Edgar Larsen Ambientac;ao e marca do Shout Rock Bar Curitiba UTP 2005 Edgar Larsen Ambientag80 e marca do Shout Rock Bar Tce - Trabalho de ConclusAo de Curso apresentado ao Curso de Design, habilita~o em Design Grafico, como requisito parcial para a obten~o do grau de Designer Grafico da orientado pelos UTP - Universidade Professores Joaquin Tuiuti do Parana, Fernandez Presas e Leandro Curitiba UTP 2005 Roth. "I know life sometimes can get tough! And I know life sometimes can be a drag! But people, we have been given a gift .. We have been given a road. And that road's name is ... Rock and Roll!" Kiss iv Agrade90 a minha familia, que sempre me incentivou e ajudou, a ivana, que esteve sempre ao meu iado, assim como a familia deia, que ja considero minha tambem. Aos professores e coiegas, com quem aprendi a entender 0 design. SUMARIO Lista da Figuras. Lista de Tabelas Resumo Abstract . . ..................................................... . .. . .. xiv xvi xvii xviii ........... 1 INTRODU9AO Fotografia do produto final REVISAO BIBLIOGRAFICA . .. A Hist6ria do Rock 3 3 Rock and Roll - uma hisloria social de Paul Friedlander que Rock de Paulo Chacon Whiplash.nel - Rock Sile Rock Nacional Linha do Tempo 3 7 7 8 10 8ares 10 a e Bar, doce bar - 0 breviario do bem de Claudio Fornarl 10 Lares e Bares: vlagens pelas his16rias e est6rias nos dias e naites dos bares e afins de Curiliba de Raul Guilherme Urban 13 Ambienta~lio 14 Inlernalional Clubs and Resorts de John P. Radulski e William Wealhersby Ergonomia - Projelo e Produ~ao, de Iliro lida Las dimensiones humanas em los espacios interiores - Estandares antropometricos de Julius Parero e Martin Zelnlk 14 1S Marketing de Varejo 19 17 Marketing de Varejo de Alexandre Luzzi Las Casas 19 Merchandising - Adequa~ao do produto ou servi~o de Bernardo De Fellipe Junior 21 Administra~ao de marketing de Marcos Cobra 22 Identidade Visual 23 Sistemas de identidade visual de Maria Luisa Peon Psicodinamica das cores em comunica~ao de Modesto Farina Tipografia digital. 0 impacto das novas tecnologias de Priscila L. Farias 23 24 25 Curitiba 25 MATERIAlS E METODOS DE PESQUISA 27 28 28 Problema Publico Alvo Hard Rock Cafe The Cavern 32 35 vi Curitiba .........................................................................•.................... Parametres e requisites 36 .47 Conceito Gerao;;ao de Alternativas Criterios para selec;ao 47 48 51 Alternativa selecionada Desenvolvimento da alternativa selecionada 51 51 RESULTADOS 53 A logomarca ............................................................................•......... Ambientao;;ao 53 58 Anas 60 Anas 70 Anas 80 Itens de servico do bar Merchandising Divulga~iia 60 63 66 69 71 73 DISCussAo CONCLusAo 75 E RECOMENDA<;:OES REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 76 77 vii LlSTA DE FIGURAS Figura 1 - fotografia do produto final ................. 2 Fonte: do Autor. .. Figura 2 - Capa do livro .. 3 Fonte: Friedlander, Paul - Rock And RolI- Uma Hist6ria Social .. Figura 3 - Capa do livro ... 7 Fonte: Chacon, Paulo que Rock .. Figura 4 - Arvore Geneal6gica do Rock ....................8 Fonte: do Autor. .. Figura 5 - Capa do livro ..... 10 Fonte: Fornari, Claudio - Bar, doce Bar .. Figura 6 - Acess6rios, copos e ta~s ...... 12 Fonte: Fornari, Claudio - Bar, doce Bar - Anexo .. Figura 7 - Capa do livro Fonte: Urban, Raul Gullherme - Curitiba - Lares e Bares 13 Figura 8 - Capa do livro Fonte: RADULSK, John P. -International Clubs and Resorts 14 Figura 9 - Londolozi Game Reserve - Sunninghill, Africa do Sui Fonte: RADULSK, John P. - International Clubs and Resorts - p.17 14 Figura 10 - Le Sega Bar - Trou d'Eau Douce, Flacq, Maurtius Fonte: RADULSK, John P. -International Clubs and Resorts - p.33.. . 14 Figura 11 - Brasstown Valley - Young Harris, Ge6rgia Fonte: RADULSK, John P. -International Clubs and Resorts - p.62 15 Figura 12 - Palace of the Lost City - Bophuthatswana, Africa do Sui Fonte: RADULSK, John P. - International Clubs and Resorts - p.159 15 Figura 13 - Capa do livro Fonte: IIDA, Itiro - Ergonomia - Projeto e Produyao 15 Figura 14 - Capa do livro Fonte: PARERO, Julius e ZELNIK, Martin - Las dimensiones humanas em los espacios interiores .,. . . 17 Figura 15 - Barra e Mostrador Posterior e Se9ao de Barra Fonte: PARERO, Julius e ZELNIK, Martin - Las dimensiones humanas em los espacios interiores - p. 216 . 17 Figura 16 - Bares/Largura de zona publica e Mesa de coqueteis Fonte: PARERO, Julius e ZELNIK, Martin - Las dimensiones humanas em los espacios interiores - p. 217.. . . ... 18 Figura 17 - Estudo de densidade em bares Fonte: PARERO, Julius e ZELNIK, Martin - Las dimensiones humanas em los espacios interiores - p. 218.. . 18 Figura 18 - Mesas com largura minima de circulac;:ao Fonte: PARERO, JuliUS e ZELNIK, Martin - Las dimensiones humanas em los espacios interiores - p. 227... . 19 Figura 19 - Capa do livro Fonte: LAS CASAS, Alexandre Luzzi - Marketing de Varejo 19 Figura 20 - As variaveis controlaveis do varejista Fonte: LAS CASAS, Alexandre Luzzi - Marketing de Varejo - p. 37 20 Figura 21 - Capa do livro ° e viii Fonte: DE FELIPPE JUNIOR, Bernardo - Merchandising.. Figura 22 - Capa do livro Fonte: COBRA, Marcos - Administra9ao de marketing Figura 23 - Capa do livro Fonte: PEON, Maria Luisa - Sistemas de IdenMade Visual Figura 24 - Capa do livro Fonte: FARINA, Modesto - Psicodinamica das Cores em Comunica9ao Figura 25 - Capa do livro FARIAS, Priscila L. - Tipografia Digital.. . Figura 26 - Fachada do primeiro HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/0512005.. Figura 27 -Interior do primeiro HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 28 - interior do primeiro HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02105/2005 Figura 29 - Objetos de decora9ao do HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 30 - Fachada de um HRC Fonte: http://www.hardrock.comlem 02/05/2005 Figura 31 - Fachada de um HRC Fonte: http://www.hardrock.comlem 02/05/2005 Figura 32 - Logo oficial HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 33 - Logo HRC Hotel Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/0512005.. . Figura 34 - Logo HRC para shows especiais Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/0512005 Figura 35 - Camiseta HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02105/2005.. . Figura 36 - Logo bordada Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005.. Figura 37 - Cartaz Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 38 - Camiseta feminina HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/0512005 Figigura 39 - Moletom HRC Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 40 - Cartaz Fonte: http://www.hardrock.comlem 02/0512005.. Figura 41 - Avental Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 42 - Estampa moletom Fonte: http://www.hardrock.com/em 0210512005 Figura 43 - Luva Fonte: http://www.hardrock.comlem 02/05/2005 Figura 44 - Bone Fonte: http://www.hardrock.com/em 02/05/2005 Figura 45 - Bone Fonte: http://www.hardrock.com/em 0210512005 ..... 21 ... 22 23 24 25 . 32 32 32 32 32 ..... 32 33 33 33 33 . .. 33 33 33 33 ..33 33 33 33 33 33 ix Figura 46 - Viseira Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005.. Figura 47 - Carro miniatura Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005.. Figura 48 - Camiseta Bruce Springsteen Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005.. Figura 49 - Cinto Fonte: http://www.hardrock.comiem 0210512005 Figura 50 - Catalogo Fonte: http://www.hardrock.comiem 0210512005.. Figura 51 - Estampa camiseta Bruce Springsteen Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005.. Figura 52 - Fivela cinto Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005.... Figura 53 - Bottom Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005 Figura 54 - Estampa Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005 Figura 55 - Estampa Fonte: http://www.hardrock.comlem 0210512005 Figura 56 - Chapeu "cata-ovo· Fonte: http://www.hardrock.comiem 0210512005.. Figura 57 - Fachada do primeiro Cavern Fonte: http://www.cavem-liverpooLco.uklcavernclubl em Figura 58 - Banner de internet do The Cavern Fonte: http://www.cavern~liverpool.co.ukJcavernclub/ em Figura 59 - Show no Cavern Fonte: http://www.cavern-liverpooLco.uklcavernclubl em Figura 60 - Show no Cavern Fonte: http://www.cavem-liverpooLco.uklcavemclubl em Figura 61 - Show no Cavern Fonte: http://www.cavern-liverpooLco.uklcavernclublem Figura 62 - Souvenir do The Cavern Fonte: http://www.cavern-liverpooLco.uklcavernclubl em Figura 63 - Bandeirola The Cavern Fonte: http://www.cavern-liverpooLco.uklcavernclublem Figura 64 - Bandeirola The Cavern Fonte: http://www.cavern-liverpooLco.uklcavernclublem Figura 65 - Placa All Friends Fonte: do Autor... Figura 66 - Fachada All Friends Fonte: do Autor... . Figura 67 - Placa Ao Distinto Cavalheiro Fonte: do Autor. Figura 68 - Fachada e logo Asgard Fonte: do Autor Figura 69 - Toneis de cerveja com logo aplicada Asgard Fonte: do Autor Figura 70 - Placa Astrvm . 34 . 34 ..... 34 34 . 34 .. 34 . ..... 34 34 34 34 . 34 0210512005 35 02105/2005.. 0210512005 02105/2005 0210512005.. . . 35 35 35 ... 35 0210512005 36 0210512005 36 0210512005 36 . 36 36 36 37 37 Fonte: do Autor ... Figura 71 - Fachada Astrvm Fonte: do Autor.. Figura 72 - Interior Astrvm Rock Cafe Fonte: do Autor ... Figura 73 - Fachada e placa Ball Bull Fonte: do Autor .... Figura 74 - Fachada Bar Brasil Fonte: do Autor.. Figura 75 - Placa Bar Brasil Fonte: do Autor .... Figura 76 - Placa Bar Curityba Fonte: do Autor .. Figura 77 - Sinaliza930 Bar do Alemao Fonle: do Autor. .. Figura 78 - Entrada Bar do Alemao Fonte: do Autor .. Figura 79 - Placa Garage 570 Fonte: do Autor ... Figura 80 - Fachada Garage 570 Fonte: do Autor ... Figura 81 - Placa Bar Madrid Fonte: do Autor ... Figura 82 - Fachada Bar Madrid Fonte: do Autor.. . Figura 83 - Placa Bardocelar Fonte: do Autor .... Figura 84 - Fachada Bardocelar Fonte: do Autor ... Figura 85 - Placa Bispo Bar Fonte: do Autor ... Figura 86 - Fachada Bispo Bar Fonte: do Autor. .. Figura 87 - Placa Blue Bell Fonte: do Autor. ... Figura 88 - Fachada Blue Bell Fonte: do Autor ... Figura 89 - Placa Boobalai Fonte: do Autor ... Figura 90 - Fachada Boobalai Fonte: do Autor. .. . Figura 91 - Placa Botequim Fonte: do Autor . Figura 92 - Fachada Botequim Fonte: do Autor Figura 93 - Frente Brothers Fonte: do Autor. . Figura 94 - Fachada Cacha9aria Agua Doce Fonte: do Autor ....... 37 .................... 37 ... 37 .... 37 .. 38 ............................. 38 .................... 38 ............................... 38 .............................. 38 .............................. 39 .................................. 39 ........................ 39 39 .... 39 ..... 39 ..39 . 39 . 40 . .40 ..40 40 . 40 40 . 41 41 xi Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: 95 - Sinaliza9iio Cervejaria Original do Autor .. 96 - Fachada Cervejaria Original do Autor. .. 98 - Fachada Crossroads .. 97 - Logo Crossroads www.crossroads.com em 0210512005 99 - Interior Crossroads do Autor ... 100 - Quadro de decora,ao do Crossroads do Autor..... . 101 - Placa Dot Bar do Autor .. 102 - Fachada Dot Bar do Autor 103 - Placa Freguesia do Autor ... . 104 - Casa Freguesia do Autor .... . 105 - Placa Fire Fox do Autor ... . 106 - Fachada Fire Fox do Autor. .. 107 - Logo John Bull Digitaliza,ao .... 108 - Merchandising John Bull do Autor.. 109 - Fachada John Bull do Autor ... . 110 - Simbolo John Bull Digitaliza,ao 111 - Subsolo John Bull do Autar. .. . 112 - Palco John Bull do Autor... . 113 - Decora,ao com quadros John Bull do Autor.. . 114 - Placa La Habana do Autor ... . 115 - Entrada La Habana do Autor 116 - Fachada Mercearia do Portugues do Autor ... 117 - Placa Mustang Sally do Autor... . 118 - Fachada Mustang Sally do Autor 119 - Placa Original Cafe do Autor ... 41 . 41 ... 41 41 . 42 42 . 42 42 42 42 43 . 43 . 43 . 43 43 43 43 43 43 44 44 . 44 44 44 44 xii Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura 120 - Fachada Original Cafe do Autor... 121 - Fachada Peggy Sue do Autor.. 122 - Plaea Rocca do Autor.. 123 - Casa Rocca do Autor.. 124 - Fachada Shadow Sar do Autor... 125 - Placa Shadow Sar do Autor.. 126 - Placa Sheridan·s do Autor... 127 - Fachada Sheridan·s do Autor... 128 - Fachada Sucatao do Autor... 129 - Placa Sucatao do Autor... 130 - Fachada Taboo do Autor..... 131 -Interior Taco el Pancho do Autor.. 132 - Fachada Taquinho do Aulor... . 133 - Placa The Farm do Autor... . 134 - Frente The Farn do Autor... 135 - Gera,ao de Alternativas do Autor... 136 - Gera,ao de Altemativas do Autor.. 137- Gera,ao de Alternativas do Autor.. 138 - Alternativa selecionada do Autor... 139 - Desenvolvimento da alternativa do Autor... 140 - Oesenvolvimento da alternativa do Autor... 141 - Desenvolvimento da alternativa do Autor.... 142 - Oesenvolvimento da alternativa do Autor... 143 - Desenvolvimento da alternativa do Autor.. . 144 - Desenvolvirnento da alternativa . 44 . 45 . 45 . 45 . 45 . 45 . 45 . 45 ... 46 ..46 . 46 . 46 46 46 . 46 . 48 . 49 . . 50 51 selecionada . 51 selecionada . 51 selecionada . 51 selecionada . 51 selecionada 51 selecionada xiii Fonte: do Autor. .. Figura 145 - Desenvolvimento da alternativa selecionada Fonte: do Autor ... Figura 146 - Teste de tontes para assinatura Fonte: do Autor .... Figura 147 - Teste de forma para assinatura Fonte: do Autor .. Figura 148 - Logo com assinatura Fonte: do Autor. .. Figura 149 - Grade de constru<;ao Fonte: do Autor.. Figura 150 - Logo em positivo e negativo Fonte: do Autor.. Figura 151 - Cores do projeto Fonte: do Autor ... Figura 152 - Logo com tundo Fonte: do Autor. .. Figura 153 - Logomarca auxiliar Fonte: do Autor. Figura 154 - Logomarca aplicada em fundos coloridos Fonte: do Autor. .. Figura 155 - Escala de redu<;ao Fonte: do Autor .. Figura 156 - Proibi<;oes Fonte: do Autor . Figura 157 - Tipografia Fonte: do Autar.. Figura 158 - Papelaria basica Fonte: do Autor. .. Figura 159 - Fachada Shout Rock Bar Fonte: do Autor .. Figura 160 - Balcao Fonte: do Autor ... Figura 161 - Uniforme padrao Fonte: do Autor. .. Figura 162 - Mesa modelo anos 60 e mesas prontas Fonte: do Autor.. Figura 163 - Ambiente tematizado anos 60 Fonte: do Autor Figura 164 - Gar<;om do ambiente anos 60 Fonte: do Autor... Figura 165 - Mesa modelo anos 70 e mesas prontas Fonte: do Autor.. . Figura 166 - Ambiente tematizado anas 70 Fonte: do Autor... Figura 167 - Gar<;em do ambiente anos 70 Fonte: do Autor... . Figura 168 - Mesa modele anos 80 e mesas prontas Fonte: do Autor... . ... 51 ... 52 ............... 52 .................... 52 ... 52 .... 53 ....................... 53 ....................... 54 ............................... 54 .................................... 55 .................... 55 ... 56 ...................... .................................... . 56 57 57 . 59 .............................. 59 . 60 . 61 62 . 62 64 . 65 65 67 xiv Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: Figura Fonte: 169 - Ambiente tematizado anos 80 do Autor... 170 - Gar~om do ambiente anos 80 do Autor... 171 - Pratos, apoio, copos, talheres e guardanapos do Autor.. 172 - Cardapio, aberto frente e verso do Autor... .. 173 - Comanda do Autor... . 174 - R6tulo, garrafa e coqueteleira do Autor.. 175 - Camiseta, regata feminina, maleton e bone do Autor... 176 - Cartoes postais do Autor.. 177 - Chaveiros e battons do Autor... 178 - Cartaz e flyer referente a divulga~o de evento do Autor... 179 - Cartaz e flyer referente a divulga~ilo de evento do Autor... 180 - Cartaz e flyer referente a divulgayao de evento do Autor... . .. .. 68 68 .. .. 69 70 70 . .. 71 .. 72 72 . ... 72 Anos 60 ... 73 Anos 70 .. 74 Anos 80 74 xv LlSTA DE TABELAS Tabela 1 - Fonte: do Autor.. . 10 Tabela 2 - Fonte: LAS CASAS, Alexandre Luzzi - Marketing de Varejo - p. 12 .. 20 Tabela 3 - Levantamento de nomes de musicas 47 xvi RESUMO o projeto consiste na cria~o de identidade visual e ambientac;ao para urn bar tern "tieD de Rock and Roll, especifico dos anos 60, 70 e 80. Para tanto, loi leita pesquisa bibliografica para S9 conhecer a tema Rock and Roll como urn todo e tambem questoes tearieas de sistemas de identidade visual, ergonomia, marketing de varejo, sabre a cidade de Curitiba e bares. Forarn feitas pesquisas de publico, analisando quem e 0 consumidor das casas de rock de Curitiba e tambem pesquisa de campo, analisando a maior numero passivel de casas noturnas, de estilos variados. Apes analisados as dados, fai desenvolvido a conceito e logomarca principal, Depois, estudaram-se as diversas possibilidades da marea, criando a seu manual e marea auxiliar, a ser utilizada em materiais diversos e de merchandising. A ambientac;ao foi desenvolvida de acordo com os costumes dos musicos de cada epoca. Os funcionarios tiveram suas roupas caracterizadas de acordo com seu ambiente de trabalho. as materiais de merchandising procuraram fugir do comum preto associ ado ao Rock, trabalhando com a cor laranja, que procurou representar 0 calor, a energia do estilo. Ao final do projeto, conclui-se que ele atendeu aos requisitos pre-estabelecidos com qualidade e tambem apresentou solur;Oes nao solicitadas, mas que mostraram-se necessarias ao decorrer do processo. Palavras-chave: Bar, Rock and Roll e identidade. xvii ABSTRACT The project consists in the creation of a visual identity and surroundings to a Rock and Roll style thematic bar, specific of the sixties, seventies and eighties decades. Is was made a bibliographic research to accumulale knowledge about the history of Rock and Roll and also theories topics of visual identidy sistems, ergonomy, marketing, about the city of Curiliba and it was made a public research, analising the public of the Rock Bars from Curitiba and also others nolum houses of various styles. After analising all the results, a concept and the trademark were desenvolved. The various possibilities of the trade were studied, creating his manual of aplication and auxiliar logo, to be used in merchandising. The surroundings of the bar were desenvolved up on the life style of the musicians from the decades. The bartenders had their uniforms characterized back to the years of the ambient. The merchandising itens did not utilized the common black color, usually conected to Rock and Roll. It was worked with orange color, that represents the heat and energy of the style. At the end of the project, it can be conclued that the requisitions were attended with quality and also were produced not requested itens, but that made necessary during the project. Key-words: Bar, Rock and Roll and identity. xviii INTRODUc;:Ao o e Rock and Roll urn estilo musical com cinqOenta anas de hist6ria e que tern como urn de seus temas a diversao. Bares sao locais freqOentados pelo homem atraves do tempo ern busca de diversao, entre outras caisas. A uniilio destes dais elementos visa criar urn empreendimento voltado ao entretenimento das pessoas. Baseado nas atitudes tomadas e 80, elementos da identidade era estilo cada epoea. Para bibliografica e de campo, para a pelos milsicos do Rock and Roll das decadas 60, 70 e da ambienta930 loram cnados de acordo com 0 que ser desenvolvido, a trabalho contou com pesquisa conhecer tanto a tema principal, Rock and Roll, como a bar, cnde seria aplicado a tema principal. A analise destas pesquisas foi feita seguindo prioridades, como conhecer a publico, a musica e as elementos que compOem urn bar. Foram desenvolvidos: a logomarca, seu manual de aplicac;ao; cinco cenas para representar os ambientes do bar (anos 60, anos 70, anos 80 [com palco], lachada e balc3o), mesas personalizadas com bandas de cada decada; louc;as de servic;o, como pratos, copas, apoios de pratos e demais itens de servic;o do bar (cardapio, bloco de anota90es, comandas e guardanapos); r6tulo para garrafas e coqueteleiras para time de flair (malabarismo para prepara coqueteis); papelaria basica; e materiais de merchandising: camiseta, moletom, regata feminina, bone (que procuraram fugir da cor preta, comumente utilizada quando se trata de Rock and Roll), chaveiros e bottons (as 10u9"s de servi90 do bar tambi>m podem ser comercializadas). Por final, foram desenvolvidos tambem tr~s cartazes e tres flyers de divulga930 da casa. REVISAo BIBLIOGRAFICA A Hist6ria do Rock Rock and Roll - uma hist6ria social de Paul Friedlander o Iivro aborda principalmenle as 3 primeiras decadas do Rock, lazendo uma trajet6ria do estilo musical que laz sucesso hi! 5 decadas. Organizado didaucamente, moslra as inffuancias do gospel, blues e country, ate 0 sucesso do pop atual. A seguir resume de cada capitulo. Capitulo 1 - Se esuvesse lendo sobre rock, eu gostaria de ler em mente .. - Terminologia Cada livre tern uma defini~o "Rock and Roll- para a musica subseqOenles. Neste Iivro ele natureza dupla: de urn lado a pressao da industria (pop). para Rock. Alguns denominam Fig. 2 - Capa do livro dos anos 50 e "Rock" como seus estilos e chamado de pop/rock pOis Rock and Roll tern uma musica (rock) e do outro, a mercadoria que satre - Vore pade ouvir em dais niveis diferentes Existem duas maneiras de se escutar uma musica, uma movida pelo emocional, cnde a musica desperta reay6es variadas. E chamada de abordagem intuitiva. A Dutra, analisar a musica, 0 compositor, 0 cantor etc., descobrir 0 porqu6 daquela grava~o, esta a abordagem analitica. Ambas tomam a experi6ncia de escutar musica mais rica. e e e - 0 significado da musica pop/rock - para quem? No inicio, a musica significava simplesmente 0 que 0 artista escrevia, mas com 0 tempo, toi visto que cada ouvinte tem uma interpretar;ao da musica, que e tida de acordo com sua experillnda de vida. - Modelo analomicamente perfeilo do Rock and Roll Cada musica, ou artista, mexe com uma parte do corpo. Pode-sa classificar artistas com essa rela<;llo: cerebro (intelectual), cora<;llo (emocional), genilalia (sexual) e pes (danl"', mOvimento). - Dividindo anos em eras E mais tadl dividir os anos em eras para 0 entendimento da hist6ria do Rock, sao eles: 1954-1955 (explosao do Rock and Roll dassico); 1963-1964 (invasao inglesa); 1967-1972 (era de ouro - amadurecimento sincrOnico de artistas de varios gllneros, induindo a 1.- invasao inglesa, a Soul Music, 0 som de sao FranciSCO e os guitar heroes); 1968-1969 (explosao do Hard Rock) e, 1975-1972 (explosao do Punk). - Temas que transcendem as eras Dois temas sempre aparecem nas letras do Rock: amor e rebeliao. Passarn de urn estilo a outro, se manifestando de forma diferente. Estudos mostram que 67% dos hits de Rock Classico (anos 50), 65% de uma amostra dos hits de 1966 e 69% dos primeiros lugares no comec;o dos anos 70, sao sobre amor. Tambem, cada era tem um entendimento da musica, base ado e valores da epoca. Capitulo 2. As raizes do Rock and Roll: Pe na estrada Este capitulo fala das raizes do Rock, de maneira bem detalhada. 0 blues rural, 0 blues urbano, a gospel e a jump band jazz sao estilos musicais que se uniram e deram origem ao Rythm and Blues (R&B), que e a maior fonte do Rock. Alem do R&B, a folk e a musica country foram responsaveis pelo Rock. Os anos 50, as adolescentes e 0 Rock and Roll Este sub-capitulo retrata a situa~o do jovem americana, que questionou a cultura dominante. Fala de como as jovens tinham mudado e do interesse dos brancos pela musica negra, 0 R&B. Tambem retrata 0 trabalho de Allan Freed, OJ branco, que tocava R&B e ajudou a salvar 0 radio do dominio da TV e mostrou aos empresarios, o interesse dos brancos pela musica dos negros. Capitulo 3. Os roqueiros classicos - A primeira gerac;ao: Eu quero e Rock and Roll Aqui, e falado sobre as adolescentes ainda, como consumidores e e eontada a hist6ria dos quatro musicos de maior destaque da epoea: Fats Domino, Bill Halley, Chuck Berry e Little Richard. Fats Domino era um grande compositor, mas nao urn super-astro. Bill Halley criou urn dos maiores hits do Rock and Roll, Rock Around the Clock, mas tambem nao tinha carisrna suficiente, nem arroganeia sexual, para ser um Idolo do Rock. Chuck Berry cantava hist6rias de luta, amor e danc;a, preocupac;oes dos jovens dos anos 50. Retratava a vida e 0 cotidiano em musicas como School Days e Johnny Be Goode. Little Richard queria ser 0 Rei do Rock. Seu estilo foi copiado por muitos de sua epoea, mas ele era ~choeante demais, selvagem dernais e negro demais". Capitulo 4. Os Roqueiros Classicos - A segunda gerac;ao: Hoje e dia de Rock Neste capitulo e falado sobre a segunda gerac;ao de roqueiros classieos: Presley, Jerry Lee Lewis, Buddy Holly e as Everly Brothers. Elvis Presley foi 0 primeiro super-astro do Rock. Ele tinha earisma, sexual, voz agradavel, 0 repert6rio certo e a equipe certa. Elvis arrogancia Jerry Lee Lewis era como conhecido com 'Killer'. Tocava piano com qualquer parte do seu corpo, tinha uma das performances mais agitadas no palco. Capitulo 5. Doo-wop - 0 sam das ruas Este capitulo fala sabre um estilo musical que andou junto com 0 Rock Classico, 0 Doo-Wop, que na verdade, sao os grupos vocais. Em meados dos anos 50, grupos de Doo-wop estavam cantando nas esquinas dos centros urbanos, para ganhar dinheiro. Geralmente, algum empresario se interessava por algum grupo e as levava para gravar urn disco. Foi a caso do The Platters, Teenager etc. Nos anos 60, junto com a Rock Classico, comec;ou a desaparecer, mas deixou sua influencia para a Motown e a Soul Music. Capitulo 6. 0 inrcio dos anos 60 Neste periodo, a musica experimentou grande variedade de estilos. Algumas musicas ainda causam impacto, mas na grande maloria, elas foram esqueeidas a 'invasao inglesa'. com Capitulo 7. Beatles: 0 Saito definitivo o capitulo retrata a hist6ria dos Beatles. Conta como eles exploraram a criatividade, como criaram varias idedas musicais novas. Ajudaram no desenvolvimento da industria fonografica. ~Os Beatles se utilizaram dos fundamentos do Rock Classico e, ao mesmo tempo, abriram urn caminho que expandiu continuamente as fronteiras do Rock. Sua integridade criativa, idealismo e espontaneidade colocaram 0 desafio para os principais criticos - levar a serio a forma e 0 conteudo do rock. Os Beatles possibilitaram a discussao do Rock and Roll como forma de arte." Capitulo 8. Rolling Stones: E apenas Rock and Roll, mas eu gosto Este capitulo retrata a hist6ria dos Rolling Stones, banda que atraia fas da musica negra, estigrnatizados pelo comportamento sexual, agressividade e crueldade, enquanto os Beatles faziam sucesso com sua ~rebeldia segura". Eles eram os bad boys do Rock. Mesmo com 0 amadureeimento musical, para cada musica mais seria, existia outra polemica. Capitulo 9. The Who - querem acabar conosco o The Who ficou na retaguarda da invasao inglesa. Foram ter seu reconhecimento no Woodstock. Musicalmente, e no palco, foram os pioneiros do Hard Rock. Capitulo 10. Bob Dylan: Alguma coisa est. acontecendo mas voce nao sabe 0 que e Fazendo urn folk-rock, Dylan falava sabre 0 que aconteeia ao seu redor. Fazia a ehamada musica de protesto, mas nao se senti a bem eom 0 tftulo de profeta do rock. Tanto noo gostava, que quando J. F. Kennedy foi assassinado, Dylan isolou-se do mundo, com medo de que ele fosse alvo de algum ataque, ja que 0 consideravam alguem com ideias diferentes. Capitulo 11. Folk-Rock: Entilo voce quer ser urn astra do rock Embalados pelas mudanyas politicas, muitos artistas comeyoram a escrever musicas de protesto, pais para fazer Folk-Rock necessario urn viol:!lo e urna voz, basicamente. Com 0 sucesso de Dylan, outros tentaram ir atnis, mas nao tiveram grande destaque. e Capitulo 12. Soul Music: R-E-S-P-E-C-T as A Soul Music engloba 0 sentimento de orgulho negro da nayao afro-americana. maiores representantes sao James Brown, Ray Charles, Sam Cooke, Ottis Redding, Sam and Davis, Aretha Franklin etc. Capitulo 13. Motown: Hitsville, EUA e e A Motown, antes de ser urn considerado urn estilo, urna gravadora. A diferenya a maneira de gerenciar as artistas. Existia urn grupo de compositores para criar as musicas, as artistas gravavam as miJsicas, se apresentavam e recebiam urn salinio mensal. Os artistas sao variados, entre eles: Funk Brothers, Temptations, Diane Ross, Supremes, Stevie Wonder e Jackson 5. Capitulo 14. 0 sam de Silo Francisco No ano de 1965, a invasao inglesa continuava, Bob Dylan era destaque naciona!. Em Sao Francisco, um grupo de artistas criou uma comunidade, conhecida como contracultura, js que eles viviam com valores diferentes ao da apoea. A musica era um dos elementos de uniao desta comunidade. Os artistas mais populares eram Jefferson Airplane, Janis Joplin, Contry Joe and the Fish, Grateful Dead, Creedence Clearwater Revival e Santana. Movidos geralmente por entorpecentes, faziam crfticas a sociedade. 0 termo hippie nasceu neste perfodo, quando os membros da contracultura dos anos 50, os beatniks, classificaram os parceiros dos anos 60 como pequeno hip, daf, hippie. Capitulo 15. Os reis da guitarra Em Londres, Eric Clapton e Jimi Hendrix davam um novo estilo ao Rock. Shows com grandes solos de guitarra e improvisos. Foram respons8veis por influenciar bandas como Led Zeppelin. Capitulo 16. Anos 70: Diluiyao e transformayilo No inicio doas Anos 70, a musiea sofria novas altera~es de estilo. Novos culturais, sociais e polfticos. 0 Hard Rock explodiu, com volume alto e agressividade. Assim, eada banda desenvolvia uma eara. Black Sabbath, Purple, Alice Cooper, Kiss, cada uma tinha um estil0 que atrafa a publico. bandas comec;;aram a chamado Rock Progressivo, com musicas long as e varia90es de ritmos, entre essa band as estao 0 Pink Floyd e 0 Yes. valores Deep Algumas com Capitulo 17. Punk Rock: Pauleira e politica de choque Numa apoea em que existiam diversas questoes tecnicas a serem analisadas para 0 lan9Bmento de um album, alguns musicos, cansados desta necessidade de perfei9l\o, come9Bram a musicas simples, rapidas e diretas. Os pioneiros foram os Sex Pistols e com eles vieram inumeras bandas, como Ramones, Velvet Underground, David Bowie, Iggy Pop etc. Capitulo 18. Os anos 80: A revolu9l\o pela TV Nessa apaea, uma nova musica, a New Wave, urn punk comercial, comeyava a ter 0 seu lugar. A MTV, lan9Bda em 1981, penmitiu uma maiordivulga9l\o deste estilo. Aconteclam megaeventos de cunho social, como 0 Live Aid. 0 capitulo ainda traya uma rapida passagem par Qutros artistas e musicos pop de grande sucesso, como Michael Jackson e Madonna. Capitulo 19. Eo apenas Rock 'n' Roll, mas eu gosto E 0 capitulo final e trata de identificar as principais elementos do Rock e tirar conclus6es. Faz uma analise das musicas, letras, performance e a industria fonografica. Fica daro que e impassive! ignorar 0 Rock and Roll, pois ale significa alga, mexe com 0 ouvinte. o que e Rock de Paulo Chacon o livre conta a hist6na do Rock de maneira ampla, talando da sua influ&ncia social. Sua defini9l\o para rock que rock muito mais do que musica, e tambem uma maneira de ser e de ver a mundo. Ainda, que a rock causa a agitaltAo nas pessoas, as estimula a dan~r, a se mexer. e Fala a hist6ria do Rock, sobre Rock e Politica e conciui que estudar a Rock e estudar a mente, conhecer 0 publico, a jovem. Negar 0 Rock nao entender 0 Woodstock, a UNE, movimentos pela paz, as crises do mundo, etc. e Whlplash.net o site e Q'QITEE ROCK Fig. 3 - Capa do livro - Rock Site brasileiro Whiplash e um dos mais antigos sobre 0 Rock. Grande portal de infonmac;Oes, atualizado dianamente e aborda do Pop Rock ao Black Metal. e Contem grande aceNo de matarias e pode ser considerado uma fonte de informa¢es seguras por seu tempo no ar e por ter mais de 2 mil hOes de pageviews pormes. Alguns textos, mesmo que tratados com humor, ajudam a entender a cronologia do Rock. Entre eles esta 0 Arvore Geneal6gica do Metal e do Rock, de Ricardo de G6es Correia (http://whiplash.netlespeciallist.mv?sec=humor). originou qual. Sendo analisado, ficou assim: que explica qual estilo Fig. 4 - ANore Geneal6gica do Rock Rock Nacional Para tra~ar a hist6ria do rock no Brasil, foram lidos alguns sites. Abaixo, uma analise destes textos. De 1955 a 1984 o primeiro passo foi dado em 24 de outubro de 1955, quando Nora Ney lanl'ou a musica Ronda das Horas, versao de Rock Around the Clock. Depois disso, Cauby Peixoto grava Rock and Roll em Copacabana, e as primeiros (dolos nacionais sao Cely Campelo (Esttlpido Cupido e Banho de Lua) e Sergio Murilo (Broto Legal). Ronnie Cord mostra seu mau-comportamento com Rua Augusta e inspira a Jovem Guarda de Roberto e Erasmo Carlos. A guitarra eh§trica misturou-se com os generos brasileiros, a partir de 67, com a Tropicalia. Caetano, Gil e os Mutantes causaram uma revolu~ao e a clima pesado da repressao politica e a emergencia da MPB deixaram as roqueiros como marginais. Mesmo assim, na dtkada de 70 continuaram a surgir novas musicos. Raul Seixas, Rita Lee, Novas Baianos, Alceu Valen~a e as Secas e Molhados. Na segunda metade da decada, surgiram algumas bandas de Hard Rock (Made in Brazil), Rock Progressivo (Velhos Mutantes) e um pre-punk com Joelho de Porco. Em 1977, 0 Rock Nacional foi dizimado pela onda discoteque nas radios. No inicio dos anos 80, a cenario brasileiros para 0 Rock era complicado, pais ainda existia um desanimo causado pela repressa.o politica. No ano de 1981, Evandro Mesquita e Lobao criam a Blitz, banda de Rock Teatral que S8 encaixou perfeitamente no Circe Veader (casa de shows do Rio de Janeiro). A banda teve sucesso nacional e chegou ao tim em 1986. Em 82, mais alguns autores importantes surgiram, como Eduardo Dusek e sua Joaa Penca e seus Miquinhos Amestrados, que tambem contava com Lim Jaime. Lulu Santos lan90u Tempos Modernos e tambem aparecia, sem destaque ainda, 0 Barao Vermelho. Enquanto isso, em Sao Paulo, 0 Punk Rock explodia com Inocentes, Ratos de Porao, C61era e Olho Seco. Em 1983, 0 Bar;;o Vermelho ganha destaque nacional e 0 Kid Abelha e Suas Ab6boras Selvagens e Celso Blues Boy participam do disco Rock Voador (da Radio Fluminense e do Circe Veader), cnde conseguem mostrar a seu trabalho com sucesso. Os Paralamas do Sucesso tambem fazem sucesso com 0 LP Patrulha Notuma. Exemplo de sucesso, for Ritchie com a musica Menina Veneno, que vendeu 800 mil copias do compacta e que, pouee tempo depois, vendeu 1 milhao de c6pias de seu primeiro disco. 0 Rock, que ate entaD estava concentrado no Rio de Janeiro, vai para sao Paulo e revela os Titas, 0 Magazine, 0 Ira! e 0 Ultraje a Rigor. 1985 aos anos atuais Em 85, aconteceu 0 evento que colocou a Brasil na rota intemacional de shows, a Rock in Rio. Mais do que isso, ensinou as bandas nacionais a que era um show grande. Nesse ano, 0 RPM lan9a 0 LP Rota95es por Minuto e, devido ao sucesso, comeya a produzir (com Ney Matogrosso) a show Radio Pirata, Totalmente diferente dos show nacionais, tornou-se um LP que vendeu 2,2 milh5es de c6pias. No mesmo mes do Rock in Rio, a Legiao Urbana lanyou seu primeiro disco. Alem do Legiao, outras bandas de Brasilia surgiram: Capital Inicial, Plebe Rude, Finis Africae e Detrito Federal. Os baianos do Camisa de Venus conseguem destaque de pais de alguns discos sem sucesso. Em 1986, a Rio Grande do Sui mostra suas bandas, como os Engenheiros do Havai e 0 Nenhum de N6s. Em 87, continuam a ser lanyados varios discos, pais a Plano Cruzado havia aumentado 0 poder de compra do brasileiro. Mas, em 88, 0 Rock Brasil decaiu, comeyou a existir violencia nos shows, as vendagens de discos cairam e Cazuza morre em 1989. No inicio dos Anos 90, 0 Sepultura mostra a Brasil como Heavy Metal ao exterior. Em 91, acontece a segundo Rock in Rio e 0 Cidade Negra grava um reggae que da a tom do inicio da decada no Brasil. A MTV estreia no BraSil, com muita musica internacional, a que estimula cada vez mais as bandas a gravarem em ingles. Em 92, 0 Skank lanya seu primeiro disco, independente. Chico Science e Na9.o Zumbi retomam 0 esplrito da Tropicalia e tocam 0 Mangue Beat. Gabriel, a Pensador, faz um rap em 93, criticando a entao presidente do pais. Raimundos e Planet Hemp lazem 0 Rock voltar ~s r~dios em 94. Nesta metade da decada, as vendas melhoram novamente, 0 Skank vende 1,2 milhOes de c6pias e os Mamonas Assassinas vandem 2.6 milhoes de c6pias numa carreira curtlssima, parada par urn acidente aereo. Quando 0 Rock pareda estar engrenando novamente, mais algumas perdas vern para abalar. Morre Renate Russo, 0 Circa Voador fedlou, a Radio Fluminense encerrou as atividades, Max Cavalera sai do Sepultura e Chico Science mOIle em 97. No final da decada, as 'veteranos' do Rock Nacional voltam lan~ndo aciJsticos produzidos pela MTV. 0 Hard Core vira querem tocar, par sar rapido e facil. ft mldia, na sua maioria, 0 som dos jovens que Em Curitiba e><istem varias bandas de rock, que enfrentam dificuldades para conseguir mostrar seu trabalho. Geralmente, a falta de apaio, 0 nao interesse palo que nao vende, lazem com que as bandas trabalhem de lorma independente. A Blindagem lanyou ern 1981 seu primeiro disco e oonsiderado urn dinossauro do Rock. Bandas como Relespublica, Bartenders, Sexolone e tantas outras continuam levando 0 rock a varias geraye8s. e Llnha do Tempo Depois de analisar a hist6ria do Rock. em algumas fontes, para um melhor entendimento, foi desenvolvida a seguinte linha do tempo: Bares Para urn entendimento maior do que vem ser um bar, propriamente dito, foi procurado conhecer a sua tenninologia, como funcionam, 0 que compoe urn bar. Para tanto, foram conseguidos os seguinte livros: Bar, doce bar - 0 brevUlrlo do bern de Claudio Fornari Este livro funciona como um dicionario do bar, contendo rna is de 1.000 vernetes utilizados no bar e mais de 300 receitas de coqueleis. "Bar e urn vocabulo ingl6s que originalmente designava, pura e simplesmente, uma honesta barra, e que hoje significa aquilo que sabemos, e que 0 mestre Aurelio define com duas acepyaes complementares: '1 - Balcao diante do qual as pessoas, de pe ou sentadas em bancos altos, consomem bebidas e iguanas leves.' E e na parte baixa deste balca.o que esla a tal barra, onde 0 libador ereto ap6ia urn dos pes, Fig. 5 - Capa do livro 10 e 0 que esta sentado descansa ambos. E complementa 0 nosso lexic6grafo: '2 sala com 0 tal balcao e com pequenas mesas.'~ termo coquetel tern duas provaveis origens. A primeira e de que a dona de uma tabema serviu como ate politico, urna mistura de bebidas numa garrafa enfeitada com as penas do rabo de urn galo roubado do quintal de um cidadao britflnico, dar, cock;; galo e tail ;; rabo. (isso nos Estados Unidos, 30 anos ap6s sua independl§ncia, que tinha sua capital tomada por ingleses). A segunda e que um gaules tena batizado uma mistura de bebidas com 0 nome de coquetel, varia,ao do verbo coqueter (galantear, paquerar). o Dos termos citados no livro, alguns merecem destaque. sao eles: - Aguardente: qualquer bebida destilada com tear alc061ica entre 40 e 60% (e ate rnais), feita a partir de frutas, cereais, sementes, ervas, etc. - Alcool: 1. L1quida vola til, incolor, obtido pela fermenta,ao de substancias amilaceas ou a9ucaradas, au, ainda, mediante processos sinteticos; 2. Designa9ao generica de qualquer be bid a espirituosa. - Aperitivo: coquetel. 0 mesmo (ou quase) que abrideira. Pode ser uma bebida singular ou urn - Bar: 1. Estabelecimento que serve bebidas alc061icas (e refrigerantes, para misturar ou satisfazer fregueses s6brios) e, eventualmente, coisas de comer. Eo cenario ideal da chamada happy hour e 0 templo da boemia. Apesar das mas Ifnguas, 0 bar nao tern nenhuma incompatibilidade com 0 lar, mas nao deve ser confundido com ele. Nem vice-versa. - Barman: 0 homem que toma conta do bar. 0 barman deve conhecer na apenas as bebidas de que voce gosta, mas tambi!m - e principal mente - a sua dose. Alem de ouvir as suas piadas e 0 seu choro, dar e receber as seus recados, aceitar a seu pendura e lhe mandar para casa quando vocl§ passa da conta (a m09a que trabalha na caixa do bar chama-se barmaid). Barkeeper. Bartender. - Batida: coquetel brasileiro por excelancia, feito basicamente com Cacha,a, alguma fruta e a9lkar. Pode-se, contuda, substituir estes ingredientes par outro alcool, par Qutro vegetal (inclusive capim) e/ou par autro ado9ante (leite condensado, xarope au edulcorante dietetico). Bate-Bate. Colete. - Botequim: Bar modesto que serve bebidas e, eventual mente, refei90es. - Caipirinha: 0 drinque nacional por exceh§ncia, variante verde-amarela do Pisco Sour dos peruanos e do Daiquiri dos cubanos. Basicamente e Iima.o macerado com a,ucar, com Cacha," e gelo, havendo, contudo, variedades que substituem a Cacha," por Vodca e 0 a,ucar por mel de abel has. - Cerveja: Bebida fermentada de van ado e moderado teor alc061ico (de 1 a 12%), feita de cevada, lupulo e outros cereais. E tlpica do norte da Europa, embora se acredite ter sido inventada pelos antigos eglpcios. As cervejas podem ser de baixa 11 ~ fermenta9ao (como as pilsen, lager, bock e outras), au de alta (como as dos tipos ale, porter, stout e outras). !~.!l.~~ ~l1: - Chope: Cerveja nova acondicionada em barris e extra Ida por pressao. Pode ser branco au preto, mas sempre bern gel ado. 0 nome vern do alemao schoppen, e ja fai grafado aqui como Chopp. - Capo: Recipiente cillndrico, em ballio, tronca de cone au Qutro desenho qualquer, usado para tomar liquid os. Nao tern tampa nem asa, e pode ser de cristal au vidro (hoje tam bern de plastico ou papel). universe do bar contempla urna grande variedade de copos, em geral destinados para bebidas especlficas, sem rigor exagerado. o - Garrafa: Frasco de vidro. As habitualmente usadas para envasar Vinho e Cerveja tern, respectivamente, a capacidade de 750 e 600 mi. Conhecida dos egipcios e dos greg05, sua origem remanta AntigOidade. a - Licor: Bebida alco61ica feita geralmente com a infusao de ervas ou frutas em alcool de cereais, aguardentes, Conhaque OU Uisque. Leva sempre algum a~ucar,e servido ap6s as refei90es au usado para das saber a coqueteis, ponches e sobremesas. ~ ~ ~~.:::~ Cofos o.= @:dffiJ \J 0 ij :s :: -=- :. "'e" ~~gQJ1Q g Do e - On the Rocks: maneira de pedir um Ufsque ou outra bebida, em um copo baixo, com muitas pedras de gelo. - Pub: Abreviatura de public house. Bar e taverna, 0 boteco onde os ingleses bebem e jogam dardos. e - Rabo-de-gala: E a tradu9iio literal de cock/ail, mas em SP refere-se a uma simples mistura de Cachar,;:a e Vermute, e, em PE, e a combina9ao de Vermute com Conhaque. - Schnapps: Genebra ou simplesmente trago forte, nos Parses 8aixos. qualquer \l Q Or:J DO DC? -S(g2YQY,? ....,::::,.-- - -- !!~~}(~~ 2 2 2 2Q~2~ :::0: - -..:..-.:-:.. ..•. _ •.••.• ItY2!~~ Fig. 6 - Acess6rios, copos e tatras - Scotch: Tao escoces quanta a gaita-de-fales e 0 saiate macMo e 0 Ulsque escoces, 0 unico que tem 0 direito a ser engarrafado sem 0 ~ no nome: Whisky. 12 - Twist: Operayllo que se faz com um pedacinho de casca de limAo ou de laranja para perfumar um coquetel (principalmente um correto Martini Seco). Torcendo-o sobre a bebida e deitando-o (ou nAo) no copo. - Ulsque: E a forma aportuguesada de Whisky (se for escores) e de Whiskey (se nAo for). Aguardente feito de cevada (malte), centeio ou milho, com um teor alco6lico medio de 40% (pode ser menos, e pode ser mais). Toma-se puro, com ou sem gelo, s~Ao e ate com refrigerante ou agua-de-coco (ha quem goste). Lares e Bares: viagens pelas hlst6rias e est6r1as nos dlas e noltes dos bares e aflns de Curltiba de Raul Guilherme Urban o livro faz um apanhado dos bares de 1850 ate 1985 de Curitiba. Conta hist6rias de alguns famoso5 e de outros nem tanto. Com urn alter ego, Aurelio Fonseca, esia presente em todas as epocas. NAo s6 dos bares, mas tambem retrata a hist6ria de Curitiba e do Brasil. Fala dos costumes de cada Fig. 7 - Capa do livro epoca de cnde se ia para descansar ap6s urn dia de trabalho. Faz urn breve relata da vida de Nelson Rodrigues, como homenagem ao -Rei da Boemia-, I Nao se tern urna data exata de quando a palavra Bar come~u a sar utilizada para 58 referir ~s casas de seccs & molhados, provavelmente samente no comec;o da sacula XX. Anteriormente, era nas confeitarias que 0 publico ia para baber carvaja, vinho e licores. A cacha~ era vendida somente em botequins, locals tidos como sujos e freqQentados por mal-feitores. 0 publico de um bar tem um perfil heterogeneo, num local homogeneo, ou seja, pode ser encontrado de pOliticos ~ gera<;Ao indefinida ou despreocupada (os adolescentes). Varios bares sAo citados, contando urna breve hist6rta de cada, passando das confeitalias do final do sacula XIX aos glamurosos hob;is de meados da decada de 50 e indo acabar contando a histOria dos bares ata 0 ano de 1985. Retrata tambilm a hist6ria da cerveja, bebida presente em todo bar, Tem-se relatos muito vagos de que a bebida era produzida 6.000 an05 antes de Cristo na Mesopo~mia, mas relatas mais recentes indicam que as egipcios produziam bebida semelhante ha 3.000 anos antes de Cristo e que ela tinha urna importAncia camerciai parecida com ados dias atuais. A AJemanha nao foi sempre urna grande consumidora de carvaja, a maiaria preferia a vinho, mas com a Guerra dos 30 anos, as mestres-cervejeiros do norte do pais, espalharam-sB, indo para 0 sui e expandindo e aprimorando 0 preparo da bebida que, em 1516 teve a Lei da Pureza decretada: para a sua produc;.ao samente a cevada, 0 lupulo e a agua podiam sar utilizados. Esta lei permanece em vigor ate as dias atuais. No Brasil, a cerveja chegou atravas de Dom JoAo VI, em 1808. A primeira cervejaria de Curitiba foi a cruzeiro, por volta de 1870, que foi com prada pela Brahma em 43. Faz ainda uma rapida passagem pelos anos, de decada em dacada, citando os acontecimentos mais importantes da cidade e do Brasil, como a inaugurac;ao do 13 Passeio Publico em 1886, a Semana da Arte Modema em 1922, cita em 19430 Plano Agache, que foi 0 seu primeiro Plano Oiretor, que gerou diversas transfonmac;Oes urbanas. Na decada de 50, os bondes comeyam a dar lugar aos Onibus, as mudanyas politicas da decada de 60, com 0 golpe militar em 64. Nos anos 70 fala da inaugura9l\o do Parque BarigOi e do primeiro govemo de Jaime Lemer e na decada de 80, quando Curiliba ganha a Universidade Livre do Meio Ambiente. Ambienta!;lio Para um estudo de como fazer a ambienta9l\o ergon6micas de espal(O. International Clubs William Weathersby and Resorts de John do bar, foram levantadas P. Radulskl questOes e o livro e urn registro fotografico de varios clubes e hoteis do mundo. Dentre eles estao alguns navios, resorts e bares. Com breve descri~o de cada local, mastra como urn ambiente bem planejado fica mais agradttvel. A seguir alguns exemplos ambientes. de interfen!ncla Fig. 9 - Londolozi Game Reserve Africa do Sui (p. 17) - Sunninghill, visual nos Fig. 10 - Le Sega Bar - Trou d'Eau Douce, Flacq, Maurtius (p. 33) 14 Fig. 11- Brasstown Ge6rgia (p. 62) Ergonomla Valley - Projeto - Young Harris, e Produ~io. Fig. 12- Palace of the Lost CityBophuthatswana, Africa do Sui (p. 159) de Itiro IIda o livre apresenta-se como uma publicac;ao completa sobre ergonomia, tratando de varios assuntos, da defini~o de ergonomia at~ a sua aplica~o a novas tecnologias. E 0 estudo da adaptayao do homem ao !rabalho, tendo por trabalho, toda e qualquer aUvidade exercida e todo 0 seu sistema organizational, al~m das maquinas. A Ergonomia estuda varios aspectos do comportamento humano, sao eles: 0 homem, a maquina, 0 ambiente, a infonnac;.ao, a organizac;:ao e as conseqOencias do trabalho. Fig. 13 - Capa do livro A preocupayao em adaptar 0 trabalho ao hom em aconteceu com a Revoluyao Industrial, a partir do seculo 18, pais as fabricas eram sujas, barulhentas, perigosas e escuras, os trabalhadores viviam em regime de semi-escravidao, pois trabalhavam 16 horas por dia, sem direito a f~rias. Os beneficios da Ergonomia sao dificeis de enxergar, dando a impressao num primeire momento, de que ~ mais urn custo ao empresario, pois 0 beneficio nao traz urn retorno capital, sao os bens e serviyos produzidos, 0 bern estar do trabalhador e outras medidas que conterao gastos no futuro. o posto de trabalho e como se fosse uma celula do corpo humano, e 0 homem, 0 nudeo da celula. Varias celulas fonnam os tecidos e os 6rgaos, assim como varios postos de trabalho formam departamentos, empresas e industrias. o posto de trabalho pode ter dais enfoques, a tradicional e a ergonOmico. 0 tradicional baseado na economia de movimentos e 0 ergonOmico baseado na analise biomecanica da postura. e e 15 e Mesmo 0 enfoque tradicional nao ser 0 ideal, ainda muito utilizado na pratica, entao, 0 mais correto buscar a uniao dos dois enfoques, para se ter um resultado ideal. e Alguns fatores tendem a reduzir 0 desempenho ruidos e vibrac;:Oes. no trabalho, sao eles: temperatura, Estudos comprovam que 0 corpo a 37°C tern um melhor desempenho. Se 0 local de trabalho tiver uma temperatura ambiente elevada, deve-se adaptar os horarios do trabalhador, com periodos de pausa para nao provocar aumentos da temperatura interna. o e e ruldo urn som indesejavel, urn estfmulo auditiv~ que nao contem informac;:6es uteis para a tarefa em execuc;:ao. Se urn som e util para urn trabalhador, pode ser um ruido para outro que esta executando uma tarefa diferente que nao tern relac;:ao com determinado som. Existem varios tipos de ruldo nurn ambiente. Ele pode ser urn ruldo curto, de dois minutos de durac;:ao, p~r exemplo, onde 0 desempenho ai no inleio e no fim do ruldo. Nos ruidos de long a durac;:ao (horas) num prirneiro momento, existe uma adaptac;:ao ao ruldo, mas se ele aumentar urn pouco, 0 rendimento caL Em ambientes que possuem musica ambiente, nota-se urn relaxamento maior e ela rnelhora e desempenho, mas se ela for executada em mementos de maior fadiga, ao inves do tempo todo, 0 trabalho tern maior eficiemcia. Se a musica for para abafar um ruido, deve faze-Io por completo, para que 0 ruldo nao interfira na mUsica. Estudos comprovarn que 0 tipo de musica nao faz diferenc;:a. Tem-se p~r vibrac;:ao qualquer movimento que 0 corpo executa em torno de urn ponto fixo. A vibrac;:ao pode ter varios efeitos negativos nurn corpo. Se nao for possivel eliminar a fonte de vibrac;:ao ou isola-la, deve-se proteger 0 trabalhador e conceder pausas. o homem esta cercado de cores e luzes, seja no ambiente de trabalho, seja em casa. Urn ilumina9ao bern feita pode aumentar a satisfa~o no trabalho, melhorar a produtividade e reduzir a fadiga e os aeidentes. t: recomendado utilizar ao maximo a iluminac;:ao natural, as janelas verticais permitem maior entrada de luz, deve-se utilizar vario focos de luz, colocar urn obstaculo entre a fonte de luz e os olhos etc. A legibilidade depende do contraste e aumenta com a adi~o de preto. Estudos mostram que azul sobre 0 branco, preto sobre 0 amarelo, verde sobre 0 branco e preto sobre 0 branco, em ordem decrescente, sao as de melhor legibilidade. As cores infiuenciam 0 estado emocional, a produtividade e a qualidade de trabalho. o vermelho e cor quente, utilizada em festas ou quando se quer criar ambientes quentes e acolhedores. 0 amarelo representa 0 calor, energia e claridade. 0 verde e 16 urna cor passiva, 0 azul e frio, 0 laranja avoca 0 fogo, 0 sol, a luz a 0 calor, 0 branco simboliza a paz, 0 nascimanto e a morte e 0 preto e deprimente, e 0 frio e a sombra. Las dimensiones humanas Estandares antropometricos Zelnik em los espacios interiores de Julius Parero e Martin o livro comec;alalando do corpo humano, dos estudos de propo'96es de Leonardo da Vinci e suas atualiza90es. Comenta a importancia da Razao Aurea e da ergonomia nos ambientes e interiores, lamenta que a ergonomia nao seja tao utilizada na arquitetura como e em materiais belieas. Mostra uma das defini¢es de ergonomia: "ci6ncia interdisciplinar que estuda as rela¢es entre as pessoas e seus entomos." Fig. 14 - Capa do livro No decorrer do livre, fala sobre as dimensoes do corpo humano e as aplica¢es ideais para cada ambiente. A seguir, breve resumo e imagens dos capitulos que tratam dos ambientes de bares e restaurantes, com as medidas ideiais para 0 bern· estar do trabalhador e tambem do diente. Capitulo 5.1 - Bares - bebida Neste capitulo, sao abordados basicamente as balCOes dos bares, as disffilncias entre os assentos e a largura do balcao, e analisado tambem 0 caso dos balCOes sem acentos. Fig. 15- Barra e Mostrador Posterior e S~o de Barra 17 Fig. 16 - BareslLargura de zona publica e Mesa de coquehMs ESTUDtO DE OENSIOAD 0/ BARES Fig. 17 - Estudo de densidade em bares 18 Capitulo 5.2 - Bares - Com ida Com mais enfase para restaurantes, este capitulo aborda as distancias e disposi~es de meses, com determinados espa\X>s para movimenta~o de pessoas entre as m6veis e locais de passagem. 131.2-167.6 76.2_101.6 457-61,0 45.7 Fig. 18 - Mesas com largura minima de circulat;ao Marketing de Varejo e Urn bar, como ponto camerdal, ponto de varejo, pois esta ligando a venda de varios produtos a consumidores finais. Dantro deste tema, foram analisados itens importantes para a concep~o comerdal de urn bar, como ponto de venda e merchandising. A seguir, urna analise bibliografica do tema a tim de gerar conteudo para uma administra9lio correta do local. Marketing de Vareja de Atexandre Luzzi Las Casas o livre aborda, como a pr6prio no diz, 0 marketing de varajo, de maneira completa, analisando diversos itens dentro de especialidade de marketing. Varejo e, basicamente, a comerdaliza~o de produtos ou servit;:os a consumidores finais, ou seja, e urn elo entre a industria, 0 fomecedores e 0 usuario de determinado produto. Para que seja possivel este comerdo, existe urn intermediano, que responsavel por varias atividades, relacionadas no quadro a seguir: e Fig. 19 - Capa do livro 19 Vendas: promoveroprodulojuntoacllentespalenclais. Compras: comprar uma variedadede produlasde Sele~ao: lazersortimentodeprodutos, ciais. v~rias vendedores, usua!mente para revenda. geralmenleinter-re!acionados.paraosclientespoten- Financlamento:alerecercrMiloaclienlespotenclaisparafacilitaratransacao:providenciartambemreeursosparaosvendedaresparaajudA-losafinanclarseusneg6clos. Armazenamento: sumidor. protegeroproduloe manter esloQues para oferec ermelhoresservicosaocon- Dlstrlbui~ao:tompraremgrandeQuanlidadeedividi-laemquanlidadesdese]adaspelosclienles. ConlroledeQualidade:avaliaraqualidadedosprodutoseajudaremseumelhoramento_ Transportes: movimenlatta0 lisiea do produlo do produlor ao consumidor. Inlotma~Des de marketing: preslar inlormacao aos fabrieanles sabre condiCoes de mercado, incluindovolumedevendas,tendAnciasdemodaecondicDesdeprecos. Riscos: absoNer riscos dos negaclos, especial mente riscos de manutencao lesei!nciade produtosett. de esloques. obso- Tab. 2 - As funyOes do mtermedll3f1o Existem varias classificat;oes de estabelecimentos varejistas, onde, para 0 sistema varejista, as mais importantes sao lojas de departamentos, Jojas independentes, lojas em cadeia, cooperativas, 10jas especializadas, supermercados e varejo nao lojista. Capitulo 2 No quadro citado anteriormente, foram listadas as principais funt;oes do intermediario e, a partir dela, obtem-se funt;oes mais especificas do administrador varejista. Sao elas: "1. Compra (obten9ao e reten9ao de mercadoria); 2. Forma9ao de pre90s; 3. Promoc;ao; 4. Ofertas de servi90s 5. Venda pessoal 6. Controle (inclusive estoque e despesa de controles) 7. Outras atividades (escolha do local, projeto etc.)" No quadro ao lado, 0 composto de marketing varejista, mostra as variaveis controlaveis. As variaveis incontrolaveis, ou Fig. 20 - As variaveis controlaveis do varejista seja, situac;oes pelas quais 0 administrador n~o tem controle, mas que podem influenciar 0 varejo sao: economicas, tecnol6gicas, politicas, legais, concorrencias, sociais, culturais e demograficas. 20 Urn estabelecimento varejista pode ter diversas fonnas de organizac;ao, que sao estabeleddas de acordo com 0 tipo de comercio e tambem depende de: 1. agrupar tarefas semelhantes em cargos; 2. agrupar os diferentes cargos por areas ou divisaes: 3. delegar cada area ou divis:io a determinado executivo. Basicamente, as fun¢es de urn estabelecimento sao: 1. promoc;ao de vendas; 2. merchandising; 3. finan98s e controle e , 4. opera¢es de loja. Promoyao de vendas: promoyao de mercadorias oryamentos. e promo¢es institucionais; Merchandising: planejamento de crescimento de vendas, oryamento; compras; aprec;:amento; administrac;ao de estoques, vendas e promoc;ao de vendas. Finanyas e controle: adminislrac;ao do caixa, contabilidade; politicas de crMito. estatfsticas; sistemas e Opera¢es de loja: transporte da mercadoria, armazenamento; empacotamento entrega; seguranya, compras e manutenc;ao; reparos gerais, lanchonetes etc. e Capitulo 3 - Localizayao Uma das decisOes mais importantes do administrador e a localizayao, pois deve estar localizado convenientemente, proporcionando utilidade de tempo e lugar aos consumidores. Alguns aspectos a serem analisados para determinayao do ponto-de-venda, sao consumidores, concorrencia, fomecedares, midias disponiveis, base da econOmica da comunidade, concorrtmCia presente e futura, disponibilidade de pontos, leis locais, servic;os de suporte, tendencias futuras. Merchandising - Adequa~Ao Bernardo De Felllpe Junior o livre fala sabre 0 do produto merchandising ou servl~o de e mostra alguns casos. Atualmente 0 terrno merchandising tern sido utilizado para designar propaganda dissimulada, com apari<;ao de bens ou servic;:os na televisao, Cinema e teatra. No sentido primario, merchandising e MO estudo e 0 conjunto de a¢es sobre urn bem ou servi~ visando toma-Io adequado para sua compra ou utilizac;ao, no lugar certo e no momenta correto_~ Fig. 21 - Capa do livro 21 Administra~ao de marketing o livre 0 abrange de Marcos Cobra marketing como urn todo, falando sabre as mais diversas areas de atuayao de Marketing e serve como urn guia completo para 0 profissional mercado. Administra~o que deseja atuar no de merchandising o termo merchandising tern sido confundido no Brasil com a promoyao de vendas au como sinOnimo de material de ponto de venda. Segundo Bud Wilson: "0 merchandising compreende urn conjunto de opera¢es talicas efetuadas no ponto de venda, para colocar no mercado 0 produto au servic;o carta, com 0 impacto visual adequado e na exposiyao correta," o merchandising atua na compra par impulso, quando a decisao de compra 6 feita no ponto de venda, embalada par urn diferencial do produto no local, atraindo a atenyao do consumidor. Locaiiza~o Inicialmente e necessaria selecionar a cidade adequads, analisando fatores econOmico, social e cultural e mesmo de saude. Depois, analisa-se a bairro, a area carta, a lado certo da rua, a lugar no quarteirao. Tudo isto importante definir, pois pode ser determinante na hora do cliente escolher onde ir. e o merchandising detennina a impressao do consumidor sobre 0 produto no ponto de venda. Quando a merchandising decfina, normal a venda do produto cairo e Devern-se verificar, para aplicar uma campanha de merchandising, as condi¢es existentes, as cotas existentes para aplica~o, 0 tempo que vai durar, conhecimento de produto etc. "Mars do que 'exibitecnica' de constituir 0 canario para 0 produto no ponto de vendas, 0 merchandising hoje urn tipo de esfor90 de vendas indispensavel para produtos de consumo de massa e tern incorporado desde 0 estudo da embalagem ate a atuarrao de demonstradores, degustadores, repositores de estoque nurn verdadeiro exercito para ajudar 0 produto a girar no ponto de venda.· e 22 Identidade Visual Dentro da identidade visual, existem diversos tamas que devem ser levades em considerayao para sua cria~o. como cores, tipografia, sinalizac;:ao etc. Para maior entendimento, foram analisados os seguintes livros: Sistemas de identidade visual de Maria Luisa Peon Apresentando urn plano metodol6gico para uma identidade visual, 0 livro proaJra listar na sua maioria, as itens que uma identidade visual deve conter. TambiOm e abordado no inlcio, uma serie de defini¢es importantes para que nao hajam enganos nas terminologias. e Identidade visual 0 reconhecimento de qualquer objeto atraves de elementos visuais capazes de singulariza-Ios de maneira ordenada, uniforme e forte no mercado. e Identidade Visual Corporativa ou imagem corporativa quando a identidade visual aplicada exdusivamente uma empresa. e para Fig. 23 - Capa do livro o Sistema de Identidade Visual (SIV) e a identidade em si, ja configurada. CompOem o sistema, lodos as elementos basicos de uma identidade e todas as suas aplica.,oes. e: Segundo 0 livra, SIV ·Sistema de normatizar;ao para proporcionar unidade e identidade a todos os itens de apresental'llo de urn dado objeto, alraves de seu aspecto visual. Ests objeto pode ser uma empress, urn grupo ou uma instituiyao, bern como uma ideia, urn produto ou urn servi90." (p. 15). o SIV pode ser dividido em 3 partes, segunda a ADG: - Extenso (grandes empresas) - Completo (medias empresas) - Restrito (pequenas empresas) Os objetivos do SIV s~o:infJuir no posicionamento da instituit;ao junto aos similares ou a concorr~ncla; controle de estoqu8, de patrimOnio e de passoal por parte da empresa 8, persuas30 para obtenctao de luera, promoyao ou hegemonia. Os itens basicos de Identidade Visual deve conter, sao: - Marca horizontal e vertical, em policromia e monocromia, trac;:adas, vazadas invertidas. - Simbolo em policromia e monocromia, trar;:ado, vazado e invertido. - Logotipo em policromia e monocromia, trar;:ado, vazado e invertido e 23 PsfcodlnAmica Farina das cores em comunlca~o de Modesto Este livro fala sobre as influencias das cores na comunicac;ao e, conseqOentemente, nas pessoas. Passando desde 0 inlcio da utilizac;ao das cores como influenciados, 0 livro tambem fala dos aspectos fisiol6gicos de percep~o da cor. No capitulo quatro, fala da psicologia das cores, com seus significados para as pessoas. Ainda retrata algumas pesquisas e a aplica~o em publicidade e na promo~o de vendas. Fig. 24 - Capa do livro Parte Quarta: Psicologia das cores Significado Psicol6gico das cores A humanidade comeyou a utilizar a cor a cerca de cem anos. Antes do seculo XIX era caro produzir cores, mas ela sempre esteve presente na natureza. Agora, ha a cor feita pelo homem, !intas, papais de parede, tecidos, embalagens, cinema e tv. A rea~o do homem a cada cor, vai depender de sua experi~ncia de vida, e ele acaba relacionando cores para cada animal, vegetal ou objeto. Atrav8s de pesquisas, varios psic6logos e especialistas em cores, detenninaram os significados das cores. Segundo esses significados, 0 vermelho e 0 laranja foram os que mais tiveram signifidmcia: Associa~o material: guerra, perigo, vida, sol, fogo, labios, mulher, conquista, calor, festa etc. luz, Associac;ao afetiva: dinamismo, tOI"98, energia, revolta, movimento, barbarismo, coragem, furor, intensidade, paixao, poderio, vigor, gl6ria, calor, excita~o, emo~o, ac;ao, agressividade, alegria cornunicativa, extrnversao, eutoria, prazer etc. o vermelho vem do latim vermiculus. Simboliza urna cor de aprnximac;ao, de encontro. 0 laranja origina-se do persa narang, atraves do arabe naranja. Sirnboliza o flarnejar do fogo. 24 TIpografia digital. Prisclla L Farias 0 Impaeto da. novas tecnologlas de A autora define tipografia como "0 conjunto de praticas subjacentes cria91io e utiliza91io de slmbolos vislveis relacionados aos caracteres ortograficos (Ietras) e paraortogrMicos (tais como numeras e sinais de pontuacao) para fins de reprodu~o.independentemente do modo como foram criados ou reproduzidos." a o livro fala sobre epocas e estilos da tipografia e cita 0 Psioodelismo e a tipografia underground, que nas decadas de 60 e 70, estes movimentos mostravam produtos graficos facilmente identificaveis. Fig. 25 - Capa do livro Na apoea, as regras tipograficas nao permitiam as mudanc;as do psicodelismo. Assim, alguns tip6grafos comec;:aram a enfrentar estas re9ras. Faziam cartazes ilegiveis e usavam cores irritantes. 0 psicodelismo, por ser influencado pra Art Noveau, descartados por muitos historiadores, por tratado como urn revival anomal0. e o livro e trata ainda do tip6grafo, fala sobre as tecnicas de cria91io tipografica, digital e do manual. Fala sobre legibilidade, tanto do ser humano, como do computador, por sistemas OCR e do alguns exemplos da tipografia digital. do Curitiba Funda91io: 29 de mar~ de 1693 Altitude: 934 m Popula91io: 1.584.232 habitantes Area Total: 430,9 km' Dens. Demografica: 3.676,57 hablkm' CEP: 80000-000 o nome Curitiba vem do tupi-guarani Curii Tiba, traduzido como pinheiral. Hoje, e uma das melr6poles mais pr6speras do Brasil, com 6tima qualidade de vida, solul(Oes de urbanismo, educar;a.o e meio ambiente. Formada par v~rias etnias, a maior parte sAo italianos, alemiles, poloneses e ucranianos, 0 que e percebido na arquitetura, gastronomia e costumes locais. Curitiba ficou em posi91io estrategica em rela91io ao Mercosul e j~ foi eleita por 3 vezes como melhor cidade do Brasil para se fazer neg6cios. Alem dos neg6cios, tem side escolha de turistas par causa des recursos naturais e culturais. o centro, local de funda91io cidade, ainda mantem a maior parte das institui90es financeiras da cidade. 0 IPPUC, 6rgao que coordena 0 planejamento urbano de Curitiba, desde meados da decada de 60 tem como objetivo planejar a cidade para as cidadaos. Mesma assim, Curttiba desde seus prim6rdios, tern 0 interesse no 25 planejamento urbano. Em 1895 foi criado 0 primeiro C6digo de Posturas de Curitiba e em 1903 um processo de hierarquizac;:ao do uso do solo foi iniciado. Nos anos 40, 0 Plano Agache preve 0 crescimento da cidade e define areas de habitaryao, serviryos e indus trias e tambem fez uma reestruturac;:ao viaria e tomou medidas de saneamento. Em 64, um Plano Prelimilinar de Urbanismo Ii criado atraves de um concurso e em 65 e criado 0 IPPUC, para comandar este plano. Em 66, 0 Plano Diretor de Urbanismo visou hierarquizar 0 sistema viario da cidade que hoje tern 77 bairros, mas este plano comec;:ou a ser implantado nos anos 70. Nos anos 80, sao criadas Administrac;oes Regionais, para aproximar a prefeitura do cidadao e implantada a tarifa unica de transporte urbano. Nos anos 90, Curitiba continua a se desenvolver. Conta com cerca de 30 parques e bosques e 0 Linhao do Emprego cria empregos em 15 bairros perifericos. e Grande centro cultural, Curitiba prornove ha 14 anos 0 Festival de Teatro de Curitiba. Criado p~r do is estudantes, Leandro Knoplholz e Carlos Eduardo Bittencourt, 0 festival tern como objetivo aumentar 0 numero de pec;:asna cidade. No total, foram apresentas 747 espetaculos, para urn publico estimado em 700 mil pessoas. Como diz Paulo Leminski: "Curitiba nao tern mar, tern bar", assim, segue lista de varios bares que procuram ter uma ambientaryao tematica: Alice Bar, All Friends, Ao Distinto Cavalheiro, Aqualung Bar, Crossroads, Emp6rio sao Francisco, Espac;:o Cultural 92 Graus, Hermes Bar, John Bull, Motorrad, Mustang Sally, Peggy Sue e Taco EI Pancho. 26 MATERIAlS E METODOS DE PESQUISA Este capitulo visa analisar as informa~6es coletadas ate a momento e as processos utilizados para a realizagao do projeto, bern como 0 desenvolvimento desta pesquisa, em forma da geragao de alternativas e da aplicagao desta alternativa. Metodologia e Metodologia urn sistema adotado para resolver urn determinado algumas eta pas, que visam organizar a solU!;;ao do problema. problema, com Para este trabalho, foi adotado 0 metoda Gui Bonsiepe per conter urna linha de atividades facilmente aplicaveis ao projeto, salvo algumas terminologias. Este metoda de trabalho passui tres fases, sao elas: FASE 1 - FASE 2 - FASE 3 - Estrutura,ao do problema Descobrimento de urna necessidade Valorizagao de urna necessidade Formula9ao geral de um problema Formula9iles particulares do problema Fragmenta9ao do problema Hierarquizac.;:aa das problemas parciais Analise das saluc.;:oes existentes Desenvolvimento do projeto Desenvalvimenta das alternativas Verificac.;:80 e selec,;:ao das alternativas Detalhamento e otimizac.;:ao da soluc,;:ao adotada Constru98o e prova do prot6tipo Modifica9ao do prot6tipo Fabricac.;:80 em pre-serie Realiza9ao do projeto Na Fase 1, esta a entrega da propasta, onde fai proposto urn problema, analisada necessidade, procura de objetivos gerais e especfficos, justificativa etc. Na hierarquizac.;:ao do problema sao seguidas etapas pre existentes, logo, de maneira ampla, sao elas: Introdu9ao Revisao Bibliognifica Materiais e Metodos de Pesquisa Resultados (fase executiva) Discussao Conclusao e Recomendac.;:oes a (fases analftica e criativa) Esta hierarquizac.;:ao tambem e feita dentro de cada capitulo, determinando assim, estapas a serern cumpridas de maneira a que nao seja necessario, dicar indo e vindo de urn ponto a outro. 27 Problema Cria<;llo de identidade visual e ambienta<;llo, para um bar tematico, baseado no estilo musical Rock and Roll, especificamente dos anos 60 a 80. PublicoAlvo Para determinar 0 publico alva, foi desenvolvida pesquisa, cujos dados finais estao analisactos a seguir. A pesquisa foi realizada nos bares John Bull, Crossroads e Astrum Bar, pois cada urn desses bares tern a rock como astila musical, procura ambientar a bar de acordo com 0 estilo e acredita-se ser a masma publico que utilizara as serviyos prestados pelo bar em desenvolvimento. Primeiramente foi perguntado ao consumidor, quais band as ele escuta a/ou passui albuns em casa, dentro de 3 grandes grupos: em Rock Classico, Surf Music e Movimento Hippie (Anos 50 - 60); Hard Rock, Heavy Metal, Rock Progressivo e varia<;lles do Heavy Metal (Anos 60 a 80); e, Punk Rock, Grunge, Hard Core e New Metal (Anos 80 a 2000). Aos pesquisados que apontaram 0 segundo grupo de bandas (Anos 60 a 80), foi realizado questionario, cujas respostas estao mostractas nos graticos a seguir: Sexo: Total Como pade ser observado, a maior parte do publico composto por individuos do SBXO masculine. e 28 Faixa Etaria: T"'" ." A faixa etaria do publico varia, na sua grande maioria, entre os 18 e as 25 anas. FreqQ~ncia com que sai 018.25 .26.30 031.35 a naite: ?Q.. "'\Q Total "" o publico freqOentador das casas pesquisadas, sai, na maioria, 3 veze ao m~s. '" -~% ~ 29 Faixa de gasto: To,", C10a20RS A faixa de gasto do publico fica na media 20 a 30 rea is, contando com couvert e consumo. .20.30RS C40a50RS []3(h40 RS _mal. de so RS Companhia: Total A grande maioria sai com as amigos. em busca de diversao. ~ U 90% 30 Decora9llo: ToI3' A maiaria do publico presta aten<;ao na decora9llo do ambiente que freqUenta. 20" .,.. 12% CSlm .NIo CMVezes Interesse pela decora9llo: -€)Total A maioria do publico, se interessa em analisar a decorar;Ao ever se ela esta de acordo com a tematica do bar. Analisando a pesquisa, 0 publico alvo fica definido como Classe Media. ?J\ ""~~" 31 Levantamento de Similares No mundo existem locals de entretenimento famosos, par serem cases de grande sucesso comerdal e tambilm pelo valor hist6rico que passu em. A seguir, a hist6ria, fotos e itens de merchandising de dois bares internationais: Hard Rock Cafe o primeiro Hard Rock Cafe (HRC) abriu em Londres, no dia 14 de Junho de 1971. Foi fundado por Isaac Tigrett e Peter Morton, e tinha a ideia de ser urn restaurante americana em Londres, sempre com a estilo Rock and Roll, pelo qual seus fundadores eram grandes fas. Somente nos ultimos anos e que ele se tomou urn local de cole<;i!o e exibi<;i!o de itens de Rock and Roll. Fig. 26 - Fachada Em 1982, a HRC come~u a sua expansao mundial, quando seus fundadores concordaram em leva-Io para outras partes do mundo. Morton abriu HRCs em Los Angeles, San Francisco, Chicago e Houston. Tigrett abriu New Yorl<, Dallas, Boston, Washington, D.C., Or1ando, Paris e Benin, e tai vendendo seus pertences para a Mecca Leisure. Em 1990, A Rank Group Inc., comprou a Mecca, as HRCs de Morton e 0 HRC do Canada, assim. obteve 0 dominic de tada a rede. prlmeiro do HRC o HRC est:. presente em 41 paises, atraves de 10B estabelecimentos e conta com mais de 60 mil itens de de bandas e astros do Rock. Estes objetos sao conseguidos atraves de leilOes, compras e doa¢es. Os objetivos do HRC sao as mesmos de quando abriu: Com ida deliciosa, musica. inaivel, uma atmosfera de altaenergia e a cria<;i!o de uma experi8ncia Rock and Roll que seus convidados nunca. esquecerao. o HRC Fig. 28 - interior do primelro HRC conta hoje com uma estrutura que vai alem dos 'cafes'. Atende tambem como Casino, Hotel, Bares e lojas. Fig. 29 - Objetos de decorayAo do HRC Fig. 30 - Fachada de um HRC Fig. 31 - Fachada de um HRC 32 Logos Fig. 34 - Logo HRC para shOlNS especiais Fig. 33 - Logo HRC Hotel Fig. 32 - Logo oficial HRC Cartazes Materiais de merchandising Fig. 36 - Logo bordada ----- Fig. 39 - Moletom Fig. 38 - Camiseta feminina HRC t) L .. Fig. 42 - Estampa rnoletom -I HRC Fig. 40 - Cartaz _ Fig. 41 - Avental Fig. 44 - Bone Fig. 45 - Bone Fig. 43- Luva 33 Materias de merchandising Fig. 46 - Viseira Fig. 48 - Camiseta Springsteen Bruce ~I _____ J Fig. 49 - Cinto Fig. 50 - Cattdogo Fig. 51 - Estampa camiseta Bruce Springsteen Fig. 52 - Fivela dnto Fig. 53 - Bottom Fig. Fig. 55 - Estampa 54 - Estampa Fig. 56 - Chapeu "cataova' 34 The Cavern Outro bar que e lamoso pela hist6ria, e 0 The Cavern, local que onde naseeu conhecido como Beat, estilo musical dos Beatles. 0 estilo o Cavern abriu em 1957 e no inlcio era urn bar de Jazz, e com 0 tempo algumas bandas de Blues e de Beat comec;aram a tocar no local. Beat, que deu origem ao nome Beatles. Entre os anos de 1961 e 1963, os Beatles fizeram rna is de 300 apresentaQlles no Cavern. Entre 1973 e 1984, 0 Cavern ficou fechado, 0 que criou uma sarie de mitos sobre o local. Dizem que quando 0 Cavern fechou, ele foi transfonnado num estacionamento. 0 que acontece de fato a que 0 Cavern nunca foi 'derrubado', pOis fica no sub-solo. que foi derrubado, foram as lojas que vendiam frutas que ficavam no predio acima do Cavern. Outro mito do Cavern, que ele era do outro lado da rua, e nao onde dizem ser. 0 fato a que ocorre uma certa COnfUsBOdos consumidores Fig. 57 - Fachada do com rela9iio a este lato. 0 dono do Cavern na epoca em primeiro Cavern que ele foi fechado era Roy Adams, e como 0 local do Cavern original estava sendo estudado para ser passagem do metrO de Londres, Adams abriu, do outro lado da rua, 0 The Cavern. Uma placa foi colocada para indicar 0 local, e mesmo depois do lechamento do The Cavern em 1984, a placa ficou em pe ate 1992, quando 0 inverno rigoroso a derrubou. 0 terceiro mito que existem restos do Cavern original embaixo de urn estacionamento. que acontece e uma junl(3o dos dois mitos anteriores, pois existe urn estacionamento pr6ximo ao Cavern atual (que esta locallzado no mesmo local de 1957). Depois que foi reaberto em 1984,0 Cavern loi lechado em 1989 pela polieia, mas logo reabriu e atualmente funciona normalmente. a e a Fig. 59 - Show no Cavern Fig. 60 - Show no Cavern e Fig. 61 - Show no Cavern 35 Fig. 63 - Bandeirola The Cavern ~;:;;:;:.;.;.~. ""i Fig. 62 - Souvenir TheCavem '"T Fig. 64 - Bandeirola The Cavern do Curiliba e Curitiba uma cidade que tem um grande numero de bares e casas notumas de entretenimento. Foi feito um levantamento do maior numero posslvel das casas que possuem comunica~o visual aplicada em diferentes nlveis, e aqui serAo analisados brevemente 0 que as casas ofere cern a seus clientes e se cui dam ou nao da sua identidade visual. Como nem todas as casas foram visitadas, algumas analises ficaram limitadas 11sua tachada e, caso disponlvel, site. All Friends Endere90: Rua Bispo Dom Jose, 2753, Batel A All Friends e decorada sobre cinema com espar;o para ouvir musica ou conversar com amigos. Oferece musica ao vivo com estilos variados. Fachada Fig. 65 - Placa All Friends estilo casarao antigo, pela logo o nome parece ser somente ~Friends", devido ao pequeno tamanho da palavra "Ail". Fig. 66 - Fachada Friends All Ao Distinto Cavalheiro Endere90: Rua Saldanha Marinho, 894, Centro A decorar;ao e as musicas sao dos anos 40/50 e existem revistas antigas para as ciientes lerem, fazendo com que o ciiente sinta-se ambientado na decada. A casa oferece petiscos mas a especialidade 0 sandulche de pemil com quatro queijos gratinado, servido aberto no prato. Ja pela logo, percebe-se 0 estilo da casa e 0 que mais cham ada a aten~o e 0 fato de nao utilizar tons de verde, como alguns de seus concorrentes diretos. e Fig. 67 - Placa Ao Distinto Cavalheiro 36 Asgard Endere9Q: Rua Brigadeiro Franco, 3388, Rebou98s Especializado em pratos noruegueses, serve grelhados e tam bam a bar para quem quer beber e petiscar. E conhecido pela martelada viking, urna dose de vodca Fig.68 - Fachadae logo aplicada pelos vikings da casa. Asgard Serve cerveja de fabrica9ilo propria. Astrvm Rua Nunes Machado, Fig. 71 - Fachada Astrvm pesadas do Heavy Me/ai, Black Metal. Ball Bull Endere~: o e Astrvm Rock Gafa Urn bar novo na cidade, e procura atender ao maior numero de estilos de rock, com sua programa9ilo variada, onde cada dia a direcionado a urn estilo aspacifico. A decora9ilo do bar a bastante carregada, fazendo com que a primeira impressao a de que 0 bar seja urna casa extremista, optando pela varia¢es mais como Dea/h Me/al a Fig. 72 - Interior Astrvm Rock Cafe Av. Agua Verde, 94, Agua Verde do bar devido a urn dos petiscos rnais populares da casa: testlculos de taura ao molho de tomata ou no alho a 6lao. Outro prato a por9ilo de bucllo com costelinha datumada. 0 card"pio indui ainda lambari, coelho, poryOes de ra, rabada com polanta a codoma ao molho madeira servida com polenta. A logo procura usar urna simetria no escrito e a imagem de urn touro, remetendo diretamente ao nome. o nome Fig. 69 - Toneis de cerveja com logo apllcada Asgard e e Fig. 73 - Fachada e placa Ball Bull 37 Bar Brahma Endere",,: Av. Getulio Vargas, 234, ReboUl;as possuia uma loja de varejo dentro de sua fabrica, e como tinha urn born publico, foj decidido fazer urn bar dentro da tabrica de cerveja, sendo ele 0 primeiro bar do Brasil que fica dentro de urna fabrica de cerveja. o AmBev Fig. 73 - Logo Bar Brahma Bar Brasil Curitiba Endere",,: R. Bispo Dom Jose, 2459, Batel Bar Brasil oferece urn ambiente tipicarnente brasileiro e paranaense. Na sua decora~o usa palha e junco, e conta com dois o :~~~~~~e~~~~~~: ~: :~~~4 tras cantores nacionais e locais, como Rodrigues, instrumentos musicais de Ipanema e Aquarela Brasileira a impressao de ser urn local para Fachada Bar Fig. 75 - Placa Bar Brasil Gilberto Gil, Rita Lee, Chico Buarque, Ivo e partituras de musicas brasileiras como Garota completam a decora9Ao. Logo bern !rabalhada, da ser treqOentado em dias quentes. Bar Curityba Endere",,: Alameda Presidente Taunay, 444, Batel A proposta e ser urn tradicional bar de Curitiba, decorado com elementos hist6ricos da cidade, entre eles a primeira balanc;a do Mate Leilo e tambem totos antigas da cidade. Serve por<;6es tipicas de boteco, sanduiches e ate prato teito. 0 bar Curityba e urn que utiliza 0 verde como cor predorninante em sua marca, seus funcionarios da cozinha usarn unifonnes brancos e, nas paredes, quadros com jomais e revistas antigos. Bar do Alemilo (Schwarzwald) Endere",,: R. Dr. Claudino dos Santos, 63, Largo da Ordem, Urn dos bares mais tradicionais do Largo da Ordem, 0 Alemilo atende desde grupos de jovens ate amigos que saem para 0 happy hour. A cozinha oferece Fig. 77 - Sinalizaoc\o Bar pratos alemaes e chope. A do A1emao decora~o e feita com marcas de cervejas e m6veis rUsticos. . Fig. 76 - Placa Bar Curityba Fig. 78 - Entrada Bar A1em~o do 38 Bar Garage 570 End.: Rua Doutor Reynaldo Machado, 1119, Prado Velho Bar voltada para as carras antigos. oterece mais de 32 op91\es e 15 de sanduidles. Faz referencia Fig.79 - Placa Garage570 Fig.80 - FachadaGarage a urna garagem com toda decorayao relacionada aos 570 autom6veis, com bombas de gasollna, far6is e pneus. Este mais urn bar tematico relacionado a urna apoea, que utiliza 0 verde como cor principal. A logo podena ser melhor trabalhada, afinal, trata-se de carros antigos e as brasoes dos carras da apoea tinham mais grafismos. o e e Bar Madrid Tapas & Entremeses Endere",: Rua Chile, 2067, Rebou""s Replica de bar espanhol, 0 Bar Madrid possui uma decora~o vinda diretamente da Espanha. Com comidas tfpicas Fig. 81 - Placa Bar Madrid bern variado, apresentando saladas, prates, tapas, sanduiches, e vinhos tipicos. A logo fica apagada devido as suas cores. e Fig. 82 - Fachada Bar Madrid a sua Bardocelar End.: Av. Nossa Senhora Aparecida 1117, Seminano bar toi criado a partir de uma pe"" de teatro que retratava a boemia curitibana e as atores da peya garantindo alegria, irTever~nciae Fig. 83 - Placa Bardocelar improviso. A decora~o e 0 clima do bar remetem a urn boteco onde todos se conhecern, pois 0 local aconchegante. aplica~o e tambem o Fig. 84 - Fachada Bardocelar e Bispo Bar Endere",: Rua Bispo Dom Jose, 2633, Batel Possui urn carch3pio variado e com cria¢es exclusivas, 0 destaque e 0 Sanduiche do Bispo (com mignon, queijo, catupiry e palmito nurn pao Fig. 85 - Placa Sispo Bar Fig. 86 - Fachada Bispo d'agua) e 0 Bispo Blue (com Bar rum, curac;:ao blue e refrigerante de limf!io). Nos dias de calor, 0 deck situado na parte da frente do bar e oferece urn born ambiente. A leitura da palavra bispo na logo 39 e e imediata, mas a imagem 'bispo' confusa. 0 site nao parece ter referencia porte da casa, sendo bastante poluido com anima<;lles e d~erentes tontes. ao Blue Bell Pub Endere<;o: Rua Bispo Dom Jose, 2753, Batel Mistura de "pub" inglas com a estilo de bar curitibano. E urn ambiente tranqGilo, ideal para conversar ao sam de rock, blues e MPB. A especialidade Fig. 87 - Placa Blue Bell Fig. 88 - Fachada Blue Bell da casa sao as tradicionais panquecas (varios sabores). 0 bar passu; duas entradas, apresenta uma logo interessante e bern aplicada. No site, uma anima~o simples na logo e design simples, porem !uncional. Boobala; Cafe Endere<;o: Rua Bispo Dom Jose, 2465, Batel Enteitado com pe9'ls de bambu, teto de palha e orquideas nas paredes a bar tern urn dima natureza. A cozinha oferece pizzas e caipirinhas feitas com as Fig. 89 - Placa Boobalai Fig. 90 - Fachada frutas da esta<;ao. 0 Boobalai, Boobalai assim como 0 Bar Brasil, tern estilo de bar para 0 verao, com a logo e fachada com cores quentes. Botequim Endere<;o: Rua Vicente Machado, 758, Centro Parece as botequins tradicionais do eixo Rio/Sao Paulo da metade do seculo XIX. Atende do happy hour ou ate 0 final de noite, com bebida e urn Fig. 91 - Placa Botequim Fig. 92 - Fachada Botequim cardapio tipico de botequim. 0 chopp vern de urna serpentina de 100m, que esta em uma camara de vidro, permitindo que 0 diente veja a chopp gelando a temperatura correta de urn grau. Apresenta logo bern trabalhada e aplicada nas demais pe9'ls da casa, como unifonnes dos garyons e copos. 40 Brothe(s Enderel"': Rua Claudino dos Santos, 44, sao Francisco Bar em estilo rUstico com show de MPB. Para as noites mais quentes, ha mesas no mezanino e na frente do bar. Local praticamente sem aplicac;ao de design grafico. A placa frontal talhada a mao e os garl"'ns utilizam unifonne padrao, com colete e ca1ca social. e Fig. 93 - Frente Brother"s Cachacaria Agua Dace Enderel"'s: Rua Mateus Leme, 1430, Centro Civico e Rua Chile, 1322, Rebo",;as Oispoe de 160 mareas diferentes de caella"" e a grande maiaria de origem mineira. Pode-se escolher ainda entre 100 tipos de coquet"is de !rutas e batidas A cozinha tem influencia de Minas. Se a logo da cachafia fossa bern trabalhada como 0 site, provavelmente ales teriam mais sucesso no seu sistema de franquias. A logo resume em tras leones a engenho de cana. e Cervejaria Original End.: Av. Vicente Maellado, 627, Centro Aos .abados, 0 pagode movimentado com banda ao vivo. Durante a semana, atende no happy-hour. A logo do bar a marca da cerveja que da nome ao local. Fig. 94 - Fachada Cachayaria Agua Doce e e Fig. 95- Sinalizacao Cervejaria Original Fig. 96 - Fachada Cervejaria Original Cross Roads Enderel"': Av. IguayO, 2310, Agua Verde Crossroads tai criado em 4 de julho de 1997. A ideia de abrir um bar surgiu espontaneamente, em Fig. 97 - Logo urna saida noite, quando Crossroads conheceram a banda Crackerjack, e estavam casados de sempre irem nos mesmos lugares. Quando voltavam para casa passaram pela Avenida Iguat;u, n.o 2310, endere<;o de um antigo bar com uma faixa que dizia 'Vende-se". "Estavamos cansados de sair praticamente todas as noites e s6 gastar dinheiro. Sem planejar muito resolvemos arriscar: ja tlnhamos 0 lugar na cabe"" e a banda que toearia la", conta Cha~es. Sem muitos recursos, abriram 0 Crossroads num pequeno espa<;o da casa, com capacidade para aproximadamente 150 pessoas. 0 grande circulo de amizades e a banda o a Fig. 98 - Fachada Crossroads 41 em que 0 bar abria, foram 0 inicio do sucesso da casa. A capacidade atual da casa e de 450 pessoas. Os proprietarios explicam que a praticamente tudo 0 que toi ganho no bar foi revertido para 0 prOprio, e ate hoje 0 bar ja passeu por 4 Fig. 99 - Interior Crossroads reform as, a ultima, depois de urn incendio. o bar apresenta uma logo bern trabalhada, sendo facilmente Fig. 100 - Quadro de decora~o do Crossroads assimilada com blues e jazz. Na decorayao, vanos quadros de musicos influentes do rock. Os tuncionanos usam camisa p610 amarela, 0 que os diferencia bastante dos clientes, facilitando localizat;ao dos mesmos. a Dot Bar Endere",,: Rua Bispo Dom Jose, 2409, Batel Lugar para encontrar os amigos e beber, 0 drink Dot - com licor de menta, amarula e absinto. Serve grande variedade de por¢es - fritas e polenta. Fig. 101 _ Placa Dot Bar Fig. 102 - Fachada Dot Bar Freguesia Endere",,: Avenida Vicente Machado, 642, Centro o bar remete a decada de 50 e homenageia os outros bares da cidade no cardapio, como a came de onc;a a la "Bar ~~~~~:" :~ ~:~~Id:'::~:r~e a Fig. 103 - Placa Freguesia Fig. 104 - Casa Freguesia moda do "Bar Triangulo". Para beber 0 bar conta com extensa carta de cachac;as, alem do chope. 0 Freguesia tambem tern a logo verde, no estilo de seus concorrentes. 42 Fire Fox Video Bar Cafe End.: Rua Jaime Reis, 46, Silo Francisco Fire Fox Video Bar destacase pela tradicionalidade, pois esta a onze anos no mercado, cerveja bern gelada e as Fig. 106 - Fachada Fire melhores video-clipes rolando Fig. 105- Placa Fire Fox Fox nas telas durante toda a noite. 0 bar nao chama aten~o para sua marca e, mesma sendo video bar, a maior parte de seu publico fica na parte extema do bar, nas mesas que estso na cal~da. o John Bull Pub -"-_ J- _. Fig. 107- bclf!w, Endere",,: Rua Mateus '~2204, Sao Louren"" Logo John Bull Leme, 0 rock'n'roll e 0 blues dominam 0 repert6rio, mas 0 reggae e a MPB tam bern tam espa"" nesse tradicional bar com dim a de pub, que atrai urn publico jovem. As quintasfeiras urn palco toca reggae e 0 outro rock; na sexta a rock 'n roll domina e aos sabados rock e MPB. A cozinha oferece refei\i>es rapidas como 0 beirute de mignon. A casa abriu nos anos 70 e em 1983 tomou-se John Bull Pub, tendo como proposta sempre ter shows de rock dos anos 60 e 70. A marca e bern trabalhada nos itens de merchandising, tendo uma cole~o de produtos de lona ate palhetas. 0 site e todo referencial a musica, tendo a tela inicial uma guitarra e no restante, uma caixa ampHficada, onde os botoes da caixa sao as botoes de navegayao. Possui uma revista cham ada John Bull Mag que trata de assuntos relacionados musica. uniforme de seus funcionarios, sao, na maioria, camiseta preta com a logo aplicada em branco nas costas. 0 cardapio disponivel no balcao e simples: xerox frente e verso, Fig. 110plastificado. f Simbol0 Bull Fig. 108 - Merchandising John Bull a o Fig. Bull 109 - Fachada John John Fig. Fig. 111 - Subsolo Bull John 112- Palco John Bull Fig. 113 - Decora~ao quadros John Bull com 43 La Habana End.: Rua Bispa Dam Jose, 2435 Laja 02, Batel Mistura urn bar com roja de charutos e bebidas. Eo passivel encontrar ali quase tudo que urn apreciador de charutos precisa. Marca simples, somente texto e urna elipse em volta. Ffg.114-PlacaLa Habana Fig. 115Entrada La Habana Mercearia do Portugui!s End.: Rua Chile, 2041, Agua Verde Oestinado para quem procura boa com ida e urn ambiente descontraido e animado. Vassouras e baldes pendurados nas paredes e mesas na calyada homenageiam as mercearias brasileiras, espanholas e portuguesas do secule passada. Destaque para a balinha de bacalhau, a paella valenciana e 0 penne alisboense (com bacalhau desfiado e Fig. 116-Fachada pimentao verde e vermelho). Para beber, a sangria Mercearia do Portugu~s (tradicianal bebida espanhala) a mais pedida. Local interessante pela decorac;:ao, com diversas embalagens antigas de produtos tradicionais. A fachada bern estilo mercearia. e e Mustang Sally Endere~: Rua Coronel Dulcidia, 517, Batel Bar e restaurante com estilo dos anos 60, onde 0 servil(O de cozinha serve urn mix de pratos da culinaria mexicana e norte-americana com Fig. 117- Placa Mustang Fig. 118- Fachada destaque para os sanduiches Sally Mustang Sally com hamburgueres, ciabatas e wraps. 0 bar todo bern trabalhado visualmente, da sua logo, passando pelo cardapio, mesas, uniformes e posters de grupos vocais da epoca nas paredes. e Onginal Cafe End.: Rua Vicente Machado, 622A, Centro Fachada inspirada nos cafes europeus e 0 bar e dedicado aa jazz, blues e MPB. A programayaa traz musicos Fig. 120- Fachada locais, e as vezes destaques ~j~ie119- Placa Original Original Cafe nacionais em shows especiais. A musica tam bern esta presente no nome dos coqueteis, como 0 Chet, em 44 homenagem a Chet Baker. 0 publico na casa dos 30 anos. Possui identidade bern trabalhada. 0 sfte e reflexo do ambiente do bar. Peggy Sue Enderec;o: Rua Bispo D. Jose, 2295, Batel Peggy Sue e urn done de uma lanchonete norteamericana dos anos 50 e 0 cardapio baseado nesta tematlca, As terc;as e quintas, musica ao vivo com banda de rockabillye tern televis6es que Iransmitem shows da epoca. Bar extrema mente bern resolvido, totalmente referenciado nos dinners americanos, com bancos altos de vinil vennelho. Funcionarios vestidos carater, a garc;onete usa vestido como 0 da garota da logo. o Rocca Bar e Happy Hour End.: Rua Bispo Dom Jose, 2161, Batel publico e formado por casais e colegas de trabalho, apreciando petiscos e cerveja gelada. Possui uma logo com diferentes tlpos de aplicayAo logo na fachada. visual e a Fig. 121 - Fachada Peggy Sue Fig. 122 - Placa Rocca Fig. 123 - Casa Rocca o Shadow Bar End.: AI. Dom Pedro II, 695, loja 6, Batel Proximo a varias casas notumas, costuma ser um local para quem quer reunir os amigos antes ir para um local mais agitado. Com dois Fig. 124 - Fachada ambientes - uma varanda e Shadow Bar uma area intema - reunem-se grupos e casais jovens. Pela fachada simples, parece ser urn local onde nao aplicada identidade visual. e Sheridan's Enderec;o: Rua Bispo D. Jose, 2295, Batel Pub i~and~s que tern como principal alrayAo a variedade de chopes, tendo tinco marcas importadas e duas nacionais. Fotos e jomais da lr1anda decoram 0 local que possui palco para apresenta~o I~anda. Fig. 126- PJaca Sheridan's de bandas. Fig. 125 - PJaca Shadow Bar Fig. 127 -Fachada Sheridan'S A logo e cor remetem diretamente a 45 Sucatao End.: R. Kellers, 153, Silo Francisco Construido no local de urn antigo dep6sito de sucata. Pe~s de ferro-velho como uma caldeira e engrenagens fazem parte decora9ilo. A logo e simples e nao remete diretamente ao estilo da decora~o do bar. Fig. 128 - Fachada Sucatao Fig 129 - Placa Sucat:.o Taboo End.: Rua Bispo Dom Jose, 2096, Batel Frequentado por urn publico seleto e 'por dentro' das tend~ncias, e primeiro lounge bar e restaurante de Curitiba. Urn espayo de entretenimento com 0 conforto de urn living room, onde as pessoas se sintam como se estivessem numa testa privee, e a proposta do local, que teve seu nome inspirado numa palavra de origem polinesia. Pela sua proposta, a marca e fachada atendem aos requisitos, pois mostram urn local de alto nlve1. Fig. 130 - Fachada Taboo - - Taco EI Pancho Endereyo: Rua Bispo D. Jose, .;.. 2295 loja 8, Batel 11 A cozinha mexicana merece destaque, eo local bastante agitado. Como bar, £ freqOentado desde casais ate grupos de amigos. Possui Fig. 131-lnteriorTaco el Fig. 132- Fachada tequileiros que servem doses Pancho Taquinho de tequila em cham as e, na sequancia, uma cerveja. A decora~o toda remete ao Mexico, com quadros, itens de decorac;ao, 0 banheiro rUstico e 0 cardapio utiliza tipologia carateristica dos anuncios de "procura-se~, tamosos dos bandidos. ~.p~W;rJ~ e e - 7" ~n Ai The Farm Endereyo: Avenida Jaime Reis, 40, Silo Francisco bar apresenta uma grande variedade de pratos e poro;Oes como a Por9ilo de Bolinho de Bacalhau e a Bacalhoada. 0 ambiente do bar rUstico e Fig. 133- Placa The Farm agradavel e tern musica ao vivo. Nao aplicada a logo nos demais itens da casa. i e o e Fig. 134 - Frente The Farn 46 Pariimetros e requisitos Analisando as dados recolhidos em pesquisa de publico e levantamento de estabelecimentos similares, fcram determinados algumas convencOes, as quais deverao ser atendidas para a cria~o da logomarca e suas aplicac;:Oes e tam bern para a ambienta,30 do bar tematico. o bar devers atender ao publico interessado em se relacionar com a ambiente. Logo, este devers conter aderec;:os que chamem a aten~o do cliente. Conforme pesquisado na Revisao Bibliografica, as cores a serem utilizadas serao 0 vermelho, a amarelo, 0 laranja e a preto. As roupas dos funcionarios deverao ser leves, pais 0 ambiente fechado pede causar desgaste aos mesmos. Tambem, tude devers ser relacionado, fazendo com que 0 usuario do servic;:o, perceba que cad a item faz parte de um conjunto maior, que unido, forma explicado a seguir. 0 conceito, Conceito Analisando a hist6ria do Rock and Roll e os bares, algumas semelhan9as criar 0 conceito do bar e, assim, para a sua logomarca. ajudam a Segundo Chacon, 0 Rock, alem de urn estilo musical 0 rock e tambem algo que gera atitudes nas pessoas, geralmente se divertindo com a musica. Alias, essa atitude demonstra 0 estilo das bandas, 0 jeito de se portar e a atua91io no palco fazem parte da determinac;ao de cada estilo. Ir a um bar uma a9aO com urn prop6sito, para se divertir com os amigos ou sozinho, ou com um par. e o que esta presente em ambos, e 0 entretenimento, que para ser alcan9ado, depende de alguma a91io inicial, ou de algo que incite 0 publico uma determinada a9aO. 0 conceito base 0 rock como inicializador de uma a91io, atitude. Por isso, foram analisados diversos albuns de rock e escolhidas musicas com nomes que sejam alguma a9aO, para definir 0 nome, e tambem pe9as de ambienta930 do bar. e A seguir, lista das mlisicas coletadas: Dream on Walk on the water Oon't Cry Burn in hell let me go, Rock and Roll I want you lick it up UhlAIiNight You wnted the best All Iwant Walk Ihis way Cryin' Don·t Damn me living after midnight ladies in waiting Draw the line Eat the Rich Get in the ring Here I go again love her all I can Come togheter livin' on the edge Motorcycle Driver Got 10 choose Shout it out loud Remember Am I going insane Breaking the law let me know 00 you love me Calling Dr. love And on the Sill day Let'l put the X in Sex Use the man The show must go Bumin up with fever 8ang 8ang You Rock Hard Enter Sandman Never surrender living in sin Tum on the night Take it off 8artt at the moon Slide it in I love it loud Good girl, gone bad liustwanna Shot In the dark looking for love Run to the hills Runnigfree Flight of Icarus on She's just killing me loaded Tab. 3 - Levantamento de names de musicas 47 Geral;ao de Alternativas A__seguir ._. , gera"' altemativas para cna9lio . d e__ .•. \,,",0 _... _... da logomarca do bartematico. 1(Jc1f ,m/ lfol/ trflJ'!JH! !zXt}O'!WI-1~drh'W~ 'l!Jg~(g~<D~ Fig. 135 - Geray:io de AJternativas 48 Fig. 136 - Gerac:.o de Alternativas 49 ••••.••• Il0l ••• it~ Fig. 137- Gera~o de Attemativas 50 Critllriospara sele~o Para definir a alternativa selecionada, foi avaliado a capacidade da logomarca nas suas demais aplicac;oes. A logomarca devena conter elementos que remetessem ao Rock and Roll, de maneira a tazer uma jun~o com 0 conceito "a~o" desenvolvido. Para tanto, a logomarca que mais se encaixou, par conter tanto a gestualidade na sua tipografia, quanta um elementa essential na musica Rock and Roll: a guitarra. Altemativa seleclonada Fig. 138 - Altemativa Desenvolvimento selecionada da alternatlva seleclonada Ap6s sele"ae, a legemarca lei trabalhada, primeiramente cores: Fig. 139Desenvolvimento da attemativa seleclonada de Fig. 140- Fig. 141- Desenvolvlmento da aftemativa selecionada DesenvoMmento da altemativa seleclonada Ap6s estes estudos, a logomarca foi vetorizada de cores Fig. 142Oesenvolvimento da alternativa seleclonada a mae, para estude e tambllm foram reallzados Fig. 143 - Oesenvolvimento da alternativa selecionada estudos Fig,144DesenvoMmento da alternativa selecionada 51 a Foi detectado, durante as estudos de cores, que a forma nao condizia diretamente uma guitarra, assim sendo, a curva inferior da logo foi aumentada, ficando definida desta maneira a logomarca: Fig. 145 - Desenvolvimento Para urn melhor entendimento assinaturas, como: da alternativa selecionada do estilo do bar, foram desenvolvidas algumas Rock and Roll Bar Rock Bar 60's to 80's Rock Bar Tendo em vista que as duas primeiras alternativas davam urn sentido muito amplo, por tratarem 0 Rock como urn todo, a alternativa "60's to 80's Rock Bar" foi a mais adequada, pois mostra exatamente as decadas atingidas pelo bar e funciona bern como assinatura, nao s6 da logo, como das demais petras a serem desenvolvidas. Para a sele<;ilo da escrita, foram testadas diversas fontes e tambem Icones, para defini<;ao da alternativa mais adequada: 60's 1080's Rock Bar 60's 10 80's Rock Bar 60's to 80's Rock Bar 60's to 80's Rock Bar 60's to 80's RAlck Bal' Fig. 146 - Teste de fontes para assinatura Ficando desta maneira a logo com a Icone aplicado: ee 8S0 Fig. 147 - Teste de forma paar assinatura Fig. 148 - Logo com assinatura 52 RESULTADOS A logomarca o primeiro passo dado para 0 inicio da fase executiva do trabalho, fai a coloca~o da lagamarca em grade de constrUl;lia, para acertar pequenas irregularidades e liderar 0 restante do projeto. %c: mddrclo Fig. 149 - Grade de constru~o Ap6s determinar as medidas principais da logomarca, foram sendo detenninadas os demais itens do manual de marea, como aplicac;:ao em positivo e negativo da marca: Fig. 150 - Logo em positivo e negativo 53 CO; J\<! 100; Y lOl}; K R186;G3i;B29 Prmlolle Hi05C 15 Fig. 151-Coresdoprojeto Algumas altemativas a marca principal foram desenvolvidas, e com as cores principais: Fig. 152- trabalhando com fundo Logo com fundo 54 Seguindo as tendencias de outros bares, foi desenvolvida uma logomarca auxiliar para ser utilizada em pe~s promocionais. Esta logomarca, utilizou-se da logomarca principal, com fundo vermelho e urn icone, representando a explosi!io do Rock and Roll. Fig. 153 - Logomarca auxiliar Quando a logomarca principal for aplicada em fundos coloridos, deverao ser utilizadas cores contrastantes com 0 fundo. Caso 0 fundo possua ruldos, davera sar utilizada a logomarca com fundo pr6prio. Fig. 154 - Logomarca aplicada em fundos coloridos 55 A escala de reduyao foi aplicada de duas maneiras: para a logomarca prindpal e para a assinatura da marca. Como ambas ficaram com um tamanho minima de 10mm de largura, detenninou-se que a partir de 55mm ate 10mm a logomarca principal deve ser aplicada sem assinatura, para nao prejudicar a leitura da mesma. Isto nao impede que a logomarca principal seja aplicada em tamanhos maiores sem a assinatura. ~~ I--- 351111n ---1 t-- 30mm ----i ~ I--- r2!6 lOmm ---l ooo lIOmm! - I-- 25mm ---I I--- 20m11l ---f 1-15ml1l-1 110mml Fig. 155 - Escala de reducao Algumas proibi90es de aplicac;lio da marca foram expostas, tais como utilizac;lio de lundo escuro com a logo em preto, utilizac;lio de cores nao especificadas pelo manual na logo, redimensionamento desproporclonal, sobre fundo daro e a troca de posiyao da assinatura. aplicayao da logo em branco Fig. 156 - ProibiyOes 56 A tipografia principal do projeto e a News706 BT ItaBoo. Esta fonte foi esoolhida pais nao fica presa a somente uma decada abardada no trabalho e e de facilleitura. Para a assinatura da logomarca fol utilizada a fonte SwitzenandCondensed. Assinatura da logmnarca: SwilzerlandCondensed abcdelghijklmnopqrsluvxzwy ABCDEFGHIJKLMNDPQRSTUVXZWY 1234567890.,;:[][I"° __ =+-+*\11 1'ipografia auxiliar News706 BT itdlico abcdefghijklmnopqrstuvxzwy ABCDEFGHUKLMNOPQRSTUVXZWY 1234567890.,;:UOaoo __ =+-+"\11 Fig. 157 - Tipografia Na papelaria basica oome<;am a aparecer elementos mais fortes na composi<;lio da identidade visual. A necessidade de urna papalaria basica para qualquer empresa evidente e fol procurado deixa-Ia da maneira mais limpa passivel. Papal timbrado tamanho A4 (210 x 297mm) e cartao de visitas 90 x 50 mm. e Fig. 158 - Papelaria t>aslca 57 Ambientac;ao Urna das principais partes do projeto e a ambientar;8.0 do bar. Como a proposto para o bar foi mostrar a rock dos anos 60 ate a anos 80, dar apenas urn unico estilo para ele ficaria lange de atender aos requisitos de dar ao cliente urna oportunidade de conhecer a hist6ria do Rock de maneira rapida e simples. Para tanto foram desenvolvidos tres grandes ambientes, com elementos referentes a cada urna das decadas abardadas. Cada decada possuiu elementos determinantes no estilo de vida das pessoas. 0 que foi procurado passar em cada urna das ambientac;6es, foram as costumes naD apenas das pessoas que viveram as epocas, mas principalmente, como era a estilo das bandas. Os elementos mais importantes de cada decada s~o as mesas. Nelas, a cliente podera ver quais bandas fizeram mais sucesso na decada. Os criterios de selec;ao para encaixar uma banda em alguma decada foram: a ana de inicio da banda, a estilo pr6prio da banda e em qual decada a banda fez mais sucesso. Algumas das bandas talvez nao se encaixem exatamente no contexto de cada decada, mas serviram de influencia para uma banda da pr6xima decada. Outras band as, passaram mais de uma decada e existem ate os dias de hoje, entao foram colocadas no ana em que se consolidaram. as estilos das mesas, e tambem da ambientac;ao, seguiu entao as principais movimentos do rock de cada decada e nao apenas aquila a que as pessoas viveram, pOis comparar 0 estilo de vida de urn adolescente ou jovem ao de um astro do Rock e pifio. Foram buscados os movimentos mais fortes de cada decada, a nivel de Rock and Roll e nao da vida das pessoas comuns, dos ouvintes do Rock. Cada mesa possui 1OOOmmx 750mm, com impressao por metro colada e envemizada com spray. Para a ambiente em si, foram produzidos desenhos a mao livre, com pintura digital, mostrando qual e a ideia principal do bar. Foram desenvolvidos 5 ambientes principais, sendo eles: fachada, balcao, anos 60, anos 70 e anos 80. A fachada do bar foi desenvolvida em cima de uma casa ja existente, situ ada no bairro Sao Francisco de Curitiba. As cores utilizadas sao as cores principais do projeto, com janelas em vidro pretas, com a assinatura em adesivo e placa em metal. 58 Fig. 159- Fachada Shout Rock Bar o balt:ao foi desenhado procurando mostrar um espayo grande, facilitando os movimentos da equipe de flair do bar. Para os funcionarios do balGao, e demais depend~ncias que nao os ambientes tematizados, foi desenvolvido uniforme padrao, composto de camiseta, bandana, cartucheira em lana Brother's e calc;a preta. 59 Fig. 161 - Uniforme padrao Ano.60 o movimento de maior destaque no Rock and Roll dos anos 60 foi a contra-cultura, nascido em sao Francisco e denominado de Movimenio Hippie. Este movimento teve seu auge no ano de 1969 com 0 festival Woodstock. Foram os hippies que marcaram a decada com 0 estilo despojado e com cartazes e elementos visuais psicodelicos, apesar de que as bandas de maior sucesso e que permaneceram na mem6ria do publico nao terem feito parte diretamente do movimento, como os Beatles e os Rolling Stones, esta ultima, ainda em atividade. As bandas escolhidas para as mesas foram: Beaties, Rolling Stones, The Doors, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Led Zeppelin. Para campor 0 ambiente dos anos 60, foram escalhidos itens que remetessem ao movimento hippie. Pintura caracteristica da epoca na parede, urn sofa despojado, uma lampada de plasma e uma Kombi, real, mas cortada e montada de maneira que fique como um grande sofa, sendo tambem uma ideia para area vip do bar. 60 Fig. 162 - Mesa modelo anos 60 e mesas prontas 61 Fig. 163 - Ambiente tematizado anos 60 o garr;om deste ambiente, utilizar" roupa carac\ertstica de um hippie: cal", bata, colar yupie e devera ter atitudes que lembrem 0 esti/o do movimento. Fig, 164 - Garcom do amblente larga, anos 60 62 Anas 70 Nesta decada, ao contnirio do que a maioria das pessoas acreditam, 0 movimento hippie naD tern tanta fOrlta. 0 Woodstock marcou 0 mundo e foi tido como urn exagero tambem. Chegou a urn ponto em que as pessoas come~aram a discutir S8 real mente aquila tudo, de paz, amor e liberdade era totalmente verdade e aplicavel. Par isso, nos anos 70, as jovens nao levam adiante as mesmos valores dos hippies. Obviamente, naD ficam totalmente esquecidos do movimento, mas tern a consciencia da sua responsabilidade perante a sociedade. o rock nesta decada passa a ser mais energico, par influencia de band as como 0 Led Zeppelin e de rnusicos como Jimi Hendrix, as bandas assumem urn lado mais pesado. 0 estilo come98 a ter cada vez mais vertentes. Algumas bandas preferem mostrar um lado mais sombrio do Rock, como 0 Black Sabbath, e outras preferem mostrar que tudo nao passa de uma grande festa, caso do Kiss. A energia nas apresentac;:6es e peso nas musicas e 0 elemento determinante da decada e tambem o preciosismo nas gravac;:6es, onde os produtores e as proprias bandas nao admitiam erras, fazendo com que os trabalhos fossem sempre perfeitos. Este cuidado extremo leva alguns musicos a criarem no final da decada um novo estilo musical, livre das perfeic;:6es e mais direto, 0 Punk Rock. As band as escolhidas para as mesas foram: Kiss, Deep Purple, Judas Priest e AclDc. o ambiente dos anos 70, foi baseado no disco de opera rack do The Who, Tommy. A capa deste disco e uma maquina de pinball, lan98do nos anos 70, logo, forom colocadas no ambiente quatro maquinas de pinball. Num caso real, existem maquins das proprias bandas, que poderiam ser utilizadas para caracterizar ainda mais 0 local. Com poe tambem 0 ambiente, um armario contendo miniaturas das bandas que o bar homenageia, fugindo assim dos comuns itens, como posteres, discos, objetos dos musicos etc. 63 Fig. 165 - Mesa modelo anos 70 e mesas prontas 64 Fig. 166 - Ambiente o atendente tematizado anos 70 dos anos 70, usa cal~ jeans boca de sino, camiseta de banda da epoca e colete. Sua atitude mais energica. e Fig. 167 - Garcom do ambiente anos 70 65 Anos 80 o Rock nos anos 70 foi marcado tambem pela preciosidade e qualidade tecnica. A perfeiva.o nas grava~oes era buscada a tode a custo. Algumas band as, naD contentes com esta situac;ao, come~m a fazer uma musica mais direta e crua, 0 Punk Rock. Em 1981, nasee 0 primeiro canal exclusivo de musica, a MTV. 0 problema que a MTV sefreu no inicio, tai que a Punk, estilo cada vez mais disseminado, era muito agressivo para a tv. Entaa, junto com e1a, fcram lanr;adas band as de New Wave, revoltadas como 0 Punk, mas naD tao chocantes musicaimente. A diferenr;a e que 0 Rock naD era isso. 0 Rock ficava no meio termo entre a agressividade do Punk e 0 visual berrante da New Wave. Per isso na decada de 80, as roqueiros comer;am a utilizar peles de animais selvagens, cabelos espalhafatosos e ficam conhecidos como posers, termo que explica a atitude dos roqueiros. Este elemento forte da vestimenta dos musicos foi utilizada na caracterizaC;ao do ambiente e das mesas, compostas pelas seguintes bandas: Poison, Van Halen, Wasp e Iron Maiden. a ambiente dos anos 80 abusou do elemento pele de animais. Podendo ser pintada ou tecido, as paredes sao revestidas com uma textura selvagem. Este ambiente deu espayo para 0 palco, afinal, nos anos 80 a Rock de Arena, com grandes shows em estadios ficou famoso. 66 Fig. 168 - Mesa modelo anos 80 e mesas prontas 67 Fig. 169 - Ambiente tematizado anos 60 o ga""m do ambiente dos anos 80 usa cal9'3 jeans justa, camiseta de manga curta do bar por cima de uma camiseta de manga longa, t~nis All-star e prende ao corpo urn tecido lernbrando a vestirnenta do musicos da epoca. Fig. 170 - Gan;om do ambjente anos 60 68 Itens de servl~o do bar Foram desenvolvidas pe~s de servit;O do bar, usadas no dia-a-dia do masma. Todas as peyas seguem 0 modele do principal da papelaria bflsica, com urna tarja laranja e a assinatura. A diferenya que, para poderem ser comercializados, toi colocado a marca auxiliar nas peyas. Como na assinatura do bar toi utilizado urn vinil, ele loi transformado em apoio para pratos, com etiqueta pr6pria do bar. Os talheres, na cor laranja, possuem a assinatura aplicada, devido ao pequeno espa~ disponivel. A estampa dos pratos e aplicada em serigrafia. e Nos guardanapos loi brincado com a mllsica oitentista Uck it up (que significa "Lamba"), do Kiss. Na imagem, pode-se observar que a jun\;Ao de quatro guardanapos tonna a estampa dos masmas. Para tanto, na hora de enviar a impressao para a gnlfica, basta trocar a posi\;Ao dos mesmos na lolha de impressAo. Fig. 171 - Pratos. o carda apoio, copos, talheres e guardanapos e pia urn dos itens de maior destaque do bar. Fechado, simula urn disco de vinil, e aberto, na sua parte intema tern trl!s partes, que mostram fotas e a hist6ria de cada decada. Possui tambem parte para divulga\;Ao dos produtos de merchandising do bar. Possui 300 x 300mm quando lechado e 900 x 300 mm quando aberto. Impressa em frente e verso, papel couch~ fosco. 69 Fig. 172 - Card~pio, aberto frente e verso Tambem foi desenvolvido a comanda para os tramiles financeiros do bar. COJl.'Wmflt;tio Cliente: Da/a: -.-J .-l _ 70 Geralrnente, quando urn bar possui urna equipe de flair (rnalabarismo para preparar coqueteis), as bartenders utilizam garralas pr6prias das bebidas que utilizam e coqueteleiras lisas, sem nenhuma personalizayao. Por [SSO, foi desenvolvido um rotulo para ser utilizado pela equipe. Feito atraves de decal que, suas medidas sao 80 x 75 mm. Aplicado em uma coqueteleira de 1 (urn) litro e em garrala de licor Bois, largamente utilizada par praticantes de nair devido ~ sua pega e seu giro centrado. Fig. 174 - R6tulo, garrafa e coquetelelra Merchandising Como parte integrante dos itens de merchandising, foram desenvolvidas diversas pectas, alem dos itens de uso do bar que podem ser vendidas. Os materiais principais de merchandising sao camisetas, regata feminina e moleton, com estampa usando a logomarca auxiliar e 0 nome de musicas que remetam a a¢les. Nas costas, foi aplicado proximo da nuca, a assinatura. For tambem ferto bone com a logomarca auxiliar na frente e a assinatura na parte de tras, alem de adesivos da marca auxiliar e da assinatura. Fig. 175 - Camiseta, regata feminina, moleton e bone 71 Foram produzidos cartoes postais, com fotos remetentes ao ato 'gritar', atitude nonnal em shows de Rock. A ideia principal e disponibilizar os cartOes para os clientes, que escreveriam as mensagens e 0 proprio bar se encarrega de enviar ao destinatario. Produzidos na medida padrilo de 140 x 100 mm. Fig. 176 - CartOes postais Foram feitos tambem bottons e chaveiros, com grafias especiais para as perras. Feitos na medida de 38 mm de diAmetro. Fig. 177 - Chaveiros e bottons Dlvulga~ao Para divulgat;:ao do bar e de seus eventos, foram criados trAs cartazes e trAs flyers, cada um referente a uma decada. Foi desenvolvido uma grade padrao, com 0 nome de alguma musica ou termo referente a decada, uma divulga<;ao explicativa para 0 evento, 0 prer;o e a data. a banda que ira tocar e ao fundo uma foto relativa ao evento. Os cartazes sao impressos em papel couche 150 gramas, formato A3 e os flyers em formato redondo, utilizando faea especial, lamanho 150 x 150 mm, frente e verso. 72 • I Anos 60 . I • I I 73 Fig. 180 - Cartaz e flyer referente a divulgay:lio de evento Anos 80. 74 DlscussAo Analisando todo 0 processo do trabalho, percebem-se as diferenc;:as do inicio da gerac;:ao de alternativas da logomarca ate as resultados finais, que devern-se principal mente a pesquisa tanto da hist6ria do rock, como dos elementos de design na criac;:ao de urn bar e dos bares similares. Perante as bares similares, pode-se dizer que encaixa-se no publico proposto, afinal, (cram produzidos itens ao alcance de todas. Em relac;:ao Hard Rock Cafe, as elementos de merchandising assemelham-se, mas a preocupac;:ao initial do bar firmar a marca, enquanto 0 HRC ja pode fazer produtos com a logo exposta de maneira menes explfcita. A proposta do bar Crossroads naD e ser tematico, afinal abre seu espac;:o para Qutros estilos, mas em termos de resultados graficos, a aplicac;:ao da marca Shout Rock Bar muito mais evidente. 0 Astrvm Rock Cafe, que encerrou suas atividades, possuia ambientes tematizados, mas que pareciam nao estar conectados um ao outro, devido ao grande numero de elementos utilizados. e e e A qualidade do projeto comprovada nas bases da aplica980 de unidade nas pe9as desenvolvidas, na aplica98.0 da marca de forma uniforme. 0 projeto apresentou soluc;oes diferenciadas, deixando de lado as ja encontradas em outros bares, como p6steres, objetos dos musicos e fotos. 75 CONCLusAo E RECOMENDA<;:OES Estando apresentados todos as requisites para desenvolvimento do trabalho e de seus resultados, acredita-se que fcram alcanc;ados as objetivos previamente definidos de forma satisfat6ria. Como continuidade do projeto, sugere-s8 a cria9Ao de novos produtos de merchandising, transformando a marea Shout em grife. Tambem, propoem-se 0 estudo de novos ambientes e na criayao da representac;ao fisica dos projetos de ambientac;ao. Pode ser criado urn site sabre 0 bar e que abranja a tema, mostrando a hist6ria do rock, pais foi verificado que existe urna discord~ncia entre 0 conhecimento geral e especifico quanta 80 Rock and Roll das tn§s decadas abordadas. 76 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS CHACON, Paulo. 0 Que e Rock - 5.' ed. -1989 - Ed. Brasiliense FRIEDLANDER, Paul- Rock And RolI- Uma Historia Social- 1.' ed. - 2002Record FORNARI, Claudio. Bar, doce bar - 0 Breviario do Bem Beber - 1.' ed. - 2004 Axcel Books do Brasil Editora URBAN, Raul Guilherme - Curitiba, Lares e Bares - 1.' ed. - 2002 - Univer Cidade IIDA, Itiro - Ergonomia - Projeto e Produc;ao - 8' ed. - 2002 - Editora E. 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