Trajetória da Constituição dos Saberes Elementares do Desenho
e da Geometria no Ensino Primário em Sergipe (1890 - 1941)
Simone Silva da Fonseca 1
Neste trabalho são apresentados os resultados iniciais de uma pesquisa que tem
como objetivo compreender a trajetória de constituição dos saberes elementares
matemáticos do Desenho e da Geometria no ensino primário em Sergipe (1890-1941). Tal
temática faz parte de um projeto maior intitulado A constituição dos saberes elementares
matemáticos: a Aritmética, a Geometria e o Desenho no curso primário em perspectiva
histórico-comparativa (1890-1970), vinculado ao Grupo de Pesquisa em História da
Educação Matemática no Brasil (GHEMAT). Para a realização desse trabalho foi utilizado
como fonte à legislação, regulamentos, decretos, leis, programas e relatórios. As fontes
encontram-se disponíveis nos Arquivos do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe 2, na
Biblioteca Pública Epifâneo Dórea3 e no Arquivo Público do Estado de Sergipe 4.
Desta forma, o estudo toma como referencia um conjunto de documentos para o
ensino primário em Sergipe, e busca de responder à seguinte inquietação: que trajetórias,
permanências e mudanças o ensino dos saberes elementares do Desenho e da Geometria
em Sergipe (1890-1941)?
Desse modo, o objetivo desse texto é compreender a constituição da trajetória dos
saberes elementares matemáticos do Desenho e da Geometria em Sergipe, as mudanças e
permanências desses saberes, ao longo dos anos. Para isso, foram examinadas as fontes
postas no quadro apresentado a seguir.
1
Mestranda no Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática (NPGECIMA) pela
Universidade Federal de Sergipe, Licenciada em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca (2013), Graduanda em Administração de Empresas pela Universidade Estadual de
Alagoas. E-mail: [email protected]
2
Localizado
na
rua
Itabaianinha,
41
–
Centro,
49.010-000
–
Aracaju/SE.
http://www.ihgse.org.br/link_bibliotecas.asp
3
Localizado na rua Dr. Leonardo Leite, s/n – São José – Aracaju/SE. E-mail:
[email protected]
4
Localizado na rua Praça Fausto Cardoso, nº 348 – Centro - Aracaju - SE - CEP. 49010-080
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A Constituição dos Saberes Elementares Matemáticos: A Aritmética, a Geometria e o
Desenho no curso primário em perspectiva histórico-comparativa, 1890-1970
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Quadro 1: Quadro dos tipos de fontes examinadas (1890-1941)
Regulamentos
Leis
Decretos
Programas
Relatórios
Regulamento de 14
de março de 1890
Lei nº 5 de
setembro de 1891
Decreto nº 563 de
12 de agosto de
1911
Lei nº 605 de 24 de
setembro de 1912
Decreto nº 571 de
19 de outubro de
1912
Programa
de
ensino para os
grupos escolares e
escolas isoladas
do Estado de
Sergipe de 1916
Programa para o
curso primário em
6 de fevereiro de
1931
Organização do
ensino primário e
normal de 1941
Relatório
Anual
apresentado
pelo
Dr.
Helvecio de
Andrade de
1931
Decreto nº 867 de
11 de Março de
1924
Decreto nº 892 de
20 de dezembro de
1924
Decreto nº 25 de 3
de fevereiro de
1931
Fonte: Quadro elaborado a partir das fontes encontradas e examinadas (1890-1941).
O marco cronológico foi definido a partir das fontes encontradas. A primeira fonte
de 1890, período marcado pela primeira república e a última fonte de 1941, refere-se a
Reforma de Gustavo Capanema5.
O primeiro documento examinado foi o regulamento de 14 de março de 1890, que
previu, a obrigatoriedade da frequência do ensino primário nas cidades e centros de
povoação, a adoção do método intuitivo e prático, e a divisão das escolas primárias em
dois graus. Assim, no rol de matérias6, destacamos a Geometria Prática e o Desenho
Linear.
Essa organização não durou muito tempo, pois a Lei nº 5 de 26 de setembro de
1891, veio dar uma nova organização à instrução pública do Estado, estabelecendo que o
ensino primário seria ministrado por cadeiras 7 distribuídas na Capital e nas cidades do
interior. Examinando o rol das matérias 8 encontramos Lições de Formas e Lições de
5
Nome da reforma do sistema educacional brasileiro realizada durante a Era Vargas (1930-1945), sob o
comando do ministro da educação e saúde Gustavo Capanema. (Dicionário Interativo da Educação
Brasileira,2002). http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=371
6
Denominação posta noo Decreto de 14 de março de 1890.
7
Denominação posta pela Lei nº 5 de 26 de setembro de 1891.
8
Denominação posta pela Lei nº 5 de 26 de setembro de 1891.
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Desenho Linear. Nesse período é adotado para o ensino o método de Calkins9. Nota-se que
no Decreto de 14 de março de 1890 os saberes elementares matemáticos eram
denominados Geometria Linear e Desenho Linear. Já a Lei nº 5 de 26 de setembro de
1891, veio dar uma outra nomenclatura como Lições de Forma e Lições de Desenho
Linear, cabe destacar que em ambos documentos não aparecem os detalhes que
compreende seu programa de ensino.
Em agosto de 1911, o Decreto nº 563 de 12 de agosto determinou que o ensino
primário deveria ser ministrado em grupos escolares e em escolas isoladas. Desse modo, o
ano de 1911, ficou sendo o marco da criação dos Grupos Escolares no Estado. Vale
destacar que o Estado de São Paulo teve o pioneirismo na criação do novo modelo de
escola primária, denominada “grupo escolar”, em 1893. Segundo Souza (2009) esse novo
modelo simbolizava a modernização do ensino e tornou referência para os outros estados.
Esse decreto trouxe uma mudança no rol de disciplinas, onde a geometria linear deixou de
existir e aparece apenas o desenho, sem detalhes sobre seu ensino. Chama-se atenção nesse
período que, diante da lista de mobília da escola, nenhum material contemplava o ensino
de Geometria e Desenho especificamente.
Um ano após a criação dos grupos escolares em Sergipe, o Decreto nº 571 de 19 de
outubro de 1912, decretou o desmembramento da instrução em pública e particular, sendo
que a instrução pública seria constituída em primária, normal e secundária. Em relação a
lista de materiais da mobília, vale destacar alguns materiais para auxiliar no ensino do
Desenho como os quadros murais para o ensino de coisas pelo desenho e a régua e
compasso para o ensino da Geometria.
Em 24 de setembro de 1912, a Lei nº 605 faz alteração no que diz respeito a
classificação das escolas primárias em: escolas singulares e grupos escolares. As
disciplinas de cada grau ficariam distribuídas por séries, e a disciplina Desenho passou a
ser denominada de Desenho Linear, e não houve detalhamento no programa sobre o que
seria essa nova denominação para Desenho.
9
Manual para pais e professores de autoria do educador norte-americano Norman Allison Calkins,
denominado Primary object lessons for training the senses and developing the faculties of children. A manual
of elementary instruction for parents and teachers, e publicado originalmente nos Estados Unidos em 1861.
Essencial ao interesse por essa obra é o fato de ela ter tido ampla circulação no Brasil nas duas décadas finais
do século XIX e nas duas iniciais do século XX, graças à tradução realizada por Rui Barbosa, publicada
originalmente em 1886, no Rio de Janeiro, pela Imprensa Nacional. (GOMES, 2011, p.2-3)
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Examinando o programa de ensino para os grupos escolares e escolas isoladas do
Estado de Sergipe de 1916, este contém o detalhamento de cada disciplina. A disciplina
Desenho orientava que antes de desenhar observar com muito cuidado o objeto; fazer
esboços de leve, mas em traços firmes; e trabalhar os cadernos de Olavo Freire 10; o uso de
cadernos usados, circunferência, raio, diâmetro, corda, arco, flecha, tangente, secante, etc.
Podemos notar que nesse programa de 1916 não aparece a disciplina Geometria, mas os
conteúdos referentes a Geometria estão inseridos na disciplina de Desenho. E isso
confirma o que Leme da Silva (2014) afirma sobre as relações de proximidade entre as
matérias Desenho e Geometria que estão presentes na legislação proposta para o curso
primário.
Em 1924, o Decreto nº 867 de 11 de março determinou que o ensino primário seria
dividido em primário elementar e superior. O método de ensino se tratava do intuitivo e
prático, por aspecto e por ação, partindo das realidades concretas à dedução, comprovação
e generalização das ideias abstratas. No rol de disciplinas, foi percebido há a ausência da
de saberes elementares com a denominação de geometria, apresentando apenas a disciplina
de Desenho com o objetivo de apresentar sentido ao aluno sobre as noções do desenho
geométrico e a mão livre, com aplicação prática a indústria, agricultura, etc.
No mesmo ano, em 20 de dezembro, surgiu o Decreto nº 892 que aprovou o
programa para os cursos primário elementar e superior. O programa para o curso primário
estaria dividido em três graus, onde cada grau seria constituído por disciplinas. No rol de
disciplinas nota-se a ausência da Geometria, permanecendo apenas o Desenho. O programa
de ensino da disciplina de Desenho seria desenvolvido através dos 1ª, 2ª, 3ª, 4º, 5º, 6º e 7º
cadernos da coleção de Olavo Freire.
O exame do Decreto nº 25 de 3 de fevereiro de 1931, permite identificar que o
ensino seria dado por meio de escolas isoladas e grupos escolares. Os grupos no interior
seriam de seis classes11: três para cada sexo; e da capital de quatro ou oito classes. Na lista
do mobiliário vale destacar a ausência de materiais específicos para o ensino de Geometria
e Desenho. O método de ensino tentaria obter a melhor prática do método geral por
processos os mais intuitivos, uniformizando-os, quanto possível. No rol de disciplinas
10
Estes correspondem a cadernos modelos ou de exercícios. São cadernos elaborados por um autor, trazendo
exercícios na sequência do conteúdo ministrado no ensino primário (SOUZA, 1998).
11
Denominada pelo Decreto nº 25 de 3 de fevereiro de 1931.
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destaca-se o Desenho Geométrico, de cópia e invenção e a ausência de referência explicita
a Geometria.
Em 1931, o Dr. Helvecio de Andrade apresentou o relatório anual ao Exmo. Senhor
Interventor Federal Augusto Mainard Gomes, expondo os problemas do ensino sergipano e
as necessidades de um melhor aparelhamento da educação pública. No relato ele diz que,
alguns Estados, vagarosamente, fizeram suas reformas, Sergipe inclusive. O ensino
objetivo iniciado em São Paulo propagou-se menos lentamente nos Estados do Sul, onde a
colonização estrangeira foi mais vultosa e o progresso mais desenvolvido e fecundo. Não
mais a decoração pura e simples, a seca reprodução pelo aluno, sob o terror da palmatória.
A escola era agora um comércio de ações e ideias entre o mestre e o discípulo, que podia
perguntar, opinar, instruir-se, enfim: escola ativa. (RELATÓRIO ANUAL, 1931)
No mesmo ano do decreto nº 25 em 1931, foi estabelecido o programa para o curso
primário em 6 de fevereiro. O ensino primário seria constituído de quatro anos, e cada ano
contendo um rol de matérias 12. No programa nota-se mais uma vez a ausência da matéria
Geometria e apenas a presença da matéria Desenho, divididos em cada ano. Para o ensino
do Desenho referia-se a cópia do natural, em cadernos; desenho geométrico,
circunferência, figura e linhas, etc.
Em 1941, no governo de Gustavo Capanema, foi determinada a organização do
ensino primário e normal. O ensino primário, nessa época ainda era dado em escolas
primárias isoladas, reunidas e em grupos escolares. Percebe-se a presença da disciplina
Desenho Geométrico de cópia e de imaginação e a ausência da disciplina Geometria, e
com relação ao desenho geométrico não apresentou detalhes de seu ensino.
O último programa examinado foi o Programa de Baltazar Góes 13, e constata-se no
rol de disciplinas, apenas o programa do ensino de Desenho, referindo-se ao ensino das
linhas, retas, curvas, posição das lindas, ângulos, planos, triângulos, quadriláteros,
pentágonos, hexágonos e há referência também aos cadernos da coleção de Olavo Freire.
O estudo em questão é o primeiro ensaio da minha pesquisa de mestrado que está
em andamento. Ao examinar as fontes citadas no texto pode-se dizer que as mudanças
12
Denominada pelo programa do Curso primário de 6 de fevereiro de 1931.
Baltazzar de Araújo Góes nasceu a 30 de outubro de 1853 no município de Itaporanga na Província de
Sergipe. Acumulou na sua vida experiência em cargos administrativos, dirigindo o liceu Laranjeirense
(1883), o Atheneu Sergipense (1901-1901), a Instrução Pública do Estado de Sergipe (01905. Os Grupos
Modelo e Central anexos a Escola Normal (1911).) (BITTENCOURT, 1913, p.20).
13
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identificadas foram significativas, dentre elas a forma de denominar e apresentar os termos
matéria, disciplina e cadeira, todas elas com significados diferentes para cada época; que
nesses documentos ainda não foi possível conceituar cada uma dessas nomenclaturas; as
mudanças na nomenclatura dos saberes elementares como: Desenho Linear e Geometria
prática (1890), Lições de formas e Lições de Desenho Linear (1891), Desenho Geométrico
de cópia e invenção (1931); a separação do Desenho e da Geometria em diferentes épocas
e o aparecimento dos programas da saberes geométricos no ensino de Desenho. Mas essas
são temática para a continuidade e aprofundamento da pesquisa.
Referências
BITTENCOURT, Liberato. Sergipanos Ilustres. Rio de Janeiro. Typ. Pape. Lv. Gomes
Pereira, 1913.
DICIONÁRIO INTERATIVO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA - EducaBrasil. São Paulo:
Midiamix Editora, 2002. http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=371,
visitado em 10 de Maio de 2014.
GOMES, 1Maria Laura Magalhães. Lições de coisas: apontamentos acerca da geometria
no manual de Norman Allison Calkins (Brasil, final do século XIX e início do XX) Rev.
bras. hist. educ., Campinas-SP, v. 11, n. 2 (26), p. 53-80, maio/ago. 2011.
LEME DA SILVA, Maria Célia. Desenho e Geometria na escola primária: um
casamento duradouro que termina com separação litigiosa, Hist. Educ. [online] Porto
Alegre v. 18 n. 42 Jan./abr. 2014 p. 61-73.
SOUZA, Rosa Fátima de. Tempos de civilização: a implantação da escola primária
graduada no Estado de São Paulo (1890-1910), São Paulo: Fundação Editora da UNESP,
1998.
SOUZA, Rosa Fátima. Alicerces da pátria: História da escola primária no Estado de São
Paulo (1890-1976). Campinas: Mercado de Letras,2009.
Publicações Oficiais
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Desenho no curso primário em perspectiva histórico-comparativa, 1890-1970
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SERGIPE. Compilação de Leis e Decretos do Estado de Sergipe. Decreto nº 37 de 14 de
março de 1890. Aracaju: Imprensa Official,1890.
SERGIPE. Compilação de Leis e Decretos do Estado de Sergipe. Lei nº 5 de 26 de
setembro de 1891. Aracaju: Imprensa Official,1891.
SERGIPE. Compilação das Leis, Decretos e Regulamentos do Estado de Sergipe. Aracaju:
Typ. d’ O Estado de Sergipe, 1899
SERGIPE. Colecção de Leis e Decretos de 1911. Decreto n º 563 de 12 de agosto de 1911.
Aracaju: Typ. d’ O Estado de Sergipe, 1911.
SERGIPE. Colecção de Leis e Decretos de 1912. Decreto n º 571 de 19 de outubro de
1912. Aracaju, Typ. d’ O Estado de Sergipe, 1912.
SERGIPE. Programa para o Curso Primário nos Grupos Escolares e Escolas Isoladas do
Estado de Sergipe. Aracaju: Typ. d’ O Estado de Sergipe, 1916.
SERGIPE. Regulamento da Instrução Pública. Decreto nº 867 de 11 de Março de 1924.
Aracaju: Imprensa Official, 1924.
SERGIPE. Relatório - Memória a um Projectado Congresso de professores primários, em
Aracaju (1925-1926). Aracaju: Typ. Sergipe-Jornal.
SERGIPE. Diário Official do Estado de Sergipe, Anno V, 36ª Republica n.1470, Aracaju,
21 de dezembro de 1924.
SERGIPE. Relatório Anual. Aracaju: Typ. d’ O Luctador, 1931.
SERGIPE. Colecção de Leis e Decretos de 1931. Decreto nº 25 de 3 de fevereiro de 1931.
Aracaju: Imprensa Official,1931.
SERGIPE, Programa para o curso primário. Aracaju: Imprensa Official,1931.
SERGIPE. Organização do Ensino Primário e Normal. Imprensa Nacional, boletim nº 11.
Rio de Janeiro, 1941.
SERGIPE, Programa para o Ensino Primário especialmente para os grupos escolares.
Aracaju: Imprensa Official (conhecido como programa Baltazer Góes).
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