+ PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RIBEIRÃO PIRES 2014 2 I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO I.I MANTENEDORA Nome: O.E.R.P. – Organização Educacional de Ribeirão Pires Endereço: Rua Coronel Oliveira Lima, nº 3345 – Parque Aliança Cidade: Ribeirão Pires Estado: São Paulo CEP: 09404-100 Fone/Fax: (11) 4822-8520 / (11) 4828-5513 Mantida: Faculdades Integradas de Ribeirão Pires - FIRP. I.II IDENTIFICAÇÃO DA IES Instituição: Faculdades Integradas de Ribeirão Pires - FIRP. Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Atos Legais: Lei nº. 9394/96 (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil; Decreto nº. 5.773, de 09 de maio de 2006; Portaria Nº. 4.361/2004 e Portaria Nº. 3.160/2005. I.III NÚMERO DE VAGAS: Turno Número de vagas (anuais) MATUTINO 50 NOTURNO 50 I.IV CARGA HORÁRIA / INTEGRALIZAÇÃO: CURRÍCULO Carga horária 2173 horas Relógio Mínimo de 5 semestres Duração I.V Máximo de 8 semestres DIRIGENTE PRINCIPAL: Diretor Prof. Paulo Henrique Ansaldi 3 SUMÁRIO PROPOSTA ACADÊMICA ............................................................................................................... 6 1. A INSTITUIÇÃO ........................................................................................................................... 7 1.1. MANTENEDORA ................................................................................................................. 7 1.2. MANTIDA ............................................................................................................................. 8 1.2.1. Breve Histórico da Mantida FIRP ...................................................................................... 8 1.2.2. Missão............................................................................................................................... 9 1.2.3. Visão ............................................................................................................................... 10 1.2.4. Dirigentes das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires ............................................... 10 2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO......................................... 10 2.1. INSERÇÃO REGIONAL ..................................................................................................... 10 2.2. INDICADORES SÓCIOECONÔMICOS ............................................................................. 11 2.2.1. Identidade Regional do Grande ABC .............................................................................. 11 2.2.2. A Região do Grande ABC ............................................................................................... 12 3. SOBRE O CURSO DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO .................................. 19 3.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS ............................................................................................. 19 3.2. HABILITAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO ................................................ 21 3.3. ASPECTOS LEGAIS E DIRETRIZES CURRICULARES ................................................... 22 3.4. RELAÇÕES COM OUTRAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS NA REGIÃO ................... 23 3.5. FORMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ............................................................. 23 3.6. POLÍTICAS DE NIVELAMENTO ........................................................................................ 24 3.7. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................................................ 25 3.8. ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO ............................................................................ 27 3.9. OBJETIVOS DO CURSO................................................................................................... 28 3.9.1. Objetivos Gerais ............................................................................................................. 28 3.9.2. Objetivos Específicos ...................................................................................................... 28 4. SOBRE O EGRESSO ................................................................................................................ 29 4.1. COMPETÊNCIAS GERAIS ................................................................................................ 29 4.2. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS ...................................................................................... 30 4.3. CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL ........................................................................ 30 5. ESTRUTURA CURRICULAR ..................................................................................................... 31 5.1. ASPECTOS INOVADORES DA INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ..... 31 5.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................................. 31 4 5.3. ESTÁGIO SUPERVISIONADO .......................................................................................... 32 5.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ...................................................................... 32 5.5. CURRÍCULO PLENO PROPOSTO EM CONSONÂNCIA COM OS OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................................................................... 33 5.5.1. Currículo Pleno Proposto ................................................................................................ 34 5.5.2. Componentes curriculares e carga horária ..................................................................... 34 5.5.3. Elenco de Disciplinas ...................................................................................................... 35 5.5.4. Quadro Geral .................................................................................................................. 36 5.5.5. Fluxograma do Curso..................................................................................................... 36 5.5.6. Ementa e Bibliografia dos componentes curriculares ..................................................... 36 5.5.6. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 01 de 17 de junho de 2004)...........................................................................................................................................71 5.5.7. Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec.Nº 5.626/2005) ....................................... 71 5.5.8. Políticas de educação ambiental ( Lei nº 9.795, de 27 de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002) ..................................................................................................................... 71 5.6. PERFIL DO CORPO DOCENTE ....................................................................................... 71 5.6.1 Responsável pela coordenação do curso ........................................................................ 71 5.6.2 Titulação .......................................................................................................................... 72 5.6.3 Experiência profissional requerida ................................................................................... 72 5.6.4 Titulação e formação acadêmica do NDE ........................................................................ 72 5.6.5 Vinculação dos docentes com a área de conhecimento .................................................. 73 5.7. REGIME DE TRABALHO................................................................................................... 73 5.7.1 Plano de carreira .............................................................................................................. 73 5.7.2 Regime escolar ................................................................................................................ 74 5.7.3 Formas de acesso ao curso ............................................................................................. 74 5.7.4 Número Máximo de alunos por turma .............................................................................. 75 5.7.5 Turnos de funcionamento ................................................................................................ 75 5.8. PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO ................................................................ 75 5.9. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM........................ 75 6.INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA ............. 75 6.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA .............................................................................................. 75 6.1.1. Área Interna .................................................................................................................... 75 6.1.2. Área Externa ................................................................................................................... 76 5 6.1.3. Laboratório de Informática – Geral.................................................................................. 77 6.2 – Laboratórios Específicos ................................................................................................. 77 6.3 – CPD....................................................................................................................................... 84 6.4 – RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA ....................................................................... 85 6.5 – COMPUTADORES E IMPRESSORAS DE USO ADMINISTRATIVO E ACADÊMICO ........ 85 6.6 - BIBLIOTECA .......................................................................................................................... 85 6.6.1. Acervo por Área do conhecimento .................................................................................. 86 6.6.2. Formas de Atualização e Expansão do Acervo .............................................................. 86 6.6.3. Horário de Funcionamento da Biblioteca ........................................................................ 87 6.6.4. Mobiliário/Acomodações para usuários .......................................................................... 87 6.6.5. Equipamentos ................................................................................................................. 87 6.6.6 - Serviços Oferecidos ....................................................................................................... 88 7. AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................... 89 ANEXO 1 ........................................................................................................................................ 91 6 PROPOSTA ACADÊMICA JUSTIFICATICA A proposta deste curso considerou as características socioeconômicas da região do ABC Paulista. Com cerca de dois e meio milhões de habitantes, é uma das mais industrializadas no país. A presença de empresas nacionais e estrangeiras aponta para a necessidade de profissionais especializados na gestão dos recursos tecnológicos. Nota-se que a oferta de cursos focados especificamente em Gestão da Tecnologia da Informação é pequena na região, das trinta e sete instituições de ensino superior na região do ABC Paulista (dados do MEC – Outubro/2012), somente cinco delas oferecem o curso de Gestão em Tecnologia da Informação. Evidencia-se, portanto, a necessidade crescente de profissionais capacitados com conhecimentos em práticas e padrões que garantam controles efetivos, ampliem os processos de segurança, minimizem os riscos, aumentem o desempenho, otimizem a aplicação de recursos, reduzam os custos e alinhem a tecnologia da informação aos negócios da empresa, ou seja, saiba aplicar tecnologias da informação de forma a trazer vantagem competitiva para a organização. Considerando, portanto, a ocorrência substancial de empresas na região e a baixa oferta desse curso, especificamente, e ainda a importância do assunto no momento, conclui-se que há demanda pelo Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação, representada por profissionais de empresas que precisam da graduação, por profissionais da área em busca de atualização, graduados em Administração empenhados no aprofundamento da área e concluintes do ensino médio que necessitam de respostas mais rápidas para alcançar qualificação. 7 1. A INSTITUIÇÃO 1.1. MANTENEDORA A Organização Educacional de Ribeirão Pires - O.E.R.P. foi fundada por um grupo de professores da região, em 20 de dezembro de 1971, com a finalidade de gerir escolas de todos os níveis de ensino. A Entidade personalizou-se quando do registro de seus Estatutos no Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Ribeirão Pires, sob o número 16, às fls. 08 do Livro A-1, em 06 de junho de 1972. Constituída na forma da lei, é uma associação sem fins lucrativos, com cadastro geral de contribuintes nº 44.178.309/0001-41. A Entidade não remunera seus diretores e não distribui lucros, a qualquer título. Seus excedentes financeiros são aplicados na Instituição mantida. Oferece aos alunos de baixa renda, dentro dos seus recursos, bolsas de estudo, inclusive as do ProUni. Cadastrada na Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires no Cadastro Fiscal de Serviços, sob o no. 919/73 foi declarada de Utilidade Pública Municipal, pela Lei nº 1.643, de 18 de dezembro de 1974, e foi declarada de Utilidade Pública Federal pela Portaria n.º 315, de 06 de abril de 2001, publicada no D.O.U de 09/04/2001. Até 1990, desenvolveu suas atividades no “Externato Nerina Adelfa Ugliengo”, à Rua João Ugliengo, nº 12, no centro de Ribeirão Pires, como sede provisória. Hoje com sede própria, está instalada na Rua Coronel Oliveira Lima (antiga Capitão José Gallo), nº 3.345, no Parque Aliança, em Ribeirão Pires - SP. Seu estatuto sofreu alterações em 2007 para adequar-se ao novo Código Civil. 8 1.2. MANTIDA 1.2.1. Breve Histórico da Mantida FIRP Em 13 de março de 1973, a Organização Educacional de Ribeirão Pires - O.E.R.P. obteve autorização para manter a Faculdade de Ciências e Letras de Ribeirão Pires (hoje, Faculdades Integradas), autorizada pelo Decreto nº 71.897, de 13/03/1973 - com os seguintes cursos: Estudos Sociais, Letras, Matemática e Pedagogia, reconhecidos pelo Decreto n.º 78.971 de 16/12/1976. Foi criada com o propósito de formar professores e especialistas em educação para atuar no ensino de 1º e 2º graus, hoje fundamental e médio, na vigência da Lei n.º 5.692/71, com licenciatura nas quatro áreas acima mencionadas. Enquanto funcionou em sede provisória, não houve acréscimo de novos cursos. Com instalações limitadas, houve acréscimo apenas de novas habilitações: - ao curso de Estudos Sociais, pela via da plenificação, foram autorizadas e reconhecidas as habilitações de Geografia e de História; - o curso de Matemática, por conversão, foi transformado em curso de Ciências licenciatura de 1.º grau e plena com habilitação em Matemática; - ao curso de Pedagogia, com habilitação em Orientação Educacional, foram autorizadas e reconhecidas as habilitações em Administração Escolar e de Supervisão Escolar para exercício nas escolas de 1º e 2º graus e, posteriormente, Magistério das Matérias Pedagógicas do ensino Médio. Tanto no caso de Estudos Sociais, quanto no de Pedagogia, as habilitações foram solicitadas para atender à necessidade de formação de professores para a rede de escolas de 1º e 2º graus, em expansão. Somente em 1991, com sede própria, solicitou o curso de Educação Física - licenciatura e bacharelado e, o bacharelado em Administração, com duas habilitações. Em 1999, a antiga Faculdade de Ciências e Letras de Ribeirão Pires a Faculdade de Educação Física e a Faculdade de Administração foram unificadas sob a denominação de Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, pela Portaria nº 814, de 14/05/1999. A FIRP - Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, é a única Instituição de Ensino Superior do município e vem crescendo de acordo com as necessidades locais. Em 1992, contava com aproximadamente 400 alunos - hoje, tem cerca de 1000 (mil) alunos, distribuídos em dez cursos: Administração, Educação Física, História, Letras, Matemática e Pedagogia e os Cursos Superiores 9 de Tecnologia: Gestão Financeira, Gestão de Turismo, Logística e Gestão de Tecnologia de Informação. 1.2.2. Missão A OERP/FIRP foi criada com o propósito de formar professores para atuar no ensino fundamental e médio com licenciatura em diferentes áreas e vem cumprindo sua função original. A partir de 1996, assumiu a formação de profissionais para outros campos de trabalho: Administração e Educação Física. Como previsto, iniciou em 2009 os primeiros cursos superiores de tecnologia. Neste contexto, tem como missão: “Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando a educação para todos e a inserção social por meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de incentivo e apoio estudantil, através de parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento da comunidade.” A partir da missão que vem desempenhando e dos objetivos que deseja atingir, a vocação global desta IES é a de oferecer serviços educacionais tendo em vista a formação profissional voltada para o mercado de trabalho, diante da oferta de cursos presenciais, conforme lista-se a seguir: graduação - licenciatura - para formação de professores de educação básica; graduação - bacharelado; graduação - cursos superiores de tecnologia; cursos de extensão; programas de iniciação científica e pesquisa investigativa integrados à formação em nível de graduação; prestação de serviços à comunidade de acordo com as possibilidades da Instituição e de seus cursos. A IES compromete-se a desenvolver a pesquisa científica e a dedicar-se às práticas investigativas em todos os cursos que oferece, como princípio formativo capaz de estimular a resolução de problemas, o estudo independente e o conhecimento da realidade. 10 1.2.3. Visão A FIRP tem por visão tornar-se centro de referência consolidado na região do Grande ABC, irradiador e aglutinador de questões educativo-culturais, firmando-se como instituição capaz de contribuir para a solução de seus problemas, bem como para o desenvolvimento da cidadania. 1.2.4. Dirigentes das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires Na sequência são apresentados os atuais gestores que respondem pelas instâncias executivas superiores das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires: Paulo Henrique Ansaldi Diretor Geral Francivaldo de Souza Barbosa Matemática Ismar Vicente Gestão de Tecnologia da Informação Fábio Marques de Araújo Administração / Gestão Financeira Italo Meneghetti Filho Letras Maria Helena Silva Bettega Pedagogia Maurício Tintori Piqueira História Carlos Roberto Gulmini Gestão de Logística Cristóvão Fiamenghi da Silveira Educação Física (Licenciatura e Bacharelado) 2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO 2.1. INSERÇÃO REGIONAL A FIRP - Faculdades Integradas de Ribeirão Pires está inserida na região do grande ABC que compõe a região metropolitana da Grande São Paulo, considerada uma das maiores do mundo. É composta por trinta e nove municípios em um território de oito mil e cinquenta e um quilômetros quadrados. Essa região é caracterizada por intensa urbanidade e é potencializada pelas duas 11 regiões metropolitanas vizinhas: Baixada Santista e Campinas. Juntas, representam mais de vinte e sete milhões de habitantes (IBGE, 2006). Há vários indicadores capazes de revelar a importância da região no cenário nacional, dentre eles: a) os que demonstram que na Grande São Paulo se concentram cerca de 26% dos empregos industriais e 23% dos empregos no setor de comércio e serviços existentes no país; b) os que apontam que mais de quarenta mil estabelecimentos industriais e cento e sessenta mil de comércio e serviços se localizam nessa região, representando cerca de 20% do total nacional (IBGE, 2006). 2.2. INDICADORES SÓCIOECONÔMICOS 2.2.1. Identidade Regional do Grande ABC A identidade urbana da região do Grande ABC teve início no século passado, dando origem ao tecido urbano atual. Suas principais características de produção, consumo, gestão e troca se tornaram perceptíveis pela evolução de sua base produtiva que, sinteticamente, pode ser compreendida com base em quatro aspectos de sua produção local, tais como: as indústrias do início do século 20; o ciclo da indústria automobilística, nos anos 1950; a indústria petroquímica, nos anos 1970, e o processo de reconversão produtiva dos anos 1990. No início do século passado, um conjunto de fatores infraestruturais, tais como a consolidação da São Paulo Railway; a abundância de água e energia elétrica gerada pela Represa Billings e a Usina Henry Borden; a mão de obra qualificada e urbana e a abundância de terras e o capital acumulado da economia cafeeira do interior do estado, deram início à implantação industrial na região como, por exemplo, as Indústrias Matarazzo S/A, de capital nacional; a Rhodia Química e a Chevrolet, de capitais internacionais. As características da produção extensiva deste modelo capitalista do início do século 20 foram essenciais para o início do processo de urbanização da região, baseado na presença das vilas operárias e dos centros comerciais locais. Esse modelo de produção, que pouco sofreu com a quebra dos preços do café na década de 1930, foi potencializado nos anos 1950 com os incentivos federais ao capital multinacional da indústria automobilística e pelo capital nacional da incipiente indústria de autopeças. Com isto, a região do Grande ABC recebeu significativa injeção de recursos, possibilitando a criação de novos empregos, a migração e geração de riquezas, constituindo significativo aporte de capital da região, com perfil de produção industrial bastante intenso. Diante 12 de tais características, a população aumentou, por meio da migração interna, expandindo suas cidades e criando novas demandas sociais. Nos anos 1970, com a estratégia produtiva do Governo Militar, a região do Grande ABC recebeu seu polo petroquímico, que além de gerar riquezas e empregos, atraiu uma série de empreendimentos complementares pertinentes a esta cadeia produtiva. O perfil industrial do Grande ABC, nos anos 1980, caracterizou–se pela diversidade produtiva de sua indústria: automobilística, metalúrgica, petroquímica e suas cadeias produtivas. Essa característica possibilitou qualificar seus trabalhadores como a elite da classe operária nacional, por fazer parte da região mais rica do Brasil. Paradoxalmente, o ABC passou a enfrentar problemas sociais intensos com a falta de habitação, saúde, educação e infraestrutura urbana, em virtude de seu rápido e intenso crescimento urbano, fato comum em cenários de aceleração econômica. Com a criação do zoneamento industrial da região metropolitana de São Paulo, em 1978, que estabeleceu rígidas condições para a interminável expansão do parque produtivo local e, ainda, com o profundo reordenamento produtivo provocado pela abertura dos mercados e a globalização do início dos anos 1990, a região sofreu acentuado processo de migração industrial para outras regiões do estado e do país. Além desses fatores, o colapso das indústrias de capital nacional, que não obtiveram financiamento para modernização de seu parque industrial, trouxe outras consequências, tais como: aumento da violência, desemprego e diminuição da capacidade de investimento público. Essa alteração do perfil produtivo da região proporcionou um aumento no número de empregos nos setores de comércio e serviços, absorvendo parte dos trabalhadores que perderam seus postos de trabalho. 2.2.2. A Região do Grande ABC As Faculdades Integradas de Ribeirão Pires FIRP está localizada a sudeste da região metropolitana da Grande São Paulo, que é denominada Grande ABC. É formada pelos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Destaca-se no mapa, a cidade de Ribeirão Pires, município em que a FIRP, concentrou suas instalações, construindo um prédio numa área de 145 mil metros quadrados, para ser uma Faculdade de qualidade no Grande ABC. Embora a região do Grande ABC seja a área de influência mais relevante para as Faculdades 13 Integradas de Ribeirão Pires FIRP , há alunos provenientes de Suzano e São Paulo, que constituem também áreas de abrangência desta influência, por causa do acesso natural e progressivo de integração metropolitana de transportes. O Grande ABC conta, hoje, com mais de 2 milhões e meio de habitantes, ampliando os últimos dados do senso de 2000: Cidades Área em Km2 (em 2009) População (em 2008) Santo André 174,84 676.188 São Caetano do Sul 15,36 147.388 São Bernardo do Campo 406,18 804.399 Diadema 30,65 392.738 Rio Grande da Serra 36,67 43.115 Ribeirão Pires 99,18 119.996 Mauá 62,29 414.917 Total 825,17 2.598.741 Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE A Região do Grande ABC, conta com uma média de crescimento elevada comparada com a taxa das grandes cidades do Estado, inclusive superando a média de crescimento para o Estado de São Paulo. Cidades Crescimento Anual da População em (% a.a.) Santo André 0,51 São Caetano do Sul 0,62 São Bernardo do Campo 1,72 Diadema 1,22 Rio Grande da Serra 1,93 Ribeirão Pires 1,77 Mauá 1,70 Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE 14 É neste enorme contingente de pessoas que temos uma rica demanda à procura de ensino de qualidade, e a FIRP constitui-se em um espaço privilegiado, com excelente infraestrutura, que a identifica com uma região com grande potencial de investimento no bem estar de sua população. Pelo quadro referente à infraestrutura, quando comparado com outras grandes cidades do Estado de São Paulo, podemos perceber que a região oferece condições diferenciadas para a sua população e para todos os que escolheram a região para viver e trabalhar, considerando ainda o grande potencial de geração de riquezas presente em toda a região do Grande ABC. Cidades Abastecimento de Esgoto Coleta de Lixo (%) Água (%) Sanitário (%) Santo André 96,95% 99,83% 90,32% São Caetano do Sul 99,95% 100,00% 99,44% São Bernardo do Campo 98,03% 99,64% 87,11% Diadema 99,08% 99,59% 92,22% Rio Grande da Serra 90,45% 93,77% 59,34% Ribeirão Pires 91,67% 98,49% 81,34% Mauá 98,18% 99,63% 75,44% Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE - Ano: 2000 Tal assertiva fica mais evidente quando consideramos os Índices de Desenvolvimento Humano da região: (IDH Brasil – 0,800). Cidades DH-M Santo André 0,835 São Caetano do Sul 0,919 São Bernardo do Campo 0,834 Diadema 0,790 Rio Grande da Serra 0,764 Ribeirão Pires 0,807 Mauá 0,781 Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE 15 Quando verificamos os índices de qualidade de vida da região utilizando outras fontes, temos dados que são extremamente significativos, quando comparados com principais cidades do Estado de São Paulo. IPRS (em 2006) Índice GINI (em 2000) IPC (R$) (em 2008) IPC (%) (em 2008) Santo André Grupo 1 0,53 3,39 9.593.716.600,00 0,55% São Caetano do Sul Grupo 1 0,5 5,48 2.854.267.000,00 0,16% São Bernardo do Campo Grupo 1 0,56 3,34 11.033.305.400,00 0,63% Diadema Grupo 2 0,49 1,94 4.080.983.400,00 0,23% Rio Grande da Serra Grupo 4 0,47 1,3 378.188.200,00 0,02% Ribeirão Pires Grupo 1 0,52 2,39 1.346.043.400,00 0,08% Mauá Grupo 1 0,49 1,82 4.339.322.000,00 0,25% Campinas Grupo 2 0,58 4,05 15.815.966.400,00 0,91% Osasco Grupo 2 0,52 2,59 8.992.726.600,00 0,52% Sorocaba Grupo 1 0,55 2,95 7.365.524.400,00 0,42% Ribeirão Preto Grupo 1 0,56 2,83 7.933.242.200,00 0,46% São Jose dos Campos Grupo 1 0,58 3,11 7.893.698.800,00 0,45% São Paulo Grupo 1 0,62 4,03 155.962.305.200,00 8,95% Estado de São Paulo - 0,59 2,92 497.832.244.000,00 28,58% Brasil - 0,52 - 1.742.000.000.000,00 100,00% Cidades Renda Per Capta (em 2000) Fonte: SEADE, PNUD , TARGET MARKETING e PESQUISA Destacamos ainda que o Grande ABC passa por profundas transformações e tem se notabilizado como um espaço privilegiado de construção e reconstrução do conhecimento, elemento imprescindível para a sobrevivência no mundo em que vivemos, chamado também de sociedade do conhecimento e da informação. Merece neste singular os índices educacionais da região, que 16 evidencia também a grande demanda carente de Ensino, explicitando o potencial de crescimento para os estabelecimentos de ensino da região, que por sua grandeza, exige pessoas altamente qualificadas em todos os setores. Cidades População de 18 a 34 anos que estavam frequentando curso superior (em 2000) Santo André 14,82% São Caetano do Sul 24,50% São Bernardo do Campo 14,71% Diadema 4,57% Rio Grande da Serra 2,73% Ribeirão Pires 7,22% Mauá 4,88% Fonte: PNUD - Atlas do desenvolvimento humano no Brasil Podemos afirmar pelo quadro que a região do Grande ABC possui uma imensa população entre 17 a 24 anos fora do Ensino Superior, além dos bairros vizinhos pertencentes ao Município de São Paulo e de fácil acesso para a região. Estes dados ficam ainda mais claros quando analisamos o percentual da população com ensino médio completo, nos dando uma visão da demanda para o ensino superior. Cidades População de 18 a 24 anos com ensino médio completo Santo André 51,63% São Caetano do Sul 63,79% São Bernardo do Campo 49,47% Diadema 35,29% Rio Grande da Serra 33,20% Ribeirão Pires 51,78% Mauá 37,68% Fonte: PNUD - Atlas do desenvolvimento humano no Brasil Quando analisamos as condições de renda para o investimento em Educação podemos identificar o potencial da região por meio de alguns indicadores. No que tange à movimentação econômico- 17 financeira, o Grande ABC é um espaço privilegiado. Cidades PIB Per capita R$ (em 2006) Santo André 17.341,01 São Caetano do Sul 70.367,14 São Bernardo do Campo 25.590,16 Diadema 19.595,67 Rio Grande da Serra 6.873,56 Ribeirão Pires 10.734,22 Mauá 12.325,46 Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE Como observado, o valor adicionado per capita da região é bastante elevado, tendo alcançado em 2006, em Ribeirão Pires R$ 10.734,22, em São Bernardo do Campo, esse valor atingiu R$ 25.590,16 , e em São Caetano do Sul, R$ 70.367,14, um dos mais altos do Estado, quando observado a média do Estado R$ 19.547,86. Com o objetivo de explorar esse elevado poder aquisitivo, grandes cadeias nacionais e internacionais de supermercados, como Wal-Mart, Extra (Grupo Pão de Açúcar) e Carrefour, instalaram-se na região nos últimos anos. A paisagem urbana, outrora eminentemente industrial, vai abrindo espaço também para grandes centros de compras, shopping centers e supermercados, que disputam com as indústrias áreas muito valorizadas, e com as melhorias no transporte (rodoanel e metrô – Estação Tamanduateí, que possibilitou a conexão com a linha férrea). Neste contexto de grandes possibilidades é que está situada a sede das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, na Região Metropolitana de São Paulo, onde se destaca um conjunto de municípios que forma o principal pólo da indústria automotiva do país, com grandes montadoras multinacionais de veículos (Ford, GM, Volkswagen, Scania, Mercedes-Benz, Toyota) e centenas de empresas de autopeças, nacionais e estrangeiras. Além de outras áreas que estão em vertente crescimento, como as áreas de serviço e comércio, conforme podemos verificar pelo quadro a seguir: 18 Número de Número de Número de Estabelecimento da Estabelecimentos do Estabelecimentos de Indústria Comércio Serviços Santo André 1.257 5.088 4.879 São Caetano do Sul 674 1.830 2.313 São Bernardo do Campo 1.519 4.815 5.514 Diadema 1.503 1.904 1.269 Rio Grande da Serra 22 94 67 Ribeirão Pires 237 606 494 Mauá 655 1.566 951 Cidades Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE – Ano: 2007 Notamos que o perfil da região vem passando, nos últimos anos, por significativas mudanças, sem, contudo, reduzir seu peso como o mais importante polo industrial do país e do MERCOSUL. A presença de grandes empresas nacionais e estrangeiras, associada ao elevado poder aquisitivo da região, criou inúmeras oportunidades de negócios na área de serviços, que hoje, à semelhança dos grandes centros urbanos no mundo, absorve parcela significativa da sua população ocupada. Os conhecidos problemas das grandes metrópoles conspiram contra a instalação de novas indústrias na região, e até mesmo dificultam a expansão daquelas já instaladas. Por outro lado, as novas técnicas de produção, particularmente o just in time, hoje amplamente difundido entre as principais cadeias produtivas industriais, exigem a proximidade física entre o fornecedor e o cliente e, desta forma, impedem que parcela expressiva da cadeia produtiva, ligada principalmente à indústria automobilística, afaste-se da região. Outro fator ainda importante de atração de investimentos é a proximidade do Porto de Santos, principal canal de exportação do país, a menos de 50 km da região. Enfim, o contexto regional é cosmopolita, de serviços, de vocação trabalhista e comunitária (em razão da renda per capita e da maioria de classe média), sensibilizada para a inclusão social das regiões pobres vizinhas, que ocupam uma zona de transição entre recursos ecológicos fundamentais (Mata Atlântica e Zonas de Mananciais, que abastecem a própria zona metropolitana) e a cidade de São Paulo, formando o maior núcleo de conurbação do Brasil, em torno da capital 19 paulista. Nessa realidade, as Faculdades Integradas de Ribeirão Pires posiciona-se como referência para a discussão das causas regionais, envolvendo o desenvolvimento estratégico dos sete municípios da região do Grande ABC no que tange às suas necessidades de conhecimento e pesquisa. A instituição oferece, ainda, apoio irrestrito ao setor comercial, de serviços e industrial para a difusão do conhecimento focado nos aspectos regionais integrados aos anseios da sociedade e da economia globalizada; apoio à pesquisa e ao desenvolvimento sustentado por meio do incentivo às ações de busca da informação estratégica para suportar os projetos econômicos e sociais do Grande ABC, bem como abre as suas portas para debater os assuntos ligados ao meio ambiente, à saúde, ao Direito, à educação, ao emprego e outros de interesse da comunidade. 3. SOBRE O CURSO DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 3.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS A perspectiva de formar profissionais em Gestão da Tecnologia da Informação encontra respaldo nas transformações econômicas e tecnológicas pelas quais o mercado atual, tanto nacional quanto internacional vem passando. Evidencia-se, portanto, a necessidade crescente de profissionais capacitados com conhecimentos em práticas e padrões que garantam controles efetivos, ampliem os processos de segurança, minimizem os riscos, aumentem o desempenho, otimizem a aplicação de recursos, reduzam os custos e alinhem a tecnologia da informação aos negócios da empresa, ou seja, saiba aplicar tecnologias da informação de forma a trazer vantagem competitiva para a organização. No Brasil, pelo menos três fatores impulsionam a necessidade de profissionais especializados em gestão da tecnologia da informação: O crescente processo de abertura da economia que, ao expor as empresas nacionais à competição com concorrentes estrangeiras, provocou um aumento substancial da competitividade nas atividades econômicas do país, exigindo dos profissionais níveis cada vez maiores de qualificação; 20 A estabilização da economia que transmitiu às empresas transferirem seus esforços para atividades voltadas a seus próprios negócios, destacando-se, no aumento da produção e no avanço tecnológico a demanda de novos profissionais na área da informação; Alterações nas relações de trabalho decorrentes de novas formas de comunicação e serviços informatizados. Para a oferta deste curso a FIRP considerou, também, as especificidades da região na qual se insere: o ABC Paulista na Região Metropolitana da Grande São Paulo, que congrega os municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Com cerca de dois e meio milhões de habitantes, é uma das mais industrializadas no país. A presença de empresas nacionais e estrangeiras, tanto na área industrial como na de serviços, em cenário de atividades cada vez mais complexas, impulsionam o mercado de trabalho para profissionais especializados na gestão dos recursos tecnológicos em permanente mutação. Por outro lado, a oferta de cursos focados especificamente em Gestão da Tecnologia da Informação é pequena. Das trinta e sete instituições de ensino superior na região do ABC Paulista (dados do MEC – Outubro/2012), somente cinco deles oferecem o curso de Gestão em Tecnologia da Informação. Combinando as vantagens da educação tradicional e as principais tendências de ensino e aprendizado, a estrutura do curso adota uma abordagem inovadora, focalizando as competências necessárias que o profissional necessita para operacionalizar as transformações que se observam no ambiente das empresas, tais como: • desenvolvimento de autonomia na solução de problemas; • competência de resultados, com análise profunda da tecnologia; • capacidade de atuação em equipes de trabalho; • compreensão do ambiente da governança de tecnologia da informação. • Habilidades no uso das tecnologias da informação e da comunicação. O curso Superior em Gestão da Tecnologia da Informação propõe-se a formar profissionais responsáveis pela governança de TI, preparados para atuar numa sociedade em transformação e em consonância com o crescimento econômico do país. Para tanto, o curso está estruturado em três metodologias/ padrões internacionalmente aceitos e cada vez mais valorizados por empresas brasileiras e estrangeiras: O COBIT (Control Objectives 21 for Information and related Technology), mantida pelo Instituto de Governança de TI, o ITIL – (Information Technology Infrastructure Library), referência mundial em gerenciamento de recursos de TI e o padrão PMI (Project Management Institute) para gerenciamento de projetos, divulgado por meio do PMBOK (Project Management Body of Knowledge) – Conjunto de boas práticas em gerenciamento de projetos, para proporcionar o desenvolvimento e qualificação de profissionais, abrangendo as competências exigidas e valorizadas pelo mercado, por meio de exercícios e atividades que abordam os objetivos básicos da gestão da tecnologia da informação. 3.2. HABILITAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Há mais de 30 anos tramitam no Congresso Nacional, diversos projetos visando à regulamentação das profissões de TI, mas apesar do grande volume de projetos, não existe ainda um consenso, muitos são contra e muitos outros são a favor. Os pontos debatidos ultimamente sobre o assunto são: A SBC (Sociedade Brasileira de Computação) posiciona-se CONTRA o estabelecimento de uma reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de um conselho de profissão em moldes tradicionais (como CRM, CRC, CREA), pois pode levar a uma indevida valorização da posse de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, pois muitos dos profissionais de TI não têm curso superior na área (análise de sistemas, ciência da computação, processamento de dados ou engenharia de software) e com isso não teriam méritos para estar na função. Todos os projetos de regulamentação fixam um prazo de experiência mínima (cinco anos, em vários casos) para permitir que estes profissionais continuem na profissão após a entrada em vigor da nova lei. Mas questiona-se: e os outros profissionais? Para onde vão? Serão demitidos? Sem contar que existem no Brasil várias empresas onde praticamente todos os profissionais não se enquadram neste perfil, neste caso o que iria acontecer? Terão que fechar as portas? Mas existe sim a necessidade de uma regulamentação da profissão, pois as mais diversas profissões estão sendo regulamentas. A própria SBC é a favor da regulamentação desde que se observem os seguintes pontos: O exercício da profissão de Informática deve ser livre e independente de diploma ou comprovação de educação formal; 22 Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima; 3.3. ASPECTOS LEGAIS E DIRETRIZES CURRICULARES O currículo do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação proposto pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires – FIRP abrange os conteúdos básicos essenciais recomendados pelos Atos Legais: Lei nº. 9394/96 (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil; Decreto nº. 5.773, de 09 de maio de 2006; Portaria Nº. 4.361/2004 e Portaria Nº. 3.160/2005. na medida em que promove uma articulação do ensino das disciplinas, através de uma proposta pedagógica que privilegia o ensino participativo com enfoque nos alunos, o que possibilita a estes não só absorver o conhecimento teórico, como também viabilizar conexões que possibilitem, através dos modernos conhecimentos tecnológicos práticos, captar e compreender a nossa complexa realidade social e o amplo universo de informações que influem no processo de decisão. O curso busca introduzir um tratamento interdisciplinar dos conceitos, por meio da integração das disciplinas, de forma que estudos realizados em um dado setor do conhecimento, desde logo, repercutem-nos demais, formando um todo indivisível. Mediante um enfoque interdisciplinar, será capaz de inserir a análise dos problemas na realidade social, política e econômica, propiciando a formação que respeita os fundamentos técnicos, científicos e morais do conhecimento e apropria as vantagens dos novos campos do avanço científico e tecnológico, com a sua consequente influência sobre a organização do conhecimento e as dimensões regionalizadas e globalizadas dos problemas tecnológicos sociais e humanos. Sendo um curso moderno, detentor de um currículo inovador, contempla os novos ramos e temas emergentes nos conteúdos das ementas das disciplinas, onde se pode observar a interdisciplinaridade que permeia os componentes curriculares. Às aulas associam-se seminários, discussão de textos, estudos de casos, painéis, simpósios e outros métodos didáticos apropriados ao ensino de Gestão da Tecnologia da Informação, com o uso de tecnologia educacional contemporânea, nos quais se procure aperfeiçoar o aspecto prático. Estas práticas têm como fundamento transmitir ao aluno uma base consistente em Tecnologia da Informação necessária à boa realização dos serviços. Buscam, ainda, uma formação humanista que possibilite o desenvolvimento de uma adequada visão crítica e consistente, com o correspondente 23 aprimoramento do raciocínio lógico, necessário à plena realização do acesso à tecnologia ligadas a sustentabilidade e desenvolvimento, em seu sentido mais amplo. É perceptível a preocupação em introduzir uma análise interdisciplinar dos temas, quando busca a conjugação dos estudos teóricos com as abordagens empíricas e o constante estímulo à reflexão crítica sobre as grandes questões tecnológicas. No plano legal, as Faculdades Integradas de Ribeirão Pires propõe um Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação respeitando integralmente a legislação, representada pela Lei nº. 9394/96 (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil; Decreto nº. 5.773, de 09 de maio de 2006; Portaria Nº. 4.361/2004 e Portaria Nº. 3.160/2005. 3.4. RELAÇÕES COM OUTRAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS NA REGIÃO O curso proposto pretende estabelecer vínculos efetivos e permanentes com instituições formais ou não que atuem na região, contribuindo para a socialização do saber, possibilitando a inserção dos graduandos por meio de estágios, projetos e outras formas de atuação na comunidade. 3.5. FORMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação atenderá os objetivos de formação inicial e contínua e, tomará formas processuais e diagnósticas. Para tanto, aos professores serão disponibilizadas orientações pedagógicas e estabelecidas à troca de informação entre os pares. Caberá ao coordenador do curso acompanhar o processo avaliativo estimulando o contato e discussões entre os professores por meio de reuniões pedagógicas. Espera-se concretizar um processo em que a avaliação seja compreendida como momento em que professores e alunos analisem os rumos tomados e, se necessário, retomem outras rotas possíveis para qualificar a aprendizagem. Os produtos passíveis de avaliação pelos educadores conformam-se de maneira variada, tais como: avaliações escritas: provas, produção de textos, papers, projetos, relatórios, artigos, monografias, pôsteres, cartazes, maquetes, exposições, impressos ou informatizados; avaliações orais: comunicações, apresentações, palestras, debates, dentre outras. Poderão ser individuais e/ou coletivas, que expressem a reflexão e a aquisição de conhecimentos. Não se pretende que sejam entendidos como fim da aprendizagem, mas como meios que estimulem a autoavaliação. A 24 compreensão pelo aluno acerca de sua própria aprendizagem estimulará a criticidade, a participação, o desenvolvimento do sentido de pertença ao processo educativo e à vida acadêmica. Nesse desenrolar, caberá aos professores o retorno às turmas da avaliação sobre o que tenha sido realizado, estabelecendo-se a continuidade entre a execução de tarefas e processo de assimilação de conteúdos. Tais momentos permitirão a livre expressão dos educandos, configurando a dialogicidade necessária e objetiva no ato educativo. Sendo assim, o caráter da avaliação será o de elemento imprescindível para a consecução da formação qualificada, estando, portanto distanciada dos elementos estritamente classificatórios e meritocráticos. 3.6. POLÍTICAS DE NIVELAMENTO Nos últimos anos, tem se observado que uma parcela significativa dos alunos egressos do Ensino Médio têm apresentado algumas fragilidades quanto às competências necessárias para a manifestação linguística dos discursos produzidos, principalmente no que diz respeito aos fatores de textualidade à correção gramatical tal quanto naquilo que se relaciona às bases da lógica e da matemática formal. Tais fragilidades têm sido apontadas por inúmeras pesquisas e instrumentos de avaliação (PISA, SAEB, SARESP e ENEM) e constatada pela análise de necessidades realizada com os alunos que iniciam o curso de graduação. Frente a este cenário, as Faculdades Integradas de Ribeirão Pires – FIRP, com o objetivo de minimizar as dificuldades apresentadas pelos alunos, vêm desenvolvendo o projeto de nivelamento em Português e Matemática, aberto a todos os alunos ingressantes dos seus cursos de graduação e àqueles veteranos que se inscreverem voluntariamente no programa. Assim, o conteúdo programático deste projeto está centrado nos fatores de textualidade informatividade, aceitabilidade, situacionalidade, intertextualidade, intencionalidade, coesão e coerência – e na correção gramatical de um modo geral no caso do nivelamento em Português. No caso da Matemática, os conteúdos centram-se na perspectiva de desenvolver habilidades e competências capazes de permitir ao aluno fazer leituras quantitativas dos diversos signos, interpretá-los e tirar suas conclusões, relacionando-os com outros fatos, tecendo assim uma rede de conhecimento. No que diz respeito à programação das aulas, estas ocorrem paralelamente ao currículo pleno proposto e mediante à inscrição do aluno ou por indicação dos professores. 25 3.7. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO Em consonância com a proposta do processo de avaliação da aprendizagem, a autoavaliação do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação da FIRP é também um processo contínuo, por meio do qual se avalia conhecimentos sobre a dinâmica educacional, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades na melhoria da qualidade educacional. Para tanto, sistematiza informações analisa coletivamente seus problemas e seus sucessos e, estabelece estratégias de superação de eventuais fragilidades. A prática da autoavaliação é um processo permanente e transformador, sendo um instrumento que possibilita a construção e/ou a consolidação de uma cultura de avaliação institucional com a qual a comunidade interna se identifique e se comprometa, permitindo o aperfeiçoamento dos docentes, discentes e corpo administrativo, bem como a melhora na relação com a comunidade externa. Pautando-se na legislação em vigor e reconhecendo as dimensões relativas à organização didáticopedagógica, ao corpo social e às instalações físicas, a autoavaliação do curso deverá identificar o perfil do curso, o significado de sua atuação, as atividades desenvolvidas, os programas e os projetos, considerando os seguintes aspectos: I - Organização Didático-Pedagógica: A missão e o plano de desenvolvimento institucional; Projeto Pedagógico/DCNs e a responsabilidade social da instituição; Organização e gestão do curso, especialmente o funcionamento e a representatividade do Colegiado do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação; Coerência dos procedimentos de ensino-aprendizagem com a concepção do curso e o seu compromisso com a interdisciplinaridade expressas mediante atividades articuladas de formação (prática profissional e/ou estágio, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares ou estratégicas de flexibilização curricular). II – Corpo Social: Experiência e dedicação do coordenador à administração do curso; Composição e titulação do núcleo docente; Adequação, formação e experiência dos docentes; 26 As políticas de pessoal, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho; A comunicação com a comunidade interna e externa. III – Infraestrutura: Adequação do espaço físico para o bom desenvolvimento do curso; Biblioteca e recursos de informação e comunicação; Sustentabilidade financeira. Compondo as dimensões avaliativas, a autoavaliação do curso poderá utilizar a proposta do Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (ENADE), que tem como trajetória uma ação fundamentada na avaliação dos conteúdos programáticos previstos nas DCNs. Cabe ressaltar que o questionário aplicado para os alunos como também o aplicado para o coordenador tem a finalidade de comparar a compreensão do curso na percepção do aluno e do coordenador. Com esse novo sistema, o curso passa a agregar mais um componente autoavaliativo. Reconhecendo a avaliação como um processo cultural, a FIRP acredita na implementação permanente de um ciclo de avaliação de curso, criando estruturas capazes de dar suporte às práticas pedagógicas e institucionais. Neste sentido, os produtos passíveis de autoavaliação conformam-se de maneira variada, tais como: Questionários e entrevistas semiestruturadas; Reuniões com os representantes de classe e relatos de experiência; Reuniões semestrais com as turmas em andamento; Retorno da ação e eventuais entrevistas individuais com docentes, Reunião pedagógica com os professores (ordinárias/extraordinárias); Cabe também ressaltar que os agentes que participam da avaliação devem desempenhar um papel de mediador no processo de construção do ensino superior de qualidade, incorporando o desafio de um aprendizado permanente onde todos possam contribuir na construção das necessidades formativas, dimensionando assim a identidade do corpo discente. 27 3.8. ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO O atendimento psicopedagógico possibilita aos alunos dos cursos de graduação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires a intervenção educativa para melhor compreensão sobre a apropriação do conhecimento, assim como permitir o aprofundamento e confronto de conceitos importantes no processo de reflexão acerca da cultura universitária, e os objetivos específicos são: Contribuir na formação dos futuros profissionais, instrumentalizando-os no que diz respeito ao desenvolvimento do autoconceito positivo e melhor inserção na atuação intelectual; Analisar as situações dos estudantes com dificuldades de aprendizagem a fim de proporcionar orientações e instrumentos que sejam capazes de modificar o conflito estabelecido; Intervir específica e individualmente, no que se refere aos problemas com o ensino, até a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem como tal; Pesquisar, analisar e interpretar a realidade educacional, visando contribuir para a fomentação e avaliação dos processos educacionais que ocorrem dentro e fora do espaço escolar; Intervir na melhoria da qualidade do ensino aprendizagem, sugerindo propostas de ensino e os materiais pedagógicos as condições existentes em diferentes contextos de aprendizagem. DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES METAS AÇÕES RECURSOS PARTICIPANTES CRONOGRAMA MÊS 03 Realização de encontros com Coordenadores Realização de encontros com alunos Orientação de técnicas específicas de ensino Marcar com a Direção Marcar com a Direção Informar professores Sala de reuniões Diretor, Vice diretor e Coordenadores Salas de aula Alunos Sala do Setor de Psicopedagogia Coordenação e Professores 04 05 06 X X X X X X 28 Diminuir o índice de evasão e retenção durante o período representado aqui no 1º Semestre de 2014 Acompanhar continuamente o desempenho dos alunos através de observações diárias Sala do Setor de Psicopedagogia Professores e funcionários da secretaria Instituir sistema de acompanhamento das avaliações dos alunos com baixo rendimento Diminuir as dificuldades de aprendizagem Acompanhar resultados das N1 e N2 Sala do Setor de Psicopedagogia Professores e funcionários da secretaria Intermediar as atividades desenvolvidas nas aulas de nivelamento Salas de aula do nivelamento Professores do nivelamento X X X X X X X X 3.9. OBJETIVOS DO CURSO 3.9.1. Objetivos Gerais Os objetivos gerais do Curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação são: Construir uma base tecnológica que permita aos alunos o domínio da administração dos recursos de infraestrutura física e lógica da tecnologia da informação; Possibilitar visão global das empresas no contexto nacional e internacional via agressão de competências interdisciplinares, com análise abrangente e profunda do gerenciamento da infraestrutura tecnológica; 3.9.2. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do Curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação são: Possibilitar aos alunos a aquisição das competências e habilidades necessárias ao exercício profissional específico da gestão da tecnologia da informação; Proporcionar oportunidades de vivenciar o funcionamento de sistemas, implantar e documentar rotina, controlar sistemas operacionais e banco de dados; Instrumentalizar o aluno para a gestão dos custos da TI, com aproveitamento máximo dos recursos financeiros; Estimular o desenvolvimento da autonomia na solução de problemas; Oferecer oportunidades de atuação em equipes de trabalho. X X 29 Possibilitar a consecução de resultados reais empresariais por meio de padrões internacionais de governança de TI. 4. SOBRE O EGRESSO 4.1. COMPETÊNCIAS GERAIS - Capacidade de aplicar os conhecimentos na prática. - Conhecimentos sobre a área de estudo e a profissão. - Responsabilidade social e compromisso cidadão. - Capacidade de comunicação oral e escrita. - Habilidades no uso das tecnologias da informação e da comunicação. - Capacidade de aprender e atualizar-se permanentemente. - Habilidades para buscar, processar e analisar informação com fontes diversas. - Capacidade crítica e autocrítica. - Capacidade para atuar em novas situações. - Capacidade criativa. - Capacidade para identificar, apresentar e resolver problemas. - Capacidade para tomar decisões. - Capacidade de trabalho em equipe. - Compromisso com a preservação do meio ambiente. - Valorizar e respeitar a diversidade e multiculturalidade. - Compromisso ético. - Compromisso com a qualidade. Espera-se, ainda, que seja um profissional dotado de: - Disposição para empreender ações, analisar crítica e claramente as empresas, propor transformações. - Iniciativa para identificar necessidades específicas das empresas, do mercado, da sociedade. - Criatividade para propor soluções. - Flexibilidade para adaptar-se às rápidas transformações tecnológicas. - Capacidade de empenho na atualização de conhecimentos com crescente autonomia intelectual. 30 4.2. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Espera-se que o Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação, egresso da FIRP, seja um Profissional com formação adequada para atuar na área com: Conhecimento, compreensão e visão ampla das atividades de gerenciamento de TI, no contexto maior de gestão empresarial; Competência e habilidade para: - Administrar os recursos de infraestrutura física e lógica dos ambientes informatizados; - Definir parâmetros de utilização de sistemas; - Implantar e documentar rotinas; - Gerenciar os recursos humanos envolvidos; - Gerenciar sistemas implantados; - Gerenciar custos de projetos de TI; - Zelar pela segurança das informações; - Assegurar a qualidade e atualização dos sistemas implantados. 4.3. CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL Os possíveis campos de atuação profissional que o curso pode suportar são muitos devido o caráter interativo próprio da natureza do assunto. Dessa forma não é possível descrevê-los cabalmente, mesmo por que as oportunidades nessa área crescem rapidamente. Segundo divulgação da União Internacional das Telecomunicações (UIT), o Brasil pertence ao grupo de países que fizeram os maiores progressos no tocante ao desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação (dados de outubro de 2012).Seguem exemplos desses campos: Alinhamento de tecnologia da informação e comunicação em qualquer tipo de negócio; Uso de ferramentas tecnológicas para acompanhamento de desempenho de negócios de qualquer área; Gerenciamento de recursos tecnológicos em organizações de qualquer área de atuação; Mitigação de riscos de negócio, por meio do uso adequado de ferramentas tecnológicas, em empresas de qualquer área de atuação. 31 5. ESTRUTURA CURRICULAR 5.1. ASPECTOS INOVADORES DA INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO O ensino pretendido deverá ocorrer em sintonia com a iniciação científica desde o primeiro ano. Será estabelecida orientação interdisciplinar por meio de ações educacionais integradoras entre as diferentes disciplinas curriculares objetivando os conteúdos específicos, visando ampliar os conhecimentos oferecidos aos graduandos, especialmente, àqueles afeitos à investigação científica, permitindo saberes necessários para a pesquisa em educação. Sintonizados com tais esforços, serão implantados grupos de estudo pelo qual serão efetivadas pesquisas concernentes à teoria e realidade educacional por meio de projetos de professorespesquisadores, os quais implementarão grupos de estudos e de pesquisas oferecidos regularmente aos graduandos. Além de tais procedimentos, serão oferecidos cursos de extensão com o intuito de ampliar e aprofundar conhecimentos adquiridos na graduação, bem como ofertando à comunidade possibilidades educacionais de capacitação e especialização em temáticas relativas à Tecnologia da Informação. Tais práticas encaminham à necessidade de se efetivarem ações integradoras às instituições que atuam na região, por meio de parcerias que objetivarão oferecer aos docentes e graduandos oportunidades concretas de inserção social por meio de ações que possibilitem a qualificação educacional em seu sentido amplo. 5.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Considerando que vivemos na sociedade do conhecimento e que a aprendizagem não pode ser reduzida à sala de aula, tendo em vista a multiplicidade de possibilidades de aprendizagem oferecidas pela sociedade da informação e a necessidade de estimular a busca contínua do saber para além da sala de aula, foram organizadas uma série de oportunidades de aprendizagem para o aluno complementar a sua formação, por meio de 200 (duzentas) horas, de registros e relatórios de atividades complementares. de acordo com a Resolução CNE/CP Nº 02, de 19 de fevereiro de 2002, e reconhecidas pelo Colegiado do Curso. Essas atividades são de cunho acadêmico, científico e cultural que deverão ser 32 desenvolvidas pelos discentes ao longo de sua formação, como forma de incentivar uma maior inserção em outros espaços acadêmicos e profissionais. Essas atividades devem envolver ensino, pesquisa e extensão, com respectivas cargas horárias previstas em anexo. É de responsabilidade da coordenação do Curso, a validação das atividades desenvolvidas com os respectivos documentos comprobatórios. Uma vez reconhecido o mérito, o aproveitamento e a carga horária pelo Coordenador do Curso, essa carga horária será contabilizada. Para todas as atividades desenvolvidas será utilizado um fator de conversão de 1:1, isto é, para todos os certificados apresentados serão validadas as cargas horárias integrais, desde que se respeitem os limites máximos estabelecidos de carga horária para cada atividade desenvolvida. A entrega dos documentos comprobatórios à Coordenação poderá ocorrer a qualquer momento do semestre, e o Coordenador do Curso determinará o período de divulgação dos resultados. O Coordenador do Curso encaminhará os processos aos membros do Colegiado de Curso para análise. Após a aprovação, a computação dessas horas de atividades complementares de curso pelo Colegiado, o Coordenador do Curso encaminhará os processos ao setor de registro acadêmico. O Colegiado do Curso pode exigir documentos que considerar importantes para computação das horas das outras atividades complementares de curso. Só poderão ser contabilizadas as atividades que forem realizadas no decorrer do período em que o aluno estiver vinculado ao Curso. Os casos omissos e as situações não previstas nessas atividades serão analisados pelo Colegiado do Curso. 5.3. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Não haverá Estágio Curricular. Entende-se que o perfil profissional que se pretende formar será obtido com o processo metodológico adotado, dispensando-se, assim, o Estágio Curricular Supervisionado. 5.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Pelas características práticas do curso, entende-se que o projeto integrador faz a função do TCC para este curso, dispensando-se, assim, o TCC. 33 5.5. CURRÍCULO PLENO PROPOSTO EM CONSONÂNCIA COM OS OBJETIVOS DO CURSO O curso superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação foi estruturado com carga horária de 2173 horas, distribuídas em cinco semestres. Está centrado na formação de um profissional apto a atuar nas atividades do setor, preparado para gerenciar tecnologias da informação com compreensão crítica das implicações delas decorrentes e das suas relações com o processo produtivo, o ser humano e a sociedade. Ainda que voltado para uma área específica de atuação profissional, o curso deve abranger, permeando as bases tecnológicas, cultura, historicidade, atualidade, ética e meio ambiente, tendo em vista o desenvolvimento social, integrado e sustentável da sociedade brasileira. A trajetória de formação do curso foi estruturada para proporcionar: Semestre I, os conhecimentos básicos necessários para atuar nas organizações e os fundamentos de gestão e de TI; Semestre II, os fundamentos técnicos de TI relacionados aos sistemas de informação, sistemas operacionais e banco de dados; Semestre III, aprofundamento dos fundamentos técnicos de TI no gerenciamento da infraestrutura física e lógica; Semestre IV, os conhecimentos técnicos sobre o uso estratégico da TI, gerenciamento de projetos e aspectos financeiros; Semestre V, os conhecimentos técnicos sobre a interligação de TI com outras áreas, como o gerenciamento dos recursos humanos envolvidos, legislação e ética, qualidade de software. Uma vez que é inerente à tecnologia da informação a interdisciplinaridade, pois o seu uso é fundamental para o exercício de qualquer tipo de negócio, naturalmente prevê-se projetos interdisciplinares ao longo do curso como: Evento “Semana da Gestão de TI” que se discutirão atualidades como: mídias sociais e outras modalidades de tecnologias emergentes. Eventos interdisciplinares envolvendo os demais cursos oferecidos na instituição como Logística, Administração, Gestão Financeira, Educação Física, etc., também serão apreciados. 34 5.5.1. Currículo Pleno Proposto O curso de Gestão da Tecnologia da Informação distribui 2173 horas Relógio em componentes curriculares abrangendo fundamentos de gestão empresarial, fundamentos de tecnologia da informação, uso estratégico de tecnologia da informação, integração da tecnologia da informação com outras áreas, legislação, ética e questões sociais. Uma observação importante é que o foco principal do curso não é simplesmente a questão tecnológica da tecnologia da informação, mas o uso adequado da tecnologia da informação nas organizações para a consecução de resultados. Isso passa por uma compreensão do uso estratégico da tecnologia da informação, isto é, a busca de um alinhamento da TI com os objetivos estratégicos organizacionais. 5.5.2. Componentes curriculares e carga horária O Curso proposto possui uma carga horária total mínima de 2173 horas Relógio, distribuída em conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos. Num primeiro momento deste curso, a grade foi desenvolvida com duas unidades em cada semestre. O objetivo disso era tornar o curso dinâmico, uma vez que as disciplinas com 40 horas podem ser feitas em dez encontros. Essa prática, porém, vinha trazendo problemas com horários dos professores inclusive dificuldades de se conseguir professores no meio do semestre, pois os términos das disciplinas aconteciam num momento não usual que não se encaixava com os horários da maioria dos professores. Esses e outros problemas que surgiram com a prática da divisão de cada semestre em duas unidades foram resolvidos com a adoção de um sistema com período semestral. A Matriz Curricular proposta a seguir já contempla essa mudança, isto é, organizada utilizando período semestral. Essa matriz organizada de forma semestral também comtempla a inserção do Projeto Integrador abrangendo o terceiro, quarto e quinto semestres do curso e promovendo um aumento do total de horas em relação ao que se tinha proposto no primeiro momento. A matriz curricular proposta para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, contendo a distribuição dos componentes curriculares por semestre letivo, é apresentada a seguir. 35 5.5.3. Elenco de Disciplinas CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CH CH Hora Total Semanal Presencial Relógio COMPONENTES CURRICULARES 1º SEMESTRE Comunicação Empresarial Matemática Aplicada à TI Gestão de Negócios Lógica Estatística Prática em TI I SUBTOTAL 4 4 4 2 2 4 20 80 80 80 40 40 80 400 80 80 80 40 40 80 400 66,66 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 333,30 4 4 4 2 2 4 80 80 80 40 40 80 80 80 80 40 40 80 66,66 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 333,30 2º SEMESTRE Organização de Computadores Sistema de Informação Administração de Banco de Dados Empreendedorismo Fundamentos de Sistemas Operacionais Prática em TI II SUBTOTAL 20 400 400 3º SEMESTRE Modelagem de Sistemas de Informação Redes de Computadores Inglês Instrumental Gerenciamento de Infraestrutura Metodologia da Pesquisa Científica Prática em TI III Projeto Integrador I SUBTOTAL 4 4 4 2 2 4 80 80 80 40 40 80 20 400 4 4 4 4 4 80 80 80 80 80 80 80 80 40 40 80 100 500 66,66 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 100 433,30 80 80 80 80 80 100 66,66 66,66 66,66 66,66 66,66 100 433,30 4º SEMESTRE E-commerce Governança de TI Finanças em Projetos de TI Gerenciamento de Projetos Prática em TI IV Projeto Integrador II SUBTOTAL 20 400 500 5º SEMESTRE Gestão Estratégica de RH Qualidade de Software Sociedade e Tecnologia da Informação Legislação e Ética Optativa Prática em TI V Desenvolvimento de Projeto em TI Projeto Integrador III SUBTOTAL 2 2 2 2 2 4 4 40 40 40 40 40 80 80 18 360 40 40 40 40 40 80 80 140 500 33,33 33,33 33,33 33,33 33,33 66,66 66,66 140 439,97 36 5.5.4. Quadro Geral Carga Horária Hora aula Hora relógio CH de disciplinas curriculares presenciais 1960 1633 CH de atividades complementares 200 200 CH de projeto integrador 340 340 Carga Horária Total do Curso 2500 2173 5.5.5. Fluxograma do Curso 5.5.6. Ementa e Bibliografia dos componentes curriculares Encontram-se relacionadas e descritas, a seguir, os componentes curriculares integrantes da matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação, com os objetivos de aprendizagem, assim como as ementas e as bibliografias, básica e 37 complementar. Comunicação Empresarial Carga horária: 80 h /a Objetivos: Discutir sobre a importância do estudo da Língua Portuguesa. Dominar as especificidades da análise do discurso oral e escrito, através de exercícios práticos de leitura e escrita. Discutir os diferentes aspectos da produção de texto. Produzir textos coerentes e criativos. Propiciar oportunidades para que o futuro tecnólogo reconheça que a utilização adequada dos processos específicos da comunicação pode servir-lhe como instrumento de integração e de aperfeiçoamento profissional. Desenvolver a competência comunicativa nas relações de trabalho, exercendo a função social da linguagem através do aperfeiçoamento das habilidades de ouvir, falar, ler e escrever. Ampliar o domínio da língua materna, reconhecendo e utilizando as diversas formas e diferentes funções da linguagem. Ementa: Redação técnica, científica e literária para a prática de leitura e produção de textos comuns aos escritórios modernos e as empresas, especificamente na elaboração de projetos e relatórios administrativos e de comunicação oral e escrita praticadas nas empresas. O processo de comunicação. Elementos do processo. Tipos de comunicação. Funções da linguagem. Concepção de comunicação empresarial. A gestão e a comunicação. Cultura da comunicação dentro e fora da empresa. Objetivos da comunicação empresarial. A comunicação na empresa. Bibliografia Básica: TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Empresarial. 3. ed. São Paulo SP: Atlas, 2010. 445 p. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação empresarial: políticas e estratégias. São Paulo : Editora Saraiva, 2009. 338 p. CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro : Lexikon, 2008. 762 p. Bibliografia complementar: GRION, Laurinda. Como redigir documentos empresariais. São Paulo: Edicta, 2002. 229 p. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 1997. 231 p. MACARENGO, Isabel. Comunicação empresarial na pratica. 3ªed. São Paulo: Saraiva. 2013. 1º. SEMESTRE Matemática aplicada a TI Carga horária: 80 h /a Objetivos: Contribuir na formação profissional do Tecnólogo da Informação, de forma que os alunos se 38 familiarizem com a linguagem e conceitos da Matemática Aplicada; Reconhecer e aplicar adequadamente as técnicas da Matemática Aplicada necessárias ao seu campo de atuação profissional; Levar o aluno ao correto conceito, entendimento e importância dos principais métodos utilizados na Matemática Aplicada. Ementa: Razões e Proporções; Regra de Três; Porcentagem; Equações; Conjuntos; Funções; Expressões Numéricas; Expressões Literais; Sistemas de Numeração; Álgebra Matricial: Conceito de Matriz, Tipos de Matriz ( Retangular, Quadrada, Linha, Coluna), Matriz Oposta e Matriz Transposta, Adição e Subtração de Matrizes, Multiplicação de um número real por uma matriz, Multiplicação entre duas Matrizes, Problemas de Aplicação com Matrizes; Determinantes (conceito, cálculos e aplicações). Bibliografia Básica: LAPA, Nilton. Matemática aplicada: uma abordagem introdutória. São Paulo - SP: Saraiva, 2012. 285 p. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo : Atlas, 2013. 227 p. REYNOLDS, James J. Matemática aplicada.Artmed.2006. Bibliografia complementar: DI AGUSTINI, C.A. Matemática Aplicada à Gestão de Negócios. Rio de Janeiro: Editora FGV,2005. LIPSCHUTZ, Seymour. Matemática Discreta. 3.ed. Porto Alegre: Bookman. 2013. OLIVEIRA, Edmundo Capelas de. Introdução aos métodos da matemática aplicada. 3ªed. Campinas: Unicamp. 2010 39 Gestão de Negócios Carga horária: 80 h /a Objetivos: Proporcionar ao aluno uma base de conhecimento sobre as modernas tendências da gestão organizacional. Desenvolver no aluno a capacidade analítica para reconhecer e decidir sobre os modelos de gestão organizacional. Construir uma base tecnológica que estimule o pensamento crítico, facilite a absorção do conhecimento e melhore a capacidade de resposta aos desafios da moderna gestão organizacional. Promover a compreensão da Organização e as principais teorias da administração. Desenvolver a compreensão de formulação de fluxogramas Ementa: A função Planejamento. O imperativo da competitividade. Gestão pela Qualidade Total. Gestão de Projetos e Gestão de Pessoas. Definição e conceito de organização. A organização e seus impactos no indivíduo, nas comunidades e na sociedade. Teorias da administração (Administração Científica) – vídeo abrangendo esse tema e também Visão Sistêmica / A empresa vista como um sistema. Teoria Geral dos Sistemas. A linha do tempo das teorias da administração. Processos decisórios. Estratégia empresarial. Organização, sistemas e métodos. Os profissionais ligados à OSM. Distribuição do trabalho. Processos. Espaço físico, Layout e ergonomia. Técnicas gráficas para representação dos sistemas administrativos. Manuais administrativos Bibliografia Básica: ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Princípios de negociação: ferramentas e gestão. São Paulo : Editora Atlas, 2012. 273 p. ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento estratégico: formulação, implementação e controle. São Paulo : Atlas, 2012. 182 p. SILVA, Edison Aurélio da. Gestão de negócios. Saraiva. 2005. 310 p. Bibliografia complementar: AMBRÓSIO, Vicente. Plano de marketing: um roteiro para a ação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2ªed. 2011. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da Administração da revolução urbana à revolução digital. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. Cury, Antônio. Organização e Métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2000. 40 Lógica Carga horária: 40 h /a Objetivos: Introduzir os conceitos de Lógica para computação, Contextualizar a área de lógica. Ementa: O que é lógica. Raciocínio lógico. A lógica no dia-a-dia. Algoritmo: Conceitos preliminares; Algoritmo de forma simples; Como fazer um algoritmo; Transformando lógica em algoritmo; Algoritmo e programação; Tipos básicos primitivos (inteiro, real, caractere, lógico, constante). Variáveis. Expressões aritméticas. Expressões lógicas. Operadores relacionais. Operadores lógicos. Tabelas-verdade. Comandos de entrada e saída na prática. Caso de uso: Aplicando lógica; Lógica em sistema de software. Fluxograma em lógica de programação. Lógica de parâmetros de sistema. Lógica aplicada em linguagem de programação. Bibliografia Básica: SOUZA, Marco A. Furlan. Algoritmos e lógica de programação. 2ªed. São Paulo: Cengage, 2011. SILVA, Flávio Soares Correa da. Lógica para computação. São Paulo: Cengage Learning. 2006. 243 p. BARBIERI FILHO,Plinio. Fundamentos de informática: lógica para computação. Rio de Janeiro: LTC, 2013. Bibliografia complementar: BENEDUZZI, Humberto. Lógica e Linguagem de Programação: introdução ao desenvolvimento de software. Curitiba: Ao Livro Tecnico, 2010. FORBELLONE, Andre Luiz. Lógica de programação: a construção de algarismos e estruturas de dados. 3ªed. São Paulo Prentice Hall, 2005. STEIN, Ronald. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus. 2012. 41 Estatística Carga horária: 40 h /a Objetivos: Apresentar os princípios da estatística aplicada e promover discussões sobre os mesmos. Ementa: Conceitos fundamentais de Estatística Descritiva; Distribuição de frequências, Histograma, Medidas de tendência central (média, moda e mediana), Medidas de dispersão (amplitude total, variância, desvio padrão, coeficiente de variação). Bibliografia Básica: CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19. ed. São Paulo : Saraiva, 2009. 218 p. LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637 p. AKANIME, Carlos Takeo. Estudo dirigido de estatística descritiva. 2 ed. São Paulo: Érica, 2013. 253 p. Bibliografia complementar: MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística Geral e Aplicada. 4. ed. São Paulo: Atlas.2011. SILVER, Mick. Estatística para Administração. São Paulo: Atlas, 2000 LEVINE, David M. Estatística: teoria e aplicações usando MS Excel em português. 6 ed. Rio de Janeiro: LTR, 2013. 803 p. 42 Prática em TI I Carga horária: 80 h /a Objetivos: Instrumentalizar o aluno para o uso de aplicativos para escritórios (editores de textos, planilhas eletrônicas e software de apresentação). Ementa: Conceitos básicos de Planilhas Eletrônicas, Operadores aritméticos, Operadores relacionais, Operador de texto, Operadores de referência, hierarquia das operações, Principais funções, funções condicionais, PROCV, Gráficos, Tabelas dinâmicas, Macros. Conceitos básicos do PowerPoint, desenvolvimento de apresentações, técnicas de apresentação. Nesta disciplina também deve ser abordado a questão da inclusão tecnológica para afrodescendentes, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e racismo na sociedade moderna. Bibliografia Básica: VELLOSO, Fernando de Castro. Informática : conceitos básicos. 8ª.ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011. 391 p. REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação: aplicada a sistemas de informação empresariais. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2013. 345 p. SILVA, Mario Gomes. Informática: terminologia, windows 8, Internet – segurança – word 2013 – excel 2013 – powerpoint 2013 – acces 2013. São Paulo: Érica, 2014. 414 p. Bibliografia Complementar: WARSCHAUER, Mark.Tecnologia e inclusão social: A exclusão digital em debate. São Paulo: Senac São Paulo, 2006. 319 p. MARÇULA, Marcelo. Informática – Conceitos e aplicações. 4 ed. São Paulo: Erica, 2013. HADDAD, Renato. Crie Planilhas Inteligentes com o Microsoft Office Excel 2003 Avançado. 5 ed. São Paulo: Erica, 2008. 43 2º. SEMESTRE Organização de Computadores Carga horária: 80 h /a Objetivos: Introduzir os conceitos de hardware, manutenção preventiva e corretiva de computadores e notebooks, estrutura física computacional. Ementa: Contextualização de Organização Computacional I. Noções básicas sobre hardware de PCs. Arquitetura de PCs. Processadores e Evolução. Memórias e Disco Rigidos. Placa Mãe, Modelos e Formatos Servidores. Material de Manutenção e Manuseio de Equipamentos. Manutenção Preventiva. Manutenção Corretiva. Noções básicas sobre Rede. Arquitetura de Rede Cabeada. Rede Wi-Fi. Memórias e Disco Rigidos. Placa Mãe. Servidores. Material de Manutenção. Manuseio de Equipamentos. Bibliografia Básica: MONTEIRO, Mario A. Introdução a organização de computadores. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. TANENBAUM, A . S. Organização Estruturada de Computadores. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013. STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 624 p. Bibliografia complementar: PAIXÃO, Renato Rodrigues. Manutenção de computadores – guia pratico. São Paulo: Érica, 2010. 208 p. FIDELI, Ricardo Daniel. Introdução à Ciência da Computação. 2ªed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. VELLOSO, Fernando Castro. Informática : conceitos básicos. 8ª.ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011. 391 p. 44 Sistema de Informação Carga horária: 80 h /a Objetivos: Apresentar e discutir os Sistemas de Informação com uma abordagem gerencial, enfatizando as contribuições dos principais autores para uma melhor compreensão, interpretação e explicação dos diferentes tipos de Sistemas de Informação existentes com o intuito de tornar as organizações modernas mais competitivas. Ementa: Conceitos e definições de SI, Tipos de SI, Exemplos de SI, Gerenciamento dos Recursos de Informação, Sistemas Estratégicos e Vantagens Competitivas, Gerenciamento de Dados em SI, Sistemas de Processamento de Transações (SPTs), Sistemas de Informações Gerenciais (SIGs), Sistemas de Planejamento de Recursos Empresariais (ERPs). Sistemas de Gestão do Relacionamento com o Cliente (CRM), Sistemas de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos (SCM), Sistemas de Apoio à Decisão (SAD), Sistemas de Informação Executiva (SIE), Sistemas Inteligentes (SI), Data Warehouse, Data Mining, Gestão do Conhecimento, Intercâmbio Eletrônico de Dados entre SIs, Ética e Privacidade e Segurança da Informação, Proteção de Sistemas de Informação, Auditoria em SI. Bibliografia Básica: BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 235 p. BALTZAN, Paige. Sistemas de informação. Porto Alegre: McGraw-Hill. 2012. 369 p. STAIR, Ralph M. Princípios de sistemas de informação. 9 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Bibliografia complementar: SANTOS, Aldemar de Araujo. ERP E Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Atlas, 2013. 115 p. O`BRIAN, Jámes A. Administração de sistemas de informação.15 ed. Porto Alegre: McGrawHill, 2012. LYRA, Mauricio Rocha. Segurança e Auditoria em Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 2008. 45 Administração de Banco de Dados Carga horária: 80 h /a Objetivos: Introduzir os conceitos de gestão em administração de banco de dados conhecer a IDE de desenvolvimento de gerenciamento de SGDB. Introduzir os conceitos de desenvolvimento Prático em Banco de Dados. Ementa: Conceitos básicos sobre banco de dados e Sistema de Gerenciamento de banco de dados. Modelos de entidades e relacionamentos, Arquitetura dos sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBD). Características típicas de um SGBD. Modelo entidade-relacionamento. Plataformas de Desenvolvimentos Open Source. Modelos de dados: conceitual, lógico e físico. Modelos lógicos de dados: abordagem hierárquica e de rede, relacional e objeto-relacional. Instalação e SQL Server Express Edition. Aprendendo a Criar um Bando de Dados por SQL. Instalação MySqlLocalhost. Comando Create, Insert, Delete, Update, Select, Delete Bibliografia Básica: ROB, Peter. Sistema de banco de dados – Projeto, implementação e gerenciamento. São Paulo: Cengage Learning, 2010. GILLENSON, MARK L. Fundamentos de sistemas de gerenciamento de banco de dados.Rio de Janeiro: LTC.2006 Gillenson, Mark. Introdução a gerência de banco de dados.Rio de Janeiro: LTC.2009 Bibliografia complementar: MANNINO, Michael. Projeto, Desenvolvimento de Aplicações e Administração de Banco de Dados. Mcgraw Hill. 2008. MACHADO, Felipe. Banco de dados: projeto e implementação.2ªed. São Paulo: Érica.2008. HEUSER, CARLOS ALBERTO. Projeto de banco de dados. Porto Alegre: Bookman. 6ªed. 2009. Empreendedorismo Carga horária: 40 h /a Objetivos: Contribuir na formação do futuro Tecnólogo em Gestão de Tecnologia da Informação para que este possa utilizar a visão holística nos processos inerentes ao negócio, bem como propiciar oportunidade de identificar e avaliar aplicações potenciais dentro de sua área de atuação, 46 visando sua contribuição como gestor na organização como um todo, ou ainda, capacitando-o para o Empreendedorismo, permitindo-lhe desenvolver seu próprio negócio. Desenvolver a capacidade de análise quanto às diferentes políticas de negócio. Ementa: Origem do Empreendedorismo. Noções de Empreendedorismo. O comportamento empreendedor. Características do empreendedor. Descobrindo, identificação e entendendo oportunidades. Erros fatais dos empreendedores. O mundo dos negócios - Informações essenciais: “Olhar antes de saltar”. A empresa e sua posição no mundo dos negócios. Planejamento Estratégico e operacional para vantagens competitivas Bibliografia Básica: BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. 2. ed. São Paulo :Editora Atlas, 2012. 330 p. BARON; Robert A./SCOTT SHANE A.. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson, 2007. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao epírito empreendedor. 4. ed. Barueri : Editora Manole Ltda, 2012. 315 p. . Bibliografia complementar: DRUCKER, P. Inovação e Espírito Empreendedor. São Paulo: Pioneira Thonsom, 2002. DRUCKER, P.F. Administrando para o futuro. São Paulo: Pioneira, 1995. DOLABELA, F., O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores associados: 2008. Prática em TI II Carga horária: 80 h /a Objetivos: Ensinar aos participantes do curso a criar e publicar websites de acordo com as suas próprias necessidades ou com as necessidades da organização em foco, disponibilizando aos usuários websites objetivos e de fácil navegação. Aprender a utilizar CSS em conjunto com o HTML na criação de Páginas de Internet modernas com layouts atualizados. Permitir o que aluno possa criar estilos CSS próprios e também atualizar estilos já existentes na Internet, personalizando sites de acordo com suas preferências. Utilizar o CSS para facilitar o desenvolvimento de páginas de Internet, permitindo uma formatação agradável, o que é muito limitado apenas com a utilização do HTML. Ementa: 47 Estrutura Básica, Elementos HEAD, BODY, Comentários, Parágrafos, Quebra de Linha, Divisores, Formatação de Texto, Marquee, Textos Pré-Formatados, Títulos, Imagens, Listas, Âncoras, Links, Tabelas, Células, Frames e Formulários (Caixa de Texto, Formulário com Senha, Caixa de Combinação, Caixa de Listagem, Caixa de Checagem, Botão de Opção, Botão Limpa/Cancela, Botão Submit, Campos Escondidos, etc). Apresentação do CSS, Vantagens de utilização do CSS, Estilos, Vantagens e Desvantagens, Sintaxe, Tipos de Folha de Estilos, Precedência de Folha de Estilos, Comentários, Propriedades de Backgorund (color,backgroundcolor,background-image, background-attachment, background-position), Propriedades de Texto (text-align, text-decoration, text-transform, text-indent), Propriedades de Fonte (font-family, fontstyle, font-size), Propriedades de Links (a:link, a:visited, a:hover, a:active), Propriedades de Lista (list-style-type, list-style-image), Propriedades de Tabelas (border, border-collapse, width, height, padding) Alinhamento e Agrupamento de Objetos (Class, Id, Span, Div, Box Model, Margin, Flutuação de Elementos, Float, Clear), Posicionamento de Objetos (top, left, position) e Criação de Menus (Sprites, Rollover, Tolltip, Drop Down, etc). Esta disciplina também deve abordar a questão da inclusão tecnológica para comunidades quilombolas, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e racismo na sociedade moderna. Bibliografia Básica: NIEDERAUER, Juliano Desenvolvendo websites com PHP. 2ªed. São Paulo: Novatec. 2011. BRITO, Diego. Criação de Sites na era da WEB 2.0. Rio de Janeiro: Brasport, 2011. OLIVIERO, Carlos Antonio J. Faça um site – PHP 5.2 com MYSQL 5.0.São Paulo: Érica.2010. Bibliografia complementar: WILLIAM, P. Alves. Crie, Anime e Publique Seu Site Utilizando Fireworks CS6, Flash CS6 e Dreamweaver CS6 - em português - para Windows. São Paulo: Erica. 2012. RODRIGUES, Andreia. Desenvolvimento para internet.Curitiba: Do livro técnico.2012 SILVA, Mauricio Samy. Construindo Sites com CSS e (X)HTML. São Paulo: Novatec. 2008. 48 Fundamentos de sistemas Operacionais Carga horária: 40 h /a Objetivos: Ensinar aos participantes do curso os principais conceitos envolvidos na criação e utilização dos Sistemas Operacionais modernos. Ementa: Introdução aos Sistemas Operacionais, História dos Sistemas Operacionais, Estruturas dos Sistemas Operacionais, Processos, Threads, Comunicação entre Processos, Escalonamento de Processos, Gerenciamento de Memória, Memória Virtual, Sistemas de Arquivos, Recursos de Entrada/Saída, Impasses e Segurança de Sistemas Operacionais, Comparações entre os Sistemas Operacionais Windows e LINUX. Bibliografia Básica: GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas operacionais – Principios basicos. Rio de Janeiro: LTC. 2013. STUART, Brian L. Principios de sistemas operacionais – projetos e aplicações.São Paulo: Cengage.2011. TANENBAUM, Andrew. Sistemas operacionais: projeto e implementação.3ªed. Porto Alegre: Bookman. 2008. Bibliografia complementar: MACHADO, Francis B.. Fundamentos de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC.2011. OLIVEIRA, Rômulo Silva de. Sistemas operacionais. 4ªed. Porto Alegre: Bookman. 2010. MACHADO, Francis B. Arquitetura de sistemas operacionais.5ªed. Rio de Janeiro: LTC.2013. 49 3º. SEMESTRE Redes de computadores Carga horária: 80 h /a Objetivos: Ensinar aos participantes do curso os principais conceitos envolvidos em Redes de Computadores, extrair suas as melhores funcionalidades e avaliar a necessidade de equipamentos de hardware e software necessários para a utilização de Redes de Computadores nas organizações. Ensinar aos participantes do curso a instalar Servidores de Redes personalizados de acordo com a necessidade da organização em foco, disponibilizando os melhores recursos para os usuários de uma Rede de Computadores. Ementa: Introdução às Redes de Computadores, Conceitos, Modelo de Referência ISO/OSI, Sistemas de Cabos, Equipamentos, Tipos de Redes, Padrão IEE802.3, Modelo TCP/IP. Instalação de Windows Server 2008, Configurações Básicas Iniciais, Servidor DNS, Controlador de Domínio, Servidor DHCP, EventViewer, Active Directory, Servidores de Arquivos (Instalação, Cotas, Bloqueios e Compartilhamentos), Internet Information Services (ISS), Servidor FTP, IPSEC, Distributed File System (DFS) e Firewalls. Bibliografia Básica: KUROSE, James F. Redes De Computadores E A Internet. 6. Ed. São Paulo: Pearson. 2013. PETERSON, Larry. Redes de Computadores - uma abordagem de sistemas. 5ªed. Rio de Janeiro: Campus, 2013 WHITE, Curte M. Redes de computadores e comunicação de dados. 6ed. São Paulo: Cengage. 2012 Bibliografia complementar: MOTA FILHO, João. Analise de Trafego em Redes TCP/IP. São Paulo: Novatec. 2013. FOROUZAN, Behrouz A. Redes de computadores. Porto Alegre: McGraw-Hill.2013 MARIN, Paulo S. Cabeamento Estruturado - desvendando cada passo. 4ªed. São Paulo: Érica, 2013 50 Inglês Instrumental Carga horária: 80 h /a Objetivos: Desenvolver habilidade de leitura e entendimento e noções de escrita na Língua Inglesa. Ementa: Estratégias de leitura: Ativação do conhecimento prévio; Skimming; Scanning; Antecipação e predição; Extração - ideias principais do texto; Adaptação do tipo de estratégia x tipo de texto x objetivos do leitor; Leitura crítica; Reconhecimento de cognatos e falsos cognatos; Observação de palavras repetidas; Dedução. Estruturas gramaticais contextualizadas que auxiliam na compreensão do texto: Tempos verbais e verbos auxiliares; Pronomes; Adjetivos; Preposições; Advérbios; Afixos e formas –ING; Vocabulário básico (contextualizado) voltado para a área de estudo em questão (Tecnologia da Informação). Bibliografia Básica: Cruz, Décio Torres. English online: Inglês Instrumental para Informática . 2ªed. Barueri: Disal Editora, 2013. ROSAS, Marta. Inglês.com. textos para informática. Salvador: Editora do autor. 2001 GALLO, Ligia R. Inglês Instrumental para Informática.Mod.1.São Paulo: Ícone. 2011. Bibliografiacomplementar: VARIOS AUTORES. Leitura em Língua Inglesa – Uma abordagem instrumental. 2ªed. São Paulo: Disal, 2005. MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental. Mod.1 – Extratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2000. MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental. Mod.2 – Extratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2001. 51 Prática em TI III Carga horária: 80 h /a Objetivos: Permitir ao aluno desenvolver websites / intranets com conteúdo dinâmico utilizando os recursos disponibilizados pelo PHP da melhor forma. Aprender os principais recursos do PHP, estruturas de controle e integração com os formulários criados com o HTML. Desenvolver páginas web dinâmicas, acessando os recursos avançados de utilização do PHP. como: Ttratamento de sessões, manutenção de dados em bancos de dados e etc. Ementa: História do PHP, Instalação do Servidor PHP, Testando o Servidor PHP, Sintaxe Básica (Delimitando o Código, Separando Instruções, Comentários), Variáveis, Tipos de Dados, Constantes, Operadores, Incremento, Decremento, Comparação, Operadores Lógicos, Estruturas Condicionais, Loops, funções, recebendo dados do usuário e navegador ($_POST, SESSION, ISSET, $_GET) PHP e Banco de Dados, PhpMyAdmin, Conectando o PHP com o MySQL, Realizando consultas, Conexão, Tratando resultados, Manipulando dados do Banco de Dados, etc. Esta disciplina também deve abordar a questão da inclusão tecnológica para comunidades quilombolas, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e racismo na sociedade moderna. Bibliografia Básica: DALL’OGLIO, Pablo. PHP – Programando com orientação a objetos. 2ªed. São Paulo:Novatec. 2009. MILANI, Andre. Construindo aplicações web com PHP e MAYSQL. São Paulo: Novatec. 2010. NIEDERAUER, Juliano Desenvolvendo websites com PHP. 2ªed. São Paulo: Novatec. 2011. Bibliografia complementar: SANDERS, William. Aprendendo padrões de projeto em acabamento. São Paulo: Novatec. 2013. SOARES, Walace. PHP 5 – Conceitos, Programação e integração com banco de dados.7ªed. São Paulo: Érica. 2013. OLIVEIRO, Carlos A. J. Faça um site: PHP 5.2 com Mysql 5.0. São Paulo: Érica, 2010. Gerenciamento de Infraestrutura Carga horária: 40 h /a 52 Objetivos: Capacitar o aluno a disponibilizar infraestrutura de TI mais adequada aos objetivos da organização, de acordo com padrões internacionais. Ementa: Desenho da infraestrutura tecnológica. Planejamento da aquisição e disponibilização de componentes da infraestrutura tecnológica bem como o dimensionamento da capacidade de tais componentes em relação a necessidade de negócio. Implementação: instalação e disponibilização para uso dos componentes da infraestrutura tecnológica de conformidade com o planejamento efetuado. Operação: operar a infraestrutura tecnológica disponibilizada para o negócio mantendo-a com desempenho e capacidade adequados às necessidades do negócio e ao planejamento efetuado. Suporte: resolver qualquer anormalidade no funcionamento dos componentes da infraestrutura de TI e gerar informações para o dimensionamento de futuras ampliações. Bibliografia Básica: SOUSA, Lindeberg. Projetos e implementação de redes: fundamentos, arquiteturas, soluções e planejamento. São Paulo: Érica. 2013. DENNIS, Alan. Princípios de redes: manual de projeto. Rio de Janeiro. LTC. 2009. AKABANE, Getulio. Gestão estratégica da tecnologia da informação – conceitos, metodologias, planejamento e avaliações. São Paulo: Atlas. 2012. Bibliografia complementar: BRITO, Samuel Henrique Bucke. Laboratórios de tecnologias Cisco em Infraestrutura de Redes. São Paulo: Novatec, 2012. VERAS, Manoel. Datacenter: Componente Central da Infraestrutura de TI. Rio de Janeiro: Brasport. 2009. MOLINARO, Luis Fernando. Gestão de tecnologia da informação: governança de ti Rio de Janeiro: LTC. 2013. Metodologia da Pesquisa Científica Carga horária: 40 h /a Objetivos: Esta disciplina possibilita ao aluno a produção do conhecimento científico dentro das normas exigidas no mundo acadêmico, além de garantir uma metodologia de estudo e a aprendizagem 53 mais eficaz e eficiente beneficiando todas as demais disciplinas. Ementa: Conceito de ciência e métodos científicos. Pré-requisitos para a elaboração de trabalho científico. Bibliografia Básica: SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. 23 ed., São Paulo: Cortez, 2007. LAKATOS, Eva M. Fundamentos de metodologia científica. 7 ed. São Paulo: Atlas. 2010. MATIAS PEREIRA, Jose. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3 ed. São Paulo: Atlas. 2012. Bibliografia complementar: LAKATOS, Eva M., MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. 7 ed., São Paulo: Atlas, 2011. ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. Curitiba: Juruá, 2012. GIL, Antônio C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Brasiliense, 2010. 54 Modelagem de Sistema de Informação Carga horária: 80 h /a Objetivos: Introduzir os conceitos de modelagem de projeto de sistema e estrutura de modelagem. Ementa: Definição de modelagem de projeto de sistema, estrutura de modelagem de sistema, porque construir modelos, definição de modelos, validação de modelos, introdução a modelagem de decisão, modelagem de dados, ciclo de construção de modelos, classes, uml, diagramas da uml, orientação a objeto, diagrama de classe, construindo diagrama na prática utilizando visual studioexpress 2010. Bibliografia Básica: FREITAS FILHO, Paulo José de. Introdução a Modelagem e Simulação de Sistemas com Aplicações em Arena. Florianópolis: Visual Books. 2008. GUEDES, Gilleanes T. A. UML 2: uma abordagem pratica. 2ed. São Paulo: Novatec. 2011. FURGERI, Sergio. Modelagem de Sistemas Orientada a Objetos. São Paulo: Erica. 2013. Bibliografia complementar: BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 235 p. LARMAN Craig. Utilizando UML e Padrões.Porto Alegre: Bookman. 3ed. 2007. LIMA CARDOSO, Andre. UML Aplicada: da teoria a implementação. Rio de Janeiro: Ciência moderna. 2007. Governança de TI Carga horária: 80 h /a Objetivos: Apresentar os principais conceitos relacionados à Governança de TI e sua necessidade atual nas empresas. Ementa: Conceitos da Governança de TI. Modelos de Melhores Práticas e o Modelo de Governança de TI. Ferramentas; técnicas e processos da Governança de TI. Esta disciplina também deve abordar a questão da inclusão tecnológica para comunidades quilombolas, índios e outros povos com vistas à redução do preconceito, discriminação e racismo na sociedade moderna. Bibliografia Básica: Weill, Peter. Governança de TI: tecnologia da Informação. São Paulo: M.Books. 2006. MANSUR, Ricardo. Governança da nova TI: a revolução. Rio de Janeiro: Ciência moderna. 2013. MOLINARO, Luis Fernando R. Gestão de tecnologia da informação: governança de TI: arquitetura e alinhamento de sistemas de informação e o negócio. Rio de Janeiro: LTC. 2013. Bibliografia Complementar: MANSUR, Ricardo. Governança de TI verde – O ouro verde da nova TI. Rio de Janeiro: Ciência moderna. 2011. VALLE, Luiza Ribeiro do. Educação Digital: A Tecnologia a Favor da Inclusão. Porto Alegre: Penso. 2013. Weill, Peter. Conhecimento em TI. São Paulo: M.Books. 2010. 55 56 Carga horária: 80 h /a Prática profissional de TI IV Objetivos: Após a conclusão do curso de Java SE, o aluno estará apto a desenvolver programas nessa linguagem, utilizando a plataforma J2SE e o banco de dados MySql. Ementa: A Plataforma Java, Principais Divisões da Plataforma Java(Plataforma J2SE, Plataforma J2EE, Plataforma J2ME, Java Web Services, JavaFx), Execução de um programa em Java, Ambientes Integrados de Desenvolvimento, Preparação do Ambiente de Desenvolvimento, Instalação do JDK, Configuração do JRE, Instalação do Eclipse, Configurações Iniciais do Eclipse, Iniciando o Eclipse, Criando um Projeto Java, Trabalhando com Pacotes. Trabalhando com Classes, Configurando o Eclipse, Introdução à Programação, Pacote (Package), Classe, Comentários utilizados na documentação, Método main, Inserindo instruções, Executando a classe pela primeira vez, Fundamentos da linguagem Java, Comentários, Variáveis, Observações sobre variáveis, Tipos de Dados,Valores literais, Nomes de variáveis, Convenções sobre nomes de variáveis, Palavras Chaves, Modificadores de acesso, Modificadores de classes, variáveis e métodos, Controle de fluxo dentro de um bloco de código, Tratamento de erros, Pacotes, Tipos Primitivos, Referência, Retorno de um método, Palavras reservadas não utilizadas, Escopo da variável, Categorias de Escopo, Variável Final, Operadores, Operadores de Atribuição, Operadores Reduzidos, Tipos de Operadores, Operador Unário, Operador Binário, Operador Ternário, Categorias de Operadores, Operadores Aritméticos, Tipos Resultantes das Operações Aritméticas, Pós e Pré-Incremento e Decremento, Operadores Relacionais, Operadores Condicionais, Operadores bit a bit, Operador Shift, Operadores Lógicos, Operador bit a bit And (&), Operador bit à bit Or (|), Operador bit a bit. Controle de Fluxo, Instruções para Controle de Fluxo, Instruções para Repetição, Instrução while, Instrução do..while, Instrução for, Componentes do for, Interagindo com Coleções e Arrays, Instrução ifelse, elseif encadeados, Instrução switch, Tratamento de Exceções, Utilizando try/catch, Obtendo detalhes sobre a exceção, Utilizando finally, Tratando várias exceções em um bloco, Transferindo o controle da exceção, Vetores e Coleções, Forma reduzida de declaração do Vetor, Utilizando o atributo length, Classe Arrays, sort, equals, fill, binarySearch, Copiando elementos de um array para outro, Vetores Multidimensionais, Coleções, Map, Iterator, TreeMap, Trabalhando com outros tipos de dados, Orientação a Objetos (OO), Classes, Objetos, Instâncias da Classe, Atributos da Classe, Atributos tipo Campo, Definindo um valor padrão para os atributos, Atributo tipo Propriedade, Vantagens de utilizar propriedades, Criando propriedades com a ajuda do Eclipse, Trabalhando com as Propriedades, Atributos Estáticos, Utilizando Atributos Estáticos, Construtores da Classe, Métodos das Classes, Regras básicas para se criar um método, Sobrecarga de Métodos. Bibliografia Básica: Weaver, James L. Plataforma Pro Java FXTM. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 2010. 57 Franklint, Kleitor. Java EE 5 – Guia Prático - Scriptlets, Servlets, JavaBeans. 2ed. São Paulo: Érica. 2007. MANZANO, José A. JAVA 7 SE: programação de computadores – Guia pratico de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica. 2011. Bibliografia complementar: MANZANO, José A. MYSQL 5.5: interativo: guia essencial de orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica. 2011. Furgeri, Sérgio. JAVA 7 – Ensino didático.2ed. São Paulo: Érica. 2012. RODRIGUES FILHO, Renato. Desenvolva Aplicativos com JAVA 6. São Paulo: Érica. 2008. 58 4º. SEMESTRE E-Commerce Carga horária: 80 h /a Objetivos: Apresentar uma visão pragmática da interferência da internet e da tecnologia nas organizações, provendo aos participantes o conhecimento das melhores ferramentas de tecnologia aplicadas aos negócios eletrônicos como diferencial de sucesso num mercado global e competitivo. Ementa: Impacto da internet nos negócios; O impacto da internet no modelo das 5 forças de Poter; Destacando-se na Web: SerchEngineOptimization (S.E.O); Paradigmas no seguimento de loja virtual importância da informação; O impacto da internet para os canais de distribuição; Tipos de comércio eletrônico; Entendendo o que se passa no site: Ferramenta de Análise, Nomes de domínio: O registro do nome e endereço na internet; Atraindo clientes: Propaganda on-line digital; E-mail Marketing: Uso consciente pelas empresas; segurança das informações, certificação digital e sistemas de pagamento eletrônico Bibliografia Básica: ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio eletrônico. 5ed. São Paulo: Atlas, 2010. RAMOS, Eduardo. E- Commerce. 3ed. Rio de Janeiro: FGV. 2011. OLIVIERO, Carlos A. J. Faça um site: PHP 5.2 com Mysql 5.0: comércio eletrônico: orientado por projeto, São Paulo: Érica, 2010. Bibliografia complementar: SILVA, Leandro Lima da. Aumente suas vendas com E-Commerce. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2009. FALLS, Jason. Guia Definitivo de Email Marketing. São Paulo: Novatec. 2013. Relvas, Marcos. Comércio Eletrônico: aspectos Contratuais da Relação de Consumo. Curitiba: Juruá, 2012. 59 Finanças em Projetos de TI Carga horária: 80 h /a Objetivos: Preparar o aluno para avaliar a viabilidade econômico-financeira de projetos por meio de cálculos de retorno de investimento e os principais métodos de análise. Ementa: Fundamentação de viabilidade financeira. Fluxo de caixa. TMA – Taxa mínima de atratividade. Métodos de avaliação. Payback simples. Payback descontado. Índice de rentabilidade. VPL – Valor Presente Líquido. TIR – Taxa Interna de Retorno. Bibliografia Básica: PAULO, Goret Pereira. Viabilidade Economico-Financeira de Projetos. Rio de Janeiro: FGV, 2013. GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: PEARSON, 2010. GOMES, José Maria. Elaboração e Analise de Viabilidade Econômica de Projetos. São Paulo: Atlas, 2013. Bibliografia complementar: CRESPO, Antônio Arnot. Matemática financeira fácil. 14ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 255 p. BRAGA,Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 1989. ASSAF NETO, Alexandre; Curso de Administração Financeira- São Paulo: 2 ed. Atlas 2011. ROSS,Stephen A. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2002. Gerenciamento de Projetos Carga horária: 80 h /a 60 Objetivos: Capacitar o aluno para utilizar os conceitos de gerenciamento de projetos;Identificar as diferentes metodologias e fases do gerenciamento de projetos; Contribuir para a elaboração de um plano de gerenciamento de projetos. Ementa: Conceitos Básicos do Gerenciamento de Projetos; Organização do Projeto e Ciclo de Vida; Gerenciamento da Integração; Gerenciamento do Escopo; Gerenciamento do Tempo; Gerenciamento da Integração; Gerenciamento dos Custos; Gerenciamento das Aquisições no Contexto de Projetos; Gerenciamento dos Recursos Humanos e das Comunicações; Gerenciamento da Qualidade; Gerenciamento de Riscos Bibliografia Básica: XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e controlar o escopo do projeto. 2. ed. São Paulo : Saraiva, 2009. 259 p. VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7. ed. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2009. 228 p. LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 8. ed. São Paulo: Vozes, 2012. 142 p. Bibliografia complementar: MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3. ed. São Paulo : Atlas, 2009. 242 p. CARVALHO, Marly Monteiro de. Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 422 p. SPINOLA, Mauro. Gerenciamento da Qualidade em Projetos. Rio de Janeiro: Campus. 2014. 61 5º. SEMESTRE Sociedade e Tecnologia da Informação Carga horária: 40 h /a Objetivos: Compreender a influência da ciência e da técnica na evolução das sociedades, assim como os condicionamentos históricos e sociais na criação científica e tecnológica; Analisar e valorar as repercussões sociais, econômicas, políticas e éticas das atividades científica e tecnológica; Aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos aprendidos aos estudos e à valoração de problemas relevantes na vida social; Utilizar os conhecimentos sobre as relações existentes entre ciência, tecnologia e sociedade para compreender melhor os problemas do mundo em que vivemos; Apreciar e valorar criticamente as potencialidades e as limitações da ciência e da tecnologia para proporcionar maior grau de consciência e de bem-estar individual e coletivo; Analisar e avaliar criticamente as necessidades sociais e os desenvolvimentos científico e tecnológico, valorando a informação e a participação cidadãs como elementos importantes para a organização social. Ementa: Definições de ciência, tecnologia e técnica. Tecnologia, suas causas e efeitos nas culturas antigas. Renascimento. Revolução industrial. Desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento social. Difusão de novas tecnologias. Sociedade tecnológica e suas implicações. Desafios contemporâneos. Influências da ciência e da tecnologia na organização social. Possibilidades oferecidas pela tecnologia para a integração com outras culturas, em particular a cultura afrobrasileira. Bibliografia Básica: LANIER, Jaron. Bem vindo ao futuro: uma visão humanista sobre o avanço da tecnologia. São Paulo: Saraiva, 2012. ALBAGLI, Sarita. Informação, Conhecimento e poder – Mudança tecnológica e social. Rio de Janeiro: Garamond. 2011. HOFFMAN, Wanda. Ciência, tecnologia e sociedade: desafios da construção do conhecimento. São Carlos: Edufscar, 2011. Bibliografia complementar: JESUS, Cristiano de. Tecnologia e sociedade. São Paulo: Livropronto, 2013. ANDRADE, Thales H. Ciência, tecnologia e sociedade no Brasil. Campinas: Alínea, 2012. KELLY, Kevin. Para Onde Nos Leva a Tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2013. 62 Gestão Estratégica de RH Carga horária: 40 h /a Objetivos: Analisar os conceitos sobre estratégia em recursos humanos, identificando a teoria e as práticas referentes à política de gestão de pessoas nas organizações. Pretende-se que os alunos identifiquem os elementos fundamentais na estratégia de recursos humanos no contexto atual e suas implicações para o trabalho e o desempenho organizacional. Ementa: A evolução de conceitos: de recursos humanos a gestão de pessoas. Estratégia organizacional e estratégia de recursos humanos. Gestão de recursos humanos e estratégias de gestão do conhecimento e aprendizado. Análise da política de recursos humanos: Planos de Cargos e Salários, Plano de Desenvolvimento, Sistemas de Avaliação, Políticas de remuneração variável, Sucessão nas organizações. O papel das áreas de recursos humanos, sua colaboração para o desempenho organizacional e indicadores. Gestão de recursos humanos e qualidade de vida no trabalho. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos – Fundamentos básicos.7ed. Barueri: Manole, 2009. CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. 2ed. São Paulo: Cengage, 2013. VERGARA, Sylvia C. Gestão de pessoas. 14ed. São Paulo: Atlas, 2013 Bibliografia complementar: DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: umaproposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Editora Atlas, 1996. SOTO, Eduardo. Comportamento Organizacional. São Paulo: Thomson, 2009. CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier / Campus, 2004. Prática profissional de TI V Carga horária: 80 h /a Objetivos: O aluno estará apto a desenvolver programas nessa linguagem, utilizando a plataforma J2SE, orientação à objetos e diversos banco de dados. Ementa: Orientação à Objetos - Herança, Diagrama de classes com Herança, extends, Classe Object, Overloading, Referenciando atributos da classe atual, Referenciando atributos da classe superior, Polimorfismo, Classes Abstratas, Classes Derivadas, Interfaces, Implementando uma interface, Principais classes do Java, O pacote java.lang, Boolean, Byte, Character, Double, Float, Integer, Short, String, Math, Thread, Trabalhando com Arquivos, Classe File, Principais métodos da classe File, Lendo e Gravando Dados em Arquivos, Leitura de Dados da Entrada Padrão, Escrita de Dados na Saída Padrão Servidor MySQL, Instalando o MySQL Workbench, Configurando o MySQL Workbench, Acessando o Banco de Dados, Criando o Banco de Dados, Conector Java, Configurando o Conector Java no Eclipse, Utilizando o Banco de Dados no Java, Carregar o Driver, Estabelecendo a Conexão ao Banco de Dados, Exemplo Conexão com o Banco de Dados, Conexão com outros bancos de dados, Criando a Classe Conexao, Trabalhando com Instruções SQL, Executando instruções SQL, Consultando no Banco de Dados, ResultSet, Swing, Criando o primeiro formulário, Swing - Utilizando componentes, Adicionando mais componentes ao Formulário, Trabalhando com Eventos, Trabalhando com o Teclado, Conclusão Bibliografia Básica: Weaver, James L. Plataforma Pro Java FXTM. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010. MANZANO, José A. MYSQL 5.5 – Interativo – Guia essencial de orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011. SANTOS, Rafael. Introdução a Programação Orientada a Objetos usando Java. Rio de Janeiro: Campus, 2013. Bibliografia complementar: MACHADO, Felipe. Banco de dados: projeto e implementação. 2ed. São Paulo: Érica, 2008 ROB, Peter. Sistema de banco de dados: projeto, implementação e administração. São Paulo: Cengage, 2011. ALVES, Willian Pereira. Banco de dados: teoria e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2009 63 Legislação e Ética em TI Carga horária: 40 h /a Objetivos: A disciplina procurará relacionar a Ética Profissional com as questões ético morais surgidas no cotidiano profissional tendo em vista a inserção do individuo no universodo trabalho, das relações interpessoais, sociais e ecológicas Ementa: O comportamento e a ética profissional – conceito e prática. A moral– conceito e prática. O exercício profissional e empresarial. A cidadania e a responsabilidade social. Aspectos particulares do profissional de Gestão de Tecnologia da Informação. A legislação e questionamentos afins sobre Tecnologia da Informação. Educação ambiental. Bibliografia Básica: SROUR, R. H. Poder, cultura e ética nas organizações.3ªed.Rio de Janeiro: Campus, 2012. BENNETT, Caroline. Ética profissional. 2ªed. Rio de Janeiro: Senac, 2012. MASIERO, Paulo Cesar. Ética em Computação. São Paulo: Edusp, 2013. Bibliografia complementar: BARGER, Robert N. Ética na computação: uma abordagem baseada em casos. Rio de Janeiro: LTC, 2011. DA SILVA, Mauricio Faria. O direito na era digital. Porto Alegre: Livraria do advogado, 2012. FONTES, Edison. Políticas e normas para a segurança da informação. Rio de Janeiro: Brasport, 2012. 64 Qualidade de Software Carga horária: 40 h /a Objetivos: Capacitar o aluno a escolher a abordagem de avaliação mais adequada ao contexto do sistema computacional, e utilizar as técnicas e ambientes de simulação adequados. Habilitar o aluno a utilizar as principais metodologias para a avaliação de sistemas através de métodos analíticos. Despertar o senso crítico do aluno para fatores importantes na mensuração de performance do software. Ementa: Conceito de qualidade de software. Normas e métricas na avaliação da qualidade. Organismos normativos. Os fatores humanos. CMM/CMMI. A metodologia brasileira MPS.BR. Normas ISO. Metodologias Ágeis. Bibliografia Básica: KOSCIANSKI, Andre. Qualidade de Software. 2ed. São Paulo: Novatec, 2007. HIRAMA, Kechi. Engenharia de software: qualidade e produtividade com tecnologia. Rio de Janeiro: Campus, 2011. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9ed. São Paulo: Pearson. 2011. Bibliografia complementar: BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 235 p. MACEDO, Paulo Cesar de. Metodologias Ágeis – Engenharia de software sob medida. São Paulo: Érica, 2012. PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software – Uma abordagem Profissional. 7ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 65 Optativa :RELAÇÕES SOCIOCULTURAIS Carga horária: 40 h /a Objetivos: O estudo das relações socioculturais apareceu propriamente dito, no início do século XX ligada a nomes como Durkheim (1858), Lévy-Bruhl (1857), Max Weber (1864), entre outros, e coloca como princípio, quase postulado, o fato do indivíduo não existir senão na e pela sociedade. Esta disciplina tem por objetivo abordar o difícil problema da dependência do indivíduo em relação ao meio ambiente humano em que vive envolvendo o problema da cultura (Disciplina optativa). Ementa: Introdução à disciplina. Conceitos básicos sociais e culturais. A importância dos valores e das relações socioculturais na percepção ambiental. A importância das Redes sociais. Comunidades tradicionais. Diversidade e conflitos. Adequação do indivíduo à sociedade. Bibliografia Básica: MEKSENAS, Paulo. Sociologia. 3ed. São Paulo: Cortez, 2010. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo: Moderna, 2010. DURKHEIM, Emile. As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Edipro, 2012. Bibliografia complementar: LEMOS, André. Comunicação e Mobilidade: Aspectos Socioculturais das Tecnologias Móveis. Salvador: Edufba, 2010. WEBER, Max. Objetividade do Conhecimento nas Ciências Sociais. São Paulo: Ática, 2006. RECUERO, Raquel. Redes Sociais e Internet. Porto Alegre: Sulina, 2011. 66 67 Optativa :SOFTWARE LIVRE Carga horária: 40 h /a Objetivos: Analisar a questão do software livre considerando sua importância e avanço ao longo dos últimos anos. Considerar também as “quatro liberdades” para que um software seja considerado livre: Liberdade para usá-lo para qualquer propósito, liberdade para estudar seu funcionamento e adaptá-lo conforme a necessidade, liberdade para fazer cópias e distribui-lo e liberdade para aperfeiçoá-lo. Ementa: Conceitos básicos sociais e culturais. A vantagem e a importância do software livre. O software livre o os governos. O software livre na inclusão digital. Software livre e open source. Projeto GNU. Bibliografia Básica: PACITTI, Tércio. Paradigmas de software aberto. Rio de Janeiro: LTC, 2006. ANUNCIAÇÃO, Heverton. Linux total e software livre. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2007. GUESSER, Adalto. Software livre e controvérsias tecnocientíficas. Curitiba: Jurua, 2011. Bibliografia complementar: SOUSA, Maxuel Barbosa de. Obtendo e Instalando o Debian. Ciência Moderna, 2009. MOTA FILHO, João. Descobrindo o Linux: entenda o sistema operacional GNU/LINUX. 3ed. São Paulo: Novatec, 2012. FERREIRA, Rubem. Linux: guia do administrador do sistema. 2ed. São Paulo: Novatec, 2008 Optativa : LIBRAS Carga horária: 40 h /a Objetivos: O estudo da Língua Brasileira de Sinais irá proporcionar um conhecimento básico sobre a comunicação com as pessoas surdas por meio da compreensão de suas necessidades, seus aspectos sociais culturais e educacionais, permitindo uma integração comunicativa com a comunidade de maneira geral (Disciplina optativa). Ementa: Introdução à disciplina. Conceito de Libras. A Surdez: aspectos históricos, causas da surdez, graus de deficiência auditiva, como lidar com a surdez. A comunicação. O Intérprete. A função da escola. A Tecnologia. A profissionalização. Aprendendo libras. Praticando libras. Estrutura linguística de Libras. Fonologia. Morfologia e Sintaxe. Semântica e Pragmática. Datilologia. Alfabeto. Numeral. Identificação Pessoal. Cumprimentos e gentilezas. Expressões faciais e corporais. Sinais Básicos. Calendário. Cores. Família. Roupas. Meios de Transporte. Lugares. Tempo. Natureza. Direção, medidas e tamanhos. Ações (verbos). Pronomes. Advérbios. Sentimentos. Características e qualidades. Expressões comuns. Diálogo em língua de sinais. Bibliografia Básica: GESSER, Audrei. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a libras. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2012. 187 p. . HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Editora Cultural, 2009. 352 p. QUADROS, Ronice Müller de. Língua de sinais: instrumentos de avaliação. São Paulo: Artmed, 2011. Bibliografia complementar: GESSER, Audrei. Libras?:que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. Pref. Pedro M. Garcez. São Paulo: Parábola, 2009. PEREIRA, M. C. C. LIBRAS - Conhecimento Além dos Sinais. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2011. KOJIMA, Catarina Kigiti. Libras – língua brasileira de sinais: a imagem do pensamento São Paulo: Escala, 2008. V.1 Desenvolvimento de Projeto em TI Carga horária: 80 h /a Objetivos: Integração prática dos trabalhos desenvolvidos em caráter de Projeto integrador. 68 69 Ementa: Ementa aberta com o objetivo de integrar todas as disciplinas envolvidas no curso. Bibliografia Básica: XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e controlar o escopo do projeto. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 259 p. VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7 ed. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2009. 228 p. VIEIRA, Marconi. Fábio. Gerenciamentos de projetos de tecnologia da informação. Rio de Janeiro: 2ed. Elsevier, 2007. Bibliografia complementar: MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 242 p. CARVALHO, Marly Monteiro de. Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2011. 422 p. LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 8 ed. São Paulo: Vozes, 2012. 142 p. 70 Projeto Integrador I, II e III Carga horária: 340 h /a Objetivos: Disciplina de ementa aberta, com objetivo de favorecer a integração entre as disciplinas oferecidas no mesmo período letivo do oferecimento da mesma. Ementa: Disciplina de ementa aberta, com objetivo de favorecer a integração entre as disciplinas oferecidas no mesmo período letivo do oferecimento da mesma. Bibliografia Básica: VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7 ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2009. 228 p. BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008. 235 p. MOLINARO, Luis Fernando R. Gestão de tecnologia da informação: governança de TI: arquitetura e alinhamento de sistemas de informação e o negócio. Rio de Janeiro: LTC, 2013. Bibliografia complementar: ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento estratégico: formulação, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 2012. 182 p. ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio eletrônico. 5ed. São Paulo: Atlas, 2010. BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 330 p. SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2007. GIL, Antônio C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010. 71 5.5.6. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 01 de 17 de junho de 2004) e Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Os conteúdos que abordam a Educação das Relações Étnico-Raciais estão contemplados na disciplina optativa Relações Socioculturais oferecida no 5º semestre do curso e nas disciplinas obrigatórias: Práticas em TI-I, Práticas em TI-II e práticas em TI-III, de forma transversal, conforme grade curricular e ementa apresentadas anteriormente. O Conteúdo de Direitos Humanos também está contemplado na disciplina optativa Relações Socioculturais oferecida no 5º semestre do curso. 5.5.7. Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec.Nº 5.626/2005) O curso de Gestão da Tecnologia da Informação oferece a disciplina de Libras como disciplina optativa no 5º semestre, conforme grade curricular e ementa apresentadas anteriormente. 5.5.8. Políticas de educação ambiental ( Lei nº 9.795, de 27 de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002) A educação ambiental está contemplada na disciplina obrigatória de Legislação e Ética oferecida no 5º semestre do curso, conforme grade curricular e ementa apresentadas anteriormente. 5.6. PERFIL DO CORPO DOCENTE O Curso de Gestão de Tecnologia da Informação, conta com um corpo docente altamente qualificado, com ampla experiência em TI, inseridos em suas respectivas áreas de atuação e preocupados em buscar uma qualificação profissional compatível com as exigências de uma instituição inovadora e participante. 5.6.1 Responsável pela coordenação do curso O curso de Gestão da Tecnologia da Informação é coordenado pelo prof. Ismar Vicente que possui Graduação em Administração pelas Faculdades Integradas Senador Flaquer (1986), Pós-graduação 72 em Análise de Sistemas pela Faculdade Carlos Pasquale (1995), MBA em Tecnologia da Informação Aplicada á Nova Economia pela FGV (2001) e Mestrado em Administração pela Universidade Nove de Julho (2006). 5.6.2 Titulação Quanto à titulação, o corpo docente do curso de Gestão da Tecnologia da Informação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires apresenta 54,5% de professores com programas completos de strict sensu e 45,5% com programas completos de lato sensu, conforme se vê pormenorizado na tabela à seguir. Titulação Professores Percentual Doutor 2 12,5 Mestre 6 43,8 Especialista 8 43,8 5.6.3 Experiência profissional requerida O quadro à seguir tem por objetivo apresentar a situação docente naquilo que se refere à experiência dos docentes do curso de Gestão da Tecnologia da Informação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, no ensino superior. Tempo de Experiência no Ensino Superior Professores Percentual % mais de 2 anos 106 62,5 de 0 a 2 anos 06 37,5 5.6.4 Titulação e formação acadêmica do NDE O Núcleo Docente Estruturante do curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação da FIRP atende plenamente a Resolução CONAES nº 1 de 17 de junho de 2010. Apresenta 100% de professores com formação stricto sensu e 100% dos professores em Regime de Trabalho em tempo Parcial ou Integral. Reúne-se mensalmente e tem em sua pauta de trabalho assuntos relacionados à constante atualização do PPC e a implementação de seus preceitos no curso, bem como do zelo 73 pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares ligadas ao curso. Titulação Professores Percentual % Doutores 02 40 Mestres 03 60 Especialista 00 00 5.6.5 Vinculação dos docentes com a área de conhecimento Todos os docentes estão vinculados à sua área de formação, atuando nas disciplinas de sua especialização, onde houver maior experiência acadêmica e prática. 5.7. REGIME DE TRABALHO O regime de trabalho do corpo docente é dividido em 03 (três) categorias: • Tempo integral; • Tempo parcial; • Horista. A distribuição quantitativa do número de docentes por regime de trabalho, encontra-se descrita no quadro abaixo: Regime de Trabalho Docentes Percentual % Tempo Integral 01 6,25 Tempo Parcial 07 43,75 Horista 08 50 5.7.1 Plano de carreira As Faculdades Integradas de Ribeirão Pires e sua Mantenedora adotam uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que 74 consideram que os educadores necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na formação integral do educando. Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos: o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica; o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, formais e informais; o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnicoprofissional; o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora; a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e não- docentes. Encontra-se na Instituição, à disposição, o “PLANO DE CARREIRA DO CORPO DOCENTE E DO TÉCNICO ADMINISTRATIVO DO GRUPO EDUCACIONAL UNIESP”. 5.7.2 Regime escolar O Curso de Gestão da Tecnologia da Informação será seriado e semestral, sendo que cada período letivo corresponde a uma etapa, devendo ser totalizado em 2 anos e 6 meses, divididos em 5 semestres letivos para a conclusão do curso. Serão admitidas até 03 (três) dependências ao término de cada período letivo. 5.7.3 Formas de acesso ao curso O Processo Seletivo é uma das formas de acesso ao curso de Gestão da Tecnologia da Informação da FIRP, sendo realizado de forma unificada e regido por edital específico para cada processo. As Faculdades Integradas de Ribeirão Pires também aceitam a pontuação do Exame Nacional do Ensino Médio como critério de acesso. Outras formas ainda de acesso ao curso são: Transferência externa: desde que existam vagas remanescentes; Portadores de diploma de curso superior ou graduados: poderão requerer sua matrícula desde que existam vagas remanescentes; 75 PROUNI: as Faculdades estão inscritas no Programa Universidade para todos, os candidatos do PROUNI devem seguir as regras e diretrizes estabelecidas pelo MEC. 5.7.4 Número Máximo de alunos por turma 50 (cinquenta) alunos. 5.7.5 Turnos de funcionamento Matutino: segunda-feira a sexta-feira, das 08h00 às 11h40. Noturno: segunda-feira a sexta-feira, das 18h30 às 22h00. 5.8. PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO O prazo mínimo de integralização do Curso de Gestão da Tecnologia de Informação da FIRP será de 5 semestres e o máximo de 8 semestres. 5.9. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM Os critérios e procedimentos de avaliação da aprendizagem serão realizados de acordo com a regulamentação Institucional e legislação vigente. 6.INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA 6.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA 6.1.1. Área Interna DEPENDÊNCIAS / SERVENTIAS QUANTIDADE M2 76 Salas de Diretoria 01 39,2 Recepção 01 18,30 Sala de Reunião 01 18,30 Sala de Coordenação 08 ~ 6,00 Sala de Professores 01 60,90 Sala de Apoio / Sanitários Administrativos 02 60,90 Sala de Aula 37 2.301,71 Sanitários 04 117,60 Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência 01 89,42 Sala de Apoio Psicopedagógico 01 7,70 Sala de Estágio 02 ~ 8,50 Sala do Núcleo de Pesquisa e Extensão - NUPEX 01 7,70 Sala de reuniões do NDE e da CPA 01 9,10 Sala de Recursos Humanos 01 13,20 Setor de Atendimento / Secretaria 01 103,15 Auditório / Sala de Apoio 01 456,00 Laboratórios Multidisciplinares 04 184,27 Laboratório de Informática 03 182,96 Biblioteca / Sala de Acervo 01 122,78 Sala de Estudo 01 63,60 Projetos Sociais 01 60,90 Cantina 01 30,16 Fonte: Diretoria – 2014 6.1.2. Área Externa DEPENDÊNCIAS / SERVENTIAS Portaria Laboratório de Avaliação e Medidas Copa / Cozinha Salas de Apoio Quadra poliesportiva coberta Quadra poliesportiva descoberta QUANTIDADE 01 01 01 02 01 01 M2 28,70 31,14 42,91 74,05 1.000,00 600,00 77 Sanitários / vestiário Mini campo de futebol Mini pista de atletismo 02 01 01 112,00 858,00 130,00 Fonte: Diretoria – 2014 6.1.3. Laboratório de Informática – Geral Equipamento 2014 Computadores 64 Fonte: Diretoria – 2014 6.2 – Laboratórios Específicos Laboratório Equipamento Quantidade Avaliação Física Balança 1 Banco Wells 1 Estadiômetro 1 Flexímetro 1 Lactímetro 1 Maca 1 Plicômetro 1 Simetrógrafo 1 Trenas 15 Boneco Anatômico Completo em Resina 1 Boneco Anatômico em Gesso 1 Bonecos Musculares Completos 6 Coração de Plástico 2 Anatomia 78 Coração de Resina 6 Aparelho Digestório Completo 6 Encéfalo em resina 5 Esqueleto de Plástico Completo 2 de Plástico Completo 5 Montados Esqueleto Desmontados Coluna Vertebral de Gesso Montada 1 Aparelho Reprodutor Feminino Pequeno 9 em Resina Aparelho Reprodutor Feminino Grande 2 em Resina Aparelho Reprodutor Masculino 9 Pequeno em Resina Aparelho Reprodutor Masculino Grande 2 em Resina Rins 3 pares Glândulas Mamárias 6 Pulmão 6 pares Pulmão Esquerdo 6 Músculo Diafragma 6 Articulação do Quadril com Ligamentos 4 Articulação do Cotovelo com 4 Ligamentos Articulação do Ombro com Ligamentos 4 Articulação do Joelho com Ligamentos 3 Articulação do Punho com Ligamentos 1 79 Articulação do Pé com Ligamentos 08 Sala de apoio às atividades Matemáticas 1 Relações Métricas Triângulo/Retângulo – Aluno Sala de apoio às atividades matemática 03 Relações Métricas Triângulo/Retângulo – Professor 03 Kit Cores p/ Estatística 03 Blocos Lógicos 15 Ábacos 05 Colunas (50 rodinhas em plástico) 01 Ábaco de Sequência (45 rodinhas em plástico) 19 Geoplano 80 03 Jogo Probabilidado 12 Jogos Mandala Trigonométrica 03 Pranchas p/ Gráficos A4 – Aluno 03 Pranchas p/ Gráficos A3 – Professor 01 Torre de Hanói Reta c/ 06 discos coloridos 01 Torre de Hanói Triangular c/ 07 discos 01 Material Dourado c/ 611 pçs 01 Material Dourado c/ 62 pçs 01 Disco de Frações c/ 24 pçs 81 01 Cubo Frações c/ 93 pçs 01 Escala Cuisinaire c/ 298 pçs 01 Barra de Medidas c/ 150 pçs 01 Sólidos Geométricos - Cj c/ 11 pçs 01 Régua de Frações c/ 67 pçs 01 Tangran c/ 10 jogos. (Pintado 2 lados) 01 Xadrez cxa Box 01 Xadrez Escolar cxa 01 Transparência Trigonométrica 01 82 Poliminós c/ 90 mad. E Dado. 01 Algeplan c/ 40 pçs 01 Poliminós c/ 34 pçs. 01 Compasso do Profº mad. 40 cm 01 Transferidor 180° 01 Esquadro 60° 01 Kit tangran coração 01 Kit tangran quadrado Kit tangran círculos 04 03 Kit teorema de Pitágoras 83 01 Kit análise combinatória 02 Kit tangran circular 01 Kit área dos polígonos 01 Roleta matemática 01 Kit álgebra – produtos de polinômios 01 Kit trigonometria Laboratório de Arquitetura de Computadores Kit de ferramentas para manutenção 13 de computadores 2 Alicate de Crimpagem RJ45 4 Testador de cabos de rede Bancada para manutenção de 1 (uso coletivo) 84 computadores 4 Computador / kit para estudo 2 Estabilizador Quantidade variável Cabo de rede e conectores RJ45 Laboratório de Línguas móvel de console com gravador móveis duplos com gabinetes individuais 30 30 (trinta) 30 cadeiras 30 conjuntos fone/microfone 30 Fonte: Diretoria – 2014 6.3 – CPD Equipamento Especificação Quantidade Servidor De dados (Sophia Sec/Bib Consulta) 01 Fonte: Diretoria – 2014 85 6.4 – RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA Equipamento Quantidade Projetores Multimídia 08 Retroprojetores 07 Televisores 02 DVD-ROM 02 Mesa de Som 01 Microfones 03 Fonte: Diretoria – 2014 6.5 – COMPUTADORES E IMPRESSORAS DE USO ADMINISTRATIVO E ACADÊMICO Equipamento Especificação QuantiDade Computadores Administrativo 34 Impressoras Administrativo 08 Fonte: Diretoria – 2014 6.6 - BIBLIOTECA A Biblioteca das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires – FIRP foi criada inicialmente com o objetivo de fornecer apoio bibliográfico às atividades de ensino e pesquisa, desenvolvidas pelos Cursos implantados na instituição. Hoje, a Biblioteca da Faculdade têm a missão de promover o acesso à informação e contribuir para os estudos de graduação, pós-graduação e de extensão, contemplando o ensino e a pesquisa, bem como de atender à comunidade local e regional. Está disponibilizado no site da Faculdade www.firp.edu.br no link biblioteca/publicações, os periódicos eletrônicos e as informações sobre as normas, serviços prestados, horário de funcionamento, equipe de trabalho, etc. 86 Biblioteca virtual universitária (pearson), disponibiliza livros - texto em português no formato digital, com 1.400 títulos nas mais diversas áreas, como administração, marketing, engenharia, economia, direito, letras, história, geografia, jornalismo, computação, educação, medicina, enfermagem, psicologia, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras, todos em português e à disposição dos alunos e professores. 6.6.1. Acervo por Área do conhecimento ÁREAS (CNPq) N.º TÍTULOS N.º EXEMPLARES - Ciências Exatas e da Terra 1855 3490 - Ciências Biológicas 286 428 - Engenharia/ Tecnologia 109 274 - Ciências da Saúde 1199 2610 - Ciências Agrárias 132 172 - Ciências Sociais Aplicadas 2305 4265 - Ciências Humanas 4497 8377 - Lingüística, Letras e Artes 2351 3622 12734 23238 TOTAL Fonte: Diretoria – 2014 6.6.2. Formas de Atualização e Expansão do Acervo Política de Aquisição A política de aquisição da Biblioteca é voltada para às necessidades do corpo discente e docente da Faculdade. O acervo da Faculdade é formado através do conteúdo programático dos cursos oferecidos pela instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada semestre, os professores (coordenadores) solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para complementarem o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo, encaminha à Direção a solicitação de compra. 87 6.6.3. Horário de Funcionamento da Biblioteca A Biblioteca funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h e aos sábados das 8h às 12h sem interrupção. Todos os serviços funcionam neste horário, exceto o serviço de empréstimo de publicações que encerra-se 30min antes do término do expediente. O horário de atendimento à comunidade externa é de segunda a sexta-feira das 13h às 17h. 6.6.4. Mobiliário/Acomodações para usuários Atualmente há 45 acomodações para estudo, pesquisa e consulta do acervo. Esse número divide-se em posições para estudo em grupo e individual. Mobiliário Acomodação Mesa de estudo em grupo 12 mesas 31 lugares 14 mesas 14 lugares 45 Mesas de estudo individual (Boxes) Total (em posições de consulta) Fonte: Diretoria – 2014 6.6.5. Equipamentos Recursos / Biblioteca Quantidades Microcomputadores para consulta aos registros do acervo para empréstimo de publicações para consulta aos registros do acervo 4 Microcomputadores publicações de 3 Servidor do Sistema de Informação Sophia (Migrando para RM biblios – Totvs) 1 Impressoras 2 para empréstimo Fonte: Diretoria – 2014 88 6.6.6 - Serviços Oferecidos Empréstimo domiciliar O empréstimo domiciliar é facultativo a todos os membros da comunidade universitária pelo período de 7 dias úteis, podendo solicitar a renovação do empréstimo por mais 7 dias úteis após o término do primeiro período, desde que não haja reserva da publicação. Os membros do corpo docente podem solicitar a ampliação ou redução do prazo de empréstimo. Obras de referência ou em exemplar único são apenas para consulta local e devem retornar ao acervo no mesmo dia em que foram retiradas. Empréstimo, renovação e reserva de publicações através de processo informatizado O processo de empréstimo de publicações é realizado através do Sistema de Informação Bibliográfica de forma informatizada, cobrindo todo tipo de material existente na Biblioteca. A renovação do material emprestado pode ser realizada também via telefone em horário prédeterminado. A reserva de publicações pode ser solicitada no balcão de atendimento da Biblioteca. Normas A qualidade na prestação de serviços do Núcleo de Bibliotecas originou a criação de diversas normas, internas e externas, que normatizam cada procedimento realizado por seus funcionários e usuários. Tais normas estão disponíveis na íntegra na Internet e expostas em todas as unidades. ACERVO DE DVD’S Dentre os recursos bibliográficos aportados aos cursos temos DVD’S com filmes, documentários e apresentações de várias áreas do conhecimento. COORDENADORA DO NÚCLEO DE BIBLIOTECA FIRP Regiane Aparecida de Camargo, CRB 8909/8, Coordenadora do Núcleo de Biblioteca PESSOAL AUXILIAR Há um contingente de Auxiliares de Biblioteca necessário à manutenção das atividades operacionais das Bibliotecas durante o seu período 89 7. AVALIAÇÃO DO CURSO O acompanhamento e a avaliação do Projeto Pedagógico do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação se dará com base no parecer PREnsino Nº 11/2011, onde: O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos desempenho dos estudantes O SINAES avalia todos os aspectos que giram em torno desses três eixos: o ensino, a pesquisa, a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da instituição, o corpo docente, as instalações e vários outros aspectos. Salientamos então que a avaliação institucional é um dos componentes do SINAES e está relacionada à melhoria da qualidade da educação superior; à orientação da expansão de sua oferta; ao aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional. A Avaliação Institucional divide-se em duas modalidades: * auto-avaliação coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição e orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da auto-avaliação institucional da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES); * a avaliação externa – realizada por comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). A avaliação externa tem como referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos instrumentos de avaliação e os relatórios das auto-avaliações. O processo de avaliação externa independente de sua abordagem e se orienta por uma visão multidimensional que busque integrar sua natureza formativa e de regulação numa perspectiva de globalidade. Em seu conjunto, os processos avaliativos devem constituir um sistema que permita a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e modalidades. O Núcleo Docente Estruturante dos Cursos deve voltar-se para essas diretrizes e 90 instrumentos da avaliação externa de educação superior das IES do MEC/CONAES/INEP, tendo em vista que são observadas essas articulações do PPC com o PDI e PPI. A Avaliação dos Cursos de Graduação é um procedimento utilizado pelo Ministério da Educação (MEC) para o reconhecimento ou renovação de reconhecimento dos cursos de graduação, representando uma medida necessária para a emissão de diplomas. O Decreto n.º 5.773 de 09 de Maio de 2006 instituiu que a avaliação dos cursos realizada pelo SINAES constituirá o referencial básico para os processos de regulação e supervisão da educação superior, a fim de promover a melhoria de sua qualidade. Esta avaliação passou a ser realizada de forma periódica com o objetivo de cumprir a determinação da Lei n.º 9.394 de Diretrizes e Bases da Educação Superior, de 20 de dezembro de 1996, a fim de garantir a qualidade do ensino oferecido pelas Instituições de Educação Superior. O Formulário eletrônico, instrumento de informações preenchido pelas Instituições, possibilita a análise prévia pelos avaliadores da situação dos cursos, possibilitando uma melhor verificação in loco. Este formulário é composto por três grandes dimensões: a qualidade do corpo docente, a organização didático-pedagógica e as instalações físicas, com ênfase na biblioteca. avaliadores da situação dos cursos, possibilitando uma melhor verificação in loco. Este formulário é composto por três grandes dimensões: a qualidade do corpo docente, a organização didático-pedagógica e as instalações físicas, com ênfase na biblioteca. 91 ANEXO 1 PROJETO INTEGRADOR PARA O CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fevereiro/2014 Este projeto faz parte do Projeto Pedagógico dos Cursos de Tecnologia da Gestão da Tecnologia da Informação das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires. 1 OBJETIVOS Introduzir o aluno nas práticas de gestão empresarial, fundamentadas nos conhecimentos teóricos e práticos adquiridos em sala de aula e laboratório; Ambientação com o mercado de trabalho; Desenvolver habilidades de pesquisa e interpretação de dados; Demonstrar a integração dos vários conteúdos curriculares na atividade profissional; Conscientizar o aluno das dificuldades de implementação de práticas de gestão num ambiente econômico e social em constante desenvolvimento e mudanças. 2 ORIENTAÇÕES GERAIS Trabalho em grupo. O relatório relativo ao projeto integrador deverá ser entregue sempre em data estipulada, na Coordenação, após assinatura de todos os professores do semestre, encadernado em espiral com capa transparente e contracapa preta. Não serão aceitos, em hipótese alguma, trabalhos após as datas determinadas, ou por outros meios que não sejam os definidos pela coordenação. Mudanças na formação dos grupos somente terão validade com solicitação por escrito e aceitas pela coordenação. Os professores de cada disciplina deverão fornecer orientação sobre desenvolvimento, bibliografia, enfoque de sua disciplina. 92 Cada turma terá um professor orientador, a ser determinado pela Coordenação, responsável por centralizar as informações, passar as instruções gerais do projeto e levar os questionamentos para a Coordenação. O relatório deverá ser apresentado seguindo os padrões metodológicos da Norma ABNT. A avaliação final será feita sob a forma de conceito: Suficiente ou Insuficiente(*) e o aluno deverá procurar a Coordenação 10 dias após o prazo de entrega para verificar se o trabalho foi considerado Suficiente. * O conceito suficiente significa que o trabalho do aluno está condizente com uma nota mínima de 7,0 (sete). 3 ITENS DO PROJETO ELEMENTO COMENTÁRIO Capa, Folha de A capa, a folha de rosto e a folha de aprovação devem seguir o Rosto e Folha de modelo conforme apresentado no final deste Manual. Aprovação Dedicatória e A critério dos autores, podem ou não ser incluídos. (Opcional) Agradecimentos Resumo Máximo de 20 linhas explicando o conteúdo do trabalho. Sumário Enumera as divisões dos capítulos e numeração das páginas na ordem em que se sucedem no decorrer do texto. No Sumário são relacionados os capítulos e suas subdivisões, exatamente como aparecem no corpo principal do Projeto, indicando-se as respectivas páginas. As partes que precedem o sumário não devem ser relacionadas. A palavra SUMÁRIO deve ser impressa no alto e no centro da página, com letras maiúsculas. (Ver modelo no final do manual). Lista de tabelas, Deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. quadros e figuras Com cada item designado pelo seu nome específico, acompanhado (opcional) do respectivo número de página. Recomenda-se uma lista para tabela e uma para figura separadamente. 93 Introdução Tem por objetivo fornecer os antecedentes que justificam o projeto, bem como focalizar o assunto a ser tratado. A introdução pode incluir informações sobre a natureza e a importância do assunto para o profissional da área. No capítulo da introdução deverão constar o objetivo, e metodologia do projeto como um item da introdução. Metodologia Deve ser um item da introdução. Esse item deve apresentar uma descrição detalhada da metodologia utilizada, que permita compreender e interpretar os resultados, bem como a reprodução do estudo ou a utilização do método por outros pesquisadores. Um Projeto Integrador normalmente utiliza como metodologia, a pesquisa bibliográfica (feita em livros, manuais), levantamento documental e, dependendo do modelo adotado, a pesquisa de campo. Deve-se incluir apenas as informações reais referentes à pesquisa realizada para o trabalho. Desenvolvimento Parte principal do texto, que contem a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. No desenvolvimento do projeto poderão ser empregados quantos capítulos o autor julgar necessário. Para o desenvolvimento da parte teórica, os alunos deverão solicitar aos professores a sugestão de bibliografia a ser consultada. Não esquecer que a parte conceitual deve ser sempre embasada em pesquisa e o nome do autor deve ser mencionado no texto e não apenas na Bibliografia. (Vide citações). Considerações Mesmo que nos capítulos anteriores, tenham sido apresentadas as Finais conclusões, este capítulo não pode ser omitido. O autor deve apresentar suas considerações e descobertas de forma lógica, clara e concisa. Essas considerações, evidentemente, devem ser baseadas somente nos fatos comprovados e já discutidos nos capítulos anteriores. Nesse item o aluno pode apresentar eventuais sugestões 94 de mudanças ou melhorias. Referências Esta parte deve vir após a do capítulo das considerações finais e seguir as normas da ABNT. (Veja Anexo : Resumo de apresentação da Bibliografia) 4 ESPECIFICAÇÕES GRÁFICAS Item Descrição Papel Papel branco no tamanho A4 (210 x 297mm) Fonte (Letra) Padrão de letra Times New Roman, tamanho 12 em todo o trabalho exceto na capa e página de rosto. Espaço entre linhas 1,5 linhas Alinhamento Justificado Margens 3,0 cm esquerda e superior. 2,0 cm direita e inferior. Rodapé As notas nele contidas devem ser separadas do texto por um traço contínuo de aproximadamente 1/3 da linha, a partir da margem esquerda, com caracteres menores que aqueles usados no texto. Capa e a página de Ver modelo no apêndice. rosto Instituição e título do Projeto em letras maiúsculas, fonte tamanho 14; todo o restante em tamanho 12. Numeração páginas das Todas as folhas, a partir da página de rosto, devem ser contadas sequencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da introdução. A numeração deverá ser colocada na margem superior, no canto direito da página e a cerca de 2 cm 95 do limite superior. As demais folhas, incluídos os elementos póstextuais (referencia bibliográfica e apêndice), devem ser numeradas sequencialmente seguindo de maneira contínua ao texto principal. Tabelas O título da tabela deve vir na parte superior e numerado sequencialmente, desde o início do trabalho em número arábico. Figuras O título da figura deve vir na parte inferior e numerado sequencialmente, desde o início do trabalho em número arábico. São consideradas figuras: fotografias, esquemas, fluxogramas e gráficos. Numeração de Os títulos serão em letras maiúsculas, em fonte 12 e negrito. títulos e subtítulos Os subtítulos terão a primeira letra maiúscula e as demais minúsculas. Utilizam-se dois espaços para separar os títulos e subtítulos do corpo do trabalho. Não há recuo em relação a margem esquerda tanto para título como subtítulo. 96 5 COMO FAZER CITAÇÕES NO CORPO DO TRABALHO No corpo do trabalho, deveremos sempre citar as obras consultadas, que também deverão constar da Bibliografia de forma mais completa. As citações podem se diretas ou indiretas 5.1 Citação Indireta Por exemplo, digamos que o texto a ser citado seja baseado* no autor Idalberto Chiavenato, cujo livro foi publicado em 2000 (citação indireta). Neste caso, devemos escrever o sobrenome do autor seguido do ano de publicação da obra. Conforme Chiavenato (2000), as primeiras Teorias da Administração surgiram com o fim da economia de subsistência... – O estudo das teorias da Administração permite identificar o modelo correto a ser utilizado... (CHIAVENATTO, 2000) * Texto “baseado” significa que não vamos repetir exatamente como está escrito no livro. Vamos colocar a ideia. Nesse caso, não é necessário colocar o nº da página. 5.2 Citação Direta No caso de transcrição literal do texto do autor (citação direta), devemos escrever o número da página da qual foi extraído o parágrafo, seguido do ano de publicação. Ex.: Conforme Chiavenato (2000, p. 23), “a igreja e as instituições militares constituíram-se em modelos de administração........” Ou: No caso da reprodução do trecho do autor no meio de um parágrafo, sem citá-lo antes da transcrição, devemos escrever o número da página da qual foi extraído o parágrafo, logo após o ano de publicação. Ex.:, “As práticas encontradas nos primórdios da Administração influenciam ...” (Chiavenato, 2000, p. 21). 97 5.3 Citação com mais de 3 linhas No caso de transcrição literal de texto do autor cujo conteúdo seja superior a 3 linhas, deverá ser usado recuo esquerdo com 4 cm, espaço simples, arial ou times 10, conforme exemplo abaixo: Aparentemente o mesmo ocorre na maioria dos países, tomando-se por base as considerações de Terence A. Brown e J.M. Fitzmaurice (1997): Apesar da decisão da escolha do transporte ser um tópico bastante popular na literatura sobre logística desde 1970, a atuação dos intermediários, como os IFFs, recebeu pouca atenção. A maioria dos estudos sobre a escolha do transporte tem se limitado a investigar especificamente os fatores chave de cada modal selecionado. (p. 91). 5.4 Alíneas Às vezes, é necessário enumerar vários tópicos. Podemos fazê-lo na forma de alíneas (marcadores): a margem das alíneas é reentrada – isto é, mais à direita – em relação à margem do texto; elas seguem a ordem alfabética; são separadas por ponto-e-vírgula, exceto a última, que termina com ponto; podem ser subdivididas em subalíneas, que: - são indicadas por hífen, - são separadas por vírgula. 6 REFERÊNCIAS: Na parte final do Projeto, o aluno deverá citar as fontes consultadas. Todo livro, artigo ou periódico citado no trabalho deve obrigatoriamente constar nas referências. As referências deve estar em ordem alfabética e com 2 espaços (ou espaçamento 12 depois do parágrafo) entre elas. Seguem exemplos: Livro com um autor: 98 PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. 5. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2000. Livro com dois autores: ACEVEDO, C.R.; NOHARA, J.J. Monografia no curso de administração: guia completo de conteúdo e forma. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2005. Livro com três autores: HITT, M.A.; IRELAND, R.D.; HOSKISSON, R.E. Administração estratégica: competitividade e globalização. Trad. José Carlos Barbosa dos Santos e Luiz Antonio Pedroso Rafael. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2005. Livro com mais de 3 autores – Neste caso, citar o autor principal seguido da expressão “et al.”, que significa “e outros”: BEGA, Egidio Alberto et al. Instrumentação Aplicada ao Controle de Caldeiras. 3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 180 p. Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/educacao/897-elaboracao-de-referencias-emtrabalhos-academicos-3-de-4-.htm#ixzz2wDHvsbCK Conteúdos da Internet: Banco Central do Brasil. Disponível em <http://www.bacen.gov.br>. Acesso em: 5 set. 2007. Abimaq – Associação Brasileira das Indústria de Máquinas. Disponível em <http://www.abimaq.com.br>. Acesso em: 1 jan. 2007. “Acesso em” representa a data de consulta. Dissertação, tese ou monografia: BRITTO, Ricardo Pitelli de. Competição global: Uma contribuição para o estudo da competitividade da indústria paulista. Dissertação (mestrado em Administração), Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo – FEA/USP, 2004. Artigo de revista: 99 VEGRO, C. L. R. et al. Do café verde ao café torrado e moído: vantagens e dificuldades na exportação. Revista Brasileira de Comércio Exterior, São Paulo, n.84, p.60-71, ago./set. 2005. CARVALHO, Valter R. de. Terceirização segundo Maquiavel. Revista do Centro Universitário Nove de Julho, São Paulo, n. 1, 2002. Legislação Federal: BRASIL, Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 2004. BRASIL. Medida Provisória nº 1569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em importação e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514. BRASIL. Código civil. Organização de textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995. Legislação Estadual: SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas e dá providências correlatas. Lex – Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998. 100 ANEXO I – MODELO DE CAPA 101 FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MARIA ISABEL VEIGA – RA 2005101516 MELINA ALVES RODRIGUES – RA 2004125147 ROBERTO PEREIRA – RA 2004125148 RUBENS DE ARAUJO RIBEIRO JUNIOR – RA 2004125149 SANDRA REGINA TERRA – RA 2004125140 PROJETO INTEGRADOR MULTIDISCIPLINAR 5º Semestre Ribeirão Pires 2014 102 ANEXO II – MODELO FOLHA DE ROSTO 103 FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MARIA ISABEL VEIGA MELINA ALVES RODRIGUES ROBERTO PEREIRA RUBENS DE ARAUJO RIBEIRO JUNIOR SANDRA REGINA TERRA PROJETO INTEGRADOR MULTIDISCIPLINAR Projeto Integrador apresentado como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de tecnólogo em Gestão de Tecnologia da Informação. Período: 5º Semestre Ribeirão Pires 2014 104 ANEXO III - MODELO FOLHA DE APROVAÇÃO 105 FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Gestão da Tecnologia da Informação MARIA ISABEL VEIGA MELINA ALVES RODRIGUES ROBERTO PEREIRA RUBENS DE ARAUJO RIBEIRO JUNIOR SANDRA REGINA TERRA FOLHA DE APROVAÇÃO PROFESSOR DISCIPLINA CONCEITO ASS. DO PROFESSOR Professor(a) Coordenador: ________________________________ 106 ANEXO IVI - MODELO DE SUMÁRIO 107 SUMÁRIO Página 1. INTRODUÇÃO................................................................................................ 05 1.1 Objetivos...................................................................................................... 06 1.2 Justificativa................................................................................................... 06 1.3 Metodologia................................................................................................ 07 2. A EMPRESA ................................................................................................... 09 2.1 Histórico da Empresa ................................................................................ 09 3 O Produto ....................................................................................................... 10 4- CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................. 12 REFERÊNCIAS....................................................................................................... 13 ANEXOS................................................................................................................ 14