SANTINVEST S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS
CNPJ – 00.122.327/0001-36
Florianópolis – Santa Catarina
BALANÇO PATRIMONIAL DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO
(Em Milhares de Reais)
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Senhores Acionistas,
Em cumprimento aos dispositivos estabelecidos pelo Banco Central do Brasil e pela Lei das
Sociedades por Ações, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis
da Santinvest S.A. – Crédito, Financiamento e Investimentos, relativas ao 2º semestre
e exercício de 2014, elaboradas em consonância com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes.
A Santinvest reestruturou áreas de gestão de riscos com o objetivo de divulgar as políticas
corporativas, as normas e o manual de procedimentos internos, visando o monitoramento
contínuo da exposição aos riscos.
O processo de gerenciamento de capital é realizado de forma a proporcionar condições para
o alcance dos objetivos estratégicos da organização, levando em consideração o ambiente
econômico e comercial onde atua. É compatível com a natureza das operações, complexidade dos produtos e serviços e com a dimensão da exposição a riscos da Santinvest.
Riscos: Operacional, Mercado, Crédito e Liquidez
Os Comítês de Risco da Santinvest reúnen-se, mensalmente ou sempre que entender necessário, com o objetivo de aprovar estratégias, normas e procedimentos e definir as diretrizes para a mitigação dos riscos.
Facultado pelo artigo 9º da Resolução CMN nº 3.988/2011, a Santinvest S.A. – C.F.I. e a Santinvest S.A. – D.T.V.M., constituiram uma unidade única responsável pela Estrutura de Gerenciamento de Riscos do Conglomerado Financeiro, compatível com a natureza e complexidade
das suas operações, dos seus produtos e serviços prestados e a dimensão de sua exposição
a riscos. As descrições das Estruturas de Gerenciamento de Risco estão disponíveis para
acesso público na sede da Santinvest S.A. – Crédito, Financiamento e Investimentos;
Os itens acima, bem como as Demonstrações Financeiras Consolidadas do Conglomeradoforam objeto de revisão pela auditoria.
Florianópolis, 31 de dezembro de 2014.
A Diretoria Executiva.
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota
2014
2013
CIRCULANTE
80.547 40.690
DEPÓSITOS
8
50.622 7.614
Depósitos Interfinanceiros
550 6.230
Depósitos a Prazo
50.071 1.384
RECURSOS DE ACEITES CAMBIAIS
9
17.518 18.638
Obrigações por Aceites Cambiais
17.518 18.638
OUTRAS OBRIGAÇÕES
12.407 14.438
Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 174 18
Sociais e Estatutárias
4.751 5.623
Fiscais e Previdenciárias
6.653 7.357
Diversas
7
829 1.440
NÃO CIRCULANTE
131.797 156.411
DEPÓSITOS8
125.270 155.339
Depósitos a Prazo
125.270 155.339
RECURSOS DE ACEITES CAMBIAIS
9
6.526 1.072
Obrigações por Aceites Cambiais
6.526 1.072
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
10
132.068 127.562
Capital:
De Domiciliados no País
73.500 73.500
Reservas de Lucros
58.568 54.062
TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO
344.411 324.663
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO SEMESTRE E EXERCÍCIOS
FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO
(Em Milhares de Reais)
Nota 2º Semestre
2014
Exercício
2014
2013
RECEITAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
36.306
71.772
53.630
Operações de Crédito
34.724
69.947
53.001
1.825
629
Renda de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
1.581
(27.244)
13
Operações de Captação no Mercado
(49.085) (16.524)
(13.309)
(25.106) (13.721)
(13.935)
(23.979)
(2.803)
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 9.062
22.688
37.106
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa
OUTRAS (DESPESAS)/RECEITAS OPERACIONAIS
Receita de Prestação de Serviços
Despesas de Pessoal
Outras Despesas Administrativas
Despesas Tributárias
Outras Receitas/(Despesas) Operacionais
(6.583)
(12.774) (11.602)
23
56
121
(3.372)
(6.306)
(5.000)
(2.136)
(4.104)
(4.350)
(1.061)
(2.281)
(1.914)
(37)
(139)
(459)
LUCRO ANTES DA PROVISÃO PARA O IMPOSTO DE
RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
2.479
9.913
25.504
Imposto de Renda e Contribuição Social
14
- Valores Correntes
(3.772) (10.298)(9.960)
Imposto de Renda e Contribuição Social
15 8.0688.068 0
- Valores Diferidos
LUCRO ANTES DA PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGADOS 6.775
7.684
15.544
Participações no Lucro
(218)
(287)
(1.646)
6.557
7.397
13.898
29,54
33,32
62,60
LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO/EXERCÍCIO
Lucro por ação (R$)
ATIVO
Nota
2014
2013
CIRCULANTE
241.342 215.884
DISPONIBILIDADES
2.018 1.119
APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ
5
47.320 5.702
Aplicações em Depósitos Interfinanceiros
47.320 5.702
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
6
191.959 207.466
Setor Privado
Empréstimos e Títulos Descontados
194.192 188.807
Financiamentos
17.938 22.496
(-) Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa 6.b
(20.171)
(3.837)
OUTROS CRÉDITOS
44 1.597
Títulos e Créditos a Receber
6 - 219
Com Característica de Concessão de Crédito
- 220
(-) Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa
- (1)
Diversos
7
44 1.378
NÃO CIRCULANTE
103.070 108.779
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
101.406 107.477
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
6
93.271 107.455
Setor Privado
Empréstimos e Títulos Descontados
93.271 107.455
OUTROS CRÉDITOS
8.135 22
Diversos
7
67 22
Ativo Fiscal Diferido
15
8.068 IMOBILIZADO
1.272 942
INTANGÍVEL
387 352
DIFERIDO
4
8
TOTAL DO ATIVO
344.411 324.663
10.d
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
DEDEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DO SEMESTRE E
EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO - MÉTODO INDIRETO
(Em Milhares de Reais)
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO SEMESTRE E EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO
(Em Milhares de Reais)
RESERVA DE LUCROS
EVENTOS
NOTACAPITAL Reserva Reserva Lucros TOTAL
REALIZADO Legal
Estatutária Acumulados
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012
52.500 5.403 37.626 - AUMENTO DE CAPITAL
21.000 - - - LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO/EXERCÍCIO
- - - 13.898 - DESTINAÇÕES:
- Reserva Legal
- 695 - (695)
- Juros sobre Capital Próprio
- - - (4.775)
- Economia Tributária
- - - 1.910 - Reserva Estatutária - - 10.338 (10.338)
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013
73.500 6.098 47.964 - SALDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014
73.500 6.140 48.762 - LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO
- - - 6.557 - DESTINAÇÕES:
- - - - - Reserva Legal
- 328 - (328)
- Juros sobre Capital Próprio
(4.818)
- Economia Tributária
1.927 - Reserva Estatutária - - 3.338 (3.338)
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014
73.500 6.468 52.100 - SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013
73.500 6.098 47.964 LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO/EXERCÍCIO
- - - - DESTINAÇÕES:
- - - - Reserva Legal
- 370 - - Juros sobre Capital Próprio
- - - - Economia Tributária
- - - - Reserva Estatutária - - 4.136 SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014
73.500 6.468 52.100 MUTAÇÕES DO SEMESTRE
- 328 3.338 MUTAÇÕES DO EXERCÍCIO
- 370 4.136 "As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras".
- 7.397 - (370)
(4.818)
1.927 (4.136)
- - - 95.529
21.000
13.898
(4.775)
1.910
127.562
128.402
6.557
(4.818)
1.927
132.068
127.562
7.397
(4.818)
1.927
132.068
3.666
4.506
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES
Aos
Diretores e Acionistas da
SANTINVEST S.A. – CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS.
Florianópolis -SC
Examinamos as demonstrações financeiras da SANTINVEST S.A. - CRÉDITO,
FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS ("Instituição"), que compreendem o balanço patrimonial
em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do
patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre , findos naquela data, assim
como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras
A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas
demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis
às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles
internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações
financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras
com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais
de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e
que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de
que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve
a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores
e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas
demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação
de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada
2º Semestre
E
xercício
2014 20142013
Atividades Operacionais:
Lucro Líquido do Semestre/Exercício
6.557 7.397 13.898
Ajustes para Reconciliar o Lucro Líquido ao Caixa
Líquido proveniente de Atividades Operacionais (488)
8.501 686
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 7.455 16.333 564
Ativo Fiscal Diferido
(8.068)
(8.068)
Depreciações e Amortizações 125 236 122
Lucro Líquido Ajustado 6.069 15.898 14.584
Variação de Ativos e Obrigações (5.159)
(28.784) (156.380)
Redução (Aumento) em Aplicações Interfinanceiras
Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade,
de Liquidez (44.620)
(41.618)
(3.101)
algumas normas e suas interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos
Redução (Aumento) em Operações de Crédito 32.606 13.358 (153.281)
Contábeis - CPC, as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo
Redução (Aumento) em Outros Créditos 1.725 1.508 (745)
Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco
Aumento (Redução) em Outras Obrigações 5.130 (2.031)
747
Central do Brasil são:
Caixa Líquido aplicado em Atividades Operacionais 910 (12.886) (141.796)
CPC 01 (R1) - Redução ao valor recuperável de ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC
Atividades de Investimentos:
03 (R2) - Demonstrações do fluxo de caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) Alienação de Imobilizado de Uso
1
Divulgação sobre partes relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento
5
9
baseado em ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 - Políticas contábeis, mudança de
Aplicação no Imobilizado
(31)
(523)
(373)
estimativa e retificação de erro - Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento subsequente Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes
Aplicação no Intangível (23)
(79)
(242)
- Resolução CMN nº 3.823/09.
Caixa Líquido aplicado em Atividades de Investimentos (53)
(597)
(606)
Atualmente, não é possível estimar quando o Banco Central do Brasil irá aprovar os demais
Atividades de Financiamentos:
pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a sua utilização será de forma prospectiva ou
Aumento (Redução) em Depósitos 4.720 12.939 144.528
retrospectiva. Com isso, ainda não é possível estimar os impactos contábeis da utilização desses
Aumento (Redução) em Recursos de Emissão de Títulos (2.258)
4.334 (21.129)
pronunciamentos nas demonstrações financeiras da Companhia.
Aumento de Capital por Subscrição - - 21.000
As demonstrações financeiras foram autorizadas pela administração da instituição em 13 de
Juros sobre o Capital Próprio e Dividendos Pagos e/ou
fevereiro de 2015.
Moeda funcional e moeda de apresentação
Provisionados (líquido de impostos)
(2.891)
(2.891)
(2.865)
Essas demonstrações financeiras estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da
Caixa Líquido Proveniente de Atividades de Financiamentos (429)
14.382 141.534
Companhia.
Aumento/(Redução) das Disponibilidades
428 899 (868)
3 Principais práticas contábeis
Modificações em Início do período / exercício
1.590 1.119 1.987
As práticas contábeis descritas abaixo foram aplicadas de maneira consistente a todos os
Disponibilidades, Fim do período / exercício
2.018 2.018 1.119
períodos apresentados nessas demonstrações financeiras.
3.1 Apuração do resultado
Líquidas
Aumento/(Redução) das
O resultado foi apurado pelo regime de competência e inclui o reconhecimento dos rendimentos
disponibilidades 428 899 (868)
e encargos incidentes sobre os ativos e passivos.
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
3.2 Aplicações interfinanceiras de liquidez
São registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do
NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO
balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. Possuem alta liquidez e
SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014
risco insignificante de mudança de valor, com prazo de vencimento inferior a 90 dias.
3.3 Operações de crédito
(em milhares de Reais)
Estão atualizadas e demonstradas pelo valor principal, acrescidas dos rendimentos e
encargos decorridos até as datas dos balanços patrimoniais. As rendas de operações ativas
1 Contexto operacional
são apropriadas pro rata die. As operações prefixadas são registradas pelo valor do resgate,
A Instituição é uma Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimentos, constituída de acordo
reduzido pelos encargos a apropriar.
com a Portaria nº 309/59, do Ministério da Fazenda, tendo como objeto social a prática de
As rendas de operações de crédito vencidas há mais de 60 dias são reconhecidas como receitas
operações relacionadas com a concessão de crédito a médio e longo prazos e operações no
quando do seu efetivo recebimento, conforme determina o art. 9º, da Resolução nº 2.682/99,
mercado de valores mobiliários. Sua matriz está localizada na RuaNereu Ramos, 19 - 8º andar
do CMN.
- Centro - Florianópolis - SC.
3.4 Outros ativos circulante e não circulante
2 Apresentação das demonstrações financeiras
O ativo circulante e o não circulante estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo,
As demonstrações financeiras do semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2014 foram
quando aplicável, os rendimentos, juros e as variações monetárias correspondentes.
elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições
3.5 Provisão para perdas prováveis na realização de ativos
autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
As provisões para perdas prováveis nas operações de créditos e de outros créditos são
A elaboração de demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas
reconhecidas nos percentuais estabelecidos na Resolução nº 2.682/99 do Banco Central do
no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras, requer que a administração use de julgamento
Brasil, levando-se em consideração a análise de garantias e a experiência da instituição com
na determinação e registro de estimativas contábeis, quando for o caso. Ativos e passivos
seus clientes.
significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem: o valor residual do ativo
No segundo semestre, após fiscalização, do Banco Central do Brasil a Administração constituiu
imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa e outras provisões. Os valores
de provisão adicional para fazer face a perdas prováveis para clientes específicos no valor de
definitivos das transações envolvendo essas estimativas somente são conhecidos por ocasião
R$ 7,677 mil de acordo com a classificação desses clientes no Sistema Financeiro Nacional.
da sua liquidação.
apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de
auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre
a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da
adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas
pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras
tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar
nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente,
em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SANTINVEST S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS, em 31 de dezembro de 2014, o desempenho
de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data,
de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a
funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Outros assuntos
Os valores correspondentes ao exercício e semstre findos em 31 de dezembro de 2013,
apresentadas para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores
independentes que emitiram relatório datado de 31 de janeirod de 2014 e que não conteve
nenhuma modificação.
Florianópolis (SC), 13 de fevereiro de 2015.
CLAUDIO HENRIQUE DAMASCENO REIS
Contador CRC (SC) nº 024.494/O-1
KPMG Auditores Independentes
CRC (SC) 000071/F-8
3.6 Ativo imobilizado
Os valores constantes no Imobilizado estão demonstrados ao custo de aquisição, deduzidos
pela depreciação acumulada.
As depreciações sobre os itens do ativo imobilizado são calculadas pelo método linear, levandose em consideração a estimativa de vida útil-econômica dos bens, utilizando as seguintes taxas:
Descrição Taxa anual
Edificações
4%
Móveis e equipamentos de uso
10%
Sistema de comunicação
10%
Sistemas de processamento de dados
20%
Sistemas de Transporte
20%
3.7 Ativo Diferido
Os valores constantes no ativo diferido estão demonstrados ao custo de aquisição, ajustados
por amortizações acumuladas, calculadas a partir do momento em que os respectivos benefícios
começam a ser usufruídos, em períodos que não ultrapassam o prazo máximo estabelecido na
Lei 6.404/76.
Esses valores serão realizados nesta conta, conforme determina a Resolução nº 3.617/2008 do
Banco Central do Brasil.
3.8 Passivos circulante e não circulante
O passivo circulante e o não circulante estão demonstrados pelos valores conhecidos ou
calculáveis, incluindo quando aplicável, os juros, a correção monetária, as variações monetárias
correspondentes e deduzidos das despesas a apropriar.
3.9 Imposto de Renda e Contribuição Social – Valores Correntes
A provisão para o imposto de renda foi constituída a alíquota de 15% e adicional de 10%, quando
aplicável, conforme a legislação vigente. A provisão para contribuição social foi constituída a
alíquota de 15% conforme Instrução Normativa nº 810 da Receita Federal do Brasil, sendo que
ambas foram provisionadas mensalmente.
A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende o imposto de renda corrente.
O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável
do exercício, com base nas taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na
data de apresentação das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar
com relação aos exercícios anteriores.
3.10 Imposto de Renda e Contribuição Social – Valores Diferidos
Os ativos fiscais diferidos (créditos tributários) e os passivos fiscais diferidos são constituídos pela
aplicação das alíquotas vigentes dos tributos sobre suas respectivas bases. Para a constituição,
manutençao e baixa dos ativos fiscais diferidos são observados os critérios estabelecidos pela
resolução CVM nº 3.059/2002 alterado pelas resoluções CMN 3.355/2006 e CMN nº 4192/2013
e estão suportados por estudo de capacidade de realização.
4 Gerenciamento de riscos
A Instituição aborda o gerenciamento de todos os riscos inerentes às suas atividades de modo
integrado, por meio de uma área específica para gestão de riscos. Essa visão multidisciplinar
proporciona o aprimoramento dos modelos de gestão de riscos e evita a existência de lacunas
que comprometam sua correta identificação e mensuração.
a.Risco de Operacional: é a probabilidade de perdas decorrente de falhas humanas, de
processos internos, de sistemas e de eventos externos, incluindo risco legal.
Gerenciamento de risco Operacional
O gerenciamento do risco operacional é um processo de aprimoramento contínuo, com o
objetivo de levantar e dar tratamento das perdas identificadas a fim de minimizar a existência de
lacunas que possam comprometer a continuidade dos negócios da instituição.
O capital alocado é calculado semestralmente utilizando-se a metodologia de abordagem do
-continua-
indicador básico, considerados os últimos três períodos anuais.
b.Risco de Mercado: É a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado dos preços e das taxas de juros.
Inclui os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities).
Este risco é identificado, mensurado, mitigado e gerenciado, sendo as diretrizes e limites monitorados diariamente, de maneira independente.
Gerenciamento de risco de mercado
O processo de gerenciamento é diário e tem a finalidade de medir, avaliar e controlar a exposição ao risco, identificando previamente os riscos
inerentes a novos produtos, sua adequação aos procedimentos e controles adotados.
c. Risco de crédito: consiste na possibilidade de ocorrer perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas
obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato decorrente da deterioração na classificação de risco do
tomador, e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte.
Gerenciamento do risco de crédito
É um processo contínuo de análise das operações mediante procedimentos internos embasados em documentação e relatórios próprios com a
finalidade de minimizar perdas de crédito de manter a qualidade dos ativos;
d. Risco de Liquidez: é a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar suas obrigações em razão dos descasamentos entre recebimentos
e pagamentos, considerando os prazos de liquidação de seus direitos e obrigações.
Gerenciamento do risco de liquidez
O processo de gerenciamento do risco de liquidez envolve um conjunto de controles, com o objetivo de estabelecer limites, avaliar posições assumidas,
assegurar critérios, monitorar o processo e definir estratégias e planos de ação para situações de crise de liquidez.
e. Gerenciamento de capital
O gerenciamento de capital consiste no monitoramento e controle do capital mantido pela Instituição, a avaliação da necessidade de capital para fazer
face aos riscos a que a Instituição está sujeita e o planejamento de metas e de necessidade de capital.
Em 31 de dezembro de 2014, a Instituição encontra-se enquadrada nos limites mínimos de capital e patrimônio, compatível com o grau de risco de
sua estrutura, conforme segue:
Risco de crédito (RWACPAD)
Risco operacional (RWAOPAD)
Ativos ponderados pelo risco (RWA)
Parcela Rban Patrimônio de referência (PR)
Margem para o limite de basileia
Índice de Basileia (PR x 100) / (RWA / 0,11)
2014 300.811 48.858 349.669 427.176 -
134.438 87.449 31,47% 2013
343.022
40.276
383.298
484.777
129.901
76.576
26,80%
Dados conforme relatório de limites operacionais, extraído do site do Banco Central do Brasil
Em conformidade com o art. 7º, da Resolução CMN nº 3.721/09, art. 6º, da Resolução CMN nº 4.090/12, art. 6º, da Resolução CMN nº 3.464/07, art. 4º,
da Resolução CMN nº 3.380/06 e art.º 7, da Resolução CMN nº 3.988/11, encontram-se respectivamente na sede da Instituição, os relatórios contendo
as descrições da estrutura de gerenciamento do risco de crédito, risco de liquidez, risco de mercado, risco operacional e do gerenciamento de capital.
5 Aplicações interfinanceiras de liquidez
Em 31 de dezembro de 2014, a Instituição possuía o montante de R$ 47.320 (R$ 5.702 em 31 de dezembro de 2013) aplicados em papéis
interbancários de curtíssimo prazo, com remuneração baseada na taxa CDI, a qual foi resgatada integralmente em 02 de janeiro de 2015.
6 Operações de crédito
As operações de crédito são compostas pelos seus níveis de vencimento, tipo de cliente e ramos de atividades, em observância às disposições da
Resolução nº 2.682/1999 do Banco Central do Brasil.
a. Classificação por nível de risco e constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa
2014 Setor privado
4200 - Indústria
4300 - Comércio
4500 - Outros serviços 4600 - Pessoa Física
4700 - Habitacionais
Total
% de Participação PCLD % de Provisão Total geral
Setor privado
4200 - Indústria 4300 - Comércio 4500 - Outros serviços
4600 - Pessoa Física
4700 - Habitacionais
Total % de Participação PCLD % de Provisão
Total geral
AA
A
B
-
7.037
26.987
- 14.764
45.961 - 14.113
825
- 63.590
326
-
203
8.355
- 99.707
82.454
- 32,65% 27,00% -
(498)
(825)
0% 0,50%
1,00%
- 99.209
81.629
C
D
E
F
G
H
Total 7.796
-
8.136
2.598 3.327
797
56.678
628 39.861 231
-
143
3.348
104.936 17.691
-
2.135
486
-
253
35.503 308
379
304
181
311
874
66.273 30.117
3.336
-
-
-
-
42.011 56.540
43.576 10.806
3.265 3.781 5.272 305.401 18,51% 14,27% 3,54%
1,07%
1,24%
1,72% 100,00% (1.696) (4.358) (3.242) (1.633) (2.647) (5.272) (20.171)
3,00% 10,00% 30,00% 50,00% 70,00% 100,00%
54.844
39.218
7.564
1.632
1.134 - 285.230
Total circulante - Operações de crédito
191.959
Total não circulante - Operações de crédito 93.271
2013
AA A
- 69.273 - 82.705
- 33.955
- 69.468 - 42.367 - 297.768
- 93,36%
- (1.489)
0%
0,50%
- 296.279
%
18,55%
34,36%
11,63%
21,70%
13,76%
100,00%
B
5.270 6.921 4.458 61 -
16.710 5,25%
(167)
1,00%
16.543
C
D
E
F
G
H
-
-
-
-
-
-
528
-
3
-
-
-
721 -
-
-
-
-
454 262 300 296 232 1.703 -
-
-
-
-
-
1.703 262 303
296
232
1.703
0,53%
0,08%
0,09%
0,09%
0,07%
0,53%
(51)
(26)
(91)
(148)
(162)
(1.703)
3,00% 10,00%
30,00% 50,00% 70,00% 100,00%
1.652 236 212
148
70
-
Total circulante - Operações de crédito
Total circulante - Títulos e créditos a receber Total não circulante - Operações de crédito
Total 74.543 90.157 39.134 72.776 42.367 318.977 100%
(3.837)
%
23,37%
28,26%
12.27%
22,82%
13,28%
100,00%
8Depósitos
Depósitos interfinanceiros
CDI
Grau de ligação
Santinvest S.A - DTVM
Ligada
Instituições Financeiras
Não Ligada
Depósitos a prazo
DPGE
Diversos
Não Ligadas
Total geral depósitos
Total passivo circulante
Total passivo não circulante
Taxa
100%-DI/FLU
100%-DI/FLU
de 108 a 122%-CDI/FLU
Vencimento
-
Jun/2017
2014 550 -
175.342 175.892 50.622 125.270 2013
550
5.680
156.723
162.953
7.614
155.339
DPGE - Depósito a Prazo com Garantia Especial do Fundo Garantidor de Créditos. Trata-se de recursos pós-fixados captados no ano de 2013 com
prazo de amortização que variam entre fevereiro de 2015 a abril de 2016.
9 Recursos de aceites cambiais
Recursos de Aceites Cambiais
2014 2013
Pessoas Físicas
10.777 11.316
Pessoas Jurídicas
13.267 8.394
Total geral
24.044 19.710
Total passivo circulante
17.518 18.638
Total passivo não circulante
6.526 1.072
Os recursos de aceites cambiais e emissão de títulos referem-se a letras de câmbio, captadas à taxa máxima de 115% a.a. (112% a.a. em 31 de
dezembro de 2014), seguindo a variação do CDI, com vencimentos entre de janeiro/2015 a junho/2017.
10Patrimônio líquido
a. Capital Social:
Pertencente inteiramente a acionistas domiciliados no país, o capital social é de R$ 73.500 mil (setenta e três milhões e quinhentos mil reais),
representado por 222.000 (duzentas e vinte e duas mil) ações ordinárias nominativas, indivisíveis em relação ao capital e sem valor nominal.
b. Reserva Legal:
Calculada nos termos do artigo 193 da Lei 6.404/76 a razão de 5% (cinco por cento) do lucro do exercício, considerando o item 1.16.5.1 do Plano
Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (“COSIF”).
c.Dividendos:
É garantido aos acionistas no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) a título de dividendos ou juros sobre o capital próprio calculados sobre o lucro
líquido ajustado. No segundo semestre foram creditados e imputados como dividendos, juros sobre o capital próprio, calculados de acordo com a
Lei 9.249, de 26 de dezembro de 1995, montante de R$ 4.818 (quatro milhões, oitocentos e dezoito mil reais) e apresentados na rubrica de lucros
acumulados, em atendimento a Circular 2.739/97, do Banco Central do Brasil, gerando os seguintes efeitos no Resultado e no Patrimônio Líquido:
2014
2013
Lucro Líquido após o JCP
4.506
11.033
(+) Juros s/ Capital Próprio
4.818
4.775
(-) Efeito Tributário
(1.927)
(1.910)
(=) Lucro Líquido antes do JCP
7.397
13.898
d. Lucro por Ação:
O resultado do exercício de 2014 possibilitou o retorno de R$ 33,32 (trinta e três reais e trinta e dois centavos) por ação e R$ 62,60 (sessenta e dois
reais e sessenta centavos) no exercício de 2013.
11Partes relacionadas
a. Obrigações com partes relacionadas decorrentes de captações de recursos
Natureza
Empresa
Grau de relação
2014
2013
Depósitos Interfinanceiros
Santinvest DTVM
Ligada
550
550
Obrigações por Aceites Cambiais
Santinvest Participações
Acionista
4.274
1.490
b. Remuneração do Pessoal Chave da Administração:
A remuneração total do pessoal chave da administração para o em 2014 foi de R$ 1.174 (R$ 944 em 2013), incluindo os benefícios de curto prazo.
12Contingências
Em novembro de 2011 a Instituição foi autuada pela Receita Federal do Brasil em processo administrativo de natureza tributária, onde exige-se o
recolhimento de IRPJ no montante de R$ 2.976 e CSLL no montante de R$ 5.239. A referida autuação foi objeto de impugnação junto à Receita
Federal do Brasil.
A autoridade tributante entendeu que a companhia teria incorrido em infração à legislação tributária ao optar pelo regime de tributação com base
no lucro arbitrado, pois não vislumbrou os requisitos necessários para o enquadramento em tal método, ainda, em face da atividade econômica
efetivamente explorada integrar o rol de contribuintes cuja apuração dos resultados fiscais submete-se obrigatoriamente as normas do lucro real.
Em que pese os argumentos da Autoridade Tributante a Turma de julgamento da DRJ de Belém – PA (1ª Instância Administrativa), por unanimidade
de votos julgou a impugnação procedente cancelando o crédito tributário exigido, por entender que restando conhecida a receita bruta e configurada
a ocorrência de quaisquer das hipóteses previstas nos incisos I a VII do artigo 47, da lei 8.981 de 1995, o sujeito passivo se acha autorizado a adotar
o auto arbitramento do lucro no correspondente período. Ou seja, validou os argumentos utilizados na defesa inicial.
Não obstante, em razão do montante envolvido, os autos foram remetidos ao CARF – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, em 23/09/2013,
por força de recurso de ofício. Atualmente estão com o conselheiro Eduardo Martins Neiva Monteiro, da 1ª sessão.
Com base na posição dos assessores jurídicos externos, o valor atualizado desta ação é de R$ 10.290, sendo avaliada como de risco “possível”, de
acordo com o CPC 25 não foi constituída provisão para contingências.
13Operações de captação no mercado
O montante de R$ 13.309 no segundo semestre de 2014, R$ 25.106 no exercício de 2014 (R$ 13.721 no exercício de 2013), registrado na rubrica
de “Despensas de Intermediação Fonanceira” representa, principalmente, despesas com juros sobre recursos captadas, além de outras despesas
necessárias à manutenção da atividade.
14Imposto de renda e contribuição social – valores correntes
São registrados com base no lucro tributável de acordo com a legislação e alíquotas vigentes.
Demonstração da despesa de imposto de renda e contribuição social correntes
2014 2013
Resultado
contábil
antes
da
provisão
para
IR
e
CSLL
9.913
25.504
315.140
PCLD 16.334 1.020
255 228
207.466
Despesas não dedutíveis
219
Total das adições
16.589 1.248
107.455
Reversão de despesas não dedutíveis
-
475
Participação nos Lucros – Empregados 287 779
b.Provisão para créditos de liquidação duvidosa
Total das exclusões 287 1.254
A provisão constituída na forma indicada na nota explicativa nº 6.a apresentou a seguinte movimentação no período:
Base de cálculo do IR e CSLL 26.215 25.498
IR (25%) e CSLL (15%) correntes (10.298) (9.960)
2014 2013
15Imposto de renda e contribuição social – valores diferidos
Saldo inicial
3.837 3.274
São constituídos sobre as diferenças temporárias de acordo com a instrução CVM nº 371, de 27/06/2002 e resolução CVM 3.059 de 20/12/2002.
Provisão constituída no período
23.979 2.803
Demonstração da cálculo do imposto de renda e contribuição social diferidos
Baixa para prejuízos no período
(7.645) (2.240)
2014
Saldo final
20.171 3.837
Base de Cálculo - PCLD acumulada
20.171
Imposto de renda diferido (15%)
3.026
c.Operações renegociadas
Imposto de renda adicional diferido (10%)
2.016
Empréstimos
F
inanciamentos
Contribuição Social diferida (15%)
3.026
2014 2013 2014 2013
IRPJ e CSLL diferidos 8.068
Renegociações
182.574 7.993 23.807 20.746
16Instrumentos financeiros
Os
instrumentos
financeiros
representados
pelas
disponibilidades,
aplicações
interfinanceiras
de liquidez, operações de crédito e recursos de aceites
Conforme Resolução nº 2.682/99, do CMN, os créditos renegociados são classificados no nível de risco anterior do contrato original, os créditos em
cambiais estão registrados pelo valor de custo, acrescido dos rendimentos ou encargos incorridos, deduzidos de eventuais provisões para perdas,
prejuízo renegociados retornam para a carteira e são provisionados no nível de risco H.
os
quais
se
aproximam
dos
valores
de
mercado.
Em
31
de
dezembro
de
2014,
a
Instituição
não
tinha qualquer transação que envolvesse operações
7 Devedores diversos
Em 31 de dezembro de 2014, os montantes de R$ 44 (R$ 1.378 em 31 de dezembro de 2013) e R$ 67 (R$ 22 em 31 de dezembro de 2013), com derivativos.
Giorgio Rodrigo Donini
Juarez Medeiros Gualberto
Giovani de Matos
Claudio Brezinski
contabilizados no ativo circulante e no ativo não circulante, respectivamente, referem-se a juros a receber decorrentes de renegociação de contratos Luiz Carlos Santiago
Presidente
Diretor
Diretor
Diretor
Contador
de operações de crédito e devedores por depósitos em garantia.
CRC/SC-019.405
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Balanço Dezembro 2014