Fundação Armando Alvares Penteado Gestão Estratégica de Projetos Gestão de Riscos Derson Lopes, PMP Derson Lopes, PMP Fundação Armando Alvares Penteado Gestão Estratégica de Projetos Apresentação Derson Lopes, PMP • Formação Acadêmica •Doutorando em Administração - FEA/USP •Mestre em Administração Financeira - FECAP •Pós graduação em gestão e projetos •Graduação em Administração, C. Contábeis e Teologia. • Currículo resumido • Experiência de 15 anos como gestor, consultor e gerente de projetos e diversos áreas, especialmente no terceiro setor. • Professor e facilitador na FranklinCovey, FAAP e FMU. Derson Lopes, PMP 3 Gerenciamento de Riscos Planejamento de Aulas Apresentação e Introdução ao Gerenciamento de Riscos - Aula 1 e 2 - Definições, História e Importância dos Riscos - Gestão de Riscos - Gerenciamento de Riscos no Gerenciamento de Projetos Planejar e Identificar os Riscos - Aula 2 e 3 - Entradas do processo “Planejar o gerenciamento de riscos” - Entradas do processo “Identificar Riscos” - Definição dos Riscos envolvidos - A importância da correta identificação dos riscos - Passos para a identificação de Riscos - Saídas do processo “Planejar o gerenciamento de riscos” - Saídas do Processo “Identificar Riscos” - Exercícios Análise qualitativa dos Riscos - Aula 3 e 4 - Entradas do processo “Realizar análise qualitativa dos Riscos” - Objetivos - Impacto X Probabilidade - Priorização de riscos - Classificação qualitativa dos riscos - Saídas do processo “Realizar análise qualitativa dos Riscos” - Exercícios - Explicação do Trabalho Final Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos Planejamento de Aulas Análise quantitativa dos Riscos - Aulas 5 e 6 - Entradas do processo “Realizar análise qualitativa dos Riscos” - Objetivos - Ferramentas para qualificação de Riscos - Saídas do Processo “Análise quantitativa dos Riscos” - Exercícios Planejamento das Respostas aos Riscos - Aula 6 e 7 - Entradas do processo “Planejar as Respostas aos Riscos” - Objetivos - Prevenção de riscos - Planos de contingência - Proprietários de riscos - Riscos residuais e secundários - Reservas de Segurança - Determinação de estratégias de resposta aos riscos - Elaboração do plano de respostas aos riscos - Saídas do processo “Plano de Resposta a Riscos” - Exercícios Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos Planejamento de Aulas Monitoramento e Controle dos Riscos - Aula 7 - Entradas do processo “Monitorar e Controlar Riscos” - Objetivos - Gerenciamento das reservas - Controlar o risco global do projeto - Acompanhamento constante - Avaliações - Posicionamento para membros da equipe - Saídas do processo “Monitorar e Controlar Riscos” - Exercícios Encerramento - Aula 8 - Apresentação dos Trabalhos Finais - Conclusão dos temas abordados - Reflexões de finalização Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos Critérios de Aprovação Atividades (individuais e em grupo) - 3,0 Trabalho Final - 7,0 Total - 10,0 Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos Trabalho Final 1 - Construção de um plano completo de Gerenciamento de Riscos (mínimo 15 riscos elencados) 2 - Projeto Livre (pode ser o que vem sendo trabalho no curso) 3 - Na apresentação deverão ser demonstrados os procedimentos seguidos para a elaboração do plano 4 - Cada grupo terá 20 minutos para sua apresentação 5 - Apenas o plano será entregue impresso 6 - Durante as aulas será oferecido uma pequena parcela de tempo para elaboração das fases do trabalho Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos Bibliografia Sugestiva Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos Bibliografia Sugestiva Derson Lopes, PMP INTRODUÇÃO AO GERENCIAMENTO DE RISCO 10 Derson Lopes, PMP DEFINIÇÕES Risco faz parte DEda RISCO Vida • Somos expostos ao risco todos dos dias, do dia que nascemos ao dia que morremos. • Temos consciência de apenas um pequeno percentual dos riscos aos quais estamos expostos. • A medida que aprendemos a identificar e gerenciar riscos nos tornamos mais proativos na condução de nossas vidas Derson Lopes, PMP Importância Gestão Risco faz departe Riscos do da Risco Vida Reação das pessoas às situações de risco Pessoas reagem de forma diferente ao mesmo estímulo ou a uma mesma situação de risco. Ex: Benefício decorrente de um aumento de riqueza É inversamente proporcional à riqueza anteriormente possuída. Ex: Probabilidade de um raio cair na sua cabeça O medo é proporcional à gravidade do impacto e também à probabilidade de o evento acontecer. Derson Lopes, PMP Importância Gestão Risco faz departe Riscos do da Risco Vida Os “stakeholders”: mento de Riscos - 2009 Derson Lopes, PMP Os avestruzes: O leão não vai me comer. É só eu não olhar para ele. Se o ignorarmos, talvez ele vá embora. Os rezadores: Deus está nos ajudando. Alguém vai consertar o problema. Os pessimistas: O céu está caindo. Preparar armas e munição. Eduardo Card Gestãofaz Risco departe Riscos da Vida Reação das pessoas às situações de risco Duas situações distintas: – Tomadores de Riscos (Risk Takers) - Não dão a devida importância para situações de risco, tem apreço pela exposição. – Avessos ao Risco - Mecanismos excessivos de defesa Derson Lopes, PMP Gestãofaz Risco departe Riscos da Vida Equilíbrio em relação aos riscos Buscar gerenciar os riscos sem com isso assumir postura excessivamente defensiva que impeça o avanço e aproveitamento de oportunidades. Derson Lopes, PMP DEFINIÇÕES Definições deDE Risco RISCO • do italiano risicare = ousar • do latim riscu = incerteza • do francês medieval risqué = perigo com chance de ocorrer • do inglês hazard = acaso ou risco (azar) Derson Lopes, PMP Definições de Risco • Incerteza = possível ocorrência • Oportunidade = incerteza com efeitos positivos • Ameaça = incerteza com efeitos negativos • Problema = incerteza já ocorrida com efeitos negativos Derson Lopes, PMP Definições de Risco Risco Incerteza identificável, mensurável e relevante para o contexto em que ocorre. Derson Lopes, PMP Definições de Risco Risco Tudo que temos uma certa dose de incerteza e pode ser representado pelos seguintes componentes: – Um evento: uma ocorrência que possa afetar o projeto. Contém causa raiz e consequência. – Sua probabilidade: a chance do evento ocorrer. – Seu impacto: o que o evento vai causar? Qual a extensão da perda ou do ganho? Derson Lopes, PMP Definições de Risco Definição PMBOK O risco do projeto é um evento ou condição incerta que, se ocorrer, provocará um efeito positivo ou negativo em um ou mais objetivos do projeto tais como escopo, cronograma, custo e qualidade. Derson Lopes, PMP História do Risco - Conceitual Século XIII => Algarismos arábicos – Surgimento do zero – 10 dígitos (de 0.....9) – Sem o zero não há probabilidade – Sem probabilidade não há como lidar com riscos Derson Lopes, PMP História do Risco - Conceitual • 1630 => Galileu Galilei “Sopra le scoperte dei dudi” (Sobre jogar dados) Obra sobre probabilidade Derson Lopes, PMP História do Risco - Conceitual • 1662 - John Graunt - teoria da amostragem Derson Lopes, PMP História do Risco - Conceitual • Séc. XX - Economia, Finanças e Mercado de Capitais • Keynes, Markowitz, Modigliani e Miller Derson Lopes, PMP História do Risco - Prática • Vikings - Séc. VIII - Embarcações bem preparada para viagens da Escandinávia para Inglaterra, Irlanda e até América. Análise de riscos de naufrágio e ataques de piratas, entre outros. Derson Lopes, PMP História do Risco - Prática • Grandes Navegações - Séc. XV e XVI - Busca por especiarias e expansão territorial • Espanha e Portugal • Escola de Sagres Derson Lopes, PMP História do Risco - Prática • Holanda Séc. XVII - Cia das Índias Ocidentais e Mercado de Opções de Tulipas Derson Lopes, PMP História do Risco - Prática • Inglaterra Séc. XVII - Lloyd’s Café - Início das Seguradoras Derson Lopes, PMP História do Risco - Prática • Séc. XX - Mercado de Capitais, Seguros e Previdências Derson Lopes, PMP Importância do Risco “Não arriscar nada é arriscar tudo” Cesare Cantú Pensador Italiano 1804 – 1895 Derson Lopes, PMP Importância do Risco “Sem arriscar não vivemos a esperança” Dom Helder Câmara Bispo Católico Brasileiro 1909 – 1999 Derson Lopes, PMP Importância do Risco Buscar as situações com menores riscos possíveis também significa reduzir as possibilidades de ganhos Derson Lopes, PMP Importância do Risco 3G Investimentos Entrevista Lemann Derson Lopes, PMP Importância do Risco Derson Lopes, PMP Gestão de Riscos “Muitas pessoas confundem má administração com destino” Frank McKinney Hubbard Derson Lopes, PMP Gestão de Riscos Gestão de Riscos: Consiste em identificar incertezas mensuráveis e relevantes e tentar controlá-las. Vivemos num ambiente de incertezas, portanto se quisermos ter domínio sobre acontecimentos futuros, devemos exercitar prevê-los e para tanto precisamos de informações. Derson Lopes, PMP Gestão de Riscos Existem 3 cenários possíveis quanto às informações – Todas as informações: Absoluta certeza, não pode ser classificado como risco – Informação parcial: Não temos certeza, portanto existe a probabilidade de ocorrer ou não – Nenhuma informação: Desconhecimento, total incerteza. Coisas que sequer sabemos que não sabemos e incertezas não mensuráveis. Derson Lopes, PMP Gestão de Riscos Perspectivas de Risco - O ser humano tende a ser conservador e a preferir um ganho menor em vista de evitar uma perda maior probabilidade de ter uma pequena perda Vs. probabilidade de obter um ganho muito grande “Sempre vemos riscos como sendo algo negativo, o que não é uma verdade” Derson Lopes, PMP Gestão de Riscos Exemplo 1: • Evento: Elevação excessiva da taxa cambial • Empresa exportadora: + (oportunidade) – Aumento em moeda local do seu faturamento • Empresa importadora: - (ameaça) – Aumento de custos • Empresa importadora de insumos e exportadora de produtos acabados – É ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça • Decisão de gerenciamento de riscos: – Evento objetivo – Visão subjetiva desse evento – Resultado pode ser mais valorizado por uma pessoa do que por outra – Valor tangível ou intangível, implícito ou explícito Derson Lopes, PMP Gestão de Riscos Exemplo 2: Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos Definição PMBOK O risco do projeto é um evento ou condição incerta que, se ocorrer, provocará um efeito positivo ou negativo em um ou mais objetivos do projeto tais como escopo, cronograma, custo e qualidade. Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos Diferencial Técnico Escopo, Tempo, Orçamento, Comunicação, Pessoas e Stalkeholders fazem parte da rotina da maioria dos gestores de qualquer área. Riscos, Qualidade, Aquisições e Integração são áreas de maior necessidade técnica. Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos Derson Lopes, PMP Visão geral do gerenciamento do tempo do projeto 11.1 Planejar o gerenciamento dos riscos .1 Entradas .1 Plano de gerenciamento do projeto .2 Termo de abertura do projeto .3 Registro das partes interessadas .4 Fatores ambientais da empresa .5 Ativos de processos organizacionais .2 Tools & Techniques .1 Técnicas analíticas .2 Opinião especializada .3 Reuniões .3 Saídas .1 Plano de gerenciamento dos riscos 11.4 Realizar a análise quantitativa dos riscos .1 Entradas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Plano de gerenciamento dos custos .3 Plano de gerenciamento do cronograma .4 Registro dos riscos .5 Fatores ambientais da empresa .6 Ativos de processos organizacionais .2 Ferramentas e técnicas .1 Técnicas de coleta e apresentação de dados .2 Técnicas de modelagem e análise quantitativa dos riscos .3 Opinião especializada .3 Saídas .1 Atualizações nos documentos do projeto 11.2 Identificar os riscos .1 Entradas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Plano de gerenciamento dos custos .3 Plano de gerenciamento do cronograma .4 Plano de gerenciamento da qualidade .5 Plano de gerenciamento dos recursos humanos .6 Linha de base do escopo .7 Estimativas dos custos das atividades .8 Estimativas das durações das atividades .9 Registro das partes interessadas .10 Documentos do projeto .11 Documentos de aquisição .12 Fatores ambientais da empresa .13 Ativos de processos organizacionais .2 Ferramentas e técnicas .1 Revisões de documentação .2 Técnicas de coleta de informações .3 Análise de listas de verificação .4 Análise de premissas .5 Técnicas de diagramas .6 Análise de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (SWOT) .7 Opinião especializada . 3 Saídas .1 Registro dos riscos 11.5 Planejar as respostas aos riscos .1 Entradas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Registro dos riscos .2 Ferramentas e técnicas .1 Estratégias para riscos negativos ou ameaças .2 Estratégias para riscos positivos ou oportunidades .3 Estratégias de respostas de contingência .4 Opinião especializada Derson Lopes, PMP .3 Saídas .1 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto .2 Atualizações nos documentos do projeto 11.3 Realizar a análise qualitativa dos riscos .1 Entradas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Linha de base do escopo .3 Registro dos riscos .4 Fatores ambientais da empresa .5 Ativos de processos organizacionais .2 Ferramentas e técnicas .1 Avaliação de probabilidade e impacto dos riscos .2 Matriz de probabilidade e impacto .3 Avaliação de qualidade dos dados sobre riscos .4 Categorização de riscos .5 Avaliação da urgência dos riscos .6 Opinião especializada .3 Saídas .1 Atualizações nos documentos do projeto 11.6 Controlar os riscos .1 Entradas .1 Plano de gerenciamento do projeto .2 Registro dos riscos .3 Dados de desempenho do trabalho .4 Relatórios de desempenho do trabalho .2 Ferramentas e técnicas .1 Reavaliação de riscos .2 Auditorias de riscos .3 Análise de variação e tendências .4 Medição de desempenho técnico .5 Análise de reservas .6 Reuniões .3 Saídas .1 Informações sobre o desempenho do trabalho .2 Solicitações de mudança .3 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto .4 Atualizações nos documentos do projeto .5 Atualizações nos ativos de processos organizacionais PLANEJAMENTO QUALIDADE Realizar a Garantia da Qualidade 8.2 ESCOPO CUSTOS o Gerenciamento 5.1 Planejardo Escopo o Gerenciamento 7.1 Planejardos Custos 5.2 Coletar os Requisitos COMUNICAÇÕES Definir o Escopo 7.2 7.3 Determinar o Orçamento TEMPO RECURSOS HUMANOS COMUNICAÇÕES o Gerenciamento 8.1 Planejar da Qualidade o Gerenciamento 9.1 Planejar dos Recursos Humanos o Gerenciamento 10.1 Planejar das Comunicações INTEGRAÇÃO AQUISIÇÕES PARTES INTERESSADAS Desenvolver o Plano de 4.2 Gerenciamento do Projeto o Gerenciamento 12.1 Planejar das Aquisições o Gerenciamento 13.2 Planejar das Partes Interessadas TEMPO o Gerenciamento 6.1 Planejar do Cronograma 6.2 RISCOS o Gerenciamento 11.1 Planejardos Riscos Definir as Atividades TEMPO 6.3 Sequenciar as Atividades 6.5 Estimar as Durações das Atividades 6.4 6.6 Desenvolver o Cronograma RISCOS RISCOS TEMPO Estimar os Recursos das Atividades TEMPO 11.2 Identificar os Riscos 11.4 Realizar a Análise Quantitativa dos Riscos TEMPO 11.3 Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos 11.5 Planejar as Respostas aos Riscos RISCOS RISCOS MONITORAMENTO e CONTROLE ENCERRAMENTO Derson Lopes, 4.6 Encerrar o Projeto PMP ou Fase o Engajamento 13.3 Gerenciar das Partes Interessadas QUALIDADE CUSTOS Criar a EAP INTEGRAÇÃO PARTES INTERESSADAS Gerenciar as Comunicações Estimar os Custos ESCOPO 5.4 Orientar e Gerenciar a Execução do Projeto Conduzir as Aquisições CUSTOS ESCOPO 5.3 12.2 INTEGRAÇÃO 4.3 10.2 ESCOPO AQUISIÇÕES ESCOPO QUALIDADE 8.3 Controlar a Qualidade Gerenciamento de Riscos em Projetos TEMPO 6.5 TEMPO Estimar as Durações das Atividades RISCOS Desenvolver o Cronograma 6.6 11.4 RISCOS Realizar a Análise Quantitativa dos Riscos 11.5 Planejar as Respostas aos Riscos MONITORAMENTO e CONTROLE TO e Qualitativa dos Riscos das Atividades QUALIDADE ESCOPO 5.5 8.3 Validar o Escopo Controlar a Qualidade COMUNICAÇÕES 5.6 Controlar o Escopo 4.4 Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto RISCOS 11.6 Controlar o Cronograma CUSTOS 7.4 Controlar os Riscos INTEGRAÇÃO TEMPO 6.7 Controlar as Comunicações 10.3 INTEGRAÇÃO ESCOPO Controlar os Custos 4.5 Realizar o Controle Integrado de Mudanças AQUISIÇÕES 12.3 Controlar as Aquisições PARTES INTERESSADAS o Engajamento 13.4 Controlar das Partes Interessadas 7 PROCESSOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS o PMBOK® Guide 5th Edition (Versão em Inglês) - A tradução será revista após a publicação da versão oficial em português do guia . tute, A Guide to the Project Management Body of Knowledge - Fifth Edition (PMBOK® Guide), Project Management Institute, Inc., reservados. O material desta publicação foi reproduzido com a permissão do PMI. tados é baseado em imagens do guia PMBOK®. Apenas algumas ligações são representadas no fluxo. Para ver as relações detalhadas, do guia PMBOK®. Este fluxo não substitui a necessidade de se ler o guia PMBOK®. O guia PMBOK® contém uma explicação profunda adas, ferramentas e técnicas e saídas que não estão listadas neste fluxo. Derson Lopes, PMP Torne-se um membro do PMI e faça o download do PMBOK© Guide e todos os outros padrões do PMI em www.pmi.org Gerenciamento de Riscos em Projetos Inicialização Planejamento PLANEJAR O GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Derson Lopes, PMP Execução Controle MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Finalização Gerenciamento de Riscos em Projetos Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos PROCESSOS DA GESTÃO DO RISCO PLANEJAMENTO DE RISCOS Derson Lopes, PMP IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE ANÁLISE QUALITATIVA QUANTITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Decisão de como: ✓ Abordar, ✓ Planejar e; ✓ Executar; as atividades de gerenciamento de riscos de um projeto. Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE ANÁLISE QUALITATIVA QUANTITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS ✓ Determinação dos riscos que podem afetar o projeto ✓ Documentação de suas características. Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA QUANTITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS ✓ Priorização dos riscos ✓ Análise ou ação adicional subseqüente ✓ Avaliação baseado na combinação: Probabilidade de Ocorrência versus Impacto. Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Análise numérica do efeito dos riscos identificados nos objetivos gerais do projeto. Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Desenvolvimento de opções e ações para: ✓ aumentar as oportunidades e; ✓ reduzir as ameaças; aos objetivos do projeto. Derson Lopes, PMP MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO MONITORAMENTO E DE RESPOSTAS CONTROLE DOS AOS RISCOS RISCOS ✓ Acompanhamento dos riscos identificados; ✓ Monitoramento dos riscos residuais; ✓ Identificação dos novos riscos; ✓ Execução de planos de respostas a riscos; e ✓ Avaliação da sua eficácia durante todo o ciclo de vida do projeto. Derson Lopes, PMP Homework 1. Ler texto: Eu, Gestor de riscos? 2. Elaborar resumo de 1/2 página e uma questão para debate e trazer impresso para entregar na próxima aula Derson Lopes, PMP PLANEJAR E IDENTIFICAR OS RISCOS 57 Derson Lopes, PMP Gerenciamento de Riscos em Projetos Inicialização Planejamento PLANEJAR O GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Execução Controle MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Finalização Planejar do Gerenciamento de Riscos Planejamento do Gerenciamento de Riscos PLANEJAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE ANÁLISE QUALITATIVA QUANTITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Decisão de como: ✓ Abordar, ✓ Planejar e; ✓ Executar; as atividades de gerenciamento de riscos de um projeto. Derson Lopes, PMP enciamento dos riscos de um projeto. O principal benefício deste processo é que ele garante que o , e visibilidade do gerenciamento dos riscos sejam proporcionais tanto aos riscos quanto à importân Planejar do Gerenciamento Planejamento do Gerenciamento de Riscos de Riscos eto para a organização. O plano de gerenciamento dos riscos é vital na comunicação, obtenção de a poio das partes interessadas para garantir que o processo de gerenciamento dos riscos seja apo cutado de maneira efetiva. As entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse processo estão ilus Figura 11-2. A Figura 11-3 ilustra o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento do projeto .2 Termo de abertura do projeto .3 Registro das partes interessadas .4 Fatores ambientais da empresa .5 Ativos de processos organizacionais .1 Técnicas analíticas .2 Opinião especializada .3 Reuniões Saídas .1 Plano de gerenciamento dos riscos Figura 11-2. Planejar o gerenciamento dos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saída Gerenciamento dos riscos do projeto 4.1 Desenvolver o termo de abertura • Termo de abertura do projeto Planejar do Gerenciamento Planejamento do Gerenciamento de Riscos de Riscos – Metodologia, grau de abordagem – Papéis e responsabilidades – Frequência das revisões – Orçamento – Formato de relatórios – Definições de probabilidades e impactos – Categoria dos riscos: EAR – Estrutura analítica de riscos .5 Ativos de processos organizacionais Planejar do Gerenciamento Planejamento do Gerenciamento de Riscos de Riscos Figura 11-2. Planejar o gerenciamento dos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Gerenciamento dos riscos do projeto 4.1 Desenvolver o termo de abertura do projeto 4.2 Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto 13.1 Identificar as partes interessadas Empresa/ organização • Termo de abertura do projeto 11.1 Planejar o gerenciamento dos riscos • Plano de gerenciamento do projeto • Fatores ambientais da empresa • Ativos de processos organizacionais • Plano de gerenciamento dos riscos 11.2 Identificar os riscos 11.4 Realizar a análise quantitativa dos riscos 11.3 Realizar a análise qualitativa dos riscos 11.5 Planejar as respostas aos riscos • Registro das partes interessadas Figura 11-3. Diagrama do fluxo do dados do processo Planejar o gerenciamento dos riscos A estrutura analítica dos riscos (EAR) ajuda a equipe do projeto a considerar muitas fontes a partir das quais os riscos podem surgir em um exercício de identificação de riscos. Diferentes estruturas de EARsdo serãoGerenciamento apropriadas para diferentes tipos de projetos. organização pode usar uma estrutura Planejar Planejamento do Gerenciamento de Riscos deUma Riscos de categorização previamente preparada, que pode ter a forma de uma simples lista de categorias ou ser estruturada em uma EAR. A EAR é uma representação hierárquica dos riscos, de acordo com suas categorias de de riscos. Um exemplo é apresentado na Figura 11-4. Categorização Riscos Projeto 1 Técnico 2 Externo 3 Organizacional 4 Gerenciamento de projetos 1.1 Requisitos 2.1 Subcontratadas e fornecedores 3.1 Dependências do projeto 4.1 Estimativa 1.2 Tecnologia 2.2 Regulador 3.2 Recursos 4.2 Planejamento 1.3 Complexidade e interfaces 2.3 Mercado 3.3 Financiamento 4.3 Controle 1.4 Desempenhos e confiabilidade 2.4 Cliente 3.4 Priorização 4.4 Comunicação 1.5 Qualidade 2.5 Condições climáticas Figura 11-4. Exemplo de uma estrutura analítica dos riscos (EAR) 11 Planejar do Gerenciamento Planejamento do11Gerenciamento de de DO Riscos - GERENCIAMENTO DOSRiscos RISCOS PROJETO Definições de determinação do Impacto e Probabilidade dos Riscos Tabela 11-1. Definição de escalas de impactos para quatro objetivos do projeto Condições definidas para as escalas de impacto de um risco nos objetivos principais do projeto (Exemplos são mostrados somente para impactos negativos) Escalas relativas ou numéricas são mostradas Objetivo do projeto Muito baixo /0,05 Baixo /0,10 Moderado /0,20 Alto /0,40 Muito alto /0,80 Custo Aumento insignificante do custo <10% aumento do custo 10 - 20% aumento do custo 20 - 40% aumento do custo >40% aumento do custo Tempo Aumento insignificante do tempo <5% aumento do tempo 5 - 10% aumento do tempo 10 - 20% aumento do tempo > 20% aumento do tempo Escopo Diminuição pouco notável do escopo Áreas secundárias do escopo afetadas Áreas principais do escopo afetadas Redução do escopo inaceitável para o patrocinador Produto final do projeto é efetivamente inútil Degradação pouco notável da qualidade Somente aplicações muito exigentes são afetadas Redução da qualidade requer aprovação do patrocinador Redução do escopo inaceitável para o patrocinador Produto final do projeto é efetivamente inútil Qualidade Esta tabela apresenta exemplos de definições de impacto dos riscos para quatro objetivos diferentes do projeto. Eles devem ser ajustados no processo de Planejar o gerenciamento dos riscos para o projeto em questão e para os limites de tolerância a riscos da organização. As definições de impacto podem ser desenvolvidas para as oportunidades de uma maneira similar. • Matriz de probabilidade e impacto. Matriz de probabilidade e impacto é uma rede para o mapeamento de probabilidade de ocorrência de cada risco e o seu impacto nos objetivos do projeto Planejar do Gerenciamento Planejamento do Gerenciamento de Riscos de Riscos A hierarquização de riscos vai determinar quais serão gerenciados, uma vez que o gerenciamento de riscos sempre implica em custos Planejar do Gerenciamento Planejamento do Gerenciamento de Riscos de Riscos A hierarquização de riscos vai determinar quais serão gerenciados, uma vez que o gerenciamento de riscos sempre implica em custos Planejamento do Gerenciamento de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Planejamento do Gerenciamento de Riscos Na Prática… "Apenas 6,2% dos municípios brasileiros (344) informaram ao IBGE ter planos de redução de riscos, aponta a pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros. Outros 10% estão elaborando esses planos. A preocupação é mais comum nas cidades mais populosas. Segundo a pesquisa, entre os municípios com mais de 500 mil habitantes, mais da metade (52,6%) têm plano de redução de riscos. No caso de programas ou ações de gerenciamento de riscos de deslizamento e recuperação ambiental de caráter preventivo, apenas 32% declararam realizálos. Novamente, as proporções são mais elevadas nos municípios mais populosos, chegando a 85% entre aqueles com mais de 500 mil habitantes.” Revista Exame, 13/11/2012 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Identificação dos deRiscos Riscos em Projetos Visão Geral • Reconhecer os efeitos e as implicações dos riscos e a necessidade de gerenciar riscos. • Determinar e documentar quais riscos afetam o projeto. • Envolver todos os stakeholders • Desenvolver uma listagem de riscos para o projeto. • Maioria dos riscos são identificados no início do projeto, nas novas fases e nas mudanças de escopo. Gerenciamento Identificação dos deRiscos Riscos em Projetos Inicialização Planejamento PLANEJAMENTO DO GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Execução Controle MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Finalização Gerenciamento Identificação dos deRiscos Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE ANÁLISE QUALITATIVA QUANTITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS ✓ Determinação dos riscos que podem afetar o projeto ✓ Documentação de suas características. Derson Lopes, PMP uas características. O principal benefício desse processo é a documentação dos riscos existentes e nhecimento e a capacidade que ele fornece à equipe do projeto de antecipar os eventos. As entradas, Identificação dos Riscos mentas e técnicas, e saídas desse processo estão ilustradas na Figura 11-5. A Figura 11-6 ilustra o diagrama uxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Plano de gerenciamento dos custos .3 Plano de gerenciamento do cronograma .4 Plano de gerenciamento da qualidade .5 Plano de gerenciamento dos recursos humanos .6 Linha de base do escopo .7 Estimativas de custos das atividades .8 Estimativas de duração das atividades .9 Registro das partes interessadas .10 Documentos do projeto .11 Documentos de aquisição .12 Fatores ambientais da empresa .13 Ativos de processos organizacionais .1 Revisões de documentação .2 Técnicas de coleta de informações .3 Análise de listas de verificação .4 Análise de premissas .5 Técnicas de diagramas .6 Análise de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (SWOT) .7 Opinião especializada Saídas .1 Registro dos riscos Figura 11-5. Identificar os riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Identificação dos Riscos Identificação dos Riscos Tipos mais comuns de riscos • Externos ou ambientais • Internos ou organizacionais • Tecnológicos • Operacionais • Gerenciais • Pessoais Gerenciamento Identificação dos deRiscos Riscos em Projetos Possíveis riscos por áreas do projeto ÁREA EXEMPLOS DE RISCOS Integração ambiente do projeto Escopo problemas de definição Prazos apertados ou inviáveis Custos apertados ou inviáveis Recursos Humanos doença, produtividade, demissão Comunicações perda de informação, informação ineficaz Qualidade falhas e inadequação do conteúdo Suprimentos e Aquisições baixa performance, produtos fora das especificações, prazos de fornecedores Derson Lopes, PMP Identificação dos Riscos Fontes de análise de possíveis riscos • O que pode ameaçar o cumprimento do projeto? • O que pode ameaçar o orçamento do projeto? • O que pode ameaçar os prazos? • Reavaliação de premissas • Lições do passado • Listas de problemas • Business Case Identificação dos Riscos Identificação de Riscos (1 Técnicas de levantamento de dados • Brainstorming - Participação de todos • Delphi - Especialistas • Análise documental - Registros/ Lições aprendidas • Diagramas • Análise SWOT Gerenciamento de Riscos - 2009 E Identificação dos Riscos Técnicas de levantamento de dados Identificação dos Riscos Identificação dos Riscos 11 - GERENCIAMENTO DOS RISCOS DO PROJETO Diagramas de Influência Estimativas do projeto Condição do risco Atividade do projeto Entregas Figura 11-7. Diagramas de influência Identificação dos Riscos Análise SWOT Identificação dos Riscos Análise SWOT Identificação dos Riscos Guia Geral • Utilizar a EAP como principal fonte identificadora • Descrever bem os riscos, sem ambiguidade • Inicialmente, a lista deve ser bem extensa e realista Identificação dos Riscos Guia Geral • Trabalho em grupo • Não se deve analisar os riscos nesta fase • Possíveis respostas aos riscos, quando citadas nas sessões de identificação, podem ser anotadas. Identificação dos Riscos Guia Geral • Lista de identificação deverá conter: – Lista de riscos escritos claramente com causa raiz e efeito. Exemplo: “Instabilidade na rede elétrica pode causar queima de equipamentos”. – Riscos categorizados (ajuda da EAR quando houver) – Exemplos: “Aumento na taxa de câmbio, implicará em aumento de custo dos insumos.” – Externo Identificação dos Riscos uas características. O principal benefício desse processo é a documentação dos riscos existentes e nhecimento e a capacidade que ele fornece à equipe do projeto de antecipar os eventos. As entradas, Identificação dos Riscos mentas e técnicas, e saídas desse processo estão ilustradas na Figura 11-5. A Figura 11-6 ilustra o diagrama uxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Plano de gerenciamento dos custos .3 Plano de gerenciamento do cronograma .4 Plano de gerenciamento da qualidade .5 Plano de gerenciamento dos recursos humanos .6 Linha de base do escopo .7 Estimativas de custos das atividades .8 Estimativas de duração das atividades .9 Registro das partes interessadas .10 Documentos do projeto .11 Documentos de aquisição .12 Fatores ambientais da empresa .13 Ativos de processos organizacionais .1 Revisões de documentação .2 Técnicas de coleta de informações .3 Análise de listas de verificação .4 Análise de premissas .5 Técnicas de diagramas .6 Análise de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (SWOT) .7 Opinião especializada Saídas .1 Registro dos riscos Figura 11-5. Identificar os riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Na Prática… 1 - Leitura Texto "Centro de gerenciamento de riscos custaria R$ 1 mi anuais” 2 - Identificar Riscos de Implantação do Centro de Gerenciamento de Riscos (pelo menos 5 riscos) 3 - Elaborar diagrama de Ishikawa Derson Lopes, PMP Trabalho Final 1 - Iniciar a fase "Identificar Riscos” do seu projeto de conclusão da disciplina Derson Lopes, PMP Homework 1 - Leitura Texto "Japão busca alternativas para energia nuclear ” 2 - Elaborar resumo de 1/2 página e uma questão para debate e trazer impresso para entregar na próxima aula Derson Lopes, PMP Análise Qualitativa de Riscos 92 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Qualitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Visão Geral – Avaliar e registrar subjetivamente os impactos e as probabilidades dos riscos identificados anteriormente. – Priorizar riscos, determinando quais necessitarão de respostas posteriormente. – Determinar para quais riscos será necessário a posterior análise quantitativa. – Determinar a amplitude geral de risco do projeto. Gerenciamento Identificação Análise Qualitativa dos deRiscos Riscos dos Riscos em Projetos Inicialização Planejamento PLANEJAMENTO DO GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Execução Controle MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Finalização Realizar a análise qualitativa dos riscos é o processo de priorização de riscos para análise ou ação adi vés da avaliação e combinação de sua probabilidade de ocorrência e impacto. O principal benefício PlanejarQualitativa Planejamento Análise do Gerenciamento do Gerenciamento dos Riscos de Riscos de Riscos cesso é habilitar os gerentes de projetos a reduzir o nível de incerteza e focar os riscos de alta priori entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse processo estão ilustradas na Figura 11-8. A Figura ata o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Linha de base do escopo .3 Registro dos riscos .4 Fatores ambientais da empresa .5 Ativos de processos organizacionais .1 Avaliação de probabilidade e impacto dos riscos .2 Matriz de probabilidade e impacto .3 Avaliação de qualidade dos dados sobre riscos .4 Categorização de riscos .5 Avaliação da urgência dos riscos .6 Opinião especializada Saídas .1 Atualizações nos documentos do projeto Figura 11-8. Realizar a análise qualitativa dos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saíd Gerenciamento dos riscos do projeto 11.1 Planejar o gerenciamento 11.2 Identificar Gerenciamento Análise Qualitativa de Riscos dos Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA QUANTITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS ✓ Priorização dos riscos ✓ Análise ou ação adicional subseqüente ✓ Avaliação baseado na combinação: Probabilidade de Ocorrência versus Impacto. Derson Lopes, PMP PlanejarQualitativa Planejamento Análise do Gerenciamento do Gerenciamento dos Riscos de Riscos de Riscos PlanejarQualitativa Planejamento Análise do Gerenciamento do Gerenciamento dos Riscos de Riscos de Riscos A hierarquização de riscos vai determinar quais serão gerenciados, uma vez que o gerenciamento de riscos sempre implica em custos Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Análise Qualitativa dos Riscos A - Grade de tolerância ao risco 1 0,9 0,8 Probabilidade 0,7 Risco A 2 Alta probabilidade e alto impacto Riscos inaceitáveis Risco F Risco C 1 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Proposta de Estratégia Dependendo da estratégia da organização, perfil ou importância de cada projeto para o portfólio estratégico da organização 4 Risco E Risco B 3 Risco D 0 Baixa probabilidade e baixo impacto Riscos aceitáveis 0 0,1para 0,2a organização 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 Impacto 1 Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Avaliação Básica de Probabilidade e Impacto: Classificação Alto Probabilidade Impacto É muito provável que o evento do risco venha a ocorrer. Se o evento do risco ocorrer, haverá impacto significativo nos objetivos do projeto. Médio É provável que o evento do risco venha a ocorrer. Se o evento do risco ocorrer, o impacto nos objetivos do projeto será moderado. Baixo Não é provável que o evento do risco venha a ocorrer. Se o evento do risco ocorrer, haverá impacto pequeno nos objetivos do projeto. Características: - Fácil entendimento das classificações - Difícil conseguir consenso ciamento de Riscos - 2009 Eduardo Cardoso Jr. Análise Qualitativa dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid Custo Tempo Escopo Qualidade Geral ade Probabilidad e 0,5 de chuvas 2 Falta de 0,3 Material por escassez 3 Paralisação 0,9 da obra Impacto do risco no custo do projeto 1.Aumento insignificante no custo do projeto (0,1) 2.Aumento no custo de menos do que R$ 1.000,00 / dia (0,3) COLUNAS IMPACTO 3.Aumento no custo de R$ 1.000,00 a R$ 5.000,00 / dia (0,5) 4.Aumento no custo de R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00 / dia (0,7) 5.Aumento de mais de R$ 10.000,00 / dia (0,9) Análise Qualitativa dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid Custo Tempo Escopo Qualidade Geral 0,5 0,7 0,3 0,5 0,9 0,9 de chuvas 2 Falta de Material por escassez 3 Paralisa-ção da obra Impacto do risco no cronograma do projeto 1.Atraso insignificante no cronograma do projeto (0,1) 2.Atraso de menos do 1 dia no cronograma (0,3) 3.Atraso de 1 a 5 dias no cronograma (0,5) 4.Atraso de 5 a 10 dias no cronograma (0,7) 5.Atraso maior que 10 dias no cronograma (0,9) ade Probabilidad e COLUNAS Qualitativa IMPACTO Análise dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid Custo Tempo Escopo Qualidade Geral 0,5 0,7 0,3 0,3 0,5 0,1 0,9 0,9 0,1 ade de chuvas 2 Falta de Material por escassez 3 Paralisa-ção da obra Impacto do risco no escopo do projeto 1.Impacto insignificante no escopo do projeto (0,1) 2.Poucos entregáveis impactados, sem efeito no aceite do projeto (0,3) 3.Alguns entregáveis impactados (0,5) 4.Impacto muito significante para o cliente (0,7) 5.Inaceitável para o cliente (0,9) Probabilidad e COLUNAS Qualitativa IMPACTO Análise dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid Custo Tempo Escopo Qualidade Geral 0,5 0,7 0,3 0,1 0,3 0,5 0,1 0,7 0,9 0,9 0,1 0,1 ade de chuvas 2 Falta de Material por escassez 3 Paralisa-ção da obra Impacto do risco na qualidade do projeto 1.Impacto insignificante na qualidade do projeto (0,1) 2.Poucos entregáveis impactados, sem efeito no aceite do projeto (0,3) 3.Alguns entregáveis impactados perceptíveis no aceite do projeto (0,5) 4.Impacto muito significante para o cliente (0,7) 5.Inaceitável para o cliente (0,9) Probabilidad e COLUNAS Qualitativa IMPACTO Análise dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid Custo Tempo Escopo Qualidade Geral 0,5 0,7 0,3 0,1 0,7 0,3 0,5 0,1 0,7 0,7 0,9 0,9 0,1 0,1 0.9 de chuvas 2 Falta de Material por escassez 3 Paralisa-ção da obra Impacto consolidado do risco do projeto ade Probabilidad e COLUNA PROBABILIDADE Análise Qualitativa dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid ade Custo Tempo Escopo Qualidade Geral 0,3 de chuvas 2 Falta de 0,7 Material por escassez 3 Paralisa-ção 0,3 da obra Probabilidade de risco se nenhuma ação for tomada 1.Muito improvável de acontecer (0,1) 2.Mais provável de não acontecer do que de acontecer (0,3) 3.Probabilidade de acontecer ou não é igual (0,5) 4.Mais provável de acontecer do que de não acontecer ( 0,7) 5.Muito provável que ocorra (0,9) Probabilidad e Análise Qualitativa dos Riscos Id Descrição 1 Ocorrência PLANILHA DE ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS Impacto Impacto x Prioridade Probabilid Custo Tempo Escopo Qualidade Geral ade Probabilidad e 0,5 0,7 0,3 0,1 0,7 0,3 0,21 0,3 0,5 0,1 0,7 0,7 0,7 0,49 0,9 0,9 0,1 0,1 0.9 0,3 0,27 de chuvas 2 Falta de Material por escassez 3 Paralisa-ção da obra Risco geral = (I1xP1 + I2xP2 +I3xP3)/ n x (0.9) x (0,9) Determinante geral de risco do projeto RISCO = (0,21 + 0,49 + 0,27)/ 3 x (0,81) = 0,97 / 2,43 = 0,3992 GERAL 39,92% Análise Qualitativa dos Riscos C - Matriz de priorização GUT Gravidade (G) Urgência (U) Tendência (T) Desdobramento do Prazo para tomada Evolução dos efeitos Processo de decisão no futuro Impacto do problema sobre Potencial de operações e pessoas da Tempo disponível ou crescimento (piora) do empresa. Efeitos que necessário para problema. surgirão a longo prazo em resolver o problema. caso de não resolução. Análise Qualitativa dos Riscos Pontos 3 Gravidade Urgência Produto pode causar sérios A qualidade da problemas ao consumidor e / investigação é afetada ou o Produto não está de pelo tempo acordo com a legislação Tendência Nível de Reclamações está aumentando 2 Produto pode causar problemas moderados ao consumidor A qualidade da investigação não é afetada pelo tempo, mas o cliente está aguardando pela nossa resposta Nível de reclamações está estável 1 Produto pode causar problemas moderados ao consumidor, ou até mesmo não causar problemas A qualidade da investigação não é afetada pelo tempo Nível de reclamações está decrescendo Exemplo 1 de pontuação para GUT (3 níveis) GxUxT Análise Qualitativa dos Riscos Pontos Gravidade (G) Urgência (U) 5 Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves É necessária uma ação imediata 4 Os prejuízos ou dificuldades são muito graves É necessária uma ação com alguma urgência 3 Os prejuízos ou dificuldades são graves É necessária uma ação o mais cedo possível 2 Os prejuízos ou dificuldades são pouco graves Pode esperar um pouco pela ação 1 Os prejuízos não têm gravidade Não tem pressa alguma pela ação Exemplo 2 de pontuação para GUT (5 níveis) Tendência (T) Se nada for feito haverá um grande e imediato agravamento Se nada for feito haverá um agravamento a curto prazo Se nada for feito haverá um agravamento a médio prazo Se nada for feito haverá um agravamento a longo prazo Se nada for feito, não haverá agravamento podendo até melhorar Análise Qualitativa dos Riscos Matriz de Priorização -‐ G.U.T. -‐ Exemplo de Aplicação Problemas G U T Total Priorização 4 4 3 11 2º Atraso na entrega do fornecedor 2 2 1 5 4º Alto gasto com materiais de escritório 5 4 4 13 1º Baixo índice de recompra entre os clientes 3 2 3 8 3º Problemas disciplinares entre vendedores De acordo com esse exemplo, a prioridade é o problema de “baixo índice de recompra dos clientes”, pois é o que apresenta uma pontuação maior, de acordo com as notas colocadas. Sabendo-se qual problema deve ser resolvido primeiramente, temos, então, de identificar as soluções que podem ser colocadas em prática. Certamente para cada um dos problemas apresentados acima na Matriz G.U.T., teremos muitas soluções sugeridas. Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Planejamento Análise Qualitativa do Gerenciamento dos Riscos de Riscos Matriz de Hierarquização dos Riscos Gerenciamento Análise Qualitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Outras Ferramentas – Avaliação da qualidade dos dados: Dados de qualidade baixa ou inaceitável, devem ser revistos – Agrupamento dos riscos em categorias ou fases do projeto: melhor respostas aos riscos no futuro. – Agrupamento por urgência dos riscos: alguns riscos necessitam de respostas mais rapidamente. – Opinião Especializada: rever a colocação dos riscos na matriz de probabilidade e impacto. Realizar a análise qualitativa dos riscos é o processo de priorização de riscos para análise ou ação adi vés da avaliação e combinação de sua probabilidade de ocorrência e impacto. O principal benefício PlanejarQualitativa Planejamento Análise do Gerenciamento do Gerenciamento dos Riscos de Riscos de Riscos cesso é habilitar os gerentes de projetos a reduzir o nível de incerteza e focar os riscos de alta priori entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse processo estão ilustradas na Figura 11-8. A Figura ata o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Linha de base do escopo .3 Registro dos riscos .4 Fatores ambientais da empresa .5 Ativos de processos organizacionais .1 Avaliação de probabilidade e impacto dos riscos .2 Matriz de probabilidade e impacto .3 Avaliação de qualidade dos dados sobre riscos .4 Categorização de riscos .5 Avaliação da urgência dos riscos .6 Opinião especializada Saídas .1 Atualizações nos documentos do projeto Figura 11-8. Realizar a análise qualitativa dos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saíd Gerenciamento dos riscos do projeto 11.1 Planejar o gerenciamento 11.2 Identificar Derson Lopes, PMP Na Prática… Identifique e qualifique pelo menos 5 riscos do case dos Mineiros Chilenos Derson Lopes, PMP Trabalho Final 1 - Iniciar a fase “Análise Qualitativa de Riscos” do seu projeto de conclusão da disciplina Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa de Riscos 124 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Visão Geral – Medições numéricas de probabilidade e consequências de riscos, assim como estimativas de suas implicações para com os objetivos do projeto. – Determina a probabilidade de se alcançar determinados objetivos. – Feita sobre os riscos priorizados pela Análise Qualitativa – Pode não ser feita dependendo do orçamento, tempo disponível e tamanho do projeto. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Sem números não há vantagens nem probabilidade. Sem vantagens e probabilidades, o único meio de lidar com os riscos é a apelar para os Deuses e o destino. Sem números, o risco é uma questão de pura coragem. (Bernstein, 1997) Gerenciamento Identificação Análise Quantitativa dos deRiscos Riscos dos Riscos em Projetos Inicialização Planejamento PLANEJAMENTO DO GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Execução Controle MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Finalização Gerenciamento Identificação Análise Quantitativa dos deRiscos Riscos dos Riscos em Projetos 11 - GERENCIAMENTO DOS RISCOS DO PROJETO Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Plano de gerenciamento dos custos .3 Plano de gerenciamento do cronograma .4 Registro dos riscos .5 Fatores ambientais da empresa .6 Ativos de processos organizacionais .1 Técnicas de coleta e apresentação de dados .2 Técnicas de modelagem e análise quantitativa dos riscos .3 Opinião especializada Saídas .1 Atualizações nos documentos do projeto ura 11-11. Realizar a análise quantitativa dos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e sa Gerenciamento dos riscos do projeto Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Análise numérica do efeito dos riscos identificados nos objetivos gerais do projeto. Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Objetivo - Analisar numericamente o impacto dos riscos identificados nos objetivos dos projetos - Envolve avaliar numericamente os riscos e suas interações para estabelecer a extensão de possíveis resultados. - Identificar os riscos que necessitam maior atenção após a quantificação. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Observação: - A análise quantitativa geralmente é feita após análise qualitativa e ambas necessitam da identificação dos riscos. - Podem ser feitas separadamente ou em conjunto. - Considerações de prazo, custos a respeito de riscos e impactos determinarão quais técnicas deverão ser utilizadas. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Ferramentas - Entrevistas - FMEA - Análise do Valor Monetário Esperado - Árvore de Decisão - Simulador de Monte Carlo Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Entrevistas - Usadas para quantificar a probabilidade e o impacto dos riscos nos objetivos do projeto. - As informações necessárias dependem do tipo de distribuições de probabilidades que será usado. - Por exemplo, as informações seriam coletadas nos cenários: otimista (risco baixo); pessimista (risco alto); e mais provável para algumas distribuições comumente usadas, e a média e o desvio-padrão para outras. Análise Quantitativa dos Riscos Um exemplo distribuições de probabilidades simples e que por isto é muito usado com análise de risco é a Distribuição Triangular Média = Variância = c = = valor valor mais mínimo provável = valor máximo Análise Quantitativa dos Riscos EX: CLASSIFICAÇÃO E ESTIMATIVAS DO CUSTO DO PROJETO EAP BAIXO MAIS PROVÁVEL ALTO Projeto Construção 4 16 6 20 10 35 Teste 11 15 23 Total do Projeto 41 Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos FMEA - Análise dos modos de falha e seus efeitos - A FMEA é uma análise sistemática, elemento a elemento a fim de assinalar os efeitos das possíveis falhas de um projeto ou processo em atender a todos os requisitos especificados pelos clientes, incluindo a segurança. Failure Modes Effects Analysis - Falha Modos Efeitos Análise Análise Quantitativa dos Riscos Metodologia São analisadas todas as peças do produto e todas as operações do processo. Para cada peça ou operação são consideradas todas as possíveis falhas. A análise é desenvolvida passo a passo e anotada nos espaços adequados. Pode ser aplicada tanto em processos de fabricação como em processos administrativos, com grupo multifuncionais, desde que o fluxo do processo esteja descrito. Análise Quantitativa dos Riscos Quando utilizar? A FMEA deve ser utilizada em todas as etapas de projeto e construção de um determinado produto (projeto, experimentação, equipamentos, produção e utilização ou uso). • Em cada uma das etapas de desenvolvimento do produto, são aplicadas formas específicas de FMEA : – FMEA de Projeto – FMEA de Processo Análise Quantitativa dos Riscos Projeto Experimentação Equipamento Produção FMEA PROJETO Uso FMEA PROCESSO FMEA CORRETIVA Análise Quantitativa dos Riscos A FMEA é feita pelas áreas diretamente envolvidas no projeto do produto e na fabricação do mesmo. • FMEA de Projeto – Projeto – Experimentação – Confiabilidade – Tecnologia ( serviço técnico ) – Qualidade – Assistência técnica aos usuários – Compras – Fornecedores – Marketing • FMEA de Processo – Tecnologia ( serviço técnico ) – Métodos – Confiabilidade – Qualidade – Produção – Compras – Fornecedores – Manutenção – Projeto Análise Quantitativa dos Riscos Quais fatores são avaliados pelo FMEA ? • Tipo de Falha Potencial : Como o produto, componente ou processo poderiam falhar em atender cada requisito especificado ? • Causa Potenciais de Falhas : O quê faria o produto ou processo falhar se o tipo de falha acima descrito ocorrer ? • Controles Atuais : O quê está sendo feito para reduzir a chance desta falha ocorrer ? • Ocorrência, Severidade e Detecção : Estes elementos são avaliados numa escala de 1 a 10. Análise Quantitativa dos Riscos Exemplo de Aplicação A metodologia FMEA tem como objetivo permitir a identificação e classificação, por ordem de prioridade, de falhas possíveis que um produto possa apresentar devido às características de seu projeto e/ou de seu processo. – Concentrar esforços para reduzir os riscos de falhas; – Identificar, documentar e divulgar os riscos provenientes do desenvolvimento do produto; – Promover a integração e trabalho participativo. Análise Quantitativa dos Riscos Índice de Ocorrência (O) – Retrata a probabilidade da falha ocorrer no produto, devido à causa apontada. – Atribuídos índices de 1 a 10, para cada causa de um mesmo tipo de falha. Análise Quantitativa dos Riscos Índice de severidade (S) Retrata qual será a gravidade das conseqüências da falha com relação a: – Insatisfação do cliente. (cliente é aquele que recebe a falha); – Custos para a empresa; – Imagem da empresa; – Riscos à segurança pessoal do usuário; – Atribuídos índices de 1 a 10, baseados no efeito mais provável entre aqueles listados na cadeia de efeitos. Análise Quantitativa dos Riscos Índice de Detecção (D) – Retrata a probabilidade de se detectar o tipo de falha, no ponto previsto e com a precisão e exatidão necessárias, baseando—se nas formas de controle previstos (ou existentes) , ou seja, se os padrões de revisão e / ou inspeção do projeto são eficazes. – Atribuídos índices de 1 a 10. EXEMPLO DE APLICAÇÃO Índice de Risco (RPN) O índice de risco é obtido pelo produto dos índices de ocorrência, severidade e detecção. Tal índice traduz, em números, a importância e a urgência que deve ser dada à solução do problema. RPN= (O) X (S) X (D) 1 =< RPN < 1000 A tomada de ações deve ser priorizada segundo os critérios a seguir: PRIORIDADE – 0 Índice de Risco: de 280 a 1000 Ítem crítico e altamente vulnerável. Requer ações corretivas e / ou preventivas imediatas. PRIORIDADE – 1 Índice de Risco: de 64 a 279 Ítem importante e vulnerável. Requer ações corretivas e / ou preventivas a curto prazo. PRIORIDADE – 2 Índice de Risco:de 1 a 63 Ítem pouco vulnerável. Podem ser tomadas ações corretivas e / ou preventivas após as prioridades anteriores. Sempre que um dos índices (O), (S) ou (D) apresentar um valor igual ou superior a 6 (seis) deve ser dada prioridade 1 na solução do mesmo, exceto nas seguintes situações: • Apesar dos meios de prevenção não serem seguros, a detecção da falha é certa e as conseqüências, caso a falha ocorra, serão imperceptíveis. • Apesar de apresentar conseqüências graves, há segurança de que haverá detecção prontamente, caso ocorra. • Apesar da detecção não ser garantida, os meios de prevenção são seguros e as conseqüências serão imperceptíveis, caso a falha ocorra. FMEA ANÁLISE DO MODO E EFEITOS DA FALHA POTENCIAL Produto / Serviço Produto ( X ) Processo ( ) Líder Técnico Pág Coordenador Aplicação Data 01 De 01 Participantes Função Modo de Falha Potencial Requisitos • • • Efeito(s) Potencial (ais) de Falha G R A V Causa(s) Mecanismo(s) Potencial(ais) de Falha O c o r r Controle(s) Atual (is) D e t e c N P R Ações Recomendadas Responsabilidades e Data de Conclusão Gravidade: assumindo que a falha ocorreu, qual é o impacto para o cliente? Notas de 1 a 5, onde 1 é imperceptível e 5 é gravíssimo. Ocorrência: qual a probabilidade do mecanismo de falha ocorrer e, este mecanismo ocorrendo, gerar o modo de falha? Notas de 1 a 5, onde 1 é improvável e 5 é certeza. Detecção: assumindo que o modo de falha ocorreu, qual a probabilidade da equipe/banco detectar a falha? Notas de 1 a 5, onde 1 é certeza de detecção e 5 é certeza de não detecção. Resultados da Ação Ações Desenvolvidas S E V O C O D E T N P R Análise Quantitativa (11.4) Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Análise do Valor Monetário Esperado Valor esperado: Orçamento base do projeto: $100.000 Orçamento base do projeto: $100.000 Risco Probabilidade Impacto Valor Esperado Placa de amostra ficar presa na alfândega 30% $50.000 +$15.000 Governo diminuir alíquota de importação 20% $40.000 -$8.000 Greve dos correios 40% $10.000 +$4.0000 Valor esperado de riscos para o projeto: +$11.000 Valor esperado de riscos para o projeto: +$11.000 Novo Novo orçamento: $111.000 orçamento: $111.000 Gerenciamento de Riscos - 2009 Eduardo Cardoso Jr. Análise Quantitativa (11.4) Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Análise do Valor Monetário Esperado Valor esperado: Orçamento base do projeto: $100.000 Orçamento base do projeto: $100.000 Risco Probabilidade Impacto Valor Esperado Placa de amostra ficar presa na alfândega 30% $50.000 +$15.000 Governo diminuir alíquota de importação 20% $40.000 -$8.000 Greve dos correios 40% $10.000 +$4.0000 Valor esperado de riscos para o projeto: Valor Base: $100.000 Valor +$11.000 esperado: Novo orçamento: $111.000 $111.000 Pior caso: $119.000 Melhor caso: $92.000 Gerenciamento de Riscos - 2009 Eduardo Cardoso Jr. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Análise do Valor Monetário Esperado VALOR ESPERADO = PROBABILIDADE X IMPACTO PIOR CASO = VALOR BASE + AMEAÇAS MELHOR CASO = VALOR BASE + OPORTUNIDADES Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Exercício Um projeto de um novo hardware foi planejado um com os seguintes custos: - RH: R$75.000 - Despesas operacionais: R$25.000 - Pesquisa: R$25.000 - Royalties: R$45.000 Sabe-se que há um risco de 30% de greve na empresa, o que acarretaria em um custo extra com RH de R$20.000. O advogado da empresa vê uma chance de 40% em ganhar uma ação para que ocorra R$25.000 de desconto no pagamento de royalties. Estima-se que há 50% de probabilidade de um concorrente pode lançar um produto equivalente. Se isso ocorrer, terá que se gastar R$30.000 em marketing do projeto. Determinar: - Valor total base - Valor total esperado - Valor total no pior caso - Valor total no melhor caso Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Árvore de Decisão – Diagrama que descreve as principais interações entre decisões e possibilidades. – A análise de árvore de decisão usa a noção do Valor Esperado para determinar o conjunto de resultados. – É um diagrama de todos os atos, eventos e resultados possíveis. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Árvore de Decisão: Árvore de Decisão • Caixas representam as decisões (ou ações) Círculos representam Caixas representam as decisõesresultados (ou ações) ou eventos Círculos representam resultados ou eventos A primeira decisão começa no lado esquerdo • A primeira decisão começa no lado da árvore, e continua da esquerda para a esquerdo direita da árvore, e continua da esquerda para a direita todos os possíveis Caminhos representam • • • cenários Caminhos representam todos os Atribui-se as probabilidades para todos os possíveis cenários segmentos de caminho que partam de eventos Determina-se o valor esperado de cada Atribui-se as probabilidades para todos caminho os segmentos caminho partam de Trabalha-se de da direita para aque esquerda, eventos incluindo os valores esperados de todos os segmentos de caminho que conduzam à um nó Determina-se de decisão o valor esperado de cada Evento E1 R1 D1 Decisão E2 R2 E1 R3 E2 R4 D2 caminho - 2009 • Gerenciamento Trabalha-sededaRiscos direita para a esquerda, incluindo os valores esperados de todos os segmentos de caminho que conduzam à um nó de decisão Eduardo Cardoso Jr. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Árvore de Decisão Evento E1 R1 D1 Decisão E2 E1 R2 R3 D2 E2 R4 Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Exemplo Uma empresa precisa selecionar entre o projeto A e o projeto B. O projeto A tem um lucro líquido estimado em R$100.000. Para o projeto B estima-se um lucro líquido de R$92.000. Para o projeto A há um risco de 60% de ser necessário pagar uma multa ambiental de R$30.000. Para o projeto B o risco de multa ambiental é de 20%, mas num valor de R$40.000. Qual a melhor escolha? Árvore de Decisão (exemplo): – Uma empresa precisa entre o projeto A e o projeto B. O proje Análise Gerenciamento Quantitativa de Riscos dos selecionar Riscos em Projetos líquido estimado em R$100.000. Para o projeto B estima-se um lucro líqu Para o projeto A há um risco de 60% de ser necessário pagar uma multa ExemploR$30.000. Para o projeto B o risco de multa ambiental é de 20%, mas nu Qual a melhor escolha? Multa Decisão A (100k) (30k)Sim (60%) Valor esperad Valor esperado = 100k -18k = R$=82.000 R$=82.000 Não (40%) Multa B (92k) erenciamento de Riscos - 2009 R1 =-18000 (40k) Sim (20%) R2 = 0 R3 = -8000 Valor espera Valor esperado = 92k -8k = R$=84.000 R$=84.000 Não (80%) R4 = 0 Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Exercício A Você viaja regularmente de Curitiba para Manaus. Duas companhias fazem o voo. Na companhia CG, a passagem custa R$700. Na companhia CT, a passagem custa R$1.000. A taxa de atraso da companhia CG é de 50%, enquanto a da companhia CT é de 10%. Quando você chega atrasado a Manaus, precisa de uma diária extra de hotel (R$250) e acaba perdendo um dia a mais de trabalho em Curitiba, o que custa R$650 para o projeto em que está envolvido. Usando árvore de decisão, determinar qual a melhor companhia para se viajar de Curitiba a Manaus. Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Exercício B Para um determinado projeto de hardware o Gerente de Projetos está em dúvida entre prototipar ou não uma placa. O custo da prototipação é de R$200.000. A chance de falha com a prototipação é de 35%. O impacto da falha será de R$120.000. Por outro lado, sem prototipação a chance de falha sobe para 70% e esta falha custará R$450.000. Qual a melhor decisão: investir ou não no protótipo? Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Simulador de Monte Carlo - Processo computacional iterativo. - Vários cálculos do projeto. - Avalia o projeto, não as tarefas. - Usado para simulação de custo e tempo - Objetivo é indicar probabilidades de se atingir determinadas metas de custo ou tempo - Indicado para projetos complexos Análise Quantitativa (11.4) Gerenciamento Análise Quantitativa de Riscos dos Riscos em Projetos Simulador de Monte Carlo Simulador de Monte Carlo: erenciamento de Riscos - 2009 Eduardo Cardoso Jr. Análise Quantitativa dos Riscos Simulador de Monte Carlo • Distribuição probabilística das atividades planejadas Atividades Duração otimista Duração realista Duração pessimista Média A B C D E F 4 2 2 4 2 4 5 3 7 8 4 5 9 4 8 9 8 12 5,5 3 6,3 7,5 4,3 6 Desvio-padrão 0,8 0,3 1 0,8 1 1,3 Probabilidade de ocorrência • Distribuição beta de probabilidades Estimativa otimista Estimativa realista Estimativa pessimista Tempo Análise Quantitativa dos Riscos Simulador de Monte Carlo • Simulação das duração das atividades planejadas (para mil interações) Simulaçã 1 o 2 3 4 5 6 7 8 9 ... 998 999 1000 A 5,3 4,5 5,7 6,5 6,9 3,8 5,3 6,4 5,7 ... 5,9 6 5,8 B 3 2,7 3,1 3,7 3,7 3 3,4 2,7 3 2,5 2,7 3,2 C 5,3 6,2 8,5 6,7 5,9 6,8 5,9 6,4 6,6 ... 6,5 6,1 5,8 D 6,3 7,5 7,7 6,5 6,9 6,8 7,3 6,4 6,7 ... 6,9 8 6,8 E 3 2,7 3,1 3,7 3,7 3 3,4 2,7 3 2,5 2,7 3,2 F 5,3 4,5 5,7 6,5 6,9 3,8 5,3 6,4 5,7 ... 5,9 6 5,8 Gerenciamento Identificação Análise Quantitativa dos deRiscos Riscos dos Riscos em Projetos 11 - GERENCIAMENTO DOS RISCOS DO PROJETO Entradas Ferramentas e técnicas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Plano de gerenciamento dos custos .3 Plano de gerenciamento do cronograma .4 Registro dos riscos .5 Fatores ambientais da empresa .6 Ativos de processos organizacionais .1 Técnicas de coleta e apresentação de dados .2 Técnicas de modelagem e análise quantitativa dos riscos .3 Opinião especializada Saídas .1 Atualizações nos documentos do projeto ura 11-11. Realizar a análise quantitativa dos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e sa Gerenciamento dos riscos do projeto Trabalho Final 1 - Iniciar a fase “Análise Quantitativa de Riscos” do seu projeto de conclusão da disciplina Derson Lopes, PMP Planejamento de Respostas aos Riscos 165 Derson Lopes, PMP Planejamento de Respostas aos Riscos Visão Geral – Organizar opções e ações para: Aumentar a oportunidades Reduzir as ameaças – Determinar o responsável pelas respostas aos riscos – Atualizar o cronograma e os custos do projeto. – Registrar “o que vamos fazer se...” Gerenciamento Identificação Planejamento dos dede Respostas Riscos Riscos emaos Projetos Riscos Inicialização Planejamento PLANEJAMENTO DO GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Execução Controle MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS Finalização Gerenciamento de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS Desenvolvimento de opções e ações para: ✓ aumentar as oportunidades e; ✓ reduzir as ameaças; aos objetivos do projeto. Derson Lopes, PMP MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS unidades e reduzir as ameaças aos objetivos do projeto. O principal benefício deste processo é a abor iscos por prioridades,dos injetando recursosem eaos atividades no orçamento, no cronograma e no pl Gerenciamento Identificação Planejamento de de Respostas Riscos Riscos Projetos Riscos ciamento do projeto, conforme necessário. As entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse pr ilustradas na Figura 11-18. A Figura 11-19 retrata o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas Saídas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Registro dos riscos .1 Estratégias para riscos negativos ou ameaças .2 Estratégias para riscos positivos ou oportunidades .3 Estratégias de respostas de contingência .4 Opinião especializada .1 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto .2 Atualizações nos documentos do projeto Figura 11-18. Planejar as respostas aos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Gerenciamento dos riscos do projeto 11.1 Planejar o gerenciamento dos riscos 11.2 Identificar os riscos Documentos do projeto Gerenciamento Análise Planejamento Quantitativa dede Respostas Riscos dos Riscos emaos Projetos Riscos Respostas para Riscos Negativos – Eliminar/Prevenir – Transferir – Mitigar – Aceitar 170 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Planejamento Quantitativa dede Respostas Riscos dos Riscos emaos Projetos Riscos Eliminar/Prevenir Riscos – Alteração do plano de projeto – Alterar o objetivo que está em perigo – Pode implicar em prolongamento do cronograma – Pode implicar em redução do Escopo – Rever as tolerâncias organizacionais – Eliminação mais radical que pode existir: acabar com o projeto! 171 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Planejamento Quantitativa dede Respostas Riscos dos Riscos emaos Projetos Riscos Transferir Riscos – Passar o risco a terceiros – Não elimina o risco! – Quase sempre significa aumento de custo – Pode ser interpretada como uma mitigação – Seguro 172 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Planejamento Quantitativa dede Respostas Riscos dos Riscos emaos Projetos Riscos Mitigar Riscos – Redução do Impacto – Redução da Probabilidade – Ações antecipadas são mais eficazes que esperar o risco ocorrer 173 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Planejamento Quantitativa dede Respostas Riscos dos Riscos emaos Projetos Riscos Aceitar Riscos – Aceitar ativamente: contingência de tempo, recursos ou dinheiro. – Aceitar passivamente: aceita-se as consequências, sem fazer nada. – Nem sempre é possível eliminar todas as ameaças 174 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Análise Planejamento Quantitativa dede Respostas Riscos dos Riscos emaos Projetos Riscos Respostas para Riscos Positivos – Explorar (provocar) Eliminar a incerteza. Ex: trocar um recurso. – Melhorar Aumentar a probabilidade. Ex: inclusão de mais recursos. – Compartilhar Passar a um terceiro que tenha melhor capacidade de explorar a oportunidade. Ex: joint venture – Aceitar Aproveitar a oportunidade, mas sem persegui-la. 175 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Plano de Resposta • Registro elaborado de forma detalhada, incorporando as seguintes informações: – Descrição completa do risco – Categoria – Data de identificação – Probabilidade e Impacto – Valor Esperado 176 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Plano de Resposta – – – – – Estratégia de resposta selecionada Respectiva ação e custos Responsável Data planejada da reação Novo valor esperado 177 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Plano de Resposta AMEAÇAS N 1 Data Identif. PREVENÇÃO Categ. 15/Dez 2014 Roubo Evento (descrição do risco) Possibilidade de roubo do carro, gerando prejuízo financeiro Valor esperado Reação Estratégia R$ 5.000,00 Seguro Transferir R$ 5.000,00 NOVO Custo da reação Resp. R$ 3.000,00 Nome R$ 3.000,00 Data Imedia to Probab. (%) 10% Impacto R$ 0,00 Valor esperad o R$ 0,00 R$ 0,00 178 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Plano de Contingência – Respostas planejadas para certos eventos. – Reservas: Provisão no orçamento Reserva de contingência – para cobrir os riscos “knowns unknowns”. Reserva gerencial - para cobrir os riscos “unknowns unknowns”. 179 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos 180 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Plano de Contingência – Respostas planejadas para certos eventos. – Reservas: Provisão no orçamento Reserva de contingência – para cobrir os riscos “knowns unknowns”. Reserva gerencial - para cobrir os riscos “unknowns unknowns”. 181 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Reservas • Senso Comum: “Guardar algo para casos de imprevisto” • As reservas são utilizadas para: – Casos de aceitação de riscos – Casos de risco residual => aquilo que continua existindo após uma resposta ao risco. Ex: • Seguro do Carro: Risco residual = valor da franquia • Tipos de reserva mais utilizados pelo GP: – Prazos – Custos Derson Lopes, PMP 182 Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos Riscos aos Riscos Reservas de Prazo • Significa incorporar tempo adicional no projeto. • Reservas de tempo ou buffers no cronograma total do projeto como reconhecimento do risco do cronograma. • Estimar contingência de prazo (atividade reserva) – Probabilidade da ocorrência X Tempo adicional – Evento: 40% de probabilidade de ocorrência – Impacto: 20 dias de duração – Reserva: 8 dias (40% x 20) 183 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos de Riscos aos Riscos Reservas Custo Reservas de Custo • Deve ser calculada com base nas probabilidades dos eventos de risco e os valores dos impactos. – ∑ Valor esperado • As reservas de contingência e gerenciais variam de 5% a 10% do orçamento do projeto. • Considerar também a componente TEMPO de liberação de verba, caso necessário. 184 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos de Riscos aos Riscos Reservas Custo Atualização de registro dos riscos: – Estratégias de respostas – Planos de contingência – Gatilhos sintomas e sinais de alerta. Ex: Risco de alta no câmbio do US$ Gatilho: US$ > R$2,90 – Riscos secundários: riscos que surgem em função da respostas aos riscos iniciais. – Contratos de serviços, seguros. 185 Derson Lopes, PMP Análise Quantitativa Planejamento de Respostas dos de Riscos aos Riscos Reservas Custo 186 Derson Lopes, PMP unidades e reduzir as ameaças aos objetivos do projeto. O principal benefício deste processo é a abor iscos por prioridades,dos injetando recursosem eaos atividades no orçamento, no cronograma e no pl Gerenciamento Identificação Planejamento de de Respostas Riscos Riscos Projetos Riscos ciamento do projeto, conforme necessário. As entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse pr ilustradas na Figura 11-18. A Figura 11-19 retrata o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas Saídas .1 Plano de gerenciamento dos riscos .2 Registro dos riscos .1 Estratégias para riscos negativos ou ameaças .2 Estratégias para riscos positivos ou oportunidades .3 Estratégias de respostas de contingência .4 Opinião especializada .1 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto .2 Atualizações nos documentos do projeto Figura 11-18. Planejar as respostas aos riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Gerenciamento dos riscos do projeto 11.1 Planejar o gerenciamento dos riscos Derson Lopes, PMP 11.2 Identificar os riscos Documentos do projeto 187 Trabalho Final 1 - Iniciar a fase “Planejamento de Respostas aos Riscos” do seu projeto de conclusão da disciplina Derson Lopes, PMP Controle de Riscos 189 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Visão Geral – Execução do Plano de Gerenciamento de Riscos – Observação de gatilhos – Respostas aos eventos de risco durante o desenvolvimento do projeto – Reavaliação de premissas – Reavaliação de riscos – Realizada continuamente durante todo o ciclo de vida do projeto – Comunicação aos stakeholders 190 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Identificação Planejamento Controle de Riscos dos dede Respostas Riscos Riscos emaos Projetos Riscos Inicialização Planejamento PLANEJAMENTO DO GERENCIAMENTO DE RISCOS Execução Controle Finalização MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ANÁLISE QUALITATIVA DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO DE RESPOSTAS AOS RISCOS 191 Derson Lopes, PMP Gerenciamento Controle de Riscos de Riscos em Projetos PLANEJAMENTO DE RISCOS ANÁLISE IDENTIFICAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS DOS RISCOS ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RISCOS PLANEJAMENTO MONITORAMENTO E DE RESPOSTAS CONTROLE DOS AOS RISCOS RISCOS ✓ Acompanhamento dos riscos identificados; ✓ Monitoramento dos riscos residuais; ✓ Identificação dos novos riscos; ✓ Execução de planos de respostas a riscos; e ✓ Avaliação da sua eficácia durante todo o ciclo de vida do projeto. Derson Lopes, PMP ntrolar os riscos é o processo de implementação de planos de respostas aos riscos, acompanham scos identificados, monitoramento dos riscos residuais, identificação de novos riscos e avaliaçã Gerenciamento Controle de Riscos de Riscos em Projetos a do processo de riscos durante todo o projeto. O principal benefício desse processo é a melhor e eficiência da abordagem dos riscos no decorrer de todo o ciclo de vida do projeto a fim de otim uamente as respostas aos riscos. As entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse processo e das na Figura 11-20. A Figura 11-21 ilustra o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas Saídas .1 Plano de gerenciamento do projeto .2 Registro dos riscos .3 Dados de desempenho do trabalho .4 Relatórios de desempenho do trabalho .1 Reavaliação de riscos .2 Auditorias de riscos .3 Análise de variação e tendências .4 Medição de desempenho técnico .5 Análise de reservas .6 Reuniões .1 Informações sobre o desempenho do trabalho .2 Solicitações de mudança .3 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto .4 Atualizações nos documentos do projeto .5 Atualizações nos ativos de processos organizacionais Figura 11-20. Controlar os riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Gerenciamento dos riscos do projeto 4.2 Derson Lopes, PMP o Desenvolver Documentos do projeto ariação incertezas e impactos durante o Gerenciamento Controle dedas Riscos de Riscos em Projetos esenvolvimento das fases do projeto: Incertezas Impacto Risco Fases ento de Riscos - 2009 Derson Lopes, PMP Eduardo Card Controle de Riscos Benefícios do processo de controle • As ações de respostas podem ter um planejamento prévio. • Os stakeholders tem informação sobre o que está acontecendo no projeto. • A exposição ao risco fica mais evidente. 195 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Benefícios do processo de controle • Há envolvimento da equipe no processo de gerenciamento dos eventos, que poderiam estar ao largo de suas atribuições. • Os fundos de reserva (de contingência e gerencial) são gerenciados, evitando gastos desnecessários. 196 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos O Processo de Controle de Riscos “ Verificar se um determinado risco planejado ocorreu ou não e, caso ocorra, devemos alertar os stakeholders.” • Responsáveis da equipe designados para o acompanhamento de cada categoria. • O processo aumenta substancialmente suas chances de sucesso. 197 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos O Processo de Controle de Riscos • Quando o Risco ocorre: – Responsável dá o alerta – Plano de resposta precisa ser executado • Quando devemos acompanhar os riscos? – Todo dia? – Semanalmente? – Mensalmente? Um período precisa ser definido, do contrário o acompanhamento NUNCA será feito. 198 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos O Processo de Controle de Riscos • Principais momentos: – Quando houverem mudanças no projeto – Sempre que um evento de risco ocorre – Sempre que o projeto atinja um ponto de decisão ou milestone. 199 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Recomendações • Controle de perto o progresso do projeto • Execute em tempo hábil as reações aos riscos quando ocorrerem problemas ou vantagens inesperadas • Avalie extensivamente a eficácia das reações aos riscos • Reaja com ações adicionais, se necessário • Faça um acompanhamento contínuo 200 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Reunião de Acompanhamento de Riscos • A condução dessas reuniões é realizada com base nos documentos essenciais do gerenciamento de riscos: – Riscos Identificados – Plano de repostas ao risco – Análise dos relatórios de desempenho • O processo de controle é um dos menos difundidos entre os gerentes de projeto => faz-se importante a necessidade de comunicação com os stakeholders. – Controles das reações devem ser divulgados. – Stakeholders passam a entender melhor as implicações. – A eficácia das reações aos riscos executados devem ser comunicados, bem como “contornos” que porventura tenham sido escolhidos. 201 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Encerramento do processo de controle de riscos O gerente de projeto e sua equipe devem ter respostas para as seguintes questões: • • • • • • Os riscos mitigados foram contidos de maneira suficiente? Os riscos que aceitamos e que se materializaram podem ser tolerados? Os resultados do plano de contingência foram satisfatórios? Os contornos realizados geraram resultados eficazes? O ciclo de vida do risco chegou ao fim? É necessária a tomada de alguma ação extra? Documentação dos riscos => base de lições aprendidas 202 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Documentação dos riscos e fechamento do projeto Ao término do projeto teremos o registro de tudo o que aconteceu com relação às possíveis incertezas que cercam qualquer projeto, pois: • Pensamos e registramos as possíveis incertezas • Descrevemos os riscos, identificando as causas possíveis e seus respectivos impactos • Categorizamos os riscos, dividindo-os por afinidade e possibilitando a sua alocação para os recursos mais capacitados para acompanhamento 203 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Documentação dos riscos e fechamento do projeto • Analisamos os riscos, determinando sua importância e pesos relativos • Definimos estratégias de reação aos riscos, tanto de prevenção quanto de contingência • Determinamos a estratégia comercial, definindo quem seriam os responsáveis pelo ônus dos riscos, o cliente ou o fornecedor • Definimos um sistema de acompanhamento, registrando tudo o que estava acontecendo. 204 Derson Lopes, PMP Controle de Riscos Base de referência • Quais riscos identificados realmente se materializaram, quando e por quanto tempo. Isso permite validar o processo de estimativa, refinando-o para futuros projetos • Quais riscos identificados não se materializaram • Quais riscos se materializaram e que não haviam sido identificados • Quais os impactos efetivos totais dos riscos ocorridos vs. o que havia sido planejado • O que essas incertezas provocam nos resultados finais do projeto Derson Lopes, PMP 205 Controle de Riscos Fator crítico de sucesso Realidade Planejamento • Projetar o futuro • O futuro é certo? • Pensar no que deve ser feito (escopo) • Estimativa cartesiana • Estimar o tempo das atividades com 100% certeza • Estimativas de tempo de atividades nunca são 100% corretas – Ajustes ao longo do projeto, reduzindo ou aumentando as próximas atividades Controle de Riscos Controle de riscos bem sucedido: • Garante que o projeto está controlado, em um nível que nunca tivemos antes, pois reduzimos as incertezas. • Reduz substancialmente a ocorrência de surpresas e problemas, com planos de ação para atacar os riscos. • Melhora nossa relação comercial, pois reduzir as surpresas e criar mecanismos de defesa nos dá maior poder de negociação e aproxima mais o planejado do efetivamente realizado. • E, finalmente, aumenta substancialmente as chance de sucesso do projeto. ntrolar os riscos é o processo de implementação de planos de respostas aos riscos, acompanham scos identificados, monitoramento dos riscos residuais, identificação de novos riscos e avaliaçã Gerenciamento Controle de Riscos de Riscos em Projetos a do processo de riscos durante todo o projeto. O principal benefício desse processo é a melhor e eficiência da abordagem dos riscos no decorrer de todo o ciclo de vida do projeto a fim de otim uamente as respostas aos riscos. As entradas, ferramentas e técnicas, e saídas desse processo e das na Figura 11-20. A Figura 11-21 ilustra o diagrama de fluxo de dados do processo. Entradas Ferramentas e técnicas Saídas .1 Plano de gerenciamento do projeto .2 Registro dos riscos .3 Dados de desempenho do trabalho .4 Relatórios de desempenho do trabalho .1 Reavaliação de riscos .2 Auditorias de riscos .3 Análise de variação e tendências .4 Medição de desempenho técnico .5 Análise de reservas .6 Reuniões .1 Informações sobre o desempenho do trabalho .2 Solicitações de mudança .3 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto .4 Atualizações nos documentos do projeto .5 Atualizações nos ativos de processos organizacionais Figura 11-20. Controlar os riscos: entradas, ferramentas e técnicas, e saídas Gerenciamento dos riscos do projeto 4.2 Derson Lopes, PMP o Desenvolver Documentos do projeto Finalizando… Arrisque-‐se! Toda vida é um risco. O homem que vai mais longe é geralmente aquele que está disposto a fazer e a ousar. O barco da segurança nunca vai muito além da margem. Dale Carnegie Derson Lopes, PMP Trabalho Final 1 - Trabalhar na consolidação do plano de gerenciamento de riscos do projeto Derson Lopes, PMP