ISSN 0079-4139 Agricultura, Floresta e Pescas F tema Estatísticas Agrícolas Agrícolas Estatísticas 2007 Ano de edição 2008 2 FICHA TÉCNICA Título Estatísticas Agrícolas 2008 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida 1000-043 Lisboa Portugal Telefone: 21 842 61 00 Fax: 21 844 04 01 Presidente do Conselho Directivo Alda de Caetano Carvalho Design, Composição e Impressão Instituto Nacional de Estatística, I.P. Tiragem 400 exemplares ISSN 0079-4139 ISBN 978-989-25-0014-0 Depósito Legal nº 90072/95 Periodicidade Anual Preço: € 12,00 (IVA incluído) O Quadro 2 da página 42 foi actualizado em 8-11-2010 O Quadro 17 da página 51 foi actualizado em 14-09-2009 Apoio ao cliente O INE, I.P. na Internet www.ine.pt 808 201 808 © INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2009 * Estatísticas Agrícolas A reprodução de 2008 quaisquer páginas desta obra é autorizada, excepto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição, e a referência Lisboa-Portugal. 3 A publicação “Estatísticas Agrícolas 2007” apresenta a mesma estrutura da edição anterior. Salienta-se apenas que o capítulo dedicado à Qualidade e Segurança Alimentar, foi complementado com informação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), relativa a acções de controlo e fiscalização. Todavia não se divulga a informação relativa aos produtos tradicionais certificados por não ter sido enviada informação actualizada, em tempo útil, pelo Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP) do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas (MADRP). Informa-se igualmente que os dados estatísticos relativos à agricultura em modo de produção biológico encontram-se desagregados segundo a antiga nomenclatura agrária, dada a impossibilidade do GPP apurar esta informação de acordo com a nomenclatura agrária actualmente em vigor. O Instituto Nacional de Estatística agradece a todos os que contribuíram para a concretização desta publicação, em especial aos agricultores que responderam aos nossos inquéritos, bem como ao Gabinete de Planeamento e Políticas do MADRP, à Direcção-Geral dos Recursos Florestais, à Direcção-Geral de Veterinária, ao Instituto da Vinha e do Vinho, à Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, às Direcções Regionais de Agricultura e Pescas, ao Serviço Regional de Estatística dos Açores, à Direcção Regional de Estatística da Madeira e a todas as entidades que facultaram informação em tempo oportuno. Acreditando que a crítica construtiva serve de estímulo para o aperfeiçoamento e a melhoria da qualidade do trabalho estatístico, o INE agradece todas as sugestões formuladas pelos utilizadores que possam contribuir para a valorização da informação sobre o sector agrícola. Julho de 2008 Estatísticas Agrícolas 2007 NOTA INTRODUTÓRIA 4 RESUMO A publicação “Estatísticas Agrícolas 2007” divulga um conjunto de informação relativa à agricultura, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados com o sector agrícola. Os 99 quadros divulgados incluem assuntos tão diversificados como a produção agrícola, apresentada através dos temas: “Produção vegetal”, “Produção animal” e “Produção florestal”; a economia agrícola, analisada através das “Contas económicas da agricultura”, “Contas económicas da silvicultura” e “Preços e índices de preços na agricultura”; a Estrutura das explorações agrícolas e o Comércio internacional, entre outros temas. O primeiro capítulo apresenta uma análise relativa à evolução em 2007 da produção e economia agrícola e às questões ambientais relacionadas com a agricultura. A estrutura desta publicação está orientada no sentido de proporcionar uma abordagem mais fácil da informação estatística, recorrendo-se a uma análise sumária. Em termos de conteúdo e tendo em conta as necessidades dos utilizadores, foi incluído um novo capítulo de informação relativa à Qualidade e Segurança Alimentar. Como principais resultados de 2007, em comparação com 2006, salientam-se: Em termos físicos Campanha cerealífera: redução generalizada das superfícies Decréscimo da produção frutícola Quebra na produção de azeite (cerca de 1/3) Carne de aves: recuperação do sector avícola e aumento da produção de carne de animais de capoeira, em cerca de 10% Carne de suíno: aumento da produção, em cerca de 6% Carne de bovino: produção diminui cerca de 14%, reduzindo, em termos relativos, o peso do sector na produção total de carnes Leite de vaca: redução do volume de leite produzido Aumento de 9% da área de Agricultura Biológica. Em termos económicos Variação positiva do índice de preços dos produtos agrícolas (+4,9%) Acréscimo do índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura (+7,6%) Aumento do índice de preços dos bens de investimento na agricultura (+1,9%) Decréscimo do Valor Acrescentado Bruto a preços correntes na agricultura (-11,5%) Diminuição do Rendimento Agrícola (-5,0%). ABSTRACT The purpose of this publication is to give an overview of the agriculture in 2007, as well as for some branches of national economy related to this sector. Basic results and findings related to the agriculture production are presented on chapters “Crop Production”, “Animal production” and “Forestry production”; agriculture economy is described on “Economic accounts for agriculture”, “Economic accounts for forestry” and “Agriculture price index”; and a wide range of data on Farm structure holdings, Forestry, Environment and Food industry, are disseminated along 99 tables. The first chapter presents an analysis on agricultural production, economy and agriculture and environment in 2007. The structure of this publication enables an easier approach to statistical data, including a brief analysis. Focusing on the user’s needs, we also include a new chapter concerning Food safety. Some of the most important findings for 2007, comparing with 2006, show: In production terms Cereals season: big drop in areas Decrease of fruit production Olive oil: production drops around a third Poultry meat: recovery of the poultry sector in 2007, with a production increase of 10% Pig meat: Increase in production of 6% Bovine meat: decrease in production of 14% reduces the weight of this sector in total meat production Cow’s milk production reduces Area of Organic Production raises 9%. In economical terms Increase in agricultural goods output price index (+ 4.9%) Goods and services currently consumed in agriculture price index up by 7.6% Goods and services contributing to agricultural investment price index rise 1.9% Reduction of Gross Value Added at current prices on Agriculture (-11.5%) Decrease in Agricultural Income (-5.0%). Estatísticas Agrícolas 2007 SINAIS CONVENCIONAIS … Valor confidencial x Valor não disponível ԥ Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada // Não aplicável Pe Valor preliminar Po Valor provisório Rc Valor corrigido Rv Valor revisto 5 NOTA - Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas c = Cabeças CAE = Classificação das Actividades Económicas CI = Consumo Intermédio FBCF = Formação Bruta de Capital Fixo g = Gramas H = Sexo masculino ha = Hectare hl = Hectolitro HM = Total dos dois sexos kWh = Quilovátios-hora (Kilowatt-hora) l = Litro M = Sexo feminino n. e. = Não especificado nº = Número NUTS = Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos p = Peso pc = Peso carcaça pv = Peso vivo s.a. = Substância activa SAU = Superfície Agrícola Utilizada t = Tonelada unid. = Unidade UTA = Unidade de Trabalho Ano VAB = Valor Acrescentado Bruto VLQPRD = Vinho Licoroso de Qualidade Produzido em Região Determinada VQPRD Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada = Além destes sinais e siglas, são utilizados os símbolos do sistema métrico decimal. Estatísticas Agrícolas 2007 SIGLAS 6 Índice NOTA INTRODUTÓRIA ........................................................................................................................................................ 3 RESUMO/ABSTRACT .......................................................................................................................................................... 4 SINAIS CONVENCIONAIS/SIGLAS ...................................................................................................................................... 5 OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL ................................................................................................................................... 8 CONCEITOS ........................................................................................................................................................................ 9 ANÁLISE DE RESULTADOS I - A Agricultura em 2007 ................................................................................................................................................ 23 QUADROS DE RESULTADOS II - Produção vegetal 1 - Produção das principais culturas ................................................................................................................................ 41 2 - Produção das principais culturas por NUTS II ............................................................................................................ 42 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma dos Açores ........................................................................ 43 4 - Produção de tabaco em rama por NUTS II ................................................................................................................. 44 5 - Batata-semente - Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades ................................................... 44 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II ................................................................................ 45 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas ........................................................... 45 8 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões determinadas ...................................................... 46 9 - Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas ................................................ 47 10 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II ................................................................................................... 48 11 - Produção de frutos ..................................................................................................................................................... 49 12 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II .......................................................................... 50 13 - Plantação de vinha por NUTS II ................................................................................................................................. 51 III - Produção animal 14 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã ........................................................................... 52 15 - Recolha, tratamento e transformação do leite .......................................................................................................... 52 16 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos ............................................................................................... 53 17 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2006 ................................................................................................................... 53 18 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2006 ..................................................................................................................... 54 19 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2006 ................................................................................................... 54 20 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2007(Po) ............................................................................................................ 55 21 - Efectivos suínos por NUTS II , em 2007(Po) ............................................................................................................. 55 22 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2007(Po) ............................................................................................ 56 23 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II ................................................. 56 24 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias ................................................ 57 25 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo, segundo as espécies e categorias ................................... 58 IV - Agricultura e ambiente 26 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas ........................................................................... 59 27 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias ........................................................................ 59 28 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies .......................................................................... 59 29 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias ............................................................ 60 30 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos ................................................................................................................ 60 31 - Balanço do azoto à superfície do solo ...................................................................................................................... 60 32 - Uso agrícola do solo e da água ................................................................................................................................ 60 V - Qualidade e Segurança Alimentar 33 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ...................................................................................... 61 34 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ........................................ 61 35 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal ........................................ 61 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais ............................................................................................... 62 37 - Plano nacional de controlo de resíduos em produtos de origem animal ............................................................... 64 38 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes .. 65 39 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) .................................................... 65 40 - Campanha sanitária .................................................................................................................................................. 66 41 - Controlo oficial dos alimentos para animais ............................................................................................................ 66 VI - Contas económicas da agricultura 42 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) ................................................................................. 67 43 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços correntes (Base 2000) ................................................................................................................................ 67 Estatísticas Agrícolas 2007 44 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) .............................................................................. 68 45 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços constantes (Base 2000) ............................................................................................................................. 68 VII - Estruturas agrícolas 46 - Estrutura das explorações agrícolas ........................................................................................................................ 69 VIII - População 47 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura segundo a situação na profissão .............................................................................................................................. 70 48 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) ........................................................................................................ 70 IX- Produção florestal 49 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II ............................................................................................ 71 50 - Quantidade removida de madeira ............................................................................................................................. 71 51 - Produção de produtos derivados da madeira .......................................................................................................... 72 52 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II .............................................................................. 72 53 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) ... 73 54 - Produção e preços de cortiça .................................................................................................................................... 73 55 - Preços médios de lenha, toros e rolaria ................................................................................................................... 73 56 - Ocorrências de incêndios florestais ......................................................................................................................... 73 57 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II ...................................................................................................... 74 58 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal ....................................................... 74 59 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal ........................................................... 75 X - Contas económicas da silvicultura 60 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2000) ................................................................................. 76 61- Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura, a preços correntes (Base 2000) ................................................................................................................................ 76 XI - Comércio internacional 62 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade ............................. 77 XII - Preços e índices de preços na agricultura 63 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais ..................................................... 81 64 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais .................................... 82 65 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas .............................................................................................. 83 66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos ............................................................................... 84 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia ..................................................... 84 68 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas ................................................. 84 69 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais .................................................... 85 70 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - máquinas e outros bens de equipamento ...................... 85 71 - Indice de preços de meios de produção na agricultura ........................................................................................... 86 XIII - Balanços de aprovisionamento 72 - Balanços de aprovisionamento das carnes ............................................................................................................. 87 73 - Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos .................................................................................... 88 74 - Balanços de aprovisionamento dos ovos ................................................................................................................. 88 75 - Balanços de aprovisionamento do vinho .................................................................................................................. 88 76 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) .................................................................................. 89 77 - Balanços de aprovisionamento do arroz .................................................................................................................. 90 78 - Balanços de aprovisionamento da batata ................................................................................................................ 90 79 - Balanços de aprovisionamento dos frutos ............................................................................................................... 91 80 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie - Balanços de mercado ................................................... 91 81 - Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas ....................................................................................... 92 82 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos ....................................................................... 92 83 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos .................................................................... 93 84 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados ........................................ 93 85 - Balanços de aprovisionamento do açúcar ............................................................................................................... 93 86 - Balanços de aprovisionamento do mel .................................................................................................................... 94 87 - Balanços de aprovisionamento dos melaços .......................................................................................................... 94 XIV - Balança alimentar portuguesa 88 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares ........................................................................................... 95 89 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas ................................................................................................................. 98 90 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente ................. 99 XV - Agro-indústria 91 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas .................................................................................... 102 92 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas ....................................................................................... 104 93 - Principais produtos produzidos - valor das vendas ................................................................................................ 106 94 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2004 ................................................................ 108 95 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2004 ................................................ 109 96 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2005 ................................................................ 111 97 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005 ................................................ 112 98 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida ......... 114 99 - Produção de alimentos compostos para animais ................................................................................................. 115 Estatísticas Agrícolas 2007 7 8 OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL - Preços e índices de preços mensais no produtor de alguns produtos agrícolas (output); - Preços e índices de preços mensais dos meios de produção na agricultura (input); - Produção de azeite segundo o tipo de lagar e sistema de extracção; - Produção de pintos do dia; - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por meses. Estatísticas Agrícolas 2007 9 CONCEITOS Agregado doméstico do produtor agrícola - Conjunto de pessoas que vivem habitualmente em comunhão de mesa e de habitação ou em economia comum, ligados por relação familiar jurídica ou de facto. Inclui as pessoas que não sendo parentes vivem, no entanto, com o produtor e o empregado que não execute trabalho agrícola e que viva no alojamento do produtor. Exclui o assalariado agrícola que, não sendo parente do produtor, viva no seu alojamento. Adubos - Substância que pela sua natureza e pelo teor em um ou vários nutrientes se destina a melhorar as produções agrícolas, por rapidamente disponibilizarem os nutrientes para as plantas. Alimentação animal - Quantidades de produtos utilizados na alimentação animal directa e/ou consumidos na fabricação de alimentos para animais (rações). Ano agrícola - O período de tempo em que se realizam as operações culturais necessárias à produção agrícola e que se inicia a 1 de Novembro do ano n-1 e termina em 31 de Outubro do ano n. Áreas percorridas por incêndios florestais – Área com povoamentos florestais ou inculta, atingida por um incêndio. Armazenista - Agente económico cuja actividade principal consiste em comprar, armazenar e vender artigos em grande quantidade. Aves do dia - Aves com menos de 72 horas e que ainda não foram alimentadas e destinadas aos aviários de produção e multiplicação. Aviário de multiplicação - Aviário que se destina à produção de ovos para incubação destinados à produção de aves de capoeira quer de rendimento (produção de ovos para consumo ou de carne) quer de multiplicação. Em determinados períodos, os ovos postos nestes aviários podem ser desviados, em quantidade variável, para consumo alimentar, por não interessar à produção do dia. Azeites virgens - Azeites obtidos a partir do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros processos físicos, em condições que não alterem o azeite, e que não tenham sofrido outros tratamentos além da lavagem, da decantação, da centrifugação e da filtração, com exclusão dos azeites obtidos com solvente, com adjuvantes de acção química ou bioquímica ou por processos de reesterificação e qualquer mistura com óleos de outra natureza. Balanço de aprovisionamento - Síntese de informação estatística, através da qual se quantificam, para um dado produto ou agrupamento de produtos alimentares, todos os fluxos ocorridos ao nível da exploração agrícola nacional e/ou ao nível do mercado. Equivale ao estabelecimento de um equilíbrio recursos/emprego em dados físicos. Bebidas à base de leite - Produtos líquidos que contenham, pelo menos 50% de produtos lácteos, incluindo os produtos à base de soro de leite. Inclui o leite vitaminado, os leites achocolatados, o leitelho com aditivos ou aromatizado, etc. Bloco agrícola com acesso a caminhos públicos - Bloco da exploração com acesso directo a um caminho público, que permita a circulação de máquinas e pessoas durante todo o ano (uma servidão não é um caminho público). Bloco de terra agrícola - Parte de uma exploração agrícola inteiramente rodeada de terras, ou outros elementos, não pertencentes à exploração. Bois – Bovinos machos castrados, que não sejam considerados vitelos. Bovinos leves - Bovinos que apresentem cumulativamente, a dentição completa e peso vivo inferior ou igual a 300 kg. Borrega coberta - Fêmea da espécie ovina coberta pela primeira vez. Estatísticas Agrícolas 2007 Aparas e estilhas - Madeira que foi deliberadamente reduzida a pequenos pedaços durante a transformação de outros produtos de madeira e é apropriada para a produção de pasta de madeira, painéis de partículas e de fibras, para uso como combustível ou outro. Exclui as estilhas de madeira vindas directamente da floresta porque já foram contabilizadas como madeira para triturar. 10 Cabra - Caprino fêmea que já pariu. Inclui as cabras de refugo. Capitação - Consumo médio expresso em quilogramas ou litros/habitante, durante o período de referência, tomando para base do seu cálculo a população residente no território a meio ou no fim do ano, consoante o período de referência observado. Capitação edível - Consumo humano médio da parte edível. A parte edível corresponde ao peso do produto que pode ser integralmente utilizado como alimento, isto é, desprovido dos materiais que se rejeitam por inutilizáveis, quer no momento da preparação do produto, antes ou durante as operações culinárias, quer no prato, ao ser consumido. O valor da parte edível para muitos alimentos depende acentuadamente da técnica de aproveitamento ou de hábitos e gostos alimentares. Carcaça - Corpo de qualquer animal abatido após ter sido sangrado e preparado conforme a espécie. Carne aprovada para consumo público - Carne que tenha sido inspeccionada e aprovada sem qualquer limitação e que tenha sido marcada de acordo com a legislação em vigor. Carvão vegetal - Madeira carbonizada por combustão parcial ou pela aplicação de calor a partir de fontes externas. Inclui o carvão vegetal usado como combustível ou para outros usos, como por exemplo, agente redutor na metalurgia ou como um meio de absorção ou filtração. Chiba coberta - Fêmea nova coberta pela primeira vez, da espécie caprina. Consociações anuais - Associações de várias espécies de leguminosas e gramíneas, só de gramíneas ou só de leguminosas, para pastagem ou forragem. Consumo aparente - Total de recursos disponíveis para serem utilizados no mercado interno (inclui eventuais perdas e stocks). Consumo de capital fixo - O consumo de capital fixo representa a depreciação verificada, no decurso do período considerado, pelo capital fixo em resultado da utilização normal e da obsolescência previsível, incluindo uma provisão para perdas de bens de capital fixo na sequência de prejuízo acidentais seguráveis. Consumo humano - Emprego que corresponde às quantidades de produtos consumidos pela população residente, quer sob a forma de produto primário, consumido nesse estado, quer sob a forma de produto industrializado, convertido a primário, durante o período de referência. Consumo intermédio - O consumo intermédio consiste no valor dos bens e serviços consumidos como elementos de um processo de produção, excluindo os activos fixos, cujo consumo é registado como consumo de capital fixo. Os bens e serviços podem ser transformados ou utilizados no processo produtivo. Contas Económicas da Agricultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo possível da actividade agrícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional sobre o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da agricultura. Contas Económicas da Silvicultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo possível da actividade silvícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional sobre o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da silvicultura. Contraplacado - Placa de madeira constituída pela sobreposição de três, cinco ou mais folhas de madeira, e pequena espessura, dispostas com as fibras cruzadas entre si, que se grudam e se submetem seguidamente à pressão hidráulica em prensas. Cortiça amadia - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que se extrai cortiça (inclui a cortiça amadia, secundeira, bocados de amadia e refugo cru). Cortiça de reprodução - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que se extrai cortiça (inclui a cortiça secundeira e a amadia). Cortiça secundeira - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez que se extrai cortiça. Cortiça virgem - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a primeira vez que se extrai cortiça. Estatísticas Agrícolas 2007 11 Culturas associadas - Duas ou mais culturas que ocupam simultaneamente a mesma área durante toda ou a maior parte do seu ciclo vegetativo. Culturas forrageiras - Culturas destinadas ao corte para dar ao gado e que são colhidas antes de completarem o seu ciclo vegetativo (maturação), de modo a serem melhor digeridas pelos animais. Podem ser consumidas pelo gado em verde, depois de conservadas como feno ou silagem ou secas ao sol ou desidratadas artificialmente. Culturas hortícolas extensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou cultivadas em parcelas destinadas que entram em rotação com outras culturas não hortícolas, não se sucedendo em geral várias culturas hortícolas na mesma parcela no ano agrícola. Culturas hortícolas intensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou cultivadas em parcelas destinadas exclusivamente a culturas hortícolas, sucedendo-se também várias destas culturas na mesma parcela durante o ano agrícola. Culturas temporárias - Culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano (as anuais) e também as que são ressemeadas com intervalos que não excedem cinco anos (morangos, espargos, prados temporários). Cultura temporária principal - Cultura que proporciona maior rendimento sob o ponto de vista económico, quando na mesma parcela de terreno se fazem sucessivamente várias culturas no mesmo ano agrícola. Por convenção, sempre que exista uma associação de matas e florestas com culturas temporárias, estas últimas serão as principais; na associação culturas temporárias e permanentes as primeiras são consideradas sempre secundárias. Culturas temporárias sucessivas - Culturas que se fazem sucessivamente na mesma parcela e no mesmo ano agrícola. Uma delas é considerada a cultura principal e as outras são culturas secundárias. Culturas sob-coberto - Culturas efectuadas em terra arável sob-coberto de culturas permanentes em compasso regular e de matas e florestas em povoamento regular. Culturas sob-coberto de matas e florestas - As culturas temporárias, pastagens permanentes e pousio sobcoberto de matas e florestas, que por convenção se consideram como culturas principais. Dia de trabalho - O trabalho normalmente efectuado pela mão-de-obra agrícola a tempo completo, durante pelo menos 8 horas diárias. Distribuidor - Agente económico que exerce como actividade principal a distribuição de bens junto dos consumidores finais. Equídeos - Animais domésticos da espécie “Equs”, mais vulgarmente designados por cavalos. Esta designação abrange também outras espécies como o burro e a zebra e cruzamentos como a “mula” e o “macho”. Excedente líquido de exploração ou rendimento misto - Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao rendimento de factores as remunerações dos assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra, do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do rendimento entre os factores de produção e o sector das administrações públicas. Exploração agrícola - Unidade técnico-económica que utiliza mão-de-obra e factores de produção próprios e que deve satisfazer obrigatoriamente às quatro condições seguintes: a) produzir um ou vários produtos agrícolas; b) atingir ou ultrapassar uma certa dimensão (área, número de animais, etc.); c) estar submetida a uma gestão única; d) Estar localizada num lugar determinado e identificável. Fertilizante - Substância utilizada (adubos e/ou correctivos) com o objectivo de directa ou indirectamente melhorar a nutrição das plantas. Folheados - Finas folhas de madeira de espessura uniforme, descascadas, cortadas às fatias ou serradas. Inclui madeira usada para o fabrico de material de construção laminado, mobília, contentores, etc.. Estatísticas Agrícolas 2007 Culturas permanentes - Culturas que ocupam a terra durante um longo período e fornecem repetidas colheitas, não entrando em rotações culturais. Não incluem os prados e pastagens permanentes. No caso das árvores de fruto só são considerados os povoamentos regulares, com densidade mínima de 100 árvores, ou de 45 no caso de oliveiras, figueiras e frutos secos. 12 Formação bruta de capital fixo - A formação bruta de capital fixo engloba as aquisições líquidas de cessões, efectuadas por produtores residentes, de activos fixos durante um determinado período e determinadas mais valias dos activos não produzidos obtidas através da actividade produtiva de unidades produtivas ou institucionais. Os activos fixos são activos corpóreos ou incorpóreos resultantes de processos de produção, que são por sua vez utilizados, de forma repetida ou continuada, em processos de produção por um período superior a um ano. Forma de exploração - Forma jurídica pela qual o produtor dispõe da terra, determinando a relação existente entre o(s) proprietário(s) das superfícies da exploração e o responsável económico e jurídico da exploração (o produtor), que dela tem a fruição. Fumigante de solo - Líquido volátil para combate de fungos, bactérias, insectos, nemátodos ou infestantes do solo. Fungicida - Substância ou preparado que destrói os fungos ou impede o seu desenvolvimento. Gema (resina) - É um produto de secreção própria das resinosas, que serve para proteger e conservar estas árvores. O pinheiro bravo é a espécie em que normalmente, entre nós, se pratica a resinagem. Grau de auto-aprovisionamento - Coeficiente, traduzido em percentagem, dado pela razão entre a produção interna (exclusivamente obtida a partir de matérias primas nacionais) e a utilização interna total; mede, para um dado produto o grau de dependência de um território, relativamente ao exterior (necessidade de importação) ou a sua capacidade de exportação. Grossista - Agente económico que exerce a actividade económica no comércio por grosso. Herbicidas - Produtos químicos, que, pela sua variedade e poder selectivo, actuam nas ervas daninhas procurando não prejudicar o normal desenvolvimento das culturas. Horta familiar - Superfície normalmente inferior a 20 ares, reservada à cultura de produtos tais como hortícolas, frutos e flores destinados fundamentalmente ao auto consumo e não para venda. Importador - Agente económico que compra directamente a terceiros mercadorias alimentares, provenientes dos restantes Estados-membros e de países terceiros. Incêndio florestal - Combustão não limitada no tempo nem no espaço e que atinge uma área florestal. Industrial - Pessoa singular ou colectiva que pretenda explorar ou seja responsável pela exploração de um estabelecimento industrial ou que nele exerça em seu próprio nome actividade industrial. Insecticidas e acaricidas - Substâncias ou preparados usados para controlar e combater insectos e ácaros. Intraconsumo - Conjunto de produtos agrícolas com origem na própria agricultura e aí utilizados como meios de produção (ex.: sementes e plantas, alimentos para animais, ovos para incubação, etc.). Juros - Nos termos do instrumento financeiro acordado entre um mutuante e um mutuário, os juros são o montante a pagar pelo segundo ao primeiro ao longo de um determinado período de tempo sem reduzir o montante do capital em dívida. Lagar de azeite - Estabelecimento industrial destinado à produção de azeite a partir das azeitonas. Leguminosas secas para grão - Leguminosas cultivadas para colheita do grão após maturação completa, quer se destinem à alimentação humana ou à alimentação animal. Leguminosas secas para grão em cultura estreme para gado - Leguminosas secas para grão, tais como ervilhas, favas, favarolas, ervilhacas e tremoços, em cultura estreme (sem mistura), para utilização na alimentação animal. Leite cru - Leite que não tenha sido aquecido a uma temperatura superior a 40ºC., nem submetido a um tratamento de efeito equivalente. Leite para consumo - Leite destinado ao consumo humano, cru ou submetido a um tratamento pelo calor (pasteurizado, esterilizado e UHT). Leite gordo ou inteiro - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor natural de matérias gordas seja igual ou superior a 3,5% ou cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a 3,5% no mínimo. Estatísticas Agrícolas 2007 13 Leite meio gordo (ou parcialmente desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a um valor que vai de 1,5% no mínimo a 1,8% no máximo. Leite magro (ou desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a um valor que vai até 0,3 %, no máximo. Leite fermentado (ou acidificado) - Leite caracterizado por ser um produto acidificado pelo ácido láctico e por escassas quantidades de outros compostos orgânicos, igualmente ácidos, produzidos por bactérias típicas; como consequência deste processo acidificação as proteínas do leite coagulam e precipitam-se dissociando-se posteriormente em aminoácidos. As bactérias lácteas fermentam uma parte da lactose do leite produzindo ácido, bem como outros açúcares. Leites em pó - Produto pulverulento, obtido directamente, por eliminação da água do leite, do leite parcialmente desnatado, do leite magro ou de uma mistura destes com ou sem nata e cujo teor de humidade seja inferior ou igual a 5%, em massa, do produto final. Leitões - Suínos machos e fêmeas com peso vivo inferior a 20 kg. Lenha - Quantidade de madeira redonda removida para ser consumida nesse estado (para aquecimento, para cozinhar) ou para ser utilizada como matéria prima para a obtenção de carvão. Limite Máximo de Resíduos (LMR) - concentração máxima autorizada do resíduo de um pesticida no interior e à superfície de géneros alimentícios ou de alimentos para animais. Madeira para triturar (redonda e partida) - Madeira redonda em bruto, excepto toros, para a produção de pasta, painéis de partículas ou de fibras. Esta madeira pode ser contabilizada com ou sem casca e pode estar na forma de madeira redonda ou partida. Madeira serrada - Madeira que foi produzida tanto com madeira redonda nacional ou importada, serrando longitudinalmente ou por um processo de quebra da madeira com uma espessura superior a 5 mm (com pequenas excepções). Inclui pranchas, travessas, vigas, tábuas, esteios, pedaços de madeira, ripas, caixotes e caixas. Manteiga - Produto butiroso obtido exclusivamente do leite de vaca ou da sua nata, com ou sem adição de sal e/ou culturas lácteas, apresentando-se sob a forma de uma emulsão sólida e maleável, com teor de matéria gorda igual ou superior a 80 % e inferior a 90%, com teor de humidade máximo de 16% e de matéria seca desengordurada de 2%. Inclui a manteiga com ervas, especiarias ou aromas. Matadouro - Estabelecimento aprovado e licenciado pelas entidades competentes para a execução de abates e preparação de carcaças das espécies (bovina, ovina, caprina, suína, equina, aves, leitões e espécies abrangidas na designação de caça de criação) destinadas ao consumo público ou destinadas à indústria. Matas e florestas - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo choupais, quer se trate de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com espécies diversas), bem como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às necessidades da exploração (com ou sem culturas sob coberto). Matas e florestas sem culturas sob-coberto - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo choupais, quer se trate de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com espécies diversas), bem como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às necessidades da exploração. Mão-de-obra não familiar - Pessoas remuneradas pela exploração e ocupadas nos trabalhos agrícolas da exploração, que não sejam nem o produtor nem membros da sua família. Miudezas das aves - As vísceras das aves usadas como alimento, compreendendo a cabeça e as patas quando separadas da carcaça. Estatísticas Agrícolas 2007 Leitelho - Sub-produto do fabrico da manteiga, obtido após batedura ou butirização em contínuo da nata e separação da fracção gorda sólida, que embora possa ser utilizado na alimentação humana, é quase sempre utilizado na alimentação de suínos ou de vitelos. 14 Miudezas do gado abatido - As carnes frescas não incluídas na carcaça, mesmo quando estando presas a esta pelas suas ligações naturais. Inclui a cabeça com ou sem língua, pulmões com a traqueia, coração, diafragma, esófago, estômago, intestinos (tripa), fígado, baço, pâncreas, epiplons, mesentério, órgãos genitourinários, (excepto rins, verga e útero), extremidades locomotoras e cauda. Modo de produção biológico - Modo de produção agrícola, sustentável, baseado na actividade biológica do solo, alimentada pela incorporação de matéria orgânica, que constitui a base da fertilização, evitando o recurso a produtos químicos de síntese e adubos facilmente solúveis, respeitando o bem-estar animal e os encabeçamentos adequados, privilegiando estratégias preventivas na sanidade vegetal e animal. Procura-se, desta forma, a obtenção de alimentos de qualidade, a sustentabilidade do ambiente, a valorização dos recursos locais e a dignificação da actividade agrícola. Nata - Produto obtido do leite através da concentração da sua matéria gorda e que apresenta um teor de matéria gorda superior a 10% do peso do produto. Nematodicida - Substância ou preparado usado para combater nemátodos. Novilhas - Bovinos fêmeas não paridas, que não sejam considerados bovinos leves. Novilhos - Bovinos machos inteiros, com idade inferior a 2 anos, que não sejam considerados bovinos leves. Óleo - Gordura líquida extraída de substâncias animais, minerais e ou vegetais de numerosas espécies usadas como alimento, matéria-prima industrial, combustível, lubrificante, etc. Óleo mineral - Hidrocarboneto usado para combater insectos, ácaros e infestantes ou como adjuvante. Ocorrência (de incêndio florestal) - Incêndio, queimada ou falso alarme que origina a mobilização de meios dos bombeiros. Outra madeira redonda industrial - Madeira redonda industrial (madeira em bruto) excepto toros para serrar e folhear e/ou triturar. Inclui madeira redonda que será usada para estacas, postes, vedações, etc. Outras vacas - Compreende as vacas aleitantes (incluindo as de refugo) e as vacas de trabalho. Outros impostos sobre a produção - “Outros impostos sobre a produção” são todos os impostos em que as empresas incorrem pelo facto de se dedicarem à produção, independentemente da quantidade ou do valor dos bens e serviços produzidos ou vendidos. Podem ser devidos por terrenos, activos fixos ou mão-de-obra empregada no processo de produção ou em certas actividades ou operações. Outros subsídios à produção - Os “outros subsídios à produção” recebidos por unidades produtivas residentes em consequência da sua actividade produtiva são subsídios não ligados à quantidade ou ao valor dos bens e serviços produzidos ou vendidos. Ovelha - Ovino fêmea que já pariu. Inclui-se no conceito as borregas destinadas à reprodução e as ovelhas de refugo. Ovos de incubação - Ovos produzidos pelas aves de capoeira e destinados a serem incubados. Painel de fibras - Painel produzido a partir de fibras de madeira ou outros materiais lenhoso-celulósicos. Inclui painéis de fibras que são pressionados para ser lisos e produtos de painéis de fibras moldados. Subdivide-se em painel de fibras duras (densidade > 0,8 g/cm) e MDF (painel de fibras de média densidade - 0,5 < densidade <= 0,8 g/cm3). Painel de partículas - Painel produzido a partir de pequenos pedaços de madeira ou outros materiais lenhosocelulósicos juntos por um aglutinante orgânico com um ou mais agentes (calor, pressão, humidade, etc.). Papéis para embalagem - Inclui materiais para caixa, papéis para embalagem, outros papéis e cartões principalmente para embalagem e outros papéis e cartões (para fins industriais e especiais). Papéis para usos domésticos e sanitários - Incluem uma larga gama de tissues e outros papéis para a higiene utilizados em casas de habitação ou instalações comerciais e industriais. Papéis para usos gráficos - Inclui papel de jornal, papéis não revestidos de pasta mecânica, papéis não revestidos de pasta química e papéis revestidos. Estatísticas Agrícolas 2007 15 Pasta de papel - Material fibroso preparado de rolaria para triturar, resíduos de madeira, partículas ou resíduos por processo mecânico e/ou químico para produção de papel, cartão, painel de fibras ou outros processos celulósicos. A unidade de reporte é a tonelada métrica em peso seco ao ar, isto é com 10% de humidade (90% sdt). Pastas químicas ao sulfato (ou kraft) - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente pressurizado na presença de um licor de hidróxido de sódio (soda). Esta pasta pode ser branqueada ou crua. Os usos finais são muito numerosos, sendo a pasta branqueada utilizada em particular para papéis de usos gráficos, tissues e cartolinas. A pasta crua é utilizada geralmente para liner, para cartão canelado, papéis de embrulho, papéis para embalagem (sacos), envelopes e outros papéis especiais não branqueados. Pastas químicas ao sulfito - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente pressurizado na presença de licor de bissulfito. Os usos finais incluem papel de jornal, papéis de escrita, tissues e papéis de uso doméstico e sanitário. Esta pasta pode ser branqueada ou crua. Peso limpo de carcaça - Peso em frio do corpo do animal de abate depois de esfolado, sangrado, eviscerado e depois da ablação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do tarso, da cabeça, da cauda, dos rins e das gorduras envolventes dos rins, assim como do úbere (ver peso limpo da carcaça de cada espécie de gado abatido). Peso limpo da carcaça dos bovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado, esfolado, eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do tarso, da cabeça, da cauda, das gorduras envolventes dos rins e do úbere, bem como dos materiais de risco específicos. Peso limpo da carcaça dos caprinos e ovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado, esfolado, eviscerado e depois de cortada a cabeça (separada ao nível das articulações occipito-atloidea), os pés (cortados ao nível das articulações carpo-metacárpicas ou tarso-metatársicas), a cauda (cortada entre a 6ª e 7ª vértebras caudais), o úbere e os órgãos genitais. Os rins e as gorduras envolventes dos rins fazem parte da carcaça. Peso limpo da carcaça dos suínos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado e eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, dos rins, das gorduras envolventes rins e banha. O toucinho do lombo, a cabeça, os pés e a cauda fazem parte da carcaça. Peso limpo da carcaça dos equídeos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado, esfolado e eviscerado, despojado da pele e de todos os órgãos internos com excepção dos rins e gordura envolvente, depois de desprovidos da cabeça, extremidades locomotoras e cauda. População agrícola familiar - Conjunto das pessoas que fazem parte do agregado doméstico do produtor (singular), quer trabalhem ou não na exploração, bem como de outros membros da família que não pertencendo ao agregado doméstico participam regularmente nos trabalhos agrícolas da exploração. Porcas reprodutoras - Suínos fêmeas com um peso vivo igual ou superior a 50 kg e mais que já pariram e as não paridas, mas destinadas à reprodução (excepto as porcas de refugo) Porcos de engorda - Suínos machos e fêmeas não reprodutores com peso vivo igual ou superior a 20 kg. Pousio - Terras incluídas no afolhamento ou rotação, trabalhadas ou não, não fornecendo colheitas durante toda a campanha, tendo em vista o seu melhoramento. Podem apresentar-se sob as formas de: a) terras sem qualquer cultura; b) terras com uma vegetação espontânea, em certos casos utilizada pelos animais ou enterrada; c) terras semeadas tendo em vista a exclusiva produção de matéria verde para ser enterrada e aumentar a fertilidade do solo. Povoamento florestal - Áreas ocupadas por um conjunto de árvores florestais crescendo num dado local, suficientemente homogéneas na composição específica, estrutura, idade, crescimento ou vigor, e cuja percentagem de coberto é no mínimo de 10%, que ocupa uma área no mínimo de 0,5 ha e largura não inferior a 20 m. Estatísticas Agrícolas 2007 Pastagens permanentes - Conjunto de plantas, semeadas ou espontâneas, em geral herbáceas, destinadas a serem comidas pelo gado no local em que vegetam, mas que acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano. Não estão incluídas numa rotação e ocupam o solo por um período superior a 5 anos. 16 Prados temporários - Plantas herbáceas semeadas, destinadas a serem comidas pelo gado no local onde vegetam, integradas numa rotação, ocupando o solo por um período geralmente não superior a 5 anos. Acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano. Preço base - Montante recebido pelo produtor através do comprador, por unidade de bem ou serviço produzido, subtraindo-se os impostos a pagar sobre esse bem ou serviço e somando-lhe os subsídios a receber, relativo a esse bem ou serviço. Preço no produtor - Preço de compra ao agricultor/produtor ou preço de primeira venda pelo agricultor/produtor, à saída da exploração agrícola/unidade produtiva, excluindo subsídios ao produto e incluindo prémios de qualidade (sempre que existam) e impostos, excepto o IVA dedutível. Prestadores de serviços – Pessoa singular ou colectiva que desenvolve operações a título oneroso, as quais não constituem transmissões, aquisições intracomunitárias ou importações de bens. Inclui-se nesta rubrica a restauração e a hotelaria. Produção de leite - Inclui a totalidade do leite produzido: entregas à indústria, vendas directas e leite utilizado na exploração agrícola (destinado à alimentação animal excepto o mamado directamente pelas crias, autoconsumido e transformado em produtos lácteos). Produção de madeira - Diz respeito ao volume sólido ou ao peso da produção total dos produtos. Inclui a produção de produtos que podem ser imediatamente consumidos na produção de outro produto (pasta de papel, que pode ser imediatamente convertida em papel como parte do processo contínuo). Exclui a produção de folheados usados para a produção de contraplacados no mesmo país. A unidade de reporte é o metro cúbico sólido sem casca (em volume) no caso da madeira serrada ou das aparas ou dos resíduos ou dos painéis de madeira e toneladas métricas no caso do carvão, pasta e produtos de papel. Produção indígena bruta (carnes) - Produção líquida acrescida do saldo do comércio internacional de animais vivos (exportação - importação), convertido a peso carcaça. Produção líquida (carnes) - Produção correspondente ao abate de animais realizado dentro do território nacional e aprovado para consumo, para cujo cálculo não se entrou em linha de conta com a proveniência dos animais abatidos (produzidos internamente ou importados). Produção do ramo agrícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações agrícolas (produção vegetal, produção animal, serviços agrícolas e actividades secundárias), incluindo os intraconsumos. Produção do ramo silvícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações silvícolas (silvicultura, exploração florestal e actividades de serviços relacionados), incluindo os intraconsumos. Produção utilizável - Quantidade disponível para a eventual utilização dentro e fora da agricultura, resultante do processo de produção e durante o período de referência, após a dedução das perdas de colheita e de transporte do campo para a exploração agrícola e das destruições efectuadas no próprio campo. Produtor agrícola - Responsável jurídico e económico da exploração, isto é, a pessoa física ou moral por conta e em nome do qual a exploração produz, retira os benefícios e suporta as perdas eventuais, tomando as decisões de fundo relativas ao sistema de produção, investimentos, empréstimos, etc.. Produtor singular autónomo - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade própria ou de pessoas do seu agregado doméstico na sua exploração, com ou sem recursos ao trabalho assalariado. Produtor singular empresário - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade de pessoal assalariado na sua exploração. Produtos fitofarmacêuticos - Substâncias que se destinam a proteger os vegetais ou os produtos vegetais contra todos os organismos prejudiciais ou a impedir a sua acção. Ex.: acaricidas, insecticidas, fungicidas, herbicidas, etc.. Quantidade de madeira removida - Toda a madeira removida com ou sem casca. É um agregado que inclui a lenha, a madeira para serrar e folhear (toros) e para triturar (rolaria) e outras madeiras redondas industriais. Estatísticas Agrícolas 2007 17 Queijo - Produto fresco ou curado, de consistência variável, obtido por coagulação e dessoramento do leite ou do leite (total ou parcialmente desnatado, mesmo que reconstituído), assim como da nata, do leitelho e a mistura de alguns ou de todos estes produtos, (incluindo lactosoro), sem ou com adição de outros géneros alimentícios. Queijo fundido - Produto obtido a partir de um ou vários tipos de queijo, submetidos a fusão emulsionante, sem ou com adição de outros géneros alimentícios, podendo ou não ser esterilizado. Inclui as preparações à base de queijo fundido. Ramo de actividade - Um ramo de actividade agrupa as unidades de actividade económica ao nível local que exercem uma actividade económica idêntica ou similar. Ao nível mais pormenorizado de classificação, um ramo de actividade compreende o conjunto das UAE locais inseridas numa mesma classe (4 dígitos) da NACE Rev.1 e que exercem, por conseguinte, a mesma actividade, tal como definida na NACE Rev.1. Reacendimento - Reactivamento de um incêndio, depois de este ter sido considerado extinto. A fonte de calor é proveniente do incêndio inicial. O reacendimento é considerado parte integrante do incêndio principal (a primeira ignição observada não depende de qualquer outra área percorrida pelo incêndio). Rendimento dos factores - Indicador económico que permite medir a remuneração de todos os factores de produção que deram origem à Produção do Ramo. Esta variável é calculada subtraindo ao valor acrescentado líquido a preços de base, os outros impostos sobre a produção e somando os outros subsídios à produção. Rendimento empresarial líquido da agricultura - Saldo contabilístico obtido adicionando ao excedente líquido de exploração os juros recebidos pelas unidades agrícolas constituídas em sociedade e deduzindo as rendas (isto é, rendas de terrenos e parcerias) e os juros pagos. Mede a remuneração do trabalho não assalariado, das terras pertencentes às unidades e do capital. È semelhante ao conceito, usado na contabilidade das empresas, de lucro corrente antes da distribuição e dos impostos sobre o rendimento. Embora o rendimento empresarial líquido não seja habitualmente calculado para os ramos de actividade, é geralmente possível calculálo para o ramo agrícola, pois pode se determinar a parte dos juros e das rendas ligada exclusivamente à actividade agrícola (e às actividades secundárias não agrícolas). Reses ou animais de talho - Animais domésticos, destinados à alimentação humana, das espécies bovina, ovina, caprina, suína e equina, cujas carnes são vendidas sob a designação comercial, respectivamente de vaca, vitela, vitelão e novilho, de carneiro ou borrego, de cabra ou cabrito, de porco ou leitão e de cavalo. Retalhista - Agente económico que exerce como actividade principal o comércio a retalho. Superfície agrícola utilizada (SAU) - Superfície da exploração que inclui: terras aráveis (limpa e sob-coberto de matas e florestas), horta familiar, culturas permanentes e pastagens permanentes. Superfície agrícola não utilizada - Superfície da exploração anteriormente utilizada como superfície agrícola, mas que já o não é por razões económicas, sociais ou outras. Não entra em rotações culturais. Pode voltar a ser utilizada com auxílio dos meios geralmente disponíveis na exploração. Superfície irrigável - Superfície máxima da exploração que no decurso do ano agrícola, poderia, se necessário, ser irrigada por meio de instalações técnicas próprias da exploração e por uma quantidade de água normalmente disponível. Superfície total da exploração - Soma da superfície agrícola utilizada, da superfície das matas e florestas sem culturas sob-coberto, da superfície agrícola não utilizada e das outras superfícies da exploração. Superfície agrícola utilizada por arrendamento fixo - Superfície agrícola utilizada de que a exploração dispõe por um período superior a uma campanha agrícola, mediante o pagamento em dinheiro, em géneros, em ambas as coisas ou em prestação de serviços, de um montante previamente fixado e independente dos resultados da exploração. Este valor é fixado num contrato de arrendamento (escrito ou oral) celebrado entre o proprietário da terra e o produtor o qual estabelece ainda a duração do período do uso e fruição da terra por este último. Estatísticas Agrícolas 2007 Remuneração dos assalariados - As remunerações dos assalariados definem-se como o total das remunerações, em dinheiro ou em espécie, a pagar pelos empregadores aos assalariados como retribuição pelo trabalho prestado por estes últimos no período de referência. 18 Superfície agrícola utilizada por conta própria - Superfície agrícola utilizada que é propriedade do produtor. Consideram-se também como exploradas por conta própria as terras cultivadas pelo produtor a título de usufrutuário, superficiário ou outros título equivalentes, em que: a) usufrutuário é o beneficiário de um direito denominado usufruto, que consiste no direito de converter em utilidade própria o uso ou o produto de um bem alheio, cabendolhe todos os frutos que o bem usufruído produzir; b) superficiário é o beneficiário de um direito de superfície, ou seja o direito de uma pessoa ter propriedade de plantações feitas em terreno alheio, com autorização ou consentimento do proprietário. Soro de leite - Subproduto do fabrico do queijo ou da caseína através da acção dos ácidos, do coalho e/ou de processos físico-químicos. Tempo de actividade na exploração agrícola - Tempo consagrado aos trabalhos agrícolas e para-agrícolas da exploração agrícola. Terras aráveis - Terras cultivadas destinadas à produção vegetal, as terras retiradas da produção, ou que sejam mantidas em boas condições agrícolas e ambientais nos termos artigo 5º do Regulamento (CE) nº 1782 / 2003,e as terras ocupadas por estufas ou cobertas por estruturas fixas ou móveis. Tempo completo de actividade na exploração - Tempo consagrado aos trabalhos de exploração que corresponde a 240 dias de trabalho por ano (equivalente a 40 ou mais horas por semana, 240 dias ou mais por ano, incluindo 1 mês de férias). Toros para serrar e folhear (inclui dormentes para vias férreas) - Madeira redonda para serrar, longitudinalmente, para o fabrico de madeira serrada ou de dormentes, para vias férreas ou para folhear (principalmente pelo acto de descascar ou cortar às fatias) para a produção de folhas. Trabalhador permanente - Assalariado que trabalha com regularidade na exploração ao longo do ano agrícola, isto é, todos os dias, alguns dias por semana ou alguns dias por mês. Transferências de capital - São transferências, em dinheiro ou em espécie, efectuadas pelas administrações públicas ou pelo resto do mundo a unidades de produção, para lhes permitir financiar, na totalidade ou em parte, o custo de aquisição de activos fixos ou indemnizar os proprietários de bens de capital que tenham sido destruídos por actos de guerra, catástrofes naturais ou perdas excepcionais devidas a causas externas à unidade de produção. Transformação industrial - Quantidades de produtos utilizados na fabricação de um produto derivado alimentar, para o qual existe um balanço específico. Unidade de trabalho ano (UTA) - Unidade de medida equivalente ao trabalho de uma pessoa a tempo completo realizado num ano medido em horas ( 1 UTA = 240 dias de trabalho a 8 horas por dia). Utilização industrial - Emprego que inclui as quantidades de produtos utilizados pela indústria para fabricação de outros não destinados à alimentação humana ou animal, nomeadamente os consumidos pela indústria dos químicos, da cerveja, do álcool, etc. Vaca - Bovino fêmea que já pariu. Vaca leiteira - Bovino fêmeas que já tenha parido e cujo leite seja exclusiva ou principalmente vendido ou consumido pela família do produtor (inclui as vacas leiteiras de refugo). Valor acrescentado bruto (VAB) - Corresponde ao saldo da conta de produção, a qual inclui em recursos, a produção, e em empregos, o consumo intermédio, antes da dedução do consumo de capital fixo. Tem significado económico tanto para os sectores institucionais como para os ramos de actividade. O VAB é avaliado a preços de base, ou seja, não inclui os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos. Valor acrescentado líquido - Valor acrescentado bruto deduzido do consumo de capital fixo de bens de equipamento, edifícios, construções e plantações. Variação de existências - Diferença entre as existências no final do período de referência e o início do mesmo, de produtos primários e de produtos transformados convertidos em produto primário, na posse do produtor agrícola, do utilizador (indústria transformadora) e do comerciante grossista. Inclui as existências resultantes de intervenção por razões de regularização do mercado e os stocks de segurança alimentar e exclui as existências nos comerciantes retalhistas e nos consumidores finais. Estatísticas Agrícolas 2007 19 Varrasco - Suíno macho reprodutor com mais de 50 kg de peso vivo, que efectue regularmente a cobrição. Vendas (saídas da agricultura) - Emprego que compreende os quantitativos de produtos escoados para o mercado pelos produtores agrícolas ou outros, com exclusão das quantidades usadas em autoconsumo, os intraconsumos, as variações de existências e as perdas na exploração. Vinho de mesa - Vinho não classificado como V.Q.P.R.D. (incluindo os obtidos por desclassificação de V.Q.P.R.D. ou de vinho regional), com um título alcoométrico volúmico adquirido igual ou superior a 8,5% volume, desde que este vinho resulte exclusivamente de uvas colhidas nas zonas vitícolas A e B, e igual ou superior a 9% volume nas restantes zonas, bem como um título alcoométrico volúmico total igual ou inferior a 15% volume. Vinho regional - Vinho de mesa com direito a indicação geográfica, produzido de acordo com as regras definidas para a região de proveniência. Vitelão - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, o dente primeiro molar que já apresente qualquer sinal de gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade superior a 6 meses. Volume de mão-de-obra-agrícola (VMOA) - Corresponde ao trabalho efectivamente aplicado na produção de produtos agrícolas e das actividades não agrícolas não separáveis das unidades agrícolas que compõem o ramo. Por definição, pode ser dividido em assalariado e não assalariado, e é expresso em unidades de trabalho ano (UTA), correspondendo estas à prestação, medida em tempo de trabalho, de uma pessoa que efectua, a tempo inteiro e durante todo o ano, actividades agrícolas numa unidade agrícola. Estatísticas Agrícolas 2007 Vitela - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, a ausência de qualquer sinal de gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade inferior a 6 meses, considerados bovinos leves. 20 Pesos e Medidas Produtos Animais de açougue - Vitelos - Novilhos - Bois - Vacas - Novilhas - Caprinos - Equídeos - Ovinos - Suínos Animais de capoeira - Coelhos - Frangos - Galinhas - Patos - Perus - Pombos Diversos - Azeite - Azeitonas - Ovos - Vinho Equivalência (kg) Unidade unidade » » » » » » » » (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) 155,0 313,3 352,3 263,9 251,5 6,1 171,8 10,2 63,6 unidade » » » » » (b) (b) (b) (b) (b) (b) 1,8 1,0 1,7 1,7 5,6 0,3 Pesos e medidas hectolitro » milhar hectolitro 91,66 65,00 55,00 100,00 Produtos Unidade Leite inteiro de: - Cabra - Ovelha - Vaca Madeiras - Azinho - Castanho - Choupo - Criptoméria - Eucalipto - Faia - Nogueira - Pinheiro bravo - Pinheiro manso - Sobreiro Caça - Coelhos » - Lebres » - Perdizes » Equivalência (kg) litro » » 1,035 1,038 1,031 m3 » » » » » » » » » 1 070,00 580,00 470,20 270,00 800,00 720,00 680,00 530,00 580,00 803,00 unidade » » » » » (c) (a) (c) (a) (c) (a) (a) Peso limpo (b) Peso vivo (c) Peso sem tripas Factores de Conversão Produtos Animais de açougue - Bovinos - Caprinos - Equídeos - Ovinos - Suínos Animais de capoeira - Coelhos - Galináceos - Patos - Perus Caça - Coelhos - Lebres - Perdizes Cereais - Arroz - Centeio - Cevada - Milho - Trigo Frutas secas - Amêndoa - Amendoim - Avelã - Noz Lacticínios - Leite - » - » - » - » - » - » Diversos - Azeite Unidade - 1 kg de peso vivo - 1 kg » » - 1 kg » » - 1 kg » » - 1 kg » » - 0,59 kg de peso limpo - 0,40 kg de » » - 0,55 kg de » » - 0,40 kg de » » - 0,75 kg de » » - 1 kg de peso vivo - 1 kg » » - 1 kg » » - 1 kg » » - 0,60 kg de peso limpo - 0,75 kg de » » - 0,70 kg de » » - 0,75 kg de » » - 1 kg de peso vivo - 1 kg » » - 1 kg » » - 0,60 kg de peso limpo - 0,60 kg de » » - 0,80 kg de » » - 1 kg de arroz em casca - 1 kg em grão - 1 kg » - 1 kg » - 1 kg » - 0,70 kg de arroz descascado - 0,76 kg de farinha - 0,66 kg de » - 0,91 kg de » - 0,80 kg de » - 1 kg de amêndoa em casca - 1 kg » amendoim em casca - 1 kg » avelã em casca - 1 kg » noz em casca - 0,225 kg de amêndoa descascada - 0,73 kg » amendoim descascado - 0,73 kg » avelã descascada - 0,73 kg » noz descascada Factores de conversão - Azeitonas - Cana sacarina - Chá - Cortiça » » - Tabaco » Estatísticas Agrícolas 2007 Equivalência aproximada - 1 l de leite de vaca -1l » » » » desnatado -1l » » » » » -1l » » » » » -1l » » » » » -1l » » » ovelha -1l » » » cabra - 0,12 kg de leite em pó - 0,08 a 0,09 kg de leite em pó - 0,36 kg de leite condensado a 65% - 0,04 kg de manteiga - 0,08 kg de queijo curado de vaca - 0,14 a 0,17 kg de queijo curado de ovelha - 0,12 kg de queijo curado de cabra - 1 l de azeite virgem - (100 - 2n+2) de azeite refinado 100 (n - grau de acidez) - 0,16 l de azeite - 0,07 kg de açucar - 0,24 kg de chá - 0,60 kg de granulado - 0,36 kg de aglomerados de isolamento - 0,80 kg de aglom. de revestimento e compostos - 0,56 kg » tabaco verde (folha) - 0,10 kg » » seco - 1 kg de azeitona - 1 kg » cana sacarina - 1 kg » folhas verdes - 1 kg » cortiça - 1 kg » » - 1 kg » » - 1 kg » tabaco verde (planta) - 1 kg » » » (folha) 0,800 0,560 1,600 1,120 0,400 0,340 Análise de Resultados 23 1 - A AGRICULTURA EM 2007 1.1 - Produção Vegetal Em termos climáticos, o ano agrícola 2006/07 caracterizou-se por um Outono de grande instabilidade meteorológica, com precipitações quase contínuas, por vezes intensas, acompanhadas de ventos fortes e trovoadas. Alguns solos atingiram a saturação, verificando-se intensa escorrência para as linhas de água. Em Dezembro as condições alteraram-se para céu limpo ou pouco nublado e as temperaturas desceram para os valores típicos de Inverno. A Primavera iniciou-se seca, com temperaturas diurnas amenas verificando-se, no entanto, acentuado arrefecimento nocturno. As precipitações, que ocorreram muitas vezes sob a forma de granizo e trovoadas, foram inferiores à normal. A partir de Maio regressou a instabilidade, com a alternância frequente de dias de sol e temperaturas próprias da época, com outros dias frios, acompanhados de intensa pluviosidade e vento forte. Figura 2 Figura 1 Temperatura (ano agrícola 2006/2007) Precipitação (ano agrícola 2006/2007) 300 (mm) ºC 30 250 25 200 150 20 100 15 50 10 0 Temperatura Média (Norte do Tejo) Temperatura Média (Sul do Tejo) Desvio da Normal (Norte do Tejo) Desvio da Normal (Sul do Tejo) Precipitação acumulada (Norte do Tejo) Precipitação Acumulada (Sul do Tejo) Desvio da Normal (Norte do Tejo) Desvio da Normal (Sul do Tejo) O Outono extremamente chuvoso, com precipitações quase ininterruptas até à primeira semana de Dezembro, encharcou os solos agrícolas, sobretudo nas zonas de várzea, e obrigou à suspensão das sementeiras de Outono/Inverno. Apesar da melhoria das condições meteorológicas ter permitido a retoma gradual dos trabalhos de sementeira, o excesso de humidade determinou o decréscimo generalizado das áreas semeadas com cereais de pragana. No final da Primavera e durante o Verão, a ocorrência de temperaturas elevadas e muita humidade proporcionaram as condições favoráveis ao aparecimento de problemas fitossanitários, designadamente doenças criptogâmicas, com especial destaque para os intensos ataques de míldio, oídio e podridões nas vinhas, batatais, tomate para a indústria e hortícolas. Nas fruteiras, nomeadamente nos pomares de pereiras foram a carepa (acidente fisiológico) e a stenfiliose (doença das manchas castanhas) que causaram maiores preocupações. Esta situação levou ao aumento da frequência dos tratamentos curativos e à consequente subida dos encargos, com reflexo negativo no rendimento das culturas. 1.1.1 - Cereais de Outono-Inverno As chuvas Outonais condicionaram as sementeiras e levaram à redução generalizada da superfície cerealífera, com especial destaque para o trigo duro (-57%) e trigo mole (-47%), seguindo-se o triticale com um decréscimo de 17% e a aveia de 14%; as áreas semeadas com cevada e centeio registaram quebras menos expressivas, cerca de 8% e 5%, respectivamente. Figura 3 Figura 4 Área de cereais de Outono/Inverno Produção de cereais de Outono/Inverno 3 3 10 ha 350 10 t 600 300 500 250 400 200 300 150 200 100 100 50 0 0 2003 2004 Total Cereais (*) 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2003 2004 Total Cereais (*) 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) Análise de Resultados Out-07 Set-07 Ago-07 Jul-07 Jun-07 Mai-07 Abr-07 Mar-07 Fev-07 Jan-07 Nov-06 Out-07 Set-07 Ago-07 Jul-07 Jun-07 Mai-07 Abr-07 Mar-07 Fev-07 Jan-07 -5 Dez-06 0 -150 Nov-06 -100 Dez-06 5 -50 24 Por outro lado, o prolongado encharcamento dos solos obrigou ao alargamento do período de sementeiras e condicionou a aplicação de adubos azotados e herbicidas, promovendo assim um desenvolvimento muito heterogéneo das searas. Esta situação conduziu a quebras de produtividade que viriam a ser agravadas, quer pelas elevadas temperaturas e pelos ventos secos de Março, que determinaram avanços no estado fenológico das culturas, quer pelas chuvas, queda de granizo e ventos fortes de Maio que contribuíram, para o ressurgimento de algumas infestantes e para acama das searas. Desta forma a campanha cerealífera 2006/07 saldou-se por quebras generalizadas de produção, quer relativamente ao ano anterior, quer à média do último quinquénio, em consequência de decréscimos nas superfícies e nos rendimentos unitários. 1.1.2 - Culturas de Primavera/Verão Cereais de Primavera/Verão: Apesar do aumento da cotação, das disponibilidades hídricas e das boas condições meteorológicas para a realização das sementeiras, a superfície de milho apenas registou um ligeiro aumento (+2%), face a 2006. Em contrapartida, a superfície de arroz registou um aumento superior (+6%), fixando-se nos 27 mil hectares. Figura 6 Figura 5 Área de arroz Área de milho 3 10 ha 160 103 ha 30 140 25 120 20 100 80 15 60 10 40 5 20 0 0 2003 2004 2005 Milho 2003 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2004 2005 Arroz 2006 2007 Med.quinq (2003-07) As searas apresentaram grande homogeneidade, com boas germinações e povoamentos uniformes. Ao contrário do esperado, os atrasos no desenvolvimento vegetativo das culturas arvenses de Primavera, provocados pelo Verão ameno, não afectaram as respectivas produtividades. Figura7 Figura 8 Produção de milho 3 Produção de arroz 3 10 t 900 10 t 180 800 160 700 140 600 120 500 100 400 80 300 60 200 40 100 20 0 0 2003 2004 Milho Estatísticas Agrícolas 2007 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2003 2004 Arroz 2005 2006 Med.quinq (2003-07) 2007 25 Culturas para a indústria: A transformação de tomate é a principal e a mais competitiva produção hortoindustrial, com 11 unidades industriais de transformação, cerca de 600 produtores agrupados em 29 organizações e ocupando uma superfície de 14,8 mil hectares de regadio. A qualidade da produção nacional, fruto das excelentes condições edafo-climáticas, aliada à total mecanização do processo e ao incremento da dimensão das explorações daí decorrente, contribuíram para o desenvolvimento do sector. No entanto, o conhecimento da proposta de desligamento das ajudas pelo sector, colocou a fileira perante um novo desafio que parece ter sido encarado com confiança por parte dos produtores, uma vez que a superfície de tomate para indústria aumentou cerca de 14%, face a 2006. Figura 9 Figura 10 Área de tomate para indústria Produção de tomate para indústria 3 3 10 ha 14 10 t 1 400 12 1 200 10 1 000 8 800 6 600 4 400 2 200 2003 2004 Tomate para Indústria 2005 2003 2004 Tomate para Indústria 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) Apesar dos ataques de míldio, que nalgumas searas de tomate provocaram elevados prejuízos, as temperaturas amenas, sem grandes ondas de calor, proporcionaram uma abundante floração e um bom vingamento dos frutos, tendo sido determinantes para os elevados níveis de produtividade, que se situaram nos 83,5 mil kg/ha, e rendimentos superiores aos obtidos nas duas últimas campanhas. Em 2003, a União Europeia aprovou uma Directiva (2003/30/CE, de 8 de Maio) para promover a utilização de biocombustíveis nos transportes, impondo a cada Estado Membro a integração de 5,75% de biocombustíveis nos combustíveis automóveis fósseis convencionais em 2010, 8% em 2015 e 20% em 2020. O Governo português aumentou esta fasquia para 10%, já em 2010. Paralelamente, foi também aprovada outra Directiva (2003/96/CE, de 27 de Outubro) que permite aos Estados Membros estabelecer isenções e reduções fiscais nos biocombustíveis. Neste sentido foram seleccionadas, numa primeira fase, seis empresas produtoras de biocombustíveis que beneficiaram da isenção de imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) em 2007, ficando responsáveis pela produção de 205 mil toneladas biocombustíveis. Os biocombustíveis mais comuns são o biodiesel produzido a partir de oleaginosas (girassol, soja, colza, palma) e o bioetanol produzido a partir de cereais (milho, trigo), beterraba sacarina e biomassa florestal. Portugal, à semelhança de outros países, iniciou a produção de biocombustíveis pelo biodiesel, produzido a partir de oleaginosas, matéria-prima para a qual o contributo da agricultura portuguesa continua a ser tradicionalmente reduzido. Apesar de nem todas as operadoras terem apostado na produção de girassol nacional, a área contratualizada com os agricultores atingiu os 17,6 mil hectares, o que representa um aumento de 126%. O acompanhamento técnico efectuado pelas operadoras junto dos produtores permitiu um acréscimo muito significativo na produtividade do girassol, que atingiu os 800 kg/ha. Figura 12 Figura 11 Produção de girassol Área de girassol 3 3 10 ha 40 10 t 20 35 18 30 16 25 14 12 20 10 15 8 10 6 5 4 2 0 2003 2004 Girassol 2005 2006 Med.quinq (2003-07) 2007 0 2003 2004 Girassol 2005 2006 Med.quinq (2003-07) 2007 Análise de Resultados 0 0 26 Numa segunda fase, com a isenção do ISP para o bioetanol, o contributo da matéria-prima nacional poderá ser substancialmente superior, com reflexos positivos na dinamização da actividade agrícola. A Organização Comum de Mercados (OCM) do açúcar é regida, desde 1968, por regulamentos europeus, que estabelecem as regras relativas aos preços, quotas e trocas comerciais com países terceiros. O actual objectivo da Comissão é o de assegurar o equilíbrio do mercado através da redução da quota do açúcar em 6 milhões de toneladas até à campanha 2009/2010. Em Portugal, a quota de 70 mil toneladas de açúcar atribuída à Sociedade de Desenvolvimento Agro-Industrial (DAI) foi reduzida para 34,5 mil toneladas na actual campanha (2007-2008) e para 15 mil toneladas na próxima. A redução da quota mas também a queda do preço e o Outono muito chuvoso levaram a uma redução considerável da superfície de beterraba, que de acordo com a DAI, no Continente se situou nos 2,5 mil hectares (-33%). Figura 13 Figura 14 Área de beterraba sacarina Produção de beterraba sacarina 3 3 10 ha 10 10 t 700 9 600 8 500 7 6 400 5 300 4 3 200 2 100 1 0 0 2003 2004 2005 2006 Beterraba Sacarina 2007 2003 2004 Beterraba Sacarina Med.quinq (2003-07) 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) No entanto, devido às condições climatéricas e ao know-how adquirido pelos produtores, a produtividade atingiu um valor recorde de 91,5 toneladas por hectare, o que se traduziu numa produção bruta de 235 mil toneladas de beterraba e 34,5 mil toneladas de açúcar, precisamente a quota atribuída à DAI. Batata: A produção de batata, cerca de 656,6 mil toneladas, registou, em virtude dos bons calibres, um aumento de 7%, face à colheita transacta. No entanto, as intensas chuvas de Junho e Julho provocaram fortes ataques de míldio que prejudicaram a qualidade, originando problemas de conservação e armazenamento dos tubérculos. Em algumas regiões, a campanha de comercialização da batata iniciou-se com uma oferta abundante e uma cotação inferior à esperada. Figura 15 Figura 16 Área de batata Produção de batata 103 t 900 3 10 ha 50 800 48 700 46 600 44 500 42 400 300 40 200 38 100 36 0 2003 2004 Batata Estatísticas Agrícolas 2007 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2003 2004 Batata 2005 2006 Med.quinq (2003-07) 2007 27 1.1.3 Culturas Permanentes Produção de Frutos Frescos: Os pomares de pêras tiveram, de um modo geral, um início de floração bastante prometedor. Posteriormente, os ventos fortes, as elevadas precipitações mas principalmente a falta de horas de calor, afectaram a frutificação, comprometendo assim as expectativas iniciais. Desta forma, a produção de pêra, devido à diminuição dos calibres, registou uma quebra de 19% em relação à campanha anterior. A qualidade foi prejudicada pelos ataques de stenfiliose, mas principalmente devido à carepa, importante problema fisiológico que desvaloriza os frutos pela redução do tamanho, aspecto e deformação, embora melhore algumas características que o mercado não aproveita, como a firmeza da polpa, acidez, teores de açúcar e aromas. Na maçã os bons calibres compensaram, de certa forma, o menor número de frutos pelo que, e ao contrário do inicialmente previsto, a produção não registou grandes alterações (-4%), face a 2006. Nos pomares de cerejeiras as intensas chuvas, ocorridas durante toda a fase de maturação do fruto, afectaram a produção, cuja quebra atingiu os 40%, e fendilharam uma parte significativa dos frutos, reduzindo assim a sua capacidade de conservação e apresentação. Por estas razões, a colheita de 2007 foi uma das piores dos últimos anos. Figura 18 Figura 17 Produção de cereja Produção de pêra 10 t 200 10 t 18 180 16 160 14 140 12 120 10 100 8 80 6 60 Análise de Resultados 3 3 4 40 2 20 0 0 2003 2004 Pêra 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2003 2004 Cereja 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) Produção de Citrinos: A colheita da laranja no Algarve, principal região produtora, é efectuada de forma escalonada podendo, no entanto, distinguir-se 3 épocas: de Novembro a Março colhem-se as variedades tradicionais (New Hall, Dalmau e Baía), de Março a Maio colhem-se as variedades Lane Late, Rhodes e Barnfield, muito apreciadas pelo mercado devido às suas características (doces, de casca fina e pouco manchadas), mas ainda pouco representativas, embora com muitos pomares novos; finalmente, de Maio a Setembro, é efectuada a colheita da Valencia Late e D. João. A produção de laranja em 2006/07 registou uma quebra na ordem dos 10%, para a qual contribuíram os elevados teores de humidade durante a floração, que originaram uma queda anormal de flor. Também o stress e o consequente enfraquecimento das laranjeiras, em resultado das dificuldades de escoamento ocorridas na campanha anterior e que obrigaram à prolongada permanência das laranjas nas árvores, contribuíram para o mau vingamento do fruto. De referir ainda que as variedades de Inverno (New Hall, Dalmau e Baía) apresentavam coloração verde, tendo sido necessário recorrer ao processo de “desverdização”. Nas variedades de Verão os prejuízos causados pela mosca-do-mediterrâneo foram, nalguns pomares, significativos. 28 Produção de Frutos de Casca Rija: Nos amendoais de Trás-os-Montes a ocorrência de geadas tardias, intensa precipitação e granizo, foram determinantes para a quebra na produção nacional (-6%). Nos soutos foram as baixas temperaturas de Agosto que, ao afectarem a floração da castanha, determinaram as fortes quebras de produção (-29%). Figura 19 Figura 20 Produção de amêndoa Produção de castanha 3 3 10 t 30 10 t 35 25 30 25 20 20 15 15 10 10 5 5 0 0 2003 2004 2005 Amêndoa 2006 2007 Med.quinq (2003-07) 2003 2004 Castanha 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) Vinha: A vinha foi das culturas mais afectadas pela ocorrência de variações térmicas e muita humidade que proporcionaram as condições favoráveis para o aparecimento e proliferação de doenças criptogâmicas, míldio e oídio, e acidentes fisiológicos, designadamente o desavinho (as flores não originam frutos) e, embora com menor incidência, a bagoinha (no mesmo cacho aparecem, além de bagos normais, outros de dimensões reduzidas, por vezes sem grainha e sem atingirem a maturação). Desta forma, a vindima de 2007 não foi das melhores, registando-se por um lado, uma quebra na produção da uva para vinho na ordem dos 20%, que em algumas regiões rondou os 50%, levando mesmo a que muitas adegas funcionassem muito abaixo das respectivas capacidades e, por outro, ao aumento dos encargos resultantes dos inúmeros tratamentos fitossanitários efectuados no combate ao míldio e oídio. Apesar da quebra de produção e dos problemas sanitários que ensombraram o ano vitícola, os mostos, de um modo geral, apresentaram boa acidez, estrutura e aroma agradável. Para a obtenção destas características foi determinante o tempo seco durante as vindimas, factor crítico de qualidade dos vinhos, mas também a estação Outono-Inverno chuvosa, que ao restabelecer as reservas de água do solo promoveu o crescimento da videira e o aumento da área foliar, facilitando desta forma o pleno uso da luminosidade do Verão e a maturação equilibrada das uvas. Figura 21 Produção de vinho 103 hl 8 000 7 000 6 000 5 000 4 000 3 000 2 000 1 000 0 Com excepção dos vinhos alentejanos que têm vindo a conquistar novos mercados externos, as perspectivas Vinho Med.quinq (2003-07) de comercialização dos vinhos não são as melhores. A quebra de produção e a qualidade da vindima de 2007 são insuficientes para ultrapassar as dificuldades estruturais do sector, designadamente a diminuição do consumo, o excesso de oferta, a produção ainda significativa de vinho de menor qualidade e a difícil situação económica de muitas adegas cooperativas. 2003 2004 2005 2006 2007 A reforma da Organização Comum do Mercado (OCM) do vinho pretende contribuir para a resolução destes problemas, através do estabelecimento de regras para a diminuição da oferta, disponibilizando incentivos ao arranque em situações que o justifiquem (vinhas envelhecidas ou implantadas em áreas desfavoráveis para a produção de vinho de qualidade e quando o potencial de produção é excessivo face ao consumo) e também de medidas endereçadas à reestruturação da vinha no sentido de melhorar a qualidade da produção, sem reflexos no aumento da oferta. Estatísticas Agrícolas 2007 29 Olival: No olival as condições meteorológicas adversas na altura da floração e posteriormente o tempo quente e seco que condicionou o enchimento dos frutos e provocou, aliado aos ventos fortes, a queda da azeitona, determinaram quebras de produção na ordem dos 44%. Nalguns olivais tradicionais o estado sanitário da azeitona não foi o melhor, evidenciando ataques de mosca e gafa. De referir ainda que o elevado rendimento industrial da azeitona oleificada atenuou a quebra de produção, pelo que a produção de azeite situou-se nos 348 mil hectolitros (-33%). Figura 22 Produção de azeite 3 10 hl 600 500 400 300 200 100 0 2003 2004 Azeite 2005 2006 2007 Med.quinq (2003-07) Análise de Resultados O Programa de Desenvolvimento Regional (ProDeR) 2007-2013, reconhece o interesse económico, social e ambiental do olival, considerando-o como uma das fileiras prioritárias. Neste sentido foram estabelecidos apoios para novas plantações e modernização do olival, bem como para a transformação e promoção do azeite, com o objectivo de aumentar fortemente a oferta, suprindo assim as necessidades do consumo interno, satisfeitas actualmente com 50% de importações. Já nesta campanha, a entrada em produção de muitas áreas de olival intensivo e super-intensivo certamente que atenuaram as quebras verificadas no olival tradicional, esperando-se aumentos da produção de azeite nas próximas campanhas. 30 1.2 - Produção Animal 1.2.1 - Produção de Carne: bovino, suíno, ovino e caprino Figura 23 Produção de carne de bovino e de suíno Suíno 103 t Bovino 103 t 130 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 400 350 300 250 200 150 100 50 0 2005 2006 Bovino 2007 Suíno No ano 2007 e pelo segundo ano consecutivo, registou-se um decréscimo significativo da produção de carne de bovino (-13,5%), que não ultrapassou as 92 mil toneladas. As quebras observaram-se quer na carne de vitelo (-38,4%) quer na carne de animais adultos (-7,3%). De facto, este sector que ainda não havia ultrapassado as consequências da seca ocorrida em 2005, vê a situação agravada em 2007 pelo aumento do custo dos factores de produção, em particular da alimentação animal, o que, apesar do desagravamento das condições climatéricas, condicionou a disponibilidade de animais para abate no mercado nacional. A produção de carne de suíno teve um aumento de 5,5%, relativamente a 2006, com uma produção que rondou as 386 mil toneladas. Apesar da subida significativa do preço dos alimentos compostos ter gerado instabilidade no mercado da carne de suíno, a oferta de animais para abate no mercado nacional em 2007 foi superior do ano anterior. Figura 24 Produção de carne de ovino e caprino Caprino 103 t 4,0 Ovino 3 10 t 24 22 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 3,5 3,0 2,5 No que diz respeito às carnes de ovino e caprino, registaram-se, para o ano 2007, produções da ordem das 24 mil toneladas e 1 700 toneladas, respectivamente. Para a espécie ovina, esta produção representou um aumento de 3,8%, face a 2006; no que respeita aos caprinos, houve um aumento de 10,9%, comparativamente ao ano anterior. 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 2005 2006 Ovino 2007 Caprino O incremento dos abates nas espécies ovina e particularmente nos caprinos, é também reflexo do incentivo dado pelo regime de pagamentos à comercialização dos animais, que ao promover a formação de agrupamentos de produtores, facilita a canalização da produção para o abate em matadouros. 1.2.2 - Produção de Carne de animais de capoeira A produção total de animais de capoeira registou um aumento de 9,7% quando comparada com o ano transacto, tendo ultrapassado as 315 mil toneladas. Figura 25 Produção de carne de frango e peru Peru 103 t Frango 3 10 t 240 220 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 2005 2006 Frango Estatísticas Agrícolas 2007 2007 Peru A conjuntura em 2007 conheceu alguma estabilização, após o período vivido em 2006, com a crise da gripe aviária, o que permitiu ao sector retomar o equilíbrio, com a consequente recuperação da produção de carne de aves no ano em análise. Assim, a produção de frango industrial em 2007, teve, em relação ao ano 2006, uma subida de 10,2%, com 231 mil toneladas produzidas. A produção de carne de peru registou igualmente um aumento (+6,1%), tendo sido produzidas quase 45 mil toneladas, tal como a carne de pato, que teve um acréscimo assinalável (+9,4%), correspondente a uma produção de cerca de 9 mil toneladas. De referir que, face ao ano anterior, os patos abatidos eram significativamente mais pesados, apresentando um peso médio ao abate superior. 31 Também as “Outras carnes” (incluindo caça, pombos, coelhos e codornizes), mostraram uma recuperação em 2007, com um aumento de 7,4%, sobretudo devido a um maior nível de produção das carnes de coelho (+9,1%) e de codorniz (+25,3%). 1.2.3 - Produção de Ovos de galinha para consumo alimentar e incubação No entanto, a produção de ovos de galinha para incubação teve uma recuperação assinalável, tendo crescido cerca de 11% em 2007, o que se concretizou numa produção de aproximadamente 20 mil toneladas, como resultado da recuperação do sector de produção de carne de aves, após a crise da gripe aviária em 2006. Figura 26 Produção de ovos de galinha Ovos para consumo 3 10 t 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Ovos para incubação 3 10 t 22 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 2005 Ovos para consumo 2006 2007 Ovos para incubação 1.2.4 - Produção de Leite e Produtos lácteos Em 2007 o volume de leite cru de vaca produzido foi de 1 909 milhões de litros, o que significa uma redução de 0,8%, relativamente ao ano transacto. Esta quebra de produção reflecte a tendência generalizada a nível da UE em 2007, na origem da qual estiveram factores como a diminuição e desligamento das ajudas à produção, a transferência de produtores de leite para os biocombustíveis e o aumento dos preços dos cereais, que elevou os custos da alimentação animal. Figura 28 Figura 27 Produção de queijos Produção de leites Leites de ovelha e cabra 106 l 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Leite de vaca 6 10 l 2 200 2 000 1 800 1 600 1 400 1 200 1 000 800 600 400 200 0 2005 Leite de ovelha 2006 Leite de cabra 2007 Leite de vaca Queijos cabra e mistura 3 10 t 5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Queijos vaca e ovelha 3 10 t 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 2005 Queijo de vaca Queijo de cabra 2006 2007 Queijo de ovelha Queijo de mistura No caso específico de Portugal, há ainda a acrescentar a desaceleração produtiva que se seguiu à ultrapassagem de quota leiteira na campanha 2005-2006. Apesar do aumento da procura por parte da indústria, e da subida dos preços à produção (sobretudo a partir de Abril/Maio de 2007), o recobro da produção de leite, que deu alguns sinais de estar a ocorrer no último trimestre do ano, não foi atingido até ao final de 2007. Entre os motivos que complicam o processo de recuperação, destacam-se as dificuldades com o licenciamento de explorações, o aumento das despesas com a alimentação animal, as dificuldades de substituição dos efectivos leiteiros e a não consagração do sector leiteiro como prioritário no acesso aos fundos estruturais do ProDeR 2007-2013. Análise de Resultados A produção de ovos de galinha para consumo pautouse pela estabilidade com uma produção próxima das 102 mil toneladas. O aumento significativo do preço dos alimentos compostos, aliado à legislação da UE no âmbito do bem estar animal, que impõe novas regras relativamente às instalações das galinhas poedeiras em baterias, e que deverá estar implementada em 2012, faz com que o sector se encontre em reestruturação, sem previsibilidade de, a curto prazo, promover aumentos do efectivo em postura. 32 As produções de leite de ovelha e de cabra em 2007 foram de 92 milhões de litros e 27 milhões de litros, respectivamente, o que, comparativamente a 2006, reflectem quebras de cerca de 4% para o leite de ovelha e 5% para o leite de cabra. Em 2007 a produção total de queijo registou um aumento de cerca de 2%. O queijo de vaca teve um aumento de 5,3%, com cerca de 58 mil toneladas produzidas. Pelo contrário, as produções de queijos de ovelha, cabra e mistura decresceram, tendo sido produzidas cerca de 15 mil, 1,6 mil e 4 mil toneladas, respectivamente. A produção de manteiga em 2007 registou uma quebra de 3,5%, relativamente a 2006, tendo sido produzidas 27,7 mil toneladas. Confirmando a tendência observada nos últimos anos em análise, a produção de leite para consumo (918 mil toneladas) registou uma quebra de cerca de 4%, enquanto a produção de leites acidificados (incluindo iogurtes) registou, uma vez mais, um aumento de cerca de 2%, com 108 mil toneladas produzidas em 2007. Figura 29 Figura 30 Produção de leite para consumo e de leites acidificados Produção de manteiga 3 10 t 30 27 24 21 18 15 12 9 6 3 0 2005 2006 Manteiga Estatísticas Agrícolas 2007 2007 Leite para consumo 3 10 t 1000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 Leites acidificados 3 10 t 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 2005 Leites acidificados 2006 2007 Leite para consumo 33 1.3 - Agricultura e Ambiente 1.3.1 - Agricultura Biológica Figura 31 2007 2006 2005 2004 Produtores A implementação do Programa de Desenvolvimento Rural (ProDeR) - instrumento estratégico e financeiro de apoio ao desenvolvimento rural do Continente, para o período 2007-2013 - vem trazer alterações significativas no regime de ajudas e na tipologia das ocupações culturais. A agricultura biológica enquadra-se, no âmbito deste programa, na medida “Valorização dos modos de produção” e na acção “Alteração dos modos de produção agrícola”, que tem como principais objectivos a promoção de formas de exploração das terras agrícolas compatíveis com a protecção e a melhoria do ambiente, da paisagem e dos recursos naturais e ainda a produção de bens agrícolas reconhecidos pela qualidade associada aos serviços ambientais que incorporam. Figura 32 Em termos regionais, o Alentejo continua a ser Distribuição regional segundo a ocupação da área dominante neste modo de produção, com 60% da em modo de produção biológico (2007) área total do Continente, seguido da Beira Interior Entre-Douro e Minho com 24%. As ocupações culturais predominantes Trás-os-Montes são as pastagens e plantas forrageiras que dominam Beira Litoral o panorama nacional, principalmente nas regiões Beira Interior do Alentejo (78%), Ribatejo e Oeste (73%), Entre Ribatejo e Oeste Douro e Minho (61%) e Beira Interior (55%). Apenas Alentejo a Beira Litoral e Trás-os-Montes não seguem esta Algarve tendência, sendo a vinha a principal cultura em 0% 20% 40% 60% 80% 100% Culturas arvenses Floresta modo de produção biológico na Beira Litoral (10%) Pastagens e plantas forrageiras Olival e o olival em Trás-os-Montes (46%). Vinha Fruticultura Horticultura Frutos secos Plantas aromáticas Pousio A produção animal em modo de produção biológico, aumentou 12% em 2007 face a 2006 e o número de produtores passou de 616 para 786 neste período (+28%). Em termos regionais, a produção animal em modo de produção biológico concentra-se sobretudo no Alentejo (68%) e na Beira Interior (19%), sendo os bovinos a espécie dominante nas duas regiões, 83% e 65% respectivamente, seguidos dos ovinos com 12% e 33%. A mesma tendência se observa a nível nacional, em que os bovinos representaram 78% da produção animal em modo de produção biológico, seguidos dos ovinos com 16%. Figura 34 Figura 33 Distribuição regional da produção animal (Cabeças Normais) em modo de produção biológico (2007) 80 000 900 70 000 800 60 000 700 600 50 000 500 40 000 400 30 000 300 20 000 200 10 000 100 Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes N.º Produtores CN Evolução da produção animal em modo de produção biológico (Cabeças Normais) e do Número de Produtores Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve 0 2002 2003 Cabeças Normais 2004 2005 Bovinos 2006 2007 Nº Produtores 0% Bovinos Suínos 20% Caprinos 40% Ovinos 60% 80% Equídeos 100% Aves Análise de Resultados Área 2003 2002 2001 2000 1999 1998 1997 1996 1995 1994 1993 Área (ha) N.º Produtores A crescente consciencialização dos consumidores pelos Evolução da área em modo de produção biológico problemas da segurança alimentar e pelas questões e do número de produtores ambientais tem contribuído para o desenvolvimento da 250 000 2 500 agricultura biológica nos últimos anos. Embora 200 000 2 000 representando apenas cerca de 7 % da superfície agrícola utilizada (SAU), a agricultura biológica constitui 150 000 1 500 presentemente, um dos mais dinâmicos sectores agrícolas, para o qual não serão também alheios os 100 000 1 000 apoios envolvidos. Entre 1993 e 2007, o sector da 50 000 500 agricultura biológica desenvolveu-se a uma taxa média de crescimento anual de cerca de 34 %. Desta forma e para 2007, a área convertida a este modo de produção já atingia os 233 475 ha, distribuída por 1 949 produtores. 34 1.4 - Qualidade e Segurança Alimentar 1.4.1 - Controlo e fiscalização da Segurança Alimentar Figura 35 Distribuição das acções de controlo e fiscalização por tipo de operador 3% 2% 0% 37% 48% 10% Armazenistas Importadores e Distribuidores Prestadores de serviços Retalhistas Grossistas Indústrias Produtores Em 2007, as acções de controlo e fiscalização na área alimentar levadas a cabo pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)* cobriram 17 924 operadores. Na sequência destas acções foram encerrados 1 215 estabelecimentos, instaurados 286 processos-crime e aplicadas mais de 6 400 contra-ordenações, tendo ainda sido efectuadas 157 detenções. Os prestadores de serviços foram os operadores mais controlados e fiscalizados (48%), seguidos dos retalhistas (37%) e dos produtores (10%). Figura 36 Figura 37 Representatividade das sanções aplicadas relativamente ao total de operadores controlados Distribuição do valor dos produtos apreendidos por tipo de operador Retalhistas 5% 14% Produtores 2%2% Prestadores de serviços Indústrias 37% Importadores e Distribuidores 40% Grossistas Armazenistas 0% Contra-ordenações 10% Encerramentos 20% 30% 40% Processos crime 50% 60% Detenções Armazenistas Importadores Distribuidores Prestadores de serviços Retalhistas Grossistas Indústrias Produtores As sanções aplicadas aos operadores infractores foram, na sua maioria, constituídas por contra-ordenações puníveis com coimas. Destaque para o sector industrial e para os prestadores de serviços, onde as penalizações atingiram, respectivamente, 52% e 46% do universo controlado. O valor total dos produtos apreendidos em 2007 ascendeu a 4,6 milhões de euros. De referir que a mercadoria apreendida a produtores e prestadores de serviços totalizou 3,6 milhões de euros, cerca de 77% do total do valor apreendido. * A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) é a entidade nacional especializada na segurança alimentar e económica que coordena o controlo oficial dos géneros alimentícios e que detém a responsabilidade pela avaliação e comunicação dos riscos na cadeia alimentar, assim como pelo cumprimento das actividades económicas mediante a fiscalização e prevenção do cumprimento da legislação reguladora. A ASAE actua em todo o território do Continente e nas Regiões Autónomas apenas no que diz respeito ao sector vitivinícola e produtos vínicos. Estatísticas Agrícolas 2007 35 1.5 - Preços na Agricultura Em 2007, o índice de preços dos produtos agrícolas registou uma variação de 4,9%, em relação a 2006. Tal subida ficou a dever-se às variações positivas, tanto no índice de preços da produção vegetal (+5,0%), como no índice de preços da produção animal (+4,6%). Figura 38 Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas 2000 = 100 130 125 120 115 110 105 100 95 90 2001 2002 2003 Produção de bens agrícolas 2004 2005 2006 Produção vegetal 2007 Produção animal Os produtos que mais contribuíram para a evolução verificada no índice de preços dos produtos agrícolas foram, sobretudo, os cereais (+38,0%), as plantas forrageiras (+35,6%), os ovos (+19,7%), o leite (+14,6%) e as aves de capoeira (+13,6%), apesar das variações negativas observadas no azeite (-21,8%), nos suínos (-11%), na batata (-6,3%), nas plantas industriais (-3,7%) e nos ovinos e caprinos (-3,1%). Figura 39 Variação n/n-1 nos Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas 50 2000 = 100 40 30 20 10 Ovos Leite Animais de capoeira Ovinos e caprinos Suínos Bovinos Plantas e flores Azeite Vinhos Hortícolas frescos -30 Frutos -20 Batatas -10 Cereais 0 Em 2007, o índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura apresentou uma subida de 7,6%, quando comparado com o ano anterior. Para o mesmo período, o índice de preços dos bens de investimento registou igualmente um aumento de 1,9%. Análise de Resultados 2000 36 Figura 40 Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura 2000=100 130 125 120 115 110 105 100 95 90 85 2000 2001 2002 2003 2004 Bens e serviços de consumo corrente na agricultura 2005 2006 2007 Bens de investimento na agricultura No índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura o aumento foi generalizado, destacando-se, principalmente, a subida dos índices de preços das sementes e plantas (+15,7%), dos alimentos para animais (+13,9%), da manutenção de materiais (+10,4%), dos adubos e correctivos (+10,3%) e da energia e lubrificantes (+4,1%). Figura 41 Variação n/n-1 nos Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura Outros veículos Tractores Máq. Cultura Motocultivadores e outro mat. de 2 rodas Outros bens e serviços Manutenção de materiais Despesas veterinárias Alimentos para animais Adubos e correctivos Energia e lubrificantes 2000 = 100 Sementes e plantas 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 -2 No índice de preços dos bens de investimento o aumento não foi generalizado nem tão significativo, sendo de destacar o acréscimo ligeiro verificado no índice de preços dos tractores (+0,7%). Estatísticas Agrícolas 2007 37 1.6 Rendimento da Actividade Agrícola Gráfico 42 Produção do Ramo e Consumo Intermédio (preços correntes ) 6 10 Euros 7 000 6 000 5 000 4 000 3 000 2 000 1 000 0 Em 2007, o valor da Produção do Ramo Agrícola, a preços base, diminuiu 2,2% face a 2006, como consequência do decréscimo do valor da Produção Vegetal (-5,5%) e acréscimo da Produção Animal (+3,6%). O quadro meteorológico de 2007 Produção Produção Produção do Consumo caracterizou-se por condições desfavoráveis, que Vegetal Animal Ramo Agrícola Intermédio prejudicaram as sementeiras e o desenvolvimento 2006 2007 da maioria das culturas, nomeadamente cereais, pomares, azeitona e vinho. O terceiro ano de vigência do Regime do Pagamento Único (RPU), com o progressivo desligamento da produção dos regimes de apoio à agricultura, continuou a determinar um decréscimo das áreas de algumas arvenses e dos subsídios directos à produção (com consequências directas nos preços de base). Os Cereais destacam-se como o grupo onde se observou o maior acréscimo de preços base (+30,3%). Este aumento prende-se com a escassez de oferta nos mercados internacionais, explicável pelas calamidades naturais verificadas em alguns grandes produtores e pelo desvio de stocks de cereais para a produção de biocombustíveis. Gráfico 43 Estrutura da Produção do Ramo Agrícola, a preços de base (preços correntes ) % 100 90 Cereais 2,8 3,7 4,7 5,6 5,0 5,0 3,4 4,3 4,5 Plantas Forrageiras 6,0 Serviços e Act. secundárias Restantes produtos animais 8,7 6,4 4,5 8,5 60 6,7 6,5 Restantes produtos vegetais 50 14,8 13,0 Suínos 10,8 11,6 Bovinos 14,3 12,7 80 70 40 30 20 10 Aves de Capoeira Frutos Leite 17,8 18,5 2006 2007 0 Vinho Vegetais e Produtos Hortícolas Os Vegetais e Produtos Hortícolas mantiveram-se como o grupo de maior peso relativo na produção, com os Frutos e Vinho a ocupar as posições imediatas. Destaca-se o ganho de importância relativa das Aves de Capoeira (+1,4pp), em detrimento do Vinho (-1,6pp). Análise de Resultados O rendimento associado à utilização de uma Unidade de Trabalho Ano (UTA) em 2007, decresceu em termos reais, 5,0% em relação ao ano anterior. Como deflator utilizou-se a previsão do índice de preços implícito no PIB nacional para 2007 (2,89%). 38 O Consumo Intermédio (CI) aumentou em 2007 (+4,1%, em valor). Este acréscimo foi determinado pela evolução dos preços (+6,0%), uma vez que o volume observou um decréscimo de 2,1%. As principais razões que explicam este comportamento foram o aumento do preço dos combustíveis (provocado pela contínua instabilidade no mercado petrolífero) e, fundamentalmente, as perturbações sentidas na alimentação animal. A evolução em volume da alimentação animal deveu-se, essencialmente, ao impulso na avicultura e ao facto de muitos animais serem retidos nas explorações, devido à língua azul e à expectativa, por parte dos produtores, de aumentos de preços na produção. A evolução dos preços foi consequência directa dos elevados custos das matérias primas decorrentes da redução da oferta mundial de cereais e do aumento da procura, para alimentação, ao nível das economias emergentes Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) e para combustíveis, por parte dos EUA e UE. Figura 44 Estrutura do Consumo Intermédio (preços correntes ) % 100 Adubos e Correctivos 90 3,8 5,4 6,1 4,0 5,5 5,4 80 10,9 11,1 Sementes e Plantas 70 Serviços Agrícolas 60 34,8 39,6 50 Energia e Lubrificantes 40 30 Outros 20 39,2 34,2 10 Alimentos para Animais 0 2006 2007 Na sequência das razões apontadas, verificou-se em 2007, um aumento da importância relativa dos Alimentos para animais na estrutura das despesas correntes (+5pp). Gráfico 45 Subsídios, Remunerações, Rendas, Juros e REL (preços correntes ) 106 Euros 1 800 1 500 1 200 900 600 300 0 Outros Remun. Subsídios à prod. 2006 Estatísticas Agrícolas 2007 Rendas Juros a pagar 2007 REL Os Outros Subsídios à produção aumentaram 29,8% em 2007, comportamento explicado, essencialmente, pelo aumento de 214% no RPU. As Remunerações cresceram 0,6%, sendo a sua evolução explicada pelo decréscimo do Volume de Mão-de-Obra Agrícola Assalariado e pelos aumentos salariais. As Rendas diminuíram 0,7%, em virtude do declínio de algumas culturas arvenses, compensado pelo aumento das áreas para arroz, tomate e girassol. Os Juros a pagar aumentaram 22%, graças ao maior volume de crédito concedido, uma vez que a taxa de juro se manteve. Quadros estatísticos 41 II - PRODUÇÃO VEGETAL Quadro 1 Produção das principais culturas 2005 - 2007 Anos 2005 Culturas CULTURAS TEMPORÁRIAS Cereais Trigo mole Trigo duro Milho Centeio Triticale Arroz Aveia Cevada Leguminosas para grão Feijão Grão-de-bico Batata Batata Beterraba sacarina Beterraba sacarina Culturas para a indústria Tomate Girassol Tabaco CULTURAS PERMANENTES Laranja Maçã Pêra Pêssego Vinho (a) Azeite (a) Superfície 2006 ha 2007 (Po) 2005 Produção 2006 t 2007 (Po) 120 639 2 088 110 192 25 364 20 488 21 938 53 658 34 330 101 421 3 263 102 746 23 476 19 228 25 392 53 674 44 154 53 524 1 394 104 330 22 218 15 928 26 903 46 064 40 476 80 386 1 168 510 359 19 747 8 252 120 179 25 151 26 264 242 113 7 497 534 700 23 802 40 236 148 673 87 108 105 547 99 799 2 496 604 513 22 702 25 200 156 203 62 039 80 714 8 437 1 364 7 945 1 268 7 588 1 700 3 024 537 4 230 714 3 984 996 41 386 41 350 42 175 569 531 611 253 656 561 8 623 4 275 3 022 604 879 320 039 254 046 13 684 7 069 1 618 13 027 7 783 791 14 800 17 620 443 1 085 065 2 398 4 749 983 191 4 113 2 298 1 236 235 14 101 1 311 21 017 20 938 12 897 6 210 216 497 365 308 20 644 20 674 12 871 5 925 216 496 368 202 19 895 20 488 12 827 5 779 216 496 368 397 217 596 252 082 130 227 49 151 7 063 730 318 174 234 456 258 382 174 941 50 075 7 337 837 518 466 210 763 247 223 141 210 53 071 5 842 446 348 491 Nota: as produções de azeite e laranja correspondem às iniciadas no ano agrícola indicado e continuadas no ano seguinte. (a) Produção - unidade: hl. 1 - Produção das principais culturas Quadros estatísticos Portugal 42 Quadro 2 Produção das principais culturas por NUTS II Continente 2006 Milho de regadio Superfície Produção ha t 16 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Trigo Superfície Produção ha t 104 615 6 420 3 702 1 091 92 216 1 187 Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Centeio Superfície Produção ha t 23 476 15 906 7 252 0 295 23 Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 23 802 16 848 6 702 0 234 18 Feijão Superfície Produção ha t 7 635 3 269 4 132 41 115 78 Culturas 249 523 8 914 6 697 3 275 228 718 1 919 3 955 1 149 2 603 40 116 47 Tomate (indústria) Superfície Produção ha t 13 027 0 139 1 919 10 969 0 983 191 0 10 912 153 029 819 250 0 Trigo mole Superfície Produção ha t 101 352 6 420 3 659 1 051 89 067 1 155 242 026 8 914 6 610 3 173 221 458 1 872 Arroz Superfície Produção ha t 25 392 0 6 680 1 642 16 840 230 148 673 0 32 847 10 175 104 547 1 104 Grão-de-bico Superfície Produção ha t 1 268 93 344 5 765 61 714 60 218 5 393 38 Girassol Superfície Produção ha t 7 783 0 119 241 7 424 0 4 113 0 141 67 3 905 0 Milho Superfície Produção ha t 102 104 38 441 36 631 5 904 20 545 583 532 909 112 556 (Rc) 178 114 (Rc) 58 588 (Rc) 180 399 (Rc) 3 252 (Rc) Aveia Superfície Produção ha t 53 674 4 814 6 977 727 39 811 1 345 87 108 2 761 6 301 576 75 977 1 494 Batata Superfície Produção ha t 39 099 16 128 17 426 2 280 2 559 706 Azeitona para azeite t 362 301 112 293 115 275 404 127 055 7 274 Nota: a produção de azeite corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte. Valor rectificado em 08 -11-2010 553 960 177 653 273 093 40 576 52 232 10 407 Azeite Produção hl 518 466 182 042 148 892 953 176 669 9 910 92 129 34 071 31 250 5 871 20 447 490 519 815 107 074 170 721 58 514 180 373 3 133 Cevada Superfície Produção ha t 44 154 462 548 930 40 910 1 305 105 547 317 663 1 501 101 611 1 456 Batata de regadio Superfície Produção ha t 28 870 12 710 12 084 1 395 2 120 561 456 797 153 849 216 723 28 228 48 477 9 521 Vinho Superfície Produção ha hl 213 294 97 371 68 289 8 939 36 524 2 172 7 273 856 2 760 865 2 491 470 418 887 1 571 047 31 587 (continua) 17 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2007 Estatísticas Agrícolas 2007 43 Quadro 2 Produção das principais culturas por NUTS II (cont.) Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Ameixa Superfície Produção ha t 1 924 184 680 199 711 150 Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 15 371 6 639 8 642 6 78 6 Laranja Superfície Produção ha t 20 043 949 2 146 845 3 330 12 773 226 704 7 765 14 567 9 986 26 917 167 468 Total de frutos secos (b) Superfície Produção ha t 49 860 3 497 27 644 4 545 9 666 4 508 Castanha Superfície Produção ha t 30 085 26 347 3 194 5 534 5 6 327 3 711 2 566 6 41 3 298 205 9 926 17 822 11 506 29 324 229 627 Pêssego Superfície Produção ha t 5 901 750 3 129 409 1 265 348 Culturas 19 468 1 216 7 907 1 676 6 705 1 965 Total de citrinos (a) Superfície Produção ha t 25 354 1 176 2 566 1 063 3 614 16 935 Cereja Superfície Produção ha t 71 702 51 047 5 975 102 1 579 13 000 47 997 38 383 5 764 91 2 262 1 497 Noz Superfície Produção ha t 30 542 26 279 3 295 3 960 5 3 157 1 621 848 81 536 71 4 443 1 682 1 366 69 1 187 139 Kiwi Superfície Produção ha t 1 296 1 009 272 3 9 3 12 526 10 314 2 126 32 32 22 Tangerina Superfície Produção ha t 4 152 134 95 75 197 3 651 254 421 95 936 146 123 2 196 9 991 175 Pêra Superfície Produção ha t 12 780 539 11 451 193 531 67 173 893 4 134 159 436 1 151 8 571 602 Avelã Superfície Produção ha t 12 572 10 233 877 18 91 1 354 Azeitona de mesa Superfície Produção ha t 11 219 4 973 2 536 28 3 298 384 20 391 6 653 12 683 275 761 20 58 168 1 113 738 593 1 905 53 820 Amêndoa Superfície Produção ha t 37 933 22 890 1 618 15 487 12 924 2006 Maçã Superfície Produção ha t 527 189 315 1 22 0 440 188 226 1 24 0 Uva de mesa Superfície Produção ha t 11 095 5 964 1 617 40 3 276 198 6 106 93 2 145 521 1 678 1 669 52 384 436 22 384 4 733 9 244 15 586 Nota: a produção de citrinos corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte. (a) Inclui: laranja, limão, tângera, tangerina e toranja. (b) Inclui: amêndoa, avelã, castanha e noz. Quadro 3 Produção das principais culturas, na Região Autónoma dos Açores Açores 2005 - 2007 Superfície 2006 ha Anos 2005 2007 (Po) 2005 Produção 2006 t 2007 (Po) 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma dos Açores Culturas Batata cedo Batata tarde Beterraba sacarina Chá Milho grão Milho forragem Tabaco Origem: Serviço Regional de Estatística dos Açores. 447 713 405 36 675 4 548 45 447 704 460 37 642 4 560 39 447 701 348 37 638 4 757 39 4 984 15 137 18 654 112 1 799 152 893 125 4 886 13 907 19 447 125 1 791 147 865 104 4 611 14 467 16 974 142 1 629 144 772 118 Quadros estatísticos Continente 44 Quadro 4 Produção de tabaco em rama por NUTS II Continente 2005 - 2007 Variedades Total Superfície ha NUTS II Continente 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) Norte Produção kg 1 572 753 404 1 0 0 1 253 591 272 0 0 0 318 162 132 0 0 0 4 624 090 2 194 121 1 192 821 1 493 0 0 3 699 842 1 746 979 871 719 0 0 0 922 755 447 141 321 103 0 0 0 Tabaco Virginia Superfície Produção ha kg 1 455 677 334 0 0 0 1 137 515 202 0 0 0 318 162 132 0 0 0 Burley Superfície ha 4 143 255 1 891 769 929 108 0 0 0 3 220 501 1 444 628 608 005 0 0 0 922 755 447 141 321 103 0 0 0 Produção kg 117 76 70 1 0 0 116 76 70 0 0 0 0 0 0 0 0 0 480 835 302 352 263 713 1 493 0 0 479 342 302 352 263 713 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 - Produção de tabaco em rama por NUTS II Centro Lisboa Alentejo Algarve Quadro 5 Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades Portugal 2005 - 2007 Variedades Agricultores multiplicadores nº Superfície ha NUTS I Portugal 2005 2006 2007 2005 2006 2007 2005 2006 2007 Continente 29,81 x x 12,00 21,56 46,51 17,81 x x Variedades Total Kennebec t 46 x x 33 16 22 13 x x 468,26 x x 138,56 333,07 x 329,70 x x 39,83 x x 34,43 14,72 9,58 5,40 x x 5 - Batata-semente - Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades Açores Variedades Arran Consul t Variedades Desirée NUTS I Portugal Continente Açores 2005 2006 2007 2005 2006 2007 2005 2006 2007 380,23 x x 104,13 0,35 0,83 276,10 x x Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (a) Por opção do produtor e apesar de toda a batata ter sido aprovada não foi solicitada a sua certificação. Estatísticas Agrícolas 2007 0,00 x x 0,00 0,00 x 0,00 x x Maris Peer 13,20 x x 0,00 318,00 (a) 2,40 x x Outras 35,00 x x 0,00 0,00 x 0,00 x x 45 Quadro 6 Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II Portugal Unidade: hl 2007 (Po) Vinho de qualidade VQPRD Qualidade e cor Total VLQPRD Tinto e rosado 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II Total NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 5 842 446 5 791 290 2 068 829 1 599 772 519 519 1 575 790 27 379 11 997 39 159 Total Branco 1 510 177 1 508 543 140 633 432 180 200 817 716 090 18 822 1 464 170 316 530 315 363 37 557 106 261 54 200 116 324 1 021 1 167 0 745 117 744 856 556 708 61 536 13 018 112 834 761 261 0 1 114 546 1 113 366 458 944 259 528 60 523 329 972 4 400 0 1 180 Vinho de mesa Tinto e rosado 1 193 647 1 193 180 103 077 325 919 146 617 599 766 17 801 297 170 Total Branco 1 711 573 1 698 018 199 681 843 029 235 655 416 256 3 397 9 514 4 041 588 171 587 725 43 449 277 530 34 365 232 187 194 447 0 Tinto e rosado 1 123 401 1 110 294 156 233 565 499 201 290 184 069 3 203 9 067 4 041 Quadros estatísticos Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 1 859 663 1 858 222 1 015 651 321 064 73 540 442 806 5 161 261 1 180 Vinho regional Qualidade e cor NUTS II 761 033 726 507 712 864 3 498 9 507 639 0 758 33 768 Branco Origem: Instituto da Vinha e do Vinho Quadro 7 Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas Portugal Unidade: hl 2007 (Po) Vinho de qualidade VQPRD Qualidade e cor Total VLQPRD Total Regiões vitivinícolas Portugal Continente Minho Trás-os-Montes Douro Beiras Ribatejo Estremadura Península de Setúbal Alentejo Algarve Açores Madeira 5 842 446 5 791 290 697 176 98 083 1 245 473 659 210 668 006 1 052 882 415 036 928 043 27 379 11 997 39 159 1 859 663 1 858 222 683 300 5 421 311 718 280 681 73 167 56 085 67 619 375 071 5 161 261 1 180 Vinho regional Qualidade e cor Regiões vitivinícolas 761 034 726 508 0 0 716 362 0 243 318 9 189 395 0 758 33 768 Total Branco Branco 745 117 744 856 490 793 1 420 51 631 64 189 23 114 14 789 7 228 90 932 761 261 0 Tinto e rosado 1 114 546 1 113 366 192 507 4 001 260 087 216 491 50 053 41 296 60 391 284 139 4 400 0 1 180 Vinho de mesa Tinto e rosado Total Branco Tinto e rosado 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas Portugal Continente Minho Trás-os-Montes Douro Beiras Ribatejo Estremadura Península de Setúbal Alentejo Algarve Açores Madeira Origem: Instituto da Vinha e do Vinho 1 510 254 1 508 620 11 700 26 151 99 340 114 227 173 832 311 576 204 810 548 162 18 822 1 464 170 316 530 315 363 5 859 7 284 20 781 35 837 58 478 72 768 53 436 59 900 1 021 1 167 0 1 193 724 1 193 257 5 842 18 867 78 559 78 390 115 354 238 808 151 374 488 262 17 801 297 170 1 711 495 1 697 941 2 176 66 511 118 054 264 301 420 764 684 904 133 419 4 415 3 397 9 514 4 041 588 171 587 725 1 247 14 088 25 512 53 424 234 478 243 790 14 660 331 194 447 0 1 123 324 1 110 216 929 52 423 92 541 210 877 186 286 441 114 118 759 4 085 3 203 9 067 4 041 46 Quadro 8 Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões determinadas Portugal Regiões determinadas Total Alcobaça Alenquer Alentejo (b) Arruda Bairrada Beira Interior (c) Biscoitos Bucelas Carcavelos Colares Dão Douro e Porto Encostas de Aire Graciosa Lafões Lagoa Lagos Lourinhã Madeira Óbidos Ourém Palmela Pico Portimão Ribatejo (d) Setúbal Tavira Távora - Varosa Torres Vedras Trás-os-montes (e) Vinho Verde TOTAL 5 678 899 7 326 272 596 806 431 31 640 248 551 123 647 498 9 348 496 632 238 193 1 245 473 39 509 883 2 073 20 554 3 695 23 434 39 159 236 816 7 140 286 145 10 481 2 047 665 116 114 188 430 37 424 417 471 90 080 697 422 Unidade: hl VQPRD VLQPRD Tinto/ Branco rosado Branco 182 321 578 713 293 103 212 0 205 113 Tinto/ rosado Vinho regional (a) Tinto/ Branco rosado 745 117 1 114 546 304 780 2 709 90 932 660 23 243 4 103 0 5 754 12 968 284 139 12 308 45 752 19 109 0 13 431 49 948 3 785 20 078 8 463 0 639 36 23 609 51 631 226 261 360 761 78 146 814 260 087 1 263 0 30 3 797 73 0 1 567 23 114 1 180 2 611 132 60 391 0 280 50 053 68 3 037 20 781 1 521 0 241 372 387 180 0 28 664 620 29 101 1 165 210 58 424 23 481 12 875 3 837 1 420 490 793 250 4 786 11 936 4 001 192 507 2007 (Po) Vinho de mesa (a) Tinto/ Branco rosado 1 066 063 287 76 764 378 043 13 240 30 778 21 887 0 1 232 583 750 3 625 49 819 162 93 17 820 22 871 88 827 9 502 0 118 084 233 10 578 349 5 234 408 3 442 1 103 609 3 414 116 904 2 812 1 554 110 881 47 214 198 896 179 181 34 711 92 541 28 817 622 757 1 919 794 10 568 4 041 46 196 5 538 87 356 8 206 490 185 522 27 752 266 20 965 78 559 3 957 0 5 13 516 2 442 3 184 170 39 695 617 91 492 215 1 062 113 352 50 325 180 2 818 96 497 18 657 5 859 4 9 057 25 512 3 726 0 680 189 2 534 57 387 11 352 1 405 10 717 224 414 47 416 1 000 8 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões determinadas 172 548 543 814 0 0 0 33 768 7 228 0 546 243 8 275 0 0 915 0 3 694 23 400 7 234 5 859 Origem: Instituto da Vinha e do Vinho (a) Inclui os vinhos licorosos. (b) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira. (c) Inclui as sub-regiões determinadas de Cova da Beira, Castelo Rodrigo e Pinhel. (d) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar. (e ) inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços Estatísticas Agrícolas 2007 47 Quadro 9 Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas Unidade: hl Portugal Espécies vínicas (a) Regiões determinadas 2007 (Po) Equivalência em vinho (b) Por espécies Total Total por espécies (em mosto) 9 - Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas Alcobaça 7 336 Vinho Regional Vinho de Mesa " Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 287 3 625 3 414 287 3 635 3 414 VLQPRD " VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 293 103 90 932 284 139 49 948 378 043 162 2 812 376 129 90 932 284 139 49 948 378 043 162 2 821 VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 23 243 45 752 20 078 30 778 17 820 110 881 23 243 45 752 20 078 30 778 17 820 110 890 VLQPRD Vinho de Mesa " Branco Branco Tinto/rosado 212 88 198 238 88 198 VLQPRD " Vinho de Mesa Branco Tinto/rosado Tinto/rosado 205 113 179 257 141 179 VLQPRD " VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 172 548 543 814 51 631 260 087 20 781 78 559 25 512 92 541 221 643 690 043 51 631 260 087 20 781 78 559 25 512 92 541 VQPRD Vinho Regional " Vinho de Mesa Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Tinto/rosado 73 387 2 442 794 73 393 2 442 794 VLQPRD VQPRD Vinho Regional Vinho de Mesa Tinto/rosado Tinto/rosado Tinto/rosado Tinto/rosado 33 768 1 180 170 4 041 40 200 1 180 170 4 041 VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 1 567 2 611 28 663 39 695 118 084 46 196 1 567 2 611 28 663 39 695 118 164 46 196 VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 7 228 60 391 29 101 91 492 10 578 87 356 7 228 60 391 29 101 91 492 10 668 87 356 VLQPRD Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 546 1 165 215 349 8 206 614 1 165 215 349 8 206 Alentejo (c) 806 550 Bairrada 248 560 Biscoitos 524 Carcavelos Douro e Porto 1 440 798 Lagos 3 701 Madeira 45 592 Óbidos 236 897 Palmela 286 235 Pico 10 549 Origem: Instituto da Vinha e do Vinho (continua) Nota - Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por espécies, em mosto (apresentado no quadro anterior) e o equivalente em vinho. (a) Os vinhos licorosos estão incluidos nos vinhos regional e de mesa. (b) Inclui a adição de aguardentes. (c) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira. Quadros estatísticos 576 48 Quadro 9 Produção vinícola declarada, por espécies e em algumas Regiões determinadas (cont.) Unidade: hl Portugal Espécies vínicas (a) Regiões determinadas Total por espécies (em mosto) 2007 (Po) Equivalência em vinho (b) Por espécies Total Ribatejo (d) 666 500 VLQPRD VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 243 23 114 50 053 58 424 113 352 234 408 185 522 327 23 114 50 053 58 424 113 352 235 660 185 569 VLQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 8 275 915 23 481 50 325 3 442 27 752 11 075 1 254 23 481 50 325 3 480 27 752 VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 3 837 11 936 23 400 96 497 57 387 224 414 3 837 11 936 23 400 96 497 57 387 224 444 VQPRD " Vinho Regional " Vinho de Mesa " Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 1 420 4 001 7 234 18 657 11 352 47 416 1 420 4 001 7 234 18 657 11 352 47 461 Setúbal 117 366 Torres Vedras 417 500 Trás-os-Montes (e) 90 125 Origem: Instituto da Vinha e do Vinho Nota - Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por espécies, em mosto (apresentado no quadro anterior) e o equivalente em vinho. (a) Os vinhos licorosos estão incluidos nos vinhos regional e de mesa. (b) Inclui a adição de aguardentes. (d) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar. (e) inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços Quadro 10 Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II Continente 2004-2007 NUTS II Continente Lagares em laboração Azeitona oleificada nº t 2004 2005 2006 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 616 603 602 135 354 2 105 6 522 126 293 2 95 6 Azeite obtido Por quintal de azeitona hl 300 699 203 909 362 301 111 270 123 833 1 274 119 203 6 721 201 550 59 398 44 421 211 91 777 5 742 0,17 0,16 0,14 0,16 0,12 0,11 0,15 0,15 0,17 0,18 0,15 0,13 0,18 0,15 Total 500 658 318 174 518 466 182 042 148 474 1 372 176 668 9 910 348 491 104 130 65 890 272 169 634 8 565 10 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II 2007 (Po) Azeite obtido Até 0,8o grau NUTS II De 0,9o a 2o > 2o hl Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 2004 2005 2006 2007 (Po) 275 645 229 864 257 824 146 909 45 335 8 65 066 506 250 300 86 081 40 994 0 123 109 116 Nota: colheita iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte. Estatísticas Agrícolas 2007 202 293 81 402 194 047 32 661 72 073 828 82 506 5 978 75 981 16 936 20 793 272 35 666 2 315 22 720 6 908 66 596 2 472 31 066 536 29 096 3 425 22 211 1 114 4 103 0 10 859 6 134 49 Quadro 11 Produção de frutos 2005 - 2007 Anos 2005 Espécies 1. Produção das árvores de fruto Frutos frescos, excepto citrinos (a) Ameixa Cereja Damasco Figo Kiwi Maçã Pêra Pêssego Citrinos Laranja Limão Tângera Tangerina Toranja Frutos secos Amêndoa Avelã Castanha Noz 2. Azeitona de mesa 3. Uva de mesa 157 616 58 562 1 949 6 278 566 7 127 1 211 20 938 12 897 6 210 26 988 21 017 1 023 374 4 552 22 72 066 38 049 585 30 265 3 167 11 216 6 032 Superfície 2006 ha 155 636 57 631 1 969 6 350 568 7 047 1 307 20 674 12 871 5 925 26 135 20 644 979 265 4 219 29 71 870 37 933 527 30 253 3 157 11 219 6 125 11 - Produção de frutos 2007 (Po) 154 667 57 181 1 963 6 266 567 7 039 1 336 20 488 12 827 5 779 25 389 19 895 975 262 4 230 27 72 097 38 111 527 30 301 3 158 11 219 6 159 2005 Produção 2006 t 828 672 496 594 16 392 15 612 4 707 2 150 11 294 252 082 130 227 49 151 291 091 217 596 11 836 3 682 57 766 211 40 987 13 957 382 22 482 4 167 7 964 49 091 Nota: a superfície ocupada pelas árvores de fruto engloba os pomares em povoamento regular, assim como a correspondente à dos pés dispersos. (a) Inclui: ameixa, cereja, damasco, diospiro, figo, kiwi, ginja, maçã, marmelo, nêspera, pêra, pêssego e romã. 902 235 546 230 19 711 15 561 4 954 3 172 12 545 258 382 174 941 50 075 307 664 234 456 11 266 2 717 58 938 288 48 341 12 572 440 30 886 4 443 11 095 52 486 2007 (Po) 817 520 498 245 19 811 9 389 4 957 3 152 12 259 247 223 141 210 53 071 280 956 210 763 11 504 2 825 55 562 302 38 319 11 806 420 21 990 4 103 8 277 43 087 Quadros estatísticos Portugal 50 Quadro 12 Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II (a) Continente Unidade: nº pés Espécies NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) Árvores de Fruto 1 717 055 488 969 830 700 88 266 170 974 138 146 29 956 Alfarrobeiras Ameixieiras 52 340 510 1 087 193 3 779 46 771 3 395 95 506 20 196 37 493 8 545 24 692 4 580 1 455 Amendoeiras Campanha 2006/2007 Aveleiras 77 018 60 882 9 091 1 717 3 417 1 911 1 139 3 936 1 252 1 699 280 604 101 22 Castanheiros Cerejeiras 80 845 52 393 25 192 1 071 2 013 176 238 115 110 54 355 50 530 2 608 6 927 690 408 Espécies Damasqueiros Diospireiros Figueiras Gingeiras Kiwis Laranjeiras Limoeiros NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 41 821 7 434 18 026 4 654 8 663 3 044 720 40 885 12 211 16 478 3 371 6 481 2 344 807 25 765 5 253 8 815 1 883 7 561 2 253 322 5 809 678 3 200 834 964 133 70 53 786 15 660 30 666 3 051 3 587 822 2 318 151 774 24 296 39 210 12 384 25 516 50 368 2 825 53 422 16 430 18 361 6 473 7 843 4 315 1 386 Espécies Macieiras Marmeleiros Nespereiras Nogueiras Pereiras Pessegueiros Romãzeiras NUTS II 12 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 383 676 129 125 233 167 8 253 11 728 1 403 9 799 22 536 4 657 12 072 1 290 4 190 327 140 8 529 1 868 3 916 933 1 234 578 767 20 260 6 204 7 374 1 279 5 082 321 750 232 036 28 697 184 553 8 225 9 154 1 407 580 168 621 27 609 101 039 12 457 21 505 6 011 1 066 11 269 2 093 4 543 1 206 2 056 1 371 190 Espécies Tangereiras Tangerineiras Torangeiras Oliveiras NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 19 304 4 962 7 325 2 316 3 470 1 231 480 50 162 11 717 15 839 4 865 10 125 7 616 915 Nota: a campanha inicia-se em 1 de Novembro do ano n e termina em 1 de Agosto do ano n+1. (a) Destino das árvores vendidas. (b) Vendidas directamente a agricultores e não incluídas no total. Estatísticas Agrícolas 2007 2 645 487 1 024 378 383 373 164 441 147 153 133 103 757 9 019 164 262 10 976 125 453 51 Quadro 13 Plantação de vinha por NUTS II Continente Unidade: ha Vinhas para uva de mesa e passa Replantações Com Sem arranque prévio arranque prévio Vinhas Vinhas novas NUTS II 13 - Plantação de vinha por NUTS II 2005-2007 Transferências Continente 2005 2006 2007 34,9 103,2 34,2 6,0 0,0 0,0 28,1 0,0 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 30,5 23,1 6,2 0,0 3,1 1,9 1,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Vinhas para vinho Replantações Vinhas Vinhas novas Com arranque prévio NUTS II Sem arranque prévio Transferências 2005 2006 2007 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Origem: Instituto da Vinha e do Vinho. 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4 550,2 3 021,8 3 923,5 1 736,9 998,2 291,7 879,4 17,3 64,0 110,6 153,6 39,4 21,8 0,0 92,3 0,0 0,0 0,0 0,0 129,0 -213,0 -36,8 116,1 4,7 Quadros estatísticos Continente 52 III - PRODUÇÃO ANIMAL Quadro 14 Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã Portugal Unidade: t (leite: 1 000 l) Anos 2005 Produtos 1 - Carne (peso limpo) De bovinos Adultos Vitelos De ovinos De caprinos De suínos Carne Toucinho De equídeos De animais de capoeira Frangos de carne (tipo industrial) Peru Pato Outras carnes (caça, coelhos, pombos, codornizes) 2 - Banha de porco 3 - Miudezas (a) 4 - Leite De vaca De ovelha De cabra 5 - Queijo De vaca De ovelha De cabra De mistura 6 - Manteiga de vaca 7 - Ovos de galinha (total) Para incubação 8 - Mel 9 - Cera 10 - Lã 2005 - 2007 2006 2007 (Po) 812 689 119 020 92 185 26 835 21 990 1 363 352 998 229 449 123 549 243 294 369 215 925 41 444 7 289 808 374 106 087 84 982 21 105 23 356 1 563 365 869 237 815 128 054 211 287 812 209 549 42 025 8 197 844 815 91 742 78 745 12 997 24 235 1 733 385 864 250 812 135 052 200 315 823 230 839 44 604 8 969 22 706 38 830 62 105 2 128 411 1 999 234 100 090 29 087 79 549 56 626 16 592 1 753 4 578 26 971 118 148 18 167 5 686 206 7 829 23 476 40 246 60 422 2 048 724 1 924 110 96 154 28 460 77 767 55 431 16 026 1 715 4 595 28 694 119 119 18 008 5 978 219 7 864 25 218 42 445 58 742 2 028 097 1 908 748 92 321 27 028 79 501 58 381 15 387 1 629 4 104 27 695 121 592 20 050 6 907 253 7 825 14 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã (a) Não inclui as miudezas dos animais de capoeira e de outras carnes, dado estarem compreendidas nas respectivas espécies animais. Quadro 15 Recolha, tratamento e transformação do leite Portugal Unidade: t Anos Produtos 2005 2005 - 2007 2006 2007 (Po) 15 - Recolha, tratamento e transformação do leite 1 - Recolha de leite De vaca 2 - Produtos frescos Leite para consumo Leite cru Leite gordo UHT Leite meio gordo UHT Leite magro UHT Nata para consumo Iogurtes e outros leites acidificados Com aditivos Sem aditivos e outros leites acidificados Bebidas à base de leite Outros produtos frescos (inclui leitelho) 3 - Produtos fabricados Leite em pó Leite em pó gordo e meio gordo Leite em pó magro Manteiga Queijo Queijos curados De vaca: - pasta dura e extradura - pasta semidura - pasta mole Outros queijos curados Queijos frescos (inclui requeijão) Queijo fundido Soro Soro líquido Nota: Resultados do Inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite. Estatísticas Agrícolas 2007 1 954 432 1 920 643 1 164 527 958 988 17 177 742 169 308 667 514 648 337 113 715 112 677 17 167 101 671 85 023 16 648 62 828 23 873 130 882 15 216 8 776 6 440 26 971 66 282 1 889 547 1 850 836 1 169 864 952 927 57 160 230 150 976 671 064 649 279 121 576 119 269 17 382 105 986 82 362 23 624 68 780 24 789 141 451 16 421 9 440 6 981 28 694 66 034 1 871 643 1 836 543 1 141 675 917 812 39 152 559 144 618 648 185 625 683 117 029 113 601 17 367 108 109 81 665 26 445 74 037 24 350 139 529 14 418 8 988 5 430 27 695 69 086 332 43 379 9 229 8 029 5 313 ... 22 413 6 709 433 41 524 9 921 8 878 5 277 211 30 091 11 364 816 43 389 10 143 8 410 6 327 184 28 146 8 391 53 Quadro 16 Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos Portugal Unidade: t 2005 - 2007 16 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos Anos 2005 Produtos 2006 2007 (Po) Recolha Leite de vaca Productos lácteos obtidos Leite para consumo público Nata para consumo Leite em pó gordo e meio gordo Leite em pó magro Manteiga Queijo de vaca Iogurtes e outros leites acidificados 1 920 643 1 850 836 1 836 543 958 988 17 167 8 776 6 440 26 971 56 626 101 672 952 927 17 382 9 440 6 981 28 964 55 431 105 896 917 812 17 367 8 988 5 430 27 695 58 381 108 109 Quadros estatísticos Nota: Resultados do Inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite Quadro 17 Efectivos bovinos por NUTS II, em 2006 Portugal Menos de 1 ano Outros vitelos Vitelos de carne Machos Fêmeas Efectivos Total Total NUTS II Unidade: 1 000 cabeças De 1 ano a menos de 2 Machos Fêmeas reprodutoras Outras fêmeas 17 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2006 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 1 407 1 168 330 215 48 565 10 234 5 375 312 93 69 14 133 3 62 1 83 72 40 20 1 8 2 10 ԥ Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 156 125 32 25 6 62 1 31 ԥ 69 59 16 14 4 24 1 9 1 132 103 32 22 7 41 1 29 ԥ 14 12 4 3 1 5 ԥ 2 ԥ De 2 anos e mais Efectivos NUTS II 136 115 20 24 6 64 ԥ 21 ԥ Machos 31 28 6 4 1 17 ԥ 3 ԥ Novilhas ReproduOutras toras 63 54 12 13 4 24 1 9 ԥ Vacas Total 4 4 2 1 ԥ 1 ԥ ԥ ԥ 718 596 167 89 17 319 4 120 2 Leiteiras Outras 307 208 111 61 11 24 ԥ 99 1 411 388 56 28 6 295 4 22 1 54 suínos por NUTS II, em 2006 18 - EfectivosEfectivos suínos por NUTS II, em 2006 Quadro 18 Portugal Efectivos < 20 kg Total NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2 295 2 218 156 1060 218 730 54 60 18 687 666 38 337 65 209 18 16 4 Varrascos Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Total 13 13 1 7 1 4 ԥ ԥ ԥ 564 548 32 264 58 182 12 14 1 722 691 68 294 67 245 16 23 8 446 428 37 199 40 141 10 15 4 Reprodutores = > 50 kg Porcas Cobertas Pela 1ª Total Total vez Efectivos NUTS II 20 kg < 50 kg Unidade: 1 000 cabeças Porcos de engorda = > 50 kg 50 kg 80 kg = > 110 kg Total < 80 kg <110 kg (a) 310 299 17 157 27 91 8 6 5 203 197 11 103 18 61 5 3 3 44 43 3 22 3 13 1 1 1 231 220 25 84 25 81 5 7 3 45 43 7 11 2 22 1 1 ԥ Não cobertas Jovens 107 102 6 54 9 30 2 3 2 34 32 3 17 3 9 1 1 1 (a) Inclui os reprodutores de refugo. Quadro 19 Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2006 19 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2006 Portugal Efectivos NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Estatísticas Agrícolas 2007 Total 3 549 3 540 511 861 106 1 989 73 3 5 Ovinos Ovelhas e borregas cobertas 2 253 2 247 371 580 76 1 164 56 3 3 Outros ovinos 1 296 1 293 140 280 31 825 17 1 2 Unidade: 1 000 cabeças Caprinos Cabras e Outros chibas caprinos cobertas Total 547 532 138 239 5 127 21 9 7 379 368 101 163 4 84 16 7 4 169 164 37 76 1 44 5 2 3 55 Efectivos bovinos por NUTS II, em 2007 (Po) II, em 2007 20 - Efectivos bovinos por NUTS Quadro 20 Portugal Total Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Total 1 442 1 198 334 211 51 593 10 240 4 392 327 95 64 17 148 3 64 1 88 76 42 18 3 11 2 11 1 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 162 130 33 23 6 67 1 32 ԥ 72 61 17 15 7 22 1 10 1 136 106 33 21 5 47 1 29 ԥ 15 13 4 3 1 5 ԥ 2 ԥ De 2 anos e mais Efectivos NUTS II 143 121 21 22 8 69 ԥ 22 ԥ Unidade: 1 000 cabeças De 1 ano a menos de 2 Fêmeas Outras Machos reprodufêmeas toras Machos 31 27 6 3 1 17 ԥ 3 ԥ Novilhas ReproduOutras toras 62 53 12 12 4 24 1 8 ԥ Vacas Total 5 4 1 1 ԥ 1 ԥ 1 ԥ Leiteiras Outras 730 607 167 91 16 330 4 122 1 306 206 112 60 9 24 ԥ 99 1 424 401 55 31 7 305 4 22 1 Quadro 21 Efectivos suínos por NUTS II , em 2007 (Po) Portugal Efectivos < 20 kg Total NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2 374 2 303 149 1 079 209 810 56 55 16 717 697 38 341 57 242 18 15 5 20 kg < 50 kg 591 577 29 272 59 204 13 12 2 Unidade: 1 000 cabeças Porcos de engorda = > 50 kg 50 kg 80 kg = > 110 kg Total < 80 kg <110 kg (a) 747 719 65 305 70 262 17 22 6 465 450 36 210 42 151 11 13 2 235 223 23 86 25 85 5 9 2 21 - Efectivos suínos por NUTS II , em 2007 Efectivos NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira (a) Inclui os reprodutores de refugo. Varrascos 12 12 1 5 1 5 ԥ ԥ ԥ Total 308 299 16 156 22 98 7 6 3 Reprodutores = > 50 kg Porcas Cobertas Pela 1ª Total Total vez 200 196 10 100 15 65 5 2 2 43 41 3 23 3 13 1 1 ԥ 107 103 5 56 7 32 2 3 1 46 45 6 10 3 26 1 1 1 Não cobertas Jovens 33 32 2 17 2 9 1 1 1 Quadros estatísticos Efectivos Menos de 1 ano Outros vitelos Vitelos de carne Machos Fêmeas 56 Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2007 por (Po) 22 - Efectivos ovinos e caprinos NUTS II, em 2007 Quadro 22 Unidade: 1 000 cabeças Caprinos Cabras e Outros chibas caprinos cobertas Portugal Ovinos Ovelhas e borregas cobertas Efectivos Total NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 3 356 3 350 505 807 94 1 879 64 3 4 Outros ovinos 2 163 2 159 358 574 63 1 113 51 2 2 Total 1 193 1 191 147 233 31 766 13 ԥ 2 509 498 134 208 8 130 19 6 5 359 350 96 148 5 87 14 5 3 150 147 38 60 2 43 5 1 2 Quadro 23 Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II 2007 Portugal Bovina Vitelos Espécies Total de peso limpo NUTS II Total c Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2005 2006 2007 2005 2006 2007 456 863 456 838 469 016 438 968 440 042 451 757 158 303 94 780 134 247 63 320 1 105 13 851 13 009 13 422 4 044 3 786 3 836 2005 2006 2007 2005 2006 2007 t 480 684 438 997 374 760 439 956 398 126 333 641 174 402 70 296 43 367 44 431 1 145 32 610 32 904 33 652 8 118 7 967 7 467 117 987 105 276 91 242 107 877 95 147 81 240 37 212 18 127 12 607 12 971 323 8 147 8 261 8 262 1 963 1 868 1 740 Adultos c t 166 429 136 477 91 479 161 480 131 610 87 317 70 042 10 372 2 669 4 097 137 4 945 4 862 4 062 4 5 100 25 802 20 294 12 497 24 948 19 460 11 873 9 205 1 613 409 625 21 854 833 609 ԥ 1 15 c t 314 255 302 520 283 281 278 476 266 516 246 324 104 360 59 924 40 698 40 334 1 008 27 665 28 042 29 590 8 114 7 962 7 367 92 185 84 982 78 745 82 929 75 687 69 367 28 008 16 514 12 198 12 346 302 7 293 7 428 7 653 1 963 1 867 1 725 23 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II Espécies Ovina NUTS II c Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2005 2006 2007 2005 2006 2007 2005 2006 2007 2005 2006 2007 1 087 193 1 117 271 1 192 632 1 086 603 1 116 817 1 192 267 319 639 303 760 92 507 462 315 14 046 324 262 205 266 192 160 Caprina t 11 085 11 775 12 530 11 076 11 768 12 525 2 569 2 970 1 116 5 701 170 5 4 3 4 3 2 Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária. Estatísticas Agrícolas 2007 c 114 939 130 890 161 088 113 564 129 536 159 903 57 205 53 310 8 605 39 629 1 154 991 1 034 843 384 320 342 Suína t 698 810 1 020 682 794 1 006 357 360 50 231 7 12 13 11 4 3 3 c 5 139 394 5 386 636 5 770 561 5 029 849 5 291 873 5 670 416 1 692 517 1 701 299 1 714 339 552 318 9 943 79 834 67 420 69 994 29 711 27 343 30 151 Equídea t 326 850 338 767 364 023 319 090 332 123 356 786 118 097 73 304 120 424 44 354 605 5 687 4 732 5 146 2 073 1 913 2 091 c 1 413 1 222 1 248 1 413 1 222 1 248 494 104 283 367 0 0 0 0 0 0 0 t 243 211 200 243 211 200 68 19 50 63 0 0 0 0 0 0 0 57 abatidas e aprovadas para consumo,e segundo as espécies e categoriaspara 24 - Reses Reses abatidas aprovadas consumo, segundo as espécies e categorias Quadro 24 Portugal 2005 - 2007 Espécies e categorias PORTUGAL Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar CONTINENTE Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar AÇORES Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar MADEIRA Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar 2005 c 2006 t c 2007 t c t 480 684 166 429 188 918 6 473 66 415 52 449 1 087 193 446 217 597 162 43 814 114 939 111 130 3 809 5 139 394 973 499 4 116 224 49 671 1 413 712 701 117 987 25 802 59 187 2 280 17 527 13 190 11 085 2 752 7 430 903 698 630 68 326 850 6 991 312 848 7 012 243 116 127 438 997 136 447 177 778 4 669 58 646 61 427 1 117 271 413 550 657 533 46 188 130 890 125 135 5 755 5 386 636 1 090 040 4 248 939 47 657 1 222 653 569 105 276 20 294 53 145 1 576 15 729 14 532 11 775 2 529 8 281 965 810 697 113 338 767 7 872 324 273 6 622 211 111 100 374 760 91 479 167 385 3 211 51 388 61 927 1 192 632 443 192 690 534 58 906 161 088 154 284 6 804 5 770 561 1 246 686 4 476 518 47 357 1 248 778 470 91 243 12 497 49 889 1 021 13 943 13 893 12 530 2 788 8 544 1 198 1 020 891 129 364 023 8 991 348 444 6 587 200 122 79 439 956 161 480 174 278 6 210 51 290 46 698 1 086 603 446 019 596 962 43 622 113 564 110 670 2 894 5 029 849 970 775 4 012 724 46 350 1 413 712 701 107 877 24 948 55 148 2 204 13 655 11 922 11 076 2 751 7 427 899 682 627 56 319 090 6 968 305 614 6 508 243 116 127 398 126 131 610 162 471 4 060 44 204 55 781 1 116 817 413 426 657 295 46 096 129 536 124 319 5 217 5 291 873 1 087 148 4 160 419 44 306 1 222 653 569 95 147 19 460 48 994 1 410 11 974 13 309 11 768 2 528 8 277 963 794 690 104 332 123 7 850 318 140 6 133 211 111 100 333 641 87 317 151 885 3 085 35 539 55 815 1 192 267 443 104 690 352 58 811 159 903 153 432 6 471 5 670 416 1 243 431 4 382 839 44 146 1 248 778 470 81 240 11 873 45 839 991 9 846 12 691 12 525 2 787 8 542 1 196 1 006 883 123 356 786 8 966 341 697 6 123 200 122 79 32 610 4 945 11 274 170 14 899 1 322 324 97 158 69 991 167 824 79 834 1 512 75 824 2 498 0 0 0 8 146 854 3 146 53 3 813 281 5 1 3 1 12 1 11 5 687 12 5 310 366 0 0 0 32 904 4 862 11 850 541 14 049 1 602 262 53 161 48 1 034 533 501 67 420 1 336 63 484 2 600 0 0 0 8 261 833 3 273 147 3 654 353 4 ԥ 3 1 13 5 8 4 732 9 4 347 375 0 0 0 33 652 4 062 12 483 94 15 253 1 760 205 33 103 69 843 565 278 69 994 1 492 66 135 2 367 0 0 0 8 262 609 3 299 22 3 948 385 3 ԥ 1 1 11 6 5 5 146 12 4 790 345 0 0 0 8 118 4 3 366 93 226 4 429 266 101 42 123 384 293 91 29 711 1 212 27 676 823 0 0 0 1 963 ԥ 893 23 59 988 4 1 1 2 4 2 2 2 073 11 1 924 139 0 0 0 7 967 5 3 457 68 393 4 044 192 71 77 44 320 283 37 27 343 1 556 25 036 751 0 0 0 1 868 1 878 20 101 869 3 1 1 1 3 2 1 1 913 13 1 786 114 0 0 0 7 467 100 3 017 32 596 3 722 160 55 79 26 342 287 55 30 151 1 763 27 544 844 0 0 0 1 740 15 751 9 149 816 2 ԥ 1 1 3 2 1 2 091 14 1 958 120 0 0 0 Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária. Quadros estatísticos Anos 58 e coelhos abatidos e aprovados paraabatidos consumo, segundo as e categorias 25 Aves - Aves e coelhos eespécies aprovados para consumo, segundo as espécies e categorias Quadro 25 Portugal 2005 Anos Galináceos Frangos de carne Perus Patos Codornizes Outras Aves (a) Coelhos c 164 815 653 159 727 868 3 913 697 3 100 455 9 322 363 7 195 5 528 004 Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária. (a) Inclui: avestruzes, pintadas, gansos, pombos, faisões e perdizes Estatísticas Agrícolas 2007 2006 t 206 592 198 290 36 899 6 800 1 117 36 6 554 c 158 537 916 154 192 372 3 793 523 3 075 889 8 188 432 6 467 5 928 026 t 201 214 193 411 37 417 7 649 981 37 7 101 c 2005 - 2007 2007 (Po) t 172 780 949 167 677 428 3 973 737 3 198 449 10 217 423 495 6 630 341 222 802 213 138 39 713 8 368 1 229 18 8 055 59 IV - AGRICULTURA E AMBIENTE Quadro 26 Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas 26 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas 2005-2007 Continente Cultura Área 2006 ha 2005 Total Culturas Arvenses Floresta Fruticultura Frutos Secos Horticultura Olival Pastagens Plantas Aromáticas Plantas Forrageiras Pousio Vinha 212 376 42 242 876 1 333 3 269 784 19 330 125 767 * 242 (Rv) 16 209 1 210 1 115 2007 215 028 41 588 785 1 007 3 449 883 19 342 130 087 84 15 347 1 277 1 179 Produtores 2006 nº 2005 1 479 462 20 286 290 268 831 594 37 128 94 218 233 475 38 432 3 758 1 242 5 548 960 18 409 148 569 75 11 966 2 495 2 021 2007 1 550 483 27 288 297 301 839 631 51 134 101 236 1 949 529 78 397 425 348 1041 846 54 174 197 404 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas * Dado actualizado em 16-03-2010 Quadro 27 Total Culturas arvenses Área Produtores Área Produtores ha nº ha nº Culturas Continente 233 475 Entre-Douro e Minho 1 804 Trás-os-Montes 12 041 Beira Litoral 427 Beira Interior 56 750 Ribatejo e Oeste 21 450 Alentejo 139 656 Algarve 1 347 1 949 38 432 173 45 502 275 71 22 461 18 486 138 4 538 569 14 974 35 92 529 25 46 8 225 22 199 4 Fruticultura Horticultura Área Produtores Área Produtores ha nº ha nº Floresta Área Produtores ha nº 3 758 39 176 0 209 481 2 721 132 Pastagens Área Produtores ha nº 2007 Vinha Área Produtores ha nº 78 148 569 6 1 016 12 2 262 1 21 14 30 858 3 11 850 40 102 223 2 339 Olival Área Produtores ha nº 846 18 409 40 42 99 5 551 11 44 300 4 404 38 92 350 8 269 8 7 Frutos secos Plantas aromáticas Área Produtores Área Produtores ha nº ha nº 1 041 10 382 15 296 23 311 4 2 021 221 672 135 703 167 79 44 404 44 144 18 149 20 21 8 Plantas Forrageiras Pousio Produtores Área Produtores nº ha nº 27 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Culturas Continente Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve 1 242 143 256 41 406 136 90 170 397 57 129 22 83 55 37 14 960 54 28 69 276 180 266 87 348 63 44 42 69 55 55 20 5 548 114 2 399 13 277 17 2 618 110 425 48 278 6 68 6 11 8 75 16 4 11 3 20 15 6 54 20 5 12 2 7 5 3 Área ha 2 495 24 176 67 685 88 1 312 143 197 12 44 9 41 18 64 9 11 966 90 242 4 443 3 881 7 089 217 174 6 29 3 29 11 91 5 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas Quadro 28 Produção animal em modo de produção biológico, por espécies 2005-2007 Continente Espécies 2005 Efectivos 2006 2007 Produtores 2006 2005 2007 nº 28 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies Total Bovinos Suínos Caprinos Ovinos Equídeos Aves Apicultura (nº de colmeias) // 56 896 5 487 5 219 114 085 126 46 438 1 439 // 58 968 5 578 6 301 115 068 155 70 584 1 499 // 68 768 8 369 5 801 111 021 388 44 557 3 608 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas 603 348 37 61 286 27 36 19 616 366 45 66 287 30 36 19 786 494 56 75 341 72 33 40 Quadros estatísticos Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Continente 60 Quadro 29 Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Continente Espécies Total Produtores 2007 Suínos Caprinos Efectivos Produtores Efectivos Produtores Bovinos Efectivos Produtores nº Regiões agrárias 786 27 90 9 256 37 361 6 Continente Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve 68 768 415 573 5 10 861 6 728 50 157 29 494 14 22 2 156 17 282 1 8 369 8 14 12 372 2 192 5 771 0 56 2 1 1 5 2 45 0 5 801 2 131 402 7 1 805 12 1 378 66 75 11 6 1 23 3 30 1 29 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Espécies Ovinos Efectivos Produtores Equídeos Efectivos Produtores Apicultura Colmeias Produtores nº Regiões agrárias Continente Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve Aves Efectivos Produtores 111 021 426 5 419 42 44 108 1 586 58 114 1 326 341 6 33 3 126 5 165 3 388 25 12 0 53 29 262 7 72 2 10 0 23 2 34 1 44 557 717 132 10 153 0 29 050 4 505 0 33 6 3 5 0 12 7 0 3 608 32 2 864 21 3 8 680 0 40 2 29 2 1 1 5 0 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas Quadro 30 Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos Portugal Consumo aparente de fertilizantes inorgânicos azotados, fosfatados e potássicos na agricultura (a) Azoto Fósforo Potássio Total Vendas de produtos fitofarmacêuticos, por tipo de função (b) Fungicidas - Enxofre Herbicidas Insecticidas e acaricidas Óleo mineral Fumigantes de solo Outros (c) Total de vendas Vendas de produtos fitofarmacêuticos / Superfície agrícola utilizada 30 Fertilizantes fitofarmacêuticos e 2004 - 2006 2006 Unidade 2004 2005 t N t P2O5 t K2O t 125 844 119 433 74 903 320 180 98 791 93 608 62 491 254 890 76 939 83 484 53 059 213 482 t s.a. t s.a. t s.a. t s.a. t s.a. t s.a. t s.a. t s.a. kg s.a./ha 12 459 9 855 2 105 409 600 1 325 44 16 942 4,4 12 366 10 291 1 751 425 567 1 210 34 16 353 4,3 11 382 9 168 2 031 493 565 1 190 41 15 703 4,2 1,9 1,6 1,7 produtos Vendas de produtos fitofarmacêuticos (excluindo enxofre) / Superfície agrícola utilizada kg s.a./ha (a) Inclui consumo de fertilizantes inorgânicos em áreas de desporto e lazer. (b) Origem: Direcção-Geral de Protecção das Culturas. (c) Inclui Moluscicidas, Reguladores de Crescimento, Rodenticidas e outros. Quadro 31 Balanço do azoto à superfície do solo Portugal Unidade 2004 2005 2004 - 2006 2006 31 - Balanço do azoto à superfície do solo Inputs (Fertilizantes inorgânicos, estrume animal, deposição atmosférica, fixação biológica) Outputs (Culturas agrícolas) Balanço (Inputs - Outputs) Balanço (Inputs - Outputs) / Superfície agrícola utilizada t N t N t N kg N / ha 359 232 232 885 126 347 33 330 833 232 687 98 147 26 306 580 242 466 64 114 17 Quadro 32 Uso agrícola do solo e da água Portugal 1989 Composição da Superfície Agrícola Utilizada Terras aráveis Culturas permanentes Pastagens permanentes Horta familiar Total Superfície irrigável / Superfície agrícola utilizada 58,6 19,7 20,9 0,8 100,0 21,9 1999 45,0 18,4 36,0 0,6 100,0 20,5 2003 39,6 20,3 39,5 0,6 100,0 17,7 32 - Uso agrícola do solo e da água Origem: Recenseamento Geral da Agricultura - 1989 e 1999 e Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas - 2003, 2005 e 2007 Estatísticas Agrícolas 2007 2005 33,2 20,4 45,8 0,6 100,0 16,3 Unidade: % 2007 30,7 17,0 51,9 0,5 100,0 16,9 61 V - QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR Quadro 33 Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar 33 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar Portugal Operadores Total Armazenistas Grossistas Importadores Distribuidores Indústrias Prestadores de serviços Produtores Retalhistas Encerramentos 17 924 573 52 336 87 8 432 1 769 6 675 Processos-crime N.º 1 215 19 1 1 12 880 150 152 Contra-ordenações 286 17 0 6 10 157 34 62 Detenções 6 421 149 8 23 45 3 879 688 1 629 2007 Infracções 157 4 0 1 7 104 21 20 15 514 289 9 32 89 10 044 1 589 3 462 Origem: Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) Quadro 34 Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar 2007 34 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar Peso kg Total Armazenistas Grossistas Importadores Distribuidores Indústrias Prestadores de serviços Produtores Retalhistas Volume l 539 455 74 336 5 313 3 674 27 554 141 915 113 810 172 853 Quantidade N.º 104 620 20 942 0 0 180 23 333 21 759 38 405 Valor € 283 849 22 551 1 509 60 664 795 17 405 19 583 161 342 4 664 026 239 576 6 644 92 639 93 484 1 725 486 1 875 851 630 345 Origem: Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) Quadro 35 Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal 2005-2006 Portugal Total de amostras Produtos 2005 Total Produtos de origem vegetal, incluindo frutos e vegetais Cereais Produtos transformados Alimentos infantis Produtos 904 776 71 37 20 2006 700 566 42 62 30 Amostras sem resíduos detectáveis Origem das amostras Outros Estados Nacional Membros 2005 2006 2005 2006 nº 692 588 53 34 17 540 437 15 59 29 152 134 15 0 3 120 96 24 0 0 Importações de Países Terceiros 2005 2006 60 54 3 3 0 40 33 3 3 1 Amostras com resíduos em Amostras com resíduos em quantidade quantidade LMR ou para > LMR os quais não existe LMR 2006 2005 2005 2006 Total Nacional Total Nacional nº 35 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal 2005 Total Produtos de origem vegetal, incluindo frutos e vegetais Cereais Produtos transformados Alimentos infantis Nota: LMR - Limite Máximo de Resíduos Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural 644 552 49 23 20 2006 547 437 28 53 29 234 203 17 14 0 120 97 14 9 0 26 21 5 0 0 23 19 4 0 0 33 32 0 0 1 24 24 0 0 0 Quadros estatísticos Portugal 62 Quadro 36 Plano nacional de controlo de resíduos em animais Continente Unidade: nº de amostras Total 2005 2006 Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 2005-2006 Bovinos 2005 2006 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras não não não não analisadas analisadas analisadas analisadas conformes conformes conformes conformes 4 399 697 141 2 707 36 0 0 33 3 046 383 89 1 369 22 0 0 19 2 278 429 86 1 606 22 0 0 22 977 175 51 673 10 0 0 10 824 3 173 1 626 234 83 50 191 154 125 204 100 292 104 10 7 572 0 21 21 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 57 527 2 685 1 320 258 188 54 218 79 106 107 72 193 90 0 5 731 1 86 4 0 23 1 0 0 0 0 0 58 0 0 108 157 781 440 59 5 0 41 30 51 41 37 52 25 0 3 059 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 24 78 652 375 44 12 0 38 16 54 32 30 26 25 0 1 629 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 11 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais Suínos 2005 Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total Ovinos e Caprinos 2006 2005 1215 177 50 798 10 0 0 8 1288 109 38 549 8 0 0 9 211 35 5 149 4 0 0 3 238 8 3 0 71 0 143 1263 717 63 7 0 140 61 61 62 53 51 48 0 2 478 0 9 9 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 19 56 1084 580 106 29 0 173 24 49 32 34 22 35 0 2 372 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 10 39 255 162 20 0 0 10 5 8 15 10 20 5 0 466 0 5 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 17 166 86 38 8 0 6 3 3 5 6 6 5 0 404 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3 Equídeos 2005 Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 2006 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras não não não não analisadas analisadas analisadas analisadas conformes conformes conformes conformes 0 9 Aves 2006 2005 2006 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras não não não não analisadas analisadas analisadas analisadas conformes conformes conformes conformes 1 0 0 0 0 0 0 0 5 3 0 1 0 0 0 0 586 44 0 141 0 0 0 0 491 75 0 67 1 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 99 7 1 1 0 1 5 0 0 0 79 5 0 104 0 58 0 0 0 0 0 0 0 0 0 58 0 0 58 401 532 236 56 53 45 0 41 5 50 0 25 21 0 1118 0 5 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 349 568 233 58 120 54 0 24 0 33 2 24 20 0 1059 1 24 0 0 23 1 0 0 0 0 0 0 0 0 25 (continua) Estatísticas Agrícolas 2007 63 Quadro 36 Plano nacional de controlo de resíduos em animais (cont.) Continente Coelhos 2005 Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 2006 2005 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras não não não não analisadas analisadas analisadas analisadas conformes conformes conformes conformes 40 5 0 5 0 0 0 0 47 13 0 8 0 0 0 0 27 2 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 30 93 30 15 18 5 0 10 0 5 0 10 0 0 133 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 26 86 39 11 18 0 0 7 0 5 0 6 0 0 133 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 22 163 20 11 0 0 0 7 0 11 0 114 0 0 190 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 30 0 0 0 0 0 0 0 0 0 30 0 0 30 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Aquicultura Compostos pesquisados 2005 Amostras analisadas Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 2006 Amostras não conformes Amostras analisadas Amostras não conformes 41 5 0 5 0 0 0 0 28 7 0 8 0 0 0 0 31 85 20 10 0 0 0 0 0 20 0 20 5 10 126 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 13 39 11 5 0 0 0 0 0 3 0 7 8 5 67 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Origem: Direcção-Geral de Veterinária (a) Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - Regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal. L.A.R. - Lactonas do Ácido Resorcílico, incluindo o zeranol. Quadros estatísticos Compostos pesquisados Unidade: nº de amostras Caça 2006 64 Quadro 37 Plano nacional de controlo de resíduos em produtos de origem animal Continente Unidade: nº de amostras Leite de vaca 2005 2006 Total 2005 Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 2006 2005-2006 Leite de ovelha e cabra 2006 2005 AmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmostras tras tras tras tras tras tras tras tras tras tras tras não não não não não não colhicolhicolhicolhicolhicolhiconforconforconforconforconforconfordas das das das das das mes mes mes mes mes mes 106 0 355 0 76 0 205 0 0 0 16 0 106 815 486 35 0 0 36 116 38 52 52 0 891 0 7 7 0 0 0 0 0 0 0 0 0 9 355 1081 366 205 123 182 30 97 16 34 28 0 1016 0 4 0 1 3 0 0 0 0 0 0 0 3 76 399 194 35 0 0 36 33 22 27 52 0 433 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 205 699 197 205 0 182 30 24 10 26 25 0 475 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 109 109 0 0 0 0 0 0 0 0 0 121 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 16 27 24 0 0 0 0 0 0 0 3 0 109 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 37 - Plano nacional de controlo de resíduos em produtos de origem animal Ovos 2005 Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total Mel 2006 2005 AmosAmosAmosAmostras tras tras tras não não colhicolhiconforconfordas das mes mes 2006 Amostras não conformes Amostras colhidas Amostras colhidas Amostras não conformes 20 0 123 0 10 0 11 0 20 192 131 0 0 0 0 61 0 0 0 0 212 0 7 7 0 0 0 0 0 0 0 0 0 7 123 309 123 0 123 0 0 63 0 0 0 0 432 0 3 0 0 3 0 0 0 0 0 0 0 3 10 115 52 0 0 0 0 22 16 25 0 0 125 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 11 46 22 0 0 0 0 10 6 8 0 0 57 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Origem: Direcção-Geral de Veterinária (a) Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - Regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal. Estatísticas Agrícolas 2007 65 Quadro 38 Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes Continente 2005-2006 Processos de contraordenação 2005 2006 Amostras não conformes 2005 2006 Compostos e Origem nº Beta-agonistas Bovinos Exploração em vida Matadouro Suínos Matadouro Ovinos Exploração em vida Matadouro Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. 2377/90 Aves Exploração em vida Anti-helmínticos Leite de vaca Exploração Anti-coccídeos Aves Matadouro Ovos Centro de classificação Inibidores microbianos Bovinos Matadouro Suínos Matadouro Ovinos Matadouro Aves Matadouro Coelhos Matadouro Ovos Centro de classificação Metais pesados Equídeos Total 33 22 3 19 8 8 3 1 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31 2 2 9 9 5 5 8 8 0 0 7 7 0 0 64 24 11 2 9 13 13 0 0 0 1 1 1 1 1 1 56 37 37 19 19 11 1 1 2 2 0 0 6 1 1 1 1 1 2 2 95 22 15 x x 4 4 3 x x 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 27 2 2 8 8 3 3 7 7 0 0 7 7 0 0 49 16 9 x x 7 7 0 0 0 1 1 1 1 1 1 26 23 23 3 3 6 1 1 2 2 0 0 1 1 1 1 1 1 2 2 52 Origem: Direcção-Geral de Veterinária Quadro 39 Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) Portugal Direcções Regionais Lisboa e Vale do Centro Tejo Unidade: cabeças de bovinos Regiões Autónomas 1990-2007 Total 39 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) Anos Norte 1990-2006 2007 Total Origem: Direcção-Geral de Veterinária 688 5 693 276 3 279 23 2 25 Alentejo 42 4 46 Algarve Açores 0 0 0 Madeira 6 0 6 0 0 0 1 035 14 1 049 Quadros estatísticos 38 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes 66 Quadro 40 Campanha sanitária Portugal Unidade: cabeças Controlos Efectuados Zoonoses Brucelose Bovina Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira Brucelose Ovina e Caprina Continente 2004 2005 2006 2007 804 248 810 894 802 541 798 657 217 558 109 749 72 428 391 883 7 039 274 065 0 2 433 2 545 1 575 1 083 321 46 47 669 0 886 0 3 086 3 669 2 476 1 717 714 131 54 817 1 1 449 0 2 854 802 2 803 269 2 724 512 2 673 748 457 102 679 909 250 363 1 218 099 68 275 3 332 0 15 924 15 967 11 452 11 020 2 607 630 2 340 4 336 1 107 0 0 18 895 20 574 13 229 11 211 2 346 1 267 2 459 3 946 1 193 0 0 40 - Campanha sanitária 2004 2005 2006 2007 Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira 2004-2007 Animais Abatidos Casos Positivos Origem: Direcção-Geral de Veterinária Quadro 41 Controlo oficial dos alimentos para animais Portugal Controlo técnico e documental 2005 2006 2005-2006 Amostras não conformes 2005 2006 41 - Controlo oficial dos alimentos para animais Operadores Registados Tipo de Operador 2005 2006 Controlo Físico 2005 2006 nº Produtores de matérias-primas Produtores de aditivos e pré-misturas Indústria de alimentos compostos para animais Importadores Intermediários e distribuidores Explorações pecuárias (inclui auto-produtores) Outros Origem: Direcção-Geral de Veterinária Estatísticas Agrícolas 2007 0 28 104 116 374 80 0 0 28 104 116 374 80 0 0 0 118 0 1 424 0 0 29 83 0 0 227 0 29 0 874 27 118 762 0 0 17 419 7 78 641 0 0 0 45 0 0 27 0 0 0 11 0 0 7 0 67 VI - CONTAS ECONÓMICAS DA AGRICULTURA Quadro 42 Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) 42 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Anos Produtos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Cereais Plantas industriais Plantas forrageiras Vegetais e produtos hortícolas Batatas Frutos Vinho Azeite Outros produtos vegetais Produção vegetal (1 a 9) Animais, dos quais: 11.1 Bovinos 11.2 Suinos 11.3 Aves de Capoeira 12 Produtos animais, dos quais: 12.1 Leite 13 Produção animal (11 + 12) 14 Produção de serviços agrícolas 15 Produção de actividades secundárias não separáveis 16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15) 2005 2005 - 2007 2006 2007 (a) 167,85 83,31 182,87 1 158,45 69,26 829,35 950,03 143,59 12,27 3 596,98 1 754,41 189,19 71,71 248,70 1 203,46 131,22 1 003,06 965,80 124,39 12,76 3 950,28 1 662,56 226,00 63,77 281,72 1 226,50 128,07 861,47 840,10 94,03 9,59 3 731,25 1 696,81 626,04 525,77 334,66 857,09 455,76 590,71 339,18 833,60 431,83 564,39 426,38 889,24 764,48 2 611,50 267,35 34,99 6 510,82 729,96 2 496,16 283,33 37,04 6 766,82 766,61 2 586,05 262,25 37,07 6 616,62 Quadros estatísticos Portugal (a) Rendimento Agrícola 2007: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2008. Quadro 43 Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços correntes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Rubricas 16 17 17.1 17.2 17.3 17.4 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Produção do ramo agrícola a preços de base Consumo intermédio, dos quais: Energia e lubrificantes Adubos e correctivos do solo Produtos fitossanitários Alimentos para animais Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17) Consumo de capital fixo Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19) Outros impostos sobre a produção Outros subsídios à produção Rendimento dos factores (20 - 21 + 22) Remuneração dos assalariados Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24) Rendas a pagar Juros a pagar Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27) Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível) Transferências de capital 2005 2005 - 2007 2006 2007 (a) 6 510,82 4 050,48 6 766,82 4 041,15 6 616,62 4 204,80 412,02 136,39 85,90 1 505,70 2 460,34 703,25 1 757,09 3,94 563,94 2 317,09 569,05 1 748,04 51,81 201,96 1 494,27 771,86 252,16 440,47 152,01 91,89 1 382,21 2 725,67 712,73 2 012,94 4,73 516,06 2 524,27 575,09 1 949,18 57,05 191,55 1 700,58 772,08 216,93 465,52 169,28 96,70 1 648,05 2 411,82 701,95 1 709,87 4,21 670,09 2 375,75 578,56 1 797,19 56,66 233,62 1 506,91 x x 43 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços correntes (Base 2000) (a) Rendimento Agrícola 2007: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2008. 68 Quadro 44 Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Produtos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Cereais Plantas industriais Plantas forrageiras Vegetais e produtos hortícolas Batatas Frutos Vinho Azeite Outros produtos vegetais Produção vegetal (1 a 9) Animais, dos quais: 11.1 Bovinos 11.2 Suinos 11.3 Aves de Capoeira 12 Produtos animais, dos quais: 12.1 Leite 13 Produção animal (11 + 12) 14 Produção de serviços agrícolas 15 Produção de actividades secundárias não separáveis 16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15) 2005 2005 - 2007 2006 2007 (a) 180,54 91,79 162,30 1 043,19 112,23 855,09 1 044,41 84,21 6,92 3 580,68 1 713,52 271,46 85,07 197,64 1 051,25 120,85 1 029,25 1 104,87 63,60 7,23 3 931,22 1 671,99 238,71 83,71 191,51 1 046,40 125,90 856,50 918,04 63,35 7,21 3 531,33 1 580,12 527,72 585,38 333,32 786,52 467,33 608,84 326,02 762,10 385,55 653,29 360,90 755,75 697,63 2 500,04 236,33 35,61 6 352,66 671,65 2 434,09 243,22 37,08 6 645,61 665,07 2 335,87 225,34 36,10 6 128,64 44 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) (a) Rendimento Agrícola 2007: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2008. Quadro 45 Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços constantes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Rubricas 16 17 17.1 17.2 17.3 17.4 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Produção do ramo agrícola a preços de base Consumo intermédio, dos quais: Energia e lubrificantes Adubos e correctivos do solo Produtos fitossanitários Alimentos para animais Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17) Consumo de capital fixo Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19) Outros impostos sobre a produção Outros subsídios à produção Rendimento dos factores (20 - 21 + 22) Remuneração dos assalariados Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24) Rendas a pagar Juros a pagar Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27) Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível) Transferências de capital 2005 2005 - 2007 2006 2007 (a) 6 352,66 3 967,61 6 645,61 3 942,04 6 128,64 3 847,87 362,54 123,75 93,45 1 464,77 2 385,05 617,53 1 767,52 // // // // // // // // 691,93 // 364,56 129,07 97,54 1 323,14 2 703,57 612,67 2 090,90 // // // // // // // // 675,50 // 376,99 130,36 101,55 1 380,56 2 280,77 605,93 1 674,84 // // // // // // // // x // 45 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços constantes (Base 2000) (a) Rendimento Agrícola 2006: dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2007. Estatísticas Agrícolas 2007 69 VII - ESTRUTURAS AGRÍCOLAS Quadro 46 Estrutura das explorações agrícolas 46 - Estrutura das explorações agrícolas Portugal 2007 Rubricas Superfície total Superfície Agrícola Utilizada (SAU) SAU média por exploração Forma de exploração da SAU Conta própria Arrendamento Outras formas Matas e florestas sem cult. sob-coberto Superfície agrícola não utilizada Outras superfícies Superfície irrigável Superfície regada Utilização das terras Cereais para grão Leguminosas secas para grão Prados temporários e cult. forrageiras Batata Culturas industriais Culturas hortícolas extensivas Culturas hortícolas intensivas Flores e plantas ornamentais Pousio Horta familiar Frutos frescos Citrinos Frutos sub-tropicais Frutos secos Olival Vinha Prados e pastagens permanentes Natureza jurídica Singular autónomo Singular empresário Sociedades Baldios e outras formas Produtor agrícola singular Produtores Sexo Homens Mulheres Idade < 35 anos 35 a < 45 anos 45 a < 55 anos 55 a < 65 anos > = 65 anos Nível de instrução Nenhum Básico Secundário Superior Tempo de trabalho agrícola > 0 a < 50 % > = 50 % a < 100 % Tempo completo Actividade exterior remunerada Principal Secundária Origem: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas - 2007 Explorações nº Superfície ha 275 100 274 210 4 408 521 3 472 985 12,6 257 590 38 477 21 876 132 384 56 233 185 966 170 534 150 710 2 447 403 808 045 217 538 721 875 136 409 77 251 587 613 421 525 102 341 27 796 91 919 82 446 2 188 8 456 20 859 1 593 52 912 182 043 38 834 30 569 8 643 39 570 113 319 145 347 84 012 296 260 14 863 362 586 20 279 17 065 20 882 14 875 1 768 325 080 18 411 37 014 18 603 2 529 69 033 292 179 174 566 1 823 588 257 040 11 542 5 057 1 461 1 781 993 723 923 740 264 226 806 Nº de individuos 268 582 197 364 71 218 5 173 20 394 45 792 67 588 129 634 68 263 184 144 7 096 9 080 130 451 82 053 56 078 62 267 5 316 Quadros estatísticos Ano 70 VIII - POPULAÇÃO residente e activa com profissão, total e na agricultura, animal, caça e 47População - População residente e produção activa com silvicultura segundo a situação na profissão profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura segundo a situação na profissão Quadro 47 Portugal NUTS II Portugal 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 Continente 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 Madeira 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 População residente Activa com profissão de 15 e mais anos (a) Unidade: nº de pessoas Da qual na agricultura, produção animal, caça e silvicultura TrabalhaTrabalhaTrabalhaMembro dor dor dor activo de Outra Empregador familiar não por conta por conta cooperasituação remunede própria tiva rado outrem Total 8 441 312 8 889 392 9 611 125 9 833 014 9 862 540 10 356 117 3 196 482 3 315 639 3 163 855 3 828 264 4 127 570 4 650 947 1 523 118 1 398 265 965 930 705 252 418 778 215 598 141 069 78 647 18 180 8 518 25 222 51 442 290 570 293 963 353 990 350 317 209 626 54 488 172 389 185 195 108 400 81 483 42 722 15 377 914 311 839 621 480 360 256 415 138 358 92 586 // // // 7 705 1 340 248 4 779 839 5 000 814 1 460 1 457 7 856 913 8 292 975 8 074 975 9 336 760 9 371 319 9 869 343 3 687 293 2 348 397 2 661 850 776 585 395 218 3 005 110 3 126 245 2 988 170 3 659 954 3 945 501 4 450 711 1 656 103 1 006 373 1 284 673 323 167 180 395 1 413 200 1 297 283 895 260 664 681 390 046 197 766 74 780 64 688 12 235 38 089 7 974 136 714 76 270 17 100 7 961 24 129 47 608 20 715 16 470 2 588 6 099 1 736 269 123 275 168 328 985 329 603 193 265 47 631 19 306 19 168 1 470 5 322 2 365 158 483 174 584 99 555 77 613 40 494 14 107 7 308 5 754 201 597 247 844 383 770 447 444 750 241 050 129 423 86 777 26 855 22 715 7 860 25 777 3 570 // // // 7 670 1 323 236 50 40 14 131 1 4 497 814 4 870 784 1 412 1 407 546 541 102 163 55 317 409 327 480 285 015 243 410 237 795 241 763 108 243 107 124 86 615 77 342 84 036 94 728 65 454 60 159 40 220 22 310 14 137 9 763 3 427 1 888 555 363 720 1 999 12 661 12 618 14 800 10 636 7 277 3 669 8 120 6 858 3 760 2 189 1 134 429 41 056 38 774 21 050 9 107 4 965 3 636 // // // 10 16 8 190 21 55 5 25 22 266 990 268 937 251 135 252 844 253 426 245 011 83 129 82 270 89 070 90 968 98 033 105 508 44 464 40 823 30 450 18 261 14 595 8 069 928 489 525 194 373 1 835 8 786 6 177 10 205 10 078 9 084 3 188 5 786 3 753 5 085 1 681 1 144 841 28 872 30 400 14 560 6 258 3 970 2 173 // // // 25 1 4 92 4 75 25 23 28 Origem: Recenseamento Geral da População. Nota: Da população activa, em 15-XII-1960, foram excluidas as pessoas desempregadas e as que se encontravam a prestar serviço militar. Os dados de 1970 foram estimados a 20%. (a) De 10 e mais anos, nos recenseamentos de 15-XII de 1960 e 1970; de 12 e mais anos nos recenseamentos de 16-III-1991 e 15-IV-1991. (b) População presente. Quadro 48 Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) (preços correntes) 48 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) Portugal Rubricas Volume de mão-de-obra agrícola - total Volume de mão-de-obra agrícola não assalariada Volume de mão-de-obra agrícola assalariada Origem: Contas Económicas da Agricultura Estatísticas Agrícolas 2007 2000 502,85 435,55 67,30 2001 Unidade: 1 000 UTA 2002 2003 506,20 438,39 67,81 479,66 415,26 64,40 478,80 413,39 65,41 2004 452,96 387,04 65,92 2005 423,22 362,73 60,49 2000 - 2006 2006 414,73 355,39 59,34 71 IX - PRODUÇÃO FLORESTAL Quadro 49 Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II Portugal Unidade: 1 000 ha 49 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II Povoamentos florestais Espécies NUTS II 1995 2005 Portugal 3 381,4 3 444,7 Continente (a) 3 349,4 3 412,7 Norte 667,5 618,7 Centro 993,7 973,7 Lisboa 435,0 460,5 Alentejo 1 144,4 1 222,4 Algarve 108,9 137,4 Açores (b) 21,0 21,0 Madeira (b) 11,0 11,0 Total de povoamentos florestais 1995 2005 3 233,1 3 168,9 3 201,1 3 136,9 603,5 520,2 947,6 849,6 416,5 434,2 1 136,0 1 201,0 97,5 131,9 21,0 21,0 11,0 11,0 Espécies Azinheira NUTS II Portugal Continente (a) Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores (b) Madeira (b) 1995 461,7 461,7 20,4 31,8 3,1 397,8 8,6 0,0 0,0 Pinheiro Bravo 1995 983,1 976,1 245,6 569,7 95,4 59,5 6,0 1,0 6,0 Manso 2005 717,4 710,4 192,6 409,7 66,5 38,0 3,6 1,0 6,0 1995 77,7 77,7 0,3 1,0 14,5 52,9 9,0 0,0 0,0 2005 83,9 83,9 0,2 1,5 24,7 51,5 6,0 0,0 0,0 Sobreiro 1995 712,8 712,8 21,3 27,9 139,8 483,9 39,9 0,0 0,0 2005 736,7 736,7 10,0 15,2 155,9 527,2 28,4 0,0 0,0 Carvalho Eucalipto 1995 675,1 672,1 143,1 227,0 142,9 130,5 28,6 1,0 2,0 2005 649,8 646,8 121,9 258,4 144,6 108,1 13,8 1,0 2,0 1995 131,0 131,0 61,5 58,0 9,0 2,4 0,0 0,0 0,0 Castanheiro 2005 1995 2005 118,0 41,4 29,2 118,0 40,4 28,2 71,3 33,7 24,5 6,2 3,2 40,8 0,2 0,0 1,6 4,2 0,1 0,5 0,1 0,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 1,0 Outras Povoamentos florestais Áreas Áreas de áreas Outras ardidas de Outras Área de corte raso arborizadas Resinosas Folhosas formações povoamentos povoamentos 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 1995 2005 388,4 28,4 15,1 122,0 116,9 x 18,1 x 295,4 79,3 213,4 27,5 41,1 41,5 21,3 388,4 27,4 14,1 102,0 96,9 x 18,1 x 295,4 79,3 213,4 27,5 41,1 41,5 21,3 8,5 56,3 40,7 x 0,4 x 41,6 45,4 85,5 0,2 4,2 18,4 8,8 8,5 21,3 4,3 3,9 21,7 22,5 x 0,8 x 63,6 20,9 101,1 15,1 16,7 10,1 6,3 30,0 1,5 0,3 10,1 9,5 x 4,0 x 26,4 6,9 15,5 8,7 7,8 2,9 3,0 0,7 0,3 0,3 8,5 9,1 x 11,4 x 115,5 2,5 8,5 3,5 10,5 2,3 2,4 335,2 0,0 1,1 5,4 15,1 x 1,5 x 48,3 3,6 2,8 0,0 1,9 7,8 0,8 14,0 0,0 0,0 0,0 19,0 19,0 x 0,0 x 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 1,0 1,0 1,0 x 0,0 x 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 (a) Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais - Inventário Florestal Nacional (IFN) (b) Dados estimados. Quadro 50 Quantidade removida de madeira 3 Unidade: 1 000 m sem casca Portugal Anos Madeira removida Madeira removida Total Coníferas Folhosas Lenha (b) Total Coníferas Folhosas Madeira redonda industrial (madeira em bruto) Total Coníferas Folhosas Toros Total Coníferas Folhosas Rolaria Total Coníferas Folhosas Outras madeiras redondas industriais 2004 2004 - 2006 2005 (Po) 2006 (Po) 10 869 4 177 6 692 10 746 3 468 7 278 10 805 3 701 7 104 600 200 400 600 200 400 600 200 400 10 269 3 977 6 292 10 146 3 268 6 878 10 205 3 501 6 704 2 246 2 194 52 2 483 2 369 114 2 510 2 396 114 7 843 1 633 6 210 180 7 483 749 6 733 180 7 514 955 6 559 180 50 - Quantidade removida de madeira Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais. (a) Lenha sem casca, podendo ter como destinos o consumo como tal e/ou a produção de carvão vegetal. Quadros estatísticos Total 72 Produçãode de produtos derivados da madeira 51 - Produção produtos derivados da madeira Quadro 51 Portugal 2004 - 2006 Anos Unidade Produtos derivados Carvão Aparas e estilhas e resíduos de madeira Madeira serrada Painéis de madeira Folheados Painéis de fibras Fibras duras MDF Painéis de partículas Contraplacados Coníferas Folhosas Pastas químicas Ao sulfato crua Ao sulfato branqueda Ao sulfito crua Ao sulfito branqueda Papel reciclado Papéis e cartão Destinos: usos gráficos usos domésticos e sanitários embalagem outros papéis e cartões 2004 (Po) 2005 (Po) 2006 (Po) 1 000 t 3 1 000 m 3 1 000 m 3 1 000 m 1 000 m3 3 1 000 m " " 3 1 000 m 1 000 m3 " " 1 000 t " " " " 1 000 t 1 000 t 20 1 734 1 100 1 322 24 396 70 326 875 21 2 19 1 949 286 1 555 0 108 296 1 674 19 652 1 097 1 306 30 405 75 330 850 21 5 16 1 990 324 1 561 0 105 597 1 570 19 722 1 115 1 306 30 405 75 330 850 21 5 16 2 065 338 1 617 0 110 744 1 644 " " " " 1 093 81 491 9 1 038 77 435 20 1 045 75 494 30 Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais ; Associação da Indústria Papeleira (CELPA); Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP) Quadro 52 Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II Continente 2005 - 2007 Rubricas Quantidade t Anos Continente 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) 2005 2006 2007 (Po) Gema nacional entrada nas fábricas (a) Valor 1 000 Euros 4 644 5 145 4 886 405 609 837 3 443 3 413 3 240 156 237 103 641 886 705 0 0 0 2 832 3 712 3 459 254 435 588 2 078 2 488 2 303 93 166 72 407 624 495 0 0 0 Preço médio Euros / kg 0,61 0,72 0,71 0,63 0,71 0,70 0,60 0,73 0,71 0,60 0,70 0,70 0,64 0,70 0,70 0,00 0,00 0,00 52 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve (a) Gema contabilizada à entrada da fábrica. Estatísticas Agrícolas 2007 73 Quadro 53 Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) 53 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) Continente Anos 2005 2006 2007(Po) 2005 - 2007 Aguarrás Colofónias de gema t Gema nacional laborada (a) (b) Rubricas 4 945 4 549 4 233 3 753 3 480 3 202 874 670 586 (a) A diferença entre a gema entrada e a laborada corresponde à diferença de existências de gema entre o final e o início do ano. (b) O somatório das colunas "Colofónias de gema" e "Aguarrás" não corresponde à coluna "Gema nacional laborada", devido à existências de perdas no processo de laboração da gema nacional. Quadro 54 Produção e preços de cortiça Produção Total (a) 2005 - 2007 Preço médio Amadia no mato (b) Amadia e secundeira (a) Virgem (a) 54 - Produção e preços de cortiça Anos 103 t 2005 2006 2007 100 x x 15 x x Euros / kg 85 x x 2,34 2,21 x Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais. (a) Produção estimada. (b) Fonte: SICOP - Sistema de Informação de Cotações de Produtos Florestais na Produção (preço médio ponderado)- Projecto descontinuado em 2007 Quadro 55 Preços médios de lenha, toros e rolaria 55 - Preços médios de lenha, toros e rolaria Portugal 2005 - 2007 Toros Rolaria (com destino à serração) (com destino à trituração) (b) (b) Resinosas Folhosas Resinosas Folhosas Euros / m3 sem casca Rubricas Lenha (a) Anos Euros / 100 kg 2005 2006 (Po) 2007 (Po) 1,16 2,37 x 48,40 60,81 x 44,74 36,52 x 26,20 20,83 x 26,21 15,52 x (a) Lenha sem casca, podendo ter como destinos o consumo como tal e/ou a produção de carvão vegetal. (b) Fonte: SICOP - Sistema de Informação de Cotações de Produtos Florestais na Produção (preço médio ponderado)- Projecto descontinuado em 2007 Quadro 56 Ocorrências de incêndios florestais Continente 56 - Ocorrências de incêndios florestais Anos Nº/Área Número Área ( ha ) Povoamentos florestais Matos Área (ha) / Número Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais. 2005 2006 35 699 338 262 213 517 124 745 9,48 2005 -2007 2007 (Po) 19 929 75 510 36 323 39 187 3,79 19 024 31 491 9 678 21 813 1,66 Quadros estatísticos Continente 74 Quadro 57 Ocorrênciasde de incêndios florestais por NUTS II 57 - Ocorrências incêndios florestais por NUTS II Continente 2006-2007 Área Povoamentos florestais ha Nº/Área Número Total NUTS II Continente 2006 2007 (Po) 2006 2007 (Po) 2006 2007 (Po) 2006 2007 (Po) 2006 2007 (Po) 2006 2007 (Po) Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 19 929 19 024 11 548 11 182 4 813 4 556 2 107 1 896 739 740 722 650 75 510 31 491 42 595 14 340 21 897 11 827 504 896 10 336 4 178 179 250 Matos 36 323 9 678 17 210 3 705 10 263 3 189 83 201 8 762 2 579 6 3 39 187 21 813 25 385 10 635 11 634 8 638 421 695 1 574 1 599 173 247 Origem: Direcção-Geral dos Recursos Florestais. Quadro 58 Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal Portugal Anos Designação 3800 - Total de produtos resinosos Dos quais: 382201 Colofónias de gema 3810 Resinas de coníferas 1400 + 4600 + 9400 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de vime Dos quais: 94060020 - Construções pré fabricadas de madeira 4400 - Total de Madeira Dos quais: 443202 Toros de folhosas tropicais 443203 Toros de folhosas temperadas Das quais: 44039930 Eucaliptos 4453 Madeira serrada de folhosas temperadas 4495 Obras de carpintaria para construção Das quais: 449502 Painéis tipo mosaico, para soalhos 4482 Painéis de fibras 4470 Madeira perfilada (tacos, baguetes e cercaduras) Das quais: 447203 Tacos e frisos para soalhos 4481 Painéis de partículas 4452 Madeira serrada de folhosas tropicais 4500 - Total de Cortiça Dos quais: 4511 Cortiça natural ou simplesmente preparada 4512 Cortiça natural sem crosta 4521+4522 Rolhas em cortiça natural 4700 - Total de pastas de madeiras Das quais: 4730 Pastas químicas à soda ou ao sulfato Das quais: 473201 Branqueadas e semi-branqueadas de coníferas 473202 Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas 4800 - Total de papel e cartão t 2006 (Pe) 1 000 Euros t 2006 - 2007 2007 (Pe) 1 000 Euros 60 832 52 191 54 082 38 280 50 870 5 898 44 960 3 810 43 290 5 088 30 500 3 437 91 514 222 996 116 167 258 152 3 451 869 968 7 089 481 503 2 711 1 416 837 4 943 605 473 92 205 156 997 33 619 38 079 78 297 454 068 29 658 64 946 40 181 119 444 34 368 3 700 79 631 53 776 305 596 136 925 45 562 25 331 94 828 67 711 7 813 108 224 13 064 16 770 47 861 16 633 8 856 145 379 14 192 18 394 67 816 18 189 2 703 46 524 56 282 62 845 4 575 15 505 32 321 124 183 3 557 57 130 64 018 65 496 5 053 22 293 41 244 125 780 45 650 11 536 1 919 75 013 60 702 28 573 17 410 31 382 55 468 4 662 1 555 88 778 80 035 16 214 14 186 42 769 63 210 28 261 80 334 40 511 50 689 8 039 941 710 23 252 3 754 956 094 63 632 10 058 1 037 969 34 044 4 573 1 050 470 58 - Entrada dos principais produtos do sector florestal Estatísticas Agrícolas 2007 75 Quadro 59 Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal Portugal Anos 2006 (Pe) 1 000 Euros 2006 - 2007 2007 (Pe) 1 000 Euros Designação t 3800 - Total de produtos resinosos Do qual: 382201 Colofónias de gema 32 226 40 610 28 732 35 739 9 476 11 313 7 754 9 011 1400 + 4600 + 9400 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de vime 49 304 206 336 56 095 256 250 1 536 3 058 011 3 201 586 834 1 168 3 368 393 3 187 707 853 Dos quais: 94060020 - Construções pré fabricadas de madeira 4400 - Total de madeira Dos quais: 4451 Madeira serrada de coníferas 4482 Paineís de fibras Dos quais: 448201 MDF 4481 Paíneis de partículas 4461 Folhas para contraplacados de coniferas 4495 Obras de carpintaria para construção Dos quais: 449501 Portas e respectivos caixilhos, alizares e soleira 449502 Painéis tipo mosaico para soalhos 443203 Toros de folhosas temperadas Das quais: 44039930 Eucaliptos 4498 Outras obras de madeira 4492 Embalagens de madeira 4500 - Total de cortiça Dos quais: 4521+4522 Rolhas em cortiça natural 4511 Cortiça natural ou simplesmente preparada 53101+453102 Outras rolhas (vinhos, espumantes e outros) 4700 - Total de pastas de madeiras Dos quais: 4732 Pastas químicas à soda ou ao sulfato branq/semi-branq. Das quais: 473202 Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas 4800 - Total de papel e cartão t 407 337 367 166 62 402 123 657 475 213 366 870 80 873 144 413 297 419 334 152 17 471 91 253 102 536 81 976 8 237 122 617 327 891 327 459 20 032 106 337 130 766 95 239 9 860 150 984 41 847 35 174 1 453 901 62 156 47 280 70 338 56 514 31 969 1 609 921 85 729 46 164 84 713 1 447 371 3 780 80 431 164 827 69 140 9 873 24 398 827 773 1 606 110 6 339 88 249 159 983 83 990 16 388 28 356 841 082 18 111 36 836 21 575 1 313 089 405 982 41 680 162 202 470 036 17 210 37 531 21 700 1 431 638 420 036 52 751 160 274 499 411 841 814 368 260 868 045 381 228 841 814 1 417 741 368 260 1 034 796 868 045 1 469 089 381 228 1 109 427 Quadros estatísticos 59 - Saída dos principais produtos do sector florestal 76 X - CONTAS ECONÓMICAS DA SILVICULTURA Quadro 60 Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2000) 60 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Produtos 1 1.1 1.2 1.3 2 2.1 2.2 2.3 3 4 Madeira de resinosas para fins industriais Madeira de resinosas para serrar Madeira de resinosas para triturar Outra madeira de resinosas Madeira de folhosas para fins industriais Madeira de folhosas para serrar Madeira de folhosas para triturar Outra madeira de folhosas Lenha Outros produtos, dos quais: 4.1 Cortiça 4.2 Florestação e reflorestação 5 Produção de bens silvícolas (1 + 2 + 3 + 4) 6 Produção de serviços silvícolas 7 Produção do ramo silvícola a preços de base (5 + 6) 2004 2005 2004 - 2006 2006 138,04 85,65 48,01 4,38 260,15 5,26 253,92 0,97 9,81 296,03 115,45 64,24 47,07 4,14 259,58 3,94 254,73 0,91 8,13 331,46 111,75 70,79 36,67 4,29 248,79 2,21 245,84 0,74 11,46 345,4 230,95 58,99 704,03 30,79 734,82 255,32 67,78 714,62 43,92 758,54 275,33 62,69 717,40 42,95 760,35 Quadro 61 Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura, a preços correntes (Base 2000) 61 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura, Unidade: 106 Euros Portugal Anos Rubricas 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Produção do ramo silvícola a preços de base Consumo intermédio Valor acrescentado bruto a preços de base (7 - 8) Consumo de capital fixo Valor acrescentado líquido a preços de base (9 - 10) Outros impostos sobre a produção Outros subsídios à produção Rendimento dos factores (11 - 12 + 13) Remuneração dos assalariados Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (14 - 15) Rendas Juros a pagar Juros a receber Rendimento empresarial líquido (16-17-18+19) Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível) Transferências de capital 2004 2005 734,82 102,53 632,29 74,23 558,06 0,43 7,92 565,55 77,50 488,05 4,87 7,81 7,01 482,38 89,06 32,34 a preços correntes (Base 2000) Estatísticas Agrícolas 2007 2004 - 2006 2006 758,54 116,35 642,19 74,98 567,21 0,41 9,12 575,92 81,74 494,18 4,27 11,73 4,84 483,02 89,29 30,66 760,35 115,35 645,00 75,01 569,99 0,52 3,95 573,42 85,02 488,40 4,32 12,04 4,62 476,66 92,24 42,16 77 XI - COMÉRCIO INTERNACIONAL Quadro 62 Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade Portugal 2007 (a) Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada t Entrada 1 000 Euros Saída t 1 000 Euros SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal Capítulo 1 - Animais vivos 0101 - Gado cavalar 0102 - Gado bovino 0103 - Gado suíno 0104 - Ovinos e caprinos 0105 - Aves de capoeira Capítulo 2 - Carne e miudezas, comestíveis 0201 - Carne de bovino (fresca ou refrigerada) 0202 - Carne de bovino (congelada) 0203 - Carne de suíno 0204 - Carne de ovino e caprino 0206 - Miudezas comestíveis diversas 0207 - Carne e miudezas - aves 0208 - Outras carnes e miudezas 0209 - Toucinho e outras gorduras 0210 - Carne e miudezas em conserva Capítulo 4 - Leite e lacticínios; ovos; mel 04(01 e 02) - Leite e natas 0403 - Leitelho, leites acidificados, etc. 0404 - Soro de leite 0405 - Manteiga 0406 - Queijo e requeijão 04(07e 08) - Ovos e gemas 0409 - Mel natural Capítulo 5 - Produtos de origem animal 0504 - Tripas, bexigas e buchos SECÇÃO II - Produtos do reino vegetal Capítulo 6 - Plantas vivas 0601 - Bolbos e tubérculos 0602 - Outras plantas vivas 0603 - Flores e seus botões Capítulo 7 - Prod. hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestiveis 0701 - Batatas 0701.10.00 - Batata-semente 0702 - Tomates (frescos ou refrigerados) 0703 - Cebolas e alhos 0704 - Couves, couve-flor, etc. 0705 - Alface e chicórias 0706.10.00 - Cenouras e nabos 0709.90.(31 e 39) e 0710.80.10 - Azeitonas 0711.20 - Azeitonas de conserva 0713 - Legumes de vagem secos 0713.20 - Grão-de-bico 0713.(31, 32, 33 e 39) - Feijão (seco) 0713.50 - Favas 0714 - Raízes (mandioca, outras) 0714.20 - Batatas-doces Capítulo 8 - Frutas; cascas de citrinos; melões 0802.11 - Amêndoas com casca 0802.12 - Amêndoas sem casca 0802.21 - Avelãs com casca 0802.22 - Avelãs sem casca 0802.31 - Nozes com casca 0802.32 - Nozes sem casca 0802.40 - Castanhas 0802.90.50 - Pinhões 0803 - Bananas 0804.20.10 - Figos frescos 0804.20.90 - Figos secos 0804.30 - Ananases 0805 - Citrinos, frescos ou secos 0805.10 - Laranjas 0806.10 - Uvas frescas 0806.20 - Uvas secas 0807 - Melões e melancias 0808.10 - Maçãs 0808.20 - Pêras e marmelos 0808.20.90 - Marmelos 0809.20 - Cerejas 0809.30 - Pêssegos 0809.40 - Ameixas e abrunhos 0810.10 - Morangos frescos 0810.50 - Kiwis 0813.10 - Damascos secos 0813.20 - Ameixas secas (a) Dados preliminares 73 3 746 94 832 741 257 384 10 750 105 737 2 412 16 259 101 5 174 7 906 1 145 2 319 294 7 932 10 082 3 108 10 643 76 929 17 842 135 409 6 810 8 120 27 961 2 776 1 555 5 606 275 430 78 309 236 975 24 958 9 287 57 419 8 391 3 037 31 624 514 140 8 260 657 3 598 8 424 101 98 3 007 1 361 669 15 797 1 476 1 688 11 521 352 138 14 979 117 994 136 257 7 344 8 116 37 531 14 619 1 492 112 359 147 045 10 622 28 558 125 095 21 554 3 214 225 936 5 709 14 848 16 174 4 726 13 138 1 357 128 665 6 832 10 314 44 783 18 274 16 303 2 574 18 373 26 361 7 413 24 857 3 432 23 195 3 542 8 597 37 389 18 612 296 13 070 1 144 1 059 22 968 4 462 300 977 53 882 31 142 52 503 9 843 2 290 39 801 1 786 6 116 65 627 13 913 40 914 3 060 54 203 751 85 803 26 936 23 895 28 987 6 144 2 728 10 804 1 629 4 822 36 699 9 273 29 929 862 6 321 473 32 624 4 974 101 859 4 265 10 991 5 924 7 312 438 1 123 16 544 2 778 10 206 35 186 34 17 209 2 982 15 773 2 616 6 588 9 121 2 867 603 612 12 859 2 826 8 042 50 176 26 45 1 364 37 161 1 649 1 177 1 449 213 154 275 159 1 456 59 685 74 550 44 294 26 416 213 68 123 85 698 19 216 282 1 297 35 160 5 610 9 018 10 455 270 796 158 5 416 150 880 3 612 5 394 1 967 1 020 79 755 239 3 278 34 956 34 194 19 197 28 978 32 906 36 944 56 638 13 650 182 23 894 23 894 4 379 119 032 10 942 642 1 735 986 294 3 8 78 17 7 774 335 29 584 46 72 11 617 27 882 22 461 1 033 113 2 580 8 560 49 602 258 31 853 4 526 2 731 2 965 5 41 605 1 426 14 70 302 182 14 844 5 843 19 794 48 294 8 576 13 895 10 302 1 565 272 1 598 5 248 34 333 189 130 755 3 888 6 354 2 952 27 185 (continua) Quadros estatísticos 62 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade 78 Quadro 62 Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade (cont.) Portugal 2007 (a) Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada t Entrada 1 000 Euros Capítulo 9 - Café, chá e especiarias 0901 - Café 51 227 0902 - Chá 757 0904 - Pimenta e pimentos - secos ou em pó 994 0906 - Canela - casca e flores 328 0908 - Noz-moscada 43 Capítulo 10 - Cereais 1001 - Trigo 1 241 770 1001.10 - Trigo duro 131 765 1002 - Centeio 19 576 1003 - Cevada 207 432 1004 - Aveia 11 227 1005 - Milho 1 730 718 1006 - Arroz 98 386 1006.10 - Arroz paddy 6 001 1006.20 - Arroz descascado 74 397 1006.30 - Arroz semibranqueado ou branqueado 15 272 1006.40 - Trincas de arroz 2 716 1007 - Sorgo 24 038 1008 - Outros cereais 23 111 1008.30 - Alpista 4 041 1008.90.10 - Triticale 270 Capítulo 11 - Produtos de moagem, malte, etc. 1101 - Farinha de trigo 33 399 1101.00.11 - Farinha de trigo duro 17 270 1102.10 - Farinha de centeio 2 941 1102.20 - Farinha de milho 6 136 1102.90 - Outras farinhas (cevada, aveia) 19 745 1102.90.50 - Farinha de arroz 133 1103 - Sêmolas de cereais 16 758 1104 - Grãos de cereais (descascados, pelados, etc.) 6 343 1105 - Farinha e flocos de batata 2 576 1107 - Malte 19 010 1108 - Amidos e féculas 6 390 Capítulo 12 - Sement. e frut. oleaginosos; plant. industriais 1201 - Soja 1 261 790 1202 - Amendoim não torrado 8 370 1204 - Sementes de linho 2 055 1206 - Sementes de girassol 60 962 1207.20 - Sementes de algodão 5 124 1209.10 - Sementes de beterraba sacarina 10 1212.191- Beterraba sacarina 1 864 1212.99.30 - Alfarroba (incluindo sementes) 9 SECÇÃO III - Gord. e óleos animais ou vegetais Capítulo 15 - Gord. e óleos animais ou vegetais 1501 - Banha e gorduras de aves 2 732 1502 - Gorduras de bovinos, ovinos ou caprinos 1 248 1507 - Óleo de soja 11 207 1508 - Óleo de amendoim 617 1509 - Azeite 70 156 1509.10 - Azeite virgem 43 028 1511 - Óleo de palma 41 116 28 231 1512 - Óleo de girassol, cártamo ou algodão 1517.10 - Margarina (excepto margarina líquida) 12 093 1521 - Cera vegetal 114 SECÇÃO IV - Produtos das indústrias alimentares; bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres; tabaco Capítulo 16 - Preparações de carne, peixe, etc. 1601 - Enchidos e produtos semelhantes 10 684 1602 - Conservas de carne, miudezas ou sangue 16 573 Capítulo 17 - Produtos de confeitaria 1701 - Açucar de cana ou beterraba e sacar., sólido 500 335 1701.11 - Açucar de cana 489 131 1703.10 - Melaços de cana 36 911 Capítulo 18 - Cacau e suas preparações 1801 - Cacau em bruto 103 1804 - Manteiga de cacau 339 1805 - Cacau em pó, sem açucar 2 201 1806 - Chocolate e outros preparados com cacau 41 829 Capítulo 19 - Preparações de cereais, farinhas, etc. 1902 - Massas alimentícias 21 383 1903 - Tapioca e seus sucedâneos 40 1904 - Produtos à base de cereais 25 393 (a) Dados preliminares Estatísticas Agrícolas 2007 Saída t 1 000 Euros 107 354 4 115 3 904 850 365 7 251 66 90 34 3 26 601 871 512 209 46 241 653 29 270 3 705 37 904 2 201 292 269 31 938 1 973 21 541 7 646 778 4 197 5 873 1 526 113 69 812 213 77 20 853 1 504 98 969 17 333 40 345 2 832 14 115 824 6 228 10 1 356 12 305 67 14 3 575 247 19 766 5 718 35 201 1 948 3 534 208 1 271 7 250 9 098 4 479 766 2 818 5 033 88 3 692 1 827 3 739 7 042 4 081 25 742 298 222 1 762 10 069 4 874 4 449 1 204 92 3 823 1 423 8 076 168 74 773 3 503 2 691 1 000 327 236 1 930 636 320 090 6 026 709 21 253 1 149 378 73 6 15 231 24 18 114 ԥ // 814 660 4 130 23 30 76 ԥ // 398 160 1 608 214 8 418 555 177 417 109 415 23 805 21 214 11 809 368 653 1 995 64 696 445 31 494 16 935 109 8 373 1 206 2 402 960 45 542 378 110 743 56 455 71 6 433 1 864 5 31 582 50 100 28 007 7 241 49 897 18 984 221 958 213 848 3 154 210 080 33 10 028 114 554 29 1 235 97 809 2 802 158 768 // 1 41 2 089 // 4 157 8 784 25 975 29 69 460 12 400 4 2 318 8 072 8 4 348 (continua) 79 Quadro 62 Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade (cont.) Portugal 2007 (a) Secções da Nomenclatura Combinada Capítulo 20 - Preparações de prod. hortícolas 2001 - Prod. hortícolas, conservados em vinagre 2001.90.65 - Azeitonas em vinagre 2002 - Tomates, conservados sem vinagre 2005 - Hortícolas preparados, não congelados 2005.70 - Azeitonas 2008 - Frutas conservadas Capítulo 21 - Preparações alimentícias diversas 2103 - Preparados para molhos e temperos 2104 - Preparados para caldos e sopas Capítulo 22 - Bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres 2203 - Cerveja de malte 2204 - Vinhos de uvas frescas, mosto 2204.10 - Espumantes e espumosos Em recipiente não superior a 2 litros 2204.21 - Vinho em recipiente não superior a 2 litros 2204.21.32 - Vinho verde branco 2204.21.69 - Vinho do Dão, Bairrada e Douro, tintos 2204.21.78 - Vinho do Alentejo / outros, tintos Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol. 2204.21.89 - Vinho do Porto 2204.21.91 - Vinho da Madeira e moscatel de Setúbal Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol. 2204.21.95 - Vinho do Porto 2204.21.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal Outros vinhos 2204.29 - Outros vinhos Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol. 2204.29.89 - Vinho do Porto 2204.29.91 - V. da Mad. e mosc. de Setúbal Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol. 2204.29.95 - Vinho do Porto 2204.29.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal 2204.30 - Outros mostos de uvas (amuados) 2205 - Vermutes 2206.00 - Outras bebidas fermentadas 2208.20 - Aguardentes de vinho ou de bagaço 2209 - Vinagres Capítulo 23 - Resíduos e desperd. ind. aliment., etc. 2302 - Sêmeas, farelos e outros resíduos 2304 - Bagaços de soja 2306 - Bagaços de óleos vegetais Capítulo 24 - Tabaco 2401 - Tabaco não manufacturado SECÇÃO V - Produtos minerais Capítulo 25 - Enxofre 2503 - Enxofre SECÇÃO VI - Produtos das indústrias químicas Capítulo 28 - Produtos químicos inorgânicos 2833.25 - Sulfato de cobre Capítulo 31 - Adubos 3102 - Adubos azotados 3103 - Adubos fosfatados 3104 - Adubos potássicos 31(01 e 05) - Outros adubos Capítulo 32 - Extractos tanantes, taninos, etc. 3201 - Extractos tanantes de origem vegetal 3202 - Corantes de origem vegetal ou animal Capítulo 38 - Prod. diversos indúst. químicas 3805.10.10 - Essências de terebentina 3805.10.30 - Essências de pinheiro 3806.10 - Essências de resina 3808.91 - Insecticidas 3808.92 - Fungicidas 3808.93 - Herbicidas 3808.90.10 - Rodenticidas SECÇÃO VII - Plástico, borracha e suas obras Capítulo 40 - Borracha e sua obras 4001 - Borracha natural SECÇÃO VIII - Peles, couros, peles com pêlo, etc. Capítulo 41 - Peles e couros 4101 - Peles em bruto de bovinos 4102 - Peles em bruto de ovinos 4103 - Outras peles em bruto (a) Dados preliminares (b) Unidade: hl t Entrada 1 000 Euros Saída t 1 000 Euros 2 532 395 11 938 30 822 5 520 40 008 3 920 533 7 320 28 029 5 851 42 123 1 001 625 182 016 39 655 21 517 17 226 1 540 879 104 517 49 838 23 459 26 642 16 342 7 224 26 593 15 155 27 102 8 353 23 866 18 653 (b) 243 360 1 276 404 54 235 16 960 63 238 18 661 (b) 2 060 197 3 421 559 8 397 126 793 597 197 3 549 324 131 699 7 203 14 753 154 62 877 1 996 581 125 442 85 574 39 717 545 068 26 618 22 895 8 363 8 // 5 // 10 259 7 607 969 2 806 90 3 54 3 797 119 13 146 331 729 7 480 860 633 20 070 1 414 435 48 538 // 36 // 8 13 41 9 10 ԥ // 23 453 68 028 40 717 814 100 54 443 ԥ // 1 672 21 509 7 637 10 253 2 024 5 148 50 2 209 11 518 285 10 807 35 000 1 408 8 41 5 965 33 4 963 1 440 26 097 123 946 106 124 6 741 27 998 14 548 9 114 155 435 17 134 1 388 35 930 1 777 6 411 25 177 7 015 10 984 3 233 1 967 15 410 1 595 2 549 4 609 6 17 206 149 5 675 57 452 93 513 43 401 941 11 761 50 144 223 914 14 225 80 134 297 40 752 1 211 30 29 514 1 174 613 1 846 2 727 78 // 261 // 271 1 43 387 5 081 7 004 3 860 2 124 266 5 30 533 27 805 27 494 18 110 5 748 2 056 // 7 794 1 081 3 366 2 046 153 2 036 // 9 066 5 354 11 878 9 547 603 31 446 52 854 103 239 10 448 2 029 421 17 666 5 605 1 271 4 415 617 258 6 314 1 464 251 (continua) Quadros estatísticos Entrada/Saída 80 Quadro 62 Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade (cont.) Portugal 2007 (a) Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada SECÇÃO IX - Madeira, carvão vegetal; cortiça Capítulo 44 - Madeira; carvão vegetal 4401 - Lenha em qualquer estado 4402 - Carvão vegetal 4403 - Madeira em bruto Capítulo 45 - Cortiça e suas obras 4501 - Cortiça em bruto 4502 - Cortiça natural 4503 - Obras de cortiça natural SECÇÃO XI - Matérias têxteis e suas obras Capítulo 51 - Lã, pêlos finos ou grossos 5101 - Lã não cardada nem penteada 5102 - Pêlos finos ou grosseiros não cardados Capítulo 52 - Algodão 5201 - Algodão não cardado nem penteado 5202 - Desperdícios de algodão Capítulo 53 - Outras fibras têxteis vegetais 5301 - Linho em bruto SECÇÃO XV- Metais comuns e suas obras Capítulo 82 - Ferramentas, artigos de cutelaria 8201 - Ferramentas manuais para agricultura 8201.10 - Pás 8201.20 - Forquilhas e forcados 8201.30 - Enxadas, sachos, etc. 8201.40 - Machados e ferramentas semelhantes de gume SECÇÃO XVI - Máquinas e aparelhos diversos Capítulo 84 - Máquinas e aparelhos diversos 8432 - Máquinas agrícolas - preparação do solo 8432.10 - Arados e charruas 8432.30 - Semeadores e plantadores 8433 - Máquinas agrícolas - colheita ou debulha 8433.20.10 - Motoceifeiras 8433.51 - Ceifeiras-debulhadoras 8434 - Máquinas ordenhar - lacticínios 8435 - Prensas, esmagadores - fabrico de vinho 8436 - Outras máquinas - agric., avicul., silvicultura 8437 - Máquinas - peneiração, limpeza de cereais SECÇÃO XVII - Material de transporte Capítulo 87 - Tractores e outros veículos 8701.10 - Motocultores 8701.90 - Tractores agrícolas e florestais, rodas 8716.20 - Reboques para usos agrícolas (a) Dados preliminares Estatísticas Agrícolas 2007 t Entrada 1 000 Euros Saída t 1 000 Euros 46 160 25 757 490 842 3 607 7 709 87 477 207 513 2 339 1 721 132 19 866 981 99 278 54 018 4 662 2 710 79 385 16 214 20 047 37 530 2 693 18 332 52 747 11 495 430 056 13 591 46 14 220 1 115 5 710 37 5 936 1 721 59 404 6 739 63 122 3 253 431 11 518 1 003 3 334 217 457 12 71 1 148 314 18 251 70 4 930 499 49 1 490 218 1 131 42 35 176 21 5 304 118 473 785 91 5 239 271 176 3 097 30 117 2 209 398 2 459 205 25 559 1 113 1 222 22 270 227 768 13 819 4 582 15 989 2 309 4 527 310 58 173 6 35 105 92 1 874 72 14 040 1 230 552 1 163 29 190 1 615 789 2 666 829 231 16 755 331 1 747 102 900 1 390 20 3 289 1 234 177 8 783 2 499 81 XII - PREÇOS E ÍNDICES DE PREÇOS NA AGRICULTURA Quadro 63 Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais Continente 2005 - 2007 Anos Produtos vegetais Unidade 2005 2007 2006 Cereais (Incluindo Sementes) Trigo mole Trigo duro Centeio Cevada para malte Aveia Milho Arroz Outros cereais Batata de consumo Batata primor Batata de conservação Beterraba sacarina Beterraba: qualidade standard a 16% de sacarose Frutos frescos e de casca rija Maçãs Pêras Pêssegos Morangos Uvas de mesa Laranjas Tangerinas Limões Melão Melancia Noz Avelã Amêndoa em casca Castanha Produtos hortícolas frescos Couve flor Couve repolho Couve lombardo Alfaces Tomate para consumo em fresco: todos os tipos de produção Pepinos Pimentos Cenouras Cebolas Feijão verde Vinho de qualidade Generoso VLQPRD (inclui Porto) Outros vinhos de qualidade: CVR - Vinhos Verdes CVR - Alentejana CVR - do Dão CVR - Vinhos do Douro ( exclui Porto) CVR - Ribatejana CVR - Távora - Varosa CVR - Beira Interior CVR - Alenquer, Arruda e Torres Vedras CVR - Bairrada Outras CVR: Vinho regional Outro vinho de mesa Aguardentes Aguardente vínica Aguardente bagaceira Azeite Virgem extra (até 0,8 graus) Virgem (de 0,8 a 2,0 graus) Lampante ( superior a 2,0) Flores de corte Rosa Cravo Gerbera Gladíolo Outros produtos vegetais Dos quais: Girassol Tabaco bruto Euros/100 kg « « « « « « « 13,09 13,92 12,00 13,51 17,67 14,14 20,17 12,56 12,42 12,60 12,00 13,07 10,23 16,18 22,28 11,75 17,91 21,00 16,00 18,06 15,52 21,85 28,08 16,43 Euros/100 kg « 31,46 11,84 34,76 21,93 32,81 20,53 Euros/100 kg 46,99 47,67 32,86 Euros/100 kg « « « « « « « « « « « « « 53,50 61,23 69,82 237,98 86,76 41,47 50,06 44,09 30,39 23,79 185,62 153,05 92,75 140,03 52,50 71,75 72,05 242,33 97,04 35,98 38,93 32,41 35,15 26,96 226,85 128,52 80,80 104,02 58,30 66,05 78,03 262,31 109,09 39,58 46,21 35,35 28,40 18,70 254,29 151,64 78,04 109,09 Euros/100 kg « « « « « « « « « 57,03 31,42 28,19 53,46 41,40 38,14 61,46 18,20 20,16 123,79 49,10 27,56 26,59 51,97 35,46 36,62 70,55 22,53 35,92 135,05 52,45 38,77 23,85 43,93 35,82 32,99 68,17 17,45 52,37 128,02 Euros/hl 339,41 338,65 362,32 « « « « « « « « « « Euros/hl « 233,31 244,82 200,23 174,52 281,57 251,35 270,50 216,13 234,25 243,92 186,79 32,43 226,65 219,12 200,66 191,54 294,68 261,12 265,49 221,56 243,24 237,49 189,38 29,54 225,33 220,38 206,66 169,78 298,17 287,02 255,18 225,87 234,55 217,97 194,58 28,85 Euros/hl « 75,00 73,90 75,00 70,90 x x Euros/hl « « 334,24 298,85 235,61 411,92 334,27 322,47 304,09 283,95 223,99 Euros/100 unid. « « « 19,80 7,32 13,41 30,61 23,08 8,09 11,55 32,07 25,98 9,20 14,97 27,27 Euros/100 kg « 18,25 49,91 21,50 46,12 32,45 53,30 Quadros estatísticos 63 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais 82 anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais 64 Preços - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais Quadro 64 Continente 2005 - 2007 Anos Unidade 2005 2006 2007 Animais e produtos animais Bovinos Vitelo 3 a 6 meses Novilho 6 a 8 meses Novilha 6 a 8 meses Novilho 8 a 12 meses Novilha 8 a 12 meses Novilho 12 a 18 meses Novilha 12 a 18 meses Vaca de Refugo Suínos Suínos até 25 kg Leitões Porco ( Cat.E) Ovinos e caprinos Borrego até 28 kg Borrego de peso superior 28 kg Ovelha de refugo Cabrito Cabra de refugo Aves de capoeira Frango - 1,8 Kg Galinhas Peru Outros animais Coelho Leite em natureza Leite cru de vaca (3,7% MG) Leite cru de vaca (teor real de MG) Leite cru de ovelha Leite cru de cabra Outros produtos animais Dos quais: Ovos Estatísticas Agrícolas 2007 Euros/cab Euros/100 kg pv « « « Euros/100 kg pc « « 426,11 201,86 177,88 244,94 218,80 291,64 289,44 127,00 485,60 273,92 243,94 267,64 243,55 345,33 341,04 165,28 474,22 272,53 229,50 267,34 243,53 354,51 353,70 171,38 Euros/100 kg pv Euros/100 kg pc 252,93 147,72 263,83 160,41 201,88 145,49 Euros/100 kg pv « « « « 277,40 176,16 15,24 449,85 22,60 277,04 180,78 13,85 465,70 22,79 265,08 175,84 13,38 463,07 22,20 Euros/100 kg pv « « 83,98 41,39 96,37 88,64 31,96 108,58 90,67 41,88 138,19 Euros/100 kg pv 167,57 172,44 143,48 Euros/hl « « « 31,89 32,36 94,08 41,34 30,63 30,97 89,83 41,34 35,54 35,88 90,47 43,61 Euros/100 unid. 4,12 4,87 5,83 83 Quadro 65 Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas 65 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas 2005 - 2007 Anos Produtos agrícolas Índice Base (2000 = 100) 2006 2005 TOTAL PRODUTOS VEGETAIS Cereais ( Incluindo Sementes) Trigo mole Trigo duro Cevada forrageira Cevada para malte Aveia Milho Arroz Outros cereais Batata de consumo Batata primor Batata de conservação Beterraba sacarina Beterraba: qualidade standard a 16% de sacarose Beterraba: teor real de sacarose Frutos Frutos frescos(excl.citrinos e uvas), azeitonas e frutos tropicais Maçãs Dos quais: Pêras Pêssegos Frutos tropicais Azeitonas Outros frutos frescos Dos quais: Nozes e frutos secos Citrinos Laranjas Dos quais: Tangerinas Limões Uvas Produtos hortícolas frescos Alfaces Couve-flor Couve repolho Couve lombardo Tomate para consumo em fresco Cenouras Feijão verde Cebolas Pepinos Pimentos Vinho de qualidade Generoso VLQPRD (inclui Porto) Outros vinhos de qualidade: CVR - Vinhos Verdes CVR - Alentejana CVR - do Dão CVR - Vinhos do Douro (exclui Porto) CVR - Ribatejana CVR - Távora - Varosa CVR - Beira Interior CVR - Alenquer, Arruda e Torres Vedras CVR - Bairrada Outras CVR: Vinho de mesa (consumo corrente) Azeite Flores de corte e plantas ornamentais Rosas Cravos Gerbera Gladíolos Espargos PLANTAS INDUSTRIAIS Dos quais: Girassol Tabaco bruto ANIMAIS E PRODUTOS ANIMAIS Animais para carne Vitelos Bovinos adultos Suínos Ovinos e caprinos Aves Frangos Dos quais: Galinhas Outras aves Outros animais Leite em natureza Leite cru de vaca (3,7% MG) Dos quais: Leite de vaca a teor real Ovos 2007 109,2 116,2 96,7 110,4 115,1 110,1 108,3 173,6 99,9 67,5 119,3 69,2 199,9 63,4 112,8 119,2 101,0 104,7 104,2 107,5 104,8 100,5 114,3 74,5 111,6 121,9 220,8 117,5 108,7 125,2 139,4 151,2 173,7 159,2 144,8 152,5 154,4 93,9 156,0 114,2 208,4 110,0 94,2 98,2 140,5 134,6 136,2 134,2 113,2 116,7 106,4 142,8 137,6 170,4 175,9 155,3 137,7 109,6 95,6 82,9 137,9 137,5 135,0 157,2 117,1 112,9 92,6 139,2 123,9 144,0 152,6 116,8 101,2 122,6 65,9 62,0 147,3 144,0 150,2 144,8 127,2 122,4 98,4 167,2 126,8 161,4 167,9 146,0 110,4 137,8 122,7 121,7 193,3 199,0 191,9 86,8 122,6 101,6 119,7 56,3 115,8 99,7 105,8 91,0 101,2 87,3 90,4 70,9 97,7 75,4 97,0 75,6 92,3 94,0 75,6 169,4 98,8 75,8 97,2 115,7 138,0 84,3 132,0 121,8 166,4 174,5 181,0 74,8 151,7 110,7 215,5 54,3 136,4 99,2 105,6 90,0 98,3 78,1 90,5 77,0 102,0 78,6 95,6 77,5 95,2 90,8 73,3 202,0 101,9 88,3 107,4 99,7 144,6 81,6 133,7 101,5 177,8 245,5 162,4 75,4 117,5 105,8 307,9 50,2 129,5 102,8 112,9 88,5 97,7 78,8 93,2 68,9 103,2 85,8 92,4 79,0 91,9 85,9 74,3 157,9 113,5 99,4 122,2 129,2 122,9 84,2 104,2 109,9 100,2 98,7 90,3 89,9 99,7 103,7 100,7 128,2 83,3 81,6 104,8 104,9 108,7 105,1 79,1 122,8 101,5 104,6 107,1 100,8 108,5 107,7 104,9 106,2 135,3 65,0 91,2 108,6 100,5 104,4 100,6 93,5 185,3 117,3 115,3 106,1 99,4 111,5 95,9 101,6 120,6 138,4 85,4 113,5 94,1 115,2 121,1 116,6 111,9 Quadros estatísticos Continente 84 Preços anuais anuais de meiosde de produção na agricultura - adubos 66 - Preços meios de produção na agricultura - adubos Quadro 66 Continente 2005 - 2007 Anos Unidade Adubos ADUBOS ELEMENTARES Adubos azotados Sulfato de amónio (20,5% N) Nitrato de amónio (26% N) Nitrato de amónio (20,5% N) Ureia (46%) Adubos fosfatados Superfosfato (18% P 2 0 5) granulado Adubos potássicos Cloreto de potássio (60% K 2 0) ADUBOS COMPOSTOS Adubos binários ( N P ) Adubos binários: 1-1-0 (20-20-0) Adubos ternários ( N P K ) Adubos ternários: 1-1-1 (15-15-15) Adubos ternários: 1-2-2 (7-14-14) 2005 2006 2007 Euros/100 kg N (a) « « « 79,17 85,41 95,52 61,77 81,92 91,91 105,16 64,90 92,47 99,03 112,99 75,42 Euros/100 kg P2 05 (a) 91,76 91,99 102,70 Euros/100 kg K2 0 (a) 39,90 42,94 45,56 Euros/100 kg (b) 25,42 26,53 33,83 Euros/100 kg (b) « 20,04 21,30 20,71 22,03 22,94 23,90 (a) Por 100 kg de substância activa. (b) Por 100 kg de adubo. Quadro 67 Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia Continente 2005 - 2007 Anos Unidade Combustíveis e energia Gasóleo Electricidade (a) 2005 Euros/100 litros Euros/kwh 2006 56,650 0,108 2007 60,570 0,114 62,710 0,120 (a) Inclui a taxa de potência. Quadro 68 Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas Continente 2005 - 2007 Anos Sementes seleccionadas Unidade 2005 2007 2006 Cereais Trigo mole Trigo duro Cevada forrageira Cevada para malte Aveia Triticale Milho Arroz Euros/100 kg « « « « « « « 33,73 27,68 31,00 34,01 57,00 35,30 629,31 18,87 28,25 26,00 34,41 39,77 43,00 28,31 652,95 55,93 42,03 48,26 40,07 47,36 50,34 41,38 661,44 60,68 Azevém perene Azevém anual e bianual Trevos Ervilhacas Euros/100 kg « « « 190,72 138,12 446,30 84,58 201,61 140,10 411,77 128,34 189,63 170,28 438,41 100,00 Nacional Importada Euros/100 kg « 43,99 46,73 49,43 52,19 55,18 66,97 68 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas Forragens Batata-semente Estatísticas Agrícolas 2007 85 Preços anuais de meios de produção agricultura - de alimentos para animais 69 - Preços anuais de nameios produção na agricultura - alimentos para animais Quadro 69 Continente 2005 - 2007 Unidade Anos 2006 2007 Euros/100 kg « « « « 30,05 27,92 31,37 27,92 27,59 30,66 28,38 32,10 28,48 28,07 33,79 31,52 36,63 32,16 31,46 Euros/100 kg « 28,98 26,51 30,38 27,84 33,88 31,32 Euros/100 kg « « « 30,32 28,64 26,99 27,85 31,28 29,71 27,96 28,78 35,34 33,86 31,53 32,44 Quadros estatísticos ALIMENTOS COMPOSTOS Para aves Pintos para postura Frangas em recria Frangos de carne Galinhas poedeiras Galinhas reprodutoras Para bovinos Vitelos Vacas leiteiras Para suínos Porcos em crescimento Porcos em engorda Porcas em gestação Porcas em lactação 2005 Quadro 70 Preços anuais de meios de produção na agricultura - máquinas e outros bens de equipamento Continente 2005 - 2007 Anos Unidade 2005 2006 2007 Máquinas e outros bens de equipamento Motocultivador 5 cv 12 cv Euros/unid. « 1 491,72 3 911,71 1 524,35 3 940,61 1 603,97 3 944,71 Euros/unid. « « « « « « 1 490,50 1 548,00 2 063,50 2 255,00 2 387,00 1 407,00 1 454,00 1 490,50 1 548,00 2 063,50 2 255,00 2 387,00 1 407,00 1 454,00 1 448,78 1 494,87 2 113,19 2 323,78 2 473,93 1 459,16 1 508,04 12 14 16 8 - 10 10 - 12 10 12 13 Euros/unid. « « « « Euros/unid. « « 1 258,50 1 396,50 1 420,50 1 086,50 1 192,50 2 034,33 2 096,50 2 405,33 1 258,50 1 396,50 1 420,50 1 086,50 1 192,50 2 034,33 2 096,50 2 405,33 1 292,81 1 434,51 1 459,43 1 117,09 1 224,98 2 105,72 2 170,24 2 490,61 cv cv cv cv cv cv Euros/unid. « « « « « 9 502,63 16 420,99 19 622,25 25 604,34 33 427,20 53 941,71 9 502,63 16 502,70 20 504,02 26 080,84 34 843,10 53 088,91 9 571,20 16 177,23 19 545,67 26 155,10 35 929,86 52 912,61 Cultivador rotativo fresa « « « « « « Charrua de tracção mecânica De 1 ferro reversível « « « « De 2 ferros reversíveis « « Tractores De rodas « « « « « - 130 cm - 150 cm - 170 cm - 190 cm - 210 cm - 100/120 cm - 140/160 cm 70 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - máquinas e outros bens de equipamento - montada - montada até 17 18 a 26 27 a 36 37 a 55 56 a 80 81 a 105 86 Quadro 71 Indice de preços de meios de produção na agricultura Continente 2005 - 2007 Índice Base (2000 = 100) 2006 Anos Bens e serviços Bens e serviços de consumo corrente na agricultura Dos quais: Sementes e plantas Energia e lubrificantes Adubos e correctivos do solo Alimentos para animais Despesas veterinárias Manutenção de materiais Outros bens e serviços Bens e serviços de investimento na agricultura Dos quais: Máquinas e outros bens de equipamento Motocultivadores e outro material de 2 rodas Máquinas e material para cultura Equipamento de transporte Tractores Outros veículos 2005 2007 113,8 115,5 124,3 111,4 118,3 111,9 107,0 113,1 109,2 123,7 113,8 111,5 126,1 118,5 106,8 118,5 120,1 126,1 115,1 129,0 131,2 130,7 121,6 120,1 132,5 127,5 117,3 114,2 108,9 119,3 113,3 114,2 108,9 114,3 109,8 119,3 116,0 117,4 109,3 117,3 109,4 122,8 117,3 118,2 113,3 71 - Indice de preços de meios de produção na agricultura Estatísticas Agrícolas 2007 87 XIII - BALANÇOS DE APROVISIONAMENTO Quadro 72 Balanços de aprovisionamento das carnes Portugal 2005 - 2007 Unidade: 103 t Rubricas Produção indígena bruta Comércio internacional de animais vivos Comércio internacional de carnes Recursos disponíveis Variação de existên cias Utilização interna Capitação (kg) Grau de auto-aprovisionamento (%) 72 - Balanços de aprovisionamento das carnes Produtos Anos Entrada Produção Saída Entrada Saída Da qual: Consumo humano Total Total de carnes 2005 2006 2007 (Po) 816 793 839 70 86 78 12 11 13 874 868 904 238 285 324 34 40 57 1 078 1 113 1 171 -5 6 21 1 083 1 107 1 150 1 083 1 107 1 150 102,6 104,5 108,0 75,3 71,6 73,0 2005 2006 2007 (Po) 118 106 93 3 2 2 2 2 3 119 106 92 70 92 108 1 1 1 188 197 199 -5 2 2 193 195 197 193 195 197 18,3 18,4 18,5 61,1 54,4 47,2 (Po) 295 291 318 65 81 75 7 6 7 353 366 386 120 138 157 26 30 41 447 474 502 -1 7 8 448 467 494 448 467 494 42,5 44,1 46,4 65,8 62,3 64,4 (Po) 23 25 27 ԥ 1 ԥ ԥ 1 1 23 25 26 8 8 7 ԥ ԥ ԥ 31 33 32 ԥ ԥ ԥ 31 33 32 31 33 32 2,9 3,1 3,0 74,2 75,8 84,4 (Po) ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 0,0 0,0 0,0 81,2 91,7 81,1 (Po) 296 289 318 1 1 ԥ 3 2 2 294 288 316 25 31 34 4 6 9 315 313 341 2 -2 10 313 315 331 313 315 331 29,7 29,8 31,1 94,6 91,7 96,1 (Po) 22 22 24 1 1 1 ԥ ԥ ԥ 23 23 25 6 6 7 ԥ ԥ ԥ 29 29 32 -1 0 ԥ 30 30 31 30 30 31 2,8 2,8 2,9 73,3 73,3 77,4 (Po) 62 60 59 // // // // // // 62 60 59 9 10 11 3 3 5 68 67 65 ԥ ԥ ԥ 68 67 65 68 67 65 6,4 6,3 6,1 91,2 89,6 90,8 Bovinos 2005 2006 2007 Ovinos e caprinos 2005 2006 2007 Equídeos 2005 2006 2007 Animais de capoeira 2005 2006 2007 Outros animais 2005 2006 2007 Miudezas 2005 2006 2007 Quadros estatísticos Suínos 88 Quadro 73 Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos 73 - Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos Unidade: 103 t VariaUtilização interna Recurção Da qual: sos de dispoexisConsuAlimenTotal níveis têntação mo cias animal humano Portugal Rubricas Produtos Anos Comércio internacional Produção utilizável Entrada Saída Capitação (kg) 2004 - 2006 Grau de auto-aprovisionamento (%) Leites 2004 2005 2006 (Po) Leites acidificados (incluindo iogurtes) 2004 2005 2006 (Po) Bebidas à base de leite 2004 2005 2006 (Po) Outros produtos frescos (inclui nata) 2004 2005 2006 (Po) Leite em pó gordo e meio gordo 2004 2005 2006 (Po) Leite em pó magro 2004 2005 2006 (Po) Manteiga 2004 2005 2006 (Po) Queijo 2004 2005 2006 (Po) Queijo fundido 2004 2005 2006 (Po) 1 074 1 135 1 121 119 66 76 205 180 154 988 1 021 1 043 -6 -5 7 994 1 026 1 036 66 67 80 923 954 946 87,9 90,4 89,2 108,0 110,6 108,2 98 102 106 125 132 136 2 2 7 221 232 235 ԥ ԥ ԥ 221 232 235 // // // 212 222 226 20,2 21,0 21,3 44,3 44,0 45,1 57 63 69 ԥ ԥ ԥ 1 ԥ ԥ 56 63 69 ԥ 2 ԥ 56 61 69 // // // 56 61 69 5,3 5,8 6,5 101,8 103,3 100,0 19 18 18 4 3 4 7 9 6 16 12 16 ԥ ԥ ԥ 16 12 16 // // // 16 12 16 1,5 1,1 1,5 118,8 150,0 112,5 10 9 9 9 10 9 10 9 10 9 10 8 ԥ ԥ ԥ 9 10 8 // // // 9 10 8 0,9 0,9 0,8 111,1 90,0 112,5 8 6 7 7 9 12 4 3 3 11 12 16 ԥ ԥ ԥ 11 12 16 4 4 5 7 8 11 0,7 0,8 1,0 72,7 50,0 43,8 26 27 29 3 7 4 12 15 14 17 19 19 ԥ ԥ ԥ 17 19 19 // // // 17 19 19 1,6 1,8 1,8 152,9 142,1 152,6 81 81 79 27 27 32 4 3 4 104 105 107 ԥ 1 -1 104 104 108 // // // 104 104 108 9,9 9,9 10,2 77,9 77,9 73,1 ԥ ԥ ԥ 3 3 4 ԥ ԥ ԥ 3 3 4 ԥ ԥ ԥ 3 3 4 // // // 3 3 4 0,3 0,3 0,4 // // // Quadro 74 Balanços de aprovisionamento dos ovos Unidade: 103 t Portugal 2005 - 2007 74 - Balanços de aprovisionamento dos ovos Rubricas Produção utilizável Anos 2005 2006 2007 (Po) 118 119 122 Comércio internacional Entrada Saída 11 12 17 9 14 14 Recursos Variação de disponíveis existências 120 117 125 Utilização interna Da qual: Total Consumo Incubação humano ԥ ԥ ԥ 120 117 125 20 19 21 91 90 94 Grau de autoCapitação -aprovisiona(kg) mento (%) 8,6 8,5 8,8 98,3 101,7 97,6 Quadro 75 de aprovisionamento do vinho 75 - BalançosBalanços de aprovisionamento do vinho Unidade: 103 hl Portugal Comércio internacional Rubricas Produção utilizável Entrada Saída Campanhas (a) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 7 481 7 267 7 532 1 451 1 271 947 (a) Período de referência: Agosto do ano n a Julho do ano n+1 Estatísticas Agrícolas 2007 2 869 2 462 3 288 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de autoRecursos Variação de Da qual: Capitação -aprovisionadisponíveis existências Total Utilização Consumo (litros) mento (%) Industrial humano 16 220 16 557 15 859 324 187 -547 5 739 5 889 5 738 820 1 170 1 123 4 900 4 700 4 596 48,7 46,8 45,7 130,4 123,4 131,3 89 Quadro 76 Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) 76 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) Unidade: 103 t Comércio internacional Rubricas Produção utilizável Produtos Campanhas (a) Total de cereais 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Trigo total 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Trigo duro 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Trigo mole 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Centeio 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Cevada 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Aveia 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Milho 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Outros cereais (b) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Entrada Saída 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de Recursos Variação de Da qual: Capitação auto-aprovidisponíveis existências Total Alimentação Consumo sionamento (kg) (%) animal humano (Po) 1 218 674 1 046 3 616 3 730 3 662 279 442 370 4 555 3 962 4 338 13 -37 -6 4 541 4 000 4 345 2 692 2 176 2 507 1 343 1 336 1 341 127,5 126,3 126,4 26,8 16,9 24,1 (Po) 293 81 249 1 841 1 927 1 661 184 262 249 1 950 1 746 1 661 57 -13 -20 1 893 1 759 1 681 660 540 470 1 163 1 160 1 163 110,5 109,7 109,7 15,5 4,6 14,8 (Po) 235 1 7 127 185 187 25 28 20 337 158 174 41 -18 10 296 176 164 140 30 20 141 140 139 13,4 13,2 13,1 79,4 0,6 4,3 (Po) 58 80 242 1 714 1 742 1 474 159 234 229 1 613 1 588 1 487 16 5 -30 1 597 1 583 1 517 520 510 450 1 022 1 020 1 024 97,1 96,5 96,6 3,6 5,1 16,0 (Po) 27 20 24 28 19 26 3 4 3 52 35 47 -3 -17 -7 55 52 54 1 1 1 50 47 49 4,7 4,4 4,6 49,1 38,5 44,4 (Po) 26 26 106 356 464 320 19 111 49 363 379 377 2 11 -5 361 368 382 183 186 196 10 9 9 0,9 0,9 0,8 7,2 7,1 27,7 (Po) 61 25 87 31 25 6 1 7 8 91 43 85 10 -10 7 81 53 78 61 35 60 13 12 12 1,2 1,1 1,1 75,3 47,2 111,5 (Po) 789 509 535 1 321 1 248 1 609 64 45 47 2 046 1 712 2 097 -51 -6 14 2 097 1 718 2 083 1 740 1 370 1 720 105 106 106 10,0 10,0 10,0 37,6 29,6 25,7 (Po) 22 13 45 39 47 40 8 13 14 53 47 71 -2 -2 5 54 50 67 47 44 60 2 2 2 0,2 0,2 0,2 40,7 26,0 67,2 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. (b) Inclui: sorgo, triticale e outros cereais n. e.. Quadros estatísticos Portugal 90 Quadro 77 Balanços de aprovisionamento do arroz 77 - Balanços de aprovisionamento do arroz 2004/2005 - 2006/2007 Unidade: 103 t Comércio Utilização interna Grau de CapiRecursos Variação Produção internacional Da qual: autotação de dispoutilizável aprovisionaTotal Semen- Transformação Consumo Alimentação (kg) Entrada Saída níveis existências mento (%) teira industrial humano animal Portugal Rubricas Produtos Campanhas (a) Arroz em casca 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Arroz em película 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Arroz branqueado e semi-branqueado (total) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Arroz branqueado e semi-branqueado (longo) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Arroz branqueado e semi-branqueado (curto e médio) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Trincas de arroz 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 149 120 149 43 32 5 1 ԥ ԥ 191 152 154 ԥ -21 -15 191 173 169 3 4 4 184 166 162 // // // // // // // // // 78,0 69,4 88,2 147 133 130 92 55 76 1 1 ԥ 238 187 206 -11 -23 11 102 77 65 // // // 97 75 62 // // // // // // // // // 144,1 172,7 200,0 170 150 141 23 18 16 3 2 2 190 166 155 18 -4 -13 172 170 168 // // // // // // 168 167 165 // // // 16,0 15,8 15,6 98,8 88,2 83,9 165 145 137 21 17 15 3 2 2 183 160 150 18 -4 -13 165 164 163 // // // // // // 161 161 160 // // // 15,3 15,2 15,1 100,0 88,4 84,0 5 5 4 2 1 1 ԥ ԥ ԥ 7 6 5 ԥ ԥ ԥ 7 6 5 // // // // // // 7 6 5 // // // 0,7 0,6 0,5 71,4 83,3 80,0 33 28 26 11 6 6 19 13 18 25 21 14 2 -1 -7 23 22 21 // // // // // // 20 20 20 1 1 1 1,9 1,9 1,9 143,5 127,3 123,8 (a) Período de referência: Setembro do ano n a Agosto do ano n+1. Quadro 78 de aprovisionamento da batata 78 - BalançosBalanços de aprovisionamento da batata Unidade: 103 t Portugal Comércio internacional Rubricas Produtos Campanhas (a) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Produção utilizável 770 570 611 Entrada 384 417 456 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. Estatísticas Agrícolas 2007 Recursos Variação de disponíveis existências Saída 39 40 53 1 115 947 1 014 45 -70 -10 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de autoCapitação Da qual: aprovisiona(kg) Total Consumo mento (%) Sementeira humano 1 070 1 017 1 024 57 60 60 973 934 939 92,4 88,4 88,6 72,0 56,0 59,7 91 de aprovisionamento dos frutos 79 - BalançosBalanços de aprovisionamento dos frutos Quadro 79 Unidade: 103 t Portugal Comércio internacional Rubricas Produção utilizável Produtos Campanhas (a) Total de frutos 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Frutos frescos, excluindo citrinos 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Citrinos 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Frutos de casca rija 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Frutos secados 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Entrada Recursos Variação de disponíveis existências Saída 2004/2005 - 2006/2007 Grau de Utilização interna Da qual: autoCapitação aprovisiona(kg) Total Consumo Perdas mento (%) humano (Po) 1 051 905 991 654 616 648 228 205 251 1 477 1 316 1 388 26 -33 3 1 451 1 349 1 385 148 97 114 1 289 1 241 1 260 122,5 117,5 118,8 72,4 67,1 71,6 (Po) 667 566 629 530 501 524 190 151 188 1 007 916 965 20 -20 10 987 936 955 80 60 70 893 865 874 84,8 81,8 82,5 67,6 60,5 65,9 (Po) 327 291 308 89 81 89 23 44 49 393 328 348 5 -10 -5 388 338 353 66 35 42 322 303 311 30,6 28,7 29,3 84,3 86,1 87,3 (Po) 54 45 51 30 28 29 15 10 14 69 63 66 1 -3 -2 68 66 68 2 2 2 66 64 66 6,3 6,1 6,2 79,4 68,2 75,0 (Po) 3 3 3 5 6 6 ԥ ԥ ԥ 8 9 9 ԥ ԥ ԥ 8 9 9 ԥ ԥ ԥ 8 9 9 0,8 0,9 0,8 37,5 33,3 33,3 Quadros estatísticos (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1). Quadro 80 Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie - Balanços de mercado Unidade: 103 t Portugal Saídas da agricultura Produtos Campanhas (a) 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Da qual: Total Consumo Perdas humano Comércio internacional Rubricas Entrada Recursos disponíveis Saída Variação de existências 80 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie - Balanços de mercado Maçã 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 250 227 232 96 90 93 14 15 17 332 302 308 1 -7 -5 331 309 313 15 14 13 316 295 300 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 169 117 157 34 35 28 46 42 64 157 110 121 20 -10 -1 137 120 122 25 13 15 112 107 107 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 47 44 45 34 33 31 1 1 1 80 76 75 ԥ ԥ ԥ 80 76 75 5 4 4 75 72 71 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 50 44 47 39 40 36 4 5 5 85 79 78 ԥ ԥ ԥ 85 79 78 9 8 8 76 71 70 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) 225 196 211 61 57 52 25 39 46 261 214 217 5 -10 -5 256 224 222 12 8 9 244 216 213 Pêra Pêssego Uva de mesa Laranja (a) Período de referência: Abril do ano n a Março do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1). 92 Quadro 81 Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas Unidade: 103 t Portugal 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de Recursos Variação de Capitação autoDa qual: disponíveis existências Total Alimentação Consumo (kg) aprovisionamento (%) animal humano 81 - Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas Comércio internacional Rubricas Produção utilizável Produtos Campanhas (a) Total de leguminosas secas 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Feijão seco 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Grão-de-bico 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Outras leguminosas secas 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Entrada Saída 8 7 10 63 70 69 13 14 15 58 63 64 -3 4 3 61 59 61 15 13 16 45 45 44 4,3 4,3 4,1 13,1 11,9 16,4 5 3 4 32 41 39 6 7 9 31 37 34 -5 1 -1 36 36 35 // // // 36 36 35 3,4 3,4 3,3 13,9 8,3 11,4 1 1 1 11 13 12 3 3 3 9 11 10 ԥ 2 1 9 9 9 // // // 9 9 9 0,9 0,9 0,8 11,1 11,1 11,1 2 3 5 20 16 18 4 4 3 18 15 20 2 1 3 16 14 17 15 13 16 // // // // // // 12,5 21,4 29,4 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. Quadro 82 Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos Unidade: 103 t Portugal Comércio internacional Rubricas 2004 - 2006 Utilização interna Grau de autoDa qual: Capitação aprovisiona(kg) Alimentação Transformação mento (%) animal industrial 82 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos Produção utilizável Entrada Recursos Variação de disponíveis existências Saída Total Anos Total de sementes e frutos oleaginosos 2004 328 1 122 2005 357 1 265 2006 (Po) 318 1 303 Girassol 2004 14 229 2005 2 274 2006 (Po) 4 159 Soja 2004 x 837 2005 x 930 2006 (Po) x 1 051 Azeitona 2004 263 17 2005 294 11 2006 (Po) 252 15 Outros grãos e frutos oleaginosos (a) 2004 51 39 2005 61 50 2006 (Po) 62 78 22 25 35 1 428 1 597 1 586 60 19 -90 1 367 1 577 1 677 90 62 76 1 242 1 478 1 564 2,4 2,4 2,4 24,0 22,6 19,0 6 1 ԥ 237 275 163 -13 40 -34 250 235 197 // // // 248 232 195 // // // 5,6 0,9 2,0 2 2 15 835 928 1 036 69 -17 -56 766 945 1 092 90 62 76 668 874 1 006 // // // // // // 11 10 13 269 295 254 4 -4 ԥ 265 299 254 // // // 246 281 236 1,8 1,7 1,7 99,2 98,3 99,2 3 12 7 87 99 133 ԥ ԥ ԥ 86 98 134 ԥ ԥ ԥ 80 91 127 0,6 0,7 0,7 59,3 62,2 46,3 (a) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outros grãos e frutos oleaginosos. Estatísticas Agrícolas 2007 93 Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos 83 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos Quadro 83 Unidade: 103 t Rubricas Anos Produção utilizável (a) Comércio internacional Entrada Saída Total de gorduras e óleos vegetais 2004 45 163 2005 48 204 2006 (Po) 43 257 Óleo de girassol 2004 6 33 2005 1 49 2006 (Po) 2 75 Óleo de soja 2004 x 12 2005 x 16 2006 (Po) x 19 Azeite 2004 36 62 2005 43 62 2006 (Po) 33 66 Outras gorduras e óleos vegetais brutos (b) 2004 3 56 2005 4 77 2006 (Po) 8 97 2004 - 2006 Utilização interna Grau de Da qual: Recursos Variação de Capitação autodisponíveis existências Total Transformação Consumo (kg) aprovisionamento (%) industrial humano 145 192 229 291 323 350 25 65 27 266 258 323 32 30 31 214 209 204 20,4 19,8 19,2 16,9 18,6 13,3 24 44 95 121 109 68 2 5 -25 119 104 93 10 8 9 108 95 84 10,3 9,0 7,9 5,0 1,0 2,2 75 88 71 49 75 117 9 35 40 40 40 77 4 1 1 24 26 30 2,3 2,5 2,8 // // // 27 31 31 71 74 68 6 6 -1 65 68 69 // // // 65 68 69 6,2 6,4 6,5 55,4 63,2 47,8 19 29 32 50 65 97 8 19 13 42 46 84 18 21 21 17 20 21 1,6 1,9 2,0 7,1 8,7 9,5 (a) De acordo com a metodologia comunitária apenas se considera produção utilizável a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais. (b) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outras gorduras e óleos vegetais. Quadro 84 Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados 84 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados Unidade: 103 t Portugal Rubricas Comércio internacional Produção utilizável Entrada Saída Anos Margarinas e outros óleos e gorduras preparados 2004 39 2005 44 2006 (Po) 42 15 14 15 2 2 1 2004 - 2006 Utilização interna Grau de Recursos Variação de autoDa qual: Capitação (kg) disponíveis existências Total Consumo aprovisionamento (%) humano 52 56 56 -10 -4 -2 62 60 58 62 60 58 5,9 5,7 5,5 62,9 73,3 72,4 Quadro 85 Balanços de aprovisionamento do açúcar 85 - Balanços de aprovisionamento do açúcar Unidade: 103 t Portugal Rubricas 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Produção utilizável 400 385 371 Comércio internacional Entrada 100 104 116 Saída 105 136 218 Recursos disponíveis 395 353 269 Variação de existências 33 -2 -40 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de autoCapitação aprovisionaDa qual: (kg) Total mento (%) (b) Consumo humano 362 355 309 324 323 297 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. (b) Para o cálculo do grau de auto-aprovisionamento apenas se considera a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais. 30,8 30,6 28,0 22,7 23,4 13,6 Quadros estatísticos Portugal 94 Quadro 86 Balanços de aprovisionamento do mel Unidade: 103 t Portugal 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de autoRecursos Variação de Da qual: Capitação aprovisionadisponíveis existências Total Consumo (kg) mento (%) humano Comércio Rubricas Produção utilizável 86 - Balanços de aprovisionamento do mel Entrada Saída Campanhas (a) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 7 6 6 (Po) ԥ 1 1 1 1 1 ԥ ԥ ԥ 8 6 6 8 6 6 8 6 6 0,8 0,6 0,6 87,5 100,0 100,0 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. Quadro 87 Balanços de aprovisionamento dos melaços Unidade: 103 t 87 - Balanços de aprovisionamento dos melaços Portugal Rubricas Campanha (a) 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (Po) Produção utilizável (b) Comércio internacional Entrada 31 25 13 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. Estatísticas Agrícolas 2007 44 46 60 Recursos disponíveis Saída 3 4 6 72 67 67 Variação de existências -15 -24 -10 Total 87 91 77 2004/2005 - 2006/2007 Utilização interna Grau de autoDa qual: aprovisionaAlimentação Utilização mento (%) animal industrial 50 54 40 36 36 36 35,6 27,5 16,9 95 XIV - BALANÇA ALIMENTAR PORTUGUESA Quadro 88 Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares Portugal 1990 - 2003 (Po) Rubricas Comércio internacional Produção Entrada Grupos de produtos Anos Saída Variação de existências Disponível para abastecimento Do qual : Total Alimentação Consumo animal humano bruto 103 t Capitação Capitação Grau de autoedível aprovisionabruta anual mento anual % kg Cereais e arroz 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Raízes e tubérculos 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Açúcares 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Leguminosas secas 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Produtos hortícolas 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 1 454 1 822 1 420 1 524 1 692 1 448 1 669 1 558 1 446 1 698 1 647 1 339 1 526 1 209 1 851 1 492 2 229 2 381 2 575 2 623 2 803 2 912 3 403 3 357 3 111 3 622 3 751 3 521 56 87 78 83 60 137 135 216 167 197 179 213 375 246 -42 -35 96 130 196 39 124 52 235 343 136 205 237 74 3 291 3 262 3 475 3 692 4 011 3 895 4 213 4 202 4 447 4 515 4 443 4 543 4 665 4 410 1 374 1 414 1 597 1 786 2 056 1 959 2 208 2 232 2 455 2 467 2 374 2 487 2 571 2 387 1 429 1 410 1 465 1 476 1 471 1 453 1 503 1 498 1 518 1 554 1 566 1 586 1 606 1 570 144,6 143,1 146,9 147,8 147,1 144,9 149,5 148,5 150,0 152,8 153,2 154,0 154,9 150,4 114,2 113,0 116,6 117,0 115,8 114,2 117,8 117,1 118,5 120,5 120,8 121,6 122,3 118,5 44,2 55,9 40,9 41,3 42,2 37,2 39,6 37,1 32,5 37,6 37,1 29,5 32,7 27,4 1 371 1 449 1 612 1 361 1 398 1 449 1 223 889 960 977 771 722 809 764 809 932 745 726 733 544 519 630 616 576 640 642 489 513 10 11 11 14 34 41 33 29 33 49 32 38 51 34 -51 52 48 -79 44 49 -6 -62 53 48 4 -16 -27 -17 2 221 2 318 2 298 2 152 2 053 1 903 1 715 1 552 1 490 1 456 1 375 1 342 1 274 1 260 541 545 454 433 385 319 262 243 182 205 205 187 137 147 1 495 1 518 1 575 1 567 1 487 1 418 1 308 1 198 1 195 1 151 1 076 1 073 1 056 1 034 151,3 154,0 158,0 157,0 148,6 141,4 130,1 118,7 118,0 113,2 105,2 104,2 101,8 99,0 131,4 133,8 137,2 136,4 129,0 122,8 113,0 103,0 102,4 98,2 91,3 90,5 88,4 85,9 61,7 62,5 70,1 63,2 68,1 76,1 71,3 57,3 64,4 67,1 56,1 53,8 63,5 60,6 360 340 333 340 340 342 350 386 429 412 391 427 442 413 20 30 22 18 25 42 42 50 54 63 71 73 66 71 8 6 7 8 14 20 20 33 126 83 102 98 102 118 27 14 15 11 5 10 15 39 -7 25 -8 27 26 -13 345 350 333 339 346 354 357 364 364 367 368 375 380 379 ԥ 2 ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 1 ԥ ԥ ԥ 309 316 307 312 317 324 328 332 330 336 337 345 350 351 31,3 32,1 30,8 31,3 31,7 32,3 32,6 32,9 32,6 33,0 33,0 33,5 33,8 33,6 31,3 32,0 30,8 31,2 31,7 32,3 32,6 32,9 32,6 33,0 32,9 33,5 33,8 33,7 x x x x x x x x x x x x x x 35 31 25 17 16 15 14 13 12 7 7 7 7 6 24 40 39 39 37 33 34 36 40 43 42 42 49 52 1 1 3 2 3 3 3 6 7 6 6 7 10 9 ԥ 2 1 -3 -2 -3 -2 -1 1 ԥ -1 -1 3 3 58 68 60 57 52 48 47 44 44 44 44 43 43 46 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 57 67 59 56 51 47 46 43 43 43 43 42 42 45 5,8 6,8 5,9 5,6 5,1 4,7 4,6 4,3 4,3 4,2 4,2 4,1 4,1 4,3 5,8 6,8 5,9 5,6 5,1 4,7 4,6 4,3 4,3 4,2 4,2 4,1 4,1 4,3 60,3 45,6 41,7 29,8 30,8 31,3 29,8 29,5 27,3 15,9 15,9 16,3 16,3 13,0 1 422 1 325 1 008 1 069 1 339 1 342 1 450 1 286 1 631 1 591 1 517 1 553 1 616 1 671 67 74 85 120 165 133 192 206 256 246 278 328 324 307 407 552 730 718 725 854 753 808 800 877 914 884 989 1 017 380 130 -314 -235 130 -45 120 -55 255 95 -50 -2 -90 -110 702 717 677 706 649 666 769 739 832 865 931 999 1 041 1 071 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 697 712 672 700 642 660 763 732 825 856 921 987 1 028 1 058 70,6 72,3 67,5 70,2 64,2 65,8 75,8 72,6 81,5 84,1 90,1 95,9 99,1 101,3 51,0 52,4 48,9 51,0 47,1 48,1 55,3 53,1 59,7 61,9 66,0 70,5 72,4 73,9 202,6 184,8 148,9 151,4 206,3 201,5 188,6 174,0 196,0 183,9 162,9 155,5 155,2 156,0 (continua) Quadros estatísticos 88 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares 96 Quadro 88 Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.) Portugal 1990 - 2003 (Po) Rubricas Comércio internacional Produção Grupos de produtos Anos Frutos, incluindo azeitona 1990 1 162 1991 1 360 1992 1 156 1993 1 143 1994 1 130 1995 1 203 1996 1 193 1997 1 383 1998 991 1999 1 341 2000 1 148 2001 1 149 2002 1 288 2003 1 247 Carne e miudezas comestíveis 1990 597 1991 617 1992 621 1993 648 1994 645 1995 645 1996 667 1997 706 1998 739 1999 740 2000 737 2001 742 2002 760 2003 713 Ovos 1990 92 1991 100 1992 104 1993 104 1994 111 1995 105 1996 101 1997 102 1998 113 1999 111 2000 119 2001 126 2002 126 2003 126 Leite e derivados do leite 1990 1 190 1991 1 192 1992 1 206 1993 1 188 1994 1 208 1995 1 189 1996 1 224 1997 1 295 1998 1 364 1999 1 445 2000 1 421 2001 1 369 2002 1 393 2003 1 401 Pescado 1990 353 1991 338 1992 317 1993 314 1994 291 1995 295 1996 275 1997 251 1998 261 1999 239 2000 204 2001 186 2002 183 2003 184 Entrada Saída Variação de existências Disponível para abastecimento Do qual : Total Alimentação Consumo animal humano bruto 103 t Capitação Capitação Grau de autoedível aprovisionabruta anual mento anual % kg 228 257 277 356 402 438 495 470 554 582 608 685 635 629 50 74 76 51 66 75 94 129 122 104 139 166 158 197 41 18 23 11 -7 -2 16 82 -36 98 16 49 60 -13 1 299 1 525 1 334 1 437 1 473 1 568 1 578 1 642 1 459 1 721 1 601 1 619 1 705 1 692 // // // // // // // // // // // // // // 988 1 037 1 057 1 101 1 140 1 161 1 182 1 208 1 147 1 287 1 309 1 299 1 377 1 376 99,8 105,2 105,9 110,1 114,0 115,8 117,5 119,6 112,9 126,3 127,8 126,0 132,4 131,5 73,0 76,4 77,1 80,1 82,7 83,9 85,0 86,7 81,2 91,3 92,3 90,8 95,5 94,7 89,5 89,2 86,7 79,5 76,7 76,7 75,6 84,2 67,9 77,9 71,7 71,0 75,5 73,7 91 88 116 118 155 157 143 156 180 207 224 227 235 249 7 13 17 21 15 19 17 22 19 15 18 20 22 24 6 ԥ 9 3 10 4 9 16 22 9 2 9 16 -6 675 693 711 742 775 779 784 824 878 923 941 940 957 944 // // // // // // // // // // // // // // 675 692 711 742 775 778 782 822 876 921 939 938 955 942 68,2 70,2 71,4 74,2 77,5 77,5 77,8 81,6 86,5 90,5 91,8 91,1 92,2 90,2 52,4 54,0 54,8 57,0 59,3 59,3 59,1 61,9 65,4 68,6 69,5 68,8 69,8 68,5 87,7 88,3 86,5 86,3 80,5 78,9 80,1 81,8 80,5 74,2 70,7 72,0 71,8 69,1 1 0 1 1 3 4 6 6 5 7 8 11 10 9 1 4 3 2 4 5 2 2 4 6 7 8 11 15 ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 92 96 102 103 110 104 105 106 114 112 120 129 125 120 // // // // // // // // // // // // // // 79 76 81 83 86 82 81 83 88 87 92 99 97 95 8,0 7,7 8,1 8,3 8,6 8,2 8,1 8,2 8,7 8,6 9,0 9,6 9,4 9,1 7,0 6,8 7,1 7,3 7,6 7,2 7,1 7,2 7,7 7,6 7,9 8,4 8,3 8,0 100,0 104,2 102,0 101,0 100,9 101,0 96,2 96,2 99,1 99,1 99,2 97,7 100,8 105,0 14 18 22 45 99 127 146 152 182 187 223 316 278 271 20 35 19 25 60 93 105 138 195 189 244 177 217 185 5 9 7 -5 14 -4 1 -5 3 23 -13 30 -20 3 1 179 1 166 1 202 1 213 1 233 1 227 1 264 1 314 1 348 1 420 1 413 1 478 1 474 1 484 89 67 71 64 66 71 77 78 80 88 83 88 84 79 1 051 1 060 1 089 1 105 1 121 1 108 1 143 1 177 1 209 1 253 1 250 1 295 1 306 1 321 106,4 107,5 109,2 110,7 112,1 110,5 113,7 116,6 119,4 123,1 122,3 125,8 126,0 126,5 105,7 106,7 108,4 109,9 111,2 109,6 112,8 115,6 118,4 122,0 121,1 124,6 124,8 125,4 100,9 102,2 100,3 97,9 98,0 96,9 96,8 98,6 101,2 101,8 100,6 92,6 94,5 94,4 235 275 263 271 316 320 333 322 340 370 352 368 373 398 138 142 123 115 142 158 142 129 126 129 131 126 142 147 3 6 1 -1 -12 -20 -18 -25 11 6 -7 -2 -8 1 447 465 456 471 477 477 484 469 464 474 432 430 422 434 14 15 12 19 17 16 14 23 18 20 23 17 22 21 362 374 375 378 379 374 369 361 365 367 346 344 335 350 36,7 38,0 37,6 37,8 37,9 37,3 36,8 35,8 36,0 36,1 33,9 33,4 32,3 33,5 24,1 25,1 24,8 25,0 25,0 24,7 24,3 23,7 23,8 23,9 22,3 22,0 21,3 22,0 79,0 72,7 69,5 66,7 61,0 61,8 56,8 53,5 56,3 50,4 47,2 43,3 43,4 42,4 (continua) Estatísticas Agrícolas 2007 97 Quadro 88 Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.) Portugal 1990 - 2003 (Po) Comércio internacional Produção Grupos de produtos Anos Óleos e gorduras 1990 505 1991 520 1992 494 1993 481 1994 528 1995 561 1996 538 1997 550 1998 521 1999 553 2000 508 2001 568 2002 568 2003 544 Outros produtos alimentares 1990 39 1991 40 1992 40 1993 41 1994 43 1995 42 1996 45 1997 46 1998 46 1999 45 2000 45 2001 47 2002 46 2003 46 Entrada Saída Variação de existências Disponível para abastecimento Do qual : Total Alimentação Consumo animal humano bruto 103 t Capitação Capitação Grau de autobruta edível aprovisionaanual anual mento % kg 73 68 78 115 114 137 135 150 190 173 161 170 166 179 65 71 51 38 65 117 131 145 121 93 122 154 153 147 -3 13 ԥ 21 30 38 -5 -2 35 35 -33 11 16 17 516 504 521 537 547 543 547 557 555 598 580 573 565 559 34 45 47 50 51 47 45 36 35 63 37 38 46 40 354 348 358 366 379 385 385 402 408 414 413 407 403 412 35,8 35,4 35,8 36,6 37,9 38,5 38,3 39,8 40,2 40,8 40,4 39,4 38,9 39,4 34,0 33,6 34,0 34,8 36,1 36,6 36,4 37,9 38,2 38,8 38,4 37,4 36,9 37,4 x x x x x x x x x x x x x x 48 50 52 57 59 59 66 67 72 81 79 85 87 85 2 2 2 2 3 4 5 6 6 6 7 8 8 8 3 3 ԥ 4 2 -1 4 2 2 6 4 6 4 3 82 85 90 92 97 98 102 105 110 114 113 118 121 120 // // // // // // // // // // // // // // 48 50 51 52 54 56 58 59 64 68 67 71 73 73 4,8 5,0 5,1 5,2 5,4 5,6 5,8 5,9 6,4 6,7 6,5 6,9 7,1 7,0 4,8 5,0 5,1 5,2 5,4 5,6 5,8 5,9 6,4 6,7 6,5 6,9 7,1 7,0 x x x x x x x x x x x x x x Quadros estatísticos Rubricas 98 Quadro 89 Balança alimentar portuguesa - Bebidas Portugal 1990 - 2003 (Po) Rubricas Comércio internacional Variação de Produção existênEntrada Saída cias Disponível para abastecimento Capitação Do qual : bruta Total Transformação Consumo anual industrial humano bruto litros 103 hl Grupos de Grau de auto-aprovisionamento % 89 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas Bebidas alcoólicas fermentadas 1990 18 447 1991 16 886 1992 14 835 1993 11 684 1994 13 484 1995 14 529 1996 16 733 1997 12 949 1998 10 885 1999 14 869 2000 13 878 2001 14 684 2002 13 874 2003 14 937 Outras bebidas alcoólicas 1990 412 1991 352 1992 542 1993 579 1994 262 1995 462 1996 464 1997 510 1998 438 1999 652 2000 689 2001 608 2002 630 2003 594 Bebidas não alcoólicas 1990 7 504 1991 7 996 1992 7 751 1993 7 974 1994 8 225 1995 9 116 1996 10 204 1997 10 914 1998 11 944 1999 11 793 2000 12 837 2001 13 414 2002 13 941 2003 15 488 Estatísticas Agrícolas 2007 326 168 154 349 1 590 1 177 890 783 1 988 2 795 2 368 2 136 1 833 1 823 1 873 1 999 3 230 2 678 2 563 2 466 2 635 3 014 2 832 2 435 2 564 2 372 3 323 4 531 3 371 519 -3 559 -4 718 -570 237 2 220 -2 384 -2 920 2 831 830 1 945 -361 -735 13 529 14 536 15 318 14 073 13 081 13 003 12 768 13 102 12 961 12 398 12 852 12 503 12 745 12 964 182 1 456 2 405 1 490 659 358 324 938 611 256 978 885 1 228 1 339 13 090 12 859 12 708 12 418 12 313 12 549 12 355 12 066 12 299 12 116 11 802 11 566 11 488 11 596 132,5 130,5 127,5 124,4 123,1 125,1 122,9 119,5 121,5 119,1 115,4 112,4 110,9 111,1 136,4 116,2 96,8 83,0 103,1 111,7 131,1 98,8 84,0 119,9 108,0 117,4 108,9 115,2 686 432 325 203 573 407 358 451 510 530 512 511 508 410 31 35 126 44 46 58 58 61 64 91 56 60 63 138 137 -102 28 17 -12 -44 -91 33 63 157 191 -2 95 41 930 851 713 721 801 855 855 867 821 934 954 1 061 980 825 429 368 256 266 323 384 389 391 363 481 473 480 422 337 484 472 448 444 444 437 424 413 410 416 417 425 433 418 4,9 4,8 4,5 4,5 4,4 4,4 4,2 4,1 4,1 4,1 4,1 4,2 4,2 4,0 44,3 41,4 76,0 80,3 32,7 54,0 54,3 58,8 53,3 69,8 72,2 57,3 64,3 72,0 263 309 476 674 976 1 131 1 301 1 313 1 575 2 127 2 144 2 381 2 514 2 420 283 219 270 280 330 366 431 465 651 627 834 745 984 1 199 -50 110 -90 -150 ԥ 50 160 150 10 -130 -20 -55 -95 80 7 534 7 976 8 047 8 518 8 871 9 831 10 914 11 612 12 858 13 423 14 167 15 105 15 566 16 629 110 100 106 85 139 152 161 98 158 247 277 258 249 270 7 384 7 834 7 900 8 392 8 667 9 604 10 700 11 458 12 637 13 113 13 822 14 777 15 244 16 278 74,8 79,5 79,2 84,1 86,6 95,7 106,4 113,5 124,8 128,9 135,2 143,6 147,0 155,9 x x x x x x x x x x x x x x 99 Quadro 90 Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente Portugal 1990 - 2003 (Po) Anos Macronutrientes População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Unidade 1990 1991 1992 1993 1994 9,9 9,9 10,0 10,0 10,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 107,5 106,6 26,2 8,9 0,0 3,1 2,4 3,1 28,6 2,5 13,1 14,8 2,7 1,2 0,9 0,9 0,0 110,1 109,2 26,0 9,0 0,0 3,7 2,4 3,4 29,5 2,4 13,3 15,5 2,8 1,2 0,9 0,9 0,0 111,0 110,1 26,9 9,3 0,0 3,2 2,3 3,3 29,7 2,5 13,5 15,4 2,7 1,3 0,9 0,9 0,0 112,8 111,9 27,0 9,2 0,0 3,1 2,3 3,3 31,0 2,6 13,8 15,5 2,8 1,3 0,9 0,9 0,0 113,3 112,4 26,6 8,8 0,0 2,8 2,1 3,4 32,3 2,7 14,1 15,5 2,8 1,3 0,9 0,9 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 462,5 457,1 239,0 72,5 83,7 8,3 6,4 24,8 0,5 0,0 15,3 0,1 0,1 6,4 5,4 5,1 0,3 465,8 460,5 236,5 73,8 85,1 9,6 6,6 26,2 0,5 0,0 15,4 0,1 0,1 6,6 5,3 5,0 0,3 470,6 465,3 243,5 75,6 82,4 8,4 6,1 26,5 0,5 0,0 15,4 0,1 0,1 6,7 5,3 5,0 0,3 473,4 468,1 244,2 75,3 83,1 8,0 6,3 27,7 0,5 0,0 15,9 0,1 0,1 6,9 5,3 5,0 0,3 468,0 462,8 241,7 71,3 84,1 7,3 5,8 28,5 0,5 0,0 16,3 0,1 0,1 7,1 5,2 4,9 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 124,1 124,1 4,6 0,0 0,0 0,3 0,4 5,2 17,2 2,1 11,1 2,0 79,6 1,6 123,8 123,8 4,6 0,0 0,0 0,3 0,4 5,5 17,6 2,0 11,3 2,1 78,3 1,7 125,4 125,4 4,9 0,0 0,0 0,3 0,4 5,3 17,9 2,1 11,4 2,0 79,4 1,7 128,1 128,1 5,0 0,0 0,0 0,3 0,4 5,0 18,8 2,2 11,5 2,0 81,2 1,7 132,0 132,0 4,6 0,0 0,0 0,2 0,4 5,3 19,7 2,2 11,8 2,0 84,0 1,8 g " " 28,0 22,9 5,1 27,7 22,6 5,1 26,8 22,0 4,8 26,2 21,4 4,8 25,9 21,1 4,8 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 593 3 371 1 103 326 335 48 39 160 270 29 213 77 726 45 222 185 37 3 615 3 396 1 090 331 341 56 40 170 279 28 217 81 717 46 219 182 37 3 646 3 434 1 127 340 329 49 38 169 282 29 220 79 725 47 212 177 35 3 682 3 473 1 129 338 331 46 38 172 296 30 224 80 741 48 209 174 35 3 700 3 494 1 117 321 335 42 36 176 309 31 227 81 769 50 206 171 35 106 habitantes (continua) Quadros estatísticos 90 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente 100 Quadro 90 Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.) Portugal 1990 - 2003 (Po) Anos Macronutrientes População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Unidade 1995 1996 1997 1998 1999 106 habitantes 10,0 10,1 10,1 10,1 10,2 g " " " " " " " " " " " " " " " " 112,1 111,2 26,3 8,3 0,0 2,5 2,2 3,4 32,4 2,6 13,9 15,4 2,8 1,4 0,9 0,9 0,0 112,5 111,6 27,0 7,6 0,0 2,5 2,5 3,5 32,1 2,5 14,2 15,4 2,9 1,4 0,9 0,9 0,0 113,4 112,6 26,9 6,9 0,0 2,4 2,4 3,6 33,5 2,6 14,9 15,0 3,0 1,4 0,8 0,8 0,0 117,1 116,3 27,3 6,9 0,0 2,3 2,6 3,7 35,5 2,7 15,7 15,1 3,0 1,5 0,8 0,8 0,0 120,0 119,2 27,5 6,6 0,0 2,3 2,7 4,1 37,2 2,7 16,1 15,1 3,2 1,7 0,8 0,8 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 463,1 457,8 239,0 67,8 85,6 6,7 6,0 29,2 0,5 0,0 15,5 0,1 0,1 7,3 5,3 5,0 0,3 467,6 462,2 246,2 62,4 86,2 6,6 6,9 29,7 0,5 0,0 15,8 0,1 0,1 7,7 5,4 5,1 0,3 462,9 457,6 245,2 57,0 87,0 6,2 6,6 30,5 0,5 0,0 16,5 0,1 0,1 7,9 5,3 5,0 0,3 465,7 460,3 248,6 56,6 86,2 6,1 7,4 28,7 0,5 0,0 17,2 0,1 0,1 8,8 5,4 5,1 0,3 470,9 465,4 251,1 54,3 87,2 5,9 7,7 31,9 0,5 0,0 17,2 0,1 0,1 9,4 5,5 5,2 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 132,6 132,6 4,5 0,0 0,0 0,2 0,4 5,0 19,6 2,1 11,6 2,0 85,4 1,8 133,5 133,5 4,7 0,0 0,0 0,2 0,5 5,2 20,1 2,1 12,1 1,9 84,8 1,9 138,8 138,8 4,6 0,0 0,0 0,2 0,4 5,3 21,0 2,1 12,6 1,9 88,7 2,0 142,4 142,4 4,8 0,0 0,0 0,2 0,5 5,5 22,2 2,3 13,1 1,9 89,6 2,3 145,7 145,7 4,8 0,0 0,0 0,2 0,5 5,8 23,3 2,2 13,7 1,9 90,9 2,4 g " " 26,0 21,3 4,7 25,4 20,8 4,6 24,5 20,1 4,4 24,7 20,3 4,4 24,3 19,9 4,4 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 681 3 474 1 102 304 341 39 36 179 308 29 224 80 781 51 207 173 34 3 706 3 503 1 137 280 344 38 42 182 312 29 230 79 776 54 203 170 33 3 730 3 534 1 133 256 347 36 40 186 324 29 240 77 811 55 196 165 31 3 784 3 586 1 148 254 344 35 45 180 344 31 248 77 818 62 198 167 31 3 846 3 652 1 159 244 348 34 47 197 361 31 257 77 831 66 194 163 31 (continua) Estatísticas Agrícolas 2007 101 Quadro 90 Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.) Portugal 1990 - 2003 (Po) Macronutrientes População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Unidade 2000 2001 2003 2002 106 habitantes 10,2 10,3 10,4 10,4 g " " " " " " " " " " " " " " " " 119,0 118,2 27,5 6,1 0,0 2,3 3,0 4,0 37,7 2,8 16,5 13,5 3,2 1,6 0,8 0,8 0,0 119,3 118,5 27,8 6,1 0,0 2,3 3,1 3,8 37,2 3,0 17,0 13,4 3,1 1,7 0,8 0,8 0,0 120,1 119,3 28,0 5,9 0,0 2,2 3,3 4,2 37,8 3,0 16,9 13,1 3,1 1,8 0,8 0,8 0,0 118,8 118,0 27,2 5,8 0,0 2,3 3,4 4,1 37,1 2,8 17,3 13,2 3,1 1,7 0,8 0,8 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 467,6 462,1 251,2 50,5 87,0 6,0 8,1 32,1 0,5 0,0 17,4 0,1 0,1 9,1 5,5 5,2 0,3 472,0 466,7 253,8 50,1 88,4 5,9 8,8 31,3 0,5 0,0 18,0 0,1 0,1 9,7 5,3 5,0 0,3 475,4 470,2 255,5 49,0 89,4 5,8 9,0 33,0 0,5 0,0 17,7 0,1 0,1 10,1 5,2 4,9 0,3 466,3 461,1 247,7 47,5 89,1 6,1 9,2 32,8 0,5 0,0 18,0 0,1 0,1 10,0 5,2 4,9 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 145,3 145,3 4,8 0,0 0,0 0,2 0,5 5,8 23,7 2,3 13,9 1,9 89,9 2,3 143,1 143,1 4,9 0,0 0,0 0,2 0,6 5,3 23,6 2,5 14,3 1,8 87,4 2,5 142,5 142,5 5,0 0,0 0,0 0,2 0,6 5,9 23,8 2,5 14,2 1,8 85,9 2,6 143,0 143,0 4,6 0,0 0,0 0,2 0,6 5,7 23,5 2,4 14,2 1,8 87,4 2,6 g " " 23,4 19,0 4,4 23,2 18,7 4,5 23,0 18,5 4,5 22,6 18,4 4,2 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 820 3 631 1 159 227 346 35 49 198 367 32 262 71 822 63 189 157 32 3 820 3 633 1 173 225 354 34 53 191 363 34 269 70 799 68 187 154 33 3 830 3 645 1 179 220 357 34 55 205 368 34 268 68 786 71 185 152 33 3 793 3 611 1 143 214 356 35 56 201 363 33 271 70 799 70 182 152 30 Quadros estatísticos Anos 102 XV - AGRO-INDÚSTRIA Quadro 91 Principais produtos produzidos - quantidades produzidas Portugal 2004-2006 91 - Principais produtos produzidos quantidades produzidas Quantidades produzidas Produtos 151 - Abate de animais, preparação e conservação de carne e produtos à base de carne (a) 1511 - Abate de gado (produção de carne) (a) Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas 1512 - Abate de aves e coelhos (produção de carne) Carnes de aves, refrigeradas 1513 - Fabricação de produtos à base de carne Preparações e conservas de suíno Enchidos 152 - Indústria transformadora da pesca e aquicultura Peixes de água salgada, congelados Bacalhau salgado seco (inclui desfiado) Preparações e conservas de sardinha Conservas de atum Invertebrados aquáticos, congelados 153 - Indústria da conservação de frutos e de produtos hortícolas (b) 1531 - Preparação e conservação de batatas 1532 - Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas (b) Néctares 1533 - Preparação e conservação de frutos e produtos hortícolas 15331 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas 15333 - Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Marmelada 15334 - Descasque e transformação de frutos de casca rija comestíveis 15335 - Preparação e conservação de frutos e produtos hortícolas por processos n.e. Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em ácido acético Preparações e conservação de tomate 154 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais 1541 - Produção de óleos e gorduras brutos 1542 - Refinação de óleos e gorduras Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados (soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros) 1543 - Fabricação de Margarinas e de Gorduras Alimentares Similares 155 - Indústria de lacticínios (b) 1551 - Indústria do leite e derivados (c) 1551 - Indústria do leite e derivados (c) Leite (c) Leite (c) Leite em pó Manteiga Nata (c) Nata (c) Queijo de vaca Iogurtes 1552 - Fabricação de gelados e sorvetes Gelado de leite com gordura vegetal Gelado de água 156 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação de amidos, féculas e produtos afins 1561 - Transformação de cereais e leguminosas 15611 - Moagem de cereais Farinha de trigo 15612 - Descasque, branqueam. e glaciagem de arroz Arroz branqueado (a) Não inclui as peles. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Em 2005 os leites e as natas passaram a ser inquiridos em quilogramas. Estatísticas Agrícolas 2007 Unidade 2004 (Rc) 2005 (Rc) 2006 (Po) t t « « t « t « « t « « « « « 803 709 387 394 71 625 236 475 262 137 237 610 154 178 81 848 30 268 169 667 33 641 45 546 18 696 15 186 7 875 839 674 412 215 67 076 262 581 265 940 239 744 161 519 85 176 34 167 167 259 31 560 45 179 18 075 15 785 8 902 884 867 478 341 82 076 276 300 252 871 225 458 153 655 85 662 32 690 173 128 36 340 49 377 13 279 13 333 9 896 t … 17 576 … 16 216 … 17 223 1 000 l 83 950 81 854 67 983 t t … 47 616 … 54 786 … 65 911 t « 4 833 3 606 5 057 4 436 4 339 3 832 t 25 724 33 737 27 907 t 283 884 295 517 285 903 « « t t t 1 195 217 186 1 476 019 1 156 220 280 552 1 417 222 473 1 238 269 859 675 334 294 1 575 211 903 1 759 580 1 384 288 333 366 239 002 281 534 279 392 39 247 44 300 41 926 902 330 276 355 873 731 x 17 669 24 703 28 599 x 44 488 98 029 19 898 16 209 1 339 x 1 156 815 x 846 955 19 888 26 987 x 24 285 46 578 101 891 20 580 17 762 979 x 1 256 252 x 929 480 21 530 28 583 x 24 665 44 678 106 190 21 226 17 760 1 046 1 437 837 1 359 598 1 088 678 677 244 206 059 158 761 1 427 137 1 347 246 1 078 909 663 737 226 122 164 838 1 359 366 1 275 379 1 048 682 664 101 188 602 140 472 « « 1000 l t 1000 l t « « 1 000 l t « « 1 000 l « « t t t « t « (continua) 103 Quadro 91 Principais produtos produzidos - quantidades produzidas (cont.) 2004-2006 Quantidades produzidas Produtos 15613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e. Farinhas compostas 1562 - Fabricação de amidos e produtos afins 157 - Fabricação de alimentos compostos para animais 1571 - Fabricação de alimentos para animais de criação Alimentos compostos para suínos Alimentos compostos para bovinos Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos Alimentos para a criação de outros animais 1572 - Fabricação de alimentos para animais de estimação 158 - Fabricação de outros produtos alimentares (a) 1581 - Panificação e pastelaria Pão de trigo Pastelaria fresca Doçaria regional 1582 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e pastelaria de conservação Waffles e waffers Bolachas e biscoitos 1583 - Indústria do açúcar Açúcar 1584 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos de confeitaria 15841 - Fabricação de cacau e chocolate Chocolate 15842 - Fabricação de produtos de confeitaria Amêndoas cobertas Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas, cobertas de açúcar (cristalizados e caldeados) 1585 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus e similares Massas alimentícias (esparguete) 1586 - Indústria do café e do chá Café 1587 - Fabricação de condimentos e temperos 1588 - Fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos 1589 - Fabricação de outros produtos alimentares n.e. 15891 - Fabricação de fermentos, leveduras para panificação e pastelaria 15892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas Preparações para sobremesa 15893 - Fabricação de outros produtos alimentares diversos, n.e. 159 - Indústria das bebidas (b) 1591 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c) 1592 - Fabricação de álcool etílico de fermentação 1593 - Indústria do vinho (d) 1594 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas e de frutos 1596 - Fabricação de cerveja (e) Cerveja 1597 - Fabricação de malte 1598 - Produção de águas minerais e de bebidas refrescantes não alcoólicas 15981 - Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente Águas minerais naturais 15982 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não alcoólicas, n.e. Refrigerantes 160 - Indústria do tabaco (b) Cigarros Unidade 2004 (Rc) 2005 (Rc) 2006 (Po) t « t t t « « « « t t t « « « 64 861 23 770 78 239 4 308 109 4 299 805 1 304 000 1 202 703 1 297 835 495 267 8 304 1 179 089 359 415 212 664 26 311 2 371 42 215 27 781 79 891 4 021 167 4 011 782 1 159 575 1 211 618 1 144 928 495 661 9 385 1 221 763 384 353 228 428 26 717 2 787 38 095 25 870 83 987 3 545 969 3 535 227 1 098 226 986 667 995 305 455 029 10 742 1 229 790 440 735 249 564 33 920 4 094 t « « t « 91 129 1 801 50 664 481 453 401 716 91 228 2 110 47 768 486 402 398 362 97 239 1 861 47 839 422 648 371 358 t t « t « 15 700 3 301 1 803 12 399 2 156 15 157 3 229 2 196 11 928 1 766 15 712 2 419 1 472 13 293 2 163 « 2 884 3 322 3 148 t « t « t 72 389 29 158 40 030 33 923 15 642 71 310 29 578 40 083 32 862 23 697 71 839 28 433 41 678 34 260 23 218 t t 16 340 86 991 17 187 92 346 20 370 96 351 t t « 49 974 10 155 2 467 51 999 10 606 2 427 51 545 11 288 2 673 t 26 862 … 29 741 … 33 518 … 1 000 l alc (100%) 1 000 l 1 000 l 25 663 8 369 576 124 27 468 8 260 603 035 22 500 7 243 553 720 1 000 l 1 000 l « t … 778 311 778 311 … … 769 986 769 986 … … 840 302 840 302 … 1 000 l 1 577 171 1 610 929 1 786 901 1 000 l « 915 336 546 343 982 051 626 508 1 105 542 623 741 1 000 l « 661 835 660 301 628 878 627 238 681 359 680 058 25 918 279 27 013 331 27 060 470 1 000 unid. (a) Não inclui os vinagres. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais". (d) Não inclui "bagaço de uvas, tártaro bruto e borras de vinho". (e) Não inclui "borras, desperdícios da indústria da cerveja (Dreches) e resíduos de cereais destilados". Quadros estatísticos Portugal 104 Principais produtos produzidos - quantidades vendidas 92 - Principais produtos produzidos quantidades vendidas Quadro 92 Portugal 2004-2006 Quantidades vendidas 151 - Abate de animais, preparação e conservação de carne e produtos à base de carne (a) 1511 - Abate de gado (produção de carne) (a) Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas 1512 - Abate de aves e coelhos (produção de carne) Carnes de aves, refrigeradas 1513 - Fabricação de produtos à base de carne Preparações e conservas de suíno Enchidos 152 - Indústria transformadora da pesca e aquicultura Peixes de água salgada, congelados Bacalhau salgado seco (inclui desfiado) Preparações e conservas de sardinha Conservas de atum Invertebrados aquáticos, congelados 153 - Indústria da conservação de frutos e de produtos hortícolas (b) 1531 - Preparação e conservação de batatas 1532 - Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas (b) Néctares 1533 - Preparação e conservação de frutos e produtos hortícolas 15331 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas 15333 - Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Marmelada 15334 - Descasque e transformação de frutos de casca rija comestíveis 15335 - Preparação e conservação de frutos e produtos hortícolas por processos n.e. Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em ácido acético Preparações e conservação de tomate 154 - Produção de Óleos e Gorduras Animais e Vegetais 1541 - Produção de óleos e gorduras brutos 1542 - Refinação de óleos e gorduras Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados (soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros) 1543 - Fabricação de Margarinas e de Gorduras Alimentares Similares 155 - Indústria de lacticínios (b) 1551 - Indústria do leite e derivados (c) 1551 - Indústria do leite e derivados (c) Leite (c) Leite (c) Leite em pó Manteiga Nata (c) Nata (c) Queijo de vaca Iogurtes 1552 - Fabricação de gelados e sorvetes Gelado de leite com gordura vegetal Gelado de água 156 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação de amidos, féculas e produtos afins 1561 - Transformação de cereais e leguminosas 15611 - Moagem de cereais Farinha de trigo 15612 - Descasque, branqueam. e glaciagem de arroz Arroz branqueado (a) Não inclui as peles. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Em 2005 os leites e as natas passaram a ser inquiridos em quilogramas. Estatísticas Agrícolas 2007 Unidade 2004 (Rc) 2005 (Rc) 2006 (Po) t t « « t « t « « t « « « « « 683 310 295 424 33 325 199 568 255 095 229 630 132 791 77 529 29 321 151 522 30 863 37 408 19 454 15 413 5 019 706 715 316 627 30 434 220 426 257 599 232 675 132 489 77 492 33 006 152 884 29 686 36 964 19 297 15 814 5 769 704 098 317 134 25 521 215 299 244 697 215 675 142 267 81 333 32 312 142 929 31 741 35 817 13 683 13 556 6 598 t … 15 184 … 15 205 … 16 387 1 000 l 84 576 81 041 74 845 t t … 44 779 … 47 604 … 50 155 t « 4 906 3 653 5 037 4 394 4 342 3 846 t 26 109 33 012 27 402 t 243 250 257 522 258 485 « « t t t 1 103 176 787 1 292 540 973 233 280 263 1 437 183 311 1 341 183 1 028 647 268 870 1 582 182 487 1 578 838 1 258 263 280 724 « 239 577 213 661 222 706 39 044 43 666 39 851 898 430 262 971 872 821 x 15 847 24 665 25 609 x 42 968 93 887 19 901 16 255 1 317 x 1 134 962 x 838 770 19 174 27 251 x 22 018 44 761 97 825 20 573 17 766 976 x 1 228 014 x 924 231 20 025 28 154 x 21 786 43 220 98 210 20 967 17 585 968 1 328 120 1 257 750 998 874 645 138 211 865 161 023 1 376 142 1 304 053 1 038 867 663 920 224 342 160 906 1 320 289 1 243 692 1 014 959 659 980 191 327 144 433 « 1000 l t 1000 l t « « 1 000 l t « « 1 000 l « « t t t « t « (continua) 105 Quadro 92 Principais produtos produzidos - quantidades vendidas (cont.) 2004-2006 Quantidades vendidas Produtos 15613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e. Farinhas compostas 1562 - Fabricação de amidos e produtos afins 157 - Fabricação de alimentos compostos para animais 1571 - Fabricação de alimentos para animais de criação Alimentos compostos para suínos Alimentos compostos para bovinos Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos Alimentos para a criação de outros animais 1572 - Fabricação de alimentos para animais de estimação 158 - Fabricação de outros produtos alimentares (a) 1581 - Panificação e pastelaria Pão de trigo Pastelaria fresca Doçaria regional 1582 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e pastelaria de conservação Waffles e waffers Bolachas e biscoitos 1583 - Indústria do açúcar Açúcar 1584 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos de confeitaria 15841 - Fabricação de cacau e chocolate Chocolate 15842 - Fabricação de produtos de confeitaria Amêndoas cobertas Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas, cobertas de açúcar (cristalizados e caldeados) 1585 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus e similares Massas alimentícias (esparguete) 1586 - Indústria do café e do chá Café 1587 - Fabricação de condimentos e temperos 1588 - Fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos 1589 - Fabricação de outros produtos alimentares n.e. 15891 - Fabricação de fermentos, leveduras para panificação e pastelaria 15892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas Preparações para sobremesa 15893 - Fabricação de outros produtos alimentares diversos, n.e. 159 - Indústria das bebidas (b) 1591 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c) 1592 - Fabricação de álcool etílico de fermentação 1593 - Indústria do vinho (d) 1594 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas e de frutos 1596 - Fabricação de cerveja (e) Cerveja 1597 - Fabricação de malte 1598 - Produção de águas minerais e de bebidas refrescantes não alcoólicas 15981 - Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente Águas minerais naturais 15982 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não alcoólicas, n.e. Refrigerantes 160 - Indústria do tabaco (b) Cigarros Unidade 2004 (Rc) 2005 (Rc) 2006 (Po) t « t t t « « « « t t t « « « 47 011 24 224 70 370 4 139 471 4 131 245 1 228 941 1 197 810 1 214 793 489 701 8 226 1 156 374 358 309 212 134 25 838 2 353 40 844 26 535 72 089 3 916 225 3 906 588 1 164 557 1 191 222 1 052 773 498 036 9 637 1 170 025 378 812 224 081 26 227 2 732 37 406 25 431 76 597 3 445 314 3 434 938 1 078 304 981 536 917 726 457 372 10 376 1 244 059 445 069 255 129 33 215 4 041 t « « t « 87 662 1 862 52 299 477 742 394 490 82 739 2 032 46 929 476 394 390 657 89 992 1 849 48 996 456 829 402 330 t t « t « 15 361 3 548 2 057 11 813 1 985 15 175 3 322 2 275 11 853 1 785 14 881 2 548 1 590 12 333 1 865 « 2 778 3 184 3 172 t « t « t 81 489 32 386 38 635 32 562 14 578 71 124 29 421 39 039 31 899 20 598 73 243 30 194 40 958 33 733 23 400 t t 10 898 71 700 11 187 74 957 20 107 79 580 t t « 34 870 10 210 2 429 33 914 10 705 2 410 34 904 11 214 2 671 t 26 620 … 30 338 … 33 462 … 1 000 l alc (100%) 1 000 l 1 000 l 24 913 6 158 520 662 26 731 6 022 526 141 22 104 3 899 491 283 1 000 l 1 000 l « t … 771 213 771 213 … … 770 188 770 188 … … 833 722 833 722 … 1 000 l 1 493 287 1 529 585 1 666 832 1 000 l « 842 438 498 527 904 004 567 482 1 058 409 578 908 1 000 l « 650 849 649 382 625 581 623 978 608 423 607 148 1 000 unid. 26 421 480 27 018 241 26 612 761 (a) Não inclui os vinagres. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais". (d) Não inclui "bagaço de uvas, tártaro bruto e borras de vinho". (e) Não inclui "borras, desperdícios da indústria da cerveja (Dreches) e resíduos de cereais destilados". Quadros estatísticos Portugal 106 Quadro 93 Principais produtos produzidos - valor das vendas 3 Portugal 2004-2006 Unidade: 10 Euros 93 - Principais produtos produzidos - valor das vendas Valor das vendas Produtos 15 - Indústrias aimentares e das bebidas 151 - Abate de animais, preparação e conservação de carne e produtos à base de carne (a) 1511 - Abate de gado (a) Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas 1512 - Abate de aves e coelhos (produção de carne) Carnes de aves, refrigeradas 1513 - Fabricação de produtos à base de carne Preparações e conservas de suíno Enchidos 152 - Indústria transformadora da pesca e aquicultura Peixes de água salgada, congelados Bacalhau salgado seco (inclui desfiado) Preparações e conservas de sardinha Conservas de atum Invertebrados aquáticos, congelados 153 - Indústria da conservação de frutos e de produtos hortícolas (b) 1531 - Preparação e conservação de batatas 1532 - Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas (b) Néctares 1533 - Preparação e conservação de frutos e produtos hortícolas 15331 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas 15333 - Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Marmelada 15334 - Descasque e transformação de frutos de casca rija comestíveis 15335 - Preparação e conservação de frutos e produtos hortícolas por processos n.e. Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em ácido acético Preparações e conservação de tomate 154 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais 1541 - Produção de óleos e gorduras brutos 1542 - Refinação de óleos e gorduras Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados (soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros) 1543 - Fabricação de margarinas e de gorduras alimentares similares 155 - Indústria de lacticínios 1551 - Indústria do leite e derivados Leite Leite em pó Manteiga Nata Queijo de vaca Iogurtes 1552 - Fabricação de gelados e sorvetes Gelado de leite com gordura vegetal Gelado de água 156 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação de amidos, féculas e produtos afins 1561 - Transformação de cereais e leguminosas 15611 - Moagem de cereais Farinha de trigo 15612 - Descasque, branqueam. e glaciagem de arroz Arroz branqueado (a) Não inclui as peles. (b) Não inclui "sumo de laranja congelado, não fermentado, sem adição de álcool". Estatísticas Agrícolas 2007 2004 (Rc) 2005 (Rc) 2006(Po) 9 703 017 9 658 854 9 546 946 1 420 492 590 102 98 326 413 312 440 799 402 335 389 591 255 636 95 467 613 859 96 808 241 825 52 423 61 624 19 434 1 517 276 672 618 116 621 471 376 451 563 413 689 393 095 250 900 100 435 636 894 101 024 250 772 53 886 61 366 22 155 1 544 959 684 648 117 858 492 109 440 131 395 017 420 180 264 180 104 467 635 923 126 016 260 814 34 797 54 573 23 916 … 58 579 … 60 716 … 66 755 115 531 87 808 112 283 85 103 115 868 74 931 … 37 445 … 36 943 … 41 042 7 498 5 056 7 118 5 757 6 475 4 971 40 637 53 390 49 078 160 741 162 846 162 602 1 676 112 059 629 949 292 446 297 076 1 920 110 502 663 058 310 363 313 151 2 648 106 749 743 068 366 645 339 146 225 313 155 932 159 752 40 427 1 231 514 1 200 050 446 647 36 410 83 560 43 351 188 937 244 632 31 464 23 606 1 610 39 544 1 239 601 1 207 882 422 692 44 019 86 718 37 462 202 151 253 031 31 719 24 647 1 450 37 277 1 266 596 1 233 742 452 646 46 955 82 726 36 429 185 809 261 693 32 854 25 477 1 409 412 453 387 841 226 677 167 816 126 552 115 713 388 155 364 969 221 346 161 759 109 913 95 874 371 225 346 459 217 439 158 425 94 023 85 421 (continua) 107 Quadro 93 Principais produtos produzidos - valor das vendas (cont.) 3 2004-2006 Unidade: 10 Euros Valor das vendas Produtos 2004 (Rc) 15613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e. Farinhas compostas 1562 - Fabricação de amidos e produtos afins 157 - Fabricação de alimentos compostos para animais 1571 - Fabricação de alimentos para animais de criação Alimentos compostos para suínos Alimentos compostos para bovinos Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos Alimentos compostos para perus 1572 - Fabricação de alimentos para animais de estimação 158 - Fabricação de outros produtos alimentares (a) 1581 - Panificação e pastelaria Pão de trigo Pastelaria fresca Doçaria regional 1582 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e pastelaria de conservação Waffles e waffers Bolachas e biscoitos 1583 - Indústria do açúcar Açúcar 1584 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos de confeitaria 15841 - Fabricação de cacau e chocolate Chocolate 15842 - Fabricação de produtos de confeitaria Amêndoas cobertas Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas, cobertas de açúcar (cristalizados e caldeados) 1585 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus e similares Massas alimentícias (esparguete) 1586 - Indústria do café e do chá Café 1587 - Fabricação de condimentos e temperos 1588 - Fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos 1589 - Fabricação de outros produtos alimentares n.e. 15891 - Fabricação de fermentos, leveduras para panificação e pastelaria 15892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas Preparações para sobremesa 15893 - Fabricação de outros produtos alimentares diversos, n.e. 159 - Indústria das bebidas (b), (c) e (d) 1591 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (b) 1592 - Fabricação de álcool etílico de fermentação 1593 - Indústria do vinho (c) 1594 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas e de frutos 1596 - Fabricação de cerveja (d) Cerveja 1597 - Fabricação de malte 1598 - Produção de águas minerais e de bebidas refrescantes não alcoólicas 15981 - Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente Águas minerais naturais 15982 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não alcoólicas, n.e. Refrigerantes 160 - Indústria do tabaco Cigarros Nota: dados provenientes do Inquérito Anual à Produção Industrial. (a) Não inclui os vinagres. (b) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais". (c) Não inclui "bagaço de uvas, tártaro bruto e borras de vinho". (d) Não inclui "borras, desperdícios da indústria da cerveja (Dreches) e resíduos de cereais destilados". 2005 (Rc) 2006 (Po) 34 612 19 443 24 612 978 546 972 054 309 084 235 295 304 561 123 114 6 492 1 748 676 657 249 284 307 142 608 16 993 33 710 20 085 23 186 903 141 895 634 273 990 230 081 268 301 123 262 7 507 1 747 493 675 496 298 120 138 129 18 226 34 997 19 697 24 766 824 002 816 420 261 509 201 498 231 449 121 964 7 582 1 756 011 640 501 255 561 130 402 21 077 206 578 3 741 103 220 284 727 278 042 203 943 4 428 98 193 269 130 262 727 216 663 4 207 103 303 268 617 263 757 52 371 18 355 13 770 34 016 8 970 51 786 17 765 13 054 34 021 8 593 54 808 19 074 14 672 35 734 9 273 5 303 6 151 5 973 53 456 19 762 283 655 244 515 18 336 46 289 17 317 290 362 235 635 22 395 47 690 17 816 295 206 238 899 25 503 57 368 134 936 56 866 131 226 82 247 124 776 49 496 42 060 8 495 44 091 38 652 8 703 48 781 24 828 9 432 43 380 … 58 193 6 660 892 094 48 483 … 61 582 6 506 869 411 51 167 … 55 906 5 509 829 428 166 382 978 382 978 … 148 419 813 419 813 … 176 427 548 427 548 … 710 669 725 282 742 896 190 184 140 887 197 573 152 290 200 509 146 221 520 485 518 676 400 514 394 046 527 709 525 909 410 106 401 255 542 387 540 991 425 599 417 082 Quadros estatísticos Portugal 108 Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2004da CAE 94 - Principais variáveis por classes rev.2.1, em 2004 Quadro 94 Portugal 2004 Principais variáveis Custos Empresas CAE rev.2.1 Pessoal ao serviço Custos totais Principais variáveis 10 089 613 143 208 494 387 312 132 7 043 757 4 Fornecimentos e serviços externos 3 104 431 15 343 5 854 3 850 2 081 7 241 1 825 4 553 50 555 13 129 1 336 1 347 149 182 749 69 411 64 992 30 712 123 126 28 976 71 822 526 325 249 035 53 851 Proveitos totais Vendas Prestações de serviços 7 143 725 1 132 621 636 647 312 418 489 235 1 023 737 309 151 875 253 1 218 156 1 146 506 147 721 Formação bruta de capital fixo 3 10 Euros 1 934 903 185 098 63 705 130 080 61 629 251 218 52 213 82 664 578 220 530 075 71 932 Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) Estatísticas Agrícolas 2007 9 641 023 1 442 883 766 734 435 170 564 906 1 253 697 362 369 1 043 145 2 008 072 1 764 047 259 648 Proveitos CAE rev.2.1 150 - Total 151 Abat. anim., conser. de carne 152 Indústria trans. da pesca e aqui. 153 Ind. conser. frutos e prod. hort. 154 Prod. óleos e gord. animais 155 Indústria de lacticínios 156 Trans. cereais, legum. e afins 157 Fabr. de alim. compost. animais 158 Fabri. de outros prod. aliment. 159 Indústria das bebidas 160 - Indústria do tabaco Custos das mercadorias vendidas e materiais consumidos 10 Euros nº 150 - Total 151 Abat. anim., conser. de carne 152 Indústria trans. da pesca e aqui. 153 Ind. conser. frutos e prod. hort. 154 Prod. óleos e gord. animais 155 Indústria de lacticínios 156 Trans. cereais, legum. e afins 157 Fabr. de alim. compost. animais 158 Fabri. de outros prod. aliment. 159 Indústria das bebidas 160 - Indústria do tabaco Custos com o pessoal 11 935 012 1 639 249 839 572 599 762 641 853 1 583 902 438 204 1 111 621 2 768 123 2 312 727 434 677 10 915 883 1 504 120 783 144 521 061 580 736 1 531 222 417 831 1 079 314 2 417 942 2 080 513 419 190 476 347 78 033 26 990 23 224 22 075 5 905 1 613 11 272 224 224 83 012 1 125 x x x x x x x x x x x 109 Quadro 95 Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2004 Portugal 2004 Form. bruta de capital fixo 95 - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2004 Principais variáveis NUTS II/CAE rev.2.1 Empresas nº Custos Totais Volume de negócios VAB pm 103 Euros Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 151 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 152 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 153 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 154 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 155 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 10 089 9 655 3 066 3 293 1 402 1 433 461 260 174 9 641 023 11 392 230 2 423 243 … … … 2 704 589 2 295 394 3 236 062 2 552 537 692 261 459 947 … … … … … … 107 891 115 320 30 452 … … … … … … x x x x x x x x x 613 586 175 211 76 120 4 23 4 1 442 883 1 406 395 334 691 543 453 311 167 214 277 2 805 21 988 14 500 1 582 153 1 542 518 362 288 593 204 343 311 240 853 2 862 24 318 15 316 279 990 272 531 69 093 98 969 55 668 47 819 982 4 949 2 509 x x x x x x x x x 143 132 40 49 22 5 16 9 2 766 734 710 421 119 899 411 311 98 314 51 809 29 090 810 133 757 738 131 570 433 742 108 893 55 793 27 740 116 642 105 722 27 772 51 258 16 463 5 536 4 692 … … … … … … x x x x x x x x x 208 202 36 62 36 53 15 2 4 435 170 434 883 544 285 544 022 130 616 130 559 … … … 75 511 84 174 15 587 … … … 150 911 179 090 42 664 … … … … … … … … … 494 494 111 259 26 89 9 - 564 906 564 906 48 271 602 812 602 812 50 581 70 681 70 681 8 244 387 340 34 117 56 120 13 36 11 Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) … … … 407 903 440 703 47 405 … … … … … … - - - 1 253 697 1 017 582 1 537 127 1 269 826 271 708 229 768 … … … 106 634 127 619 23 217 … … … 68 624 3 173 226 571 9 545 70 948 3 732 257 090 10 210 7 257 1 051 39 632 2 307 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x (continua) Quadros estatísticos 150 110 Quadro 95 Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II,em 2004 (cont.) Portugal Principais variáveis NUTS II/CAE rev.2.1 Empresas nº 156 Portugal Custos Totais Volume de negócios 2004 Form. bruta de capital fixo VAB pm 103 Euros 312 292 100 124 32 32 4 16 4 362 369 419 444 65 367 … … … … … … … … … … … … 70 079 297 2 053 88 840 341 2 248 15 727 45 404 … … … 132 123 17 49 30 26 1 043 145 957 864 1 090 585 1 002 498 133 341 121 332 … … … 502 639 213 943 146 936 538 017 233 288 130 290 57 222 36 482 15 103 x x x x x x 1 7 2 … … … … … … … … … x x x Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 7 043 6 771 2 251 2 152 1 069 920 379 147 125 2 008 072 1 946 607 595 794 294 217 859 516 163 481 33 599 27 977 33 488 2 642 166 2 571 751 706 179 372 363 1 263 545 187 254 42 410 31 881 38 534 870 941 843 868 219 200 133 082 398 245 75 394 17 946 11 811 15 262 x x x x x x x x x Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 757 715 302 270 55 68 20 20 22 1 764 047 1 705 945 710 201 243 121 593 987 152 784 5 853 2 163 525 2 096 276 958 531 271 330 725 212 136 610 4 592 483 957 462 628 226 178 60 603 151 900 22 539 1 408 … … … … … … x x x x x x x x x 4 2 - 259 648 … - 420 315 … - 196 734 … - 1 … … … … … … Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 157 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 158 Portugal 159 Portugal x x x x x x x x x 160 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) Estatísticas Agrícolas 2007 1 1 1 - - - … … … … … … x x x x x x x x x 111 Quadro 96 Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2005 Portugal 2005 Principais variáveis Custos 96 - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1, em 2005 Empresas CAE rev.2.1 Pessoal ao serviço Custos totais 3 Fornecimentos e serviços externos 104 431 15 343 5 854 3 850 2 081 7 241 1 825 4 553 50 555 13 129 1 336 Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) 1 402 225 193 396 73 783 70 648 33 389 118 723 31 929 74 022 552 295 254 041 56 903 Proveitos Proveitos totais Vendas Prestações de serviços 7 191 848 1 220 433 689 610 322 758 561 949 976 445 295 759 810 486 1 219 589 1 094 819 144 051 Formação bruta de capital fixo 3 10 Euros CAE rev.2.1 150 - Total 151 Abat. anim., conser. de carne 152 Indústria trans. da pesca e aqui. 153 Ind. conser. frutos e prod. hort. 154 Prod. óleos e gord. animais 155 Indústria de lacticínios 156 Trans. cereais, legum. e afins 157 Fabr. de alim. compost. animais 158 Fabri. de outros prod. aliment. 159 Indústria das bebidas 160 - Indústria do tabaco 9 717 766 1 534 174 819 398 456 200 644 597 1 215 447 359 157 956 040 2 017 133 1 715 620 260 627 2 017 737 198 518 71 067 133 594 67 604 258 666 55 112 86 076 620 432 526 668 73 562 12 160 752 1 754 999 903 321 622 992 710 910 1 569 571 436 849 1 065 132 2 781 581 2 315 396 446 183 11 083 439 1 608 691 852 358 526 964 654 269 1 490 261 432 974 1 024 570 2 442 025 2 051 327 432 222 504 143 89 817 20 322 27 071 23 543 4 567 1 229 12 445 240 132 85 019 1 510 534 533 76 178 45 505 -53 887 43 918 56 082 15 560 28 362 154 248 168 568 7 300 Quadros estatísticos Principais variáveis 10 089 613 143 208 494 387 312 132 7 043 757 4 Custos das mercadorias vendidas e materiais consumidos 10 Euros nº 150 - Total 151 Abat. anim., conser. de carne 152 Indústria trans. da pesca e aqui. 153 Ind. conser. frutos e prod. hort. 154 Prod. óleos e gord. animais 155 Indústria de lacticínios 156 Trans. cereais, legum. e afins 157 Fabr. de alim. compost. animais 158 Fabri. de outros prod. aliment. 159 Indústria das bebidas 160 - Indústria do tabaco Custos com o pessoal 112 Quadro 97 Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005 Portugal Principais variáveis NUTS II/CAE rev.2.1 Empresas nº Custos Totais Volume de negócios VAB pm 103 Euros 2005 Form. bruta de capital fixo 97 - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005 150 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 151 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 152 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 153 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 154 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 155 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 10 268 9 809 3 166 3 313 1 415 1 441 474 277 182 9 717 766 … 2 701 731 2 363 668 … … 102 245 … … 11 587 582 … 3 298 344 2 642 069 … … 110 314 … … 2 476 875 … 737 206 486 710 … … 30 407 … … 534 533 … 109 438 149 708 … … -4 099 … … 630 598 183 211 74 124 6 28 4 1 534 174 1 494 623 357 688 575 944 325 604 233 395 1 991 24 594 14 956 1 698 507 1 656 054 386 936 640 576 363 903 262 642 1 997 27 147 15 306 298 247 290 419 71 961 106 362 60 178 51 053 864 5 566 2 262 76 178 71 428 20 860 21 853 10 273 17 996 445 3 895 855 150 139 40 50 23 7 19 9 2 819 398 756 167 125 757 448 622 106 891 50 676 24 221 … … 872 680 811 227 138 530 476 934 117 629 53 296 24 838 … … 121 384 110 796 27 445 55 528 17 783 5 557 4 482 … … 45 505 44 027 6 119 19 310 16 037 996 1 565 … … 221 214 36 66 37 58 17 2 5 456 200 455 610 14 890 83 354 … 159 867 … … … 554 034 553 768 16 246 91 458 … 175 133 … … … 118 726 118 677 4 303 17 171 … 30 957 … … … -53 887 -55 441 -63 670 22 802 … -20 589 … … … 504 504 115 265 27 89 8 - 644 597 644 597 59 087 74 439 459 651 … … - 677 812 677 812 64 424 78 588 478 824 … … - 63 654 63 654 8 446 8 386 38 594 … … - 43 918 43 918 6 309 2 943 33 276 … … - 393 342 35 120 53 123 11 38 13 1 215 447 981 796 … 104 581 … 66 234 2 988 223 829 9 823 1 494 828 1 228 624 … 123 437 … 66 431 3 458 256 051 10 154 276 166 235 086 … 23 195 … 5 256 969 39 388 1 691 56 082 38 211 … 4 342 … 6 248 370 17 591 280 Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) Estatísticas Agrícolas 2007 (continua) 113 Quadro 97 Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.2.1 e NUTS II, em 2005 (cont.) Principais variáveis NUTS II/CAE rev.2.1 156 Portugal Empresas nº Custos Totais Volume de negócios 2005 Form. bruta de capital fixo VAB pm 103 Euros Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 306 288 100 121 30 30 7 14 4 359 157 … … 54 612 … 61 595 340 3 211 … 434 203 … … 65 499 … 73 528 354 3 181 … 75 836 … … 13 512 … 14 711 44 482 … 15 560 … … 5 784 … 3 543 29 1 474 … Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 130 121 16 51 29 24 1 7 2 956 040 881 268 1 037 015 959 077 141 670 128 009 28 362 25 859 461 845 181 213 147 164 … … … 501 455 195 146 165 299 … … … 60 164 32 153 24 201 … … … 9 759 2 996 10 134 … … … Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 7 166 6 878 2 340 2 159 1 088 906 385 157 131 2 017 133 1 953 619 562 707 316 010 870 633 170 273 33 996 29 659 33 855 2 682 156 2 608 986 684 039 393 512 1 296 688 191 983 42 765 32 830 40 339 867 875 839 162 218 153 140 822 387 059 74 618 18 511 12 424 16 288 154 248 149 385 55 726 34 688 36 060 21 843 1 068 3 428 1 435 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 768 725 301 270 54 80 20 22 21 768 725 301 270 54 80 20 22 21 2 136 346 2 072 471 959 853 270 610 709 319 128 753 3 936 8 446 55 428 513 319 493 515 248 251 61 570 160 094 22 411 1 189 2 269 17 534 168 568 163 496 66 308 28 227 38 865 30 002 95 -131 5 203 157 Portugal 158 Portugal 159 Portugal 160 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Origem: Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) 4 260 627 433 732 210 122 7 300 2 … … … … 1 1 1 1 - - - - … … … … … … … … … … … … … … … … Quadros estatísticos Portugal 114 Quadro 98 Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida Portugal Unidade: t Anos Matérias primas 2004 1- Matérias-primas consumidas Cereais forrageiros Aveia Cevada Milho Sorgo Trigo forrageiro Trigo mole Triticale Centeio Outros Produtos substitutos dos cereais Corn gluten feed Farinha forrageira Gritz de milho Mandioca Polpa de citrinos Resíduos de cereais destilados Outros Subprodutos dos cereais Sêmea de arroz Sêmea de centeio Sêmea de trigo Outros Subprodutos diversos Alimpadura de trigo Folhelho de uva Polpa de beterraba Dreches de cerveja Outros Bagaços de oleaginosas De amendoim De girassol De soja De palmiste Outros Produtos de origem animal Farinha de carne Farinha de peixe Leite em pó Soro de leite Subprodutos de aviário Outros Gorduras e alimentos líquidos Gordura animal Melaço Óleo de soja Proteaginosas Soja integral Ervilha forrageira Tremoço doçe Outras Aditivos e diversos Aglutinantes Alfarroba Carbonato de calcio Dífosfato Farinha de luzerna Radículas de malte Sal Premix Outros produtos agrícolas Outros 2 - Produção obtida 2004 - 2006 2005 3 514 782 1 527 306 2 100 163 401 1 027 896 14 154 223 911 84 476 3 049 2 774 5 545 623 887 317 355 19 727 17 557 143 242 64 600 44 760 16 646 125 719 8 812 31 110 775 6 101 17 964 940 6 189 9 973 81 781 731 147 0 83 576 573 403 60 885 13 283 12 815 0 6 949 1 081 2 558 511 1 716 73 183 14 764 47 805 10 614 145 550 133 506 11 630 4 411 257 211 24 907 6 479 67 249 31 104 29 336 650 11 440 16 220 9 402 60 424 3 514 782 2006 3 586 254 1 652 428 1 769 141 990 1 007 653 1 827 352 476 128 211 11 764 234 6 504 560 966 332 445 22 625 18 443 76 095 40 631 53 889 16 838 144 515 9 128 439 126 023 8 925 22 616 876 9 165 11 975 44 556 747 313 18 82 873 560 164 72 617 31 641 11 256 2 053 3 703 1 053 2 677 378 1 392 70 819 11 689 47 102 12 028 102 747 101 601 579 0 567 273 594 26 498 9 049 73 196 29 383 35 816 147 12 106 16 528 11 616 59 255 3 586 254 3 250 332 1 598 153 1 721 165 486 945 544 3 669 364 958 84 322 26 596 142 5 715 397 672 238 219 24 951 12 119 29 367 31 551 44 852 16 613 139 401 9 923 149 124 346 4 983 20 634 1 022 5 888 13 130 33 561 681 635 197 71 918 499 807 57 990 51 723 8 725 2 464 2 717 1 102 1 721 452 269 58 410 12 323 35 553 10 534 112 548 111 885 227 0 436 233 557 22 247 6 120 67 603 24 828 30 027 179 10 496 16 037 9 527 46 493 3 250 332 98 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA) Estatísticas Agrícolas 2007 115 Quadro 99 Produção de alimentos compostos para animais Portugal Unidade: t Anos Grupos de referência 2004 Total (a) Aves Alimentos compostos completos Carne Postura e reprodução Diversos Alimentos complementares proteicos Bovinos Vitelos Bovinos recria e engorda Vacas leiteiras Alimentos complementares proteicos Outros Alimentos aleitamento Suínos Alimentos compostos completos Reprodutoras Leitões Crescimento e engorda Outros Alimentos complementares proteicos Caprinos Ovinos Equídeos Roedores Outros 2004 - 2006 2005 3 514 782 1 266 657 1 266 657 750 212 357 980 158 465 0 920 854 47 808 384 873 453 267 8 725 24 437 1 744 1 101 443 1 101 443 243 315 164 847 686 346 6 935 0 16 783 59 415 18 775 110 232 20 623 2006 3 586 254 1 220 105 1 213 964 720 795 331 906 161 263 6 140 1 062 260 70 626 449 083 499 345 8 551 31 377 3 278 1 044 936 1 044 923 236 090 161 625 640 979 6 229 13 19 775 78 005 21 155 113 482 26 536 3 250 332 1 163 263 1 158 240 678 278 316 998 162 964 5 024 877 390 58 668 344 098 437 299 9 680 22 020 5 625 982 061 982 061 223 458 150 858 601 202 6 543 0 15 542 64 727 23 823 107 448 16 078 Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA) (a) Farinados e granulados Quadros estatísticos 99 - Produção de alimentos compostos para animais