Prevalência do Aleitamento na Beira Interior Determinantes : obstétricas, sócio-demográficos e psicológicas Prevalência do Aleitamento na Beira Interior Determinantes : obstétricas, sócio-demográficos e psicológicas Autor: Bruno Gomes Co- Autores: Orientado por: Érica Oliveira Marta Saraiva Professora Doutora Paula Nelas Professor Doutor João Duarte PROBLEMA • O aleitamento materno é um processo complexo, no qual estão implicados múltiplos factores: sócio-demográficos, psicológicos, como é o caso do afecto e das atitudes maternas, e factores obstétricos; • A relação dos mesmos, com o sucesso da amamentação ao longo dos primeiros dois anos de vida serviram de mote para o estudo; • Constitui para a OMS uma recomendação de saúde pública; 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 3 QUESTÕES DE INVESTIGAÇÃO • Qual a prevalência do aleitamento materno até aos dois anos de idade, nos concelhos de Covilhã, Fundão, Guarda e Viseu? • Que variáveis sócio-demográficas (idade, estado civil, escolaridade, situação profissional e local de residência) influenciam a manutenção do aleitamento materno? • Que variáveis obstétricas (número gestações anteriores, gravidez planeada, tipo de parto, gravidez termo/prematuridade, tempo amamentação filho anterior, experiência anterior de amamentação, decisão de amamentar, tempo iniciar amamentação após nascimento e introdução de chupeta) influenciam a manutenção do aleitamento materno? • Será que as variáveis psicológicas (afecto materno e as atitudes maternas face à amamentação) influenciam a manutenção do aleitamento materno? 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 4 OBJECTIVOS Determinar a prevalência do aleitamento materno em crianças com idade até aos 2 anos, nos concelhos de Covilhã, Fundão, Guarda e Viseu; Identificar os factores (sócio-demográficos, obstétricos e psicológicos) que possam contribuir para manter a prática do aleitamento materno; Analisar a influência das variáveis sócio-demográficos, obstétricos e psicológicos na prevalência do aleitamento materno. 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 5 DESENHO DE INVESTIGAÇÃO Variáveis Psicológicas Variáveis sócio-demográficas Idade, Afecto materno; Atitudes maternas face à amamentação. Estado civil, Escolaridade, Situação profissional, Variáveis Obstétricas Local de residência. Número gestações anteriores, Gravidez planeada, Tipo de parto, PREVALÊNCIA ALEITAMENTO MATERNO Gravidez termo/prematuridade, Tempo amamentação filho anterior, Experiência anterior de amamentação, Decisão de amamentar, Tempo iniciar amamentação após nascimento, Introdução de chupeta. 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 6 ESTUDO • Quantitativo, transversal; • Não Experimental; • Descritivo correlacional e explicativo. 1 de Outubro de 2010 5 de Janeiro de 2012 AMOSTRA • Amostra não probabilística por conveniência ; • n = 211 mães residentes nos concelhos de Covilhã, Fundão, Guarda e Viseu; • Critérios: concordem em participar no estudo; que o último filho tivesse ±2 anos. 31 de Maio de 2011 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 7 INSTRUMENTOS Questionário I Secção - 4 partes: 1ª Parte: caracterização sócio-demográfica - 13 questões ; 2ª Parte: história da gravidez – 7 questões; 3ª Parte: experiência anterior de aleitamento materno – 4 questões; 4ª Parte: aleitamento materno actual - 14 questões. II Secção: 2 escalas devidamente validadas para a população portuguesa: Inventário do Afecto Materno – 26 questões; Escala de atitudes face à amamentação - 44 questões. 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 8 PARTICIPANTES Grupo Etário Estado Civil Portuguesa Co-Habitação 19 – 35 Anos 79,6% Casada/união de facto 81,5% Sim 96,7% Marido 16,1 % ≥ 36 Anos 20,4% Solteira 15,7% Não 9,6% Marido e Filhos 55,9% média 31,52 (±5,88 anos); Divorciada 2,8 % Moda 28 Anos 5 de Janeiro de 2012 Filho 2,4% Pais 8,1% Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes Não responderam 17,5% 9 PARTICIPANTES Escolaridade Até ao 3º ciclo 25,5% Profissão Quadros Superiores/intermédios 22,7% Secundário 33,2% Trabalhadores Qualificados 23,8% Ensino Superior 40,8% Trabalhadores não qualificados 52,1% Não responderam 0,5% 5 de Janeiro de 2012 Não responderam 0,5% Situação profissional Residência Empregada tempo Inteiro 81% Aldeia 16,1% Empregada tempo Parcial 6,6% Vila 37,0% Desempregada 11,4% Cidade 46,0% Não responderam 1,0% Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 10 VARIÁVEIS SÓCIO-DEMOGRÁFICAS Grupo etário do Pai Escolaridade do Pai Profissão do Pai Quadros Superiores/intermédios 14,7% ≤ 30 Anos 33,6% Até ao 3º ciclo 36,0% 31 - 35 Anos 31,3% Secundário 34,6% Trabalhadores Qualificados 25,6% ≥ 36 Anos 34,2% Ensino Superior 28,5% Trabalhadores não qualificados 57,3% Não Responderam 0,9% Não responderam 0,9 Não responderam 2,4% 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 11 HISTÓRIA DA GRAVIDEZ Nº Partos anteriores (%) Gravidez Planeada (%) Zero – 49,8 Vigilância da Gravidez (%) Sim – 97,6 Um – 37,4 Sim – 84,8 Tipo de parto (%) Filho Nasceu (%) Vaginal 76,8 Prematuro – 20,9 Abdominal – 23,2 Termo – 79,1 Dois – 10,9 Não – 1,4 Três – 0,9 Não responderam - 0,9 5 de Janeiro de 2012 Não – 15,2 Não responderam - 0,9 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 12 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ANTERIOR 90,5% 85,2% 59,9% 36,6% 26,1% Filhos anteriores foram amamentados (n=99) Experiência Anterior (n=95) Sim 96,1% Motivo de ter sido desagradável (n=6) 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes Não responderam – 16,7% Mastite – 16,7% Não responderam 3,2% Dependência que causa – 16,7% Não 3,9% Dor e sangramento – 16,7% Desagradável 6,3% Inexperiência e peito gretado – 33,3% Agradável 90,5% 13 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ACTUAL Bebé fez aleitamento materno (n=211) Motivo para deixar de Amamentar (n=211) Falta de leite 33% Sim 96% Quem fez os ensinos sobre amamentação (n=211) Médico 14% Fazer medicação 3,3% Gravidez 0,9% Não 3,8% Motivos profissionais 5,2% Ambos 7,6% Outro 1,4% Fazer da mamam Chupeta 1,4% Não responderam 0,5% Perda de peso da mãe 0,9% Outro 3,3% Não respondeu 38% 5 de Janeiro de 2012 Iniciativa própria 90,1% Enfermeiro 72% Bebe deixar de mamar 7,6% Bebe não aumenta de peso 6,3% Decisão de Amamentar (n=202) Conselho médico/enfermeiro 7,9% Conselho de familiares 1% Ninguém 0,5% Não responderam Não responderam 1% 5,2% Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 14 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ACTUAL 90% 77,7% 55,4% 37,4% 25,6% • Mínimo de 1 semana e um máximo de 2 anos; • Média 8,59 meses; • Desvio padrão de 6,36; • Mediana e a moda de seis meses. 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 15 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ACTUAL 1ª Hora após o nascimento, contacto pele a pele Tempo até iniciar aleitamento do bebe após o nascimento Horário certo para dar de mamar Bebé usa Chupeta Idade quando introduziu chupeta (n=152) Sim 81% ≤ 30 m 51,2% Sim 34,1% Sim 72% 1 dia 17,8% Não 18,5% 31 – 60 m 19,4% Não 63,5% Não 26,1% 2º – 7º dia 43,4% Não responderam 0,5% 61 – 120 m 5,7% Não responderam 2,4% Não responderam 1,9% 8º – 15º dia 16,4% Min. 5m; Máx. 48h ≥ 121 m 10,9% ≥ 16º dia 15,8% Média 89,26min (±250,71) Não Responderam 12,8% Não Responderam 6,6% Moda e Med. 30min. 5 de Janeiro de 2012 Média - 9,87±16,65 Med. 3º dia Moda - 2º Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 16 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ACTUAL Ofereceu chá ou água no intervalo das mamadas Bebé dorme no quarto dos pais Alguma vez consultou grupos de apoio amamentação Principais dificuldades sentidas durante amamentação A quem recorreu para as resolver Sim 31,3% Sim 62,6% Sim 6,2% Pegar na mama 11,4% Médico14,8% Não 66,8% Não 35,5% Não 90% Mamilos doridos 25,1% Enfermeiro 53,4% Não responderam 1,9% Não responderam 1,9% Não responderam 3,8% Inexperiência, medo leite insuficiente 3,8% Farmacêutico 4,5% Ingurgitamento 1,9% Familiares 9,1% Falta de tempo após a licença de maternidade 0,9% Técnicos de saúde e Familiares 6,8% Outro 1,9% Outro 2,3% Não sentiram/não responderam 55% Não responderam 9,1% 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 17 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ACTUAL Estatística descritiva do afecto materno (avaliado pelo inventário de afecto materno) Distribuição das mulheres segundo o afecto materno 5 de Janeiro de 2012 Afecto Materno Nº % Fraco 69 32,7 Moderado 13 6,2 Alto 125 59,2 Não Responderam 4 1,9 Total 211 100,0 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 18 HISTÓRIA DA ALEITAMENTO MATERNO ACTUAL Distribuição das mulheres segundo a sua atitude face à amamentação 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 19 RELAÇÃO ENTRE PREVALÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO E VARIÁVEIS SÓCIODEMOGRÁFICAS Resultados da aplicação do teste de Mann-Whitney, para verificar a significância da diferença da prevalência da amamentação conforme a idade e a situação profissional das mulheres Prevalência da amamentação Idade Situação Profissional 5 de Janeiro de 2012 n Mean Rank 19 - 35Anos 168 106,17 ≥ 36 Anos 43 105,34 Empregada 185 107,63 Desempregada 25 89,76 UMW p 3583,5 0,936 1800,0 0,317 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 20 RELAÇÃO ENTRE PREVALÊNCIA DO AM E VARIÁVEIS SÓCIO-DEMOGRÁFICAS Resultado da aplicação do teste de Kruskal-Wallis, ao estado civil, escolaridade e local de residência das mulheres e a prevalência do aleitamento materno n Mean Rank Solteira 33 99,77 Casada/união de facto 172 107,84 Divorciada 6 87,42 ≤ 3º Ciclo 54 94,68 Secundário 70 102,15 Superior 86 115,02 Aldeia 34 90,65 Vila 78 108,96 Cidade 97 106,85 Prevalência da amamentação Estado Civil Escolaridade Local Residência 5 de Janeiro de 2012 Chi-Square p 1,061 0,588 0,961 0,618 0,227 0,893 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 21 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS OBSTÉTRICAS E PREVALÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO Resultados da aplicação do teste de Mann-Whitney, para verificar a significância da diferença da prevalência da amamentação conforme as variáveis obstétricas 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 22 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS OBSTÉTRICAS E PREVALÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO Análise bivariada, referente a prevalência do aleitamento materno se a experiência anterior de amamentação foi agradável Prevalência aleitamento materno Experiência anterior amamentação agradável Sim < 1 Mês 5 de Janeiro de 2012 [6-9[ Meses [9-12[ Meses [12-18[ Meses ≥ 18 Meses Total % n % n % n % n % n % n % n % 9 10,5 11 12,8 18 20,9 19 22,1 7 8,1 13 15,1 9 10,5 86 100,0 0,0 6 100,0 10,5 92 100,0 -3 1 Resíduos ajustados Total [3 - 6[ Meses n Resíduos ajustados Não [1-3[ Meses -2,1 16,7 3 3 10 0,2 50,0 1 2,1 10,9 14 1,2 16,7 0 -0,2 15,2 19 -0,5 0,0 1 -1,2 20,7 19 0,8 16,7 0 0,5 20,7 8 0,6 0,0 0 -0,8 8,7 13 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes -0,6 14,1 9 23 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS OBSTÉTRICAS E PREVALÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO Análise bivariada, referente a prevalência do aleitamento materno e se introduziu a chupeta Prevalência aleitamento materno Introduziu Chupeta Sim < 1 Mês [6-9[ Meses [9-12[ Meses [12-18[ Meses ≥ 18 Meses Total % n % n % n % n % n % n % n % 13 8,6 23 15,1 35 23,0 31 20,4 17 11,2 19 12,5 14 9,2 152 100,0 16,4 55 100,0 11,1 207 100,0 -1 6 Resíduos ajustados Total [3 - 6[ Meses n Resíduos ajustados Não [1-3[ Meses 3,9 10,9 3 1 19 5 de Janeiro de 2012 2 5,5 10 -3,9 9,2 26 3,1 18,2 7 -2 12,6 45 -1,4 12,7 8 -3,1 21,7 38 -3,8 14,5 12 1,4 18,4 25 -2,9 21,8 9 3,8 12,1 31 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 2,9 15,0 23 24 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS OBSTÉTRICAS E PREVALÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO Resultado da aplicação do teste de Kruskal-Wallis, relativamente a prevalência do aleitamento materno e o tempo que as mulheres amamentaram o filho anterior Prevalência aleitamento materno Tempo Amamentação filho anterior Tempo iniciar amamentação após nascimento 5 de Janeiro de 2012 n Ordenação Média < 1 Mês 11 52,00 [1-3[ Meses 14 18,07 [3 - 6[ Meses 21 34,57 [6-9[ Meses 19 47,63 [9-12[ Meses 8 67,38 [12-18[ Meses ≥ 18 Meses < 1 Mês 13 9 14 69,19 73,94 82,39 [1-3[ Meses 25 103,38 [3 - 6[ Meses 37 94,38 [6-9[ Meses 33 87,58 [9-12[ Meses 22 78,52 [12-18[ Meses 30 87,20 ≥ 18 Meses 23 111,15 Chi-Saquare p 41,566 0,000* 6,605 0,359 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 25 RELAÇÃO ENTRE PREVALÊNCIA DO AM E AS VARIÁVEIS INDEPENDENTES (idade, número de partos anteriores, introdução da chupeta, afecto materno e as atitudes maternas face à amamentação). Correlação de Pearson entre a prevalência do aleitamento materno e as variáveis independentes (idade, nº partos anteriores, introdução da chupeta, afecto materno e atitudes face à amamentação) 5 de Janeiro de 2012 Variáveis r p Idade -0,043 0,262 Nº Partos anteriores -0,019 0,396 Introdução Chupeta 0,171 0,007 Afecto Materno 0,033 0,318 Comportamento 0,089 0,0103 Norma Subjectiva -0,119 0,045 Decisão Amamentar -0,039 0,287 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 26 RELAÇÃO ENTRE PREVALÊNCIA DO AM E AS VARIÁVEIS INDEPENDENTES (idade, número de partos anteriores, introdução da chupeta, afecto materno e as atitudes maternas face à amamentação). • A correlação estabelecida é fraca (r=0,197) explicando 3,9% da variação; • Variáveis não colineares; • Variáveis com valores explicativo: – Comportamento; – Introdução da Chupeta; – Decisão de amamentar . 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 27 • Perfil Sócio-demográfico: – – – – – – – 28 anos; Casada ou em união de facto; Portuguesa; Cidade; Marido e/ou filhos; Curso Superior; Trabalhadora Não Qualificada. • Historia da gravidez: – – – – Primípara; Gravidez planeada; Gravidez de termo; Parto vaginal. 5 de Janeiro de 2012 • Historia do AM Actual: Amamentou ate aos 6 meses; Iniciativa própria; Ensinos realizados por enfermeiros; Contacto pele a pele; Horário livre; Introdução chupeta 1ª semana; Não oferece água ou chá; Não consultou grupos de apoio; Não referiu dificuldades; Forte afecto materno; Atitudes maternas face amamentação apresenta valores baixos; • Motivo de abandono “falta de leite”. • • • • • • • • • • • Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 28 • Introdução da chupeta e experiencia anterior agradável são preditivos do AM, bem como o tempo de amamentação do filho anterior; • Estudos de corte longitudinal com monitorização da evolução; • As melhores estratégias são as que associam a componente de aquisição de conhecimentos e/ou atitudes à componente de aprendizagem e treino de capacidades ao longo do ciclo gravídico, puerperal e posteriormente. • Contacto após a lata. 5 de Janeiro de 2012 Prevalência Aleitamento Materno na Beira Interior - Bruno Gomes 29 Referências Bibliográficas AARTS, C. 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