CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM
PORTARIA 2.701 DE 29/07/5 – DOU 02/08/2005
Coordenadoria do Bacharelado em Química
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
BACHARELADO EM QUÍMICA
LINS – SP
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 2/51
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................................................................... 4
2. CONTEXTUALIZAÇÃO .......................................................................................................................................... 7
2.1. Dados legais ................................................................................................................................................ 7
2.2. Modalidade ................................................................................................................................................. 7
2.3. Título que confere ....................................................................................................................................... 7
2.4. Carga horária .............................................................................................................................................. 7
2.5. Tempo para integralização curricular ........................................................................................................ 7
2.6. Turno de funcionamento ............................................................................................................................ 8
2.7. Local de funcionamento ............................................................................................................................. 8
2.8. Regime acadêmico ..................................................................................................................................... 8
2.9. Turmas previstas e número de vagas ....................................................................................................... 8
2.10. Condições de ingresso ............................................................................................................................. 8
3. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO ........................................................................................................... 9
4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE PESQUISA E EXTENSÃO ............................................................................... 10
5. CONCEPÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM QUÍMICA............................................................................ 11
5.1. Justificativa .............................................................................................................................................. 11
5.2. Perfil do Curso .......................................................................................................................................... 11
5.2.1. Princípios norteadores do curso ...................................................................................................... 11
5.3. Objetivo geral do curso ............................................................................................................................ 12
5.3.1. Objetivos específicos do curso ........................................................................................................ 12
5.4. Competências e habilidades ................................................................................................................... 12
6. ESTRRUTURA E CONTEÚDO CURRICULAR ..................................................................................................... 16
6.1. Disciplinas integrantes do currículo ....................................................................................................... 16
6.1.1. Estrutura curricular........................................................................................................................... 16
6.1.2. Matriz curricular ................................................................................................................................ 17
6.2. Ementário ................................................................................................................................................. 18
7. AVALIAÇÃO ....................................................................................................................................................... 37
7.1. Sistema de avaliação do projeto do curso ............................................................................................. 37
7.2. Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem............................................................ 38
8. ESTÁGIO TÉCNICO ........................................................................................................................................... 39
9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ......................................................................................................... 40
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10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................................................. 41
11. CORPO DOCENTE .......................................................................................................................................... 42
11.1. Titulação do corpo docente para o 1º Ano do curso ........................................................................... 42
11.2. Administração do curso ........................................................................................................................ 45
11.2.1. Dados do coordenador .................................................................................................................. 45
11.3. Apoio didático-pedagógico aos docentes ............................................................................................. 46
12. SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS ...................................................................................................................... 47
13. INFRAESTRUTURA e RECURSOS MATERIAIS ............................................................................................... 48
13.2.1. Laboratório de Química.................................................................................................................. 48
13.3. Biblioteca ............................................................................................................................................... 50
13.3.1. Os Terminais de Informática ......................................................................................................... 51
13.3.2. Periódicos específicos para o curso.............................................................................................. 51
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1. INTRODUÇÃO
A INSTITUIÇÃO
A Missão Salesiana de Mato Grosso (MSMT), mantenedora do UNISALESIANO, é uma associação
católica, beneficente, educativo-cultural e de assistência social, sem fins econômicos, que tem por
finalidade a colaboração na construção do Reino de Deus, pela formação integral da pessoa humana. Seus
sócios recebem o nome de SALESIANOS, por determinação do próprio fundador Dom Bosco, que adotou
uma visão de vida cristã, inspirado no humanismo de São Francisco de Sales, traduzindo a prática
evangélica em expressivas atitudes e posturas de bondade, agradabilidade, compreensão e afabilidade
para com as pessoas.
Essa inspiração central, também chamada de “Espírito Salesiano” ou “Sistema Preventivo”;
sempre esteve presente como força maior da pedagogia de Dom Bosco.
Tal sistema enriquece a pedagogia, a natureza, a atividade e o estilo de ser universitário das
Instituições Salesianas de Educação Superior (IUS). Isso comporta uma relação plena entre cultura,
ciência, educação e evangelização, profissionalismo e integridade de vida, expresso na frase lapidar de
Dom Bosco: “Formar bons cristãos e honestos cidadãos”. A identidade salesiana é a fonte e inspiração de
todos os processos educacionais, de todas as ações administrativas e de qualquer ação que manifeste o
caráter institucional.
O Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium – UNISALESIANO, é uma instituição de ensino
superior, de inspiração cristã, caráter católico e índole salesiana.
Enquanto instituição de educação superior é uma comunidade acadêmica, formada por docentes,
estudantes e pessoal administrativo, que promove de modo rigoroso, crítico e propositivo o
desenvolvimento da pessoa humana e do patrimônio cultural da sociedade, mediante a pesquisa, a
docência, a formação superior e os diversos serviços oferecidos às comunidades locais, nacionais e
internacionais.
Conseqüentemente, a exigência do fator científico e acadêmico é para o UNISALESIANO a conditio
sine qua non, e, ao mesmo tempo, método e estilo que caracterizam a sua natureza universitária.
A atividade salesiana também se estende para ações sociais em prol de crianças, adolescentes e
jovens e da população geral da cidade, através dos cursos de Educação Básica, Educação Profissional,
Ensino Superior, Pós-graduação e atividades de extensão e a UNA (Universidade Aberta da Melhor Idade).
A história da presença salesiana em Lins desde 1942, e Araçatuba desde 1949, acompanha as
diversas etapas de desenvolvimento e atividades destas cidades e da região, a evolução da ciência e seus
reflexos no desenvolvimento e nas mudanças que as impulsionam.
O Centro Universitário – UNISALESIANO, se reorganiza com a adaptação que o momento requer,
atualizando-se para atender da melhor maneira as necessidades percebidas, através dos diversos cursos,
com metodologia avançada, e corpo docente que se atualiza constantemente.
No rol das Instituições Salesianas de Educação Superior (IUS), o Centro Universitário –
UNISALESIANO, tem instalados e em atividade sua sede na cidade de Lins (SP) e campus na cidade de
Araçatuba (SP).
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A sede de Lins abriga:
1- Unidade I, com os cursos: Administração, Ciências Contábeis, Educação Física (Bacharelado),
Educação Física (bacharelado), Enfermagem, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Tecnologia em
Desenvolvimento de Sistemas para Internet.
2- Unidade II, com os cursos: Psicologia, Bacharelado em Química, Bacharelado em: Biologia,
Química, História, Letras, Matemática e Pedagogia.
O campus de Araçatuba, abriga os seguintes cursos: Ciências Contábeis, Engenharia em
Telecomunicações, Engenharia Mecatrônica, Engenharia da Computação, Direito, Enfermagem,
Fisioterapia, Turismo, Publicidade e Propaganda, Administração e Tecnologia em Desenvolvimento de
Sistemas.
A PEDAGOGIA SALESIANA
Nosso ser e fazer estão fundamentados em um vasto conjunto de valores, cuja fonte primeira é o
Evangelho de Jesus Cristo e a tradição educativa de Dom Bosco, fundador da família salesiana.
Estes princípios norteadores nos apontam que:
- a vida é um encontro significativo entre as pessoas;
- “somos sinais e portadores do amor de Deus aos jovens, especialmente os mais pobres”;
- a caridade de Cristo Bom Pastor-Educador é o centro e síntese do nosso espírito salesiano;
- Nossa Senhora é nossa Mãe, Mestra e Auxiliadora;
- o “coração oratoriano: casa que acolhe, paróquia que evangeliza escola que encaminha para a
vida e pátio para se encontrarem com alegria”, é critério de nossa ação;
- todas as pessoas, principalmente os jovens, têm potencial para o bem e a capacidade para
crescer e criar uma sociedade mais justa e fraterna;
- o Sistema Preventivo é espiritualidade para viver e transmitir, e metodologia para a educação
integral da juventude.
A MISSÃO
O UNISALESIANO, fundado em princípios éticos, cristãos e da pedagogia salesiana, e em
consonância com suas funções de ensino, pesquisa e extensão, e inspirado nos princípios e fins d a
educação nacional, tem por missão:
“Contribuir na formação ética, cristã e salesiana de cidadãos
através da produção e difusão do conhecimento e da cultura”.
Esta missão se expressa na seguinte afirmação de Dom Bosco: “Formar bons cristãos,
honestos cidadãos e profissionais competentes”.
OS OBJETIVOS
Promover a formação integral do homem, com valores éticos e cristãos. Preparar profissionais
qualificados, comprometidos com o social e a promoção humana, buscando a síntese entre ciência, cultura
e fé, à luz do Evangelho, da doutrina da Igreja Católica e da pedagogia de Dom Bosco, condensado no seu
sistema preventivo.
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“É essencial convencermo-nos da prioridade da ética sobre a técnica, do primado da pessoa sobre
as coisas, da superioridade do espírito sobre a matéria. Servir-se-á a causa do homem somente se o
conhecimento estiver unido à consciência. Os homens da ciência só ajudarão realmente a humanidade, se
conservarem o sentido da transcendência do homem sobre o mundo e de Deus sobre o homem.” (João
Paulo II, UNESCO, 1980)
A fim de se criar as melhores condições e alcançar os objetivos propostos, os cursos do
UNISALESIANO direcionam suas atividades observando as seguintes diretrizes:
a) clareza sobre a natureza particular da instituição e respeito rigoroso às competências e papéis,
pessoais e/ou colegiais, sem, contudo deixar-se enlear pela burocracia e pelos procedimentos;
b) estímulo paciente à participação em todos os níveis como chave das responsabilidades
individuais e coletivas;
c) consideração pelo Projeto Institucional do UNISALESIANO como verdadeira carta magna para
toda a comunidade acadêmica;
d) sistematicidade e disciplina no desenvolvimento do Projeto e dos planos;
e) avaliação rigorosa e constante das realizações;
f) convicção na busca de sinergia entre todos os setores do Centro Universitário com as outras IUS,
com outras universidades e entidades sociais;
g) transparência e comunicação no desenvolvimento da gestão dos cursos.
Enfim, mediante a investigação e o ensino, os acadêmicos são formados nas várias disciplinas de
maneira a tornarem-se verdadeiramente competentes no setor específico em que se dedicarão para servir
a sociedade e, ao mesmo tempo, sejam também preparados para testemunhar sua fé perante o mundo.
Neste contexto, encontra-se o Curso de Bacharelado em Química Industrial, ofertado na Unidade II
do UNISALESIANO em Lins/SP, um curso que nasce no ano de 2008 pelo apelo de alunos e professores do
curso de Bacharelado em Química, pois muitos dos egressos manifestavam o desejo de trabalhar no setor
secundário da economia em franco crescimento na região.
A proposta desse novo curso vem de encontro às necessidades do mercado de trabalho regional,
que nos últimos anos vem expandindo seu parque industrial, se transformando de uma região tipicamente
agrícola numa região industrial.
Nos diversos parques industriais da região podem-se encontrar empresas que produzem
alimentos, bebidas, biocombustíveis, produtos domi-sanitários, equipamentos de segurança e muito mais.
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2. CONTEXTUALIZAÇÃO
2.1. Dados legais
O Curso de Bacharelado em Química aprovado pelo Conselho Superior do UNISALESIANO em 24
de setembro de 2007 para ser oferecido à comunidade a partir de 2008. Assim, como os demais cursos
do UNISALESIANO têm por bases legais a legislação correspondente ao sistema federal de ensino, tendo
com uma das principais referências a LEI N. 9.394/96 - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO - LDB,
que promove a descentralização e a autonomia para as escolas e universidades, além de instituir um
processo regular de avaliação do ensino.
Está fundamentado, também, no PARECER CNE/CES nº 1.303/2001 e na RESOLUÇÂO CNE/CES
nº 8/2002, que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Química; bem
como, no DECRETO nº 24.693/34, no DECRETO-LEI nº 5.452/43, na RESOLUÇÃO NORMATIVA/CFQ nº
36/74 e na RESOLUÇÃO ORDINÁRIA/CFQ nº 1.511/75 que dispõem, estabelecem e regulamentam o
exercício profissional do Químico.
2.2. Modalidade
Bacharelado
2.3. Título que confere
Bacharel em Química
2.4. Carga horária
O curso de Química, do UNISALESIANO, contempla em sua estrutura curricular, disciplinas
distribuídas ao longo de 06 semestres, compostos por 3.120 horas/aula, equivalente a 156 créditos. A
carga horária total está distribuída em 4 grupos de formação: básica, específica, profissionalizante e
diversificada.
Na carga horária total estão incluídas 240 horas/aula de atividades acadêmico-científico-culturais,
com a denominação de Atividades Complementares, realizadas de acordo com regulamento aprovado
pelos órgãos competentes.
2.5. Tempo para integralização curricular

mínimo seis (06) semestres letivos – três anos

máximo nove (09) semestres letivos
O aluno que ultrapassar este período de integralização deverá submeter-se a novo processo de
seleção, assumir possíveis mudanças curriculares e submeter-se aos necessários processos de adaptação
curricular.
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2.6. Turno de funcionamento
Noturno – das 19h15min as 22h55min
2.7. Local de funcionamento
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium – UNISALESIANO, Rua Dom Bosco, 265 – Vila Alta
– Lins/SP – CEP: 16400-505.
2.8. Regime acadêmico
Semestral, seriado por créditos (1 crédito = 20 horas-aula de 50 minutos).
2.9. Turmas previstas e número de vagas
1 turma por ano – 60 vagas/ano.
2.10. Condições de ingresso
A forma de ingresso nos Cursos de Graduação do Centro Universitário Católico Auxilium contempla
os candidatos:
• portadores de diploma de Ensino Superior, devidamente registrado desde que existam vagas em
aberto, após o encerramento das matrículas dos selecionados;
• vinculados a outras Instituições de Educação Superior que requeiram o processo de
transferência;
• com Curso de Ensino Médio, ou equivalente, concluído e que tenham sido classificados pelo
Processo Seletivo Institucional ou pelo PROUNI e outras previstas no regimento, de acordo com os artigos
transcritos abaixo:
Art. 71 – O processo seletivo tem por objetivo classificar os candidatos, no limite das vagas fixadas para
cada curso.
Art. 72 – O processo seletivo, nos cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, é aberto a
candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente.
Art. 73 – O processo seletivo é planejado e executado pelo UNISALESIANO, sempre precedido de edital,
contendo condições e normas para a sua realização.
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3. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO
As políticas de ensino do UNISALESIANO baseiam-se principalmente no Sistema Educacional de
Dom Bosco, permeado pelo trabalho em equipe do corpo docente, conduzido pelas coordenações de
curso.
A interdisciplinaridade é um dos princípios metodológicos que visam garantir uma política de
ensino que permita uma real compreensão dos fenômenos científicos. Nesse sentido a comunicação entre
as disciplinas será o modelo fundamental para a consolidação dessas políticas de ensino, na produção e
difusão do conhecimento.
O UNISALESIANO consolida suas Políticas de Ensino revisando e atualizando os Projetos
Pedagógicos dos diversos cursos que integram o Centro Universitário, norteados pela missão da instituição
e pelos princípios da pedagogia salesiana. Essas políticas têm como indicadores, além da excelência do
ensino, a qualificação profissional, a postura pautada pela ética e cidadania desenvolvida através dos
cursos de graduação.
Afirma-se que essas políticas estão em sintonia com as exigências do mercado, uma vez que o
Centro Universitário atua nesse cenário preparando seus futuros profissionais. Mas, compreende-se aqui
uma parceria e não uma mera subordinação às condições de mercado, propondo e posicionando-se na
concepção de melhorias tanto sociais como econômicas, através do compromisso com a formação
científica-tecnológica e ética dos acadêmicos.
O compromisso das políticas de ensino está ancorado nos princípios da participação e respeito às
manifestações dos diversos grupos que compõem a comunidade acadêmica e a sociedade, bem como
com a reflexão sistemática do projeto institucional, do diálogo interdisciplinar constante à luz do carisma
salesiano e dos valores evangélicos.
Através da identidade de cada curso e em sintonia com as diretrizes curriculares nacionais, as
Políticas de Ensino do UNSIALESIANO buscam propiciar aos acadêmicos aprendizagem permanente,
através do estreito relacionamento com a pesquisa e a extensão, proporcionando conhecimento também
além das salas de aula.
Ressalta-se a valorização constante pela Instituição, da preparação e qualificação de seu corpo
docente e do corpo técnico-administrativo, que são agentes decisivos na concretização das Políticas de
ensino implementadas no dia-a-dia, nos espaços educativos do Centro Universitário.
Em síntese, para garantir a qualidade sempre buscando a excelência do Ensino, o UNISALESIANO
empreende ações como: atualização dos processos pedagógicos e administrativos, modernização e
instalação de laboratórios que atendam ás demandas dos cursos, efetiva qualificação do corpo docente e
corpo técnico-administrativo, ampliação do acervo bibliográfico com clara política de atualização do
acesso, informatização de procedimentos e a disponibilização de recursos áudio-visuais de última geração.
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4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE PESQUISA E EXTENSÃO
No UNISALESINAO são desenvolvidas práticas investigativas através de trabalhos monográficos
conferindo as seguintes modalidades: pesquisa bibliográfica, estudo de casos, pesquisa experimental,
trabalhos individuais ou coletivos importantes e parcerias desenvolvidas com empresas e instituições
públicas ou privadas.
O trabalho monográfico de conclusão de curso, implantado nos cursos a partir de 1987, tem por
objetivo, ao inserir o aluno na prática profissional, propiciar-lhe condições de perceber as inter-relações
teoria x prática à luz das evidências científicas e dos avanços tecnológicos.
Até então os esforços estavam concentrados no desenvolvimento do ensino e da extensão. Com o
credenciamento do Centro pretende-se determinar pelo menos duas linhas de pesquisa iniciais cuja
coordenação será atribuída à Pró-reitoria de Ensino Pesquisa e Extensão através da Coordenação de
Pesquisa e Pós-graduação. Inicialmente os investimentos serão no sentido de aprimorar os recursos de
laboratórios e capacitar os docentes para que se desenvolvam as ações necessárias para a implantação e
consolidação das linhas de pesquisa.
Ainda como meta, o UNISALESIANO pretende consolidar as linhas de pesquisas definidas, com o
cadastramento da Instituição no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico),
na FAPESP (Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo) e outros órgãos semelhantes, assim
como celebrar convênios com empresas para pesquisa e desenvolvimento tecnológicos.
Os cursos de pós-graduação lato-sensu oferecidos pelo UNISALESIANO sob a responsabilidade da
coordenação de Pesquisa e Pós-graduação, destaca-se por ofertar aos egressos e demais profissionais da
comunidade, oportunidade de aprimoramento e melhoria da condição intelectual e profissional.
A qualidade dos programas e cursos tem atraído alunos de toda região, e que é demonstrado pelo
crescente número de matrículas nos cursos oferecidos. É mister destacar a produção dos trabalhos de
conclusão de cursos de pós-graduação e que dão continuidade aos procedimentos de pesquisa
desenvolvidos nos cursos de graduação.
Os cursos de pós-graduação lato-sensu proporcionam o intercâmbio dos docentes dos referidos
cursos, que são convidados a participar de programas de extensão e aperfeiçoamento aos acadêmicos da
graduação e da comunidade envolvente. Esse intercâmbio de docentes e conteúdos significa ganho para
todas as áreas da Instituição.
Outra atividade de destaque da Coordenação de Pesquisa e pós-graduação é a estruturação e
cadastramento junto ao Conselho Nacional de Saúde, do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do
UNISALESIANO, que caminha para a concretização a partir do ano de 2007.
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5. CONCEPÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM QUÍMICA
5.1. Justificativa
Visando atender as necessidades sociais e profissionais de pessoas que estão vivendo diante de
novas concepções de mundo, de sociedade e de ser humano é que se propôs a oferta do curso de
Bacharelado em Química.
Na Região do Município de Lins, o desenvolvimento da atividade industrial gerou uma nova
distribuição espacial da população, acelerou o processo de desenvolvimento urbano, criou novos hábitos
de consumo, fazendo emergir novas redes de interesse, novas oportunidades e, conseqüentemente, novas
necessidades em termos de qualificação profissional de pessoal de nível superior.
O Município, possui devido à diversidade de seus recursos naturais e sua pluralidade cultural, um
grande potencial para o desenvolvimento dos setores primários, secundários e terciários, sendo que os
dois últimos se constituem, na atualidade, nas principais fontes geradoras de emprego urbano onde se
destacam as atividades industriais com produção de alimentos, calçados e combustíveis; de comércio,
prestação de serviços e atividades voltadas para o lazer, cultura, a pesquisa, a informação e a educação.
É neste cenário que o UNISALESIANO se posiciona de forma pioneira, buscando oferecer a
formação profissional exigida pelas necessidades emergentes ao implantar esse curso de Bacharelado em
Química.
Formar o Bacharel em Química com atribuições tecnológicas consciente de suas habilidades e
competências, responsável por seus atos e decisões e ético em suas escolhas e atitudes é a grande meta
do UNISALESIANO.
5.2. Perfil do Curso
O curso de Bacharelado em Química possui um perfil embasado no SISTEMA PREVENTIVO DE DOM
BOSCO, onde a razão, a religião e a amabilidade pautam as relações humanas e de ensino.
O curso busca se manter atualizado e dinâmico, atendendo as necessidades do mercado de
trabalho, promovendo o aprendizado com as mais diferentes metodologias e técnicas de ensino, busca
ainda ser crítico ao promover, aberta e francamente, discussões sobre os temas mais relevantes da vida
cidadã e profissional, e por fim ético, em suas escolhas e atitudes, segundo os princípios cristãos.
5.2.1. Princípios norteadores do curso
O curso possui os seguintes princípios norteadores de seu trabalho:
- Qualidade: corpo docente experiente e qualificado;
- Atualidade: educar para uma sociedade globalizada;
- Respeito: às diferentes crenças de seus alunos e suas potencialidades individuais;
- Integração: das atividades de ensino, pesquisa e extensão;
- Organização: através do planejamento e avaliação de suas atividades;
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- Responsabilidade: na busca de formar o profissional com condições adequadas para
iniciar sua vida profissional com competência;
- Segurança: na realização de suas práticas, no manuseio e descarte de resíduos de seus
laboratórios;
- Ética: pela participação dos discentes, com voz e voto, no Conselho do Curso.
5.3. Objetivo geral do curso
Formar profissionais, em nível superior, da área de Química, com
habilidades, hábitos e atitudes para atuarem no setor industrial de maneira
competente, responsável e ética, segundo os princípios cristãos.
5.3.1. Objetivos específicos do curso
Capacitar os alunos para:

Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no
âmbito das atribuições respectivas;

Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização,
no âmbito das atribuições respectivas;

Vistoria, perícia, avaliação, arbitrariamento e serviços técnicos, elaboração de pareceres,
laudos e atestados, no âmbito das atribuições respectivas;

Exercício do magistério, respeitada a legislação específica;

Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições respectivas;

Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos;

Análise química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica e legal,
padronização e controle de qualidade;

Produção, tratamentos prévios e complementares de produtos e resíduos;

Operação e manutenção de equipamentos e instalações, execução de trabalhos técnicos;

Condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, reparos e
manutenção;

Pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais;

Estudo, elaboração e execução de projetos de processamento; Estudo de viabilidade técnicoeconômica no âmbito das atribuições respectivas.
5.4. Competências e habilidades
A formação proposta gerará um profissional que deverá:

Ser social e tecnicamente competente, apto à sua inserção no setor industrial, com condições
de gerar conhecimento novo a partir de uma postura de reelaboração crítica de sua prática
profissional;

Estar voltado para os problemas de investigação científica e pesquisa de informações
métodos e técnicas de trabalho aplicáveis na Química;

Ter atitudes críticas permanentes em relação ao seu trabalho, bem como colaborar com a
comunidade em geral na solução de problemas afins;
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
Manejar recursos tecnológicos de informação e comunicação cujo domínio seja importante
para a química;

Levar em conta os princípios de: interdisciplinaridade, contextualização e integração de áreas
em suas atitudes e decisões.

Ser receptivo e adaptável a novos conceitos, bem como ter um senso crítico que o torne
independente e capaz de atuar sobre o meio.

Ter uma visão humanística e holística que o habilite a compreender o meio social, político,
econômico e cultural onde está inserido e a tomar decisões em um mundo diversificado e
interdependente;

Ser capaz de desenvolver estudos, análises, propostas e pesquisas integradas e contributivas
em equipes multidisciplinares.

Ter uma formação pedagógica, técnica e científica para atuar no setor industrial, além de
desenvolver atividades específicas da prática profissional;

Compreender a necessidade do contínuo aperfeiçoamento e do desenvolvimento da
autoconfiança;

Refletir sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação profissional

Querer adquirir novos conhecimentos, embasado em sua formação, para a compreensão de
processos industriais ou análises químicas que lhe propicie ampliação de suas competências
e uma atuação profissional cada vez mais responsável e ética;

Aplicar os conhecimentos da Química com ética e responsabilidade social e ambiental;

Identificar e atender as exigências do mercado de trabalho, em sua área de formação, num
mundo cada vez mais globalizado;

Planejar, supervisionar e realizar estudos de viabilidade técnica e econômica e de
caracterização de sistemas de análise;

Ter noções sobre a implantação de normas e ferramentas para a gestão da qualidade;

Ter noções de administração, organização industrial e relações econômicas;

Planejar e implantar laboratórios de análise e controle de qualidade;

Gerenciar linhas de produção e equipes de manutenção;

Implementar cursos de treinamento e qualificação nos ambientes laboratorial e industrial;

Realizar o controle de operações ou processos químicos, bem como, atuar em vendas,
marketing, segurança, administração pública e outras nas quais o conhecimento da química
seja relevante.
5.5. Perfil do egresso
O perfil que este Projeto Pedagógico privilegia para o Bacharel em Química é aquela indicada na
Diretriz Curricular Nacional para os Cursos de Química, elaborada pela Comissão de Especialistas de
Ensino de Química, designada pelo Secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, através da
Portaria 146 de 10 de março de 1998, ou seja, a formação de um profissional com formação generalista,
com habilidades, hábitos e atitudes para a utilização de laboratórios e equipamentos industriais visando à
transformação da matéria em bens para a sociedade, controlando e interpretando cada etapa, efeito e/ou
resultado, bem como, sendo criativo, preventivo e preditivo na resolução de problemas e na aplicação de
novos métodos e tecnologias.
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5.6. Campos de atuação profissional
O Bacharel em Química com atribuições tecnológicas poderá exercer as funções descritas nas
atribuições de nº 1 a 13 constantes na Resolução Normativa 36 do Conselho Federal de Química. Assim,
poderá atuar em todo o complexo industrial do país, desde os sítios de mineração até o setor aeroespacial,
onde alguma etapa química se faça presente, produzindo e criando insumos, bens e/ou serviços que
beneficiem a sociedade e resguardem o meio ambiente para as gerações atuais e futuras.
5.7. Metodologia de ensino
Buscando estabelecer uma uniformidade nos conhecimentos básicos das turmas iniciais o Curso
prevê componentes curriculares que visam esse nivelamento, dentre elas Química geral e Inorgânica I que
inicia a abordagem de cada assunto revendo os fundamentos da química do Ensino Médio; a Matemática I
abordando a álgebra elementar e Recepção de textos, abordando a compreensão e a interpretação de
textos.
O Projeto Pedagógico proposto pelo Conselho do Curso atende às Diretrizes Curriculares do MEC e
apresenta a estrutura curricular organizada por aulas teóricas em salas de aula; aulas práticas realizadas
nos laboratórios do curso; estágios e atividades complementares.
Os acadêmicos formados no UNISALESIANO têm atividades práticas profissionais ainda durante
seu período de formação através da realização de Estágio Técnico em empresas públicas e/ou privadas,
durante o qual realizam diferentes atividades todas relacionadas à sua área de formação; e para aqueles
que puderem ainda há a possibilidade da realização de estágios no LACQTA – Laboratório de Análises,
Controle de Qualidade e Treinamento Auxilium, onde podem atuar como químicos num processo de
controle de qualidade.
O projeto educacional visa ainda formar profissionais empreendedores e autônomos com ampla
área de ação. Para maior valorização e divulgação da atividade do profissional da Química, uma vez ao ano
é realizada a Semana de Estudos Educacionais do Curso e a mostra do Curso, onde são oferecidas
oficinas, palestras com profissionais da área e exposições dos trabalhos dos acadêmicos.
A formação do profissional é orientada por um conjunto de requisitos, normas e procedimentos
que definem o modelo de sistema de ensino, o acompanhamento e avaliação de desempenho para toda a
Instituição. Esse conjunto de normas e procedimentos encontra-se no Regimento do UNISALESIANO. No
entanto, dentro dos limites nele estabelecidos, cada docente, possui autonomia para propor o formato
através do qual os processos de ensino, acompanhamento e avaliação irão se desenvolver, estes passam
pela aprovação da coordenação de curso e são registrados no plano de ensino ou plano didáticopedagógico do docente.
A variedade de atividades e recursos disponíveis para o desenvolvimento das mesmas permite o
desenvolvimento, tanto do perfil técnico e científico, quanto do perfil humano e social do acadêmico.
Muitas e diversificadas são as formas e os recursos utilizados pelos docentes na busca de tornar o
ato de aprender prazeroso, dinâmico e atual, onde a participação efetiva do aluno é fundamental; entre
elas cita-se:

Aulas expositivas, dialogadas e participativas;

Aulas práticas nos laboratórios do curso;

Elaboração de relatórios de atividades;

Mostra de atividades profissionais do curso;

Aulas nos laboratórios de informática com softwares de interesse para o bom desempenho
das atividades pessoais e profissionais;
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 15/51

Utilização da informática, vídeos, transparências e modelos para apoio didático ilustrativo;

Resolução de exercícios com orientação do professor e em casa para reforço e revisão de
conteúdos;

Elaboração de pesquisas e trabalhos extraclasse para aprofundamento de estudos e
apresentação para a própria turma ou em eventos científicos e de extensão;

Grupos de estudo e de iniciação científica;

Publicação de trabalhos de iniciação científica no site da instituição ou em eventos científicos;

Apresentação de seminários e fóruns para a classe e/ou comunidade;

Pesquisas e trabalhos laboratoriais e de campo;

Visitas técnicas a empresas da área de interesse;

Visitas a museus e parques;

Outros.
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 16/51
6. ESTRRUTURA E CONTEÚDO CURRICULAR
Os componentes curriculares, discutidos e aprovados em Conselho de Curso, visam garantir a
formação humana, ética e profissional, tendo como referenciais as Diretrizes Curriculares Nacionais, as
Diretrizes Institucionais e os Padrões de Qualidade estabelecidos pelo Ministério de Educação – MEC,
através do Sistema de Avaliação da Educação Superior, especificamente aqueles para as avaliações dos
cursos de graduação.
Para atender a legislação vigente: Resolução CNE/CES nº. 3, de 2 de julho de 2007, que dispõe
sobre conceito de hora-aula; cargas horárias totais dos cursos; carga horária mínima dos cursos superiores
e baseados no Parecer CNE/CES nº. 8/2007 homologado em 13/06/2007 e republicado em
13/09/2007, o CONSU determinou, através da Resolução 08/2007, a adequação da carga horária da
matriz curricular do curso, para que cada crédito corresponda a 20 horas/aula de 50 minutos cada, para
os alunos ingressantes no ano de 2008.
6.1. Disciplinas integrantes do currículo
6.1.1. Estrutura curricular
Formação
Carga Horária
%
480
15,4
1.240
39,7
Profissionalizante
960
30,8
Diversificada
440
14,1
3.120
100,00
Básica
Específica
TOTAL
As disciplinas do curso são apresentadas por grupos de formação atendendo a legislação em vigor
e obedecendo aos princípios emanados da Missão Institucional.
Com os componentes curriculares básicos, o curso visa estruturar a formação do profissional,
solidificando uma estrutura que permita ao mesmo, atuar de forma independente no contexto de
programas e projetos interdisciplinares; com os específicos, as teorias das principais áreas de sua atuação
profissional e os componentes curriculares profissionalizantes fortalecem a formação do profissional para
a sua a inserção no mercado de trabalho.
Formação
Básica
Componentes Curriculares (*)
Matemática
Física
Mineralogia
Metodologia da pesquisa
Recepção de textos
Créd.
8
8
4
2
2
CH
160
160
80 480
40
40
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Química Geral e Inorgânica
Físico-química
Química Analítica
Específica
Química Orgânica e Noções de Química Biológica
Toxicologia
Estatística e Quimiometria
Processos industriais I
Processos industriais II
Microbiologia e biotecnologia industrial
Tópicos especiais de processos industriais
Tópicos especiais de gestão industrial
Operações Unitárias
Profissionalizante Desenho técnico e Noções de instalações industriais
Higiene e segurança industrial
Economia e organização industrial
Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos
Automação industrial
Química ambiental e gerenciamento de resíduos
Estágio técnico
Cultura Teológica
Doutrina social cristã
Diversificada
Trabalho de conclusão de curso
Atividades acadêmico-científico-culturais
Total
Folha: 17/51
14
14
14
14
2
4
4
4
4
4
2
6
4
2
2
2
2
2
10
2
2
6
12
156
280
280
280
1.240
280
40
80
80
80
80
80
40
120
80 960
40
40
40
40
40
200
40
40
440
120
240
3.120
6.1.2. Matriz curricular
A disposição e apresentação das disciplinas foram estabelecidas de modo a garantir um projeto
articulado, integrador e que permita uma prática educativa, sendo professor e acadêmicos sujeitos
integrantes e atuantes no processo ensino/aprendizagem.
SEM. CÓD.
COMPONENTE CURRICULAR
1160-8 Cultura Teológica
1161-9 Recepção de Textos
1270-2 Matemática I
I
1271-3 Química Geral e Inorgânica I
1521-2 Toxicologia
1522-3 Estatística e Quimiometria I
1523-4 Economia e organização industrial
Total do período
1166-3 Doutrina Social Cristã
1272-4 Matemática II
1273-5 Química Geral e Inorgânica II
1274-6 Química Orgânica e Noções de Química Biológica I
II
1275-7 Física I
1524-5 Higiene e segurança industrial
1525-6 Estatística e Quimiometria II
Total do período
Total acumulado
1276-8 Físico-química I
1277-9 Química Orgânica e Noções de Química Biológica II
III
1278-0 Física II
1526-7 Mineralogia I
1527-8 Operações unitárias I
TOTAL
CR
CH
02
40
02
40
04
80
08
160
02
40
02
40
02
40
22
440
02
40
04
80
06
120
04
80
02
40
02
40
02
40
22
440
44
880
04
80
04
80
02
40
02
40
04
80
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
1528-9 Desenho técnico e Noções de instalações industriais
1550-7 Automação industrial
Total do período
Total acumulado
1172-1 Metodologia da pesquisa
1279-0 Físico-química II
1280-4 Química Analítica I
1281-5 Química Orgânica e Noções de Química Biológica III
IV
1283-7 Física III
1486-5 Atividades complementares
1529-0 Mineralogia II
1530-3 Operações unitárias II
Total do período
Total acumulado
1184-5 Trabalho de Conclusão de Curso I
1284-8 Físico-química III
1285-9 Química Analítica II
1286-0 Química Orgânica e Noções de Química Biológica IV
1532-5 Processos Industriais I
V
1533-6 Microbiologia e Biotecnologia industrial
1534-7 Química ambiental e gerenciamento de resíduos
1552-9 Estágio Técnico I
1564-2 Atividades Complementares II
Total do período
Total acumulado
1190-3 Trabalho de Conclusão de Curso II
1288-1 Físico-química IV
1289-2 Química Analítica III
1535-8 Processos Industriais II
1536-9 Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos
VI
1542-7 Tópicos Especiais de Gestão
1551-8 Tópicos Especiais de Processos Industriais
1553-0 Estágio Técnico II
1565-3 Atividades Complementares III
Total do período
Total acumulado
Folha: 18/51
04
02
22
66
02
04
04
04
04
04
02
02
26
92
03
04
04
02
04
04
02
05
04
32
124
03
02
06
04
02
02
04
05
04
32
156
80
40
440
1.320
40
80
80
80
80
80
40
40
520
1.840
60
80
80
40
80
80
40
100
80
640
2.480
60
40
120
80
40
40
80
100
80
640
3.120
6.2. Ementário e planos de ensino
As ementas das disciplinas estão abaixo relacionadas:
Sem.: I
CH: 40 h/a
Cód.: 1160-8
Ementa: Introdução à Teologia. Fenomenologia religiosa. Religião, Ciência e espiritualidade. Iniciação à
Bíblia. Jesus Cristo início e propagação do Cristianismo.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BALANCIN, E. M. História do povo de Deus. 6 ed. São Paulo: Paulus, 2003.
2. NOTAKER, H.; GAARDER, J.; HELLERN, V. O livro das religiões. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
3. WILGES, I. Cultura Religiosa: as religiões no mundo. 10 ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
Referências Bibliográficas Complementares:
1.
CURY, A. J. O mestre dos mestres: Jesus, o maior educador da história. São Paulo: GMT, 2006.
2.
JORGE, J. S. Cultura Religiosa: O homem e o fenômeno religioso. São Paulo: Loyola, 1994.
3.
LOPES, E. Fundamentos da Teologia da Educação Cristã. São Paulo: Mundo Cristão 2010.
4.
PIXLEY, J. A história de Israel a partir dos pobres. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2004
5.
SOCIEDADE BÍBLICA CATÓLICA INTERNACIONAL. Bíblia Sagrada: edição pastoral. 17 ed. São Paulo:
Paulus, 2006.
Cultura Teológica
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 19/51
Sem.: I
CH: 40 h/a
Cód.: 1161-9
Ementa: O curso considera as várias dimensões (mecânica, cognitiva, textual e elocucional) que subjazem
ao esforço do leitor para criar o sentido do texto, tornando-o significativo e coerente.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ANDRADE, M. ; HENRIQUE, M. A língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo:
Atlas, 2002
2. BAJARD, E. Ler e dizer: compreensão e comunicação do texto escrito. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
3. SAVIOLI, F. P.; FIORIN, J.L. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2002.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. DISCINI, Norma. Comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.
2. FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. Petrópolis: Vozes, 2003.
3. OLIVEIRA, J. B. Falar bem é bem fácil: método JB de comunicação integral. São Paulo: Madras, 2001.
4. PENTEADO, Ose R. W. Técnica da comunicação humana. São Paulo: Pioneira, 1974.
5. POLITO, Reinaldo. Gestos e posturas para falar melhor. São Paulo: Saraiva, 2000.
Recepção de Textos
Sem.: I
CH: 80 h/a
Cód.: 1270-2
Ementa: Compreensão e conceituação de razão , proporção, equações do 1º e 2º graus com uma
incógnita, regra de três simples, porcentagem, potência, notação cientifica, medidas, arredondamentos
numéricos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. DEMANA, Franklin et al. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Education, 2008.
2. FLEMMING, Diva Maria; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. São
Paulo: Pearson Prentice Hill, 2006.
3. ROCHA FILHO, Romeu C. e SILVA, Roberto Ribeiro da. Cálculos básicos da química. São Carlos:
EDUFSCAR, 2006.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ASSAF NETO, A. Matemática Financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 2001.
2. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
3. AVILA, Geraldo. Introdução ao cálculo. São Paulo: LTC: 1998
4. MORGADO, A.C.;WAGNER,E.;ZANI,S.C. Progressões e Matemática Financeira. Rio de Janeiro: Impa,
2001
5. PUCCINI, A.de L. Matemática Financeira: objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2004
Matemática I
Sem.: I
CH: 160 h/a
Cód.: 1271-3
Ementa: Estuda a história da química e a evolução do modelo atômico. Discute a estrutura atômica do
átomo moderno e sua capacidade de formar compostos metálicos, iônicos e moleculares bem como as
características desses compostos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
2. BROWN, Theodore L. et al. Química, a ciência central. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
3. MAIA, Daltamir. Práticas de química para engenharias. São Paulo: Alínea, 2008.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. FARIAS, Robson F. de. Práticas de Química inorgânica. Campinas, SP: Átomo, 2004.
2. FEITOZA, Antônio C.; FERRAZ, Flávio C. Técnicas de segurança em laboratorios: regras e práticas.
São Paulo, SP: Humus, 2003.
3. LEE, J. D. Química Inorgânica não tão consisa. São Paulo, SP: Edgar Blücher, 2001.
4. MAIA, Daltamir J. Química Geral. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2007.
5. RUIZ, Andoni Garritz; GUERRERO, José Antônio Chamizo. Química. São Paulo, SP: Pearson
Education do Brasil, 2002.
Química geral e inorgânica I
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 20/51
Sem.: I
CH: 40 h/a
Cód.: 1521-2
Ementa: O ambiente de trabalho do químico e os riscos à saúde. Promove a compreensão dos aspectos
qualitativos e quantitativos em toxicologia, bem como aborda os fatores químicos, biológicos, genéticos e
as formas de assimilação que influenciam sobre a toxicidade de um composto químico. Traça a
classificação dos efeitos nocivos das substâncias químicas. Aborda os sintomas toxicológicos mais
comuns, favorecendo o reconhecimento destes no ambiente de trabalho, bem como discute ações
terapêuticas e primeiros socorros passíveis de aplicação. Aborda, ainda, ensaios biológicos de toxicidade e
ensaios toxicológicos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BATISTUZZO, JOSÉ Antônio de Oliveira; CAMARGO, Márcia Garcia de Almeida; OGA, Seizi.
Fundamentos de Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
2. CIENFUEGOS, F. Segurança no laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.
3. LARINI, L. Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Manole, 1997.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA. Manual para atendimento a emergências. São
Paulo: ABIQUIM, 2006.
2. HACHET, Jean-Charles. Toxicologia de urgência: produtos químicos industriais. São Paulo: Andrei,
1997.
3. MACINTYRE, A. J. Ventilação Industrial e controle da poluição. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1990.
4. MICVHEL, O. da R. Toxicologia ocupacional. São Paulo: Revinter, 2000.
5. PASSAGLI, Marcos. Toxicologia forense: teoria e prática. São Paulo: Millennium, 2009.
Toxicologia
Sem.: I
CH: 40 h/a
Cód.: 1522-3
Ementa: Proporciona a compreensão e o uso dos cálculos estatísticos para análise, interpretação e
avaliação de dados.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. CRESPO A. A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2002.
2. FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas,
1996.
3. IEZZI, G.; HAZZAN, S.; DEGENSZAJN, D. Fundamentos de Matemática Elementar: Matemática
comercial, matemática financeira e estatística descritiva. Vol. 11. São Paulo: Atual, 2004
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ARA, Amilton Braio; MUSETTI, Ana Villares; SCHEIDERMAN. Introdução à Estatística. São Paulo:
Edgard Blucher, 2003.
2. BUSSAB, W. O., MORETTIN, P. A. Estatística básica. São Paulo: Atual, 2002.
3. LEITE, Flávio. Validação em análise química. Campinas, SP: Alínea, 2006.
4. ROSA, Leandro C. da. Introdução ao controle estatístico de processos. Santa Maria: UFSM, 2009.
5. SILVA, Roberto Ribeiro da. Cálculos básicos da química. São Carlos: EDUFSCAR, 2006.
Estatística e Quimiometria I
Sem.: I
CH: 40 h/a
Cód.: 1523-4
Ementa: Promove a formação de conhecimentos básicos e atuais sobre economia e os fatores que afetam
a economia mundial, com ênfase nos fatores que afetam a economia nacional e regional. Busca também,
formar uma visão realista da estrutura, organização e funcionamento da indústria química, em especial a
regional. Por fim proporciona exercícios de aplicação dos conceitos estudados.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. GARCIA, Manuel E.; VASCONCELLOS, Marco Antônio S. Fundamentos de economia. 2 ed. Barra Funda,
SP: Saraiva, 2005.
2. KRUGMAN, Paul; WELLS, Robin. Introdução à economia. São Paulo, SP: Campus, 2006.
3. LONGENECKER, Justin G. et al. Administração de pequenas empresas. São Paulo, SP: Thomson
Pioneira, 2007.
Economia e organização industrial
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 21/51
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução a Economia. São Paulo: Atlas, 2003.
2. LACERDA, Antônio Corrêa de et al. Economia brasileira. São Paulo, SP: Saraiva, 2000.
3. VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez. Introdução à Economia. São Paulo: Frase Editora, 2007
4. MAXIMIANO, A. C. A. Administração para empreendedores. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2010.
5. TACHIZAWA, Takeshy; SCAICO, Oswaldo. Organização flexível. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
Sem.: II
CH: 40 h/a
Cód.: 1166-3
Ementa: Introdução a Doutrina Social Cristã (conceito, importância, características e princípios
fundamentais). História e principais momentos da Doutrina Social Cristã. Encíclicas e Documentos sociais
da Igreja. Lições mais importantes do Ensino Social Cristão.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. GAARDER, Jostein O.; HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry. Livro das Religioes. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005.
2. GIBELLINI, R. Perspectivas Teológicas para o século XXI. Petrópolis: Vozes, 2007.
3. QUEIRUGA, A. T. Autocompreensão cristã: diálogo das religiões. São Paulo: Paulinas, 2007
Referências Bibliográficas Complementares:
1. CERIOLI, P. Ensino social da igreja e o direito de organização dos empobrecidos. Petrópolis: Vozes,
1994.
2. GORGEN, Sérgio; REZENDE, Marcelo (Org.). Ensino social da igreja: desafios às comunidades.
Petrópolis: Vozes, 1992.
3. GUARESCHI, Pedrinho A. Ensino social da igreja e ideologia. Petrópolis: Vozes, 1994.
4. HENRIOT, P. J.; DEBERRI, E. P.; SCHULTHEIS, M. J. Nosso grande segredo: ensino social da igreja.
Petrópolis: Vozes, 1993.
5. LESSA, Luiz C. Dicionário de doutrina social da Igreja: doutrina social da Igreja de A a Z. São Paulo:
LTR, 2004
Doutrina social cristã
Sem.: II
CH: 80 h/a
Cód.: 1272-4
Ementa: Compreensão e conceituação de funções de uma variável; Derivadas, aplicações da derivação.
Noções de cálculo integral em química.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. DEMANA, Franklin et al. Pré-cálculo. São Paulo, SP: Pearson Education, 2008.
2. FLEMMING, Diva Maria; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: Funções,limite,derivação e
integração. São Paulo: Pearson Prentice Hill, 2006.
3. MURAKAMI, C.; IEZZI, G.; MACHADO, N. J. Fundamentos de Matemática Elementar 1: conjuntos,
funções. São Paulo: Atual, 1995.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ÁVILA, Geraldo Severo de Souza. Introdução às funções e à derivada. São Paulo: Atual, 1997.
2. AVILA, Geraldo. Introdução ao cálculo. São Paulo: LTC: 2008
3. MURAKAMI, C.; IEZZI, G.; MACHADO, N. J. Fundamentos de matemática elementar 8: Limites,
derivadas, noções de integral. São Paulo: Atual, 2005.
4. ROCHA FILHO, Romeu C.; SILVA, Roberto Ribeiro da. Cálculos básicos da química. São Carlos:
EDUFSCAR, 2006.
5. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira, 2005.
Matemática II
Sem.: II
CH: 120 h/a
Cód.: 1273-5
Ementa: Discute a classificação dos compostos inorgânicos. Proporciona a compreensão das reações
químicas inorgânicas na obtenção de compostos de interesse humano; bem como aplica à estas reações
os conceitos estequiométricos. Descrever, explicar e comparar estruturas, propriedades e principais
aplicações dos elementos químicos e seus compostos mais importantes.
Química geral e inorgânica II
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 22/51
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
2. BROWN, Theodore L. et al. Química, a ciência central. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
3. MAIA, Daltamir. Práticas de química para engenharias. São Paulo: Alínea, 2008.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. CIENFUEGOS, Freddy. Segurança no laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.
2. FARIAS, R. F. de. Práticas de Química inorgânica. Campinas, SP: Átomo, 2004.
3. FERRAZ, Flávio C.; FEITOZA, Antônio C. Técnicas de segurança em laboratorios: regras práticas.
São Paulo, SP: Humus, 2003.
4. LEE, J.D. Química Inorgânica não tão consisa. São Paulo, SP: Edgar Blücher, 2001.
5. MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher,
1995.
Sem.: II
CH: 80 h/a
Cód.: 1274-6
Ementa: Estuda o carbono como base da estrutura molecular. Descreve, explica e compara estruturas de
moléculas orgânicas; suas propriedades físicas e químicas; a estereoquímica de hidrocarbonetos; estuda
ainda os fundamentos das reações orgânicas sofridas por esse grupo.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BRUICE, Paula Yurkanis. Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
2. FRYHLE, CRAIG B.; SOLOMONS, T. W. GRAHAM. Química orgânica. Trad. WHEIOH LIN. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
3. VOLHARDT, K. PETER C.; SCHORE, NEIL E. Química orgânica: estrutura e função. 4 ed. Porto Alegre,
RS: Bookman, 2004.
Referências Bibliográficas Complementar:
1. BARBOSA, L. C. de A. Introdução à química orgânica. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2004.
2. BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. MARQUES, J. A.; BORGES, C. P. F. Práticas de química orgânica. Campinas: Átomo: 2007.
4. MANO, E. B. et al. Química experimental de polímeros. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2005.
5. SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrometrica de compostos orgânicos. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2000.
Química orgânica e noções de Química biológica I
Sem.: II
CH: 40 h/a
Cód.: 1275-7
Ementa: Grandezas e medidas físicas, cinemática escalar, cinemática vetorial e estática.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. HALLIDAY, D. ; RESNICK, R. WALKER, W. Fundamentos de Física. Vol.1. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
2. TIPLER, P. A. Física. Vol.1. 4ª ed Rio de Janeiro: LTC, 2000.
3. YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. Física. Vol. 1. 10 ed. São Paulo, SP: Pearson Education, 2003.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ALONSO, M.; FINN, E. J. Física um curso universitário. Vol. 1. São Paulo: Edgard Blucher, 1972.
2. BOHR, N. Física atômica e conhecimento humano: ensaios 1932-1957. São Paulo: Contraponto,
1995.
3. GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 1: Mecânica. São Paulo: EDUSP, 2005
4. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 1. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 2002.
5. SCHAW, D. Física geral. Rio de Janeiro: MacGraw Hill, 1973.
Física I
Higiene e segurança industrial
Sem.: II
CH: 40 h/a
Cód.: 1524-5
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 23/51
Ementa: Princípios básicos de higienização industrial. Métodos de higienização. Procedimentos básicos de
higienização. Agentes químicos e físicos utilizados em higienização industrial. Avaliação da eficiência
microbiológica de sanificantes químicos associados ao procedimento de higienização. Noções de
segurança do trabalho. Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho do químico. Atos
inseguros dentro de uma empresa. Inspeções de higiene e segurança; Análise de riscos de acidente.
Aspectos legais. Controle de emergências. Primeiros socorros.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. CIENFUEGOS, Freddy. Segurança no laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.
2. MIGUEL, Alberto Sérgio S. R. Manual de higiene e segurança do trabalho. 8 ed. São Paulo: Porto,
2007.
3. SAMPAIO, Gilberto M. A. Pontos de partida ... : em seguranças industrial. São Paulo: Qualitymark,
2003.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ANDRADE, Nélio José de. Higiene na industria de alimentos: avaliação e controle da adesão e
formação de biofilmes bacterianos. São Paulo: Varela, 2008.
2. SALIBA, Tuffi M.; CORREA, Márcia A. C. Insalubridade e periculosidade: aspectos técnicos e
práticos. São Paulo: LTR, 2009.
3. LENDERER, Jean. Enciclopédia moderna de higiene alimentar. São paulo: Manole, 1991.
4. SALIBA, Tuffi M.; PAGANO, Sofia C. R. S. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do
trabalhador. São Paulo: LTR, 2007.
5. SHERIQUE, J. Aprenda como fazer: PPP - RAT/FAP - PPRA/NR-9 - PPRA-DA (INSS) - PPRA/NR-32 PCMAT - PGR - LTCAT. 7 Ed. São Paulo: LTR, 2011.
Sem.: II
CH:40 h/a
Cód.: 1525-6
Ementa: Aplica conceitos de Matemática e Estatística para a avaliação de análises químicas e processos
industriais, dentre eles destacam-se: erros sistemáticos e aleatórios e sua prevenção, erros na análise
clássica, propagação de erros, testes para comparação de métodos, equipamentos e processos, teste de
normalidade, controle de qualidade e reconhecimento de padrões.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. AMARAL, Paula. Introdução a quimiometria. E-book. Disponível em: <http://
www.dq.fct.unl.pt/QOF/chemidx1.html#index>. Acesso em 10/05/2007.
2. MARTINS, Gilberto de Andrade; FONSECA, Jairo Simon da. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas,
2009.
3. SKOOG, D. A. et al. Fundamentos de química analítica. 8 ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. MORETIN, P. A.; BUSSAB, W. A. Estatística Básica. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
2. LEITE, Flávio. Validação em análise química. Campinas, SP: Alínea, 2006.
3. ROSA, L. C. da. Introdução ao controle estatístico de processos. Santa Maria: UFSM, 2009
4. SILVA, Roberto Ribeiro da. Cálculos básicos da química. São Carlos: EDUFSCAR, 2006.
5. VIEIRA, S. Estatística para a qualidade: como avaliar com precisão a qualidade de produtos e
serviços. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
Estatística e Quimiometria II
Sem.: III
CH: 80 h/a
Cód.: 1276-8
Ementa: Misturas binárias de compostos: suspensões, colóides e soluções. Estudo das soluções: tipos,
concentração e solubilidade, unidades de concentração. Propriedades coligativas. Eletrólitos: dissociação,
equilíbrio e grau de dissociação. Íons em soluções aquosas. Reações em soluções aquosas: acido-base;
precipitação; complexação e reações com transferência de elétrons.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, P. W. Físico-química. Vol. 1. 6ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
2. BALL, D. W. Físico-química. Vol. 1. São Paulo, SP: Thomson Pioneira, 2005.
3. CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-química. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
Físico-química I
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 24/51
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ASSUMPCAO, Rosely Maria Viegas; MORITA, Tokio. Manual de soluções, reagentes e solventes:
padronização, preparação e purificação. São Paulo: Edgard Blucher, 1976.
2. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
3. BROWN, Theodore L. et al. Química, a ciência central. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2005.
4. RANGEL, R. N. Práticas de Físico-química. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2006
5. RUSSEL, J. B. Química Geral. 2 ed. São Paulo, SP: Makron Books, 1994
Sem.: III
CH: 80 h/a
Cód.: 1277-9
Ementa: Estuda as reações químicas orgânicas típicas dos diversos grupos funcionais.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BRUICE, Paula Yurkanis. Química Orgânica. Vol. 1. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
2. FRYHLE, CRAIG B.; SOLOMONS, T. W. GRAHAM. Química orgânica. Trad. WHEIOH LIN. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
3. VOLHARDT, K. PETER C.; SCHORE, NEIL E. Química orgânica: estrutura e função. 4 ed. Porto Alegre,
RS: Bookman, 2004.
Referências Bibliográficas Complementar:
1. BARBOSA, L. C. de A. Introdução à química orgânica. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2004.
2. BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. BORGES, C. P. F.; MARQUES, J. A. Práticas de química orgânica. Campinas: Átomo: 2007.
4. MANO, E. B. et al. Química experimental de polímeros. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2005.
5. SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrometrica de compostos orgânicos. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2000.
Química orgânica e noções de Química biológica II
Sem.: III
CH: 40 h/a
Cód.: 1278-0
Ementa: Princípios da óptica geométrica. Reflexão da luz. Espelhos. Refração da luz. Lentes esféricas.
Instrumentos ópticos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1.
HALLIDAY, D. ; RESNICK, R. WALKER, W. Fundamentos de Física. Vol.2. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
2.
TIPLER, P. A. Física. Vol.1. 4ª ed Rio de Janeiro: LTC, 2000.
3.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. Física. Vol. 2. 10 ed. São Paulo, SP: Pearson Education, 2003.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BUNGE, Mario. Física e filosofia. São Paulo: Perspectiva, 2000.
2. GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2: Física térmica e óptica. São Paulo:
EDUSP, 2005
3. KELLER, F. J.; GETTYS, E.; SKOVE, M. J. Física. Vol. 2. São Paulo, SP: Pearson Education, 1999.
4. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 4. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1998.
5. SCHAW, D. Física geral. Rio de Janeiro: MacGraw Hill, 1973.
Física II
Sem.: III
CH: 40 h/a
Cód.: 1526-7
Ementa: Analisar a Geoquímica da crosta terrestre, gênese dos minerais, principais minérios do Brasil,
usos na indústria e agricultura. Materiais cristalinos, as formas e estruturas dos cristais.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. AMARAL, Sérgio E. do; LEINZ, V. Geologia geral. São Paulo, SP: IBEP - Nacional, 2003.
2. NEVES, Paulo Cesar Pereira. Introdução a mineralogia prática. Canoas, RS: ULBRA, 2003
3. RESENDE, Mauro; et al. Minerologia de solos brasileiros. Lavras, MG: UFLA, 2005.
Mineralogia I
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 25/51
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BRANCO, Percio de Moraes. Dicionário de mineralogia e gemologia. 2 ed. São Paulo, SP: Oficina de
Textos, 2008.
2. DIXON, Dougal. Rochas e Minerais. São Paulo, SP: Moderna, 1998.
3. PEREIRA, Ronaldo Mello. Fundamentos da prospecção mineral. São Paulo, SP: Interciência, 2003.
4. SCHUMANN, Walter. Rochas e minerais: minerais, gemas, rochas, minérios. Rio de Janeiro: Ao livro
técnico, 1985.
5. VELHO, J. L. Mineralogia industrial: princípios e aplicações. São Paulo: Lidel, 2005.
Sem.: III
CH: 80 h/a
Cód.: 1527-8
Ementa: Operações unitárias e Conversões unitárias na industria química. Definição, classificação e
caracterização das principais operações unitárias em processos industriais: operações unitárias de
transferência de massa, de transferência de calor, de transferência de massa e calor simultaneamente, de
transferência de movimento e separações mecânicas.
Referências Bibliográficas Básicas:
1 – BLACKADDER, D. A.; NEDDERMAN, R. M.. Manual de operações unitárias. São Paulo, SP: Hemus, 2004.
2 - FELDER, R. M. e ROUSSEAU, R. W. Princípios elementares dos processos químicos. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2005.
3 - FOUST, A. S. et al. Princípios das operações unitárias. Rio de Janeiro: LTC, 1982
Referências Bibliográficas Complementares:
1. HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. B. Engenharia química: princípios e cálculos. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
2. LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
3. PAYNE, J. H. Operações unitárias na produção de açúcar de cana. São Paulo: Nobel, 1989.
4. SANTOS, L. M. M. dos. Avaliação ambiental de processos industriais. 2 ed. São Paulo: Signus, 2006.
5. SHREVE, R. N.; BRINK JR., J. A. Indústrias de processos químicos. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1997.
Operações unitárias I
Sem.: III
CH: 80 h/a
Cód.: 1528-9
Ementa: Uso de softwares para desenho técnico. Desenhos de faces e cortes, perspectivas e modelagem
3D. Análise, planejamento e elaboração de layouts para ambientes químicos. Desenvolvimento de projetos:
proporciona a compreensão da integração entre funcionalidade e segurança, em plantas industriais e
projetos de ambientes químicos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ALBIERO, E.; SILVA, E. O. Desenho técnico fundamental. São Paulo: EPU, s/d.
2. IZZO, J. A. CAD Standard manual do usuário. Apontamento elaborado a partir do Software, 2010.
3. SILVA, A.; et al. Desenho técnico moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. CIENFUEGOS, F. Segurança no laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.
2. FERREIRA, P.; MICELI, M. T. Desenho técnico básico. São Paulo: Imperial Novomilenio, 2008.
3. MANCINI FILHO, J.; HIRATA, M. H. Manual de biossegurança. São Paulo: Manole, 2002.
4. OLIVEIRA, C. M. A. de. et al. Guia de laboratório para o ensino de Química: instalação, montagem e
operação. São Paulo: CRQ – 4ª Região, 2007.
5. SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. FAPEU. Manual Básico de Desenho Técnico. Santa Catarina: UFSC,
2009.
Desenho técnico e noções de instalações industriais
Sem.: III
CH: 40 h/a
Cód.: 1550-7
Ementa: Proporciona a compreensão da integração, em plantas industriais, de sensores e de servoequipamentos permitindo a automação dos processos de produção.
Automação industrial
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 26/51
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. São Paulo: LTC, 2005.
2. CAPELLI, Alexandre. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. São Paulo:
Erica, 2006.
3. WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2 ed. São Paulo: Alta Books, 2007.
Referências Bibliográficas complementares:
1. CRUZ, Eduardo C. A. CHOUERI JR., Salomão. Eletrônica aplicada. São Paulo: Érica, 2008.
2. MARTINI, J. S. C.; GARCIA, P. A. Eletrônica digital: teoria e laboratório. São Paulo: Érica, 2006.
3. MATHIAS, A. C. Válvulas: industriais, segurança, controle. São Paulo: Artliber, 2008.
4. MIYADAIRA, A. N. Microcontroladores PIC 18: aprenda e programe em linguagem C. São Paulo:
Érica, 2009.
5. ROSARIO, João Maurício. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.
Sem.: IV
CH: 40 h/a
Cód.: 1172-1
Ementa: Instrumentaliza os alunos na elaboração de pesquisas científicas com vistas à produção dos
trabalhos de conclusão de curso.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ANDRADE, Maria Margarida de. Redação científica: elaboração do TCC passo a passo. São Paulo,
SP: FACTASH, 2007.
2. BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes,
2006.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ABRANTES, José. Fazer monografia é moleza. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2007.
2. CARVALHO, M. C. M. de. Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e técnicas.
Campinas: Papirus, 2003.
3. INACIO FILHO, Geraldo. Monografia sem complicações. Campinas, SP: Papirus, 2007.
4. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
5. SOUZA, A. C de.; FIALHO, F. A. P.;OTANI, N. TCC: métodos e técnicas. Visual Books, 2007
Metodologia da pesquisa
Sem.: IV
CH: 80 h/a
Cód.: 1279-0
Ementa: Estuda a Cinética química e Equilíbrio químico com ênfase no equilíbrio ácido-base.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, P. W. Físico-química. Vol. 3. 6ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
2. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando a vida moderna e meio
ambiente. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
3. CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-química. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
Referências BibliográficasComplementares:
1. BALL, D. W. Físico-química. Vol. 1. São Paulo, SP: Thomson Pioneira, 2005.
2. BROWN, Theodore L. et al. Química, a ciência central. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2005.
3. MOORE, W. J. Físico-química. Vol. 1. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
4. RANGEL, R. N. Práticas de Físico-química. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2006
5. RUSSEL, J. B. Química Geral. 2 ed. São Paulo, SP: Makron Books, 1994
Físico-química II
Sem.: IV
CH: 80 h/a
Cód.: 1280-4
Ementa: Introduzir a química analítica como área de aplicação dos fundamentos de química geral,
inorgânica, físico-química e orgânica. Executar experimentos e descrever as reações ácido-base, de
precipitação, de complexação e oxi-redução aplicadas no processo de separação e identificação dos
cátions e ânions inorgânicos.
Química analítica I
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 27/51
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ANDRADE, João C. de; BACCAN, Nivaldo. Química Analítica Quantitativa Elementar. 2 ed.
Campinas: UNICAMP/Edgard Blücher, 2000.
2. SKOOG, D. A. et al. Fundamentos de química analítica. 8 ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
3. VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa . 5 ed. São Paulo : Mestre Jou, 1990.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA. Manual para atendimento a emergências. São
Paulo: ABIQUIM, 2006.
2. HARRIS, Daniel C. Análise Química Quantitativa. 5 ed. Rio de
3. HIGSON, S. P. J. Química Analítica. São Paulo: MacGraw Hill do Brasil, 2009.
4. LEITE, Flávio. Práticas de química analítica. Campinas, SP: Átomo, 2008.
5. MENDHAM, Arthur I. et al. VOGEL: Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Sem.: IV
CH: 80 h/a
Cód.: 1281-5
Ementa: Estuda a caracterização e as reações químicas típicas dos ácidos carboxílicos e seus derivados,
dos fenóis, dos éteres e das aminas.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BARBOSA, L. C. de A. Introdução à química orgânica. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2004.
2. FRYHLE, CRAIG B.; SOLOMONS, T. W. GRAHAM. Química orgânica. Trad. WHEIOH LIN. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
3. VOLHARDT, K. PETER C.; SCHORE, NEIL E. Química orgânica: estrutura e função. 4 ed. Porto Alegre,
RS: Bookman, 2004.
1. BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
2. BORGES, C. P. F.; MARQUES, J. A. Práticas de química orgânica. Campinas: Átomo: 2007.
3. BRUICE, Paula Yurkanis. Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
4. MANO, E. B. et al. Química experimental de polímeros. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2005.
5. SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrometrica de compostos orgânicos. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2000.
Química orgânica e noções de Química biológica III
Sem.: IV
CH: 80 h/a
Cód.: 1283-7
Ementa: Termometria; calorimetria; transição de fase; teoria cinética dos gases; leis da Termodinâmica.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. HALLIDAY, D. ; RESNICK, R. WALKER, W. Fundamentos de Física. Vol.4. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
2. TIPLER, P. A. Física. Vol.2. 4ª ed Rio de Janeiro: LTC, 2000.
3. YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. Física. Vol. 4. 10ª ed. São Paulo, SP: Pearson Education, 2003.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BOHR, N. Física atômica e conhecimento humano: ensaios 1932-1957. São Paulo: Contraponto,
1995.
2. GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2: Física térmica e óptica. São Paulo:
EDUSP, 2005.
3. LUCIE, P. Física básica. Vol. 3. Rio de Janeiro: Campos, 1980.
4. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 2. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 2002.
5. SCHAW, D. Física geral. Rio de Janeiro: MacGraw Hill, 1973.
Física III
Sem.: IV
CH: 80 h/a
Cód.: 1449-0
Ementa: Proporciona ao aluno interações em diferentes ambientes e atividades com profissionais de sua
área de formação, bem como amplia sua visão de mundo e de responsabilidade social.
Referências Bibliográficas Básicas:
Não se aplica.
Referências Bibliográficas Complementares:
Não se aplica.
Atividades Complementares I
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 28/51
Sem.: IV
CH: 40 h/a
Cód.: 1529-0
Ementa: Determinação da estrutura dos minerais, difração de raio X; Propriedades dos minerais, técnicas e
instrumentação em mineralogia. Classificação dos minerais.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. DIXON, Dougal. Rochas e Minerais. São Paulo, SP: Moderna, 2000.
2. NEVES, Paulo Cesar Pereira. Introdução a mineralogia prática. Canoas, RS: ULBRA, 2003.
3. RESENDE, Mauro; et al. Mineralogia de solos brasileiros. Lavras, MG: UFLA, 2005.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. AMARAL, Sérgio E. do; LEINZ, V. Geologia geral. São Paulo, SP: IBEP - Nacional, 2003.
2. BRANCO, Percio de Moraes. Dicionário de mineralogia e gemologia. 2 ed. São Paulo, SP: Oficina de
Textos, 2008.
3. PEREIRA, Ronaldo Mello. Fundamentos da prospecção mineral. São Paulo, SP: Interciência, 2003.
4. SCHUMANN, Walter. Rochas e minerais: minerais, gemas, rochas, minérios. Rio de Janeiro: Ao livro
técnico, 1985.
5. VELHO, J. L. Mineralogia industrial: princípios e aplicações. São Paulo: Lidel, 2005.
Mineralogia II
Sem.: IV
CH: 40 h/a
Cód.: 1530-3
Ementa: Caracterização e dimensionamento de equipamentos para armazenagem de sólidos, líquidos e
gases. Caracterização e dimensionamento de equipamentos para o transporte de fluídos: tubulações,
válvulas, bombas e compressores. Caracterização e dimensionamento de equipamentos para o transporte
de sólidos: tipos de transportadores e aplicações. Caracterização e dimensionamento de equipamentos
trocadores de calor: evaporadores, aquecedores, condensadores. Caracterização e dimensionamento de
reatores simples.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BLACKADDER, D. A.; NEDDERMAN, R. M. Manual de operações unitárias. São Paulo, SP: Hemus,
2004.
2. Colocar o do GAUTO (FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W. Princípios elementares dos processos
químicos. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2005.)
3. FOUST, A. S. et al. Princípios das operações unitárias. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W. Princípios elementares dos processos químicos. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 2005.
2. PADILHA, A. F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São Paulo, SP: Hemus,
2007.
3. PAYNE, J. H. Operações unitárias na produção de açúcar de cana. São Paulo: Nobel, 1989.
4. SANTOS, Luciano M. M. dos. Avaliação ambiental de processos industriais. 2 ed. São Paulo:
Signus, 2006.
5. SHREVE, R. N. e BRINK JUNIOR, J. A. Indústrias de processos químicos. 4 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1997.
Operações unitárias II
Sem.: V
CH: 60 h/a
Cód.: 1184-5
Ementa: Orienta e supervisiona o processo de construção do trabalho de conclusão curso possibilitando o
aprofundamento dos estudos em um tema específico, utilizando os conhecimentos técnicos e científicos
desenvolvidos ao longo do curso.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ABRANTES, José. Fazer monografia é moleza. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2007.
2. ANDRADE, Maria Margarida de. Redação científica: elaboração do TCC passo a passo. São Paulo,
SP: FACTASH, 2007.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
Trabalho de Conclusão de Curso I
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 29/51
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ABEL, I. J.; HEUBEL, M. T. C. D.; DOMINGUES, M. Bases metodológicas para o trabalho científico.
Bauru: EDUSC, 2003.
2. CARVALHO, M. C. M. de. Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e técnicas.
Campinas: Papirus, 2003.
3. COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M.; BOOTH, W. C. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes,
2005
4. INACIO FILHO, Geraldo. Monografia sem complicações. Campinas, SP: Papirus, 2007.
5. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
Sem.: V
CH: 80 h/a
Cód.: 1284-8
Ementa: Estuda os aspectos adicionais dos equilíbrios químicos tais como: o efeitos do íon comum,
solução tampão, titulações ácido-base, equilíbrios de solubilidade, fatores que afetam a solubilidade.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, P. W. Físico-química. 6ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
2. CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-química. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
3. MOORE, W. J. Físico-química. Vol. 1. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
2. BALL, D. W. Físico-química. Vol. 1. São Paulo, SP: Thomson Pioneira, 2005.
3. BROWN, Theodore L. et al. Química, a ciência central. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2005.
4. MOORE, W. J. Físico-química. Vol. 2. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
5. RANGEL, R. N. Práticas de Físico-química. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2007
Físico-química III
Sem.: V
CH: 80 h/a
Cód.: 1285-9
Ementa: Fundamentos da química analítica quantitativa. Fundamentos da análise titrimétrica: titulações de
neutralização, titulações de complexação; titulações de oxi-redução; titulações de precipitação. Análises
quantitativas de cátions e ânions por titrimetria. Fundamentos da análise gravimétrica. Operações
unitárias da análise gravimétrica. Análise quantitativa de cátions e ânios por gravimetria.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ANDRADE, João Carlos de; BACCAN, Nivaldo. Química Analítica Quantitativa Elementar. 2 ed.
Campinas: UNICAMP/Edgard Blücher, 2000.
2. MENDHAM, j. et al. VOGEL: Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
3. SKOOG, Douglas A. Fundamentos de química analítica. São Paulo, SP: Thomson Learning, 2007.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. CIENFUEGOS, Freddy; VAITSMAN, Delmo. Análise instrumental. Rio de Janeiro, RJ: Interciência,
2000.
2. FERRAZ, Flávio César; FEITOZA, Antônio Carlos. Técnicas de segurança em laboratórios: regras e
práticas. São Paulo: Hemus, 2004.
3. HARRIS, Daniel C. Análise Química Quantitativa. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
4. LEITE, Flávio. Práticas de química analítica. Campinas, SP: Átomo, 2006.
5. LEITE, Flávio. Validação em análise química. Campinas, SP: Alínea, 2006.
REVISTA ANALYTICA. São Paulo: Eskalab, 2004 - . Bimensal. ISSN 1677.
Química analítica II
Sem.: V
CH: 40 h/a
Cód.: 1286-0
Ementa: Estuda os grandes grupos de compostos bioquímicos: carbohidratos, lipídeos, proteínas,
vitaminas e ácidos nucléicos, com vistas à interdisciplinaridade entre a Química e a Biologia
Química orgânica e noções de Química biológica IV
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 30/51
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BARBOSA, L. C. de A. Introdução à química orgânica. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2004.
2. FRYHLE, CRAIG B.; SOLOMONS, T. W. GRAHAM. Química orgânica. Trad. WHEIOH LIN. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006
3. LEHMAN, Dennis D.; SACKHEIM, George I. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São
Paulo, SP: Manole, 2001.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
2. BORGES, C. P. F.; MARQUES, J. A. Práticas de química orgânica. Campinas: Átomo: 2007.
3. BRUICE, Paula Yurkanis. Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
4. CISTERNAS, J. R. Fundamentos de bioquímica experimental. São Paulo, SP: Atheneu, 1999.
5. KOOLMAN, Jan; ROHM, Klaus-Heinrich. Bioquímica: texto e atlas. São Paulo: Artmed, 2005.
Sem.: V
CH: 80 h/a
Cód.: 1532-5
Ementa: Estuda os processos de obtenção e reciclagem de diversos produtos de interesse da atualidade,
dentre eles: cobre; alumínio; ferro e aço; vidro; bem como a obtenção de: cimento, cal e cerâmica.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BRASIL, Nilo Índio do. Introdução a engenharia química. 2 ed. São Paulo, SP: Interciência, 2004.
2. FELDER, Richard M. e ROUSSEAU, Ronald W. Princípios elementares dos processos químicos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
3. SHREVE, R. N. e BRINK JUNIOR, J. A. Indústrias de processos químicos. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1997.
1. HISDORF, Jorge Wilson et al.. Química tecnológica. São Paulo, SP: Thomson Pioneira, 2003.
2. MAIA, S. B. O vidro e sua fabricação. São Paulo: Interciência, 2003.
3. PERLINGEIRO, C. A. G. Engenharia de processos: análise, simulação, otimização e síntese de processos.
Rio de Janeiro: Edgard Blucher, 2005.
4. SPERB, E. Purificar metais preciosos. São Leopoldo: Nova Harmonia, 2008.
5. TURCO, A.. Receituário químico. Vol. 1 a 6. Portugal: Presença, 1986.
Processos Industriais I
Sem.: V
CH: 80 h/a
Cód.: 1533-6
Ementa: Características gerais dos Reinos Monera e Fungi. Elementos de citologia. Necessidades para o
desenvolvimento e reprodução dos microrganismos. Cultivo de microrganismos in vitro: nutrição e fatores
de crescimento. Esterilização e desinfecção. Fermentação como conversão unitária. Processos de
fermentação: proporciona a compreensão da utilização de microorganismos para a obtenção de produtos
de interesse humano, tais como: combustíveis, ácidos, medicamentos entre outros.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial. Vol 1 a 4 São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
2. BORÉM, Aluízio. Biotecnologia e meio ambiente. Viçosa: UFV, 2005.
3. PELCZAR JUNIOR, M. J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. Vol. 1 e 2. São Paulo: McGraw
Hill, 1996.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ARAUJO, Júlio M. A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 2008.
2. BOBBIO, Florinda Orsati; BOBBIO, Paulo A. Química do processamento de alimentos. São Paulo:
Varela, 1992.
3. RODRIGUES DE MASSAGUER, Pilar. Microbiologia dos processos alimentares. São Paulo: Varela,
2006.
4. MOSER, Antônio. Biotecnologia e Bioética. São Paulo, SP: Vozes, 2004.
5. SILVA, N; JUNQUEIRA, V. C. A. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos. São
Paulo: Varela 2001.
Microbiologia e Biotecnologia industrial
Química ambiental e gerenciamento de resíduos
Sem.: V
CH: 40 h/a
Cód.: 1534-7
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 31/51
Ementa: Discute os problemas ambientais atuais relacionados com a indústria química, bem como a
colaboração da Química no monitoramento e saneamento ambiental, com ênfase no tratamento e
disposição adequada de resíduos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BAIRD, Colin. Química ambiental. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
2. ODUM, E. P. Fundamentos de ecologia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
3. RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. HACHET, Jean-Charles. Toxicologia de urgência: produtos químicos industriais. São Paulo: Andrei,
1997.
2. LIMA, L. M. Q. Lixo: tratamento e biorremediação. 3. ed. São Paulo: Hemus, 2004.
3. MACINTYRE, A. J.. Ventilação Industrial e controle da poluição. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1990.
4. REVEILLEAU, A. C. A. de A. Gestão compartilhada de resíduos sólidos e a proteção ambiental: uma
abordagem jurídica da responsabilidade socioambiental. São Paulo: Habilis, 2008.
5. SANTOS, L. M. M. dos. Avaliação ambiental de processos industriais. 2 ed. São Paulo: Signus,
2006.
Sem.: V
CH: 100 h/a
Cód.: 1552-9
Ementa: Neste componente curricular, os alunos devem adquirir experiência profissional pela vivência no
ambiente de fábrica através de convênios firmados entre a Instituição e as industrias da região.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. REIS, Jair Teixeira dos. Relações de trabalho: estágio de estudantes. São Paulo: Jurua, 2007.
2. NATHANAEL, P.; NISKIER, A. Educação, Estágio & Trabalho. São Paulo: Integrare, 2006.
3. OLIVEIRA, C. M. A. de. et al. Guia de laboratório para o ensino de Química: instalação, montagem e
operação. São Paulo: CRQ – 4ª Região, 2007.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BERNARDINELLI, A. R. Como conseguir e manter um emprego. São Paulo: Nobel, 2003.
2. CASAGRANDE, R. Do estágio ao emprego em 10 passos. São Paulo: Imprensa Livre, 2007.
3. CUOCOLO, M. R. O que o profissional da química deve saber. São Paulo: CRQ - IV Região, 1992
4. MARTINS, Sérgio Pinto. Estágio e relação de emprego. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
5. SALIBA, T. M. Insalubridade e periculosidade: aspectos técnicos e práticos. São Paulo: LTR, 2009.
Estágio Técnico I
Sem.: V
CH: 80 h/a
Cód.: 1564-2
Ementa: Proporciona ao aluno interações em diferentes ambientes e atividades com profissionais de sua
área de formação, bem como amplia sua visão de mundo e de responsabilidade social.
Referências Bibliográficas Básicas:
Não se aplica.
Referências Bibliográficas Complementares:
Não se aplica.
Atividades Complementares II
Sem.: VI
CH: 60 h/a
Cód.: 1190-3
Ementa: Orienta e supervisiona o processo de construção do trabalho de conclusão curso possibilitando o
aprofundamento dos estudos em um tema específico, utilizando os conhecimentos técnicos e científicos
desenvolvidos ao longo do curso.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ABRANTES, José. Fazer monografia é moleza. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2007.
2. ANDRADE, Maria Margarida de. Redação científica: elaboração do TCC passo a passo. São Paulo,
SP: FACTASH, 2007.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
Trabalho de Conclusão de Curso II
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 32/51
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes,
2005
2. CARVALHO, M. C. M. de. Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e técnicas.
Campinas: Papirus, 2003.
3. DOMINGUES, M.; HEUBEL, M. T. C. D.; ABEL, I. J. Bases metodológicas para o trabalho cinetífico.
Bauru: EDUSC, 2003.
4. INACIO FILHO, Geraldo. Monografia sem complicações. Campinas, SP: Papirus, 2007.
5. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
Sem.: VI
CH: 40 h/a
Cód.: 1288-1
Ementa: Eletroquímica: células galvânicas, células eletrolíticas, potenciais padrão de eletrodo, energia
livre, tensão de célula e equilíbrio, corrosão e proteção dos metais.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, P. W. Físico-química. Vol. 3. 6ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
2. BALL, D. W. Físico-química. Vol. 1. São Paulo, SP: Thomson Pioneira, 2005.
3. CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-química. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
2. BROWN, Theodore L. et al. Química, a ciência central. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2005.
3. MOORE, W. J. Físico-química. Vol. 2. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
4. RANGEL, R. N. Práticas de Físico-química. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2007.
5. RUSSEL, J. B. Química Geral. 2 ed. São Paulo, SP: Makron Books, 1995.
Físico-química IV
Sem.: VI
CH: 120 h/a
Cód.: 1289-2
Ementa: Estuda, analisa, realiza e interpreta técnicas e métodos analíticos instrumentais dentre eles:
cromatografia gasosa e líquida de alta eficiência; espectrofotometria de UV-Visível; fluorimetria;
nefelometria e potenciometria.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. ANDRADE, João C. de; BACCAN, Nivaldo. Química Analítica Quantitativa Elementar. 2 ed.
Campinas: UNICAMP/Edgard Blücher, 2000.
2. CIENFUEGOS, Freddy; VAITSMAN, Delmo. Análise instrumental. Rio de Janeiro, RJ: Interciência,
2000.Janeiro: LTC, 2001.
3. COLLINS, Carol H. ( COORD.). Introdução a métodos cromatográficos. Campinas: UNICAMP,
1997.de Janeiro: LTC, 2002.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. DENNEY, R. C. et al. VOGEL: Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
2. HARRIS, Daniel C. Análise Química Quantitativa. 5 ed. Rio de
3. LEITE, Flávio. Práticas de química analítica. Campinas, SP: Átomo, 2008.
4. LEITE, Flávio. Validação em análise química. Campinas, SP: Alínea, 2006.
5. SKOOG, D. A. et al. Fundamentos de química analítica. 8 ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
REVISTA ANALYTICA. São Paulo: Eskalab, 2004 - . Bimensal. ISSN 1677.
Química analítica III
Sem.: VI
CH: 80 h/a
Cód.: 1535-8
Ementa: Estuda os processos de obtenção de diversos produtos de interesse da atualidade, dentre eles a
obtenção de: produtos petroquímicos, carboquímicos e de polímeros; óleos, gorduras, sabões, detergentes,
açúcar e amido; derivados químicos da madeira, celulose e papel; corantes, tintas e correlatos.
Processos Industriais II
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 33/51
Referências Bibliográficas Básicas:
1. FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W. Princípios elentares dos processos químicos. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2005.
2. HIMMELBLAU, D. M. Engenharia Química: princípios e cálculos. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do
Brasil, 1998.
3. SHREVE, R. N. e BRINK JUNIOR, J. A. Indústrias de processos químicos. 4 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1997.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. CANEVAROLO JUNIOR, S. V. Ciência dos polímeros. 2 ed. São Paulo: Artliber, 2006.
2. ALBUQUERQUE, F. M. de. Processo de fabricação do açúcar. Recife: UFPE, 2009.
3. KNOTHE, G.; GERPEN, J. V.; RAMOS, L. P. Manual de biodiesel. Rio de Janeiro: Edgard Blucher,
2007.
4. TURCO, A.. Receituário químico. Vol. 1 a 6. Portugal: Presença, 1986.
5. GARBELOTTO, P. Solventes industriais: seleção, formulação e aplicação. Rio de Janeiro: Edgard
Blucher, 2007.
Sem.: VI
CH: 40 h/a
Cód.: 1536-9
Ementa: Discute a importância do grupo ou setor de pesquisa e desenvolvimento para o sucesso de um
empreendimento. Aborda os métodos de pesquisa no desenvolvimento de novos produtos e processos.
Proporciona a compreensão dos problemas que podem ocorrer na transferência de tecnologia do
laboratório ou de plantas piloto para o setor de produção.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. BARROS NETO, B. de; SCARMINIO, I. S.; BRUNS, R. E. Como fazer experimentos: pesquisa e
desenvolvimento na ciência e na indústria. 3 ed. Campinas: UNICAMP, 2007.
2. GOMES, L. A. de V. et al. Projeto do produto e do processo. São Paulo: Atlas, 2010.
3. MANZINI, E.; VEZZOLI, C. O desenvolvimento de produtos sustentáveis. São Paulo: EDUSP, 2008.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BARBOSA FILHO, A. N. Projeto e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2009.
2. BAXTER, M. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. Rio de
Janeiro: Edgard Blucher, 2000.
3. CASTRO, G. C.; PINHEIRO, R. M.; SILVA, H. H. Comportamento do consumidor e pesquisa de
mercado. São Paulo: FGV, 2006.
4. STRENGER, Irineu. Marcas e patentes. São Paulo: LTR, 2004.
5. TURCO, A. Receituário químico. Portugal: Presença, 1986.
Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos
Sem.: VI
CH: 100 h/a
Cód.: 1553-0
Ementa: Neste componente curricular, os alunos devem adquirir experiência profissional pela vivência no
ambiente de fábrica através de convênios firmados entre a Instituição e as industrias da região.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. NATHANAEL, P.; NISKIER, A. Educação, Estágio & Trabalho. São Paulo: Integrare, 2006.
2. OLIVEIRA, C. M. A. de. et al. Guia de laboratório para o ensino de Química: instalação, montagem e
operação. São Paulo: CRQ – 4ª Região, 2007.
3. REIS, Jair Teixeira dos. Relações de trabalho: estágio de estudantes. São Paulo: Jurua, 2007.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. BERNARDINELLI, A. R. Como conseguir e manter um emprego. São Paulo: Nobel, 2003.
2. CASAGRANDE, R. Do estágio ao emprego em 10 passos. São Paulo: Imprensa Livre, 2007.
3. CUOCOLO, M. R. O que o profissional da química deve saber. São Paulo: CRQ - IV Região, 1992.
4. MARTINS, Sérgio Pinto. Estágio e relação de emprego. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
5. SALIBA, T. M. Insalubridade e periculosidade: aspectos técnicos e práticos. São Paulo: LTR, 2009.
Estágio Técnico II
Atividades Complementares III
Sem.: VI
CH: 80 h/a
Cód.: 1565-3
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 34/51
Ementa: Proporciona ao aluno interações em diferentes ambientes e atividades com profissionais de sua
área de formação, bem como amplia sua visão de mundo e de responsabilidade social.
Referências Bibliográficas Básicas:
Não se aplica.
Referências Bibliográficas Complementares:
Não se aplica.
Sem.: VI
CH: 40 h/a
Cód.: 1542-7
Ementa: Nesta disciplina os alunos de comum acordo com a coordenação do curso, poderão optar por:
Libras, Gestão da qualidade, Noções de marketing ou outros.
Ementa: Compreensão da língua brasileira de sinais possibilitando um diálogo elementar
com os surdos-mudos, bem como, discute as questões pertinentes à inclusão social de todos
os que possuem algum tipo de deficiência.
Referências Bibliográficas Básicas:
Opção 1. 1. ALMEIDA, E. C. de. Atividades ilustradas em sinais da Libras. São Paulo: Revinter, 2004.
Libras
2. CORRER, Rinaldo. Deficiência e Inclusão Social: construindo uma nova comunidade. São
Paulo: EDUSC, 2003.
3. FELIPE, T. Libras em contexto. São Paulo: EDUPE, 2002.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira. São Paulo: Artmed, 2004.
Ementa: Amplitude e importância da gestão da qualidade como modelo de excelência para
melhor gerir e produzir. Metodologia e ferramentas para a implantação da gestão da
qualidade: ISOs 9000, 14000 e 17025.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2004.
2. RODRIGUES, M. V. C. Ações para a qualidade GEIQ: gestão integrada para a
qualidade - padrão 6 sigmas - classe mundial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.
3. VITERBO JR., Enio. ISO 9000 na indústria química e de processos. São Paulo:
Opção 2.
Qualitymark, 1996.
Gestão da
Referências Bibliográficas Complementares:
Qualidade
1. CARPINETTI, L. C. R.; GEROLAMO, M. C.; MIGUEL, P. A. C. Gestão da qualidade
ISO9001:2000. São Paulo: Atlas, 2007.
2. MELLO, C. H. P.; [et al]. ISO 9001: 2008: Sistema de Gestão da qualidade para
operações de produtos e serviços. São Paulo: Atlas, 2009
3. OLIVEIRA O. J. (Org.). Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira
Thomson Learnig, 2006.
4. ROBLES JUNIOR, A. Custos da qualidade. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
5. VALLE, C. E. do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 7 ed. São Paulo: SENAC, 2008.
Ementa: Tópicos essenciais em marketing básico. Conceitos relativos ao marketing. Noções
de planejamento e administração de marketing.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. KOTLER, P.; ARMSTRONG, G.. Princípios de Marketing. 9ed. São Paulo: Prentice Hall,
Opção 3. 2003.
Noções de 2. LAS CASAS, A. L. Marketing: conceitos, exercícios e casos. São Paulo: Atlas. 2001.
Marketing 3. KARSAKLIAN, E. Comportamento do Consumidor. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2004.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados.
São Paulo: Futura, 10a Edição. 1999.
2. LAS CASAS, A. L. Marketing de Serviços . São Paulo: Atlas. 2000.
Tópicos Especiais de Gestão
Sem.: VI
CH: 80 h/a
Cód.: 1551-8
Ementa: Nesta disciplina os alunos, de comum acordo com a coordenação de curso, poderão optar por:
Tecnologia de alimentos, Polímeros, Cosmetologia, Biocombustíveis ou outros.
Tópicos Especiais de Processos Industriais
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 35/51
Ementa: Fundamentos da tecnologia de alimentos: leite; carne; frutas e hortaliças;
cereais; óleos. Aditivos. Embalagem de alimentos. Princípios de conservação de
alimentos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos. São Paulo:
Artmed, 2006.
2. GAVA, A. J.; SILVA, C. A. B.; FRIAS, J. R. G. Tecnologia de alimentos: princípios
e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009.
Opção 1.
3. PELCZAR JUNIOR, M. J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. Vol. 1 e
Tecnologia de
2. São Paulo: McGraw Hill, 1996.
Alimentos
Referências Bibliográficas Complementares:
1. AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial. Vol 1 a 4 São Paulo: Edgard
Blucher, 2001.
2. ARAUJO, Júlio M. A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 2008.
3. BEUX, M. R. Atlas de microscopia alimentar. São Paulo: Varela, 1997.
4. BOBBIO, Florinda Orsati; BOBBIO, Paulo A. Química do processamento de
alimentos. São Paulo: Varela, 1992.
5. EVANJELISTA, J. Tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 2001.
Ementa: Conceitos básicos e síntese de polímeros. Características e propriedades de
polímeros. Fabricação e transformação de polímeros. Biopolímeros. Polímeros
biodegradáveis. Plásticos de engenharia. Reciclagem de polímeros termoplásticos.
Referências Bibliográficas Básicas:
1. RABELLO, M. Aditivação de polímeros. São Paulo: Artliber, 2000.
Opção 2.
2. AKCELRUD, L. Fundamentos da ciência dos polímeros. São Paulo: Manole, 2006.
Polímeros
3. OLIVEIRA, C. M. F.; COUTINHO, F. M. B. Reações de polimerização em cadeia:
mecanismo e cinética. São Paulo: Interciência, 2006.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. HARADA, J.; WIEBECK, H. Plásticos de engenharia: tecnologia e aplicações. São
Paulo: Artliber, 2005
Ementa: Estudo das matérias-primas ativas utilizadas em cosméticos aplicados à
estética facial, corporal e capilar. Composição de formulações e ação de produtos
cosméticos destinados ao emprego na pele e cabelos. Riscos na utilização de
cosméticos. Composição das formulações. Estudo comparativo dos cosméticos
disponíveis no mercado, segundo as necessidades dos usuários e sua especificidade
de aplicação.
Referências Bibliográficas Básicas:
Opção 3.
1. GOMES, R. K.; GABRIEL, M. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. São
Cosmetologia
Paulo: LMP, 2009.
2. LEONARDI, G. R. Cosmetologia aplicada. São Paulo: Medfarma, 2009.
3. MELLO, R. de. Como fazer sabões e artigos de toucador. São Paulo: Icone, 2008.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. SANTI, E. de. Dicionário de princípios ativos em cosmetologia. São Paulo: Andrei,
2003.
2. TURCO, A.. Receituário químico. Portugal: Presença, 1986.
Ementa: Tecnologias para a produção e caracterização das matérias-primas para
produção de etanol. Tratamento da matéria-prima/processos de hidrólise. Preparo do
meio de fermentação. Microrganismos agentes do processo fermentativo. Via
bioquímica da produção de etanol. Modos de operação do processo fermentativo.
Separação do etanol do meio fermentado. Alternativas para o aproveitamento de
resíduos e efluentes gerados no processo produtivo. Oleaginosas para produção de
biocombustíveis, transesterificação e hidroesterificação, processos batelada e
Opção 4.
contínuo para produção de biodiesel, relação entre matéria-prima e propriedades dos
Biocombustíveis
tipos de biodiesel. Aplicações da glicerina, bioóleo gerado por pirólise de biomassa.
Rota BTL (biomass-to-liquids). Gaseificação de biomassa. Potenciais matérias-primas.
Síntese de Fischer-Tropsch. Hidrocraqueamento. Catalisadores heterogêneos para
gaseificação, FT e hidrobeneficiamento. Comparação entre as rotas BTL, GTL e CTL.
Qualidade dos produtos obtidos por rota BTL (diesel, GLP, nafta petroquímica).
Integração entre rotas de produção de etanol e diesel. Ciclo de vida e créditos de
carbono.
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Folha: 36/51
Referências Bibliográficas Básicas:
1. AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial. Vol 1 a 4 São Paulo: Edgard Blucher,
2001.
2. CORTEZ, L. A. B.; GOMES, E. O.; LORA, E. E. S. (Orgs). Biomassa para energia.
Campinas: UNICAMP, 2008.
3. KNOTHE, G.; GERPEN, J. V.; RAMOS, L. P. Manual de biodiesel. Rio de Janeiro:
Edgard Blucher, 2007.
Referências Bibliográficas Complementares:
1. ABRAMOVAY, R. Biocombustíveis. São Paulo: SENAC, 2009.
2. FISCHETTI, D.; SILVA, O. Etanol: a revolução verde e amarela. São Paulo: BIZZ,
2008.
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Folha: 37/51
7. AVALIAÇÃO
7.1. Sistema de avaliação do projeto do curso
Os seguintes instrumentos são utilizados na avaliação das condições de oferta do curso de
Bacharelado em Química:
I) Auto-avaliação;
II) Avaliação pelo Governo Federal, através das comissões de avaliação das condições de oferta do
curso para renovação de reconhecimento;
III) Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE.
A auto-avaliação periódica do Curso de Bacharelado em Química faz parte das atividades da
Comissão Própria de Avaliação – CPA - do UNISALESIANO, que é constituída por membros representantes
do corpo docente da Instituição, corpo técnico-administrativo, discentes e sociedade civil organizada,
nomeados por portaria própria emanada da Reitoria do UNISALESIANO.
As pesquisas de auto-avaliação abrangem os egressos, as obras sociais, a comunidade externa, os
discentes da graduação e da pós-graduação, os coordenadores, os docentes e o corpo técnicoadministrativo.
Aplicadas as pesquisas, os resultados compilados são divulgados através do site da Instituição e
de relatórios para a Reitoria, subsidiando os planejamentos em conformidade com a realidade percebida.
A auto-avaliação é contínua e não eventual, isto é, desenvolvida sistematicamente pelos órgãos,
propiciando uma visão atual e regular da performance da Instituição. Por exemplo, os cursos realizam a
pesquisa sobre o seu desempenho anualmente, ou em conformidade com sua realidade, avaliando o
coordenador, os docentes e a estrutura. Os demais quesitos necessários para o complemento da autoavaliação são feitos no interregno de dois ou três anos.
Em seguida à realização das pesquisas, sejam elas parciais ou completas, os dados são
oferecidos em forma de relatório à Reitoria, que contemplam e apontam os resultados destacando as
oportunidades de melhorias e favorecendo tomadas de decisão por parte dos órgãos envolvidos.
Os coordenadores de curso oferecem um feedback aos seus docentes e discentes sobre o
resultado das avaliações e a Reitoria, por sua vez, analisa, avalia e estabelece ações para satisfazer as
oportunidades de melhorias detectadas, divulgando o resultado através de um periódico e em encontros
realizados.
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Folha: 38/51
As ações que demandam investimentos financeiros de maior vulto, após analisadas são incluídas
no orçamento do próximo exercício.
O corpo diretivo do UNISALESIANO oferece todo apoio e colaboração para o desenvolvimento dos
trabalhos da auto-avaliação, por entender que esse instrumento facilita os planejamentos da Instituição.
7.2. Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
A avaliação do desempenho dos acadêmicos é feita por disciplina, incidindo sobre freqüência e
aproveitamento, de acordo com o Regimento Geral do UNISALESIANO.
É obrigatória a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas e demais
atividades escolares, previstas para a disciplina, sendo considerado reprovado o aluno que se ausentar por
período superior a 25% da carga horária da mesma.
No plano de ensino de cada disciplina, elaborado pelo respectivo professor, aprovado pelo
Conselho de Curso e apresentado ao aluno no início de cada período letivo, consta as propostas de
avaliação de desempenho acadêmico com as respectivas condições de execução.
Para efeito de avaliação do rendimento escolar as notas são expressas em escala numérica de 0
(zero) a 10 (dez), permitida, unicamente, a fração de meio ponto. É aprovado e dispensado do Exame Final,
o aluno que, no término do período letivo, tenha obtido Média Semestral igual ou superior a 7,0 (sete).
Deverá submeter-se a Exame Final o aluno que tenha obtido Média Semestral igual ou superior a 3,0 (três)
e inferior a 7,0 (sete), tendo que alcançar Média Final (Média Aritmética entre a Média Semestral e o
Exame Final) igual ou superior a 5,0 (cinco) para aprovação.
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem ocorre de modo contínuo durante o período
letivo pelos docentes através da participação efetiva dos alunos nas aulas; de modo particular, pelo
levantamento estatístico do desempenho dos acadêmicos, após as primeiras provas, realizado pelo
sistema informatizado da secretaria, permitindo ações corretivas para recuperar deficiências de
aprendizado através de discussões e reflexões ou com trabalhos extraclasses adicionais.
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Folha: 39/51
8. ESTÁGIO TÉCNICO
O estágio nos cursos superiores esta regulamentado pela Lei 6.494 de 7 de dezembro de 1977 e
Decreto nº 87.497 de 18 de agosto de 1982. Ocorrerá por meio de convênios firmados entre o
UNISALESIANO e as Empresas concedentes, os quais implicam na formalização de Termos de
Compromissos de Estágio entre os estagiários e as Empresas concedentes.
A concepção de estágio adotada pelo UNISALESIANO é de um eixo integrador do currículo pleno
que propicia articular teoria e prática apreendidas ao longo do curso. Desta forma, o estágio tem como
objetivo, proporcionar ao aluno, vivência profissional num ambiente real, vivenciando situações concretas
de trabalho no seu campo de formação, permitindo a elaboração e execução de propostas de ações
articuladas com o mercado de trabalho e sociedade. Nesta perspectiva, o estágio busca oferecer aos
alunos uma importante via de aprimoramento do exercício profissional, de conhecimento dos problemas
da área e suas responsabilidades para consigo mesmo, com seu empregador e com a comunidade.
O Estágio tem como objetivo principal propiciar aos alunos a aplicação prática dos conhecimentos
recebidos no decorrer do curso, integrando o aluno ao processo político-social.
A fim de contemplar as diferentes áreas de atuação do Bacharel em Química os locais de estágio
são de livre escolha dos alunos, dentre as empresas conveniadas.
A estrutura curricular da instituição exige 240 horas de estágio, divididas entre o V e VI semestres
do curso.
A supervisão dos estágios é de responsabilidade do Coordenador de curso, assessorado pelos
professores supervisores que prestam orientações técnica e pedagógica aos graduandos. Desta forma,
será possível promover uma maior articulação Faculdade/Empresas/Sociedade, o que confere aos
graduandos do curso um caráter extensionista na medida em que suas atividades impliquem em ações
efetivas sobre a realidade.
O Regulamento do Estágio Técnico encontra-se no anexo A.
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9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, é uma exigência curricular na formação acadêmica e
profissional dos alunos e consiste no desenvolvimento de um trabalho monográfico sobre tema
relacionado às áreas de atuação do futuro profissional.
O TCC proposto pelo Projeto Pedagógico do curso de Bacharelado em Química do UNISALESIANO
visa ampliar os horizontes da formação do aluno, uma vez que este tipo de trabalho permite uma inserção
no campo da pesquisa científica, levantando e discutindo problemas e, apresentando propostas para
reflexão, possibilitando-lhes aprofundamento de seus conhecimentos visando uma especialização e mais
condições de aspirar a um curso de pós-graduação.
O Regulamento do TCC encontra-se no anexo B.
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10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares são um conjunto de atividades curriculares e extracurriculares de
caráter científico, cultural ou acadêmico, articuladas com o processo formativo do futuro profissional,
integrante do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Química, realizadas pelos alunos nos
termos do regulamento específico.
Essas atividades têm o objetivo flexibilizar o currículo pedagógico de cada curso, ampliar os
horizontes do conhecimento para além dos portões da escola, favorecendo o relacionamento entre grupos,
a tomada de iniciativa, a convivência com as diferenças sociais e o aprendizado que pode, também, estar
aliado ao lazer e propiciar aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar
incluindo: pesquisa, cursos de extensão, estágio extracurricular, seminários, apresentações de trabalhos
em eventos, iniciação científica, atividades recreativas, excursões, atividades culturais, ação comunitária, e
outros projetos desenvolvidos durante o curso.
Durante o curso o aluno deverá cumprir um total de 240 horas em pelo menos três grupos de
atividades diferentes, sendo no mínimo uma atividade de cada área, dentre as elencadas no quadro a
seguir. Após a realização de cada atividade deverá providenciar cópia do certificado ou declaração de
participação e entregar para o Coordenador do Curso para os devidos registros.
As atividades a serem realizadas poderão ser as seguintes, dentre outras:
ÁREA
ACADÊMICA
Monitoria
Curso de Extensão
CIENTÍFICA
Iniciação Científica
Participação
em
eventos
científicos (seminários, simpósios, congressos, etc)
Semana de Estudos Educacionais Publicações de artigos em
revistas ou jornais
Faculdade Aberta à 3ª Idade
Apresentação de Trabalhos em
eventos científicos
Diretório Acadêmico
Grupos de Estudo
Estágios não-curriculares
Excursões para pesquisa de
campo
Representante
discente
de
Conselho de Curso
CULTURAL
Ações Comunitárias
Atividades Culturais
Atividades Cívicas
Atividades recreativas
Excursões culturais
OBS: Outras atividades realizadas pelos alunos, além das previstas no quadro de atividades deverão ser
submetidas à aprovação pela Coordenadoria do Curso.
O Regulamento das Atividades Complementares encontra-se no anexo C.
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11. CORPO DOCENTE
O corpo docente do curso de Bacharelado em Química será constituído por professores do
UNISALESIANO contratados pela Entidade Mantenedora, segundo o regime das leis trabalhistas e do Plano
de Carreira Docente.
A título eventual e por tempo estritamente determinado, o UNISALESIANO, poderá dispor em seu
quadro, de Professores Convidados e de Professores Colaboradores, estes últimos destinados a suprir a
falta temporária de docentes ou para ministrar cursos de curta duração.
São atribuições do professor:

Respeitar os princípios cristãos e a filosofia salesiana que norteiam as ações da Instituição;

Adquirir as competências básicas exigidas de um educador salesiano;

Participar da elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e do Projeto de Desenvolvimento
Institucional;

Elaborar o Plano de Trabalho Didático - Pedagógico de sua disciplina, submetendo-o à
aprovação do Conselho de Curso;

Orientar, dirigir e ministrar o ensino de sua disciplina, cumprindo-lhe integralmente o
programa e carga horária;

Organizar e aplicar processo de avaliação formativa do aproveitamento dos alunos;

Entregar à Secretaria o resultado da avaliação do aproveitamento do aluno e as faltas, nos
prazos fixados;

Elaborar e executar projetos de pesquisas, de iniciação científica e de extensão;

Participar das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados a que pertencer e de comissões
para as quais for designado;

Recorrer de decisões dos órgãos deliberativos ou executivos;

Obedecer ao Código de Ética;

Exercer as demais atribuições que lhe forem previstas em Lei e neste documento.
O Curso de Bacharelado em Química contará com Professores, Especialistas, Mestres e Doutores,
conforme quadro demonstrativo a seguir.
11.1. Titulação do corpo docente para o 1º Ano do curso
GRADUADOS
ESPECIALISTA
MESTRES
DOUTORES
Nº Abs
%
Nº Abs
%
Nº Abs
%
Nº Abs
%
0
0
3
30
6
60
1
10
Curso de Bacharelado em Química
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CORPO DOCENTE DO BACHARELADO EM QUÍMICA
CPF
NOME DO DOCENTE
Adriana M. P. Guarizo
096.228.758-07
Elisete Peixoto de Lima
050.182.998-94
Francisco de Assis Andrade
277.246.728-73
Imerson Alves Barbosa
278.428.008-04
Ismael de Castro Araujo
204.076.418-66
João Artur Izzo
032.144.948-72
José Pereira Calças
073.235.108-13
Marcos José Ardenghi
TITULAÇÃO
Licenciada em Letras.
Bacharel em Pedagogia.
Mestrado em Letras.
Doutorado em Letras.
Licenciada em Ciências com Habilitação em
Química.
Bacharel em Química.
Química Industrial.
Especialista em Farmacologia.
Mestre em Odontologia: saúde coletiva.
Licenciado em Física
Mestre em Ciência dos Materiais
Licenciado em Filosofia
Mestre em Ciências Sociais
Licenciado em Química
Especialista em Química Geral
Especialista em Físico-química
Bacharel em Administração
Especialista em Computação Gráfica
Especialista em Administração - Gestão
Empresial e Marketing
Licenciado em Geografia
Especialista em Geografia Física e Humana
Licenciado em Ciências – Hab. Matemática
Especialista em Matemática;
Especialista em docência no Ensino Superior
Mestre em Educação Matemática
REGIME
DISCIPLINAS LECIONADAS
Horista
Recepção de textos
Horista
Higiene e segurança industrial;
Metodologia da Pesquisa;
Pesq. E desenvolvimento de métodos e produtos;
Toxicologia;
Química ambiental e gerenciamento de resíduos;
Microbiologia e Biotecnologia industrial;
Tópicos especiais de Processos industriais.
Horista
Física.
Horista
Cultura Teológica;
Doutrina Social Cristã.
Horista
Química Orgânica;
Físico-química.
Horista
Economia e organização industrial;
Tópicos especiais de Gestão;
Desenho técnico e Noções de instal. industriais.
Horista
Mineralogia.
Integral
Matemática;
Estatística e Quimiometria.
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Projeto Pedagógico
049.553.728-48
Olayr Modesto Junior
251.538.958-90
Terezinha Fiala Modesto
Organizados pela Coordenação de Curso
Licenciado em Ciências com Habilitação em
Química.
Bacharel em Química.
Químico Industrial.
Mestre em Química.
Doutorando em Ciência e Tecnologia de
Materiais.
Licenciada em Ciências com Habilitação em
Química.
Química Industrial.
Especialista em Química Geral
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Integral
Química Geral e Inorgânica;
Operações Unitárias;
Automação industrial;
Processos industriais.
Horista
Físico-química;
Química Analítica.
Estágio Técnico;
Atividades complementares;
TCCs.
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11.2. Administração do curso
A administração do curso será feita através da Coordenadoria de Curso, a qual é subordinada ao
Conselho de Curso que é órgão consultivo e deliberativo em assuntos acadêmicos e, executivo das
atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do curso (artigo 23 e 36 do Regimento). As
competências do Conselho de Curso são delimitadas no artigo 38 do Regimento do UNISALESIANO.
Em nível deliberativo o Coordenador será auxiliado pelo Conselho de Curso, cujas atribuições
estão previstas no artigo 46 do Regimento Geral do UNISALESIANO.
As competências do Coordenador de Curso são delimitadas no artigo 43 do Regimento.
O Conselho de Curso é composto pelo Coordenador de Curso, que o preside, todos os docentes do
curso e um representante do corpo discente.
11.2.1. Dados do coordenador
COORDENADOR DO CURSO
PROF. Me. OLAYR MODESTO JUNIOR
End.: Rua Abdo Leila, 25 – 16402-374 – Lins - SP
CPF: 049.553.728-48
DADOS GERAIS
RG: 15.611.222
e-Mail: [email protected]
1. Licenciatura em Ciências – 3/1983 a 12/1984
a. Habilitação em Química – 3/1985 a 12/1985
GRADUAÇÃO
b. Habilitação em Biologia – 3/1986 a 12/1986
2. Bacharelado em Química – 3/1983 a 12/1988
1. Química Geral – 1/1986 a 1/1987
ESPECIALIZAÇÃO
2. Metodologia do Ensino Superior – 1/1988 a 1/1989
1. Projeto, Arte e Sociedade, na área de Planejamento Urbano e
Regional: assentamentos humanos – 3/1996 a 05/2001 –
MESTRADO
FAAC/UNESP/Bauru/SP.
2. Química, na área de Química Analítica - 08/2006 a 12/2008 –
IQ/UNESP/Araraquara/SP.
1. Ciência e Tecnologia de Materiais – 03/2009 a ... –
DOUTORADO
FC/UNESP/Bauru/SP.
REGIME DE TRABALHO
Dedicação Integral
EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO EM QUALQUER IES
Professor adjunto, admitido pela Faculdade “Auxilium” de Filosofia, Ciências
e Letras – Lins/SP., em 02/03/1987.
21 anos
Professor admitido pelo Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium em
02/2006.
EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO NO ENSINO BÁSICO
EXPERIÊNCIA ADMINISTRATIVA
 Chefe de Departamento de Ciências Químicas e Biológicas da Faculdade Auxilium de Filosofia,
Ciências e Letras 04/07/1987 a 26/06/1989, reeleito para novo mandato em 27/06/1989 a
26/06/191; novamente eleito em 27/06/1994, 27/06/1996 e 27/06/1998.
 Supervisor das atividades da “Assessoria de pesquisa do Departamento de Ciências Biológicas
durante o ano letivo de 1995.
 Coordenador do curso de Bacharelado em Ciências – Habilitação em Química e Biologia da
Faculdade Auxilium de Filosofia, Ciências e Letras de 02/2000 a 01/2006.
 Coordenador dos cursos de Licenciatura em Biologia e Química do Centro Universitário Católico
Salesiano Auxilium de 02/2006 a 12/2009.
 Coordenador do curso de Bacharelado em Química do Centro Universitário Católico Salesiano
Auxilium de 01/2008 até o momento atual.
Curso de Bacharelado em Química
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11.3. Apoio didático-pedagógico aos docentes
O Coordenador do Curso em Bacharelado em Química, juntamente com a Direção da Unidade II do
UNISALESIANO, promoverão atividades e programas com o apoio do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão – CONSEPE, para implantação de ações Institucionais que visem à promoção e a qualificação do
corpo docente.
Este apoio Didático-Pedagógico concentrar-se-á em:

Reuniões de Cursos;

Reuniões para capacitação docente;

Disponibilidade do coordenador para o apoio didático-pedagógico;

Atividades desenvolvidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE;

Outras ações previstas no Plano Institucional de Capacitação – PIC.
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Folha: 47/51
12. SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS
O curso de Bacharelado em Química conta com o apoio de todos os setores técnicoadministrativos do UNISALESIANO para incrementar a qualidade dos serviços prestados. Dentre eles podese citar:

Recepção;

Secretaria;

Tesouraria;

Reprografia;

Cantina.
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 48/51
13. INFRAESTRUTURA e RECURSOS MATERIAIS
13.1. Infra-estrutura física
Utilização de salas de aulas:
a.
3 salas de aula no bloco B, a saber: B406, B407 e B408.
Utilização de laboratórios:
a. Química;
b.
Informática.
13.1.1. Infraestrutura Planejada / Portadores Necessidades Especiais (P. M.1679/99)
O prédio do UNISALESIANO dispõe de instalações físicas com rampas que permitirão ao aluno,
portador de necessidades especiais físicas, ter acesso a espaços coletivos e dependências sanitárias com
requisitos necessários à sua utilização; bebedouros e telefones públicos acessíveis aos seus usuários.
13.2. Laboratórios
O curso de Bacharelado em Química do UNISALESIANO possui um Laboratório de Química
multifuncional, de uso exclusivo do curso.
O curso conta ainda com outros laboratórios de uso não exclusivo, como Informática, Microbiologia
e Microscopia.
Para freqüentar as aulas nos laboratórios é exigido dos alunos a utilização de jaleco de fibra
natural, preferencialmente de brim leve, manga longa, na altura dos joelhos e com velcro no lugar de
botões.
Exige-se também venham com calça comprida e sapato fechado ou tênis.
Para as aulas de práticas de química é fornecido pela Instituição óculos de proteção.
13.2.1. Laboratório de Química
O Laboratório de Química atende a todas as disciplinas do curso que desenvolvam atividades
práticas.
Este laboratório conta com um monitor que assessora os professores na preparação das aulas e
no descarte de resíduos. Para isso foi elaborado um plano de orientação para o descarte dos diversos tipos
de resíduos gerados nas aulas práticas desse laboratório. Para casos de solventes orgânicos, como
metanol e etanol, sempre que possível serão destilados do meio para serem reutilizados.
O mobiliário do laboratório é composto por:
Móveis
Quantidade
Bancada em ardósia para colocação de equipamentos 7 m
02
Bancada em granito dupla com pia central
03
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 49/51
Bancada em granito para o cromatógrafo
01
Bancada em granito com pia para microbiologia
01
Bancos de madeira
36
Mesa e cadeira para uso do Professor
01
Estante metálica para guardar o material dos alunos
02
Lixeira de plástico azul com tampa
01
Ar condicionado 36.000 BTU
01
Arquivo de aço
01
O laboratório conta com EPC’s e EPI’s para os alunos como demonstra o quadro abaixo:
EPC’s e EPI’s
Quantidade
Caixa de primeiros socorros.
01
Capela com sistema de exaustão
06
Conjunto de chuveiro de segurança com lava-olhos
01
Extintores de incêndio a pó químico
01
Óculos de segurança
36
Pêra de borracha 3 vias
12
Os equipamentos disponíveis são:
Equipamentos
Qtde.
Balança analítica – eletrônica
1
Balança de precisão – eletrônica
6
Bicos de Bunsen
6
Colorímetro
2
Condutivimetro
1
Deionizador
1
Eletrodo para oxi-redução
Espectrofotômetro
Estufa de secagem e esterilização
Forno Mufa – 1000C
Microcomputador com impressora
Multímetro digital
pHmetro digital
Turbidímetro
Termômetro -10 a 150 ºC
Chapas de aquecimento com
agitação magnética
Cromatógrafo gasoso
Concentrador de amostras
Rotoevaporador
Câmara de DBO
Capela de fluxo laminar
Banho-maria
Câmara de luz ultravioleta
Banho histológico
1
2
2
1
1
6
6
1
6
6
instrumentos
Almofariz e pistllo
Alonga para cadinho em borracha
Aro para funil analítico
Balão de destilação – diversas
capacidades
Balão de fundo chato – diversas
capacidades
Balão volumétrico – diversas
capacidade
Bastão de vidro
Becker – diversas capacidades
Bureta – diversas capacidades
Cadinho de Gouch
Cadinho de porcelana
Cálice diversas capacidade
Cápsula de porcelana
Condensador
Dessecador
Erlemmeyer – diversas capacidades
1
1
1
1
1
1
1
1
Espátula de inox
Espátula de porcelana
Frasco lavador
Funil Analítico
Garra para bureta
Garra para condensador
Kitassato – diversas capacidades
Mufa
Qtde.
6
6
6
6
12
18
6
24
6
6
6
3
6
6
3
24
6
6
6
6
6
6
12
12
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Microscópios
Desmineralizador por osmose
reversa
Refrigerador
Seladora
7
1
Pinça para cadinho
Pinça para cápsula de porcelana
Folha: 50/51
6
6
1
1
Pinça para tubos de ensaio
6
Pipeta graduada – diversas
24
capacidades
Autoclave horizontal
1
Pipeta volumétrica – diversas
24
capacidades
Refratômetro de bolso
1
Proveta – diversas capacidades
12
Rolhas de borracha e silicone –
60
tamanhos diversos
Suporte para pipetas
6
Suporte para tubos de ensaio
6
Suporte universal
6
Tela de amianto
6
Triangulo de porcelana e quartzo
6
Tripé de ferro
6
Tubo de ensaio – diversas capacidades
120
Tubos de vidro para conexões - mts
10
Vidro de cobalto
3
Vidro de relógio – diversos diâmetros
12
Neste laboratório estão também disponíveis todos os produtos químicos necessários à realização dos
experimentos e demonstrações que ilustram os conceitos teóricos estudados em sala de aula,
proporcionando a realização de um trabalho teórico/prático que amplia e diversifica o aprendizado.
13.3. Biblioteca
A capacidade de comunicação por meio dos diversos tipos de documentos, escritos ou gráficos,
tanto no espaço quanto no tempo, é característica peculiar do homem; e a criação, difusão, conservação e
utilização desses documentos são atividades propriamente humanas que desempenharam papel capital
na evolução da humanidade.
Coleções organizadas de documentos foram constituídas, para fins diversos, desde o
aparecimento da escrita. A biblioteca deve reunir obras para o estudo e a pesquisa, e para isso necessita
de uma normalização para realizar um trabalho efetivo.
A Biblioteca atua na formação do corpo discente da universidade como centro de informação,
disseminando seus dados para os usuários acadêmicos e estudantes em geral. O aperfeiçoamento técnico
dos serviços bibliotecários e a capacitação de recursos humanos das bibliotecas no uso de novas
tecnologias, com objetivo de melhor atender à comunidade acadêmica do UNISALESIANO, faz parte de seu
cotidiano; assim como alargar o compartilhamento com outras Instituições no sentido de interagir e
facilitar o acesso à informação e ao documento, dentro de padrões técnicos internacionais para
recuperação e intercâmbio da informação, via máquina, e com disponibilidade de bancos de dados
bibliográficos através de um programa de automação criado pelo próprio UNISALESIANO.
A Biblioteca possui um sistema de bases de dados, no qual o material bibliográfico essencial pode
ser consultado. Os terminais existentes na Biblioteca oferecem aos usuários bases para consulta do
acervo e também acesso ininterrupto à INTERNET. As bases de dados acessam os materiais mediante
consulta por autor, título e assunto. Oferecem-se também consultas às Bibliotecas existentes no programa
de Comutação (COMUT).
Curso de Bacharelado em Química
Projeto Pedagógico
Folha: 51/51
13.3.1. Os Terminais de Informática
Os terminais de informática compõem os recursos destinados a dar acesso às informações
relativas ao acervo de Biblioteca, obtenção de informações acadêmicas dos alunos e suporte à elaboração
de trabalhos. Especificamente, ambos os sistemas provêem:

Consultas bibliográficas;

Consultas à situação acadêmico- administrativa dos alunos matriculados;

Impressão de boletos de mensalidade.
13.3.2. Periódicos específicos para o curso

Química Nova (ISSN nº 0100-4042) Sociedade Brasileira de Química, 1999 a ...

Química Nova na Escola (ISSN nº 0104-8899) Sociedade Brasileira de Química, 1999 a

Analytica. (ISSN nº 1677-3055), 2002 a ...
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Curso de Bacharelado em Química