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PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
RIBEIRÃO PIRES
2014
2
I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
I.I
MANTENEDORA
Nome: O.E.R.P. – Organização Educacional de Ribeirão Pires
Endereço: Rua Coronel Oliveira Lima, nº 3345 – Parque Aliança
Cidade: Ribeirão Pires
Estado: São Paulo
CEP: 09404-100
Fone/Fax: (11) 4822-8520 / (11) 4828-5513
Mantida: Faculdades Integradas de Ribeirão Pires - FIRP.
I.II
IDENTIFICAÇÃO DA IES
Instituição: Faculdades Integradas de Ribeirão Pires - FIRP.
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Atos Legais: Lei nº. 9394/96 (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil; Decreto nº.
5.773, de 09 de maio de 2006; Portaria Nº. 4.361/2004 e Portaria Nº. 3.160/2005.
I.III
NÚMERO DE VAGAS:
Turno
Número de vagas (anuais)
MATUTINO
50
NOTURNO
50
I.IV
CARGA HORÁRIA / INTEGRALIZAÇÃO:
CURRÍCULO
Carga horária
2173 horas Relógio
Mínimo de 5 semestres
Duração
I.V
Máximo de 8 semestres
DIRIGENTE PRINCIPAL:
Diretor Prof. Paulo Henrique Ansaldi
3
SUMÁRIO
PROPOSTA ACADÊMICA ............................................................................................................... 6
1. A INSTITUIÇÃO ........................................................................................................................... 7
1.1. MANTENEDORA ................................................................................................................. 7
1.2. MANTIDA ............................................................................................................................. 8
1.2.1. Breve Histórico da Mantida FIRP ...................................................................................... 8
1.2.2. Missão............................................................................................................................... 9
1.2.3. Visão ............................................................................................................................... 10
1.2.4. Dirigentes das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires ............................................... 10
2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO......................................... 10
2.1. INSERÇÃO REGIONAL ..................................................................................................... 10
2.2. INDICADORES SÓCIOECONÔMICOS ............................................................................. 11
2.2.1. Identidade Regional do Grande ABC .............................................................................. 11
2.2.2. A Região do Grande ABC ............................................................................................... 12
3. SOBRE O CURSO DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO .................................. 19
3.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS ............................................................................................. 19
3.2. HABILITAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO ................................................ 21
3.3. ASPECTOS LEGAIS E DIRETRIZES CURRICULARES ................................................... 22
3.4. RELAÇÕES COM OUTRAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS NA REGIÃO ................... 23
3.5. FORMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ............................................................. 23
3.6. POLÍTICAS DE NIVELAMENTO ........................................................................................ 24
3.7. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................................................ 25
3.8. ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO ............................................................................ 27
3.9. OBJETIVOS DO CURSO................................................................................................... 28
3.9.1. Objetivos Gerais ............................................................................................................. 28
3.9.2. Objetivos Específicos ...................................................................................................... 28
4. SOBRE O EGRESSO ................................................................................................................ 29
4.1. COMPETÊNCIAS GERAIS ................................................................................................ 29
4.2. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS ...................................................................................... 30
4.3. CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL ........................................................................ 30
5. ESTRUTURA CURRICULAR ..................................................................................................... 31
5.1. ASPECTOS INOVADORES DA INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ..... 31
5.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................................. 31
4
5.3. ESTÁGIO SUPERVISIONADO .......................................................................................... 32
5.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ...................................................................... 32
5.5. CURRÍCULO PLENO PROPOSTO EM CONSONÂNCIA COM OS OBJETIVOS DO
CURSO ..................................................................................................................................... 33
5.5.1. Currículo Pleno Proposto ................................................................................................ 34
5.5.2. Componentes curriculares e carga horária ..................................................................... 34
5.5.3. Elenco de Disciplinas ...................................................................................................... 35
5.5.4. Quadro Geral .................................................................................................................. 36
5.5.5. Fluxograma do Curso..................................................................................................... 36
5.5.6. Ementa e Bibliografia dos componentes curriculares ..................................................... 36
5.5.6.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 01 de 17
de junho de
2004)...........................................................................................................................................71
5.5.7. Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec.Nº 5.626/2005) ....................................... 71
5.5.8. Políticas de educação ambiental ( Lei nº 9.795, de 27 de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25
de junho de 2002) ..................................................................................................................... 71
5.6. PERFIL DO CORPO DOCENTE ....................................................................................... 71
5.6.1 Responsável pela coordenação do curso ........................................................................ 71
5.6.2 Titulação .......................................................................................................................... 72
5.6.3 Experiência profissional requerida ................................................................................... 72
5.6.4 Titulação e formação acadêmica do NDE ........................................................................ 72
5.6.5 Vinculação dos docentes com a área de conhecimento .................................................. 73
5.7. REGIME DE TRABALHO................................................................................................... 73
5.7.1 Plano de carreira .............................................................................................................. 73
5.7.2 Regime escolar ................................................................................................................ 74
5.7.3 Formas de acesso ao curso ............................................................................................. 74
5.7.4 Número Máximo de alunos por turma .............................................................................. 75
5.7.5 Turnos de funcionamento ................................................................................................ 75
5.8. PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO ................................................................ 75
5.9. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM........................ 75
6.INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA ............. 75
6.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA .............................................................................................. 75
6.1.1. Área Interna .................................................................................................................... 75
6.1.2. Área Externa ................................................................................................................... 76
5
6.1.3. Laboratório de Informática – Geral.................................................................................. 77
6.2 – Laboratórios Específicos ................................................................................................. 77
6.3 – CPD....................................................................................................................................... 84
6.4 – RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA ....................................................................... 85
6.5 – COMPUTADORES E IMPRESSORAS DE USO ADMINISTRATIVO E ACADÊMICO ........ 85
6.6 - BIBLIOTECA .......................................................................................................................... 85
6.6.1. Acervo por Área do conhecimento .................................................................................. 86
6.6.2. Formas de Atualização e Expansão do Acervo .............................................................. 86
6.6.3. Horário de Funcionamento da Biblioteca ........................................................................ 87
6.6.4. Mobiliário/Acomodações para usuários .......................................................................... 87
6.6.5. Equipamentos ................................................................................................................. 87
6.6.6 - Serviços Oferecidos ....................................................................................................... 88
7. AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................... 89
ANEXO 1 ........................................................................................................................................ 91
6
PROPOSTA ACADÊMICA
JUSTIFICATICA
A proposta deste curso considerou as características socioeconômicas da região do ABC Paulista.
Com cerca de dois e meio milhões de habitantes, é uma das mais industrializadas no país.
A presença de empresas nacionais e estrangeiras aponta para a necessidade de profissionais
especializados na gestão dos recursos tecnológicos.
Nota-se que a oferta de cursos focados especificamente em Gestão da Tecnologia da Informação é
pequena na região, das trinta e sete instituições de ensino superior na região do ABC Paulista
(dados do MEC – Outubro/2012), somente cinco delas oferecem o curso de Gestão em Tecnologia
da Informação.
Evidencia-se, portanto, a necessidade crescente de profissionais capacitados com conhecimentos
em práticas e padrões que garantam controles efetivos, ampliem os processos de segurança,
minimizem os riscos, aumentem o desempenho, otimizem a aplicação de recursos, reduzam os
custos e alinhem a tecnologia da informação aos negócios da empresa, ou seja, saiba aplicar
tecnologias da informação de forma a trazer vantagem competitiva para a organização.
Considerando, portanto, a ocorrência substancial de empresas na região e a baixa oferta desse
curso, especificamente, e ainda a importância do assunto no momento, conclui-se que há demanda
pelo Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação, representada por
profissionais de empresas que precisam da graduação, por profissionais da área em busca de
atualização, graduados em Administração empenhados no aprofundamento da área e concluintes
do ensino médio que necessitam de respostas mais rápidas para alcançar qualificação.
7
1. A INSTITUIÇÃO
1.1. MANTENEDORA
A Organização Educacional de Ribeirão Pires - O.E.R.P. foi fundada por um grupo de professores
da região, em 20 de dezembro de 1971, com a finalidade de gerir escolas de todos os níveis de
ensino.
A Entidade personalizou-se quando do registro de seus Estatutos no Registro de Títulos e
Documentos da Comarca de Ribeirão Pires, sob o número 16, às fls. 08 do Livro A-1, em 06 de
junho de 1972.
Constituída na forma da lei, é uma associação sem fins lucrativos, com cadastro geral de
contribuintes nº 44.178.309/0001-41. A Entidade não remunera seus diretores e não distribui lucros,
a qualquer título. Seus excedentes financeiros são aplicados na Instituição mantida.
Oferece aos alunos de baixa renda, dentro dos seus recursos, bolsas de estudo, inclusive as do
ProUni.
Cadastrada na Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires no Cadastro Fiscal de Serviços, sob o no.
919/73 foi declarada de Utilidade Pública Municipal, pela Lei nº 1.643, de 18 de dezembro de 1974,
e foi declarada de Utilidade Pública Federal pela Portaria n.º 315, de 06 de abril de 2001, publicada
no D.O.U de 09/04/2001.
Até 1990, desenvolveu suas atividades no “Externato Nerina Adelfa Ugliengo”, à Rua João
Ugliengo, nº 12, no centro de Ribeirão Pires, como sede provisória. Hoje com sede própria, está
instalada na Rua Coronel Oliveira Lima (antiga Capitão José Gallo), nº 3.345, no Parque Aliança,
em Ribeirão Pires - SP.
Seu estatuto sofreu alterações em 2007 para adequar-se ao novo Código Civil.
8
1.2. MANTIDA
1.2.1. Breve Histórico da Mantida FIRP
Em 13 de março de 1973, a Organização Educacional de Ribeirão Pires - O.E.R.P. obteve
autorização para manter a Faculdade de Ciências e Letras de Ribeirão Pires (hoje, Faculdades
Integradas), autorizada pelo Decreto nº 71.897, de 13/03/1973 - com os seguintes cursos: Estudos
Sociais, Letras, Matemática e Pedagogia, reconhecidos pelo Decreto n.º 78.971 de 16/12/1976.
Foi criada com o propósito de formar professores e especialistas em educação para atuar no ensino
de 1º e 2º graus, hoje fundamental e médio, na vigência da Lei n.º 5.692/71, com licenciatura nas
quatro áreas acima mencionadas.
Enquanto funcionou em sede provisória, não houve acréscimo de novos cursos. Com instalações
limitadas, houve acréscimo apenas de novas habilitações:
- ao curso de Estudos Sociais, pela via da plenificação, foram autorizadas e reconhecidas
as habilitações de Geografia e de História;
- o curso de Matemática, por conversão, foi transformado em curso de Ciências licenciatura de 1.º grau e plena com habilitação em Matemática;
- ao curso de Pedagogia, com habilitação em Orientação Educacional, foram autorizadas e
reconhecidas as habilitações em Administração Escolar e de Supervisão Escolar para
exercício nas escolas de 1º e 2º graus e, posteriormente, Magistério das Matérias
Pedagógicas do ensino Médio.
Tanto no caso de Estudos Sociais, quanto no de Pedagogia, as habilitações foram solicitadas para
atender à necessidade de formação de professores para a rede de escolas de 1º e 2º graus, em
expansão.
Somente em 1991, com sede própria, solicitou o curso de Educação Física - licenciatura e
bacharelado e, o bacharelado em Administração, com duas habilitações.
Em 1999, a antiga Faculdade de Ciências e Letras de Ribeirão Pires a Faculdade de Educação
Física e a Faculdade de Administração foram unificadas sob a denominação de Faculdades
Integradas de Ribeirão Pires, pela Portaria nº 814, de 14/05/1999.
A FIRP - Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, é a única Instituição de Ensino Superior do
município e vem crescendo de acordo com as necessidades locais. Em 1992, contava com
aproximadamente 400 alunos - hoje, tem cerca de 1000 (mil) alunos, distribuídos em dez cursos:
Administração, Educação Física, História, Letras, Matemática e Pedagogia e os Cursos Superiores
9
de Tecnologia: Gestão Financeira, Gestão de Turismo, Logística e Gestão de Tecnologia de
Informação.
1.2.2. Missão
A OERP/FIRP foi criada com o propósito de formar professores para atuar no ensino
fundamental e médio com licenciatura em diferentes áreas e vem cumprindo sua função original.
A partir de 1996, assumiu a formação de profissionais para outros campos de trabalho:
Administração e Educação Física. Como previsto, iniciou em 2009 os primeiros cursos
superiores de tecnologia.
Neste contexto, tem como missão:
“Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando a educação para todos e
a inserção social por meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento
sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região
e de incentivo e apoio estudantil, através de parcerias e de projetos sociais voltados ao
atendimento da comunidade.”
A partir da missão que vem desempenhando e dos objetivos que deseja atingir, a vocação global
desta IES é a de oferecer serviços educacionais tendo em vista a formação profissional voltada
para o mercado de trabalho, diante da oferta de cursos presenciais, conforme lista-se a seguir:

graduação - licenciatura - para formação de professores de educação básica;

graduação - bacharelado;

graduação - cursos superiores de tecnologia;

cursos de extensão;

programas de iniciação científica e pesquisa investigativa integrados à formação em
nível de graduação;

prestação de serviços à comunidade de acordo com as possibilidades da Instituição e de
seus cursos.
A IES compromete-se a desenvolver a pesquisa científica e a dedicar-se às práticas investigativas
em todos os cursos que oferece, como princípio formativo capaz de estimular a resolução de
problemas, o estudo independente e o conhecimento da realidade.
10
1.2.3. Visão
A FIRP tem por visão tornar-se centro de referência consolidado na região do Grande ABC,
irradiador e aglutinador de questões educativo-culturais, firmando-se como instituição capaz de
contribuir para a solução de seus problemas, bem como para o desenvolvimento da cidadania.
1.2.4. Dirigentes das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires
Na sequência são apresentados os atuais gestores que respondem pelas instâncias executivas
superiores das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires:
Paulo Henrique Ansaldi
Diretor Geral
Francivaldo de Souza Barbosa
Matemática
Ismar Vicente
Gestão de Tecnologia da Informação
Fábio Marques de Araújo
Administração / Gestão Financeira
Italo Meneghetti Filho
Letras
Maria Helena Silva Bettega
Pedagogia
Maurício Tintori Piqueira
História
Carlos Roberto Gulmini
Gestão de Logística
Cristóvão Fiamenghi da Silveira
Educação Física (Licenciatura e Bacharelado)
2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO
2.1. INSERÇÃO REGIONAL
A FIRP - Faculdades Integradas de Ribeirão Pires está inserida na região do grande ABC que
compõe a região metropolitana da Grande São Paulo, considerada uma das maiores do mundo. É
composta por trinta e nove municípios em um território de oito mil e cinquenta e um quilômetros
quadrados. Essa região é caracterizada por intensa urbanidade e é potencializada pelas duas
11
regiões metropolitanas vizinhas: Baixada Santista e Campinas. Juntas, representam mais de vinte e
sete milhões de habitantes (IBGE, 2006).
Há vários indicadores capazes de revelar a importância da região no cenário nacional, dentre eles:
a) os que demonstram que na Grande São Paulo se concentram cerca de 26% dos empregos
industriais e 23% dos empregos no setor de comércio e serviços existentes no país; b) os que
apontam que mais de quarenta mil estabelecimentos industriais e cento e sessenta mil de comércio
e serviços se localizam nessa região, representando cerca de 20% do total nacional (IBGE, 2006).
2.2. INDICADORES SÓCIOECONÔMICOS
2.2.1. Identidade Regional do Grande ABC
A identidade urbana da região do Grande ABC teve início no século passado, dando origem ao
tecido urbano atual. Suas principais características de produção, consumo, gestão e troca se
tornaram perceptíveis pela evolução de sua base produtiva que, sinteticamente, pode ser
compreendida com base em quatro aspectos de sua produção local, tais como: as indústrias do
início do século 20; o ciclo da indústria automobilística, nos anos 1950; a indústria petroquímica, nos
anos 1970, e o processo de reconversão produtiva dos anos 1990.
No início do século passado, um conjunto de fatores infraestruturais, tais como a consolidação da
São Paulo Railway; a abundância de água e energia elétrica gerada pela Represa Billings e a Usina
Henry Borden; a mão de obra qualificada e urbana e a abundância de terras e o capital acumulado
da economia cafeeira do interior do estado, deram início à implantação industrial na região como,
por exemplo, as Indústrias Matarazzo S/A, de capital nacional; a Rhodia Química e a Chevrolet, de
capitais internacionais.
As características da produção extensiva deste modelo capitalista do início do século 20 foram
essenciais para o início do processo de urbanização da região, baseado na presença das vilas
operárias e dos centros comerciais locais. Esse modelo de produção, que pouco sofreu com a
quebra dos preços do café na década de 1930, foi potencializado nos anos 1950 com os incentivos
federais ao capital multinacional da indústria automobilística e pelo capital nacional da incipiente
indústria de autopeças. Com isto, a região do Grande ABC recebeu significativa injeção de recursos,
possibilitando a criação de novos empregos, a migração e geração de riquezas, constituindo
significativo aporte de capital da região, com perfil de produção industrial bastante intenso. Diante
12
de tais características, a população aumentou, por meio da migração interna, expandindo suas
cidades e criando novas demandas sociais.
Nos anos 1970, com a estratégia produtiva do Governo Militar, a região do Grande ABC recebeu
seu polo petroquímico, que além de gerar riquezas e empregos, atraiu uma série de
empreendimentos complementares pertinentes a esta cadeia produtiva.
O perfil industrial do Grande ABC, nos anos 1980, caracterizou–se pela diversidade produtiva de
sua indústria: automobilística, metalúrgica, petroquímica e suas cadeias produtivas. Essa
característica possibilitou qualificar seus trabalhadores como a elite da classe operária nacional, por
fazer parte da região mais rica do Brasil. Paradoxalmente, o ABC passou a enfrentar problemas
sociais intensos com a falta de habitação, saúde, educação e infraestrutura urbana, em virtude de
seu rápido e intenso crescimento urbano, fato comum em cenários de aceleração econômica.
Com a criação do zoneamento industrial da região metropolitana de São Paulo, em 1978, que
estabeleceu rígidas condições para a interminável expansão do parque produtivo local e, ainda, com
o profundo reordenamento produtivo provocado pela abertura dos mercados e a globalização do
início dos anos 1990, a região sofreu acentuado processo de migração industrial para outras regiões
do estado e do país. Além desses fatores, o colapso das indústrias de capital nacional, que não
obtiveram financiamento para modernização de seu parque industrial, trouxe outras consequências,
tais como: aumento da violência, desemprego e diminuição da capacidade de investimento público.
Essa alteração do perfil produtivo da região proporcionou um aumento no número de empregos nos
setores de comércio e serviços, absorvendo parte dos trabalhadores que perderam seus postos de
trabalho.
2.2.2. A Região do Grande ABC
As Faculdades Integradas de Ribeirão Pires  FIRP  está localizada a sudeste da região
metropolitana da Grande São Paulo, que é denominada Grande ABC. É formada pelos municípios
de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e
Rio Grande da Serra. Destaca-se no mapa, a cidade de Ribeirão Pires, município em que a FIRP,
concentrou suas instalações, construindo um prédio numa área de 145 mil metros quadrados, para
ser uma Faculdade de qualidade no Grande ABC.
Embora a região do Grande ABC seja a área de influência mais relevante para as Faculdades
13
Integradas de Ribeirão Pires  FIRP , há alunos provenientes de Suzano e São Paulo, que
constituem também áreas de abrangência desta influência, por causa do acesso natural e
progressivo de integração metropolitana de transportes.
O Grande ABC conta, hoje, com mais de 2 milhões e meio de habitantes, ampliando os últimos
dados do senso de 2000:
Cidades
Área em Km2 (em 2009)
População (em 2008)
Santo André
174,84
676.188
São Caetano do Sul
15,36
147.388
São Bernardo do Campo
406,18
804.399
Diadema
30,65
392.738
Rio Grande da Serra
36,67
43.115
Ribeirão Pires
99,18
119.996
Mauá
62,29
414.917
Total
825,17
2.598.741
Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE
A Região do Grande ABC, conta com uma média de crescimento elevada comparada com a taxa
das grandes cidades do Estado, inclusive superando a média de crescimento para o Estado de São
Paulo.
Cidades
Crescimento Anual da População
em (% a.a.)
Santo André
0,51
São Caetano do Sul
0,62
São Bernardo do Campo
1,72
Diadema
1,22
Rio Grande da Serra
1,93
Ribeirão Pires
1,77
Mauá
1,70
Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE
14
É neste enorme contingente de pessoas que temos uma rica demanda à procura de ensino de
qualidade, e a FIRP constitui-se em um espaço privilegiado, com excelente infraestrutura, que a
identifica com uma região com grande potencial de investimento no bem estar de sua população.
Pelo quadro referente à infraestrutura, quando comparado com outras grandes cidades do Estado
de São Paulo, podemos perceber que a região oferece condições diferenciadas para a sua
população e para todos os que escolheram a região para viver e trabalhar, considerando ainda o
grande potencial de geração de riquezas presente em toda a região do Grande ABC.
Cidades
Abastecimento de
Esgoto
Coleta de Lixo (%)
Água (%)
Sanitário (%)
Santo André
96,95%
99,83%
90,32%
São Caetano do Sul
99,95%
100,00%
99,44%
São Bernardo do Campo
98,03%
99,64%
87,11%
Diadema
99,08%
99,59%
92,22%
Rio Grande da Serra
90,45%
93,77%
59,34%
Ribeirão Pires
91,67%
98,49%
81,34%
Mauá
98,18%
99,63%
75,44%
Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE - Ano: 2000
Tal assertiva fica mais evidente quando consideramos os Índices de Desenvolvimento Humano da
região: (IDH Brasil – 0,800).
Cidades
DH-M
Santo André
0,835
São Caetano do Sul
0,919
São Bernardo do Campo
0,834
Diadema
0,790
Rio Grande da Serra
0,764
Ribeirão Pires
0,807
Mauá
0,781
Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE
15
Quando verificamos os índices de qualidade de vida da região utilizando outras fontes, temos dados
que são extremamente significativos, quando comparados com principais cidades do Estado de São
Paulo.
IPRS
(em 2006)
Índice GINI
(em 2000)
IPC (R$)
(em 2008)
IPC (%)
(em 2008)
Santo André
Grupo 1
0,53
3,39
9.593.716.600,00
0,55%
São Caetano do Sul
Grupo 1
0,5
5,48
2.854.267.000,00
0,16%
São Bernardo do
Campo
Grupo 1
0,56
3,34
11.033.305.400,00
0,63%
Diadema
Grupo 2
0,49
1,94
4.080.983.400,00
0,23%
Rio Grande da Serra
Grupo 4
0,47
1,3
378.188.200,00
0,02%
Ribeirão Pires
Grupo 1
0,52
2,39
1.346.043.400,00
0,08%
Mauá
Grupo 1
0,49
1,82
4.339.322.000,00
0,25%
Campinas
Grupo 2
0,58
4,05
15.815.966.400,00
0,91%
Osasco
Grupo 2
0,52
2,59
8.992.726.600,00
0,52%
Sorocaba
Grupo 1
0,55
2,95
7.365.524.400,00
0,42%
Ribeirão Preto
Grupo 1
0,56
2,83
7.933.242.200,00
0,46%
São Jose dos Campos
Grupo 1
0,58
3,11
7.893.698.800,00
0,45%
São Paulo
Grupo 1
0,62
4,03
155.962.305.200,00
8,95%
Estado de São Paulo
-
0,59
2,92
497.832.244.000,00
28,58%
Brasil
-
0,52
-
1.742.000.000.000,00
100,00%
Cidades
Renda
Per Capta
(em 2000)
Fonte: SEADE, PNUD , TARGET MARKETING e PESQUISA
Destacamos ainda que o Grande ABC passa por profundas transformações e tem se
notabilizado como um espaço privilegiado de construção e reconstrução do conhecimento, elemento
imprescindível para a sobrevivência no mundo em que vivemos, chamado também de sociedade do
conhecimento e da informação. Merece neste singular os índices educacionais da região, que
16
evidencia também a grande demanda carente de Ensino, explicitando o potencial de crescimento
para os estabelecimentos de ensino da região, que por sua grandeza, exige pessoas altamente
qualificadas em todos os setores.
Cidades
População de 18 a 34 anos que estavam
frequentando curso superior (em 2000)
Santo André
14,82%
São Caetano do Sul
24,50%
São Bernardo do Campo
14,71%
Diadema
4,57%
Rio Grande da Serra
2,73%
Ribeirão Pires
7,22%
Mauá
4,88%
Fonte: PNUD - Atlas do desenvolvimento humano no Brasil
Podemos afirmar pelo quadro que a região do Grande ABC possui uma imensa população
entre 17 a 24 anos fora do Ensino Superior, além dos bairros vizinhos pertencentes ao Município de
São Paulo e de fácil acesso para a região. Estes dados ficam ainda mais claros quando analisamos
o percentual da população com ensino médio completo, nos dando uma visão da demanda para o
ensino superior.
Cidades
População de 18 a 24 anos com ensino
médio completo
Santo André
51,63%
São Caetano do Sul
63,79%
São Bernardo do Campo
49,47%
Diadema
35,29%
Rio Grande da Serra
33,20%
Ribeirão Pires
51,78%
Mauá
37,68%
Fonte: PNUD - Atlas do desenvolvimento humano no Brasil
Quando analisamos as condições de renda para o investimento em Educação podemos identificar o
potencial da região por meio de alguns indicadores. No que tange à movimentação econômico-
17
financeira, o Grande ABC é um espaço privilegiado.
Cidades
PIB Per capita R$ (em 2006)
Santo André
17.341,01
São Caetano do Sul
70.367,14
São Bernardo do Campo
25.590,16
Diadema
19.595,67
Rio Grande da Serra
6.873,56
Ribeirão Pires
10.734,22
Mauá
12.325,46
Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE
Como observado, o valor adicionado per capita da região é bastante elevado, tendo alcançado em
2006, em Ribeirão Pires R$ 10.734,22, em São Bernardo do Campo, esse valor atingiu R$
25.590,16 , e em São Caetano do Sul, R$ 70.367,14, um dos mais altos do Estado, quando
observado a média do Estado R$ 19.547,86. Com o objetivo de explorar esse elevado poder
aquisitivo, grandes cadeias nacionais e internacionais de supermercados, como Wal-Mart, Extra
(Grupo Pão de Açúcar) e Carrefour, instalaram-se na região nos últimos anos. A paisagem urbana,
outrora eminentemente industrial, vai abrindo espaço também para grandes centros de compras,
shopping centers e supermercados, que disputam com as indústrias áreas muito valorizadas, e com
as melhorias no transporte (rodoanel e metrô – Estação Tamanduateí, que possibilitou a conexão
com a linha férrea).
Neste contexto de grandes possibilidades é que está situada a sede das Faculdades Integradas de
Ribeirão Pires, na Região Metropolitana de São Paulo, onde se destaca um conjunto de municípios
que forma o principal pólo da indústria automotiva do país, com grandes montadoras multinacionais
de veículos (Ford, GM, Volkswagen, Scania, Mercedes-Benz, Toyota) e centenas de empresas de
autopeças, nacionais e estrangeiras.
Além de outras áreas que estão em vertente crescimento, como as áreas de serviço e comércio,
conforme podemos verificar pelo quadro a seguir:
18
Número de
Número de
Número de
Estabelecimento da
Estabelecimentos do
Estabelecimentos de
Indústria
Comércio
Serviços
Santo André
1.257
5.088
4.879
São Caetano do Sul
674
1.830
2.313
São Bernardo do Campo
1.519
4.815
5.514
Diadema
1.503
1.904
1.269
Rio Grande da Serra
22
94
67
Ribeirão Pires
237
606
494
Mauá
655
1.566
951
Cidades
Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE – Ano: 2007
Notamos que o perfil da região vem passando, nos últimos anos, por significativas mudanças, sem,
contudo, reduzir seu peso como o mais importante polo industrial do país e do MERCOSUL. A
presença de grandes empresas nacionais e estrangeiras, associada ao elevado poder aquisitivo da
região, criou inúmeras oportunidades de negócios na área de serviços, que hoje, à semelhança dos
grandes centros urbanos no mundo, absorve parcela significativa da sua população ocupada.
Os conhecidos problemas das grandes metrópoles conspiram contra a instalação de novas
indústrias na região, e até mesmo dificultam a expansão daquelas já instaladas. Por outro lado, as
novas técnicas de produção, particularmente o just in time, hoje amplamente difundido entre as
principais cadeias produtivas industriais, exigem a proximidade física entre o fornecedor e o cliente
e, desta forma, impedem que parcela expressiva da cadeia produtiva, ligada principalmente à
indústria automobilística, afaste-se da região. Outro fator ainda importante de atração de
investimentos é a proximidade do Porto de Santos, principal canal de exportação do país, a menos
de 50 km da região.
Enfim, o contexto regional é cosmopolita, de serviços, de vocação trabalhista e comunitária (em
razão da renda per capita e da maioria de classe média), sensibilizada para a inclusão social das
regiões pobres vizinhas, que ocupam uma zona de transição entre recursos ecológicos
fundamentais (Mata Atlântica e Zonas de Mananciais, que abastecem a própria zona metropolitana)
e a cidade de São Paulo, formando o maior núcleo de conurbação do Brasil, em torno da capital
19
paulista.
Nessa realidade, as Faculdades Integradas de Ribeirão Pires posiciona-se como referência para a
discussão das causas regionais, envolvendo o desenvolvimento estratégico dos sete municípios da
região do Grande ABC no que tange às suas necessidades de conhecimento e pesquisa.
A instituição oferece, ainda, apoio irrestrito ao setor comercial, de serviços e industrial para a
difusão do conhecimento focado nos aspectos regionais integrados aos anseios da sociedade e da
economia globalizada; apoio à pesquisa e ao desenvolvimento sustentado por meio do incentivo às
ações de busca da informação estratégica para suportar os projetos econômicos e sociais do
Grande ABC, bem como abre as suas portas para debater os assuntos ligados ao meio ambiente, à
saúde, ao Direito, à educação, ao emprego e outros de interesse da comunidade.
3. SOBRE O CURSO DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
3.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
A perspectiva de formar profissionais em Gestão da Tecnologia da Informação encontra respaldo
nas transformações econômicas e tecnológicas pelas quais o mercado atual, tanto nacional quanto
internacional vem passando. Evidencia-se, portanto, a necessidade crescente de profissionais
capacitados com conhecimentos em práticas e padrões que garantam controles efetivos, ampliem
os processos de segurança, minimizem os riscos, aumentem o desempenho, otimizem a aplicação
de recursos, reduzam os custos e alinhem a tecnologia da informação aos negócios da empresa, ou
seja, saiba aplicar tecnologias da informação de forma a trazer vantagem competitiva para a
organização.
No Brasil, pelo menos três fatores impulsionam a necessidade de profissionais especializados em
gestão da tecnologia da informação:

O crescente processo de abertura da economia que, ao expor as empresas nacionais à
competição com concorrentes estrangeiras, provocou um aumento substancial da
competitividade nas atividades econômicas do país, exigindo dos profissionais níveis cada
vez maiores de qualificação;
20

A estabilização da economia que transmitiu às empresas transferirem seus esforços para
atividades voltadas a seus próprios negócios, destacando-se, no aumento da produção e no
avanço tecnológico a demanda de novos profissionais na área da informação;

Alterações nas relações de trabalho decorrentes de novas formas de comunicação e
serviços informatizados.
Para a oferta deste curso a FIRP considerou, também, as especificidades da região na qual se
insere: o ABC Paulista na Região Metropolitana da Grande São Paulo, que congrega os municípios
de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e
Rio Grande da Serra. Com cerca de dois e meio milhões de habitantes, é uma das mais
industrializadas no país.
A presença de empresas nacionais e estrangeiras, tanto na área industrial como na de serviços, em
cenário de atividades cada vez mais complexas, impulsionam o mercado de trabalho para
profissionais especializados na gestão dos recursos tecnológicos em permanente mutação.
Por outro lado, a oferta de cursos focados especificamente em Gestão da Tecnologia da Informação
é pequena. Das trinta e sete instituições de ensino superior na região do ABC Paulista (dados do
MEC – Outubro/2012), somente cinco deles oferecem o curso de Gestão em Tecnologia da
Informação.
Combinando as vantagens da educação tradicional e as principais tendências de ensino e
aprendizado, a estrutura do curso adota uma abordagem inovadora, focalizando as competências
necessárias que o profissional necessita para operacionalizar as transformações que se observam
no ambiente das empresas, tais como:
• desenvolvimento de autonomia na solução de problemas;
• competência de resultados, com análise profunda da tecnologia;
• capacidade de atuação em equipes de trabalho;
• compreensão do ambiente da governança de tecnologia da informação.
• Habilidades no uso das tecnologias da informação e da comunicação.
O curso Superior em Gestão da Tecnologia da Informação propõe-se a formar profissionais
responsáveis pela governança de TI, preparados para atuar numa sociedade em transformação e
em consonância com o crescimento econômico do país.
Para tanto, o curso está estruturado em três metodologias/ padrões internacionalmente aceitos e
cada vez mais valorizados por empresas brasileiras e estrangeiras: O COBIT (Control Objectives
21
for Information and related Technology), mantida pelo Instituto de Governança de TI, o ITIL –
(Information Technology Infrastructure Library), referência mundial em gerenciamento de recursos
de TI e o padrão PMI (Project Management Institute) para gerenciamento de projetos, divulgado por
meio do PMBOK (Project Management Body of Knowledge) – Conjunto de boas práticas em
gerenciamento de projetos, para proporcionar o desenvolvimento e qualificação de profissionais,
abrangendo as competências exigidas e valorizadas pelo mercado, por meio de exercícios e
atividades que abordam os objetivos básicos da gestão da tecnologia da informação.
3.2. HABILITAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO
Há mais de 30 anos tramitam no Congresso Nacional, diversos projetos visando à regulamentação
das profissões de TI, mas apesar do grande volume de projetos, não existe ainda um consenso,
muitos são contra e muitos outros são a favor.
Os pontos debatidos ultimamente sobre o assunto são:
A SBC (Sociedade Brasileira de Computação) posiciona-se CONTRA o estabelecimento de uma
reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de um conselho de profissão em
moldes tradicionais (como CRM, CRC, CREA), pois pode levar a uma indevida valorização da posse
de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, pois muitos dos profissionais de TI não
têm curso superior na área (análise de sistemas, ciência da computação, processamento de dados
ou engenharia de software) e com isso não teriam méritos para estar na função.
Todos os projetos de regulamentação fixam um prazo de experiência mínima (cinco anos, em vários
casos) para permitir que estes profissionais continuem na profissão após a entrada em vigor da
nova lei. Mas questiona-se: e os outros profissionais? Para onde vão? Serão demitidos? Sem contar
que existem no Brasil várias empresas onde praticamente todos os profissionais não se enquadram
neste perfil, neste caso o que iria acontecer? Terão que fechar as portas?
Mas existe sim a necessidade de uma regulamentação da profissão, pois as mais diversas
profissões estão sendo regulamentas. A própria SBC é a favor da regulamentação desde que se
observem os seguintes pontos:

O exercício da profissão de Informática deve ser livre e independente de diploma ou
comprovação de educação formal;
22

Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio
acima;
3.3. ASPECTOS LEGAIS E DIRETRIZES CURRICULARES
O currículo do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação proposto pelas Faculdades Integradas
de Ribeirão Pires – FIRP abrange os conteúdos básicos essenciais recomendados pelos Atos
Legais: Lei nº. 9394/96 (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil; Decreto nº. 5.773, de 09
de maio de 2006; Portaria Nº. 4.361/2004 e Portaria Nº. 3.160/2005. na medida em que promove
uma articulação do ensino das disciplinas, através de uma proposta pedagógica que privilegia o
ensino participativo com enfoque nos alunos, o que possibilita a estes não só absorver o
conhecimento teórico, como também viabilizar conexões que possibilitem, através dos modernos
conhecimentos tecnológicos práticos, captar e compreender a nossa complexa realidade social e o
amplo universo de informações que influem no processo de decisão.
O curso busca introduzir um tratamento interdisciplinar dos conceitos, por meio da integração das
disciplinas, de forma que estudos realizados em um dado setor do conhecimento, desde logo,
repercutem-nos demais, formando um todo indivisível.
Mediante um enfoque interdisciplinar, será capaz de inserir a análise dos problemas na realidade
social, política e econômica, propiciando a formação que respeita os fundamentos técnicos,
científicos e morais do conhecimento e apropria as vantagens dos novos campos do avanço
científico e tecnológico, com a sua consequente influência sobre a organização do conhecimento e
as dimensões regionalizadas e globalizadas dos problemas tecnológicos sociais e humanos.
Sendo um curso moderno, detentor de um currículo inovador, contempla os novos ramos e temas
emergentes nos conteúdos das ementas das disciplinas, onde se pode observar a
interdisciplinaridade que permeia os componentes curriculares.
Às aulas associam-se seminários, discussão de textos, estudos de casos, painéis, simpósios e
outros métodos didáticos apropriados ao ensino de Gestão da Tecnologia da Informação, com o uso
de tecnologia educacional contemporânea, nos quais se procure aperfeiçoar o aspecto prático.
Estas práticas têm como fundamento transmitir ao aluno uma base consistente em Tecnologia da
Informação necessária à boa realização dos serviços. Buscam, ainda, uma formação humanista que
possibilite o desenvolvimento de uma adequada visão crítica e consistente, com o correspondente
23
aprimoramento do raciocínio lógico, necessário à plena realização do acesso à tecnologia ligadas a
sustentabilidade e desenvolvimento, em seu sentido mais amplo.
É perceptível a preocupação em introduzir uma análise interdisciplinar dos temas, quando busca a
conjugação dos estudos teóricos com as abordagens empíricas e o constante estímulo à reflexão
crítica sobre as grandes questões tecnológicas.
No plano legal, as Faculdades Integradas de Ribeirão Pires propõe um Curso Superior de
Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação respeitando integralmente a legislação,
representada pela Lei nº. 9394/96 (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil; Decreto
nº. 5.773, de 09 de maio de 2006; Portaria Nº. 4.361/2004 e Portaria Nº. 3.160/2005.
3.4. RELAÇÕES COM OUTRAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS NA REGIÃO
O curso proposto pretende estabelecer vínculos efetivos e permanentes com instituições formais ou
não que atuem na região, contribuindo para a socialização do saber, possibilitando a inserção dos
graduandos por meio de estágios, projetos e outras formas de atuação na comunidade.
3.5. FORMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação atenderá os objetivos de formação inicial e contínua e, tomará formas processuais e
diagnósticas. Para tanto, aos professores serão disponibilizadas orientações pedagógicas e
estabelecidas à troca de informação entre os pares. Caberá ao coordenador do curso acompanhar o
processo avaliativo estimulando o contato e discussões entre os professores por meio de reuniões
pedagógicas.
Espera-se concretizar um processo em que a avaliação seja compreendida como momento em que
professores e alunos analisem os rumos tomados e, se necessário, retomem outras rotas possíveis
para qualificar a aprendizagem.
Os produtos passíveis de avaliação pelos educadores conformam-se de maneira variada, tais como:
avaliações escritas: provas, produção de textos, papers, projetos, relatórios, artigos, monografias,
pôsteres, cartazes, maquetes, exposições, impressos ou informatizados; avaliações orais:
comunicações, apresentações, palestras, debates, dentre outras. Poderão ser individuais e/ou
coletivas, que expressem a reflexão e a aquisição de conhecimentos. Não se pretende que sejam
entendidos como fim da aprendizagem, mas como meios que estimulem a autoavaliação. A
24
compreensão pelo aluno acerca de sua própria aprendizagem estimulará a criticidade, a
participação, o desenvolvimento do sentido de pertença ao processo educativo e à vida acadêmica.
Nesse desenrolar, caberá aos professores o retorno às turmas da avaliação sobre o que tenha sido
realizado, estabelecendo-se a continuidade entre a execução de tarefas e processo de assimilação
de conteúdos. Tais momentos permitirão a livre expressão dos educandos, configurando a
dialogicidade necessária e objetiva no ato educativo.
Sendo assim, o caráter da avaliação será o de elemento imprescindível para a consecução da
formação qualificada, estando, portanto distanciada dos elementos estritamente classificatórios e
meritocráticos.
3.6. POLÍTICAS DE NIVELAMENTO
Nos últimos anos, tem se observado que uma parcela significativa dos alunos egressos do Ensino
Médio têm apresentado algumas fragilidades quanto às competências necessárias para a
manifestação linguística dos discursos produzidos, principalmente no que diz respeito aos fatores de
textualidade à correção gramatical tal quanto naquilo que se relaciona às bases da lógica e da
matemática formal.
Tais fragilidades têm sido apontadas por inúmeras pesquisas e instrumentos de avaliação (PISA,
SAEB, SARESP e ENEM) e constatada pela análise de necessidades realizada com os alunos que
iniciam o curso de graduação.
Frente a este cenário, as Faculdades Integradas de Ribeirão Pires – FIRP, com o objetivo de
minimizar as dificuldades apresentadas pelos alunos, vêm desenvolvendo o projeto de nivelamento
em Português e Matemática, aberto a todos os alunos ingressantes dos seus cursos de graduação
e àqueles veteranos que se inscreverem voluntariamente no programa.
Assim, o conteúdo programático deste projeto está centrado nos fatores de textualidade
informatividade, aceitabilidade, situacionalidade, intertextualidade, intencionalidade, coesão e
coerência – e na correção gramatical de um modo geral no caso do nivelamento em Português. No
caso da Matemática, os conteúdos centram-se na perspectiva de desenvolver habilidades e
competências capazes de permitir ao aluno fazer leituras quantitativas dos diversos signos,
interpretá-los e tirar suas conclusões, relacionando-os com outros fatos, tecendo assim uma rede de
conhecimento. No que diz respeito à programação das aulas, estas ocorrem paralelamente ao
currículo pleno proposto e mediante à inscrição do aluno ou por indicação dos professores.
25
3.7. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
Em consonância com a proposta do processo de avaliação da aprendizagem, a autoavaliação do
Curso de Gestão da Tecnologia da Informação da FIRP é também um processo contínuo, por meio
do qual se avalia conhecimentos sobre a dinâmica educacional, buscando compreender os
significados do conjunto de suas atividades na melhoria da qualidade educacional. Para tanto,
sistematiza informações analisa coletivamente seus problemas e seus sucessos e, estabelece
estratégias de superação de eventuais fragilidades.
A prática da autoavaliação é um processo permanente e transformador, sendo um instrumento que
possibilita a construção e/ou a consolidação de uma cultura de avaliação institucional com a qual a
comunidade interna se identifique e se comprometa, permitindo o aperfeiçoamento dos docentes,
discentes e corpo administrativo, bem como a melhora na relação com a comunidade externa.
Pautando-se na legislação em vigor e reconhecendo as dimensões relativas à organização didáticopedagógica, ao corpo social e às instalações físicas, a autoavaliação do curso deverá identificar o
perfil do curso, o significado de sua atuação, as atividades desenvolvidas, os programas e os
projetos, considerando os seguintes aspectos:
I - Organização Didático-Pedagógica:

A missão e o plano de desenvolvimento institucional;

Projeto Pedagógico/DCNs e a responsabilidade social da instituição;

Organização e gestão do curso, especialmente o funcionamento e a representatividade do
Colegiado do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação;

Coerência dos procedimentos de ensino-aprendizagem com a concepção do curso e o seu
compromisso com a interdisciplinaridade expressas mediante atividades articuladas de
formação (prática profissional e/ou estágio, trabalho de conclusão de curso e atividades
complementares ou estratégicas de flexibilização curricular).
II – Corpo Social:

Experiência e dedicação do coordenador à administração do curso;

Composição e titulação do núcleo docente;

Adequação, formação e experiência dos docentes;
26

As políticas de pessoal, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas
condições de trabalho;

A comunicação com a comunidade interna e externa.
III – Infraestrutura:

Adequação do espaço físico para o bom desenvolvimento do curso;

Biblioteca e recursos de informação e comunicação;

Sustentabilidade financeira.
Compondo as dimensões avaliativas, a autoavaliação do curso poderá utilizar a proposta do Exame
Nacional do Desempenho dos Estudantes (ENADE), que tem como trajetória uma ação
fundamentada na avaliação dos conteúdos programáticos previstos nas DCNs. Cabe ressaltar que o
questionário aplicado para os alunos como também o aplicado para o coordenador tem a finalidade
de comparar a compreensão do curso na percepção do aluno e do coordenador. Com esse novo
sistema, o curso passa a agregar mais um componente autoavaliativo.
Reconhecendo a avaliação como um processo cultural, a FIRP acredita na implementação
permanente de um ciclo de avaliação de curso, criando estruturas capazes de dar suporte às
práticas pedagógicas e institucionais. Neste sentido, os produtos passíveis de autoavaliação
conformam-se de maneira variada, tais como:

Questionários e entrevistas semiestruturadas;

Reuniões com os representantes de classe e relatos de experiência;

Reuniões semestrais com as turmas em andamento;

Retorno da ação e eventuais entrevistas individuais com docentes,

Reunião pedagógica com os professores (ordinárias/extraordinárias);
Cabe também ressaltar que os agentes que participam da avaliação devem desempenhar um papel
de mediador no processo de construção do ensino superior de qualidade, incorporando o desafio de
um aprendizado permanente onde todos possam contribuir na construção das necessidades
formativas, dimensionando assim a identidade do corpo discente.
27
3.8. ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO
O atendimento psicopedagógico possibilita aos alunos dos cursos de graduação das Faculdades
Integradas de Ribeirão Pires a intervenção educativa para melhor compreensão sobre a apropriação
do conhecimento, assim como permitir o aprofundamento e confronto de conceitos importantes no
processo de reflexão acerca da cultura universitária, e os objetivos específicos são:

Contribuir na formação dos futuros profissionais, instrumentalizando-os no que diz
respeito ao desenvolvimento do autoconceito positivo e melhor inserção na atuação
intelectual;

Analisar as situações dos estudantes com dificuldades de aprendizagem a fim de
proporcionar orientações e instrumentos que sejam capazes de modificar o conflito
estabelecido;

Intervir específica e individualmente, no que se refere aos problemas com o ensino, até
a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem como tal;

Pesquisar, analisar e interpretar a realidade educacional, visando contribuir para a
fomentação e avaliação dos processos educacionais que ocorrem dentro e fora do
espaço escolar;

Intervir na melhoria da qualidade do ensino aprendizagem, sugerindo propostas de
ensino e os materiais pedagógicos as condições existentes em diferentes contextos de
aprendizagem.
DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES
METAS
AÇÕES
RECURSOS
PARTICIPANTES
CRONOGRAMA
MÊS
03
Realização de encontros
com Coordenadores
Realização de encontros
com alunos
Orientação de técnicas
específicas de ensino
Marcar com a
Direção
Marcar com a
Direção
Informar
professores
Sala de reuniões
Diretor, Vice diretor
e Coordenadores
Salas de aula
Alunos
Sala do Setor de
Psicopedagogia
Coordenação e
Professores
04
05
06
X
X
X
X
X
X
28
Diminuir o índice de evasão
e retenção durante o
período representado aqui
no 1º Semestre de 2014
Acompanhar
continuamente o
desempenho dos
alunos através de
observações diárias
Sala do Setor de
Psicopedagogia
Professores e
funcionários da
secretaria
Instituir sistema de
acompanhamento das
avaliações dos alunos com
baixo rendimento
Diminuir as dificuldades de
aprendizagem
Acompanhar
resultados das N1 e
N2
Sala do Setor de
Psicopedagogia
Professores e
funcionários da
secretaria
Intermediar as
atividades
desenvolvidas nas
aulas de
nivelamento
Salas de aula do
nivelamento
Professores do
nivelamento
X
X
X
X
X
X
X
X
3.9. OBJETIVOS DO CURSO
3.9.1. Objetivos Gerais
Os objetivos gerais do Curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação são:

Construir uma base tecnológica que permita aos alunos o domínio da administração dos
recursos de infraestrutura física e lógica da tecnologia da informação;

Possibilitar visão global das empresas no contexto nacional e internacional via agressão de
competências interdisciplinares, com análise abrangente e profunda do gerenciamento da
infraestrutura tecnológica;
3.9.2. Objetivos Específicos
Os objetivos específicos do Curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação são:

Possibilitar aos alunos a aquisição das competências e habilidades necessárias ao
exercício profissional específico da gestão da tecnologia da informação;

Proporcionar oportunidades de vivenciar o funcionamento de sistemas, implantar e
documentar rotina, controlar sistemas operacionais e banco de dados;

Instrumentalizar o aluno para a gestão dos custos da TI, com aproveitamento máximo dos
recursos financeiros;

Estimular o desenvolvimento da autonomia na solução de problemas;

Oferecer oportunidades de atuação em equipes de trabalho.
X
X
29

Possibilitar a consecução de resultados reais empresariais por meio de padrões
internacionais de governança de TI.
4. SOBRE O EGRESSO
4.1. COMPETÊNCIAS GERAIS
-
Capacidade de aplicar os conhecimentos na prática.
-
Conhecimentos sobre a área de estudo e a profissão.
-
Responsabilidade social e compromisso cidadão.
-
Capacidade de comunicação oral e escrita.
-
Habilidades no uso das tecnologias da informação e da comunicação.
-
Capacidade de aprender e atualizar-se permanentemente.
-
Habilidades para buscar, processar e analisar informação com fontes diversas.
-
Capacidade crítica e autocrítica.
-
Capacidade para atuar em novas situações.
-
Capacidade criativa.
-
Capacidade para identificar, apresentar e resolver problemas.
-
Capacidade para tomar decisões.
-
Capacidade de trabalho em equipe.
-
Compromisso com a preservação do meio ambiente.
-
Valorizar e respeitar a diversidade e multiculturalidade.
-
Compromisso ético.
-
Compromisso com a qualidade.
Espera-se, ainda, que seja um profissional dotado de:
-
Disposição para empreender ações, analisar crítica e claramente as empresas, propor
transformações.
-
Iniciativa para identificar necessidades específicas das empresas, do mercado, da
sociedade.
-
Criatividade para propor soluções.
-
Flexibilidade para adaptar-se às rápidas transformações tecnológicas.
-
Capacidade de empenho na atualização de conhecimentos com crescente autonomia
intelectual.
30
4.2. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS
Espera-se que o Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação, egresso da FIRP, seja um
Profissional com formação adequada para atuar na área com:

Conhecimento, compreensão e visão ampla das atividades de gerenciamento de TI, no
contexto maior de gestão empresarial;

Competência e habilidade para:
-
Administrar os recursos de infraestrutura física e lógica dos ambientes
informatizados;
-
Definir parâmetros de utilização de sistemas;
-
Implantar e documentar rotinas;
-
Gerenciar os recursos humanos envolvidos;
-
Gerenciar sistemas implantados;
-
Gerenciar custos de projetos de TI;
-
Zelar pela segurança das informações;
-
Assegurar a qualidade e atualização dos sistemas implantados.
4.3. CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
Os possíveis campos de atuação profissional que o curso pode suportar são muitos devido o caráter
interativo próprio da natureza do assunto. Dessa forma não é possível descrevê-los cabalmente,
mesmo por que as oportunidades nessa área crescem rapidamente. Segundo divulgação da União
Internacional das Telecomunicações (UIT), o Brasil pertence ao grupo de países que fizeram os
maiores progressos no tocante ao desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação
(dados de outubro de 2012).Seguem exemplos desses campos:

Alinhamento de tecnologia da informação e comunicação em qualquer tipo de negócio;

Uso de ferramentas tecnológicas para acompanhamento de desempenho de negócios de
qualquer área;

Gerenciamento de recursos tecnológicos em organizações de qualquer área de atuação;

Mitigação de riscos de negócio, por meio do uso adequado de ferramentas tecnológicas, em
empresas de qualquer área de atuação.
31
5. ESTRUTURA CURRICULAR
5.1. ASPECTOS INOVADORES DA INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
O ensino pretendido deverá ocorrer em sintonia com a iniciação científica desde o primeiro ano.
Será estabelecida orientação interdisciplinar por meio de ações educacionais integradoras entre as
diferentes disciplinas curriculares objetivando os conteúdos específicos, visando ampliar os
conhecimentos oferecidos aos graduandos, especialmente, àqueles afeitos à investigação científica,
permitindo saberes necessários para a pesquisa em educação.
Sintonizados com tais esforços, serão implantados grupos de estudo pelo qual serão efetivadas
pesquisas concernentes à teoria e realidade educacional por meio de projetos de professorespesquisadores, os quais implementarão grupos de estudos e de pesquisas oferecidos regularmente
aos graduandos.
Além de tais procedimentos, serão oferecidos cursos de extensão com o intuito de ampliar e
aprofundar conhecimentos adquiridos na graduação, bem como ofertando à comunidade
possibilidades educacionais de capacitação e especialização em temáticas relativas à Tecnologia
da Informação.
Tais práticas encaminham à necessidade de se efetivarem ações integradoras às instituições que
atuam na região, por meio de parcerias que objetivarão oferecer aos docentes e graduandos
oportunidades concretas de inserção social por meio de ações que possibilitem a qualificação
educacional em seu sentido amplo.
5.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Considerando que vivemos na sociedade do conhecimento e que a aprendizagem não pode ser
reduzida à sala de aula, tendo em vista a multiplicidade de possibilidades de aprendizagem
oferecidas pela sociedade da informação e a necessidade de estimular a busca contínua do saber
para além da sala de aula, foram organizadas uma série de oportunidades de aprendizagem para o
aluno complementar a sua formação, por meio de 200 (duzentas) horas, de registros e relatórios de
atividades complementares.
de acordo com a Resolução CNE/CP Nº 02, de 19 de fevereiro de 2002, e reconhecidas pelo
Colegiado do Curso. Essas atividades são de cunho acadêmico, científico e cultural que deverão ser
32
desenvolvidas pelos discentes ao longo de sua formação, como forma de incentivar uma maior
inserção em outros espaços acadêmicos e profissionais. Essas atividades devem envolver ensino,
pesquisa e extensão, com respectivas cargas horárias previstas em anexo.
É de responsabilidade da coordenação do Curso, a validação das atividades desenvolvidas com os
respectivos documentos comprobatórios. Uma vez reconhecido o mérito, o aproveitamento e a
carga horária pelo Coordenador do Curso, essa carga horária será contabilizada. Para todas as
atividades desenvolvidas será utilizado um fator de conversão de 1:1, isto é, para todos os
certificados apresentados serão validadas as cargas horárias integrais, desde que se respeitem os
limites máximos estabelecidos de carga horária para cada atividade desenvolvida.
A entrega dos documentos comprobatórios à Coordenação poderá ocorrer a qualquer momento do
semestre, e o Coordenador do Curso determinará o período de divulgação dos resultados. O
Coordenador do Curso encaminhará os processos aos membros do Colegiado de Curso para
análise. Após a aprovação, a computação dessas horas de atividades complementares de curso
pelo Colegiado, o Coordenador do Curso encaminhará os processos ao setor de registro
acadêmico. O Colegiado do Curso pode exigir documentos que considerar importantes para
computação das horas das outras atividades complementares de curso.
Só poderão ser contabilizadas as atividades que forem realizadas no decorrer do período em que o
aluno estiver vinculado ao Curso. Os casos omissos e as situações não previstas nessas atividades
serão analisados pelo Colegiado do Curso.
5.3. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Não haverá Estágio Curricular. Entende-se que o perfil profissional que se pretende formar será
obtido com o processo metodológico adotado, dispensando-se, assim, o Estágio Curricular
Supervisionado.
5.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Pelas características práticas do curso, entende-se que o projeto integrador faz a função do TCC
para este curso, dispensando-se, assim, o TCC.
33
5.5. CURRÍCULO PLENO PROPOSTO EM CONSONÂNCIA COM OS OBJETIVOS DO CURSO
O curso superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação foi estruturado com carga
horária de 2173 horas, distribuídas em cinco semestres. Está centrado na formação de um
profissional apto a atuar nas atividades do setor, preparado para gerenciar tecnologias da
informação com compreensão crítica das implicações delas decorrentes e das suas relações com o
processo produtivo, o ser humano e a sociedade.
Ainda que voltado para uma área específica de atuação profissional, o curso deve abranger,
permeando as bases tecnológicas, cultura, historicidade, atualidade, ética e meio ambiente, tendo
em vista o desenvolvimento social, integrado e sustentável da sociedade brasileira.
A trajetória de formação do curso foi estruturada para proporcionar:

Semestre I, os conhecimentos básicos necessários para atuar nas organizações e os
fundamentos de gestão e de TI;

Semestre II, os fundamentos técnicos de TI relacionados aos sistemas de informação, sistemas
operacionais e banco de dados;

Semestre III, aprofundamento dos fundamentos técnicos de TI no gerenciamento da
infraestrutura física e lógica;

Semestre IV, os conhecimentos técnicos sobre o uso estratégico da TI, gerenciamento de
projetos e aspectos financeiros;

Semestre V, os conhecimentos técnicos sobre a interligação de TI com outras áreas, como o
gerenciamento dos recursos humanos envolvidos, legislação e ética, qualidade de software.
Uma vez que é inerente à tecnologia da informação a interdisciplinaridade, pois o seu uso é
fundamental para o exercício de qualquer tipo de negócio, naturalmente prevê-se projetos
interdisciplinares ao longo do curso como:
Evento “Semana da Gestão de TI” que se discutirão atualidades como: mídias sociais e outras
modalidades de tecnologias emergentes.
Eventos interdisciplinares envolvendo os demais cursos oferecidos na instituição como Logística,
Administração, Gestão Financeira, Educação Física, etc., também serão apreciados.
34
5.5.1. Currículo Pleno Proposto
O curso de Gestão da Tecnologia da Informação distribui 2173 horas Relógio em componentes
curriculares abrangendo fundamentos de gestão empresarial, fundamentos de tecnologia da
informação, uso estratégico de tecnologia da informação, integração da tecnologia da informação
com outras áreas, legislação, ética e questões sociais.
Uma observação importante é que o foco principal do curso não é simplesmente a questão
tecnológica da tecnologia da informação, mas o uso adequado da tecnologia da informação nas
organizações para a consecução de resultados. Isso passa por uma compreensão do uso
estratégico da tecnologia da informação, isto é, a busca de um alinhamento da TI com os objetivos
estratégicos organizacionais.
5.5.2. Componentes curriculares e carga horária
O Curso proposto possui uma carga horária total mínima de 2173 horas Relógio, distribuída em
conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos.
Num primeiro momento deste curso, a grade foi desenvolvida com duas unidades em cada
semestre. O objetivo disso era tornar o curso dinâmico, uma vez que as disciplinas com 40 horas
podem ser feitas em dez encontros. Essa prática, porém, vinha trazendo problemas com horários
dos professores inclusive dificuldades de se conseguir professores no meio do semestre, pois os
términos das disciplinas aconteciam num momento não usual que não se encaixava com os
horários da maioria dos professores. Esses e outros problemas que surgiram com a prática da
divisão de cada semestre em duas unidades foram resolvidos com a adoção de um sistema com
período semestral. A Matriz Curricular proposta a seguir já contempla essa mudança, isto é,
organizada utilizando período semestral.
Essa matriz organizada de forma semestral também comtempla a inserção do Projeto Integrador
abrangendo o terceiro, quarto e quinto semestres do curso e promovendo um aumento do total de
horas em relação ao que se tinha proposto no primeiro momento.
A matriz curricular proposta para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da
Informação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, contendo a distribuição dos componentes
curriculares por semestre letivo, é apresentada a seguir.
35
5.5.3. Elenco de Disciplinas
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
CH
CH
Hora
Total
Semanal
Presencial
Relógio
COMPONENTES CURRICULARES
1º SEMESTRE
Comunicação Empresarial
Matemática Aplicada à TI
Gestão de Negócios
Lógica
Estatística
Prática em TI I
SUBTOTAL
4
4
4
2
2
4
20
80
80
80
40
40
80
400
80
80
80
40
40
80
400
66,66
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
333,30
4
4
4
2
2
4
80
80
80
40
40
80
80
80
80
40
40
80
66,66
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
333,30
2º SEMESTRE
Organização de Computadores
Sistema de Informação
Administração de Banco de Dados
Empreendedorismo
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Prática em TI II
SUBTOTAL
20
400
400
3º SEMESTRE
Modelagem de Sistemas de Informação
Redes de Computadores
Inglês Instrumental
Gerenciamento de Infraestrutura
Metodologia da Pesquisa Científica
Prática em TI III
Projeto Integrador I
SUBTOTAL
4
4
4
2
2
4
80
80
80
40
40
80
20
400
4
4
4
4
4
80
80
80
80
80
80
80
80
40
40
80
100
500
66,66
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
100
433,30
80
80
80
80
80
100
66,66
66,66
66,66
66,66
66,66
100
433,30
4º SEMESTRE
E-commerce
Governança de TI
Finanças em Projetos de TI
Gerenciamento de Projetos
Prática em TI IV
Projeto Integrador II
SUBTOTAL
20
400
500
5º SEMESTRE
Gestão Estratégica de RH
Qualidade de Software
Sociedade e Tecnologia da Informação
Legislação e Ética
Optativa
Prática em TI V
Desenvolvimento de Projeto em TI
Projeto Integrador III
SUBTOTAL
2
2
2
2
2
4
4
40
40
40
40
40
80
80
18
360
40
40
40
40
40
80
80
140
500
33,33
33,33
33,33
33,33
33,33
66,66
66,66
140
439,97
36
5.5.4. Quadro Geral
Carga Horária
Hora aula Hora relógio
CH de disciplinas curriculares presenciais
1960
1633
CH de atividades complementares
200
200
CH de projeto integrador
340
340
Carga Horária Total do Curso
2500
2173
5.5.5. Fluxograma do Curso
5.5.6. Ementa e Bibliografia dos componentes curriculares
Encontram-se relacionadas e descritas, a seguir, os componentes curriculares integrantes da
matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação, com
os objetivos de aprendizagem, assim como as ementas e as bibliografias, básica e
37
complementar.
Comunicação Empresarial
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Discutir sobre a importância do estudo da Língua Portuguesa. Dominar as especificidades da
análise do discurso oral e escrito, através de exercícios práticos de leitura e escrita. Discutir os
diferentes aspectos da produção de texto. Produzir textos coerentes e criativos. Propiciar
oportunidades para que o futuro tecnólogo reconheça que a utilização adequada dos processos
específicos da comunicação pode servir-lhe como instrumento de integração e de
aperfeiçoamento profissional. Desenvolver a competência comunicativa nas relações de
trabalho, exercendo a função social da linguagem através do aperfeiçoamento das habilidades
de ouvir, falar, ler e escrever. Ampliar o domínio da língua materna, reconhecendo e utilizando
as diversas formas e diferentes funções da linguagem.
Ementa:
Redação técnica, científica e literária para a prática de leitura e produção de textos comuns aos
escritórios modernos e as empresas, especificamente na elaboração de projetos e relatórios
administrativos e de comunicação oral e escrita praticadas nas empresas. O processo de
comunicação. Elementos do processo. Tipos de comunicação. Funções da linguagem.
Concepção de comunicação empresarial. A gestão e a comunicação. Cultura da comunicação
dentro e fora da empresa. Objetivos da comunicação empresarial. A comunicação na empresa.
Bibliografia Básica:
TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Empresarial. 3. ed. São Paulo SP: Atlas, 2010. 445 p.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação empresarial: políticas e estratégias. São Paulo :
Editora Saraiva, 2009. 338 p.
CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro :
Lexikon, 2008. 762 p.
Bibliografia complementar:
GRION, Laurinda. Como redigir documentos empresariais. São Paulo: Edicta, 2002. 229 p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
São Paulo: Atlas, 1997. 231 p.
MACARENGO, Isabel. Comunicação empresarial na pratica. 3ªed. São Paulo: Saraiva. 2013.
1º. SEMESTRE
Matemática aplicada a TI
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Contribuir na formação profissional do Tecnólogo da Informação, de forma que os alunos se
38
familiarizem com a linguagem e conceitos da Matemática Aplicada; Reconhecer e aplicar
adequadamente as técnicas da Matemática Aplicada necessárias ao seu campo de atuação
profissional; Levar o aluno ao correto conceito, entendimento e importância dos principais
métodos utilizados na Matemática Aplicada.
Ementa:
Razões e Proporções; Regra de Três; Porcentagem; Equações; Conjuntos; Funções;
Expressões Numéricas; Expressões Literais; Sistemas de Numeração; Álgebra Matricial:
Conceito de Matriz, Tipos de Matriz ( Retangular, Quadrada, Linha, Coluna), Matriz Oposta e
Matriz Transposta, Adição e Subtração de Matrizes, Multiplicação de um número real por uma
matriz, Multiplicação entre duas Matrizes, Problemas de Aplicação com Matrizes; Determinantes
(conceito, cálculos e aplicações).
Bibliografia Básica:
LAPA, Nilton. Matemática aplicada: uma abordagem introdutória. São Paulo - SP: Saraiva,
2012. 285 p.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da.
Matemática básica para cursos superiores. São Paulo : Atlas, 2013. 227 p.
REYNOLDS, James J. Matemática aplicada.Artmed.2006.
Bibliografia complementar:
DI AGUSTINI, C.A. Matemática Aplicada à Gestão de Negócios. Rio de Janeiro: Editora
FGV,2005.
LIPSCHUTZ, Seymour. Matemática Discreta. 3.ed. Porto Alegre: Bookman. 2013.
OLIVEIRA, Edmundo Capelas de. Introdução aos métodos da matemática aplicada. 3ªed.
Campinas: Unicamp. 2010
39
Gestão de Negócios
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Proporcionar ao aluno uma base de conhecimento sobre as modernas tendências da gestão
organizacional. Desenvolver no aluno a capacidade analítica para reconhecer e decidir sobre os
modelos de gestão organizacional. Construir uma base tecnológica que estimule o pensamento
crítico, facilite a absorção do conhecimento e melhore a capacidade de resposta aos desafios
da moderna gestão organizacional. Promover a compreensão da Organização e as principais
teorias da administração. Desenvolver a compreensão de formulação de fluxogramas
Ementa:
A função Planejamento. O imperativo da competitividade. Gestão pela Qualidade Total. Gestão
de Projetos e Gestão de Pessoas. Definição e conceito de organização. A organização e seus
impactos no indivíduo, nas comunidades e na sociedade. Teorias da administração
(Administração Científica) – vídeo abrangendo esse tema e também Visão Sistêmica / A
empresa vista como um sistema. Teoria Geral dos Sistemas. A linha do tempo das teorias da
administração. Processos decisórios. Estratégia empresarial. Organização, sistemas e métodos.
Os profissionais ligados à OSM. Distribuição do trabalho. Processos. Espaço físico, Layout e
ergonomia. Técnicas gráficas para representação dos sistemas administrativos. Manuais
administrativos
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Princípios de negociação: ferramentas e gestão. São
Paulo : Editora Atlas, 2012. 273 p.
ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento estratégico: formulação, implementação e
controle. São Paulo : Atlas, 2012. 182 p.
SILVA, Edison Aurélio da. Gestão de negócios. Saraiva. 2005. 310 p.
Bibliografia complementar:
AMBRÓSIO, Vicente. Plano de marketing: um roteiro para a ação. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2ªed. 2011.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da Administração da revolução urbana à
revolução digital. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Cury, Antônio. Organização e Métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2000.
40
Lógica
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Introduzir os conceitos de Lógica para computação, Contextualizar a área de lógica.
Ementa:
O que é lógica. Raciocínio lógico. A lógica no dia-a-dia. Algoritmo: Conceitos preliminares;
Algoritmo de forma simples; Como fazer um algoritmo; Transformando lógica em algoritmo;
Algoritmo e programação; Tipos básicos primitivos (inteiro, real, caractere, lógico, constante).
Variáveis. Expressões aritméticas. Expressões lógicas. Operadores relacionais. Operadores
lógicos. Tabelas-verdade. Comandos de entrada e saída na prática. Caso de uso: Aplicando
lógica; Lógica em sistema de software. Fluxograma em lógica de programação. Lógica de
parâmetros de sistema. Lógica aplicada em linguagem de programação.
Bibliografia Básica:
SOUZA, Marco A. Furlan. Algoritmos e lógica de programação. 2ªed. São Paulo: Cengage,
2011.
SILVA, Flávio Soares Correa da. Lógica para computação. São Paulo: Cengage Learning.
2006. 243 p.
BARBIERI FILHO,Plinio. Fundamentos de informática: lógica para computação. Rio de
Janeiro: LTC, 2013.
Bibliografia complementar:
BENEDUZZI, Humberto. Lógica e Linguagem de Programação: introdução ao desenvolvimento
de software. Curitiba: Ao Livro Tecnico, 2010.
FORBELLONE, Andre Luiz. Lógica de programação: a construção de algarismos e estruturas
de dados. 3ªed. São Paulo Prentice Hall, 2005.
STEIN, Ronald. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus. 2012.
41
Estatística
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Apresentar os princípios da estatística aplicada e promover discussões sobre os mesmos.
Ementa:
Conceitos fundamentais de Estatística Descritiva; Distribuição de frequências, Histograma,
Medidas de tendência central (média, moda e mediana), Medidas de dispersão (amplitude total,
variância, desvio padrão, coeficiente de variação).
Bibliografia Básica:
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19. ed. São Paulo : Saraiva, 2009. 218 p.
LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637 p.
AKANIME, Carlos Takeo. Estudo dirigido de estatística descritiva. 2 ed. São Paulo: Érica,
2013. 253 p.
Bibliografia complementar:
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística Geral e Aplicada. 4. ed. São Paulo: Atlas.2011.
SILVER, Mick. Estatística para Administração. São Paulo: Atlas, 2000
LEVINE, David M. Estatística: teoria e aplicações usando MS Excel em português. 6 ed. Rio de
Janeiro: LTR, 2013. 803 p.
42
Prática em TI I
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Instrumentalizar o aluno para o uso de aplicativos para escritórios (editores de textos, planilhas
eletrônicas e software de apresentação).
Ementa:
Conceitos básicos de Planilhas Eletrônicas, Operadores aritméticos, Operadores relacionais,
Operador de texto, Operadores de referência, hierarquia das operações, Principais funções,
funções condicionais, PROCV, Gráficos, Tabelas dinâmicas, Macros. Conceitos básicos do
PowerPoint, desenvolvimento de apresentações, técnicas de apresentação.
Nesta disciplina também deve ser abordado a questão da inclusão tecnológica para
afrodescendentes, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e
racismo na sociedade moderna.
Bibliografia Básica:
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática : conceitos básicos. 8ª.ed. Rio de Janeiro :
Elsevier, 2011. 391 p.
REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação: aplicada a sistemas de informação
empresariais. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2013. 345 p.
SILVA, Mario Gomes. Informática: terminologia, windows 8, Internet – segurança – word 2013
– excel 2013 – powerpoint 2013 – acces 2013. São Paulo: Érica, 2014. 414 p.
Bibliografia Complementar:
WARSCHAUER, Mark.Tecnologia e inclusão social: A exclusão digital em debate. São
Paulo: Senac São Paulo, 2006. 319 p.
MARÇULA, Marcelo. Informática – Conceitos e aplicações. 4 ed. São Paulo: Erica, 2013.
HADDAD, Renato. Crie Planilhas Inteligentes com o Microsoft Office Excel 2003 Avançado. 5 ed. São Paulo: Erica, 2008.
43
2º. SEMESTRE
Organização de Computadores
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Introduzir os conceitos de hardware, manutenção preventiva e corretiva de computadores e
notebooks, estrutura física computacional.
Ementa:
Contextualização de Organização Computacional I. Noções básicas sobre hardware de PCs.
Arquitetura de PCs. Processadores e Evolução. Memórias e Disco Rigidos. Placa Mãe, Modelos
e Formatos Servidores. Material de Manutenção e Manuseio de Equipamentos. Manutenção
Preventiva. Manutenção Corretiva. Noções básicas sobre Rede. Arquitetura de Rede Cabeada.
Rede Wi-Fi. Memórias e Disco Rigidos. Placa Mãe. Servidores. Material de Manutenção.
Manuseio de Equipamentos.
Bibliografia Básica:
MONTEIRO, Mario A. Introdução a organização de computadores. 5 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2007.
TANENBAUM, A . S. Organização Estruturada de Computadores. 6 ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2013.
STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8ªed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010. 624 p.
Bibliografia complementar:
PAIXÃO, Renato Rodrigues. Manutenção de computadores – guia pratico. São Paulo: Érica,
2010. 208 p.
FIDELI, Ricardo Daniel. Introdução à Ciência da Computação. 2ªed. São Paulo: Cengage
Learning, 2010.
VELLOSO, Fernando Castro. Informática : conceitos básicos. 8ª.ed. Rio de Janeiro : Elsevier,
2011. 391 p.
44
Sistema de Informação
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Apresentar e discutir os Sistemas de Informação com uma abordagem gerencial, enfatizando as
contribuições dos principais autores para uma melhor compreensão, interpretação e explicação
dos diferentes tipos de Sistemas de Informação existentes com o intuito de tornar as
organizações modernas mais competitivas.
Ementa:
Conceitos e definições de SI, Tipos de SI, Exemplos de SI, Gerenciamento dos Recursos de
Informação, Sistemas Estratégicos e Vantagens Competitivas, Gerenciamento de Dados em SI,
Sistemas de Processamento de Transações (SPTs), Sistemas de Informações Gerenciais
(SIGs), Sistemas de Planejamento de Recursos Empresariais (ERPs). Sistemas de Gestão do
Relacionamento com o Cliente (CRM), Sistemas de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos
(SCM), Sistemas de Apoio à Decisão (SAD), Sistemas de Informação Executiva (SIE), Sistemas
Inteligentes (SI), Data Warehouse, Data Mining, Gestão do Conhecimento, Intercâmbio
Eletrônico de Dados entre SIs, Ética e Privacidade e Segurança da Informação, Proteção de
Sistemas de Informação, Auditoria em SI.
Bibliografia Básica:
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008. 235 p.
BALTZAN, Paige. Sistemas de informação. Porto Alegre: McGraw-Hill. 2012. 369 p.
STAIR, Ralph M. Princípios de sistemas de informação. 9 ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
Bibliografia complementar:
SANTOS, Aldemar de Araujo. ERP E Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Atlas,
2013. 115 p.
O`BRIAN, Jámes A. Administração de sistemas de informação.15 ed. Porto Alegre: McGrawHill, 2012.
LYRA, Mauricio Rocha. Segurança e Auditoria em Sistemas de Informação. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna. 2008.
45
Administração de Banco de Dados
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Introduzir os conceitos de gestão em administração de banco de dados conhecer a IDE de
desenvolvimento de gerenciamento de SGDB.
Introduzir os conceitos de desenvolvimento Prático em Banco de Dados.
Ementa:
Conceitos básicos sobre banco de dados e Sistema de Gerenciamento de banco de dados.
Modelos de entidades e relacionamentos, Arquitetura dos sistemas gerenciadores de banco de
dados (SGBD). Características típicas de um SGBD. Modelo entidade-relacionamento.
Plataformas de Desenvolvimentos Open Source. Modelos de dados: conceitual, lógico e físico.
Modelos lógicos de dados: abordagem hierárquica e de rede, relacional e objeto-relacional.
Instalação e SQL Server Express Edition. Aprendendo a Criar um Bando de Dados por SQL.
Instalação MySqlLocalhost. Comando Create, Insert, Delete, Update, Select, Delete
Bibliografia Básica:
ROB, Peter. Sistema de banco de dados – Projeto, implementação e gerenciamento. São
Paulo: Cengage Learning, 2010.
GILLENSON, MARK L. Fundamentos de sistemas de gerenciamento de banco de
dados.Rio de Janeiro: LTC.2006
Gillenson, Mark. Introdução a gerência de banco de dados.Rio de Janeiro: LTC.2009
Bibliografia complementar:
MANNINO, Michael. Projeto, Desenvolvimento de Aplicações e Administração de Banco de
Dados. Mcgraw Hill. 2008.
MACHADO, Felipe. Banco de dados: projeto e implementação.2ªed. São Paulo: Érica.2008.
HEUSER, CARLOS ALBERTO. Projeto de banco de dados. Porto Alegre: Bookman. 6ªed.
2009.
Empreendedorismo
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Contribuir na formação do futuro Tecnólogo em Gestão de Tecnologia da Informação para que
este possa utilizar a visão holística nos processos inerentes ao negócio, bem como propiciar
oportunidade de identificar e avaliar aplicações potenciais dentro de sua área de atuação,
46
visando sua contribuição como gestor na organização como um todo, ou ainda, capacitando-o
para o Empreendedorismo, permitindo-lhe desenvolver seu próprio negócio.
Desenvolver a capacidade de análise quanto às diferentes políticas de negócio.
Ementa:
Origem do Empreendedorismo. Noções de Empreendedorismo. O comportamento
empreendedor. Características do empreendedor. Descobrindo, identificação e entendendo
oportunidades. Erros fatais dos empreendedores. O mundo dos negócios - Informações
essenciais: “Olhar antes de saltar”. A empresa e sua posição no mundo dos negócios.
Planejamento Estratégico e operacional para vantagens competitivas
Bibliografia Básica:
BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias
e dinâmicas. 2. ed. São Paulo :Editora Atlas, 2012. 330 p.
BARON; Robert A./SCOTT SHANE A.. Empreendedorismo: uma visão do processo. São
Paulo: Thomson, 2007.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao epírito empreendedor. 4. ed.
Barueri : Editora Manole Ltda, 2012. 315 p. .
Bibliografia complementar:
DRUCKER, P. Inovação e Espírito Empreendedor. São Paulo: Pioneira Thonsom, 2002.
DRUCKER, P.F. Administrando para o futuro. São Paulo: Pioneira, 1995.
DOLABELA, F., O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores associados: 2008.
Prática em TI II
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Ensinar aos participantes do curso a criar e publicar websites de acordo com as suas próprias
necessidades ou com as necessidades da organização em foco, disponibilizando aos usuários
websites objetivos e de fácil navegação. Aprender a utilizar CSS em conjunto com o HTML na
criação de Páginas de Internet modernas com layouts atualizados. Permitir o que aluno possa
criar estilos CSS próprios e também atualizar estilos já existentes na Internet, personalizando
sites de acordo com suas preferências. Utilizar o CSS para facilitar o desenvolvimento de
páginas de Internet, permitindo uma formatação agradável, o que é muito limitado apenas com
a utilização do HTML.
Ementa:
47
Estrutura Básica, Elementos HEAD, BODY, Comentários, Parágrafos, Quebra de Linha,
Divisores, Formatação de Texto, Marquee, Textos Pré-Formatados, Títulos, Imagens, Listas,
Âncoras, Links, Tabelas, Células, Frames e Formulários (Caixa de Texto, Formulário com
Senha, Caixa de Combinação, Caixa de Listagem, Caixa de Checagem, Botão de Opção, Botão
Limpa/Cancela, Botão Submit, Campos Escondidos, etc). Apresentação do CSS, Vantagens de
utilização do CSS, Estilos, Vantagens e Desvantagens, Sintaxe, Tipos de Folha de Estilos,
Precedência de Folha de Estilos, Comentários, Propriedades de Backgorund (color,backgroundcolor,background-image, background-attachment, background-position), Propriedades de Texto
(text-align, text-decoration, text-transform, text-indent), Propriedades de Fonte (font-family, fontstyle, font-size), Propriedades de Links (a:link, a:visited, a:hover, a:active), Propriedades de
Lista (list-style-type, list-style-image), Propriedades de Tabelas (border, border-collapse, width,
height, padding) Alinhamento e Agrupamento de Objetos (Class, Id, Span, Div, Box Model,
Margin, Flutuação de Elementos, Float, Clear), Posicionamento de Objetos (top, left, position) e
Criação de Menus (Sprites, Rollover, Tolltip, Drop Down, etc).
Esta disciplina também deve abordar a questão da inclusão tecnológica para comunidades
quilombolas, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e
racismo na sociedade moderna.
Bibliografia Básica:
NIEDERAUER, Juliano Desenvolvendo websites com PHP. 2ªed. São Paulo: Novatec. 2011.
BRITO, Diego. Criação de Sites na era da WEB 2.0. Rio de Janeiro: Brasport, 2011.
OLIVIERO, Carlos Antonio J. Faça um site – PHP 5.2 com MYSQL 5.0.São Paulo: Érica.2010.
Bibliografia complementar:
WILLIAM, P. Alves. Crie, Anime e Publique Seu Site Utilizando Fireworks CS6, Flash CS6 e
Dreamweaver CS6 - em português - para Windows. São Paulo: Erica. 2012.
RODRIGUES, Andreia. Desenvolvimento para internet.Curitiba: Do livro técnico.2012
SILVA, Mauricio Samy. Construindo Sites com CSS e (X)HTML. São Paulo: Novatec. 2008.
48
Fundamentos de sistemas Operacionais
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Ensinar aos participantes do curso os principais conceitos envolvidos na criação e utilização dos
Sistemas Operacionais modernos.
Ementa:
Introdução aos Sistemas Operacionais, História dos Sistemas Operacionais, Estruturas dos
Sistemas Operacionais, Processos, Threads, Comunicação entre Processos, Escalonamento de
Processos, Gerenciamento de Memória, Memória Virtual, Sistemas de Arquivos, Recursos de
Entrada/Saída, Impasses e Segurança de Sistemas Operacionais, Comparações entre os
Sistemas Operacionais Windows e LINUX.
Bibliografia Básica:
GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas operacionais – Principios basicos. Rio de
Janeiro: LTC. 2013.
STUART, Brian L. Principios de sistemas operacionais – projetos e aplicações.São Paulo:
Cengage.2011.
TANENBAUM, Andrew. Sistemas operacionais: projeto e implementação.3ªed. Porto Alegre:
Bookman. 2008.
Bibliografia complementar:
MACHADO, Francis B.. Fundamentos de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC.2011.
OLIVEIRA, Rômulo Silva de. Sistemas operacionais. 4ªed. Porto Alegre: Bookman. 2010.
MACHADO, Francis B. Arquitetura de sistemas operacionais.5ªed. Rio de Janeiro:
LTC.2013.
49
3º. SEMESTRE
Redes de computadores
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Ensinar aos participantes do curso os principais conceitos envolvidos em Redes de
Computadores, extrair suas as melhores funcionalidades e avaliar a necessidade de
equipamentos de hardware e software necessários para a utilização de Redes de
Computadores nas organizações. Ensinar aos participantes do curso a instalar Servidores de
Redes personalizados de acordo com a necessidade da organização em foco, disponibilizando
os melhores recursos para os usuários de uma Rede de Computadores.
Ementa:
Introdução às Redes de Computadores, Conceitos, Modelo de Referência ISO/OSI, Sistemas
de Cabos, Equipamentos, Tipos de Redes, Padrão IEE802.3, Modelo TCP/IP. Instalação de
Windows Server 2008, Configurações Básicas Iniciais, Servidor DNS, Controlador de Domínio,
Servidor DHCP, EventViewer, Active Directory, Servidores de Arquivos (Instalação, Cotas,
Bloqueios e Compartilhamentos), Internet Information Services (ISS), Servidor FTP, IPSEC,
Distributed File System (DFS) e Firewalls.
Bibliografia Básica:
KUROSE, James F. Redes De Computadores E A Internet. 6. Ed. São Paulo: Pearson. 2013.
PETERSON, Larry. Redes de Computadores - uma abordagem de sistemas. 5ªed. Rio de
Janeiro: Campus, 2013
WHITE, Curte M. Redes de computadores e comunicação de dados. 6ed. São Paulo:
Cengage. 2012
Bibliografia complementar:
MOTA FILHO, João. Analise de Trafego em Redes TCP/IP. São Paulo: Novatec. 2013.
FOROUZAN, Behrouz A. Redes de computadores. Porto Alegre: McGraw-Hill.2013
MARIN, Paulo S. Cabeamento Estruturado - desvendando cada passo. 4ªed. São Paulo:
Érica, 2013
50
Inglês Instrumental
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Desenvolver habilidade de leitura e entendimento e noções de escrita na Língua Inglesa.
Ementa:
Estratégias de leitura: Ativação do conhecimento prévio; Skimming; Scanning; Antecipação e
predição; Extração - ideias principais do texto; Adaptação do tipo de estratégia x tipo de texto x
objetivos do leitor; Leitura crítica; Reconhecimento de cognatos e falsos cognatos; Observação
de palavras repetidas; Dedução.
Estruturas gramaticais contextualizadas que auxiliam na compreensão do texto: Tempos verbais
e verbos auxiliares; Pronomes; Adjetivos; Preposições; Advérbios; Afixos e formas –ING;
Vocabulário básico (contextualizado) voltado para a área de estudo em questão (Tecnologia da
Informação).
Bibliografia Básica:
Cruz, Décio Torres. English online: Inglês Instrumental para Informática . 2ªed. Barueri:
Disal Editora, 2013.
ROSAS, Marta. Inglês.com. textos para informática. Salvador: Editora do autor. 2001
GALLO, Ligia R. Inglês Instrumental para Informática.Mod.1.São Paulo: Ícone. 2011.
Bibliografiacomplementar:
VARIOS AUTORES. Leitura em Língua Inglesa – Uma abordagem instrumental. 2ªed. São
Paulo: Disal, 2005.
MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental. Mod.1 – Extratégias de leitura. São Paulo:
Textonovo, 2000.
MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental. Mod.2 – Extratégias de leitura. São Paulo:
Textonovo, 2001.
51
Prática em TI III
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Permitir ao aluno desenvolver websites / intranets com conteúdo dinâmico utilizando os
recursos disponibilizados pelo PHP da melhor forma.
Aprender os principais recursos do PHP, estruturas de controle e integração com os formulários
criados com o HTML. Desenvolver páginas web dinâmicas, acessando os recursos avançados
de utilização do PHP. como: Ttratamento de sessões, manutenção de dados em bancos de
dados e etc.
Ementa:
História do PHP, Instalação do Servidor PHP, Testando o Servidor PHP, Sintaxe Básica
(Delimitando o Código, Separando Instruções, Comentários), Variáveis, Tipos de Dados,
Constantes, Operadores, Incremento, Decremento, Comparação, Operadores Lógicos,
Estruturas Condicionais, Loops, funções, recebendo dados do usuário e navegador ($_POST,
SESSION, ISSET, $_GET)
PHP e Banco de Dados, PhpMyAdmin, Conectando o PHP com o MySQL, Realizando
consultas, Conexão, Tratando resultados, Manipulando dados do Banco de Dados, etc.
Esta disciplina também deve abordar a questão da inclusão tecnológica para comunidades
quilombolas, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e
racismo na sociedade moderna.
Bibliografia Básica:
DALL’OGLIO, Pablo. PHP – Programando com orientação a objetos. 2ªed. São
Paulo:Novatec. 2009.
MILANI, Andre. Construindo aplicações web com PHP e MAYSQL. São Paulo: Novatec.
2010.
NIEDERAUER, Juliano Desenvolvendo websites com PHP. 2ªed. São Paulo: Novatec. 2011.
Bibliografia complementar:
SANDERS, William. Aprendendo padrões de projeto em acabamento. São Paulo: Novatec.
2013.
SOARES, Walace. PHP 5 – Conceitos, Programação e integração com banco de
dados.7ªed. São Paulo: Érica. 2013.
OLIVEIRO, Carlos A. J. Faça um site: PHP 5.2 com Mysql 5.0. São Paulo: Érica, 2010.
Gerenciamento de Infraestrutura
Carga horária: 40 h /a
52
Objetivos:
Capacitar o aluno a disponibilizar infraestrutura de TI mais adequada aos objetivos da
organização, de acordo com padrões internacionais.
Ementa:
Desenho da infraestrutura tecnológica.
Planejamento da aquisição e disponibilização de componentes da infraestrutura tecnológica
bem como o dimensionamento da capacidade de tais componentes em relação a necessidade
de negócio.
Implementação: instalação e disponibilização para uso dos componentes da infraestrutura
tecnológica de conformidade com o planejamento efetuado.
Operação: operar a infraestrutura tecnológica disponibilizada para o negócio mantendo-a com
desempenho e capacidade adequados às necessidades do negócio e ao planejamento
efetuado.
Suporte: resolver qualquer anormalidade no funcionamento dos componentes da infraestrutura
de TI e gerar informações para o dimensionamento de futuras ampliações.
Bibliografia Básica:
SOUSA, Lindeberg. Projetos e implementação de redes: fundamentos, arquiteturas,
soluções e planejamento. São Paulo: Érica. 2013.
DENNIS, Alan. Princípios de redes: manual de projeto. Rio de Janeiro. LTC. 2009.
AKABANE, Getulio. Gestão estratégica da tecnologia da informação – conceitos,
metodologias, planejamento e avaliações. São Paulo: Atlas. 2012.
Bibliografia complementar:
BRITO, Samuel Henrique Bucke. Laboratórios de tecnologias Cisco em Infraestrutura de
Redes. São Paulo: Novatec, 2012.
VERAS, Manoel. Datacenter: Componente Central da Infraestrutura de TI. Rio de Janeiro:
Brasport. 2009.
MOLINARO, Luis Fernando. Gestão de tecnologia da informação: governança de ti Rio de
Janeiro: LTC. 2013.
Metodologia da Pesquisa Científica
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Esta disciplina possibilita ao aluno a produção do conhecimento científico dentro das normas
exigidas no mundo acadêmico, além de garantir uma metodologia de estudo e a aprendizagem
53
mais eficaz e eficiente beneficiando todas as demais disciplinas.
Ementa:
Conceito de ciência e métodos científicos. Pré-requisitos para a elaboração de trabalho
científico.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. 23 ed., São Paulo: Cortez, 2007.
LAKATOS, Eva M. Fundamentos de metodologia científica. 7 ed. São Paulo: Atlas. 2010.
MATIAS PEREIRA, Jose. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3 ed. São Paulo:
Atlas. 2012.
Bibliografia complementar:
LAKATOS, Eva M., MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. 7 ed., São Paulo: Atlas,
2011.
ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. Curitiba:
Juruá, 2012.
GIL, Antônio C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Brasiliense, 2010.
54
Modelagem de Sistema de Informação
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Introduzir os conceitos de modelagem de projeto de sistema e estrutura de modelagem.
Ementa:
Definição de modelagem de projeto de sistema, estrutura de modelagem de sistema, porque
construir modelos, definição de modelos, validação de modelos, introdução a modelagem de
decisão, modelagem de dados, ciclo de construção de modelos, classes, uml, diagramas da
uml, orientação a objeto, diagrama de classe, construindo diagrama na prática utilizando visual
studioexpress 2010.
Bibliografia Básica:
FREITAS FILHO, Paulo José de. Introdução a Modelagem e Simulação de
Sistemas com Aplicações em Arena. Florianópolis: Visual Books. 2008.
GUEDES, Gilleanes T. A. UML 2: uma abordagem pratica. 2ed. São Paulo: Novatec. 2011.
FURGERI, Sergio. Modelagem de Sistemas Orientada a Objetos. São Paulo: Erica. 2013.
Bibliografia complementar:
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008. 235 p.
LARMAN Craig. Utilizando UML e Padrões.Porto Alegre: Bookman. 3ed. 2007.
LIMA CARDOSO, Andre. UML Aplicada: da teoria a implementação. Rio de Janeiro: Ciência
moderna. 2007.
Governança de TI
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Apresentar os principais conceitos relacionados à Governança de TI e sua necessidade atual
nas empresas.
Ementa:
Conceitos da Governança de TI. Modelos de Melhores Práticas e o Modelo de Governança de
TI. Ferramentas; técnicas e processos da Governança de TI.
Esta disciplina também deve abordar a questão da inclusão tecnológica para comunidades
quilombolas, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e
racismo na sociedade moderna.
Bibliografia Básica:
Weill, Peter. Governança de TI: tecnologia da Informação. São Paulo: M.Books. 2006.
MANSUR, Ricardo. Governança da nova TI: a revolução. Rio de Janeiro: Ciência moderna.
2013.
MOLINARO, Luis Fernando R. Gestão de tecnologia da informação: governança de TI:
arquitetura e alinhamento de sistemas de informação e o negócio. Rio de Janeiro: LTC.
2013.
Bibliografia Complementar:
MANSUR, Ricardo. Governança de TI verde – O ouro verde da nova TI. Rio de Janeiro:
Ciência moderna. 2011.
VALLE, Luiza Ribeiro do. Educação Digital: A Tecnologia a Favor da Inclusão. Porto
Alegre: Penso. 2013.
Weill, Peter. Conhecimento em TI. São Paulo: M.Books. 2010.
55
56
Carga horária: 80 h /a
Prática profissional de TI IV
Objetivos:
Após a conclusão do curso de Java SE, o aluno estará apto a desenvolver programas nessa
linguagem, utilizando a plataforma J2SE e o banco de dados MySql.
Ementa:
A Plataforma Java, Principais Divisões da Plataforma Java(Plataforma J2SE, Plataforma J2EE,
Plataforma J2ME, Java Web Services, JavaFx), Execução de um programa em Java,
Ambientes Integrados de Desenvolvimento, Preparação do Ambiente de Desenvolvimento,
Instalação do JDK, Configuração do JRE, Instalação do Eclipse, Configurações Iniciais do
Eclipse, Iniciando o Eclipse, Criando um Projeto Java, Trabalhando com Pacotes.
Trabalhando com Classes, Configurando o Eclipse, Introdução à Programação, Pacote
(Package), Classe, Comentários utilizados na documentação, Método main, Inserindo
instruções, Executando a classe pela primeira vez, Fundamentos da linguagem Java,
Comentários, Variáveis, Observações sobre variáveis, Tipos de Dados,Valores literais, Nomes
de variáveis, Convenções sobre nomes de variáveis, Palavras Chaves, Modificadores de
acesso, Modificadores de classes, variáveis e métodos, Controle de fluxo dentro de um bloco
de código, Tratamento de erros, Pacotes, Tipos Primitivos, Referência, Retorno de um método,
Palavras reservadas não utilizadas, Escopo da variável, Categorias de Escopo, Variável Final,
Operadores, Operadores de Atribuição, Operadores Reduzidos, Tipos de Operadores, Operador
Unário, Operador Binário, Operador Ternário, Categorias de Operadores, Operadores
Aritméticos, Tipos Resultantes das Operações Aritméticas, Pós e Pré-Incremento e
Decremento, Operadores Relacionais, Operadores Condicionais, Operadores bit a bit, Operador
Shift, Operadores Lógicos, Operador bit a bit And (&), Operador bit à bit Or (|), Operador bit a
bit. Controle de Fluxo, Instruções para Controle de Fluxo, Instruções para Repetição, Instrução
while, Instrução do..while, Instrução for, Componentes do for, Interagindo com Coleções e
Arrays, Instrução ifelse, elseif encadeados, Instrução switch, Tratamento de Exceções,
Utilizando try/catch, Obtendo detalhes sobre a exceção, Utilizando finally, Tratando várias
exceções em um bloco, Transferindo o controle da exceção, Vetores e Coleções, Forma
reduzida de declaração do Vetor, Utilizando o atributo length, Classe Arrays, sort, equals, fill,
binarySearch, Copiando elementos de um array para outro, Vetores Multidimensionais,
Coleções, Map, Iterator, TreeMap, Trabalhando com outros tipos de dados, Orientação a
Objetos (OO), Classes, Objetos, Instâncias da Classe, Atributos da Classe, Atributos tipo
Campo, Definindo um valor padrão para os atributos, Atributo tipo Propriedade, Vantagens de
utilizar propriedades, Criando propriedades com a ajuda do Eclipse, Trabalhando com as
Propriedades, Atributos Estáticos, Utilizando Atributos Estáticos, Construtores da Classe,
Métodos das Classes, Regras básicas para se criar um método, Sobrecarga de Métodos.
Bibliografia Básica:
Weaver, James L. Plataforma Pro Java FXTM. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 2010.
57
Franklint, Kleitor. Java EE 5 – Guia Prático - Scriptlets, Servlets, JavaBeans. 2ed. São Paulo:
Érica. 2007.
MANZANO, José A. JAVA 7 SE: programação de computadores – Guia pratico de
introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica. 2011.
Bibliografia complementar:
MANZANO, José A. MYSQL 5.5: interativo: guia essencial de orientação e
desenvolvimento. São Paulo: Érica. 2011.
Furgeri, Sérgio. JAVA 7 – Ensino didático.2ed. São Paulo: Érica. 2012.
RODRIGUES FILHO, Renato. Desenvolva Aplicativos com JAVA 6. São Paulo: Érica. 2008.
58
4º. SEMESTRE
E-Commerce
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Apresentar uma visão pragmática da interferência da internet e da tecnologia nas organizações,
provendo aos participantes o conhecimento das melhores ferramentas de tecnologia aplicadas
aos negócios eletrônicos como diferencial de sucesso num mercado global e competitivo.
Ementa:
Impacto da internet nos negócios; O impacto da internet no modelo das 5 forças de Poter;
Destacando-se na Web: SerchEngineOptimization (S.E.O); Paradigmas no seguimento de loja
virtual importância da informação; O impacto da internet para os canais de distribuição; Tipos
de comércio eletrônico; Entendendo o que se passa no site: Ferramenta de Análise, Nomes de
domínio: O registro do nome e endereço na internet; Atraindo clientes: Propaganda on-line
digital; E-mail Marketing: Uso consciente pelas empresas; segurança das informações,
certificação digital e sistemas de pagamento eletrônico
Bibliografia Básica:
ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio eletrônico. 5ed. São Paulo: Atlas, 2010.
RAMOS, Eduardo. E- Commerce. 3ed. Rio de Janeiro: FGV. 2011.
OLIVIERO, Carlos A. J. Faça um site: PHP 5.2 com Mysql 5.0: comércio eletrônico: orientado
por projeto, São Paulo: Érica, 2010.
Bibliografia complementar:
SILVA, Leandro Lima da. Aumente suas vendas com E-Commerce. Rio de Janeiro: Ciência
moderna, 2009.
FALLS, Jason. Guia Definitivo de Email Marketing. São Paulo: Novatec. 2013.
Relvas, Marcos. Comércio Eletrônico: aspectos Contratuais da Relação de Consumo.
Curitiba: Juruá, 2012.
59
Finanças em Projetos de TI
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Preparar o aluno para avaliar a viabilidade econômico-financeira de projetos por meio de
cálculos de retorno de investimento e os principais métodos de análise.
Ementa:
Fundamentação de viabilidade financeira. Fluxo de caixa. TMA – Taxa mínima de atratividade.
Métodos de avaliação. Payback simples. Payback descontado. Índice de rentabilidade. VPL –
Valor Presente Líquido. TIR – Taxa Interna de Retorno.
Bibliografia Básica:
PAULO, Goret Pereira. Viabilidade Economico-Financeira de Projetos. Rio de Janeiro: FGV,
2013.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: PEARSON,
2010.
GOMES, José Maria. Elaboração e Analise de Viabilidade Econômica de Projetos. São Paulo:
Atlas, 2013.
Bibliografia complementar:
CRESPO, Antônio Arnot. Matemática financeira fácil. 14ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 255 p.
BRAGA,Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas,
1989.
ASSAF NETO, Alexandre; Curso de Administração Financeira- São Paulo: 2 ed. Atlas 2011.
ROSS,Stephen A. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2002.
Gerenciamento de Projetos
Carga horária: 80 h /a
60
Objetivos:
Capacitar o aluno para utilizar os conceitos de gerenciamento de projetos;Identificar as
diferentes metodologias e fases do gerenciamento de projetos; Contribuir para a elaboração de
um plano de gerenciamento de projetos.
Ementa:
Conceitos Básicos do Gerenciamento de Projetos; Organização do Projeto e Ciclo de Vida;
Gerenciamento da Integração; Gerenciamento do Escopo; Gerenciamento do Tempo;
Gerenciamento da Integração; Gerenciamento dos Custos; Gerenciamento das Aquisições no
Contexto de Projetos; Gerenciamento dos Recursos Humanos e das Comunicações;
Gerenciamento da Qualidade; Gerenciamento de Riscos
Bibliografia Básica:
XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e controlar o
escopo do projeto. 2. ed. São Paulo : Saraiva, 2009. 259 p.
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7. ed.
Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2009. 228 p.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 8. ed.
São Paulo: Vozes, 2012. 142 p.
Bibliografia complementar:
MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3. ed. São Paulo : Atlas, 2009. 242 p.
CARVALHO, Marly Monteiro de. Fundamentos em gestão de projetos: construindo
competências para gerenciar projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 422 p.
SPINOLA, Mauro. Gerenciamento da Qualidade em Projetos. Rio de Janeiro: Campus. 2014.
61
5º. SEMESTRE
Sociedade e Tecnologia da Informação
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Compreender a influência da ciência e da técnica na evolução das sociedades, assim como os
condicionamentos históricos e sociais na criação científica e tecnológica; Analisar e valorar as
repercussões sociais, econômicas, políticas e éticas das atividades científica e tecnológica;
Aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos aprendidos aos estudos e à valoração de
problemas relevantes na vida social; Utilizar os conhecimentos sobre as relações existentes
entre ciência, tecnologia e sociedade para compreender melhor os problemas do mundo em
que vivemos; Apreciar e valorar criticamente as potencialidades e as limitações da ciência e da
tecnologia para proporcionar maior grau de consciência e de bem-estar individual e coletivo;
Analisar e avaliar criticamente as necessidades sociais e os desenvolvimentos científico e
tecnológico, valorando a informação e a participação cidadãs como elementos importantes para
a organização social.
Ementa:
Definições de ciência, tecnologia e técnica. Tecnologia, suas causas e efeitos nas culturas
antigas. Renascimento. Revolução industrial. Desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento
social. Difusão de novas tecnologias. Sociedade tecnológica e suas implicações. Desafios
contemporâneos. Influências da ciência e da tecnologia na organização social. Possibilidades
oferecidas pela tecnologia para a integração com outras culturas, em particular a cultura afrobrasileira.
Bibliografia Básica:
LANIER, Jaron. Bem vindo ao futuro: uma visão humanista sobre o avanço da tecnologia.
São Paulo: Saraiva, 2012.
ALBAGLI, Sarita. Informação, Conhecimento e poder – Mudança tecnológica e social. Rio
de Janeiro: Garamond. 2011.
HOFFMAN, Wanda. Ciência, tecnologia e sociedade: desafios da construção do
conhecimento. São Carlos: Edufscar, 2011.
Bibliografia complementar:
JESUS, Cristiano de. Tecnologia e sociedade. São Paulo: Livropronto, 2013.
ANDRADE, Thales H. Ciência, tecnologia e sociedade no Brasil. Campinas: Alínea, 2012.
KELLY, Kevin. Para Onde Nos Leva a Tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2013.
62
Gestão Estratégica de RH
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Analisar os conceitos sobre estratégia em recursos humanos, identificando a teoria e as práticas
referentes à política de gestão de pessoas nas organizações. Pretende-se que os alunos
identifiquem os elementos fundamentais na estratégia de recursos humanos no contexto atual e
suas implicações para o trabalho e o desempenho organizacional.
Ementa:
A evolução de conceitos: de recursos humanos a gestão de pessoas. Estratégia organizacional
e estratégia de recursos humanos. Gestão de recursos humanos e estratégias de gestão do
conhecimento e aprendizado. Análise da política de recursos humanos: Planos de Cargos e
Salários, Plano de Desenvolvimento, Sistemas de Avaliação, Políticas de remuneração variável,
Sucessão nas organizações. O papel das áreas de recursos humanos, sua colaboração para o
desempenho organizacional e indicadores. Gestão de recursos humanos e qualidade de vida no
trabalho.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos – Fundamentos básicos.7ed.
Barueri: Manole, 2009.
CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. 2ed. São Paulo:
Cengage, 2013.
VERGARA, Sylvia C. Gestão de pessoas. 14ed. São Paulo: Atlas, 2013
Bibliografia complementar:
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: umaproposta para repensar a gestão de
pessoas. São Paulo: Editora Atlas, 1996.
SOTO, Eduardo. Comportamento Organizacional. São Paulo: Thomson, 2009.
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas e o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Elsevier / Campus, 2004.
Prática profissional de TI V
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
O aluno estará apto a desenvolver programas nessa linguagem, utilizando a plataforma J2SE,
orientação à objetos e diversos banco de dados.
Ementa:
Orientação à Objetos - Herança, Diagrama de classes com Herança, extends, Classe Object,
Overloading, Referenciando atributos da classe atual, Referenciando atributos da classe
superior, Polimorfismo, Classes Abstratas, Classes Derivadas, Interfaces, Implementando uma
interface, Principais classes do Java, O pacote java.lang, Boolean, Byte, Character, Double,
Float, Integer, Short, String, Math, Thread, Trabalhando com Arquivos, Classe File, Principais
métodos da classe File, Lendo e Gravando Dados em Arquivos, Leitura de Dados da Entrada
Padrão, Escrita de Dados na Saída Padrão
Servidor MySQL, Instalando o MySQL Workbench, Configurando o MySQL Workbench,
Acessando o Banco de Dados, Criando o Banco de Dados, Conector Java, Configurando o
Conector Java no Eclipse, Utilizando o Banco de Dados no Java, Carregar o Driver,
Estabelecendo a Conexão ao Banco de Dados, Exemplo Conexão com o Banco de Dados,
Conexão com outros bancos de dados, Criando a Classe Conexao, Trabalhando com
Instruções SQL, Executando instruções SQL, Consultando no Banco de Dados, ResultSet,
Swing, Criando o primeiro formulário, Swing - Utilizando componentes, Adicionando mais
componentes ao Formulário, Trabalhando com Eventos, Trabalhando com o Teclado,
Conclusão
Bibliografia Básica:
Weaver, James L. Plataforma Pro Java FXTM. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010.
MANZANO, José A. MYSQL 5.5 – Interativo – Guia essencial de orientação e
desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.
SANTOS, Rafael. Introdução a Programação Orientada a Objetos usando Java. Rio de Janeiro:
Campus, 2013.
Bibliografia complementar:
MACHADO, Felipe. Banco de dados: projeto e implementação. 2ed. São Paulo: Érica, 2008
ROB, Peter. Sistema de banco de dados: projeto, implementação e administração. São Paulo:
Cengage, 2011.
ALVES, Willian Pereira. Banco de dados: teoria e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2009
63
Legislação e Ética em TI
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
A disciplina procurará relacionar a Ética Profissional com as questões ético morais surgidas no
cotidiano profissional tendo em vista a inserção do individuo no universodo trabalho, das
relações interpessoais, sociais e ecológicas
Ementa:
O comportamento e a ética profissional – conceito e prática. A moral– conceito e prática. O
exercício profissional e empresarial. A cidadania e a responsabilidade social. Aspectos
particulares do profissional de Gestão de Tecnologia da Informação. A legislação e
questionamentos afins sobre Tecnologia da Informação. Educação ambiental.
Bibliografia Básica:
SROUR, R. H. Poder, cultura e ética nas organizações.3ªed.Rio de Janeiro: Campus, 2012.
BENNETT, Caroline. Ética profissional. 2ªed. Rio de Janeiro: Senac, 2012.
MASIERO, Paulo Cesar. Ética em Computação. São Paulo: Edusp, 2013.
Bibliografia complementar:
BARGER, Robert N. Ética na computação: uma abordagem baseada em casos. Rio de
Janeiro: LTC, 2011.
DA SILVA, Mauricio Faria. O direito na era digital. Porto Alegre: Livraria do advogado, 2012.
FONTES, Edison. Políticas e normas para a segurança da informação. Rio de Janeiro:
Brasport, 2012.
64
Qualidade de Software
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Capacitar o aluno a escolher a abordagem de avaliação mais adequada ao contexto do sistema
computacional, e utilizar as técnicas e ambientes de simulação adequados. Habilitar o aluno a
utilizar as principais metodologias para a avaliação de sistemas através de métodos analíticos.
Despertar o senso crítico do aluno para fatores importantes na mensuração de performance do
software.
Ementa:
Conceito de qualidade de software. Normas e métricas na avaliação da qualidade. Organismos
normativos. Os fatores humanos. CMM/CMMI. A metodologia brasileira MPS.BR. Normas ISO.
Metodologias Ágeis.
Bibliografia Básica:
KOSCIANSKI, Andre. Qualidade de Software. 2ed. São Paulo: Novatec, 2007.
HIRAMA, Kechi. Engenharia de software: qualidade e produtividade com tecnologia. Rio de
Janeiro: Campus, 2011.
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9ed. São Paulo: Pearson. 2011.
Bibliografia complementar:
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008. 235 p.
MACEDO, Paulo Cesar de. Metodologias Ágeis – Engenharia de software sob medida. São
Paulo: Érica, 2012.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software – Uma abordagem Profissional. 7ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
65
Optativa :RELAÇÕES SOCIOCULTURAIS
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
O estudo das relações socioculturais apareceu propriamente dito, no início do século XX ligada
a nomes como Durkheim (1858), Lévy-Bruhl (1857), Max Weber (1864), entre outros, e coloca
como princípio, quase postulado, o fato do indivíduo não existir senão na e pela sociedade. Esta
disciplina tem por objetivo abordar o difícil problema da dependência do indivíduo em relação ao
meio ambiente humano em que vive envolvendo o problema da cultura (Disciplina optativa).
Ementa:
Introdução à disciplina. Conceitos básicos sociais e culturais. A importância dos valores e das
relações socioculturais na percepção ambiental. A importância das Redes sociais.
Comunidades tradicionais. Diversidade e conflitos. Adequação do indivíduo à sociedade.
Bibliografia Básica:
MEKSENAS, Paulo. Sociologia. 3ed. São Paulo: Cortez, 2010.
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo: Moderna, 2010.
DURKHEIM, Emile. As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Edipro, 2012.
Bibliografia complementar:
LEMOS, André. Comunicação e Mobilidade: Aspectos Socioculturais das Tecnologias Móveis.
Salvador: Edufba, 2010.
WEBER, Max. Objetividade do Conhecimento nas Ciências Sociais. São Paulo: Ática, 2006.
RECUERO, Raquel. Redes Sociais e Internet. Porto Alegre: Sulina, 2011.
66
67
Optativa :SOFTWARE LIVRE
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
Analisar a questão do software livre considerando sua importância e avanço ao longo dos
últimos anos. Considerar também as “quatro liberdades” para que um software seja considerado
livre: Liberdade para usá-lo para qualquer propósito, liberdade para estudar seu funcionamento
e adaptá-lo conforme a necessidade, liberdade para fazer cópias e distribui-lo e liberdade para
aperfeiçoá-lo.
Ementa:
Conceitos básicos sociais e culturais. A vantagem e a importância do software livre. O software
livre o os governos. O software livre na inclusão digital. Software livre e open source. Projeto
GNU.
Bibliografia Básica:
PACITTI, Tércio. Paradigmas de software aberto. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
ANUNCIAÇÃO, Heverton. Linux total e software livre. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2007.
GUESSER, Adalto. Software livre e controvérsias tecnocientíficas. Curitiba: Jurua, 2011.
Bibliografia complementar:
SOUSA, Maxuel Barbosa de. Obtendo e Instalando o Debian. Ciência Moderna, 2009.
MOTA FILHO, João. Descobrindo o Linux: entenda o sistema operacional GNU/LINUX. 3ed.
São Paulo: Novatec, 2012.
FERREIRA, Rubem. Linux: guia do administrador do sistema. 2ed. São Paulo: Novatec, 2008
Optativa : LIBRAS
Carga horária: 40 h /a
Objetivos:
O estudo da Língua Brasileira de Sinais irá proporcionar um conhecimento básico sobre a
comunicação com as pessoas surdas por meio da compreensão de suas necessidades, seus
aspectos sociais culturais e educacionais, permitindo uma integração comunicativa com a
comunidade de maneira geral (Disciplina optativa).
Ementa:
Introdução à disciplina. Conceito de Libras. A Surdez: aspectos históricos, causas da surdez,
graus de deficiência auditiva, como lidar com a surdez. A comunicação. O Intérprete. A função
da escola. A Tecnologia. A profissionalização. Aprendendo libras. Praticando libras. Estrutura
linguística de Libras. Fonologia. Morfologia e Sintaxe. Semântica e Pragmática. Datilologia.
Alfabeto. Numeral. Identificação Pessoal. Cumprimentos e gentilezas. Expressões faciais e
corporais. Sinais Básicos. Calendário. Cores. Família. Roupas. Meios de Transporte. Lugares.
Tempo. Natureza. Direção, medidas e tamanhos. Ações (verbos). Pronomes. Advérbios.
Sentimentos. Características e qualidades. Expressões comuns. Diálogo em língua de sinais.
Bibliografia Básica:
GESSER, Audrei. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a libras. 1. ed. São Paulo:
Parábola, 2012. 187 p. .
HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de
sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Editora
Cultural, 2009. 352 p.
QUADROS, Ronice Müller de. Língua de sinais: instrumentos de avaliação. São Paulo: Artmed,
2011.
Bibliografia complementar:
GESSER, Audrei. Libras?:que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. Pref. Pedro M. Garcez. São Paulo: Parábola, 2009.
PEREIRA, M. C. C. LIBRAS - Conhecimento Além dos Sinais. São Paulo: Pearson Prentice-Hall,
2011.
KOJIMA, Catarina Kigiti. Libras – língua brasileira de sinais: a imagem do pensamento São Paulo:
Escala, 2008. V.1
Desenvolvimento de Projeto em TI
Carga horária: 80 h /a
Objetivos:
Integração prática dos trabalhos desenvolvidos em caráter de Projeto integrador.
68
69
Ementa:
Ementa aberta com o objetivo de integrar todas as disciplinas envolvidas no curso.
Bibliografia Básica:
XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e controlar o
escopo do projeto. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 259 p.
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais
competitivos. 7 ed. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2009. 228 p.
VIEIRA, Marconi. Fábio. Gerenciamentos de projetos de tecnologia da informação. Rio de
Janeiro: 2ed. Elsevier, 2007.
Bibliografia complementar:
MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 242 p.
CARVALHO, Marly Monteiro de. Fundamentos em gestão de projetos: construindo
competências para gerenciar projetos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2011. 422 p.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 8 ed.
São Paulo: Vozes, 2012. 142 p.
70
Projeto Integrador I, II e III
Carga horária: 340 h /a
Objetivos:
Disciplina de ementa aberta, com objetivo de favorecer a integração entre as disciplinas
oferecidas no mesmo período letivo do oferecimento da mesma.
Ementa:
Disciplina de ementa aberta, com objetivo de favorecer a integração entre as disciplinas
oferecidas no mesmo período letivo do oferecimento da mesma.
Bibliografia Básica:
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais
competitivos. 7 ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2009. 228 p.
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2 ed. São Paulo:
Atlas, 2008. 235 p.
MOLINARO, Luis Fernando R. Gestão de tecnologia da informação: governança de TI:
arquitetura e alinhamento de sistemas de informação e o negócio. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
Bibliografia complementar:
ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento estratégico: formulação, implementação e
controle. São Paulo: Atlas, 2012. 182 p.
ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio eletrônico. 5ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias
e dinâmicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 330 p.
SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2007.
GIL, Antônio C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.
71
5.5.6. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para
o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 01 de 17 de
junho de 2004) e Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 - Estabelece Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.
Os conteúdos que abordam a Educação das Relações Étnico-Raciais estão contemplados na
disciplina optativa Relações Socioculturais oferecida no 5º semestre do curso e nas disciplinas
obrigatórias: Práticas em TI-I, Práticas em TI-II e práticas em TI-III, de forma transversal, conforme
grade curricular e ementa apresentadas anteriormente.
O Conteúdo de Direitos Humanos também está contemplado na disciplina optativa Relações
Socioculturais oferecida no 5º semestre do curso.
5.5.7. Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec.Nº 5.626/2005)
O curso de Gestão da Tecnologia da Informação oferece a disciplina de Libras como disciplina
optativa no 5º semestre, conforme grade curricular e ementa apresentadas anteriormente.
5.5.8. Políticas de educação ambiental ( Lei nº 9.795, de 27 de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25
de junho de 2002)
A educação ambiental está contemplada na disciplina obrigatória de Legislação e Ética oferecida no
5º semestre do curso, conforme grade curricular e ementa apresentadas anteriormente.
5.6. PERFIL DO CORPO DOCENTE
O Curso de Gestão de Tecnologia da Informação, conta com um corpo docente altamente
qualificado, com ampla experiência em TI, inseridos em suas respectivas áreas de atuação e
preocupados em buscar uma qualificação profissional compatível com as exigências de uma
instituição inovadora e participante.
5.6.1 Responsável pela coordenação do curso
O curso de Gestão da Tecnologia da Informação é coordenado pelo prof. Ismar Vicente que possui
Graduação em Administração pelas Faculdades Integradas Senador Flaquer (1986), Pós-graduação
72
em Análise de Sistemas pela Faculdade Carlos Pasquale (1995), MBA em Tecnologia da
Informação Aplicada á Nova Economia pela FGV (2001) e Mestrado em Administração pela
Universidade Nove de Julho (2006).
5.6.2 Titulação
Quanto à titulação, o corpo docente do curso de Gestão da Tecnologia da Informação das
Faculdades Integradas de Ribeirão Pires apresenta 54,5% de professores com programas
completos de strict sensu e 45,5% com programas completos de lato sensu, conforme se vê
pormenorizado na tabela à seguir.
Titulação
Professores
Percentual
Doutor
2
12,5
Mestre
6
43,8
Especialista
8
43,8
5.6.3 Experiência profissional requerida
O quadro à seguir tem por objetivo apresentar a situação docente naquilo que se refere à
experiência dos docentes do curso de Gestão da Tecnologia da Informação das Faculdades
Integradas de Ribeirão Pires, no ensino superior.
Tempo de Experiência no Ensino Superior
Professores
Percentual %
mais de 2 anos
106
62,5
de 0 a 2 anos
06
37,5
5.6.4 Titulação e formação acadêmica do NDE
O Núcleo Docente Estruturante do curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação da
FIRP atende plenamente a Resolução CONAES nº 1 de 17 de junho de 2010. Apresenta 100% de
professores com formação stricto sensu e 100% dos professores em Regime de Trabalho em tempo
Parcial ou Integral. Reúne-se mensalmente e tem em sua pauta de trabalho assuntos relacionados
à constante atualização do PPC e a implementação de seus preceitos no curso, bem como do zelo
73
pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares ligadas ao curso.
Titulação
Professores
Percentual %
Doutores
02
40
Mestres
03
60
Especialista
00
00
5.6.5 Vinculação dos docentes com a área de conhecimento
Todos os docentes estão vinculados à sua área de formação, atuando nas disciplinas de sua
especialização, onde houver maior experiência acadêmica e prática.
5.7. REGIME DE TRABALHO
O regime de trabalho do corpo docente é dividido em 03 (três) categorias:
• Tempo integral;
• Tempo parcial;
• Horista.
A distribuição quantitativa do número de docentes por regime de trabalho, encontra-se descrita no
quadro abaixo:
Regime de Trabalho
Docentes
Percentual %
Tempo Integral
01
6,25
Tempo Parcial
07
43,75
Horista
08
50
5.7.1 Plano de carreira
As Faculdades Integradas de Ribeirão Pires e sua Mantenedora adotam uma política de recursos
humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que
74
consideram que os educadores necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de
sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na formação integral do educando.
Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos:

o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade
acadêmica;

o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as
atividades da instituição, formais e informais;

o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de
setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnicoprofissional;

o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização
dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora;

a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes
e não- docentes.
Encontra-se na Instituição, à disposição, o “PLANO DE CARREIRA DO CORPO DOCENTE E DO
TÉCNICO ADMINISTRATIVO DO GRUPO EDUCACIONAL UNIESP”.
5.7.2 Regime escolar
O Curso de Gestão da Tecnologia da Informação será seriado e semestral, sendo que cada período
letivo corresponde a uma etapa, devendo ser totalizado em 2 anos e 6 meses, divididos em 5
semestres letivos para a conclusão do curso. Serão admitidas até 03 (três) dependências ao
término de cada período letivo.
5.7.3 Formas de acesso ao curso
O Processo Seletivo é uma das formas de acesso ao curso de Gestão da Tecnologia da Informação
da FIRP, sendo realizado de forma unificada e regido por edital específico para cada processo.
As Faculdades Integradas de Ribeirão Pires também aceitam a pontuação do Exame Nacional do
Ensino Médio como critério de acesso. Outras formas ainda de acesso ao curso são:
Transferência externa: desde que existam vagas remanescentes;
Portadores de diploma de curso superior ou graduados: poderão requerer sua matrícula desde que
existam vagas remanescentes;
75
PROUNI: as Faculdades estão inscritas no Programa Universidade para todos, os candidatos do
PROUNI devem seguir as regras e diretrizes estabelecidas pelo MEC.
5.7.4 Número Máximo de alunos por turma

50 (cinquenta) alunos.
5.7.5 Turnos de funcionamento

Matutino: segunda-feira a sexta-feira, das 08h00 às 11h40.

Noturno: segunda-feira a sexta-feira, das 18h30 às 22h00.
5.8. PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO
O prazo mínimo de integralização do Curso de Gestão da Tecnologia de Informação da FIRP será
de 5 semestres e o máximo de 8 semestres.
5.9. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM
Os critérios e procedimentos de avaliação da aprendizagem serão realizados de acordo com a
regulamentação Institucional e legislação vigente.
6.INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E RECURSOS TECNOLÓGICOS E
BIBLIOTECA
6.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA
6.1.1. Área Interna
DEPENDÊNCIAS / SERVENTIAS
QUANTIDADE
M2
76
Salas de Diretoria
01
39,2
Recepção
01
18,30
Sala de Reunião
01
18,30
Sala de Coordenação
08
~ 6,00
Sala de Professores
01
60,90
Sala de Apoio / Sanitários Administrativos
02
60,90
Sala de Aula
37
2.301,71
Sanitários
04
117,60
Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência
01
89,42
Sala de Apoio Psicopedagógico
01
7,70
Sala de Estágio
02
~ 8,50
Sala do Núcleo de Pesquisa e Extensão - NUPEX
01
7,70
Sala de reuniões do NDE e da CPA
01
9,10
Sala de Recursos Humanos
01
13,20
Setor de Atendimento / Secretaria
01
103,15
Auditório / Sala de Apoio
01
456,00
Laboratórios Multidisciplinares
04
184,27
Laboratório de Informática
03
182,96
Biblioteca / Sala de Acervo
01
122,78
Sala de Estudo
01
63,60
Projetos Sociais
01
60,90
Cantina
01
30,16
Fonte: Diretoria – 2014
6.1.2. Área Externa
DEPENDÊNCIAS / SERVENTIAS
Portaria
Laboratório de Avaliação e Medidas
Copa / Cozinha
Salas de Apoio
Quadra poliesportiva coberta
Quadra poliesportiva descoberta
QUANTIDADE
01
01
01
02
01
01
M2
28,70
31,14
42,91
74,05
1.000,00
600,00
77
Sanitários / vestiário
Mini campo de futebol
Mini pista de atletismo
02
01
01
112,00
858,00
130,00
Fonte: Diretoria – 2014
6.1.3. Laboratório de Informática – Geral
Equipamento
2014
Computadores
64
Fonte: Diretoria – 2014
6.2 – Laboratórios Específicos
Laboratório
Equipamento
Quantidade
Avaliação Física
Balança
1
Banco Wells
1
Estadiômetro
1
Flexímetro
1
Lactímetro
1
Maca
1
Plicômetro
1
Simetrógrafo
1
Trenas
15
Boneco Anatômico Completo em Resina
1
Boneco Anatômico em Gesso
1
Bonecos Musculares Completos
6
Coração de Plástico
2
Anatomia
78
Coração de Resina
6
Aparelho Digestório Completo
6
Encéfalo em resina
5
Esqueleto
de
Plástico
Completo 2
de
Plástico
Completo 5
Montados
Esqueleto
Desmontados
Coluna Vertebral de Gesso Montada
1
Aparelho Reprodutor Feminino Pequeno 9
em Resina
Aparelho Reprodutor Feminino Grande 2
em Resina
Aparelho
Reprodutor
Masculino 9
Pequeno em Resina
Aparelho Reprodutor Masculino Grande 2
em Resina
Rins
3 pares
Glândulas Mamárias
6
Pulmão
6 pares
Pulmão Esquerdo
6
Músculo Diafragma
6
Articulação do Quadril com Ligamentos
4
Articulação
do
Cotovelo
com 4
Ligamentos
Articulação do Ombro com Ligamentos
4
Articulação do Joelho com Ligamentos
3
Articulação do Punho com Ligamentos
1
79
Articulação do Pé com Ligamentos
08
Sala de apoio às atividades
Matemáticas
1
Relações Métricas Triângulo/Retângulo
– Aluno Sala de apoio às atividades
matemática
03
Relações Métricas Triângulo/Retângulo –
Professor
03
Kit Cores p/ Estatística
03
Blocos Lógicos
15
Ábacos 05 Colunas (50 rodinhas em
plástico)
01
Ábaco de Sequência (45 rodinhas em
plástico)
19
Geoplano
80
03
Jogo Probabilidado
12
Jogos Mandala Trigonométrica
03
Pranchas p/ Gráficos A4 – Aluno
03
Pranchas p/ Gráficos A3 – Professor
01
Torre de Hanói Reta c/ 06 discos coloridos
01
Torre de Hanói Triangular c/ 07 discos
01
Material Dourado c/ 611 pçs
01
Material Dourado c/ 62 pçs
01
Disco de Frações c/ 24 pçs
81
01
Cubo Frações c/ 93 pçs
01
Escala Cuisinaire c/ 298 pçs
01
Barra de Medidas c/ 150 pçs
01
Sólidos Geométricos - Cj c/ 11 pçs
01
Régua de Frações c/ 67 pçs
01
Tangran c/ 10 jogos. (Pintado 2 lados)
01
Xadrez cxa Box
01
Xadrez Escolar cxa
01
Transparência Trigonométrica
01
82
Poliminós c/ 90 mad. E Dado.
01
Algeplan c/ 40 pçs
01
Poliminós c/ 34 pçs.
01
Compasso do Profº mad. 40 cm
01
Transferidor 180°
01
Esquadro 60°
01
Kit tangran coração
01
Kit tangran quadrado
Kit tangran círculos
04
03
Kit teorema de Pitágoras
83
01
Kit análise combinatória
02
Kit tangran circular
01
Kit área dos polígonos
01
Roleta matemática
01
Kit álgebra – produtos de polinômios
01
Kit trigonometria
Laboratório de Arquitetura de
Computadores
Kit de ferramentas para manutenção 13
de computadores
2
Alicate de Crimpagem RJ45
4
Testador de cabos de rede
Bancada
para
manutenção
de 1 (uso coletivo)
84
computadores
4
Computador / kit para estudo
2
Estabilizador
Quantidade
variável
Cabo de rede e conectores RJ45
Laboratório de Línguas
móvel de console com gravador
móveis duplos com
gabinetes individuais
30
30
(trinta) 30
cadeiras
30
conjuntos fone/microfone
30
Fonte: Diretoria – 2014
6.3 – CPD
Equipamento
Especificação
Quantidade
Servidor
De dados (Sophia Sec/Bib
Consulta)
01
Fonte: Diretoria – 2014
85
6.4 – RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA
Equipamento
Quantidade
Projetores Multimídia
08
Retroprojetores
07
Televisores
02
DVD-ROM
02
Mesa de Som
01
Microfones
03
Fonte: Diretoria – 2014
6.5 – COMPUTADORES E IMPRESSORAS DE USO ADMINISTRATIVO E ACADÊMICO
Equipamento
Especificação
QuantiDade
Computadores
Administrativo
34
Impressoras
Administrativo
08
Fonte: Diretoria – 2014
6.6 - BIBLIOTECA
A Biblioteca das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires – FIRP foi criada inicialmente com o
objetivo de fornecer apoio bibliográfico às atividades de ensino e pesquisa, desenvolvidas pelos
Cursos implantados na instituição.
Hoje, a Biblioteca da Faculdade têm a missão de promover o acesso à informação e contribuir para
os estudos de graduação, pós-graduação e de extensão, contemplando o ensino e a pesquisa, bem
como de atender à comunidade local e regional.
Está disponibilizado no site da Faculdade www.firp.edu.br no link biblioteca/publicações, os
periódicos eletrônicos e as informações sobre as normas, serviços prestados, horário de
funcionamento, equipe de trabalho, etc.
86
Biblioteca virtual universitária (pearson), disponibiliza livros - texto em português no formato digital,
com 1.400 títulos nas mais diversas áreas, como administração, marketing, engenharia, economia,
direito, letras, história, geografia, jornalismo, computação, educação, medicina, enfermagem,
psicologia, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras, todos em português e à disposição dos alunos
e professores.
6.6.1. Acervo por Área do conhecimento
ÁREAS (CNPq)
N.º TÍTULOS
N.º EXEMPLARES
- Ciências Exatas e da Terra
1855
3490
- Ciências Biológicas
286
428
- Engenharia/ Tecnologia
109
274
- Ciências da Saúde
1199
2610
- Ciências Agrárias
132
172
- Ciências Sociais Aplicadas
2305
4265
- Ciências Humanas
4497
8377
- Lingüística, Letras e Artes
2351
3622
12734
23238
TOTAL
Fonte: Diretoria – 2014
6.6.2. Formas de Atualização e Expansão do Acervo
Política de Aquisição
A política de aquisição da Biblioteca é voltada para às necessidades do corpo discente e docente da
Faculdade. O acervo da Faculdade é formado através do conteúdo programático dos cursos oferecidos pela
instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada semestre, os professores
(coordenadores) solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para
complementarem o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo, encaminha à
Direção a solicitação de compra.
87
6.6.3. Horário de Funcionamento da Biblioteca
A Biblioteca funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h e aos sábados das 8h às 12h sem interrupção.
Todos os serviços funcionam neste horário, exceto o serviço de empréstimo de publicações que encerra-se
30min antes do término do expediente. O horário de atendimento à comunidade externa é de segunda a
sexta-feira das 13h às 17h.
6.6.4. Mobiliário/Acomodações para usuários
Atualmente há 45 acomodações para estudo, pesquisa e consulta do acervo. Esse número divide-se em
posições para estudo em grupo e individual.
Mobiliário
Acomodação
Mesa de estudo em grupo
12 mesas
31 lugares
14 mesas
14 lugares
45
Mesas de estudo individual (Boxes)
Total (em posições de consulta)
Fonte: Diretoria – 2014
6.6.5. Equipamentos
Recursos / Biblioteca
Quantidades
Microcomputadores para consulta aos registros do
acervo para empréstimo de publicações para
consulta aos registros do acervo
4
Microcomputadores
publicações
de
3
Servidor do Sistema de Informação Sophia
(Migrando para RM biblios – Totvs)
1
Impressoras
2
para
empréstimo
Fonte: Diretoria – 2014
88
6.6.6 - Serviços Oferecidos
Empréstimo domiciliar
O empréstimo domiciliar é facultativo a todos os membros da comunidade universitária pelo período de 7 dias
úteis, podendo solicitar a renovação do empréstimo por mais 7 dias úteis após o término do primeiro período,
desde que não haja reserva da publicação. Os membros do corpo docente podem solicitar a ampliação ou
redução do prazo de empréstimo. Obras de referência ou em exemplar único são apenas para consulta local
e devem retornar ao acervo no mesmo dia em que foram retiradas.
Empréstimo, renovação e reserva de publicações através de processo informatizado
O processo de empréstimo de publicações é realizado através do Sistema de Informação
Bibliográfica de forma informatizada, cobrindo todo tipo de material existente na Biblioteca. A
renovação do material emprestado pode ser realizada também via telefone em horário prédeterminado.
A reserva de publicações pode ser solicitada no balcão de atendimento da Biblioteca.
Normas
A qualidade na prestação de serviços do Núcleo de Bibliotecas originou a criação de diversas
normas, internas e externas, que normatizam cada procedimento realizado por seus funcionários e
usuários. Tais normas estão disponíveis na íntegra na Internet e expostas em todas as unidades.
ACERVO DE DVD’S
Dentre os recursos bibliográficos aportados aos cursos temos DVD’S com filmes, documentários e
apresentações de várias áreas do conhecimento.
COORDENADORA DO NÚCLEO DE BIBLIOTECA FIRP
Regiane Aparecida de Camargo, CRB 8909/8, Coordenadora do Núcleo de Biblioteca
PESSOAL AUXILIAR
Há um contingente de Auxiliares de Biblioteca necessário à manutenção das atividades operacionais das
Bibliotecas durante o seu período
89
7. AVALIAÇÃO DO CURSO
O acompanhamento e a avaliação do Projeto Pedagógico do Curso de Gestão da Tecnologia da
Informação se dará com base no parecer PREnsino Nº 11/2011, onde:
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) é formado por três
componentes principais:

a avaliação das instituições,

dos cursos

desempenho dos estudantes
O SINAES avalia todos os aspectos que giram em torno desses três eixos: o ensino, a pesquisa, a
extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da instituição, o corpo
docente, as instalações e vários outros aspectos. Salientamos então que a avaliação institucional é
um dos componentes do SINAES e está relacionada à melhoria da qualidade da educação superior;
à orientação da expansão de sua oferta; ao aumento permanente da sua eficácia institucional e
efetividade acadêmica e social; ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais
das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção
dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da
identidade institucional.
A Avaliação Institucional divide-se em duas modalidades:
* auto-avaliação coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição e
orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da auto-avaliação institucional da Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior (CONAES);
* a avaliação externa – realizada por comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). A avaliação externa tem como referência os
padrões de qualidade para a educação superior expressos nos instrumentos de avaliação e os
relatórios das auto-avaliações. O processo de avaliação externa independente de sua abordagem e
se orienta por uma visão multidimensional que busque integrar sua natureza formativa e de
regulação numa perspectiva de globalidade.
Em seu conjunto, os processos avaliativos devem constituir um sistema que permita a integração
das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual,
epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e
modalidades. O Núcleo Docente Estruturante dos Cursos deve voltar-se para essas diretrizes e
90
instrumentos da avaliação externa de educação superior das IES do MEC/CONAES/INEP, tendo em
vista que são observadas essas articulações do PPC com o PDI e PPI.
A Avaliação dos Cursos de Graduação é um procedimento utilizado pelo Ministério da Educação
(MEC) para o reconhecimento ou renovação de reconhecimento dos cursos de graduação,
representando uma medida necessária para a emissão de diplomas. O Decreto n.º 5.773 de 09 de
Maio de 2006 instituiu que a avaliação dos cursos realizada pelo SINAES constituirá o referencial
básico para os processos de regulação e supervisão da educação superior, a fim de promover a
melhoria de sua qualidade. Esta avaliação passou a ser realizada de forma periódica com o objetivo
de cumprir a determinação da Lei n.º 9.394 de Diretrizes e Bases da Educação Superior, de 20 de
dezembro de 1996, a fim de garantir a qualidade do ensino oferecido pelas Instituições de Educação
Superior.
O Formulário eletrônico, instrumento de informações preenchido pelas Instituições, possibilita a
análise prévia pelos avaliadores da situação dos cursos, possibilitando uma melhor verificação in
loco. Este formulário é composto por três grandes dimensões: a qualidade do corpo docente, a
organização didático-pedagógica e as instalações físicas, com ênfase na biblioteca. avaliadores da
situação dos cursos, possibilitando uma melhor verificação in loco. Este formulário é composto por
três grandes dimensões: a qualidade do corpo docente, a organização didático-pedagógica e as
instalações físicas, com ênfase na biblioteca.
91
ANEXO 1
PROJETO INTEGRADOR PARA O CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Fevereiro/2014
Este projeto faz parte do Projeto Pedagógico dos Cursos de Tecnologia da Gestão
da Tecnologia da Informação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires.
1 OBJETIVOS

Introduzir o aluno nas práticas de gestão empresarial, fundamentadas nos
conhecimentos teóricos e práticos adquiridos em sala de aula e
laboratório;

Ambientação com o mercado de trabalho;

Desenvolver habilidades de pesquisa e interpretação de dados;

Demonstrar a integração dos vários conteúdos curriculares na atividade
profissional;

Conscientizar o aluno das dificuldades de implementação de práticas de
gestão num ambiente econômico e social em constante desenvolvimento e
mudanças.
2 ORIENTAÇÕES GERAIS

Trabalho em grupo.

O relatório relativo ao projeto integrador deverá ser entregue sempre em
data estipulada, na Coordenação, após assinatura de todos os professores do
semestre, encadernado em espiral com capa transparente e contracapa preta.

Não serão aceitos, em hipótese alguma, trabalhos após as datas
determinadas, ou por outros meios que não sejam os definidos pela coordenação.

Mudanças na formação dos grupos somente terão validade com solicitação
por escrito e aceitas pela coordenação.

Os professores de cada disciplina deverão fornecer orientação sobre
desenvolvimento, bibliografia, enfoque de sua disciplina.
92

Cada turma terá um professor orientador, a ser determinado pela
Coordenação, responsável por centralizar as informações, passar as instruções
gerais do projeto e levar os questionamentos para a Coordenação.

O relatório deverá ser apresentado seguindo os padrões metodológicos da
Norma ABNT.

A avaliação final será feita sob a forma de conceito: Suficiente ou
Insuficiente(*) e o aluno deverá procurar a Coordenação 10 dias após o prazo de
entrega para verificar se o trabalho foi considerado Suficiente.
* O conceito suficiente significa que o trabalho do aluno está condizente com uma
nota mínima de 7,0 (sete).
3 ITENS DO PROJETO
ELEMENTO
COMENTÁRIO
Capa, Folha de
A capa, a folha de rosto e a folha de aprovação devem seguir o
Rosto e Folha de
modelo conforme apresentado no final deste Manual.
Aprovação
Dedicatória e
A critério dos autores, podem ou não ser incluídos. (Opcional)
Agradecimentos
Resumo
Máximo de 20 linhas explicando o conteúdo do trabalho.
Sumário
Enumera as divisões dos capítulos e numeração das páginas na ordem em
que se sucedem no decorrer do texto. No Sumário são relacionados os
capítulos e suas subdivisões, exatamente como aparecem no corpo
principal do Projeto, indicando-se as respectivas páginas. As partes
que precedem o sumário não devem ser relacionadas. A palavra
SUMÁRIO deve ser impressa no alto e no centro da página, com
letras maiúsculas. (Ver modelo no final do manual).
Lista de tabelas,
Deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto.
quadros e figuras
Com cada item designado pelo seu nome específico, acompanhado
(opcional)
do respectivo número de página. Recomenda-se uma lista para
tabela e uma para figura separadamente.
93
Introdução
Tem por objetivo fornecer os antecedentes que justificam o projeto,
bem como focalizar o assunto a ser tratado. A introdução pode
incluir informações sobre a natureza e a importância do assunto
para o profissional da área. No capítulo da introdução deverão
constar o objetivo, e metodologia do projeto como um item da
introdução.
Metodologia
Deve ser um item da introdução. Esse item deve apresentar uma
descrição detalhada da metodologia utilizada, que permita
compreender e interpretar os resultados, bem como a reprodução
do estudo ou a utilização do método por outros pesquisadores. Um
Projeto Integrador normalmente utiliza como metodologia, a
pesquisa bibliográfica (feita em livros, manuais), levantamento
documental e, dependendo do modelo adotado, a pesquisa de
campo. Deve-se incluir apenas as informações reais referentes à
pesquisa realizada para o trabalho.
Desenvolvimento Parte principal do texto, que contem a exposição ordenada e
pormenorizada do assunto. No desenvolvimento do projeto poderão
ser empregados quantos capítulos o autor julgar necessário.
Para o desenvolvimento da parte teórica, os alunos deverão solicitar
aos professores a sugestão de bibliografia a ser consultada.
Não esquecer que a parte conceitual deve ser sempre embasada em
pesquisa e o nome do autor deve ser mencionado no texto e não
apenas na Bibliografia. (Vide citações).
Considerações
Mesmo que nos capítulos anteriores, tenham sido apresentadas as
Finais
conclusões, este capítulo não pode ser omitido. O autor deve
apresentar suas considerações e descobertas de forma lógica, clara e
concisa. Essas considerações, evidentemente, devem ser baseadas
somente nos fatos comprovados e já discutidos nos capítulos
anteriores. Nesse item o aluno pode apresentar eventuais sugestões
94
de mudanças ou melhorias.
Referências
Esta parte deve vir após a do capítulo das considerações finais e
seguir as normas da ABNT. (Veja Anexo : Resumo de apresentação
da Bibliografia)
4 ESPECIFICAÇÕES GRÁFICAS
Item
Descrição
Papel
Papel branco no tamanho A4 (210 x 297mm)
Fonte (Letra)
Padrão de letra Times New Roman, tamanho 12 em todo o
trabalho exceto na capa e página de rosto.
Espaço entre linhas
1,5 linhas
Alinhamento
Justificado
Margens
3,0 cm esquerda e superior.
2,0 cm direita e inferior.
Rodapé
As notas nele contidas devem ser separadas do texto por um
traço contínuo de aproximadamente 1/3 da linha, a partir da
margem esquerda, com caracteres menores que aqueles usados
no texto.
Capa e a página de Ver modelo no apêndice.
rosto
Instituição e título do Projeto em letras maiúsculas, fonte
tamanho 14; todo o restante em tamanho 12.
Numeração
páginas
das Todas as folhas, a partir da página de rosto, devem ser contadas
sequencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada
a partir da introdução. A numeração deverá ser colocada na
margem superior, no canto direito da página e a cerca de 2 cm
95
do limite superior. As demais folhas, incluídos os elementos póstextuais (referencia bibliográfica e apêndice), devem ser
numeradas sequencialmente seguindo de maneira contínua ao
texto principal.
Tabelas
O título da tabela deve vir na parte superior e numerado
sequencialmente, desde o início do trabalho em número
arábico.
Figuras
O título da figura deve vir na parte inferior e numerado
sequencialmente, desde o início do trabalho em número
arábico. São consideradas figuras: fotografias, esquemas,
fluxogramas e gráficos.
Numeração
de Os títulos serão em letras maiúsculas, em fonte 12 e negrito.
títulos e subtítulos
Os subtítulos terão a primeira letra maiúscula e as demais
minúsculas.
Utilizam-se dois espaços para separar os títulos e subtítulos do
corpo do trabalho.
Não há recuo em relação a margem esquerda tanto para título
como subtítulo.
96
5 COMO FAZER CITAÇÕES NO CORPO DO TRABALHO
No corpo do trabalho, deveremos sempre citar as obras consultadas, que
também deverão constar da Bibliografia de forma mais completa. As citações
podem se diretas ou indiretas
5.1 Citação Indireta
Por exemplo, digamos que o texto a ser citado seja baseado* no autor
Idalberto Chiavenato, cujo livro foi publicado em 2000 (citação indireta). Neste
caso, devemos escrever o sobrenome do autor seguido do ano de publicação da
obra.
Conforme Chiavenato (2000), as primeiras Teorias da Administração
surgiram com o fim da economia de subsistência...
–
O estudo das teorias da Administração permite identificar o modelo
correto a ser utilizado... (CHIAVENATTO, 2000)
* Texto “baseado” significa que não vamos repetir exatamente como está escrito no
livro. Vamos colocar a ideia. Nesse caso, não é necessário colocar o nº da página.
5.2 Citação Direta
No caso de transcrição literal do texto do autor (citação direta), devemos
escrever o número da página da qual foi extraído o parágrafo, seguido do ano de
publicação.
Ex.: Conforme Chiavenato (2000, p. 23), “a igreja e as instituições militares
constituíram-se em modelos de administração........”
Ou:
No caso da reprodução do trecho do autor no meio de um parágrafo, sem
citá-lo antes da transcrição, devemos escrever o número da página da qual foi
extraído o parágrafo, logo após o ano de publicação. Ex.:, “As práticas encontradas
nos primórdios da Administração influenciam ...” (Chiavenato, 2000, p. 21).
97
5.3 Citação com mais de 3 linhas
No caso de transcrição literal de texto do autor cujo conteúdo seja superior a
3 linhas, deverá ser usado recuo esquerdo com 4 cm, espaço simples, arial ou times
10, conforme exemplo abaixo:
Aparentemente o mesmo ocorre na maioria dos países, tomando-se por base as
considerações de Terence A. Brown e J.M. Fitzmaurice (1997):
Apesar da decisão da escolha do transporte ser um tópico bastante
popular na literatura sobre logística desde 1970, a atuação dos
intermediários, como os IFFs, recebeu pouca atenção. A maioria dos
estudos sobre a escolha do transporte tem se limitado a investigar
especificamente os fatores chave de cada modal selecionado. (p. 91).
5.4 Alíneas
Às vezes, é necessário enumerar vários tópicos. Podemos fazê-lo na forma
de alíneas (marcadores):

a margem das alíneas é reentrada – isto é, mais à direita – em relação
à margem do texto;

elas seguem a ordem alfabética;

são separadas por ponto-e-vírgula, exceto a última, que termina com
ponto;

podem ser subdivididas em subalíneas, que:
- são indicadas por hífen,
- são separadas por vírgula.
6 REFERÊNCIAS:
Na parte final do Projeto, o aluno deverá citar as fontes consultadas. Todo livro,
artigo ou periódico citado no trabalho deve obrigatoriamente constar nas referências.
As referências deve estar em ordem alfabética e com 2 espaços (ou espaçamento 12
depois do parágrafo) entre elas. Seguem exemplos:
Livro com um autor:
98
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. 5. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2000.
Livro com dois autores:
ACEVEDO, C.R.; NOHARA, J.J. Monografia no curso de administração: guia
completo de conteúdo e forma. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
Livro com três autores:
HITT, M.A.; IRELAND, R.D.; HOSKISSON, R.E. Administração estratégica:
competitividade e globalização. Trad. José Carlos Barbosa dos Santos e Luiz Antonio
Pedroso Rafael. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2005.
Livro com mais de 3 autores – Neste caso, citar o autor principal seguido da expressão “et
al.”, que significa “e outros”:
BEGA, Egidio Alberto et al. Instrumentação Aplicada ao Controle de Caldeiras. 3. ed. Rio
de Janeiro: Interciência, 2003. 180 p.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/educacao/897-elaboracao-de-referencias-emtrabalhos-academicos-3-de-4-.htm#ixzz2wDHvsbCK
Conteúdos da Internet:
Banco Central do Brasil. Disponível em <http://www.bacen.gov.br>. Acesso em: 5 set.
2007.
Abimaq – Associação Brasileira das Indústria de Máquinas. Disponível em
<http://www.abimaq.com.br>. Acesso em: 1 jan. 2007.
“Acesso em” representa a data de consulta.
Dissertação, tese ou monografia:
BRITTO, Ricardo Pitelli de. Competição global: Uma contribuição para o estudo da
competitividade da indústria paulista. Dissertação (mestrado em Administração),
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo –
FEA/USP, 2004.
Artigo de revista:
99
VEGRO, C. L. R. et al. Do café verde ao café torrado e moído: vantagens e dificuldades
na exportação. Revista Brasileira de Comércio Exterior, São Paulo, n.84, p.60-71,
ago./set. 2005.
CARVALHO, Valter R. de. Terceirização segundo Maquiavel. Revista do Centro
Universitário Nove de Julho, São Paulo, n. 1, 2002.
Legislação Federal:
BRASIL, Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.
Brasília: Senado, 2004.
BRASIL. Medida Provisória nº 1569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em
importação e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
BRASIL. Código civil. Organização de textos, notas remissivas e índices por Juarez de
Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
Legislação Estadual:
SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre a
desativação de unidades administrativas e dá providências correlatas. Lex – Coletânea de
Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.
100
ANEXO I – MODELO DE CAPA
101
FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES
GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
MARIA ISABEL VEIGA – RA 2005101516
MELINA ALVES RODRIGUES – RA 2004125147
ROBERTO PEREIRA – RA 2004125148
RUBENS DE ARAUJO RIBEIRO JUNIOR – RA 2004125149
SANDRA REGINA TERRA – RA 2004125140
PROJETO INTEGRADOR MULTIDISCIPLINAR
5º Semestre
Ribeirão Pires
2014
102
ANEXO II – MODELO FOLHA DE ROSTO
103
FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES
GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
MARIA ISABEL VEIGA
MELINA ALVES RODRIGUES
ROBERTO PEREIRA
RUBENS DE ARAUJO RIBEIRO JUNIOR
SANDRA REGINA TERRA
PROJETO INTEGRADOR MULTIDISCIPLINAR
Projeto Integrador apresentado como parte dos
requisitos necessários à obtenção do grau de
tecnólogo
em
Gestão
de
Tecnologia
da
Informação.
Período: 5º Semestre
Ribeirão Pires
2014
104
ANEXO III - MODELO FOLHA DE APROVAÇÃO
105
FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES
GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Gestão da Tecnologia da Informação
MARIA ISABEL VEIGA
MELINA ALVES RODRIGUES
ROBERTO PEREIRA
RUBENS DE ARAUJO RIBEIRO JUNIOR
SANDRA REGINA TERRA
FOLHA DE APROVAÇÃO
PROFESSOR
DISCIPLINA
CONCEITO
ASS. DO
PROFESSOR
Professor(a) Coordenador: ________________________________
106
ANEXO IVI - MODELO DE SUMÁRIO
107
SUMÁRIO
Página
1. INTRODUÇÃO................................................................................................
05
1.1 Objetivos......................................................................................................
06
1.2 Justificativa...................................................................................................
06
1.3 Metodologia................................................................................................
07
2. A EMPRESA ...................................................................................................
09
2.1 Histórico da Empresa ................................................................................
09
3 O Produto .......................................................................................................
10
4- CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................
12
REFERÊNCIAS.......................................................................................................
13
ANEXOS................................................................................................................
14
Download

realizar - Faculdades Integradas de Ribeirão Pires