MÉTODO ANALÍTICO PARA PREVISÃO DA VENDA DE FILMES, JÁ LANÇADOS EM CINEMAS, NOS FORMATOS VHS E DVD, PARA VIDEOLOCADORAS NO BRASIL LUIZ ERNESTO MENDES BRETZ 1 PROBLEMÁTICA 1.1 Contexto O mercado brasileiro de filmes gravados em vídeo (nos formatos VHS – Video Home System e DVD – Digital Video Disc) é abastecido, basicamente, de duas maneiras: por empresas multinacionais com subsidiárias no Brasil, ou através de empresas nacionais que compram estes filmes em feiras ou diretamente das empresas produtoras. Estas empresas - multinacionais ou nacionais - que os distribuem para as videolocadoras no Brasil dimensionam a possibilidade de venda dos filmes baseadas em critérios subjetivos por parte de suas diretorias comercias. Se por um lado, as empresas multinacionais utilizam estas previsões de vendas para prepararem seus planos de marketing e de negócios, as empresas nacionais usam-nas como referência para a compra de novos filmes. Previsões de vendas incorretas podem causar sérios prejuízos, principalmente às empresas nacionais que pagam um determinado valor, acertado em uma negociação, pelos filmes que compram, enquanto que as multinacionais enviam para suas matrizes royalties sobre cada unidade vendida, ou seja, nada pagam se nada venderem. Em última análise, ao realizarem compras baseadas em vendas futuras estabelecidas por critérios subjetivos e cuja venda futura eventualmente não corresponda às expectativas, passam a concorrer em desvantagem com suas concorrentes multinacionais pelo alto índice de risco a que se expõem. Uma análise coerente e racional, com formato científico, poderia alterar este desequilíbrio de forças. 1.2 Formulação do problema 1.2.1 Tema Análise do mercado de vídeo no Brasil 1.2.2 Problema Quais parâmetros servem para avaliar e prever a quantidade de filmes vendidos em VHS e DVD no mercado de videolocadoras de forma que sua compra para distribuição no Brasil seja lucrativa? 1.3 Objetivos 1.3.1 Objetivo final Construir um modelo analítico de previsão de vendas de filmes nos formatos VHS e DVD que ajude na tomada de decisão quanto à compra destes por parte das empresas de distribuição para videolocadoras no Brasil. 1.3.2 Objetivos intermediários Descobrir quais parâmetros, subjetivos ou não, são levados em consideração na tomada de decisão com relação à compra de um determinado filme para lançamento no Brasil; Entender em que se baseiam as empresas, nacionais ou multinacionais, para traçar suas metas de vendas no Brasil; Analisar quais fatores podem influenciar a quantidade de filmes vendidos para videolocadoras no Brasil; Avaliar as estratégias de marketing para os lançamentos dos filmes no Brasil e sua performance; Verificar que condições contribuem para se obter lucro ou prejuízo na compra de filmes; Descobrir o que faz uma empresa do mercado de vídeo vender mais filmes do que outra. 1.4 Hipóteses No momento da compra de filmes há uma experiência acumulada, tácita, de fatores que norteiam os compradores no sentido do maior acerto com relação à futura rentabilidade daqueles filmes no mercado de vídeo; Existem parâmetros, que independem da qualidade da venda mas que são influenciadores desta, nos filmes que estiveram nos cinemas antes do mercado de vídeo e que podem influenciar sua venda, tais como: bilheteria acumulada, bilheteria do primeiro final de semana, número de salas em que foram exibidos, lapso de tempo entre a exibição nos cinemas e a entrega nas videolocadoras e investimento em marketing no cinema e no vídeo; Existem parâmetros intrínsecos aos filmes que influenciam sua venda, tais como a temática, o gênero, os diretores e os atores; Com relação aos filmes não lançados nos cinemas antes de irem para o vídeo, são fatores de influência o posicionamento no mercado da empresa que o lança, a quantia investida em marketing, o gênero do filme e os atores e diretor; Pode-se medir estes influenciadores e utilizá-los para auxiliar a tomada de decisão no momento da compra dos filmes. 1.5 Delimitação do estudo Há uma série de abordagens a serem estudadas ao se observar a rentabilidade de um filme para a empresa que o compra. Existem três tipos de filmes, do ponto de vista do momento de sua vida, a serem comprados: o filme em projeto; o filme em produção, ainda não finalizado e o filme já lançado. Nossa análise estará resumida em filmes já lançados (nos cinemas) ou que tenham sido produzidos para serem vendidos diretamente no mercado de vídeo, sem passar pelos cinemas. Poderia-se analisar, do ponto de vista da venda pelas distribuidoras no Brasil, a qualidade da venda e outros fatores que a influenciassem. No entanto, uma vez que as empresas compartilham vendedores em quase todo o território nacional, considera-se aproximadamente equilibrada e praticamente irrelevante esta influência e não serão analisadas dentre os aspectos da venda, as equipes de vendas ou as estratégias de distribuição. Como os valores de venda praticados no Brasil são estabelecidos com base no ditado pelo mercado e todas as distribuidoras praticam aproximadamente os mesmos preços, não estarão sendo motivo da análise questões relacionadas às relações entre o preço de compra e o preço de venda dos filmes. Poderia-se também analisar as variáveis sócio-econômicas e os hábitos das pessoas e como isto as motiva ao consumo dos filmes nas videolocadoras. Seria interessante também estudar o mercado de cinema como um todo, com as influências que foram para este o aparecimento da televisão e do aparelho de vídeo cassete e as alterações produzidas no hábitos de consumo das pessoas, projetando o futuro pela interferência de novas mídias, como a Internet. Estes assuntos, no entanto, não serão alvo deste estudo. Poderia-se também avaliar a qualidade da negociação no momento da compra. Este pré-projeto também não terá a preocupação, ao se observar a compra, com as técnicas de negociação utilizadas. Este estudo, no entanto, se limitará a analisar, no período de 1997 a 2002, os parâmetros que nortearam a compra de filmes e a relação entre estes e a futura quantidade de filmes vendidos para o mercado de videolocadoras no Brasil, determinando quais motivos levaram os compradores a acertar ou errar suas previsões, tendo como conseqüência lucro ou prejuízo para sua empresa. 1.6 Relevância do estudo A quantidade de filmes distribuídos no Brasil, anualmente - seja diretamente através das multinacionais ou por empresas nacionais que compram filmes no exterior ou mesmo no Brasil – soma um total de em torno de 500 novas produções. Estes filmes têm preços, no mercado variando, em moeda americana, entre $ 20.000,00 (vinte mil dólares), podendo chegar a $ 1.000.000,00 (um milhão de dólares). São dezenove empresas atuando no Brasil nesta área atualmente, sendo cinco multinacionais e as quatorze restantes totalmente nacionais. Como as empresas que os distribuem para as videolocadoras realizam previsões de vendas muitas vezes baseadas em critérios subjetivos por parte de suas diretorias comercias, há uma freqüência grande de erros nestas análises. Por outro lado, o mercado de cinema apresenta determinadas surpresas, havendo filmes em que há uma grande expectativa de lucratividade sendo um verdadeiro fracasso, enquanto que outros são um sucesso sem que nada se esperasse deles. Eventualmente então, uma empresa nacional de distribuição de filmes em vídeo de pode ter, em apenas um filme dentre uma média de vinte que compre por ano, a possibilidade de uma séria dificuldade financeira, que em alguns casos já levou empresas à falência. Uma vez que se comprove a relação entre os parâmetros descobertos e a venda no mercado de vídeo, estariam estabelecidas as bases para tomadas de decisão mais eficientes e eficazes no momento da compra dos filmes. Não há no Brasil um estudo que se aprofunde no assunto, apesar da sua indiscutível necessidade para este mercado. 1.7 Definição dos termos Videolocadoras – empresas destinadas, basicamente, ao aluguel de filmes nos formatos VHS e DVD para o consumidor final. Mercado de vídeo – é o conjunto de empresas envolvidas na comercialização dos filmes em VHS e DVD até sua chegada às mãos do consumidor final. Mercado de cinema – neste trabalho é considerado como mercado produtor, distribuidor e exibidor de filmes em salas de projeção. Sala de projeção – é o local onde as pessoas assistem a filmes no formato de película. São também conhecidas como salas de cinema. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Data mining Devido à grande quantidade e variedade de massas de dados a serem analisados e à necessidade de descobrir regularidades e padrões nestes dados, de forma a prever volumes de vendas, será utilizada a técnica de “mineração de dados” com o objetivo de entender e coletar os parâmetros influenciadores para a compra dos filmes. Citando Carvalho (1960, p. 15): Datamining, ou mineração de dados (...) é um termo utilizado pela comunidade de pesquisadores. Trata-se de um conjunto de técnicas reunidas da Estatística e da Inteligência Artificial com o objetivo específico de descobrir conhecimento novo, que porventura esteja escondido em grandes massas de dados armazenados em bancos de dados empresariais. Também segundo Carvalho (1960, p. 81) ), exemplificando aplicações práticas de Datamining na previsão do volume de vendas, e que pode nos dar algumas pistas quando diz que: Detectar regularidades em fenômenos que ocorrem ao longo do tempo e poder prever tendências futuras é uma das tarefas mais importantes no mundo atual. A previsão (...) não é uma tarefa fácil, pois os parâmetros envolvidos são muitos e a descoberta de ciclos ou padrões de repetição nem sempre se faz de forma clara (...). Vários fatores podem contribuir para a necessidade de previsão de vendas para o futuro próximo, entre outras. Os parâmetros importantes a serem considerados quando se analisa (...) são (...) a existência ou não de propaganda realizada pelo produtor do bem e o período do ano ou do mês, dependendo do produto tratado. É interessante notar o ponto de vista de Amaral (2001, p. 23), ao estudar aplicações da mineração de dados aplicada ao marketing direto, para quem (...) o objetivo desta técnica é encontrar padrões, ainda não descobertos nos dados, que possam gerar respostas corretas para novos casos. (...) Basicamente, os tipos de problemas apresentados no processo de Datamining podem ser divididos em elaboração e descoberta do conhecimento. (...) Dentre os problemas com base na descoberta do conhecimento, podemos destacar: detecção de desvios, segmentação da base de dados, clusterização, regras de associação, resumo, visualização e mineração (...). 2.2 Processo de tomada de decisão Será necessário estudar o processo de tomada de decisão utilizado atualmente pelas distribuidoras nacionais quando da compra dos filmes, de forma a se entender quais parâmetros norteiam esta compra. Cada diferente empresa lida distintamente com o processo da compra dos filmes. No entanto há fatores comuns a todas na busca pela excelência nestas compras. Se há culturas distintas entre as empresas deste mercado e ao mesmo tempo algumas, mais regularmente que outras, tomam decisões mais acertadas, pode-se presumir que a tomada de decisão, influenciada pela cultura organizacional daquela empresa, tenha influência no processo de compra de filmes, devendo ser estudada. Nota-se a pequena quantidade de pessoas envolvidas neste processo. Em geral são os donos ou diretores da empresa e no máximo mais um ou dois colaboradores. São eles que escolherão e trarão o alimento o qual saciará as necessidades de sobrevivência e crescimento da empresa, os filmes. Forma-se então uma crença sistemática de que estas pessoas sempre tomarão as decisões corretas. Por outro lado, a prática mostra que apesar de serem decisões com características de rotina por sua maneira repetitiva, já que é necessária a compra mensal de novos filmes, envolvem um alto risco para a empresa e aí podem ser consideradas estratégicas, quase sempre tomadas em condições de incerteza. Unindo-se os fatores do simbolismo do poder exercido pelos compradores à aparente rotina da compra contrapostos à importante característica estratégica desta mesma compra de filmes para a empresa, tem-se uma fórmula arriscada em que a tomada de decisão precisa ser permanentemente revista. De acordo com Pereira e Fonseca (1997, p. 108), Como a decisão é um processo de microintervenções que só acontece no cotidiano, o gerente, mesmo quando se situa em posições estratégicas, tem que atuar no microssistema, no pequeno. Por isto a antiga figura do gerente estratégico, privativa da alta direção, não existe mais. Hoje os gerentes são estratégicos (tomam decisões transformadoras) e todos eles atuam no cotidiano (tomam decisões rotineiras). É melhor ainda entendida a necessidade do estudo da tomada de decisão com Pereira e Fonseca (1997, p. 108) quando dizem que “Existem cinco pressupostos básicos para a tomada de decisões (...): o tamanho (...), a racionalidade (...), a informação (...), o modelo (...) e a relação (...)” , pressupostos estes que são encontrados no processo de compra dos filmes. Shoemaker e Russo (1994, p. 56) falam a respeito dos benefícios das decisões baseadas em regras quando dizem: “(...) Decisions based on rules are somewhat more accurate than wholly intuitive ones. Rules are quick and often clever ways to approximate an optimal response without having to incur the cost of a detailed analyses.”1 3 ASPECTOS METODOLÓGICOS 3.1 Tipo de pesquisa Consideraremos as definições apresentadas por Vergara (2000, p. 46 - 49) que as considera com relação aos fins e aos meios. 3.1.1 Quanto aos fins Quanto aos fins, a pesquisa será metodológica e aplicada. A pesquisa será metodológica, visto que pretende criar um procedimento padronizado e de fácil utilização para auxiliar o processo de decisão de compra de um filme. Será também aplicada, em que pese a necessidade do mercado nacional de vídeo em possuir um mecanismo de avaliação de compras de filmes que sejam rentáveis o suficiente para venda no Brasil. 3.1.2 Quanto aos meios Quanto aos meios a pesquisa será de campo, com investigação documental e telematizada. 1 Decisões baseadas em regras são mais precisas do que aquelas totalmente intuitivas. Regras são formas rápidas e inteligentes de se aproximar de uma resposta otimizada sem ter que incorrer no custo de uma análise detalhada. (Tradução livre do autor deste pré-projeto.) A pesquisa será de campo, posto que pretende entender os parâmetros subjetivos que levam os executivos da área a se definirem ou não a favor da compra de um determinado filme. Também será utilizada a investigação documental, pela necessidade da análise dos dados em termos de faturamento anterior no cinema, valores de compra e renda auferida com a venda de vídeos e conseqüente rentabilidade no Brasil, bem como os investimentos em marketing no cinema e no mercado de vídeo. Finalmente será necessária a pesquisa telematizada, com busca através da Internet de dados a respeito dos filmes, dos atores e dos seus diretores. 3.2 Universo e amostra O universo da pesquisa é composto pelos filmes já lançados nos cinemas e vendidos diretamente em vídeo nos formatos VHS e DVD, comprados pelas distribuidoras no Brasil. A amostra é do tipo não probabilística e foi definida pelo critério de acessibilidade descrito por Vergara (2000, p. 51), sendo composta pelos filmes comprados por empresas nas quais se terá acesso ao longo da pesquisa e cujos dados estejam disponíveis para consulta. 3.3 Sujeitos Os sujeitos da pesquisa serão os participantes, decisores e influenciadores do processo de tomada de decisão para a compra dos filmes, como os sócios das empresas, os diretores comerciais, de marketing e financeiros e os gerentes comerciais. 3.4 Coleta de dados Os dados serão coletados por meio de: • Pesquisa de campo, com entrevistas focalizadas com os envolvidos no processo de decisão da compra dos filmes; • Pesquisa documental nos arquivos das empresas para avaliar a quantidade de filmes vendidos e sua rentabilidade, bem como a aplicação dos recursos em marketing; • Pesquisa documental nos arquivos da UBV – União Brasileira de Vídeo e MPA – Motion Pictures of America para levantar informações complementares sobre os filmes; • Pesquisa bibliográfica em livros e revistas especializadas. Será utilizado o modelo hipotético dedutivo, de acordo com Moreira (2002, p. 16), em que se considera que o pesquisador parte de quadros conceituais de referência tão bem estruturados quanto possível, a partir dos quais formula hipóteses sobre os fenômenos e situações que quer estudar. Uma lista de conseqüências é, então deduzida das hipóteses. A coleta de dados enfatizará números (ou informações conversíveis em números) que permitam verificar a ocorrência ou não das conseqüências, e daí a aceitação (ainda que provisória) ou não das hipóteses. Portanto, as entrevistas serão focalizadas tendo como objetivo tratar apenas do assunto em questão. As pessoas envolvidas serão comunicadas a respeito da manutenção do sigilo das informações de forma a não omitirem dados que podem ser importantes na análise final. Havendo necessidade, as entrevistas terão continuidade através de mídias interativas. Como, em geral são apenas duas ou três pessoas em cada empresa envolvidos no processo de compra dos filmes, tentar-se-á entrevistar a todos e individualmente nas empresas que se tiver acesso. Com relação à eventual falta de informações nos arquivos das empresas, pode-se considerar a possibilidade de acesso às entidades de classe tanto da área de cinema quanto do mercado de vídeo. 3.5 Tratamento dos dados De acordo com o método hipotético dedutivo os dados terão inicialmente um tratamento qualitativo que indique os parâmetros a serem estudados. A partir de então será feita uma análise quantitativa, através de procedimentos estatísticos, em que se avalie a influência de cada um dos parâmetros analisados na quantidade total de filmes vendidos no Brasil. 3.6 Limitações do método A metodologia escolhida para a pesquisa apresenta algumas dificuldades e limitações quanto à coleta e ao tratamento dos dados, que descrevemos a seguir. Ao entrevistar pessoas de mais de uma empresa, estaremos trabalhando com concorrentes, que podem entender seus procedimentos, mesmo que subjetivos, como segredos que devam ser guardados. Portanto, os envolvidos nos processos de compra dos filmes podem se mostrar pouco dispostos quanto à cooperar com as informações necessárias para o andamento da pesquisa. Em segundo lugar, há empresas cujos sujeitos não podem passar estas informações por estarem subordinados a outros que os impeçam. Em terceiro por ser a compra dos filmes um dos principais diferenciais entre as empresas do mercado. Uma quarta limitação diz respeito à importância das pessoas envolvidas no processo decisório e o pouco tempo disponível para as entrevistas. Em quinto, os entrevistados podem fornecer respostas falsas por motivos conscientes ou inconscientes. Por fim os custos envolvidos com as entrevistas, posto que as empresas estão, em sua grande maioria, localizadas fora do Rio de Janeiro. 4 CRONOGRAMA ATIVIDADE Aprovação do projeto PREVISÃO INÍCIO TÉRMINO 01/08/2003 30/08/2003 01/9/2003 31/1/2003 01/2/2003 30/3/2003 01/04/2003 30/7/2003 Entrega do projeto ao orientador Aceitação pelo orientador Aceitação pela comissão examinadora Coleta de dados Pesquisa bibliográfica e documental Preparação das entrevistas Entrevistas Tratamento dos dados Análise dos dados bibliográficos e documentais Análise dos dados de campo Comparação dos resultados Redação e aprovação da dissertação Redação da versão preliminar Aceitação pelo orientador Aceitação pela comissão examinadora Aceitação da versão final Encaminhamento à comissão examinadora Apresentação e julgamento da dissertação REFERÊNCIAS AMARAL, Fernanda Cristina Naliato do. Data mining: Técnicas e aplicações para o marketing direto. São Paulo: Berkeley, 2001; CARVALHO, Luis Alfredo Vidal de. Datamining: a mineração de dados no marketing, medicina, economia, engenharia e administração. São Paulo: Érica, 1960; MOREIRA, Daniel Augusto. O método fenomenológico na pesquisa. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002. PEREIRA, Maria José Lara de Bretas; FONSECA, João Gabriel Marques. Faces da decisão: as mudanças de paradigmas e o poder da decisão. São Paulo: Makron Books, 1997. SCOEMAKER, Paul J. H.; RUSSO, J. Edwards. A pyramid of decision approaches. In: Ríos, Sixto (Ed.). Decision theory and decision analysis: trends and challenges. Boston: Kluwer Academic Publishers, 1996. P. 56. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2000.