Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado Tocantins SEBRAE TOCANTINS Vinculado ao MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC. RELATÓRIO DE GESTÃO 2014 Palmas - TO / 2015 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado Tocantins SEBRAE TOCANTINS Vinculado ao MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC. RELATÓRIO DE GESTÃO Exercício 2014 Relatório de Gestão do exercício de 2014 apresentado aos órgãos de controle interno e externo e à sociedade como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do parágrafo único do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010 e da DN TCU nº 134/2013. Palmas-TO / 2015 1 Sumário 1. Identificação e Atributos ......................................................................................................... 13 1.1. Introdução ............................................................................................................................ 13 1.2. Cenário de Atuação ............................................................................................................. 15 1.3. Perfil dos Pequenos Negócios.............................................................................................. 18 1.3.1. Norte ................................................................................................................................. 18 1.3.2. Região Médio Norte ......................................................................................................... 18 1.3.3. Região Central ................................................................................................................. 19 1.3.4. Região Sul ......................................................................................................................... 19 Organograma ....................................................................................................................... 20 1.4. Competências e Atribuições ............................................................................................ 21 1.4.1. 1.4.1.1. Diretoria Executiva...................................................................................................... 21 1.4.1.2. Diretoria Superintendente .......................................................................................... 21 1.4.1.3. Diretoria Técnica ......................................................................................................... 22 1.4.1.4. Diretor Administrativo-Financeiro ............................................................................ 22 1.4.1.5. Assessorias, Unidades e Núcleos Regionais ............................................................... 22 1.4.1.5.1. ADS - Assessoria da Diretoria Superintendência ..................................................... 22 1.4.1.5.2. UGE – Unidade de Gestão Estratégica ...................................................................... 23 1.4.1.5.3. UMC – Unidade de Marketing e Comunicação ........................................................ 23 1.4.1.5.4. UGOCC – Unidade de Gestão Orçamentária, Controle e Contabilidade .............. 24 1.4.1.5.5. UAUDI – Unidade de Auditoria Interna ................................................................... 25 1.4.1.5.6. UTIC – Unidade de Tecnologia da Informação e Comunicação ............................. 26 1.4.1.5.7. UPE – Unidade de Projetos Especiais ........................................................................ 26 1.4.1.5.8. UGA – Unidade e Gestão do Atendimento ................................................................ 27 1.4.1.5.9. UAC – Unidade de Articulação e Conhecimento ...................................................... 27 1.4.1.5.10. UGEX – Unidade de Gestão para Excelência ....................................................... 28 1.4.1.5.11. UGP – Unidade de Gestão de Pessoas .................................................................... 29 1.4.1.5.12. UAF – Unidade de Administração e Finanças ...................................................... 30 1.4.1.5.13. UASJUR – Unidade de Assessoria Jurídica .......................................................... 30 1.4.1.5.14. Unidades Regionais.................................................................................................. 31 2. Planejamento e Resultados Alcançados ................................................................................. 32 2.1. Estratégia de Atuação ......................................................................................................... 32 2.2. Objetivos Estratégicos ......................................................................................................... 35 2.3. Prioridades ........................................................................................................................... 37 2 Prioridades Locais ........................................................................................................... 37 2.3.1. 2.4. Medidas de Gestão do Plano ............................................................................................... 42 2.5. Metas..................................................................................................................................... 43 2.5.1. Indicadores Institucionais ............................................................................................... 43 2.5.2. Metas Mobilizadoras ....................................................................................................... 44 2.5.3. Metas de Atendimento..................................................................................................... 44 Programas Nacionais.......................................................................................................... 47 2.6. 2.6.1. Programa Negócio a Negócio .......................................................................................... 48 2.6.2. Programa Sebrae Mais .................................................................................................... 49 2.6.3. Programa SEBRAETEC ................................................................................................. 50 2.6.4. Programa Agentes Locais de Inovação - ALI ............................................................... 51 2.6.5. Programa Territórios da Cidadania .............................................................................. 53 2.7. Carteiras de Projetos ........................................................................................................... 53 2.7.1. Projetos de Atendimento ................................................................................................. 54 2.7.1.1. Agronegócio.................................................................................................................. 54 2.7.1.1.1. Setorial Agronegócios .................................................................................................. 55 2.7.1.1.1.1. Projetos Atendimento Setorial Agronegócios ....................................................... 55 2.7.1.1.1.2. Setor de Florestas – Seringueira............................................................................. 56 2.7.1.1.1.2.1. Bovinocultura de Corte ........................................................................................... 57 2.7.1.1.1.3. 2.7.1.1.1.3.1. Projetos Pecuária de Corte ................................................................................. 57 Bovinocultura de Leite ............................................................................................ 58 2.7.1.1.1.4. 2.7.1.1.1.4.1. Projetos Pecuária de Leite .................................................................................. 58 Aquicultura e Pesca ................................................................................................. 59 2.7.1.1.1.5. 2.7.1.1.1.5.1. 2.7.1.1.1.6. Projeto Estruturação de Pólos de Produção de Seringueira............................ 56 Projeto Piscicultura da Integração Centro........................................................ 59 Projeto Sudeste Empreendedor Travessia Seca.................................................... 60 2.7.1.2. Comércio ...................................................................................................................... 61 2.7.1.2.1. Setorial Comércio ........................................................................................................ 62 2.7.1.2.1.1. Projeto Atendimento Setorial Comércio - Norte .................................................. 62 2.7.1.2.1.2. Projeto Atendimento Setorial Comércio -Região Médio Norte ........................... 64 2.7.1.2.1.3. Projeto Atendimento Setorial Comércio - Palmas Centro ................................... 65 2.7.1.2.1.4. Projeto Atendimento Setorial Comércio -Palmas Norte ...................................... 67 2.7.1.2.1.5. Projeto Atendimento Setorial Comércio –Sul ....................................................... 68 2.7.1.2.1.6. Projeto Encadeamento Produtivo BUNGE ........................................................... 69 3 2.7.1.2.1.7. Projeto EXPOART-2014 ......................................................................................... 70 2.7.1.2.1.8. Projeto: Inteligência Comercial Competitiva ....................................................... 72 2.7.1.2.1.9. Projeto Talentos Moda – Brasil Original .............................................................. 73 2.7.1.2.1.10. Projeto Turismo e Produção Associada – Região Central ............................... 74 2.7.1.3. Indústria ....................................................................................................................... 75 2.7.1.3.1. Atendimento Setorial Indústria Centro ..................................................................... 76 2.7.1.3.2. Atendimento Setorial Indústria Norte ....................................................................... 77 2.7.1.3.3. Projeto Atendimento Setorial Indústria Sul.............................................................. 77 2.7.1.4. Serviços ......................................................................................................................... 78 2.7.1.4.1. Projetos Atendimento Setorial Serviço Palmas, Norte, Médio Norte e Sul ............ 79 2.7.1.4.2. Projeto Contadores de Araguaína.............................................................................. 81 2.7.1.4.3. Projeto Estruturação do Pólo Turístico de Taquaruçu - 2014 ................................ 82 2.7.1.4.4. Projeto Restaurantes de Araguaína ........................................................................... 83 2.7.1.4.5. Projeto Segmento da Beleza de Paraíso ..................................................................... 84 2.7.1.4.6. Projeto Talentos do Brasil III - MDA ........................................................................ 84 2.7.1.4.7. Projeto Turismo e Produção Associada Região Sul ................................................. 85 2.7.1.4.8. Reparadores Automotivo Sul...................................................................................... 85 2.7.1.5. Territorial ..................................................................................................................... 86 2.7.1.5.1. Núcleo Regional Centro .............................................................................................. 88 2.7.1.5.1.1. Projeto: Atendimento Territorial Palmas e Região .............................................. 88 2.7.1.5.1.2. Projeto: Atendimento Territorial Vale do Araguaia ............................................ 88 2.7.1.5.1.3. Lei Geral ................................................................................................................... 89 2.7.1.5.1.4. Projeto: Atendimento Territorial Paraíso ............................................................. 90 2.7.1.5.1.5. Projeto: Atendimento Territorial Porto Nacional ................................................ 90 2.7.1.5.1.6. Projeto: Atendimento Territorial Taquaralto e Região ....................................... 91 2.7.1.5.2. Núcleo Regional Sul ..................................................................................................... 92 2.7.1.5.2.1. Projeto: Atendimento Territorial - Gurupi ........................................................... 92 2.7.1.5.2.2. Projeto: Atendimento Territorial Sudeste............................................................. 94 2.7.1.5.2.3. Projeto: Atendimento Territorial Sul .................................................................... 94 2.7.1.5.3. Núcleo Regional Médio Norte ..................................................................................... 95 2.7.1.5.3.1. Projeto: Atendimento Territorial Colinas do Tocantins e Região ...................... 95 2.7.1.5.3.2. Projeto: Atendimento Territorial Guaraí e Região .............................................. 96 2.7.1.5.4. 2.7.1.5.4.1. Núcleo Regional Norte................................................................................................. 97 Projeto: Atendimento Territorial Araguaína ....................................................... 97 4 2.7.1.5.4.2. Projeto: Atendimento Territorial Bico do Papagaio ............................................ 98 Projeto Central de Relacionamento com cliente ....................................................... 99 2.7.1.5.5. 2.7.1.5.6. Projeto Qualidade da Gestão nos Pequenos Negócios e Fomento ao Empreendedorismo ....................................................................................................................... 100 2.7.1.5.7. Projeto Empreendedorismo na Educação - TO ...................................................... 102 2.7.1.5.8. Projeto Feira do Empreendedor............................................................................... 104 2.7.1.5.9. Jalapão Projetos Territórios da Cidadania SEBRAE/TO no Território da Cidadania ..................................................................................................................................... 105 2.7.1.5.10. Projetos Territórios da Cidadania SEBRAE/TO no Território da Cidadania Bico do Papagaio e TO- Desenvolvimento Econômico no Território Araguaia Tocantins..... 105 2.7.1.5.11. Sudeste 2.7.2. Projetos Territórios da Cidadania SEBRAE/TO no Território da Cidadania ................................................................................................................................. 106 Projetos de Desenvolvimento de Produtos e Serviços................................................. 107 2.7.2.1. Projeto: Desenvolvimento de novos produtos e serviços do SEBRAE Tocantins 108 2.7.2.2. Projeto: Estruturante de cosméticos da base florestal da Amazônia .................... 108 2.7.2.3. Projeto Inteligência Competitiva - Estudos e Pesquisas......................................... 109 2.7.2.4. Projeto Pirarucu da Amazônia II............................................................................. 110 2.7.3. Projetos de Articulação Institucional........................................................................... 111 2.7.3.1. Projeto Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPE do Tocantins .......... 111 2.7.3.2. Projeto Compras Governamentais do Estado do Tocantins.................................. 113 2.7.3.3. Projeto SEBRAE/TO – Implementação da Lei Geral nos municípios do Tocantins ..................................................................................................................................... 116 2.7.3.4. Projeto SEBRAE/TO – Projeto para implementação da REDESIM/ Projeto Integrar – Etapa II ........................................................................................................................ 117 2.7.3.5. 2.7.4. Projeto Fomento às boas práticas em Cooperativa de Crédito ............................. 119 Projetos de Gestão Operacional ................................................................................... 119 2.7.4.1. Projeto Auditoria com Foco em Risco ..................................................................... 120 2.7.4.2. Projeto: Desenvolvimento de Talentos Externos .................................................... 120 2.7.4.3. Projeto Desenvolvimento de Talentos Internos 2013/2017 .................................... 120 2.7.4.4. Projeto Gestão do Clima Organizacional ................................................................ 121 2.7.4.5. Projeto Gestão e Avaliação da Estratégia ............................................................... 121 2.7.4.6. Projeto Modernização do Parque de TI .................................................................. 122 2.7.4.7. Projeto Programa SEBRAE de Excelência em Gestão (PSEG) ............................ 122 2.7.4.8. Projeto: PDF - Projeto de Desenvolvimento de Fornecedores do Sebrae/TO 2014 ... ..................................................................................................................................... 124 2.7.5. Atividades ....................................................................................................................... 125 5 2.7.5.1. Atividades de Gestão Operacional ........................................................................... 125 2.7.5.2. Atividades de Suporte Operacional ......................................................................... 127 3. Estruturas de Governança e de Autocontrole da Gestão ................................................... 127 3.1. Estrutura de Governança ................................................................................................. 127 3.2. Atuação da Auditoria ........................................................................................................ 129 3.3. Sistema de Correição ......................................................................................................... 130 3.4. Avaliação dos Controles Internos .................................................................................... 133 3.5. Dirigentes e Membros de Conselhos ................................................................................ 135 3.6. Remuneração a Dirigentes ................................................................................................ 136 4. Programação e Execução Contábil e Financeira. ............................................................... 137 4.1. Programação Orçamentária das Receitas e Despesas .................................................... 137 4.2. Execução Orçamentária das Receitas e Despesas ........................................................... 139 4.3. Maiores Contratos e Favorecidos ..................................................................................... 146 4.4. Maiores Contratos para Obras de Engenharia............................................................... 148 4.5. Informações sobre Transferências ................................................................................... 149 Convênios ....................................................................................................................... 149 4.5.1. 5. Gestão Administrativa .......................................................................................................... 150 5.1. Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados.................. 150 Estrutura de Pessoal ...................................................................................................... 150 5.1.1. 5.1.1.1. Demonstração da força de trabalho ......................................................................... 150 5.1.1.2. Qualificação da força de trabalho com estrutura de cargos, idade e nível de escolaridade. ................................................................................................................................... 151 5.1.1.3. Custos associados à manutenção de Recursos Humanos do período de 01/01/2014 a 31/12/2014. ..................................................................................................................................... 152 5.1.1.4. Inativos e pensionistas ............................................................................................... 152 5.1.1.5. Indicadores Gerenciais sobre Recursos Humanos.................................................. 152 5.1.1.6. Indicadores de Qualidade de Vida ........................................................................... 152 Mão de Obra Terceirizada e Estagiários ..................................................................... 154 5.1.2. 5.1.2.1. Mão de Obra Terceirizada........................................................................................ 154 5.1.2.2. Estagiário.................................................................................................................... 156 5.2. Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário.............................................................. 156 5.2.1. Veículos Próprios ou Locados de Terceiros ................................................................ 156 5.2.2. Patrimônio Imobiliário Próprio ou Locados de Terceiros ......................................... 157 5.3. Gestão da Tecnologia da Informação .............................................................................. 158 5.4. Outros assuntos administrativos ...................................................................................... 162 6 5.4.1. Programa Sebrae de Excelência em Gestão (PSEG) .................................................. 162 6. Sustentabilidade ..................................................................................................................... 169 7. Atendimento as Demandas de Órgãos de Controle ............................................................ 172 7.1. Tratamento das deliberações exaradas em acórdãos do TCU....................................... 172 7.2. Tratamento das recomendações feitas pela CGU ........................................................... 172 8. 8.1. 9. Informações Contábeis .......................................................................................................... 173 Demonstrações Contábeis e Parecer dos Auditores ....................................................... 173 Resultados e Conclusões........................................................................................................ 175 10. Relacionamento com a Sociedade .................................................................................... 176 11. Anexos ................................................................................................................................. 177 7 Lista de Figuras Figura 1 Ambiente Favorável ao Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Tocantins ...17 Figura 2 Evolução dos Pequenos Negócios no Estado do Tocantins .................................................17 Figura 3 Os Pequenos Negócios na Economia do Estado do Tocantins ............................................18 Figura 4 Os Pequenos Negócios na Economia Brasileira ..................................................................18 Figura 5 Organograma do Sebrae Tocantins ......................................................................................20 Figura 6 Ciclo do Planejamento Estratégico ......................................................................................33 Figura 7 Potencialidades dos Setores .................................................................................................34 Figura 8 Mapa Estratégico do Sebrae Tocantins ................................................................................36 Figura 9 Caso de Sucesso - Torneadora e Auto Peças Alvorada .......................................................48 Figura 10 Caso de Sucesso - Empresária Théssia de Freitas .............................................................49 Figura 11 Programa Sebraetec ...........................................................................................................51 Figura 12 Caso de sucesso, gravação em vídeo com a empresa Rei do Ar Condicionado, em Palmas-TO ..........................................................................................................................................52 Figura 13 Caso de Sucesso - Empresa Dectelhas ...............................................................................53 Figura 14 Exposições Agropecuárias .................................................................................................56 Figura 15 Assistência Técnica / Consultorias Tecnológicas ..............................................................58 Figura 16 Dia de Campo/ Consultoria Sebraetec ...............................................................................59 Figura 17 Consultoria Tecnológica/Capacitação ...............................................................................61 Figura 18 Consultoria empresarial em Gestão da Inovação /Curso – Inovar para competir .............63 Figura 19 Oficinas Técnicas de Vitrinismo / V Encontro do SEBRAE Palmas–Execuções Trabalhistas e o impacto na classe empresarial ..................................................................................67 Figura 20 Atendimento a Clinica Oncológica de Palmas/Palestras MEI e oficinas SEI ...................68 Figura 21 Reuniões Semanais Reestruturação Rede Daqui Farma/Curso Gestão de Pessoas ...........69 Figura 22 Capacitação – clube das mães/II Fórum de Desenvolvimento ..........................................70 Figura 23 Loja Brasil Original ...........................................................................................................72 Figura 24 Manuais de Orientações para Negócios Internacionais / Logística do Tocantins .............72 Figura 25 Semana de Recuperação de Crédito para MEI ..................................................................73 Figura 26 Produtos / Craft Design......................................................................................................74 Figura 27 Missão para Milão – Grupo de madeira e móveis/Missão Stone Fair – Grupo de Marmoraria .........................................................................................................................................77 Figura 28 SEBRAE + Gestão da Inovação / Palestra Inserção Design nas Marmorarias ..................78 Figura 29 Empresa Pôr do Sol - Antes ...............................................................................................80 Figura 30 Empresa Pôr do Sol - Depois .............................................................................................80 Figura 31 Consultoria em planejamento/Curso in company – hotel casa grande ..............................81 Figura 32 Curso Intensivo Tributário – Lucro Real, Presumido e SIMPLES / Encontro de contadores...........................................................................................................................................82 Figura 33 Missão ABAV/Palestras ....................................................................................................83 Figura 34 Missão Empresarial à Fispal Food Service Nordeste / Praça de Alimentação da Feira do Empreendedor Padronizada dentro da RDC 216 da ANVISA ..........................................................84 Figura 35 Empresária Marcilene da Silva Lima.................................................................................84 Figura 36 Palestra coleta seletiva / Romaria Senhor do Bonfim........................................................85 Figura 37 Empresa Líder Centro Automotivo....................................................................................86 8 Figura 38 Caso de Sucesso - Comercial Campo e Cidade .................................................................88 Figura 39 Empresária Alana Kelsilene...............................................................................................89 Figura 40 Palestra sobre Microempreendedor Individual / Reunião de orientação e criação do Comitê Gestor do Turismo da Lagoa .................................................................................................89 Figura 41 Curso Segurança Alimentar / Seminário Empretec - Paraíso ............................................90 Figura 42 Curso Sebrae Mais / Caravana Feira do Empreendedor ....................................................91 Figura 43 Capacitações / Palestra do Microempreendedor Individual ..............................................92 Figura 44 1ª Turma Empretec / 2ª Turma Empretec ..........................................................................93 Figura 45 Campanha Liquida Gurupi.................................................................................................93 Figura 46 Curso Atendimento ao Cliente / Seminário Empretec .......................................................94 Figura 47 Antes da consultoria / Depois da consultoria.....................................................................95 Figura 48 Sala Empreendedor Talismã / JEPP...................................................................................95 Figura 49 Curso Formação Básica de Agentes de Desenvolvimento – ADL / Consultoria - Grupo Auto Bicicletão ...................................................................................................................................96 Figura 50 Tributação para MPE / Capacitação Piloto do NA – Determinação Empreendedora .......97 Figura 51 Empretec / Oficinas SEI ....................................................................................................98 Figura 52 Capacitações ......................................................................................................................99 Figura 53 Feira do Empreendedor 2014 ...........................................................................................100 Figura 54 Cerimônia de Entrega do Prêmio – Ciclo 2013 ...............................................................100 Figura 55 Cerimônia de Entrega do Prêmio – Ciclo 2013 ...............................................................101 Figura 56 Tenda de Atendimento ao MEI - Palmas .........................................................................101 Figura 57 Palestra sobre Legalização ...............................................................................................102 Figura 58 Alunos JEPP ....................................................................................................................103 Figura 59 Feira do Empreendedor 2014 ...........................................................................................105 Figura 60 Site Rio Azuis ..................................................................................................................107 Figura 61 Estudos Realizados ..........................................................................................................110 Figura 62 Revista Conhecer - Boas práticas na capacitação de auditores do TCE/TO / Talk Show realizado durante a Feira do Empreendedor .....................................................................................116 Figura 63 Oficina de Compras Públicas - Exército Brasileiro / Oficina de Compras - Produtores da agricultura familiar. ..........................................................................................................................116 Figura 64 Capacitações ....................................................................................................................120 Figura 65 Semana de Capacitação ...................................................................................................120 Figura 66 Atividades Físicas / Quiropraxia......................................................................................121 Figura 67 Capacitação de Elaboração do PPA .................................................................................121 Figura 68 Equipamentos de Informática Novos ...............................................................................122 Figura 69 Capacitações de Fornecedores .........................................................................................125 Figura 70 Estratégia de atuação em responsabilidade social do SEBRAE/TO................................170 Lista de Gráficos Gráfico 1 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Norte do Tocantins .............................................18 Gráfico 2 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Médio Norte do Tocantins ..................................19 Gráfico 3 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Central do Tocantins...........................................19 Gráfico 4 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Sul do Tocantins .................................................19 Gráfico 5 Programa ALI - Evolução de Atendimentos as MPE's 2011/2014 ....................................52 Gráfico 6 Nível de Maturidade da Gestão – 2012 a 2014 ................................................................122 9 Gráfico 7 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae ........................................................................123 Gráfico 8 Perfil dos Atendimentos da Ouvidoria (2012x2013x2014) .............................................131 Gráfico 9 Perfil dos Atendimentos da Ouvidoria .............................................................................131 Gráfico 10 Ouvidoria 2014 - Pendentes de Tratamento ...................................................................132 Gráfico 11 Ouvidoria 2014 - Tempo Médio de Resposta ................................................................132 Gráfico 12 Nível de Maturidade da Gestão – 2012 a 2014 ..............................................................164 Gráfico 13 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão ....................................................165 Gráfico 14 Comparabilidade no Nível de Maturidade Sistema SEBRAE 2014 ..............................165 Gráfico 15 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae ......................................................................166 Gráfico 16 Comparabilidade no Nível de Maturidade Sistema SEBRAE na Região Norte 2014 ...167 Lista de Tabelas Tabela 1 Atuação Por Setores ............................................................................................................35 Tabela 2 Objetivos Estratégicos 2014 ................................................................................................37 Tabela 3 Prioridades Estratégicas - Previsto x Realizado ..................................................................42 Tabela 4 Indicadores Institucionais ....................................................................................................43 Tabela 5 Resultados das Metas Mobilizadoras ..................................................................................44 Tabela 6 Metas de Atendimento.........................................................................................................45 Tabela 7 Indicadores de Atendimento ................................................................................................45 Tabela 8 Programas Nacionais ...........................................................................................................47 Tabela 9 Carteira de Projetos .............................................................................................................53 Tabela 10 Identificação Projeto de Atendimento - Agronegócio .......................................................54 Tabela 11 Projeto de Atendimento - Agronegócio (Previsto x Realizado) ........................................55 Tabela 12 Identificação Projetos de Atendimento - Comércio ..........................................................61 Tabela 13 Projeto de Atendimento - Comércio (Previsto x Realizado) .............................................62 Tabela 14 Projeto Atendimento Setorial Comércio - Norte ...............................................................63 Tabela 15 Projeto Atendimento Setorial Comércio -Região Médio Norte ........................................64 Tabela 16 Curso atendimento ao cliente/Curso compras governamentais .........................................65 Tabela 17 Projeto Atendimento Setorial Comércio - Palmas Centro.................................................66 Tabela 18 Projeto Atendimento Setorial Comércio -Palmas Norte ...................................................68 Tabela 19 Projeto Atendimento Setorial Comércio –Sul ...................................................................68 Tabela 20 Projeto Encadeamento Produtivo BUNGE .......................................................................70 Tabela 21 Projeto EXPOART-2014 ...................................................................................................71 Tabela 22 Projeto Talentos Moda – Brasil Original ..........................................................................74 Tabela 23 Projeto Turismo e Produção Associada – Região Central ................................................75 Tabela 24 Identificação Projetos de Atendimento - Indústria ............................................................75 Tabela 25 Projeto de Atendimento - Indústria (Previsto x Realizado) ..............................................76 Tabela 26 Atendimento Setorial Indústria Centro..............................................................................76 Tabela 27 Atendimento Setorial Indústria Norte ...............................................................................77 Tabela 28 Projeto Atendimento Setorial Indústria Sul.......................................................................78 Tabela 29 Identificação Projetos de Atendimento - Serviços ............................................................78 Tabela 30 Projeto de Atendimento - Serviços (Previsto x Realizado) ...............................................79 Tabela 31 Projetos Atendimento Setorial Serviço Palmas, Norte, Médio Norte e Sul. .....................81 Tabela 32 Projeto Contadores de Araguaína ......................................................................................82 Tabela 33 Projeto Estruturação do Pólo Turístico de Taquaruçu - 2014 ...........................................82 10 Tabela 34 Projeto Restaurantes de Araguaína....................................................................................83 Tabela 35 Projeto Turismo e Produção Associada Região Sul ..........................................................85 Tabela 36 Reparadores Automotivo Sul ............................................................................................86 Tabela 37 Identificação Projetos de Atendimento - Territorial ..........................................................87 Tabela 38 Projeto de Atendimento - Territorial (Previsto x Realizado) ............................................87 Tabela 39 - Potenciais Empreendedores Capacitados ......................................................................103 Tabela 40 Território da Cidadania Jalapão ......................................................................................105 Tabela 41 Território da Cidadania Bico do Papagaio ......................................................................105 Tabela 42 Território da Cidadania Sudeste ......................................................................................106 Tabela 43 Projetos de Desenvolvimento de Produtos e Serviços ....................................................107 Tabela 44 Identificação - Projeto Desenvolvimento de novos produtos e serviços do SEBRAE Tocantins ..........................................................................................................................................108 Tabela 45 Identificação - Projeto Estruturante de cosméticos da base florestal da Amazônia ........109 Tabela 46 Identificação - Projeto Inteligência Competitiva - Estudos e Pesquisas .........................109 Tabela 47 Projeto Pirarucu da Amazônia II .....................................................................................110 Tabela 48 Projetos de Articulação Institucional (Previsto x Realizado)..........................................111 Tabela 49 Projeto Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPE do Tocantins ....................112 Tabela 50 Identificação - Projeto Compras Governamentais do Estado do Tocantins ....................113 Tabela 51 Identificação - Projeto SEBRAE/TO – Implementação da Lei Geral nos municípios do Tocantins ..........................................................................................................................................117 Tabela 52 Implementação da Lei Geral - LG nos Municípios do Tocantins ...................................117 Tabela 53 Identificação - Projeto SEBRAE/TO – Projeto para implementação da REDESIM/ Projeto Integrar – Etapa II ................................................................................................................118 Tabela 54 Identificação Projeto Fomento às boas práticas em Cooperativa de Crédito ..................119 Tabela 55 Projetos de Gestão Operacional ......................................................................................120 Tabela 56 Atividades de Gestão Operacional (Previsto x Realizado) .............................................125 Tabela 57 Atividades de Suporte Operacional (Realizado x Previsto) ............................................127 Tabela 58 Avaliação dos Controles Internos....................................................................................134 Tabela 59 Rol de Dirigentes e Membros de Conselhos ...................................................................135 Tabela 60 Remuneração a Dirigentes...............................................................................................136 Tabela 61 Programação Orçamentária das Receitas e Despesas......................................................137 Tabela 62 Arrecadação – Previsão x Execução ...............................................................................138 Tabela 63 Comparação de Receitas entre os dois últimos exercícios ..............................................139 Tabela 64 Comparação de Receitas entre os dois últimos exercícios ..............................................140 Tabela 65 Programação orçamentária das despesas .........................................................................141 Tabela 66 Execução das despesas por modalidade de licitação, por natureza e por elementos de despesa; ............................................................................................................................................144 Tabela 67 Demonstração dos indicadores institucionais orçamentário e financeiro: ......................144 Tabela 68 Maiores Contratos Firmados no Exercício de 2014 ........................................................146 Tabela 69 Maiores Favorecidos com Despesas Liquidadas no Exercício de 2014 ..........................147 Tabela 70 Maiores Favorecidos com Despesas de Obras de Engenharia no Exercício de 2014 .....148 Tabela 71 Convênios ........................................................................................................................149 Tabela 72 Quantitativo de Convênios ..............................................................................................150 Tabela 73 Valores Prestados Contas - Convênios ............................................................................150 11 Tabela 74 Quantitativo de Funcionários ..........................................................................................150 Tabela 75 Quantitativo de Funcionários Afastados .........................................................................151 Tabela 76 Quantitativo de Funcionários Por Cargos .......................................................................151 Tabela 77 Quantitativo de Funcionários Por Perfil de Escolaridade ...............................................151 Tabela 78 Quantitativo de Funcionários Por Perfil de Idade ...........................................................152 Tabela 79 Custos com Manutenção de Recursos Humanos .............................................................152 Tabela 80 Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva ............154 Tabela 81 Contratos de Prestação de Serviços com Locação de Mão de Obra ...............................155 Tabela 82 Quantidade de estagiários ................................................................................................156 Tabela 83 Imóveis Próprios do Sebrae/TO ......................................................................................157 Tabela 84 Imóveis Alugados pelo Sebrae/TO..................................................................................157 Tabela 85 Relação dos Sistemas de Tecnologia da Informação ......................................................158 Tabela 86 Relação dos contratos vinculados a Tecnologia da Informação ......................................160 Tabela 87 Pontos Fortes x Oportunidades de Melhorias - Autoavaliação Assistida .......................162 Tabela 88 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae .......................................................................166 Tabela 89 Deliberações do TCU Atendidas .....................................................................................172 Tabela 90 Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ..........................................................172 Tabela 91 Recomendações da CGU atendidas .................................................................................172 Tabela 92 Recomendações da CGU pendentes de atendimento ......................................................173 Tabela 93 Estrutura Financeira do Ativo .........................................................................................173 Tabela 94 Estrutura Financeira do Passivo ......................................................................................174 Tabela 95 Estrutura Financeira dos Índices .....................................................................................174 Tabela 96 Estrutura da D.R.E...........................................................................................................175 Tabela 97 Custos e Despesas Operacionalização. ............................................................................175 Lista de Quadros Quadro 1 Identificação do Sebrae - Relatório de Gestão Individual..................................................13 Quadro 2 Unidades Corporativas Assessorias e Unidades Regionais................................................21 Quadro 3 Gerentes das Unidades Regionais ......................................................................................31 Quadro 4 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão do Sebrae Tocantins .....................123 Quadro 5 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão do Sebrae Tocantins .....................167 12 1. Identificação e Atributos Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado Tocantins Denominação abreviada: SEBRAE/TO Vinculação Ministerial: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. CNPJ: 25.089.962/0001-90 Situação: Ativa Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo Principal Atividade: Entidade associativa de direito privado, sem fins Código CNAE: 7020-4/00 lucrativos, instituída sob a forma de serviço social autônomo. Telefones/Fax de contato: Endereço Eletrônico: [email protected] Página na Internet: www.to.sebrae.com.br Endereço Postal: 102 Norte, Avenida LO-4, Lote 1, Conjunto 1, CEP: 77006-006, Palmas – Tocantins Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Lei nº 8.029 de 12/04/1990 Lei nº 8.154 de 28/12/1990 Decreto nº 99.570 de 09/10/1990 Resolução CDN nº 36/2010 – Estatuto Social Resolução CDE nº 23/2013 – Regimento Interno Quadro 1 Identificação do Sebrae - Relatório de Gestão Individual 1.1. Introdução O presente relatório de prestação de contas tem a finalidade de comunicar para alta governança e as demais partes interessadas como os recursos foram captados e aplicados na consecução das ações contempladas no Programa de Trabalho no exercício de 2014, como também, os resultados obtidos decorrentes as boas práticas de gestão, tornando-os transparentes para sociedade em geral. Tem como objetivo principal obter a aprovação do CDE – Conselho Deliberativo Estadual e na sequência ser submetido à apreciação dos órgãos de controle incumbidos de realizarem as averiguações quanto à veracidade e consistência das peças que o compõem e em última instância ser submetido a corte de ministros do TCU, que tem a competência para fazer o julgamento que o processo requerer. O processo está organizado em 12 (doze) grandes itens, contemplando desde os aspectos institucionais, passando pelo planejamento, execução e indicadores de resultados, tanto em nível estratégico quanto operacional. 1. Identificação e atributos: aborda os aspectos de natureza, vinculação, atividades principais e das normas a que se submete; O cenário de Atuação que aborda o ambiente de negócio dos pequenos negócios e do aparato legal que orienta e beneficia o seguimento foco de atuação do SEBRAE/TO. 2. Planejamento e Resultados Alcançados: este item contempla o Direcionamento Estratégico 2013/2022, o mapa estratégico comunicando a Missão, Visão, Posicionamento Estratégico e os Valores da organização. Este item ainda contempla os objetivos e as prioridades estratégicas com seus planos que são valorados monetariamente através do orçamento anual. 3. Estruturas de Governança e de Autocontrole da Gestão: é tratado neste item como elemento presente nos processos de deliberação, comunicação e gestão, da ênfase aos aspectos relacionados à estrutura, constituição e atribuições, passando pela Auditoria Interna e Sistema de Correição como unidades de apoio a governança. 4. Programação e Execução Contábil e Financeira: além dos quadros, contemplam comentários sobre as principais fontes de recursos e correspondentes aplicações. 13 5. Gestão Administrativa: referencia - se neste item através de quadros e de cálculo de índices, as questões relacionadas à gestão de pessoas, terceirização de mão de obra e custos relacionados, além de contemplar, também, a gestão do patrimônio mobiliário e imobiliário. 6. Sustentabilidade: trata das ações de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens e materiais de TI e na contratação de serviços ou obras. 7. Atendimento as Demandas de Órgãos de Controle: não houve conteúdo declarado no exercício de referência nos subitens 7.1 e 7.2. 8. Informações Contábeis: apresenta uma análise com comentários sobre os resultados alcançados sob o ponto desempenho econômico e financeiro com a aplicação de alguns índices, que permitem se avaliar o nível de liquidez atual e as variações em relação ao exercício anterior. 9. Resultados e Conclusões, este item aborda de forma sucinta a atuação da unidade frente aos objetivos traçados para o exercício de referência. 10. Relacionamento com a Sociedade: aborda a construção da politica que engloba a instituição na acessibilidade da comunidade. 11. Dos Anexos, constam as peças contábeis (demonstrações, notas explicativas e carta de controle com a opinião dos auditores independentes). Nesse relatório os tópicos sobre Desoneração da Folha de Pagamento, Medidas Administrativas para apuração de dano ao Erário, Outras Transferências e Outras Informações sobre a Gestão, não foram englobados pela ausência de fatores determinantes na administração para serem relacionados. O Sebrae/TO destaca-se no cenário de apoio aos pequenos negócios do Estado do Tocantins suas ações com paridade a sua missão de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia nacional, que no ano de 2014 foram: Feira do Empreendedor A realização da 6ª edição da Feira do Empreendedor, pela primeira vez no Tocantins foi realizada no interior do Estado, em Araguaína. Os bons ventos do empreendedorismo chegaram à Região do Bico do Papagaio trazendo conhecimento e bons negócios para aqueles que desejam abrir, ampliar, melhorar ou diversificar a sua empresa. Rodadas e encontros de negócios, atendimento segmentado de acordo com o perfil do empreendedor, seminários temáticos, oficinas e palestras aconteceram para levar conhecimento aos empresários e potenciais empresários de pequenos negócios, gerando mais de 11.000 atendimentos. Realizada a pesquisa de satisfação diária junto aos visitantes, ao final do evento obteve 99% de satisfação dos visitantes. Exposições Agropecuárias do Tocantins: Apoio à realização de 32 Exposições Aagropecuárias em diversos municípios onde foram realizados cursos, palestras, oficinas, dias de campo, caravanas de produtores, clínicas tecnológicas, rodadas de negócio e atendimentos personalizados a produtores rurais. O índice de satisfação dos visitantes foi de 97%. Agrotins Durante a AGROTINS, maior feira no segmento agro da região norte, foi realizada oficinas e palestras aos pequenos produtores rurais que participaram do evento vindo de todo o estado em caravanas, registrando 19.243 visitantes. 14 Semana do Microempreendedor Individual A 6ª Semana do Microempreendedor Individual foi realizada simultaneamente nos 139 municípios, com o objetivo oferecer aos Microempreendedores Individuais (MEIs) capacitações, oportunidades para sustentabilidade, desenvolvimento e crescimento de seus negócios, por meio de atendimento individual e orientações sobre gestão, sobre registro, baixa e declaração. Educação Empreendedora Com o objetivo de ampliar, promover e disseminar a educação empreendedora nas instituições de ensino por meio da oferta de conteúdos de empreendedorismo nos currículos, objetivando a consolidação da cultura empreendedora na educação. O Sebrae/TO abrange 148 escolas da rede de ensino público, 3 da rede de ensino privado e 3 faculdades com a disciplina de Empreendedorismo na grade curricular, capacitando 933 professores que abrangeram 17.839 alunos capacitados. Lei Geral Durante o ano de 2014, em ações interdependentes dos projetos Ambientes Favoráveis ao Desenvolvimento das MPEs do Tocantins e Sebrae/TO – Implementação Estratégica da Lei Geral no Estado do Tocantins destacam-se a realização em 139 municípios do estado de aproximadamente 18.000 h de consultoria/instrutoria em temas relacionados às Políticas Públicas a favor dos pequenos negócios. O ano de 2014 foi encerrado, com as ações exitosas dos projetos “Ambiente Favorável” e “Sebrae/TO – Implementação Estratégica da Lei Geral”, com as metas superadas, sendo: 108 municípios com a Lei Geral implementada e 100% dos municípios do Tocantins com a Lei Geral aprovada. Dentre tantos outros projetos e ações que serão identificados no conjunto desse relatório. 1.2.Cenário de Atuação O empreendedorismo é tema estratégico para o Sistema Sebrae, e isso pode ser observado na sua missão, que é “Promover o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia nacional” e também no seu portfólio. Pode-se verificar essa importância no Mapa Estratégico do Sebrae, considerando que contempla o empreendedorismo na missão, nos processos de negócios e partes interessadas. Sabemos que sete de cada dez brasileiros que abrem uma empresa tomam a iniciativa por identificar momento favorável para ganhar dinheiro sendo donos do próprio negócio. Em 2002, apenas 42% das pessoas abriam uma empresa por acreditar na demanda de mercado, enquanto os demais viam o empreendedorismo como necessidade, principalmente por não encontrar emprego. Em 2013, esse índice que mede o empreendedorismo por oportunidade subiu para 71%, o maior em 12 anos. O Brasil teve o melhor desempenho no ranking de empreendedorismo por oportunidade entre os países dos Brics (grupo que reúne, além do Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul). O indicador brasileiro também não ficou muito atrás das chamadas "economias maduras", como Estados Unidos (78%) e Reino Unido (84%). Quase metade dos novos empreendedores tem pelo menos o segundo grau completo. Entre os novos empresários que estão cursando ou já completaram o ensino superior, 92% iniciaram o negócio por oportunidade. O aumento da escolaridade contribui para que o índice de sobrevivência das empresas continue se expandindo nos últimos anos. De acordo com dados do Sebrae, 76% dos pequenos negócios conseguiram superar a barreira de dois anos de atividade. Atualmente, os negócios com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões representam 99% das empresas brasileiras: um contingente de aproximadamente 8,3 milhões de CNPJs. 15 A metade dos negócios com até três anos e meio de atividade tem como donos jovens entre 18 e 34 anos, enquanto nas empresas que estão há mais tempo no mercado apenas 25% são dessa faixa etária. Segundo a pesquisa, quase 85% dos brasileiros consideram abrir empresa como boa opção de carreira, bem acima do porcentual dos países que compõem os Brics - Rússia (66%), Índia (61%), China (70%) e África do Sul (74%). As empresas que vem adotando a inovação como uma opção estratégica, vem direcionando os seus esforços para temas como produtividade, gestão de processos, indicadores de resultado e inovação tecnológica para redução de custos, adequação da força de trabalho e na melhoria dos processos em toda a cadeia de valor. Dadas as observações acima, um dos grandes desafios apresentados é a formação de gente com o perfil adequado para o novo modelo de gestão da inovação. Há a necessidade de gente focada em ciência e tecnologia, mas com visão empreendedora e de gestão. Em nosso País, marcado pelo dinamismo e heterogeneidade, esses empreendimentos se destacam além de sua latente função social, pela capilaridade, fácil adequação a mudanças e peculiaridades regionais, econômicas, sociais e culturais, exercendo um papel central quanto à inovação tecnológica, estímulo ao empreendedorismo e promoção do desenvolvimento local sustentável. Outra estratégia adotada pelas empresas é a criação de redes de inovação, os quais formam grupos de interesse comum que promovem o intercâmbio entre seus participantes, possibilitando atuarem forma conjunta em ações de pesquisa e empreendedorismo a fim de renovar produtos, processos e serviços nas cadeias produtivas. O encadeamento produtivo se apresenta como um modelo para aumentar a competitividade, a cooperação e a competência tecnológica e de gestão das pequenas empresas, inserindo-as na cadeia de valor de grandes empresas nacionais e transnacionais. É importante salientarmos também que o processo de desenvolvimento econômico local é o protagonismo também dos atores locais na formulação de estratégias, na tomada de decisões econômicas e na sua implementação, tudo em consonância com as políticas de desenvolvimento do Estado. O Sebrae tem atuado fortemente neste desenvolvimento, através da implementação da Lei Geral tirando do papel dispositivos que aprimoram o ambiente de negócios para as micro e pequenas empresas e gerando ganhos reais por meio de desonerações burocráticas, fomento a mercado de compras públicas e geração de uma pauta de desenvolvimento econômico local. Por meio do fortalecimento de suas atividades, têm o potencial de contribuir em temas cruciais da agenda nacional, como o combate à pobreza pela geração de trabalho, emprego e melhor distribuição da renda; a redução da informalidade e fortalecimento do tecido social e econômico do País; interiorização do desenvolvimento pela promoção das iniciativas locais e dos arranjos produtivos; incremento da atividade produtiva nacional, com consequente ampliação de oportunidades e da base de arrecadação de impostos e simplificação, desburocratização e justiça fiscal, os grandes eixos e objetivos visados pela proposta de Reforma Tributária. 16 Figura 1 Ambiente Favorável ao Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Tocantins O público-alvo do Sebrae tem crescido significativamente. Segundo dados do Portal do MEI e Simples Nacional, já são mais de 9,4 milhões de empresas de pequeno porte no País, sendo 4,8 milhões de micro e pequenas empresas e 4,6 milhões de microempreendedores individuais. O desafio do atendimento aos clientes do Sebrae é cada vez maior, seja em qualidade seja em quantidade em setores e atividades altamente diferenciadas. Em 2013, o número de microempreendedores do Tocantins, superaram o número de micro e pequenas empresas e em meados de dezembro de 2014, são 63.741 mil empresas em todo o estado, desses 37.053 mil (58%) Microempreendedores Individuais e 26.688 mil (42%) micro e pequenas empresas. Figura 2 Evolução dos Pequenos Negócios no Estado do Tocantins Analisando o gráfico acima, observa-se que o crescimento total dos pequenos negócios no estado de 2011 a 2014 foi de 26.645, o que corresponde a uma evolução de 72,53%. 17 Tocantins é um estado muito jovem, com apenas 25 anos, ainda oferece muitas oportunidades para investimentos nos diversos segmentos setoriais. Dados da pesquisa do cliente atendido, em 2013, mostram que os potenciais empresários, ou seja, aqueles que ainda não se formalizaram ou querem abrir um negócio, têm buscado cada vez mais informações para elaboração de plano de negócio, para que se tenha a sua ideia de negócio concretizada de forma estruturada. Vale registrar alguns dados representativos da contribuição das micro e pequenas empresas na economia brasileira e no Estado do Tocantins: Figura 4 Os Pequenos Negócios na Economia Brasileira Figura 3 Os Pequenos Negócios na Economia do Estado do Tocantins 1.3.Perfil dos Pequenos Negócios Os perfis dos pequenos negócios foram distribuídos por regionais, demonstrando a forma de atuação do SEBRAE-TO para levar informação, conhecimento e fomentar o empreendedorismo nos 139 municípios do Estado. São eles Núcleo Regional Norte, Núcleo Regional Médio Norte, Núcleo Regional Centro e Núcleo Regional Sul. 1.3.1. Norte A região norte é segundo a metodologia adotada abrange 40 municípios. Nesta região as atividades de comércio representam uma parcela de 52% de empreendimentos formais, seguido das atividades de serviço 40% e Indústria 8%. Região Norte 0% 52% 40% Comércio 8% Industria Serviço Agronégocio Gráfico 1 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Norte do Tocantins Para atividades de agronegócio, possui na região norte, apenas 7 (sete) empresas; o equivalente a 0,06% do universo nesta região. 1.3.2. Região Médio Norte A região médio norte abrange 27 municípios. Nesta região as atividades de comércio representam uma parcela de 50% de empreendimentos formais, seguido das atividades de serviço 42% e Indústria 8%. 18 Região Médio Norte 0% Comércio 42% 50% Industria Serviço Agronégocio 8% Gráfico 2 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Médio Norte do Tocantins 1.3.3. Região Central A região central abrange 38 municípios. Nesta região as atividades de serviço representam uma parcela de 50% de empreendimentos formais, seguido das atividades de comércio 42% e Indústria 8%. Região Central 0% 42% 50% Comércio Indústria Serviço Agronégocio 8% Gráfico 3 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Central do Tocantins 1.3.4. Região Sul A região sul abrange 34 municípios. Nesta região as atividades de comércio representam uma parcela de 54% de empreendimentos formais, seguido das atividades de comércio 39% e Indústria 7%. Região Sul 0% Comércio 39% 54% 7% Indústria Serviço Agronégocio Gráfico 4 Perfil dos Pequenos Negócios - Região Sul do Tocantins 19 1.4. Organograma Organograma do Sebrae Tocantins Figura 5 Organograma do Sebrae Tocantins O organograma funcional do Sebrae/TO apresenta a seguinte estrutura organizacional: • CONSELHO DELIBERATIVO ESTADUAL (CDE), composto por doze conselheiros titulares e respectivos suplentes, representantes de cada entidade associada, que são: Sebrae Nacional, 5 (cinco) Federações: FECOMERCIO, FAET, FIETO, FACIET e FAMPEC, Banco do Brasil S/A, Banco da Amazônia S/A, Caixa Econômica Federal, Universidade Federal do Tocantins – UFT, Fundação Universidade do Tocantins – UNITINS, Governo do Estado do Tocantins, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEDECTI. • CONSELHO FISCAL, composto por três membros efetivos e três suplentes eleitos pelo CDE. • DIRETORIA EXECUTIVA, composta por um Diretor (a) Superintendente, um Diretor (a) Técnico (a) e Diretor (a) Administração e Finanças, eleitos pelo CDE; • UNIDADES CORPORATIVAS, ASSESSORIAS E UNIDADES REGIONAIS, vinculadas à Diretoria Executiva, conforme segue: 20 ADS - Assessoria da Diretoria Superintendência UGE - Unidade de Gestão Estratégica Unidades subordinadas à Diretoria Superintendente UMC – Unidade de Comunicação e Marketing UAUDI – Unidade de Auditoria Interna UASJUR – Unidade de Assessoria Jurídica UPE – Unidade de Projetos Especiais Unidades subordinadas à Diretoria Técnica UGA – Unidade de Gestão do Atendimento UAC – Unidade de Articulação e Conhecimento UGEX – Unidade de Gestão para Excelência UGP – Unidade de Gestão de Pessoas Unidades subordinadas à Diretoria Administrativa Financeira UAF – Unidade de Administração e Finanças UGOCC – Unidade de Gestão Orçamentária, Controle e Contabilidade. UTIC – Unidade de Tecnologia da Informação e Comunicação Unidades Regionais (Núcleos Regionais) Núcleo Regional Sul – NRS – Gurupi Núcleo Regional Sul – NRS - Dianópolis Unidades subordinadas à Diretoria Executiva (tríade), com encaminhamentos às diretorias específicas de acordo com o assunto a ser tratado. Núcleo Regional Centro – NRC - Palmas Núcleo Regional Centro – NRC - Paraíso Núcleo Regional Centro – NRC – Porto Nacional Núcleo Regional Médio Norte – NRMN – Colinas Núcleo Regional Médio Norte – NRMN – Guaraí Núcleo Regional Norte – NRN - Araguaína Núcleo Regional Norte – NRN - Araguatins Quadro 2 Unidades Corporativas Assessorias e Unidades Regionais 1.4.1. Competências e Atribuições 1.4.1.1. Diretoria Executiva É de responsabilidade da Diretoria Executiva a gestão do SEBRAE/TO, compreendida nesta, Gestão Estratégica e Articulação Institucional, Gestão Técnica e Administrativa Financeira, bem como a promoção de seu relacionamento interinstitucional com o Sistema SEBRAE, mediante o exercício das seguintes atribuições: Gestão Estratégica, Articulação Institucional, Gestão Técnica e Gestão Administrativa e Financeira. 1.4.1.2. Diretoria Superintendente Atua em colegiado com os demais diretores na Gestão Estratégica, que compreende as decisões referentes à adequação interna da entidade às relações do contexto no qual está inserida, às determinações contidas no Estatuto Social e do Conselho Deliberativo Estadual, bem como ao planejamento, avaliação e monitoramento do desempenho geral do SEBRAE/TO. A Gestão da Articulação Institucional é desenvolvida principalmente pelo Diretor (a) Superintendente e consiste na articulação das ações das Diretorias na relação com os membros do Conselho, na representação e comunicação com outras instituições, parceiros, clientes e com a comunidade em geral. Titular: Márcia Rodrigues de Paula 21 Período de Atuação: 04/2012 a 12/2014 1.4.1.3. Diretoria Técnica Conforme disposto acima, atua em colegiado com os demais diretores na Gestão Estratégica. A gestão técnica é desenvolvida principalmente pelo Diretor Técnico (a), que é responsável pela atividade fim da entidade. É dirigida ao planejamento, desenvolvimento, execução e avaliação dos projetos finalísticos e à aplicação das soluções do SEBRAE/TO nos âmbitos setorial e territorial, bem como, pela implementação dos projetos e atividades resultantes das prioridades estratégica estabelecidas no seu Planejamento. Titular: Maria Emília Mendonça P. Jaber. Período de Atuação: 01/2011 a 12/2014 1.4.1.4. Diretor Administrativo-Financeiro Conforme disposto acima, atua em colegiado com os demais diretores na Gestão Estratégica. A gestão administrativo-financeira é desenvolvida principalmente pelo Diretor Administrativo-Financeiro a qual está vinculada a implementação de atividades resultantes das prioridades estratégicas estabelecidas no Planejamento do SEBRAE/TO, bem como, o apoio à organização, ao planejamento, à coordenação, à execução e ao controle das atividades administrativas financeiras ao provimento de recursos materiais, financeiros, tecnológicos e humanos que a entidade necessita. Titular: Jarbas Luís Meurer Período de Atuação: 01/2011 a 12/2014 1.4.1.5. Assessorias, Unidades e Núcleos Regionais. A estrutura organizacional do SEBRAE/TO é composta por Assessorias, Unidades e Núcleos Regionais, cujos objetivos e atribuições gerais são os que seguem: 1.4.1.5.1. ADS - Assessoria da Diretoria Superintendência Objetivo: Prestar assessoria à Diretoria Superintendente, oferecendo o apoio necessário à eficácia do processo decisório, com responsabilidade de coordenação, orientação, acompanhamento, controle e execução das atividades para a criação do ambiente favorável do desenvolvimento empresarial. Titular: Luciana Soares Pires Retes Período de Atuação: 05/2012 a 12/2014 Atribuições: • Articular Políticas Públicas a favor dos pequenos negócios • Captar recursos, coordenar e executar projetos de Desenvolvimento Territorial; • Assessorar a Diretoria durante as reuniões de Conselho Deliberativo Estadual e em eventos estratégicos • Prestar assessoramento direto e imediato a Diretoria Superintendência; • Coordenar e acompanhar as atividades da Diretoria Superintendência; • Coordenar e acompanhar a agenda da Diretoria Superintendência; • Desempenhar outras funções que lhe designadas pela Diretoria Superintendência; Destacam-se os macroprocessos de Governança Corporativa e Gestão Jurídica. Principais produtos e serviços: • Assessoria à Diretoria Superintendente; 22 • Consultoria para Aprovação, Regulamentação e Implementação da Lei Geral em âmbito estadual e municipal; • Consultoria de manutenção à implementação da Lei Geral em âmbito estadual e municipal; • Coordenação do Programa Desenvolvimento Territorial. 1.4.1.5.2. UGE – Unidade de Gestão Estratégica Objetivo: Ampliar a capacidade de obtenção de resultados do SEBRAE/TO e de seus parceiros, através do planejamento e da implementação de técnicas de estruturação, monitoramento, gerenciamento e avaliação dos projetos e indicadores estratégicos. Titular: Flávia Roberta Pacheco Donato Bossonaro Período de Atuação: 05/2010 a 31/12/2014 Atribuições: • Monitorar e avaliar sistematicamente os diversos níveis das informações estratégicas (objetivos, metas, indicadores, carteiras/setores e projetos estratégicos) sobre o desempenho do SEBRAE-TO, visando à tomada de decisão para alinhar a execução à estratégia e alcance das metas estabelecidas. • Prospectar e analisar as características dos pequenos negócios, e efetuar análise dos cenários macros econômicos e ambiente no qual estão inseridas, o ambiente interno do SEBRAE-TO, para a produção de conhecimento, formulação da estratégia e monitoramento do desempenho institucional. • Liderar a integração e a implementação do método de gestão da estratégia, que compreende a formulação, o planejamento, o alinhamento, a execução, o monitoramento, a avaliação, a revisão e a comunicação, garantindo a melhoria contínua da gestão estratégica. Destacam-se os macroprocessos de Gestão da Estratégia e Projetos. Principais produtos e serviços: • Planejamento Estratégico • Plano Plurianual • Estudos e Pesquisas • Acompanhamento e monitoramento de Projetos com foco na observância da metodologia GEOR – Gestão Orientada para Resultados. 1.4.1.5.3. UMC – Unidade de Marketing e Comunicação Objetivo: Promover a divulgação da atuação do SEBRAE/TO junto à comunidade empreendedora e sociedade em geral, promovendo a compreensão de sua missão e a acessibilidade aos produtos e serviços fornecidos pela instituição, quer seja por meio de publicidade e propaganda, através da cobertura jornalística em geral, ou por meio dos eventos promovidos pela instituição. Titular: Nemias Gomes Período de Atuação: 02/2008 a 31/12/2014 Atribuições: • Prover a instituição dos serviços de publicidade e propaganda, por meio de agência de publicidade contratada, ou internamente, com estrutura própria de equipe; 23 • Demandar e acompanhar os serviços executados pela agência de publicidade e propaganda terceirizada; • Produção de releases relativos às ações desenvolvidas pelo SEBRAE-TO; • Apoiar às equipes internas na elaboração dos eventos promovidos pela instituição; • Apoiar na contratação de serviços de terceiros para os eventos promovidos pela instituição; • Supervisionar os serviços contratados para os eventos promovidos da instituição; • Promover o relacionamento com os meios de comunicação existente. Destaca-se o macroprocesso de Gestão de Marketing e Comunicação. Principais produtos e serviços: • Assessoria de Imprensa: Veículos de Comunicação Interna: Jornal Mural, Intranet, Central de Notícias; Veículos de Comunicação Externa: Jornal Sebrae, News Letter, Agência Sebrae de Notícias, Portal Sebrae, Redes Sociais. • Eventos: Apoio a Eventos • Publicidade: Elaboração e Execução de Campanhas Publicitárias 1.4.1.5.4. UGOCC – Unidade de Gestão Orçamentária, Controle e Contabilidade. Objetivo: Garantir o registro fidedigno das informações contábeis e orientar os colaboradores do SEBRAE/TO quanto à gestão e performance de excelência nos processos, primando pelas orientações contidas nas instruções normativas e legislações vigentes, bem como na formulação, orientação e gestão orçamentária em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo SEBRAE/NA. Titular: Pedro Júnior da Rocha Silva Período de Atuação: 02/2014 a 12/2014 Atribuições: • Analisar todos os processos e rotinas de natureza administrativa e fiscal, gerar diretriz e esclarecimentos, dando sustentação e interagindo com as unidades operacionais, garantindo assim o cumprimento das normas, diretrizes e obrigações do SEBRAE-TO nos processos de aquisição de bens ou serviços; • Verificar a correta utilização dos procedimentos legais nos processos de aquisição de bens e serviços; • Organizar e disponibilizar informações sobre processos administrativos e suas implicações legais, subsidiando tomada de decisões da Diretoria; • Realizar atividades de suporte operacional em assuntos referente a registro, arquivamento e protocolo de documentos, subsidiando demais atividades da unidade; • Armazenar em sistema informatizado os registros de documentos diversos relacionados a questões administrativas e financeiras, tais como: notas fiscais, relatórios de pagamentos e recebimentos; • Monitorar registro de documentos cadastrados de forma a manter e preservar as informações neles contidas; • Estabelecer e revisar procedimentos contábeis, adequando ao cumprimento dos quesitos legais e gerenciais, bem como elaborar as demonstrações contábeis; • Prestar esclarecimentos e dar o suporte necessário às auditorias realizadas no SEBRAE/TO; • Verificar os registros contábeis sua consistência e integridade; 24 • Assessorar a execução dos convênios, elaborando relatórios de acompanhamento e prestações de contas de acordo com as normas vigentes; • Identificar a necessidade e assessorar na elaboração da especificação do objeto dos contratos, considerando qualidade, prazo e custo, seguindo as normas e procedimentos do SEBRAE/TO; • Elaborar e assessorar as unidades internas, na prestação de contas dos convênios firmados no SEBRAE/TO de acordo com as normas vigentes; • Formular, implementar e acompanhar e adequações de Orçamento do SEBRAE/TO frente às Diretrizes orçamentárias; • Efetivar atualizações internas no sistema e conceber sugestões de melhoria, antevendo os impactos das mudanças propostas, considerando diferentes alternativas e comparando suas implicações. Destaca-se o macroprocesso de Gestão Financeira, Orçamentária e Contábil. Principais produtos e serviços: • Gestão Orçamentária • Gestão da Ferramenta Docflow (compartilhada com a UTIC) • Contabilização • Análise de Conformidade de Processo • Registro de Despesas • Gestão tributária • Análise de Contratos • Prestação de Contas de Convênios 1.4.1.5.5. UAUDI – Unidade de Auditoria Interna Objetivo: A Auditoria Interna tem como objetivo primordial apoiar à Administração, possibilitando-lhe o conhecimento da forma como desenvolve suas atividades, oferecendo condições para um desempenho adequado de suas obrigações, proporcionando análise, apreciações, recomendações e comentários objetivos e/ou convenientes acerca das atividades realizadas. Titular: Enio Gentil Vieira Período de Atuação: 06/2012 a 12/2014 Atribuições: • Revisar e avaliar a eficácia, eficiência e aplicação dos controles internos; • Determinar o grau de confiança das informações inerentes aos processos auditáveis; • Observar normas internas e legislação pertinentes aplicáveis a todos os eventos independente da sua natureza; • Avaliar a qualidade alcançada na execução de tarefas determinadas para o cumprimento das respectivas responsabilidades; • Avaliar e identificar riscos inerentes e residuais e sugerir adoção de melhorias através do planejamento e implementação de planos de ação; • Monitorar e acompanhar a implementação dos planos de ação de melhorias; • Posicionar a alta direção periodicamente quanto ao andamento e os resultados dos trabalhos. Destaca-se o macroprocesso de Gestão Auditoria. 25 Principais produtos e serviços: • Auditoria com foco em riscos em processos, conforme a Metodologia do C.O.S.O. 1.4.1.5.6. UTIC – Unidade de Tecnologia da Informação e Comunicação Objetivo: Elaboração de projetos, implantar e administrar soluções em tecnologia da informação e comunicação convergentes com as necessidades dos projetos e atividades do SEBRAE/TO, atuando com foco na gestão da informação, suporte à decisão estratégica e otimização dos recursos. Titular: Sérgio Ricardo Abrantes Júnior Período de Atuação: 01/2013 a 12/2014 Atribuições: • Atuar estrategicamente no desenvolvimento de soluções que possibilitem atender as necessidades e ainda o crescimento da instituição. • Administrar recursos de hardware, software e pessoal, ligados à infraestrutura do SEBRAE/TO. • Projetar e implantar políticas de segurança para a proteção dos sistemas informatizados e bases de dados corporativas • Entender as regras de negócio, identificar necessidades, desenvolver sistemas e/ou gerenciar e avaliar os serviços terceirizados aplicando metodologia e manter os sistemas em funcionamento prestando suporte adequado. Destaca-se o macroprocesso de Gestão de Tecnologia da Informação. Principais produtos e serviços: • Garantia de disponibilidade dos sistemas da instituição; • Segurança das informações digitais; • Implantação e manutenção de novas soluções tecnológicas que venham somar ao parque tecnológico do SEBRAE; • Suporte ao usuário; • Gestão da Ferramenta Docflow (compartilhada com a UGOCC) • Apoio técnico aos projetos institucionais. 1.4.1.5.7. UPE – Unidade de Projetos Especiais Objetivo: Promover captação de recursos financeiros extraordinários orientados para projetos, através da elaboração, análise e gestão de projetos, especialmente no que tange a execução financeira e administrativa dos recursos contratados, visando atender as prioridades estratégicas do SEBRAE/TO. Titular: Levino Dias da Silva Período de Atuação: 05/2011 a 12/2014 Atribuições: • Realizar a elaboração de Projetos, visando à captação de Recursos Extraordinários. • Efetuar a Gestão de Recursos Extraordinários • Elaborar a Prestação de Contas de Recursos Extraordinários captados. Destaca-se o macroprocesso de Gestão de Projetos e Gestão de Apoio Técnico e Articulação. 26 Principais produtos e serviços: • Projetos elaborados com foco na captação de recursos extraordinários; • Relatório de gestão referente aos projetos especiais; • Prestação de contas de convênios. 1.4.1.5.8. UGA – Unidade e Gestão do Atendimento Objetivo: Gerenciar, coordenar e implantar processos de atendimento, acompanhar a execução de projetos de atendimento, promover o relacionamento e monitorar a qualidade dos atendimentos junto ao cliente. Demonstrando de que modo os requisitos da qualidade são alcançados, visando a excelência. Titular: Eligeneth Resplande Pimentel Período de Atuação: 02/2013 a 12/2014 Atribuições: • Avaliar e implantar os processos de atendimento do SEBRAE/TO; • Planejar, desenvolver e executar estratégias de atendimento para garantir que os produtos e serviços sejam executados em conformidade com as metodologias. • Monitorar a efetividade dos registros de todo e qualquer atendimento; • Aprimorar a eficiência operacional dos processos de negócio, gestão e suporte de atendimento; • Apoiar as unidades operacionais no mapeamento, otimização e normatização dos processos e práticas de atendimento; • Monitorar da execução das atividades em todos os canais de relacionamento; • Monitorar a execução das atividades em relação aos instrumentos de atendimentos; • Garantir a efetiva execução das etapas do ciclo PDCA em todas as atividades dos projetos de atendimento do SEBRAE/TO; • Desenvolver e implementar programas de apoio à comercialização dos produtos e do SEBRAE/TO; • Analisar, formular e produzir informações de interesse para o atendimento ao cliente; Destaca-se o macroprocesso de Gestão do Atendimento. Principais produtos e serviços: • Gestão da Carteira de Projetos Territoriais • Gestão da Central de Relacionamento Sebrae (CRS) • Gestão do Sistema Integrado de Atendimento ao Cliente (Siacweb) • Gestão estadual do programa: Negócio a Negócio • Gestão estadual do Prêmio MPE Brasil, Prêmio Sebrae Mulher de Negócios e Desafio Sebrae • Semana do Microempreendedor Individual • Disseminação e orientação de informações de interesse dos clientes para os analistas • Implantação das ações do PSEG – Critério Clientes 1.4.1.5.9. UAC – Unidade de Articulação e Conhecimento Objetivo: Articular, produzir e disseminar conhecimento de forma a assegurar a qualidade da atuação do SEBRAE/TO e alcance dos resultados. Titular: Magvan Gomes Botelho Souza Período de Atuação: 03/2014 a 12/2014 27 Atribuições: • Atuar estrategicamente para que as necessidades dos clientes sejam atendidas. • Acompanhar os núcleos regionais no planejamento e execução dos projetos finalísticos, provendo esclarecimentos e contribuindo para a execução das ações previstas; • Identificar informações relevantes sobre a realidade de sua área de atuação e promover formas de disseminá-las aos gestores locais, alavancando uma gestão mais efetiva; • Administrar o uso de metodologias e produtos do Sistema SEBRAE, gerenciar e monitorar soluções que estejam aplicadas em mais de um território; • Compreender de forma clara, abrangente e contextualizada as reais necessidades das partes e articular soluções integradas para atendê-las, em consonância com as prioridades e diretrizes do Sistema SEBRAE que complementem e alavanquem as ações do SEBRAE/TO; • Articular e promover ambientes favoráveis para captação de recursos. Destaca-se o macroprocesso de Apoio Técnico e Articulação e Gestão da Capacitação e Gestão da Consultoria. 1.4.1.5.10. UGEX – Unidade de Gestão para Excelência Objetivo: promover a gestão dos processos de mudança, assegurando a integração, manutenção e aplicação de metodologias inovadoras em gestão organizacional, possibilitando a melhoria contínua da cultura para a excelência e contribuindo para o efetivo cumprimento da missão institucional. Titular: Emerson Montenegro Lima Período de Atuação: 02/2013 a 12/2014 Atribuições: • Promover a eficiência operacional dos processos de negócio, gestão e suporte; • Identificar, mapear, simplificar e aperfeiçoar os processos, de forma a promover melhorias no rendimento organizacional; • Criar e acompanhar indicadores operacionais e táticos, visando melhorias na execução dos processos; • Alinhar os processos com os objetivos e estratégias de negócio do SEBRAE-TO, visando à orientação para resultados; • Viabilizar o alinhamento das ações em gestão e automação de processo da empresa; • Articular as ações de gestão dos processos, tornando-os perene na organização; • Coordenar a execução das atividades da cultura da excelência no SEBRAE/TO; • Garantir a efetiva execução das etapas do ciclo PDCA em todos os processos priorizados pelo SEBRAE-TO; • Monitorar as práticas de gestão de projetos sistematizando e disseminando para toda a instituição como forma de fazer acontecer à gestão do conhecimento. Destaca-se o macroprocesso de Gestão para a Excelência. Principais produtos e serviços: • Programa SEBRAE de Excelência em Gestão. • Ouvidoria 28 • Gestão do Conhecimento • Gestão da Responsabilidade Social Empresarial • Gestão de Processo 1.4.1.5.11. UGP – Unidade de Gestão de Pessoas Objetivo: Atuar estrategicamente para que aconteça o desenvolvimento e o fortalecimento do capital humano, administrando politicas e práticas de gestão com foco na retenção de talentos que assegure a competitividade organizacional e garanta o efetivo cumprimento da missão institucional. Titular: Izana Assunção Alves Período de Atuação: 05/2011 a12/2014 Atribuições: • Realizar todo o processo de integração do indivíduo na empresa, dentro dos critérios administrativos e jurídicos; • Desenvolver uma política atrativa de benefícios coerente com as diretrizes da instituição que se preocupa com o bem-estar, qualidade de vida e proteção de seus colaboradores; • Promover ações educacionais para o desenvolvimento de competências dos colaboradores contribuindo para o alcance dos resultados do SEBRAE junto às micro e pequenas empresas; • Contribuir com o desenvolvimento profissional da sociedade realizando programas de estágios e trainees; • Avaliar e acompanhar o Clima Organizacional por meio da realização de ciclos periódicos de monitoramento da cultura organizacional e ações de melhorias; • Elaborar formas de reconhecimento às competências relevantes para a Organização e aos resultados alcançados incentivando o aprendizado contínuo e o autodesenvolvimento; • Realizar processos de provimento de capital humano necessários à consecução dos objetivos da instituição assegurando o cumprimento dos princípios de igualdade, impessoalidade, moralidade e publicidade, de acordo com os padrões técnicos e legais requeridos. • Realizar a Gestão de Credenciados atendendo a padronização do processo de inscrição, seleção, cadastramento, contratação e avaliação dos consultores e instrutores, visando atender aos preceitos legais e exigências técnicas do Sistema Sebrae. Destaca-se o macroprocesso de Gestão de Colaboradores e Gestão de Credenciados. Principais produtos e serviços: • Provimento e integração de colaboradores • Gestão do Desempenho dos Colaboradores • Gestão por Competências dos Colaboradores • Gestão da Universidade Corporativa Sebrae • Gestão do Clima Organizacional • Projeto de Qualidade de Vida • Administração de Pessoal • Gestão de benefícios • Programa de trainee, estágio e menor aprendiz. 29 • Gestão dos Credenciados 1.4.1.5.12. UAF – Unidade de Administração e Finanças Objetivo: Gerir os recursos administrativos e financeiros do SEBRAE/TO, desenvolver ações de suporte as suas operações, convergentes com a necessidade dos projetos, gerenciando os processos para otimização dos recursos; Titular: José Roberto Miola Período de Atuação: 06/2012 a 12/2014 Atribuições: • Prover Bens e Serviços de modo a contribuir com a eficácia, segurança e agilidade dos processos de compras do SEBRAE/TO; • Operacionalizar procedimentos relativos a viagens garantindo o atendimento as necessidades de locomoção aos dirigentes, empregados e prestadores de serviços, de acordo as normas internas do SEBRAE/TO; • Administração e manutenção da frota de veículos operacionalizando as demandas de serviços de locomoção e transportes garantindo a manutenção preventiva e corretiva nos veículos do SEBRAE/TO, de acordo as normas internas do SEBRAE/TO; • Promover a gestão de recursos financeiros do SEBRAE/TO, em conformidade com as normas e procedimentos vigentes; • Acompanhar, analisar e controlar a execução dos recebimentos e pagamentos do SEBRAE/TO, em conformidade com as normas vigentes; • Assessorar as unidades do SEBRAE/TO na organização de eventos, apoiando na organização e providenciando toda a infraestrutura necessária; • Prover a manutenção da estrutura física da sede administrativa do SEBRAE/TO, identificando as necessidades de manutenção de diversas naturezas na estrutura dos prédios do SEBRAE/TO, visando suprir as necessidades das diversas unidades; • Realizar a gestão do patrimônio, visando mantê-los apreciados, preservando o patrimônio, bem como funcionamento eficaz e eficiente do SEBRAE/TO. Destaca-se o macroprocesso de Gestão Administrativa. Principais produtos e serviços: • Gestão da Administração Financeira; • Gestão da Administração Patrimonial; • Custeio Administrativo; • Suporte Operacional do Centro de Educação Empresarial; • Programa de Desenvolvimento de Fornecedores; • Construções e Reforma das Sedes do Sebrae/TO 1.4.1.5.13. UASJUR – Unidade de Assessoria Jurídica Objetivo: Prestar consultoria jurídica e assessoria judicial e extrajudicial ao SEBRAE-TO na administração e defesa de seus interesses institucionais e na disponibilização ao Sistema Sebrae de entendimentos jurídicos acerca da legislação pertinente. Atribuições: • Assessorar as Unidades do SEBRAE/TO nos processos de licitação auxiliando nos processos licitatórios, elaboração de editais de licitação e minutas de contrato; 30 • Auxiliar as sessões públicas das licitações, de acordo com a legislação pertinente e normas internas do SEBRAE/TO, efetuando análise de documentos e propostas técnicas junto ao representante da unidade solicitante, visando o alcance do objetivo pretendido pela Instituição; • Assistir as licitações em todas as modalidades, de acordo com a legislação reguladora do procedimento licitatório, visando o alcance do objetivo pretendido pela Instituição; • Emitir pareceres e responder consultas acerca de questões jurídicas formuladas por gestores do SEBRAE-TO. Destaca-se o macroprocesso de Gestão Jurídica. Principais produtos e serviços: • Assessoria para elaboração de contratos • Emissão de pareceres jurídicos • Orientação Jurídica • Assessoria jurídica em reuniões e licitações 1.4.1.5.14. Unidades Regionais As Unidades Regionais estão dividas em: Núcleo Regional Sul - NRS (Escritórios de Gurupi e Dianópolis), Núcleo Regional Centro – NRC (Escritórios de Palmas, Paraíso e Porto Nacional), Núcleo Regional Médio Norte – NRMN (Escritórios de Colinas e Guaraí) e Núcleo Regional Norte – NRN (Escritórios de Araguaína e Araguatins). Objetivo: Garantir o fortalecimento econômico através do atendimento às micro e pequenas empresas e empreendedores, de forma extensiva, intensiva, continuada e com foco em resultados efetivos, gerando e disseminando informações direcionadas a criação e desenvolvimento de pequenos negócios em todos os setores econômicos, bem como articular parcerias e alianças estratégicas para o desenvolvimento de projetos finalísticos nas regiões territoriais de atuação dos objetivos e ações do SEBRAE/TO. Núcleo Regional Titular Período de Atuação Norte Francisco de Assis Dias Ramos 03/2013 – 12/2014 Médio Norte Alex Vera Dias 01/2013 – 12/2014 Centro Walter D'Aquino da Silva 10/2013 – 12/2014 Sul José Carlos Arruda de Bessa 05/2010 – 12/2014 Quadro 3 Gerentes das Unidades Regionais Atribuições: • Orientar candidatos a empreendedores com informações sobre abertura de empresa, gestão, mercado e produção, pertinente aos pequenos negócios, por meio de ações e ou soluções sejam do SEBRAE/TO e/ou parceiros. • Desenvolver, adequar ou promover soluções para melhoria dos pequenos negócios mobilizando parceiros e fornecedores. • Fornecer informações, sensibilizar, orientar e capacitar empreendedores e empresários para: conhecer seu potencial empreendedor, identificar oportunidades, elaborar planos, projetos e pesquisas e avaliar viabilidade de negócios. • Prever e detalhar ações organizadas em programas e projetos, a partir de necessidades ou oportunidades identificadas, estabelecer os recursos financeiros e 31 fontes necessárias a sua realização, acompanhar, registrar e comunicar o desenvolvimento de ações, metas e objetivos, com vistas a subsidiar decisões ou tomar medidas adequadas ao alcance dos resultados estabelecidos. As Unidades Regionais atuam de forma estratégica e tática e fazem a interlocução entre as Unidades Coorporativas e a ponta (cliente externo), focando em atividades de apoio, gestão e negócio, atuando transversalmente nos macroprocessos da Instituição, conforme cada cenário de atuação. Principais Produtos e Serviços: • Articulação Institucional nos municípios de sua atuação; • Consultorias empresariais; • Cursos presenciais; • Palestras, Seminários e Oficinas; • Orientação empresarial; • Missões/ caravanas; • Rodadas de negócios; • Consultoria e assessoria para implementação da Lei Geral; • Consultoria e assessoria para execução de projetos de desenvolvimento; 2. Planejamento e Resultados Alcançados 2.1. Estratégia de Atuação O Segmento dos pequenos negócios é um dos principais pilares de sustentação da economia nacional, tanto pelo número de estabelecimentos e pela distribuição geográfica quanto pela capacidade de gerar empregos. Reconhecida sua importância, o setor dos pequenos negócios encontra ainda sérios obstáculos ao crescimento, à sustentabilidade e à competitividade. O Sebrae instituiu como sua principal missão “promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo, para fortalecer a economia nacional”. Diante desta missão, conhecer, entender o Sistema Sebrae, a posição dos pequenos negócios na economia brasileira e em economias de outros países nos orienta e nos leva como colaborador do Sebrae a uma atuação estratégica, alinhada com as diretrizes, missão, valores, objetivos e especificidades, fornecendo as bases necessárias para nos posicionarmos e atuarmos no desenvolvimento dos três níveis da competitividade: • Empresarial – Ações focadas no ambiente interno de cada empresa. Ex: Estímulo à inovação, gestão empresarial, mercado – maior eficiência e qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelas empresas. • Estrutural – Foco no coletivo, associações cooperativas, clusters e ou APL. • Sistêmico – Contempla o macro ambiente, fontes de apoio ao desenvolvimento econômico (políticas ambientais, desburocratização, informação conhecimento). O processo de Planejamento Estratégico (PE) do SEBRAE/TO é realizado anualmente, de forma a elaborar e revisar a estratégia local de atuação e a previsão orçamentária para os anos seguintes. A construção do PPA do SEBRAE/TO utiliza como base o Direcionamento Estratégico do Sistema SEBRAE, desenvolvido pelo SEBRAE/NA, o qual foi revisado para o período 2013-2022 e utilizado para o processo realizado em 2014. O Ciclo de PE completo ocorre a cada 2 anos, com atualizações anuais e com horizonte de 4 anos. Além do PE, é detalhada a previsão orçamentária para o ano subsequente, de maneira a ser construída a 32 programação orçamentária mensal. O fluxo deste processo pode ser verificado na figura abaixo. Figura 6 Ciclo do Planejamento Estratégico A análise do macroambiente (ambiente externo) é conduzida pelo SEBRAE/NA, que elabora o Direcionamento Estratégico a partir de estudos nacionais e internacionais sobre aspectos políticos, sociais, econômicos, tecnológicos e legais, com foco no seu público-alvo, sendo: Microempreendedor Individual (MEI), Micro e Pequena Empresa (MPE), Produtor Rural, Potencial Empreendedor e Potencial Empresário. O SEBRAE/TO contribui para a construção deste documento participando das reuniões e grupos de trabalho estabelecidos. O processo de Planejamento Estratégico (PE) do SEBRAE/TO é realizado anualmente, de forma a elaborar e revisar a estratégia local de atuação. Para a análise do ambiente, das características e tendências do setor e o mercado de atuação, foi realizado o Workshop de Planejamento Estratégico “Uma visão de futuro, rumo a excelência” com a participação da Diretoria Executiva, Gerentes e coordenadores de carteira (comércio, serviço, indústria, agronegócios, turismo, cultura, artesanato e atendimento) visando o alinhamento de informações sobre as tendências, oportunidades e desafios no contexto dos pequenos negócios, tendo como referencial os cenários político, legal, econômico, social, tecnológico em âmbito Estadual. Com base nessa visão global e utilizando como referência o mapa estratégico do SEBRAE Tocantins e do Sistema SEBRAE é construído o mapa estratégico do SEBRAE Tocantins, que tem por objetivo apresentar de forma lógica e estruturada os objetivos estratégicos balanceados sobre várias perspectivas, mantendo uma relação de causa e efeito entre si. As prioridades locais também são estabelecidas e servem de referência para a identificação das iniciativas estratégicas que podem incluir programas, projetos e planos de ação. Explicitam segmentos de clientes e principais desafios a serem trabalhados e possibilitam o alinhamento dos projetos e seus resultados, descritos no documento de atuação da estratégia. 33 Figura 7 Potencialidades dos Setores Setores Aquicultur a e Pesca Carne, couro e leite Comércio Territórios Centro, Médio Norte, Norte, Bico, Sul, Sudeste, Vale do Araguaia e Jalapão. Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul, Sudeste e Jalapão. Centro, Vale do Padrão de Organização do PúblicoAlvo Desafios para as MPE Gargalos Individual e Grupo Baixa produção para atender a demanda, alto custo da produção, legislação sanitária não adequada, não consolidação dos frigoríficos implantados no Estado. Individual e Grupo Baixa tecnologia de manejo, baixa produtividade e baixo nível de gestão da atividade pelos produtores. Individual e Baixo nível de gestão, pouca Oportunidades Domínio da tecnologia de produção, ambiente favorável (parcerias), existência dos frigoríficos implantados. Implantação de dez unidades visando à produção de 135 mil toneladas de pescado, a obtenção de R$ 516 mil de renda estimada e o beneficiamento de 1.415 famílias. Atividade em expansão, possibilidade de agregação de valor e aumento da produtividade através da utilização de técnicas de manejo adequada. Facilidade de 34 Varejista Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Sudeste. Grupo qualidade no atendimento e ambiente comercial deficiente. implementação de melhorias, setor comercial em expansão e revitalização de espaços comerciais. Confecção e Vestuário Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul, Sudeste. Individual e Grupo Alto custo de matéria prima, pouca mão de obra qualificada, ausência de estratégia de mercado integrado e baixa tecnologia. Construção civil Centro, Médio Norte, Norte, Bico e Sul. Individual e Grupo Falta de adesão ao programa setorial da qualidade e aproveitamento de resíduos. Segmento da beleza Centro, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Sudeste. Individual e Grupo Baixo nível da gestão e técnicas de manejo de produtos Individual e Grupo Baixo nível gerencial, baixo grau de associativismo e gestão ambiental. Potencial de melhoria da oferta de serviços através de rede e mercado em expansão Ausência da cultura da cooperação e baixo nível da gestão Mercado em expansão dos serviços de hospedagem e alimentação, agregação de valor aos novos produtos e serviços e legislações de incentivo a atividade. Segmento automotivo Turismo, cultura e artesanato Centro, Médio Norte, Vale do Araguaia, Norte, Sul e Vale do Araguaia. Centro, Médio Norte, Norte, Bico, Sul, Sudeste, Vale do Araguaia e Jalapão. Individual e Grupo Representatividade do setor, mercado interno em expansão. Mercado da construção civil em alta e representatividade dos segmentos da cadeia. Facilidade para implementação de melhorias, potencial de ampliação de oferta de serviços e mercado em crescimento. Tabela 1 Atuação Por Setores Definida a estratégia de atuação é analisada a carteira de projetos, atividades e planos de ação do PPA vigente, para verificar se contribuem para o alcance dos objetivos estratégicos e prioridades estabelecidas. Se contribuírem serão mantidos, se não, serão descontinuados, além de identificar a necessidade da criação de novos projetos. O público alvo presente nos projetos setor/segmento descontinuados são atendidos nos projetos de atendimentos setoriais e territoriais. O monitoramento dos planos de ação que são executados por meio dos programas, projetos e atividades é realizado através dos sistemas informatizados SGE – Sistemas de Gestão Estratégica e SME – Sistema de Monitoramento Estratégico. Ações de monitoramento contínuo têm sido realizadas através da coleta e a interpretação sistemática de informações sobre a execução dos projetos e atividades como, por exemplo, boletins mensais para monitoramento encaminhado a Diretoria, gerentes e gestores de projetos, reunião de com a participação da Diretoria Executiva e Gerentes para avaliação da execução das regionais, unidades internas, projetos, programas e atividades e reunião de análise da estratégia realizada trimestralmente pelo comitê estabelecido. 2.2. Objetivos Estratégicos Os objetivos estratégicos são definidos como atividades finalísticas a serem almejadas para o cumprimento de sua missão institucional e no alcance de sua visão de futuro. Conforme o Balanced Scorecard os objetivos estratégicos encontram-se atados às perspectivas definidas no mapa estratégico da organização. 35 O Mapa Estratégico apresenta a síntese da estratégia do Sistema Sebrae. No topo do mapa estão posicionadas a missão, que é a razão de existir do Sebrae, a visão de futuro, que demonstra a direção mestra dos objetivos estratégicos organizados em três perspectivas – Partes Interessadas, Processos e Recursos – além do posicionamento da marca, que orienta a estratégia de comunicação. Figura 8 Mapa Estratégico do Sebrae Tocantins Estão incluídos no mapa estratégico do Tocantins mais três objetivos estratégicos, destacados nos tons mais fortes das cores azul e verde. Outra alteração que difere do mapa do sistema é a não inclusão do objetivo “Ter excelência no desenvolvimento de produtos, serviços e canais de comunicação e atendimento adequados aos segmentos de clientes”. Por Objetivo Objetivos Estratégicos Orçamento 2014 A1 - Desenvolver competências e reter talentos internos e externos A3 - Gestão do Conhecimento A4 - Tecnologias de Informação e Comunicação P1 - Promover a Inovação nas MPE P10 - Ampliação do Acesso a Serviços Financeiros P11 - Articulação e Apoio a Políticas Públicas P12 - Excelência em Gestão para Resultados P3 - Conquista e Ampliação de Mercados P4 - Orientação e Capacitação Empresarial P7 - Promoção da Cultura do Empreendedorismo P9 - Desenvolvimento Territorial e de Sistemas Produtivos Locais Total vinculado a Objetivos Estratégicos Previsto Composição Realizado % Execução 698.306 1,9% 663.414 95,0% 0 1.365.002 16.261.961 147.000 0 0 6.222.463 12.027.364 0 0 0,0% 3,7% 44,3% 0,4% 0,0% 0,0% 16,9% 32,8% 0,0% 0,0% 0 1.348.969 14.524.026 146.946 0 0 5.775.752 11.669.771 0 0 0,0% 98,8% 89,3% 100,0% 0,0% 0,0% 92,8% 97,0% 0,0% 0,0% 36.722.096 89,9% 34.128.877 92,9% 36 Recursos Humanos Administração Geral Suporte Operacional Inversão Financeira Total não vinculado a Objetivos Estratégicos Total Geral 1.955.930 2.188.852 0 0 4.144.782 40.866.878 47,2% 52,8% 0,0% 0,0% 10,1% 100,0% 1.955.788 2.185.260 0 0 4.141.048 38.269.925 100,0% 99,8% 0,0% 0,0% 99,9% 93,6% Fonte: SME – Sistema de Monitoramento Estratégico Tabela 2 Objetivos Estratégicos 2014 2.3.Prioridades As prioridades locais servem de referência para a identificação das iniciativas estratégicas que podem incluir programas, projetos e planos de ação. Explicitam segmentos de clientes a serem trabalhados e possibilitam o alinhamento dos projetos e seus resultados. 2.3.1. Prioridades Locais 1Aprimorar a eficiência produtiva dos pequenos negócios rurais das regiões do Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Sudeste, através da melhoria da gestão, inovação e tecnologia e com ênfase na promoção de negócios com foco no mercado. 2Promover o desenvolvimento da cadeia produtiva da carne e leite das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Bico, Sul, Sudeste e Vale do Araguaia com ênfase na melhoria dos processos gerenciais e de inovação tecnológica. 3Promover o desenvolvimento dos pequenos negócios do comércio varejista das regiões Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Sudeste, com ênfase na melhoria da gestão com foco no mercado, por intermédio de ações de capacitação e consultoria em gestão, inovação e práticas mercadológicas. 4Promover a competitividade dos pequenos negócios do setor da indústria das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Bico e Sul, através do aprimoramento das práticas gerenciam mercadológicas e de inovação. 5Aumentar a eficiência gerencial dos pequenos negócios do setor de serviços das regiões Centro, Norte, M. Norte, Bico, Sul, Sudeste, promovendo ações de capacitação e consultoria em gestão, inovação e com foco no mercado. 6Desenvolver o turismo, a economia criativa e fortalecer o artesanato das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Sul, Sudeste, Vale do Araguaia, Jalapão Bico, por meio de ações de empreendedorismo, melhoria da gestão, com foco na sustentabilidade, inovação tecnológica, inclusão produtiva e acesso ao mercado. 7Melhorar a qualidade do atendimento e fidelização dos clientes por meio de demandas territoriais, com ações de capacitação, consultoria em gestão, inovação e acesso a mercado. 8Aprimorar os mecanismos de captação, difusão e disponibilização de conhecimento e tecnologia para os pequenos negócios, por meio de instrumentos de orientação presencial e à distância e desenvolvimento e/ou customização de produtos e serviços para atendimento aos clientes. 9Disseminar a cultura da educação empreendedora, promovendo o acesso dos potenciais empreendedores, através de soluções educacionais com foco no empreendedorismo. 10Ampliar a divulgação dos benefícios da Lei Geral das Pequenas Empresas e promover a sua implementação no Estado e nos municípios do Tocantins, através da articulação contínua junto aos agentes governamentais. 11Aprimorar a estrutura física do SEBRAE Tocantins, por meio de ampliação e reformas das unidades de atendimento. 37 12Aprimorar o corpo técnico em gestão de projetos orientados para resultados, atendimento individual, programa de capacitação e desenvolvimento técnico e comportamental das pessoas, promovendo uma gestão organizacional baseado no modelo de um sistema vivo, aberto e dinâmico. 13Promover a incorporação da cultura da excelência como fator de diferencial competitivo, através da implementação da tríade da melhoria da Gestão: • PSEG - Plano de Melhoria da Gestão alinhado aos critérios do Modelo de Excelência da Gestão – MEG • Auditoria com foco em Risco • Programa SEBRAE de Gestão de Processos Estratégia Atuação Projeto Ampliar a divulgação dos benefícios da Lei Geral da MPE e promover a sua implementação no Estado e nos municípios do Tocantins, através da articulação contínua junto aos agentes governamentais. Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPE do Tocantins Compras Governamentais do Estado do Tocantins Fortalecimento da Rede de ADL nos municípios do Tocantins Projeto de Implementação da Lei Geral - FASE III SEBRAE/TO Implementação Estratégica da Lei Geral no Estado do Tocantins Fase 1 % Executada 1.088.965 1.072.640 98,5% Previsto Realizado 700.463 420.031 60,0% 0 0 0,0% 0 0 0,0% 729.231 729.156 100,0% Ampliar a divulgação dos benefícios da Lei Geral da MPE e promover a sua implementação no Estado e nos municípios do Tocantins, através da articulação contínua junto aos agentes governamentais. Aprimorar a eficiência produtiva dos empreendedores do agronegócio das regiões do Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico e Sul, através da melhoria da gestão e com ênfase na promoção de negócios e identificação de canais de comercialização. Atendimento Setorial Agronegócio - Médio Norte Atendimento Setorial Agronegócio - Norte e Bico Atendimento Setorial Agronegócio - Palmas Atendimento Setorial Agronegócio Sul/Sudeste Atendimento Setorial Agronegócio - Vale do Araguaia Atendimento Setorial Agronegócios - Porto Nacional Atendimento Setorial Agronegócios Tocantins Estruturação de Pólos de Produção de Seringueira Sudeste Empreendedor - 941.000 908.740 96,6% 1.221.927 1.209.969 99,0% 531.300 528.794 99,5% 1.639.200 1.581.109 96,5% 1.395.492 1.392.853 99,8% 149.299 146.144 97,9% 5.399.015 4.794.029 88,8% 523.432 521.431 99,6% 3.346.120 2.944.329 88,0% 38 Travessia Seca Aprimorar a eficiência produtiva dos empreendedores do agronegócio das regiões do Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico e Sul, através da melhoria da gestão e com ênfase na promoção de negócios e identificação de canais de comercialização. Aprimorar a estrutura física do SEBRAE Tocantins por meio de construção, ampliação e reformas das unidades de atendimento. Construção e Reforma 0 0 0,0% das Sedes do Sebrae-TO Modernização do Parque 995.100 994.109 99,9% - TI Aprimorar a estrutura física do SEBRAE Tocantins por meio de construção, ampliação e reformas das unidades de atendimento. Aprimorar o corpo técnico em gestão de Desenvolvimento de 453.280 432.363 95,4% projetos orientados para resultados e Talentos Interno atendimento individual, programa de 2013/2018 capacitação e desenvolvimento técnico e comportamental das pessoas, promovendo uma gestão organizacional baseado no modelo de um sistema. Aprimorar o corpo técnico em gestão de projetos orientados para resultados e atendimento individual, programa de capacitação e desenvolvimento técnico e comportamental das pessoas, promovendo uma gestão organizacional baseado no modelo de um sistema. Aumentar a eficiência gerencial dos pequenos negócios do setor de serviços das regiões Centro, Norte, M. Norte, Bico, Sul, Sudeste, promovendo ações de capacitação e consultoria em gestão, inovação e com foco no mercado. Atendimento Setorial 66.000 65.662 99,5% Serviço - Norte Atendimento Setorial 120.000 119.545 99,6% Serviços - Médio Norte Atendimento Setorial 453.812 452.472 99,7% Serviços - Palmas Atendimento Setorial 140.860 140.828 100,0% Serviços Sul Contadores de Araguaína 35.187 25.224 71,7% Negócios de Beleza e 0 0 0,0% Bem Estar de Araguaína Reparadores Automotivo 114.000 113.874 99,9% Sul Restaurantes de 92.080 91.096 98,9% Araguaína Segmento da Beleza de 90.000 89.469 99,4% Paraíso Aumentar a eficiência gerencial dos pequenos negócios do setor de serviços das regiões Centro, Norte, M. Norte, Bico, Sul, Sudeste, promovendo ações de capacitação e consultoria em gestão, inovação e com foco no mercado. Aumentar a produção da aquicultura e pesca das Piratins Lajeado 0 0 0,0% regiões Sul, Sudeste, Centro, Norte, Bico, por Piscicultura de 220.600 219.925 99,7% meio de ações de gestão e inovação, com foco Integração - Centro no mercado. Aumentar a produção da aquicultura e pesca das regiões Sul, Sudeste, Centro, Norte, Bico, por meio de ações de gestão e inovação, com foco no mercado. Aumentar o faturamento dos pequenos negócios Atendimento Setorial 355.000 312.303 88,0% do comércio varejista das regiões Centro, Vale Comércio - Médio Norte do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Atendimento Setorial 96.216 94.411 98,1% Sudeste, com ênfase na melhoria da gestão com Comércio - Norte foco no mercado, por intermédio de ações de Atendimento Setorial 388.058 383.819 98,9% capacitação e consultor Comércio - Palmas Centro Atendimento Setorial 926.240 921.258 99,5% Comércio - Palmas Norte 39 Atendimento Setorial Comércio Sul Fortalecimento do Comércio Cônego João Lima Inteligência Comercial Competitiva 507.013 402.263 79,3% 0 0 0,0% 1.223.985 1.210.452 98,9% Aumentar o faturamento dos pequenos negócios do comércio varejista das regiões Centro, Vale do Araguaia, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Sudeste, com ênfase na melhoria da gestão com foco no mercado, por intermédio de ações de capacitação e consultorias. Aumentar produtividade da cadeia produtiva da carne e leite das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Vale do Araguaia com ênfase na melhoria dos processos gerenciais e de inovação tecnológica. Pecuária de Corte Centro Pecuária de Corte Norte e Bico do Papagaio Pecuária de Corte - Sul Pecuária de Leite Centro Pecuária de Leite Médio Norte Pecuária de Leite - Norte e Bico do Papagaio Pecuária de Leite Sul/Sudeste 177.340 175.335 98,9% 340.500 330.362 97,0% 199.000 343.380 188.319 343.013 94,6% 99,9% 295.000 290.779 98,6% 447.400 438.078 97,9% 424.000 409.475 96,6% Aumentar produtividade da cadeia produtiva da carne e leite das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Bico, Sul e Vale do Araguaia com ênfase na melhoria dos processos gerenciais e de inovação tecnológica. Fortalecer a cadeia do turismo, cultura e artesanato das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Sul, Sudeste, Vale do Araguaia e Jalapão, por meio de ações de fomento da cultura sócio ambiental, empreendedora, melhoria da gestão, com foco na sustentável. Estruturação do Pólo 1.140.320 471.364 Turístico de Taquaruçu 2014 EXPOART 2014 629.976 626.051 Tocantins Mulheres Produtivas e 0 0 Empreendedoras do Tocantins Talentos do Brasil III 667.000 582.090 MDA Talentos Moda - Brasil 2.072.955 2.048.177 Original Turismo e Produção 200.800 199.646 Associada - Região Central Turismo e Produção 630.352 463.769 Associada - Região Sul 41,3% 99,4% 0,0% 87,3% 98,8% 99,4% 73,6% Fortalecer a cadeia do turismo, cultura e artesanato das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Sul, Sudeste, Vale do Araguaia e Jalapão, por meio de ações de fomento da cultura sócio ambiental, empreendedora, melhoria da gestão, com foco na sustentabilidade. Melhorar a qualidade e massificar o atendimento das demandas territoriais, assegurando o apoio a empresários, potenciais empresários e empreendedores, por intermédio de ações de capacitação e consultoria em gestão, inovações tecnológicas e práticas. Atendimento Territorial Colinas do Tocantins e Região Atendimento Territorial Guaraí e Região Atendimento Territorial Paraíso do Tocantins Atendimento Territorial Porto Nacional 229.716 218.150 95,0% 274.700 253.213 92,2% 305.200 299.122 98,0% 153.000 144.352 94,3% 40 Tocantins e Região Atendimento Territorial 1.013.554 893.748 Araguaína Atendimento Territorial 259.590 241.591 Bico do Papagaio Atendimento Territorial 396.110 395.952 Gurupi Atendimento Territorial 1.072.267 1.072.205 Palmas e Região Atendimento Territorial 213.800 213.425 Sudeste Atendimento Territorial 211.142 210.342 Sul Atendimento Territorial 232.750 231.485 Taquaralto e Região Atendimento Territorial 357.033 356.413 Vale do Araguaia Central de 111.703 99.860 Relacionamento 0800 SEBRAE/TO Encadeamento Produtivo 120.000 119.881 - Bunge Feira do Empreendedor 887.473 887.325 2014, 2016 e 2018. Qualidade da gestão nos 845.138 787.736 pequenos negócios e fomento ao empreendedorismo SEBRAE/TO 416.100 405.920 Transferências do Programa Negócio a Negócio SEBRAE/TO no 540.760 540.723 Território da Cidadania Bico do Papagaio SEBRAE/TO no 535.294 531.015 Território da Cidadania Jalapão SEBRAE/TO no 532.241 531.391 Território da Cidadania Sudeste TO - Desenvolvimento 910.840 908.908 Econômico no Território Araguaia Tocantins TO - Desenvolvimento 0 0 Econômico no Território Médio Norte 88,2% 93,1% 100,0% 100,0% 99,8% 99,6% 99,5% 99,8% 89,4% 99,9% 100,0% 93,2% 97,6% 100,0% 99,2% 99,8% 99,8% 0,0% Melhorar a qualidade e massificar o atendimento das demandas territoriais, assegurando o apoio a empresários, potenciais empresários e empreendedores, por intermédio de ações de capacitação e consultoria em gestão, inovações tecnológicas e práticas de gestão. Promover a competitividade dos pequenos negócios do setor da indústria das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Bico e Sul, através do aprimoramento das práticas gerenciam mercadológicas e de inovação. Atendimento Setorial Indústria Centro Atendimento Setorial Indústria Norte Atendimento Setorial Indústria Sul 329.270 325.967 99,0% 65.450 65.386 99,9% 220.220 219.786 99,8% 41 Promover a competitividade dos pequenos negócios do setor da indústria das regiões Centro, Médio Norte, Norte, Bico e Sul, através do aprimoramento das práticas gerenciam mercadológicas e de inovação. Promover a incorporação da cultura da Programa SEBRAE de excelência como fator de diferencial Excelência em Gestão – competitivo, através da implementação da tríade Tocantins da melhoria da Gestão: PSEG - Plano de Melhoria da Gestão alinhado aos critérios do Modelo de Excelência da Gestão - MEG Projeto. 213.000 212.937 100,0% Promover a incorporação da cultura da excelência como fator de diferencial competitivo, através da implementação da tríade da melhoria da Gestão: PSEG - Plano de Melhoria da Gestão alinhado aos critérios do Modelo de Excelência da Gestão - MEG Projeto de auditoria com foco em risco. Fonte: SME – Sistema de Monitoramento Estratégico Tabela 3 Prioridades Estratégicas - Previsto x Realizado 2.4. Medidas de Gestão do Plano O modelo de gestão adotado pelo Sebrae Tocantins opera em ciclos de planejamento e gestão que percorrem etapas de formulação, desdobramento, execução, monitoramento, avaliação e revisão das ações, consonantes com o modelo de planejamento do Sistema Sebrae, expresso nas Diretrizes para Elaboração do PPA 2014-2017 e Orçamento 2014. As ações de mudança (inovação e melhoria) exigem ciclos de planejamento e gestão de médio e longo prazo (plurianuais), tal como o PPA, e as ações continuadas são programadas em ciclos de planejamento e gestão de curto prazo (anuais), correspondentes ao horizonte de tempo do orçamento. A gestão envolve a combinação de esforços institucionais interdependentes de planejamento e gestão estratégica e tático-operacional, de gestão de processos de trabalho, de gestão de projetos e de gestão de pessoas. Assim, a gestão busca potencializar as ações em busca de eficácia, eficiência e efetividade, tendo como base o planejamento estratégico, a visão da cadeia de valor e dos processos de trabalho, as boas práticas da gestão de projetos, a capacitação de seus recursos humanos, a modernização do parque tecnológico, assim como, a readequação de mobiliário e manutenção dos imóveis. O modelo ainda resume um método de desdobramento do planejamento estratégico da organização, o qual parte dos objetivos estratégicos, se desdobra em prioridades estratégicas, que definem ações estratégicas (projetos e iniciativas) a executar. A gestão e a avaliação de desempenho com uso de indicadores é dimensão fundamental de um modelo de gestão focado em resultados, que se alinha a boas práticas de gestão, abordagem recomendada pelos órgãos de controle externo do país e já presente no âmbito do PPA. Identificação e avaliação dos riscos estratégicos têm sido utilizada pela Unidade de Auditoria Interna, por meio de sua Metodologia de Auditoria Focada em Riscos, como subsídio na elaboração de seu plano de trabalho, permitindo a priorização de seus esforços nas auditorias dos processos mais críticos do Sebrae Nacional. O objetivo é expandir a cultura de riscos, que hoje fica restrita às Unidades de Auditoria do Sistema, para os gestores de projetos e atividades e, no futuro, de toda a entidade. Ter uma visão disseminada dos riscos estratégicos fortalece o processo de planejamento e permite que todo projeto e atividade sejam elaborado e executado levando em consideração os impactos que podem causar na Estratégia do Sebrae. 42 O modelo de gestão do Sebrae Tocantins busca conectar as prioridades da alta administração com a execução dos processos de trabalho. Baseia-se, portanto, numa percepção integrada reorganização na qual as pessoas devem conhecer as orientações estratégicas, dominar as técnicas vinculadas aos processos de trabalho, identificar sua contribuição para os resultados finais e compreender os impactos produzidos por sua atuação. Ao promover a aproximação entre a alta administração e seu corpo técnico, o modelo de gestão favorece a agilidade na tomada de decisões e promove um maior alinhamento e coordenação entre suas diferentes unidades, em torno dos desafios estratégicos da instituição. 2.5.Metas O desempenho do Sistema Sebrae na execução de sua estratégia é monitorado por meio de indicadores denominados Resultados Institucionais e Metas Mobilizadoras. 2.5.1. Indicadores Institucionais Os objetivos estratégicos das perspectivas “Cumprimento da Missão” e “Partes Interessadas” são monitorados por meio de indicadores denominados Resultados Institucionais. O desempenho obtido nesses indicadores é demonstrado na tabela abaixo. Resultado Institucional Objetivo estratégico relacionado Ter excelência no Taxa de pequenos atendimento, com foco no negócios atendidos resultado para o cliente. Promover a competitividade e o desenvolvimento Taxa de contribuição sustentável dos pequenos para abertura de negócios e fomentar o pequenos negócios empreendedorismo para fortalecer a economia nacional Ser a instituição de referência Índice de imagem junto na promoção da aos pequenos negócios competitividade dos pequenos negócios Contribuir para o Índice de imagem junto desenvolvimento nacional por à sociedade meio do fortalecimento dos pequenos negócios Escala % Planejado para 2014 Realizado em 2014 34 38,94% % 34 * % 8,5 8,32% % 8,6 9,07% Tabela 4 Indicadores Institucionais Fonte: SME e UGE SEBRAE NACIONAL *O Sebrae Nacional ainda não realizou a pesquisa referente a estes resultados. Os mesmos serão mensurados apenas no ano de 2015, após o fechamento do Relatório de Gestão. Notas explicativas: O alcance de 41,5% na taxa dos pequenos negócios atendidos justifica-se pela estratégia de atuação deste agente em estar presente mensalmente nos 139 municípios do estado, levando produtos e soluções aos empresários para o fortalecimento e desenvolvimento dos pequenos negócios. 43 2.5.2. Metas Mobilizadoras Meta Mobilizadora Número de pequenos negócios atendidos Número de pequenos negócios atendidos com soluções específicas de inovação Número de microempreendedores individuais atendidos Número de microempresas atendidas Número de empresas de pequeno porte atendidas Número de municípios com a Lei Geral implementada Realizado em 2012 Realizado em 2013 Planejado para 2014 Realizado em 2014 % Realizado em 2014 14.993 19.278 20.584 24.890 120,8% 3.257 3.542 5.617 7.016 124,9% * 10.349 12.685 13.175 103,9% * 7.215 6.759 10.001 148,0% * 1.714 1.140 1.714 150,4% 46 60 108 180,0% 20 Tabela 5 Resultados das Metas Mobilizadoras Fonte: SME – Sistema de Monitoramento Estratégico *As metas mobilizadoras foram implementadas a partir de 2013. Em 2012, a meta existente era Contribuir para a formalização dos empreendedores individuais. Notas explicativas: Justifica-se a execução em 120,8% da taxa dos pequenos negócios atendidos, principalmente através das soluções dos programas ALI e consultorias de Inovação e Tecnologia do SebraeTec, ofertadas aos clientes. Para o número de pequenos negócios atendidos com soluções específicas de inovação, destacam-se as soluções do Programa SebraeTec. A variação de 148,0% no número de microempresas atendidas justifica-se pelas ações de feiras e campanhas, exposições agropecuárias e feira do empreendedor. O atendimento de 150,4% ao número de empresas de pequeno porte atendidas justifica-se principalmente pelas ações de consultorias tecnológicas realizadas através dos programas ALI e SebraeTec. Quanto à meta mobilizadora referente à Implementação da LG, justifica-se a variação em 180,00%, devido à estratégia implementada pautada na parceria com o Tribunal de Contas do Estado, na qual foram realizados eventos itinerantes de orientação e capacitação, bem como disponibilizada consultoria Sebrae aos gestores públicos para apoiar na referida implementação. Aliando assim, o posicionamento e orientação do TCE a favor da Implementação da Lei Geral, bem como a disponibilização de consultoria Sebrae para apoiar os prefeitos na implementação da lei. 2.5.3. Metas de Atendimento O Sebrae segmenta seus clientes em dois grandes grupos: Empresas e Potenciais empresários. A tabela abaixo demonstra o desempenho do Sebrae no atendimento desses públicos. 44 Planejado para 2014 Realizado em 2012 Realizado em 2013 Número de Informações 37.210 60.596 67.801 80.399 216,1% Número de empresas atendidas 13.149 15.161 19.253 24.890 189,3% Número de potenciais empresários atendidos 29.308 26.849 26.698 26.076 89,0% Indicador de desempenho Realizado % Realizado em 2014 Tabela 6 Metas de Atendimento Notas explicativas: A variação de 216,1% no número de informações justifica-se pelas ações de ativo e receptivo da central de relacionamento dos clientes. Para o número de empresas atendidas em 189,3% justifica-se pela grande demanda dos pequenos negócios principalmente em ações de consultorias empresariais e tecnológicas. O resultado expressivo reforça também que as soluções dos programas desenvolvidas de maneira personalizada visando atender a necessidade de cada público alvo do Sebrae, sejam através da melhoria da gestão, em ações de inovação e tecnologia e capacitações tem contribuído para promover o desenvolvimento e fortalecimentos dos pequenos negócios em âmbito nacional e estadual. O decréscimo no número de potenciais empresários atendidos, comparando-se aos anos anteriores justifica-se pela estratégia do Sebrae em ações de sensibilização aos empresários para se formalizarem através de palestras e a Semana do Empreendedor Individual, realizadas nas quatro regionais. O atendimento é feito por meio de seis instrumentos, que são apresentados na tabela abaixo, com seus indicadores de desempenho. Tabela 06. Indicadores de atendimento Instrumento de Atendimento Indicador de Desempenho Planejado para 2014 Número de empresas (feiras) Acesso a Eventos Promovidos por Terceiros Consultorias Curso Orientações Palestra, Oficina, Seminário. Promoção e Acesso a Eventos do Sebrae Número de feiras* Número de missões/caravanas Número de rodadas* Número de horas Número de Cursos Número de orientações Número de Palestras, oficinas, seminários. Número de empresas (feiras) Número de feiras Número de missões/caravanas Número de rodadas Realizado Realizado Realizado % Realizado em 2012 em 2013 em 2014 151 * 304 387 272,5% * 21 33 * * 34 54 61 56 180,6% * 89.637 398 2 77.653 663 17 76.570 529 * 104.717 1.290 * 106,1% 302,8% 35.383 37.647 43.979 45.356 127,7% 797 1.120 1.259 1.464 155,9% 201 * 277 270 133,7% 10 4 16 19 190,0% 32 77 37 63 175,0% 3 2 5 86 114,7% Tabela 7 Indicadores de Atendimento Fonte: SME – Sistema de Monitoramento Estratégico *Em 2014, os indicadores destacados foram substituídos por números de empresas em (missão/caravana) e número de potenciais empresários (missão/caravana). 45 Notas Explicativas: Acesso a eventos promovidos por terceiros – número de empresas em feiras, missões/caravanas, rodadas justifica-se as variações acima de 272,5% e 180,6% respectivamente pela participação de empresários em eventos nacionais e regionais em busca de conhecimento e geração de negócios. Curso – a realização de 302,8% em curso deve-se pela realização do Negócio Certo Rural nos projetos de agronegócios e pela grande demanda dos empresários principalmente com implantação das salas do empreendedor. Orientação – justifica-se a variação de 127,7% devido às ações realizadas durante a temporada de praia, feiras de negócios e exposições agropecuárias. Palestra, Oficina, Seminário – cerca de duas vezes por semana as regionais realizam palestras aos potenciais empresários visando disseminar informações a fim de se tornar MEI. Destaque para as palestras realizadas durante a feira do empreendedor e feiras de negócios. Promoção e acesso a eventos do Sebrae – justificam-se as variações de 115% nos indicadores de desempenho devido à realização das feiras e exposições agropecuárias, feira do empreendedor. 46 2.6. Programas Nacionais Tabela 8 Programas Nacionais Notas Explicativas Programa ALI – Agentes Locais de Inovação: Houve um superávit de atendimento do número de empresas no Estado em relação à meta pactuada com o Sebrae Nacional. Cada agente Ali atendeu 50 empresas em 2014, 20 agentes. totalizaram 1.000 atendimentos, foram atendidas 1.014 empresas, pois tivemos agentes que superara a meta mínima de 50 empresas atendidas em 2014. O Sebrae-Na pactua com os estados uma meta mínima entre 60 e 70% da meta física de acordo com o número de agentes Ali do Estado, o cálculo da meta é realizado desta forma em função da alta rotatividade de agentes que são desligados do Programa Ali durante o ano. Desse modo a meta pactuada com os estados é sempre a meta mínima e não máxima por número de agentes. Programa SebraeTec – Serviços em Inovação e Tecnologia: O número de atendimentos realizados em 2014 em âmbito estadual pelo Programa SebraeTec superou as metas de atendimento previstas e pactuadas com o Sebrae-NA em 121,7% (900 atendimentos para mais), em função dos atendimentos na área de agronegócios que superaram as metas iniciais previstas durante o ano. Programa de Educação Empreendedora: Contempla o horizonte de 2014 e 2015, totalizando 37.550 atendimentos a Potenciais Empreendedores. Em 2014 a previsão foi de atender 17.700 potenciais empreendedores, sendo executado 16.861, no qual corresponde 95,3%. Programa Sebrae Mais: Foi realizado em 2014 a metodologia “Seminários Desafios do Crescimento” – Sebrae Mais, que tem por objetivo a orientação sobre temas inovadores em gestão empresarial avançado. Ocorreram nos municípios de Araguaína, Feira do Empreendedor, e em Palmas, com a parceria da CDL, tendo superávit do público previsto. 47 2.6.1. Programa Negócio a Negócio O Programa de Atendimento Negócio a Negócio objetiva aumentar a competitividade e a sustentabilidade das empresas atendidas por meio da aplicação das recomendações do diagnóstico fornecidas durante o atendimento presencial, continuado, customizado e gratuito, conforme metodologia própria. Nesse programa a instituição tem uma postura proativa ao buscar atender empresas que não haviam tido contato com o Sebrae anteriormente e ao mesmo tempo busca manter o relacionamento com aquelas que já são clientes. Em 2014 foram aplicados 6.194 diagnósticos. Indicadores de desempenho A) Satisfação do Cliente Obter grau de satisfação “muito satisfeito” ou “satisfeito” com os produtos e serviços do projeto de no mínimo 80% até dezembro de 2014. Gerou resultado de 93% dos clientes atendidos recomendariam o Programa para outros empresários, parentes e amigos, dado revelado na pesquisa realizada continuamente desde abril de 2014, com uma amostra de 10% dos clientes atendidos, no que diz respeito à satisfação; B) Aplicabilidade das Soluções Obter grau de aplicação dos produtos e serviços do projeto em no mínimo 70% do público alvo, até dezembro de 2014. Gerou resultado de 89% dos clientes atendidos aplicariam ou aplicarão os conhecimentos adquiridos na orientação do Programa Negócio a Negócio, no que diz respeito à aplicabilidade. Casos de Sucesso O programa promoveu alguns casos de sucesso e dentre eles, destaca-se: 1) O empresário José Batista de Oliveira, da empresa Torneadora e Auto Peças Alvorada localizada em Divinópolis/TO, recebeu as 3 visitas do Programa Negócio a Negócio e aplicou as orientações referentes ao Caderno de Ferramentas, desenvolvendo as seguintes ações: • Curso Aprender a Empreender online; • Mudança na fachada da empresa. Resultados: O empresário passou a se preocupar com a imagem da empresa, a fazer análise do livro caixa para fazer investimento em outras ações, como estratégia de vendas e maior conscientização da alocação das despesas. Figura 9 Caso de Sucesso - Torneadora e Auto Peças Alvorada 48 2) Empresária Théssia de Freitas, localizada no município de Esperantina/TO é destaque na região do Bico do Papagaio: “Recebi na semana seguinte uma lista com e-mail e telefones dos principais fornecedores que atendem a minha região, isso facilitou o trabalho de elaborar um bom cadastro e assim realizar meus pedidos. Graças ao acompanhamento do Sebrae através do programa Negócio a Negócio estou aplicando meu dinheiro de forma planejada e organizada”, garantiu Théssia de Freitas. Figura 10 Caso de Sucesso - Empresária Théssia de Freitas Em 2014, foram realizadas parcerias com Prefeituras, Salas do Empreendedor e Associações Comerciais por meio da disponibilização de cadastro de clientes ou realizaram a divulgação do Negócio a Negócio para que estes sejam atendidos pelo programa como forma de fidelizar clientes bem como fortalecer a economia local através da melhoria da gestão dos negócios. Desafios e oportunidades: • Ter adesão de número suficiente de Pessoas Jurídicas interessadas no Edital de Credenciamento, bem como de profissionais; • Garantir a capilaridade territorial de atuação do projeto e a qualidade dos atendimentos; • Identificar e localizar novos clientes; • Dar continuidade no relacionamento com os clientes: ofertar soluções coerentes com a demanda e as necessidades identificadas para ter aplicabilidade das soluções bem como resultados para os clientes; • Manter a estratégia o aprimoramento da gestão e o monitoramento contínuo do programa são fundamentais para ampliar o atendimento acompanhando o crescimento do MEI no estado. 2.6.2. Programa Sebrae Mais O Programa Sebrae Mais é composto por conjunto de soluções que são aplicadas conforme as necessidades das Pequenas Empresas. O programa reúne diversas modalidades – consultoria individualizada por empresa, workshops, capacitação, palestras e encontros – direcionada para quem busca práticas mais avançadas de gestão, com o objetivo de fornecer à empresa de pequeno porte, em estágio avançado, os instrumentos necessários para o aperfeiçoamento de sua gestão e, consequentemente, melhores resultados no mercado. 49 É, portanto, um programa de capacitação e consultoria em gestão que disponibiliza as empresas de pequeno porte (EPP) soluções de excelência, que beneficiam tanto para o empresário, como sua empresa. O Programa possui um portfólio com 13 soluções em gestão empresarial, cujos temas são considerados estratégicos para o desenvolvimento das empresas de pequeno porte. As temáticas abordadas no portfólio, que também possuem relação dialógica com Modelo de Excelência em Gestão – MEG®. As soluções disponibilizadas pelo programa são: 1. Empretec; 2. Encontros Empresariais; 3. Estratégias Empresariais; 4. Estratégias Empresariais - Módulo 2: Aprendizado Estratégico 5. Ferramentas de Gestão Avançada – FGA; 6. Gestão da Inovação; 7. Gestão da Qualidade; 8. Gestão Financeira – Do Controle a Decisão; 9. Plano de Marketing Avançado; 10. Seminários Desafios do Crescimento; 11. Oficina sobre o Modelo de Excelência em Gestão – MEG. 12. Palestras Técnicas 13. Seminário Desafios do Crescimento O Programa SEBRAE Mais instrumentaliza as unidades de atendimento coletivo e individual do SEBRAE para o atendimento à empresa de pequeno porte, ampliando as possibilidades de um maior relacionamento e conhecimento das necessidades dos clientes, numa abordagem geradora de valor, integrada e continuada, gerando resultados mensuráveis para o cliente e parceiros. 2.6.3. Programa SEBRAETEC O Programa SebraeTec - Serviços em Inovação e Tecnologia é uma modalidade de atendimento do Sistema SEBRAE que possibilita as empresas demandantes, o acesso subsidiado a serviços de inovação e tecnologia, visando à melhoria de processos, produtos, serviços e/ou a introdução de inovações nas empresas e mercados. A estratégia de atendimento via Programa SebraeTec faz parte da política nacional do Sistema Sebrae para a promoção da extensão tecnológica para os pequenos negócios no país. O programa atende diretamente a empreendedores individuais, micro e pequenas empresas e produtores rurais, atendidos pelos projetos de atendimento nas seguintes macro áreas: Inovação, Design, Tecnologia da Informação e Comunicação, Produtividade, Qualidade, Sustentabilidade e Propriedade Intelectual. Ações de destaque: a) Reprodução de Campanha de Comunicação Estadual com foco no cliente e visando padronizar a comunicação dos gestores de SebraeTec com o cliente do Sebrae-TO; b) Produção de diversos Casos de Sucesso do Programa SebraeTec, por meio da disseminação em veículos de comunicação tais como: internet, rádio, matérias para televisão e impressos em jornal, revistas e em eventos como Feira do Empreendedor (estande Mostra de Soluções Sebrae); c) Produção de vídeo institucional do Programa SebraeTec Tocantins com a Empresa Oral X de Palmas-TO, que obteve resultados para a empresa após a implementação 50 de duas consultorias tecnológicas do Programa: uma sobre Design na qual a empresa criou uma nova identidade visual e também uma consultoria de tecnologia da informação, na qual foi desenvolvido um site na qual a empresa consegue realizar a gestão da empresa e atendimento aos seus clientes de forma virtual. Figura 11 Programa Sebraetec 2.6.4. Programa Agentes Locais de Inovação - ALI O Programa ALI - Agentes Locais de Inovação é uma modalidade de atendimento do Sistema SEBRAE, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para a promoção da inovação em Pequenas Empresas de todo o país. O programa também faz parte da política nacional do SEBRAE de promover ações de inovação e tecnologia no país. O público alvo do programa é direcionado para o atendimento de pequenas empresas, tendo em vista que são empresas que já possuem o nível de gestão amadurecida em relação a aspectos de gestão, e que de acordo com os estudos do Sebrae/NA, são as mais propensas à implantação de ações de inovação. 51 Gráfico 5 Programa ALI - Evolução de Atendimentos as MPE's 2011/2014 Ações de destaque: a) Reprodução de Campanha de Comunicação Estadual com foco no cliente (folders e uniforme padronizados para os Agentes do Ali). b) Produção de uma revista com Casos de Sucesso do Programa Ali. c) Investimento em publicidade e divulgação do Programa Ali em veículos de comunicação tais como: internet, rádio, matérias para televisão e impressos em jornal e revistas e em eventos como Feira do Empreendedor (estande Mostra de Soluções Sebrae); d) Produção de vídeo institucional do Programa Ali Tocantins com a empresa O Rei do Ar Condicionado de Palmas-TO, que obteve resultados para a empresa após a implementação de duas consultorias de inovação e tecnologia e o acompanhamento do Agente Local de Inovação (Ali). A empresa realizou reestruturação dos processos internos, investiu na criação de um projeto de nova fachada, expandiu o espaço interno da empresa em Palmas para o atendimento dos clientes, realizou consultorias com foco na qualidade e produtividade da empresa. E com todas as adequações a empresa conseguiu aumentar o seu faturamento em 30% e ampliou a rede de parceria com fornecedores e carteira de clientes. Figura 12 Caso de sucesso, gravação em vídeo com a empresa Rei do Ar Condicionado, em Palmas-TO. 52 Casos de Sucesso A) Empresária aumenta vendas com ações de inovação A primeira mudança ocorreu com a alteração do nome da empresa de “Detecta” para Dectelhas e acabamentos. O negócio também mudou de endereço, para um lugar mais estratégico e ainda ampliando seu espaço e aumento em 60% o faturamento. Figura 13 Caso de Sucesso - Empresa Dectelhas 2.6.5. Programa Territórios da Cidadania O Brasil é um país de grande extensão territorial com áreas que exigem maior atenção para garantir dinamismo econômico e desenvolvimento sustentável. O Sebrae atua nos territórios da Cidadania desde 2008, contribuindo com o Governo Federal no fortalecimento das atividades produtivas existentes nessas localidades. O Programa Nacional Sebrae nos Territórios da Cidadania promove assistência técnica e gerencial às atividades produtivas existentes em cerca de 100 Territórios da Cidadania delimitados pelo Governo Federal, que englobam cerca de 1.500 municípios, proporcionando o atendimento aos negócios existentes nas áreas urbanas e rurais dos diversos segmentos econômicos nos setores de agronegócios, indústria, comércio e serviços. O programa surgiu para estimular o empreendedorismo nesses territórios e contribuir com a inclusão produtiva, na área urbana e rural. Nessas regiões, existe grande concentração de agricultores familiares e empresas optantes pelo Simples Nacional, além de muitos negócios informais. A estratégia é levar produtos e serviços para municípios ainda não atendidos pela instituição e reforçar o atendimento nos 03 territórios: Bico do Papagaio, Jalapão e Sudeste. Compõem esses territórios 54 municípios de 03 regiões distintas do Estado (Extremo Norte, Leste e Sudeste). 2.7. Carteiras de Projetos Setor (*) I Agronegócios II Comércio III Indústria IV Serviço V Territorial Total Previsto 17.594 5.594 615 3.550 11.470 38.823 Valores em R$(mil) Realizado 16.423 5.397 611 2.615 10.930 35.976 % variação 93,34 96,48 99,35 73,66 95,29 92,67 Tabela 9 Carteira de Projetos Fonte: SME dados extraídos em 16/01/2015 53 2.7.1. Projetos de Atendimento 2.7.1.1. Agronegócio Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Descrição Atendimento Promover o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios do setor de agronegócios. Elevar a competitividade dos pequenos negócios do setor de agronegócios do Estado do Tocantins, abrangendo as principais cadeias produtivas em desenvolvimento do estado. Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidade de Articulação e Conhecimento Unidades Executoras Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Médio Norte, Núcleo Regional Norte e Núcleo Regional Sul. Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor NR’s e UAC José Daniel Tavares Rodrigues e Paula Lobo Ferreira de Assis Sara Vargas, Artemísia Veloso, Cristiano da Silva, Stefane Cardoso, Sirlene Martins, Thiago Soares, José Daniel, Francisco Alexandre, Dicilene de Souza, Rogério Rodrigues. Tabela 10 Identificação Projeto de Atendimento - Agronegócio Com uma colheita recorde de grãos, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro deverá crescer 4% em 2014 na comparação com o ano anterior, para 1,03 trilhões de reais. Confirmando-se esse resultado, o PIB do setor terá um crescimento de 34 por cento em dez anos em 2005, foram 769,2 bilhões de reais. Ainda de acordo com o ministério da agricultura, com o crescimento da produção nas lavouras, sustentado especialmente pela produção de soja, também há a perspectiva de que o valor bruto da produção (VBP) agrícola seja o maior já obtido no país, registrando 314,8 bilhões de reais, aumento de 10 por cento sobre 2013. Na safra 2013/14, o Brasil deverá alcançar a liderança mundial na produção de soja, superando os Estados Unidos, com uma safra de 90 milhões de toneladas. O VBP (valor bruto da produção) agropecuário --que inclui a produção vegetal e animaldeve alcançar 462,4 bilhões de reais, alta de 7,5 por cento sobre o resultado do ano passado. O ministério ainda prevê que as exportações do agronegócio superem 100 bilhões de dólares neste ano, contra 99,97 bilhões em 2013. O Tocantins cada vez mais vem se destacando como o “Novo Polo Agrícola do Brasil”. Promovendo suas exportações com base na produção rural e desenvolvendo seu processo de industrialização a partir das agroindústrias. O rebanho bovino do Tocantins continua se destacando pela quantidade e pela qualidade dos animais e da carne produzida. Desde 1997, o Tocantins é reconhecido internacionalmente como área livre de febre aftosa com vacinação, superando a marca dos 99% do rebanho imunizado a cada campanha. Por isso, a carne e os derivados do boi tocantinense chegam a todas as regiões brasileiras e são exportados a mais de 20 países, especialmente à Europa e à Ásia. Outro setor que continua se destacando e aumentando o PIB tocantinense é a produção de cana-de-açúcar, que está substituindo a soja em algumas áreas produtoras, particularmente em Pedro Afonso, região central do estado. O agronegócio tocantinense representa 16,3% do PIB - Produto Interno Bruto do estado em 2012, sendo o setor de grande importância para o desenvolvimento do estado, geração de 54 renda, empregos, riquezas e atraindo novas indústrias que tem como base para produção de seus produtos a matéria-prima produzida no setor do agronegócio. No contexto regional e nacional, o Estado do Tocantins pode fazer a diferença. Projetos (*) Atendimento Setorial Agronegócio - Médio Norte Atendimento Setorial Agronegócio - Norte e Bico Atendimento Setorial Agronegócio - Palmas Atendimento Setorial Agronegócio - Sul/Sudeste Atendimento Setorial Agronegócio - Vale do Araguaia Atendimento Setorial Agronegócios - Porto Nacional Atendimento Setorial Agronegócios - Tocantins Estruturação de Pólos de Produção de Seringueira Pecuária de Corte - Centro Pecuária de Corte - Norte e Bico do Papagaio Pecuária de Corte - Sul Pecuária de Leite - Centro Pecuária de Leite - Médio Norte Pecuária de Leite - Norte e Bico do Papagaio Pecuária de Leite - Sul/Sudeste Piscicultura de Integração - Centro Sudeste Empreendedor - Travessia Seca TOTAL Previsto 941 1.222 531 1.639 1.395 149 5.399 523 177 340 199 343 295 447 424 221 3.346 17.594 Valores em R$ (**) Realizado % Variação 909 96,60 1.210 99,02 529 99,62 1.581 96,46 1.393 99,86 146 97,99 4.794 88,79 521 99,62 175 98,87 330 97,06 188 94,47 343 100,00 291 98,64 438 97,99 409 96,46 220 99,55 2.944 87,99 16.423 93,34 Tabela 11 Projeto de Atendimento - Agronegócio (Previsto x Realizado) Fonte: SME dados extraídos em 16/01/2015 2.7.1.1.1. Setorial Agronegócios 2.7.1.1.1.1.Projetos Atendimento Setorial Agronegócios Abrangência: Região Norte, Bico do Papagaio, Sul/Sudeste, Médio Norte, Palmas, Vale do Araguaia e Porto Nacional. Os projetos são direcionados aos pequenos produtores rurais e suas famílias. Com ferramentas simples de gestão apreendem a desenvolver e melhor administrar a pequena propriedade rural. Negócio a Negócio Rural: Desenvolvimento de um curso para gestão de pecuária de corte com utilização de um software de gestão para empresas de pecuária de corte e desenvolvimento de software de gestão para piscicultura. Consultoria Tecnológica – SEBRAETEC: Realização de Consultoria Tecnológica para mais de 2000 produtores rurais distribuídos em diversos municípios do estado através de parceria realizada com a FAET e SENAR em tecnologias para aumento de produtividade dos negócios rurais. Negócio Certo Rural: Apoio à realização de 77 turmas do treinamento negócio certo rural com mais de 1.140 empresas rurais capacitando 1.395 produtores rurais em técnicas de gestão, elaboração de plano de negócios e com consultorias pontuais sobre gestão e viabilidade dos negócios. A produtora de Araguatins, Rosirene de Assis Nunes, conta que no curso ela entendeu que administrar uma propriedade é administrar uma empresa. “Agora eu planejo e anoto tudo que faço, controlo minhas despesas e isso está ajudando a melhorar a minha produção”. Exposições Agropecuárias do Tocantins: Apoio à realização de 32 Exposições Agropecuárias em diversos municípios onde foram realizados cursos, palestras, oficinas, dias 55 de campo, caravanas de produtores, clínicas tecnológicas, rodadas de negócio e atendimentos personalizados a produtores rurais. O índice de satisfação dos visitantes foi de 97%. Figura 14 Exposições Agropecuárias 2.7.1.1.1.2.Setor de Florestas – Seringueira O Brasil importa atualmente cerca de 70% da produção da borracha, um montante de US$ 1 bilhão de dólares, sendo o produto de maior importação, seguido do trigo. A Região Norte produz apenas de 3% a 4% da produção do país. O potencial promissor que a Região Norte, especificamente o Tocantins, destaca-se pela localização privilegiada, solos e climas favoráveis, possuindo uma capacidade altamente produtiva de seringueira para extração do látex, clones e mudas resistentes às pragas e doenças e a comercialização para os próximos 20 anos. 2.7.1.1.1.2.1. Projeto Estruturação de Pólos de Produção de Seringueira Principais ações realizadas: • Mapeamento dos seringais do Estado: com o objetivo em levantar informações sobre os plantios florestais atuais, as tecnologias utilizadas e o mercado em 184 propriedades do estado. Este diagnóstico deverá auxiliar e contribuir com as instituições de fomento a adequar políticas públicas para desenvolver de forma sustentável a atividade no estado do Tocantins, possibilitando assim, a criação de novas oportunidades de emprego e geração de renda. • Realização e Apoio de Eventos e Capacitação: Realização de reuniões técnicas, dias de campo, dias técnicos, cursos e missão empresarial. • Consultoria Tecnológica: Com o objetivo promover a diversificação produtiva, incentivando o plantio de florestas plantadas, principalmente da seringueira. A consultoria acontece tanto de forma pontual quanto continuada com produtores que necessitam do acompanhamento. São repassadas informações das condições adequadas da propriedade para o plantio, análise de solo, manejo sanitário, adubação e para produtores com o plantio iniciado e estão sendo prestados atendimentos para informação de consórcio de seringueira com outras culturas. • Elaboração de Cartilha Técnica: com o objetivo de disponibilizar ao produtor rural informações sobre a cultura da seringueira com linguagem e ilustrações de fácil entendimento. Nela podem-se encontrar orientações consistentes sobre as técnicas de cultivo, manejo sustentável as sangria e práticas culturais para o bom desenvolvimento da seringueira na pequena propriedade rural, apresentando ao pequeno produtor que a heveicultura é viável no estado do Tocantins. 56 2.7.1.1.1.3.Bovinocultura de Corte O cenário da pecuária vem se alterando a partir do ano de 2013. Como relatado em Nota Técnica da CNA, a queda nos preços da arroba do boi gordo e os aumentos do Custo Operacional Efetivo (COE), em 2011 e 2012, causaram perda de renda e desestímulo para a pecuária brasileira e tocantinense. Como resultado, houve aumento da proporção dos abates de fêmeas nos anos 2011 e 2012 e diminuição na oferta de bezerros nos anos seguintes. No longo prazo, os preços do boi gordo não acompanham o aumento de custos da atividade. São necessários investimentos em melhorias tecnológicas para aumentar a produtividade e manter a atividade viável economicamente. No entanto, esses investimentos ficaram comprometidos nos últimos anos, em decorrência da perda de renda da bovinocultura de corte brasileira. Além disso, a atividade agropecuária enfrentou um período intenso de seca neste ano. Em 2014 o cenário vem se modificando e o aumento do preço da arroba do boi gordo é resultado da recuperação da pecuária, iniciada no ano passado, após um cenário de baixa cotação dos animais em 2011 e 2012, puxados pelos efeitos da seca nos principais centros produtores e consumidores de carne além dos bons resultados das exportações. As exportações brasileiras de carne bovina alcançaram US$ 5,27 bilhões no período de janeiro a setembro de 2014, apresentando crescimento de 9,88% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em volume, as vendas externas apresentaram um incremento de 5,72% nos primeiros nove meses do ano, com o embarque de 1,15 milhão de toneladas. Fonte: (CNA). O estado do Tocantins continua sendo um grande fornecedor de carne ao Brasil com muitas plantas frigorifica em atividade. 2.7.1.1.1.3.1. Projetos Pecuária de Corte Abrangência: Região Norte e Bico do Papagaio, Sul e Centro – atendimento a 35 produtores. Consultorias Tecnológicas – SEBRAETEC: Com as consultorias SEBRAETEC é possível ter controle financeiro da propriedade, planejamento tanto financeiro como de produção, planejamento de abate, inclusão de novas tecnologias, além de conhecimentos técnicos sobre rebanho, vacinação, manejo, pastagem, mineralização, nutrição e etc. Como resultado do projeto verificou-se que os produtores estão administrando as propriedades como empresa, pois, hoje fazem os controles gerenciais necessários para formação do custo de produção dentro da fazenda. Participação no Prêmio MPE: Em função do trabalho de consultoria gerencial aplicada nas propriedades, três dos quatro finalistas estaduais do prêmio MPE na área de Agronegócio, são do projeto de Pecuária de Corte. Os produtores selecionados foram: Elizabeth Costa da Fazenda W.A., Luciano Vilela da Fazenda da Araguaiana e o Senhor Carlos Araújo da Fazenda Duplo K. Capacitação da Embrapa – Programa ABC: curso sobre Manejo de Pastagem, realizado na cidade de Paraiso com o intuito de atualizar e reciclar os consultores responsáveis pelas propriedades. Implantação do Programa ABC da Embrapa: 3 visitas técnicas nas Unidades Demonstrativas do Programa ABC da Embrapa nas fazendas W.A., Fazenda Araguaiana e na Fazenda União. 2º Simpósio Brasileiro sobre Produção Intensiva de Bovinos em Pasto – PRODUPASTO: O evento discute os novos rumos que a pecuária da região Amazônica deve 57 tomar em relação à demanda de produtores e os baixos níveis de produção apresentados nos últimos anos, assim como, novas técnicas de manejo aliado a o tema sustentabilidade. Empretec Rural: Tem como objetivo multiplicar o potencial empreendedor e aumentar as chances de sucesso. O diferencial desta turma, que aconteceu em Araguaína - Região Norte do Tocantins, é que ela foi voltada aos produtores rurais, técnicos de ciências agrárias e empresárias do ramo do agronegócio. Palestras, oficinas e seminários: Palestras temáticas e oficinas para disseminação das novas tecnologias e processos de gestão. Resultados: conhecimento quanto à gestão da propriedade, gestão da reprodução. Sebrae Mais: Capacitação de produtores e colaboradores com foco na qualidade dentro das propriedades rurais. Adoção por parte dos produtores de conceitos da metodologia 5S, promovendo na propriedade menor desperdício e maior eficiência nas atividades do dia-a-dia. Figura 15 Assistência Técnica / Consultorias Tecnológicas 2.7.1.1.1.4.Bovinocultura de Leite Segundo a SEAGRO em publicação do site SBA, no ano de 2013 o estado produziu 280 milhões de litros. A expectativa de crescimento de 5% na produção de leite para o ano de 2014, o Tocantins tem se mostrado um Estado promissor no cenário nacional. Os dados revelam que de 2012 para 2013 já houve crescimento, sendo que em 2012 foram produzidos mais de 269 milhões de litros de leite e em 2013 os números chegaram à casa de 280 milhões. Fonte: (SBA). Para 2015, a produção de leite deve crescer de 3% a 5% em relação a 2014 e a disponibilidade interna segue como principal problema, já que a demanda não deverá acompanhar o ritmo de crescimento. Fonte: (Canal Rural). 2.7.1.1.1.4.1. Projetos Pecuária de Leite Abrangência: Região Norte e Bico do Papagaio, Sul/Sudeste, Médio Norte e Centro. Metodologia do Projeto Balde Cheio: Para modernizar a pecuária leiteira através da implantação de novas tecnologias de produção e gestão, o SEBRAE trouxe para o Tocantins a metodologia do Projeto Balde Cheio e atende a 219 produtores das regiões. Nessas propriedades existem acompanhamento mensal das atividades combinadas com o Técnico do Projeto Balde Cheio e o Produtor de Leite. Acredita-se que o maior resultado é a mudança de comportamento dos produtores de leite, que agora estão fazendo anotações de despesas, receitas e zootécnicas e com isso estão sabendo exatamente como anda o resultado da atividade. O fortalecimento da cadeia produtiva deve-se pela transferência de tecnologia aplicada e o aprimoramento nas práticas de gestão empresarial que possibilitam ao produtor uma maior visão gerencial de seu negócio, permitindo-lhes que a atividade leiteira se torne a principal fonte de renda familiar, contribuindo para esse fortalecimento. 58 Capacitação para Técnicos e Produtores – CAR Cadastro Ambiental Rural: com o objetivo capacitar os técnicos de campo trazendo conhecimento para estarem auxiliando os produtores no processo de regularização ambiental de suas propriedades e posses rurais. Missão Técnica para SC e PR visitar produtores de Leite Referência. Palestra: “O leite ainda é o melhor negócio para o pequeno produtor”. Empretec Rural: com o objetivo de multiplicar o potencial empreendedor e aumentar as chances de sucesso. Participaram produtores rurais, empresários do seguimento rural, representantes de Secretarias de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento. SEBRAETEC Consultorias Tecnológicas e Gerenciais: como resultados destaca-se o aumento da produção, aumento do patrimônio do produtor, mudança de comportamento dos produtores, que agora estão fazendo anotações de despesas, receitas e zootécnicos. Dia de Campo: Foram realizados 3 (três) dias de campo nas propriedades referências com o objetivo de disseminar a metodologia e prospectar mais clientes. Figura 16 Dia de Campo/ Consultoria Sebraetec 2.7.1.1.1.5.Aquicultura e Pesca O Tocantins tem grande potencial neste setor por contar com uma hidrografia privilegiada e condições climáticas favoráveis para a criação de espécies tropicais e amazônicas. De acordo com boletins estatísticos do Ministério de Aquicultura e Pesca (MPA), a cada ano a piscicultura tocantinense cresce de forma exponencial em virtude de o Estado apresentar uma série de características favoráveis, como por exemplo, clima, recursos hídricos e relevo. Segundo dados do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins - RURALTINS o Tocantins ocupa o 16º lugar no ranking nacional de produção de peixe em cativeiro. Atualmente no Tocantins cerca de mil piscicultores produzem aproximadamente 10 mil toneladas de pescado/ano. Uma atividade que cresce próximo dos 20% ao ano. 2.7.1.1.1.5.1. Projeto Piscicultura da Integração Centro O projeto tem o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva da piscicultura, através do desenvolvimento sustentável da atividade, com geração de ocupação, renda e melhoria da qualidade de vida dos pequenos produtores rurais, pescadores, integrando iniciativa privada e governamental, contribuindo para o crescimento da atividade piscícola na região central do Tocantins. Foram realizados cursos. Consultorias, palestras e oficinas, missão e caravana. Apesar da piscicultura ser um grande segmento em expansão no Estado do Tocantins e principalmente no Município de Porto Nacional não houve adesão do público alvo para realização das ações programadas visando o alcance dos resultados pactuados . Para o próximo ano, este segmento será atendido pelo projeto atendimento setorial Agronegócio de Porto Nacional. 59 2.7.1.1.1.6.Projeto Sudeste Empreendedor Travessia Seca Com o objetivo de promover e aumentar a produtividade, competitividade, sustentabilidade, perenidade e melhoria nos processos de gestão dos pequenos empreendimentos rurais da região sudeste do Tocantins. Por meio do fomento a inovação, fortalecimento do empreendedorismo, difusão de tecnologias sociais e de produção, amenizando assim os efeitos das secas e estiagens prolongadas. Consultoria Tecnológica / Atendimento ao Produtor Rural: Foram atendidos 1.000 Produtores Rurais, onde foram aplicados diagnósticos socioeconômicos e consultorias mensais. Oficinas e Palestras: Realização de 42 Oficinas com os temas Negociar no Campo e Empreender no Campo em 21 municípios, ao todo foram capacitados 573 produtores rurais. Capacitação - Técnicos Atuantes no projeto: Capacitação para 46 Técnicos Atuantes no Projeto, abordando os seguintes temas: Sertão Empreendedor, produção de frango caipira, mandioca, fruticultura, olericultura, gado de leite, armazenamento de alimentos, práticas de manejo para os principais cultivos da região e sobre a correção do solo por meio da calagem e adubação utilizando análise de solo. Marketing e Comunicação: campanha “Negócios da Nossa Terra” apresentando dicas de produção de mandioca, criação de galinha caipira, plantio de banana, horticultura e criação de gado de leite, além da veiculação do conteúdo institucional do projeto. A campanha foi realizada em 09 rádios da região. Diagnostico Socioeconômico: O objetivo do diagnóstico é entender o cenário da seca no Sudeste do Tocantins, transformando as informações socioeconômicas de 1.000 produtores e estabelecimentos rurais, dos 27 municípios pesquisados, em conhecimento para criar estratégias de enfrentamento aos efeitos da seca. Missão Técnica: Com o objetivo de conhecer as práticas do Programa Sertão Empreendedor desenvolvido pelo Sebrae e Federação da Agricultura desde 2013. Foram visitadas diversas propriedades que mesmo com a dificuldade de falta d’agua conseguem exercer a atividade rural, especialmente a pecuária. Criando alternativas criativas para subsistência. Capacitação Empresarial: 1º Workshop de Flores, Mudas e Plantas de Palmas com empresários do segmento de Flores tropicais. Curso Avançado de Arranjos Tropicais com o instrutor Paulo Yoshida uma referencia nacional e internacional. Consultoria Empresarial: Realização de consultoria tecnológica para melhoria no processo produtivo das propriedades rurais dos segmentos de Horticultura, Avicultura e Mandiocultura, no entorno de Palmas, para 17 empresário/produtores rurais. Seminários, palestras e oficinas: Houve 2.644 Participantes nas Clínicas Tecnológicas, Palestras e Oficinas Práticas realizadas na Agrotins. Consultorias tecnológicas: Consultoria para implantar novas tecnologias de produção nas empresas rurais para aumento da produtividade. Atividades atendidas: apicultura, ovinocultura, piscicultura. Junto à produção de ovinos: melhoramento o rendimento de carcaça dos animais, menor período para abate com maior ganho de peso, cruzamento genético. Apicultura: aumento da produção de mel. Caravanas Agrotins e Feira do Empreendedor: Com as Caravanas os produtores tiveram acesso as mais novas tecnologias do Mercado, podendo obter conhecimento através das palestras levando até as suas propriedades. Missão Técnica 20º Congresso Brasileiro de Apicultura – Belém – PA: A caravana contou com 51 participantes produtores das regionais, 16 apicultores irão realizar negócios para aquisição de maquinas, equipamentos e insumos apícula, no valor de futuros com a compra de 60 R$138.500,00, 24 apicultores fizeram negócios no evento com a compra de R$ 17.265,00, com a aquisição de maquinas, equipamentos e insumos apícula. Negócio Certo Rural: Direcionado para pequenos produtores rurais e suas famílias. Com ferramentas simples de gestão eles aprendem a desenvolver e melhor administrar a pequena propriedade rural. Foram realizadas 77 turmas no estado e capacitados 1395 produtores. Figura 17 Consultoria Tecnológica/Capacitação 2.7.1.2.Comércio Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Descrição Atendimento Promover o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios do setor de comércio Elevar a competitividade dos pequenos negócios do setor de comercio do Estado do Tocantins, abrangendo os empreendedores individuais, micro empresas e pequenas empresas. Unidade de Articulação e Conhecimento Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte. Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte. Coordenador do setor Juliana Souza Assunção Leal Responsável pela execução do setor Gabriela Tomasi, Liliane Pagliarini, Eliscléia Alves, Clarice Correa, Adelice Novak, Ilma Lopes. Unidades Executoras Tabela 12 Identificação Projetos de Atendimento - Comércio O setor do comércio representa a maior quantidade de empreendimentos entre os setores econômicos urbanos e o comércio varejista cada vez mais dinâmico tem importância fundamental e histórica para o crescimento econômico do País, assim como, no estado e, neste contexto o Sebrae vem desenvolvendo metodologias específicas de atuação com o setor e formalizando parcerias com os setores publico e privado. Diante desse cenário, o Sebrae tem atuado de forma diferenciada no setor de comércio varejista, a partir do trabalho com os espaços comerciais nas regiões urbanas, de forma a atender uma nova tendência no conceito de consumo, que valoriza ambientes comerciais mais seguros, acessíveis, confortáveis, qualificados, aliados a atividades de consumo e entretenimento. A recuperação não é apenas uma questão de restauração arquitetônica dos prédios e das áreas em geral. É preciso reintegrar os espaços à economia urbana formal. Além da estratégia de revitalização de espaços comerciais, houve a atuação com ações de gestão empresarial, acesso a mercados e inovação tecnológica para o fortalecimento de segmentos estratégicos do setor comercial no Estado do Tocantins, como: materiais de construção, comércio varejista, minimercado, vestuário, farmácias, lanchonetes, artesanatos de babaçu e capim dourado, óticas, autopeças e pet shop. As ações realizadas proporcionaram a 61 transformação positiva das empresas do setor comercial, considerando principalmente a melhoria do visual das empresas, da gestão tributária, campanhas promocionais coletivas, feiras de negócios e a participação em compras governamentais, visando assim, o fortalecimento dos pequenos negócios e da economia tocantinense. Conforme apontou o estudo dos pequenos negócios realizado pelo Sebrae em 2013, o estado do Tocantins contava com 47.434 empresas, sendo que 48% estão classificadas como Micro e Pequenas Empresas e 52% como Microempreendedores Individuais. De acordo com o estudo, 47,9% das empresas do Estado atuam no setor de comércio; 44,4% desenvolvem atividades no setor de serviços; 7,6% são do setor da indústria e 0,2% do agronegócio. As atividades que lideram o ranking estadual são o comércio varejista de artigos de vestuários e acessórios; o comércio varejista armazém; cabeleireiros; restaurantes; bares; obras de alvenaria; o comércio de peças e acessórios para veículos automotores; o comércio varejista de materiais de construção em geral e o comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal. A região central do estado é responsável por 45% dos pequenos negócios. A pesquisa revela que dos 21.540 pequenos negócios, 9.010 pertencem ao setor do comércio. Na capital Palmas o comércio é representado por 4.498 empresas. Na região norte, que concentra 35% dos pequenos negócios, há 16.586 empresas instaladas, sendo que o comércio lidera com 8.708. Em Araguaína, o principal polo econômico da região, das 6.466 empresas, o comércio possui 2.918 empreendimentos. Já a região sul é responsável por 20% dos pequenos negócios. O setor de comércio lidera na região com 5.004 das empresas instaladas. Na cidade de Gurupi, a concentração dos pequenos negócios está no setor de comércio com 1.881 empresas. O artesanal no Tocantins, cada vez mais, apresenta-se como significativa atividade econômica, contribuindo para o fortalecimento cultural do estado, bem como, apresenta–se como gerador de renda e de inclusão social para uma grande parcela de empreendedores. Projetos Atendimento Setorial Comércio - Médio Norte Atendimento Setorial Comércio - Norte Atendimento Setorial Comércio - Palmas Centro Atendimento Setorial Comércio Sul Encadeamento Produtivo - Bunge EXPOART 2014 - Tocantins Inteligência Comercial Competitiva Talentos Moda - Brasil Original Turismo e Produção Associada - Região Central Total Previsto 355 96 388 507 120 630 1.224 2.073 201 5.594 Valores em R$ Realizado 312 94 384 402 120 626 1.210 2.048 200 5.397 % Variação 87,89 97,92 98,97 79,29 100,00 99,37 98,86 98,79 99,50 96,48 Tabela 13 Projeto de Atendimento - Comércio (Previsto x Realizado) Fonte: SME dados extraídos em 16/01/2015 2.7.1.2.1. Setorial Comércio 2.7.1.2.1.1.Projeto Atendimento Setorial Comércio - Norte Ações Missão Empresarial a Construir Rio 2014, no Rio de Janeiro-RJ. Resultados Alcançados 13 Empresas do segmento de Materiais de Construção de Araguaína puderam participar no Rio de Janeiro – RJ, da Construir Rio 2014, onde tiveram acesso a novos mercados e novas tecnologias, contatos direto com fornecedores e participação em Palestras e Cursos 62 Realização do Curso Gestão da Inovação – SEBRAE MAIS Consultorias – Gestão da Inovação Palestra "O Ciclo do Sucesso" Consultorias SEBRAETEC - Identidade Visual – Empresa Brasil Price Consultorias SEBRAETEC – Implantação da ISO 9001/2008 – Empresa Brasil Price Palestra "A Arte de Falar em público" Consultoria Empresarial Diagnóstico e plano de ações de melhorias nas áreas de Marketing e Finanças - Empresa Almeida Distribuidora. CONSULTORIAS SEBRAETEC Criação de Website – Empresa Estratégia Contábil. CONSULTORIAS SEBRAETEC Criação de Campanha de natal – Empresa Its Perfumaria Consultorias – Prêmio MPE Clínica Tecnológica – Design e Vitrinismo CONSULTORIAS SEBRAETEC Design e Vitrinismo – Empresas associadas à ACIARA CURSO Atendimento ao cliente – Parceria com a ACIARA voltados ao segmento. 15 Empresas tiveram acesso a Conhecimento de conteúdo de Inovação e Competitividade, aplicação e avaliação da Inovação nas Empresas. 60 Horas de consultorias para a elaboração do Diagnóstico e pontuação das Oportunidades de Inovar na Empresa. Além disso, plano de ação foi elaborado para o devido acompanhamento desta aplicação, colocando em prática o conteúdo aprendido no curso. Os empresários e colaboradores participantes puderam aperfeiçoar suas habilidades pessoais, para assim obter sucesso como empresário, o que acarretou benefícios e ganhos às suas empresas. As consultorias Tecnológicas na Empresa Brasil Price, possibilitaram inovar toda a identidade Visual da Empresa, através da elaboração de nova marca, novo posicionamento a fim de atingir novos e antigos clientes, e recriação da Identidade Corporativa - Programa SEBRATEC. Foi iniciado o processo de Implantação da ISO 9001 na Empresa Brasil Price. Em 2014 foi realizado 03 Etapas de 10, que terá continuidade e conclusão em 2015. 64 Participantes - Os empresários e colaboradores participantes puderam aprender a utilizar a oratória como diferencial em suas vendas e execuções de ações em suas empresas. Esta ação foi uma ação de Responsabilidade social, onde cada participante trouxe um Pacote de Fralda Geriátrica para doação ao Cantinho do vovô em Araguaína. Empresa Recém Criada em Araguaína, a ação foi primordial para a alavancagem inicial da Empresa, através da elaboração do Plano de Marketing, Acompanhamento do Plano de Marketing, implantação de Controles Financeiros, e rotinas administrativas, garantindo assim o aperfeiçoamento da Gestão Empresarial. Desenvolvimento de site institucional, com informações gerais sobre a empresa, e um serviço agregado a este site que permitiu que os clientes realizassem cálculos trabalhistas relativos a empregadas domésticas online, pagando também online pelo acesso a este serviço, o que aumentou a lucratividade da Empresa. Criação de campanha publicitária para a Empresa Its Perfumaria a fim de atrair os clientes nas festividades de fim de ano. Foi realizado o Prêmio MPE nas Empresas participantes do Projeto, inclusive tendo como finalista 01 Empresa – Pedrita. 20 Empresas Participantes - vendedores e gerentes com técnicas de vitrinismo para atrair de forma eficiente o cliente, cujo resultado seja demonstrado no aumento de vendas. Visita In Loco para Consultorias de Design e Vitrinismo nas Empresas Associadas à ACIARA, para uma melhor exposição dos Produtos. Melhoria no atendimento das empresas associadas à ACIARA. Tabela 14 Projeto Atendimento Setorial Comércio - Norte Figura 18 Consultoria empresarial em Gestão da Inovação /Curso – Inovar para competir 63 2.7.1.2.1.2.Projeto Atendimento Setorial Comércio-Região Médio Norte Ações Realização da Fenecol Realização Gestão Financeira - Na Medida Semana de Capacitação em Atendimento a Clientes Curso de Compras Governamentais para Prefeituras da Região Médio Norte Curso de Compras Governamentais Curso Gestão da Inovação e Consultorias de Inovação Resultados Alcançados A Fenecol aconteceu em Colinas, realização de Rodada de Negócios com prospecção de Negócios 1.548.000,00, Curso de Compras, Palestra Motivacional. A capacitação contou com 20 Participantes desenvolveram suas competências visando compreender e analisar os resultados da empresa e planejar estratégias empresariais. O Evento contou com 42 Participantes que puderam desenvolver suas competências a fim de satisfazer o cliente e com isso gerar um impacto positivo nos resultados. O evento teve 22 participantes que conheceram a preparação para a licitação, o Pregão Presencial com Cota de 25% e Políticas públicas inovadoras. Com a capacitação os municípios puderam aprimorar seus conhecimentos, de maneira a realizar as Licitações e pregões dentro do que exatamente rege a Lei. O evento teve 20 empresas que conheceram os Benefícios da Lei Complementar 123/2006 e Análise de Risco: Inovações Jurídicas e Empate Ficto; Convite; Pregão Presencial com Cota de 25% e Portais de compras. 17 Empresas que receberam 05 Horas de Consultoria na área de Inovação. Trabalhando pontos que podem estar sendo inovados como Layout, Fachada, Sistemas. Curso Atendimento ao Cliente Centenário O Evento contou com 19 Participantes que puderam desenvolver suas competências a fim de satisfazer o cliente e com isso gerar um impacto positivo nos resultados. Caravanas Feira do Empreendedor – Núcleos do Empreender Os núcleos do Empreender de Pedro Afonso, Guaraí e Colinas, participaram da Caravana para a Feira do Empreendedor 2014, participando do Encontro do Empreender e conhecendo grandes inovações do mercado. Consultorias Núcleos do Empreender Realização de 60 horas de Consultoria para os núcleos do Empreender de Guaraí. Onde as empresas puderam Compreender e analisar os resultados da empresa e planejar estratégias empresariais. Campanha de Natal de Colinas do Tocantins Participação de 100 empresas na Campanha de Natal de Colinas, com a divulgação sendo realizada. O objetivo é aumentar as vendas neste período de final de ano. Campanha de Natal de Guaraí Participação de 60 empresas na Campanha de Natal de Guaraí, com a divulgação sendo realizada. O objetivo é aumentar as vendas neste período de final de ano. Consultoria SEBRAETEC Realização de Diagnóstico de Identidade Visual em Supermercado de Itacajá, para que se possa criar uma Identidade Visual. Realização do Seminário Empretec em Colinas Formação de 15 empretecos- empresários participantes dos projetos do setorial comércio e pecuária de leite. Tabela 15 Projeto Atendimento Setorial Comércio -Região Médio Norte 64 Tabela 16 Curso atendimento ao cliente/Curso compras governamentais 2.7.1.2.1.3.Projeto Atendimento Setorial Comércio - Palmas Centro Ações Resultados Alcançados Capacitação: • Curso Atendimento a Cliente – Segmento Material de Construção • Curso Como Atender Bem o Cliente Pet • Curso Atendimento a Cliente In Company para a empresa JL Meurer • Tributação Financeira na Medida para o segmento de Pet Shop e Material de Construção • Curso – Módulo I Programa Formação de Líderes – “Eu Pessoa” • Curso – Módulo II Programa Formação de Líderes – “Eu Líder” • Curso – Módulo III Programa Formação de Líderes – “Eu Líder Coaching” • Curso – Conheça o Produto e Seja Top em Vendas (diretoras Mary Kay) • Curso – Planejamento e Estratégias do Negócio (diretoras Mary Kay) • Curso – Fortalecendo sua Unidade e Desenvolvendo Descendentes (diretoras Mary Kay) • Oficina Desenvolvimento de Equipes Coceno Construtora. Consultorias Uma das inovações para o Segmento Pet Shop foi à realização do Curso Como Atender Bem o Cliente Shop, com a participação de 35 empresas, inclusive uma empresa de Paraiso, com oito funcionários. Um dos resultados desta ação foi mudança de comportamento dos funcionários e no atendimento aos clientes pets. Outro destaque foi à realização de parceria durante o evento Nacional da Mary Kay voltado para diretoras, com a realização de 3 cursos, resultando um crescimento nas vendas de 83% no mês subsequente. Outra ação de capacitação em destaque foi a realização do Programa Formação de Líderes, onde os empresários que participaram, estão literalmente desenvolvendo as pessoas de sua equipe. Como resultado da Oficina de Desenvolvimentos de Equipes ação Prosec na empresa Coceno Construtora, houve uma melhora significativa no processo de comunicação entre colaboradores e gestores. Foram trabalhadas também técnicas motivacionais voltadas para os objetivos da empresa, onde a equipe se sentiu bastante motivada e entendeu o que é de fato ser uma equipe, atendendo os aspectos ligados à ética e as relações profissionais. Empresas atendidas: • Coceno Construtora – Consultorias em Planejamento Estratégico e Inovação em Processos. • Pet Shop Ponto Cão – Consultorias em Recursos Humanos, Finanças, Planejamento Estratégico e Formação de Liderança. • Fibra Engenharia – Consultorias em Recursos Humanos, Finanças e Planejamento Estratégico. 65 Palestras e Oficinas: Foram realizados seis encontros empresariais do Programa SEBRAE Mais e Palestras de: Apresentação do Programa Dalle Carnegie em Paraiso e Capim Dourado Shopping. Oficina do MEG para empresários do PDF Fase II e Capim Dourado Shopping. Oficinas de Direitos do Consumidor com o PROCON. Foram realizadas também Oficinas de Desenvolvimento de Equipe e Oficina de Gerenciamento de Conflitos e Ética no trabalho através do Prosec - Programa SEBRAE de Competitividade. Apoio a Eventos, Feiras e Missões: • • Missão Feicom - empresários do segmento de materiais de construção (31 participantes) Missão Técnica do Segmento Pet Shop aos Projetos de Pet Shop do SEBRAE/DF e SEBRAE/GO. Programa SEBRAE Mais - Encontros Empresariais com a realização do Café Empresarial, com a participação de empresários do Projeto Atendimento Setorial Comércio Palmas Centro e o Projeto Territorial Taquaralto e Região, tendo como foco o fortalecimento da união dos empresários e o fortalecimento de parcerias com Acipa, CDL e Acomac. O público participante foram 45 empresários, de vários segmentos. Para uma melhor efetividade desta ação, realizamos um café por mês, no período de maio a outubro/2014, gerando os seguintes resultados: • Um lugar para a Classe Empresarial de Palmas no Conselho Estadual de Segurança Pública. • Realização de duas oficinas sobre Direitos do Consumidor com o PROCON • Total empoderamento dos empresários, mediante os poderes públicos, onde estes participam ativamente através do Conselho de Desenvolvimento de Palmas – CIDEP, nas decisões e planejamento de ações do poder público municipal e estadual. • 60 empresários se mobilizaram e se dirigiram a Câmara Municipal de Vereadores de Palmas, onde pressionaram os vereadores pela não votação a toque de caixa, referente à alteração de valores do IPTU, levando com isso uma discussão posterior com os empresários. Outro ponto foi à participação dos empresários na Sessão da Assembleia Legislativa do Estado para discussão dos Refis. • As Oficinas de Desenvolvimento de Equipes e Ética contribuíram com o amadurecimento das equipes, melhoria do clima organizacional, integração dos colaboradores-gestores, somados a aspectos motivacionais necessários à obtenção de melhores resultados para a empresa através de aspectos éticocomportamentais identificados e fortes indícios de recorrentes conflitos trabalhados através das oficinas. • • • • • Acesso a novas tecnologias e mercado Atualização dos participantes no que há mais atualizado no segmento de materiais de construção Busca de novos fornecedores Troca de experiência com empresários de Brasília e Goiás – segmento Pet Shop Os empresários do segmento Pet Shop conheceram na prática a implantação da Central de Compras do Segmento em Goiânia, visando com isso trabalhar o amadurecimento do grupo para futuramente programar este formato em Palmas. Tabela 17 Projeto Atendimento Setorial Comércio - Palmas Centro 66 Figura 19 Oficinas Técnicas de Vitrinismo / V Encontro do SEBRAE Palmas–Execuções Trabalhistas e o impacto na classe empresarial 2.7.1.2.1.4.Projeto Atendimento Setorial Comércio-Palmas Norte Ações Consultoria Capacitação Resultados Alcançados Realização de consultoria na área de planejamento estratégico, marketing e TI na empresa Cristal clinica. Empresário buscou ajuda do SEBRAE, pois estava com dificuldades quanto ao financeiro da empresa, já no atendimento inicial foi constado que o mesmo não havia feito o planejamento estratégico do seu empreendimento e que sua empresa não estava atingindo o mínimo de recurso financeiro para custear as despesas. Após esse diagnóstico, o empresário recebeu a Consultoria de Planejamento Estratégico para formulação de objetivos, seleção de programas de ação, logo após recebeu consultoria de Marketing e TI para criação de site e desenvolvimento de cartão fidelidade. Após a interversão do SEBRAE através das orientações a empresa em três meses já atingia o equilíbrio financeiro que tanto precisava. Realização do curso atendimento ao cliente na empresa Clinica Oncológica de Palmas -13 funcionários capacitados. Com esta ação ouve uma melhora na convivência da equipe e interação entre as áreas. Segundo relato da “empresaria após a intervenção da equipe do SEBRAE os funcionários estavam mais motivados e solicitando mais momentos de aprendizado”. Curso formação de preço para os lojistas do Lago norte Shopping e empresários da Alameda 10 – 305 Norte – 15 empresários capacitados, resultando na formação dos preços , bem como a identificação da quantidade de mercadoria em estoque, pois todos os participantes não tinham controle de entrada e saída além de entender sobre calcular impostos, custos fixos e variáveis que compõem a formação de preço, avaliando se os preços praticados estavam dentro do limite para terem lucro. Realização do curso de atendimento ao cliente e consultoria em segurança alimentar com parceria entre a prefeitura de Palmas e SEBRAE, com o objetivo de capacitar os empresários das Praias da Graciosa, Prata, ARNOS, Buritis e Caju e funcionários para melhor atendimento aos clientes e se adequarem as normas da vigilância sanitária. 67 Palestras MEI e oficinas SEI Realização de Palestra MEI e oficinas SEI em parceria com Instituto ação solidaria da região norte de Palmas. As oficinas e os cursos ministrados no Instituto integram o Espaço Empreendedor, criado dentro da entidade para fomentar o empreendedorismo, a qualificação profissional e a cidadania. As oficinas (SEI) foram pensadas juntamente com os técnicos do SEBRAE para atender as necessidades diagnosticadas pelo Instituto nas regiões sul e norte de Palmas, totalizando 108 empresários capacitados. Realização da palestra do MEI para os prestadores de serviço da empresa Sky palmas. Neste atendimento foi diagnosticado que 50% dos prestadores de serviço, já eram empresários MEI e que não estavam em dias com as obrigações tributárias. Logo após a palestra foi realizado o atendimento individual, onde foi possível fazer uma analise da real situação de cada empresa. Tabela 18 Projeto Atendimento Setorial Comércio -Palmas Norte Figura 20 Atendimento a Clinica Oncológica de Palmas/Palestras MEI e oficinas SEI 2.7.1.2.1.5.Projeto Atendimento Setorial Comércio-Sul Ações Núcleo de farmácias Núcleo de Vestuário e Acessórios Resultados Alcançados Diagnóstico do prêmio MPE em 22 empresas para verificar o grau de maturidade da gestão. Com base nos resultados, foi disponibilizado um pacote de soluções de cursos e consultorias do Sebrae com a intenção de trabalhar os critérios de avaliação do questionário. As ações realizadas foram: Curso Gestão Financeira, Curso Planejamento Estratégico, Curso Atendimento ao Cliente e Técnicas de Vendas, Consultoria em Planejamento Estratégico e Encontros Empresariais com o tema Redes de Cooperação e Relacionamento Interpessoal. Elaboração do Estatuto da rede, Eleição de Diretoria, Criação das Fachadas, Início de realização das compras coletivas através do fechamento de contrato com duas distribuidoras e elaboração do planejamento estratégico da Rede Daqui Farma. Aplicação da metodologia Metaplan (metodologia do Empreender) e verificou-se a necessidade de capacitação em gestão (controles financeiros, gestão de pessoas, capacitação de funcionários entre outras) e o diagnóstico do prêmio MPE juntamente com o diagnóstico de cliente. Tabela 19 Projeto Atendimento Setorial Comércio-Sul 68 Figura 21 Reuniões Semanais Reestruturação Rede Daqui Farma/Curso Gestão de Pessoas 2.7.1.2.1.6.Projeto Encadeamento Produtivo BUNGE Ações Capacitação Planejamento Estratégico na Medida Capacitação Aprender a Empreender- Clube de Mães Capacitação Atendimento ao ClienteFeirantes Capacitação Gestão Financeira na Medida Capacitação Como Conduzir Negociações Eficazes Capacitação Tributação para MPE Resultados Alcançados Destaca-se na capacitação, e empresa Roger Lar, que acabara de abrir uma filial em outro município na região e utilizou a consultoria de Planejamento Estratégico para definição de missão, visão e valores, além de começar a esboçar o direcionamento estratégico do negócio padronizando rotinas e elencando metas e indicadores de desempenho. Essa capacitação foi feita na modalidade Kits educativos com as mães que produzem no clube e com as alunas do curso de corte e costura, que ao término previsto para fevereiro de 2015 irão se formalizar como microempreendedoras individuais e passar a produzir suas próprias peças. O clube de mães é uma associação que trabalha com pessoas carentes. Eles produzem roupas, artesanato e doces. Na sede possuem uma lojinha que ficava a maior parte do tempo fechada. Após o curso, as associadas organizaram um cronograma entre eles, para que a loja abra todos os dias e assim elas se revezam. Essa capacitação foi uma solicitação da prefeitura municipal que entregou um prédio reformado com novas instalações, formalizou os feirantes e como parta do programa oferta capacitações. Foram 30 participantes, além de mais 15 que ficaram como ouvintes. Na consultoria do curso, que é de 2 horas, em duas empresas específicas (metal forte e Terra Forte) foi diagnosticado que os programas que as mesmas estavam utilizando não atendiam o fluxo dos processos, e com as duas foi fechado uma proposta de trabalho, que está em andamento e que como entrega já está em fase de teste um novo programa em ambas que possui as características necessárias para o correto gerenciamento financeiro das mesmas. Destaca-se como resultado dessa capacitação e empresa Terra Forte, empresa de topografia situada em Pedro Afonso que logo após participar do curso fechou uma proposta de trabalho com um grande loteamento na cidade de Palmas que fica a 243 km de distancia da sede da empresa. A capacitação de Tributação foi realizada a pedido da classe empresarial de Pedro Afonso, necessidade constatada em um encontro empresarial ainda em 2013, que tratava sobre Tributação. 69 Palestras, Oficinas e Seminários. Consultorias Rodada de Negócios Missões e Caravanas Nesta ação foram realizadas Oficinas de Compras Governamentais, SEI Controlar Meu Dinheiro e SEI Controlar meu dinheiro durante a semana MEI. Além disso, destaca-se o II Fórum de Desenvolvimento Local que foi realizado com fornecedores e potenciais fornecedores da Usina Bunge e da prefeitura, onde além do espaço para tirar as duvidas sobre o processo de compra de ambas as instituições houve uma palestra sobre desenvolvimento local. Outro destaque foi à oficina de Boas Práticas- Segurança Alimentar para os feirantes que trabalham com manipulação de alimentos. Foram realizadas consultoria de gestão financeira nas empresas Terra Forte e Metal Forte. Rodada de negócios realizada em Araguaína durante a feira do Empreendedor onde a Usina Bunge, prospectou R$1.083.000,00 em negócios com 11 empresas fornecedoras. Foram levadas 02 caravanas de Pedro Afonso para a Feira do Empreendedor, sendo uma de empresários e outra de estudantes do colégio agrícola. Os empresários eram de algumas das empresas atendidas pelo Projeto e os demais atendidos pela sala do Empreendedor. Tabela 20 Projeto Encadeamento Produtivo BUNGE Informações complementares do projeto • Aumento de 50% no número de empresas atendidas pelo projeto no ano de 2014. Em 2013 esse número foi de apenas 20. • Aumento de 81% no faturamento bruto das empresas. • Aumento de 400% no número de empresas fornecedoras a Usina Bunge Brasil. Em 2013, das 20 empresas atendidas, apenas 05 forneciam. Em 2014 esse número é de 25. Outro dado interessante é que a maior parte dos empresários (63%) tem nível superior e são do sexo masculino, correspondendo a 77% do total de entrevistados, apesar de em nível de Brasil esse número ser bem mais equilibrado entre os sexos, essa é uma particularidade da região, que apesar de ter muitas mulheres à frente dos negócios, as mesmas não estão inseridas na constituição formal dos mesmos. Destacam-se também os índices de aplicabilidade e satisfação auferidos juntos atingiram em 2013, 87 pontos e 93% respectivamente. Percebe-se com os resultados alcançados, que a metodologia promove o fortalecimento das cadeias de valor das grandes empresas, assim como, contribui positivamente para que o pequeno negócio seja mais competitivo, aumento de faturamento e consegue manter e muitas vezes ampliar seu quadro de colaboradores o que impacta positivamente na geração de renda e no fortalecimento da economia local. Figura 22 Capacitação – clube das mães/II Fórum de Desenvolvimento 2.7.1.2.1.7.Projeto EXPOART-2014 70 Ações Resultados Alcançados Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Artesanato O diagnóstico traça um panorama e gera soluções para que o diversificado processo criativo do artesanato espalhados pelas mais diversas regiões do Estado. Dentro deste trabalho, o Sebrae vem, sistematicamente, desenvolvendo ferramentas para agregar valor, aumentar a qualidade dos produtos e a organização produtiva dos artesãos. A ação vai impactar diretamente produtores de artesanato nas regiões Central, Médio Norte, Norte, Sul e Sudeste, Bico do Papagaio e do Jalapão. Lançamento da Loja Brasil Original no Shopping Lançamento da Loja Conceito de Artesanato no Shopping Capim Dourado - A Loja Brasil Original é uma iniciativa inovadora do SEBRAE e conta com um conceito diferenciado voltado para valorizar a beleza e a diversidade do artesanato desenvolvido no Tocantins Participação dos artesãos no dia 31/08/2014 na rodada de negócios: Vendas diretas: R$ 37.547,00 Negócios futuros e prospecções: R$ 125.400,00 O espaço na Feira do Empreendedor foi criado para divulgar e comercializar o artesanato tocantinense, onde expos produtos exclusivos de produção artesanal. Negócios diretos: R$ 18.000,00 / * Prospecção de Negócios Futuros de R$ 301.000,00 (Trezentos e Um Mil Reais). Desenvolvimento de Identidade Visual para o Artesanato Tocantinense para dar visibilidade na divulgação e comercialização de produtos e serviços do segmento artesanal no mercado nacional e internacional. Desenvolvimento e criação de coleções de novos produtos para unidades produtivas nas regiões norte, sul, sudeste e centro do estado do Tocantins, com a finalidade de fomentar o empreendedorismo artesanal e fortalecer o desempenho de suas atividades comerciais no segmento de moda para complementos e acessórios, visando á inserção do artesanato tocantinense no mercado nacional e internacional. Resultados das oficinas: 1 videomaker; 7 catálogos; 10 cadernos de produtos; Identidade Visual; Criação de protótipos de produtos nas comunidades. Desenvolvimento de processos de qualidade e mercado, com foco na gestão do artesanato tocantinense, voltada para fortalecer o desempenho de suas atividades comerciais no segmento de moda, acessórios e utilitários. Participação na 25° Feira de Artesanato de Minas Gerais, com o objetivo de promover o desenvolvimento e fortalecimento do setor artesanal por meio da valorização do artesão e contribuir com a capacidade mercadológica de 11 comunidades do Tocantins, com a participação de 10.000 produtos artesanais. Rodadas de negócio Consultoria Oficinas de design Oficinas de gestão Feiras e missões A missão técnica tem como objetivo fomentar o empreendedorismo de mulheres trabalhadoras rurais e fortalecer seus conhecimentos e experiências, contribuindo dessa forma com a sua autonomia econômica e, consequentemente, com o fortalecimento da renda familiar. A missão faz parte do plano de trabalho do Projeto Mulheres do Tocantins em parceria com o SENAR. Tabela 21 Projeto EXPOART-2014 71 Figura 23 Loja Brasil Original 2.7.1.2.1.8.Projeto: Inteligência Comercial Competitiva Objetivo Geral: Disseminar informações sobre oportunidades de negócios e disponibilizar Inteligência de mercados para tomada de decisão empresarial. • Apoio na realização da semana Nacional de Ciência e Tecnologia; • Apoio na realização do Encontro de Contabilidade; • Elaboração e assinatura do Termo de Compromisso com todas as Associações Comerciais; Negócios Internacionais • Confecção do Manual de Orientações para Negócios Internacionais; • Manual de logística, incentivos e subsídios à exportação no Tocantins; • Cadastro e acompanhamento de empresas na Central de Oportunidades; • Realização de diagnóstico e planejamento estratégico para produtores de frutas do Projeto Manuel Alves em Almas-TO; Figura 24 Manuais de Orientações para Negócios Internacionais / Logística do Tocantins VI Fórum de inclusão financeira do Banco Central Com o objetivo de apresentar e debater os avanços e os desafios na promoção da inclusão financeira no Brasil e no mundo, com destaque especial para as inovações em relação a instrumentos de poupança e ao provimento de crédito para os micros e pequenos empresários a fim de trazer estas ações no estado do Tocantins. Os parceiros participantes foram o SICRED, SICOOB Credipar, Agência de Fomento e PRODIVINO. Semana de Recuperação de Crédito para MEI Com objetivo de recuperar o crédito dos Microempreendedores Individuais inadimplentes na Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia, fomentando assim os investimentos de Fim de Ano, promovendo a maior oferta de produtos e serviços ao cliente e aumentando a competitividade deste público alvo. 72 Figura 25 Semana de Recuperação de Crédito para MEI O Projeto iniciou suas ações realizando um levantamento para identificar os subsídios e investimentos para fomento à exportação no Estado do Tocantins. Foram mapeados linhas de crédito dos bancos, histórico de exportações do Estado, principais produtos exportados e subsídios do Governo. Em um segundo momento, fizemos um levantamento para identificar como a logística do Estado poderia facilitar o processo de exportação. Após as análises acima, foi realizado um trabalho de campo que tinha como objetivo identificar empresas com potencial de internacionalização. Foi realizado diagnóstico nas empresas identificadas, e as empresas que aderiram à proposta de internacionalização, foram apresentados um conjunto de ações a ser desenvolvido para que essas empresas pudessem atingir as exigências legais para acessar o mercado externo. Foi criado o Manual de orientação do empresário, com objetivo de explicar o passo a passo para que a empresa pudesse ter acesso a financiamentos para exportação, e se registrar nos órgãos competentes para ficar apta para exportar. 2.7.1.2.1.9.Projeto Talentos Moda – Brasil Original O Projeto Talentos Moda Brasil Original tem como objetivo geral aumentar a competitividade e sustentabilidade dos grupos produtivos está focado nas ações de fortalecimento da gestão institucional, melhoria da qualidade e agregação de valor dos produtos artesanais e abertura e fortalecimento de novos canais de mercado, buscando a profissionalização em cada área estratégica do projeto, além da formação de multiplicadores em desenvolvimento de produtos, acesso a mercados e gestão de metas organizacionais. Neste sentido busca, com os eixos estratégicos (gestão, produto e mercado), proporcionar viabilidades econômicas, sociais e financeiras a todos os grupos produtivos envolvidos no projeto, promovendo a autonomia e a sustentabilidade para os parceiros e para a o público da Agricultura Familiar. Ações Acesso a mercado, feiras e rodadas de negócios. Resultados Alcançados Missão das artesãs de El Salvador e Delegação Brasileira Participação na 25ª Craft Design- SP, 30ª festa da uva em caxias do sul. Capacitação comercial, em gestão e vendas. Emponderamento feminino Aumento da qualidade de vida das comunidades Incentivo econômico às localidades Fortalecimento dos stakeholders Manutenção de Parcerias e Políticas Públicas para o segmento 112 contatos cadastrados 195 Consumidores 39 Lojistas 12 Exportação Perfil dos contatos: Consumidores, Lojistas, Outros (Exportação, Organizadores Feiras, Sebrae, 73 formadores de opiniões, e canais). Gestão Financeira e tecnológica Análise do atendimento, vendas, cadastro e pós-venda; Sugestão de melhorias e mudanças no processo comercial; Calibragem das vendas; Assessoria em processos de negociação e concretização de vendas; Relatório interno diário de vendas e contatos; Ações de marketing via SMS durante os eventos de negócios. Diagnósticos – Identificação das habilidades, tipologias trabalhadas e definição do seguimento seguido pelos grupos, com vistas à definição de estratégia de mercado; Curadoria dos produtos já existentes visando à melhoria e desenvolvimento de novos produtos; Transferência de tecnologia no desenvolvimento de processos de fabricação e qualidade sequenciada durante produção do produto; Desenvolvimento de caderno técnico Desenvolvimento da Identidade Visual Desenvolvimento da tabela de preços Desenvolvimento de caderno virtual Oficina de Qualidade Sequenciada Desenvolvimento de produtos para a promoção comercial Palestra Motivacional Oficina Acesso a mercado Oficina Sei Controlar meu dinheiro Oficina Sei unir Forças Gestão contábil e fiscal em cooperativas Consultoria Capacitação Tabela 22 Projeto Talentos Moda – Brasil Original Figura 26 Produtos / Craft Design 2.7.1.2.1.10. Projeto Turismo e Produção Associada – Região Central Ações Consultoria Capacitação Resultados Alcançados Artesãos do Povoado Prata em São Felix receberam consultorias financeiras melhorando a gestão do seu empreendimento. Busca alternativa para melhorar a renda e montaram a cozinha na Associação para fornecer refeição para os turistas, em parceria com as agências de turismo. Cursos de Atendimento a clientes para os barraqueiros na temporada de Praia 2014 melhoraria no atendimento ao turista. Curso Juntos Somos Fortes Agronegócios com a capacitação em Associativismo para as associações diminuindo os conflitos entre os artesãos. 74 Com a missão técnica realizada na comunidade Quilombola em Boitaraca em Nilo Peçanha, artesãos conheceram os trabalhos realizados pelos Quilombolas, viram que era possível levar para a sua comunidade a experiência adquirida, montaram um alojamento, adquiriram camas, ventiladores e produtos de cama mesa e banho para receber os turistas na Comunidade Prata. Missão Tabela 23 Projeto Turismo e Produção Associada – Região Central Comentários O Projeto foi encerrado em função das varias ações realizadas na região central com outros projetos como: Expoart 2014 e Mulheres Produtivas e Empreendedoras do Tocantins, as ações serão transferidas para os demais projetos onde se dará continuidade nas atividades não deixando desassistido o público alvo. 2.7.1.3.Indústria Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Descrição Atendimento Promover o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios do setor de industrial. Elevar a competitividade dos pequenos negócios do setor industrial do Estado do Tocantins, abrangendo os empreendedores individuais, micro e pequenas empresas. Unidade de Articulação e Conhecimento Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte. Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte. Coordenador do setor Juliana Souza Assunção Leal Responsável pela execução do setor Djales Oliveira, Ilma Lopes, Cristiano Faquini, Sara Vargas. Unidades Executoras Tabela 24 Identificação Projetos de Atendimento - Indústria No Estado do Tocantins o setor industrial é alicerçado no subsetor da Construção Civil com 61,5% do total do PIB industrial, enquanto no Brasil este indicador é 19,6%. Já o subsetor da Indústria de Transformação no Brasil representa 62,1% do PIB industrial, enquanto no Estado do Tocantins este indicador é 11,1%. Diante disso, configura-se o desafio do Estado do Tocantins, promover uma industrialização capaz de agregar valor as suas riquezas naturais e humanas, uma vez que os investimentos em infraestrutura entrarão em um ciclo de consolidação e não mais de implantação, onde há uma tendência natural de queda em sua importância relativa. A elevada carga tributária é o principal entrave para o desenvolvimento da indústria no Tocantins e no Brasil. Apesar de sofrer uma queda de 5,7% em relação ao trimestre passado, esta ainda continua sendo a maior dificuldade para o desenvolvimento da indústria. A dificuldade de se contratar mão de obra qualificada cresceu significantemente, aumentando 20,5% em relação ao 3º trimestre de 2012 e permanecendo assim no 2º lugar do ranking dos principais problemas. Em 3º lugar destaca-se a Competição Acirrada de Mercado, reflexo provavelmente do crescimento na importação de produtos acabados, do baixo nível de competitividade e ainda da deficiência tecnológica das indústrias. Um ponto positivo que podemos destacar nesse trimestre é a diminuição do alto custo da matéria-prima, que recuou de 27,6% para 23,3%, uma queda de 4,3%. 75 Projetos (*) Atendimento Setorial Indústria Centro Atendimento Setorial Indústria Norte Atendimento Setorial Indústria Sul Total Previsto 329 65 220 615 Valores em R$ (**) Realizado % Variação 326 99,09 65 100,00 220 100,00 611 99,35 Tabela 25 Projeto de Atendimento - Indústria (Previsto x Realizado) Fonte: SME dados extraídos em 16/01/2015 2.7.1.3.1. Atendimento Setorial Indústria Centro Ações Capacitação Consultoria Empresarial Missões e Caravanas Seminários, palestras e oficinas. Orientações Técnica Resultados Alcançados D-Olho na Qualidade – com objetivo de implantação da Filosofia 5S nas respectivas empresas para a redução de desperdício, que é um dos principais gargalos das empresas desse segmento. Gestão Financeira na Medida - utilização dos controles, monitoramento e gestão financeira. Compras Governamentais - Compreender o fornecimento para a Administração Pública como uma nova oportunidade e analisar o potencial do seu negócio para fornecer a Administração Pública. Consultorias nas áreas de Gestão financeira, D’Olho na Qualidade e Certificação. Oficinas tecnológicas realizadas na Feira do Empreendedor e também no 1º Encontro Estadual da Construção Civil, focado para todos os segmentos da cadeia da construção civil. Missão Empresarial a Milão e Participação no Salão do Móvel de Milão Missão Empresarial: Expo Print 2014 - no Transamérica Expo Center - São Paulo – SP, com a participação de 17 Empresários e 1 potencial empresário do segmento de Indústrias Gráficas, 02 representante do Sindicato das Indústria Gráficas. Missão Empresarial: Cachoeiro Stone Fair 2014, em Cachoeiro de Itapemirim/ES, contou com a participação de 10 empresários do segmento de Marmorarias do Tocantins. Foi realizado oficinas/palestra com três empresas do ramo de panificação, sobre Atendimento ao Cliente, buscando melhor o contato com os clientes nesse segmento. Houve Palestra sobre a formalização para o público geral. Realizou-se uma Oficina de Desburocratização e Compras Públicas. Essa meta de orientação estava prevista para ser realizado pelos ALI, no qual desempenharam um papel importante na captação de demandas para o projeto e principalmente na orientação quanto a Inovação, Qualidade e Gestão. Tabela 26 Atendimento Setorial Indústria Centro 76 Figura 27 Missão para Milão – Grupo de madeira e móveis/Missão Stone Fair – Grupo de Marmoraria 2.7.1.3.2. Atendimento Setorial Indústria Norte Ações Consultorias Resultados Alcançados Foram realizadas 10 horas de consultorias voltadas à inovação, marketing, processos. Missão Empresarial Aplicação de diagnóstico do prêmio MPE para avaliar a maturidade de gestão das empresas. FEBRATEC – Blumenau/SC. Participaram 16 empresários de Confecções de Araguaína. Foram realizadas visitas técnicas nas Fábricas CATIVA. FARBE e ROTIVEX. Tabela 27 Atendimento Setorial Indústria Norte 2.7.1.3.3. Projeto Atendimento Setorial Indústria Sul Ações SEBRAE + Gestão da Inovação Capacitação Palestra Perspectiva da Economia Brasileira e o Impacto sobre as MPE´s. Missão Empresarial FEICON 2014 São Paulo-SP Resultados Alcançados Esta ação contribuiu para que os participantes desenvolvessem competências a fim de compreender os conceitos relativos à inovação e aos processos de gestão da inovação no contexto da pequena empresa, abordando a importância da inovação para a competitividade e buscou implantar através das consultorias estratégias para estímulo à inovação nas empresas participantes. Participaram do curso de compras governamentais, empresários de pequenas indústrias de móveis, marmorarias e serralherias, o objetivo é prepara-los para fornecer para administração pública e ampliar suas possibilidades de negócios e aumento de faturamento. A palestra realizada buscou fazer explanação técnica e analisar a Influência econômica no planejamento empresarial e na tomada de decisões, eventuais medidas governamentais podem exigir da parte das MPE´s, adequações importantes que garantam a sua sobrevivência no mercado, ou ainda gerar um quadro de oportunidades para as empresas. A FEICON BATIMAT é o principal Salão da Construção da América Latina. O evento mais completo do setor apresenta a cada ano, inovações e tendências proporcionando um encontro para ótimos negócios, networking com grandes profissionais e marcas do setor da construção civil e principalmente a disseminação de novos produtos e serviços. Todo o evento foi de grande importância para os participantes, pois além da oportunidade de ampliar a visão sobre a atuação no mercado, proporcionou conhecimentos estratégicos e técnicos na gestão empresarial e na fomentação da organização do setor. Os empresários participantes fizeram contatos com fornecedores, realizaram negócios estimados em R$ 48.000,00 e com previsão de 77 Missão Empresarial CACHOEIRO STONE FAIR Cachoeiro de Itapemirim/ES geração de negócios futuros em curto prazo em torno de R$ 585.000,00, para investimentos em novas tecnologias e ampliação dos produtos e serviços. Empresários do segmento de marmorarias participam da missão técnica par Cachoeiro Stone Fair 2014. A cidade de Cachoeiro de Itapemirim é a capital brasileira do mármore e o maior polo de beneficiamento de rochas das Américas e a Cachoeiro Stone Fair é o ponto de encontro desse mercado, sendo um ótimo investimento para seus expositores e uma excelente oportunidade para os seus visitantes. Os resultados práticos desta missão foram muitas informações, novidades e tendências de maquinas e técnicas, fechamento de negociação de produtos, insumos e maquinários. Conhecimento de novos fornecedores. Além das palestras houve também uma visita técnica, em uma empresa de referencia nacional. Tabela 28 Projeto Atendimento Setorial Indústria Sul Figura 28 SEBRAE + Gestão da Inovação / Palestra Inserção Design nas Marmorarias 2.7.1.4.Serviços Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Descrição Atendimento Promover o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios do setor de serviço. Elevar a competitividade dos pequenos negócios do setor de serviços do Estado do Tocantins, abrangendo os empreendedores individuais, micro empresas e pequenas empresas. Unidade de Articulação e Conhecimento Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte. Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte. Coordenador do setor Juliana Souza Assunção Leal Responsável pela execução do setor Gabriela Tomasi, Ilma Lopes, Solange Lima, Adelice Novak, Eliscléia Alves, Djales Oliveira, Renata Moura Unidades Executoras Tabela 29 Identificação Projetos de Atendimento - Serviços Apesar de a economia tocantinense apresentar evoluções a cada ano, sua contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional ainda é pequena, apenas 0,5%. No âmbito regional, a participação do Tocantins para o PIB é de 8,3%. O setor de serviços é o principal responsável pela formação do PIB estadual. No Tocantins, esse segmento da economia se concentra na capital, Palmas, e nas cidades localizadas próximas à Rodovia Belém-Brasília, pois, o fluxo de pessoas é intenso nessas localidades. A região Central do Estado é responsável por 45% dos pequenos negócios. Dos 21.540 pequenos negócios, 10.835 estão no setor de serviços. 78 Em relação às três maiores cidades do Estado, o setor de serviços lidera na capital Palmas com 6.865 empresas. Em Araguaína, o principal polo econômico da região, das 6.466 empresas, o setor de serviços lidera com 3.022. Na cidade de Gurupi, o setor de serviços concentra 1.608 empresas. A atuação no Estado do Tocantins no setor de serviço contemplou principalmente capacitações, acesso a mercados, a serviços financeiros e inovação. As ações proporcionaram aos pequenos negócios a aplicação de ferramentas de gestão e conhecimento sobre as tendências de mercado dos respectivos setores, sendo que estas ações contribuíram para o fortalecimento da economia nacional. Projetos (*) Previsto Atendimento Setorial Serviço - Norte Atendimento Setorial Serviços - Médio Norte Atendimento Setorial Serviços - Palmas Atendimento Setorial Serviços Sul Contadores de Araguaína Estruturação do Pólo Turístico de Taquaruçu - 2014 Reparadores Automotivo Sul Restaurantes de Araguaína Segmento da Beleza de Paraíso Talentos do Brasil III - MDA Turismo e Produção Associada - Região Sul Total 66 120 454 141 35 1.140 114 92 90 667 630 3.550 Valores em R$ (**) Realizado % Variação 66 100,00 120 100,00 452 99,56 141 100,00 25 71,43 471 41,32 114 100,00 91 98,91 89 98,89 582 87,26 464 73,65 2.615 73,66 Tabela 30 Projeto de Atendimento - Serviços (Previsto x Realizado) Fonte: SME dados extraídos em 16/01/2015 2.7.1.4.1. Projetos Atendimento Setorial Serviço Palmas, Norte, Médio Norte e Sul. Ações Cursos e Consultoria - segmento automotivo Cursos, Consultoria - segmento Contadores Resultados Alcançados Foram realizados cursos e reuniões com os empresários do segmento automotivo, tendo como resultados a implantação da cultura da inovação nas empresas. Os cursos realizados foram gestão financeira, 5S, Empretec, consultoria em TI. As empresas participantes do 5S foram: R M Baterias, Milenium Autopeças, Jalapão Auto Center. As empresas que participaram do curso gestão financeira foram: H P Auto Center, Adenir Centro Automotivo, Newcar Centro Automotivo e Estufa de Ouro. Foram realizadas visitas técnicas ás empresas atendida pelo Ali juntamente com a Analista técnica para buscar levantar demandas e as necessidades dos empresários e acompanhar o atendimento das ações em andamento. A empresa Big Som participou por meio do empresário José Emílio, do Empretec. Realização do planejamento estratégico de 13 empresas integrantes do núcleo empreender. O processo constitui-se em desenvolver os mapas estratégicos e criar direcionadores e indicadores de resultado, buscando facilitar o direcionamento do gestor que encontrava dificuldades técnicas na gestão da organização. O processo contribuiu para: • Estruturar e definir as áreas de atuação e seus indicadores de resultados. • Mobilizar gestores e colaboradores, promovendo o alinhamento de interesses e as diretrizes da 79 • • Encontros empresariais Missão técnica Programa Agentes Locais de Inovação 2014 Empresa Pôr do Sol, Assados e Grelhados. Figura 29 Empresa Pôr do Sol - Antes Figura 30 Empresa Pôr do Sol - Depois organização. Fortalecimento da competitividade através da identificação de nichos de mercado. Definição do posicionamento estratégico. Realização dos encontros empresariais para empresários do núcleo empreender contadores com a finalidade de promover a interação de empresários de um mesmo setor por meio de um ciclo de encontros e eventos planejados.·. Nos encontros, os empresários são estimulados a trocar experiências, compartilhar erros e acertos e dar depoimentos, sempre com o propósito de contribuir para a melhoria ou para a transformação de seus negócios. Além disso, os encontros permitem a criação de uma rede de contatos e de futuros parceiros, num esforço conjunto para estabelecer novas relações de negócios, resolver problemas comuns do dia a dia, compartilhar soluções já testadas e consolidadas entre as empresas participantes. Os encontros contribuíram para: • Quebrar paradigmas quanto à integração da classe, colocando os integrantes como parceiros e não mais como concorrentes; • Promover um trabalho de moralização do mercado, definindo valores de honorários, politicas de trabalho e relacionamento; • Desenvolvimento da liderança compartilhada; • Experiências vivenciais; • Aprimoramento do serviço tecnológico disponibilizado ao mercado. Realização de missão técnica na cidade de Natal nas empresas Rui Cadete, Métodos Contabilidade e CRC/RN como o objetivo de adquirir conhecimentos e troca de informações entre os empresários para que os mesmos se motivem a investir e se profissionalizarem na prestação de serviços contábeis. Realizou-se o acompanhamento de 50 empresas, sendo 41 pertencentes ao segmento de bares e restaurantes e nove do segmento de hotéis, por meio do agente local de inovação. Foram identificadas as necessidades de realização de consultorias específicas, como Gestão da Qualidade e Produção para Implantação do Manual de Boas Práticas de Fabricação e capacitação dos colaboradores e para início da aplicação da Metodologia cinco menos que são mais. De uma forma geral, as empresas realizaram ações próprias como compra de novos equipamentos, reforma da estrutura física, reforma da fachada, investimento em propagandas, agregação de valor, criação do espaço criança, dentre outras. Como resultados, obteve-se a evolução das empresas em relação aos seus graus de inovação, a conscientização dos empresários sobre importância da busca constante pela inovação e o aumento da competitividade. O Hotel Casa Grande implantou o totem como criação da sua fachada, melhorando assim a visibilidade e fortalecimento da marca da empresa. O Pôr do Sol, Assados e Grelhados ampliou sua área de atendimento, buscando aumentar o número de clientes e 80 criou o espaço criança, visando o público, famílias e criando relacionamento com o cliente. Foram realizados três cursos, em parceria com o Programa ALI (Gestão de Pessoas e Equipes, Gestão Financeira, o D’Olho na Qualidade), para o público do segmento de bares, restaurantes e hotéis. Estes cursos foram demandas identificadas pelo agente local de inovação buscando atender as necessidades das empresas acompanhadas. Capacitações Com o curso de Gestão Pessoas e Equipes, a empresa Hotel Araguaia criou o Manual do Colaborador e a empresa Restaurante Victória desenvolveu um plano de carreira para os colaboradores. Com a consultoria do curso D’Olho na Qualidade, as empresas Churrascaria Portal do Sul, Jacinta Buffet, Dom Vergílio, Churrascaria Tarumã e Blue Chopp realizaram melhorias como organização do estoque, descarte de equipamentos inutilizáveis, limpeza e higiene do ambiente. Palestra PROSECPrograma Competitividade SEBRAE de Curso in company de Atendimento ao Cliente na empresa Hotel Casa Grande. O conhecimento adquirido no curso incentivou o surgimento de novas ideias que foram levados pelos colaboradores às reuniões da empresa, como a criação de um cartão fidelidade. Realização de palestra para apresentação do manual de colaborador, iniciativa do núcleo empreender contadores de palmas em parceira com, ACIPA, FACIET e empreender, O manual foi desenvolvido pela consultora do empreender a 10 empresas, com o objetivo de melhorar o entrosamento entre as pessoas e proporcionar uma rápida assimilação dos serviços a serem executados. Hotel Lago da Palma – Consultorias em: Planejamento Estratégico, Recursos Humanos, Finanças e Inovação em Marketing e oficina de Desenvolvimento de Equipes. Tabela 31 Projetos Atendimento Setorial Serviço Palmas, Norte, Médio Norte e Sul. Figura 31 Consultoria em planejamento/Curso in company – hotel casa grande “A gente conseguiu melhorias excelentes com os nossos colaboradores através dos cursos que a gente trouxe para dentro do hotel, melhorando a motivação dos colaboradores e reduzindo a rotatividade.” Nilce Gama de Souza – Gerente Hotel Casa Grande 2.7.1.4.2. Projeto Contadores de Araguaína Ações Capacitações Resultados Alcançados Imposto de Renda Pessoa Jurídica 30 Participantes – Atualização das principais novidades para realizar as declarações de imposto de Renda Pessoa Jurídica. 81 Feira do Empreendedor Intensivo Tributário – Real, Presumido e SIMPLES Nacional 60 Participantes – Puderam intensificar seus conhecimentos em tributação, desde o SIMPLES nacional até o Real e Presumido, a fim de evitar cobranças de impostos indevidas para seus clientes, e estar em consonância com as principais obrigações destas formas de tributações. Encontro com os contadores, na Feira do Empreendedor 2014, onde foi realizado um Talk show, dirimindo dúvidas em comum sobre diversos temas da Classe Contábil. Na ocasião foi apresentado o Caso de Sucesso da Implantação da Rede SIM em Araguaína. Tabela 32 Projeto Contadores de Araguaína O projeto foi encerrado, pois, com a evasão do público alvo, restando apenas 7 empresários, inviabilizando a aplicação da metodologia GEOR para projeto setor segmento. Essas empresas serão atendidas no projeto Atendimento Setorial serviço- Norte. Figura 32 Curso Intensivo Tributário – Lucro Real, Presumido e SIMPLES / Encontro de contadores. 2.7.1.4.3. Projeto Estruturação do Pólo Turístico de Taquaruçu - 2014 O projeto iniciou suas ações no mês de setembro, com o objetivo de aprimorar a gestão das micro e pequenas empresas do turismo, situados no distrito de Taquaruçu, como pousadas, agências de turismo, bares, restaurantes, padarias, mercados, atrativos turísticos, artesãos e outros. Ações Missão Palestras Resultados Alcançados A Feira das Américas - ABAV é uma das maiores feiras de turismo da América Latina e ponto de encontro, comercialização e comunicação de toda a cadeia produtiva do setor turístico. Bonito – MS – o objetivo da missão técnica foi conhecer de perto a realidade turística da região e seus mecanismos de funcionamento, na tentativa de aplicar e/ou adaptar suas melhores práticas à realidade turística regional do Tocantins. ⋅ Qualidade; ⋅ Gestão de Pessoas; ⋅ Formação de preços; ⋅ Inovação; ⋅ Sustentabilidade Tabela 33 Projeto Estruturação do Pólo Turístico de Taquaruçu - 2014 82 Figura 33 Missão ABAV/Palestras 2.7.1.4.4. Projeto Restaurantes de Araguaína Ações Diagnóstico Feira do Empreendedor Consultoria Resultados Alcançados Foi elaborado um diagnóstico em 24 Restaurantes do Mercado Municipal, o qual gerou um relatório, que foi enviado ao Prefeito Municipal de Araguaína, com as sugestões de Melhorias para os pequenos negócios ali instalados, e proposição de Parceria para 2015. Seleção dos Restaurantes participantes da Praça de Alimentação e para o receptivo das Caravanas. Os Critérios utilizados para a indicação foram: Empresas que mais capacitaram seus colaboradores durante o horizonte do Projeto e Empresas com melhor alcance de qualidade. Boas práticas de Fabricação -Garantia da Qualidade dos produtos vendidos durante a Feira do Empreendedor 2014, através da adequação da Praça de Alimentação à RDC 216 da ANVISA. Elaboração do Plano de Marketing para o aperfeiçoamento da Gestão Empresarial, através do novo posicionamento do Mercado. Missão Empresarial Capacitações Festival Gastronômico Brasil Sabor 2014 198 Horas de Consultorias de Boas práticas em 06 Restaurantes de Araguaína, sendo as seguintes etapas: Diagnóstico Inicial, Check-List, Elaboração de Plano de ação, Treinamento com colaboradores e Elaboração do Manual de Boas práticas, bem como o acompanhamento na implantação do mesmo. Foi realizada a caravana para a Fispal Food Service Nordeste e Fispal Tecnologia Nordeste 2014, para conhecer as novas tendências do segmento, participar de palestras, acesso a novas tecnologias, e a prospecção de negócios na feira. Cursos e palestras de Boas Práticas de Fabricação de Alimentos com os colaboradores dos Restaurantes participantes, para a aplicação da gestão da qualidade e a garantia da qualidade na fabricação dos alimentos. Patrocínio do Festival Gastronômico Brasil Sabor 2014, realizado pela ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Tabela 34 Projeto Restaurantes de Araguaína 83 Figura 34 Missão Empresarial à Fispal Food Service Nordeste / Praça de Alimentação da Feira do Empreendedor Padronizada dentro da RDC 216 da ANVISA 2.7.1.4.5. Projeto Segmento da Beleza de Paraíso O projeto realizou capacitações técnicas e gestão para profissionais da beleza (cabelereiros e manicures), através de palestras e workshops que levam conhecimento sobre novas técnicas e tendências de beleza durante os eventos circuito da beleza e feira do empreendedor – salão conceito. Foram apresentados casos de sucessos de profissionais da área e contatos com fornecedores e profissionais renomados. Os casos de sucesso de Taylor e Tedy e Deane Vasconcelos foram de grande importância para os profissionais vejam como superar todas as dificuldades e ter crescimento e sucesso. A palestra do empreendedor individual tirou dúvidas de quem já era empreendedor registrado, incentivou e deixou apto quem quisesse se registrar. A palestra de inovação trouxe dicas de como inovar para competir. Os workshops de penteados para noivas de mechas para Ombré tropical, manicure e de maquiagem foram de grande importância para o aprendizado de novas técnicas com profissionais de fora do estado e renomados. E evento contou com a participação de 121 profissionais da beleza de Paraíso e região, sendo realizadas duas caravanas de Palmas e Porto Nacional. Empresária encontra no conhecimento o sucesso profissional Superar desafios, inovar e conquistar seu espaço. Em 17 anos atuando no segmento da beleza, Marcilene da Silva Lima descobriu que a busca pelo conhecimento e a troca de experiência são o caminho do sucesso profissional. Até chegar a esse nível de negócio, Márcia conta que se dedicou em primeiro lugar a buscar conhecimento. “Procurei o Sebrae e comecei a participar de todas as capa- citações que eram oferecidas, a participar de eventos de beleza proporcionados pelo Sebrae. Nas primeiras feiras que eu fui, cheguei a ir somente com o dinheiro da passagem”. Figura 35 Empresária Marcilene da Silva Lima 2.7.1.4.6. Projeto Talentos do Brasil III - MDA Projeto Talentos do Brasil – MDA III é uma complementação do Talentos Moda Brasil Original, portanto, as ações são realizadas em conjunto. 84 2.7.1.4.7. Projeto Turismo e Produção Associada Região Sul Este projeto tem como objetivo principal desenvolver o potencial ecoturístico do Estado capacitando mão de obra ao formatar produtos de turismo de aventura, pesca esportiva e turismo de sol e praia no Tocantins nos municípios de Natividade, Almas, Dianópolis, Rio da Conceição e Peixe. Os produtos são segmentados de acordo com a potencialidade de cada local baseados em sustentabilidade para gerar emprego e renda para as populações locais e aumentar o gasto médio e o tempo de permanência do turista nos respectivos municípios. Ações Resultados Alcançados Realização de palestras sobre Conscientização Turística e Oportunidades de Negócios Romaria Senhor do Bonfim para os professores e estudantes da rede estadual de ensino na cidade de Natividade; Coleta Seletiva - para os barraqueiros que atuaram na Temporada de Praia 2014 e empresários no Povoado do Senhor do Bonfim; Inclusão financeira em parceira com instituições financeiras, levando informações de serviços financeiros. Oficina PAS - Programa Alimento Seguro com objetivo de capacitar todos os participantes do projeto que atuam com empreendimentos voltados ao segmento de alimentos. 1°. Encontro com Empresários Trade Turístico de Natividade. Consultorias desenvolvidas para o planejamento e organização da Romaria de Nosso Senhor do Bonfim. Oficina/Palestras Consultoria Sabor e Gestão – Direcionado para todos os barraqueiros e pequeno negócios que trabalharam com o segmento de alimentos na Temporada de Praia 2014. Caravana com estudantes do ensino fundamental para incentivar e desperta-los para o Turismo Rural, terceiro ano consecutivo que é desenvolvido esta ação em parceria com o Projeto de Agronegócio da Região. Capacitação Missão e caravanas Caravana com empresários de Natividade e Dianópolis para a Feira do Empreendedor em Araguaína, visitação e participação de capacitações oferecidas no evento. Tabela 35 Projeto Turismo e Produção Associada Região Sul Figura 36 Palestra coleta seletiva / Romaria Senhor do Bonfim 2.7.1.4.8. Reparadores Automotivo Sul Ações Palestras Resultados Alcançados Palestras técnicas com fornecedores do setor Sustentabilidade - Ação realizada para manter empresários focados e 85 sensibilizados da importância de continuar realizando as adequações proposta durante consultoria em “Gestão Ambiental” e principalmente demonstrar que essas ações tornam suas empresas mais competitivas, pois geram resultados que contribui para tornar suas empresas mais lucrativas. Perspectiva da Economia Brasileira e o Impacto sobre as MPE´s explanação técnica e analisar a Influência econômica no planejamento empresarial e na tomada de decisões, eventuais medidas governamentais podem exigir da parte das MPE´s, adequações importantes que garantam a sua sobrevivência no mercado, ou ainda gerar um quadro de oportunidades para as empresas. Curso de eletricista veicular básico e Eletrônica aperfeiçoamento proporcionar aos empresários conhecimentos técnicos e capacidade de acompanhar desenvolvimento automobilístico. Os empresários tiveram a oportunidade de ampliar a visão sobre a atuação da automecânico no mercado, conhecimentos estratégicos e técnicos na gestão empresarial além da fomentação e organização do setor. A feira AUTOPAR conta com mais de 500 marcas expositoras já confirmadas, a 7ª edição da AUTOPAR - FEIRA DE FORNECEDORES DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA – é um dos maiores eventos deste segmento, com expectativa de superar mais de 30 mil visitantes nos quatros dias de evento. A caravana para AUTOPAR 2014 contou com a participação de 21 empresários do setor automotivo da cidade de Gurupi, Capacitações Missão Empresarial AUTOPAR 2014 Curitiba-PR Tabela 36 Reparadores Automotivo Sul Figura 37 Empresa Líder Centro Automotivo Desde 2008 o proprietário da Líder Centro Automotivo, Arimar Linhares, participa do Núcleo Reparadores Automotivo por meio do programa Empreender, desenvolvido pelo o Sebrae Tocantins. Após sair da informalidade, o empresário viu mudanças em seu empreendimento e hoje colhe os frutos dessa parceria que tem sido fundamental para o crescimento da sua empresa. “Como parceiro do Sebrae, através do Núcleo Reparadores Automotivo, acrescentei muitas experiências importantes para o meu negócio. Participei de capacitações e missões empresariais. Abriu a minha mente! A cada dia vejo que só estou crescendo mais”. 2.7.1.5.Territorial Dados Gerais Descrição Tipo Atendimento Territorial Finalidade Atender os empreendedores de pequenos negócios nas áreas urbanas e rurais, atuando em diversos segmentos econômicos (agronegócios, indústria, comércio e serviços). 86 Descrição Atender as empresas com orientações técnicas sobre abertura de empresa, gestão, planejamento, acesso a serviços financeiros e mercado. Aplicar as soluções SEBRAE através da realização de capacitações ofertadas ou in company, Seminários, Palestras, Feiras e Missões. Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidade de Gestão do Atendimento e Unidade de Gestão Estratégica Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Núcleos Regionais Centro, Médio Norte, Norte e Sul. Responsável pela execução do setor Unidade de Gestão do Atendimento e Núcleos Regionais Normí Maria dos Santos Aldeni Batista Torres, Edglei Dias Rodrigues, Jirene Pinheiro Silva, Marcus Vinicius Vieira Queiroz, Millena Pereira Lima Rodrigues, Paula dos Reis Coelho Alencar, Renata Moura Alves Simas, Sara Vargas de Macedo, Solange Lima de Oliveira, Taiane de Azevedo Dias Bueno, Carlúcia Saraiva de Brito, Leonardo José de Oliveira e Eligeneth Resplande Pimentel. Tabela 37 Identificação Projetos de Atendimento - Territorial Em 2014, o Sebrae Tocantins executou por meio de 14 projetos de atendimentos territoriais, norteados pelo planejamento e o direcionamento estratégico, diversas ações de capacitações, consultorias, promoção e acesso a eventos, feiras e missões, voltadas para o desenvolvimento da gestão empresarial, para o acesso a mercado, a inovação e tecnologia. Neste ano, o Sebrae superou o número dos 24 mil pequenos negócios atendidos. Destes, mais de 72% foram atendidos pelos projetos da Carteira de Atendimento Territorial, que atende todas as demandas espontâneas oriundas dos municípios organizados nos quatros núcleos: Núcleo Regional Sul, Núcleo Regional Centro, Núcleo Regional Médio Norte e Núcleo Regional Norte, considerando o público alvo do Sebrae. Valores em R$ (**) Previsto Realizado % Variação Atendimento Setorial Comércio - Palmas Norte 926 921 99,46 Atendimento Territorial - Colinas do Tocantins e Região 230 218 94,78 Atendimento Territorial - Guaraí e Região 275 253 92,00 Atendimento Territorial - Paraíso do Tocantins 305 299 98,03 Atendimento Territorial - Porto Nacional Tocantins e Região 153 144 94,12 Atendimento Territorial Araguaína 1.014 894 88,17 Atendimento Territorial Bico do Papagaio 260 242 93,08 Atendimento Territorial Gurupi 396 396 100,00 Atendimento Territorial Palmas e Região 1.072 1.072 100,00 Atendimento Territorial Sudeste 214 213 99,53 Atendimento Territorial Sul 211 210 99,53 Atendimento Territorial Taquaralto e Região 233 231 99,14 Atendimento Territorial Vale do Araguaia 357 356 99,72 Central de Relacionamento 0800 - SEBRAE/TO 112 100 89,29 Empreendedorismo na Educação - TO 1.236 1.192 96,44 Feira do Empreendedor 2014, 2016 e 2018 887 887 100,00 Qualidade da gestão nos pequenos negócios e fomento ao empreendedorismo 845 788 93,25 SEBRAE/TO no Território da Cidadania Bico do Papagaio 541 541 100,00 SEBRAE/TO no Território da Cidadania Jalapão 535 531 99,25 SEBRAE/TO no Território da Cidadania Sudeste 532 531 99,81 TO - Desenvolvimento Econômico no Território Araguaia Tocantins 911 909 99,78 Total 11.470 10.930 95,29 Projetos (*) Tabela 38 Projeto de Atendimento - Territorial (Previsto x Realizado) Fonte: SME dados extraídos em 16/01/2015 87 2.7.1.5.1. Núcleo Regional Centro O Núcleo Regional Centro abrange 39 municípios que são atendidos pelas unidades operacionais de Palmas, Paraíso e Porto Nacional. Os clientes são atendidos pelos projetos: Atendimento Territorial Palmas, Atendimento Territorial Vale do Araguaia, Atendimento Territorial Paraíso e Atendimento Territorial Porto Nacional. 2.7.1.5.1.1.Projeto: Atendimento Territorial Palmas e Região • • • • • Capacitação Empresarial - Foram realizados 14 cursos: Atendimento ao Cliente (3), Gestão Financeira (1), Gestão de Estoques (2), Gestão de Pessoas (2), Técnicas de Vendas (2), Como Conduzir Negociações Eficazes (1), Empretec (2) Planejamento Estratégico (1). Resultados: Foram capacitados cerca de 300 pequenos negócios de Palmas. Consultoria: Consultorias Empresariais e Tecnológicas. Resultados: Clientes atendidos nas áreas de Planejamento financeiro, Planejamento estratégico, Recursos Humanos, Planejamento em Marketing e Vendas, Criação de Identidade Visual e Criação de Site. Palestras, Oficinas, Seminários: Programa Próprio (50), Oficinas SEI (08), Palestra Microempreendedor Individual (50) Palestra da Vigilância Sanitária Alimentação (13), Palestra da Vigilância Sanitária Beleza (13), Ciclo de Palestras (15). Resultados: Participaram em média 4.300 pessoas em oficinas, palestras e seminários, destaca-se: A maior participação de públicos nas palestras sobre o Microempreendedor Individual e da Vigilância Sanitária, tendo em vista a parceria com a Prefeitura, cujo foco é facilitar o cumprimento das legislações pertinentes ao MEI, bem como a gestão do seu negócio. Informação e orientação: Atendimento Individual aos empresários. Resultados: Orientações Técnicas que promovem o desenvolvimento e melhoria da gestão nos pequenos negócios e/ou para a abertura de novos negócios. Programa Negócio a Negócio: atendimento presencial ao MEI – 3 visitas. Caso de sucesso de consultoria: Comercial Campo e Cidade Segundo Ezequiel da Cruz, inaugurar o Comercial Campo e Cidade foi um sonho realizado que percorreu um grande caminho. “Eu e minha família estamos muito felizes com os primeiros resultados do nosso empreendimento, porém nada disso seria possível sem o apoio do SEBRAE”, finalizou o empresário. Figura 38 Caso de Sucesso - Comercial Campo e Cidade 2.7.1.5.1.2.Projeto: Atendimento Territorial Vale do Araguaia 88 O projeto atende através de produtos e soluções do Sebrae, 17 municípios: Abreulândia, Araguacema, Barrolândia, Caseara, Chapada de Areia, Cristalândia, Divinópolis, Dois Irmãos, Lagoa da Confusão, Marianópolis, Miracema, Miranorte, Monte Santo, Nova Rosalândia, Paraíso do Tocantins, Pium, Pugmil que compõem a Região do Vale do Araguaia. O projeto atende os pequenos negócios nas áreas do comércio, indústria, serviços e agronegócios, buscando o fortalecimento, a orientação e desenvolvimento dos empresários e empreendedores. O foco das ações está na melhoria da gestão empresarial, relacionamento e vendas, controles financeiros, administrativos e operacionais e tecnologia de informação, com objetivo de auxiliar na tomada de decisão para a geração de novos negócios e o desenvolvimento dos empreendimentos já existentes. Outras ações: Programa Crescer tem por objetivo o desenvolvimento de ações continuadas nas empresas participantes, buscando o crescimento do negócio e a mensuração de resultados em curto e médio prazo. Figura 39 Empresária Alana Kelsilene 2.7.1.5.1.3. Lei Geral Realização de ações de Políticas Públicas, com cursos, oficinas e palestras, de vários temas, como: compras governamentais, Como se tornar um Microempreendedor Individual, aplicação de diagnósticos do Prêmio MPE Brasil e realização de consultorias nas empresas. Lei Geral implantada: Em dez municípios de Paraíso, Nova Rosalândia, Pium, Cristalândia, Lagoa da Confusão, Miranorte, Miracema, Chapada de Areia, Marianópolis e Monte Santo. Lei Geral regulamentada: Em sete municípios: Divinópolis, Abreulândia, Caseara, Araguacema, Dois Irmãos, Pugmil, Barrolândia. Esses municípios receberam o apoio do Sebrae, para efetivamente implementarem as ações previstas nos quatro eixos fundamentais: Compras Governamentais, Sala do Empreendedor, Agente de Desenvolvimento e Desburocratização. O Agente de Desenvolvimento Local (AD). Figura 40 Palestra sobre Microempreendedor Individual / Reunião de orientação e criação do Comitê Gestor do Turismo da Lagoa 89 2.7.1.5.1.4.Projeto: Atendimento Territorial Paraíso • Capacitações: As realizações do programa Sebrae MAIS: Empretec; o programa Na Medida: Gestão financeira, Planejamento estratégico. Os cursos Atendimento ao cliente, Tributação para MPE´S, Assistente Administrativo (parceria SINE), Segurança Alimentar (1ºturma); Segurança Alimentar (2ºturma). Resultados: Foram realizados 07 cursos da matriz educacional do SEBRAE. 02 turmas de “Na medida” que são acompanhados de consultoria. • Apoio a Feiras: Feirão Quem ama Paraíso compra Aqui (ACIP); Apoia a Campanha Minha Mãe é 10 ACIP; feiras e Campanhas da ACIP. Resultados: Redução dos estoques parados nas empresas participantes; aumento nas vendas a vista; maior divulgação das empresas e movimentação no comércio local e retenção dos recursos no município. • Oficinas: Sei Controlar meu dinheiro; Sei Planejar; Sei Vender. Resultados: Foram realizadas palestras semanais do MEI na sala do empreendedor com acompanhamento do SEBRAE e oficinas. • Consultorias: foram realizadas consultorias nas áreas de gestão, marketing, RH, finanças segurança alimentar, Tecnológica SebraeTEC e SebraeTEC MEI; • Orientação: Foram realizadas orientações a empresários e potencias empresários na cidade de Paraíso. Figura 41 Curso Segurança Alimentar / Seminário Empretec - Paraíso 2.7.1.5.1.5.Projeto: Atendimento Territorial Porto Nacional O projeto Atendimento Territorial Porto Nacional e Região atendeu empresas dos municípios de Porto Nacional, Santa Rosa, Silvanópolis, Ipueiras, Oliveira de Fátima, Fátima, Santa Rita, Monte do Carmo e Brejinho de Nazaré. • Capacitação: Atendimento ao Cliente (3); Gestão de Estoque; Gestão Financeira; Técnicas de Vendas; Tributação para Micro e Pequena Empresa e o Seminário Empretec, proporcionando aos participantes aprimoramento na gestão do seu negócio. • Consultorias: Compras Governamentais; Atendimento ao Cliente, Gestão Financeira e Gestão de Pessoas, Normas e Leis e em Segurança Alimentar as consultorias atreladas ao curso Gestão Financeira na Medida, Prêmio MPE e Políticas Públicas (consultorias/pesquisa). Resultados: Em compras governamentais as empresas passaram a participar de licitações em seus municípios, aumentado o faturamento na gestão financeira das empresas atendidas; Consultorias Tecnológicas: Sustentabilidade - SEBRAE Mais, em parceria com a Vigilância Sanitária Municipal, onde empresários conseguiram implantar tabela nutricional e rótulo, aumentando 90 consideravelmente seu faturamento e conquistando novos mercados. Em parceria com Vigilância Sanitária, esta identificou várias irregularidades nos empreendimentos do Setor de alimentação em Porto Nacional, foi realizado trabalho de orientação e sensibilização para melhores práticas de manipulação dos alimentos, obtendo a liberação do Alvará da Vigilância Sanitária. • Palestras e Oficinas: Foram realizadas 26 Palestras e 17 Oficinas. Resultados: 400 novos empreendimentos, onde foram realizadas palestras com foco na formalização dos Microempreendedores Individuais, em todos os municípios atendidos pelo projeto, proporcionando um aumento significativo nas vendas após a formalização; • Promoção e Acesso a Eventos do SEBRAE - Missão/Caravanas: Realização de duas Caravanas com a participação de 15 empresas para a Feira do Empreendedor, em Araguaína e outra para o Circuito da Beleza em Paraíso do Tocantins, para troca de experiências e conhecimento. Figura 42 Curso Sebrae Mais / Caravana Feira do Empreendedor 2.7.1.5.1.6.Projeto: Atendimento Territorial Taquaralto e Região Em abril de 2014, foi inaugurado uma nova Unidade Operacional do Sebrae em Taquaralto, com o objetivo de ampliar e aproximar o Sebrae do seu público alvo, região que abrange uma população de cerca de 90 mil habitantes. O projeto atende todas as demandas espontâneas oriundas de Taquaralto e dos bairros adjacentes, como Aurenys, Santa Fé, Santa Bárbara e Taquari. O projeto tem como objetivo aumentar a competitividade, sustentabilidade e perenidade dos pequenos negócios, por meio da realização de atendimento presencial individual e/ou coletivo, promovendo informações, consultorias e orientação empresarial. Amplia a abrangência de acesso aos produtos e serviços desta instituição, promovendo o desenvolvimento econômico e fomentando a cultura empreendedora. Capacitação: Atendimento ao Cliente, Gestão Financeira, Técnica de Vendas, Gestão de Estoques, Produção de Embutidos e Empretec. Consultoria tecnológica na área de Identidade Visual, Marketing e Gestão da Produção. Resultados: Realização de ações conjuntas com projetos da região central para promover a integração dos empresários, entre outras. Fidelização dos clientes fazendo com que os mesmos participem de outras soluções, como por exemplo, consultorias. • Consultorias: Foram realizadas consultorias nas áreas de finanças, recursos humanos e planejamento estratégico. Resultados: Aumento na demanda de consultorias financeiras; Implantação de controles básicos da gestão, redução do custo operacional e folha de pagamento, no caso do Restaurante Chão Nativo. Segundo relatado pelo empresário a consultoria lhe permitiu ampliar a visão com relação à empresa que lhe permitiu tomar decisões, a exemplo disso, a extinção do seu horário de funcionamento durante a noite, pois, percebeu-se que ele não tinha um ganho significativo, demandava mais mão de obra, além do desgaste do empresário. Redefinição da marca feito na empresa Homeplex, implantação de uniformes, cartão, carro, etc., pelo programa Sebraetec, o que permitiu que a empresa fechasse contrato 91 • • • • com outras empresas; Já nas consultorias Sebratec MEI uma das suas principais características foi possibilitar aos empreendedores o Acesso ao Mercado. Isso porque nos trabalhos realizados foi possível criar a identidade visual dessas empresas e a sua tabela nutricional o que permitiu aumentar as vendas do empresário em mais de 1000%. Atendimento Individual: Realização de Atendimentos Individuais formalização, alteração, baixa e declaração do MEI; solicitação de consultoria; orientação para abertura de um negócio; e orientações em diversas áreas aos Empresários (MEI, ME e EPP) e Potenciais Empresários da Região de Taquaralto. Resultados: 751 empresas formalizadas e apoio na declaração de imposto de renda a 117 empresas, referentes ao exercício de 2013. Palestras, Oficinas e Encontros Empresariais: Realização de palestras de sensibilização para a formalização do MEI, Oficinas SEI e Encontros empresariais do Programa Sebrae Mais, 6 Encontros Empresariais fazem parte da ação Sebrae Mais realizada em parceria com o projeto Atendimento Setorial Comércio Palmas Centro, com o objetivo de promover a integração dos empresários da região central com a região sul de Palmas. Apoio a Eventos, Feiras e Missões: Capacitações para os Microempreendedores Individuais, por meio do Instituto Ação Solidária, Capacitação dos participantes da 8° Edição do Festival Gastronômico de Taquaruçu e apoio na realização da I Semana do Empreendedor Individual – SEDEM. Parceria com a Prefeitura Municipal de Palmas por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Emprego - SEDEM com o Sebrae e outros parceiros como Banco do Povo, Sine e Vigilância Sanitária-VISA para a realização da I Semana do Empreendedor Individual. No decorrer dessa semana aconteceram Palestras, Oficinas, orientação empresarial com a formalização dos Microempreendedores Individuais, expedição e consulta de alvarás, acesso ao crédito e informações em geral. Foi possível realizar mais de 208 orientações e foram abertos mais de 120 processos para liberação das licenças de funcionamento. Missões e Caravanas: Caravana para a Feira do Empreendedor. Resultados: A caravana foi realizada em parceria com a Faculdade Católica com a participação dos acadêmicos e professores do curso de Sistema de Informações para a programação das Startups: “Startup day”. Figura 43 Capacitações / Palestra do Microempreendedor Individual 2.7.1.5.2. Núcleo Regional Sul O Núcleo Regional Sul abrange 34 municípios que são atendidos pelas unidades operacionais de Gurupi e Dianópolis. Os atendimentos são feitos através dos projetos Atendimento Territorial Gurupi, Sudeste e Sul. 2.7.1.5.2.1.Projeto: Atendimento Territorial - Gurupi 92 O projeto Atendimento Territorial Gurupi atendeu todas as demandas espontâneas oriundas do Município de Gurupi, ofertando cursos, palestras, missões, oficinas e consultorias. • Palestra semanal sobre MEI; • Oficinas SEI; • Cursos; • Empretec – 2 turmas; • Consultorias; Em TI nas áreas de TI, planejamento estratégico, design, financeiro, gestão da produção, dentre outras; • Atendimento gratuito a MEI´S e ME´S de Gurupi através do programa Negócio a Negócio; • Realização de 03 Turmas do programa Próprio; • Diversas informações e orientações sobre abertura de empresas, cursos, consultorias, empréstimos, alteração e baixa de empresa, etc. Resultados: Pode-se destacar duas ações deste projeto: A realização de dois Empretec e casos de sucesso de consultorias realizadas. Dentre os participantes do Seminário Empretec, destaca-se um dos casos de sucesso Wanderson Ribeiro que após participação resolveu deixar seu emprego de carteira assinada em Gurupi para, junto com a esposa, Sindyellen Parreira, abrir o próprio negócio. “Meus amigos me questionavam como tinha coragem de largar uma renda fixa para me aventurar com espetinho, porém sempre quis trabalhar nessa área alimentícia e com o apoio e ajuda da minha esposa na preparação dos pratos, embarquei nessa jornada”. Figura 44 1ª Turma Empretec / 2ª Turma Empretec Outra importante ação foi a Campanha Liquida Gurupi, realizada entre os dias 6 a 8 de novembro, com a participação de 100 pequenos negócios. O evento promoveu o comércio local, a exemplo da empresa Capital Motos Concessionaria Chineray, que segundo o gerente de vendas José Calebe, “a visitação no stand foi acima do esperado e que só nos dois primeiros dias já havia movimentado mais de R$ 60.000,00 em negócios”. O evento que foi realizado na Avenida Goiás em Gurupi ainda contou com desfiles, praça de alimentação e shows com bandas regionais. Figura 45 Campanha Liquida Gurupi 93 2.7.1.5.2.2.Projeto: Atendimento Territorial Sudeste O Atendimento Territorial Sudeste é composto pelos seguintes municípios: Almas, Arraias, Aurora do Tocantins, Chapada da Natividade, Combinado, Conceição do Tocantins, Dianópolis, Lavandeira, Natividade, Novo Alegre, Novo Jardim, Paranã (território), Ponte Alta do Bom Jesus, Porto Alegre do Tocantins, Rio da Conceição, São Valério da Natividade, Taguatinga, Taipas do Tocantins. • Consultoria: SebraeTec e Sebraetec MEI Realizado Oficinas PAS – Programa Alimento Seguro para barraqueiros participantes na Temporada de Praia 2014 nos municípios de Formoso do Araguaia, Sandolândia, Paranã, Ponte Alta de Bom Jesus, Rio da Conceição, Porto Alegre e Natividade; Realização do Programa Seja Melhor, com a participação de 10 empresas. Foi aplicado o questionário MPE, feita a devolutiva da autoavaliação para o empresário e proposto o Plano de Melhoria da Gestão (PMG) que recebeu o acompanhamento durante três meses de execução. Consultorias em layout e setorização em três empresas da Região Sudeste, Amor Perfeito, D1Tudo e Panificadora Central. Resultados: Implantado controles financeiros, cadastro e registro de clientes, mudanças de processos, adequação de função de pessoal, entre outros. Caso da Empresa Tecnote que fez mapeamento de seus clientes e iniciou a execução de ações para divulgação de seus produtos. • Oficinas: SEI voltadas para o Microempreendedor Individual, PAS – Programa Alimento Seguro. Em agosto foi realizado oficinas para os empresários atuantes com segmento de alimentos no Povoado do Senhor do Bonfim em Natividade. • Capacitação: Foram realizados cursos Na Medida - módulo Gestão Financeira; cursos Atendimento ao Cliente, Sabor e Gestão, realizado em Natividade, Dianópolis, Formoso do Araguaia e Paranã para os barraqueiros atuantes na temporada de praia 2014. • Seminário: Empretec com 23 empresários de Natividade. • Palestras: Sebrae Mais, Sensibilização MEI; Palestra E-Social e Motivação para ser um campeão. Resultado: Foram 13 palestras e oficinas realizadas nos municípios da Região Sudeste, atendimento aos pequenos negócios e em todas as cidades durante a Temporada de Praia. • Orientação e Informação: durante a temporada de praia foram realizados 900 atendimentos. Figura 46 Curso Atendimento ao Cliente / Seminário Empretec 2.7.1.5.2.3.Projeto: Atendimento Territorial Sul O projeto atende 16 municípios: Aliança, Alvorada, Araguaçu, Cariri, Crixás, Dueré, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Gurupi, Jaú, Palmeirópolis, Peixe, Sandolândia, São Salvador, Sucupira e Talismã. • Consultorias: Em layout, finanças e planejamento estratégico, Sebraetec MEI. 94 Figura 47 Antes da consultoria / Depois da consultoria • Oficinas: SEI e Compras Governamentais; Oficina de Marketing e Planejamento Estratégico. Todos com 02 horas de consultoria por empresa. • Cursos: Na Medida realizado em Palmeirópolis e Formoso do Araguaia com o tema: Gestão Financeira, e tendo como média 20 participantes por curso. • Seminário: seminário Empretec, em Palmeirópolis, turma com 16 empresários. • Palestras: Sensibilização MEI, 30 palestras e oficinas realizadas nos municípios da Região Sul, atendimento aos pequenos negócios, e presença em todas as cidades durante a Semana do MEI. • Lei Geral: Implementada em sete municípios com inauguração de seis salas do Empreendedor; • Orientação e Informação: Atendimento aos pequenos negócios, totalizando mais de 700 informações e orientações, realizadas também em parceria com as salas do empreendedor. Atendimento com as soluções do Programa Negócio a negócio, mais de 380 empresas da Região Sul. • Feiras: Organização e revitalização das feiras da agricultura familiar de Cariri do Tocantins e Figueirópolis; • JEPP: Aderiram ao programa 27 escolas de 10 municípios da regional, sendo capacitados mais de 263 professores com a participação de 5.093 alunos. Figura 48 Sala Empreendedor Talismã / JEPP 2.7.1.5.3. Núcleo Regional Médio Norte O Núcleo Regional Médio Norte atende 27 municípios que pertencem aos territórios da Regional e através das unidades operacionais de Colinas e Guaraí os clientes são atendidos por dois projetos de Atendimento Territorial Colinas do Tocantins e Região e Guaraí e Região. 2.7.1.5.3.1.Projeto: Atendimento Territorial Colinas do Tocantins e Região • Capacitação Empresarial - Atendimento ao Cliente (3), Gestão Financeira – Na Medida (1), Gestão de Pessoas e Equipes – Na Medida (1), Planejamento Estratégico 95 • • • • • • – Na Medida (1), Curso Formação Básica de Agentes de Desenvolvimento – ADL (1); Curso Crescendo e Empreendendo (1); Curso Compras Governamentais – Comprador (1); Curso Compras Governamentais – Fornecedor (1); JEEP - Jovens Empreendedores (1). Resultados: Despertar dos empresários no que tange à importância de se realizar processos de Planejamento Estratégico nas empresas bem como oportunidade de desenvolver competências com o foco na satisfação do cliente. Consultoria: Planejamento Estratégico, Marketing Estratégico, Gestão Financeira, Segurança Alimentar, Código de Barra e Identidade Visual. Resultados: Desenvolvimento de ações fundamentais para a melhoria da gestão dos negócios como, por exemplo, Tabela Nutricional e Código de Barras e Rótulos, Marcas de Produtos para melhoramento de embalagens, criação de cartões de visitas, expositores de produtos, além do desenvolvimento de boas práticas de fabricação em processo produtivo com elaboração de Manual de Boas Práticas. Foram trabalhados também processos de Formação de preço de venda de produtos e controles financeiros. Palestras, Oficinas, Seminários: SEI (07), Oficina Compras Governamentais (1); Capacitação Básica para os Atendentes da Sala do Empreendedor (1); Oficina Gestão de Conflitos nas Empresas (1); Oficina Forme seu Preço de Venda (1); Oficina Como Falar em Público (4); Diálogo Empresarial Controles Financeiros do Caixa ao Fluxo de Caixa (1); Diálogo Empresarial Empresário como Líder Coach (1); Resultados: Estimulo ao empresário a pensar o seu negócio, a entender o mercado e preparar seus produtos e serviços, além do controle diário de entradas e saídas das empresas. Atendimento/Informações e Orientações: Atendimentos a Empreendedores Individuais, Micro e Pequenas Empresas e potenciais empresários. ALI – Agente Local de Inovação: Visitas in loco. Resultados: Adesão de 50 EPP’S ao programa ALI. Prêmio MPE Brasil: Realização de 45 inscrições validadas. Resultados: 01 Empresa classificada Prêmio Mulher de Negócio: Realização de 10 inscrições validadas. Resultados: 01 Empresa classificada Figura 49 Curso Formação Básica de Agentes de Desenvolvimento – ADL / Consultoria - Grupo Auto Bicicletão 2.7.1.5.3.2. Projeto: Atendimento Territorial Guaraí e Região • Capacitação Empresarial - Gestão de Pessoas e Equipes – Na Medida (1), Planejamento Estratégico – Na Medida (1), Tributação para MPE (1); Curso Compras Governamentais – Comprador (2); Curso Compras Governamentais – Fornecedor (1); Capacitação Básica para os atendentes da Sala do Empreendedor (1); Gestão Financeira na Medida (1); Determinação Empreendedora (1); Técnicas de Vendas (1); Capacitação em Boas Práticas na Fabricação de Alimentos (2); 96 • • • • • Capacitação D’Olho na Qualidade- 5S (2). Resultados: Após a Capacitação Básica para os atendentes, todos os municípios passaram a ter pelo menos duas pessoas capazes para atender os empreendedores via sala, o que fez aumentar o fluxo de clientes. Outro resultado a ser ressaltado é que após o curso Gestão de Pessoas, o colégio Impacto seguindo a orientação da consultoria desenvolveu um programa de avaliação que classifica os professores dos níveis I a III, remunerando de acordo com o desempenho nas avaliações. As capacitações contribuíram para mudanças seja no ambiente físico do negócio ou comportamental. Consultoria: Na Medida sobre Planejamento Estratégico, Gestão Financeira e Gestão de Pessoas. Realizados diagnósticos SEBRAETEC nas áreas de Identidade Visual, Layout, Segurança Alimentar e Qualidade. Desses foram pactuadas 09 propostas de trabalhos continuados nas 03 áreas citadas. Resultados: 364 empresas atendidas pelo Programa Negócio a Negócio em 16 municípios. Palestras, Oficinas, Seminários: Formalização do MEI, Oficinas de Compras Governamentais e Oficinas SEI. Resultados: Destaque para a I Conferência sobre SST onde tiveram mais de 200 participantes, sendo 50 empresas com seus colaboradores e acadêmicos do curso de administração de empresas da Faculdade Guaraí. Orientações Técnica: 53 empresas atendidas através do programa ALI. Prêmio MPE Brasil: Realização de 30 inscrições validadas. Resultados: 01 Empresa classificada. Prêmio Mulher de negócio: Realização de 10 inscrições validadas. Resultados: 01 Empresa classificada Outro evento que marcou o ano foi a Semana do MEI, que desta vez atendeu a todos os municípios da regional, com palestras, oficinas, sendo que em Guaraí, foi realizado um fórum de acesso ao crédito com a representação de 3 instituições financeiras. Destaca-se também a participação de duas caravanas na Feira do Empreendedor em Araguaína, com a participação de empresários do ALI e do Empreender e em outra composta por estudante de administração de empresas (potenciais empreendedores). Figura 50 Tributação para MPE / Capacitação Piloto do NA – Determinação Empreendedora 2.7.1.5.4. Núcleo Regional Norte O Núcleo Regional Norte atende 39 municípios que pertencem aos territórios da Regional e através das unidades operacionais de Araguaína e Araguatins os clientes são atendidos através dos projetos de Atendimento Territorial Araguaína e Bico do Papagaio. 2.7.1.5.4.1.Projeto: Atendimento Territorial Araguaína • Capacitação - Gestão Financeira na Medida-Sebrae Mais- em parceria com ACIARA, Gestão Financeira na Medida-Sebrae Mais-In Companhy, Técnicas de 97 Vendas, Crédito e Cobrança, Cult líder, Atendimento ao Cliente Mulher Empreendedora, Habilidades Gerenciais, Gestão da Qualidade, Gestão de Estoque, Gestão de pessoas- em parceria com ACIARA. • Palestras, Oficinas, Seminários, programas: Empretec, palestra passo a passo para formalização, empreendedorismo para alunos do ensino médio, palestra com empresários do shopping popular de Araguaína, responsabilidade social- cadastro de medula óssea. Oficinas SEI, Oficinas Sei Vender, Sei Comprar, Sei Controlar meu dinheiro, Sei Planejar, Sei unir forças. Oficina tecnológica de boas práticas de alimentação. Encontros Empresariais, Seminário Desafios do Crescimento - Feira do Empreendedor e Programa Próprio. • Consultoria: Implantação de e-commerce Its perfumaria, Planejamento EstratégicoVidraçaria Nacional, Criação de site - Pet Mar e Its perfumaria, implantação da ISSO 9001:2008 –empresa Vasque Móveis, marketing e financeira- JOJU Modas, marketing – Hojuara, Alvo fotográfico, Tem Ten, design e layout dos micro empreendedores do shopping popular em Araguaína. • “Feiras e Campanhas: Campanha de Natal de Araguaína:’ Quem ama Araguaína compra aqui”. Fórum Época. Figura 51 Empretec / Oficinas SEI 2.7.1.5.4.2.Projeto: Atendimento Territorial Bico do Papagaio • Capacitação – Tributação na Medida, Gestão Financeira na Medida Atendimento a Cliente – ACIAT, Técnicas de Vendas, Crescendo e Empreendendo, Gestão do Visual de Lojas Sped Fiscal, Calorimetria com o Núcleo Setorial da Beleza, Gestão de Hotéis em parceria com o SINE. • Palestras, Oficinas, Seminários, Programas: Oficinas Sei, Palestra de Formalização – Micro Empreendedor Individual, Motivação para o Sucesso, Empreendedorismo Seminário de Crédito com a Caixa Ec. Federal, Acesso a Crédito em parceira com Agencia de Fomento. • Consultoria: Diagnóstico para Consultoria de Licenciamento Ambiental -Lava Jato Beira Rio, Layout e Fachada - Du Rio Malhas, Layout- Miralar, Consultorias e Reuniões do Programa Empreender. • Feiras e Campanhas: Criação da Associação Comercial de Praia Norte – ACEIAPRA, Semana do Empreendedor Individual em Araguatins, Inauguração Sala do Empreendedor em Araguatins, Caravana de Empresários de Araguatins para Feira do Empreendedor 2014. 98 Figura 52 Capacitações 2.7.1.5.5. Projeto Central de Relacionamento com cliente A Central de Relacionamento do SEBRAE Tocantins tem como objetivo interagir e criar relacionamento fidedigno com nossos clientes, beneficiando ainda os municípios onde não há Unidade Operacional do Sebrae, aumentando assim a capilaridade de atendimento. a) 13.192 Atendimentos receptivos Demandas originadas de clientes que entram em contato com a instituição. As principais demandas são solicitação de agendamento para atendimento presencial, orientações sobre abertura e gestão da empresa, formalização MEI, informações e inscrições em cursos e outros eventos. b) 25.465 Atendimento ativo (informações e orientações) Por meio de um telemarketing ativo, são realizadas as divulgações das ações do Sebrae. c) 2.416 Atendimento via e-mail (informações e orientações) O atendimento via e-mail tem como objetivo oferecer informações técnicas e gerais de interesse empresariais. d) Atendimento via Mídias Sociais Os atendimentos à distância por meio de SMS, Facebook demandadas ou não pelos clientes sobre os produtos e serviços do Sebrae. Indicadores da CRS Os atendimentos da Central são registrados como Orientação Técnica ou são registrados como Informação, que não é considerando atendimento. Orientações Técnicas É definida como orientação questões técnicas dentro das áreas de conhecimento, a partir de demanda específica do cliente, que podem ser respondidas com conteúdos disponíveis no Sebrae ou no mercado e sem necessariamente um processo de diagnóstico. O atendimento é realizado através das chamadas receptivas com nossos clientes. Informação Informação geral de interesse empresarial, podendo ser demandadas pelo cliente, tais como localização de endereço e telefone de instituições públicas e privadas, cursos e produtos do SEBRAE, inscrições em palestras e eventos, dentre outros e não obriga o registro do cadastro do cliente. 99 Figura 53 Feira do Empreendedor 2014 2.7.1.5.6. Projeto Qualidade da Gestão nos Pequenos Negócios e Fomento ao Empreendedorismo • Coordenação da Carteira de Atendimento: A Coordenação da Carteira de Atendimento tem o papel de monitorar e orientar os gestores dos projetos de atendimento territorial na execução de seus projetos. Na coordenação da carteira foram monitorados 14 projetos de atendimento territorial, através dos sistemas SGE, SMS, Siacweb e reuniões in loco com os gestores desses projetos. • Gestão do Prêmio MPE Brasil: O “MPE Brasil - Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas” se constitui no reconhecimento estadual e nacional às micro e pequenas empresas que promovem o aumento na qualidade, produtividade e competitividade, pela disseminação de conceitos e práticas de gestão. Foram realizados 1094 diagnósticos empresariais, alcançando todas as regionais, nas categorias Comércio, Indústria, Agronegócio, Serviços de TI, de Saúde e Turismo, capacitação de avaliadores, verificadores e a realização de análise das candidatas pelo Comitê Técnico e Banca de Juízes. Figura 54 Cerimônia de Entrega do Prêmio – Ciclo 2013 • Prêmio Sebrae Mulher de Negócios: Tem como objetivo identificar, selecionar e premiar os relatos de vida de mulheres empreendedoras de todo o país, as quais transformaram seus sonhos em realidade e cuja história de vida hoje é exemplo para outras que possuem o mesmo sonho. O ciclo de 2014 iniciou com a realização da cerimônia de Premiação das vencedoras de 2013, e abrindo o período de inscrição para o ciclo de 2014, que neste ano, inscreveu 153 relatos de mulheres empreendedoras tocantinenses. Resultados: • 153 Inscrições; • Nessa edição foi realizado em duas unidades operacionais (Palmas e Araguaína), Oficinas de Empreendedorismo Feminino, com o objetivo de incorporar os conceitos 100 de gestão na sua empresa e orientar as candidatas sobre o regulamento e o processo de inscrição. Figura 55 Cerimônia de Entrega do Prêmio – Ciclo 2013 • Semana do Microempreendedor Individual: A 6ª Semana do Microempreendedor Individual foi realizada simultaneamente nos 139 municípios, com o objetivo oferecer aos Microempreendedores Individuais (MEIs) capacitações, oportunidades para sustentabilidade, desenvolvimento e crescimento de seus negócios, por meio de atendimento individual, e orientação para o registro, baixa, declaração e sobre gestão. A estratégia contemplou o envolvimento dos diversos atores públicos que tem interface com o MEI, para que a capilaridade fosse estadual, tendo como parceiros neste evento: Prefeituras Municipais; Associações Comerciais; Instituições Financeiras; Corpo de Bombeiros; Secretárias Municipais e Estaduais; INSS; Receita Federal; FAMPEC; Comunidade Integrada da Fundação Bunge; Agência de Fomento. Durante a semana, no Tocantins, aconteceram simultaneamente ações em todas as unidades do Sebrae’s, Salas do Empreendedor, Pontos de Atendimentos e em estruturas cedidas pelas prefeituras municipais ou associações comerciais, totalizando 6.816 atendimentos . Foram realizados nesta semana os eventos listados abaixo: Figura 56 Tenda de Atendimento ao MEI - Palmas • Capacitações: Oficina SEI Vender, SEI Comprar, SEI Controlar meu Dinheiro, SEI Planejar e SEI Empreender. Para realização desta ação foi necessário fazer atualizações e capacitações de novos credenciados, ampliando nossa base de instrutores nestas metodologias; • Palestras: Legalização - abordando os temas da legalização (palestra atualizada e multiplicada entre os colaboradores da instituição para que pudessem ministra-la); Vigilância Sanitária - Realizada em parceria com a VISA; Linhas de Crédito – parceria com instituições financeiras. Foram realizadas articulações por meio da coordenação estadual de Acesso a Crédito e dos gestores e gerentes regionais, sensibilizando e mobilizando a parceria para o evento; 101 Figura 57 Palestra sobre Legalização • Atendimento presencial: Orientação sobre serviços de baixa, formalização, alteração da empresa, preenchimento da Declaração Anual e impressão dos boletos das obrigações fiscais. • Inaugurações de 9 Salas do Empreendedor: parceria das Unidades Regionais com a Unidade de Políticas Públicas que direcionou os eventos de inauguração das salas para essa semana, conforme previsto por regional. Aconteceu ainda, uma ação social do SEBRAE/TO em parceria com o Hemocentro cujo objetivo foi conscientizar sobre a importância de se tornar um doador de sangue e de medula óssea. Foi a segunda vez que realizamos essa ação que pode vir a se tornar um padrão em feiras e eventos que organizamos, visando beneficiar ainda mais a sociedade. 2.7.1.5.7. Projeto Empreendedorismo na Educação - TO Objetivo: Ampliar, promover e disseminar a educação empreendedora nas instituições de ensino por meio da oferta de conteúdos de empreendedorismo nos currículos, objetivando a consolidação da cultura empreendedora na educação. Ensino Fundamental Jovens Empreendedores Primeiros Passos Disseminar a cultura empreendedora e orientar para o plano de negócios. Estimular os comportamentos empreendedores entre crianças e adolescentes. Ensino Médio Crescendo e Empreendendo • Despertar o empreendedorismo na juventude. Especialmente indicada para projetos sociais; • Inclusão social/produtiva e acesso ao mundo do trabalho; • Atividades práticas; • Sistematização de conhecimentos para transformar seus objetivos em realidade. Ensino Superior Disciplina de Empreendedorismo Aspectos Metodológicos: 102 • • • • • • • • • • Favorecimento da autonomia Estímulo ao desenvolvimento de competências: Competência pessoal – Aprender a ser Competência social – Aprender a conviver Competência cognitiva – Aprender a conhecer Competência produtiva – Aprender a fazer Professor como facilitador do processo de aprendizagem Metodologia semiaberta Atividades vivenciais Avaliação mediadora Desafio Universitário Empreendedor - competição nacional de caráter educacional, gerenciada por uma plataforma composta por um conjunto de atividades virtuais e presenciais. Potenciais Empreendedores Capacitados Previsto Realizado % Variação Tipo Ensino Fundamental Ensino Médio Ensino Superior Total 12.600 15.587 123,70% 3.500 1.492 42,67% 600 760 126,66% 16.700 17.839 106,80% Tabela 39 - Potenciais Empreendedores Capacitados No Ensino Médio a meta não foi superada, pois a Secretaria de Estado da Educação viabilizou que as Diretorias de Ensino Palmas, Araguaína e Gurupi executassem a solução e somente Araguaína teve interesse em realizar as capacitações. Abrangência: • 148 Escolas Públicas; • 3 Escolas Privadas; • 3 Faculdades com Empreendedorismo no curriculum escolar; • 933 professores capacitados; • 17.839 alunos capacitados. Figura 58 Alunos JEPP 103 2.7.1.5.8. Projeto Feira do Empreendedor A Feira do Empreendedor é um evento do Sebrae Nacional criado em 1994. Desde então, foram realizadas mais de 80 edições em todo Brasil, recebendo cerca de 1,5 milhões de visitantes, e mais 400 mil empreendedores capacitados. No Tocantins já foram realizadas cinco edições com a participação de mais de 45 mil pessoas, gerando mais de R$ 10 milhões em negócios. A 6ª edição da Feira do Empreendedor, pela primeira vez no Tocantins foi realizada no interior do Estado, em Araguaína. Os bons ventos do empreendedorismo chegaram à Região do Bico do Papagaio trazendo conhecimento e bons negócios para aqueles que desejam abrir, ampliar, melhorar ou diversificar a sua empresa. Com cerca de 50 empresas expositoras com oportunidades de negócios, a Feira proporciona momentos de aprendizagem, rodadas de negócios e atividades que contribuirão para desenvolvimento dos pequenos negócios do Tocantins e região. O visitante teve oportunidade de conferir, por exemplo, o Espaço de Interatividade, onde o empresário poderá fazer um autodiagnostico do seu potencial empreendedor e de sua empresa. Rodadas e encontros de negócios colocaram vendedores e compradores frente a frente, durante o evento. A feira apresentou também o Centro Sebrae de Sustentabilidade, o Salão de Beleza Conceito e o Espaço Artesanato. Os visitantes receberam atendimento segmentado de acordo com seu perfil, além de conhecer a mostra de soluções do SEBRAE com todos os serviços que são prestados pela instituição. Além disso, vários seminários temáticos, oficinas e palestras aconteceram para levar conhecimento aos empresários e potenciais empresários de pequenos negócios, gerando mais de 11.000 atendimentos. Foram realizadas 4.000 capacitações, nas palestras, seminários e oficinas. 1.200 atendimentos para orientação nas soluções Sebrae. A Feira recebeu em quatro dias de evento 60 caravanas, com cerca de duas mil pessoas de todo o Estado do Tocantins. O destaque desse ano foi à visita de empresários de Imperatriz – Maranhão. A caravana foi composta por 45 pessoas que buscavam informações e inovações em seus respectivos segmentos. Realizada a pesquisa de satisfação diária junto aos visitantes, ao final do evento obteve 99% de satisfação dos visitantes. Patrocinadores e Parceiros A Feira do Empreendedor conta com o patrocínio do Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal e Correios. São parceiros do evento Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEDECTI) e Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Tocantins (CDE), Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO), Prefeitura de Araguaína e Serviço Social da Indústria (SESI) Araguaína. 104 Figura 59 Feira do Empreendedor 2014 2.7.1.5.9. Projetos Territórios da Cidadania SEBRAE/TO no Território da Cidadania Jalapão Números do Território da Cidadania Em relação aos Território da Cidadania do Tocantins 09 municípios atendidos 30.644 habitantes atendidos Em relação ao Estado do Tocantins 16,67 % (total de 54) 6,47% (total de 139) 8,73 % (total de 350.836) 2,05% (total de 1.497.000) Tabela 40 Território da Cidadania Jalapão Principais ações: • Atendimento as empresas pelo Programa Negócios a Negócios em todos os municípios de Jalapão; • Consultoria em Planejamento, Marketing e Vendas em empresas nos municípios de Novo Acordo, P. Alta, Pindorama, Santa Tereza, Lagoa do Tocantins e Rio Sono; • Consultoria em Politicas Publicas para implementação da Lei Geral nos municípios que compõem o Território; • Curso e Consultoria em Controles financeiros para os empresários; • Curso Juntos Somos Fortes Agronegócios para as comunidades quilombolas dos municípios de Mateiros e São Felix numa parceria com a Defensoria Publica; • Oficinas e curso Compras Governamentais; • Curso Técnica de Vendas • Inauguração das Salas do Empreendedor em todos os municípios que compõem o Território do Jalapão. 2.7.1.5.10. Projetos Territórios da Cidadania SEBRAE/TO no Território da Cidadania Bico do Papagaio e TO- Desenvolvimento Econômico no Território Araguaia Tocantins Números do Território da Cidadania Em relação aos Território da Cidadania do Tocantins 25 municípios atendidos 196.389 habitantes atendidos Em relação ao Estado do Tocantins 46,3% (total de 54) 17,98% (total de 139) 55,98% (total de 350.836) 13,12% (total de 1.497.000) Tabela 41 Território da Cidadania Bico do Papagaio 105 Um dos pontos fortes dos projetos foi à realização de um projeto piloto em 09 municípios do Bico do Papagaio com foco no Micro Empreendedor Individual, e após uma análise sobre seu impacto, espera-se que este possa vir a ser replicado em toda Região Norte e demais localidades. O objetivo é propiciar um ambiente de aprendizado e conexão entre as leis/normas para formalização de um negócio, possibilidades de linha de crédito, capacitação do MEI e o cadastro junto a Instituição financeira para obtenção de crédito. Como mais uma proposta de efetivação para o desenvolvimento local dos municípios, através da Efetivação da Lei Geral 123/2006, buscando integrar e articular ações junto a outros programas e atividades desempenhadas pelo SEBRAE surgiu à proposta de realizar a Semana Tô Legal, uma ação promovida pelo SEBRAE em parcerias com Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e a Comissão Permanente de Licitação de cada município. 2.7.1.5.11. Projetos Territórios da Cidadania SEBRAE/TO no Território da Cidadania Sudeste Números do Território da Cidadania 20 municípios atendidos 123.805 habitantes atendidos Em relação aos Território da Cidadania do Tocantins Em relação ao Estado do Tocantins 37,04% (total de 54) 14,39% (total de 139) 35,29% (total de 350.836) 8,95% (total de 1.497.000) Tabela 42 Território da Cidadania Sudeste Principais ações: • Atendimento as empresas pelo Programa Negócio a Negócio em todos os municípios da Região Sudeste; • Consultoria continuada (caso a caso) de desenvolvimento realizado pelos consultores de Políticas Públicas nos municípios que compõem o Território; • Oficinas e curso Compras Governamentais; • Cursos Técnicas de Venda e Sabor e Gestão; • Oficinas SEI e Palestras de sensibilização MEI; • Inaugurações das Salas do Empreendedor em 17 municípios que compõem o Território; • 14 Municípios com a Lei Geral Implementada em 2014; • Elaboração do Portal dos Azuis. Desde 2013 o Sebrae/TO por meio deste projeto trabalha ações voltadas ao fortalecimento da cadeia do turismo na Região dos Azuis, no Sudeste do Estado. O projeto do site foi desenvolvido em plataforma web e hospedado com página especifica com o link: www.rioazuis.com.br. O portal consta os seguintes links: Os Azuis, Localização, Belezas Naturais da Região, Histórico, Reportagens, Estrutura, Galeria Multimídia, Agenda de Eventos, A Associação, Contatos, Eu fui, Redes Sociais e Formulário de Contato. Essas ações transformadoras no povoado dos Azuis teve reconhecimento nacional, sendo inclusive escolhido para representar a Região Norte no livro publicado pelo Sebrae/NA em novembro: “Territórios da Cidadania – Riquezas de um Novo Brasil”. 106 Figura 60 Site Rio Azuis Resultados • Parcerias com as Gestões Municipais, Estaduais e Agências de Créditos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. 49 Agentes de Desenvolvimento capacitados e nomeados, representando 90,74% dos municípios dos Territórios. • Desenvolvimento e fortalecimento da economia da região. Sendo assim, a transversalidade das ações realizadas nos projetos voltadas à implementação da Lei Geral contribuíram significativamente para potencializar os resultados. Dos 54 municípios dos Territórios da Cidadania, 54 já contam com a Lei Geral aprovada e 37 já estão com a Lei Geral implementada, com 68,52% de abrangência. • 41 Salas do Empreendedor em pleno funcionamento. Representa 75,93% dos municípios dos Territórios com Salas do Empreendedor. • Formação d e Gargalos, tendências e oportunidades • Implementar a Lei Geral nos 17 municípios que faltam, assim atingindo a 100% dos municípios. O ambiente é favorável para essas implementações, muito embora o programa se encerre em 2014, teremos ambiência para essas ações de implementações por meio do Projeto DET que tem previsão para início em 2015. • Apoiar os gestores municipais para abertura de m a i s 13 Salas do Empreendedor. • Atuar junto aos prefeitos para que os 49 Agentes de Desenvolvimento estejam cada vez mais imponderados e exercendo suas funções de articuladores de políticas públicas, bem como a nomeação de pelo menos um Agente para os 05 municípios que ainda não o tem. 2.7.2. Projetos de Desenvolvimento de Produtos e Serviços Projetos (*) Desenvolvimento de novos produtos e serviços do SEBRAE Tocantins Estruturante de cosméticos da base florestal da Amazônia Inteligência Competitiva - Estudos e Pesquisas Pirarucu da Amazônia II Total Valores em R$ (**) Previsto 20.000 381.500 52.752 465.181 919.433 Realizado 20.000 77.283 51.893 456.899 606.075 % Variação 100,00 20,26 98,37 98,22 65,92 Tabela 43 Projetos de Desenvolvimento de Produtos e Serviços 107 2.7.2.1.Projeto: Desenvolvimento de novos produtos e serviços do SEBRAE Tocantins Dados Gerais Descrição Tipo Desenvolvimento de produtos e serviços Finalidade Gestores de Projetos e Coordenadores de Carteiras e Programas Desenvolver novos produtos e serviços para atender empresários do Tocantins Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Unidade de Articulação e Conhecimento Unidade de Articulação e Conhecimento Unidade de Articulação e Conhecimento Amaggeldo Barbosa Amaggeldo Barbosa Tabela 44 Identificação - Projeto Desenvolvimento de novos produtos e serviços do SEBRAE Tocantins O objetivo do projeto é desenvolver e repassar metodologias na área da educação aos instrutores e consultores para capacitação aos clientes. Destaca-se o desenvolvimento de 2013 duas novas metodologias para novos cursos da grade educacional do SEBRAE/TO. O Curso Crédito e Cobrança para MPE’S define uma política de crédito e cobrança em todos os procedimentos para análise e concessão de crédito, baseados no Código de Defesa do Consumidor e principalmente nas boas práticas no que se refere a oferecer ao cliente fiel ou novo todas as 116 informações pertinentes às condições de cadastro, as formas de pagamento e os instrumentos de crédito adotados. 2.7.2.2.Projeto: Estruturante de cosméticos da base florestal da Amazônia Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Descrição Desenvolvimento de produtos e serviços Gestores de Projetos de Cosméticos, técnicos e consultores, instituições parceiras, microempresas e empresas de pequeno porte do segmento de cosmético da Amazônica, empresários dos segmentos de serviços, logística e canais de distribuição, potenciais investidores, organizações do setor, como: Associações e Cooperativas de produtores nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins. Desenvolver conhecimento normativo, tecnológico e mercadológico quanto às oportunidades de negócios sustentáveis e produtivos para a cadeia de cosméticos de base florestal madeireira e não madeireira, com ênfase na sustentabilidade, promoção e desenvolvimento de políticas de fomento à competitividade para as micro e pequenas empresas, e para os grupos de agricultores e comunidades envolvidas neste segmento na Amazônia. Unidade de Articulação e Conhecimento Unidade de Articulação e Conhecimento Unidade de Articulação e Conhecimento Juliana Souza Assunção Leal 108 Responsável pela execução do setor Juliana Souza Assunção Leal Tabela 45 Identificação - Projeto Estruturante de cosméticos da base florestal da Amazônia Objetivo Desenvolver conhecimento normativo, tecnológico e mercadológico quanto às oportunidades de negócios sustentáveis e produtivos para a cadeia de cosméticos de base florestal madeireira e não madeireira, com ênfase na sustentabilidade, promoção e desenvolvimento de políticas de fomento à competitividade para as micro e pequenas empresas, e para os grupos de agricultores e comunidades envolvidas neste segmento na Amazônia. Demandantes: Sebrae/UF estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima Tocantins. Projeto em estruturação com ações previstas para 2015. 2.7.2.3.Projeto Inteligência Competitiva - Estudos e Pesquisas Dados Gerais Descrição Tipo Desenvolvimento de produtos e serviços Finalidade Clientes internos, externos e parceiros. Gerar, analisar e disseminar informações para o melhor conhecimento da situação e evolução dos Pequenos Negócios no Estado do Tocantins, bem como acompanhar as mensurações e avaliações dos projetos GEOR. Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Unidade de Gestão Estratégica Unidade de Gestão Estratégica Unidade de Gestão Estratégica Mara Rúbia Fontoura N Almeida Mara Rúbia Fontoura N Almeida Tabela 46 Identificação - Projeto Inteligência Competitiva - Estudos e Pesquisas O objetivo do projeto é consolidar conhecimento através de estudos voltados aos Pequenos Negócios, apoio aos Projetos no que tange à pesquisa de satisfação de grandes eventos como Feiras de Negócios, Exposições Agropecuárias, Feira do Empreendedor. Ainda, Mensuração e avaliação dos Projetos GEOR. Estudos realizados em 2014: • Pesquisa Feira do Empreendedor – Resultado da pesquisa de opinião. Avaliação junto ao visitante; • Pesquisa Feira do Empreendedor – Resultado da pesquisa de reação e impacto – 2014; • Pesquisa de Avaliação das Exposições Agropecuárias 2014; • Estudo de Encadeamento Produtivo e Desenvolvimento Local com foco na Instalação da MBAC em Arraias TO; • Perfil do Microempreendedor Individual no Tocantins; • Conjuntura Econômica: o Região Norte; o Internacional; o Brasileira; 109 o Tendências Setoriais. Figura 61 Estudos Realizados 2.7.2.4.Projeto Pirarucu da Amazônia II Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Descrição Desenvolvimento de produtos e serviços Gestores de projetos de piscicultura, técnicos e consultores, instituições parceiras, piscicultores, produtores em assentamentos rurais, beneficiadores de pescado, frigoríficos e potenciais empreendedores nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Estruturar e consolidar a cadeia produtiva do pirarucu nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Unidade de Articulação e Conhecimento Unidade de Articulação e Conhecimento Unidade de Articulação e Conhecimento Paula Lobo Ferreira de Assis Paula Lobo Ferreira de Assis Tabela 47 Projeto Pirarucu da Amazônia II O objetivo do projeto é consolidar conhecimento e tecnologia sobre reprodução, engorda, nutrição e sanidade do pirarucu em confinamento e, ao mesmo tempo, contribuir para amenizar a pressão da pesca predatória sobre os cardumes naturais, garantindo a sustentabilidade dessa atividade. O projeto apresenta os seguintes resultados: • Curso de genética e manejo reprodutivo de Pirarucu da Amazônia em cativeiro: A capacitação foi uma ação prevista no convênio Sebrae e Embrapa Pesca e 110 Aquicultura, em prol do desenvolvimento de pesquisa e transferência de tecnologias. O evento aconteceu no município de Santa Rita do Tocantins, na propriedade do Sr. Valmocir unidade acompanhada pelo Projeto. Participaram mais de 32 produtores do Tocantins, Goiás e Distrito Federal. • II Mostra Gastronômico do Pirarucu em Cativeiro da Amazônia: O evento realizado juntamente com a II Semana da Qualidade – Abrasel em Manaus/AM. Na oportunidade foram disponibilizadas palestras e oficinas com intuito de promover o conhecimento desta espécie e demostrar para parceiros e produtores sobre a atuação do Sebrae neste segmento. A programação ainda contou com a participação de 07 chefs de cozinha, representando cada estado da Região Norte. O estado do Tocantins representado pelo Chef. Damasceno, ganhou em 2º lugar, com o prato pirarucu com castanha de caju ao creme de pequi. • Consultorias do Projeto Pirarucu da Amazônia II: As consultorias tem como objetivo expandir, melhorar e aumentar a produção e comercialização de pirarucu em cativeiro na Amazônia, por meio da aplicação de novas tecnologias, gestão empresarial e agregação de valor aos produtos dos piscicultores parceiros do Projeto Pirarucu da Amazônia. • 2º Festival Gastronômico do Pirarucu da Amazônia – em Palmas, durante a Agrotins: A realização do evento de alta gastronomia buscou promover o consumo do peixe produzido no Tocantins, estimular o consumo e promover junto aos empresários do Tocantins a inclusão do pirarucu no cardápio como alternativa de lucro. Participaram empresários do ramo gastronômico do Estado, autoridades envolvidas na Cadeia Produtiva do Peixe no Tocantins e empresários de empreendimentos aquícolas. 2.7.3. Projetos de Articulação Institucional Valores em R$ (**) Projetos (*) Previsto Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPE do Tocantins Compras Governamentais do Estado do Tocantins SEBRAE/TO – Implementação da Lei Geral nos municípios do Tocantins SEBRAE/TO – Projeto para implementação da REDESIM/ Projeto Integrar – Etapa II Fomento às boas práticas em Cooperativa de Crédito. Total Realizado % Variação 1.088.965 1.072.640 800.463 402.834 729.231 726.556 98,50 50,33 99,63 488.000 392.460 80,42 50.580 50.580 3.157.239 2.645.070 100,00 83,78 Tabela 48 Projetos de Articulação Institucional (Previsto x Realizado) 2.7.3.1.Projeto Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPE do Tocantins Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Descrição Articulação Institucional Tornar o MEI, a ME e a EPP, competitivas e sustentáveis, através da articulação institucional e formulação de políticas públicas para estes segmentos. Potencializar o papel estratégico da implementação da Lei Geral como uma ferramenta de desenvolvimento econômico territorial. 111 Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Renato Albuquerque Renato Albuquerque Tabela 49 Projeto Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPE do Tocantins Objetivo Geral Tornar o EI, ME e EPP, competitivas e sustentáveis, através da articulação institucional e formulação de políticas públicas para estes segmentos, através dos seguintes eixos de ação: a) Implementação da Lei Geral no Tocantins A estratégia de implementação da Lei Geral nos municípios do Estado do Tocantins se deu a partir do recorte do estado em 6 (seis) regiões, sendo que, para cada região, além da capital Palmas, foi contratado um consultor técnico para prestar consultoria e apoio aos gestores públicos na implementação da Lei Geral nos 4 (quatro) eixos, quais sejam: Desburocratização, Ações de Incentivo ao Microempreendedor Individual, Compras Públicas e Agente de Desenvolvimento Local. Ainda, o consultor técnico e instrutor contratados prestam serviços focados em consultoria e instrutoria tendo por público alvo as empresas fornecedoras de produtos e serviços ao Governo, a fim de capacitá-las para esta oportunidade de mercado que é vender para o Governo. Visitas Técnicas da Diretoria do Sebrae aos prefeitos de aproximadamente 30 municípios estratégicos foram realizadas para sensibilizá-los sobre a importância da implementação da Lei Complementar 123/2006 como estratégia de desenvolvimento. b) Desburocratização O Sebrae/TO é membro do Fórum Estadual Permanente da Micro e Pequena Empresa – FEMEP e coordenador do comitê da Desburocratização. O comitê priorizou as ações de implementação da REDESIM no Estado, como estratégia de simplificação de processos a favor dos pequenos negócios e de atração de investimentos para o Estado. Destaca-se o convênio para a implementação da REDESIM no Tocantins, firmado entre Governo do Estado, JUCETINS e Sebrae/TO, à Luz das Leis Complementares 123/06 e 128/08 como Política Pública de Fomento do Empreendedorismo e da Modernização da Gestão Pública. No Tocantins a primeira etapa do Projeto Integrar (viabilidades de nome e endereço) foi implementada definitivamente no mês de junho no município de Araguaína. Até a primeira quinzena do mês de dezembro foram conferidas 429 consultas de viabilidade de endereço, sendo 404 deferimentos e 25 indeferimentos, com a média de 2,5 solicitações por dia. Todavia, a REDESIM já está viabilizada em todo o Estado para pesquisas de nome empresarial via Internet, totalizando em dezembro, 3.567 solicitações, sendo 2.617 deferimentos e 950 indeferimentos. Para que o projeto alcance os resultados propostos foi necessário investimento na estrutura física e no parque tecnológico da JUCETINS. Tal aporte foi objeto de contrapartida econômica do Estado ao projeto. Também foi providenciada a digitalização dos documentos da JUCETINS, ação necessária e prevista no projeto supra referido, para conferir segurança e agilidade nas consultas da referida instituição. O Sebrae/TO também enfatizou no projeto o apoio técnico com foco na desburocratização e redesenho de processos de legalização, em âmbito estadual e municipal, bem como na 112 articulação institucional junto ao CRC, para efetivação do contrato social padrão, que já está implementado. c) Agentes de Desenvolvimento Local A partir da Lei Complementar 128/08 a figura do Agente de Desenvolvimento Local, designado pelo município como responsável pela articulação de políticas públicas a favor dos pequenos negócios emergiu e despontou a necessidade de promover capacitação a este profissional, bem como a fortalecer a rede de contatos dos agentes em âmbito municipal, estadual e nacional, aproximando-os uns dos outros e também os sintonizando ao Sebrae, para captar conhecimentos e trocar experiências exitosas, sempre com foco no aprimoramento do ambiente favorável aos pequenos negócios. Por outro lado, foram viabilizadas oportunidades de conhecimento aos agentes de municípios atuantes, no I e II Encontro Nacional de Agentes de Desenvolvimento, realizados respectivamente em Brasília/DF (março) e em Foz do Iguaçu/PR (outubro), no qual foi realizado também o Fórum Internacional de Desenvolvimento, com a participação de 4000 pessoas de 54 países, onde foram tratados assuntos referentes à implementação da Lei Geral e o desenvolvimento territorial por meio dos pequenos negócios. d) Compras Públicas As ações com ênfase no Uso do Poder de Compras do Governo a favor dos pequenos negócios foram descritas no item 1 acima, contudo, vale destacar as ações de estruturação para atingir com qualidade as metas propostas. Desta forma, destacam-se as reuniões mensais com os consultores credenciados, os repasses metodológicos focados em compras públicas para fornecedor e comprador, reciclagem sobre a Lei Geral 123 e diretrizes de implementação e, por fim, o fortalecimento da rede entre os consultores credenciados, com troca de informações e experiência. 2.7.3.2.Projeto Compras Governamentais do Estado do Tocantins Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Descrição Articulação Institucional Contribuir para o aumento da participação dos pequenos negócios nas compras públicas do Estado do Tocantins, proporcionando o desenvolvimento local sustentável. Sensibilizar, capacitar e mobilizar os gestores públicos quanto à importância da implementação da Lei Geral, bem como sobre o papel fomentador das compras públicas face ao desenvolvimento local. Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Renato Albuquerque Renato Albuquerque Tabela 50 Identificação - Projeto Compras Governamentais do Estado do Tocantins Contribuir para o aumento da participação dos pequenos negócios nas compras públicas do Estado do Tocantins, proporcionando o desenvolvimento local sustentável. 113 Compras Públicas – Governo do Estado do Tocantins As estratégias voltadas ao Acesso ao Mercado através das compras públicas se deram a partir de estratégias alinhadas com o Governo Estadual e também com fornecedores de todo o estado, a partir de consultorias e oficinas alinhadas em parcerias municipais. Para tanto, foi necessário, como etapa inicial, investir na ampliação e capacitação de consultores e instrutores especializados no tema Implementação da Lei Geral e também em Compras Públicas. Finalizamos o ano de 2014 com 35 credenciados devidamente capacitados para os trabalhos de políticas públicas e desenvolvimento territorial, sendo que 9 credenciados, com expertise na área, receberam o repasse da nova metodologia do curso de compras públicas. Em âmbito estadual destacou-se o projeto de Compras Públicas 2013/2014. Tal projeto contou com uma campanha mobilizadora de endomarketing e também com a comunicação visual para eventos, no intuito de sensibilizar os envolvidos sobre o tema. Ainda, no eixo “Levantamento de Informações” foi viabilizada uma pesquisa junto às equipes de governo estadual e junto aos empresários, identificando as oportunidades e dificuldade de acesso ao mercado público no Tocantins. Nos eixos comunicação e capacitação, foram realizados eventos e palestras para gestores públicos e agentes de desenvolvimento, bem como Seminários de Compras em parceria com o Tribunal de Contas do Estado, visando multiplicar as boas práticas nacionais. Foram realizados 9 cursos de Compras Públicas aos servidores do Estado, em parceria com a SEDECTI – Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, com cerca de 180 servidores diplomados. Durante a AGROTINS, maior feira no segmento agro, da região norte, foi realizada oficinas e palestras sobre compras diretas aos pequenos produtores rurais que participaram de evento vindo de todo o estado em caravanas. Também foram apresentadas palestras sobre compras aos estudantes do Curso Técnico Agrícola do Instituto Federal do Tocantins – IFTO, visando sensibilizar os futuros profissionais do ramo para as práticas de compras governamentais. A SEPLAN /TO, órgão responsável pela maior parte das licitações do Estado, contemplou, em sua página virtual, espaço para a LC 123/2006, divulgação de editais, dentre outros pontos, garantindo a regulação e a transparência das compras governamentais. Os cursos para capacitação dos empresários em compras públicas, bem como oficinas voltadas para a orientação sobre o tema aos microempreendedores individuais foram realizados nos municípios, em parceria com o governo municipal e também durante a Semana do MEI. No pilar de acesso ao mercado, foram realizadas rodadas de negócio em parceria com as unidades operacionais e carteira de agronegócios. Como resultado, aproximadamente 10 empresários da região norte, voltados ao abastecimento da Secretaria Municipal de Educação de Araguaína foram capacitados em compras públicas e tiveram perspectivas de negócios iniciadas. No segmento de agronegócios, as rodadas incentivaram a agricultura familiar, em parceria com as Feiras Agropecuárias realizadas no correr no ano em vários municípios do Estado. Neste sentido se destacaram as parcerias com o Governo do Estado, por intermédio de suas Secretarias como SEDECTI (Secretaria de Desenvolvimento Empresarial, Ciência, Tecnologia e Inovação), SEPLAN (Secretaria de Planejamento), SEAGRO (Secretaria de Agronegócios). Parceria com o Tribunal de Contas do Estado: Como estratégia para sensibilizar, capacitar e mobilizar os gestores públicos quanto à importância da implementação da Lei Geral, bem como sobre o papel fomentador das 114 compras públicas face ao desenvolvimento local, a parceria entre o Sebrae/TO e o TCE foi ainda mais consolidada em 2014. As ações realizadas em parceria com o TCE são norteadas pelo Convênio Prosperar, com vigência até março/2015, com foco na construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento dos pequenos negócios no Tocantins com a implementação da Lei Geral nos municípios. Uma das ações estratégicas nesta parceria foi a viabilização, logo no início do ano, do Projeto Piloto de Capacitação aos Auditores Internos do TCE. Esta ação foi realizada com o apoio do Sebrae/NA, resultando em aproximadamente 15 auditores capacitados. Esta boa prática foi reconhecida nacionalmente, sendo apresentada na Revista Conhecer, produzida pelo Sebrae/NA em parceria com o Instituto Rui Barbosa e com a ATRICON. Foram realizados também eventos em parceria entre Tribunal de Contas e Sebrae. Destacase o evento Agenda Cidadã, em edição comemorativa dos 25 anos do TCE, que objetivou capacitar gestores sobre a correta aplicação dos recursos, disseminar informações sobre Compras Públicas, à luz da LC 123/2006, bem como estimular a população a exercer o controle social, de modo que cada cidadão se torne um fiscal da aplicação do dinheiro público e da efetividade das políticas sociais. Cerca de 1000 pessoas, entre prefeitos, vereadores, servidores e demais gestores públicos participaram do Agenda Cidadã, que na programação contou com a palestra do Ministro do TCU, Agusto Nardes. O tema de Compras Governamentais foi discutido na palestra “Uso do Poder de Compras como Ação Indutora do Desenvolvimento”, ministrada pelo consultor do Sebrae, Roberval Figueiredo. A referida ação resultou na publicação de material de divulgação técnica dos conteúdos abordados no evento, denominado Agenda Cidadã, com distribuição em todo o território nacional (TCEs, Sebraes, Lideranças do Poder Legislativo e Executivo do Tocantins). Durante a Feira do Empreendedor, realizada em Araguaína, aconteceu o Seminário de Compras Públicas, no qual parcerias como TCE, CGE, CORECON, SEDECTI/ Governo do Estado e Sebrae/TO apresentaram conteúdos relativos às transparências da gestão pública e sobre compras públicas através de um talk-show e também de palestras técnicas. Na oportunidade, boas práticas de compras públicas do Município de Estreito/MA e sua Agente de Desenvolvimento, bem como depoimento de empresário com experiência em vender par ao governo foram também apresentadas, visando o compartilhamento de experiências. Feira do Empreendedor (CGE e CORECON). O evento contou com a participação de aproximadamente 500 pessoas, dentre servidores públicos de municípios da região norte do Estado, Agentes de Desenvolvimento de todo o estado e de empresários em geral. Exército Brasileiro Com o intuito de disseminar boas práticas de compras públicas em todo o estado, foi fortalecida uma parceria estratégica com o Exército Brasileiro, na qual a Comissão de Licitações foi capacitada em curso e oficina de compras públicas, tendo como resultado a elaboração da 1ª Chamada Pública para a compra de alimentos exclusiva para pequenos negócios. 115 Figura 62 Revista Conhecer - Boas práticas na capacitação de auditores do TCE/TO / Talk Show realizado durante a Feira do Empreendedor Figura 63 Oficina de Compras Públicas - Exército Brasileiro / Oficina de Compras - Produtores da agricultura familiar. Tendências e Oportunidades • Parcerias importantes (TCE, CORECON, Exército Brasileiro, Governo do Estado); • Consolidação LG 123 e aprovação da LC 147/2014; • Aumento da participação e interesse dos microempreendedores individuais nas compras públicas; • Aumento do interesse dos pequenos produtores rurais / agricultura familiar nas compras diretas; • Nova gestão do governo estadual 2015, alinhada à causa dos pequenos negócios; Gargalos • Com renúncia do Governador de Estado do Tocantins, ocorrida em meados de 2014, devido ao período de eleições, as estratégias e ações do projeto ficaram prejudicadas, impactando negativamente nos resultados pactuados. Como medida de gestão a este gargalo, formalizamos ao Sebrae/NA, solicitação para a prorrogação do prazo do projeto para cumprimento das metas físicas até dezembro de 2015. 2.7.3.3.Projeto SEBRAE/TO – Implementação da Lei Geral nos municípios do Tocantins Dados Gerais Tipo Finalidade Descrição Descrição Articulação Institucional Meta de alcançar, ao final de 2014, 139 municípios com a Lei Geral aprovada, sendo 60 municípios com evidências de implementação do referido arcabouço legal. Parcerias Estratégicas (TCE, CORECON, CRC, Governo do Estado, Exército Brasileiro, Municípios). 116 Fortalecimento dos Agentes de Desenvolvimento Local e das Salas do Empreendedor. Visibilidade aos Prefeitos Empreendedores – Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor Unidade responsável pelas decisões estratégicas Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Assessoria da Diretoria Superintendente Renato Albuquerque Responsável pela execução do setor Renato Albuquerque Tabela 51 Identificação - Projeto SEBRAE/TO – Implementação da Lei Geral nos municípios do Tocantins Durante o ano de 2014, em ações interdependentes dos projetos Ambiente Favorável ao Desenvolvimento das MPEs do Tocantins e Sebrae/TO – Implementação Estratégica da Lei Geral no Estado do Tocantins, destacam-se a realização em 139 municípios do estado de aproximadamente 18.000 h de consultoria/ instrutoria em temas relacionados às Políticas Públicas a favor dos pequenos negócios. Tais consultores fomentaram junto às Unidades Operacionais, a realização de Oficinas e Cursos de compras públicas, Oficinas de Acesso ao Crédito e Oficinas de Desburocratização, devidamente contabilizadas em projetos específicos de cada regional. O ano de 2014 foi encerrado, com as ações exitosas dos projetos “Ambiente Favorável” e “Sebrae/TO – Implementação Estratégica da Lei Geral” , com as metas superadas, sendo: 108 municípios com a Lei Geral implementada e 100% dos municípios do Tocantins com a Lei Geral aprovada. Núcleo Regional Centro Sul Médio Norte Norte Total Implementação da Lei Geral - LG nos Municípios do Tocantins % dos Salas do Agente de Municípios LG Municípios Empreend Desenvolvimen / Núcleos Implementada com a LG edor to Local - ADL Implementada 39 37 87,18% 30 42 34 27 79,41% 31 42 Municípios que possuem ADL 37 34 27 24 88,89% 22 35 23 39 139 23 104 58,97% 77,70% 21 104 43 162 32 126 Tabela 52 Implementação da Lei Geral - LG nos Municípios do Tocantins 2.7.3.4.Projeto SEBRAE/TO – Projeto para implementação da REDESIM/ Projeto Integrar – Etapa II Dados Gerais Descrição Tipo Articulação Institucional Finalidade Implementação da REDESIM, no Tocantins. Parcerias importantes (Sebrae/NA, Governo do Estado, Agentes Financeiros e de Fomento ao Crédito, Conselhos de Classe, Prefeituras, Agentes de Desenvolvimento, etc.); Consolidação LG 123 e aprovação da LC 147/2014; Consolidação do microempreendedor individual como ator estratégico a favor do desenvolvimento local; Descrição 117 Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Assessoria da Diretoria Superintendente Renato Albuquerque Renato Albuquerque Tabela 53 Identificação - Projeto SEBRAE/TO – Projeto para implementação da REDESIM/ Projeto Integrar – Etapa II Em parceria com o Governo do Estado, através da SEDECTI (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação) e JUCETINS (Junta Comercial do Estado do Tocantins), destacam-se as seguintes linhas de trabalho: a) O Sebrae/TO manteve sua participação como membro do Fórum Estadual Permanente da Micro e Pequena Empresa – FEMEP e coordenador do comitê da Desburocratização em 2014. O comitê priorizou as ações de implementação da REDESIM no Estado, como estratégia de simplificação de processos a favor dos pequenos negócios e de atração de investimentos para o Estado. A articulação de parceiros como o CRC foi estratégica nesta fase de implementação da Redesim, com a sensibilização da classe e dos empresários sobre o contrato social padrão, que simplificou significativamente o processo de legalização de empresas no estado. Araguaína e Gurupi foram os municípios estratégicos que implementaram a consulta de viabilidade de localização sincronizada com os processos de legalização de empresas. Em 2014 o destaque foi a manutenção das ações nestes 2 municípios, sendo observados os prazos de consulta de localização de até 48h para deferimento da consulta. Paraíso e Porto Nacional iniciaram o processo de diagnóstico e oficina de desburocratização, enxugando os processos e aprimorando a regulamentação legal. As dificuldades encontradas na implementação da REDESIM nos municípios que não possuem escritório da JUCETINS em suas circunscrições, foram a falta de segurança no trâmite da documentação entre os municípios e a Junta Comercial, bem como o prazo burocrático do fluxo de documentos até finalização do processo de legalização. Desta forma, foi estudado e ao final do ano de 2014 apresentada uma proposta de viabilização de um sistema em workflow para que a etapa de consulta de localização seja realizada com segurança e celeridade. Tal proposta, entretanto, tem custos e deverá ser objeto de um projeto de captação de recursos para o ano de 2015. Ao final de 2014 o Tocantins se firmou mais uma vez como referência nacional na implementação da REDESIM, tendo sido o Sebrae/TO inclusive convidado a orientar Estados interessados na implementação de projetos similares, como Rondônia e Rio Grande de Sul e a apresentar sua experiência na reunião anual de Políticas Públicas promovida pelo Sebrae/NA. Tendências e Oportunidades • Parcerias importantes (Sebrae/NA, Governo do Estado, Agentes Financeiros e de Fomento ao Crédito, Conselhos de Classe, Prefeituras, Agentes de Desenvolvimento, etc.); • Consolidação LG 123 e aprovação da LC 147/2014; • Oferta de micro crédito no mercado; • Consolidação do microempreendedor individual como ator estratégico a favor do desenvolvimento local; • Necessidade de aprimoramento do conhecimento em gestão, com ênfase na gestão financeira, compras públicas e inovação, pelos empresários; 118 • Equipe de consultores credenciados diferenciada e novos consultores/ instrutores credenciados e capacitados na área de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial; • Agentes de Desenvolvimento capacitados e sensibilizados. Gargalos • Pouco conhecimento e preparação dos gestores públicos • Burocracia na gestão pública • Pouco interesse dos empresários em participar do mercado de compras públicas. • Dificuldades na implementação da REDESIM em municípios que não possuem escritório da JUCETINS. 2.7.3.5.Projeto Fomento às boas práticas em Cooperativa de Crédito Dados Gerais Descrição Articulação Institucional Tipo Demandante: Sicoob Credipar - Cooperativa de Crédito de Paraíso. Publico: Micro e pequenas empresas e empreendedor individual. Promover o apoio aos empreendedores individuais e micro e pequenas empresas, criando alternativas de promoção de acesso a novos e já existentes serviços financeiros e em gestão para que os mesmos possam acompanhar o crescimento de seus empreendimentos. Finalidade Descrição Unidade responsável pelas decisões estratégicas Unidades Executoras Áreas responsáveis por gerenciamento ou execução Coordenador do setor Responsável pela execução do setor Núcleo Regional Centro Núcleo Regional Centro Núcleo Regional Centro Sirlene Martins Avelino Sirlene Martins Avelino Tabela 54 Identificação Projeto Fomento às boas práticas em Cooperativa de Crédito Convênio para Chamada Interna de Projetos - Fomento às Boas Práticas em Cooperativas de Crédito, resolução DIREX nº 0417/11, Reunião Ordinária nº04, 22/02/2011 firmado com a SICOB; Credipar – Cooperativa de Crédito de Paraíso. Em 2013, o projeto não foi executado, sendo solicitado um novo aditivo do contrato. 2.7.4. Projetos de Gestão Operacional Relacionados às funções corporativas internas, destinados a ampliar e/ou aperfeiçoar os recursos, instrumentos e competências organizacionais. Projetos (*) Auditoria com foco em risco Desenvolvimento de Talentos Externos 2014/2017 Desenvolvimento de Talentos Internos 2013/2018 Gestão do Clima Organizacional Gestão e Avaliação da Estratégia Valores em R$ (**) Previsto 20.000 253.219 453.280 114.700 59.000 Realizado 19.905 242.571 432.363 112.254 57.282 % Variação 99,53 95,79 95,39 97,87 97,09 119 Modernização do Parque de TI PDF - Projeto de Desenvolvimento de Fornecedores Programa Sebrae de Excelência em Gestão - Tocantins Total 995.100 150.600 213.000 2.258.899 994.109 106.018 212.937 2.177.439 99,90 70,40 99,97 96,39 Tabela 55 Projetos de Gestão Operacional Fonte: SME dados extraídos em 19/01/2015 2.7.4.1.Projeto Auditoria com Foco em Risco Objetivo Geral: Assessorar a alta administração no desempenho efetivo de suas funções e responsabilidades, fornecendo-lhe análises, apreciações, recomendações, pareceres e informações relativas às atividades examinadas, promovendo, assim, um controle efetivo a um custo razoável, na busca de melhores resultados para a instituição SEBRAE/TO. Destacase a implementação da metodologia com foco em risco. 2.7.4.2.Projeto: Desenvolvimento de Talentos Externos Objetivo Geral: Promover o desenvolvimento de credenciados de prestadores de serviços de instrutoria e consultoria, deixando-os aptos para atender demandas dos clientes do SebraeTO. Desenvolver ações de capacitações básicas e específicas para o quadro de profissionais credenciados no SGC e/ou consultores e instrutores do mercado, buscando a melhoria do atendimento ao cliente SEBRAE. Repasse de metodologias específicas da Matriz Educacional para os instrutores e consultores credenciados, como também cursos de aperfeiçoamento. • 42 capacitações • Criação de um canal de atendimento através do e-mail [email protected]. O objetivo desse canal e filtrar as demandas, ampliar o número de atendentes e ter controle das respostas, dando assim maior possibilidade e agilidade na solução de problemas e duvidas; Figura 64 Capacitações 2.7.4.3.Projeto Desenvolvimento de Talentos Internos 2013/2017 Objetivo Geral: Desenvolver as competências requeridas pelo SEBRAE-TO para os empregados e estagiários visando o alcance dos objetivos/resultados da instituição. Figura 65 Semana de Capacitação 120 2.7.4.4.Projeto Gestão do Clima Organizacional Objetivo Geral: Promover o bem estar dos colaboradores do Sebrae Tocantins, estimulando a integração e a melhoria nas relações do trabalho através de ações que englobam atividade físicas, ginástica laboral, massagem com objetivo de propiciar bem-estar e a promoção de saúde, prevenindo excessivo estresse ocupacional, eventos com foco na qualidade de vida e saúde dos colaboradores, com palestras, exames, vacinação e atividade física e data comemorativas. Figura 66 Atividades Físicas / Quiropraxia 2.7.4.5.Projeto Gestão e Avaliação da Estratégia Objetivo Geral: Aprimorar e consolidar a gestão dos projetos de atendimento com ênfase na melhoria da realização das mensurações e avaliações de resultados e o planejamento estratégico do Sebrae Tocantins. Principais ações: Visitas de monitoramento aos núcleos regionais, com o objetivo de realizar juntamente com o gestor uma análise de consistência aos projetos, para verificar sua aderência a Metodologia Geor, alcance dos resultados propostos, mensurações e avaliações, metas físicas e financeiras, gargalos, dificuldades de gestão e resultados qualitativos. Formação de comitê gestor para análise da estratégia bimestral, subsidiando as reuniões de análise da estratégia realizadas com Diretoria executiva, e gerentes trimestralmente. O PPA do SEBRAE Tocantins continuou sendo elaborado de forma participativa e capaz de fazer a diferença no desenvolvimento das micro e pequenas empresas do Tocantins, assim como, a UGE buscou o aperfeiçoamento contínuo nas ações de planejamento, acompanhamento e monitoramento do PPA vigente, de acordo com o manual de procedimentos para elaboração e gestão do Plano Plurianual, alinhadas ao PSEG- critério estratégias e planos. Figura 67 Capacitação de Elaboração do PPA 121 2.7.4.6.Projeto Modernização do Parque de TI Objetivo Geral: Evoluir constantemente os artigos tecnológicos para acompanhar a evolução do mercado e da instituição, garantindo capacidade de processamento, armazenamento, segurança e disponibilidade das informações. Através deste projeto, foi possível dobrar a capacidade de processamento e transmissão de dados do SEBRAE-TO além de substituição de tecnologias e equipamentos defasados, garantindo assim maior velocidade, disponibilidade e segurança das informações inclusive na comunicação entre a Sede e as demais unidades separadas geograficamente, além da aquisição de estações de trabalho que contemplaram o crescimento da instituição nos últimos anos. Em 2014, o projeto teve como principais ações a e ampliação dos links de dados: aumento de 900% na capacidade de tráficos de dados; modernização das estações de trabalho; modernização dos equipamentos de comunicação de dados e modernização da infraestrutura Tecnológica das UNOPs; Figura 68 Equipamentos de Informática Novos 2.7.4.7.Projeto Programa SEBRAE de Excelência em Gestão (PSEG) O Programa SEBRAE de Excelência em Gestão (PSEG) – Ciclo 2014 tem como objetivos: a realização do terceiro ciclo contínuo de diagnóstico da maturidade da gestão, visando à continuidade da implementação do processo da Autoavaliação Assistida e a promoção da cultura da excelência, da melhoria da gestão bem como do compartilhamento das boas práticas de gestão e resultados no Sistema SEBRAE, com vistas a gerar melhores resultados para os clientes, colaboradores e sociedade, utilizando o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade. Gráfico 6 Nível de Maturidade da Gestão – 2012 a 2014 122 800 600 400 200 0 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae 623 538 528 512 508 502 458 451 447 437 427 418 417 410 396 379 340 268 243 0 0 0 0 0 NA RS BA PR SC TO ES MG AP GO RR PB DF MS AC AL AM SE PA CE MA PE PI RN 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º Gráfico 7 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae Observação: Os estados do Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte não divulgaram os resultados do ciclo 2014. Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão do Sebrae Tocantins Quadro 4 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão do Sebrae Tocantins Resultados alcançados • No ciclo 2014 a maturidade da gestão do Sebrae/TO Evolução para 502 pontos no IMG, atingindo a faixa de pontuação 5 - 451 a 550 pontos - na maturidade da gestão em 2014, 18,39% acima da média do Sistema Sebrae; • Crescimento de 36,87% em 2014 do IMG – Índice de Maturidade da Gestão - em relação ao ano anterior, 104% acima da média de crescimento do Sistema, e de 65,23% em relação a 2012. Entre os 05 melhores UF no Sistema SEBRAE em 2014 no IMG e em 1º lugar na Região Norte; • Crescimento de 19,18% nos pontos fortes identificados na qualidade da gestão em relação ao ano anterior e de 22,54% em relação a 2012; Nos 08 critérios da excelência evolução da maturidade da gestão foi acima da média do Sistema SEBRAE. 123 Melhorias apresentadas • Projeto de Melhoria da Gestão dos Ativos Intangíveis do SEBRAE TO; • Implantação do Programa SEBRAE de Ideias Fazer Diferente; • Desenvolvimento do Guia de Benchmarking SEBRAE Tocantins; • Consolidação do PDF – Programa de Desenvolvimento de Fornecedores; • Aprimoramento do Processo de Planejamento Estratégico; • Sistematização das Semanas de Capacitação; • Desenvolvimento do Programa SER ÉTICO SEBRAE; • Implantação do Programa SEBRAE de Voluntariado; • Implantação do Projeto Sebrae de Ações Sociais; • Implantação do Projeto Sebrae Sustentável; • Adesões a Compromissos Públicos: o Pacto Global; o Objetivos do Milênio ou os “8 Jeitos de Mudar o Mundo; o Pacto Nacional Contra Trabalho Escravo; o Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção. • Realização da 2ª edição da Campanha SEBRAE Natal + Feliz ; 2.7.4.8.Projeto: PDF - Projeto de Desenvolvimento de Fornecedores do Sebrae/TO 2014 Objetivo Geral: Promover a capacidade de desempenho superior dos fornecedores de bens e/ou serviços do SEBRAE, assegurando oportunidade de ganhos de produtividade e aumento da qualidade. Iniciado suas ações no segundo semestre de 2013, ainda como piloto, optou-se em trabalhar inicialmente com 10 fornecedores com contratos que atendem as todas as Unidades do Sebrae Tocantins. Resultados alcançados • Relacionamento com o fornecedor: Antes do PDF, o contato com o fornecedor era feito somente para resolver problemas, em algumas situações aplicava-se uma notificação. E os problemas repetiam-se rotineiramente sem que houvesse perspectivas de melhoras. Com a implantação do PDF e a implementação das melhorias, foram definidos metas de acompanhamento semanal, quinzenal e mensal em todos os contratos, com o registro em atas. Percebendo-se que esta aproximação com os fornecedores trouxe grandes benefícios, pois, muitos problemas não se resolviam por falta de relacionamento com o fornecedor. • Avaliação de escopo: Avaliar o desempenho dos fornecedores até então, era algo subjetivo. Nunca houve elementos comprobatórios, evidencias formais documentadas para fundamentar a tomada de decisão da Diretoria sobre as contratações. Através da avaliação de escopo, onde são inseridas nas planilhas as obrigações contratuais, baseadas nas cinco dimensões do PDF, auxiliam na comprovação da eficiência do serviço prestado, explicitando de forma clara e transparente ao fornecedor através das reuniões de monitoramento/acompanhamento os pontos fracos e as oportunidades de melhoria. 124 Figura 69 Capacitações de Fornecedores 2.7.5. Atividades É um conjunto de ações permanentes relacionadas à operação e gestão do sistema SEBRAE, que contribuem para a melhoria e o desempenho da instituição. 2.7.5.1.Atividades de Gestão Operacional Atividades Gestão Operacional Assessoria Jurídica Comissão Permanente de Licitação – CPL Custeio Administrativo Gestão da Administração Financeira Gestão da Administração Patrimonial Gestão da Comunicação Gestão da UAC Gestão da UGEX Gestão da UGOCC Gestão da UGP Gestão da Unidade de Projetos Especiais – UPE Gestão da Carreira e Desempenho Gestão de TI Remuneração de Estagiários Remuneração de Recursos Humanos – Custeio Administrativo Ressarcimento de Despesas pelo Sebrae/NA Segurança e Saúde no trabalho Total Valores em R$ Previsto Realizado % Variação 202.500 202.482 99,99 8.000 7.978 99,73 2.081.102 2.077.779 99,84 156.000 175.994 112,82 604.000 603.332 99,89 250.000 248.950 99,58 292.975 290.862 99,28 10.000 9.981 99,81 70.900 67.935 95,82 23.800 23.649 99,37 29.000 28.287 97,54 68.100 67.338 98,88 120.000 119.435 99,53 372.956 372.639 99,92 1.955.930 1.955.788 99,99 54.000 51.605 95,56 14.000 13.866 99,04 6.313.263 6.317.900 100,07 Tabela 56 Atividades de Gestão Operacional (Previsto x Realizado) Fonte: SME dados extraídos em 19/01/2015 Objetivo Geral e Gestão Das Ações Os Serviços Técnicos Jurídicos prestados ao SEBRAE – TO são através de empresa Caetano e Pitaluga – Advogados S/S, contratada por processo licitatório de 150 horas mensais por período de12 meses. A Unidade de Administração e Finanças dentre as ações previstas no plano de trabalho concentrou esforços na continuidade ao controle com os custos e despesas de operacionalização, na renovação de veículos (leilão vendas e locação), manutenção e reformas específicas do prédio do edifício sede de Palmas e Araguaína e demais alugados, a gestão patrimonial na aquisição e controle de móveis, assim como, tributos. A Unidade de Assessoria da Superintendência – ADS, concentrou esforços na assessoria a Diretoria, na implementação da Lei Geral nos municípios Tocantinenses, REDESIM, 125 Compras Governamentais e ao Programa Território da Cidadania. A Comissão Permanente de Licitação está vinculada a esta unidade. A Unidade de Marketing e Comunicação - UMC atuou com departamentos bem definidos estrategicamente, executando suas ações de forma integrada, dando maior visibilidade aos produtos e serviços ofertados pelo SEBRAE-TO e às micro e pequenas empresas. Aprimoramento do Jornal Mural, Newsletter do SEBRAE Tocantins, redes sociais e mídias. Durante o ano a Unidade de Gestão Estratégica (UGE) realizou vários encontros de trabalho com equipe técnica da UAC, gerentes, gestores de projetos, diretoria e parceiros a fim de selecionar, elaborar projetos e atividades para o PPA 2015/2018 desenvolveu a etapa de formulação da estratégia de atuação considerando 03 fases distintas mais complementares entre si, a saber: • Levantamento das Potencialidades Regionais – Análise do cenário e tendências regionais à luz do PPA vigente; • Análise da visão das partes interessadas – parceiros - identificação das demandas e oportunidades; • Seminário de Formulação da estratégia PPA 2015/2018. Destaque para resolução de estruturação do comitê de gestão da estratégia como reuniões para análise da estratégia do PPA vigente. A Unidade de Gestão Orçamentária, Controle e Contabilidade - Continuou com ação educativa e preventiva no atendimento individualizado aos técnicos na elaboração de termos de referência, formulações, revisões de normas internas aperfeiçoando o processo de gestão, com a finalidade de padronizar e orientar ações administrativas, elaboração e acompanhamento dos contratos de prestação de serviços e aquisição de bens, além da realização das prestações de contas de convênios, apoio às auditorias (Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União, BDO Trevisan e SEBRAE/NA), assim como, nas atividades orçamentárias. Do ponto de vista de pessoal, a Unidade de Gestão de Pessoas – UGP concentrou suas atividades em ações de integração entre os empregados como, por exemplo, comemoração do dia dos pais, dias das mães, dia das crianças e festa junina. Além de promover ações de incentivo aos colaboradores no alcance das metas mobilizadoras, massagem relaxante, atividades físicas, também a participarem de cursos on line da UCS (unidade corporativa SEBRAE) - importante instrumento para implantar a política de aprendizagem contínua focada no desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes, alinhados com as diretrizes estratégicas do SEBRAE, graduação, pós-graduação; capacitações para formação de gestores de processos e projetos (ações do programa de excelência em gestão); A Unidade de Tecnologia de Informação e Comunicação foi reestruturada com um especialista em cada subárea da Tecnologia da Informação, na qualificação dos colaboradores e adequação aos padrões da instituição para melhor atendimento ao cliente interno. Atuou de forma preventiva com atualizações de sistemas, manutenção em computadores e redes, além de garantir a evolução e suporte constante da tecnologia implantada em seus sistemas corporativos e na modernização do parque de TI. A Unidade de Projetos Especiais - UPE concentrou esforços na execução e prestação de contas dos convênios firmados com Ministérios do Desenvolvimento Agrário e na elaboração de projetos para captação de recursos, assim como na estruturação da unidade. A Unidade de Articulação e Conhecimento - UAC através dos gestores de carteiras (artesanato, agronegócios, indústria, comércio e serviços e turismo), continuou como coordenadora dos projetos visando ao alcance dos resultados estabelecidos. Ressarcimento de Despesas pelo Sebrae/NA – referem-se às capacitações promovidas pelo Sebrae/NA. 126 2.7.5.2.Atividades de Suporte Operacional As Atividades de Suporte Operacional são padronizadas e contemplam ações cujas despesas tenham vinculação direta com a atuação do Sistema Sebrae nas tipologias de Atendimento, Desenvolvimento de Desenvolvimento de Produtos e Serviços, Articulação Institucional, Suporte a Negócios e também as despesas das unidades (escritórios) situadas fora do edifício sede do Sebrae. Atividades Remuneração de Recursos Humanos Relacionados a Negócios Suporte Operacional - Porto Nacional Suporte Operacional - Araguaína Suporte Operacional - Araguatins Suporte Operacional - CEEmpresarial Suporte Operacional - Colinas do Tocantins Suporte Operacional - Dianópolis Suporte Operacional - Guaraí Suporte Operacional - Gurupi Suporte Operacional - Palmas Suporte Operacional - Paraíso Suporte Operacional - Taquaralto Total Valores em R$ (**) Previsto Realizado % Variação 14.614.881 14.614.499 100,00 109.000 108.710 99,73 212.668 212.614 99,97 105.600 104.070 98,55 750.000 733.637 97,82 85.000 84.987 99,98 95.000 94.406 99,37 82.650 82.648 100,00 211.200 210.485 99,66 165.680 165.673 100,00 117.200 113.973 97,25 110.000 109.840 99,85 16.658.879 16.635.542 99,86 Tabela 57 Atividades de Suporte Operacional (Realizado x Previsto) Fonte: SME dados extraídos em 19/01/2015 3. Estruturas de Governança e de Autocontrole da Gestão 3.1. Estrutura de Governança Cada vez mais fortemente, a exemplo das instituições financeiras, as empresas em geral estão adotando códigos de relacionamento e práticas de gestão e prestação de contas, com o objetivo principal de tornar a gestão mais transparente as partes interessadas, a sua força de trabalho e demais detentores do poder e do direito de decidir dentro da organização. Estes códigos e práticas consubstanciam o que se denomina atualmente de “governança corporativa”. A governança corporativa no SEBRAE/TO, elemento presente nos processos de Deliberação, comunicação e gestão, estatutariamente esta é composta da seguinte estrutura básica: Estrutura básica A estrutura básica do SEBRAE/TO é composta pelos seguintes órgãos: I – Conselho Deliberativo Estadual, designado pela sigla CDE; II – Conselho Fiscal, designado pela sigla CF; e, III – Diretoria Executiva, designada pela sigla DIREX. Atribuições e composição do CDE: O CDE é o órgão de direção superior, que detém o poder originário e soberano no âmbito do SEBRAE/TO. 127 É composto por 12 (doze) conselheiros titulares e respectivos suplentes, pessoas físicas capazes civilmente, representantes de cada um dos associados instituidores do SEBRAE/TO, e cumprirão mandato de dois anos, sem remuneração, sendo permitida a recondução. Atribuições e composição do CF: O CF é o órgão de assessoramento do CDE para assuntos de gestão contábil, patrimonial e financeira. É composto de 3 (três) membros efetivos e (três) suplentes, eleitos pelo CDE dentre as pessoas físicas capazes civilmente, diplomados em curso de nível universitário, residentes no País, indicados pelas entidades associadas do SEBRAE/TO, para o exercício de um mandato de 4 (quatro) anos consecutivos, sem remuneração, permitida a recondução. Atribuições e composição da DIREX: A DIREX é o órgão colegiado de natureza executiva, é responsável pela gestão administrativa e técnica do SEBRAE/TO. É composta por 3 (três) Diretores, sendo: (01) um Diretor Superintendente e por 2 (dois) Diretores, eleitos pelo CDE para um mandato de 04 (quatro) anos consecutivos, demissíveis ad nutum ou em face de representação, sendo permitida a recondução. Unidades de Apoio A estrutura de governança em todos os níveis conta com o suporte operacional das seguintes unidades: • UGEX – Unidade de Gestão para Excelência; • UGOCC – Unidade de Orçamento, Controle e Contabilidade; • UAUDI – Unidade de Auditoria Interna; • UASJUR – Unidade de Assessoria Jurídica; e, • Empresas terceirizadas de Consultoria e Auditoria Independente. Principais instrumentos de suporte a governança: • Estatuto Social; • Regimentos internos; • Código de ética; • Regulamento Disciplinar – IN 31; • Diretrizes, Políticas e deliberações para o Sistema SEBRAE emanadas do CDN. Decisões e deliberações Do CDE As decisões e deliberações são tomadas em reuniões ordinárias mensais e/ou extraordinárias para deliberar sobre questões urgentes e inadiáveis, com pauta definida, cuja convocação se dá com 7 (sete) dias da data de realização. As decisões são tomadas por maioria simples, salvo quando o estatuto exigir quórum privilegiado. Do CF As decisões e deliberação acontecem após a análise das informações de ordem patrimonial, econômica e financeira que culmina com a emissão de parecer expressando a opinião, em reunião realizada a cada trimestre e, sempre que convocada pelo presidente do CDE. Da DIREX As decisões e deliberações são tomadas em reuniões ordinárias 2 (duas) vezes por mês e, em caráter extraordinário, sempre que convocado pelo Diretor-Superintendente. No exercício 128 da liderança, tem sido de praxe a participação da DIREX nas reuniões do CDE, quando são apresentados os resultados parciais do desempenho da instituição em relação às metas e objetivos estratégicos. Instrumentos de Controle Os principais instrumentos de controle dos atos emanados por órgãos que constituem a estrutura básica são: • As atas de reuniões; • Resoluções; • Portarias; • Pareceres 3.2. Atuação da Auditoria Em 2012 foi criado a Unidade de Auditoria Interna UAUDI - através da Portaria nº 29 de 18 de junho, daquele ano, a diretriz foi orientada para se atuar de forma preventiva, focada na identificação, avaliação, tratamento de riscos e monitoramento dos planos de ação com adoção e implementação de metodologia de auditoria com foco em risco, seguindo-se as orientações emanadas pelo C.O.S.O. Inicialmente a estrutura foi constituída por um analista, um trainee e um estagiário. No decorrer do ano de 2014 a Unidade contou com quatro analistas e um estagiário. Para liderar o processo foi criada a função de gerente da Unidade, cuja escolha recaiu no profissional de carreira que atuava como auditor interno, cujo perfil, na avaliação da Alta Governança denota experiência, conhecimento do negócio e comportamento ilibado, requisitos indispensáveis para se postar a frente desta nova forma de atuação. No SEBRAE/TO a Unidade de Auditoria Interna se reporta a Diretoria Superintendente, que por sua vez faz o relacionamento com as instâncias superiores e demais partes interessadas, transmitindo as informações e os resultados dos trabalhos. Como parte do escopo do programa de trabalho para identificação de riscos em processos e consistência dos relatórios gerados, é dada grande ênfase nos aspectos de avaliação dos controles de procedimentos internos. O SEBRAE/TO conta ainda com uma estrutura de controle de processos, vinculada à Unidade de Orçamento, Controle e Contabilidade – UGOCC, hierarquicamente vinculada a Diretoria de Administrativa Financeira, que faz a verificação prévia de cada processo registro contábil, que, por conseguinte, proporcionam a qualidade e fidedignidade das informações constantes das Demonstrações Financeiras, e dessa forma garantem o atendimento dos objetivos estratégicos. Segundo o C.O.S.O., Controle Interno é um processo realizado pela diretoria, por todos os níveis de gerência e por outras pessoas da entidade, projetado para fornecer segurança razoável quanto à consecução de objetivos nas seguintes categorias: a) eficácia e eficiência das operações; b) confiabilidade de relatórios financeiros; c) cumprimento de leis e regulamentações aplicáveis. No tocante a avaliação das práticas, métodos e padrões dos controles internos no SEBRAE/TO com ênfase na eficiência e na eficácia, segue as diretrizes da alta administração e operacionalizada com mais afinco pelas Unidade de Auditoria Interna, Unidade de Gestão para Excelência e pelo Comitê de avaliação de normas, instituído pela resolução Direx nº 004/2013. As auditorias independentes têm sido realizadas com limitação de escopo, portanto, são inferidos somente aqueles controles internos inerentes à abrangência dos trabalhos delineados, não sendo comum o fornecimento de relatos sobre a eficiência e eficácia dos controles, 129 mesmo de forma sintetizada da qualidade dos controles internos, até pelo fato do zelo que a instituição tem em relação a boas práticas de gestão, que corroboram para inexistência de fatos desta natureza. A Unidade de Auditoria Interna do SEBRAE/TO tem canal aberto para comunicação com a Diretoria Superintendente, instância a que se subordina. Porém, até em consonância com a metodologia de atuar com Auditoria com Foco em Risco e orientações do C.O.S.O., a comunicação formalizada ocorre sistematicamente à Diretoria Colegiada após a conclusão de cada processo avaliado ou trabalho concluído. A comunicação com Conselho Deliberativo Estadual e com o Conselho Fiscal é realizada pela Diretoria Superintendente. 3.3.Sistema de Correição Regida pela Instrução Normativa nº 49 00 – Manual da Ouvidoria do SEBRAE Nacional e Processo Ouvidoria do SEBRAE Tocantins aprovado pela Resolução DIREX nº 010/2013, a ouvidoria do SEBRAE Tocantins é um processo gerido pela UGEX – Unidade de Gestão para Excelência que conforme dispõe os documentos que a regulamenta, a Ouvidoria é uma instância institucional, autônoma e independente, de caráter mediador, pedagógico e estratégico, que acolhe as manifestações dos cidadãos não solucionadas por outros canais de atendimento, assegurando a transparência da organização na aplicação de seus recursos e no cumprimento de sua missão. Atua na busca de soluções, identifica tendências para recomendar e orientar a instituição e fomentar a promoção da melhoria contínua do atendimento e da gestão. Cabe à ouvidoria dar os devidos encaminhamentos, no âmbito institucional, a denúncias, reclamações, informações, elogios, solicitações e sugestões referentes aos serviços prestados no universo da instituição. A ouvidoria do Sebrae Tocantins iniciou suas atividades em outubro de 2012, atuando no período de outubro 2012 a dezembro 2013 como interlocutora junto ao Sebrae/NA, sendo que até julho 2013 sob a responsabilidade da colaboradora Lilian Sabino e até dezembro 2013 sob responsabilidade da colaboradora Vera Lúcia Teodoro Braga. A ouvidoria foi efetivamente implantada em dezembro de 2013, através da Resolução 014/2013, vinculada a UGEX e subordinada a DISUPER, sendo nomeada como Ouvidora a Analista Vera Lúcia Teodoro Braga Vera com mandato até Dez/2014. Durante o exercício de 2012 a ouvidoria acolheu 8 manifestações, sendo que a maioria foi solicitação seguida de denúncias, todas foram tratadas e finalizadas. Já em 2013 a ouvidoria acolheu 19 manifestações, sendo 9 denúncias, 7 reclamações e 3 sugestão, do total apenas uma não foi tratada. Já em 2014 acolhemos 81 manifestações, onde a maioria foi reclamação seguida e solicitação, sendo que 3 reclamações e 1 solicitação não foram tratadas. 130 Gráfico 8 Perfil dos Atendimentos da Ouvidoria (2012x2013x2014) Gráfico 9 Perfil dos Atendimentos da Ouvidoria O tratamento de cada manifestação, compreendendo a análise, a qualificação e o retorno ao manifestante é um trabalho realizado em conjunto da ouvidoria e todas as áreas impactadas do Sebrae TO. Sem este envolvimento e parceria seria impossível alcançar o excelente resultado onde somos um dos entre os 05 Sebrae que não possui manifestação em aberto e estamos abaixo da média do sistema em tempo de resposta, onde a média é 8 dias e o Sebrae TO tem a média de 4 dias. 131 Gráfico 10 Ouvidoria 2014 - Pendentes de Tratamento Essa parceria possibilita maior agilidade no atendimento das demandas e na demonstração de compromisso com o cidadão, além de consolidar a nossa atenção quanto ao atendimento do nosso público alvo, como um direito a cidadania, potencializando o exercício pleno da democracia participativa. Gráfico 11 Ouvidoria 2014 - Tempo Médio de Resposta Estado geral das manifestações Das 108 manifestações acolhidas nos exercícios de 2012 – 2014, 97,22% se identificaram, 2,78% mantiveram o anonimato. Daqueles que identificaram a Ouvidoria, nenhum optou pelo sigilo da identidade para as unidades destinatárias. Das 108 manifestações apresentadas, 95,37% foram resolvidas, e 4,63% encontra-se em processo de resolução. 132 3.4. Avaliação dos Controles Internos ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS Ambiente de Controle VALORES 1 2 3 4 1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 5 X 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. X 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. X 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. X 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. X 8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. Avaliação de Risco X 1 2 3 4 10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. X 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. X 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. X 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. X 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. X 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. X 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. X 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. X Procedimentos de Controle 5 1 2 3 4 5 19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. X 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. X 133 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. X 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. X Informação e Comunicação 1 2 3 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 4 5 X 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. X 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. X 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. X 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. X Monitoramento 1 2 3 4 28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. X 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. X 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X 5 Análise Crítica: Escala de valores da Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ. Tabela 58 Avaliação dos Controles Internos 134 3.5.Dirigentes e Membros de Conselhos Período Ord. Nome Entidade 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 Roberto Magno Martins Cabral Santos Gonçalves Domingos Poubel de Castro Newton de Castro Itelvino Pisoni Domingos Tavares de Souza Katia Terezinha Coelho da Rocha Eurípedes Martins Costa Pedro José Ferreira Fabiano Roberto do Vale Filho Antônio Rubens Aires de Alencar 12 Carlos Tadeu Zerbine Leão 13 14 15 16 Maria Luzia do Couto Aguiar Ricardo Castro Cavalcante Lima Marivaldo Gonçalves de Melo Ana Celisia de Carvalho Mendes 17 Edvaldo Sebastião de Souza 18 Edna Maria Morais de Paula 19 20 21 22 23 24 Paulo Henrique Ferreira Massuia Marcos Jair de Aguiar Joaber Divino Macedo Arison José Pereira Marcio Antonio da Silveira Higino Júlia Piti 25 Silmara Lustosa Ribeiro Fecomércio 26 Lunáh Brito Gomes Fecomércio 27 Maria de Fátima de Jesus Faciet 28 Donizeth Aparecido da Silva Faciet 29 José Roberto Fernandes Fieto 30 31 Hugo de Carvalho Anselmo da Silva Morais Função Inicio Fim 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 21/08/2013 – 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 Fieto Fieto Sebrae/NA Sebrae/NA Fecomércio Fecomércio FAET FAET Faciet Faciet Fampec Presidente Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Fampec Conselheiro Suplente Caixa Caixa BASA BASA Banco do Brasil Banco do Brasil Sedecti Sedecti Unitins Unitins UFT UFT Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente 01/01/2011 01/01/2011 18/04/2013 14/03/2012 24/06/2014 24/06/2014 21/08/2013 27/10/2011 29/08/2011 11/08/2011 06/06/2012 10/07/2012 – 23/10/2013 06/06/2012 06/06/2012 18/04/2013 05/12/2013 Conselheiro Titular 21/08/2013 31/12/2014 Conselheiro Suplente 26/02/2014 31/12/2014 Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Presidente Conselho Fiscal Conselheiro Fiscal Suplente Conselheiro Fiscal Titular Conselheiro Fiscal Suplente Conselheiro Fiscal Titular Vice Presidente CDE Conselheiro Suplente 06/06/2012 06/06/2012 01/01/2011 07/12/2012 10/07/2012 10/07/2012 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 31/12/2014 01/01/2011 24/06/2014 01/01/2011 31/12/2014 01/01/2011 31/12/2014 03/03/2011 31/12/2014 01/01/2011 31/12/2014 01/01/2011 01/01/2011 24/06/2014 24/06/2014 Fecomércio Fecomércio Tabela 59 Rol de Dirigentes e Membros de Conselhos Relação de Entidades: • Federação das Indústrias do Estado do Tocantins – FIETO; • Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas – Sebrae/NA; • Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Tocantins – Fecomércio/TO; • Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins – FAET; • Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Tocantins – FACIET; 135 • Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Estado do Tocantins - FAMPEC-TO; • Caixa Econômica Federal S/A – Caixa; • Banco da Amazônia S/A – Basa; • Banco do Brasil S/A; • Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado do Tocantins – SEDECTI; • Fundação Universidade do Tocantins – UNITINS; • Universidade Federal do Tocantins – UFT; 3.6.Remuneração a Dirigentes Composição de Remuneração de Diretor não Empregado Nome Remuneração Gratificação Maria Emília Mendonça P. Jaber 16.403,70 6.561,49 Jarbas Luis Meurer 16.403,70 6.561,49 Total 22.965,19 22.965,19 Composição de Remuneração de Diretor Empregado Complemento Gratificação Adicional Remuneração Nome Salário Diretor Tempo De Total Diretor Empregado Serviço Superintendente Marcia Rodrigues de Paula 7.922,38 8.201,85 8.164,42 316,90 24.605,55 Tabela 60 Remuneração a Dirigentes 136 4. Programação e Execução Contábil e Financeira. 4.1. Programação Orçamentária das Receitas e Despesas Balanço Orçamentário – Sebrae / TO (R$ mil) Execução Realiza Despesas Ajustada % % do (b) (c/a) (c/b) (c) 66.935 64.191 104,7% 95,9% Despesas Correntes Pessoal, Encargos e 28.939 28.939 109,8% 100,0% Benefícios Serviços Prof. e 131 131 - 100,0% Contratados Demais Despesas 241 52 21,4% Operacionais Previsão no Ano Receitas Original (a) Receitas Correntes 61.306 Contribuição Social Ordinária-CSO 26.348 CSO - SALDO de Exercícios Anteriores - CSO - Ressarcimentos - Contribuição Social do Sebrae NACSN Convênios com Sebrae/NA Convênios com Parceiros Aplicações Financeiras Empresas Beneficiadas Outras Receitas Déficit Corrente Receitas de Capital Alienação de Bens Operações de Crédito Saldo de Exercícios Anteriores Receitas Totais Resultado - Déficit Total Geral 25.659 31.712 30.130 117,4% 5.655 350 2.994 300 2.562 350 2.700 300 33,0% 241,9% 56,7% 177,1% - 651 651 1.864 847 1.697 531 651 651 - - - - 4.500 65.806 748 68.334 98,5% 65.806 68.334 64.842 64.842 - 98,5% 95,0% Encargos Diversos - Transferências (Parceiros) 72,8% 241,9% 62,8% 177,1% Superávit Corrente - Despesas de Capital - Investimentos / Outros Amortização de Empréstimos - Fundo de Reserva 94,9% Despesas Totais Resultado - Superávit 94,9% Total Geral Previsão no Ano Execução Realiz Original Ajustada % % ado (a) (b) (c/a) (c/b) (c) 60.485 67.169 63.953 105,7% 95,2% 14.967 16.470 16.497 110,2% 100,2% 36.762 42.439 33.105 8.289 90,1% 78,0% 7.150 11.898 143,5% 166,4% 193 293 396 205,9% 135,3% 276 816 2.057 745,4% 252,1% 5.280 5.280 1.093 1.093 238 728 728 13,8% 13,8% 66,7% 66,7% - - - - - 72 68.334 64.681 161 68.334 64.842 98,3% 94,7% 98,5% 94,9% 41 65.806 65.806 Tabela 61 Programação Orçamentária das Receitas e Despesas 137 a) Arrecadação – Previsão x Execução Previsão no Ano Receitas Original (a) Execução Ajustada (b) Realizado (c) % (c/a) % (c/b) Receitas Correntes 61.306 66.935 64.191 104,7% 95,9% Contribuição Social Ordinária-CSO 26.348 28.939 28.939 109,8% 100,0% CSO - SALDO de Exercícios Anteriores - 131 131 - 100,0% CSO - Ressarcimentos - 241 52 - 21,4% 25.659 31.712 30.130 117,4% 95,0% - - - - - 5.655 2.562 1.864 33,0% 72,8% Aplicações Financeiras 350 350 847 241,9% 241,9% Empresas Beneficiadas 2.994 2.700 1.697 56,7% 62,8% 300 300 531 177,1% 177,1% Contribuição Social do Sebrae NA-CSN Convênios com Sebrae/NA Convênios com Parceiros Outras Receitas Déficit Corrente - Receitas de Capital - 651 651 - - Alienação de Bens - 651 651 - - Operações de Crédito - - - - - 4.500 748 - - - 65.806 68.334 64.842 98,5% 94,9% 98,5% 94,9% Saldo de Exercícios Anteriores Receitas Totais Resultado - Déficit Total Geral 65.806 68.334 64.842 Tabela 62 Arrecadação – Previsão x Execução b) Notas explicativas das oscilações significativas de arrecadação: Das Receitas Houve o acréscimo na previsão de receitas correntes com relação ao previsto original em 4,7% ou R$2.885.000,00, proveniente do aumento das receitas de Contribuição Social Ordinário – CSO (109,8%), Contribuição Social do Sebrae NA – CSN (117,4%), Aplicações Financeiras (241,9%) e Outras receitas (177,1%). Consequentemente, as receitas de CSO – Ressarcimento (21,4%), Convênios (72,8%) e Empresas Beneficiadas (62,8%) foram abaixo do previsto originalmente, contudo, as receitas correntes com baixa execução representariam 14,5% da previsão original de receitas correntes totais, assim, o impacto das receitas correntes que superaram a previsão original ocasionou a superação da receita prevista na totalidade. Contribuição Social Ordinária (CSO) – Houve a execução na previsão original de 104,7% proveniente dos excessos de arrecadação do exercício. Contribuição Social Nacional (CSN) – As transferências da CSN para o SEBRAE/TO são destinadas à execução de chamadas públicas de projetos, projetos especiais, programas nacionais aplicados em projetos e despesas de viagens patrocinadas pelo Sebrae NA. Houve a execução de 109,8% da receita de CSN originalmente prevista. Os projetos / programas que contribuíram de forma significativa para a superação na previsão inicial de CSN foram: Estruturação do Polo Ecoturístico Produtivo de Taquaruçu, Implementação da Lei Geral, Talentos Moda – Brasil Original e, principalmente, Eventos de Apoio aos Pequenos Negócios e Exposições Agropecuárias do Tocantins. 138 CSO – Ressarcimentos – Enquadra-se neste tipo de transferência o recurso para cobertura de despesas de viagens custeadas no interesse e mediante convite das unidades do Sebrae NA. A execução da receita de CSO – Ressarcimento de 21,4% ocorre devido a estimativa elevada, considerando que a geração da receita depende da quantidade de convites para eventos de interesse do Sebrae NA e efetiva participação do Sebrae TO. Convênios com Parceiros – A execução de 33% de receita de convênio com relação ao previsto original deve-se pela não efetivação de convênios articulados inicialmente para projetos que foram descontinuados, principalmente, o projeto Piratins lajeado, Turismo e Produção Associada – Região Central e Compras Governamentais do Estado do Tocantins. Empresas Beneficiadas – A execução de 56,7% de receita de empresas beneficiadas com relação ao previsto original deve-se pela não efetivação de soluções e serviços com contrapartida dos pequenos negócios, principalmente, com a aplicação de diagnósticos empresariais, palestras gratuitas e soluções sem contrapartida direcionadas para os Micro Empreendedores Individuais. Aplicações Financeiras – A execução de 241,9% de receita de aplicações financeiras com relação ao previsto original deve-se principalmente pelos rendimentos da CSN disponibilizada no início do exercício e executado no segundo semestre de 2014. Outras Receitas – A execução de 177,1% de outras receitas com relação ao previsto original deve-se principalmente pela recuperação e restituição de pessoal cedido R$392.529,74. Alienação de Bens – A variação com relação ao previsto do original deve-se pela venda dos veículos que correspondia à frota do Sebrae/TO. 4.2.Execução Orçamentária das Receitas e Despesas Demonstração e análise do desempenho da entidade na execução orçamentária e financeira: a) Comparação de Receitas/Despesas entre os dois últimos exercícios; Receitas Receitas Correntes Contribuição Social Ordinária-CSO CSO - SALDO de Exercícios Anteriores CSO - Ressarcimentos Contribuição Social do Sebrae NA-CSN Convênios com Sebrae/NA Convênios com Parceiros Aplicações Financeiras Empresas Beneficiadas Outras Receitas 2013 50.028 27.550 0 0 16.312 0 3.349 606 1.718 494 Execução (R$ Mil) 2014 64.191 28.939 131 52 30.130 0 1.864 847 1.697 531 Variação 28,31% 5,04% 0,00% 0,00% 84,71% 0,00% -44,34% 39,79% -1,21% 7,52% Tabela 63 Comparação de Receitas entre os dois últimos exercícios Notas explicativas das variações entre os dois últimos exercícios 2013 e 2014: Das Receitas Contribuição Social Ordinária (CSO) – A variação de 5,04% na execução de receita de CSO é proveniente da evolução na arrecadação do exercício e correções monetárias. Contribuição Social Nacional (CSN) – A variação de 84,71% na execução de receita de CSN é proveniente principalmente da expansão dos Programas Nacionais SEBRAETEC, Implementação da Lei Geral, Negócio a Negócio e Educação Empreendedora, bem como, dos projetos especiais de Estruturação do Polo Ecoturístico Produtivo de Taquaruçu, 139 Implementação da Lei Geral, Talentos Moda – Brasil Original e, principalmente, Eventos de Apoio aos Pequenos Negócios e Exposições Agropecuárias do Tocantins. Convênios com Parceiros – A variação de -44,342%, comparada ao exercício anterior, deve-se em função da descontinuidade da atuação estratégica de convênios firmados com o Ministério de Desenvolvimento Agrário – MDA e do convênio firmado com o governo do Estado para realização e Promoção de Iniciativas Empreendedoras do Segmento de Sol e Praia no Estado do Tocantins. Aplicações Financeiras – A variação nas receitas de 39,71% das Aplicações Financeiras decorre dos repasses de CSN ocorridos no inicio do exercício. Outras Receitas – A variação de 7,52% de Outras Receitas decorre principalmente da recuperação e restituição de pessoal cedido para outras instituições. Despesas 2013 52.696 14.659 24.563 11.802 282 1.389 Despesas Correntes Pessoal, Encargos e Benefícios Serviços Prof. e Contratados Demais Despesas Operacionais Encargos Diversos Transferências (Parceiros) Execução (R$ Mil) 2014 63.953 16.497 33.105 11.898 396 2.057 Variação % 21,36% 12,54% 34,77% 0,81% 40,50% 48,04% Tabela 64 Comparação de Receitas entre os dois últimos exercícios Notas explicativas das variações entre os dois últimos exercícios 2013 e 2014: Das Despesas Pessoal, encargos e benefícios – Justifica-se a variação em 12,54% comparada ao exercício anterior devido à contratação de 12 novos funcionários para o quadro de pessoal, reajuste nos salários e no auxílio alimentação, determinados em acordo coletivo. Serviços Profissionais e Contratados – A variação de 34,77% em relação ao ano anterior, justifica-se pelo aumento nas das demandas provenientes dos projetos especiais com recurso de CSN. Encargos Diversos – A variação de 40,50% em relação ao ano anterior, justifica-se pelo aumento nas das demandas provenientes das despesas financeiras devido ao acréscimo nos resgates de aplicação financeiras. Transferências (Parceiros) – A variação de 35,7% em relação ao exercício anterior devese pela celebração de novos convênios institucionais e equiparação de mercado das horas previstas nos projetos executados em parceria com outras instituições. b) Programação orçamentária das despesas correntes, de capital e da reserva de contingência: Previsão no Ano Despesas Original (a) Execução Ajustada (b) Realizado (c) % (c/a) % (c/b) Despesas Correntes 60.485 67.169 63.953 105,7% 95,2% Pessoal, Encargos e Benefícios 14.967 16.470 16.497 110,2% 100,2% Serviços Prof. e Contratados 36.762 42.439 33.105 90,1% 78,0% 8.289 7.150 11.898 143,5% 166,4% Encargos Diversos 193 293 396 205,9% 135,3% Transferências (Parceiros) 276 816 2.057 745,4% 252,1% Demais Despesas Operacionais 140 Superávit Corrente 238 Despesas de Capital 5.280 1.093 728 13,8% 66,7% Investimentos / Outros 5.280 1.093 728 13,8% 66,7% 0 0 0 - - 41 72 65.806 68.334 Amortização de Empréstimos Fundo de Reserva Despesas Totais Resultado - Superávit - - 64.681 - 98,3% 94,7% 98,5% 94,9% 161 Total Geral 65.806 68.334 64.842 Tabela 65 Programação orçamentária das despesas Notas explicativas das oscilações significativas de arrecadação: Das Despesas Pessoal, encargos e benefícios – A execução de 110,2% de demais pessoal, encargos e benefícios com relação ao previsto original deve-se principalmente pelas contratações e demissões que ocorreram no exercício. Demais Despesas Operacionais - A execução de 143,5% de demais despesas operacionais com relação ao previsto original deve-se por despesas com grandes eventos no exercício que não estavam previstos. Serviços Profissionais e Contratados – A variação de 34,77% em relação ao ano anterior, justifica-se pelo aumento nas das demandas provenientes dos projetos especiais com recurso de CSN. Encargos Diversos – A execução de 205,9% de encargos diversos com relação ao previsto original deve-se pela previsão subestimada para natureza de despesa tributária. Transferências (Parceiros) – A execução de 745,4% de transferências (parceiros) com relação ao previsto original deve-se principalmente pelos novos convênios institucionais celebrados em parceria com outras instituições. Investimentos / Outros – A execução de apenas 13,8% do valor previsto originalmente deve-se principalmente pela previsão de aquisição de móveis para sede e unidades operacionais que não ocorreu, bem como o projeto de construção da nova Sede do Sebrae foi adiado para o PPA de 2015/2017. c) Execução das despesas por modalidade de licitação, por natureza e por elementos de despesa; Modalidade de Licitação Natureza do Objeto Natureza Contábil Convite Convite Convite 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço Consultoria em Outras Naturezas Organização e Promoção de Eventos Consultoria em Outras Naturezas Outros Serviços Técnicos Especializados Estudos, Pesquisas, Análises em Outras Naturezas. Convite 2 - Serviço Convite 2 - Serviço Convite 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos Convite Concorrência Concorrência Concorrência Concorrência 1 - Obra 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço Manutenção de Instalações Prediais Consultoria em Outras Naturezas Estudos, Pesquisas, Análises em Outras Valor do Contrato Execução até 31/12/2014 R$ 16.800,00 R$ 29.000,00 R$ 14.691,62 R$ 16.800,00 R$ 29.000,00 R$ 14.692,62 R$ 11.900,00 R$ 11.900,00 R$ 12.212,00 R$ 12.212,00 R$ 7.190,00 R$ 13.850,00 R$ 19.597,48 R$ 60.000,00 R$ 38.500,00 R$ 66.000,00 R$ 27.830,00 R$ 7.190,00 R$ 13.850,00 R$ 19.587,48 R$ 60.000,00 R$ 38.500,00 R$ 33.000,00 R$27.830,00 141 Concorrência 2 - Serviço Concorrência 2 - Serviço Concorrência 2 - Serviço Concorrência 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Naturezas. Consultoria em Outras Naturezas Estudos, Pesquisas, Análises em Outras Naturezas. Recrutamento e Seleção Estudos, Pesquisas, Análises em Outras Naturezas Passagens Aéreas Nacional – Pessoal Pregão 3 - Compra Equipamentos de Informática Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos Seguro de Vida em Grupo Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão Pregão Pregão Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão Pregão Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço Pregão Organização e Promoção de Eventos Aluguel de Equipamentos de Informática Manutenção de Veículos Serviços de Correio Postal Organização e Promoção de Eventos 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos Pregão 2 – Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão Outros Serviços Técnicos Especializados Organização e Promoção de Eventos Outros Serviços Técnicos Especializados 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos Pregão 2 - Serviço R$ 160.160,00 R$160.160,00 R$ 39.100,00 R$ 39.100,00 R$ 67.450,00 R$ 3.600,00 R$ 25.870,00 R$ 6.476,50 R$3.779.000,00 R$ 391.900,00 R$ 63.500,00 R$ 150.000,00 R$ 93.800,00 R$ 30.300,00 R$ 23.400,00 R$ 44.000,00 R$2.766.310,11 R$ 3.061,71 R$ 63.500,00 R$ 200.474,20 R$ 61.536,25 R$30.300,00 R$ 23.400,00 R$ 44.000,00 R$ 43.000,00 R$ 43.000,00 R$13.999,80 R$25.000,00 R$ 1.100.000,00 R$ 200.000,00 R$ 96.500,00 R$ 105.000,00 R$ 10.000,00 R$86.000,00 R$ 25.000,00 R$95.900,00 R$107.315,00 R$33.400,00 R$ 2.500,74 R$ 2.622,24 R$ 1.100.000,00 R$ 200.000,00 R$ 96.500,00 R$ 105.000,00 R$10.000,00 R$ 86.000,00 R$ 24.950,00 R$ 95.900,00 R$ 107.315,00 R$ 33.400,00 R$32.000,00 R$ 32.000,00 R$26.750,00 R$29.750,00 R$21.900,00 R$ 26.750,00 R$ 29.750,00 R$21.900,00 R$28.850,00 R$ 28.850,00 R$53.000,00 R$53.000,00 R$122.721,24 R$122.721,24 R$ 20.740,00 R$ 20.740,00 R$ 70.950,00 R$39.900,00 R$ 34.890,00 R$ 83.800,00 R$ 146.000,00 R$112.350,00 R$70.950,00 R$39.900,00 R$34.890,00 R$83.800,00 R$146.000,00 R$112.350,00 R$114.900,00 R$114.900,00 R$29.600,00 R$ 29.600,00 R$214.790,00 R$ 214.790,00 R$31.100,00 R$ 31.100,00 R$50.546,66 R$ 50.546,66 R$18.000,00 R$ 81.800,00 R$190.000,00 R$ 95.000,00 R$18.000,00 R$81.800,00 R$123.700,00 R$112.500,00 142 Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão Outros Serviços de Divulgação / Publicidade Limpeza Equipamentos de Informática Serviço de Transmissão de Dados em Rede Manutenção de Ar Condicionado 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos Pregão 2 - Serviço R$128.000,00 R$113.000,00 R$177.000,00 R$33.000,00 R$55.450,00 R$ 33.000,00 R$122.900,00 R$25.000,00 R$128.000,00 R$ 113.000,00 R$ 177.000,00 R$33.000,00 R$55.450,00 R$ 33.000,00 R$122.900,00 R$25.000,00 R$183.775,00 R$ 183.775,00 R$ 35.706,58 R$289.700,00 R$ 35.706,58 R$126.623,80 R$329.000,00 R$73.663,86 R$37.000,00 R$27.450,00 R$ 34.000,00 R$48.500,00 R$745,00 R$9.835,05 R$48.500,00 R$372.830,00 R$372.829,62 R$119.230,00 R$119.230,00 R$53.600,00 R$53.600,00 R$21.050,00 R$21.050,00 R$70.950,00 R$70.950,00 R$36.650,00 R$28.900,00 R$143.140,00 R$113.000,00 R$ 20.893,00 R$ 29.560,00 R$28.900,00 R$ 116.887,50 R$74.000,00 R$20.893,00 - R$ 10.000,00 R$24.800,00 R$42.000,00 Pregão Pregão Pregão Pregão Pregão 2 – Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço 2 - Serviço Limpeza Aluguel de Veículos 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço - R$43.000,00 R$298.998,00 R$949.999,56 R$1.530.000,00 R$ 256.952,43 R$ 23.280,00 R$43.000,00 R$92.563,84 R$353.610,92 R$126.923,22 R$ 20.963,56 R$23.280,00 R$58.300,00 R$ 58.300,00 R$87.337,00 R$ 87.337,00 R$58.000,00 R$58.000,00 R$78.000,00 R$ 78.000,00 R$66.100,00 R$10.850,00 R$63.100,00 R$ 66.100,00 R$10.850,00 R$ 63.100,00 R$64.500,00 R$64.500,00 R$74.500,00 R$74.500,00 R$7.200,00 R$7.200,00 R$76.260,00 R$76.260,00 143 Outros Meios de Locomoção Urbana Telefonia Móvel R$129.500,00 R$129.500,00 R$17.200,00 R$17.200,00 R$49.000,00 R$49.000,00 R$23.870,00 R$23.870,00 R$11.950,00 R$44.500,00 R$200.026,80 R$11.950,00 R$ 8.085,06 R$18.746,79 R$68.500,00 R$6.950,00 R$30.523,75 - R$330.000,00 R$3.520,00 R$88.000,00 R$400,00 R$162.000,00 R$ 162.000,00 Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Pregão 2 - Serviço Manutenção e Suporte Técnico de Softwares de Terceiros Pregão 2 - Serviço Organização e Promoção de Eventos R$19.700,00 R$ 19.700,00 Pregão 2 - Serviço Equipamentos de Informática R$53.000,00 R$ 42.118,00 R$19.124,00 R$5.460,00 - Organização e Promoção de Eventos Manutenção e Suporte Técnico de Softwares de Terceiros Fretes e Carretos R$1.180,00 - R$23.240,00 Pregão Pregão 2 - Serviço 2 - Serviço Impressão Gráfica - R$12.660,00 - R$6.295,00 - R$67.800,00 - R$88.520,00 - R$4.830,00 R$ 4.830,00 R$16.692.017,17 R$ 10.977.980,80 Aluguel de Equipamento TOTAL R$11.766,00 Tabela 66 Execução das despesas por modalidade de licitação, por natureza e por elementos de despesa; d) Demonstração dos indicadores institucionais orçamentário e financeiro: Limite Inovação e Tecnologia - Mín. 20% Capacitação de Recursos Humanos - Mín. 2% e Máx. 6% Pessoal, Encargos e Benefícios - Máx. 55% Divulgação, Anúncio, Publicidade e Propaganda - Máx 3,5% Bens Móveis (Receita de Alienação de Bens + 3% (Receita CSO + Receitas Próprias) – Máx. de 100% Bens Imóveis - Aprovação prévia do CDN Custeio Administrativo (5% Lei 8.154/90 + Receitas Próprias) – Máx. de 100% Contrapartida da Contribuição Social Ordinária - Mín. 10% Tecnologia da Informação e da Comunicação - Mín. 2% Projetos Setoriais - Min. 50% Fundo de Reserva - Máx 20% Valor Valor % Situação Limite Executado Executado 7.910.077 14.524.026 36,7% OK Mín.329.937 Máx.989.810 656.136 4,0% OK 18.489.165 16.104.299 47,9% OK 2.363.697 1.414.037 2,1% OK 1.652.512 102.919 6,2% OK 0 0 0,0% - 8.412.571 4.141.048 49,2% OK 2.907.014 3.561.121 12,3% OK 581.403 17.988.092 13.666.854 1.348.969 25.046.217 72.495 4,6% 69,6% 0,1% OK OK OK Tabela 67 Demonstração dos indicadores institucionais orçamentário e financeiro: 144 Analise dos indicadores institucionais: Todas as diretrizes dos limites orçamentários foram atingidas em 2014, com destaque para a superação no investimento em inovação e tecnologia. 145 4.3. Maiores Contratos e Favorecidos a) Detalhado abaixo os 10 (dez) maiores contratos firmados no exercício de 2014. Ordem Maior> Menor Número do Contrato Modalidade de Licitação 1 CT.0001.14 Pregão Agenciamento de Viagens 2 CT.0163.14 Pregão Locação de Veículos Automotivos 3 CT.0036.14 Pregão 4 CT.0119.14 Edital De Credenciamento 5 CT.0153.14 Pregão 6 CT.0003.14 Pregão 7 CT.0121.14 Pregão 8 CT.0171.14 Pregão 9 CT.0116.14 Pregão Concorrência 10 CT.0206.14 Tipo de Despesas Montagem e desmontagem de estrutura da Feira do Empreendedor 2014. Consultoria Tecnológica / Programa SEBRAETC Limpeza, Conservação, Copa e Jardinagem Aquisição de 128 Estações de Trabalho (microcomputador) Montagem e Desmontagem de estrutura – exposição Agropecuária Instalação, configuração, consultoria e suporte técnico nível 2 em ambiente Microsoft, Nome/ Razão Social Bananal Turismo Ltda Me Sun Land Locadora De Veículos Epp V3 Produções Eventos E Turismo Ltda Me 121231 FAPTO Fundação De Apoio Cientifico E Tecnologico Tocantins Confiança Administração E Serviços Ltda CPF/CNPJ Valor Total 08.592.993/0001-40 R$ 3.779.000,00 09.265.212/0001-75 R$ 1.530.000,00 03.736.076/0001-78 R$ 1.100.000,00 06.343.763/0001-11 R$ 1.000.000,00 04.829.840/0001-12 R$ 949.999,56 R$ 391.898,88 R J Comercial Ltda – Me 07.123.324/0001-66 Marques & Godoy Ltda – Me 18.514.246/0001-47 R$ 372.830,00 Informática Empresarial Ltda. 32.850.497/0001-23 R$ 330.000,00 Link de Internet e Comunicação de Dados para toda estrutura SEBRAE/TO. SSPNET Comercio De Equipamentos De Teleinformática Ltda-Me 08.778.322/0001-78 R$ 329.000,00 Mapear e identificar o conhecimento existente nas entidades públicas e privadas da Região Amazônica e realizar o Seminário Estadual para entrega dos Resultados do Projeto. Pareja e Leite Ltda Me 12.615.438/0001-63 R$ 320.000,00 Tabela 68 Maiores Contratos Firmados no Exercício de 2014 146 b) Detalhado abaixo os 10 (dez) maiores fornecedores com despesas liquidadas no exercício de 2014. Ordem Maior> Menor Modalidade de Licitação Tipo de Despesas Nome/ Razão Social CPF/CNPJ Valor Total Quitado 1 Edital de Credenciamento CONSULTORIA - Serviços Tecnológicos do Programa Sebraetec – Consultoria e Instrutória SENAR- TO 04.253.770/0001-05 R$ 7.334.040,00 2 Pregão Agência de Publicidade e propaganda Logos Propaganda Ltda. 37.269.412/0001-31 R$ 3.433.893,24 3 Pregão Agenciamento De Viagens Bananal Turismo Ltda Me 08.592.993/0001-40 R$ 2.766.310,11 Pregão Administração e gerenciamento do auxílio alimentação para os colaboradores SEBRAE-TO. Brasilcard Administradora De Cartões Ltda. 03.817.702/0001-50 R$ 1.764.759,27 Seguro Saúde Unimed Seguros Saúde S/A 04.487.255/0001-81 R$ 1.414.457,48 V3 Produções Eventos E Turismo Ltda Me 121231 03.736.076/0001-78 R$ 1.349.718,57 IEL – Instituto Euvaldo Lodi 03.831.134/0001-42 R$1.065.556,75 Horeb Logística Para Eventos – Epp 11.519.912/0001-90 R$ 961.672,73 Marques & Godoy 18.514.246/0001-47 R$ 817.891,22 Construtora Braga 08.690.123/0001-03 R$ 512.508,88 4 5 Contrato firmado pelo SEBRAE/NA 6 Pregão 7 Dispensa/Convite – Entidade Sistema S 8 Pregão 9 Pregão 10 Convite (Contrato 2013) - Montagem e desmontagem de estrutura da Feira do Empreendedor 2014; - Feira Agropecuária Cristalândia - Intermediação entre entidades de Ensino – Estagiários; - Serviços técnicos de pesquisa - Capacitação Empresarial Choque de Gestão; - Apoio técnico a Missão Internacional. - Ambientação, locação e montagem - Prêmio Sebrae Mulher de Negócios; - serviços de ambientação, locação e montagem de stand no Shopping Capim Dourado/ Loja Brasil Original; - Agrotins e Feira Agropecuária - Montagem e Desmontagem de Estrutura, sonorização e iluminação de Exposição Agropecuária. Serviços de construção (reforma e adequação) das Unidades Operacionais do SEBRAE em Palmas e Taquaralto. Tabela 69 Maiores Favorecidos com Despesas Liquidadas no Exercício de 2014 147 4.4. Maiores Contratos para Obras de Engenharia Relação das 10 (dez) empresas com maiores valores contratados pela entidade para execução de obras de engenharia, bem como os critérios para a escolha desses favorecidos. Ordem Maior>Menor Nome/ Razão Social CPF/CNPJ Valor Total 1 Palmas Divisórias 05.292.962/0001-85 R$ 19.597,48 2 Construtora Braga 08.690.123/0001-03 R$ 512.508,88 Critérios CONVITE - realização de obra de reforma e adequação do novo layout no prédio da Sede do SEBRAE-TO. CONVITE - Obra de reforma e adequações NRC e Taquaralto. Tabela 70 Maiores Favorecidos com Despesas de Obras de Engenharia no Exercício de 2014 148 4.5.Informações sobre Transferências 4.5.1. Convênios Convênio 09/2012 – Embrapa e Fapto 09/2012 – SICCOBCREDIPAR 04/2013 - FIETO 32/2013- FACIET 08/2014 - FAMPEC Objetivo Prover conhecimentos sobre e para os pequenos negócios. Articular e fortalecer a rede de parceiros estratégicos. Ter excelência no atendimento com foco no resultado para o cliente. Ter excelência no atendimento com foco no resultado para o cliente. Ter excelência no atendimento com foco no resultado para o cliente. Programa Projeto Pirarucu da Amazônia II. Projeto Pirarucu da Amazônia II. Fomento às Boas Práticas em Cooperativas de Crédito. Projeto de Ampliação da Competitividade Industrial PACI Fortalecimento Empresarial EMPREENDER Programa de Revitalização e Incentivo ao Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais do Estado do Tocantins – PRORIDE-TO Tabela 71 Convênios Mecanismos de controle utilizados nas transferências Os mecanismos de controle utilizados nas transferências mediante convênios se dá nas três etapas do convênio: 1ª - Na formalização: o proponente apresenta um projeto a Diretoria Executiva do Sebrae/TO, que por sua vez encaminha para análise da Área Técnica, que verifica se o projeto contempla à missão, o negócio e objetivo do Sebrae e se esta em conformidade com a Instrução Normativa 19/02 que tem como objetivo “Fixar normas para a apresentação e análise de Projeto no Sebrae/TO”. Após a análise a Área Técnica elabora Parecer Técnico e o encaminha para DIREX analisar e manifestar-se: • Favorável alçada DIREX – autoriza a formalização do instrumento legal; • Favorável alçada CDE - encaminha para proposição. • Desfavorável - comunica decisão ao proponente por meio de carta DIREX. Se favorável, a Assessoria Jurídica elabora o instrumento legal, encaminha para área de Análise de Convênios verificarem a conformidade com a Instrução Normativa 21/03 que tem como objetivo “Estabelecer os procedimentos necessários para a formalização de convênios com o SEBRAE/TO.” Estando a apto Jurídico colhe a assinatura dos participes, encaminha uma via do Termo de Convênio e Plano de Trabalho assinados para o Gestor do Convênio. 2ª – No acompanhamento: No ato da formalização do convênio, é designado um colaborador do Sebrae para ser o Gestor do Convênio, que tem como atribuições acompanhar toda a execução, criar processo eletrônico e solicitar autorização da DIREX para realizar a transferência, analisar a execução física das metas previstas e elaborar parecer técnico da prestação de contas física e de encerramento do Convênio. 3ª – Aprovação da Prestação de Contas: Acontece em duas etapas, a execução física e financeira. A física é de responsabilidade do Gestor do Convênio que verifica a execução física com a prevista no Plano de Trabalho, os resultados alcançados e elabora Parecer Técnico aprovando. A execução financeira é realizada pelo o Analista Técnico da Análise de 149 Convênios área da Unidade de Gestão Orçamentária, Controle e Contabilidade. O analista verifica a regular aplicação dos recursos do convênio em consonância com a Instrução Normativa 21/03, por meio dos processos, formas de aquisição, documentos comprobatórios das despesas e a identificação dos dados do convênio. Apura o valor a ser devolvido ao Sebrae/TO, nos casos de descumprimento parcial, ou total, do objeto do convênio e elabora Parecer Técnico ao gestor do convênio informando a regular a aplicação do recurso ou não sugerindo diligenciar o convenente, quando for o caso. Na intenção de aprimorar os controles nas transferências dos recursos do Sebrae/TO por meio de Convênio, em dezembro de 2014 foi aprovada a Instrução Normativa 37, que tem como objetivo “Disciplinar a regras e os critérios para realização de parcerias e formalização de convênios com o SEBRAE/TO”, o descritivo do processo que tem como objetivo demonstrar todas as atividades e tarefas das partes envolvidas neste processo e o fluxograma desde a apresentação do projeto ao Sebrae/TO, até a prestação de contas final onde encerra o processo de convênios. Situação das prestações de contas Durante o exercício 2014 o montante do recurso prestado contas foi de R$ 1.429.208,16 ( Um milhão, quatrocentos e vinte e nove mil, duzentos e oito reais e dezesseis centavos), correspondente a quatro convênios, ambos tiveram as prestação de contas aprovadas, destes dois foram finalizados. Convênios* Transferidos em 2014 Total de Convênios Vigentes Quantidade Valores 06 2.057.323,00 05 6.681.663,96 Tabela 72 Quantitativo de Convênios * Convênios firmados em exercício anteriores a 2014, que tiveram valores transferidos durante o exercício de 2014, constam na planilha, tanto em valores transferidos quanto em valor total do convênio. Convênios Valores prestados contas em 2014 Quantidade Valores 02 237.700,00 Tabela 73 Valores Prestados Contas - Convênios 5. Gestão Administrativa 5.1. Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados 5.1.1. Estrutura de Pessoal 5.1.1.1. Demonstração da força de trabalho a) Demonstração da força de trabalho. Área Quantitativo de Funcionários Meio Fim Prazo Indeterminado 149 97 52 Prazo Determinado 05 00 05 Indicado 02 02 00 156 99 57 Total Tabela 74 Quantitativo de Funcionários 150 b) Afastamentos. Funcionários Afastados Licença maternidade 05 Doença Outros (licença interesse particular) Total 03 02 10 Tabela 75 Quantitativo de Funcionários Afastados 5.1.1.2. Qualificação da força de trabalho com estrutura de cargos, idade e nível de escolaridade. a) Quantitativo por cargos. ANALISTAS Total de Quantidade colaboradores Função Percentual % Por Função Analista I 63 40,38 Analista II 38 Analista III 04 2,57 TOTAL 105 67,30 24,35 156 ASSISTENTES Função Quantidade Assistente I 10 Assistente II 36 TOTAL 46 Total de colaboradores Percentual % Por Função 6,41 23,09 156 29,50 TRAINEE Função Quantidade Trainee 05 TOTAL 05 Total de colaboradores Percentual % Por Função 3,20 156 3,20 Tabela 76 Quantitativo de Funcionários Por Cargos b) Perfil de Escolaridade por faixa. Quantitativo por Escolaridade Ensino Médio Completo 14,24% Graduação 85,76% Tabela 77 Quantitativo de Funcionários Por Perfil de Escolaridade 151 c) Perfil de Idade. Quantitativo por Faixa Etária Menos de 21 anos 0,00% De 22 a 30 anos 43,59% De 31 a 40 anos 35,89% De 41 a 60 anos 19,24% Acima de 61 anos 1,28% Tabela 78 Quantitativo de Funcionários Por Perfil de Idade 5.1.1.3. Custos associados à manutenção de Recursos Humanos do período de 01/01/2014 a 31/12/2014. Custos com Manutenção do Recursos Humanos Salários e gratificação R$ 9.964.077,61 Benefícios R$ 3.341.548,71 Encargos trabalhistas R$ 3.191.202,60 Tabela 79 Custos com Manutenção de Recursos Humanos 5.1.1.4. Inativos e pensionistas No ano de 2014 não tivemos nenhum afastamento por aposentadoria. Apenas um caso foi registrado no ano de 2003 no SEBRAE Tocantins. 5.1.1.5. Indicadores Gerenciais sobre Recursos Humanos • Indicador: Turn Over Definição: O cálculo do índice de rotatividade de pessoal (turnover) é baseado no volume de todas as admissões e demissões de pessoal em relação aos recursos humanos disponíveis no Sebrae, dentro de certo período de tempo, e em termos percentuais. Forma de cálculo: Cálculo: 12+21/2*100/163 = 10,12% Número total de admitidos no ano: 12 Numero total de demitidos no ano: 21 5.1.1.6. Indicadores de Qualidade de Vida • Indicador: Eficácia na seleção Definição: Cálculo do percentual de colaboradores que permanecem no Sebrae após o 1º ano de contrato. A proporção é calculada em relação a todos os admitidos no ano analisado, independentemente do tipo de contrato. 152 Forma de cálculo: Cálculo: 34x100/44 = 77% Número de colaboradores admitidos com 01 ano: 34 Numero total de colaboradores admitidos no ano: 44 153 5.1.2. Mão de Obra Terceirizada e Estagiários 5.1.2.1. Mão de Obra Terceirizada Unidade Contratante Nome: Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins UG/Gestão: Unidade de Administração e Finanças e Unidade de Gestão de Pessoas CNPJ: 25.089.962/0001-90 Informações sobre os contratos Empresa Contratada Ano do Identificação Área Natureza contrato do Contrato 2000 (CNPJ) Período contratual de execução das atividades contratadas Início Fim Prazo IEL – Instituto Euvaldo Lodi 2004 Indeterminado Indeterminado 153/2014 Confiança Adm. e Serviços Eireli Ltda. 18/08/2014 17/08/2015 Despesa executada no contrato Nível de Escolaridade Situação do Contrato 761.208,06 S A 949.999,56 F A 2014 L O 2014 V O 226/2014 Cantão Vigilância e Seg. Ltda EPP 15/12/2014 14/12/2015 207.000,00 M A 2010 V O 009/2010 20/10/2010 20/10/2015 61.766,00 M P 2014 V O 013/2014 Policia Militar do Estado Patrimonial Sistemas Monitorado de Alarme Ltda. 06/04/2014 05/04/2015 24.745,00 --- P Observações: LEGENDA Área: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilância Ostensiva. Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. Fonte: Tabela 80 Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva 154 Unidade Contratante Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins Nome: UG/Gestão: Unidade de Administração e Finanças e Unidade de Gestão de Pessoas CNPJ: 25.089.962/0001-90 Informações sobre os Contratos Período Contratual de Ano do Execução das Atividades Natur Identificação Contra Área Empresa Contratada (CNPJ) Contratadas eza do Contrato to Início Fim Prazo 2004 11 O Fundação Pró-Cerrado 2004 Indeterminado Indeterminado 2013 5 O 017/2013 Confiança Adm. e Serviços Eireli Ltda. 25/04/2013 25/04/2015 2013 8e9 O 017/2013 Confiança Adm. e Serviços Eireli Ltda. 25/04/2013 25/04/2015 2014 4 O 153/2014 Confiança Adm. e Serviços Eireli Ltda 18/08/2014 17/08/2015 2014 7 O 162/2014 Claro S.A 02/09/2014 01/09/2015 2012 7 O 155/2012 OI S.A 01/11/2012 01/11/2015 Observações: Nível de Escolaridade Exigido dos Trabalhadores Contratados F M S P C P C P C 1 2 ----- 1 2 ----- 05 05 10 4 ----- ----- Sit. P 1 ----- ----- P P A A P Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial. LEGENDA Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior. Área: 1. Segurança; 7. Telecomunicações; Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. 2. Transportes; 8. Manutenção de bens móveis Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada. 3. Informática; 9. Manutenção de bens imóveis 4. Copeiragem; 10. Brigadistas 5. Recepção; 11. Apoio Administrativo – Menores Aprendizes 6. Reprografia; 12. Outras Fonte: Tabela 81 Contratos de Prestação de Serviços com Locação de Mão de Obra 155 5.1.2.2. Estagiário a) Quantidade de estagiários em 31/12/2014 Quantitativo de contratos de estágio vigentes Despesa no exercício Nível de escolaridade 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre (em R$ mil) 1. Nível superior 53 72 73 78 761.208,06 1.1 Área Fim 26 33 37 39 372.330,03 1.2 Área Meio 27 39 36 39 388.878,03 2. Nível Médio 0 0 0 0 0 2.1 Área Fim 0 0 0 0 0 2.2 Área Meio 0 0 0 0 0 53 72 73 78 761.208,06 3. Total (1+2) Análise Crítica Tabela 82 Quantidade de estagiários b) Valor da bolsa R$680,00 (Seiscentos e oitenta reais) c) Benefícios para estagiários Auxílio transporte de R$200,00 e Seguro de Vida. 5.2. Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário 5.2.1. Veículos Próprios ou Locados de Terceiros O SEBRAE possui apenas dois veículos próprios, sendo que os dois veículos são de representação (Hilux OLM2909 de uso exclusivo da DIRAF e Hilux OLM7575 de uso exclusivo da presidência do CDE). A antiga frota de veículos foi leiloada no ano de 2014; procedimento documentado no processo DocFlow nº 10455/2014, cuja pasta física encontrase arquivada na UAF. Atualmente toda a frota de veículos que nos atende é terceirizada pela empresa SunLand, que sagrou-se vencedora no Pregão 039/2014, processo DocFlow nº 4722/2014. Ao todo temos a disposição do Sebrae/TO 41 (quarenta e um) veículos, sendo que apenas dois são de propriedade do Sebrae/TO (conforme mapa da frota anexo). O restante é terceirizado sob a égide do contrato 163/2014. Para garantir a execução das atividades do Sebrae, ainda temos um contrato de locação (modalidade Rent a Car) para fornecer veículos locados, com motorista ou não, para ações pontuais onde a frota ordinária não poderia atender a contento. O uso da frota é regulado pelas Instruções Normativas 17 e 18, e o “Regulamento para uso de veículos do Sebrae-TO”, elaborado, ratificado e publicado no ano de 2014, que apresenta as principais normas e diretrizes a serem seguidas pelo colaborador quando em uso de veículos da frota do Sebrae-TO. 156 5.2.2. Patrimônio Imobiliário Próprio ou Locados de Terceiros a) Imóveis Próprios: Imóvel Sede Lote Palmas Unop Araguaína Lote Dianópolis Imóveis Próprios do SEBRAE/TO Endereço Quadra 102 Norte, Avenida LO 04, Nº 01, Plano Diretor Norte, Palmas/TO APE 11-B, Quadra ACSU SO 40, Avenida LO 09, Plano Diretor Sul, Palmas/TO Rua 25 de Dezembro, 152, Centro, Araguaína/TO Avenida Sete de Setembro, Quadra 07, Lote 10, Dianópolis/TO Tabela 83 Imóveis Próprios do Sebrae/TO b) Imóveis Alugados Ano do Contrato Unidade Locada Natureza Identificação do Contrato 009/12 - 2º T A 2012 NRC Centro Locação Predial 2013 NRC Taquaralto Locação Predial 2011 Estacionamento Sede Locação Garagem 2009 Centro de Educação 2013 2010 Empresa Contratada José do Bonfim Pinto Valor Aluguel R$ 236.471,64 Período contratual de execução das atividades contratadas 01/12/2012 A 30/11/2014 Situação Vigente 01/05/2013 A 01/05/2018 Vigente 11/04/2013 A 11/04/2015 Vigente Locação Predial 002/2013 - 1º T A Fornari e Moreira LTDA R$ 126.175,80 Sistema Tocantinense de Televisão 002/2011 - 3º T A R$ 28.434,12 LTDA 001/09 - 4º T A M C M Comercio De Automóveis R$ 140.753,04 01/09/2013 A 31/08/2014 Encerrado UNOP Colinas Locação Predial 004/2013 - 1º T A Amália Neves Dos Santos UNOP Dianópolis Locação Predial 001/10 - 2º T A 2013 UNOP Dianópolis Locação Garagem 003/2013 2011 UNOP Paraiso Locação Predial 2012 UNOP Guaraí Locação Predial 008/12 - 1º TA 2011 UNOP Araguatins UNOP Porto Nacional UNOP Porto Nacional UNOP Gurupi UNOP Gurupi Locação Predial 004/11 - 3º T A 2013 2013 2014 2014 Locação Predial Locação Garagem Locação Garagem Locação Predial R$ 32.400,00 01/09/2013 A 01/09/2015 Vigente Lilian Pereira Sanata Wolney R$ 25.229,16 01/09/2014 A 01/09/2015 Vigente Wilber Pereira Santana R$ 7.725,60 21/06/2013 A 30/05/2014 Encerrado R$ 31.832,76 11/09/2011 A 29/06/2014 Vigente Carlos Araujo Costa R$ 28.048,20 04/12/2012 A 04/12/2017 Vigente Girlane Souza Da Silva R$ 24.592,56 18/10/2012 A 18/10/2015 Vigente 006/2013 - 1º T A Juarez Rossi R$ 38.062,44 21/11/2013 A 21/11/2018 Vigente 005/2013 - 1º T A Maria Nazare Chaves dos Santos R$ 6.898,68 08/11/2013 A 02/11/2015 Vigente R$ 11.760,00 R$ 114.000,00 30/03/2014 A 31/03/2015 21/09/2014 A 20/09/2019 Vigente Vigente 001/2011 - 3º T A Waldson Rodrigues Aires 001/12 002/2014 Rafaela Rodrigues da Silva Moacir Rodrigues de Brito Tabela 84 Imóveis Alugados pelo Sebrae/TO 157 5.3. Gestão da Tecnologia da Informação a) Relação dos Sistemas de Tecnologia da Informação; Nome SGE SME TOTVS RM Docflow Siacweb Sphinx Tsaurus SGC Exchange Intranet SGV Callmunicador HelpDesk PaperCut Dataprotector Zabbix OCS Função Sistema de Gestão Estratégica – Administração de projetos, ações e seus recursos/orçamentos. Sistema de Monitoramento Estratégico – Acompanhamento de resultados e execuções. ERP Sistemas de gestão empresarial (Recursos humanos, fiscal/financeiro, contábil). Workflow - Automação de processos de negócio CRM Sistema de Atendimento ao Cliente Software de pesquisa Software de gestão do conhecimento Sistema de Gestão de Credenciados/Consultores Sistema de Correio Eletrônico (E-mail) Disponibilização de informações, acessos aos sistemas corporativos, deliberações da diretoria e informações em geral para a Força de Trabalho. Sistema de Gestão de Veículos, Controle de agenda da frota Sistema de Controle de demandas do Call Center Sistema de controle de chamados técnicos da área de TI Sistema de controle de Impressões Sistema de gerência e automação de rotinas de Backup Sistema de monitoramento de infraestrutura tecnológica Sistema de inventariado eletrônico de ativos tecnológicos Ano de implantação 2010 2008 2009 2007 2001 2009 2012 2012 2003 2011 2013 2012 2008 2012 2013 2014 2014 Tabela 85 Relação dos Sistemas de Tecnologia da Informação O SEBRAE/TO submete as necessidades de sistemas para o SEBRAE/NA, que compila as demandas das UFs e atua de forma sistêmica, buscando atender os estados e padronizando as soluções tecnológicas. Neste momento única demanda que temos e que está sendo trabalhada é a implantação do TOTVS ECM em parceria com SEBRAE/NA e demais estados aderentes ao projeto. 158 b) Relação dos contratos vinculados a Tecnologia da Informação: Nº do Contrato Objeto 171/2014 Prestação de Serviço sob demanda, de instalação, configuração, consultoria e suporte técnico em ambiente Microsoft, VMware, Linux, HP e Networking. 116/2014 Prestação de Serviço de VPN IP através de Dados e acesso dedicado a internet nos Núcleos regionais e Sede do SEBRAE/TO 189/2014 165/2014 003/2014 004/2014 2012/2014 136/2014 115/2013 Aquisição de cessão de uso de licenças de softwares de correio eletrônico, comunicação de mensagens instantâneas, conferência na web, que permitam gerenciar comunicações eletrônicas, incluindo o serviço de migração de dados do sistema atual para a nova tecnologia de nuvem Contratação de licenças de software de virtualização VMware vSphere e software para gerência do serviço de virtualização VMware vCenter, com serviço de atualização, instalação, configuração, migração, garantia e suporte Aquisição de 128 Estações de Trabalho (Microcomputador) com Sistema Operacional Aquisição de 25 notebooks com Sistema Operacional e maleta para transporte do equipamento Fornecimento de Racks de Rede e acessórios, Patch Panels, Patch Cords, Voice Panels e Serviço de instalação de Rack de Rede e organização de cabeamento Registro de Preços para a aquisição de rack para servidores de rede, switchs, nobreaks, servidores de pequeno porte e acessórios tecnológicos para os escritórios regionais e sede do Sebrae/TO Aquisição de solução de VPN + serviço de instalação e suporte técnico como Solução de Vigência até CNPJ Fornecedores Denominação Custo Valores Desembolsados 2014 09/2015 32.8503497/0001-23 Informática Empresarial LTDA R$ 330.000,00 R$ 3.520,00 07/2015 08.778.322/0001-78 SSPNET Comércio de Equipamentos de Teleinformática LTDAME R$ 329.000,00 R$ 73.663,86 11/2015 18.096.668/0001-40 R$ 97.737,50 R$ 0,00 10/2015 18.944.251/0001-90 WPI Soluções em Tecnologia LTDA – ME R$ 162.000,00 R$ 162.000,00 02/2017 07.123.324/0001-66 R J Comercial LTDA ME R$ 391.900,00 R$ 391.900,00 02/2017 18.944.251/0001-90 WPI Soluções em Tecnologia LTDA – ME R$ 63.500,00 R$ 63.500,00 12/2015 18.944.251/0001-90 WPI Soluções em Tecnologia LTDA – ME R$ 53.000,00 R$ 0,00 07/2015 18.944.251/0001-90 WPI Soluções em Tecnologia LTDA – ME R$ 289.700,00 R$ 82.942,80 11/2016 01.707.536/000104 ISH Tecnologia SA R$ 207.034,26 R$ 207.034,26 Consorcio Compusoftware MS Sequoia 159 Segurança 135/2012 1º Termo Aditivo 135/2012 2º Termo Aditivo 032/2013 032/2013 1º Termo Aditivo Contrato SEBRAE/ NA Suporte mensal e Manutenção da plataforma Docflow (Referencia 10/2013 a 10/2014) 10/2014 06.052.373/000192 Dataeasy Consultoria e informática LTDA R$ 26.657,40 R$ 22.214,50 Suporte mensal e Manutenção da plataforma Docflow (Referencia 10/2014 a 10/2015) 10/2015 06.052.373/000192 Dataeasy Consultoria e informática LTDA R$ 28.790,04 R$ 28.790,04 05/2014 53.113.791/001285 TOTVS SA R$ 10.359,12 R$ 3.453,04 05/2015 53.113.791/001285 TOTVS SA R$ 11.116,08 R$ 7.410,72 SEBRAE /NA 53.113.791/001285 TOTVS SA SEBRAE/NA R$ 33.476,00 Contratação de serviço de suporte e evolução tecnológica para os componentes: Gestão de Processo (Workflow) e Gestão de Documentos (GED) integrada aos processos do ERP TOTVSRM, componente ECM Contratação de serviço de suporte e evolução tecnológica para os componentes: Gestão de Processo (Workflow) e Gestão de Documentos (GED) integrada aos processos do ERP TOTVSRM, componente ECM Suporte, manutenção e atualização da plataforma ERP TOTVS RM Tabela 86 Relação dos contratos vinculados a Tecnologia da Informação As aquisições e contratações realizadas no ano de 2014 foram baseadas e amparadas pelo Projeto de Modernização Tecnológica do SEBRAE/TO conforme planejado no Plano Diretor de Tecnologia da Informação. Com isso tivemos implementações importantíssimas em nosso ambiente, conforme citado abaixo: • Contrato 165/2014 - Com a execução do mesmo tivemos a implantação de uma solução tecnológica capaz de prover maior disponibilidade e redundância em nossos servidores de processamento, além de até 30% de economia de energia do Datacenter; • Contrato 116/2014 – Com a execução do mesmo tivemos um aumento em mais de 900% na capacidade de trafego de informações em nossos links que interligam as UNOPs e a Sede, além de suportar o tráfego externo (Internet / Extranet); • Contrato 171/2014 – Com a execução do mesmo, contratamos uma empresa para suporte sob demanda, com profissionais certificados nas tecnologias utilizadas em nosso ambiente, trazendo as melhores práticas de mercado em termos de SLA aderentes ao nosso negócio. • Contrato 189/2014 - Com a execução do mesmo, tivemos a migração da solução de e-mails do SEBRAE/TO, aumentando de forma significativa o espaço das caixas de e-mails e a disponibilidade do serviço, por se tratar de uma solução em nuvem com termos de SLA fortemente aplicados, além de garantir a atualização constante da solução. 160 • Contratos 003 e 004 /2014 - Com a execução dos dois contratos tivemos a substituição de quase todas nossas estações de trabalho e notebooks, extinguindo o alto grau de equipamentos obsoletos e adequando os equipamentos às soluções tecnológicas, garantindo a produtividade dos colaboradores. • Contrato 136/2014 - Com a execução do mesmo tivemos a modernização da infraestrutura tecnológica das UNOPs, garantindo maior disponibilidade, taxa de processamento, segurança e espaço para armazenamento de arquivos da UNOP. • Contrato 121/2014 - Com a execução do mesmo tivemos a reorganização dos nossos racks de Rede além da substituição de todos os equipamentos seguindo as melhores práticas de mercado e métodos para garantida do alto desempenho, segurança e disponibilidade. 161 5.4.Outros assuntos administrativos 5.4.1. Programa Sebrae de Excelência em Gestão (PSEG) O Programa SEBRAE de Excelência em Gestão (PSEG) – Ciclo 2014 teve como objetivos principais, a realização do terceiro ciclo contínuo de diagnóstico da maturidade da gestão, visando a continuidade da implementação do processo da Autoavaliação Assistida e a promoção da cultura da excelência, da melhoria da gestão bem como do compartilhamento das boas práticas de gestão e resultados no Sistema SEBRAE, com vistas a gerar melhores resultados para os clientes, colaboradores e sociedade, utilizando o Modelo de Excelência da Gestão® - (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade. A aplicação da revisita da Autoavaliação Assistida permitiu ao SEBRAE/TO, realizar análises comparativas quanto ao grau de aderência de suas práticas de gestão ao MEG®, no nível avançado de implantação, denominado Critérios de Excelência – 20ª edição, com organizações que buscam o reconhecimento por meio do Prêmio Nacional da Qualidade® PNQ. O 3º ciclo do processo de Autoavaliação Assistida foi realizado por profissionais do SEBRAE/TO e orientado por especialista da FNQ. O processo consistiu na revisita de avaliação, na atualização das práticas de gestão do SEBRAE/TO nos Fundamentos da Excelência em Gestão e na condução da Autoavaliação assistida baseada nos Critérios de Excelência - 20ª edição do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) da FNQ. Como fruto do trabalho, foi gerado o Relatório de Autoavaliação, que contém: • Pontos fortes e oportunidades de melhoria identificadas para cada um dos oito Critérios de Excelência da FNQ; • Pontuação alcançada no 3º ciclo da autoavalição pelo SEBRAE/TO; • Comparativo entre as Autoavaliações Assistidas do SEBRAE/TO ciclos 2012/2013/2014, a pontuação média da avaliação do Sistema SEBRAE e a média das organizações Premiadas e Finalistas do PNQ - Prêmio Nacional da Qualidade®, que se submeteram ao ciclo de 2014. Foram identificados 82 Pontos Fortes ligados aos processos gerenciais e 5 Pontos Fortes relacionados aos resultados alcançados pela organização. Foram identificadas 108 Oportunidades de Melhoria associadas à gestão e 13 Oportunidades de Melhoria associadas a medições, resultados e comparações. Processos Gerenciais Resultados Organizacionais Total Pontos Fortes Oportunidades de Melhorias 82 108 5 13 87 121 Tabela 87 Pontos Fortes x Oportunidades de Melhorias - Autoavaliação Assistida O Relatório de AutoAvaliação Assistida como conclusão geral destacou que o SEBRAE/TO apresenta Enfoques robustos na maioria dos processos gerenciais e muitos complementos para a excelência atendidos com proatividade, agilidade e padronização. A Aplicação de muitas práticas de gestão ainda apresenta falta de abrangência e controle. O Aprendizado vem sendo gradativamente incorporado por todo o sistema de gestão. A Integração ainda está em desenvolvimento, com a maioria das práticas de gestão interrelacionadas, com princípio de cooperação de partes interessadas e grande coerência com valores, princípios, estratégias e objetivos, sem nenhuma incoerência grave. 162 A maioria dos indicadores de desempenho estratégicos e operacionais necessários para avaliar as melhorias, a competitividade dos resultados e o cumprimento de melhorias são demonstradas na maioria dos resultados, incluindo a maioria dos estratégicos. A maioria dos resultados comparáveis demonstra competitividade e, da mesma forma, a maioria dos resultados relativos ao atendimento dos requisitos de partes interessadas demonstram esse atendimento. Na liderança, destacam-se em estágio avançado de gestão a identificação dos riscos, prestação de contas e gestão estratégica e como maiores ausências as regras de conduta no relacionamento ético com redes, partes interessadas não tradicionais e concorrentes. Dar continuidade a prática de aprendizado com geração de exemplaridade e inovação. A formulação estratégica é destaque no que se refere à análise em workshop das informações relativas ao macroambiente, ao setor e ao mercado de atuação, com aspectos de proatividade. Entretanto, falta consolidar a aplicação da metodologia VRIO (gestão dos ativos intangíveis) e inserir os resultados desse processo nas análises para a definição do Direcionamento Estratégico e das Prioridades Locais do SEBRAE/TO. O ponto forte no relacionamento com os clientes e mercado está na análise interna que considera de forma estruturada dados de mercado (diagnósticos setoriais e econômicos das regiões do TO e na vocação da região), hábitos de consumo que proporcionam os projetos de atendimento coletivo, e a identificação das necessidades e expectativas. No entanto, existem pontos frágeis quanto à análise e definição de atributos específicos, considerando as peculiaridades da região e do foco de atuação da Unidade, avaliação da eficácia dos canais de comunicação, estruturação da sistemática de tratamento das manifestações dos clientes com prontidão e eficácia e gestão da avaliação da insatisfação. A fragilidade maior da gestão do SEBRAE/TO está na ausência de método para identificação de aspectos e impactos as questões sociais para produtos, processos e instalações, que tem origem na baixa evolução do mapeamento dos processos, definição dos requisitos e seus respectivos indicadores de eficácia. As informações para a tomada de decisão, norteados pelo Plano Diretor de Tecnologia da Informação, com métodos estruturados de tratamento, inter-relacionamento com o PPA, garante a robustez para a gestão das informações. No entanto, falta definir a avaliação da satisfação dos usuários com os serviços de informação e comunicação e a promoção da integração com as demais partes interessadas (exceção aos credenciados). A gestão do conhecimento carece de continuidade por ser prática recente. Foram identificados os conhecimentos mais importantes e validados pela Direção e corpo gerencial. Entretanto, é necessário interrelacionar com o ciclo de PE, considerar os conhecimentos dos credenciados e formas de armazenamento, a atração e retenção destes. compromissos com os requisitos de partes interessadas estão presentes. São pontos fortes na gestão de pessoas, o sistema de trabalho, processo de seleção e contratação e integração da força de trabalho, identificação das necessidades de capacitação, ações para o desenvolvimento integral das pessoas, uso das informações do clima organizacional para a melhoria dos benefícios e avaliação da Pesquisa de Clima Organizacional. Entretanto, exige atenção o planejamento do quadro, critérios para atividades terceirizadas, fortalecimento da cultura da excelência, tratamento das questões relacionadas à saúde ocupacional e à segurança. Destacam-se como pontos fortes em processos, a boa prática de avaliação de ideias criativas que é implementada pela aplicação do Prêmio Fazer Diferente, a sistematização com a aplicação da metodologia GEOR, qualificação e seleção de credenciados, definição dos recursos e respectivo controle e elaboração e controle pela aplicação do PPA. São considerados frágeis e pontos prioritários, a definição de requisitos e respectivos indicadores de eficácia, que de fato sejam aplicados aos produtos e aos processos, decorrentes das 163 necessidades e expectativas dos clientes e demais partes interessadas, desenvolvimento da cadeia de credenciados e garantia de entendimento e comprometimento destes com os aspectos de saúde, segurança e responsabilidade socioambiental. As maiores fragilidades em relação aos resultados envolvem a ausência de muitos resultados relevantes e não está demonstrada a condição de liderança de mercado ou setor de atuação, bem como o alcance de patamar de excelência. Eixos Propulsores das Gestão: • Liderança comprometida com a implementação do MEG • Difusão consistente da cultura da excelência • Identificação dos riscos • Visão de Futuro associada à Gestão Estratégica com estrutura de análise e governança • Sistema de Trabalho e Qualidade de Vida • Gestão das informações • Gestão econômico-financeira Eixos Fragilizadores da Gestão: • Mapeamento dos Processos da Cadeia de Valor • Definição de requisitos e respectivos indicadores de eficácia dos processos • Levantamento das necessidades e expectativas das partes interessadas e tradução em requisitos de desempenho • Identificação dos aspectos e tratamento dos impactos socioambientais • Gestão do conhecimento • Capacitação e desenvolvimento das pessoas • Desenvolvimento da cadeia de suprimentos Boas práticas identificadas na Gestão do SEBRAE/TO: • Programa SEBRAE de Ideias Fazer Diferente • Jogo da Excelência em ambiente web • Sistema Integrado de Legislação Aplicável • Programa SEBRAE de Voluntariado • Análise do mercado - Ambiente de Pequenos Negócios Gráfico 12 Nível de Maturidade da Gestão – 2012 a 2014 164 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão 600 65,23% 502,30 500 400 198 367 304 300 200 100 0 2012 2013 2014 Gráfico 13 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão Comparabilidade no Nível de Maturidade da Gestão Gráfico 14 Comparabilidade no Nível de Maturidade Sistema SEBRAE 2014 165 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae 700 623 600 538 528 512 508 502 500 458 451 447 437 427 418 417 410 400 396 379 340 268 243 300 200 100 0 0 0 0 0 0 NA RS BA PR SC TO ES MG AP GO RR PB DF MS AC AL AM SE PA CE MA PE PI RN 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º Gráfico 15 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae Posição SEBRAE Maturidade da Gestão em 2014 Faixa de Maturidade da Gestão 1º NA 623 6 - 551 a 650 2º RS 538 5 - 451 a 550 3º BA 528 5 - 451 a 550 4º PR 512 5 - 451 a 550 5º SC 508 5 - 451 a 550 6º 7º TO ES 502 458 5 - 451 a 550 8º MG 451 5 - 451 a 550 5 - 451 a 550 9º AP 447 4 - 351 a 450 10º GO 437 4 - 351 a 450 11º RR 427 4 - 351 a 450 12º PB 418 4 - 351 a 450 13º DF 417 4 - 351 a 450 14º MS 410 4 - 351 a 450 15º AC 396 4 - 351 a 450 16º AL 379 4 - 351 a 450 17º AM 340 3 - 251 a 350 18º SE 268 2 - 251 a 350 19º 20º 21º PA CE MA 243 2 - 251 a 350 Visita de AutoAvaliação prevista para fevereiro de 2015 Não Divulgou o Resultado 22º PE Não Divulgou o Resultado 23º PI Não Divulgou o Resultado 24º RN Não Divulgou o Resultado Tabela 88 Maturidade da Gestão do Sistema Sebrae Observação: Os estados do Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte não divulgaram os resultados do ciclo 2014. 166 Comparabilidade no Nível de Maturidade Sistema SEBRAE na Região Norte 2014 600 502 500 447 427 400 396 340 300 243 200 100 0 TO AP RR AC AM PA 1º 4º 2º 3º 5º 6º Gráfico 16 Comparabilidade no Nível de Maturidade Sistema SEBRAE na Região Norte 2014 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão do Sebrae Tocantins Quadro 5 Evolução do IMG - Índice de Maturidade da Gestão do Sebrae Tocantins Resultados alcançados • No ciclo 2014 a maturidade da gestão do Sebrae/TO Evolução para 502 pontos no IMG, atingindo a faixa de pontuação 5 - 451 a 550 pontos - na maturidade da gestão em 2014, 18,39% acima da média do Sistema Sebrae. • Crescimento de 36,87% em 2014 do IMG – Índice de Maturidade da Gestão - em relação ao ano anterior, 104% acima da média de crescimento do Sistema, e de 65,23% em relação a 2012. Entre os 05 melhores UF no Sistema SEBRAE em 2014 no IMG e em 1º lugar na Região Norte. 167 • Crescimento de 19,18% nos pontos fortes identificados na qualidade da gestão em relação ao ano anterior e de 22,54% em relação a 2012. • Nos 08 critérios da excelência evolução da maturidade da gestão acima da média do Sistema SEBRAE. Melhorias apresentadas • Projeto de Melhoria da Gestão dos Ativos Intangíveis do SEBRAE TO; • Implantação do Programa SEBRAE de Ideias Fazer Diferente; • Desenvolvimento do Guia de Benchmarking SEBRAE Tocantins; • Consolidação do PDF – Programa de Desenvolvimento de Fornecedores; • Aprimoramento do Processo de Planejamento Estratégico; • Sistematização das Semanas de Capacitação; • Desenvolvimento do Programa SER ÉTICO SEBRAE; • Implantação do Programa SEBRAE de Voluntariado; • Implantação do Projeto Sebrae de Ações Sociais; • Implantação do Projeto Sebrae Sustentável; • Adesões a Compromissos Públicos: o Pacto Global; o Objetivos do Milênio ou os “8 Jeitos de Mudar o Mundo; o Pacto Nacional Contra Trabalho Escravo; o Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção. • Realização da 2ª edição da Campanha SEBRAE Natal + Feliz ; Indicadores de desempenho Faixa de pontuação do MEG - Reflete o grau de maturidade da gestão da organização sendo um indicador de efetividade. A Fórmula de Cálculo e método de medição constam no Caderno de Critérios de Excelência – Avaliação e Diagnósticos da Gestão Organizacional – da FNQ – Fundação Nacional da Qualidade. Os Itens de processos de gerenciais são pontuados segundo as diretrizes da Tabela de Pontuação. Itens de Processos Gerenciais, com base em 04 fatores de avaliação da Gestão: Enfoque, Aplicação, Aprendizado e Integração. Para os itens de Resultados Organizacionais são pontuados segundo as diretrizes da Tabela de Pontuação Itens de Resultados Organizacionais. A pontuação final da organização é a soma da pontuação de todos os itens. Parcerias Especialmente nas iniciativas de Responsabilidade Social Empresarial foram desenvolvidas parcerias para realização das ações, com destaque para a parceria com: OCB/SESCOOP, Unimed, Hemoto, Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado do Tocantins (ACOMAC), Loja Maçônica Estrela do Renascer, M I Montreal Informática LTDA, Lojas Conceito, Drogaria Genérica, Unicom, Drogaria Rosário da JK, Loja Black Out, Portal CT, Buffalos Restaurante, Agência OX Interativa, Site Vitrine, Tribunal de Contas do Estado (TCE), Junta Comercial do Tocantins (Jucetins) e JL Meurer Comentários gerais O 3º ciclo do processo de Autoavaliação Assistida foi realizado por profissionais do SEBRAE/TO e orientado por especialista da FNQ. O processo consistiu na revisita de avaliação e atualização das práticas de gestão do SEBRAE/TO nos Fundamentos da 168 Excelência em Gestão e na condução de autoavaliação pelos Critérios de Excelência, baseados no Modelo de Excelência da Gestão® - MEG da FNQ. O ciclo de 2013 foi finalizado com o objetivo de implementar o plano de melhoria da gestão do SEBRAE Tocantins e que foi alcançado, na medida em que atingimos a faixa 05 na maturidade da gestão no MEG – Modelo de Excelência da Gestão. Gargalos, tendências e oportunidades Considerando a necessidade continua de melhoria da gestão do SEBRAE Tocantins, a efetiva consolidação da Unidade de Gestão para a Excelência no que tange a estrutura de pessoas, espaço físico e recursos orçamentários adequados torna-se fundamental. No ano de 2014, um dos gargalos observados foi a pequena estrutura de pessoal lotado na unidade o que ocasionou em alguns casos a readequação do plano de trabalho estabelecido. Entretanto, ressalta-se que essa situação não comprometeu o resultado final apresentado. Para 2015 os esforços de medida de gestão serão muitos, tendo em vista melhorias contidas no RAAA ciclo 2014. Estamos no caminho certo, numa trajetória que posicionou o SEBRAE/TO como o melhor SEBRAE na região norte no IMG - Índice da Maturidade da Gestão – e entre os 05 melhores do Sistema SEBRAE, representando um patamar diferenciado tratando de gestão empresarial no Sistema. 6. Sustentabilidade Em 2013 foi criada a Unidade de Gestão para Excelência (UGEX) e dentro dessa unidade foi implantado o Núcleo de Responsabilidade Social Empresarial do SEBRAE/TO que tem como responsabilidade a promoção e o desenvolvimento de ações que tenham como foco o desenvolvimento social e a responsabilidade socioambiental. Utilizando como parâmetro o Modelo de Excelência em Gestão da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) em que o Critério 4 – Sociedade é subdividido em dois itens, sendo eles: 4.1 Responsabilidade Socioambiental e 4.2 Desenvolvimento Social. Diante disso, foram criadas as seguintes ações: • Aprovação do Índice de Responsabilidade Social Empresarial do SEBRAE Tocantins que é de no mínimo 1 e no máximo 2; • Aprovação da Política de Responsabilidade Social Empresarial do SEBRAE/TO; • Criação do Comitê Gestor de Responsabilidade Social do SEBRAE/TO; • Aprovação da Cláusula Padrão de Responsabilidade Social aplicada em todos os contratos da Instituição; • Aprovação da Política de Acessibilidade a produtos, processos, informações e instalações do SEBRAE/TO; • Adesão aos compromissos públicos: Pacto Global, Objetivos para o Desenvolvimento do Milênio, Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção e Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo; • Adesão às campanhas nacionais: Maio Amarelo, Outubro Rosa, Novembro Azul e Proteja Brasil; • Criação da estratégia em responsabilidade social do SEBRAE/TO que é composta por 2 programas e 8 projetos conforme mostra figura abaixo: 169 Figura 70 Estratégia de atuação em responsabilidade social do SEBRAE/TO Com relação à Gestão Ambiental o SEBRAE/TO criou o Programa SEBRAE Ambiental que tem como objetivo desenvolver ações em prol da responsabilidade socioambiental de forma que seja viabilizado o atendimento às legislações e adesões voluntárias, a identificação do aspecto/impacto socioambiental, a prevenção de acidentes e procedimentos de emergência, a promoção da acessibilidade e do Desenvolvimento Sustentável. Este programa é composto pelos seguintes projetos: • Projeto SEBRAE Colaborador Consciente: trabalha a sensibilização dos colaboradores quando à importância da temática socioambiental, bem como impacta na redução dos recursos utilizados no ambiente de trabalho. • Projeto Recicla SEBRAE: trabalha a redução dos impactos ambientais causados pelo mau uso ou descarte inadequado de recursos e aumentar seu desempenho socioeconômico ao longo do seu ciclo de vida. São considerados nesse projeto o consumo de copos descartáveis, papéis e papelão, banners, lâmpadas, vidros, plásticos, metais, cartuchos, pilhas e baterias no qual terão destinação adequada. • Projeto SEBRAE Sustentável: desenvolve práticas para a promoção do uso sustentável dos recursos por meio de práticas relacionadas à eficiência energética, à conservação e acesso à água e ao uso eficiente de materiais. • Projeto SEBRAE de Acessibilidade: em atendimento à Politica de Acessibilidade aprovada, adequa os processos, informações, instalações e produtos quanto à acessibilidade. Entre as ações que foram realizadas em âmbito da gestão ambiental na instituição destacam-se: curso de responsabilidade social envolvendo cerca de 30 colaboradores; pesquisa de sensibilidade ambiental do colaborador; pesquisa de imagem socioambiental; criação do Guia do Colaborador Consciente: boas práticas no ambiente de trabalho; distribuição de canecas e squeezes térmicas em substituição ao copo descartável; criação da Caravana da Sustentabilidade para a Feira do Empreendedor; criação do mascote da responsabilidade social, sendo este a ararinha-azul; formação de 25 Agentes Ambientais Internos; criação de uma página na Intranet para divulgar ações de responsabilidade social; implantação de pontos de coleta para reciclagem nas três unidades de Palmas e destinação de resíduos sólidos para a reciclagem como: banner, jornal, revista, lâmpadas, metal, plástico, papel, pilhas e baterias; criação de metas de redução de consumo de água, energia elétrica, papel e copos descartáveis e emissão do Relatório Trimestral de Consumo; implantação do Programa de Gerenciamento de Consumo e Controle de Perdas de Água em parceria com a 170 Foz Saneatins; adequação de impressoras para versão frente/verso; capacitação de colaboradores em Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Com relação à Gestão Social o SEBRAE/TO criou o Programa SEBRAE Social que tem como objetivo desenvolver ações em prol do desenvolvimento social com base na identificação das expectativas e necessidades da sociedade, com o desenvolvimento de projetos sociais, avaliação da satisfação da sociedade e avaliando e zelando pela imagem institucional. Esse programa é composto pelos seguintes projetos: • Projeto SEBRAE de Ações Sociais: realizado com base no Calendário Socioambiental e em parceria com outras instituições realiza-se ações para o desenvolvimento social. • Projeto SEBRAE de Voluntariado: visa estimular a formação e educação dos colaboradores e comunidade em geral em valores como a solidariedade e a tolerância bem como implementar projetos sociais e filantrópicos e atuar em ações voluntárias individuais, coletivas ou corporativas, sem remuneração, em conformidade com a Política de Responsabilidade Social Empresarial. • Projeto SEBRAE + Saúde: visa desenvolver ações como focoas campanhas “Outubro Rosa” que alerta sobre o câncer de mama e o Novembro Azul que alerta sobre o câncer de próstata. • Projeto SEBRAE Cultural: visa fomentar a cultura local por meio do desenvolvimento de açoes como amostras, feiras, exposições, entre outras. Entre as ações que foram realizadas em âmbito do Programa Sebrae Social destacam-se: definição do Calendário Social e Ambiental do SEBRAE/TO; curso mecânica para mulheres em parceria com o Sest/Senat; apoio a I Corrida da Mulher de Palmas; palestra do Dia do Consumidor; palestra Dia do Meio Ambiente; lançamento do Programa Sebrae de Voluntariado; apoio ao Dia C – Cooperar da ODC/Sescoop; realização de blitz educativa na Semana Nacional de Trânsito; Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes com a realização de duas ações: Curso online “Enfrentando a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” que foi disponibilizado em parceria com o Sest/Senat um curso online aos colaboradores da Instituição. Participaram dessa capacitação 3 colaboradores do SEBRAE/TO que foram devidamente certificados. Adesão ao Proteja Brasil: adesão do SEBRAE/TO à campanha nacional “Proteja Brasil”. A Diretoria Executiva orientou a instalação do aplicativo em todos os celulares e tablets da Instituição para colaborar com a proteção de crianças e adolescentes. O Proteja Brasil é um aplicativo utilizado para denunciar qualquer situação de risco ou violação de direitos cometida contra crianças ou adolescentes; criação da “Corrente do Bem” que tem por objetivo divulgar situações de emergência identificadas pelos colaboradores, para que possam ser tratadas e realizar a ajuda mútua. Realização do Dia D – Doação Voluntária de Sangue; apoio ao lançamento oficial do Serviço de Doação Automatizada/Aférese; realização da campanha Salvando Vidas: cadastro de medula óssea; apoio ao Dia D da Hemofilia; realização da campanha Outubro Rosa e Novembro Azul e a 2ª Edição da Campanha Sebrae Natal + Feliz. As ações de voluntariado realizadas foram: Dia das Crianças; Dia C – Cooperar, Semana Nacional de Trânsito; Festival da Juventude. 171 7. Atendimento as Demandas de Órgãos de Controle 7.1. Tratamento das deliberações exaradas em acórdãos do TCU Deliberações do TCU Atendidas Deliberações expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida Descrição da Deliberação Não Há. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Não Há. Síntese da Providência adotada Não Há. Tabela 89 Deliberações do TCU Atendidas Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento Deliberações expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida Descrição da Deliberação Não Há. Justificativa para o não atendimento Não Há. Setor responsável pela implementação Não Há. Tabela 90 Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento 7.2. Tratamento das recomendações feitas pela CGU Recomendações da CGU atendidas Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Descrição da Recomendação Não Há. Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Não Há. Síntese dos Resultados Obtidos Não Há. Tabela 91 Recomendações da CGU atendidas 172 Recomendações da CGU pendentes de atendimento Ordem Identificação do Relatório de Auditoria 01 201408192 Item do RA Comunicação Expedida Descrição da Recomendação Justificativa para o não atendimento Setor responsável pela implementação Tabela 92 Recomendações da CGU pendentes de atendimento 8. Informações Contábeis As demonstrações contábeis sintetizam o registro dos fatos decorrentes das transações econômicas, financeiras e patrimoniais, e foram elaboradas em consonância com a legislação societária, aplicando-se a risca a Lei nº 6.404/76 e suas recentes alterações e atualizações, principalmente aquelas introduzidas através da Lei 11.638/07 e da MP 499/08, convertida na Lei nº 11.941/09, que objetiva convergir os procedimentos contábeis nacionais às Normas Internacionais de Contabilidade. As peças que compõem as Demonstrações Contábeis e os Pareceres foram inseridas como anexo na parte inferior deste documento de Relatório de Gestão. 8.1. Demonstrações Contábeis e Parecer dos Auditores Analisando-se os resultados econômicos e financeiros auferidos em decorrência da confrontação entre as receitas e despesas totais contabilizadas no período, chega-se ao superávit contábil da ordem de R$ 356.768 mil. A situação que se apresenta é perfeitamente normal e realizada em sintonia com as diretrizes estabelecidas para a Execução Orçamentária e Financeira no âmbito do Sistema SEBRAE, conforme preconiza o item 7 (sete) da Instrução Normativa 037/16. Ou, seja: os superávits financeiros apurados em cada exercício deve compor o cenário de recursos do ano(s) subsequente(s). Pode-se, então, dizer que a instituição SEBRAE/TO encerrou o ano de 2014 com equilíbrio financeiro, e em condições favoráveis para continuar galgando a sua Missão em 2015. Estrutura Financeira do Ativo (Em milhões de Reais) Grupo de Contas 2014 2013 Circulante 7.308 7.922 92 41 44 > Disponível 2.350 4.432 53 13 25 > Realizável Curto Prazo 4.957 3.490 142 28 19 Não Circulante 10.524 10.051 105 59 56 > Imobilizado 10.524 10.051 105 59 56 17.832 17.973 99% 100% 100% Total do Ativo A/H A/V 2014 A/V 2013 Tabela 93 Estrutura Financeira do Ativo Em 2014 o Ativo Total apresentou redução de 1%, quando comparado ao exercício de 2013, resultante da redução de 8% no Ativo Circulante e do incremento de 5% no Ativo não Circulante. Por consequência, provocou-se, também, um pequeno deslocamento dos na 173 estrutura dos investimentos. Em 2013 o Ativo Total era composto por 44% de Circulantes e 56% de não Circulante, passando ser composto em 2014 por 41% de Circulante e 59 de não Circulante. É importante se ressaltar que as variações no Ativo Circulante podem ser explicadas praticamente por duas razões: a) a redução do Ativo Circulante pelo cumprimento da Resolução Direx nº 005/2014 que determinava providências de liquidar todas as obrigações de competência do exercício até o dia 19 de dezembro de 2014; b) pelo deslocamento dos recursos disponíveis objeto de convênios, da CSN e de outras fontes que serão aplicados em projetos e ações em 2015, ou seja, são realizáveis com destinação previamente definidas. Estrutura Financeira do Passivo (Em milhões de Reais) Grupo de Contas 2014 2013 A/H Circulante 5.439 7.068 77% 31% 40% > Exigível Curto Prazo 3.877 5.772 67% 22% 33% > Fundos e Provisões 1.562 1.296 121% 9% 7% Não Circulante 1.379 247 558% 7% 1% > Doações e Subvenções 1.325 247 536% 7% 1% 54 0 0% 0% 0% 11.014 10.658 103% 62% 59% 17.832 17.973 99% 100% 100% > Provisões de Longo Prazo Patrimônio Líquido Total do Passivo + PL A/V 2014 A/V 2013 Tabela 94 Estrutura Financeira do Passivo O Passivo Total a exemplo do Ativo Total expressa uma redução de 1%. Porém, quando se analisa a sua estrutura, percebe-se que houve uma redução de 23% no Passivo Circulante, incremento de 558% no Passivo Não Circulante e aumento de 3% no Patrimônio Líquido. Detalhando-se estes eventos, pode-se dizer que a redução do Passivo Circulante deve-se ao cumprimento da Resolução Direx 05/2014, e o incremento no Passivo não Circulante foi fruto de doações de imóveis (terrenos) feitas por algumas das Prefeituras Municipais, para construção das instalações físicas próprias a onde o SEBRAE/TO já está presente e, por força da legislação vigente, só poderão ser incorporadas ao Imobilizado e Patrimônio da instituição após concluídas as obras de construção civil e ocupado pelo beneficiário da doação. O aumento do Patrimônio Líquido foi decorrente do resultado econômico. Estrutura Financeira dos Índices Grupo de Contas 2014 2013 Variação > Liquidez seca 0,78 1,07 -27% > Liquidez corrente 1,34 1,12 +20% Tabela 95 Estrutura Financeira dos Índices Os índices de liquidez analisados: Liquidez seca e corrente de R$ 0,78 a R$ 1,34 respectivamente, mesmo com variações negativas de 27%, e positiva de 20% em relação aos índices registrados em 2013, mesmo assim, ainda continua apresentando boa saúde financeira, tendo em vista que as obrigações são de curto prazo (12 meses) bastando tão somente ficar atento ao Fluxo de Caixa para o horizonte de curto prazo. Estrutura da D.R.E. (Em milhões de Reais) Descrição das Contas 2014 2013 A/H A/V A/V 174 Receitas Operacionais (-)Custos e Despesas Operacionais 64.301 50.119 128% 100% 100% -64.761 -53.404 121% -101,% -107% (+/-) Resultado Financeiro Líquido 817 561 146% 1,3% 0,03% (=) Resultado Operacional 357 -2.724 763% 0,56% 5,4% (-) Outras Despesas Operacionais 0 -14 0% -0,01% (=) Déficit ou Superávit 357 -2.738 0,56% -5,5% 0% 767% Tabela 96 Estrutura da D.R.E. No exercício de 2014 as Receitas Operacionais cresceram 28% em comparação ao exercício anterior, enquanto que as Despesas Operacionais apresentam um aumento de 21%. Já o Resultado Financeiro Líquido superou o montante auferido em 2013 em 46%. O consumo das Receitas Operacionais com os Custos e Despesas apresentou redução, enquanto que em 2014 se consumiu 101%, em 2013 consumiu-se 107%. A redução do consumo das Receitas Operacionais adicionado ao Resultado Financeiro Líquido, oportunizou a geração do superávit de R$ 357 mil, que corresponde ao equivalente de 767% quando comparado ao déficit apurado no exercício anterior. Custos e Despesas Operacionalização 2014 Descrição das Contas Operacional Custeio Pessoal, Encargos e Benefícios 14.556.038 1.940.791 2013 Operacional Custeio 12.772.338 1.895.535 Serviços Profissionais 32.294.694 810.000 23.842.455 720.861 Custos e Despesas Operacionais 10.730.781 1.168.853 10.456.168 1.346.011 286.139 110.321 209.530 72.318 Transferências - - 1.285.174 - Despesas com Provisões - 93.380 - 45.754 Depreciação e Amortização - 968.615 - 802.665 Encargos Diversos Outras Despesas Operacionais Total de Despesas Operacionais 1.429.208 401.651 61.354.183 5.493.611 64.790.471 14.084 48.565.666 4.897.228 53.462.894 Tabela 97 Custos e Despesas Operacionalização. Pode-se observar, comparando-se o nível de gastos por natureza de custos e despesas, que o grande salto em relação ao exercício de 2013 ocorreu na rubrica Custos e Despesas Operacionais. Percebe-se, também, não houve registro de gastos com transferência em 2014, não que não houvesse transferência, mas, pela mudança de critério contábil, passando a ser registrada como Outras Despesas Operacionais. Por fim, registrar que o montante de R$ 401.651 mil constante na coluna de gastos com custeio em 2014, representa o valor do produto da alienação da frota própria de veículos. No final do exercício de 2014 o SEBRAE/TO decidiu por adotar a experiência de terceirizar a logística de transporte e locomoção para atender as suas demandas. 9. Resultados e Conclusões O Relatório de Gestão 2014 do SEBRAE/TO traduz a estratégia da organização para o período do PPA 2014 a 2017 com ênfase na analise do exercício 2014, evidenciando a busca contínua pela melhoria da gestão da organização, que esta embasada na seguinte tríade da gestão: implantação do MEG – Modelo de Excelência em Gestão, a consolidação da 175 metodologia de auditoria com foco em riscos, e no aprimoramento da metodologia de gestão de processo. Esses três pilares da gestão articulados com o aprimoramento das competências das pessoas e a melhoria da estrutura física, constituíram-se nos alicerces da nossa estratégia para cumprimento da missão institucional. Referendando esse desempenho, destaca-se que todas as metas mobilizadoras, foram superadas, tornando tangível à capacidade da instituição e de seus parceiros em gerar transformações para o fortalecimento da economia, entretanto, internamente possibilitou com a busca da excelência da gestão através do aprimoramento dos processos de trabalho. Consequentemente, o diagnóstico da maturidade da gestão realizado pela FNQ - Fundação Nacional da Qualidade evidenciou que o SEBRAE/TO possui práticas de gestão (processos gerenciais) adequadas para vários requisitos exigidos pelos Critérios de Excelência do MEG, sendo muitas proativas e disseminadas na maioria das áreas, processos, produtos ou partes interessadas. A aplicação destas práticas ocorre de maneira continuada e não se observa qualquer incoerência na sua definição ou execução em relação aos objetivos estratégicos ou demais elementos dos princípios organizacionais da Unidade. A adesão voluntária do SEBRAE /TO ao Programa SEBRAE de Excelência em Gestão (PSEG) demonstra à pró-atividade e o compromisso da liderança com a busca da melhoria da qualidade da gestão, com impacto positivo para a eficiência dos processos e para os resultados para os clientes e para a sociedade. Nesse sentido, vale mencionar que se percebe a evolução das práticas de gestão em relação ao ciclo de autoavaliação 2013. Destacam-se, para reforçar a afirmativa, o aperfeiçoamento do processo de análise dos ambientes interno e externo, do setor e do mercado de atuação, que consolida informações importantes do processo de planejamento estratégico para subsidiar as definições das prioridades locais; A identificação, classificação, análise e tratamento dos riscos do negócio são realizados com base na metodologia COSO, gerando uma Matriz de Riscos; a definição pela implementação de uma Política de Responsabilidade Social e um indicador associado, visando fortalecer a atuação social da Unidade; a melhoria no painel de indicadores, contemplando resultados relativos a todos os aspectos da gestão. Entende-se que com uma gestão de excelência, tanto operacional quanto estratégica, é possível ampliar os produtos e serviços do SEBRAE/TO alinhados com o mercado e fortalecendo a atuação nos vetores de desenvolvimento dos pequenos negócios. O eixo central da estratégica do SEBRAE/TO é promover a competitividade dos pequenos negócios, principalmente, diante de oportunidades com grandes eventos no Estado do Tocantins como os Jogos Mundiais Indígenas e outros grandes investimentos que estão em execução. Esse desafio de entender e apoiar os pequenos negócios para aproveitar estas oportunidades, com uma atuação estratégica, visando o fortalecimento da economia nacional, evidencia a capacidade de impulsionar a organização na direção do cenário futuro atuando em ambiente institucional favorável, com alto índice de apoio a formalização, competitividade e sustentabilidade. 10. Relacionamento com a Sociedade Com a criação do Programa SEBRAE Social e o desenvolvimento do Projeto SEBRAE de Acessibilidade a primeira medida adotada pelo SEBRAE/TO foi a elaboração e aprovação da Política de Acessibilidade da Instituição, aplicada a produtos, processos, informações e instalações, que tem como objetivo promover a interação entre as pessoas com deficiência e as barreiras atitudinais, ambientais e de comunicação que impedem sua plena e efetiva participação e inclusão na vida em sociedade. 176 Com o desenvolvimento do projeto em 2014 foram realizadas as seguintes ações: • Criação da Política de Acessibilidade do Sebrae/TO; • Capacitação de Colaboradores em Língua Brasileira de Sinais (Libras); • Elaboração de Check List de Acessibilidade em Eventos. 11. Anexos 177 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 KPDS 105898 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações dos resultados 6 Demonstrações dos resultados abrangentes 7 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido 8 Demonstrações dos fluxos de caixa - Método indireto 9 Notas explicativas às demonstrações financeiras 2 10 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Conselheiros do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Palmas - TO Introdução Examinamos as demonstrações financeiras do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO (“Entidade”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Entidade é responsável pela elaboração e pela adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 3 Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Brasília, 13 de fevereiro de 2015 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Alexandre Dias Fernandes Contador CRC DF-012460/O-2 4 SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO ESTADO DE TOCANTINS - SEBRAE/TO Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Em milhares de Reais) Ativo Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa Valores a receber Transações com Convênios a Executar Numerários vinculados a convênios e programas Adiantamentos concedidos Créditos com o Sistema SEBRAE Outros créditos Nota 31/12/2014 31/12/2013 2.351 162 732 3.351 5 444 263 4.432 140 104 2.942 20 103 181 4 6 5 7 Total do ativo circulante Ativo não circulante Imobilizado 7.308 8 Total do ativo não circulante Passivo Passivo circulante Benefícios a empregados de curto prazo e obrigações fiscais Obrigações com convênios e contratos Contas a pagar a fornecedores e outras Obrigações sobre a folha de pagamento Obrigações com o Sistema SEBRAE As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 31/12/2014 31/12/2013 603 1.171 852 1.561 1.251 541 2.079 2.447 1.296 705 5.438 7.068 1.325 54 210 37 Total do passivo não circulante 1.379 247 Total do passivo 6.817 7.315 7.595 357 3.063 11.015 10.290 (2.738) 3.106 10.658 17.832 17.973 7.922 10.524 10.051 10.524 10.051 17.832 9 10 11 12 7 Total do passivo circulante Passivo não circulante Doações e subvenções a apropriar Provisões para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas Patrimônio líquido Superávits acumulados Déficits do exercício Ajustes de avaliação patrimonial Total do patrimônio líquido Total do ativo Nota 17.973 Total do passivo e do patrimônio líquido 13 14 SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO ESTADO DE TOCANTINS - SEBRAE/TO Demonstrações de Resultados Exercícios findos em 31 de setembro de 2014 e 2013 (Em milhares de Reais) Nota Receitas Receitas com Contribuição Social (CSO) Receitas com Contribuição Social do Nacional (CSN) Receitas empresas beneficiadas Receitas de convênios, subvenções e auxílios financeiros Outras receitas operacionais 15 15 16 17 18 Total das receitas Despesas Despesas com pessoal, encargos e benefícios sociais Despesas com serviços profissionais e contratados Custos e despesas de operacionalização Encargos diversos Despesas com programas e convênios Despesas com provisões Despesas com depreciação e amortização Outras Despesas Operacionais 19 20 21 2013 29.122 30.125 1.697 1.864 1.493 28.148 16.312 1.718 3.349 592 64.301 50.119 (16.497) (33.105) (11.899) (367) (93) (969) (1.831) (14.668) (24.563) (11.802) (237) (1.285) (46) (803) (14) (64.761) (53.418) (460) (3.299) 847 (30) 606 (45) 817 561 22 Total de despesas Déficit antes do resultado financeiro líquido Receitas financeiras Despesas financeiras Resultado financeiro líquido 2014 23 Déficits do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 357 (2.738) SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO ESTADO DE TOCANTINS - SEBRAE/TO Demonstrações dos resultados abrangentes Exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Em milhares de Reais) 2014 Superávits/Déficits do exercício 2013 357 Outros resultados abrangentes - Resultado abrangente total 357 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. (2.738) (2.738) SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO ESTADO DE TOCANTINS - SEBRAE/TO Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Em milhares de Reais) Superávit acumulado Saldo em 31 de dezembro de de 2012 Incorporação do superávit do exercício anterior Realização do ajuste de avaliação patrimonial Déficit do exercício - Saldo em 31 de dezembro de 2013 Incorporação do déficit do exercício anterior Realização do ajuste de avaliação patrimonial Déficit do exercício Saldo em 31 de dezembro de 2014 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 10.643 396 44 10.291 (2.738) 43 7.596 Superávit do período - Ajuste de avaliação patrimonial Total do Patrimônio Líquido 396 396 (2.738) 3.150 (44) - 13.397 (2.738) (2.738) 2.738 357 3.106 (43) - 10.659 357 3.063 11.016 357 SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO ESTADO DE TOCANTINS - SEBRAE/TO Demonstrações dos fluxos de caixa - Método indireto Exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Em milhares de Reais) Fluxo de caixa das atividades operacionais Resultado do exercício Ajustes para: Depreciação e amortização Baixa Imobilizado Redução (aumento) nos ativos: Valores a receber Transações com Convênios a Executar Numerários vinculados a convênios e programas Adiantamentos concedidos Créditos com o Sistema SEBRAE Outros créditos Aumento (redução) nos passivos: Benefícios a empregados Obrigações com convênios e contratos Contas a pagar a fornecedores e outras Obrigações trabalhistas Obrigações com o Sistema SEBRAE Provisões para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas Fluxo de caixa líquido decorrente das atividades operacionais 2014 2013 357 (2.738) 968 402 1.727 803 13 (1.922) (22) (628) (410) 14 (340) (81) (1.467) 48 1 (1.692) (3) 58 (251) (1.839) 62 (908) (1.595) 265 546 17 (1.613) 125 1.259 1.992 937 193 4.506 (1.353) 745 Fluxo de caixa de atividades de investimento Adições/Baixas ao ativo imobilizado (728) (1.287) Fluxo de caixa decorrente das atividades de investimento (728) (1.287) (2.081) (542) Aumento (redução) líquida em caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício (-) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Aumento (redução) líquida em caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 2.351 4.432 (2.081) 4.432 4.974 (542) DFs SEBRAE TO 9 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Notas explicativas às demonstrações financeiras (Em milhares de Reais, exceto se de outro modo indicado) 1 Contexto operacional O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins (“SEBRAE/TO” OU “Entidade”) é uma entidade associativa de direito privado, sem fins lucrativos, instituída sob a forma de serviço social autônomo, regulada por estatuto, tendo por objetivo fomentar o desenvolvimento sustentável, a competitividade e o aperfeiçoamento técnico das microempresas e das empresas de pequeno porte industriais, comerciais, agrícolas e de serviços, notadamente nos campos da economia, administração, finanças e legislação; da facilitação do acesso ao crédito; da capitalização e fortalecimento do mercado secundário de títulos de capitalização daquelas empresas; da ciência, tecnologia e meio ambiente; da capacitação gerencial e da assistência social, em consonância com as políticas nacionais de desenvolvimento. A Sede da Entidade está localizada à QD 102 Norte, Av. LO-04 - Conj. 02, nº 01 - Plano Diretor Norte Palmas/TO. O âmbito de atuação do SEBRAE/TO constitui-se no apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado de Tocantins, com vistas à melhoria do seu resultado e ao fortalecimento do seu papel social. O SEBRAE/TO recebe recursos oriundos do SEBRAE/Nacional que é o responsável pelos repasses de recursos aos Estados e Distrito Federal para manutenção de suas atividades e projetos, conforme a Lei nº 8.154, de 28 de dezembro de 1990, mediante contribuição parafiscal das empresas privadas instaladas no País. Para manutenção de suas atividades poderá eventualmente promover a venda de produtos e a prestação de serviços ligados aos seus objetivos, sendo os resultados auferidos aplicados integralmente na manutenção das atividades. As unidades do Sistema SEBRAE dos Estados e do Distrito Federal têm autonomia financeira, administrativa e contábil, sendo constituídas como entidades juridicamente autônomas. A Entidade tem como associados: 1. Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Tocantins 2. Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins 3. Federação das Indústrias do Estado do Tocantins 4. Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado do Tocantins 5. Banco do Brasil 6. Banco da Amazônia 7. Caixa Econômica Federal 8. Universidade Federal do Tocantins 9. Fundação Universidade do Tocantins 10 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 10. Governo do Estado do Tocantins (Secretaria Estadual da Indústria e Comércio). O SEBRAE/TO é uma entidade isenta do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei nº 9.532/97, art. 15 § 1°), por ser uma instituição sem fins lucrativos que presta serviços sociais autônomos para os quais foi instituída. Considera-se entidade sem fins lucrativos a que não apresente superávit em suas contas ou, caso o apresente em determinado exercício, destine o referido resultado, integralmente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais (art. 15, § 3º, alterado pela Lei nº 9.718/98, art. 10º). Estará fora do alcance da tributação somente o resultado relacionado com as finalidades essenciais das entidades sem fins lucrativos. Assim, os rendimentos e os ganhos de capital auferidos em aplicações financeiras de rendas fixa e variável não são abrangidos pela isenção (Lei n° 9.532/97, art. 12 § 2° e art. 15 § 2°). Com relação à tributação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins, o inciso X do art. 14 e o inciso VI do art. 13, ambos da Medida Provisória nº 2.158-35/2001 determinam que as receitas da atividade própria são isentas para serviços sociais autônomos, criados ou autorizados por lei. A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), por meio do art. 47 da Instrução Normativa da nº 247/2002, definiu o conceito de receitas da atividade própria, como sendo as derivadas das atividades próprias somente aquelas decorrentes de contribuições, doações, anuidades ou mensalidades fixadas por lei, assembleia ou estatuto, recebidas de associados ou mantenedores, sem caráter contraprestacional direto, destinadas ao seu custeio e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais. Além de parecer do tributarista Dr. Roque Carrazza, que concluiu estar o Sebrae sob a égide constitucional da imunidade tributária, a 13ª. Vara Federal de Porto Alegre, em resposta a uma ação ordinária impetrada por uma unidade regional integrante do Sistema SEBRAE, expediu despacho/decisão de 1ª. instância, de que o art. 47 da referida IN é ilegal, e portanto, não restringe a isenção da Cofins de que trata a MP nº 2.158-35/2001. Essa decisão do Poder Judiciário Federal encontra-se atualmente vigente até a data de conclusão destas demonstrações financeiras. Mesmo que a decisão judicial despachada conforme acima venha a não se perpetuar ao longo do trâmite judicial nas instâncias superiores, esta administração entende que a Entidade se enquadraria no regime não-cumulativo, segundo o disposto no art. 1º da Lei nº 10.833/2003. De acordo com esse regime, nenhuma obrigação seria devida pela Entidade considerando que os gastos diretos aplicados aos projetos superam as respectivas receitas de serviços. Com relação à tributação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre as receitas de empresas beneficiadas auferidas, de acordo com avaliações internas da Administração da Entidade, não são esperados efeitos relevantes sobre as demonstrações financeiras da Entidade. 11 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 2 2.1 Base de apresentação das demonstrações financeiras Declaração de conformidade e base de mensuração Estas demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem os Pronunciamentos Técnicos (coletivamente “CPCs”) emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico, exceto no caso de classe de ativo imobilizado de terrenos e edificações que foram avaliados ao valor justo (custo atribuído) na data da adoção inicial do Pronunciamento Técnico CPC 27 (Nota Explicativa nº 8), instrumentos financeiros classificados como caixa e equivalentes de caixa (Nota Explicativa nº 4), Numerários vinculados a convênios e programas (Nota Explicativa n° 5) e o ativo atuarial da parcela de benefício definido do Plano de Benefícios Pós-Emprego patrocinado pela Entidade (Nota Explicativa nº 24). Estas demonstrações financeiras são apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Entidade. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. A Diretoria Executiva/Superintendência da Entidade aprovou a emissão destas demonstrações financeiras em 23 de janeiro de 2015. 2.2 Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem o valor justo dos ativos financeiros (Nota Explicativa nº 26), a provisão para créditos de liquidação duvidosa (Nota Explicativa nº 6), revisão da vida útil sobre o ativo imobilizado (Nota Explicativa nº 8), provisões para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas (Nota Explicativa nº 13) e os ativos, passivos e premissas de aposentadoria e demais benefícios de risco relativos a planos de benefícios pós-emprego (Nota Explicativa nº 24). Estimativas e premissas são revistas de forma contínua, pelo menos anualmente. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros afetados. As informações sobre julgamentos críticos referentes às políticas contábeis adotadas que têm efeitos significativos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações financeiras estão descritas a seguir: a. Premissas de cálculos atuariais sobre o plano de benefícios de risco pós-emprego O valor atual de obrigações de benefícios de risco a empregados depende de uma série de fatores que são determinados com base em cálculos atuariais, que utilizam uma série de premissas. Entre as premissas usadas na determinação do custo (receita) líquido para o plano, está a taxa de desconto. Quaisquer mudanças nessas premissas afetarão o valor contábil das obrigações do plano. 12 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 A Entidade determina a taxa de desconto apropriada ao final de cada exercício. Esta é a taxa de juros que deveria ser usada para determinar o valor presente de futuras saídas de caixa estimadas, que devem ser necessárias para liquidar as obrigações do plano. Ao determinar a taxa de desconto apropriada, a Entidade considera as taxas de juros de títulos privados de alta qualidade, sendo estes mantidos na moeda em que os benefícios serão pagos e que têm prazos de vencimento próximos aos prazos das respectivas obrigações de planos de pensão. Outras premissas importantes para as obrigações de planos de pensão se baseiam, em parte, em condições atuais do mercado (informações adicionais estão divulgadas na Nota Explicativa nº 24). b. Valor justo de instrumentos financeiros Quando o valor justo de ativos e passivos financeiros apresentados no balanço patrimonial não puder ser obtido de mercados ativos, é determinado utilizando técnicas de avaliação, incluindo o método de fluxo de caixa descontado. Os dados para esses métodos se baseiam naqueles praticados no mercado, quando possível, contudo, quando isso não for viável, um determinado nível de julgamento é requerido para estabelecer o valor justo. O julgamento inclui considerações sobre os dados utilizados, por exemplo, risco de liquidez, risco de crédito e volatilidade. Mudanças nas premissas sobre esses fatores poderiam afetar o valor justo apresentado dos instrumentos financeiros (Nota Explicativa nº 26). c. Provisões para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas A Entidade reconhece provisão para causas cíveis, trabalhistas e fiscais. A avaliação da probabilidade de perda inclui as evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados internos e externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Entidade revisa suas estimativas e premissas em bases mensais (informações adicionais estão divulgadas na Nota Explicativa nº 13). d. Depreciação de ativos tangíveis A depreciação é calculada pelo método linear, a taxas anuais variáveis de 2,7% a 20%, levando em consideração a vida útil estimada dos bens. Os terrenos não são depreciados. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso, ou em caso de ativos construídos internamente, do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para utilização. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis (Nota Explicativa nº 8). 13 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 3 Principais práticas contábeis As principais políticas contábeis adotadas na elaboração das demonstrações financeiras estão definidas abaixo. As políticas foram aplicadas de forma consistente com todos os exercícios apresentados nestas demonstrações financeiras, a menos quando divulgado de forma diversa. a. Reconhecimento das receitas e despesas As receitas e despesas são contabilizadas pelo regime de competência. As receitas de Contribuição Social Ordinária - CSO são relacionadas com transferências periódicas do SEBRAE Nacional para a Entidade, cujo registro é efetuado a partir do momento em que o direito ocorre, sendo normalmente recebidas no mês de sua competência (Nota Explicativa nº 15). Essas receitas são relacionadas às transferências sistêmicas e periódicas da Secretaria da Receita Federal do Brasil - SRFB originadas do Instituto Nacional da Seguridade Social - INSS (Lei nº 8.154 de 28 de dezembro de 1990 - Contribuição Parafiscal das empresas privadas instaladas no país) ao SEBRAE Nacional, que por sua vez repassa os recursos às Unidades Regionais do Sistema SEBRAE. As receitas de Contribuição do Nacional - CSN são relacionadas à execução dos projetos eleitos para o exercício e apropriadas a partir da execução dos projetos (Nota Explicativa nº 15). As receitas de convênio com parceiros são apropriadas de acordo com a execução das despesas correlatas aos respectivos convênios de origem (Nota Explicativa nº 17). As receitas de empresas beneficiadas são reconhecidas quando da efetiva prestação do serviço (Nota Explicativa nº 16). b. (i) Instrumentos financeiros não derivativos Ativos financeiros não derivativos A Entidade reconhece os recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação, que é a data na qual a Entidade se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. A Entidade classifica os ativos financeiros não derivativos nas seguintes categorias: ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado e empréstimos e recebíveis. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado como mensurado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação, ou seja, designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Entidade gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos e estratégia de investimentos documentada pela Entidade. Os custos da transação são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são mensurados pelo valor justo e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. 14 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método dos juros efetivos, deduzidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem o contas a receber e outros créditos. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação, os quais são sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor, e são utilizados na gestão das obrigações de curto prazo. Numerários vinculados a convênios e programas não compõem este grupo contábil (Nota Explicativa nº 4). (ii) Passivos financeiros não derivativos Todos os passivos financeiros (incluindo passivos designados pelo valor justo registrado no resultado) são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Entidade se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Entidade baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. A Entidade classifica os passivos financeiros não derivativos na categoria de outros passivos financeiros. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. A Entidade tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: contas a pagar a fornecedores e outras contas a pagar. Fornecedores e outras contas a pagar As contas a pagar a fornecedores e outras contas a pagar são obrigações a pagar por bens e serviços que foram adquiridos no curso normal de suas atividades estatutárias, e são classificadas como passivo circulante se o pagamento for devido no curso normal, por até 12 meses. Após esse período, são apresentadas no passivo não circulante. Os montantes são reconhecidos inicialmente pelo valor justo e subsequentemente, se necessário, mensurados pelo custo amortizado com o método de taxa efetiva de juros (Nota Explicativa nº 11). (iii) Perda por redução ao valor recuperável de ativos financeiros (impairment) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada, data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. 15 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 c. Classificação entre circulante e não circulante Os direitos realizáveis e as obrigações vencíveis após os 12 meses subsequentes à data das demonstrações financeiras são considerados como não circulantes. d. (i) Imobilizado Reconhecimento e mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e de perdas por redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo e o passivo correspondente, quando aplicável, é reconhecido como provisões no passivo (Nota Explicativa nº 8). Terrenos e edifícios em uso foram mensurados ao valor justo quando da adoção inicial do Pronunciamento Técnico CPC 27 (custo atribuído). (ii) Custos subsequentes Gastos subsequentes são capitalizados na medida em que seja provável que benefícios futuros associados com os gastos serão auferidos pela Entidade. Gastos de manutenção e reparos recorrentes são registrados no resultado quando incorridos. (iii) Depreciação Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear no resultado do exercício com base na vida útil econômica estimada dos bens. Terrenos não são depreciados. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso, ou em caso de ativos construídos internamente, do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para utilização. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. As vidas úteis estimadas para o exercício corrente e comparativo são as seguintes: • Edifícios • Máquinas e equipamentos 10% ao ano • Utensílios e acessórios 10% ao ano • Equipamentos de informática 20% ao ano • Veículos 20% ao ano • Instalações 10% ao ano 2,1% ao ano 16 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Métodos de amortização, vidas úteis e valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício financeiro e ajustados, caso seja adequado. e. Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros (Impairment) Os ativos não financeiros, incluindo o ativo imobilizado e o intangível, são revistos para se identificar perdas não recuperáveis sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Quando aplicável, a perda é reconhecida pelo montante em que o valor contábil do ativo ultrapassa seu valor recuperável, que é o maior entre o preço líquido de venda e o valor em uso de um ativo. Para fins de avaliação, os ativos são agrupados no nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa identificáveis separadamente (Nota Explicativa nº 8). f. Provisões As provisões são reconhecidas apenas quando existe uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de evento passado, seja provável que para a solução dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação passa a ser razoavelmente estimado. As provisões são constituídas, revista e ajustadas de modo a refletir a melhor estimativa nas datas das demonstrações. As provisões são mensuradas pelo valor presente dos gastos necessários para liquidar uma obrigação, a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor temporal do dinheiro e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira. O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, contingências ativas e contingências passivas são efetuados de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 25 e consideram as premissas definidas pela Administração da Entidade e seus assessores jurídicos (Nota Explicativa nº 13). g. Benefícios a empregados Benefícios de curto prazo Obrigações de benefícios de curto prazo a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço relacionado seja prestado. O passivo é reconhecido pelo valor esperado a ser pago sob os planos de remuneração em dinheiro ou participação nos lucros de curto prazo se a Entidade tem uma obrigação legal ou construtiva de pagar esse valor em função de serviço passado prestado pelo empregado, e a obrigação possa ser estimada de maneira confiável (Nota Explicativa nº 9). Benefícios pós-emprego O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins- SEBRAE/TO é um dos patrocinadores solidários do plano de benefícios SEBRAEPREV, administrado e executado pelo SEBRAE Previdência - Instituto SEBRAE de Seguridade Social. O plano possui características de contribuição definida, cujos percentuais são baseados na folha de pagamento, sendo essas contribuições levadas ao resultado quanto incorridas, exceto pelo risco vinculado à projeção de contribuições em caso de invalidez ou morte. Essa parcela de risco gera a obrigação atuarial de benefício pós-emprego sob a qual o SEBRAE/TO reconhece uma despesa de benefícios a empregados no resultado de cada exercício durante a carreira ativa de sua população. 17 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Para apurar o valor da obrigação atuarial relativo aos benefícios de risco, o SEBRAE/TO contrata anualmente um atuário qualificado (Nota Explicativa nº 24). 4 Caixa e equivalentes de caixa Descrição (i) 31/12/2014 31/12/2013 Contas Bancárias (i) Aplicações Financeiras (ii) 115 2.236 17 4.415 Total 2.351 4.432 São disponibilidades imediatas em caixa e em contas-correntes bancárias, cuja posição, nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013, se encontra a seguir descrita: Bancos Fundo Fixo Banco do Brasil C/C 1.348-X Banco do Brasil C/C 1.903-8 CEF C/C 1.177-5 Total (ii) 31/12/2013 11 25 73 6 11 1 3 2 115 17 Os recursos aplicados são destinados à manutenção operacional e administrativa da Entidade, conforme demonstrado abaixo: Bancos Banco do Brasil C/C 1.348-X Banco do Brasil C/C 1.903-8 CEF C/C 1.177-5 BASA Fundo 70.049-6 C/P BASA Fundo 70.049-6 FMI BASA Fundo 70.049-6 FIF BASA FMI Aplicação Provisão para IRRF (*) Modalidade do fundo Recursos Próprios Contribuição Social CSO/Recursos Próprios Recursos Próprios Recursos Próprios Recursos Próprios Recursos Próprios Total (*) 31/12/2014 31/12/2014 178 173 3 1.891 1 1 (11) 31/12/2013 293 472 1.912 3 1.737 1 1 (4) 2.236 4.415 Refere-se à estimativa da provisão de imposto de renda na fonte sobre os rendimentos das aplicações financeiras. Todas as aplicações financeiras são classificadas como instrumentos financeiros mensurados ao valor justo por meio de resultado. As aplicações em fundos são atualizadas com base na cota divulgada em cada mês. O valor justo dos ativos é igual ao valor contábil registrado. 18 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 5 Numerários vinculados a convênios e programas Bancos 31/12/2014 31/12/2013 BB C/C 44.863-X Conv. SEBRAE/NA BB C/C 46.110-5 Conv. Talentos do Brasil 2 BB C/C 47.196-8 Conv. Finep/2010 BB C/C 51.054-8 Conv. ADTUR/PRAIA/PRODUÇÃO BB C/C 56.401-X Conv. SEBRAE/SEDECT BB C/C 57.331-0 Conv. SEBRAE/PMP BB C/C 54.439-6 Conv. SEDECT/PRAIAS BB C/C 53.184-7 Conv. SEAGRO BB Fundo 44.863-X Conv. SEBRAE/NA Fact Fut BB Fundo 44.862-1 Conv. Finep Fact Fut BB Fundo 47.196-8 Conv. Finep/2010 CEF Fundo 29.800-1 Conv. Talentos do Brasil BB Poupança 46.110-5 Conv. Talentos do Brasil 2 BB Fundo 56.401-X Conv SEBRAE/SEDECT BB Fundo 57.331-0 Conv SEBRAE/PMP BB Fundo 53.694-6 Conv SEBRAE/SIC BB Fundo 53.184-7 Conv SEAGRO BB Fundo 57.498-8 Conv SEBRAE/SENAR NA BB Fundo 57.340-X Conv SEBRAE/SENAR TO BB Fundo 54.439-6 Conv SEDECT/PRAIAS Movimentação - CSN 1 1 1 555 1.270 70 2 200 1.251 1 1 1 2 1 1 126 321 508 40 786 158 114 177 705 Total 3.351 2.942 Correspondem a recursos financeiros vinculados aos programas, projetos e convênios sob execução do SEBRAE/TO, e que são apresentados separadamente da rubrica “Caixa e Equivalentes de Caixa”, pois não constituem disponibilidade para a manutenção dos processos administrativos e operacionais da Entidade, conforme pronunciamento técnico CPC 03. Os saldos das contas vinculadas compreendem a soma dos aportes financeiros de parceiros e a contrapartida do próprio SEBRAE/TO. A utilização de conta única para movimentação e aporte financeiro é prevista nos contratos dos convênios. As obrigações com parceiros em face dos depósitos recebidos são registradas na rubrica “Obrigações com Convênios e Contratos”, e detalhadas na Nota Explicativa nº 10. 6 Contas a receber Descrição 31/12/2014 31/12/2013 Créditos a receber (i) Cheques e cartão (ii) (-) Provisão para Crédito de Liquidação (iii) 148 85 (71) 121 53 (34) Total 162 140 (i) Créditos a receber referente a operações de venda de produtos e cursos (ii) Refere-se a cheques e cartão com possibilidade de recebimento com processos iniciados (iii) Provisão constituída com base na expectativa de não recebimento financeiro 19 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 7 Transações com partes relacionadas São definidos como partes relacionadas os seguintes entes: • Quaisquer entidades integrantes do Sistema SEBRAE. • Pessoal-chave da Administração. • Fundo de Previdência Privada (SEBRAEPREV). As transações com as partes relacionadas estão resumidas conforme a seguir: Transações com o Sistema SEBRAE a. Créditos com o Sistema SEBRAE 31/12/2014 Descrição Recursos de CSN a receber Outros créditos a receber Total (i) 31/12/2013 Circulante Não Circulante Total Circulante Não Circulante Total 440 4 444 - 440 4 444 103 103 - 103 103 Nesta rubrica são registrados créditos a receber do SEBRAE/NA, referente aos recursos de “Contribuições Sociais Ordinárias - CSO”. Conforme diretrizes orçamentárias definidas para a elaboração do Plano Plurianual do período de 2013 a 2016 e do orçamento de 2014 do sistema SEBRAE, são estabelecidas as receitas sociais ordinárias para cada unidade do SEBRAE. Não há aplicação de juros ou quaisquer ônus sobre os recursos a receber. b. Obrigações com o Sistema SEBRAE 31/12/2014 Descrição CSN a devolver (i) Total (i) 31/12/2013 Circulante Não Circulante Total Circulante Não Circulante Total 1.251 1.251 - 1.251 1.251 705 705 - 705 705 Nesta rubrica são registradas as obrigações com o SEBRAE/NA, referente aos recursos de “Contribuições Sociais Nacionais - CSN”, recebidos e ainda não aplicados nos projetos específicos a que se destinam. Por ocasião do encerramento do exercício, conforme prevê a IN 37-16, o valor da CSN não utilizado será devolvido ao SEBRAE/NA. O registro mensal da receita CSN é feito com base nas informações do relatório de transferência do Sistema de Monitoramento Estratégico (SME). Ao final do exercício de 2014, os acertos contábeis no SEBRAE/TO e no SEBRAE/NA deverão manter o equilíbrio entre os registros de direito e obrigação entre as partes. As informações do relatório de transferência de CSN do SME serão utilizadas como única fonte de informação para o acerto final do exercício. 20 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 O valor a devolver refere-se ao recurso de Contribuição Social Nacional previsto em projetos e não executado no exercício de 2014. Exemplos de projetos com valores a devolver: Projeto Atendimento ao Segmento de Turismo de Aventura e Ecoturismo; Implementação das Compras Governamentais na União e Estados; Projeto Estruturante Cosméticos de Base Florestal da Amazônia e Sebratec. c. Transações de resultado Descrição 2014 2013 Contribuição Social Ordinária (CSO) Contribuição Social Nacional (CSN) 29.122 30.125 28.148 16.312 Total 59.247 44.460 As transações que afetam o resultado correspondem às contribuições sociais ordinárias, conforme distribuição definida pelo SEBRAE/NA, com base na arrecadação do ano anterior acrescida da expectativa de aumento previsto para o exercício atual. d. Operações com pessoal-chave da Administração Empréstimos para diretores A Entidade não concede empréstimos a diretores e a outros dirigentes. Remuneração de pessoal-chave da Administração Contempla os membros do Conselho Deliberativo, Fiscal e Diretoria Executiva. De acordo com o art. 9º, inciso VII do Estatuto Social do SEBRAE Nacional e art. 6º do Estatuto Social dos SEBRAE/UF, é princípio sistêmico a não remuneração dos membros dos Conselhos Deliberativos e Fiscal. É competência dos Conselhos Deliberativo Nacional - CDN e Estadual CDE a definição de remuneração e benefícios da Diretoria Executiva. A seguir, quadro demonstrativo com valores acumulados de remuneração do pessoal-chave da Administração: Descrição 2014 2013 Gratificação de Diretoria Remuneração de Diretoria Remuneração diretor-superintendente Benefícios Custo de aposentadoria de contribuição definida 308 343 84 67 215 358 90 46 Total 802 709 Os valores envolvendo a entidade de previdência complementar - SEBRAEPREV - estão descritos na Nota Explicativa nº 24. 21 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 8 Ativo imobilizado A seguir a composição do ativo imobilizado para 31 de dezembro de 2013 e 2014: Descrição Terreno (i) Edificações Móveis e utensílios Veículos e Assessórios Máquinas/equipamentos Equipamentos de Informática Instalações Outros Biblioteca Taxa Anual de depreciação Saldo em 31/12/2013 Adições Baixas Valor em 31/12/2014 2,1 10 10 10 20 10 10 10 2.704 5.568 1.523 1.453 1.588 1.670 52 3 12 1.115 83 20 625 - (1.133) - 3.819 5.568 1.606 320 1.608 2.295 52 3 12 14.573 (4.522) 10.051 1.843 (968) 875 (1.133) 731 (402) 15.283 (4.759) 10.524 Total do custo Depreciação acumulada Total (i) A variação nas adições da rubrica de terrenos refere-se a doação de terreno recebida do Estado de Tocantins para a construção da Sede do Sebrae/TO. 9 Benefícios a empregados de curto prazo e obrigações fiscais As obrigações correspondem a saldos em aberto a pagar decorrentes de benefícios aos empregados: Descrição 10 31/12/2014 31/12/2013 Encargos sociais a recolher Obrigações fiscais a recolher 267 336 224 317 Total 603 541 Obrigações com convênios e contratos Refere-se a saldos de recursos resultantes de convênios, ainda não utilizados, conforme demonstrativo abaixo: Descrição Novos Produtos Regionais Intr. De N. Cult. De Abacaxi MDA/Talentos Talentos 2 FINEP 2010 SEBRAE/SEDECT SEBRAE/PMP SEBRAE/Prefeitura Colinas SEBRAE/SENAR NA SEBRAE/SENAR TO SEDECT/PRAIAS SEAGRO Total 22 31/12/2014 31/12/2013 282 648 2 201 38 132 327 1 793 533 1 178 114 1.171 2.079 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Os valores a comprovar referem-se a verbas recebidas de parceiros nos respectivos convênios que serão utilizados na execução de projetos. Após a execução e comprovação dos gastos efetuados, esses montantes serão apropriados ao resultado como receitas de convênios e subvenções. De forma geral, houve uma variação a menor em razão de alguns convênios terem suas atividades finalizadas em 2014, a exemplo do convênio com o Ministério do Desenvolvimento, FINEP e SEBRAE/NA. 11 Contas a pagar a fornecedores e outros A seguir, apresentamos saldo de contas a pagar a fornecedores de materiais e serviços e outras obrigações: Descrição 31/12/2014 31/12/2013 Fornecedores Outras Obrigações 830 22 2.447 - Total 852 2.447 A variação negativa ocorrida quando comparamos 31 de dezembro de 2014 com o mesmo período em 2013 refere-se a liquidação financeira antercipada das obrigações. 12 Obrigações sobre a folha de pagamento Descrição Provisão de férias e encargos (i) Remuneração variável (ii) Outras provisões Total 31/12/2014 31/12/2013 870 691 - 676 599 21 1.561 1.296 (i) Corresponde às provisões de férias e aos respectivos encargos sociais pertinentes e foram constituídos em função dos direitos adquiridos pelo quadro de pessoal até a data do balanço. (ii) A remuneração variável é a forma de reconhecimento que incentiva o empregado a extrapolar seus níveis normais de desempenho. Refere-se à quantia paga anualmente, de forma variável, em função do alcance das metas organizacionais, de equipe e individuais. A lógica que contempla o alcance de metas, o percentual de salários e as regras de distribuição é a mesma para todos os empregados. 23 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 13 13.1 Passivos não circulantes Doações e subvenções a apropriar Em 24 de junho de 2014, foi registrada escritura pública de doação de terreno urbano, onde o Estado de Tocantins (outorgante doador) doa ao SEBRAE/TO (outorgado donatário) o terreno urbano denominado APE 11-B, da quadra ACSUSO-40, Av. LO-09, Palmas/TO com clausula restritiva de destinação exclusiva para servir de construção da sede própria do SEBRAE/TO, passível de reversão com as respectivas acessões e benfeitorias em caso de extinção da entidade donatária, desvirtuamento do fim para que é feita a doação ou descumprimento do encargo estabelecido na escritura. A interpretação da Administração da Entidade, apoiada por seus assessores jurídicos, é a de que enquanto se perdurar a não edificação referida no objeto da doação conforme acima, a doação é passível de reversão pelo poder judiciário, e, assim, existente uma condicionante para o pleno alcance da doação. Assim sendo, e em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, o valor justo do imóvel é registrado como uma obrigação até que a referida edificação seja efetuada, quando, então, passa a ser registrado como uma receita. O valor justo do imóvel foi determinado mediante laudo de avaliação elaborado pela Secretaria da Habitação do Governo do Estado do Tocantins, no valor de R$ 1.115.114,00 (um milhão, cento e quinze mil e cento e quatorze reais). 13.2 Provisões para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas A seguir demonstramos a composição das obrigações, por natureza, relacionadas aos processos judiciais e administrativos classificados pela assessoria interna do SEBRAE/TO como risco “provável” de perda: Provisão Descrição 31/12/2014 31/12/2013 Riscos cíveis e trabalhistas 54 37 Total 54 37 As provisões foram constituídas com base no parecer da assessoria jurídica do SEBRAE/TO. O SEBRAE/TO possui os seguintes valores relativos a processos classificados por nossa assessoria jurídica com probabilidade de perda “possível”, os quais não possuem provisão reconhecida nas demonstrações financeiras: Valor Descrição (i) 31/12/2013 31/12/2012 Riscos trabalhistas (i) Riscos cíveis 205 - 11 2 Total 205 13 Processo 0002337-89.2014.5.10.0802 da 2ª Vara do Trabalho de Palmas, de natureza trabalhista, com risco de perda classificado como possível no valor de R$ 205. 24 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 14 Patrimônio líquido Descrição Superávit acumulado Superávit/Déficit do exercício Ajustes avaliação patrimonial Total a. 31/12/2014 31/12/2013 7.595 357 3.063 10.290 (2.738) 3.106 11.015 10.658 Composição do patrimônio líquido O patrimônio líquido é representado pelos superávits acumulados, bem como pelo saldo de ajuste de avaliação patrimonial representado pela mais valia do custo atribuído dos bens do ativo imobilizado quando da adoção inicial do Pronunciamento Técnico CPC 27, sendo este realizado de acordo com a depreciação dos bens de origem. b. Superávits acumulados Refere-se aos resultados apurados em exercícios anteriores. c. Superávit (Déficit) do exercício Representa o resultado auferido no exercício social corrente. Após deliberação pela Administração, esses valores são absorvidos pelo patrimônio social da Entidade. 15 Receitas com contribuição social Descrição a. 2014 2013 Contribuição Social Ordinária - CSO (a) Contribuição Social do Nacional - CSN (b) 29.122 30.125 28.148 16.312 Total 59.247 44.460 Contribuição Social Ordinária (CSO) Nesta conta são registradas as contribuições sociais ordinárias, conforme distribuição definida pelo SEBRAE Nacional, com base na arrecadação do ano anterior acrescida da expectativa de aumento previsto para o exercício atual. b. Contribuição Social Nacional (CSN) Recursos transferidos pelo SEBRAE/NA para o SEBRAE/TO para execução de chamadas públicas de projetos, projetos especiais, projetos estruturantes e ressarcimentos de despesas com destinação específica do orçamento do SEBRAE/TO (IN.37.15). Em 2014 o SEBRAE Tocantins obteve incremento na receita de CSN em função da aprovação de diversos projetos encaminhados ao SEBRAE Nacional e aprovados para execução com aporte de Contribuição Social Adicional. Dentre eles, pode-se citar: Talentos do Brasil Original, Turismo de Sol e Praia, Compras Governamentais do Estado do Tocantins, REDESIM, fortalecimento dos pequenos negócios da indústria CIT e incremento no Programa Sebraetec. 25 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 16 Receitas de empresas beneficiadas Nesta rubrica são registradas as receitas oriundas da prestação de serviços a terceiros, como treinamento, elaboração de projetos, consultoria, palestras, entre outros, conforme demonstrado: Descrição Treinamentos Consultoria Feiras Palestras EMPRETEC Outras Total 17 2014 2013 413 292 1 11 149 831 450 280 7 12 93 876 1.697 1.718 Receitas de convênios, subvenções e auxílios financeiros Nesta rubrica são registradas as receitas oriundas da utilização dos recursos recebidos de convênios firmados com o SEBRAE/NA e outras entidades, referente à execução de projetos pelo SEBRAE/TO. Descrição MDA/Talentos Convênio Talentos 2 Conv. Adtur 51.056 Conv. SEBRAE/SIC Conv. Prefeitura Peixe Conv. SEBRAE/FIETO Conv. SEDECT/PRAIAS Conv. Prefeitura Porto Nacional Conv. SEAGRO Conv SEBRAE/FINEP Conv SEBRAE/SEDECT Conv SEBRAE/PMP Conv SEBRAE/SENAR NA Total 18 2014 2013 509 1 63 89 24 496 185 497 73 718 26 1.526 105 10 822 30 39 - 1.864 3.349 2014 2013 62 39 276 35 393 37 651 44 47 34 17 386 64 1.493 592 Outras receitas operacionais Descrição Recuperação e restituições Aluguéis Reversão de provisões Outras receitas Recuperação e restituição de pessoal cedido Recuperação de convênios Receita na alienação ativo imobilizado Total 26 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Nesta rubrica são registradas outras receitas operacionais recuperação e restituições, alugueis reversão de provisões, pessoal cedido, alienação de ativos imobilizados. A variação ocorrida quando comparamos 31 de dezemrbo de 2014 com o mesmo período de 2013 refere-se basicamente ao leilão da frota de veículos conforme processo 104105. 19 Despesas com pessoal, encargos e benefícios sociais Descrição Salário e proventos 13º Salário Férias Outros gastos com pessoal Encargos sociais Benefícios sociais Total 2014 2013 (8.103) (794) (1.026) (41) (3.191) (3.342) (7.208) (640) (927) (3) (2.834) (3.056) (16.497) (14.668) Nesta rubrica são registradas as despesas com salários, rescisões, horas extras, adicionais e outros proventos, bem como encargos e benefícios relacionados à folha de pagamento. A variação ocorrida refere-se basicamente o ajuste no ticket e no salário de 7,5% para todos os colaboradores em ocasião do Acordo Coletivo. 20 Despesas com serviços profissionais e contratados Nesta rubrica são registradas as despesas de serviços de terceiros (Pessoa Jurídica e Física) que compreendem a contratação de consultoria, instrutores e serviços técnicos especializados diversos para atender os projetos coletivos e individuais, apresentando variações normais de acordo com a demanda dos projetos. São considerados na rubrica os serviços de manutenção, segurança e limpeza e os encargos sociais s/serviços prestados. Descrição 2014 2013 Instrutoria e consultoria Serviços técnicos e especializados Manutenção, segurança e limpeza Demais serviços contratados Encargos sociais s/ serv. terceiros (19.785) (2.269) (1.022) (9.987) (42) (11.757) (2.928) (367) (9.460) (51) Total (33.105) (24.563) A variação ocorrida quando comparamos 31 de dezembro de 2014 com o mesmo período de 2013 refere-se a realização da Feira do Empreendedor, participou das Exposições Agropecuárias em 35 municípios, o que gerou a contratação de instrutória e consultoria para atender os eventos citados. 27 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 21 Despesas com custo de operacionalização Neste grupo são registrados todos os gastos com aluguéis de equipamentos, veículos, imóveis, publicidade, espaços para feiras, serviços gráficos, materiais de consumo, passagens e transportes, diárias e hospedagem, referente aos diversos projetos da Entidade. Descrição Diárias e hospedagem Passagens e transportes Aluguéis e encargos Divulgação, anúncios, publicidade e propaganda Serviços gráficos e de reprodução Serviço de comunicação em geral Materiais de consumo Demais custos e despesas gerais Total 2014 2013 (2.171) (2.489) (1.349) (1.414) (2.059) (560) (815) (1.042) (2.408) (2.466) (1.465) (964) (1.875) (516) (1.047) (1.061) (11.899) (11.802) Houve a realização de eventos significativos que implicaram no aumento percentual de execução em relação ao ano anterior, por exemplo: Encontro dos Agentes Locais de Inovação; Exposições Agropecuárias em 35 municípios; Agrotins; Missão da Colômbia. 22 Despesas com convênios e programas Referem-se aos valores executados e comprovados por meio de prestações de contas dos parceiros, referente a recursos de convênio, de acordo com programação prevista no plano de trabalho do exercício, conforme demonstrado a seguir: Entidade Convênios FACIET EMBRAPA E FAPTO SEBRA/AM Associações das Micro e Pequenas Empresas FIETO FACIET EMBRAPA E FAPTO SICOOB CREDIPAR FACIET Provisão s/liberação convênio não executado CV. 006/2012 CV.0014/2012 V.0013/2012 CV.0002/2013 CV.0004/2013 CV.0032/2013 CV.009/2012 CV.009/2012 CV.032/2013 Total 28 2014 2013 (2) (58) (51) (1.318) (278) (397) (80) (101) (200) (333) 104 (1.429) (1.285) Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 23 Resultado financeiro líquido A seguir apresentamos o resultado financeiro líquido referente aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013, das receitas e despesas financeiras decorrentes das aplicações dos recursos da Entidade. Descrição 2014 2013 Receitas financeiras Rendimentos Recursos Ordinários Rendimentos Recursos Próprios Rendimentos Recursos Adicionais 137 514 196 133 134 339 Subtotal 847 606 Despesas financeiras (30) (45) Subtotal (30) (45) Total receita financeira líquida 817 561 24 Benefícios a empregados pós-emprego 24.1 Descrição geral das características do plano Conforme mencionado na Nota Explicativa n° 3.g, o plano SEBRAEPREV possui benefícios de risco que podem gerar ganhos ou perdas atuariais. O plano possui as seguintes características: Os benefícios de contribuição definida assegurados pelo plano SEBRAEPREV são: • Aposentadoria normal. • Aposentadoria antecipada. • Aposentadoria por invalidez. • Pensão por morte. • Institutos de autopatrocínio, benefício proporcional diferido e portabilidade. Os benefícios de risco assegurados pelo plano SEBRAEPREV aos seus participantes são: • Projeção de contribuição em caso de invalidez. • Projeção de contribuição em caso de morte. O referido plano não inclui: • Benefícios de demissão. • Benefícios de longo prazo, que não sejam aposentadorias e pensões. • Plano de assistência médica para empregados ou participantes e assistidos. 29 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Para se calcular os valores envolvidos o SEBRAE/TO contrata anualmente, por ocasião do encerramento do exercício social, empresa especializada para cálculo de possíveis obrigações atuariais a serem contabilizadas em suas demonstrações financeiras. O balanço patrimonial é resumido conforme a seguir: Descrição 31/12/2014 31/12/2013 80 (39) 101 (31) 41 70 Valor justo dos ativos do plano Valor presente das obrigações atuariais Superávit ou (Déficit) O total de contribuições reconhecidas como despesas nas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 monta a R$ 185, conforme demonstrado a seguir: Contribuições 24.2 31/12/2014 31/12/2013 Participantes Básica Serviços Passados Voluntária 246 223 12 11 200 176 14 10 Patrocinador Básica Benefícios de Risco 233 223 10 185 176 8 31/12/2014 31/12/2013 Obrigações do benefício definido em 1° de janeiro Custos do serviço corrente e juros (Perdas) ganhos atuariais em outros resultados abrangentes (31) (9) 1 (25) (7) 1 Obrigações do benefício definido em 31 de dezembro (39) (31) 31/12/2014 31/12/2013 101 12 14 (47) 52 8 6 35 80 101 31/12/2014 31/12/2013 Custo do serviço corrente 4 4 Retorno esperado dos ativos do plano 4 4 Reconhecimento das obrigações atuariais e contribuição do plano Movimentação no valor presente das obrigações do benefício definido Descrição Movimentação no valor justo dos ativos do plano Descrição Valor justo dos ativos do plano em 1° de janeiro Contribuições pagas ao plano Retorno esperado dos ativos do plano (Perdas) ganhos atuariais em outros resultados abrangentes Valor justo dos ativos do plano em 31 de dezembro Despesa reconhecida no resultado Descrição 30 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Premissas atuariais (i) Considerações gerais sobre as premissas As premissas foram definidas de forma imparcial e mutuamente compatíveis, com base em expectativas de mercado durante o período de desenvolvimento de cada avaliação atuarial e dados cadastrais foram coletados em outubro de 2013. (ii) Financeiras Taxa de juros de desconto atuarial anual Projeção de aumentos reais salariais médios anuais Projeção de aumentos reais dos benefícios média anual Taxa de inflação média anual Expectativa de retorno dos ativos do plano* (*) (iii) 31/12/2014 31/12/2013 11,22% 2,18% 0,00% 5,00% 11,22% 11,54% 2,10% 0,00% 5,00% 11,54% Taxa nominal de juros. Demográficas Premissas relacionadas à mortalidade são baseadas em tábuas de mortalidade divulgadas a seguir: Taxa de rotatividade Tábua de mortalidade/sobrevivência de ativos Tábua de mortalidade/sobrevivência de aposentados Tábua de mortalidade/sobrevivência de inválidos Tábua de entrada em invalidez Tábua de morbidez Idade de Aposentadoria 4,58% AT - 2000 M & F Deseg 10% AT - 2000 M & F Deseg 10% 50% UP M + 50% UP F Tasa 1927 M &F N/A 1° Elegibilidade O cálculo da obrigação referente aos benefícios de risco é sensitivo às premissas de mortalidade e entrada em invalidez descritas acima. Como as estimativas atuariais de mortalidade e invalidez são refinadas ano a ano, o aumento de um ano na expectativa de vida ou entrada em invalidez mostrada anteriormente são considerados como sendo razoavelmente possíveis no próximo exercício. 25 Cobertura de seguros Os bens móveis e imóveis compostos por equipamentos, máquinas, móveis e utensílios e demais instalações relacionadas aos prédios administrativos, componentes do Ativo Imobilizado, conforme os critérios de riscos constantes do relatório técnico, estão cobertos, por contrato de seguro para riscos nomeados contra incêndio, raio, explosão e danos elétricos. 26 Instrumentos financeiros - Gestão de riscos Da mesma forma que em todos os outros negócios, a Entidade poderá estar exposta aos riscos que decorrem da utilização de instrumentos financeiros. Esta nota descreve os objetivos, as políticas e os processos da Entidade para a gestão desses riscos e os métodos utilizados para mensurá-los. Mais informações quantitativas em relação a esses riscos são apresentadas ao longo destas demonstrações financeiras. 31 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 A Entidade poderá estar exposta, em virtude de suas atividades, aos seguintes riscos financeiros: • Risco de crédito. • Risco de liquidez. • Risco de mercado (taxa de juros). Não houve nenhuma alteração substancial na exposição aos riscos de instrumentos financeiros da Entidade, seus objetivos, políticas e processos para a gestão desses riscos ou os métodos utilizados para mensurá-los a partir de períodos anteriores, a menos que especificado o contrário nesta nota. Principais instrumentos financeiros Os principais instrumentos financeiros utilizados pela Entidade, dos quais surgem os riscos de instrumentos financeiros, são os seguintes: • Caixa e equivalentes de caixa (inclui: caixa, contas bancárias e aplicações em fundos de investimento). • Contas a receber. • Contas bancárias e aplicações vinculadas a programas especiais. • Contas a pagar a fornecedores e outras. Risco de crédito Risco de crédito é o risco de a Entidade incorrer em perdas derivadas de um cliente ou de uma contraparte em um instrumento financeiro, decorrentes da falha deste em cumprir com suas obrigações contratuais. O risco é basicamente proveniente das contas a receber de clientes e de instrumentos financeiros ativos. O risco de crédito para a Entidade surge preponderantemente das disponibilidades decorrentes de depósitos em bancos e aplicações financeiras em fundos de investimentos financeiros administrados pelo Banco do Brasil S.A. ou Caixa Econômica Federal. A Entidade julga que o risco de crédito é mitigado em razão da qualidade das instituições financeiras depositárias e pelo tipo de papel aplicado pelos fundos de investimento que são representados relevantemente por títulos públicos federais. Os valores derivados de recebíveis de terceiros possuem provisão para créditos de liquidação duvidosa (Nota Explicativa nº 6). Outros recebíveis são decorrentes de transação com o próprio Sistema SEBRAE, cujo risco de crédito é praticamente nulo. A Entidade não contrata instrumentos financeiros derivativos para gerenciar o risco de crédito. 32 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Exposição a risco de crédito O valor contábil dos ativos financeiros representa a exposição máxima do crédito. A exposição máxima do risco do crédito na data das demonstrações financeiras foi: Caixa e equivalentes de caixa Numerários vinculados a convênios e programas Valores a receber Outros créditos Créditos com o Sistema SEBRAE Nota 31/12/2014 31/12/2013 04 05 06 07 2.351 3.351 162 263 444 4.432 2.942 140 181 103 Risco de liquidez Risco de liquidez é o risco em que a Entidade irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Entidade na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Entidade. Em 31 de dezembro de 2014, o fluxo de pagamentos para os passivos financeiros da Entidade é apresentado a seguir (valores contábeis): Passivos financeiros Valor em 31/12/2014 Até 6 meses 603 603 1.171 - Benefícios a empregados e obrigações fiscais Obrigações com convênios e contratos Contas a pagar a fornecedores e outros 1 ano Mais de 1 ano - - 1.171 - 852 852 - - Obrigações trabalhistas 1.561 - 1.561 - Obrigações com o Sistema SEBRAE 1.251 1.251 - - Doações e subvenções a apropriar - - - 1.325 Provisões para riscos cíveis,fiscais e trabalhistas - - - 54 5.438 2.706 2.732 1.379 Em 31 de dezembro de 2013 e 2014 não há inadimplência de pagamento de obrigações pela Entidade. Risco de mercado (taxa de juros) Esse risco é oriundo da possibilidade de a Entidade vir a sofrer perdas (ou ganhos) por conta de flutuações nas taxas de juros que são aplicadas aos seus passivos e ativos captados (aplicados) no mercado. Os instrumentos financeiros sujeitos ao risco de mercado estão representados, relevantemente, pelos papéis aplicados por meio de fundos de investimento administrados pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Conforme comentado na Nota Explicativa nº 4, as aplicações por meio dos fundos de investimento são relevantemente efetuadas em títulos públicos federais, cuja volatilidade dos indexadores vinculados é baixa. 33 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Adicionalmente, para a gestão dos investimentos financeiros, o Sistema SEBRAE por meio do SEBRAE Nacional possui contrato de prestação de serviços com consultoria técnica externa que efetua acompanhamento periódico do comportamento dos títulos e valores mobiliários constantes nas carteiras dos fundos de investimentos, bem como da rentabilidade auferida mensalmente em comparação com os principais indicadores financeiros de mercado. A Entidade não tem operações atreladas à variação da taxa de câmbio. Análise de sensibilidade Conforme disposto no item 40 do CPC 40 (R1) – Instrumentos Financeiros: Evidenciação, o SEBRAE/DF desenvolveu análise de sensibilidade para os instrumentos financeiros da Entidade (Nota explicativa n° 5) que estão sujeitos às oscilações nas taxas SELIC, que conforme informações de empresa terceirizara contratada, não estão sujeitos às oscilações de nas taxas de TJLP e IGPM. A Entidade estima que, em um cenário provável em 31 de dezembro de 2014, a taxa CDI será de 13,25% no ano. A Entidade fez uma análise de sensibilidade dos efeitos nos resultados advindos de uma alta nas taxas de 25% e 50% em relação ao cenário provável, considerados como possível e remoto, respectivamente. Cenários Projetados – Base 31/12/2016 Alta da Variação da taxa SELIC Exposição Provável Possível - 25% Remoto - 50% 11,5% 14,38% 17,25% 4.347 500 625 750 7,67% 9,58% 11,5% Efeito da Variação da taxa SELIC Cenários Projetados – Base 31/12/2015 Alta da Variação da taxa SELIC Exposição Provável Possível - 25% Remoto - 50% 12,5 % 15,63% 18,75% 4.347 543 679 815 + 8,33% +10,42% +12,50% Efeito da Variação da taxa SELIC Impactos no Resultado Cenário Possível - Cenário Provável SELIC TJLP IGP-M Cenário Remoto - Cenário Provável SELIC TJLP IGP-M 34 31/12/2016 31/12/2015 125 NA NA 136 NA NA 250 NA NA 272 NA NA Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Tocantins - SEBRAE/TO Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Hierarquia do valor justo O CPC 40 define valor justo como o valor/preço que seria recebido na venda de um ativo ou pago na transferência de um passivo em uma transação ordinária entre participantes de um mercado na data de sua mensuração. A norma esclarece que o valor justo deve ser fundamentado nas premissas que os participantes de um mercado utilizam quando atribuem um valor/preço a um ativo ou passivo e estabelece uma hierarquia que prioriza a informação utilizada para desenvolver essas premissas. A hierarquia do valor justo atribui maior peso às informações de mercado disponíveis (ou seja, dados observáveis) e menor peso às informações relacionadas aos dados sem transparência (ou seja, dados inobserváveis). Adicionalmente, a norma requer que a Entidade considere todos os aspectos de riscos de não desempenho (“non performance risk”), incluindo o próprio crédito da Entidade, ao mensurar o valor justo de um passivo. O CPC 40 estabelece uma hierarquia de três níveis a ser utilizada ao mensurar e divulgar o valor justo. Um instrumento de categorização na hierarquia do valor justo baseia-se no menor nível de input significativo para sua mensuração. Abaixo está demonstrada uma descrição dos três níveis de hierarquia do valor justo: • Nível 1 - Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos e idênticos. • Nível 2 - Inputs, exceto preços cotados, incluídos no Nível 1, que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços). • Nível 3 - Premissas, para o ativo ou passivo, que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). De acordo com o CPC 40, a Entidade mensura seus equivalentes de caixa e aplicações financeiras pelo seu valor justo. Os equivalentes de caixa e aplicações financeiras são classificados como Nível 1, pois são mensurados utilizando preços de mercado para os ativos idênticos na data da mensuração. A tabela abaixo demonstra, de forma resumida, os ativos financeiros registrados a valor justo em 31 de dezembro de 2014 e 2013. Nota Caixa e Equivalentes de Caixa Numerários vinculados a projetos e convênios 04 05 35 Nível Nível 1 Nível 1 31/12/2014 31/12/2013 2.351 3.351 4.432 2.942