa em casca
Castanha
Produtos hortícolas frescos
Couve flor
Couve repolho
Couve lombardo
Alfaces
Tomate para consumo em fresco: todos os tipos de produção
Pepinos
Pimentos
Cenouras
Cebolas
Feijão verde
Vinho de qualidade
Generoso VLQPRD (inclui Porto)
Outros vinhos de qualidade:
CVR - Vinhos Verdes
CVR - Alentejana
CVR - do Dão
CVR - Vinhos do Douro ( exclui Porto)
CVR - Ribatejana
CVR - Távora - Varosa
CVR - Beira Interior
CVR - Alenquer, Arruda e Torres Vedras
CVR - Bairrada
Outras CVR:
Vinho regional
Outro vinho de mesa
Aguardentes
Aguardente vínica
Aguardente bagaceira
Azeite
Virgem extra (até 0,8 graus)
Virgem (de 0,8 a 2,0 graus)
Lampante ( superior a 2,0)
Flores de corte
Rosa
Cravo
Gerbera
Gladíolo
Outros produtos vegetais
Dos quais:
Girassol
Tabaco bruto
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
13,09
13,92
12,00
13,51
17,67
14,14
20,17
12,56
12,42
12,60
12,00
13,07
10,23
16,18
22,28
11,75
17,91
21,00
16,00
18,06
15,52
21,85
28,08
16,43
Euros/100 kg
«
31,46
11,84
34,76
21,93
32,81
20,53
Euros/100 kg
46,99
47,67
32,86
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
53,50
61,23
69,82
237,98
86,76
41,47
50,06
44,09
30,39
23,79
185,62
153,05
92,75
140,03
52,50
71,75
72,05
242,33
97,04
35,98
38,93
32,41
35,15
26,96
226,85
128,52
80,80
104,02
58,30
66,05
78,03
262,31
109,09
39,58
46,21
35,35
28,40
18,70
254,29
151,64
78,04
109,09
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
«
«
57,03
31,42
28,19
53,46
41,40
38,14
61,46
18,20
20,16
123,79
49,10
27,56
26,59
51,97
35,46
36,62
70,55
22,53
35,92
135,05
52,45
38,77
23,85
43,93
35,82
32,99
68,17
17,45
52,37
128,02
Euros/hl
339,41
338,65
362,32
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
Euros/hl
«
233,31
244,82
200,23
174,52
281,57
251,35
270,50
216,13
234,25
243,92
186,79
32,43
226,65
219,12
200,66
191,54
294,68
261,12
265,49
221,56
243,24
237,49
189,38
29,54
225,33
220,38
206,66
169,78
298,17
287,02
255,18
225,87
234,55
217,97
194,58
28,85
Euros/hl
«
75,00
73,90
75,00
70,90
x
x
Euros/hl
«
«
334,24
298,85
235,61
411,92
334,27
322,47
304,09
283,95
223,99
Euros/100 unid.
«
«
«
19,80
7,32
13,41
30,61
23,08
8,09
11,55
32,07
25,98
9,20
14,97
27,27
Euros/100 kg
«
18,25
49,91
21,50
46,12
32,45
53,30
Quadros estatísticos
63 - Preços anuais, no produtor, de alguns
produtos agrícolas - produtos vegetais
82
anuais, no produtor,
de alguns produtos
agrícolas - animais e produtos
animais
64 Preços
- Preços
anuais,
no produtor,
de alguns
produtos agrícolas - animais e produtos
animais
Quadro 64
Continente
2005 - 2007
Anos
Unidade
2005
2006
2007
Animais e produtos animais
Bovinos
Vitelo 3 a 6 meses
Novilho 6 a 8 meses
Novilha 6 a 8 meses
Novilho 8 a 12 meses
Novilha 8 a 12 meses
Novilho 12 a 18 meses
Novilha 12 a 18 meses
Vaca de Refugo
Suínos
Suínos até 25 kg
Leitões
Porco ( Cat.E)
Ovinos e caprinos
Borrego até 28 kg
Borrego de peso superior 28 kg
Ovelha de refugo
Cabrito
Cabra de refugo
Aves de capoeira
Frango - 1,8 Kg
Galinhas
Peru
Outros animais
Coelho
Leite em natureza
Leite cru de vaca (3,7% MG)
Leite cru de vaca (teor real de MG)
Leite cru de ovelha
Leite cru de cabra
Outros produtos animais
Dos quais:
Ovos
Estatísticas Agrícolas 2007
Euros/cab
Euros/100 kg pv
«
«
«
Euros/100 kg pc
«
«
426,11
201,86
177,88
244,94
218,80
291,64
289,44
127,00
485,60
273,92
243,94
267,64
243,55
345,33
341,04
165,28
474,22
272,53
229,50
267,34
243,53
354,51
353,70
171,38
Euros/100 kg pv
Euros/100 kg pc
252,93
147,72
263,83
160,41
201,88
145,49
Euros/100 kg pv
«
«
«
«
277,40
176,16
15,24
449,85
22,60
277,04
180,78
13,85
465,70
22,79
265,08
175,84
13,38
463,07
22,20
Euros/100 kg pv
«
«
83,98
41,39
96,37
88,64
31,96
108,58
90,67
41,88
138,19
Euros/100 kg pv
167,57
172,44
143,48
Euros/hl
«
«
«
31,89
32,36
94,08
41,34
30,63
30,97
89,83
41,34
35,54
35,88
90,47
43,61
Euros/100 unid.
4,12
4,87
5,83
83
Quadro 65
Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas
65 - Índice
de preços, no produtor, de
produtos agrícolas
2005 - 2007
Anos
Produtos agrícolas
Índice
Base (2000 = 100)
2006
2005
TOTAL
PRODUTOS VEGETAIS
Cereais ( Incluindo Sementes)
Trigo mole
Trigo duro
Cevada forrageira
Cevada para malte
Aveia
Milho
Arroz
Outros cereais
Batata de consumo
Batata primor
Batata de conservação
Beterraba sacarina
Beterraba: qualidade standard a 16% de sacarose
Beterraba: teor real de sacarose
Frutos
Frutos frescos(excl.citrinos e uvas), azeitonas e frutos tropicais
Maçãs
Dos quais:
Pêras
Pêssegos
Frutos tropicais
Azeitonas
Outros frutos frescos
Dos quais: Nozes e frutos secos
Citrinos
Laranjas
Dos quais:
Tangerinas
Limões
Uvas
Produtos hortícolas frescos
Alfaces
Couve-flor
Couve repolho
Couve lombardo
Tomate para consumo em fresco
Cenouras
Feijão verde
Cebolas
Pepinos
Pimentos
Vinho de qualidade
Generoso VLQPRD (inclui Porto)
Outros vinhos de qualidade:
CVR - Vinhos Verdes
CVR - Alentejana
CVR - do Dão
CVR - Vinhos do Douro (exclui Porto)
CVR - Ribatejana
CVR - Távora - Varosa
CVR - Beira Interior
CVR - Alenquer, Arruda e Torres Vedras
CVR - Bairrada
Outras CVR:
Vinho de mesa (consumo corrente)
Azeite
Flores de corte e plantas ornamentais
Rosas
Cravos
Gerbera
Gladíolos
Espargos
PLANTAS INDUSTRIAIS
Dos quais:
Girassol
Tabaco bruto
ANIMAIS E PRODUTOS ANIMAIS
Animais para carne
Vitelos
Bovinos adultos
Suínos
Ovinos e caprinos
Aves
Frangos
Dos quais:
Galinhas
Outras aves
Outros animais
Leite em natureza
Leite cru de vaca (3,7% MG)
Dos quais:
Leite de vaca a teor real
Ovos
2007
109,2
116,2
96,7
110,4
115,1
110,1
108,3
173,6
99,9
67,5
119,3
69,2
199,9
63,4
112,8
119,2
101,0
104,7
104,2
107,5
104,8
100,5
114,3
74,5
111,6
121,9
220,8
117,5
108,7
125,2
139,4
151,2
173,7
159,2
144,8
152,5
154,4
93,9
156,0
114,2
208,4
110,0
94,2
98,2
140,5
134,6
136,2
134,2
113,2
116,7
106,4
142,8
137,6
170,4
175,9
155,3
137,7
109,6
95,6
82,9
137,9
137,5
135,0
157,2
117,1
112,9
92,6
139,2
123,9
144,0
152,6
116,8
101,2
122,6
65,9
62,0
147,3
144,0
150,2
144,8
127,2
122,4
98,4
167,2
126,8
161,4
167,9
146,0
110,4
137,8
122,7
121,7
193,3
199,0
191,9
86,8
122,6
101,6
119,7
56,3
115,8
99,7
105,8
91,0
101,2
87,3
90,4
70,9
97,7
75,4
97,0
75,6
92,3
94,0
75,6
169,4
98,8
75,8
97,2
115,7
138,0
84,3
132,0
121,8
166,4
174,5
181,0
74,8
151,7
110,7
215,5
54,3
136,4
99,2
105,6
90,0
98,3
78,1
90,5
77,0
102,0
78,6
95,6
77,5
95,2
90,8
73,3
202,0
101,9
88,3
107,4
99,7
144,6
81,6
133,7
101,5
177,8
245,5
162,4
75,4
117,5
105,8
307,9
50,2
129,5
102,8
112,9
88,5
97,7
78,8
93,2
68,9
103,2
85,8
92,4
79,0
91,9
85,9
74,3
157,9
113,5
99,4
122,2
129,2
122,9
84,2
104,2
109,9
100,2
98,7
90,3
89,9
99,7
103,7
100,7
128,2
83,3
81,6
104,8
104,9
108,7
105,1
79,1
122,8
101,5
104,6
107,1
100,8
108,5
107,7
104,9
106,2
135,3
65,0
91,2
108,6
100,5
104,4
100,6
93,5
185,3
117,3
115,3
106,1
99,4
111,5
95,9
101,6
120,6
138,4
85,4
113,5
94,1
115,2
121,1
116,6
111,9
Quadros estatísticos
Continente
84
Preços anuais
anuais de meiosde
de produção
na agricultura
- adubos
66 - Preços
meios
de produção
na
agricultura - adubos
Quadro 66
Continente
2005 - 2007
Anos
Unidade
Adubos
ADUBOS ELEMENTARES
Adubos azotados
Sulfato de amónio (20,5% N)
Nitrato de amónio (26% N)
Nitrato de amónio (20,5% N)
Ureia (46%)
Adubos fosfatados
Superfosfato (18% P 2 0 5) granulado
Adubos potássicos
Cloreto de potássio (60% K 2 0)
ADUBOS COMPOSTOS
Adubos binários ( N P )
Adubos binários: 1-1-0 (20-20-0)
Adubos ternários ( N P K )
Adubos ternários: 1-1-1 (15-15-15)
Adubos ternários: 1-2-2 (7-14-14)
2005
2006
2007
Euros/100 kg N (a)
«
«
«
79,17
85,41
95,52
61,77
81,92
91,91
105,16
64,90
92,47
99,03
112,99
75,42
Euros/100 kg P2 05 (a)
91,76
91,99
102,70
Euros/100 kg K2 0 (a)
39,90
42,94
45,56
Euros/100 kg (b)
25,42
26,53
33,83
Euros/100 kg (b)
«
20,04
21,30
20,71
22,03
22,94
23,90
(a) Por 100 kg de substância activa.
(b) Por 100 kg de adubo.
Quadro 67
Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia
67 - Preços anuais de meios de produção na
agricultura - combustíveis e energia
Continente
2005 - 2007
Anos
Unidade
Combustíveis e energia
Gasóleo
Electricidade (a)
2005
Euros/100 litros
Euros/kwh
2006
56,650
0,108
2007
60,570
0,114
62,710
0,120
(a) Inclui a taxa de potência.
Quadro 68
Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas
Continente
2005 - 2007
Anos
Sementes seleccionadas
Unidade
2005
2007
2006
Cereais
Trigo mole
Trigo duro
Cevada forrageira
Cevada para malte
Aveia
Triticale
Milho
Arroz
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
33,73
27,68
31,00
34,01
57,00
35,30
629,31
18,87
28,25
26,00
34,41
39,77
43,00
28,31
652,95
55,93
42,03
48,26
40,07
47,36
50,34
41,38
661,44
60,68
Azevém perene
Azevém anual e bianual
Trevos
Ervilhacas
Euros/100 kg
«
«
«
190,72
138,12
446,30
84,58
201,61
140,10
411,77
128,34
189,63
170,28
438,41
100,00
Nacional
Importada
Euros/100 kg
«
43,99
46,73
49,43
52,19
55,18
66,97
68 - Preços anuais de meios de produção na
agricultura - sementes seleccionadas
Forragens
Batata-semente
Estatísticas Agrícolas 2007
85
Preços anuais de
meios de produção
agricultura - de
alimentos
para animais
69 - Preços
anuais
de nameios
produção
na
agricultura - alimentos para animais
Quadro 69
Continente
2005 - 2007
Unidade
Anos
2006
2007
Euros/100 kg
«
«
«
«
30,05
27,92
31,37
27,92
27,59
30,66
28,38
32,10
28,48
28,07
33,79
31,52
36,63
32,16
31,46
Euros/100 kg
«
28,98
26,51
30,38
27,84
33,88
31,32
Euros/100 kg
«
«
«
30,32
28,64
26,99
27,85
31,28
29,71
27,96
28,78
35,34
33,86
31,53
32,44
Quadros estatísticos
ALIMENTOS COMPOSTOS
Para aves
Pintos para postura
Frangas em recria
Frangos de carne
Galinhas poedeiras
Galinhas reprodutoras
Para bovinos
Vitelos
Vacas leiteiras
Para suínos
Porcos em crescimento
Porcos em engorda
Porcas em gestação
Porcas em lactação
2005
Quadro 70
Preços anuais de meios de produção na agricultura - máquinas e outros bens de equipamento
Continente
2005 - 2007
Anos
Unidade
2005
2006
2007
Máquinas e outros bens de equipamento
Motocultivador
5 cv
12 cv
Euros/unid.
«
1 491,72
3 911,71
1 524,35
3 940,61
1 603,97
3 944,71
Euros/unid.
«
«
«
«
«
«
1 490,50
1 548,00
2 063,50
2 255,00
2 387,00
1 407,00
1 454,00
1 490,50
1 548,00
2 063,50
2 255,00
2 387,00
1 407,00
1 454,00
1 448,78
1 494,87
2 113,19
2 323,78
2 473,93
1 459,16
1 508,04
12
14
16
8 - 10
10 - 12
10
12
13
Euros/unid.
«
«
«
«
Euros/unid.
«
«
1 258,50
1 396,50
1 420,50
1 086,50
1 192,50
2 034,33
2 096,50
2 405,33
1 258,50
1 396,50
1 420,50
1 086,50
1 192,50
2 034,33
2 096,50
2 405,33
1 292,81
1 434,51
1 459,43
1 117,09
1 224,98
2 105,72
2 170,24
2 490,61
cv
cv
cv
cv
cv
cv
Euros/unid.
«
«
«
«
«
9 502,63
16 420,99
19 622,25
25 604,34
33 427,20
53 941,71
9 502,63
16 502,70
20 504,02
26 080,84
34 843,10
53 088,91
9 571,20
16 177,23
19 545,67
26 155,10
35 929,86
52 912,61
Cultivador rotativo
fresa
«
«
«
«
«
«
Charrua de tracção mecânica
De 1 ferro reversível
«
«
«
«
De 2 ferros reversíveis
«
«
Tractores
De rodas
«
«
«
«
«
- 130 cm
- 150 cm
- 170 cm
- 190 cm
- 210 cm
- 100/120 cm
- 140/160 cm
70 - Preços anuais de meios de produção na
agricultura - máquinas e outros bens de
equipamento
- montada
- montada
até 17
18 a 26
27 a 36
37 a 55
56 a 80
81 a 105
86
Quadro 71
Indice de preços de meios de produção na agricultura
Continente
2005 - 2007
Índice
Base (2000 = 100)
2006
Anos
Bens e serviços
Bens e serviços de consumo corrente na agricultura
Dos quais:
Sementes e plantas
Energia e lubrificantes
Adubos e correctivos do solo
Alimentos para animais
Despesas veterinárias
Manutenção de materiais
Outros bens e serviços
Bens e serviços de investimento na agricultura
Dos quais:
Máquinas e outros bens de equipamento
Motocultivadores e outro material de 2 rodas
Máquinas e material para cultura
Equipamento de transporte
Tractores
Outros veículos
2005
2007
113,8
115,5
124,3
111,4
118,3
111,9
107,0
113,1
109,2
123,7
113,8
111,5
126,1
118,5
106,8
118,5
120,1
126,1
115,1
129,0
131,2
130,7
121,6
120,1
132,5
127,5
117,3
114,2
108,9
119,3
113,3
114,2
108,9
114,3
109,8
119,3
116,0
117,4
109,3
117,3
109,4
122,8
117,3
118,2
113,3
71 - Indice de preços de meios de produção
na agricultura
Estatísticas Agrícolas 2007
87
XIII - BALANÇOS DE APROVISIONAMENTO
Quadro 72
Balanços de aprovisionamento das carnes
Portugal
2005 - 2007
Unidade: 103 t
Rubricas
Produção
indígena
bruta
Comércio
internacional de
animais vivos
Comércio
internacional de
carnes
Recursos
disponíveis
Variação
de
existên
cias
Utilização interna
Capitação
(kg)
Grau de
auto-aprovisionamento
(%)
72 - Balanços de aprovisionamento das
carnes
Produtos
Anos
Entrada
Produção
Saída
Entrada
Saída
Da qual:
Consumo
humano
Total
Total de carnes
2005
2006
2007 (Po)
816
793
839
70
86
78
12
11
13
874
868
904
238
285
324
34
40
57
1 078
1 113
1 171
-5
6
21
1 083
1 107
1 150
1 083
1 107
1 150
102,6
104,5
108,0
75,3
71,6
73,0
2005
2006
2007 (Po)
118
106
93
3
2
2
2
2
3
119
106
92
70
92
108
1
1
1
188
197
199
-5
2
2
193
195
197
193
195
197
18,3
18,4
18,5
61,1
54,4
47,2
(Po)
295
291
318
65
81
75
7
6
7
353
366
386
120
138
157
26
30
41
447
474
502
-1
7
8
448
467
494
448
467
494
42,5
44,1
46,4
65,8
62,3
64,4
(Po)
23
25
27
ԥ
1
ԥ
ԥ
1
1
23
25
26
8
8
7
ԥ
ԥ
ԥ
31
33
32
ԥ
ԥ
ԥ
31
33
32
31
33
32
2,9
3,1
3,0
74,2
75,8
84,4
(Po)
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0,0
0,0
0,0
81,2
91,7
81,1
(Po)
296
289
318
1
1
ԥ
3
2
2
294
288
316
25
31
34
4
6
9
315
313
341
2
-2
10
313
315
331
313
315
331
29,7
29,8
31,1
94,6
91,7
96,1
(Po)
22
22
24
1
1
1
ԥ
ԥ
ԥ
23
23
25
6
6
7
ԥ
ԥ
ԥ
29
29
32
-1
0
ԥ
30
30
31
30
30
31
2,8
2,8
2,9
73,3
73,3
77,4
(Po)
62
60
59
//
//
//
//
//
//
62
60
59
9
10
11
3
3
5
68
67
65
ԥ
ԥ
ԥ
68
67
65
68
67
65
6,4
6,3
6,1
91,2
89,6
90,8
Bovinos
2005
2006
2007
Ovinos e caprinos
2005
2006
2007
Equídeos
2005
2006
2007
Animais de capoeira
2005
2006
2007
Outros animais
2005
2006
2007
Miudezas
2005
2006
2007
Quadros estatísticos
Suínos
88
Quadro 73
Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos
73 - Balanços de aprovisionamento do leite
e produtos lácteos
Unidade: 103 t
VariaUtilização interna
Recurção
Da qual:
sos
de
dispoexisConsuAlimenTotal
níveis
têntação
mo
cias
animal
humano
Portugal
Rubricas
Produtos
Anos
Comércio
internacional
Produção
utilizável
Entrada
Saída
Capitação
(kg)
2004 - 2006
Grau de
auto-aprovisionamento
(%)
Leites
2004
2005
2006 (Po)
Leites acidificados (incluindo iogurtes)
2004
2005
2006 (Po)
Bebidas à base de leite
2004
2005
2006 (Po)
Outros produtos frescos (inclui nata)
2004
2005
2006 (Po)
Leite em pó gordo e meio gordo
2004
2005
2006 (Po)
Leite em pó magro
2004
2005
2006 (Po)
Manteiga
2004
2005
2006 (Po)
Queijo
2004
2005
2006 (Po)
Queijo fundido
2004
2005
2006 (Po)
1 074
1 135
1 121
119
66
76
205
180
154
988
1 021
1 043
-6
-5
7
994
1 026
1 036
66
67
80
923
954
946
87,9
90,4
89,2
108,0
110,6
108,2
98
102
106
125
132
136
2
2
7
221
232
235
ԥ
ԥ
ԥ
221
232
235
//
//
//
212
222
226
20,2
21,0
21,3
44,3
44,0
45,1
57
63
69
ԥ
ԥ
ԥ
1
ԥ
ԥ
56
63
69
ԥ
2
ԥ
56
61
69
//
//
//
56
61
69
5,3
5,8
6,5
101,8
103,3
100,0
19
18
18
4
3
4
7
9
6
16
12
16
ԥ
ԥ
ԥ
16
12
16
//
//
//
16
12
16
1,5
1,1
1,5
118,8
150,0
112,5
10
9
9
9
10
9
10
9
10
9
10
8
ԥ
ԥ
ԥ
9
10
8
//
//
//
9
10
8
0,9
0,9
0,8
111,1
90,0
112,5
8
6
7
7
9
12
4
3
3
11
12
16
ԥ
ԥ
ԥ
11
12
16
4
4
5
7
8
11
0,7
0,8
1,0
72,7
50,0
43,8
26
27
29
3
7
4
12
15
14
17
19
19
ԥ
ԥ
ԥ
17
19
19
//
//
//
17
19
19
1,6
1,8
1,8
152,9
142,1
152,6
81
81
79
27
27
32
4
3
4
104
105
107
ԥ
1
-1
104
104
108
//
//
//
104
104
108
9,9
9,9
10,2
77,9
77,9
73,1
ԥ
ԥ
ԥ
3
3
4
ԥ
ԥ
ԥ
3
3
4
ԥ
ԥ
ԥ
3
3
4
//
//
//
3
3
4
0,3
0,3
0,4
//
//
//
Quadro 74
Balanços de aprovisionamento dos ovos
Unidade: 103 t
Portugal
2005 - 2007
74 - Balanços de aprovisionamento dos ovos
Rubricas
Produção
utilizável
Anos
2005
2006
2007 (Po)
118
119
122
Comércio internacional
Entrada
Saída
11
12
17
9
14
14
Recursos Variação de
disponíveis existências
120
117
125
Utilização interna
Da qual:
Total
Consumo
Incubação
humano
ԥ
ԥ
ԥ
120
117
125
20
19
21
91
90
94
Grau de autoCapitação
-aprovisiona(kg)
mento (%)
8,6
8,5
8,8
98,3
101,7
97,6
Quadro 75
de aprovisionamento do vinho
75 - BalançosBalanços
de aprovisionamento
do vinho
Unidade: 103 hl
Portugal
Comércio internacional
Rubricas
Produção
utilizável
Entrada
Saída
Campanhas (a)
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
7 481
7 267
7 532
1 451
1 271
947
(a) Período de referência: Agosto do ano n a Julho do ano n+1
Estatísticas Agrícolas 2007
2 869
2 462
3 288
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de autoRecursos Variação de
Da qual:
Capitação
-aprovisionadisponíveis existências Total Utilização Consumo
(litros)
mento (%)
Industrial
humano
16 220
16 557
15 859
324
187
-547
5 739
5 889
5 738
820
1 170
1 123
4 900
4 700
4 596
48,7
46,8
45,7
130,4
123,4
131,3
89
Quadro 76
Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz)
76 - Balanços de aprovisionamento dos
cereais (excepto arroz)
Unidade: 103 t
Comércio internacional
Rubricas
Produção
utilizável
Produtos
Campanhas (a)
Total de cereais
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Trigo total
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Trigo duro
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Trigo mole
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Centeio
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Cevada
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Aveia
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Milho
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Outros cereais (b)
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Entrada
Saída
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de
Recursos Variação de
Da qual:
Capitação auto-aprovidisponíveis existências Total Alimentação Consumo
sionamento
(kg)
(%)
animal
humano
(Po)
1 218
674
1 046
3 616
3 730
3 662
279
442
370
4 555
3 962
4 338
13
-37
-6
4 541
4 000
4 345
2 692
2 176
2 507
1 343
1 336
1 341
127,5
126,3
126,4
26,8
16,9
24,1
(Po)
293
81
249
1 841
1 927
1 661
184
262
249
1 950
1 746
1 661
57
-13
-20
1 893
1 759
1 681
660
540
470
1 163
1 160
1 163
110,5
109,7
109,7
15,5
4,6
14,8
(Po)
235
1
7
127
185
187
25
28
20
337
158
174
41
-18
10
296
176
164
140
30
20
141
140
139
13,4
13,2
13,1
79,4
0,6
4,3
(Po)
58
80
242
1 714
1 742
1 474
159
234
229
1 613
1 588
1 487
16
5
-30
1 597
1 583
1 517
520
510
450
1 022
1 020
1 024
97,1
96,5
96,6
3,6
5,1
16,0
(Po)
27
20
24
28
19
26
3
4
3
52
35
47
-3
-17
-7
55
52
54
1
1
1
50
47
49
4,7
4,4
4,6
49,1
38,5
44,4
(Po)
26
26
106
356
464
320
19
111
49
363
379
377
2
11
-5
361
368
382
183
186
196
10
9
9
0,9
0,9
0,8
7,2
7,1
27,7
(Po)
61
25
87
31
25
6
1
7
8
91
43
85
10
-10
7
81
53
78
61
35
60
13
12
12
1,2
1,1
1,1
75,3
47,2
111,5
(Po)
789
509
535
1 321
1 248
1 609
64
45
47
2 046
1 712
2 097
-51
-6
14
2 097
1 718
2 083
1 740
1 370
1 720
105
106
106
10,0
10,0
10,0
37,6
29,6
25,7
(Po)
22
13
45
39
47
40
8
13
14
53
47
71
-2
-2
5
54
50
67
47
44
60
2
2
2
0,2
0,2
0,2
40,7
26,0
67,2
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
(b) Inclui: sorgo, triticale e outros cereais n. e..
Quadros estatísticos
Portugal
90
Quadro 77
Balanços de aprovisionamento do arroz
77 - Balanços de aprovisionamento do arroz
2004/2005 - 2006/2007
Unidade: 103 t
Comércio
Utilização interna
Grau de
CapiRecursos Variação
Produção internacional
Da qual:
autotação
de
dispoutilizável
aprovisionaTotal Semen- Transformação Consumo Alimentação
(kg)
Entrada Saída níveis existências
mento (%)
teira
industrial
humano
animal
Portugal
Rubricas
Produtos
Campanhas (a)
Arroz em casca
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Arroz em película
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Arroz branqueado e
semi-branqueado
(total)
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Arroz branqueado e
semi-branqueado
(longo)
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Arroz branqueado e
semi-branqueado
(curto e médio)
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Trincas de arroz
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
149
120
149
43
32
5
1
ԥ
ԥ
191
152
154
ԥ
-21
-15
191
173
169
3
4
4
184
166
162
//
//
//
//
//
//
//
//
//
78,0
69,4
88,2
147
133
130
92
55
76
1
1
ԥ
238
187
206
-11
-23
11
102
77
65
//
//
//
97
75
62
//
//
//
//
//
//
//
//
//
144,1
172,7
200,0
170
150
141
23
18
16
3
2
2
190
166
155
18
-4
-13
172
170
168
//
//
//
//
//
//
168
167
165
//
//
//
16,0
15,8
15,6
98,8
88,2
83,9
165
145
137
21
17
15
3
2
2
183
160
150
18
-4
-13
165
164
163
//
//
//
//
//
//
161
161
160
//
//
//
15,3
15,2
15,1
100,0
88,4
84,0
5
5
4
2
1
1
ԥ
ԥ
ԥ
7
6
5
ԥ
ԥ
ԥ
7
6
5
//
//
//
//
//
//
7
6
5
//
//
//
0,7
0,6
0,5
71,4
83,3
80,0
33
28
26
11
6
6
19
13
18
25
21
14
2
-1
-7
23
22
21
//
//
//
//
//
//
20
20
20
1
1
1
1,9
1,9
1,9
143,5
127,3
123,8
(a) Período de referência: Setembro do ano n a Agosto do ano n+1.
Quadro 78
de aprovisionamento da batata
78 - BalançosBalanços
de aprovisionamento
da batata
Unidade: 103 t
Portugal
Comércio internacional
Rubricas
Produtos
Campanhas (a)
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Produção
utilizável
770
570
611
Entrada
384
417
456
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
Estatísticas Agrícolas 2007
Recursos Variação de
disponíveis existências
Saída
39
40
53
1 115
947
1 014
45
-70
-10
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de autoCapitação
Da qual:
aprovisiona(kg)
Total
Consumo
mento (%)
Sementeira
humano
1 070
1 017
1 024
57
60
60
973
934
939
92,4
88,4
88,6
72,0
56,0
59,7
91
de aprovisionamento dos frutos
79 - BalançosBalanços
de aprovisionamento
dos frutos
Quadro 79
Unidade: 103 t
Portugal
Comércio internacional
Rubricas
Produção
utilizável
Produtos
Campanhas (a)
Total de frutos
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Frutos frescos,
excluindo citrinos
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Citrinos
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Frutos de casca rija
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Frutos secados
2004/2005
2005/2006
2006/2007
Entrada
Recursos Variação de
disponíveis existências
Saída
2004/2005 - 2006/2007
Grau de
Utilização interna
Da qual:
autoCapitação
aprovisiona(kg)
Total
Consumo
Perdas
mento (%)
humano
(Po)
1 051
905
991
654
616
648
228
205
251
1 477
1 316
1 388
26
-33
3
1 451
1 349
1 385
148
97
114
1 289
1 241
1 260
122,5
117,5
118,8
72,4
67,1
71,6
(Po)
667
566
629
530
501
524
190
151
188
1 007
916
965
20
-20
10
987
936
955
80
60
70
893
865
874
84,8
81,8
82,5
67,6
60,5
65,9
(Po)
327
291
308
89
81
89
23
44
49
393
328
348
5
-10
-5
388
338
353
66
35
42
322
303
311
30,6
28,7
29,3
84,3
86,1
87,3
(Po)
54
45
51
30
28
29
15
10
14
69
63
66
1
-3
-2
68
66
68
2
2
2
66
64
66
6,3
6,1
6,2
79,4
68,2
75,0
(Po)
3
3
3
5
6
6
ԥ
ԥ
ԥ
8
9
9
ԥ
ԥ
ԥ
8
9
9
ԥ
ԥ
ԥ
8
9
9
0,8
0,9
0,8
37,5
33,3
33,3
Quadros estatísticos
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1).
Quadro 80
Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie - Balanços de mercado
Unidade: 103 t
Portugal
Saídas da
agricultura
Produtos
Campanhas (a)
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Da qual:
Total
Consumo
Perdas
humano
Comércio internacional
Rubricas
Entrada
Recursos
disponíveis
Saída
Variação de
existências
80 - Balanços de aprovisionamento dos
frutos, por espécie - Balanços de mercado
Maçã
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
250
227
232
96
90
93
14
15
17
332
302
308
1
-7
-5
331
309
313
15
14
13
316
295
300
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
169
117
157
34
35
28
46
42
64
157
110
121
20
-10
-1
137
120
122
25
13
15
112
107
107
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
47
44
45
34
33
31
1
1
1
80
76
75
ԥ
ԥ
ԥ
80
76
75
5
4
4
75
72
71
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
50
44
47
39
40
36
4
5
5
85
79
78
ԥ
ԥ
ԥ
85
79
78
9
8
8
76
71
70
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
225
196
211
61
57
52
25
39
46
261
214
217
5
-10
-5
256
224
222
12
8
9
244
216
213
Pêra
Pêssego
Uva de mesa
Laranja
(a) Período de referência: Abril do ano n a Março do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1).
92
Quadro 81
Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas
Unidade: 103 t
Portugal
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de
Recursos Variação de
Capitação
autoDa qual:
disponíveis existências Total Alimentação Consumo
(kg)
aprovisionamento (%)
animal
humano
81 - Balanços de aprovisionamento das
leguminosas secas
Comércio internacional
Rubricas
Produção
utilizável
Produtos
Campanhas (a)
Total de leguminosas secas
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Feijão seco
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Grão-de-bico
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Outras leguminosas secas
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Entrada
Saída
8
7
10
63
70
69
13
14
15
58
63
64
-3
4
3
61
59
61
15
13
16
45
45
44
4,3
4,3
4,1
13,1
11,9
16,4
5
3
4
32
41
39
6
7
9
31
37
34
-5
1
-1
36
36
35
//
//
//
36
36
35
3,4
3,4
3,3
13,9
8,3
11,4
1
1
1
11
13
12
3
3
3
9
11
10
ԥ
2
1
9
9
9
//
//
//
9
9
9
0,9
0,9
0,8
11,1
11,1
11,1
2
3
5
20
16
18
4
4
3
18
15
20
2
1
3
16
14
17
15
13
16
//
//
//
//
//
//
12,5
21,4
29,4
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
Quadro 82
Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos
Unidade: 103 t
Portugal
Comércio internacional
Rubricas
2004 - 2006
Utilização interna
Grau de
autoDa qual:
Capitação
aprovisiona(kg)
Alimentação Transformação
mento (%)
animal
industrial
82 - Balanços de aprovisionamento de
sementes e frutos oleaginosos
Produção
utilizável
Entrada
Recursos Variação de
disponíveis existências
Saída
Total
Anos
Total de sementes e frutos oleaginosos
2004
328
1 122
2005
357
1 265
2006 (Po)
318
1 303
Girassol
2004
14
229
2005
2
274
2006 (Po)
4
159
Soja
2004
x
837
2005
x
930
2006 (Po)
x
1 051
Azeitona
2004
263
17
2005
294
11
2006 (Po)
252
15
Outros grãos e frutos oleaginosos (a)
2004
51
39
2005
61
50
2006 (Po)
62
78
22
25
35
1 428
1 597
1 586
60
19
-90
1 367
1 577
1 677
90
62
76
1 242
1 478
1 564
2,4
2,4
2,4
24,0
22,6
19,0
6
1
ԥ
237
275
163
-13
40
-34
250
235
197
//
//
//
248
232
195
//
//
//
5,6
0,9
2,0
2
2
15
835
928
1 036
69
-17
-56
766
945
1 092
90
62
76
668
874
1 006
//
//
//
//
//
//
11
10
13
269
295
254
4
-4
ԥ
265
299
254
//
//
//
246
281
236
1,8
1,7
1,7
99,2
98,3
99,2
3
12
7
87
99
133
ԥ
ԥ
ԥ
86
98
134
ԥ
ԥ
ԥ
80
91
127
0,6
0,7
0,7
59,3
62,2
46,3
(a) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outros grãos
e frutos oleaginosos.
Estatísticas Agrícolas 2007
93
Balanços de aprovisionamento
de gorduras e óleos vegetais brutos
83 - Balanços
de aprovisionamento
de
gorduras e óleos vegetais brutos
Quadro 83
Unidade: 103 t
Rubricas
Anos
Produção
utilizável
(a)
Comércio internacional
Entrada
Saída
Total de gorduras e óleos vegetais
2004
45
163
2005
48
204
2006 (Po)
43
257
Óleo de girassol
2004
6
33
2005
1
49
2006 (Po)
2
75
Óleo de soja
2004
x
12
2005
x
16
2006 (Po)
x
19
Azeite
2004
36
62
2005
43
62
2006 (Po)
33
66
Outras gorduras e óleos vegetais brutos (b)
2004
3
56
2005
4
77
2006 (Po)
8
97
2004 - 2006
Utilização interna
Grau de
Da qual:
Recursos Variação de
Capitação
autodisponíveis existências Total Transformação Consumo
(kg)
aprovisionamento (%)
industrial
humano
145
192
229
291
323
350
25
65
27
266
258
323
32
30
31
214
209
204
20,4
19,8
19,2
16,9
18,6
13,3
24
44
95
121
109
68
2
5
-25
119
104
93
10
8
9
108
95
84
10,3
9,0
7,9
5,0
1,0
2,2
75
88
71
49
75
117
9
35
40
40
40
77
4
1
1
24
26
30
2,3
2,5
2,8
//
//
//
27
31
31
71
74
68
6
6
-1
65
68
69
//
//
//
65
68
69
6,2
6,4
6,5
55,4
63,2
47,8
19
29
32
50
65
97
8
19
13
42
46
84
18
21
21
17
20
21
1,6
1,9
2,0
7,1
8,7
9,5
(a) De acordo com a metodologia comunitária apenas se considera produção utilizável a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais.
(b) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outras gorduras
e óleos vegetais.
Quadro 84
Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados
84 - Balanços de aprovisionamento de
margarinas e outros óleos e gorduras
preparados
Unidade: 103 t
Portugal
Rubricas
Comércio internacional
Produção
utilizável
Entrada
Saída
Anos
Margarinas e outros óleos e gorduras preparados
2004
39
2005
44
2006 (Po)
42
15
14
15
2
2
1
2004 - 2006
Utilização interna
Grau de
Recursos Variação de
autoDa qual: Capitação
(kg)
disponíveis existências Total Consumo
aprovisionamento (%)
humano
52
56
56
-10
-4
-2
62
60
58
62
60
58
5,9
5,7
5,5
62,9
73,3
72,4
Quadro 85
Balanços de aprovisionamento do açúcar
85 - Balanços de aprovisionamento do açúcar
Unidade: 103 t
Portugal
Rubricas
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Produção
utilizável
400
385
371
Comércio internacional
Entrada
100
104
116
Saída
105
136
218
Recursos
disponíveis
395
353
269
Variação de
existências
33
-2
-40
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de autoCapitação
aprovisionaDa qual:
(kg)
Total
mento (%) (b)
Consumo humano
362
355
309
324
323
297
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
(b) Para o cálculo do grau de auto-aprovisionamento apenas se considera a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais.
30,8
30,6
28,0
22,7
23,4
13,6
Quadros estatísticos
Portugal
94
Quadro 86
Balanços de aprovisionamento do mel
Unidade: 103 t
Portugal
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de
autoRecursos Variação de
Da qual: Capitação
aprovisionadisponíveis existências Total Consumo
(kg)
mento (%)
humano
Comércio
Rubricas
Produção
utilizável
86 - Balanços de aprovisionamento do mel
Entrada
Saída
Campanhas (a)
2004/2005
2005/2006
2006/2007
7
6
6
(Po)
ԥ
1
1
1
1
1
ԥ
ԥ
ԥ
8
6
6
8
6
6
8
6
6
0,8
0,6
0,6
87,5
100,0
100,0
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
Quadro 87
Balanços de aprovisionamento dos melaços
Unidade: 103 t
87 - Balanços de aprovisionamento dos
melaços
Portugal
Rubricas
Campanha (a)
2004/2005
2005/2006
2006/2007 (Po)
Produção
utilizável
(b)
Comércio internacional
Entrada
31
25
13
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
Estatísticas Agrícolas 2007
44
46
60
Recursos
disponíveis
Saída
3
4
6
72
67
67
Variação de
existências
-15
-24
-10
Total
87
91
77
2004/2005 - 2006/2007
Utilização interna
Grau de autoDa qual:
aprovisionaAlimentação Utilização
mento (%)
animal
industrial
50
54
40
36
36
36
35,6
27,5
16,9
95
XIV - BALANÇA ALIMENTAR PORTUGUESA
Quadro 88
Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Rubricas
Comércio internacional
Produção
Entrada
Grupos de
produtos
Anos
Saída
Variação
de
existências
Disponível para abastecimento
Do qual :
Total
Alimentação
Consumo
animal
humano bruto
103 t
Capitação Capitação Grau de autoedível
aprovisionabruta
anual
mento
anual
%
kg
Cereais e arroz
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Raízes e tubérculos
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Açúcares
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Leguminosas secas
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Produtos hortícolas
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
1 454
1 822
1 420
1 524
1 692
1 448
1 669
1 558
1 446
1 698
1 647
1 339
1 526
1 209
1 851
1 492
2 229
2 381
2 575
2 623
2 803
2 912
3 403
3 357
3 111
3 622
3 751
3 521
56
87
78
83
60
137
135
216
167
197
179
213
375
246
-42
-35
96
130
196
39
124
52
235
343
136
205
237
74
3 291
3 262
3 475
3 692
4 011
3 895
4 213
4 202
4 447
4 515
4 443
4 543
4 665
4 410
1 374
1 414
1 597
1 786
2 056
1 959
2 208
2 232
2 455
2 467
2 374
2 487
2 571
2 387
1 429
1 410
1 465
1 476
1 471
1 453
1 503
1 498
1 518
1 554
1 566
1 586
1 606
1 570
144,6
143,1
146,9
147,8
147,1
144,9
149,5
148,5
150,0
152,8
153,2
154,0
154,9
150,4
114,2
113,0
116,6
117,0
115,8
114,2
117,8
117,1
118,5
120,5
120,8
121,6
122,3
118,5
44,2
55,9
40,9
41,3
42,2
37,2
39,6
37,1
32,5
37,6
37,1
29,5
32,7
27,4
1 371
1 449
1 612
1 361
1 398
1 449
1 223
889
960
977
771
722
809
764
809
932
745
726
733
544
519
630
616
576
640
642
489
513
10
11
11
14
34
41
33
29
33
49
32
38
51
34
-51
52
48
-79
44
49
-6
-62
53
48
4
-16
-27
-17
2 221
2 318
2 298
2 152
2 053
1 903
1 715
1 552
1 490
1 456
1 375
1 342
1 274
1 260
541
545
454
433
385
319
262
243
182
205
205
187
137
147
1 495
1 518
1 575
1 567
1 487
1 418
1 308
1 198
1 195
1 151
1 076
1 073
1 056
1 034
151,3
154,0
158,0
157,0
148,6
141,4
130,1
118,7
118,0
113,2
105,2
104,2
101,8
99,0
131,4
133,8
137,2
136,4
129,0
122,8
113,0
103,0
102,4
98,2
91,3
90,5
88,4
85,9
61,7
62,5
70,1
63,2
68,1
76,1
71,3
57,3
64,4
67,1
56,1
53,8
63,5
60,6
360
340
333
340
340
342
350
386
429
412
391
427
442
413
20
30
22
18
25
42
42
50
54
63
71
73
66
71
8
6
7
8
14
20
20
33
126
83
102
98
102
118
27
14
15
11
5
10
15
39
-7
25
-8
27
26
-13
345
350
333
339
346
354
357
364
364
367
368
375
380
379
ԥ
2
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
1
ԥ
ԥ
ԥ
309
316
307
312
317
324
328
332
330
336
337
345
350
351
31,3
32,1
30,8
31,3
31,7
32,3
32,6
32,9
32,6
33,0
33,0
33,5
33,8
33,6
31,3
32,0
30,8
31,2
31,7
32,3
32,6
32,9
32,6
33,0
32,9
33,5
33,8
33,7
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
35
31
25
17
16
15
14
13
12
7
7
7
7
6
24
40
39
39
37
33
34
36
40
43
42
42
49
52
1
1
3
2
3
3
3
6
7
6
6
7
10
9
ԥ
2
1
-3
-2
-3
-2
-1
1
ԥ
-1
-1
3
3
58
68
60
57
52
48
47
44
44
44
44
43
43
46
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
57
67
59
56
51
47
46
43
43
43
43
42
42
45
5,8
6,8
5,9
5,6
5,1
4,7
4,6
4,3
4,3
4,2
4,2
4,1
4,1
4,3
5,8
6,8
5,9
5,6
5,1
4,7
4,6
4,3
4,3
4,2
4,2
4,1
4,1
4,3
60,3
45,6
41,7
29,8
30,8
31,3
29,8
29,5
27,3
15,9
15,9
16,3
16,3
13,0
1 422
1 325
1 008
1 069
1 339
1 342
1 450
1 286
1 631
1 591
1 517
1 553
1 616
1 671
67
74
85
120
165
133
192
206
256
246
278
328
324
307
407
552
730
718
725
854
753
808
800
877
914
884
989
1 017
380
130
-314
-235
130
-45
120
-55
255
95
-50
-2
-90
-110
702
717
677
706
649
666
769
739
832
865
931
999
1 041
1 071
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
697
712
672
700
642
660
763
732
825
856
921
987
1 028
1 058
70,6
72,3
67,5
70,2
64,2
65,8
75,8
72,6
81,5
84,1
90,1
95,9
99,1
101,3
51,0
52,4
48,9
51,0
47,1
48,1
55,3
53,1
59,7
61,9
66,0
70,5
72,4
73,9
202,6
184,8
148,9
151,4
206,3
201,5
188,6
174,0
196,0
183,9
162,9
155,5
155,2
156,0
(continua)
Quadros estatísticos
88 - Balança alimentar portuguesa - Produtos
alimentares
96
Quadro 88
Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.)
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Rubricas
Comércio internacional
Produção
Grupos de
produtos
Anos
Frutos, incluindo azeitona
1990
1 162
1991
1 360
1992
1 156
1993
1 143
1994
1 130
1995
1 203
1996
1 193
1997
1 383
1998
991
1999
1 341
2000
1 148
2001
1 149
2002
1 288
2003
1 247
Carne e miudezas comestíveis
1990
597
1991
617
1992
621
1993
648
1994
645
1995
645
1996
667
1997
706
1998
739
1999
740
2000
737
2001
742
2002
760
2003
713
Ovos
1990
92
1991
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1992
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1993
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1994
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1995
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1996
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1997
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1998
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2000
119
2001
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2003
126
Leite e derivados do leite
1990
1 190
1991
1 192
1992
1 206
1993
1 188
1994
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1995
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1996
1 224
1997
1 295
1998
1 364
1999
1 445
2000
1 421
2001
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2002
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2003
1 401
Pescado
1990
353
1991
338
1992
317
1993
314
1994
291
1995
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1996
275
1997
251
1998
261
1999
239
2000
204
2001
186
2002
183
2003
184
Entrada
Saída
Variação
de
existências
Disponível para abastecimento
Do qual :
Total
Alimentação
Consumo
animal
humano bruto
103 t
Capitação Capitação Grau de autoedível
aprovisionabruta
anual
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anual
%
kg
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257
277
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1 179
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333
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350
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24,7
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56,8
53,5
56,3
50,4
47,2
43,3
43,4
42,4
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2007
97
Quadro 88
Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.)
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Comércio internacional
Produção
Grupos de
produtos
Anos
Óleos e gorduras
1990
505
1991
520
1992
494
1993
481
1994
528
1995
561
1996
538
1997
550
1998
521
1999
553
2000
508
2001
568
2002
568
2003
544
Outros produtos alimentares
1990
39
1991
40
1992
40
1993
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1994
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1995
42
1996
45
1997
46
1998
46
1999
45
2000
45
2001
47
2002
46
2003
46
Entrada
Saída
Variação
de
existências
Disponível para abastecimento
Do qual :
Total
Alimentação
Consumo
animal
humano bruto
103 t
Capitação Capitação Grau de autobruta
edível
aprovisionaanual
anual
mento
%
kg
73
68
78
115
114
137
135
150
190
173
161
170
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504
521
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543
547
557
555
598
580
573
565
559
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45
47
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47
45
36
35
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37
38
46
40
354
348
358
366
379
385
385
402
408
414
413
407
403
412
35,8
35,4
35,8
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36,4
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x
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5,6
5,8
5,9
6,4
6,7
6,5
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5,6
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6,4
6,7
6,5
6,9
7,1
7,0
x
x
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x
x
Quadros estatísticos
Rubricas
98
Quadro 89
Balança alimentar portuguesa - Bebidas
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Rubricas
Comércio internacional Variação
de
Produção
existênEntrada
Saída
cias
Disponível para abastecimento
Capitação
Do qual :
bruta
Total
Transformação Consumo
anual
industrial
humano bruto
litros
103 hl
Grupos de
Grau de auto-aprovisionamento
%
89 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas
Bebidas alcoólicas fermentadas
1990
18 447
1991
16 886
1992
14 835
1993
11 684
1994
13 484
1995
14 529
1996
16 733
1997
12 949
1998
10 885
1999
14 869
2000
13 878
2001
14 684
2002
13 874
2003
14 937
Outras bebidas alcoólicas
1990
412
1991
352
1992
542
1993
579
1994
262
1995
462
1996
464
1997
510
1998
438
1999
652
2000
689
2001
608
2002
630
2003
594
Bebidas não alcoólicas
1990
7 504
1991
7 996
1992
7 751
1993
7 974
1994
8 225
1995
9 116
1996
10 204
1997
10 914
1998
11 944
1999
11 793
2000
12 837
2001
13 414
2002
13 941
2003
15 488
Estatísticas Agrícolas 2007
326
168
154
349
1 590
1 177
890
783
1 988
2 795
2 368
2 136
1 833
1 823
1 873
1 999
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2 678
2 563
2 466
2 635
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2 832
2 435
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3 323
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-3 559
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237
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-2 384
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573
407
358
451
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721
801
855
855
867
821
934
954
1 061
980
825
429
368
256
266
323
384
389
391
363
481
473
480
422
337
484
472
448
444
444
437
424
413
410
416
417
425
433
418
4,9
4,8
4,5
4,5
4,4
4,4
4,2
4,1
4,1
4,1
4,1
4,2
4,2
4,0
44,3
41,4
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32,7
54,0
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57,3
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72,0
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309
476
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1 301
1 313
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2 144
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283
219
270
280
330
366
431
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651
627
834
745
984
1 199
-50
110
-90
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ԥ
50
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-130
-20
-55
-95
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100
106
85
139
152
161
98
158
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277
258
249
270
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11 458
12 637
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13 822
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16 278
74,8
79,5
79,2
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86,6
95,7
106,4
113,5
124,8
128,9
135,2
143,6
147,0
155,9
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
99
Quadro 90
Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Anos
Macronutrientes
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Unidade
1990
1991
1992
1993
1994
9,9
9,9
10,0
10,0
10,0
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
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106,6
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0,9
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0,9
0,0
112,8
111,9
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9,2
0,0
3,1
2,3
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13,8
15,5
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0,9
0,0
113,3
112,4
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2,8
2,1
3,4
32,3
2,7
14,1
15,5
2,8
1,3
0,9
0,9
0,0
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
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457,1
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26,2
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0,0
15,4
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0,1
6,6
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6,1
26,5
0,5
0,0
15,4
0,1
0,1
6,7
5,3
5,0
0,3
473,4
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244,2
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0,0
15,9
0,1
0,1
6,9
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468,0
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g
"
"
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"
"
"
"
"
"
"
"
"
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124,1
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0,0
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132,0
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g
"
"
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27,7
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25,9
21,1
4,8
nº
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
3 593
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169
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3 682
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172
296
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209
174
35
3 700
3 494
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176
309
31
227
81
769
50
206
171
35
106 habitantes
(continua)
Quadros estatísticos
90 - Capitações diárias totais de produtos
alimentares e bebidas alcoólicas, segundo
o macronutriente
100
Quadro 90
Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.)
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Anos
Macronutrientes
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Unidade
1995
1996
1997
1998
1999
106 habitantes
10,0
10,1
10,1
10,1
10,2
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
112,1
111,2
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2,5
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3,4
32,4
2,6
13,9
15,4
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0,9
0,9
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112,5
111,6
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2,5
14,2
15,4
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0,9
0,0
113,4
112,6
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0,0
2,4
2,4
3,6
33,5
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14,9
15,0
3,0
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0,8
0,8
0,0
117,1
116,3
27,3
6,9
0,0
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2,6
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15,1
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0,8
0,8
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119,2
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0,0
2,3
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16,1
15,1
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0,8
0,8
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g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
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0,0
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460,3
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0,0
17,2
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0,1
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0,0
17,2
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0,1
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g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
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132,6
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0,0
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138,8
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0,0
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142,4
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0,0
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13,1
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145,7
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0,0
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13,7
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g
"
"
26,0
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24,7
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4,4
24,3
19,9
4,4
nº
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
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3 474
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203
170
33
3 730
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40
186
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240
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811
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196
165
31
3 784
3 586
1 148
254
344
35
45
180
344
31
248
77
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62
198
167
31
3 846
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34
47
197
361
31
257
77
831
66
194
163
31
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2007
101
Quadro 90
Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.)
Portugal
1990 - 2003 (Po)
Macronutrientes
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Unidade
2000
2001
2003
2002
106 habitantes
10,2
10,3
10,4
10,4
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
119,0
118,2
27,5
6,1
0,0
2,3
3,0
4,0
37,7
2,8
16,5
13,5
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1,6
0,8
0,8
0,0
119,3
118,5
27,8
6,1
0,0
2,3
3,1
3,8
37,2
3,0
17,0
13,4
3,1
1,7
0,8
0,8
0,0
120,1
119,3
28,0
5,9
0,0
2,2
3,3
4,2
37,8
3,0
16,9
13,1
3,1
1,8
0,8
0,8
0,0
118,8
118,0
27,2
5,8
0,0
2,3
3,4
4,1
37,1
2,8
17,3
13,2
3,1
1,7
0,8
0,8
0,0
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
467,6
462,1
251,2
50,5
87,0
6,0
8,1
32,1
0,5
0,0
17,4
0,1
0,1
9,1
5,5
5,2
0,3
472,0
466,7
253,8
50,1
88,4
5,9
8,8
31,3
0,5
0,0
18,0
0,1
0,1
9,7
5,3
5,0
0,3
475,4
470,2
255,5
49,0
89,4
5,8
9,0
33,0
0,5
0,0
17,7
0,1
0,1
10,1
5,2
4,9
0,3
466,3
461,1
247,7
47,5
89,1
6,1
9,2
32,8
0,5
0,0
18,0
0,1
0,1
10,0
5,2
4,9
0,3
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
145,3
145,3
4,8
0,0
0,0
0,2
0,5
5,8
23,7
2,3
13,9
1,9
89,9
2,3
143,1
143,1
4,9
0,0
0,0
0,2
0,6
5,3
23,6
2,5
14,3
1,8
87,4
2,5
142,5
142,5
5,0
0,0
0,0
0,2
0,6
5,9
23,8
2,5
14,2
1,8
85,9
2,6
143,0
143,0
4,6
0,0
0,0
0,2
0,6
5,7
23,5
2,4
14,2
1,8
87,4
2,6
g
"
"
23,4
19,0
4,4
23,2
18,7
4,5
23,0
18,5
4,5
22,6
18,4
4,2
nº
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
3 820
3 631
1 159
227
346
35
49
198
367
32
262
71
822
63
189
157
32
3 820
3 633
1 173
225
354
34
53
191
363
34
269
70
799
68
187
154
33
3 830
3 645
1 179
220
357
34
55
205
368
34
268
68
786
71
185
152
33
3 793
3 611
1 143
214
356
35
56
201
363
33
271
70
799
70
182
152
30
Quadros estatísticos
Anos
102
XV - AGRO-INDÚSTRIA
Quadro 91
Principais produtos produzidos - quantidades produzidas
Portugal
2004-2006
91 - Principais produtos produzidos quantidades produzidas
Quantidades produzidas
Produtos
151 - Abate de animais, preparação e conservação
de carne e produtos à base de carne (a)
1511 - Abate de gado (produção de carne) (a)
Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas
Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas
1512 - Abate de aves e coelhos (produção de carne)
Carnes de aves, refrigeradas
1513 - Fabricação de produtos à base de carne
Preparações e conservas de suíno
Enchidos
152 - Indústria transformadora da pesca e aquicultura
Peixes de água salgada, congelados
Bacalhau salgado seco (inclui desfiado)
Preparações e conservas de sardinha
Conservas de atum
Invertebrados aquáticos, congelados
153 - Indústria da conservação de frutos e de
produtos hortícolas (b)
1531 - Preparação e conservação de batatas
1532 - Fabricação de sumos de frutos e de
produtos hortícolas (b)
Néctares
1533 - Preparação e conservação de frutos e
produtos hortícolas
15331 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas
15333 - Fabricação de doces, compotas, geleias
e marmelada
Marmelada
15334 - Descasque e transformação de frutos de casca
rija comestíveis
15335 - Preparação e conservação de frutos e
produtos hortícolas por processos n.e.
Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em
ácido acético
Preparações e conservação de tomate
154 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais
1541 - Produção de óleos e gorduras brutos
1542 - Refinação de óleos e gorduras
Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados
(soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros)
1543 - Fabricação de Margarinas e de Gorduras
Alimentares Similares
155 - Indústria de lacticínios (b)
1551 - Indústria do leite e derivados (c)
1551 - Indústria do leite e derivados (c)
Leite (c)
Leite (c)
Leite em pó
Manteiga
Nata (c)
Nata (c)
Queijo de vaca
Iogurtes
1552 - Fabricação de gelados e sorvetes
Gelado de leite com gordura vegetal
Gelado de água
156 - Transformação de cereais e leguminosas;
fabricação de amidos, féculas e produtos afins
1561 - Transformação de cereais e leguminosas
15611 - Moagem de cereais
Farinha de trigo
15612 - Descasque, branqueam. e glaciagem de arroz
Arroz branqueado
(a) Não inclui as peles.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Em 2005 os leites e as natas passaram a ser inquiridos em quilogramas.
Estatísticas Agrícolas 2007
Unidade
2004 (Rc)
2005 (Rc)
2006 (Po)
t
t
«
«
t
«
t
«
«
t
«
«
«
«
«
803 709
387 394
71 625
236 475
262 137
237 610
154 178
81 848
30 268
169 667
33 641
45 546
18 696
15 186
7 875
839 674
412 215
67 076
262 581
265 940
239 744
161 519
85 176
34 167
167 259
31 560
45 179
18 075
15 785
8 902
884 867
478 341
82 076
276 300
252 871
225 458
153 655
85 662
32 690
173 128
36 340
49 377
13 279
13 333
9 896
t
…
17 576
…
16 216
…
17 223
1 000 l
83 950
81 854
67 983
t
t
…
47 616
…
54 786
…
65 911
t
«
4 833
3 606
5 057
4 436
4 339
3 832
t
25 724
33 737
27 907
t
283 884
295 517
285 903
«
«
t
t
t
1 195
217 186
1 476 019
1 156 220
280 552
1 417
222 473
1 238 269
859 675
334 294
1 575
211 903
1 759 580
1 384 288
333 366
239 002
281 534
279 392
39 247
44 300
41 926
902 330
276 355
873 731
x
17 669
24 703
28 599
x
44 488
98 029
19 898
16 209
1 339
x
1 156 815
x
846 955
19 888
26 987
x
24 285
46 578
101 891
20 580
17 762
979
x
1 256 252
x
929 480
21 530
28 583
x
24 665
44 678
106 190
21 226
17 760
1 046
1 437 837
1 359 598
1 088 678
677 244
206 059
158 761
1 427 137
1 347 246
1 078 909
663 737
226 122
164 838
1 359 366
1 275 379
1 048 682
664 101
188 602
140 472
«
«
1000 l
t
1000 l
t
«
«
1 000 l
t
«
«
1 000 l
«
«
t
t
t
«
t
«
(continua)
103
Quadro 91
Principais produtos produzidos - quantidades produzidas (cont.)
2004-2006
Quantidades produzidas
Produtos
15613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e.
Farinhas compostas
1562 - Fabricação de amidos e produtos afins
157 - Fabricação de alimentos compostos para animais
1571 - Fabricação de alimentos para animais de criação
Alimentos compostos para suínos
Alimentos compostos para bovinos
Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos
Alimentos para a criação de outros animais
1572 - Fabricação de alimentos para animais de estimação
158 - Fabricação de outros produtos alimentares (a)
1581 - Panificação e pastelaria
Pão de trigo
Pastelaria fresca
Doçaria regional
1582 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e
pastelaria de conservação
Waffles e waffers
Bolachas e biscoitos
1583 - Indústria do açúcar
Açúcar
1584 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos
de confeitaria
15841 - Fabricação de cacau e chocolate
Chocolate
15842 - Fabricação de produtos de confeitaria
Amêndoas cobertas
Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas,
cobertas de açúcar (cristalizados e caldeados)
1585 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus
e similares
Massas alimentícias (esparguete)
1586 - Indústria do café e do chá
Café
1587 - Fabricação de condimentos e temperos
1588 - Fabricação de alimentos homogeneizados e
dietéticos
1589 - Fabricação de outros produtos alimentares n.e.
15891 - Fabricação de fermentos, leveduras para
panificação e pastelaria
15892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas
Preparações para sobremesa
15893 - Fabricação de outros produtos alimentares
diversos, n.e.
159 - Indústria das bebidas (b)
1591 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c)
1592 - Fabricação de álcool etílico de fermentação
1593 - Indústria do vinho (d)
1594 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas
e de frutos
1596 - Fabricação de cerveja (e)
Cerveja
1597 - Fabricação de malte
1598 - Produção de águas minerais e de bebidas
refrescantes não alcoólicas
15981 - Engarrafamento de águas minerais naturais e
de nascente
Águas minerais naturais
15982 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não alcoólicas, n.e.
Refrigerantes
160 - Indústria do tabaco (b)
Cigarros
Unidade
2004 (Rc)
2005 (Rc)
2006 (Po)
t
«
t
t
t
«
«
«
«
t
t
t
«
«
«
64 861
23 770
78 239
4 308 109
4 299 805
1 304 000
1 202 703
1 297 835
495 267
8 304
1 179 089
359 415
212 664
26 311
2 371
42 215
27 781
79 891
4 021 167
4 011 782
1 159 575
1 211 618
1 144 928
495 661
9 385
1 221 763
384 353
228 428
26 717
2 787
38 095
25 870
83 987
3 545 969
3 535 227
1 098 226
986 667
995 305
455 029
10 742
1 229 790
440 735
249 564
33 920
4 094
t
«
«
t
«
91 129
1 801
50 664
481 453
401 716
91 228
2 110
47 768
486 402
398 362
97 239
1 861
47 839
422 648
371 358
t
t
«
t
«
15 700
3 301
1 803
12 399
2 156
15 157
3 229
2 196
11 928
1 766
15 712
2 419
1 472
13 293
2 163
«
2 884
3 322
3 148
t
«
t
«
t
72 389
29 158
40 030
33 923
15 642
71 310
29 578
40 083
32 862
23 697
71 839
28 433
41 678
34 260
23 218
t
t
16 340
86 991
17 187
92 346
20 370
96 351
t
t
«
49 974
10 155
2 467
51 999
10 606
2 427
51 545
11 288
2 673
t
26 862
…
29 741
…
33 518
…
1 000 l alc
(100%)
1 000 l
1 000 l
25 663
8 369
576 124
27 468
8 260
603 035
22 500
7 243
553 720
1 000 l
1 000 l
«
t
…
778 311
778 311
…
…
769 986
769 986
…
…
840 302
840 302
…
1 000 l
1 577 171
1 610 929
1 786 901
1 000 l
«
915 336
546 343
982 051
626 508
1 105 542
623 741
1 000 l
«
661 835
660 301
628 878
627 238
681 359
680 058
25 918 279
27 013 331
27 060 470
1 000 unid.
(a) Não inclui os vinagres.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais".
(d) Não inclui "bagaço de uvas, tártaro bruto e borras de vinho".
(e) Não inclui "borras, desperdícios da indústria da cerveja (Dreches) e resíduos de cereais destilados".
Quadros estatísticos
Portugal
104
Principais produtos
produzidos - quantidades
vendidas
92 - Principais
produtos
produzidos
quantidades vendidas
Quadro 92
Portugal
2004-2006
Quantidades
vendidas
151 - Abate de animais, preparação e conservação
de carne e produtos à base de carne (a)
1511 - Abate de gado (produção de carne) (a)
Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas
Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas
1512 - Abate de aves e coelhos (produção de carne)
Carnes de aves, refrigeradas
1513 - Fabricação de produtos à base de carne
Preparações e conservas de suíno
Enchidos
152 - Indústria transformadora da pesca e aquicultura
Peixes de água salgada, congelados
Bacalhau salgado seco (inclui desfiado)
Preparações e conservas de sardinha
Conservas de atum
Invertebrados aquáticos, congelados
153 - Indústria da conservação de frutos e de
produtos hortícolas (b)
1531 - Preparação e conservação de batatas
1532 - Fabricação de sumos de frutos e de
produtos hortícolas (b)
Néctares
1533 - Preparação e conservação de frutos e
produtos hortícolas
15331 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas
15333 - Fabricação de doces, compotas, geleias
e marmelada
Marmelada
15334 - Descasque e transformação de frutos de casca
rija comestíveis
15335 - Preparação e conservação de frutos e
produtos hortícolas por processos n.e.
Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em
ácido acético
Preparações e conservação de tomate
154 - Produção de Óleos e Gorduras Animais e Vegetais
1541 - Produção de óleos e gorduras brutos
1542 - Refinação de óleos e gorduras
Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados
(soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros)
1543 - Fabricação de Margarinas e de Gorduras
Alimentares Similares
155 - Indústria de lacticínios (b)
1551 - Indústria do leite e derivados (c)
1551 - Indústria do leite e derivados (c)
Leite (c)
Leite (c)
Leite em pó
Manteiga
Nata (c)
Nata (c)
Queijo de vaca
Iogurtes
1552 - Fabricação de gelados e sorvetes
Gelado de leite com gordura vegetal
Gelado de água
156 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação
de amidos, féculas e produtos afins
1561 - Transformação de cereais e leguminosas
15611 - Moagem de cereais
Farinha de trigo
15612 - Descasque, branqueam. e glaciagem de arroz
Arroz branqueado
(a) Não inclui as peles.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Em 2005 os leites e as natas passaram a ser inquiridos em quilogramas.
Estatísticas Agrícolas 2007
Unidade
2004 (Rc)
2005 (Rc)
2006 (Po)
t
t
«
«
t
«
t
«
«
t
«
«
«
«
«
683 310
295 424
33 325
199 568
255 095
229 630
132 791
77 529
29 321
151 522
30 863
37 408
19 454
15 413
5 019
706 715
316 627
30 434
220 426
257 599
232 675
132 489
77 492
33 006
152 884
29 686
36 964
19 297
15 814
5 769
704 098
317 134
25 521
215 299
244 697
215 675
142 267
81 333
32 312
142 929
31 741
35 817
13 683
13 556
6 598
t
…
15 184
…
15 205
…
16 387
1 000 l
84 576
81 041
74 845
t
t
…
44 779
…
47 604
…
50 155
t
«
4 906
3 653
5 037
4 394
4 342
3 846
t
26 109
33 012
27 402
t
243 250
257 522
258 485
«
«
t
t
t
1 103
176 787
1 292 540
973 233
280 263
1 437
183 311
1 341 183
1 028 647
268 870
1 582
182 487
1 578 838
1 258 263
280 724
«
239 577
213 661
222 706
39 044
43 666
39 851
898 430
262 971
872 821
x
15 847
24 665
25 609
x
42 968
93 887
19 901
16 255
1 317
x
1 134 962
x
838 770
19 174
27 251
x
22 018
44 761
97 825
20 573
17 766
976
x
1 228 014
x
924 231
20 025
28 154
x
21 786
43 220
98 210
20 967
17 585
968
1 328 120
1 257 750
998 874
645 138
211 865
161 023
1 376 142
1 304 053
1 038 867
663 920
224 342
160 906
1 320 289
1 243 692
1 014 959
659 980
191 327
144 433
«
1000 l
t
1000 l
t
«
«
1 000 l
t
«
«
1 000 l
«
«
t
t
t
«
t
«
(continua)
105
Quadro 92
Principais produtos produzidos - quantidades vendidas (cont.)
2004-2006
Quantidades vendidas
Produtos
15613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e.
Farinhas compostas
1562 - Fabricação de amidos e produtos afins
157 - Fabricação de alimentos compostos para animais
1571 - Fabricação de alimentos para animais de criação
Alimentos compostos para suínos
Alimentos compostos para bovinos
Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos
Alimentos para a criação de outros animais
1572 - Fabricação de alimentos para animais de estimação
158 - Fabricação de outros produtos alimentares (a)
1581 - Panificação e pastelaria
Pão de trigo
Pastelaria fresca
Doçaria regional
1582 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e
pastelaria de conservação
Waffles e waffers
Bolachas e biscoitos
1583 - Indústria do açúcar
Açúcar
1584 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos
de confeitaria
15841 - Fabricação de cacau e chocolate
Chocolate
15842 - Fabricação de produtos de confeitaria
Amêndoas cobertas
Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas,
cobertas de açúcar (cristalizados e caldeados)
1585 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus
e similares
Massas alimentícias (esparguete)
1586 - Indústria do café e do chá
Café
1587 - Fabricação de condimentos e temperos
1588 - Fabricação de alimentos homogeneizados e
dietéticos
1589 - Fabricação de outros produtos alimentares n.e.
15891 - Fabricação de fermentos, leveduras para
panificação e pastelaria
15892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas
Preparações para sobremesa
15893 - Fabricação de outros produtos alimentares
diversos, n.e.
159 - Indústria das bebidas (b)
1591 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c)
1592 - Fabricação de álcool etílico de fermentação
1593 - Indústria do vinho (d)
1594 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas
e de frutos
1596 - Fabricação de cerveja (e)
Cerveja
1597 - Fabricação de malte
1598 - Produção de águas minerais e de bebidas
refrescantes não alcoólicas
15981 - Engarrafamento de águas minerais naturais e
de nascente
Águas minerais naturais
15982 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não alcoólicas, n.e.
Refrigerantes
160 - Indústria do tabaco (b)
Cigarros
Unidade
2004 (Rc)
2005 (Rc)
2006 (Po)
t
«
t
t
t
«
«
«
«
t
t
t
«
«
«
47 011
24 224
70 370
4 139 471
4 131 245
1 228 941
1 197 810
1 214 793
489 701
8 226
1 156 374
358 309
212 134
25 838
2 353
40 844
26 535
72 089
3 916 225
3 906 588
1 164 557
1 191 222
1 052 773
498 036
9 637
1 170 025
378 812
224 081
26 227
2 732
37 406
25 431
76 597
3 445 314
3 434 938
1 078 304
981 536
917 726
457 372
10 376
1 244 059
445 069
255 129
33 215
4 041
t
«
«
t
«
87 662
1 862
52 299
477 742
394 490
82 739
2 032
46 929
476 394
390 657
89 992
1 849
48 996
456 829
402 330
t
t
«
t
«
15 361
3 548
2 057
11 813
1 985
15 175
3 322
2 275
11 853
1 785
14 881
2 548
1 590
12 333
1 865
«
2 778
3 184
3 172
t
«
t
«
t
81 489
32 386
38 635
32 562
14 578
71 124
29 421
39 039
31 899
20 598
73 243
30 194
40 958
33 733
23 400
t
t
10 898
71 700
11 187
74 957
20 107
79 580
t
t
«
34 870
10 210
2 429
33 914
10 705
2 410
34 904
11 214
2 671
t
26 620
…
30 338
…
33 462
…
1 000 l alc
(100%)
1 000 l
1 000 l
24 913
6 158
520 662
26 731
6 022
526 141
22 104
3 899
491 283
1 000 l
1 000 l
«
t
…
771 213
771 213
…
…
770 188
770 188
…
…
833 722
833 722
…
1 000 l
1 493 287
1 529 585
1 666 832
1 000 l
«
842 438
498 527
904 004
567 482
1 058 409
578 908
1 000 l
«
650 849
649 382
625 581
623 978
608 423
607 148
1 000 unid.
26 421 480
27 018 241
26 612 761
(a) Não inclui os vinagres.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais".
(d) Não inclui "bagaço de uvas, tártaro bruto e borras de vinho".
(e) Não inclui "borras, desperdícios da indústria da cerveja (Dreches) e resíduos de cereais destilados".
Quadros estatísticos
Portugal
106
Quadro 93
Principais produtos produzidos - valor das vendas
3
Portugal
2004-2006
Unidade: 10 Euros
93 - Principais produtos produzidos - valor
das vendas
Valor das vendas
Produtos
15 - Indústrias aimentares e das bebidas
151 - Abate de animais, preparação e conservação
de carne e produtos à base de carne (a)
1511 - Abate de gado (a)
Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas
Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas
1512 - Abate de aves e coelhos (produção de carne)
Carnes de aves, refrigeradas
1513 - Fabricação de produtos à base de carne
Preparações e conservas de suíno
Enchidos
152 - Indústria transformadora da pesca e aquicultura
Peixes de água salgada, congelados
Bacalhau salgado seco (inclui desfiado)
Preparações e conservas de sardinha
Conservas de atum
Invertebrados aquáticos, congelados
153 - Indústria da conservação de frutos e de
produtos hortícolas (b)
1531 - Preparação e conservação de batatas
1532 - Fabricação de sumos de frutos e de
produtos hortícolas (b)
Néctares
1533 - Preparação e conservação de frutos e
produtos hortícolas
15331 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas
15333 - Fabricação de doces, compotas, geleias
e marmelada
Marmelada
15334 - Descasque e transformação de frutos de casca
rija comestíveis
15335 - Preparação e conservação de frutos e
produtos hortícolas por processos n.e.
Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em
ácido acético
Preparações e conservação de tomate
154 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais
1541 - Produção de óleos e gorduras brutos
1542 - Refinação de óleos e gorduras
Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados
(soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros)
1543 - Fabricação de margarinas e de gorduras
alimentares similares
155 - Indústria de lacticínios
1551 - Indústria do leite e derivados
Leite
Leite em pó
Manteiga
Nata
Queijo de vaca
Iogurtes
1552 - Fabricação de gelados e sorvetes
Gelado de leite com gordura vegetal
Gelado de água
156 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação
de amidos, féculas e produtos afins
1561 - Transformação de cereais e leguminosas
15611 - Moagem de cereais
Farinha de trigo
15612 - Descasque, branqueam. e glaciagem de arroz
Arroz branqueado
(a) Não inclui as peles.
(b) Não inclui "sumo de laranja congelado, não fermentado, sem adição de álcool".
Estatísticas Agrícolas 2007
2004 (Rc)
2005 (Rc)
2006(Po)
9 703 017
9 658 854
9 546 946
1 420 492
590 102
98 326
413 312
440 799
402 335
389 591
255 636
95 467
613 859
96 808
241 825
52 423
61 624
19 434
1 517 276
672 618
116 621
471 376
451 563
413 689
393 095
250 900
100 435
636 894
101 024
250 772
53 886
61 366
22 155
1 544 959
684 648
117 858
492 109
440 131
395 017
420 180
264 180
104 467
635 923
126 016
260 814
34 797
54 573
23 916
…
58 579
…
60 716
…
66 755
115 531
87 808
112 283
85 103
115 868
74 931
…
37 445
…
36 943
…
41 042
7 498
5 056
7 118
5 757
6 475
4 971
40 637
53 390
49 078
160 741
162 846
162 602
1 676
112 059
629 949
292 446
297 076
1 920
110 502
663 058
310 363
313 151
2 648
106 749
743 068
366 645
339 146
225 313
155 932
159 752
40 427
1 231 514
1 200 050
446 647
36 410
83 560
43 351
188 937
244 632
31 464
23 606
1 610
39 544
1 239 601
1 207 882
422 692
44 019
86 718
37 462
202 151
253 031
31 719
24 647
1 450
37 277
1 266 596
1 233 742
452 646
46 955
82 726
36 429
185 809
261 693
32 854
25 477
1 409
412 453
387 841
226 677
167 816
126 552
115 713
388 155
364 969
221 346
161 759
109 913
95 874
371 225
346 459
217 439
158 425
94 023
85 421
(continua)
107
Quadro 93
Principais produtos produzidos - valor das vendas (cont.)
3
2004-2006
Unidade: 10 Euros
Valor das vendas
Produtos
2004 (Rc)
15613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e.
Farinhas compostas
1562 - Fabricação de amidos e produtos afins
157 - Fabricação de alimentos compostos para animais
1571 - Fabricação de alimentos para animais de criação
Alimentos compostos para suínos
Alimentos compostos para bovinos
Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos
Alimentos compostos para perus
1572 - Fabricação de alimentos para animais de estimação
158 - Fabricação de outros produtos alimentares (a)
1581 - Panificação e pastelaria
Pão de trigo
Pastelaria fresca
Doçaria regional
1582 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e
pastelaria de conservação
Waffles e waffers
Bolachas e biscoitos
1583 - Indústria do açúcar
Açúcar
1584 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos
de confeitaria
15841 - Fabricação de cacau e chocolate
Chocolate
15842 - Fabricação de produtos de confeitaria
Amêndoas cobertas
Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas,
cobertas de açúcar (cristalizados e caldeados)
1585 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus
e similares
Massas alimentícias (esparguete)
1586 - Indústria do café e do chá
Café
1587 - Fabricação de condimentos e temperos
1588 - Fabricação de alimentos homogeneizados e
dietéticos
1589 - Fabricação de outros produtos alimentares n.e.
15891 - Fabricação de fermentos, leveduras para
panificação e pastelaria
15892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas
Preparações para sobremesa
15893 - Fabricação de outros produtos alimentares
diversos, n.e.
159 - Indústria das bebidas (b), (c) e (d)
1591 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (b)
1592 - Fabricação de álcool etílico de fermentação
1593 - Indústria do vinho (c)
1594 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas
e de frutos
1596 - Fabricação de cerveja (d)
Cerveja
1597 - Fabricação de malte
1598 - Produção de águas minerais e de bebidas
refrescantes não alcoólicas
15981 - Engarrafamento de águas minerais naturais e
de nascente
Águas minerais naturais
15982 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não alcoólicas, n.e.
Refrigerantes
160 - Indústria do tabaco
Cigarros
Nota: dados provenientes do Inquérito Anual à Produção Industrial.
(a) Não inclui os vinagres.
(b) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais".
(c) Não inclui "bagaço de uvas, tártaro bruto e borras de vinho".
(d) Não inclui "borras, desperdícios da indústria da cerveja (Dreches) e resíduos de cereais destilados".
2005 (Rc)
2006 (Po)
34 612
19 443
24 612
978 546
972 054
309 084
235 295
304 561
123 114
6 492
1 748 676
657 249
284 307
142 608
16 993
33 710
20 085
23 186
903 141
895 634
273 990
230 081
268 301
123 262
7 507
1 747 493
675 496
298 120
138 129
18 226
34 997
19 697
24 766
824 002
816 420
261 509
201 498
231 449
121 964
7 582
1 756 011
640 501
255 561
130 402
21 077
206 578
3 741
103 220
284 727
278 042
203 943
4 428
98 193
269 130
262 727
216 663
4 207
103 303
268 617
263 757
52 371
18 355
13 770
34 016
8 970
51 786
17 765
13 054
34 021
8 593
54 808
19 074
14 672
35 734
9 273
5 303
6 151
5 973
53 456
19 762
283 655
244 515
18 336
46 289
17 317
290 362
235 635
22 395
47 690
17 816
295 206
238 899
25 503
57 368
134 936
56 866
131 226
82 247
124 776
49 496
42 060
8 495
44 091
38 652
8 703
48 781
24 828
9 432
43 380
…
58 193
6 660
892 094
48 483
…
61 582
6 506
869 411
51 167
…
55 906
5 509
829 428
166
382 978
382 978
…
148
419 813
419 813
…
176
427 548
427 548
…
710 669
725 282
742 896
190 184
140 887
197 573
152 290
200 509
146 221
520 485
518 676
400 514
394 046
527 709
525 909
410 106
401 255
542 387
540 991
425 599
417 082
Quadros estatísticos
Portugal
108
Empresas - Principais
variáveis por classes
da CAE
rev.2.1, em 2004da CAE
94 - Principais
variáveis
por
classes
rev.2.1, em 2004
Quadro 94
Portugal
2004
Principais variáveis
Custos
Empresas
CAE rev.2.1
Pessoal ao serviço
Custos totais
Principais variáveis
10 089
613
143
208
494
387
312
132
7 043
757
4
Fornecimentos
e serviços
externos
3
104 431
15 343
5 854
3 850
2 081
7 241
1 825
4 553
50 555
13 129
1 336
1 347 149
182 749
69 411
64 992
30 712
123 126
28 976
71 822
526 325
249 035
53 851
Proveitos totais
Vendas
Prestações de
serviços
7 143 725
1 132 621
636 647
312 418
489 235
1 023 737
309 151
875 253
1 218 156
1 146 506
147 721
Formação bruta
de capital fixo
3
10 Euros
1 934 903
185 098
63 705
130 080
61 629
251 218
52 213
82 664
578 220
530 075
71 932
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
Estatísticas Agrícolas 2007
9 641 023
1 442 883
766 734
435 170
564 906
1 253 697
362 369
1 043 145
2 008 072
1 764 047
259 648
Proveitos
CAE rev.2.1
150 - Total
151 Abat. anim., conser. de carne
152 Indústria trans. da pesca e aqui.
153 Ind. conser. frutos e prod. hort.
154 Prod. óleos e gord. animais
155 Indústria de lacticínios
156 Trans. cereais, legum. e afins
157 Fabr. de alim. compost. animais
158 Fabri. de outros prod. aliment.
159 Indústria das bebidas
160 - Indústria do tabaco
Custos das mercadorias
vendidas
e materiais consumidos
10 Euros
nº
150 - Total
151 Abat. anim., conser. de carne
152 Indústria trans. da pesca e aqui.
153 Ind. conser. frutos e prod. hort.
154 Prod. óleos e gord. animais
155 Indústria de lacticínios
156 Trans. cereais, legum. e afins
157 Fabr. de alim. compost. animais
158 Fabri. de outros prod. aliment.
159 Indústria das bebidas
160 - Indústria do tabaco
Custos com
o pessoal
11 935 012
1 639 249
839 572
599 762
641 853
1 583 902
438 204
1 111 621
2 768 123
2 312 727
434 677
10 915 883
1 504 120
783 144
521 061
580 736
1 531 222
417 831
1 079 314
2 417 942
2 080 513
419 190
476 347
78 033
26 990
23 224
22 075
5 905
1 613
11 272
224 224
83 012
1 125
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
109
Quadro 95
Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2004
Portugal
2004
Form. bruta de capital fixo
95 - Principais variáveis por classes da CAE
rev.2.1 e NUTS II, em 2004
Principais variáveis
NUTS II/CAE rev.2.1
Empresas
nº
Custos Totais
Volume de negócios
VAB pm
103 Euros
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
151
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
152
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
153
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
154
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
155
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
10 089
9 655
3 066
3 293
1 402
1 433
461
260
174
9 641 023
11 392 230
2 423 243
…
…
…
2 704 589
2 295 394
3 236 062
2 552 537
692 261
459 947
…
…
…
…
…
…
107 891
115 320
30 452
…
…
…
…
…
…
x
x
x
x
x
x
x
x
x
613
586
175
211
76
120
4
23
4
1 442 883
1 406 395
334 691
543 453
311 167
214 277
2 805
21 988
14 500
1 582 153
1 542 518
362 288
593 204
343 311
240 853
2 862
24 318
15 316
279 990
272 531
69 093
98 969
55 668
47 819
982
4 949
2 509
x
x
x
x
x
x
x
x
x
143
132
40
49
22
5
16
9
2
766 734
710 421
119 899
411 311
98 314
51 809
29 090
810 133
757 738
131 570
433 742
108 893
55 793
27 740
116 642
105 722
27 772
51 258
16 463
5 536
4 692
…
…
…
…
…
…
x
x
x
x
x
x
x
x
x
208
202
36
62
36
53
15
2
4
435 170
434 883
544 285
544 022
130 616
130 559
…
…
…
75 511
84 174
15 587
…
…
…
150 911
179 090
42 664
…
…
…
…
…
…
…
…
…
494
494
111
259
26
89
9
-
564 906
564 906
48 271
602 812
602 812
50 581
70 681
70 681
8 244
387
340
34
117
56
120
13
36
11
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
…
…
…
407 903
440 703
47 405
…
…
…
…
…
…
-
-
-
1 253 697
1 017 582
1 537 127
1 269 826
271 708
229 768
…
…
…
106 634
127 619
23 217
…
…
…
68 624
3 173
226 571
9 545
70 948
3 732
257 090
10 210
7 257
1 051
39 632
2 307
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
(continua)
Quadros estatísticos
150
110
Quadro 95
Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II,em 2004 (cont.)
Portugal
Principais variáveis
NUTS II/CAE rev.2.1
Empresas
nº
156
Portugal
Custos Totais
Volume de negócios
2004
Form. bruta de capital fixo
VAB pm
103 Euros
312
292
100
124
32
32
4
16
4
362 369
419 444
65 367
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
70 079
297
2 053
88 840
341
2 248
15 727
45
404
…
…
…
132
123
17
49
30
26
1 043 145
957 864
1 090 585
1 002 498
133 341
121 332
…
…
…
502 639
213 943
146 936
538 017
233 288
130 290
57 222
36 482
15 103
x
x
x
x
x
x
1
7
2
…
…
…
…
…
…
…
…
…
x
x
x
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
7 043
6 771
2 251
2 152
1 069
920
379
147
125
2 008 072
1 946 607
595 794
294 217
859 516
163 481
33 599
27 977
33 488
2 642 166
2 571 751
706 179
372 363
1 263 545
187 254
42 410
31 881
38 534
870 941
843 868
219 200
133 082
398 245
75 394
17 946
11 811
15 262
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
757
715
302
270
55
68
20
20
22
1 764 047
1 705 945
710 201
243 121
593 987
152 784
5 853
2 163 525
2 096 276
958 531
271 330
725 212
136 610
4 592
483 957
462 628
226 178
60 603
151 900
22 539
1 408
…
…
…
…
…
…
x
x
x
x
x
x
x
x
x
4
2
-
259 648
…
-
420 315
…
-
196 734
…
-
1
…
…
…
…
…
…
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
157
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
158
Portugal
159
Portugal
x
x
x
x
x
x
x
x
x
160
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
Estatísticas Agrícolas 2007
1
1
1
-
-
-
…
…
…
…
…
…
x
x
x
x
x
x
x
x
x
111
Quadro 96
Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2005
Portugal
2005
Principais variáveis
Custos
96 - Principais variáveis por classes da CAE
rev.2.1, em 2005
Empresas
CAE rev.2.1
Pessoal ao serviço
Custos totais
3
Fornecimentos
e serviços
externos
104 431
15 343
5 854
3 850
2 081
7 241
1 825
4 553
50 555
13 129
1 336
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
1 402 225
193 396
73 783
70 648
33 389
118 723
31 929
74 022
552 295
254 041
56 903
Proveitos
Proveitos totais
Vendas
Prestações de
serviços
7 191 848
1 220 433
689 610
322 758
561 949
976 445
295 759
810 486
1 219 589
1 094 819
144 051
Formação bruta
de capital fixo
3
10 Euros
CAE rev.2.1
150 - Total
151 Abat. anim., conser. de carne
152 Indústria trans. da pesca e aqui.
153 Ind. conser. frutos e prod. hort.
154 Prod. óleos e gord. animais
155 Indústria de lacticínios
156 Trans. cereais, legum. e afins
157 Fabr. de alim. compost. animais
158 Fabri. de outros prod. aliment.
159 Indústria das bebidas
160 - Indústria do tabaco
9 717 766
1 534 174
819 398
456 200
644 597
1 215 447
359 157
956 040
2 017 133
1 715 620
260 627
2 017 737
198 518
71 067
133 594
67 604
258 666
55 112
86 076
620 432
526 668
73 562
12 160 752
1 754 999
903 321
622 992
710 910
1 569 571
436 849
1 065 132
2 781 581
2 315 396
446 183
11 083 439
1 608 691
852 358
526 964
654 269
1 490 261
432 974
1 024 570
2 442 025
2 051 327
432 222
504 143
89 817
20 322
27 071
23 543
4 567
1 229
12 445
240 132
85 019
1 510
534 533
76 178
45 505
-53 887
43 918
56 082
15 560
28 362
154 248
168 568
7 300
Quadros estatísticos
Principais variáveis
10 089
613
143
208
494
387
312
132
7 043
757
4
Custos das mercadorias
vendidas
e materiais consumidos
10 Euros
nº
150 - Total
151 Abat. anim., conser. de carne
152 Indústria trans. da pesca e aqui.
153 Ind. conser. frutos e prod. hort.
154 Prod. óleos e gord. animais
155 Indústria de lacticínios
156 Trans. cereais, legum. e afins
157 Fabr. de alim. compost. animais
158 Fabri. de outros prod. aliment.
159 Indústria das bebidas
160 - Indústria do tabaco
Custos com
o pessoal
112
Quadro 97
Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005
Portugal
Principais variáveis
NUTS II/CAE rev.2.1
Empresas
nº
Custos Totais
Volume de negócios
VAB pm
103 Euros
2005
Form. bruta de capital fixo
97 - Principais variáveis por classes da CAE
rev.2.1 e NUTS II, em 2005
150
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
151
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
152
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
153
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
154
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
155
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
10 268
9 809
3 166
3 313
1 415
1 441
474
277
182
9 717 766
…
2 701 731
2 363 668
…
…
102 245
…
…
11 587 582
…
3 298 344
2 642 069
…
…
110 314
…
…
2 476 875
…
737 206
486 710
…
…
30 407
…
…
534 533
…
109 438
149 708
…
…
-4 099
…
…
630
598
183
211
74
124
6
28
4
1 534 174
1 494 623
357 688
575 944
325 604
233 395
1 991
24 594
14 956
1 698 507
1 656 054
386 936
640 576
363 903
262 642
1 997
27 147
15 306
298 247
290 419
71 961
106 362
60 178
51 053
864
5 566
2 262
76 178
71 428
20 860
21 853
10 273
17 996
445
3 895
855
150
139
40
50
23
7
19
9
2
819 398
756 167
125 757
448 622
106 891
50 676
24 221
…
…
872 680
811 227
138 530
476 934
117 629
53 296
24 838
…
…
121 384
110 796
27 445
55 528
17 783
5 557
4 482
…
…
45 505
44 027
6 119
19 310
16 037
996
1 565
…
…
221
214
36
66
37
58
17
2
5
456 200
455 610
14 890
83 354
…
159 867
…
…
…
554 034
553 768
16 246
91 458
…
175 133
…
…
…
118 726
118 677
4 303
17 171
…
30 957
…
…
…
-53 887
-55 441
-63 670
22 802
…
-20 589
…
…
…
504
504
115
265
27
89
8
-
644 597
644 597
59 087
74 439
459 651
…
…
-
677 812
677 812
64 424
78 588
478 824
…
…
-
63 654
63 654
8 446
8 386
38 594
…
…
-
43 918
43 918
6 309
2 943
33 276
…
…
-
393
342
35
120
53
123
11
38
13
1 215 447
981 796
…
104 581
…
66 234
2 988
223 829
9 823
1 494 828
1 228 624
…
123 437
…
66 431
3 458
256 051
10 154
276 166
235 086
…
23 195
…
5 256
969
39 388
1 691
56 082
38 211
…
4 342
…
6 248
370
17 591
280
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
Estatísticas Agrícolas 2007
(continua)
113
Quadro 97
Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005 (cont.)
Principais variáveis
NUTS II/CAE rev.2.1
156
Portugal
Empresas
nº
Custos Totais
Volume de negócios
2005
Form. bruta de capital fixo
VAB pm
103 Euros
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
306
288
100
121
30
30
7
14
4
359 157
…
…
54 612
…
61 595
340
3 211
…
434 203
…
…
65 499
…
73 528
354
3 181
…
75 836
…
…
13 512
…
14 711
44
482
…
15 560
…
…
5 784
…
3 543
29
1 474
…
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
130
121
16
51
29
24
1
7
2
956 040
881 268
1 037 015
959 077
141 670
128 009
28 362
25 859
461 845
181 213
147 164
…
…
…
501 455
195 146
165 299
…
…
…
60 164
32 153
24 201
…
…
…
9 759
2 996
10 134
…
…
…
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
7 166
6 878
2 340
2 159
1 088
906
385
157
131
2 017 133
1 953 619
562 707
316 010
870 633
170 273
33 996
29 659
33 855
2 682 156
2 608 986
684 039
393 512
1 296 688
191 983
42 765
32 830
40 339
867 875
839 162
218 153
140 822
387 059
74 618
18 511
12 424
16 288
154 248
149 385
55 726
34 688
36 060
21 843
1 068
3 428
1 435
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
768
725
301
270
54
80
20
22
21
768
725
301
270
54
80
20
22
21
2 136 346
2 072 471
959 853
270 610
709 319
128 753
3 936
8 446
55 428
513 319
493 515
248 251
61 570
160 094
22 411
1 189
2 269
17 534
168 568
163 496
66 308
28 227
38 865
30 002
95
-131
5 203
157
Portugal
158
Portugal
159
Portugal
160
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
4
260 627
433 732
210 122
7 300
2
…
…
…
…
1
1
1
1
-
-
-
-
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
…
Quadros estatísticos
Portugal
114
Quadro 98
Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais
e produção obtida
Portugal
Unidade: t
Anos
Matérias primas
2004
1- Matérias-primas consumidas
Cereais forrageiros
Aveia
Cevada
Milho
Sorgo
Trigo forrageiro
Trigo mole
Triticale
Centeio
Outros
Produtos substitutos dos cereais
Corn gluten feed
Farinha forrageira
Gritz de milho
Mandioca
Polpa de citrinos
Resíduos de cereais destilados
Outros
Subprodutos dos cereais
Sêmea de arroz
Sêmea de centeio
Sêmea de trigo
Outros
Subprodutos diversos
Alimpadura de trigo
Folhelho de uva
Polpa de beterraba
Dreches de cerveja
Outros
Bagaços de oleaginosas
De amendoim
De girassol
De soja
De palmiste
Outros
Produtos de origem animal
Farinha de carne
Farinha de peixe
Leite em pó
Soro de leite
Subprodutos de aviário
Outros
Gorduras e alimentos líquidos
Gordura animal
Melaço
Óleo de soja
Proteaginosas
Soja integral
Ervilha forrageira
Tremoço doçe
Outras
Aditivos e diversos
Aglutinantes
Alfarroba
Carbonato de calcio
Dífosfato
Farinha de luzerna
Radículas de malte
Sal
Premix
Outros produtos agrícolas
Outros
2 - Produção obtida
2004 - 2006
2005
3 514 782
1 527 306
2 100
163 401
1 027 896
14 154
223 911
84 476
3 049
2 774
5 545
623 887
317 355
19 727
17 557
143 242
64 600
44 760
16 646
125 719
8 812
31
110 775
6 101
17 964
940
6 189
9 973
81
781
731 147
0
83 576
573 403
60 885
13 283
12 815
0
6 949
1 081
2 558
511
1 716
73 183
14 764
47 805
10 614
145 550
133 506
11 630
4
411
257 211
24 907
6 479
67 249
31 104
29 336
650
11 440
16 220
9 402
60 424
3 514 782
2006
3 586 254
1 652 428
1 769
141 990
1 007 653
1 827
352 476
128 211
11 764
234
6 504
560 966
332 445
22 625
18 443
76 095
40 631
53 889
16 838
144 515
9 128
439
126 023
8 925
22 616
876
9 165
11 975
44
556
747 313
18
82 873
560 164
72 617
31 641
11 256
2 053
3 703
1 053
2 677
378
1 392
70 819
11 689
47 102
12 028
102 747
101 601
579
0
567
273 594
26 498
9 049
73 196
29 383
35 816
147
12 106
16 528
11 616
59 255
3 586 254
3 250 332
1 598 153
1 721
165 486
945 544
3 669
364 958
84 322
26 596
142
5 715
397 672
238 219
24 951
12 119
29 367
31 551
44 852
16 613
139 401
9 923
149
124 346
4 983
20 634
1 022
5 888
13 130
33
561
681 635
197
71 918
499 807
57 990
51 723
8 725
2 464
2 717
1 102
1 721
452
269
58 410
12 323
35 553
10 534
112 548
111 885
227
0
436
233 557
22 247
6 120
67 603
24 828
30 027
179
10 496
16 037
9 527
46 493
3 250 332
98 - Consumo de matérias-primas pela
indústria de alimentos compostos para
animais e produção obtida
Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA)
Estatísticas Agrícolas 2007
115
Quadro 99
Produção de alimentos compostos para animais
Portugal
Unidade: t
Anos
Grupos de referência
2004
Total (a)
Aves
Alimentos compostos completos
Carne
Postura e reprodução
Diversos
Alimentos complementares proteicos
Bovinos
Vitelos
Bovinos recria e engorda
Vacas leiteiras
Alimentos complementares proteicos
Outros
Alimentos aleitamento
Suínos
Alimentos compostos completos
Reprodutoras
Leitões
Crescimento e engorda
Outros
Alimentos complementares proteicos
Caprinos
Ovinos
Equídeos
Roedores
Outros
2004 - 2006
2005
3 514 782
1 266 657
1 266 657
750 212
357 980
158 465
0
920 854
47 808
384 873
453 267
8 725
24 437
1 744
1 101 443
1 101 443
243 315
164 847
686 346
6 935
0
16 783
59 415
18 775
110 232
20 623
2006
3 586 254
1 220 105
1 213 964
720 795
331 906
161 263
6 140
1 062 260
70 626
449 083
499 345
8 551
31 377
3 278
1 044 936
1 044 923
236 090
161 625
640 979
6 229
13
19 775
78 005
21 155
113 482
26 536
3 250 332
1 163 263
1 158 240
678 278
316 998
162 964
5 024
877 390
58 668
344 098
437 299
9 680
22 020
5 625
982 061
982 061
223 458
150 858
601 202
6 543
0
15 542
64 727
23 823
107 448
16 078
Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA)
(a) Farinados e granulados
Quadros estatísticos
99 - Produção de alimentos compostos para
animais
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Estatísticas Agrícolas